Chega aos cinemas na próxima quinta-feira, 17 de julho, o filme A Visão — originalmente intitulado Sight. Baseado em uma história real, o longa é dirigido e roteirizado por Andrew Hyatt (Paulo, Apóstolo de Cristo) e promete emocionar o público ao retratar a inspiradora trajetória do Dr. Ming Wang, um imigrante chinês que superou a pobreza, a violência e o preconceito para se tornar um dos nomes mais respeitados da oftalmologia mundial.
Na trama, interpretada com sensibilidade por Terry Chen, conhecemos a juventude difícil de Ming Wang na China dos anos 1960, marcada pelas cicatrizes da Revolução Cultural. Determinado a transformar sua vida, ele migra para os Estados Unidos em busca de formação acadêmica — e, apesar dos inúmeros desafios, incluindo o racismo que enfrenta como estrangeiro, persevera até se tornar um cirurgião visionário.
O ponto de virada da história acontece quando uma jovem órfã cega chega à sua clínica em busca de uma chance que a ciência tradicional já descartou. Para ajudar a menina, Wang precisa enfrentar não apenas um desafio médico complexo, mas também os fantasmas de seu próprio passado — revisitados em paralelo com o caso clínico atual.
Mais do que um drama médico, A Visão é um retrato sensível sobre humanidade, empatia e reconstrução. A atuação de Greg Kinnear (em papel de apoio) e do jovem Jayden Zhang complementa o elenco com equilíbrio entre emoção e leveza. A narrativa comovente resgata valores como perseverança, solidariedade e a força do conhecimento como ferramenta de mudança real.
Por que vale a pena assistir?
Porque A Visão é daqueles filmes que lembram por que contar boas histórias ainda importa — especialmente quando elas são reais. É uma celebração da ciência com alma, da medicina com propósito e da compaixão como elo entre passado e presente.
O fim de semana foi de vitória esmagadora para Super Mario Galaxy: O Filme nos cinemas norte-americanos. A produção abriu com impressionantes US$ 69 milhões, garantindo o primeiro lugar com ampla vantagem e reforçando um cenário que vem se consolidando em 2026: o domínio das animações nas telonas. O resultado não apenas confirma o apelo contínuo do personagem, como também evidencia a força da estratégia da Nintendo em expandir suas franquias para além dos consoles.
Atrás do fenômeno, a disputa ficou distante. “Devoradores de Estrelas” arrecadou US$ 24,5 milhões, enquanto “O Drama” somou US$ 8,7 milhões. Já “Eu & Você na Toscana” registrou US$ 8 milhões. O ranking ainda conta com Cara de um, Focinho de Outro, que segue em cartaz com US$ 4,1 milhões, além de outros títulos com desempenho mais modesto.
O desempenho reforça uma tendência já observada com produções como Zootopia 2, que também conquistaram grande público recentemente. A combinação entre personagens conhecidos, narrativa acessível e forte apelo visual tem sido determinante para atrair diferentes gerações.
Uma aventura espacial com cara de videogame
Inspirado no clássico jogo lançado em 2007, o filme leva Mario para uma jornada fora do tradicional Reino dos Cogumelos. Desta vez, a história se expande para o espaço, apresentando galáxias coloridas, novos planetas e desafios que exigem mais do que coragem.
Na trama, Mario e seus aliados enfrentam uma ameaça ainda maior liderada por Bowser, que busca dominar diferentes mundos ao mesmo tempo. A narrativa aposta em ação constante, humor leve e referências diretas ao universo gamer, criando uma experiência que conversa tanto com fãs antigos quanto com novos espectadores.
Assim como em Super Mario Bros. O Filme, a história equilibra aventura e comédia, mas amplia o escopo com cenários mais grandiosos e sequências visuais mais ambiciosas.
Quem dá voz aos personagens?
Um dos grandes trunfos da produção está no elenco de dublagem, que retorna praticamente completo. Chris Pratt volta como Mario, trazendo novamente sua interpretação moderna do personagem. Ao seu lado, Anya Taylor-Joy reprisa o papel da Princesa Peach, agora com participação ainda mais ativa na ação.
Charlie Day retorna como Luigi, enquanto Jack Black volta a dar voz a Bowser, um dos destaques do filme anterior. Keegan-Michael Key também retorna como Toad, mantendo o tom carismático do personagem.
O elenco reforça a proposta de continuidade e mantém a identidade que ajudou a consolidar o sucesso do primeiro longa.
