Na Sessão da Tarde desta terça (25), Globo exibe “Incontrolável”, thriller explosivo inspirado em uma história real

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A tarde desta terça-feira, 25 de novembro, será movida a pura tensão para quem sintonizar a Globo. O filme escolhido para a Sessão da Tarde é “Incontrolável” (Unstoppable), dirigido por Tony Scott e estrelado por dois gigantes: Denzel Washington (Chamas da Vingança, O Voo) e Chris Pine (Star Trek, A Qualquer Preço). Lançado em 2010, o longa virou um dos thrillers de ação mais elogiados de sua época, com narrativa enxuta, ritmo acelerado e atuações marcantes.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história parte de um cenário que assusta só de imaginar: um trem quase do tamanho de um prédio, carregado de substâncias altamente tóxicas, fica completamente desgovernado. Sem operador, sem freio e ganhando velocidade a cada quilômetro, a composição segue em direção a pequenas cidades, colocando milhares de vidas em risco. Não há tempo para erro e essa sensação de urgência permeia cada minuto do filme.

É nesse contexto extremo que entram os protagonistas. Denzel Washington, como Frank Barnes, entrega mais uma performance sólida, dando vida a um maquinista veterano, consciente da gravidade da situação. Ao lado dele está Chris Pine, interpretando Will Colson, um condutor mais jovem, cheio de conflitos pessoais e inseguranças, mas determinado a provar seu valor. O contraste entre experiência e impulsividade funciona como um motor emocional para o filme, mostrando como esses dois homens completamente diferentes precisam se unir para tentar evitar a tragédia iminente.

A equipe de apoio também reforça o impacto da narrativa. Rosario Dawson (Sete Vidas, Demolidor: A Série) brilha como Connie, a coordenadora de operações da ferrovia que acompanha o caos de longe, tentando criar um plano viável enquanto o trem avança sem controle. O time inclui ainda Ethan Suplee (Meu Nome é Earl), Kevin Dunn (Transformers) e Kevin Corrigan (Ilha do Medo), todos somando tensão e autenticidade à história.

O filme ganha ainda mais força ao revelar que foi inspirado no Incidente do CSX 8888, ocorrido em 2001, em Ohio, quando um trem real percorreu mais de 100 km sem condutor e carregando materiais perigosos. Tony Scott transforma esse episódio em um espetáculo cinematográfico eletrizante, fazendo com que o público se pergunte o tempo todo: “Como isso vai acabar?”

Onde assistir “Incontrolável”?

Além da exibição na Sessão da Tarde, quem quiser rever o filme ou assistir pela primeira vez fora do horário da TV aberta tem uma opção bem acessível. “Incontrolável” está disponível no catálogo do Disney+, dentro da categoria de filmes de ação. Basta ser assinante da plataforma para assistir quando quiser, sem custo adicional.

Crítica – Sonho de Trem reafirma a potência cinematográfica da simplicidade poética

Sonho de Trem surge como uma adaptação de notável maturidade estética, que respeita a densidade literária do conto de Denis Johnson e a converte em uma obra cinematográfica de rara delicadeza. O filme encontra seu vigor na atenção aos detalhes, no ritmo contemplativo e na capacidade de transformar gestos mínimos em acontecimentos carregados de significado. É um cinema que não se apressa e, justamente por isso, alcança profundidade emocional e rigor artístico.

A atuação de Joel Edgerton como Robert Grainier é construída com precisão e sutileza. Ele interpreta um homem ordinário que atravessa tempos extraordinariamente duros, marcado pela força do trabalho, pela solidão das longas distâncias e pelas transformações abruptas da modernização. Edgerton conduz o personagem com intensidade contida, estabelecendo um retrato verossímil de alguém que tenta preservar sua humanidade diante de um mundo cada vez mais impessoal e hostil. Sua performance sustenta o eixo emocional do filme e oferece ao público um protagonista silencioso, mas profundamente expressivo.

A narração que permeia a narrativa cumpre um papel essencial. Longe de ser apenas um recurso adaptativo, ela funciona como elemento estruturante, ampliando a dimensão histórica, social e afetiva da obra. A voz serena do narrador costura passado e presente com precisão, oferecendo ao espectador uma compreensão mais ampla do que está em jogo. Ao estabelecer esse diálogo entre memória individual e memória coletiva, o filme reforça sua ligação com a literatura e alcança um equilíbrio raro entre intimismo e crítica social.

A representação da expansão ferroviária é um dos elementos mais contundentes do filme. Sonho de Trem não ignora a violência inscrita no processo de modernização do início do século XX. A devastação ambiental, o deslocamento de comunidades inteiras e a exploração de trabalhadores imigrantes aparecem com clareza e sobriedade. O longa evidencia como o progresso, muitas vezes celebrado, foi construído às custas de vidas invisibilizadas e territórios feridos. Essa crítica se integra organicamente à narrativa, sem perder o foco humano que permeia toda a história.

