CIA | Novo spin-off da franquia FBI estreia em 2026 e renova o fôlego da CBS após meses de incerteza nos bastidores

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Quando a CBS anunciou que estava preparando um spin-off centrado na CIA, a reação do público foi uma mistura curiosa de empolgação e cautela. Afinal, a franquia FBI já é um fenômeno desde 2018, com três séries consolidadas, centenas de episódios e um fandom barulhento que acompanha cada detalhe. Mesmo assim, o projeto começou a trilhar um caminho mais acidentado do que o esperado. Tudo ficou público em julho, quando o showrunner original, David Hudgins (Friday Night Lights), deixou a produção. Para uma série ainda em fase de estruturação, isso já representava um golpe considerável, e o cenário ficou ainda mais turbulento quando a CBS chamou Warren Leight (Law & Order: SVU) para tentar reorganizar tudo, apenas para vê-lo sair no início de novembro. A essa altura, a possibilidade de atraso indefinido parecia cada vez mais real. As informações são do Ometele.

Foi nesse momento que o nome de Mike Weiss (FBI) começou a circular nos bastidores como possível salvador da produção. E se existe alguém capaz de colocar esse trem de volta nos trilhos, é ele. A CBS sabe disso e também reconhece o peso que CIA carrega. Não é apenas uma nova estreia no calendário, e sim um movimento estratégico essencial para proteger o principal patrimônio da emissora na TV aberta.

A franquia FBI se tornou uma mina de ouro desde sua estreia em 2018, quando Dick Wolf (Law & Order) e Craig Turk (The Good Wife) lançaram o título original. Hoje, FBI, FBI: Most Wanted e FBI: International somam 327 episódios ao longo de 18 temporadas. Isso é raro em um cenário tão competitivo, dominado por streamings que disputam a atenção do público diariamente. Por isso, quando CIA finalmente ganhou sua data oficial de estreia, marcada para 23 de fevereiro de 2026, a confirmação foi recebida quase como uma vitória aguardada há muito tempo.

A proposta de CIA é ambiciosa. Enquanto as outras séries lidam com ameaças explosivas dentro do território norte-americano, a nova produção abre caminho para a espionagem internacional, um ambiente onde a sombra tem mais força do que o impacto visual. Nesse território, o inimigo nem sempre é claro e a ameaça pode nem existir de verdade ainda. Essa ambiguidade promete ser a marca do novo spin-off. CIA deve mergulhar naquela zona cinzenta onde segurança nacional, diplomacia, moralidade e decisões impossíveis se encontram. É um terreno perfeito para histórias densas, personagens que enfrentam dilemas internos e conflitos que dificilmente se resolvem em um único episódio.

Esse novo direcionamento também dá à franquia a chance de crescer em um lado mais psicológico, político e emocional. Afinal, que tipo de vida consegue ter alguém que não pode contar a verdade nem para a própria família? A série promete explorar esse tipo de conflito com profundidade, algo que agrada tanto ao público casual quanto aos fãs que buscam tramas mais elaboradas.

Mas desenvolver um projeto assim não é simples. A troca constante de showrunners foi apenas um reflexo das exigências criativas envolvidas. CIA não pode ser uma repetição de FBI, precisa estabelecer identidade própria. O ritmo da espionagem é diferente, a abordagem é mais silenciosa e existe um cuidado especial com temas sensíveis. A série precisa ser eletrizante sem deixar de ser realista, precisa ter ação sem abandonar a sutileza e precisa ser envolvente sem cair no exagero. Esse equilíbrio é difícil de atingir, e cada showrunner que assumiu trouxe sua visão particular sobre o que CIA deveria ser, o que acabou tornando a definição do comando definitivo ainda mais complexa.

Apesar da CBS manter grande parte da produção em sigilo, algumas pistas sobre o tom da série surgiram nas últimas semanas. CIA deve ser mais serializada do que procedural, o que significa que a narrativa vai se desenrolar ao longo de vários episódios. Consequências terão peso e histórias serão construídas com mais calma. Os personagens viverão o clássico dilema da vida dupla, algo que sempre rende bons dramas pessoais, já que qualquer detalhe se torna motivo de conflito, desde uma ausência até um olhar distante durante o jantar. O foco da ação não será nos grandes espetáculos, e sim na tensão silenciosa que se instala nos pequenos gestos. Quanto a crossovers, eles provavelmente vão existir, mas de forma pontual. A série precisa consolidar seu caminho antes de começar a interagir frequentemente com as demais derivadas.

Outro ponto importante é a força do universo policial criado por Dick Wolf. Desde o início, FBI dialoga naturalmente com suas derivadas e até com a família Chicago da NBC, além de manter vínculos indiretos com Law & Order. Essa ponte ficou ainda mais evidente quando Tracy Spiridakos (Chicago P.D.) apareceu em FBI interpretando sua própria personagem. CIA deve se beneficiar dessa tradição e ampliar ainda mais o universo da franquia, criando possibilidades muito interessantes. É fácil imaginar um agente da CIA consultando a Fly Team da série International em uma investigação pela Europa ou cruzando dados com o time de Most Wanted em uma caçada internacional de grande escala. Esse tipo de conexão costuma agradar fãs que acompanham o universo desde o início.

