Na Tela Quente, TV Globo apresenta a premiada comédia Ficção Americana nesta segunda (10)

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Segunda é dia de Tela Quente, e a TV Globo promete fugir do comum. O filme da vez é Ficção Americana — uma comédia dramática que faz rir, pensar e, principalmente, questionar. Escrito e dirigido por Cord Jefferson, em sua estreia como diretor de longas, o longa traz Jeffrey Wright no papel de um escritor que se rebela contra o racismo disfarçado de “boa intenção” dentro do mercado literário. Pode parecer um tema pesado, e de fato é, mas Jefferson transforma esse terreno espinhoso em uma narrativa afiada, divertida e profundamente humana.

Quando a genialidade não vende

O protagonista é Thelonious “Monk” Ellison, um autor negro brilhante, culto, dono de uma mente afiada — mas que simplesmente não vende livros. O motivo? Ele se recusa a seguir o que o mercado quer: histórias “sobre negros” cheias de dor, violência e estereótipos. Para o público branco, Monk é “intelectual demais”. Para as editoras, falta “autenticidade”. Em resumo: ninguém sabe onde colocá-lo.

Cansado de tanta hipocrisia, ele decide dar o troco. Sob um pseudônimo, escreve um livro propositalmente recheado de tudo o que o mercado adora — clichês raciais, gírias forçadas e tragédias previsíveis. O resultado é um best-seller instantâneo. Críticos o chamam de “revolucionário”, o público o adora e Monk, de repente, vira o escritor do momento… justamente por tudo o que ele despreza.

O filme é uma daquelas obras raras que conseguem ser engraçadas e sérias ao mesmo tempo. Cord Jefferson, que já tinha mostrado talento em séries como Watchmen e The Good Place, acerta o tom em cheio. É uma história sobre o peso de representar, sobre o que acontece quando um artista é forçado a falar por um grupo inteiro, e sobre como o mercado adora lucrar com a dor dos outros enquanto diz estar “dando voz”. Mas Jefferson faz isso com leveza. O humor surge nos lugares certos, a ironia é afiada sem ser cruel, e a empatia é o que amarra tudo.

Uma história sobre família e solidão

O que faz Ficção Americana ser mais do que uma crítica social é o quanto ele é pessoal. Entre as reuniões editoriais e as confusões do sucesso inesperado, Monk também precisa lidar com a própria vida: a mãe, Agnes (Leslie Uggams), começa a enfrentar problemas de memória; o irmão, Clifford (Sterling K. Brown), vive uma crise de identidade e tenta se reencontrar; e a irmã, Lisa (Tracee Ellis Ross), serve como um elo emocional que tenta manter a família unida. Essas relações trazem para o filme um calor humano que equilibra o sarcasmo. É nesses momentos mais íntimos que o público enxerga o verdadeiro Monk — não o escritor cínico, mas o homem que só quer ser compreendido sem precisar caber em uma caixinha.

Jeffrey Wright está gigante

Quem já conhece Jeffrey Wright de Westworld ou The Batman sabe do que ele é capaz — mas aqui ele se supera. Sua atuação é um show de sutilezas: Monk é ao mesmo tempo arrogante, ferido, divertido e incrivelmente real. Wright domina cada cena, e é impossível não se identificar com seu olhar cansado diante de um mundo que insiste em simplificar tudo. Não à toa, o ator foi indicado ao Oscar de Melhor Ator — e muita gente apostava que ele merecia levar. O elenco ainda conta com Sterling K. Brown (maravilhoso como o irmão carismático e confuso), Issa Rae, John Ortiz, Erika Alexander, Adam Brody, Leslie Uggams e Keith David. Todos têm tempo para brilhar, cada um contribuindo com uma camada diferente para o mosaico de emoções que o filme constrói.

Um dos filmes mais premiados de 2023

O longa-metragem estreou no Festival de Toronto, em setembro de 2023, e foi um sucesso imediato. Levou o People’s Choice Award, prêmio que já previu vencedores do Oscar como Green Book e 12 Anos de Escravidão. Pouco depois, o filme foi lançado nos Estados Unidos pela Amazon MGM Studios e virou um dos títulos mais comentados da temporada. No Oscar 2024, recebeu cinco indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante (para Sterling K. Brown). Cord Jefferson levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado, e com razão — o texto é afiado como uma navalha e, ainda assim, profundamente humano.

Um espelho com senso de humor

O que faz Ficção Americana ser tão especial é que, no fundo, ele está falando sobre todos nós — sobre o que consumimos, o que achamos “autêntico” e o quanto deixamos os rótulos definirem as pessoas. Monk é um personagem que provoca o público: ele não é um herói nem uma vítima. É alguém tentando ser ouvido sem ser reduzido. E quem nunca se sentiu assim em algum momento? O filme também brinca com o próprio público branco liberal, aquele que quer apoiar causas sociais, mas muitas vezes faz isso de forma performática. Jefferson não poupa ninguém, mas o faz com elegância e afeto — sem ódio, só com lucidez.

Resumo semanal da novela Alma Gêmea 17/09/2024 a 20/09/2024

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Capítulo 096 – terça-feira, 17 de setembro

Rafael se recusa a destruir o ateliê, e Débora exige que ele pelo menos dê um filho a Cristina. Na pensão, todos se oferecem para cuidar da pequena Clara. Julian decide pedir ajuda a Agnes para convencer Dalila a revelar a verdade sobre o exame. Enquanto isso, Cristina resolve eliminar qualquer lembrança de Luna da casa de Rafael. Raul descobre que Crispim planeja cobrar de Olívia os mantimentos vendidos ao restaurante e o faz acreditar que ela não pretende pagar. Raul sugere que Crispim cobre a dívida no momento em que o restaurante estiver lotado. Para evitar sair com Madalena, Raul inventa uma desculpa. Determinada a fazer Rafael esquecer Luna, Cristina pega uma tesoura e destrói os vestidos de Luna guardados no ateliê. Eduardo promete proteger Alexandra e a beija, enquanto Julian explica a Hélio que o corpo de Serena pode carregar sequelas de outra vida. Débora dá uma bronca em Zulmira, que, aos prantos, é vista por Felipe, que a questiona sobre o que aconteceu.