No coração da trama, Felicity Jones entrega uma interpretação comovente como Gladys Grainier. Sua presença introduz ao filme uma camada de ternura, estabilidade e profundidade emocional. A relação entre Gladys e Robert é construída com cuidado e realismo, sem artifícios melodramáticos, e traduz de forma precisa o afeto que sobrevive aos desafios de uma vida marcada por ausências, trabalho árduo e incertezas. É nesse vínculo afetivo que a obra encontra sua porção mais luminosa.

A fotografia é um espetáculo à parte. A luz natural domina a composição das cenas, preenchendo-as com textura, poesia e autenticidade. Cada tomada parece buscar o encontro entre a beleza da paisagem e a fragilidade humana que nela habita. Essa abordagem estética reforça o tom contemplativo e eleva o filme a uma experiência visual que permanece na memória do espectador.

Sonho de Trem é, acima de tudo, um estudo sensível da condição humana em tempos de mudança. A obra celebra o poder dos silêncios, a importância das pequenas histórias e a força de quem vive às margens do grande curso da história. Com elegância narrativa, precisão técnica e profundidade emocional, o filme se estabelece como uma das adaptações mais refinadas de sua categoria, capaz de honrar o texto original ao mesmo tempo em que cria sua própria identidade cinematográfica.

HBO Max divulga trailer de Dona Beja e aposta em uma superprodução que resgata o Brasil colonial com olhar contemporâneo

A HBO Max divulgou na última terça, 25, o primeiro trailer de Dona Beja, novela original que será lançada em 2 de fevereiro e que desponta como uma das produções mais ambiciosas já desenvolvidas pela plataforma no Brasil. O material promocional apresenta parte da escala da obra, que combina investimento robusto, preocupação estética e um olhar contemporâneo para a reconstrução do passado.

Com fotografia sofisticada, pesquisa histórica evidente e uma abordagem narrativa que dialoga com o público atual, o trailer antecipa uma releitura de Ana Jacinta de São José, figura central do folclore e da memória cultural brasileira. A prévia reacende o interesse em torno de uma das personagens mais emblemáticas da ficção nacional, ao mesmo tempo em que destaca a força dramática da protagonista e seu impacto simbólico no imaginário coletivo.

Ambientada no início do século XIX, a produção propõe uma viagem a um Brasil em plena transição, marcado por desigualdades sociais, disputas de poder e tensões políticas que moldavam o cotidiano da época. Nesse cenário, a trajetória de Ana Jacinta surge como um retrato de resistência e ruptura, evidenciando o papel de uma mulher que desafiou as convenções de sua sociedade e transformou-se em lenda.

Uma releitura que preserva o legado e amplia o debate contemporâneo

Inspirada na clássica novela exibida pela Rede Manchete em 1986, Dona Beja retorna ao público em um contexto completamente diferente. A nova adaptação, assinada pela Floresta, busca honrar a força da produção original ao mesmo tempo em que amplia discussões atuais sobre autonomia feminina, poder político e tensões sociais ainda presentes no país.

O argumento é de Renata Jhin, com adaptação de António Barreira e Daniel Berlinsky. A produção conta ainda com colaboração de Maria Clara Mattos, Cecília Giannetti, Clara Anastácia e Ceci Alves, que imprimem à narrativa uma perspectiva contemporânea sem abrir mão da densidade histórica. A direção artística é conduzida por Hugo de Sousa, acompanhado por Bia Coelho, Rogério Sagui e João Bolthauser.

Grazi Massafera assume o papel de Beja, interpretando-a com uma combinação de fragilidade, magnetismo e força. David Junior dá vida a Antônio, seu grande amor e também o centro das maiores tensões emocionais da trama. O elenco conta ainda com nomes como André Luiz Miranda, Bianca Bin, Indira Nascimento, Erika Januza, Deborah Evelyn, Otávio Muller e Isabela Garcia.

A relevância histórica de Ana Jacinta para a nova geração

A personagem que inspira a novela não é apenas um mito da teledramaturgia, mas uma figura histórica real, nascida em 1800 em Minas Gerais. Ana Jacinta de São José, cuja vida foi marcada por violência, resistência e ascensão social, tornou-se símbolo de coragem e independência em um contexto onde mulheres tinham pouco espaço para exercer sua autonomia.

A HBO Max aposta na força dessa trajetória para dialogar com temas contemporâneos ligados à emancipação feminina e à reinterpretação da memória nacional. A própria condução do trailer ressalta o poder narrativo de uma história centrada no olhar da protagonista, destacando seus embates com homens influentes, sua inteligência estratégica e sua capacidade de subverter estruturas sociais.