Com um terreno criativo tão promissor e a responsabilidade de manter viva uma das franquias mais lucrativas da TV aberta, a série chega em fevereiro de 2026 carregando expectativas altas. O caminho para sua produção foi tumultuado, mas o potencial que ela carrega é enorme. Resta saber se a série vai honrar o legado de FBI ou se o universo de Dick Wolf está prestes a encarar um novo desafio. O público já marcou a data no calendário, e tudo indica que a estreia será um dos momentos mais comentados da temporada televisiva.

Mashle: Magia e Músculos confirma terceira temporada para 2027 e avança para um dos arcos mais decisivos do mangá

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O anime Mashle: Magia e Músculos teve sua terceira temporada oficialmente anunciada para 2027. A confirmação ocorreu durante a Jump Festa 2026, evento tradicional que reúne grandes novidades da indústria de mangás e animes. A nova fase da adaptação irá abordar o arco “Batalha dos Três Demônios”, considerado um dos momentos mais importantes e estruturantes da obra original, tanto em termos narrativos quanto no desenvolvimento de seus personagens centrais. As informações são do Omelete.

Desde sua estreia, Mashle construiu uma identidade própria ao misturar comédia física, ação e uma crítica direta às estruturas de poder baseadas em privilégios. Ambientada em um mundo onde o valor social de cada indivíduo é definido exclusivamente por sua habilidade mágica, a história apresenta uma sociedade rigidamente hierarquizada, na qual aqueles que não dominam magia são marginalizados ou eliminados. É nesse contexto que surge Mash Burnedead, um protagonista que rompe completamente com as regras estabelecidas.

Mash nasceu sem qualquer traço de magia, uma condição considerada inaceitável nesse universo. Criado em segredo por seu pai adotivo, Regro Burnedead, o jovem leva uma vida simples e isolada, baseada em treinos físicos intensos e em uma rotina pacífica. No entanto, essa tranquilidade é ameaçada quando sua existência é descoberta pelas autoridades mágicas. Para continuar vivendo ao lado de Regro, Mash recebe uma única alternativa: ingressar na Easton Magic Academy e conquistar o título de Visionário Divino, posição reservada apenas aos estudantes mais excepcionais do mundo mágico.

O título de Visionário Divino representa o mais alto nível de prestígio e poder dentro da sociedade apresentada na obra. Esses indivíduos não apenas dominam a magia em níveis extremos, como também exercem influência política e social direta. Ao estabelecer esse objetivo para um personagem completamente desprovido de magia, a narrativa constrói um contraste que sustenta grande parte do humor e da crítica social presentes na série.

Mesmo sem habilidades mágicas, Mash ingressa na academia determinado a sobreviver em um ambiente hostil e competitivo. Sua principal ferramenta é a força física obtida por meio de treinamento rigoroso, aliada a uma personalidade direta, ingênua e surpreendentemente ética. Ao longo da história, ele enfrenta estudantes extremamente poderosos, quebra expectativas e expõe as fragilidades de um sistema que valoriza apenas o talento mágico, ignorando caráter, esforço e empatia.

A adaptação para anime de Mashle foi anunciada em julho de 2022. A produção ficou a cargo do estúdio A-1 Pictures, conhecido por trabalhos de grande alcance comercial e técnico. A direção é assinada por Tomoya Tanaka, enquanto os roteiros ficaram sob responsabilidade de Yōsuke Kuroda, nome experiente em narrativas de ação e desenvolvimento de personagens. O design de personagens foi desenvolvido por Hisashi Toshima, e a trilha sonora é composta por Masaru Yokoyama. Segundo informações divulgadas no site oficial da série, o projeto foi concebido como uma adaptação completa do mangá.

A Aniplex of America reforçou a estratégia de divulgação internacional ao apresentar uma versão em inglês do vídeo de anúncio durante seu painel na Anime Expo, em julho de 2022. Essa movimentação evidenciou o interesse da produção em alcançar públicos além do Japão, consolidando Mashle como uma franquia de apelo global.

A primeira temporada do anime estreou em abril de 2023 e contou com 12 episódios. Nessa fase inicial, o público foi apresentado ao universo da obra, às regras que regem a sociedade mágica e aos principais personagens que orbitam Mash. A recepção foi positiva, especialmente pela combinação de humor absurdo com sequências de ação bem coreografadas e uma proposta narrativa clara.

Já a segunda temporada, intitulada Arco do Exame para Candidatos a Visionário Divino, estreou em janeiro de 2024, também com 12 episódios. Esse arco aprofundou significativamente o conflito central da série ao acompanhar o processo seletivo responsável por definir os próximos Visionários Divinos. Os exames colocam os candidatos diante de desafios que avaliam não apenas poder mágico, mas também inteligência estratégica, capacidade de liderança e resistência emocional.

Durante esse arco, Mash enfrenta adversários altamente qualificados, cada um representando diferentes filosofias sobre poder e mérito. A ausência de magia do protagonista se torna ainda mais evidente, exigindo soluções criativas e uma exploração maior de sua força física e determinação. O arco também amplia o papel de personagens secundários, fortalecendo o senso de equipe e rivalidade dentro da narrativa.

A terceira temporada, prevista para 2027, avança para o arco “Batalha dos Três Demônios”, um ponto de virada na história. Essa parte do mangá eleva o nível das ameaças e aprofunda os conflitos ideológicos que sustentam o mundo de Mashle. As escolhas feitas pelos personagens passam a ter consequências mais amplas, afetando diretamente o equilíbrio de poder e o futuro da sociedade mágica.