Raul descobre que o juiz está no restaurante de Olívia e aproveita para fingir carinho por Mirella e Carlito na frente dele. Nesse momento, Crispim entra no restaurante e exige que Olívia pague a dívida em público. Cristina mostra a Rafael os vestidos destruídos de Luna, levando-o a perder a paciência. Rafael tenta segurar Cristina, que perde o controle. Os gritos atraem a atenção de todos, e Felipe e Débora intervêm. Rafael, aos prantos, lamenta a perda dos vestidos de Luna, enquanto Felipe o aconselha a se libertar das lembranças do passado e valorizar Serena. Crispim se recusa a sair sem ser pago, mas Raul finge estar disposto a ajudar. Cristina, decidida a se vingar de Rafael, beija Ivan e pede sua ajuda em seu plano de vingança.

Ivan deseja passar a noite com Cristina, mas ela considera perigoso. Rafael comenta com Felipe sobre ruídos vindos do quarto de Cristina, mas afirma que não pretende abandoná-la até que ela supere a perda do bebê. Serena garante a Terê que não está doente, pois não morrerá antes de cumprir sua missão. Hélio pede Sabina em namoro, e ela aceita. Eduardo diz a Alexandra que ela precisa de tratamento antes que possam retomar a vida como casal, deixando-a arrasada. Raul impressiona o juiz ao pagar a dívida de Olívia, enquanto esta se mostra confusa com a atitude. Rodriguez tenta reconquistar Kátia, que promete pensar na proposta.

Raul comemora o constrangimento de Olívia, e esta, sem saber o que fazer para saldar suas dívidas, recebe a oferta de Mirella para que Raul empreste dinheiro a Olívia. Porém, Raul revela a Mirella que planeja tomar posse do restaurante. Cristina promete a Débora que destruirá tudo o que Rafael ama, começando por Serena. Ao mesmo tempo, ela busca reconciliar-se com Rafael, pedindo desculpas e sugerindo que, se ele não a amar, dará a ele o divórcio.

Capítulo 097 – quarta-feira, 18 de setembro

Cristina garante a Rafael que, caso se divorciem, não exigirá seu dinheiro. Ela também promete a Ivan mais encontros, enquanto Débora continua torturando Zulmira. Cristina celebra com Débora o “golpe de mestre” que deu em Rafael, e Raul revela a Mirella que seu objetivo é tomar o restaurante para si, deixando-a devastada. Divina e Ofélia dizem a Hélio que Sabina não é a mulher certa para ele, mas ele promete lutar por seu amor. Enquanto isso, Felipe encontra Mirella chorando e Julian alerta Eduardo que uma decepção amorosa pode agravar o estado de Alexandra. Agnes vai à pensão para falar com Dalila, na tentativa de desmascarar Cristina.

Agnes pede que Dalila revele a verdade sobre a gravidez de Cristina, mas Dalila, surpresa, finge não entender. A audiência de conciliação entre Olívia e Raul está marcada, e Raul prepara um plano para se sair bem diante do juiz. Olívia, ansiosa, veste-se de maneira exagerada, enquanto Raul mantém uma postura formal. Durante a audiência, Raul faz comentários maldosos sobre o decote de Olívia, e ela acaba confessando que já beijou o cozinheiro na frente dos filhos, piorando sua situação. Enquanto isso, Serena garante a Rafael que Cristina nunca mudou e que sempre quis viver a vida de Luna, mas Rafael, esperançoso, não compartilha da desconfiança de Serena.

Capítulo 098 – Quinta, 19 de Setembro

Rafael se comove profundamente ao receber uma foto de Luna, que Cristina trouxe para ele. Mais tarde, Cristina desabafa com a mãe, revelando seu impulso de jogar a foto na cara de Rafael, tal era sua frustração. Enquanto isso, Hélio enfrenta um dilema, pois Ofélia e Divina continuam a pressioná-lo para que não mantenha um relacionamento com Sabina. Serena, por sua vez, admite ainda nutrir sentimentos por Rafael, mas expressa receio quanto às suas promessas, que parecem inconstantes.

Agnes permanece cética sobre a suposta mudança de Cristina, como afirma Adelaide. Ciro tenta confortá-la com um beijo, mas Agnes deixa claro que só o vê como um amigo. Olívia e Vitório, que haviam anunciado terem feito as pazes, acabam se desentendendo novamente. Abílio orienta Olívia a se vestir com discrição para a audiência, enquanto Raul assegura a Bernardo que tomará providências contra a formiga perigosa que ameaça o roseiral. Ofélia, em sua habitual perspicácia, insinua algo sobre a reputação de Kátia, deixando Ritinha em lágrimas. Kátia, por sua vez, revela a Mirna que nunca teve interesse em se casar.

Dalila solicita a Divina que avise Cristina para visitá-la. Cristina confessa a Débora que não busca mais conquistar o amor de Rafael, mas sim destruí-lo. Eduardo decide ficar com Alexandra até que ela adormeça. Serena encontra José Aristides no roseiral, mas assegura que sua visita é apenas para falar com Rafael. Débora sugere que Zulmira e Eurico sejam dispensados por estarem envelhecendo, um comentário que Rafael não aceita bem. Raul se prepara formalmente para a audiência, enquanto Olívia, exageradamente, se veste como se fosse para uma festa. José Aristides revela a Terê que nunca conseguiu esquecer Serena. Rafael, aliviado, diz a Serena que Cristina está mais calma e que ainda nutre esperanças quanto a uma possível separação.