O enredo: amor, poder e sobrevivência no interior de Minas Gerais

Ambientada em 1815, a trama acompanha a juventude de Beja em Araxá, onde ela é apresentada como uma jovem de personalidade marcante e beleza incomum. A narrativa sofre sua primeira grande ruptura quando a protagonista é sequestrada pelo próprio avô, José Alves, interpretado por Roberto Bomtempo. O acontecimento, traumático e violento, define grande parte de sua trajetória e separa Beja de seu amor de juventude, Antônio.

Manipulado pela mãe, Ceci, vivida por Deborah Evelyn, Antônio cresce acreditando ter sido abandonado por Beja. Ao retornar ao Brasil, ele se casa com Angélica, papel de Bianca Bin, em uma união construída sobre culpa, traição emocional e a força das convenções sociais da época.

Enquanto isso, Beja passa anos sob domínio do avô, mas gradualmente conquista liberdade e espaço entre a elite mineira. Inteligente e carismática, ela se torna uma mulher influente, negociando joias, adquirindo terras e construindo um império pessoal em um ambiente dominado por homens. Ao retornar a Araxá, confronta uma cidade que a vê com fascínio e ressentimento, tornando-se alvo de intrigas e disputas políticas.

A tensão com Antônio cresce à medida que ambos se reencontram. Dividido entre o amor antigo e o casamento estabelecido, ele dinamiza a trama com conflitos emocionais intensos. Diante da rejeição e da hipocrisia social, Beja toma uma decisão ousada: abrir um bordel de luxo. A casa rapidamente se transforma em reduto de poder, escândalo e influência, provocando reações extremas entre as famílias tradicionais.

As mulheres em disputa: redes de poder e resistência

A presença de Beja em Araxá reorganiza afetos, alianças e disputas. Ceci, mãe de Antônio, torna-se sua principal adversária e mobiliza uma rede de mulheres influentes para tentar destruir sua reputação. Idalina e Genoveva, interpretada por Isabela Garcia, estão entre as aliadas de Ceci, assim como Augusta, vivida por Kelzy Ecard, esposa do juiz Honorato Costa Pinto, papel de Otávio Muller.

Essas personagens representam a complexa teia social da época, marcada por rivalidades pessoais, ambições políticas e tensões morais que moldam boa parte da narrativa.

Paralelamente, a novela aborda dramas familiares que ampliam o painel social de Araxá. Entre eles, a história de Carminha, interpretada por Catharina Caiado, filha do juiz, que retorna grávida da Corte e é forçada a oficializar um casamento com o professor Gaudêncio, sem que ele tenha conhecimento da verdadeira paternidade da criança. O núcleo adiciona nuances importantes sobre moralidade, repressão e o peso das expectativas sobre as mulheres.

Outra frente essencial da trama é a trajetória de Josefa, interpretada por Thalma de Freitas, que vive um casamento infeliz com José Carneiro, papel de Luciano Quirino. Ainda presa às memórias do amor de juventude, representado por Avelino (Lucas Wickhaus), Josefa passa a enfrentar dilemas que abalam sua estrutura emocional e reverberam em toda a cidade.

Record TV aposta em emoção e nostalgia com a exibição de Como Treinar o Seu Dragão no Cine Aventura Especial deste sábado (13)

A tarde deste sábado, 13 de dezembro, promete ser daquelas em que a televisão vira companhia ao mesmo tempo leve e emocionante. A Record TV escolheu Como Treinar o Seu Dragão para o Cine Aventura Especial, uma animação que, mesmo após mais de dez anos de sua estreia, continua encantando quem assiste pela primeira vez e emocionando quem já conhece cada curva de voo de Banguela.

O longa da DreamWorks Animation, lançado originalmente em 2010, é dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, cineastas que imprimiram personalidade ao livro infantil de Cressida Cowell. A adaptação ganhou vida própria, sem perder o espírito da obra original, e se tornou uma das histórias mais queridas dos estúdios. A produção conta com as vozes de Jay Baruchel, America Ferrera, Gerard Butler, Craig Ferguson, Jonah Hill, T.J. Miller, Kristen Wiig e Christopher Mintz-Plasse, nomes que ajudaram a dar carisma e profundidade aos personagens. As informações são do AdoroCinema.