Retratos no Espelho | Um romance construído em vozes, memórias e segredos — José Cristovam transforma diálogos em cinema para o papel

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Em Retratos no Espelho, o escritor José Cristovam entrega uma obra que parece respirar como um filme — não apenas pelo ritmo, mas pela forma como cada diálogo carrega luz, sombra, tensão e silêncio. O romance, inteiramente construído por conversas, abre com um psicólogo revisitando um caso que marcou sua carreira: a história fragmentada, intensa e cheia de cicatrizes emocionais da família Lebazi Estevam. A partir desse ponto, o leitor é convidado a atravessar décadas em uma narrativa que se move como lembrança: nunca em linha reta, mas em curvas, flashes, retornos e cortes abruptos que lembram a montagem de um longa-metragem.

A trama salta dos anos 1960 ao início de 2020, reconstruindo momentos-chave na vida dos personagens como quem revira uma caixa antiga de fotografias. Cada diálogo funciona como uma imagem revelada — ora nítida, ora tremida, ora desgastada pelo tempo. Surgem discussões entre marido e mulher, confrontos entre pais e filhos, expectativas quebradas, reencontros marcados por emoções mal resolvidas, decisões adiadas e dores que se recusam a ser esquecidas. Não há linha cronológica confortável: há apenas memória, com toda sua subjetividade. O leitor decifra os fatos como quem monta um quebra-cabeça emocional, juntando pistas, tons de voz, hesitações e palavras não ditas.

E é justamente nisso que o livro se destaca. Em cada conversa, o autor trabalha temas universais — traumas que moldam a vida adulta, culpa que pesa mais do que deveria, a urgência de pedir perdão antes que seja tarde, a fragilidade dos vínculos familiares e o amor que, mesmo desgastado, insiste em permanecer. É um romance sobre como carregamos o passado no corpo, sobre como nossas versões antigas nunca desaparecem completamente.

Ambientado no ABC paulista, o livro se diferencia por não oferecer descrições físicas extensas ou cenários detalhados. Cristovam escolhe confiar na capacidade imaginativa do leitor, permitindo que cada um visualize rostos, espaços e gestos de acordo com sua própria bagagem emocional. É como assistir a um filme no escuro, onde a imagem se forma dentro da mente — uma composição íntima, quase secreta, entre leitor e narrativa. Sem narradores intermediários, sem capítulos que interrompem o fluxo, a sensação é de estar sentado ao lado dos personagens, ouvindo suas confissões, presenciando suas fraquezas, entendendo suas dores.

Outro ponto que torna Retratos no Espelho uma experiência singular é a trilha sonora integrada ao texto por meio de QR codes. Canções icônicas como “Exagerado” (Cazuza), “Se Eu Quiser Falar com Deus” (Gilberto Gil), “Como Uma Onda” (Lulu Santos), “Eduardo e Mônica” (Legião Urbana) e “Caso Sério” (Rita Lee) surgem como extensão das emoções expressas nos diálogos. A música entra como personagem invisível, dando textura às cenas e servindo como ponte afetiva entre o leitor e a atmosfera do momento. É uma escolha que reforça não apenas o caráter cinematográfico do romance, mas também o compromisso da obra em provocar sensações — e não apenas contar uma história.

Ao descrever Retratos no Espelho como um “filme escrito”, José Cristovam não exagera. O romance avança e recua apenas pelas vozes que o compõem, revelando camadas que só aparecem quando personagens se permitem olhar sem filtros, sem máscaras, sem escudos. É uma narrativa sobre o peso da memória e a coragem necessária para encarar o próprio reflexo — e, ao mesmo tempo, um convite para que o leitor faça o mesmo.

Dupla Sena de Hoje | Resultado do concurso 2877 de sexta (24/10) – Prêmio estimado em R$ 1,3 mihão

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Nesta sexta-feira, 24 de outubro de 2025, milhões de brasileiros se preparam para mais uma noite de expectativa e emoção com o sorteio do concurso 2877 da Dupla Sena, uma das loterias mais aguardadas da Caixa Econômica Federal. A extração acontece às 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo. Para que nenhum detalhe passe despercebido, a transmissão será ao vivo pelos canais oficiais da Caixa e por portais parceiros, permitindo que jogadores de todas as regiões do país acompanhem cada número sorteado em tempo real.

Com um prêmio estimado em mais de R$ 1,3 milhão, o concurso desperta a imaginação de milhares de apostadores, que sonham em transformar suas vidas com apenas um bilhete premiado. O grande diferencial da Dupla Sena é oferecer duas oportunidades de vitória em um único concurso, com dois sorteios consecutivos, tornando cada aposta ainda mais emocionante e estratégica.

Resultados do concurso 2877

Primeiro Sorteio

162019
054425

Segundo Sorteio

144729
303425

Como funciona a Dupla Sena

A Dupla Sena se destaca por permitir que uma única aposta concorra a dois sorteios distintos, aumentando significativamente as chances de premiação. O primeiro sorteio define o prêmio principal da rodada, enquanto o segundo sorteio oferece uma nova oportunidade de vitória para quem não acertou todas as dezenas na primeira etapa.