Produção, direção e bastidores
A animação é dirigida por Aaron Horvath e Michael Jelenic, que retornam após o sucesso do filme de 2023. O roteiro é assinado por Matthew Fogel, responsável por expandir o universo com novos elementos e situações.
A produção é uma parceria entre a Illumination e a Nintendo, com distribuição da Universal Pictures. A colaboração entre as empresas tem se mostrado estratégica, combinando conhecimento técnico em animação com fidelidade ao material original dos jogos.
O desenvolvimento do projeto começou a ganhar força após o sucesso estrondoso do primeiro filme. Ainda em 2021, o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, já havia indicado interesse em novas adaptações. A confirmação veio em 2024, com participação direta do criador da franquia, Shigeru Miyamoto.
O momento das animações no cinema
O sucesso de Super Mario Galaxy: O Filme não é um caso isolado. O mercado tem demonstrado um interesse crescente por animações que conseguem unir entretenimento familiar com grandes produções visuais.
Esses filmes têm ocupado um espaço importante nas bilheterias, especialmente em períodos de grande concorrência. A força das marcas, aliada a narrativas acessíveis e campanhas de marketing robustas, tem garantido resultados consistentes.
No caso de Mario, existe ainda o fator nostalgia, que conecta diferentes gerações. Ao mesmo tempo, o filme se apresenta como uma porta de entrada para novos públicos, ampliando ainda mais seu alcance.
Abaixo, confira o resumo da novela Garota do Momento – Capítulo 168, exibido no sábado, 17 de maio de 2025 –
O capítulo de sábado de Garota do Momento promete abalar o coração dos fãs com revelações bombásticas, decisões difíceis e até momentos de ação dignos de filme.
👮♂️ Começando com o delegado, que não vai deixar barato a tal carta anônima misteriosa. Intrigado com o que leu, ele decide investigar o conteúdo a fundo e vai atrás de Arlete, querendo entender quem está por trás disso tudo — e o que exatamente está sendo escondido.
💔 Enquanto isso, Ronaldo vai colocar um ponto final (pelo menos por enquanto) na história com Bia. Ele rejeita a jovem, que não esconde o abalo… mas, conhecendo Bia, é melhor ficar de olho: ela nunca entrega o jogo tão fácil. E, como se não bastasse, Beto resolve contar toda a verdade sobre ela para Ronaldo. Imagina o climão!
🤰 Já Lígia vive uma montanha-russa emocional: primeiro, comemora por descobrir que não está grávida… mas logo depois vem o baque — ela está entrando na menopausa. A revelação a pega de surpresa e deve mexer bastante com os rumos da personagem.
🔫 E se você gosta de cenas tensas, prepara o coração: Alfredo vai ser assaltado! Mas quem aparece pra salvá-lo é ninguém menos que Nelson, seu antigo rival. Sim, você leu certo! Esse gesto inesperado vai dar uma sacudida na relação entre os dois e, por isso, Alfredo e Guto vão tentar convencer Anita a acolher Nelson por um tempo.
✈️ Já Ronaldo fica dividido: embarcar num novo recomeço ao lado de Camila ou ceder à pressão emocional de Bia? Essa dúvida vai deixá-lo paralisado, e a decisão dele pode mudar tudo!
🔍 E pra fechar o capítulo com chave de ouro: os policiais seguem uma dica de Geraldo e encontram um cordão de Valéria no lugar exato que ele indicou. Será que o mistério do desaparecimento dela finalmente começa a ser desvendado?
O universo de Duna acaba de ganhar uma nova estrela — e das mais luminosas. Nesta quarta (4), o ator Robert Pattinson confirmou oficialmente sua participação em Duna: Parte Três, o aguardado capítulo final da trilogia dirigida por Denis Villeneuve, que promete encerrar de forma grandiosa a jornada de Paul Atreides nos desertos de Arrakis. As informações são do site IndieWire.
Embora a produção ainda não tenha revelado detalhes sobre o personagem, fortes indícios apontam que Pattinson interpretará Scytale, o carismático e manipulador vilão do romance O Messias de Duna, de Frank Herbert — figura central na mitologia da saga e peça-chave nos conflitos políticos e espirituais que sucedem a ascensão de Paul como imperador. Se confirmada, a escolha marca uma das adições mais empolgantes ao elenco da franquia, que já reúne nomes como Timothée Chalamet, Zendaya, Florence Pugh, Jason Momoa, Rebecca Ferguson, Josh Brolin e Anya Taylor-Joy.