Quem, ao ver o pôster do filme, imagina apenas uma aventura entre vikings e dragões, rapidamente percebe que se trata de algo maior. A trama acompanha Soluço, um adolescente desajeitado que vive na ilha de Berk. Nesse lugar hostil e repleto de tradições rígidas, lutar contra dragões é um sinal de honra. Ser forte, resistente e bravo é quase uma regra cultural. Mas Soluço parece sempre caminhar na contramão dessas expectativas, especialmente por ser filho de Stoico, o Imenso, o líder da aldeia e a representação viva do que um viking deveria ser.

Entre tentativas fracassadas de se encaixar e o desejo genuíno de ser reconhecido, surge um encontro que muda absolutamente tudo. Quando Soluço tem a chance de enfrentar um dos dragões mais temidos, o lendário Fúria da Noite, ele descobre não apenas o animal, mas uma nova forma de enxergar o mundo. Em vez de matá-lo, ele faz o inesperado: liberta a criatura ferida e inicia uma amizade silenciosa, cuidadosa e transformadora. O dragão, que ele passa a chamar de Banguela, torna-se seu maior aliado, mas também o maior desafio para uma comunidade que sobrevive há gerações combatendo exatamente seres como ele.

A relação entre Soluço e Banguela é o coração pulsante do filme. É ali que a animação revela sua faceta mais humana: a descoberta da empatia, o confronto com tradições que já não fazem sentido e o desejo de construir novas pontes em vez de derrubá-las. A conexão entre garoto e dragão conduz o espectador por uma história emocionante, cheia de aventura, humor e vulnerabilidade.

Quando estreou em março de 2010, Como Treinar o Seu Dragão recebeu elogios imediatos da crítica e do público. O visual detalhado, a direção madura e a trilha sonora inesquecível de John Powell renderam ao filme uma força que ultrapassou a tela. O longa arrecadou cerca de US$ 494 milhões no mundo todo e se tornou um dos maiores sucessos da DreamWorks, perdendo em desempenho doméstico apenas para a franquia Shrek. O filme concorreu ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora e venceu dez Annie Awards, incluindo o prêmio máximo da cerimônia.

O impacto cultural foi tão grande que a história se expandiu em duas continuações, lançadas em 2014 e 2019, ambas muito bem recebidas e igualmente elogiadas. A trilogia completa conquistou uma base de fãs apaixonada, colecionou produtos, inspirou séries derivadas e se consolidou como uma das franquias mais marcantes da animação recente.

Jennifer Lopez e Josh Duhamel enfrentam tiros e crises amorosas em “Casamento Armado”, atração da Tela Quente desta segunda (15)

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A Tela Quente desta segunda-feira, 15 de dezembro, convida o público a desligar a cabeça e se divertir com “Casamento Armado”, uma comédia romântica que começa como um conto de fadas moderno e rapidamente vira uma confusão deliciosa, cheia de ação, humor e reviravoltas. Estrelado por Jennifer Lopez (As Golpistas, Encontro Explosivo) e Josh Duhamel (Transformers, Idas e Vindas do Amor), o filme transforma o famoso “dia mais feliz da vida” em uma prova de fogo para um casal à beira do colapso.

Na história, segundo a sinopse do AdoroCinema, Darcy e Tom decidiram fazer tudo do jeito certo. Reuniram família, amigos e sonhos em uma ilha paradisíaca para celebrar um casamento digno de cinema. O problema é que, antes mesmo de trocarem os votos, a cerimônia é interrompida por homens armados que fazem todos os convidados reféns. De repente, o amor deixa de ser apenas um sentimento e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Obrigados a agir juntos, Darcy e Tom precisam enfrentar não só os sequestradores, mas também as próprias inseguranças, mágoas e diferenças que vinham sendo empurradas para debaixo do tapete. Entre perseguições improvisadas, discussões sinceras e situações completamente absurdas, o filme mostra que amar alguém também significa saber lutar ao lado dessa pessoa quando tudo dá errado.

Dirigido por Jason Moore (A Escolha Perfeita, Operação Cupido), “Casamento Armado” sabe exatamente o que quer ser: um entretenimento leve, divertido e sem grandes pretensões. O roteiro, assinado por Mark Hammer e Liz Meriwether (New Girl), aposta no exagero e no humor físico para equilibrar ação e romance, criando cenas que brincam com os clichês do gênero sem perder o charme.

O elenco de apoio é um dos grandes trunfos do longa. Jennifer Coolidge (The White Lotus, American Pie) rouba a cena sempre que aparece, garantindo algumas das sequências mais engraçadas do filme. Sônia Braga (Aquarius, O Beijo da Mulher-Aranha) traz elegância e presença, enquanto Lenny Kravitz (Jogos Vorazes, Precious) e Cheech Marin (Um Drink no Inferno, Cars) completam o time com personagens excêntricos e carismáticos.