Além do prêmio principal, destinado a quem acerta as seis dezenas, existem faixas de premiação para acertos de cinco, quatro ou três números em qualquer um dos dois sorteios. Essa estrutura garante múltiplas possibilidades de vitória, mantendo a expectativa renovada a cada etapa e transformando cada concurso em uma experiência única e envolvente.

Como apostar na Dupla Sena

Participar é simples e democrático. O jogador escolhe de 6 a 15 números entre os 50 disponíveis no volante. A aposta mínima de seis dezenas, no valor de R$ 3,00, já participa automaticamente dos dois sorteios, ampliando as chances de vitória.

A Caixa oferece ainda algumas ferramentas que tornam o jogo mais prático e divertido:

  • Surpresinha: os números são escolhidos aleatoriamente pelo sistema, ideal para quem prefere confiar na sorte.
  • Teimosinha: permite repetir a mesma aposta por até 12 concursos consecutivos, mantendo os números favoritos sempre em disputa.
  • Bolões oficiais: amigos, familiares ou colegas podem unir forças, dividir custos e aumentar as chances de vitória. Além de estratégica, essa modalidade transforma o jogo em momentos de confraternização, expectativa e emoção compartilhada.

História e curiosidades da Dupla Sena

Criada em 2001, a Dupla Sena rapidamente conquistou seu espaço entre as loterias mais populares do Brasil. O grande diferencial — dois sorteios em um único concurso — mantém o jogo sempre interessante, atraindo tanto apostadores veteranos quanto novos jogadores.

Alguns números se tornaram “queridinhos” dos apostadores, como 10, 23 e 34, embora todos os números tenham a mesma probabilidade de serem sorteados. Essa imprevisibilidade transforma cada concurso em uma experiência única, cheia de suspense e expectativa.

A emoção de concorrer duas vezes

O charme da Dupla Sena está na dupla emoção que proporciona. Cada sorteio é uma nova dose de adrenalina: o primeiro revela os primeiros vencedores, e o segundo oferece outra chance de mudança de vida. Para muitos, acompanhar os dois sorteios em sequência cria momentos intensos de tensão, expectativa e esperança.

Além da emoção, a possibilidade de premiações menores garante que, mesmo sem levar o grande prêmio, o jogador sinta o gosto da conquista e mantenha viva a magia de acreditar na sorte.

Aposte com responsabilidade

Apesar da empolgação, é importante lembrar que a Dupla Sena é um jogo de sorte e deve ser encarada como entretenimento. Definir limites, jogar com responsabilidade e valorizar a diversão acima do resultado é a melhor forma de aproveitar a experiência com segurança e equilíbrio.

Dupla Sena: mais que números, uma oportunidade de recomeço

Mais do que uma loteria, a Dupla Sena simboliza sonhos, possibilidades e esperança. Cada bilhete comprado representa desejos individuais — desde quitar dívidas até investir em projetos pessoais ou garantir estabilidade financeira.

A cada concurso, milhões de brasileiros se permitem imaginar uma vida diferente, sonhar com mudanças significativas e acreditar que a sorte pode sorrir a qualquer momento. A Dupla Sena prova que, mesmo em meio às dificuldades do cotidiano, a possibilidade de realizar sonhos mantém acesa a chama da esperança, unindo o país em torno da emoção de acreditar que tudo é possível.

Tremembé | Série do Prime Video sobre detentos famosos e o sistema prisional já está disponível

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 31 de outubro de 2025, o Prime Video estreia Tremembé, série original que explora o cotidiano de um dos presídios mais emblemáticos do Brasil. Conhecido popularmente como “o presídio dos famosos”, Tremembé II é palco de histórias de detentos que ganharam notoriedade nacional. A produção combina true crime e drama, com direção de Vera Egito (que também assina o roteiro ao lado de Ulisses Campbell, Juliana Rosenthal, Thays Berhe e Maria Isabel Iorio) e chega justamente no Halloween, reforçando o clima de tensão, mistério e reflexão sobre crime e punição.

Um olhar que vai além do fato policial

Tremembé não se limita a recriar casos famosos, como os de Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e os irmãos Cravinhos. A série aprofunda-se na convivência diária dentro do presídio, mostrando rivalidades, alianças, estratégias de sobrevivência e as pequenas fragilidades humanas que surgem mesmo em um ambiente extremo.

Cada episódio convida o público a refletir sobre dilemas universais: medo, arrependimento, orgulho e a busca por reconhecimento. Ao mesmo tempo, a produção evidencia problemas estruturais do sistema prisional brasileiro, como superlotação, falhas de gestão e os impactos sociais de se tornar notório no país. Dessa forma, Tremembé oferece não apenas entretenimento, mas debate e reflexão social.

Saiba quem dá vida aos detentos

O elenco de Tremembé é um dos grandes atrativos da série, reunindo nomes consagrados e emergentes da televisão e do cinema brasileiro. Marina Ruy Barbosa (Império, Totalmente Demais, Deus Salve o Rei) interpreta uma detenta inspirada em Suzane von Richthofen, combinando intensidade e vulnerabilidade. Bianca Comparato (3%, Avenida Brasil) assume papel baseado em Elize Matsunaga, trazendo profundidade emocional à trama. Carol Garcia (A Dona do Pedaço, Quanto Mais Vida, Melhor!) vive outra detenta central, transmitindo a complexidade do dia a dia prisional.

