Resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje (26) – Mirinho arma em segredo contra Virgínia

No capítulo de A Nobreza do Amor que vai ao ar nesta quinta, 26 de março, José e Teresa notam que a previsão de Dona Menina começa a se confirmar, e ela pede a ajuda de Tonho para conduzir a cerimônia dedicada a Cayman. Casemiro ironiza o interesse de Mirinho por Virgínia, enquanto Diógenes demonstra preocupação com o noivado da jovem. Dona Menina ainda revela a Tonho que Lúcia, também chamada de Alika, representa uma ligação direta com o passado dele.

Mirinho se empenha em se aproximar de Lúcia/Alika e de Vera, conhecida como Niara. Ao mesmo tempo, Paxá Soliman promete a Dumi que revelará o paradeiro de Alika como forma de salvar Omar. Tonho passa a desconfiar que Lúcia/Alika possa ser sua irmã. Em meio a isso, Mirinho faz um convite a Lúcia/Alika, sem perceber que Virgínia escuta a conversa.

O que vai acontecer nos próximos capítulos de A Nobreza do Amor?

Mirinho tenta despistar Virgínia ao esconder seu interesse por Lúcia/Alika, enquanto Tonho se aproxima da jovem com o objetivo de descobrir se existe algum laço de sangue entre eles. Salma demonstra admiração por Tonho, mas acaba repreendida por Fátima e Miguel. Em outro ponto, Campbell avisa Jendal sobre a revolta dos mineiros em Batanga, aumentando a tensão política. Tonho ainda busca respostas ao conversar com Dona Menina sobre suas origens.

Caetana passa a desconfiar de uma possível traição de Antônio. Salma abre o coração para Padre Viriato e assume estar apaixonada por Tonho. Dumi tenta intermediar um acordo com Ngozi e Akin, enquanto Adib e Jamile chegam para conhecer Salma. Incomodado, Tonho confronta Mirinho e exige que ele se afaste de Lúcia/Alika. A jovem escreve para Dumi, enquanto o conflito em Batanga se agrava e Ngozi acaba ferido durante o embate com a guarda real. Soliman critica as atitudes de Jendal, e Dumi se vê dividido por ter que agir contra o próprio povo. Fátima insiste para que Salma esqueça Tonho e siga os costumes da família, mas Alika não consegue ignorar os sentimentos que começam a surgir.

Irritado com as provocações de Mirinho, Tonho desabafa com Casemiro. Sem perceber o interesse de Januário, Ana Maria segue sua rotina. Ao ouvir uma conversa sobre o dinheiro dos empregados, Mirinho decide agir e esconde a maleta para incriminar Tonho. Virgínia oferece trabalho a Lúcia/Alika, que recusa a proposta, despertando questionamentos de Tonho. Quando o desaparecimento da maleta vem à tona, ele alerta a todos, e Fortunato assume a investigação.

Tentando reparar o prejuízo, Tonho oferece suas economias a Casemiro, que recusa. Virgínia pede apoio de Diógenes para ajudar Mirinho em um novo empreendimento. Chinua alerta Akin e Ladisa sobre os planos de Jendal. Teresa contrata Alika para trabalhar com costuras, enquanto Sebastião surpreende ao pedir Virgínia em casamento. No fim, Mundica encontra a maleta escondida e confronta Mirinho, colocando em risco o plano do rapaz.

Resumo semanal da novela A Viagem de 28/10 a 31/10

Capítulo 119 da novela A Viagem de terça-feira, 28 de outubro

Consumido pelo ódio e pela influência sombria de Alexandre, Raul perde o controle e, em um acesso de fúria, destrói tudo à sua volta. O casamento com Andrezza chega ao fim em meio a gritos e lágrimas, enquanto Alexandre, invisível, assiste à cena com prazer mórbido. Alberto observa de longe, calado, sentindo a energia pesada que toma conta da casa — um mal que ele já sabe não ser deste mundo. Bia tenta ajudar Tato a reencontrar o equilíbrio e o convence a voltar à pintura, transformando a dor em arte. No plano espiritual, Diná clama aos mentores uma nova oportunidade de retornar à Terra para proteger os que ama, enquanto Otávio promete esperá-la, confiante de que ainda lutarão juntos. Em busca de serenidade, Guiomar decide deixar a cidade e se mudar para a fazenda. Antônio leva Dudu e Nori para participarem de uma maratona country, tentando afastar os filhos do clima sombrio que paira sobre todos. Francisca tenta alertar Andrezza de que Alberto sabe mais do que demonstra sobre Alexandre, mas Guiomar corta o assunto, temendo despertar ainda mais medo na filha. Mais tarde, a própria Guiomar confirma suas suspeitas: o médico realmente desconfia da presença espiritual do vilão. Enquanto isso, Lisa, decidida a restaurar a harmonia, promove o reencontro entre Zeca e Sofia — o casal se reconcilia com um beijo terno, sinal de esperança em meio à escuridão. Pouco antes da maratona, Andrezza confronta Alberto sobre Alexandre e começa a perceber que Téo também está sendo dominado por forças além da razão. Ao mesmo tempo, Agenor retorna arrependido, pede perdão a Fátima e revela que fugiu por medo das dívidas dela. Unidos novamente, decidem oficializar o amor em uma cerimônia religiosa. No plano espiritual, Diná recebe finalmente a notícia que tanto esperava: poderá regressar à Terra.

Capítulo 120 – Quarta-feira, 29 de outubro

Emocionada e repleta de fé, Diná comemora a chance de voltar ao mundo dos vivos para amparar sua família. Enquanto isso, a fazenda se enche de expectativa com a maratona country. Durante a prova, Antônio sofre um grave acidente, mas, superando a dor, consegue vencer e dedica o troféu a Andrezza — gesto que desperta o ciúme de Margarida, incapaz de esconder sua inveja. Lisa tenta explicar a Igor o comportamento estranho de Téo, mas ele não acredita em nada e se afasta, deixando-a sozinha. Pressionado, Johnny confessa a Bia que trabalha para Ismael e a leva até sua casa, entregando o número do pai em sinal de arrependimento. Nesse momento, Alexandre se manifesta diante de Alberto e o adverte friamente sobre Téo, deixando o médico tomado pelo pavor do que está por vir. Mais tarde, Lisa organiza um jantar para celebrar o casamento de Fátima e Agenor. A festa, porém, é interrompida quando Téo tem uma crise espiritual violenta e desmaia diante de todos, tomado pela energia de Alexandre. No exato instante em que os noivos trocam os votos, Diná e Otávio descem à Terra: ela visita Paty, que dorme, e toca sua filha com ternura; Otávio, por sua vez, surge na casa de Tato durante uma comemoração. Em sua antiga casa, Diná reencontra Maroca adormecida e, dominada pela saudade, toca a mãe com delicadeza. O gesto desperta em Estela uma poderosa sensação espiritual — uma certeza de que a irmã está ali, viva em outro plano, velando por todos.