Filmado em Boston e na República Dominicana, o longa aproveita cenários tropicais para criar um contraste visual curioso: um paraíso natural tomado pelo caos. Inicialmente planejado para chegar aos cinemas, “Casamento Armado” acabou estreando diretamente no streaming, onde encontrou seu público e se consolidou como uma opção perfeita para quem busca diversão despretensiosa.

Além da exibição na Tela Quente, quem quiser rever ou assistir a “Casamento Armado” a qualquer momento pode encontrar o filme disponível no Amazon Prime Video. A produção integra o catálogo do serviço de streaming por assinatura, oferecendo ao público a opção de acompanhar essa mistura de ação, romance e comédia no conforto de casa, sem depender do horário da TV.

Diretor de Invasão Zumbi, Yeon Sang-ho apresenta primeiro trailer de Colony, novo thriller de mortos-vivos

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Yeon Sang-ho, cineasta sul-coreano responsável por revitalizar o gênero zumbi com o aclamado Invasão Zumbi, está oficialmente de volta ao universo dos mortos-vivos. O diretor revelou o primeiro trailer de Colony, seu novo longa-metragem, que promete apresentar uma abordagem intensa, claustrofóbica e emocionalmente carregada para o apocalipse zumbi, marca registrada de sua filmografia.

No material divulgado, o público acompanha os primeiros momentos do colapso social provocado por um vírus desconhecido. A história tem início durante uma conferência científica, quando o prédio onde o evento acontece se transforma repentinamente no marco zero de uma infecção devastadora. A partir desse ponto, o local passa a abrigar sobreviventes isolados, forçados a enfrentar não apenas os infectados, mas também o medo, o desespero e a imprevisibilidade da situação.

A protagonista é interpretada por Jun Ji-hyun, conhecida por trabalhos como Polaris: Conspiração Política. No filme, ela vive uma professora de biotecnologia que se vê presa dentro do edifício no momento em que o vírus começa a se espalhar. Seu conhecimento científico passa a ser uma possível chave para compreender a infecção, mas também a coloca no centro de decisões que envolvem risco extremo e dilemas morais.

O elenco de Colony reúne alguns dos nomes mais respeitados do cinema e da televisão sul-coreanos. Ji Chang-wook, de O Manipulado, interpreta Choi Hyun-seok, o segurança do prédio que assume a linha de frente no combate direto contra os infectados. Shin Hyun-been, conhecida por Hospital Playlist, dá vida a Gong Seol-hee, uma personagem determinada a entender a origem da crise e encontrar uma saída racional em meio ao caos.

Também se destacam Kim Shin-rok, de Gostinho de Amor, no papel de Choi Hyun-hee, uma mulher visivelmente pressionada por decisões de vida ou morte, e Go Soo, de Oficial da Condicional Lee, que interpreta Han Gyu-seong, personagem que representa o medo humano diante do colapso iminente. O elenco ainda conta com Koo Kyo-hwan, de D.P. Dog Day, reforçando a diversidade de perfis e conflitos apresentados no trailer.

Visualmente, o primeiro trailer de Colony aposta em uma atmosfera opressiva e realista, com corredores escuros, espaços confinados e uma sensação constante de ameaça. Diferente de narrativas globais de apocalipse, o filme parece focar na experiência íntima e psicológica dos personagens, acompanhando a evolução imprevisível dos infectados e o impacto direto da crise sobre cada indivíduo preso no prédio.

Produzido pela sul-coreana Showbox, o longa tem estreia prevista nos cinemas da Coreia do Sul ainda em 2026. Até o momento, não há confirmação de distribuição internacional ou data definida para o lançamento no Brasil, embora o interesse do público estrangeiro seja alto, especialmente após a divulgação do trailer.

Colony marca mais um capítulo na trajetória de Yeon Sang-ho como um dos cineastas mais relevantes do gênero na atualidade. O diretor conquistou reconhecimento internacional ao apresentar histórias que combinam horror, crítica social e emoção humana em títulos como Invasão Zumbi, Face e a série Hellbound. Em seu novo projeto, Yeon parece reforçar essa identidade, apostando em personagens complexos, tensão crescente e um olhar atento sobre o comportamento humano diante do colapso.

A Última Ceia ganha nova data de estreia no Brasil e aposta em abordagem íntima dos momentos finais de Jesus

O cinema religioso ganha um novo capítulo em 2026 com a estreia de “A Última Ceia”, longa dirigido por Mauro Borrelli que desembarca nos cinemas brasileiros no dia 5 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes. A produção se diferencia ao abandonar o formato tradicional de grandes épicos bíblicos e apostar em uma abordagem mais contida, emocional e humana dos acontecimentos que antecedem a prisão e a crucificação de Jesus Cristo.