Serena questiona se Rafael foi novamente iludido por Cristina. O juiz, irritado com o atraso, critica Olívia, e Raul faz um comentário indevido sobre o decote dela, que inicia uma série de confusões. Olívia, em um acesso de sinceridade, acaba revelando que troca beijos com o cozinheiro na frente dos filhos, o que apenas aumenta a confusão. Felipe tenta apoiar Mirella, mas acaba se envolvendo em uma briga com Gumercindo, que degeneram em um tumulto na rua. Olívia abandona a audiência para ver a briga, e Raul observa satisfeito. Serena reafirma a Rafael que Cristina não mudou e que sempre desejou a vida que Luna teve. Ela lembra de quando Cristina cobiçou as joias de Luna, o que provoca um arrepio inexplicável. Rafael, frustrado, repreende Serena por não compartilhar sua esperança.

Serena, cansada de promessas, avisa a Rafael que não está disposta a esperar eternamente. Débora aconselha Cristina a colocar rosas em frente ao retrato de Luna. Cristina, ao cortar uma rosa, observa com horror que do caule escorre sangue e vê o espírito de Guto rindo para ela.

Capítulo 099 – Sexta, 20 de Setembro

Cristina, aterrorizada, grita em pânico. Ivan corre para socorrê-la, mas não consegue ver o sangue na rosa nem o espírito de Guto. Débora flagra Cristina abraçada a Ivan e o repreende, gerando uma discussão entre eles. Ivan, furioso, é contido por Cristina. Enquanto isso, Olívia tenta intervir na briga entre Felipe e Gumercindo e acaba falando bobagens diante do juiz, que decide suspender a audiência. Dalila expressa que não merece Roberval, e Débora tenta acalmar Cristina, afirmando que ela estava apenas imaginando as coisas. Cristina insiste que o que viu foi real.

José Aristides pergunta a Serena se ela não considera ir embora, já que seu relacionamento com Rafael não deu certo. Vitório relata que a audiência foi um fracasso total. Raul celebra o vexame de Olívia e se distrai observando Terezinha. Crispim, encantado com os porquinhos no chiqueiro, aproxima-se de Kátia e a beija.

Rafael, ao ver a rosa cortada, pergunta a si mesmo quem teria feito isso. Divina avisa a Cristina que Dalila deseja falar com ela urgentemente. Cristina só acredita quando descobre que Agnes esteve antes com Dalila. Eurico conta a Rafael que nunca cortaria uma flor, mas confirma que Cristina estava na estufa e gritou. Rafael pergunta a Débora a razão do grito, e Dalila revela a Cristina que Agnes lhe ofereceu dinheiro para revelar a verdade, sugerindo que Cristina ofereça mais para manter o silêncio. Serena explica a José Aristides que não está pronta para abandonar seu sonho e que ele deve esperar por ela. Terê revela seu desejo de escrever um livro.

Débora explica a Rafael que Cristina cortou a rosa para presenteá-lo e que o grito foi causado por um acidente ao se cortar. Confuso, Rafael mergulha em suas memórias. Felipe ouve os conselhos de Rafael e decide lutar por Mirella. Cristina garante a Dalila que ela receberá o dinheiro prometido. Rafael lamenta não ter lutado por Serena e Felipe aconselha Rafael a não cumprir a promessa feita a Cristina sobre ter outro filho. Rafael se questiona sobre as intenções de Cristina e o verdadeiro objetivo de suas ações.

Resumo da novela Cara e Coroa de quarta-feira, 14/05 (Viva)

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Capítulo 212 – Previsto para quarta-feira, 14 de maio de 2025:

Ainda abalada com a partida de Marina e Alberto, Belinha caminha pela Ilha do Adeus tomada pela angústia. Desesperada, ela grita pelo nome de Geninho, seu amigo inseparável. O silêncio que recebe como resposta só aumenta sua aflição. Mas há algo no ar… uma sensação de que o adeus está próximo.

Enquanto isso, no hangar, Vivi, mesmo diante do perigo, mantém a fé inabalável. Ela encara Mauro e diz com convicção que Fernanda vai salvá-los. Para ela, não é só uma esperança — é a certeza de um laço inquebrável entre irmãs, que vai além do medo e da violência.

E é nesse momento que algo quase milagroso acontece: Fernanda volta a enxergar. Como se guiada por uma força maior, ela recupera a visão no instante em que mais precisa dela. O renascimento é simbólico — não apenas da visão, mas da coragem e da missão que ela está prestes a cumprir.

Belinha, por fim, encontra Geninho. O reencontro é emocionante e tocante. Com serenidade, ele diz que sua missão chegou ao fim — que já pode partir. A despedida é envolta em um sentimento de paz e propósito, marcando o fim de um ciclo para ambos.

Em outro ponto da história, Vivi consegue fazer uma ligação para a casa de Guilhermina e, com a voz trêmula, pede que Rubinho chame Fernanda. Ao subir ao quarto, Rubinho tem uma surpresa: Fernanda fugiu. Ele se depara com o quarto vazio e percebe que ela foi capaz de ultrapassar todos os limites para salvar quem ama.

Enquanto a tensão cresce, Belinha retorna para casa, com o coração mais leve. Minutos depois, a chegada repentina de Fernanda deixa todos sem palavras. Ela aparece dirigindo um carro — um símbolo claro de força e renascimento. Ninguém esperava por aquilo, e o choque é visível nos rostos de todos. A Fernanda que reaparece ali não é mais a mesma: é alguém transformada, pronta para enfrentar o que for preciso.