Uma confirmação que empolga fãs e críticos
A chegada de Robert ao elenco é mais do que uma simples adição de peso — é um reforço que promete alterar o equilíbrio de forças dentro da história. O ator britânico, conhecido por papéis complexos e transformadores, tem consolidado sua carreira em uma trajetória notável desde que deixou o rótulo de galã adolescente para trás. Após estrelar O Farol (2019) e Batman (2022), Pattinson se firmou como um dos intérpretes mais versáteis e imprevisíveis de sua geração.
Em Duna: Parte Três, ele deverá explorar um papel de nuances psicológicas intensas, algo que o ator tem dominado nos últimos anos. Scytale, no universo de Herbert, é um Face Dancer — um ser capaz de mudar de forma, associado ao misterioso grupo Bene Tleilax. Inteligente, sedutor e ardiloso, ele surge como um adversário à altura de Paul Atreides, representando as forças da manipulação e da intriga política que ameaçam o império nascente do protagonista.
O retorno de um elenco impecável
Além da chegada de Pattinson, Duna: Parte Três contará com o retorno de um elenco que já se tornou icônico para os fãs da franquia. Timothée Chalamet reprisa o papel de Paul Atreides, agora consolidado como imperador e messias de um império que se expande pelos confins do universo. Zendaya volta como Chani, parceira e aliada de Paul, cuja jornada pessoal ganha novos contornos trágicos e políticos neste terceiro capítulo.
Florence Pugh retoma o papel da Princesa Irulan, enquanto Anya Taylor-Joy, introduzida na segunda parte como Alia Atreides, promete roubar cenas como a irmã de Paul — uma figura dividida entre o amor familiar e as visões místicas que a assombram. Jason Momoa, que retorna como Duncan Idaho após sua surpreendente ressurreição na Parte Dois, também tem papel fundamental na consolidação da narrativa.
A produção ainda traz Rebecca Ferguson como Lady Jessica, Josh Brolin como Gurney Halleck, e uma nova geração de atores mirins, incluindo Nakoa-Lobo Momoa e Ida Brooke, que interpretam os filhos gêmeos de Paul e Chani, Leto II e Ghanima — figuras que herdarão o destino do império Atreides.
Villeneuve e o sonho de concluir sua trilogia
Quando Denis Villeneuve lançou Duna em 2021, poucos poderiam prever o tamanho do fenômeno cultural que o filme se tornaria. Adaptando o clássico literário de Frank Herbert de 1965, o cineasta canadense entregou um épico visual e filosófico que equilibrava espetáculo e introspecção — um feito raro em Hollywood. A produção rendeu seis Oscars, consolidou Chalamet como um dos maiores astros de sua geração e reafirmou Villeneuve como um diretor de visão autoral.
A sequência, Duna: Parte Dois (2024), aprofundou o arco de Paul Atreides e expandiu o escopo político e espiritual da trama, levando o público às raízes messiânicas do personagem. O sucesso de crítica e bilheteria garantiu a confiança da Legendary e da Warner Bros. para dar luz verde à terceira parte — baseada no romance O Messias de Duna (1969) —, que Villeneuve já havia mencionado como seu “ato final” dentro do universo de Arrakis.
“Quero encerrar a história de Paul Atreides de forma completa e poética. Este será o fechamento de um ciclo, não apenas para o personagem, mas também para mim como cineasta dentro desse mundo”, declarou o diretor em entrevista à Variety.
Filmagens e bastidores: um salto técnico e emocional
As filmagens principais começaram em 8 de julho de 2025, nos estúdios Origo Film, em Budapeste — o mesmo complexo utilizado nas produções anteriores. Contudo, Villeneuve decidiu ousar em um aspecto técnico: pela primeira vez desde Incêndios (2010), o cineasta está filmando em película, com trechos em câmeras IMAX, buscando uma textura mais orgânica e monumental para o desfecho da trilogia.
Essa decisão, segundo ele, nasceu do desejo de capturar o contraste entre o espiritual e o terreno, entre o mito e o humano. “Duna sempre foi uma história sobre escalas — tanto as do universo quanto as da alma humana. A película me dá essa profundidade que o digital, às vezes, suaviza”, explicou Villeneuve.
Além da Hungria, a equipe de filmagem também deve passar por Abu Dhabi, especialmente no Oásis de Liwa, para recriar as vastas dunas de Arrakis — cenário que se tornou sinônimo de grandiosidade cinematográfica. A Comissão de Cinema de Abu Dhabi confirmou as gravações para o final de 2025.