Em vez de acompanhar toda a trajetória do personagem central, o filme se concentra em um intervalo decisivo da história cristã: as horas que antecedem a traição de Judas e a consumação do sacrifício. Esse recorte narrativo transforma a Última Ceia em um espaço de tensão silenciosa, reflexão espiritual e conflitos internos, onde palavras não ditas, olhares e gestos ganham tanto peso quanto os discursos.

O ator Jamie Ward, conhecido por trabalhos recentes na televisão, assume o desafio de interpretar Jesus sob uma ótica menos solene e mais próxima do humano. Sua performance busca evidenciar não apenas a dimensão divina do personagem, mas também suas dúvidas, sua compaixão e o peso emocional de saber que o fim está próximo. Ao seu redor, um elenco de apoio formado por Robert Knepper, James Oliver Wheatley e Charlie MacGechan contribui para construir relações marcadas por afeto, desconfiança e fragilidade, refletindo a complexidade dos vínculos entre os discípulos.

Mauro Borrelli, que também assina o roteiro ao lado de Josh Collins, conduz a narrativa como um drama psicológico e espiritual. O diretor utiliza a ceia como eixo central da história, transformando o encontro em um momento de despedida, mas também de preparação para o inevitável. A traição, embora ainda não consumada, já se faz presente como uma ameaça latente, criando um clima de inquietação que atravessa todo o filme.

Do ponto de vista técnico, A Última Ceia aposta em uma estética cuidadosamente construída. A fotografia de Vladislav Opelyants trabalha com luzes suaves e sombras densas, reforçando o caráter simbólico da narrativa e criando uma atmosfera quase contemplativa. Cada enquadramento parece pensado para valorizar o silêncio e a introspecção, aproximando o espectador do estado emocional dos personagens. A trilha sonora composta por Leo Z complementa essa proposta, adotando tons discretos e espirituais que sustentam a carga dramática sem se impor sobre as imagens.

Um dos destaques da produção é a participação do cantor e compositor cristão Chris Tomlin como produtor executivo. Sua presença reforça o compromisso do filme com o público religioso e com uma abordagem respeitosa do texto bíblico, sem abrir mão de uma leitura atual. O resultado é uma obra que dialoga tanto com fiéis quanto com espectadores interessados em narrativas humanas e universais, independentemente de crença.

Antes mesmo de sua chegada ao Brasil, o filme já vinha chamando atenção internacionalmente. A recepção do público tem sido positiva, especialmente entre aqueles que buscam histórias de fé contadas de forma mais sensível e menos grandiosa. Com 80% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, A Última Ceia se consolida como uma produção que encontra equilíbrio entre espiritualidade e cinema autoral.

Distribuído nos Estados Unidos pela Pinnacle Peak Pictures, o longa chega ao circuito nacional em um período estratégico, próximo ao calendário religioso, e promete atrair tanto comunidades cristãs quanto espectadores em busca de uma experiência cinematográfica reflexiva.

O universo imortal de Anne Rice se expande! Talamasca: Ordem Secreta estreia no AMC em 26 de janeiro

Nicholas Denton as Guy Anatole - Talamasca _ Season 1, Episode 2 - Photo Credit: David Gennard/AMC

O universo criado por Anne Rice ganha um novo capítulo na televisão com a estreia de Talamasca: Ordem Secreta, marcada para 26 de janeiro, no AMC Brasil. Diferente das narrativas já conhecidas pelo público, centradas em vampiros e outras criaturas imortais, a nova série convida o espectador a olhar para quem sempre esteve nos bastidores: a organização responsável por observar, investigar e manter sob vigilância tudo aquilo que foge às leis do mundo humano.

A produção chega ao canal com uma primeira temporada composta por seis episódios, exibidos todas as segundas-feiras, às 22h. Para quem não conseguir acompanhar a estreia semanal, o AMC também programou reprises aos sábados, à meia-noite, permitindo que o público retorne aos detalhes da trama e às pistas espalhadas ao longo dos episódios.

No centro da história está Guy Anatole, um homem comum que se vê atraído para o universo secreto da Talamasca ao tentar compreender o passado de sua própria família. O que começa como uma busca pessoal por respostas logo se transforma em uma imersão perigosa em um mundo clandestino, onde segredos antigos, fenômenos paranormais e forças desconhecidas coexistem longe dos olhos da sociedade.

A Talamasca é apresentada como uma ordem internacional que atua silenciosamente ao redor do globo. Seus membros se dedicam a estudar acontecimentos sobrenaturais, catalogar criaturas imortais e acompanhar linhagens familiares marcadas por eventos inexplicáveis. Mais do que uma simples agência de observação, a organização carrega o peso de decisões que podem alterar o equilíbrio entre o mundo visível e aquilo que se esconde nas sombras.