Entre os personagens masculinos, Felipe Simas (Totalmente Demais, Salve-se Quem Puder) interpreta Daniel Cravinhos, enquanto Kelner Macêdo (Guerreiros do Sol, cinema e séries independentes) vive Christian Cravinhos, explorando o peso de suas decisões dentro da prisão. Completam o elenco Letícia Rodrigues (Malhação, Verdades Secretas), Anselmo Vasconcelos (O Auto da Compadecida, Velho Chico) e Lucas Oradovschi (Outras Produções Independentes), todos contribuindo para a densidade dramática da produção e fortalecendo a autenticidade da narrativa.

Participação do sistema e críticas sociais

Mais do que drama, Tremembé se propõe a levantar questões sociais e estruturais do sistema prisional brasileiro. Ao mostrar a rotina de um presídio que abriga detentos célebres, a série aborda superlotação, ressocialização, estigmatização e os impactos da fama dentro da prisão. A pesquisa para a produção foi extensa e detalhada, incluindo livros, entrevistas e estudos sobre os casos reais, garantindo fidelidade aos fatos sem perder o ritmo dramático. Ao equilibrar entretenimento e reflexão, Tremembé provoca debates sobre ética, justiça e a forma como a sociedade encara o crime e a punição.

Resumo da novela Terra Nostra de sábado (25/10) – Augusto enfrenta desafios nos negócios e Tiziu é registrado

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No resumo do capítulo da novela Terra Nostra deste sábado, 25 de outubro de 2025, Augusto demonstra não ter noção de como administrar os negócios do pai, enquanto Marco Antônio se esforça para solucionar o problema de Tiziu. Anacleto sugere a possibilidade de desaparecer com metade da colheita de Altino, aumentando a tensão na família. Ao mesmo tempo, Angélica mostra determinação em apoiar o marido e revela conhecimento sobre o cultivo de café, fortalecendo sua participação nos assuntos da fazenda.

Juliana garante que levará Mariana consigo quando se mudar, e Padre Olvão realiza uma visita à fazenda de Gumercindo, reforçando os laços da comunidade. Francesco leva Paola para almoçar na confeitaria, enquanto Matheu e Gumercindo auxiliam Augusto nos desafios do trabalho. Por fim, Francesco e Marco Antônio resolvem a situação de Tiziu: para poder estudar, o menino deve ser registrado, e eles assumem o papel de testemunhas, celebrando juntos esse passo importante na vida da criança. Paola se emociona e vibra com as flores que recebe do banqueiro, marcando um momento de leveza em meio às responsabilidades familiares.

O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela Terra Nostra?

Janete passeia em Paris enquanto Tiziu é oficialmente registrado com o nome de Júlio Francisco Santana, orgulhosamente escolhido pelo próprio menino. Matheu e Gumercindo organizam o trabalho da fazenda de Altino, e, após meses de esforço, a colheita chega ao fim, motivando os colonos a prepararem uma grande festa. Augusto autoriza seu sogro a negociar o café das fazendas, e Francesco aproveita o domingo para visitar Paola, levando flores e passeando pela cidade de braços dados. Tiziu mantém o uniforme mesmo aos domingos, enquanto Marco Antônio estranha a ausência do pai.

Rosana, sentindo-se indisposta, demonstra preocupação com o sexo do bebê. Matheu retira Leonora da festa, pois é chegada a hora do parto. Todos aguardam ansiosos, e nasce um menino, enchendo Gumercindo de emoção e lágrimas escondidas, enquanto Angélica, temendo uma menina, observa apreensiva. Gumercindo e Augusto viajam para São Paulo; Amadeu aguarda o dinheiro para deixar a fazenda, e Bartolo teme que outros colonos sigam o mesmo caminho. Marco Antônio desconfia de um envolvimento entre o pai e Paola, mas Augusto nega. Matheu se mostra feliz, embora não responda se Juliana tenha sido esquecida.

Anacleto e Inêz chegam a São Paulo para vender o café, mas Altino morre, e Francesco se preocupa com o grande empréstimo avalizado por ele. Matheu se surpreende ao saber que Gumercindo não vendeu o café devido ao baixo preço de mercado. Enquanto os pais insistem para que Paola volte à fazenda, ela prefere permanecer na capital. Gumercindo se queixa a Maria do Socorro sobre o excesso de café sem compradores, e Augusto demonstra habilidade política, impressionando Angélica. Bartolo decide ir embora, mas Matheu garante que Gumercindo honrará os pagamentos.

Rosana se ressente por permanecer em resguardo, mas comemora a chegada do filho. Augusto deixa a administração das fazendas com Angélica. Amadeu reclama pelo pagamento, quase confronta Matheu e abandona a propriedade. Juliana revela sua gravidez, e Marco Antônio e Francesco comemoram a novidade. Leonora, relutante em retornar à Itália, entra em conflito com o marido, enquanto Matheu busca contornar a situação, equilibrando emoções e responsabilidades familiares.

Resenha — Em Memória é um lembrete de que o amor, às vezes, é o ato mais corajoso em meio à guerra

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Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Há livros que falam de guerra, e há livros que falam daquilo que a guerra arranca da gente. Em Memória, da escritora britânica Alice Winn, lançado no Brasil pela Astral Cultural, é um desses. À primeira vista, parece mais uma história sobre jovens soldados e trincheiras da Primeira Guerra Mundial — mas logo o leitor percebe que o campo de batalha mais cruel está dentro dos próprios personagens.