Um detalhe curioso é que Greig Fraser, o premiado diretor de fotografia dos dois primeiros filmes, não retorna nesta parte devido a compromissos com outros projetos. No lugar dele, Linus Sandgren, vencedor do Oscar por La La Land, assume a função, prometendo um visual igualmente impressionante, mas com um toque mais analógico e experimental.
Um épico de encerramento e legado
Villeneuve nunca escondeu que Duna é um projeto pessoal. Desde o início, o cineasta canadense tratou a adaptação como uma trilogia que uniria a grandiosidade visual do cinema com a densidade filosófica da literatura. Em Duna: Parte Três, essa visão deve atingir seu ápice.
O diretor já afirmou que o filme servirá como “epílogo espiritual” da saga, encerrando não apenas a história de Paul, mas também o ciclo de ascensão e queda que permeia o universo de Herbert. “Será um filme sobre fé, sacrifício e redenção — mas também sobre como o poder pode distorcer até as melhores intenções”, disse Villeneuve.
O cinema brasileiro mais uma vez cruza fronteiras e conquista espaço no cenário internacional. O curta-metragem “Mordaça”, dirigido por Felipe Gomes, foi indicado ao World Film Festival in Cannes – Remember the Future, na categoria “Best Cause-Driven Film” (Melhor Filme Motivado por uma Causa). A produção, que dedica-se à memória de Marielle Franco, transforma dor e silêncio em poesia visual, reafirmando o poder da arte como instrumento de resistência e denúncia.
Em Mordaça, o ponto de partida é um ambiente de tortura — mas o filme se recusa a permanecer apenas na superfície do sofrimento físico. A narrativa mergulha nas camadas psicológicas e simbólicas da violência, expondo o impacto da opressão sobre o corpo e a mente. Com fotografia cuidadosa e linguagem poética, a obra convida o público a refletir sobre as feridas sociais que o Brasil ainda carrega. É um cinema que não busca apenas chocar, mas provocar reflexão e reacender a esperança, lembrando que a arte segue sendo uma das expressões mais autênticas da liberdade.
Para o diretor Felipe Gomes, o curta nasceu de uma urgência pessoal e coletiva: a necessidade de dar voz a tudo o que foi calado. Ele enxerga a indicação ao festival francês não apenas como uma conquista artística, mas como um reconhecimento do papel transformador que o cinema pode desempenhar em tempos de incerteza.
A produção é assinada pela Striker Produtora e contou com roteiro, direção assistente e fotografia de Roberta Stefani, direção de arte de Lauri Gouveia e produção de Stella Mota e Theodoro de Oliveira. Realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo, em parceria com a Prefeitura de Santo André, o projeto demonstra como o investimento público em cultura pode gerar obras de relevância social e ressonância global.
No elenco, Keila Martins, Fernando de Paula, Hugo Brandão, Celso Zappa, Felipe Gomes e Stella Mota traduzem em cena o peso e a delicadeza de um tema urgente. São interpretações que dispensam exageros: olhares contidos, gestos sutis e silêncios expressivos se tornam ferramentas de comunicação tão poderosas quanto qualquer palavra. Cada performance reforça a atmosfera de aprisionamento e resistência, transformando o espectador em cúmplice emocional da história.
A presença do curta-metragem no World Film Festival in Cannes vai além do reconhecimento artístico. É um lembrete de que o Brasil ainda pulsa criatividade, mesmo diante das adversidades. O filme ecoa o grito de um país que resiste, cria e se recusa a esquecer. Em um mundo onde as liberdades continuam sendo ameaçadas, a obra reafirma o cinema como um território de coragem — um espaço onde a arte não se cala, mas grita por justiça, empatia e memória.
Capítulo 010 da novela A.Mar de Segunda-feira, 20 de outubro Fabián questiona Gabriel sobre seus verdadeiros sentimentos por Brisa, mas o amigo reafirma com firmeza que irá se casar com ela. Brisa, por sua vez, decide contar a Iker sobre o noivado, desencadeando uma discussão intensa que deixa o rapaz furioso e faz com que ele desapareça, consumido pela raiva. Enquanto isso, Érika descobre que Estrella está prestes a fechar um negócio importante e vê nisso a oportunidade perfeita para semear intrigas contra Fabián. Determinada, manipula Mercedes para assinar o acordo sem consultar Estrella, dificultando a situação. No meio desse jogo de interesses, Gabriel reafirma seu compromisso com Brisa, e Érika mente para Fabián, afirmando que Estrella apenas tentou prejudicá-lo, aumentando ainda mais a confusão emocional.