Rodrigo Sant’Anna e Flávia Reis prometem emoção e gargalhadas no Conversa com Bial desta quinta (17)

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Nesta quinta-feira, 17 de julho, o Conversa com Bial abre espaço para uma dupla que domina a arte do riso com talento, verdade e generosidade: Rodrigo Sant’Anna e Flávia Reis. Em um bate-papo inédito que vai ao ar na TV Globo e no GNT, os dois humoristas compartilham histórias que ultrapassam os palcos e refletem sobre o impacto do humor na construção de suas trajetórias pessoais e profissionais.

Veteranos da comédia e amigos de longa data, Rodrigo e Flávia prometem emocionar o público com relatos de bastidores, memórias de superação e homenagens marcantes — em especial, a nomes como Paulo Gustavo e Maurício Sherman, figuras fundamentais na vida de ambos.

Do subúrbio ao estrelato: humor como ferramenta de ascensão

Rodrigo Sant’Anna, conhecido por personagens inesquecíveis como a Valéria do Zorra Total e atualmente no ar com Tô de Graça, no Multishow, relembra como o sucesso o surpreendeu de forma avassaladora. “Quando a Marília Gabriela me convidou para uma entrevista, eu entendi que aquilo era muito maior do que eu imaginava”, revela, em um dos trechos mais aguardados da conversa.

Ele também recorda o início da carreira no teatro, com a montagem de Os Suburbanos. “Era tudo feito na raça. A banda tocava ao vivo entre os esquetes e eu precisava pegar empréstimo com a minha mãe pra conseguir pagar a galera. Mas foi ali que tudo começou”, antecipa.

Flávia Reis: da palhaçaria hospitalar ao riso na televisão

A atriz e comediante Flávia Reis traz à tona uma visão delicada e profunda sobre o riso como acolhimento — especialmente em seu trabalho voluntário em hospitais. “No hospital, o limite do humor é o outro. Às vezes, o maior presente é só estar presente”, diz ela, em um dos momentos mais sensíveis do programa.

Além disso, Flávia compartilha os bastidores do convite de Maurício Sherman para integrar o Zorra, e também conta como Paulo Gustavo a impulsionou a criar a personagem Vanda da Van. “Ele disse: ‘Abre meu stand up com a Vanda’. Aquilo foi um divisor de águas pra mim”, revela.

Reconexão e identidade: o humor como espelho da vida

Tanto Rodrigo quanto Flávia falam sobre o desafio e a responsabilidade de fazer humor em um país com tantas realidades distintas. Rodrigo destaca a importância de se reconectar com as próprias raízes como forma de manter o humor autêntico. “Sempre que fico travado, volto pra minha infância. É onde tudo começa e tudo faz sentido”, diz.

Já Flávia destaca que o riso, quando nasce do afeto, é mais do que piada: é escuta. É presença. “Humor não é só fazer rir. É saber o que o outro precisa naquele momento.”

Spider-Noir | Assista ao novo trailer e descubra quando a série com Nicolas Cage chega ao Prime Video

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O universo do Homem-Aranha vai ganhar uma das versões mais diferentes já vistas com Spider-Noir, nova série estrelada por Nicolas Cage que acaba de ter seu trailer final divulgado. A produção aposta em um clima muito mais pesado do que o habitual das adaptações do herói, trazendo uma Nova York dos anos 1930 dominada por crime, corrupção e uma atmosfera que se afasta completamente do estilo tradicional dos filmes de super-herói.

Quando estreia?

A estreia global está marcada para 27 de maio no Prime Video. Todos os oito episódios serão lançados de uma só vez, em um formato pensado para maratona, chegando em duas versões simultâneas, uma em preto e branco e outra colorida. Esse detalhe reforça a proposta estética da série, que mergulha de vez no estilo noir clássico.

O trailer deixa claro desde os primeiros segundos que esta não é uma adaptação convencional do Homem-Aranha. Aqui, o público acompanha um detetive envelhecido, marcado pelo desgaste físico e emocional, que já viveu a experiência de atuar como vigilante em uma cidade que parece sempre à beira do colapso.

A narrativa se apoia em uma estrutura mais próxima de um thriller investigativo do que de uma história tradicional de super-heróis. Em vez de batalhas grandiosas e cenas de ação constantes, o foco recai sobre crimes, segredos escondidos e um protagonista lidando com as consequências de suas escolhas. Essa abordagem cria um ritmo mais lento e denso, valorizando o clima de tensão.

Por que Nicolas Cage foi escolhido para o papel?

Um dos grandes destaques de Spider-Noir é o retorno de Nicolas Cage ao papel do Homem-Aranha Noir. O ator já havia dado voz ao personagem nas animações do universo Spider-Verse, o que criou uma conexão prévia com essa versão alternativa do herói.

Agora, em live-action, Cage assume um papel ainda mais complexo. Seu personagem é um investigador particular que carrega um passado marcado por perdas e decisões difíceis, tentando sobreviver em uma cidade onde a linha entre justiça e sobrevivência é cada vez mais borrada.

A escolha do ator reforça a proposta da série de apostar em um tom mais dramático e introspectivo. Em vez de um herói tradicional, o público encontra uma figura cansada, quase quebrada, que ainda assim insiste em enfrentar o caos ao seu redor.

Quem faz parte do elenco?

Além de Nicolas Cage, o elenco da série inclui Lamorne Morris no papel de Robbie Robertson, além de Brendan Gleeson e Li Jun Li em personagens ainda mantidos sob sigilo.

A ambientação nos anos 1930 é um dos pilares mais importantes da produção. Em vez da Nova York moderna e tecnológica vista em outras versões do Homem-Aranha, aqui o cenário é mais cru, com ruas escuras, clubes esfumaçados, jornais impressos e uma atmosfera de investigação constante. Essa escolha aproxima a série de clássicos do cinema policial, criando uma identidade visual bem diferente dentro do universo Marvel.

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O que esperar dessa nova versão do Homem-Aranha?