Amor em tempos de pólvora

Henry Gaunt e Sidney Ellwood são dois garotos de 17 anos, colegas de um internato britânico, que dividem uma amizade cheia de subtextos e silêncios. Gaunt tenta negar o óbvio: está apaixonado pelo melhor amigo. E Ellwood, com seu jeito sonhador e poético, sente o mesmo — mas num tempo em que amar outro homem era quase uma sentença de exílio.

Quando a guerra começa e Gaunt é pressionado pela mãe a se alistar, ele vê na farda uma espécie de fuga dos próprios sentimentos. Só que o plano dá errado: Ellwood, movido por amor e medo de perdê-lo, segue seu caminho até o front. E é aí que o romance se transforma — não em uma simples história de amor proibido, mas em uma meditação sobre sobrevivência, memória e o preço de ser humano num mundo em colapso.

A dor como testemunha

O mérito de Alice Winn está em equilibrar a brutalidade da guerra com a delicadeza dos sentimentos. Ela escreve com um lirismo que corta — não há nada de romântico nas trincheiras, mas há beleza nos pequenos gestos: uma carta escrita às pressas, um olhar que diz tudo o que a boca não pode.

A autora não poupa o leitor das cenas mais viscerais: corpos mutilados, medo constante, perda de inocência. Mas também não deixa que a narrativa se resuma à tragédia. “Em Memória” é sobre como o amor insiste em existir — mesmo quando o mundo inteiro parece empenhado em destruí-lo.

Uma memória (literalmente) astral

O título brasileiro e o nome da editora formam uma coincidência curiosa: Em Memória, pela Astral Cultural. E, de certa forma, essa soma diz muito sobre o espírito do livro. É uma história que fala de lembrar — não só os mortos da guerra, mas tudo o que foi silenciado pelo medo e pelo preconceito.

Winn cria um universo quase “astral”, no sentido mais poético do termo: o amor entre Gaunt e Ellwood parece pairar acima da lama e do sangue, como uma centelha de humanidade que teima em brilhar.

Entre o épico e o íntimo

Se você gosta de livros que misturam intensidade emocional e contexto histórico, este é daqueles que te desmontam e te fazem pensar. Não é uma história “fácil” — e nem deveria ser. Alice Winn escancara a hipocrisia de uma sociedade que exalta o heroísmo masculino, mas reprime qualquer sinal de sensibilidade.

O relacionamento dos protagonistas nunca é idealizado: há culpa, medo, silêncio e até momentos em que o amor parece mais uma maldição. Mas é justamente essa imperfeição que o torna tão real.

Por que ler?

Porque Em Memória não é só um romance sobre dois rapazes na guerra — é sobre o que resta da gente depois que a guerra (qualquer guerra) acaba. Sobre como a lembrança se transforma em resistência. E sobre como, mesmo nas piores condições possíveis, ainda há espaço para a ternura.

Corujão aposta em aventura e fantasia com “Didi, O Caçador de Tesouros” neste sábado (20)

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Na madrugada deste sábado, 20 de dezembro, a TV Globo exibe no Corujão o filme “Didi, O Caçador de Tesouros”, uma produção brasileira que aposta na combinação clássica de aventura, fantasia e humor para conquistar públicos de todas as idades. Estrelado por Renato Aragão, o longa resgata o espírito aventureiro do eterno Didi Mocó e apresenta uma história envolvente, repleta de mistério, emoção e mensagens sobre amizade, justiça e coragem.

Lançado nos cinemas em 2006 e dirigido por Marcus Figueiredo, o filme levou aproximadamente 1,1 milhão de espectadores às salas de exibição, consolidando-se como um dos projetos cinematográficos de maior alcance da carreira solo de Renato Aragão. Agora, na TV aberta, a produção retorna como uma opção leve e nostálgica para quem aprecia histórias cheias de imaginação e bom humor.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno de Didi, um homem simples e sonhador que trabalha como mordomo do Dr. Samuel Walker. Mais do que um funcionário, ele é um verdadeiro amigo da família, especialmente de Pedro, o filho de 10 anos do patrão. A relação entre Didi e o garoto é marcada por cumplicidade, carinho e um espírito aventureiro que transforma situações comuns em grandes descobertas.

O ponto de virada da história acontece quando Didi e Pedro encontram, escondido em meio a um antigo álbum de fotografias, um mapa misterioso. A descoberta desperta a curiosidade dos dois e os leva a investigar a origem daquele objeto, dando início a uma jornada que os conduz até um hotel abandonado, cercado por lendas e segredos do passado. O local guarda pistas importantes sobre uma história esquecida que envolve a família de Pedro.

À medida que a aventura avança, o filme revela a trajetória do tenente Lucas Walker, avô do menino. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1945, Lucas estava entre os militares britânicos que fugiram para o Brasil em um avião carregado de ouro roubado dos nazistas. O voo, no entanto, terminou em tragédia ao cair em uma região próxima a São Paulo. Após o acidente, Lucas passou a ser visto como desertor e ladrão, manchando sua memória e deixando uma ferida aberta na história da família.