Capítulo 011 – Terça-feira, 21 de outubro Fabián explode de raiva ao perceber que perdeu um negócio milionário por causa de Estrella e compartilha sua frustração com o pai, sentindo-se traído e ingênuo. Influenciado por Érika e Yazmín, acredita ter sido enganado, despertando sentimentos de raiva intensa e desejo de vingança. Gerardo e Gabriel tentam fazê-lo reconhecer o carinho que sente por Estrella, mas ele resiste, incapaz de admitir sua vulnerabilidade. Enquanto isso, Juanjo envia a Beatriz uma foto comprometedora de Sergio beijando outra mulher, e ela, determinada, promete ser a única mulher na vida dele e mãe de seu herdeiro, consolidando seus planos e reforçando a tensão no núcleo familiar.
Capítulo 012 da novela A.Mar de Quarta-feira, 22 de outubro Beatriz surpreende Sergio ao revelar que está grávida, acreditando que isso garantirá seu lugar ao lado dele. Fabián, confuso, começa a reconhecer em Estrella a força e independência que sempre admirou nas mulheres. Durante o embarque, o capitão Rojas impede que o filho de Gonzalo se aproxime de Estrella, aumentando o clima de tensão entre eles. Em um momento de sinceridade, Fabián confessa a Estrella que ela não sai de seus pensamentos desde o primeiro encontro, expondo sentimentos profundos e verdadeiros. Érika, por sua vez, tenta se reaproximar de Fabián, mas é rejeitada, percebendo que talvez seu amor não tenha mais volta.
Capítulo 013 – Quinta-feira, 23 de outubro Estrella relembra o doloroso dia em que Sergio lhe ofereceu um cheque para interromper a gravidez e promete a si mesma nunca mais reviver aquela dor. Azul descobre que seu verdadeiro pai é um empresário influente, mudando completamente sua percepção sobre o passado da mãe. Xavier chega ao porto decidido a conquistar Yazmín, mas ela revela sua dependência de medicamentos para se acalmar, deixando-o apreensivo. Estrella se abre com a família, deixando claro que não deseja recordar mais os momentos com Sergio. Brisa incentiva Estrella a abrir seu coração para a felicidade novamente. Enquanto isso, Sergio se alegra com a paternidade iminente, mas recebe do Dr. Santillán a notícia de que enfrenta uma doença irreversível, acrescentando tensão à sua história.
Capítulo 014 da novela A.Mar deSexta-feira, 24 de outubro Beatriz provoca Sergio ao descobrir sua infertilidade, e ele, tomado pela raiva, a empurra, provocando uma queda grave que aumenta ainda mais o conflito entre eles. Fabián tenta convencer Estrella a aceitar seus sentimentos, mas ela o rejeita, afirmando que ele é a última pessoa por quem se interessaria. Rosalba descobre que Estrella mentiu para Érika sobre seus encontros com Fabián, percebendo que sua “melhor amiga” também nutre sentimentos pelo rapaz. Determinado a esclarecer tudo, Fabián confessa a Estrella que sua vida mudou desde que a conheceu e que nunca foi namorado de Érika, desmantelando todas as mentiras que os separavam e abrindo caminho para a reconciliação emocional.
No próximo sábado, dia 20, reserve um momento especial em sua agenda para uma tarde cheia de alegria, diversão e risadas inesquecíveis. A Record TV preparou um presente incrível para você e sua família: a exibição do filme “O Bicho Vai Pegar 2” no Cine Aventura, a partir das 15h00.
Prepare-se para se encantar com os personagens carismáticos e hilários que já conquistaram milhares de corações no primeiro filme. Boog, o urso doméstico de coração gigante, o esquilo tagarela Elliot e seus amigos animais estão de volta para embarcar em novas e emocionantes aventuras na misteriosa floresta.
A história de “O Bicho Vai Pegar 2” é repleta de emoção e aventura. Nossos queridos personagens terão que enfrentar um desafio ainda maior desta vez: proteger sua amada floresta das garras de um caçador determinado a destruir seu lar. Prepare-se para momentos de pura diversão com situações hilárias, diálogos divertidos e cenas emocionantes que prometem encantar e envolver toda a família.