Capítulo 121 da novela A Viagem de quinta-feira, 30 de outubro

Ainda abalada pela experiência, Estela procura Alberto e confessa ter sentido a presença de Diná, convencida de que a irmã voltou em espírito para ajudar a família. Fátima tenta consolar Lisa, que se culpa pelas crises de Téo, e a encoraja a enfrentar a situação com fé. Durante uma reunião na casa de Alberto, Andrezza chega desesperada, dizendo sentir a presença cada vez mais próxima de Alexandre. A tensão cresce quando Glória confessa a Okida ter escondido o revólver de Tato, temendo que ele, sob influência espiritual, pudesse cometer uma tragédia. Enquanto Téo sofre com visões aterrorizantes, Diná reaparece — e o reencontro com Alexandre acontece em meio à dor e ao desespero. O diálogo entre os irmãos é intenso: ela tenta fazê-lo abandonar o ódio, lembrando-o do amor e da compaixão, mas Alexandre, dominado pela raiva e pelo orgulho, a rejeita. Otávio tenta intervir, apelando à consciência do rapaz, mas ele reage com violência. Sem conseguir tocá-lo nem alcançar seu coração, Diná e Otávio retornam entristecidos ao plano espiritual, relatando o fracasso aos mentores. Alexandre, por sua vez, é tragado de volta ao Vale dos Suicidas, condenado a reviver eternamente o próprio desespero e o eco de suas culpas.

Capítulo 122 – Sexta-feira, 31 de outubro

Com o consentimento dos mentores, Diná e Otávio recebem uma nova missão e voltam à Terra, determinados a continuar amparando aqueles que amam. Na pensão, Cininha surpreende Tibério ao revelar que partirá com Salomé para a fazenda, em busca de um novo começo. Glória e Okida comemoram ao ver Tato livre da influência de Alexandre, enquanto Diná e Otávio, invisíveis, observam emocionados o equilíbrio ser restaurado. Guiomar confessa a Andrezza que ainda reza pela salvação de seu casamento e admite sentir falta de Raul, deixando a filha dividida entre o perdão e o ressentimento. No plano espiritual, André revela a Júlia que Alexandre está aprisionado por forças sombrias, incapaz de reencarnar. Dudu sonha em estudar no Texas e pede ajuda a Queiroz, mas Otávio teme que o jovem se afaste demais da família. Téo começa a recuperar-se, aliviado com o afastamento da energia maligna que o atormentava. Estela tem uma nova visão de Diná e implora que a irmã proteja Bia de Ismael. Diná, em tom triste, revela que Alexandre está preso em um lugar de dor e arrependimento. Mesmo com os apelos de Tibério, Cininha parte com Salomé, decidida a seguir seu destino e buscar uma vida mais digna. Mais tarde, Estela confidencia a Alberto que voltou a ver Diná — uma confirmação do elo entre os dois mundos. Enquanto isso, Alexandre, tomado pelo desespero, clama por André e pede ajuda. O mentor explica que só poderá socorrê-lo quando ele reconhecer sinceramente seus erros. Guiados pela intuição, Diná e Otávio descobrem o esconderijo de Ismael e percebem, horrorizados, que ele planeja fugir levando Bia. O destino se encaminha para um novo confronto entre as forças da luz e das trevas — um embate que decidirá o futuro de todos.

Resumo semanal da novela A Viagem de 3 a 7 de novembro

Capítulo 123 – segunda, 03 de novembro

A relação entre Lisa e Téo chega a um momento de ternura e esperança. Ela pergunta se ele gostaria de ser pai de um filho seu, e Téo, emocionado, afirma que esse seria o maior desejo de sua vida. A cena é interrompida pela chegada de Tato à praia, onde Bia, animada, decide sair com ele, deixando Lisa e Téo imersos em sentimentos opostos — enquanto ela sonha com o futuro, ele começa a ser envolvido por sombras do passado. Influenciado pela presença negativa de Alexandre, Téo atravessa um momento de confusão e quase é atropelado. Josefa percebe algo errado e confessa a Alberto seu medo de que o rapaz volte a ter uma recaída. Enquanto isso, Raul procura a polícia e registra o desaparecimento de Téo, temendo o pior. Em outro núcleo, Diná demonstra preocupação com Maroca. Ela repreende Estela por tratar a senhora com frieza e pede que ninguém mais a magoe. Diná também confia a Estela uma tarefa simbólica: deixar o colar com Patty, como sinal de proteção e afeto — um elo espiritual entre o mundo dos vivos e o além.

Capítulo 124 – terça, 04 de novembro

Tomada por uma sensação inexplicável, Diná pressente que Téo corre perigo e decide partir para ajudá-lo. Enquanto isso, o rapaz vaga sem rumo pelas ruas, perdido em pensamentos e influências obscuras. Naná deixa Mauro esperando em um restaurante, reforçando o jogo de manipulação que ela mantém com o rapaz. Do outro lado, Diná e Otávio unem forças e enviam vibrações espirituais para tentar alcançar Téo. Alberto também age: reúne familiares e amigos em casa e propõe uma oração para afastar a presença de Alexandre. No plano invisível, o espírito atormentado começa a sentir o peso da prece e a influência luminosa que o enfraquece. Estela aconselha Maroca e Raul a manterem a calma caso Patty volte a dizer que viu a mãe — um indício de que a criança, sensível e pura, mantém contato com Diná. Enquanto isso, Cininha e Tibério confortam Carmen, que tenta ser forte apesar das dificuldades. Durante uma noite marcada por vibrações espirituais, Otávio e Diná finalmente conseguem aparecer para Alberto, que se emociona ao rever os dois. A esperança de salvar Téo renasce.