Ao longo da temporada, Guy Anatole passa por um processo de iniciação que vai além do aprendizado técnico. Ele é confrontado por dilemas éticos, lealdades ambíguas e pela constante sensação de que o conhecimento pode ser tão perigoso quanto libertador. Cada missão revela não apenas novos mistérios, mas também o alto custo de se aproximar demais do desconhecido.

A série se conecta diretamente com o Universo Imortal de Anne Rice, expandindo elementos já apresentados em produções anteriores e aprofundando a mitologia que envolve vampiros, bruxas e outras entidades sobrenaturais. Ainda assim, “Talamasca: Ordem Secreta” se sustenta como uma narrativa própria, acessível tanto para fãs antigos quanto para novos espectadores que estão tendo o primeiro contato com esse mundo.

Visualmente, a produção aposta em uma atmosfera densa e elegante, marcada por cenários fechados, arquivos antigos, símbolos enigmáticos e ambientes que reforçam a ideia de vigilância constante. A direção prioriza o suspense e a construção gradual da tensão, permitindo que o mistério se desenvolva de forma orgânica, sem abrir mão do drama humano que move os personagens.

Na Sessão da Tarde desta sexta (23), Globo exibe exibe “Pegando Fogo”, drama gastronômico com Bradley Cooper

A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, leva ao ar um drama intenso e inspirador que mergulha nos bastidores da alta gastronomia. Estrelado por Bradley Cooper (Nasce Uma Estrela, O Lado Bom da Vida), o filme “Pegando Fogo” promete emocionar o público ao contar a história de um homem em busca de redenção pessoal e profissional, ambientada em um dos universos mais competitivos do mundo, o da culinária estrelada.

Na trama, Bradley Cooper interpreta Adam Jones, um chef de cozinha extremamente talentoso que, no passado, figurava entre os profissionais mais respeitados de Paris. Brilhante, perfeccionista e ambicioso, Adam parecia destinado ao topo da gastronomia mundial. No entanto, o sucesso precoce veio acompanhado de excessos. O envolvimento com álcool e drogas acabou destruindo sua reputação, afastando colegas, investidores e amigos, além de colocar sua carreira em queda livre.

Após esse colapso, Adam passa um período afastado dos holofotes em Nova Orleans, onde tenta se reconstruir longe da pressão do estrelato. Esse momento de isolamento marca o início de uma profunda reflexão sobre seus erros, vícios e atitudes arrogantes do passado. Decidido a mudar, ele parte para Londres com um objetivo claro e ambicioso: reconquistar seu espaço no mundo da alta gastronomia e alcançar a cobiçada terceira estrela do Guia Michelin, símbolo máximo de reconhecimento para um restaurante.

Em Londres, Adam conta com o apoio de Tony, personagem interpretado por Daniel Brühl (Bastardos Inglórios, Adeus, Lênin!), um velho amigo que gerencia um restaurante na capital britânica. Tony aceita dar uma nova chance ao chef, mesmo conhecendo seu histórico problemático. A partir daí, Adam começa a montar uma equipe formada por antigos conhecidos e novos talentos, enfrentando resistências, conflitos de ego e a pressão constante por excelência.

O elenco feminino também se destaca. Sienna Miller (Sniper Americano, Foxcatcher) interpreta uma colega de profissão que desafia Adam tanto na cozinha quanto fora dela, enquanto Emma Thompson (Razão e Sensibilidade, Cruella) surge como uma crítica gastronômica experiente e respeitada, cuja opinião pode definir o destino do restaurante. Suas participações adicionam profundidade emocional e equilíbrio à narrativa, que vai além das panelas e pratos sofisticados.

Dirigido por John Wells (Álbum de Família, The Company Men), o filme aposta em uma abordagem realista do universo culinário, mostrando a rotina exaustiva das cozinhas profissionais, os conflitos internos das equipes e a pressão extrema por perfeição. Para garantir autenticidade, a produção contou com a consultoria de grandes nomes da gastronomia mundial. Marcus Wareing atuou como chef executivo consultor e foi responsável pela criação dos pratos exibidos em cena. Além disso, Mario Batali e Gordon Ramsay também participaram como consultores, ajudando a construir um retrato fiel do ambiente competitivo dos restaurantes estrelados.

Curiosamente, o longa passou por mudanças de título ao longo de sua produção. Inicialmente, o projeto se chamaria Chef, mas o nome foi alterado para Adam Jones em julho de 2014 para evitar confusão com o filme homônimo dirigido por Jon Favreau. Em julho de 2015, o título definitivo Burnt foi oficializado internacionalmente, chegando ao Brasil como Pegando Fogo.