No Brasil, a dublagem do filme é uma verdadeira obra-prima. Talentosos profissionais dão vida aos personagens de forma excepcional, capturando a essência de cada um. Destacam-se nomes renomados como Marco Ribeiro, que empresta sua voz ao adorável Boog, e Guilherme Briggs, responsável pela voz do carismático Elliot. A harmonia entre a voz dos dubladores e as animações dos personagens proporciona uma experiência audiovisual envolvente e cheia de emoção.
Os dubladores são fundamentais para tornar cada diálogo, risada e expressão dos personagens memoráveis. Sua habilidade em transmitir emoções e humor nas cenas cria uma conexão genuína entre o público e os personagens, tornando a experiência ainda mais especial.
“O Bicho Vai Pegar 2” recebeu críticas positivas por sua animação vibrante, humor contagiante e diversão garantida. A qualidade visual, os detalhes nas expressões dos personagens e as empolgantes sequências de ação também foram elogiados. No entanto, alguns críticos sentiram falta do charme e originalidade do primeiro filme, apontando a trama como previsível.
Curiosidades
Continuação de sucesso: O filme conseguiu manter a magia e o encanto do original, conquistando novamente o público.
História emocionante: A aventura continua, trazendo novos desafios e situações hilárias que prometem emocionar e divertir.
Dublagem brasileira de alta qualidade: Marco Ribeiro, Guilherme Briggs e outros talentos da dublagem nacional garantem uma versão brasileira cativante e envolvente.
Personagens memoráveis: Boog, Elliot e seus amigos continuam a encantar com seu carisma e personalidade única.
Reconhecimento internacional: A franquia conquistou fãs ao redor do mundo, tornando-se um sucesso internacional.
Qualidade da animação: Visualmente deslumbrante, com atenção aos detalhes e sequências de ação empolgantes.
Audiência familiar: Adequado para todas as idades, o filme é uma excelente escolha para uma tarde em família.
No próximo domingo, dia 03/03/2024, reserve um momento especial para mergulhar em uma tarde repleta de emoções com a exibição do renomado filme americano de ação “Mulher-Maravilha” na “Temperatura Máxima”, um dos pilares da programação da TV Globo. Sob a direção magistral de Patty Jenkins e lançado em 2017, este filme é estrelado por um elenco de peso, liderado por Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen e Robin Wright nos papéis principais.
“Mulher-Maravilha”, globalmente reconhecido como “Wonder Woman”, conta a história fascinante de Diana Prince, uma guerreira cujo treinamento a moldou para a imbatibilidade. Ambientado em meio a uma guerra de escala mundial, o filme desenrola a jornada de Diana enquanto ela se empenha em deter o conflito e restaurar a paz ao mundo. Criada desde sua juventude para ser uma guerreira inigualável, Diana Prince jamais abandonou a paradisíaca ilha onde é reverenciada como a Princesa das Amazonas. No entanto, quando o piloto Steve Trevor sofre um acidente e aterrissa em uma das praias da ilha, ela se depara com a triste realidade de uma guerra sem precedentes se alastrando pelo mundo. Determinada a interromper o conflito, Diana parte de sua terra natal, convicta de que pode ser a chave para a solução. Ao longo de sua jornada para erradicar os males da guerra, Diana descobre a extensão de seus poderes e a verdadeira missão que a aguarda na Terra.
Curiosidades do filme Mulher Maravilha
“Mulher Maravilha” é muito mais do que apenas um filme de super-herói. Dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot, o filme marca um ponto de virada na história do cinema, tanto em termos de representação feminina quanto na abordagem de narrativas de super-heróis.
Patty Jenkins quebrou barreiras como a primeira diretora mulher a liderar um filme de super-herói com um orçamento superior a 100 milhões de dólares. Sua visão trouxe à vida a jornada da icônica personagem da DC Comics, a Mulher Maravilha, de uma forma que inspirou e emocionou audiências em todo o mundo.
A escolha de Gal Gadot para o papel principal foi inicialmente recebida com ceticismo, mas sua performance sólida e cativante conquistou tanto os fãs antigos quanto os novos. Gadot se dedicou intensamente ao treinamento físico, dominando várias artes marciais para dar vida às habilidades extraordinárias da Mulher Maravilha.
O filme mergulha fundo na história de origem da personagem, explorando suas raízes na mitologia grega e sua criação na misteriosa ilha de Themyscira. Ao ambientar a história durante a Primeira Guerra Mundial, Jenkins oferece uma perspectiva única que ressoa com temas de heroísmo, sacrifício e esperança em meio à escuridão da guerra.