O que poucos sabiam é que, desde então, as almas de Lucas, de outros soldados e de pessoas ligadas ao carregamento de ouro ficaram presas entre a Terra e o céu. Esses espíritos aguardam alguém de coração puro, capaz de encontrar o tesouro perdido, devolvê-lo e, assim, libertá-los dessa prisão espiritual. É nesse contexto que Didi, com sua ingenuidade e bondade, surge como a figura central capaz de mudar o destino dessas almas.

Mesmo sem grandes habilidades ou preparo, Didi se mostra determinado a seguir adiante. Seu sonho de se tornar um caçador de tesouros acaba se transformando em uma missão muito maior, na qual ele precisa enfrentar medos, enigmas e situações sobrenaturais para fazer justiça ao passado. Ao lado de Pedro, ele descobre que a verdadeira coragem não está na força física, mas na honestidade e na disposição de fazer o bem.

O filme equilibra elementos de fantasia e aventura com o humor característico de Renato Aragão, criando uma narrativa acessível ao público infantil, mas que também conversa com os adultos. Os fantasmas, longe de serem assustadores, são apresentados de forma sensível, reforçando a ideia de redenção e de que erros do passado podem ser corrigidos quando há boas intenções.

O elenco reúne nomes conhecidos da televisão brasileira, como Eduardo Galvão, Grazielli Massafera, Francisco Cuoco, Cecil Thiré e Miguel Thiré, que ajudam a enriquecer a história e dar profundidade aos personagens. Cada um contribui para construir o clima de mistério e emoção que envolve o hotel abandonado e os acontecimentos ligados ao tesouro perdido.

Steven Knight assume roteiro e Denis Villeneuve deve dirigir o próximo 007 sob o comando total da Amazon

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Durante décadas, ele foi o homem mais enigmático do cinema. Um ícone de elegância e brutalidade, charme e destruição. De Sean Connery a Daniel Craig, passando por Roger Moore, Pierce Brosnan e tantos outros momentos da cultura pop, James Bond sobreviveu a guerras frias, à Guerra do Golfo, ao terrorismo, ao streaming e até às próprias contradições. Agora, às vésperas de completar 65 anos nas telonas, 007 se prepara para viver seu maior desafio: se reinventar de verdade.

Desta vez, o que está em movimento vai muito além da troca de ator ou da inclusão de tecnologias mais modernas nas cenas de ação. Estamos falando de uma transformação profunda — quase cirúrgica — na alma de James Bond. Segundo informações do Deadline, a Amazon MGM Studios escolheu Steven Knight, criador da aclamada série “Peaky Blinders”, para assinar o novo roteiro da franquia. E, para completar esse reposicionamento ambicioso, o estúdio mira alto: Denis Villeneuve, diretor de Duna e A Chegada, desponta como o favorito para assumir a direção do próximo capítulo da saga do espião mais icônico do cinema.

Sim, Bond está voltando. Mas não como antes.

O fim da “Era Broccoli”?

Talvez o maior movimento por trás dos holofotes tenha sido justamente esse: a Amazon, que adquiriu a MGM em 2022 por US$ 8,5 bilhões, finalmente conseguiu o que ninguém antes havia feito — tomar para si o controle criativo da franquia 007, até então cuidadosamente guardado por Barbara Broccoli e Michael G. Wilson. A dupla, herdeira do legado de Albert “Cubby” Broccoli, era conhecida por proteger Bond com mãos firmes — às vezes até demais.

Segundo fontes da indústria, a negociação foi longa, cheia de exigências, cláusulas e concessões, mas o resultado foi um cheque generoso (fala-se em cerca de US$ 1 bilhão) e um novo caminho para o agente com licença para matar. Agora, quem dita as regras é a Amazon — e a mudança de clima já é perceptível.

Steven Knight e o 007 com cicatrizes

Knight não é um roteirista comum. Com uma carreira que vai de roteiros premiados (Senhores do Crime, Locke) a criações originais de impacto como Peaky Blinders, ele carrega uma assinatura marcante: suas histórias são feitas de homens em conflito com seu próprio passado, cercados por sombras do poder e assombrados por erros pessoais. Não é difícil imaginar esse olhar aplicado a Bond.

O que podemos esperar? Um 007 mais humano, mais torturado, talvez até mais silencioso. Esqueça as piadas fáceis e as conquistas em sequência. Essa nova encarnação pode ser menos um playboy invencível e mais um homem lidando com o peso de representar um império em decadência. Em outras palavras: não mais um herói, e sim um reflexo dos dilemas contemporâneos.

Villeneuve: estilo, densidade e cinema com “C” maiúsculo

Embora a presença de Denis Villeneuve ainda não tenha sido oficialmente confirmada, o nome do diretor canadense tem circulado com força nos bastidores. E com razão: Villeneuve é hoje um dos cineastas mais respeitados do mundo, capaz de transformar blockbusters em experiências quase poéticas. Ele entende o silêncio, o tempo e o peso da atmosfera.

Em Sicario, ele mostrou como a guerra contra o crime pode ser moralmente insustentável. Em Blade Runner 2049, traduziu solidão e identidade num universo tecnológico opressivo. Em Duna, reimaginou a ficção científica com escala e respeito à complexidade.

Bond, sob Villeneuve, pode ser menos “tiro, porrada e bomba” e mais introspecção, estratégia e desespero contido. E isso pode ser ótimo.