Com o trailer final já disponível, a série se posiciona como uma das apostas mais ousadas e diferentes do universo do Homem-Aranha até hoje. A presença de Nicolas Cage no papel principal contribui para aumentar ainda mais a curiosidade em torno da produção, que aposta em uma narrativa mais madura e focada em investigação.

Orquestra Ouro Preto e Antonio Vaz Lemes transformam trilhas de videogames em espetáculo sinfônico no Sesc Geek Experience 2025

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Neste sábado, 8 de novembro, às 14h45, o Sesc Palladium, em Belo Horizonte, será tomado pela fusão entre música erudita e cultura pop. A Orquestra Ouro Preto, sob regência do maestro Rodrigo Toffolo, realiza uma apresentação única dentro do Sesc Geek Experience 2025, com participação especial do pianista Antonio Vaz Lemes, criador do projeto PianoQueToca. O concerto promete uma imersão emocionante nas trilhas sonoras que marcaram gerações de gamers e amantes da música.

Com arranjos exclusivos e sonoridade envolvente, a Orquestra Ouro Preto mergulha no universo dos jogos para apresentar um repertório que vai muito além da nostalgia. Temas de clássicos como The Legend of Zelda, Super Mario, Sonic, Dark Souls, Castlevania, Donkey Kong Country e Hollow Knight ganham vida sob uma nova perspectiva — com o peso, a emoção e o esplendor de uma orquestra completa.

Mais do que uma homenagem à cultura geek, o concerto celebra a sofisticação artística das trilhas de games, que há décadas encantam fãs e se consolidam como parte do patrimônio musical contemporâneo.

“O público vai se surpreender com a força dessas composições”, explica o maestro Rodrigo Toffolo, diretor artístico da Orquestra. “A música dos games tem um poder de conexão impressionante. Ela desperta memórias, emoções e cria pontes entre diferentes gerações. Trazer isso para o palco sinfônico é uma forma de reconhecer o valor artístico dessas obras.”

Antonio Vaz Lemes: o piano que conversa com o mundo digital

A participação de Antonio Vaz Lemes promete ser um dos pontos altos da noite. Conhecido nacional e internacionalmente, o pianista conquistou milhões de admiradores nas redes sociais com o PianoQueToca, projeto que leva a música de concerto para novas plateias e mostra que o piano pode dialogar com todos os estilos — da música clássica à cultura pop, dos animes aos videogames.

Descrito pela revista Gramophone, de Londres, como “um Pollini latino-americano”, Antonio é reconhecido por unir virtuosismo técnico e sensibilidade artística. Seu trabalho se destaca justamente por aproximar o público jovem da música instrumental e por transformar o piano em um canal de comunicação acessível e contemporâneo.

“Ver a música dos games ganhar forma orquestral é uma experiência indescritível”, afirma Antonio. “Essas melodias fazem parte da vida de milhões de pessoas e têm uma carga emocional gigantesca. Tocá-las junto da Orquestra Ouro Preto é unir o erudito ao popular de um jeito que toca fundo no coração.”

A inovação como marca da Orquestra Ouro Preto

Reconhecida pela crítica como uma das formações mais versáteis do país, a Orquestra Ouro Preto tem se destacado por sua capacidade de romper fronteiras entre estilos musicais. De homenagens a Alceu Valença e Beatles a projetos com bandas contemporâneas, o grupo tem levado a música de concerto a públicos cada vez mais diversos.

Com o Orquestra Ouro Preto Geek Experience, o grupo reafirma sua vocação inovadora. A proposta é fazer com que a plateia viva a emoção dos jogos por meio do som — um convite para reviver aventuras, batalhas e jornadas épicas, agora traduzidas em arranjos sinfônicos de tirar o fôlego.

Cultura geek e arte sinfônica lado a lado

O concerto faz parte da programação do Sesc Geek Experience 2025, evento que transforma o Sesc Palladium em um verdadeiro hub da cultura pop. A edição deste ano acontece ao longo de dois dias, com torneios de eSports, concurso de cosplay, batalhas de K-pop, experiências imersivas e convidados especiais.

Para o público, é uma oportunidade de celebrar o universo geek em sua forma mais ampla — da criatividade e tecnologia aos laços de comunidade que unem fãs de todas as idades. E, no centro dessa celebração, a música se torna o elo que conecta mundos.

Na Sessão da Tarde desta quarta (26), Globo exibe MIB – Homens de Preto 3, estrelado por Will Smith e Tommy Lee Jones

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A tarde desta quarta-feira, 26 de novembro, promete despertar nostalgia, risadas e até algumas surpresas emocionais para quem acompanhar a Sessão da Tarde na TV Globo. O filme escolhido foi “MIB – Homens de Preto 3”, terceiro capítulo da franquia que marcou gerações e ajudou a consolidar a imagem de Will Smith como um dos atores mais carismáticos do cinema de ação moderno. Lançado em 2012, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld retoma o universo excêntrico e divertido da agência secreta responsável por monitorar a presença alienígena na Terra, mas desta vez a narrativa não se contenta apenas com o humor característico da série. Ela mergulha em sentimentos até então inexplorados nos filmes anteriores, especialmente a relação entre os agentes J e K.

Quem acompanha a franquia sabe que Homens de Preto sempre combinou humor inteligente com ficção científica leve, situações absurdas e uma estética visual marcante: os ternos pretos, os óculos escuros e os alienígenas escondidos em plena Nova York. Em MIB 3, porém, algo diferente acontece. Mais de uma década após o lançamento do segundo filme e com um hiato prolongado na carreira de Will Smith como protagonista, o terceiro capítulo chega com uma proposta mais sensível. Ele se distancia de um mero reencontro com personagens icônicos para entregar uma história sobre tempo, memória e laços invisíveis que moldam nossa vida. Ao revisitar a franquia, Barry Sonnenfeld não apenas resgata o que deu certo anteriormente, como amplia o universo narrativo, aprofunda personagens e coloca o coração no centro da aventura, tudo isso sem abrir mão do humor que tornou os filmes tão populares.