Capítulo 125 – quarta, 05 de novembro

O reencontro espiritual de Diná, Otávio e Alberto é marcado por emoção e gratidão. Alberto, com os olhos marejados, agradece por poder rever os amigos e escutar de Diná que o motivo da visita é nobre: eles vieram para salvar Téo. Determinado, Alberto pergunta onde o rapaz está, e Diná garante que sabe como encontrá-lo. Enquanto isso, Alexandre é arrastado de volta ao Vale dos Suicidas — o lugar sombrio onde sua alma paga pelos erros do passado. No plano terreno, Alberto entra em contato com Lisa e avisa que vai buscar Téo pessoalmente. Na prisão, Estela e Bia visitam Ismael. Ele, tomado pelo desespero, implora para que Estela acabe com seu sofrimento, mas ela se recusa, horrorizada. Naná continua enganando Mauro, que começa a perceber o jogo cruel da moça. No plano espiritual, Júlia revela a Samuel que Alexandre está sendo torturado por espíritos inferiores. No Vale, o próprio Alexandre, exausto, clama por ajuda em nome de Deus — um pedido de arrependimento que surpreende Daniel e André. De volta à Terra, Tato convida Dudu, Taís e Nori para um dia de lazer no clube ao lado de Bia. Observando do além, Otávio e Diná se alegram com a harmonia entre os jovens. O resgate de Téo finalmente acontece: Alberto, Raul e Lisa o encontram, abalado, mas vivo. Raul volta para casa e é recebido com afeto por Guiomar, que tenta deixar o passado para trás. Samuel repreende Natália por ter explorado indevidamente seus dons mediúnicos em vida, alertando sobre as consequências espirituais disso. No plano superior, Carlota se emociona ao ver a cumplicidade de Otávio e Diná e confessa que um dia sonha em viver um amor tão forte e verdadeiro.

Capítulo 126 – quinta, 06 de novembro

Natália, curiosa, faz perguntas a Otávio sobre a vida terrena, despertando ciúmes em Diná. Ela se incomoda ao descobrir que Júlia foi a primeira mulher do homem que ama, o que a faz sentir-se insegura. Enquanto isso, Maroca tem um sonho perturbador com Alexandre preso no Vale dos Suicidas, implorando por ajuda. Desesperado, Alexandre busca Samuel e pergunta se ainda há chance de salvação. Samuel, com serenidade, responde que sempre há tempo para o arrependimento. Na casa de Raul, Andrezza anuncia uma notícia que muda tudo: está grávida. Guiomar se emociona com a possibilidade de um novo neto, enxergando na gestação uma luz após tanto sofrimento. Otávio tenta esclarecer o mal-entendido com Diná, explicando que Júlia faz parte de um passado distante, mas a moça se recusa a ouvi-lo. Ao sentir o chamado de Alexandre, Diná decide ir sozinha ao Vale dos Suicidas. Lá, encontra o espírito do rapaz, que a recebe com um misto de dor e carinho. Enquanto isso, na Terra, Téo recebe a visita de Agenor e Fátima, mas sofre uma crise de amnésia, incapaz de reconhecer as pessoas ao redor. Tato reata o namoro com Bia, enquanto Igor começa a demonstrar um interesse mais profundo por Carmen. Agenor tenta impedir Lisa de sair para visitar Téo, mas Fátima enfrenta o marido, avisando que o deixará se ele continuar a persegui-la. No plano espiritual, Diná e Alexandre relembram momentos da vida passada — e ele percebe o quanto ela ainda sofre por tudo que aconteceu.

Capítulo 127 – sexta, 07 de novembro

Em um gesto de aparente arrependimento, Alexandre promete a Diná que deixará de atormentar Tato. No plano terreno, Johnny alerta Regina de que o dinheiro de Ismael está acabando, aumentando a tensão financeira da família. Samuel revela a Diná que sua missão espiritual é salvar Alexandre, acompanhando-o sempre que ele descer à Terra. Ela aceita a responsabilidade com fé, mesmo consciente da dor que isso pode causar. Téo, por sua vez, continua mergulhado na confusão mental. Ele não reconhece ninguém, enquanto Lisa, tomada por angústia e esgotamento, passa mal. Andrezza, feliz com a gestação, tem um encontro inesperado com Tainá em um shopping. A moça confessa que nunca esteve grávida de Raul, revelando a mentira que destruiu o casamento dele. A exposição de Igor é um grande sucesso, e Carmen, emocionada, aceita o convite para celebrar com ele em sua casa de praia. O clima leve e romântico os aproxima ainda mais, culminando em um beijo sincero. Já no plano espiritual, Diná confidencia a Júlia que decidiu se afastar de Otávio, abrindo mão do amor que sente por ele para cumprir seu destino: conduzir Alexandre de volta à luz. O episódio encerra-se com uma aura de renúncia e esperança — um prenúncio de que a redenção pode estar mais próxima do que parece.

Roda a Roda Jequiti 01/06/2025 apresenta novos ganhadores

RODA A RODA

Neste domingo, 01 de junho de 2025, prepare-se para uma noite de pura emoção, diversão e muitos prêmios no Roda a Roda Jequiti, que vai ao ar logo após o Programa Eliana, a partir das 19h no SBT. Sob o comando carismático de Patricia Abravanel e Rebeca Abravanel, o game show mais tradicional do país retorna com um episódio especial que promete agitar os lares brasileiros com adrenalina, surpresas e a chance de transformar vidas.

Com uma energia contagiante e muitas risadas garantidas, as irmãs Abravanel trazem à atração o carisma que já conquistou milhões de fãs. E não é só o público que está empolgado: os participantes da semana chegam com tudo, sonhando alto — afinal, as cobiçadas barras de ouro estão em jogo, prontos para serem levados para casa por quem girar a roda com sorte e estratégia.


🎯 Rodadas de tirar o fôlego e reviravoltas inesperadas

Cada giro da roda é uma nova oportunidade de mudar de vida. O suspense domina o estúdio a cada letra escolhida, enquanto os competidores tentam desvendar as palavras misteriosas e evitar as temidas casas “perde tudo”. As rodadas vão ficando cada vez mais emocionantes, com desafios crescentes e muita torcida, tanto dentro do estúdio quanto nas redes sociais.

O programa deste domingo promete reviravoltas, momentos hilários e aquela tensão deliciosa que só o Roda a Roda consegue proporcionar. Quem será que vai levar os maiores prêmios da noite? A disputa promete ser acirrada!


💡 Quer participar? É simples!

Além de assistir, você também pode se tornar parte dessa festa! Os consultores Jequiti já participam automaticamente ao fazer seus pedidos, acumulando cupons. E os clientes da marca também têm vez: basta procurar os cupons nas embalagens dos produtos, preencher corretamente com seus dados e enviar para a Caixa Postal 05947-960.

Com um pouco de sorte, você pode ser um dos sortudos que vão rodar a roda ao vivo no palco mais disputado da televisão brasileira.


✈️ Tudo pago para São Paulo: viva a experiência do programa

Já pensou em viver a emoção de participar do programa de pertinho? Os escolhidos para o palco do Roda a Roda Jequiti ganham uma viagem com tudo pago para São Paulo, onde passam por uma verdadeira imersão no universo do SBT.

Além de disputar prêmios incríveis, os participantes têm a chance de conhecer os bastidores da TV, fazer novas amizades e se emocionar com a receptividade de Patricia e Rebeca Abravanel, que sempre recebem o público com carinho, simpatia e aquele toque único de humor da família mais amada da televisão.