As filmagens começaram em 23 de julho de 2014, com dois dias de gravações em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Em seguida, a produção foi transferida integralmente para Londres, cidade que serve como pano de fundo para a maior parte da história e reforça o clima sofisticado e tenso da narrativa. Um detalhe curioso envolve o ator Jamie Dornan (Cinquenta Tons de Cinza), que chegou a gravar uma participação especial de cerca de dois minutos, mas acabou tendo suas cenas removidas do corte final do filme.

Com orçamento estimado em US$ 20 milhões, Pegando Fogo arrecadou aproximadamente US$ 36,6 milhões nas bilheteiras mundiais. Embora não tenha sido um fenômeno comercial, o filme conquistou espaço junto ao público ao abordar temas universais como recomeço, disciplina, orgulho e a busca pela excelência.

Na televisão brasileira, o longa será exibido com dublagem nacional, reunindo vozes conhecidas como Adriana Torres, Duda Espinoza, Guto Nejaim, Jorge Lucas, Mariângela Cantú, Maurício Berger, Miriam Ficher, Philippe Maia, Priscila Amorim e Ronaldo Júlio.

Supercine exibe “De Pernas Pro Ar 2” e leva o sucesso de Ingrid Guimarães para a madrugada de sábado, 28 de fevereiro

Tem filme que a gente assiste e dá risada. E tem filme que, além de arrancar gargalhadas, faz a gente se reconhecer nas loucuras do dia a dia. É exatamente esse o clima de De Pernas Pro Ar 2, atração do Supercine neste sábado na TV Globo.

Na continuação da história, Alice está longe de ser aquela mulher insegura que tentava equilibrar casamento, filho e trabalho. Agora ela é uma empresária de sucesso, dona de uma rede de sex shops que só cresce. Interpretada com energia contagiante por Ingrid Guimarães, a personagem vive o auge profissional. O problema é que, junto com o sucesso, vieram a ansiedade, a obsessão pelo crescimento e a dificuldade de colocar o pé no freio. As informações são do AdoroCinema.

Ao lado da fiel escudeira Marcela, vivida por Maria Paula, Alice decide dar um passo ainda maior. Ela quer abrir uma filial da SexDelícia em Nova York e levar para o mercado americano um produto inovador. A ideia é grandiosa, empolgante e completamente a cara dela. Só que ninguém avisou que conquistar o mundo exige mais do que coragem. Exige equilíbrio, algo que Alice definitivamente não tem naquele momento.

O filme mostra com leveza aquilo que muita gente vive na vida real. Quando o trabalho começa a ocupar todos os espaços, até as comemorações viram motivo de tensão. Durante a festa que marca a centésima loja da rede no Brasil, a protagonista simplesmente entra em colapso. O surto é exagerado como pede a comédia, mas o sentimento por trás dele é bastante reconhecível. Quem nunca se sentiu sobrecarregado tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo?

Depois do episódio, Alice vai parar em um spa voltado para pessoas que precisam reaprender a desacelerar. A proposta é clara: respirar fundo, reorganizar prioridades e se reconectar consigo mesma. Mas tentar convencer Alice a descansar é quase uma missão impossível. Mesmo cercada por terapias relaxantes, ela continua pensando em planilhas, contratos e na expansão internacional.

A fuga do spa e a viagem para Nova York colocam a história em movimento mais uma vez. O detalhe é que a ida aos Estados Unidos não é exatamente férias, embora ela tente vender essa ideia para a família. Entre reuniões escondidas e passeios turísticos improvisados, Alice se divide em mil para manter as aparências. E é justamente nessa tentativa de ser supermulher que o humor encontra terreno fértil.

As cenas em Nova York dão ao filme um charme especial e reforçam o contraste entre o sonho de sucesso e a bagunça emocional da protagonista. No meio das confusões, o público acompanha também o marido, interpretado por Bruno Garcia, tentando entender a nova fase da esposa. O elenco ainda conta com nomes como Eriberto Leão, ampliando as situações divertidas que surgem ao longo da trama.

Dirigido por Roberto Santucci, com roteiro de Mariza Leão, o longa mantém o estilo direto e popular que conquistou o público no primeiro filme. Quando chegou aos cinemas, repetiu o sucesso e levou milhões de espectadores às salas, provando que a comédia brasileira tem força e sabe dialogar com quem está do outro lado da tela.

O que torna “De Pernas Pro Ar 2” especial não é apenas a sucessão de cenas engraçadas. É a maneira como ele brinca com uma realidade cada vez mais comum. A busca por reconhecimento profissional pode ser empolgante, mas também pode nos afastar de quem está por perto. Alice quer ser gigante nos negócios, mas precisa aprender que sucesso nenhum compensa perder os momentos simples da vida.

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