Quem será o novo Bond?

Essa é a pergunta que não quer calar. Desde que Daniel Craig se despediu do personagem com Sem Tempo Para Morrer (2021), especulações não pararam. Regé-Jean Page, Aaron Taylor-Johnson, Henry Golding… cada semana parece trazer um favorito diferente.

Mas fontes ligadas à produção garantem que ainda estamos longe da escolha final. Com o roteiro em desenvolvimento e Villeneuve ainda ocupado com Duna: Parte Três, o foco agora está na essência do novo filme, não apenas na escalação do astro.

E isso, talvez, seja um bom sinal. Afinal, o próximo Bond não deve ser só um rosto bonito — mas um ator capaz de carregar o peso de um personagem em reconstrução.

Bond, James Bond… ainda importa?

Em 2025, essa é uma pergunta válida. Ainda faz sentido ter um espião britânico, branco, cis e armado, salvando o mundo em nome de uma monarquia europeia? Ainda faz sentido o glamour de um homem que dorme com mulheres perigosas e resolve tudo com socos e explosões?

A resposta talvez esteja na forma como essa nova fase for conduzida. Steven Knight e Denis Villeneuve são, acima de tudo, autores. Contadores de histórias. E se alguém pode pegar um personagem tão saturado, tão icônico, e fazê-lo respirar novamente, são eles.

Bond pode ser mais do que um símbolo do passado. Pode ser um espelho do presente.

O que nos espera?

Provavelmente um 007 mais melancólico. Menos foco em gadgets e mais em dilemas morais. Um filme que talvez comece com silêncio, em vez de uma perseguição alucinada. Um Bond que se pergunta se ainda tem lugar no mundo — e não um que já sabe todas as respostas.

Altas Horas deste sábado (09) reúne Compadre Washington, Diogo Nogueira, Marcelo D2 e filhos em homenagem ao Dia dos Pais

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 9 de agosto, o Altas Horas vai nos presentear com um programa cheio de sentimentos, música e histórias que tocam o coração. Para celebrar o Dia dos Pais, Serginho Groisman recebe no palco do programa grandes nomes da música brasileira junto com seus filhos — um encontro que vai muito além da música, é uma verdadeira celebração do amor, da cumplicidade e das diferentes formas de viver a paternidade.

São momentos que revelam o que, muitas vezes, fica guardado nos bastidores da fama e dos palcos: o jeito simples e verdadeiro de ser pai, o aprendizado diário, os reencontros, os desafios e, principalmente, o orgulho que um sente do outro.

A força do amor que atravessa gerações

Quando Compadre Washington sobe ao palco ao lado do filho Compadinho, a energia vai contagiar a todos. O pai, que levou o É o Tchan ao estrelato e marcou gerações com seus sucessos, verá seu legado musical ganhar vida na voz do filho, mostrando que a música pode ser a linguagem que une diferentes gerações. É uma conversa em forma de canção, um reencontro cheio de afeto e emoção.

Diogo Nogueira e seu filho Davi, com a canção “Espelho”, dão voz à beleza de um pai que canta para o filho, para a vida que ele quer que ele veja e se espelhe. A música vira um abraço, uma mensagem que atravessa o tempo e fortalece vínculos.

Já Marcelo D2 e Sain vão reviver no Altas Horas um momento muito especial: a primeira vez que cantaram juntos no programa, em 2003. Aquela apresentação carregava a dor e a homenagem ao pai de Marcelo, que havia falecido pouco antes. O relato de D2, falando da ligação do filho com seu avô, nos lembra que a família, mesmo quando perdida fisicamente, continua viva nas memórias e no coração.

Histórias de vida e cumplicidade

O programa também traz relatos que fazem qualquer um se emocionar. Tatau, que acompanha a filha Beberes no palco cantando “Mal Acostumada”, abre seu coração e conta como conheceu o filho apenas um mês após seu nascimento, por causa da correria da carreira e das turnês. Essa história simples, mas tão humana, reflete a realidade de muitos pais que se dividem entre os sonhos profissionais e o desejo de estar presente na vida dos filhos.

Felipe Araújo e João Reis mostram que a sintonia e o amor podem se transformar em música e parceria no palco. João Suplicy, por sua vez, divide um momento muito especial com as filhas Maria Luiza e Laura, mostrando que a música pode ser um elo afetivo que une famílias.

É lindo ver também o jovem Lucca, vencedor do reality “Estrela da Casa”, subir ao palco com o pai Humberto Penna para uma apresentação cheia de emoção e orgulho. E os outros artistas – Beto Jamaica e a filha Roberta, João Neto & Frederico com o pai Gil Neto, Paulinho Moska e o filho Tom Karabachian, Leoni com o filho Antonio Leoni – todos eles trazendo à tona a beleza e a complexidade do amor entre pais e filhos.

A paternidade que se faz em cada gesto

Mais do que canções, o especial do programa traz conversas que nos aproximam do que é ser pai hoje, com suas dificuldades, alegrias e aprendizados. Não é só sobre estar presente fisicamente, mas também sobre construir uma relação de confiança, respeito e afeto.

Serginho Groisman, com sua sensibilidade e olhar atento, cria um ambiente onde os convidados se sentem à vontade para dividir suas histórias mais íntimas, mostrando que, por trás do brilho e do sucesso, todos vivem as mesmas emoções.

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