🏆 Prêmios, alegria e a torcida do Brasil inteiro

O cenário vibrante e colorido do Roda a Roda Jequiti será palco de mais uma noite de disputas acirradas, sorrisos largos e histórias inspiradoras. Mais do que um programa de prêmios, a atração se tornou um momento de encontro para as famílias, que torcem, vibram e se emocionam com cada participante.

Seja pelas barras de ouro, pelos momentos engraçados ou pela esperança estampada no rosto de quem gira a roda, o programa continua sendo um fenômeno de audiência e uma vitrine de oportunidades para quem acredita que a sorte pode bater à porta.


🗓 Anote aí: domingo é dia de girar a sorte!

Não perca: neste domingo, 11 de maio, às 19h, sintonize no SBT para conferir mais uma edição eletrizante do Roda a Roda Jequiti. Comandado por Patricia e Rebeca Abravanel, o programa está recheado de emoções, prêmios valiosos, boas risadas e histórias que vão aquecer seu coração.

Pegue seus cupons, convoque a família, prepare a torcida e embarque nessa roda da sorte — porque o próximo grande vencedor pode ser você!

Amandha Lee revisita trajetória com arte, disciplina e superação em entrevista ao podcast “Que Não Saia Daqui”

Foto: Reprodução/ Internet

“Eu estava sendo comida por formigas no pé, mas não queria sair de cena.”
Essa poderia ser apenas uma anedota curiosa dos bastidores da televisão. Mas, na voz serena e vibrante de Amandha Lee, torna-se um símbolo de entrega, foco e presença. A atriz, que marcou gerações com papéis densos e desafiadores, é a convidada do novo episódio do podcast Que Não Saia Daqui. E, ao longo da conversa, mais do que falar de personagens ou novelas, Amandha compartilha sua história com uma franqueza rara — e uma sensibilidade que atravessa a escuta.

Aos 47 anos, com quase quatro décadas de carreira, Amandha tem muito a contar. Mas não é da fama ou dos holofotes que ela fala com mais entusiasmo. É do processo. Das transformações invisíveis. Dos tombos que não viraram manchete. “A arte sempre me chamou para dentro. Me ensinou a escutar, a ter disciplina, a respeitar o silêncio”, diz, em tom contemplativo.

Das ruas de Copacabana ao palco da vida

Criada em Copacabana, bairro emblemático do Rio de Janeiro, Amandha foi uma criança elétrica — “espivitada”, como ela mesma diz — que encontrou no teatro um caminho para canalizar sua energia. Aos nove anos, começou a fazer aulas no tradicional Teatro Glauce Rocha. Foi ali que o palco se apresentou não como brincadeira, mas como destino.

“Minha mãe me colocou no teatro para eu gastar energia. Mas, sem saber, me deu um caminho para a vida”, conta.

Não demorou para que os testes, os papéis e os estudos se tornassem parte da rotina. Ainda adolescente, já entendia que atuar não era apenas interpretar personagens, mas mergulhar em emoções que muitas vezes ela ainda nem havia vivido. “Eu precisei amadurecer cedo. Porque a arte pede isso. Você se coloca no lugar do outro, e para isso precisa ter empatia, escuta, entrega.”

A cena que mudou tudo — e que quase ninguém viu

Um dos momentos mais emocionantes do episódio é quando Amandha revisita o dia em que tudo mudou. Durante as gravações de um episódio da série Carga Pesada, ela vivia Maria, uma mulher forte, do campo, conectada à terra. Em uma das cenas, ajoelhada no chão, começou a sentir formigas mordendo seus pés. Mas não parou.

“Eu entrei num estado de presença tão forte que nem sentia mais dor. Eu ouvi o ator com quem contracenava como nunca antes. Aquela foi a primeira vez que entendi o que era realmente estar em cena. E isso não tem volta.”

A cena não virou meme, não ganhou prêmio, não foi destaque na imprensa. Mas para Amandha, foi ali que ela se tornou atriz de verdade.

Entre o corpo e a personagem: o desafio de viver Margarida

Com o mesmo comprometimento visceral, ela aceitou um dos maiores desafios físicos de sua carreira ao interpretar Margarida, na novela Vidas em Jogo, da Record TV. A personagem passava por uma transformação corporal durante a trama. Amandha topou engordar 17 quilos sob supervisão médica — e depois emagrecer gradualmente, durante as gravações.

“Eu achei que ia ser tranquilo, porque sempre gostei de comer. Mas comer para engordar com qualidade e depois emagrecer com saúde exigiu uma disciplina absurda. Foi um processo de autoconhecimento e superação.”

Ela lembra que o corpo se tornou espelho da jornada interna da personagem. “Eu sentia a Margarida na carne. Literalmente. Cada cena era atravessada por essa vivência física. E foi doloroso, mas também muito libertador.”

A digitalização das novelas e o reencontro com o passado

O streaming, segundo a atriz, trouxe um presente inesperado: a chance de reencontrar o público — e ser descoberta por uma nova geração. “A arte tem essa coisa de resistir. De permanecer. E quando vejo jovens comentando cenas de A Casa das Sete Mulheres, fico emocionada. Porque aquilo foi feito com tanto amor, tanta entrega, e agora está vivo de novo.”

Amandha vê nesse movimento digital uma oportunidade rara de valorização da memória artística brasileira. “Temos um acervo riquíssimo. E hoje, com a internet, essas histórias não morrem. Elas se renovam. E isso é muito bonito.”

O esporte como refúgio e estrutura

Fora das câmeras, há quase uma década, Amandha se encontrou no triatlo. A corrida, a natação e o ciclismo entraram em sua rotina não como hobby, mas como um compromisso consigo mesma. “O esporte virou meu terapeuta. Quando tudo parecia fora do lugar, eu colocava o tênis e ia correr. E ali, as ideias se ajeitavam.”

O hábito virou filosofia de vida — e estendeu-se à sua família. Casada com um atleta, ela lembra com carinho do tempo em que levava os filhos de bicicleta para a escola. “Era nosso momento juntos. E eles cresceram vendo o esporte como parte da vida, não como obrigação.”

Ela reconhece que o esporte a ajudou a desenvolver algo essencial para a vida — e também para a arte: foco. “Sem foco, a gente se perde. E o esporte me ensinou a ter rotina, a respeitar limites, a persistir.”

Entre a leveza e a profundidade: um retrato raro de uma artista completa

A grandeza da entrevista não está nos feitos — que são muitos — mas na forma como Amandha fala de tudo isso: sem glamour excessivo, sem fórmulas prontas. Há algo profundamente humano na forma como ela compartilha suas vivências. É uma atriz que, mesmo com décadas de carreira, continua aberta ao aprendizado. É uma mulher que escolheu a consistência em vez da pressa. A verdade, em vez da performance.