O enredo tem início com a fuga espetacular de Boris, o Animal, interpretado por Jemaine Clement, um dos vilões mais perigosos que já passaram pela MIB. Ele estava preso há décadas em uma colônia penal na Lua, a Lunar Max, cenário à altura de sua reputação. Boris não é apenas cruel: é inteligente, vingativo e paciente. Depois de escapar, decide voltar a 1969, ano em que foi capturado pelo Agente K, interpretado por Tommy Lee Jones. Sua intenção é impedir sua prisão e eliminar K antes que o agente ative o ArcNet, sistema que protege a Terra de uma invasão alienígena. O efeito dessa viagem temporal é imediato. De um dia para o outro, o Agente J, interpretado com o carisma de sempre por Will Smith, percebe que o amigo e parceiro simplesmente deixou de existir. Na nova linha do tempo, K morreu há mais de 40 anos e o planeta está prestes a sofrer uma invasão que ninguém mais parece capaz de deter. A partir desse ponto, o filme deixa claro que não é apenas uma nova aventura, mas uma jornada emocional que vai obrigar J a encarar não apenas o passado da MIB, mas o próprio passado.

É nesse contexto que surge a Agente O, vivida por Emma Thompson, que agora lidera a organização após a morte de Zed. É ela quem percebe que os lapsos temporais de J são sinais de uma ruptura na linha do tempo. J, impulsivo e movido pela intuição, decide que não vai aceitar um mundo sem K. Ele procura o negociante Obadias Prince para conseguir um dispositivo ilegal de viagem temporal e, em uma das cenas mais memoráveis do filme, se lança do topo do Chrysler Building para ativar o equipamento e voltar a 1969. A escolha não é apenas tática; é afetiva. J não está tentando salvar apenas um parceiro de trabalho, mas alguém que moldou sua vida de maneiras que ele ainda não compreendia.

Ao chegar ao passado, a narrativa ganha um charme especial. A Nova York de 1969 não é apenas cenário, mas personagem. Das roupas aos carros, dos diálogos aos costumes, tudo transporta o público para aquela época. É lá que J encontra a versão jovem de K, interpretada por Josh Brolin em uma performance surpreendente. Brolin não imita Tommy Lee Jones; ele absorve suas nuances, o jeito contido de falar, a postura rígida e o olhar calculado. É como ver K rejuvenescido, embora mais acessível e menos endurecido. O contraste entre J, um homem de 2012, e K, um agente novato de 1969, rende momentos divertidos e profundos. Naquele tempo, nada ainda foi perdido, inclusive segredos que J jamais imaginou.

Um dos personagens mais marcantes desta aventura é Griffin, interpretado por Michael Stuhlbarg com uma mistura de doçura e estranheza. Griffin possui a habilidade de enxergar vários futuros possíveis ao mesmo tempo. Sua presença traz ao filme uma camada inesperada de sensibilidade. Ele não é apenas uma peça-chave para recuperar o ArcNet, mas também um lembrete de que o futuro depende de pequenas escolhas. Suas falas poéticas dialogam com o tema central da narrativa: o que molda nossas vidas muitas vezes não são grandes acontecimentos, mas decisões diárias que tomamos sem perceber seu impacto. Essa filosofia permeia toda a história e faz de MIB 3 o capítulo mais reflexivo da franquia.

A reta final leva J, K e Griffin ao Cabo Canaveral, local do lançamento do Apollo 11. A trama se entrelaça à história real da chegada do homem à Lua, criando um pano de fundo grandioso para o confronto decisivo contra Boris. Ali, duas linhas temporais se chocam literalmente: J enfrenta o Boris do futuro enquanto K encara o Boris de 1969. A montagem ágil e carregada de tensão transforma essa sequência em um dos momentos mais eletrizantes da trilogia. E é nesse ponto que o filme entrega sua maior reviravolta emocional.

Após derrotar o vilão, K presencia a trágica morte de um coronel militar que parecia apenas mais um personagem secundário envolvido na missão. Quando um garoto sai de uma van procurando pelo pai, tudo se encaixa. O menino é James, a versão infantil do próprio Agente J. É nesse instante que o público e o personagem entendem algo poderoso: K estava presente no momento mais traumático da vida de J. Ele testemunhou a morte do pai do futuro agente e, para poupá-lo de carregar aquela dor, usou o neuralizador para criar uma memória mais suave. Esse gesto silencioso, guardado por mais de quatro décadas, redefine completamente a dinâmica entre os dois. O que sempre pareceu uma parceria rígida revela-se um laço profundo, quase paternal.

De volta à linha correta do tempo, J reencontra K no presente, vivo e com o mesmo semblante enigmático de sempre, mas agora existe uma compreensão diferente entre eles. A distância emocional que parecia natural começa a desaparecer. A cena em que J mostra o relógio que era de seu pai é simples, mas cheia de significado. K, por sua vez, deixa escapar uma sinceridade rara ao dizer que foi uma honra ter conhecido o pequeno James naquele dia de 1969. É um fechamento delicado para uma história que começou com ação, passou pela comédia e encontrou seu ponto mais alto na emoção.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 24/05/2023 quarta-feira