“Mulher Maravilha” não é apenas um filme de super-herói; é um marco cultural que desafiou e redefiniu as expectativas do gênero. Com uma recepção crítica e comercial impressionante, o filme arrecadou mais de 800 milhões de dólares globalmente. Foi elogiado por sua representação positiva das mulheres e sua mensagem de empoderamento feminino, inspirando uma nova geração de fãs e estabelecendo Gal Gadot como um ícone moderno.
O sucesso do filme levou a uma sequência, “Mulher Maravilha 1984”, lançada em 2020. Ambientada nos vibrantes anos 80, a sequência continuou a explorar o legado da heroína e a expandir seu universo, mantendo o compromisso com a excelência estabelecido pelo filme original.
Horário de exibição da Temperatura Máxima
A exibição está programada para iniciar às 13:40, logo após o desfecho da série “Magnum P.I.”, garantindo uma tarde empolgante e carregada de ação para todos os telespectadores sintonizados na TV Globo. Prepare-se para uma experiência cinematográfica que ficará marcada na memória, repleta de cenas eletrizantes e uma narrativa envolvente capaz de conquistar espectadores de todas as idades.
Mesmo sendo uma produção pouco conhecida do grande público, Paraíso Perigoso voltou aos holofotes após entrar para o catálogo da Netflix. O suspense ocupa atualmente a 2ª posição entre os filmes mais assistidos da plataforma, impulsionado pela curiosidade dos assinantes e pelo interesse em histórias sobre surtos e epidemias.
A trama acompanha Linda Flemming (Melody Thomas Scott), uma médica e virologista que decide passar as férias com o filho em uma ilha do Caribe. A viagem, porém, muda de rumo quando um morador aparece gravemente doente. Ao examiná-lo, Linda conclui que está diante de um vírus altamente contagioso, mas a doença começa a se espalhar antes que qualquer medida de contenção seja tomada. As informações são do AdoroCinema.
A situação piora quando Joseph (Ralf Moeller), líder de um grupo religioso que rejeita a medicina convencional, retira o paciente dos cuidados médicos. A decisão acelera a propagação da infecção e transforma o que era um destino turístico em um lugar marcado pelo medo e pelo isolamento.
Quem decidir dar uma chance ao filme precisa ajustar as expectativas. “Paraíso Perigoso” não tem o orçamento nem a escala de produções como Contágio. Os efeitos visuais são simples e algumas sequências revelam as limitações da produção, mas o diretor Brian Trenchard-Smith mantém um ritmo que evita longos períodos de estagnação.
O roteiro segue uma estrutura conhecida pelos fãs do gênero. Há decisões discutíveis por parte dos personagens e algumas situações previsíveis, mas a duração de apenas 1h29 ajuda a manter a narrativa ágil.
Assistir ao filme hoje desperta um interesse adicional. Embora tenha sido produzido muito antes da pandemia de COVID-19, ele aborda temas que ganharam outra dimensão nos últimos anos, como o avanço de uma doença contagiosa, a resistência às recomendações médicas e a circulação de informações conflitantes durante uma crise sanitária.
O elenco reúne Lorenzo Lamas no papel de Paul, proprietário do hotel onde Linda se hospeda, Melody Thomas Scott como a médica que tenta conter o surto, e Ralf Moeller como o líder religioso que coloca suas convicções acima dos alertas científicos.
Depois de abrir sua estreia cercado por expectativa entre fãs dos videogames e do cinema de ação, Mortal Kombat 2 começou a enfrentar uma desaceleração significativa nas bilheterias norte-americanas. A sequência baseada na famosa franquia de luta registrou uma forte queda de arrecadação em seu segundo fim de semana nos cinemas, acendendo discussões sobre o desempenho comercial do longa e o futuro da saga dentro da Warner Bros.
Na última sexta-feira, 15 de maio, o filme arrecadou cerca de US$ 3,6 milhões nos Estados Unidos, número que representa uma retração de aproximadamente 69% em relação ao mesmo período da estreia. Analistas do mercado já projetam que a queda total do fim de semana possa ultrapassar os 70%, índice considerado alto para uma produção que chegou às salas apostando no apelo nostálgico dos games e em uma campanha de divulgação intensa.
Mesmo com o recuo nos cinemas norte-americanos, a sequência ainda mantém um desempenho internacional relevante. Até agora, a produção já superou os US$ 82 milhões em arrecadação mundial, sustentada principalmente pelo interesse do público em mercados onde a franquia possui forte presença desde os tempos dos fliperamas e consoles.