“Eu continuo me reinventando todos os dias. E nem sempre é bonito. Mas é real.”

Essa autenticidade transforma o episódio de Que Não Saia Daqui em algo maior que uma entrevista. É um encontro. Com a artista, com a mulher, com a força que há em não desistir de si mesma.

Para ouvir com calma — e com o coração aberto

Em tempos de discursos acelerados e superficialidade, ouvir Amandha Lee é um sopro de profundidade. Uma lembrança de que resistir, cuidar do corpo, da mente e da arte é uma escolha diária. E que essa escolha pode, sim, ser feita com leveza — mas nunca sem coragem.

Ao fim da conversa, quando perguntada sobre o que a move, Amandha responde com simplicidade:

“Eu quero deixar alguma coisa boa. Se uma pessoa se sentir inspirada a cuidar de si, a voltar pra arte, a se reconectar com o corpo… já valeu.”

“Conversa com Bial” presta homenagem a Preta Gil nesta segunda (21/07), celebrando sua trajetória de coragem, arte e afeto

Nesta segunda-feira, 21 de julho de 2025, o Conversa com Bial exibe uma edição especial que é, ao mesmo tempo, tributo e abraço: uma homenagem afetuosa a Preta Gil, que nos deixou no último domingo (20), aos 50 anos. A cantora, atriz, apresentadora e empresária será lembrada não com silêncio, mas com memória viva — daquelas que não se apagam.

A atração vai ao ar em horário especial, antes do Jornal da Globo, e resgata dois momentos marcantes da artista no programa. Em vez de uma despedida formal, o episódio é um reencontro com a essência vibrante de uma mulher que transformava sua história em palco e sua dor em ponte com o outro.

Uma homenagem feita de memórias, música e emoção

Preta Gil estará presente através de imagens, risos, confidências e canções. O programa revisita sua participação em 2017, quando dividiu o palco com Gal Costa, em um encontro entre duas forças femininas da música brasileira. E também revive a entrevista de 2024, quando, já em tratamento contra o câncer, lançou sua autobiografia e tocou o país com sua lucidez, sinceridade e coragem.

Era Preta em estado puro: inteira, frágil e forte. Numa conversa com Pedro Bial que foi mais confissão do que entrevista, ela falou abertamente sobre o diagnóstico, o término de um casamento público e doloroso, e os novos caminhos que surgiram a partir da dor. Dividir essas vivências não foi um ato de vaidade — foi de generosidade.

Preta Gil: a mulher que transformava a vida em poesia

Ao refletir sobre o livro Preta Gil: Os Primeiros 50, ela falou sobre reencontros consigo mesma, os limites do corpo e a urgência da alma. “Eu precisei quase morrer para me reencontrar com a vida”, disse, com a doçura firme de quem aprendeu a sobreviver sem perder a ternura.

Essa era Preta: sem filtros, sem concessões, com uma paixão por viver que transbordava. Em sua trajetória, não se limitou a um único rótulo. Foi artista em muitas frentes, e em todas elas deixou marcas profundas. Foi também filha de Gilberto Gil, neta de Wangry Gadelha, e dona de uma luz própria que não se apagava nem nas horas mais difíceis.

Um legado de alegria, liberdade e resistência

Desde a juventude, Preta desafiou expectativas. Começou nos bastidores, dirigindo videoclipes. Depois, encarou os palcos, a TV, os microfones e as redes sociais com a mesma intensidade. Sucessos como “Sou Como Sou” e “Sinais de Fogo” expressaram sua identidade sem amarras — e abriram caminhos para outras tantas vozes.

O Bloco da Preta, que arrasta multidões no carnaval do Rio, virou símbolo dessa potência alegre e política. No trio elétrico, ela era festa e manifesto. E fora dele, representatividade viva para mulheres gordas, pretas, bissexuais, mães, artistas. Falava sobre tudo: do corpo ao amor, da fé à maternidade, da política ao prazer.

Preta não apenas ocupava espaço. Ela recriava o espaço. Provocava e acolhia. Desafiava e cuidava. Denunciava injustiças com o mesmo fervor com que celebrava encontros.

Um adeus que é também um “obrigada”

A homenagem no Conversa com Bial é atravessada pela emoção de quem conheceu, admirou ou apenas se sentiu tocado por ela. Pedro Bial, visivelmente emocionado, costura o episódio com lembranças e reflexões. “Preta era luz em tempos nublados. Ela nos ensinou que vulnerabilidade não é fraqueza — é força em estado puro”, diz, em uma das passagens mais tocantes da edição.

O programa desta noite convida à reflexão, mas também à gratidão. Ao celebrar a vida de Preta, resgata a importância de sermos verdadeiros, mesmo — ou principalmente — quando isso nos expõe. Ela provou que é possível amar com intensidade, se mostrar com coragem e viver com poesia, mesmo quando tudo parece ruir.

A ausência que deixa presença

O Brasil ainda tenta digerir a partida precoce de uma artista que foi além da arte. Mas sua voz permanece. Permanece na música, nos vídeos, nas palavras, nos corpos que ela inspirou a amar a si mesmos. Preta se foi fisicamente — mas ficou onde sempre quis estar: no coração do povo, na avenida, na TV, no som alto, no choro libertador, no riso sem culpa.

Como ela mesma dizia, “a vida tem que ser celebrada, mesmo com dor”. E ninguém celebrou a vida com tanta entrega, cor, humor e coragem como ela.

Um legado que ecoa

Nesta noite, ao assistirmos Preta Gil no Conversa com Bial, não estaremos apenas relembrando uma artista. Estaremos sendo convidados a viver um pouco mais como ela viveu: com verdade, com intensidade, com coragem de ser.

Suspense brasileiro “A Mulher Que Chora” ganha trailer e cartaz oficiais antes da estreia nos cinemas

O suspense psicológico A Mulher Que Chora acaba de ganhar cartaz e trailer oficiais. O longa, dirigido por George Walker Torres (Marighella; O Rio do Desejo), chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de abril, com distribuição da Olhar Filmes (A Praia do Fim do Mundo; O Alecrim e o Sonho).

Produzido pela Grafo Audiovisual (Alice Júnior; Deserto Particular), o filme mistura drama psicológico e suspense em uma narrativa marcada por mistério, emoções intensas e reflexões sociais. A produção já começou a chamar atenção em festivais internacionais: no Sevilla Indie Film Festival, na Espanha, conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Julia Stockler (Cidade Pássaro; A Vida Invisível) e também recebeu o Prêmio Bronze de Melhor Filme.