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Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 24/05/2023, quarta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No capítulo da novela, na pracinha de Castanheiras, Alex e Téo demonstram solidariedade ao proteger Ian, Nath e Ellen da gangue Pedalzera. Juntando suas forças, eles confrontam os membros da gangue, deixando claro que não tolerarão intimidação e defendendo seus amigos. Enquanto isso, Vitor comete um ato de furto ao pegar dinheiro do caixa do Armazém. Sua ação não passa despercebida e Fausto confronta Vitor sobre o ocorrido. Fausto havia apresentado um projeto cultural para Hélio, mas recebe a notícia de que não há recursos disponíveis para financiamento. Hélio sugere, então, que Fausto escreva uma obra sobre o próprio bairro de Castanheiras, explorando suas histórias e peculiaridades. Em outra parte da cidade, Enzo participa de uma entrevista de emprego em uma empresa de contabilidade, buscando novas oportunidades profissionais. Ele se prepara para demonstrar suas habilidades e experiência, esperando conquistar a vaga. Mais tarde, na praça central de Castanheiras, os amigos da Lado Vila se envolvem em uma briga intensa com os do Lado Torre. A confusão e o barulho chamam a atenção de Mari e Amanda, que intervêm para separar as crianças e acalmar a situação. Enquanto Mari observa Romeu durante o tumulto, memórias do passado ressurgem, despertando sentimentos e lembranças. Amanda sugere que a disputa entre os dois lados seja resolvida de forma mais pacífica e divertida, propondo uma competição esportiva no Centro Esportivo Comunitário (CEC). Ela sugere que o time perdedor seja responsável por postar uma foto nas redes sociais elogiando o time vencedor, destacando as coisas positivas sobre eles. Hélio aconselha as crianças a jogarem Base 4 para decidir quem ficará com o banco da praça. Essa sugestão busca resolver o conflito de maneira lúdica e justa, permitindo que todos tenham a oportunidade de competir de forma igualitária. Enquanto isso, na Monter Mercado, Bassânio busca reparar sua relação com Pórcia ao pedir desculpas.

Resumo semanal A Infância de Romeu e Julieta 24/05/2023 a 26/05/2023

Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, Pórcia, que usa um caderno para se comunicar, escreve uma mensagem para ele, mas Bassânio revela que não sabe ler. Pórcia menciona que é capaz de ler lábios, abrindo uma nova forma de comunicação entre eles. De volta ao Armazém, Mari confronta Vitor sobre o desaparecimento de metade do dinheiro do caixa. Vitor nega veementemente ter pegado o dinheiro, mas Clara percebe que ele está usando um relógio novo. Mari o enfrenta diretamente, revelando que ele comprou o relógio com o dinheiro roubado do Armazém. Ela deixa claro que se ele repetir esse tipo de comportamento indesejado, ele será demitido da empresa. Vitor continua negando, argumentando que também é sócio do Armazém e possui direitos. Enquanto isso, Dimitri, Chilique e Muke planejam uma artimanha suja no CEC, decidindo jogar vaselina na quadra para atrapalhar Téo e Alex. Além disso, Trapaça e Fê Dengosa sujam a pracinha onde Nath, Ellen e Ian costumam passar o tempo, buscando causar problemas para eles. Com uma série de eventos e conflitos em andamento, o bairro de Castanheiras enfrenta desafios e tensões. Os personagens terão que lidar com essas situações e encontrar maneiras de superá-las, seja por meio do diálogo, resolução pacífica ou demonstrando coragem e determinação para enfrentar adversidades.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Warner Bros divulga trailer de Eles Vão Te Matar, novo terror da produtora de Andy e Barbara Muschietti

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Foto: Reprodução/ Internet

A Warner Bros. divulgou o trailer oficial de Eles Vão Te Matar, primeiro longa-metragem da Nocturna, produtora fundada por Andy e Barbara Muschietti, dupla responsável por alguns dos maiores sucessos recentes do terror, como It: A Coisa (2017), It: Capítulo Dois (2019) e a aguardada série It: Bem-Vindos a Derry. Com estreia prevista para março, o filme aposta em uma combinação explosiva de horror sangrento, ação acelerada e comédia sombria para conquistar o público.

O longa é protagonizado por Zazie Beetz, atriz indicada ao Emmy e conhecida por papéis marcantes em produções como Atlanta, Coringa (2019), Deadpool 2, Bullet Train, Nine Days e The Harder They Fall. Versátil e carismática, Beetz se consolidou como um dos nomes mais interessantes de sua geração, transitando com facilidade entre o cinema autoral, o blockbuster e a televisão de prestígio.

Ao seu lado está Tom Felton, eternamente lembrado por interpretar Draco Malfoy na franquia Harry Potter, papel que o projetou mundialmente. Após o fim da saga, Felton construiu uma carreira diversificada, com participações em filmes como Planeta dos Macacos: A Origem, A Ressurreição, Ophelia, Belle, Against the Sun e A Babysitter: Killer Queen, além de séries como The Flash, Origin e Murder in the First.

Outro grande destaque do elenco é Patricia Arquette, vencedora do Oscar por Boyhood – Da Infância à Juventude. A atriz possui uma carreira sólida e respeitada, com trabalhos memoráveis em filmes como Estrada Perdida, True Romance, Ed Wood, Alguém Tem que Ceder, Bringing Out the Dead e Little Nicky. Na televisão, Arquette ganhou nova projeção com séries aclamadas como Medium, The Act e Ruptura (Severance), reafirmando sua relevância artística ao longo das décadas.

Eles Vão Te Matar convida o público a mergulhar em uma noite de puro caos dentro do Hotel Virgil, um local sombrio e decadente que funciona como o covil de um culto demoníaco. A história acompanha uma jovem que, ao se ver presa nesse ambiente hostil, precisa sobreviver a uma sucessão de ataques brutais, armadilhas cruéis e personagens perturbadores antes de se tornar a próxima vítima do grupo.

A proposta do filme combina violência gráfica, ritmo acelerado e um humor negro afiado, criando uma experiência que não se limita ao terror tradicional. Mortes exageradas, situações absurdas e diálogos perversamente irônicos fazem parte da identidade do longa, que promete entregar entretenimento intenso do início ao fim.