O que explica a queda acelerada da sequência?
O comportamento da bilheteria chamou atenção porque a Warner tratava Mortal Kombat 2 como uma evolução direta do longa lançado em 2021. O primeiro filme estreou em um cenário completamente atípico para Hollywood, marcado por restrições da pandemia e pelo lançamento simultâneo no streaming, fatores que naturalmente afetaram sua arrecadação na época.
A nova produção, no entanto, chegou aos cinemas em condições mais favoráveis. O estúdio ampliou o investimento promocional, reforçou o elenco e apostou em elementos mais próximos do universo clássico dos jogos. Ainda assim, o interesse do público começou a diminuir rapidamente poucos dias após a estreia.
Entre os comentários mais recorrentes nas redes sociais e entre críticos especializados, muitos elogios se concentraram nas cenas de combate e na violência estilizada característica da franquia. Em contrapartida, parte do público demonstrou insatisfação com o ritmo da narrativa e com a tentativa de expandir rapidamente o universo dos personagens sem aprofundar alguns conflitos centrais.
Apesar disso, o desempenho ainda não é tratado internamente como um cenário alarmante. A força da marca continua evidente fora dos Estados Unidos, especialmente entre jogadores que acompanham a franquia há décadas.
Como o novo filme tentou se aproximar dos jogos?
Desde os primeiros anúncios da sequência, a equipe criativa deixou claro que a intenção era aproximar o longa da identidade clássica dos games. O diretor Simon McQuoid retornou ao comando da produção apostando em uma abordagem mais grandiosa, enquanto o roteiro de Jeremy Slater buscou incorporar elementos que ficaram ausentes no longa anterior.
A continuação aumentou significativamente o número de personagens conhecidos da franquia e passou a explorar com mais intensidade o clima de torneio e rivalidade entre reinos. O objetivo era entregar uma adaptação menos contida e mais alinhada ao tom exagerado que transformou Mortal Kombat em um dos nomes mais populares da história dos videogames de luta.
Em entrevistas concedidas durante o desenvolvimento do projeto, Slater chegou a afirmar que queria tornar o filme mais imprevisível e disposto a abraçar o lado mais estranho e violento da franquia. A ideia era evitar uma continuação excessivamente séria e permitir que a produção assumisse características que sempre fizeram parte dos jogos.
Por que Johnny Cage virou uma das grandes apostas do filme?
A chegada de Johnny Cage acabou se tornando um dos pontos centrais da campanha de divulgação da sequência. O personagem, ausente no primeiro longa, finalmente entrou na história após anos de expectativa dos fãs.
Interpretado por Karl Urban, conhecido por trabalhos em The Boys e Dredd, o lutador ganhou espaço de destaque na trama ao lado dos defensores da Terra.
A ausência de Cage no reboot de 2021 já havia sido explicada anteriormente por McQuoid. Segundo o diretor, o personagem possui uma presença forte demais para dividir atenção em uma história que ainda precisava apresentar o restante do universo ao público. Por isso, a decisão foi guardá-lo para um segundo capítulo.
Além de Johnny Cage, a sequência também adicionou figuras bastante populares entre os jogadores. Adeline Rudolph interpreta Kitana, enquanto Tati Gabrielle assume o papel de Jade. O elenco ainda conta com o retorno de nomes como Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Lewis Tan, Joe Taslim e Hiroyuki Sanada.
Com isso, o filme buscou ampliar o sentimento de familiaridade para quem acompanha a franquia desde os jogos clássicos da era arcade.
Os bastidores da sequência enfrentaram problemas?
A produção do longa-metragem passou por uma interrupção importante durante as filmagens. As gravações começaram na Austrália em junho de 2023, mas acabaram suspensas semanas depois por causa da greve dos atores de Hollywood organizada pelo sindicato SAG-AFTRA.
A paralisação afetou diretamente o calendário do projeto e obrigou a equipe a reorganizar toda a produção. As filmagens só foram retomadas em novembro daquele ano, sendo finalizadas oficialmente no início de 2024.
Mesmo com a pausa forçada, a equipe manteve a proposta de ampliar o peso das cenas de ação físicas. Parte dos bastidores divulgados pela Warner destacou justamente o uso de coreografias práticas e combates corporais mais agressivos, tentando diferenciar o longa de outros blockbusters recentes excessivamente dependentes de efeitos digitais.