O trailer apresenta uma história construída a partir do olhar de Miguel, interpretado por Zayan Medeiros, um garoto de sete anos que vive em uma antiga casa cercada por três gerações de mulheres. Em meio a conflitos familiares e silêncios dolorosos, o menino passa a criar seu próprio universo para lidar com a solidão e as tensões dentro de casa.

Uma das figuras centrais em sua vida é Carmen, personagem de Samantha Castillo (El Amparo; La Familia). Imigrante venezuelana que deixou o filho em seu país de origem, ela trabalha como empregada doméstica na casa da família e acaba se tornando uma espécie de porto seguro para Miguel. Entre os dois nasce uma relação afetuosa e intensa, marcada por histórias e confidências.

Já Elena, mãe do garoto e interpretada por Julia Stockler, enfrenta um período turbulento após um divórcio recente. Em meio ao trauma e à sensação de perda, ela acaba se distanciando emocionalmente do filho, deixando espaço para que outras figuras ocupem esse papel afetivo.

É durante uma dessas conversas com Carmen que Miguel escuta a história da “mulher que chora”, uma das lendas mais conhecidas do folclore latino-americano. Segundo o conto, uma mulher abandonada pelo marido comete um ato desesperado ao afogar os próprios filhos e, após sua morte, passa a vagar como um espírito atormentado em busca deles.

A história desperta a imaginação do garoto e acaba se transformando em uma verdadeira obsessão. O fascínio aumenta quando Miguel descobre que existe uma velha mulher sem-teto vivendo isolada em uma região de mata próxima à sua casa.

Convencido de que aquela figura misteriosa pode ser a lendária “mulher que chora”, o menino decide explorar a floresta para encontrá-la. Mesmo tomado pelo medo, ele acredita que o espírito precisa de ajuda e que talvez ele seja a única pessoa capaz de ajudá-la.

O filme constrói sua atmosfera de suspense justamente nessa fronteira entre realidade e imaginação. A narrativa mergulha no universo interior de uma criança que tenta compreender o mundo adulto ao seu redor enquanto lida com sentimentos de abandono, curiosidade e fantasia.

Segundo o diretor George Walker Torres, a proposta da obra é apresentar um drama sensível com uma estética marcada por tensão constante. O cineasta explica que a história busca explorar emoções profundas a partir de uma perspectiva infantil, utilizando elementos visuais que ampliam o clima de mistério.

A fotografia do longa, assinada por Léo Bittencourt (O Rio do Desejo; O Livro dos Prazeres), aposta em jogos de luz e sombra, além de cores menos saturadas, criando uma atmosfera que remete à pintura barroca. Essa escolha visual contribui para reforçar a sensação de opressão e introspecção presente na jornada dos personagens.

Além de Samantha Castillo, Zayan Medeiros e Julia Stockler, o elenco conta ainda com Rosana Stavis (A Mesma Parte de um Homem; Coração de Neon), Regina Vogue (Café com Canela; Para Minha Amada Morta) e Nena Inoue (Curitiba Zero Grau; A Mesma Parte de um Homem).

Com 75 minutos de duração, “A Mulher Que Chora” aposta em uma abordagem intimista para discutir temas como imigração, solidão, abandono e os conflitos emocionais que atravessam diferentes gerações dentro de uma mesma família.

Ulisses, novo longa de Cristiano Burlan, estreia nos cinemas paulistanos com retrato sensorial da cidade e da memória

Foto: Reprodução/ Internet

O diretor Cristiano Burlan lança nesta quinta-feira (13) nos cinemas de São Paulo o longa Ulisses, produção da Bela Filmes em parceria com a Chatrone. O filme marca o início de uma trilogia que inclui ainda Nosferatu — exibido no Festival de Brasília em setembro — e o inédito Dom Quixote.

Em Ulisses, Burlan revisita o mito grego em uma narrativa ambientada na São Paulo contemporânea. O protagonista, interpretado por Rodrigo Sanches, percorre as ruas do centro da cidade em busca de lembranças e significados, reconstruindo a própria história a partir de fragmentos de memória, afetos e perdas.

A jornada do personagem se desenrola em meio a uma cidade que reflete seu estado emocional. A fotografia em preto e branco de Helder Martins transforma São Paulo em um labirinto de concreto, sombras e ruídos. Os viadutos, as fachadas degradadas e os espaços de passagem são filmados como extensões da mente do protagonista, revelando uma metrópole que pulsa entre presença e ausência.

A narrativa incorpora elementos experimentais e poéticos, característicos da filmografia de Burlan. Vozes, silêncios e lembranças se sobrepõem, criando uma experiência cinematográfica que mistura realidade e imaginação. O diretor mantém sua tradição de trabalhar com estruturas narrativas fragmentadas, valorizando o gesto, o som e a respiração da cidade tanto quanto o drama humano.

No elenco, Ana Carolina Marinho interpreta Penélope, figura que atravessa a trama de forma múltipla e ambígua. Sua presença funciona como eco da memória e do desejo do protagonista, compondo o aspecto emocional do filme. Burlan constrói a relação entre Ulisses e Penélope de maneira simbólica, sugerindo que ambos habitam tempos e espaços diferentes, unidos por uma busca que jamais se completa.

O longa reafirma o estilo autoral de Burlan, reconhecido pela abordagem introspectiva e pelo olhar crítico sobre o urbano. Em Ulisses, o diretor explora a cidade como metáfora do inconsciente coletivo, criando um retrato da solidão contemporânea. As ruas do centro, o Minhocão e os espaços esquecidos de São Paulo se tornam cenário e personagem de uma travessia existencial.

Com uma linguagem visual rigorosa e ritmo contemplativo, o filme investiga o limite entre o real e o simbólico. A ausência de linearidade narrativa convida o espectador a acompanhar o fluxo da memória e da percepção, mais do que uma história tradicional. Burlan aposta em um cinema sensorial, que convida à reflexão e à imersão.

Além de estrear na capital paulista, o longa-metragem deve chegar nas próximas semanas a outras cidades brasileiras. O filme é o primeiro capítulo de uma trilogia inspirada em figuras arquetípicas — Ulisses, Nosferatu e Dom Quixote — que dialogam com o imaginário ocidental e com temas recorrentes na obra do cineasta, como a busca por identidade, o desamparo e o pertencimento.

Reconhecido por títulos como Mataram Meu Irmão (2013), A Mãe (2022) e Sinfonia de um Homem Só (2012), Burlan reafirma em Ulisses seu interesse por personagens à margem e por uma estética que valoriza o risco e o desconforto. Seu cinema segue comprometido com a investigação da linguagem e com o retrato das contradições urbanas e humanas do país.