Além do trio principal, o elenco conta com Myha’La, atriz em ascensão que chamou atenção em Morte Morte Morte, Leave the World Behind, She’s Gotta Have It e na série Industry, da HBO, onde ganhou destaque por sua presença magnética e atuações contundentes.

Outro nome de peso é Paterson Joseph, conhecido por seu trabalho em produções como Wonka, The Beach, Aeon Flux, In the Name of the Father e The World’s End. Na televisão, Joseph é amplamente reconhecido por suas atuações em séries como The Leftovers, Peep Show, Vigil e Timeless.

O elenco também inclui Heather Graham, atriz que marcou os anos 1990 e 2000 com filmes como Boogie Nights, Austin Powers: O Agente Internacional do Mistério, From Hell, Se Beber, Não Case!, Bowfinger, Drugstore Cowboy e License to Drive. Nos últimos anos, Graham tem alternado entre produções independentes, thrillers e comédias, mantendo uma carreira constante no cinema e na televisão.

A estreia da Nocturna no cinema

O longa-metragem marca a estreia da Nocturna como produtora de longas-metragens, consolidando o interesse de Andy e Barbara Muschietti em expandir sua atuação para além da direção. Conhecidos por revitalizar o terror mainstream com It, os irmãos agora apostam em uma abordagem mais irreverente, violenta e autoral, mesclando gêneros e explorando narrativas extremas.

Arte Brasileira Uma Seleção | Exposição revisita meio século de inovação e experimentação

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Foto: Reprodução/ Internet

A Galeria Berenice Arvani, em São Paulo, apresenta de 6 de abril a 29 de maio de 2026 a exposição “Arte Brasileira Uma Seleção”, uma mostra que propõe um olhar crítico e cuidadoso sobre a produção artística brasileira ao longo das décadas do século XX. Integrando a programação paralela da SP–Arte 2026, a exposição reúne obras de artistas que não apenas marcaram sua época, mas também tiveram suas trajetórias reconhecidas por instituições, exposições históricas e publicações de referência, consolidando seu lugar na história da arte nacional.

Segundo a galerista Berenice Arvani, “o objetivo da exposição é mais do que reunir grandes nomes: buscamos mostrar como o conceito de obra-prima evolui com o tempo. Cada período tem sua própria forma de questionar e redefinir os padrões estéticos, e queremos que o visitante perceba essa transformação”.

O percurso da mostra começa com as primeiras experimentações modernistas, momentos em que a arte brasileira buscava definir sua própria identidade frente às influências internacionais. Obras de Antonio Gomide, Di Cavalcanti, Candido Portinari e Victor Brecheret ilustram essa fase, marcada pelo equilíbrio entre representação e invenção, cores intensas e figuras que capturam o espírito de uma sociedade em transformação. “Esses artistas abriram caminhos essenciais para que as gerações seguintes pudessem experimentar novas linguagens sem perder a raiz brasileira”, explica o curador Ricardo Camargo.

Nas décadas seguintes, a mostra destaca a consolidação de uma linguagem mais construtiva e racional, explorada por nomes como Luiz Sacilotto, Maurício Nogueira Lima, Judith Lauand e Lothar Charoux. Esse período reflete uma busca por ordem, geometria e clareza formal, consolidando a abstração como um território fértil para a arte nacional. As obras dessa fase dialogam com movimentos internacionais sem abrir mão de uma singularidade que remete à experiência e à cultura brasileira.

A exposição também explora artistas que desafiaram os limites da percepção e da forma, introduzindo novas maneiras de interagir com a arte. Lygia Clark é um exemplo desse impulso experimental, com obras de sua fase inicial de pintura que antecipam suas experiências interativas e sensoriais. Reconhecida por instituições como o Museum of Modern Art, o Guggenheim Museum Bilbao e a Pinacoteca de São Paulo, Clark transformou a ideia de participação do público e ampliou a noção de obra artística. Junto dela, Mira Schendel se destaca com peças que exploram a delicadeza, a linguagem e a forma, enquanto Geraldo de Barros inovou na fotografia experimental, antecipando conceitos que influenciariam gerações seguintes.

A década de 1960 é apresentada como um ponto de inflexão, em que a arte brasileira começa a incorporar ambiguidade perceptiva, crítica social e novas linguagens visuais. Artistas como Hércules Barsotti, Claudio Tozzi, Rubens Gerchman e Wesley Duke Lee produzem obras que desafiam o olhar, questionam a imagem e experimentam com cores, formas e movimentos de maneira provocativa. Nesse período, a arte deixa de ser apenas objeto estético e passa a ser ferramenta de reflexão sobre sociedade, política e identidade.

Nas décadas seguintes, a exposição apresenta nomes que consolidam uma postura conceitual e crítica. Nelson Leirner e Antonio Dias, por exemplo, expandem a definição de arte, incorporando humor, ironia e crítica social em suas obras. Esse movimento revela como a produção artística brasileira se tornou um espaço de diálogo, questionamento e inovação, capaz de engajar o público em reflexões profundas e duradouras.

A escultura também ocupa um papel de destaque na exposição, com obras de Amilcar de Castro e Sergio Camargo, que exploram luz, sombra e volume, e criam uma relação única com o espaço expositivo. Joaquim Tenreiro, por sua vez, contribui com uma abordagem que conecta arte, design e arquitetura, mostrando que o campo da criação não precisa ser limitado por categorias rígidas. A inclusão de Kazmer Fejer reforça o caráter experimental e internacional da mostra, destacando como a arte brasileira dialogou com tendências globais e incorporou perspectivas inovadoras ao longo do século XX.

Além do valor estético e histórico, “Arte Brasileira Uma Seleção” apresenta obras com procedência rigorosa e trajetória consolidada, tornando-se também uma referência importante para colecionadores e investidores. O histórico de exposições, publicações e reconhecimento institucional reforça o valor das peças, garantindo não apenas beleza e relevância, mas também legitimidade no mercado de arte.