Dylan O’Brien e James Sweeney estrelam Twinless – Um Gêmeo a Menos, que ganha trailer e estreia em dezembro no Brasil

Foto: Reprodução/ Internet

O elogiado drama independente Twinless – Um Gêmeo a Menos, estrelado por Dylan O’Brien (Maze Runner, Amor(es) Verdadeiro(s), Teen Wolf) e James Sweeney (Straight Up), acaba de ganhar seu trailer oficial e data de estreia nacional. O longa-metragem chega aos cinemas brasileiros em 4 de dezembro, após conquistar o Prêmio do Público no Festival de Sundance 2025, onde foi aclamado por sua narrativa delicada e seu equilíbrio entre humor e emoção. Abaixo, confira o vídeo:

Escrito e dirigido por James Sweeney (Straight Up), o longa acompanha Dennis (Sweeney) e Roman (O’Brien), dois homens que se conhecem em um grupo de apoio para pessoas que perderam seus irmãos gêmeos. À medida que compartilham suas dores, eles constroem uma amizade improvável, repleta de ironia, afeto e momentos de autodescoberta. Entre risadas e silêncios, a trama mostra como o luto pode se transformar em um elo genuíno e curativo.

Um dos grandes destaques do filme é o desempenho de Dylan O’Brien, que interpreta não apenas Roman, mas também Rocky, o irmão gêmeo falecido — um desafio que revela diferentes facetas do ator e reforça sua versatilidade em papéis emocionalmente complexos.

O elenco conta ainda com Aisling Franciosi (O Homem do Norte, O Assassinato de Gianni Versace), Lauren Graham (Gilmore Girls, Parenthood), Chris Perfetti (Abbott Elementary, Looking), François Arnaud (Os Bórgias, Blindspot), Tasha Smith (Empire, Why Did I Get Married?), Susan Park (Station Eleven, Fresh Off the Boat) e Cree Cicchino (Mr. Iglesias, That ’90s Show), compondo um mosaico de personagens que refletem as múltiplas formas de lidar com a perda e reconstruir conexões.

Filmado em Portland, Oregon, o drama tem produção de David Permut (Hacksaw Ridge, Capitão Fantástico) e distribuição da Republic Pictures. Desde sua estreia em Sundance, o longa vem sendo elogiado pela crítica internacional pela sutileza da direção de Sweeney e pela química entre os protagonistas, que conferem naturalidade a uma história sobre vulnerabilidade e recomeço.

Antes de chegar aos cinemas, o filme terá sessões especiais no Festival MixBrasil de Cultura da Diversidade, em São Paulo, entre os dias 12 e 23 de novembro. As exibições devem atrair fãs de cinema independente e admiradores do trabalho de O’Brien, conhecido por unir sensibilidade e carisma em suas atuações.

Reconhecido pelo sucesso indie “Straight Up” (2020), Sweeney expande aqui sua visão artística, abordando o luto e a identidade de forma íntima e bem-humorada. Com diálogos inteligentes, momentos de introspecção e uma trilha sonora que equilibra melancolia e esperança, o longa-metragem se consolida como uma das produções mais emocionantes do circuito independente de 2025 — uma história sobre perder, encontrar e aprender a caminhar novamente.

The Boys | Trailer do penúltimo episódio traz volta de personagens de Gen V e Capitão Pátria no poder

Faltando poucos episódios para o encerramento de The Boys, a série parece ter abandonado qualquer freio. O trailer do capítulo 7, divulgado nesta semana, entrega um cenário onde o Capitão Pátria finalmente alcança algo que sempre desejou: controle absoluto. Não apenas sobre os supers ou sobre a Vought, mas sobre o próprio país.

A imagem que mais repercutiu entre os fãs mostra o personagem dentro do Salão Oval. A cena dura poucos segundos, mas já foi suficiente para reforçar uma sensação que acompanha a temporada inteira: o líder dos Sete deixou de agir como uma arma fora de controle e passou a ocupar um espaço de autoridade política real. O mais inquietante é justamente a naturalidade da situação. Capitão Pátria não parece um invasor naquele ambiente. Pelo contrário. Ele surge como alguém que acredita que aquele lugar sempre pertenceu a ele.

O trailer também confirmou o retorno de personagens de Gen V, algo que muita gente não esperava depois do cancelamento do derivado. A participação dos jovens supers acontece justamente no momento em que os Boys parecem mais fragilizados do que nunca, cercados por perdas, divisões internas e um inimigo que praticamente ultrapassou qualquer limite humano.

Como a temporada chegou nesse ponto?

Desde o primeiro episódio, a temporada final deixou claro que não estava interessada em repetir a mesma fórmula dos anos anteriores. O clima da série ficou mais sufocante, mais paranoico e menos preocupado em equilibrar violência com humor. O mundo apresentado agora parece viver em estado constante de tensão, enquanto o Capitão Pátria cresce politicamente diante de uma população dividida entre medo e fanatismo.

Tudo começou a sair do controle depois que Annie January resolveu divulgar as imagens do Voo 37, tentando finalmente expor ao público os crimes cometidos pelo líder dos Sete. Durante alguns momentos, parecia que a reputação do personagem realmente poderia desmoronar. Só que a resposta da Vought foi rápida.

Com Irmã Sage manipulando a narrativa pública e Ashley Barrett ajudando a transformar o escândalo em disputa ideológica, o vídeo acabou fortalecendo ainda mais a figura do Capitão Pátria entre seus seguidores. Em vez de enfraquecê-lo, a crise serviu para alimentar uma espécie de culto político em torno dele.

Enquanto isso, os Boys passaram a temporada inteira tentando sobreviver. Hughie, MM e Frenchie acabaram presos em um centro de detenção criado para eliminar opositores da Vought e supers considerados descartáveis. O lugar funcionava como uma prisão clandestina, e o verdadeiro objetivo era simples: atrair Billy Butcher para uma armadilha organizada pelo próprio Capitão Pátria.

A tentativa de resgate terminou em tragédia. Annie e Kimiko conseguiram invadir a instalação, mas a fuga custou caro. Trem-Bala decidiu enfrentar Capitão Pátria para salvar Hughie e acabou morto brutalmente. A cena marcou uma virada importante na temporada porque encerrou de forma amarga o arco do personagem, que vinha tentando reconstruir a própria imagem depois de anos colaborando com a Vought.

Por que o V1 mudou completamente a guerra?

Ao longo da temporada, Butcher passou a enxergar uma única possibilidade real de derrotar Capitão Pátria: o vírus criado para exterminar supers. O problema é que a situação se tornou ainda mais perigosa quando surgiu a informação sobre o V1, a versão original do Composto V criada pela Vought décadas atrás.

Diferente das fórmulas comuns, o V1 não oferece apenas habilidades sobre-humanas. Ele concede imortalidade. A partir desse momento, toda a temporada virou uma corrida desesperada pela substância. Enquanto os Boys tentavam localizar o V1 antes da Vought, Capitão Pátria passou a perseguir qualquer pista capaz de levá-lo até a fórmula. E é aí que Soldier Boy retorna ao centro da história.

O personagem reaparece inicialmente como uma ameaça imprevisível, mas aos poucos acaba formando uma aliança desconfortável com Capitão Pátria. A relação entre os dois é marcada por desconfiança, ressentimento e constantes explosões de violência, mas ambos entendem que precisam um do outro para encontrar o V1.

Nos episódios recentes, a busca finalmente chega ao fim quando Bombsight, um antigo super ligado aos experimentos da Vought, é localizado. Mesmo com a interferência dos Boys, Soldier Boy consegue recuperar a substância e faz a pior escolha possível: entregar o V1 diretamente para Capitão Pátria. O episódio termina com o personagem aplicando a fórmula em si mesmo diante de Butcher e sua equipe, que assistem à cena sem conseguir reagir.

A temporada final mudou o tom de The Boys?

Muito. Apesar de continuar usando humor ácido e violência extrema, a série parece menos interessada em fazer sátira pura e mais focada em mostrar um mundo completamente quebrado. O desconforto agora vem menos das cenas chocantes e mais da sensação constante de que ninguém consegue impedir o avanço do Capitão Pátria.

Nas temporadas anteriores, ainda existia a impressão de que os Boys poderiam encontrar alguma vantagem no último momento. Agora, a história trabalha exatamente o contrário. Cada episódio reforça a ideia de que o personagem se tornou grande demais para ser controlado.

Jovens Malditos | Villa Diodati volta a inspirar o horror em romance que revisita o nascimento da literatura gótica

Duzentos anos depois de um verão que mudou para sempre a história da literatura, a Villa Diodati retorna ao centro da imaginação coletiva como cenário de medo, criação e confronto emocional. Em Jovens Malditos, romance da autora inglesa M. A. Bennett, publicado no Brasil pela Plataforma21, o lendário encontro que deu origem a Frankenstein e lançou as bases do mito moderno do vampiro é reimaginado sob a ótica do horror contemporâneo, dialogando diretamente com as angústias, dilemas e monstros do século XXI.

Localizada às margens do Lago de Genebra, a Villa Diodati foi palco, em 1816, de um dos episódios mais emblemáticos da cultura ocidental. Reunidos durante um verão marcado por tempestades e isolamento, Mary Shelley, Percy Bysshe Shelley, Lord Byron e John Polidori desafiaram uns aos outros a escrever histórias assustadoras. O resultado desse jogo criativo ecoa até hoje na literatura, no cinema e no imaginário popular. Em Jovens Malditos, esse passado não é apenas referência histórica, mas o alicerce simbólico de uma narrativa que questiona o papel da arte, da dor e da responsabilidade criativa.

A história começa com um convite sedutor. Quatro jovens artistas são selecionados para participar do programa Juventude Gótica, uma iniciativa que promete incentivar talentos nas artes literárias e cênicas. O objetivo declarado é ambicioso: reunir criadores contemporâneos para refletir sobre os medos atuais e reinventar, duzentos anos depois, aquele verão que deu origem à literatura gótica. O convite, porém, carrega um subtexto inquietante desde o início. Mais do que criar histórias de terror, os participantes são desafiados a olhar para dentro de si.

Os escolhidos representam diferentes formas de expressão artística e também diferentes maneiras de lidar com o mundo. Eve é uma booktuber conhecida por falar abertamente sobre morte, luto e temas que muitos preferem evitar. Griffin, um rapper de sucesso, transforma experiências de violência e exclusão social em letras cruas e confessionais. Hal construiu sua carreira como youtuber especializado em cinema de terror, alguém que domina a linguagem do medo, mas sempre a partir da segurança da tela. Ren, por sua vez, é um ator e performer fascinado por narrativas vampirescas, usando o próprio corpo como ferramenta de expressão artística.

Ao chegarem à Villa Diodati, os quatro se deparam com um ambiente que mistura reverência histórica e desconforto constante. Cada quarto presta homenagem a uma figura do encontro de 1816, reforçando o peso simbólico do lugar. No entanto, a mansão não se comporta como um simples retiro criativo. Há regras pouco claras, uma equipe silenciosa que evita contato direto e uma sensação persistente de que cada gesto está sendo observado. A promessa de liberdade artística rapidamente se transforma em vigilância.

O ponto de ruptura da narrativa ocorre durante a leitura do Fantasmagoriana, coletânea de histórias de terror que inspirou o desafio criativo original de Mary Shelley e seus contemporâneos. O exercício, proposto pela Fundação Diodati como parte do programa, desencadeia uma série de acontecimentos perturbadores. Visões, manifestações físicas inexplicáveis e experiências sensoriais extremas passam a afetar os participantes de forma individual e coletiva. Medos íntimos, culpas reprimidas e traumas mal resolvidos ganham forma, tornando impossível distinguir onde termina a criação artística e começa a realidade.

A situação se agrava com a chegada inesperada de uma visitante e sua morte misteriosa nos arredores da mansão. A partir desse evento, o clima de desconfiança se intensifica. Os jovens passam a questionar não apenas a segurança do local, mas as verdadeiras intenções da Fundação Diodati. O que deveria ser um espaço de criação se revela um território de experimentação extrema, onde ciência, tecnologia e ocultismo se entrelaçam de maneira inquietante.

Com sensibilidade e precisão, M. A. Bennett constrói uma narrativa que utiliza o horror como linguagem emocional. Jovens Malditos não se contenta em provocar medo superficial. O livro explora temas como identidade, pertencimento, sexualidade, culpa e trauma, transformando o terror em ferramenta de reflexão. Os monstros que surgem ao longo da história não são apenas criaturas sobrenaturais, mas projeções de dores reais, individuais e coletivas. A pergunta central deixa de ser “o que nos assusta?” e passa a ser “o que estamos dispostos a ignorar?”.

Inserido no subgênero conhecido como dark academy, o romance dialoga com uma estética marcada por espaços fechados, instituições enigmáticas e jovens intelectualmente inquietos. Ao mesmo tempo, mantém um forte vínculo com a tradição da literatura gótica, atualizando seus símbolos para um público contemporâneo. O resultado é uma obra que conversa tanto com leitores jovens quanto com aqueles já familiarizados com os clássicos do gênero.

Primeiro volume de uma duologia, Jovens Malditos aposta em personagens moralmente ambíguos e em uma trama que se constrói de forma gradual, intensificando a sensação de desconforto a cada capítulo. A leitura agrada fãs de narrativas como Wandinha e Stranger Things, mas também se destaca por sua abordagem mais psicológica e reflexiva, que recusa respostas fáceis ou finais reconfortantes.

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