Obsessão já arrecadou US$ 286,5 milhões e se torna o filme adquirido em festival de cinema mais lucrativo de todos os tempos

Nem sempre os maiores sucessos de Hollywood começam com grandes estrelas ou orçamentos milionários. Em alguns casos, tudo começa com uma boa ideia, um cineasta pouco conhecido e uma recepção positiva do público. É exatamente esse o caminho percorrido por Obsessão, terror psicológico sobrenatural que acaba de alcançar um feito histórico nas bilheterias mundiais.

Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa já acumula US$ 286,5 milhões em todo o mundo, tornando-se o filme de maior arrecadação já adquirido após sua estreia em um festival de cinema. O recorde anteriormente pertencia a “A Bruxa de Blair”, fenômeno do terror lançado em 1999 que encerrou sua trajetória nos cinemas com cerca de US$ 248,6 milhões.

O resultado chama atenção não apenas pelo valor arrecadado, mas pelo tamanho da produção. O longa-metragem custou aproximadamente US$ 750 mil, valor extremamente baixo para os padrões da indústria americana. Isso significa que o filme arrecadou centenas de vezes mais do que seu orçamento inicial, um desempenho raro até mesmo entre os maiores sucessos comerciais do gênero.

Para o público que ainda não conhece a produção, a história acompanha Bear Bailey, um jovem funcionário de uma loja de música que está apaixonado por sua melhor amiga, Nikki. A situação muda quando ele encontra um objeto sobrenatural capaz de realizar desejos. Em um momento de frustração, Bear deseja que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo. O problema é que o pedido funciona — e as consequências se tornam cada vez mais perturbadoras.

Embora a premissa pareça simples à primeira vista, o filme utiliza elementos sobrenaturais para abordar temas bastante atuais. Questões como obsessão emocional, dependência afetiva, idealização de relacionamentos e dificuldade em lidar com rejeições aparecem constantemente ao longo da narrativa. Esse é um dos fatores que ajudaram a diferenciar o longa de outros lançamentos recentes do gênero.

Em vez de construir sua história apenas com sustos e cenas violentas, o filme investe no desconforto psicológico. A sensação de que algo está errado cresce gradualmente, acompanhando a deterioração da relação entre os personagens principais. O resultado é um terror que busca inquietar o espectador muito além dos momentos de choque.

Outro aspecto que torna o sucesso do filme ainda mais interessante é a trajetória de seu diretor. Curry Barker ficou conhecido inicialmente por vídeos produzidos para a internet e por curtas-metragens publicados no YouTube. Seu trabalho chamou a atenção de produtores de Hollywood, abrindo espaço para que desenvolvesse projetos maiores. Hoje, poucos meses após a estreia de Obsessão, ele se tornou um dos nomes mais observados do terror contemporâneo.

A confiança da indústria no projeto também cresceu rapidamente. Após sua exibição no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), o filme despertou interesse imediato dos distribuidores. A Focus Features adquiriu os direitos de distribuição por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões, uma das negociações mais relevantes já registradas para um filme de gênero dentro do evento.

Rivals é renovada para a terceira temporada no Disney+ após sucesso de audiência e seguirá disputa de poder na TV britânica dos anos 1980

O Disney+ confirmou a renovação de Rivals para uma terceira temporada. A série, considerada a maior produção original europeia da plataforma, continuará sua trajetória com mais 12 episódios após o bom desempenho alcançado por sua segunda temporada, que registrou números sólidos de audiência e manteve a recepção positiva da crítica especializada. As informações são do Deadline.

Exibida pelo Hulu nos Estados Unidos, a produção é baseada no romance homônimo publicado por Jilly Cooper em 1988 e transporta para a televisão uma história marcada por disputas pessoais, interesses políticos e batalhas corporativas no competitivo mercado da televisão britânica dos anos 1980.

Desde sua estreia, em outubro de 2024, Rivals encontrou espaço entre os principais lançamentos dramáticos do Disney+ na Europa. A combinação de humor, romance, intrigas e personagens moralmente complexos ajudou a série a conquistar público em diferentes mercados, impulsionando rapidamente sua renovação para uma segunda temporada ainda no mesmo ano.

A trama se passa em 1986 e acompanha a intensa disputa entre Rupert Campbell-Black, aristocrata, político e figura influente da alta sociedade britânica, e Tony Baddingham, proprietário da emissora regional Corinium Television. A rivalidade entre os dois ultrapassa questões profissionais e acaba afetando relacionamentos, carreiras e os bastidores da televisão comercial do Reino Unido.

O elenco reúne nomes conhecidos do público. Alex Hassell interpreta Rupert Campbell-Black, enquanto David Tennant assume o papel de Tony Baddingham, um executivo disposto a proteger sua posição a qualquer custo. Aidan Turner vive o jornalista irlandês Declan O’Hara, contratado pela Corinium após deixar a BBC, movimento que altera o equilíbrio de forças dentro da emissora.

A série ainda conta com Victoria Smurfit como Maud O’Hara, Katherine Parkinson como Lizzie Vereker, Nafessa Williams como a produtora americana Cameron Cook, Danny Dyer como Freddie Jones e Lisa McGrillis como Valerie Jones. A diversidade de personagens permite que a narrativa explore diferentes camadas da sociedade britânica da época, desde os círculos aristocráticos até os bastidores da indústria do entretenimento.

Um dos aspectos que ajudaram a diferenciar Rivals de outras produções de época foi a forma como a série retratou a transformação da televisão britânica durante os anos 1980. O período marcou uma fase de forte competição entre emissoras, mudanças no mercado publicitário e a busca por formatos capazes de atrair grandes audiências, elementos que servem como pano de fundo para os conflitos centrais da história.

A produção também se destacou pelo investimento em sua recriação histórica. As gravações da primeira temporada começaram em março de 2023 e utilizaram instalações recém-inauguradas do The Bottle Yard Studios, em Bristol, um dos maiores centros de produção audiovisual do Reino Unido. Parte das filmagens também ocorreu em Tetbury, cidade localizada no condado de Gloucestershire, região que ajudou a compor a fictícia Rutshire apresentada na série.

As gravações da segunda temporada tiveram início em maio de 2025, ampliando a escala da produção. O investimento contínuo do Disney+ no projeto demonstra a importância estratégica que a série adquiriu para a plataforma, especialmente no mercado europeu, onde produções originais locais têm ganhado cada vez mais relevância na disputa entre os serviços de streaming.

Toy Story 5 estreia nos cinemas com projeção de US$ 275 milhões e pode registrar uma das maiores aberturas da animação nos últimos anos

Foto: Divulgação/Pixar

A Pixar volta aos cinemas nesta semana com Toy Story 5, novo capítulo de uma das franquias mais bem-sucedidas da história da animação. As primeiras projeções de mercado indicam um desempenho expressivo nas bilheterias. De acordo com informações divulgadas pelo Deadline, o longa pode arrecadar cerca de US$ 275 milhões em todo o mundo durante seu primeiro fim de semana em cartaz.

O lançamento acontece sete anos após Toy Story 4, filme que encerrou a trajetória de Woody ao lado de Bonnie e deu ao personagem um novo caminho ao lado de Bo Peep. Na época, muitos espectadores interpretaram a despedida como um encerramento definitivo da série. Ainda assim, a Disney manteve a franquia ativa nos bastidores e oficializou o desenvolvimento de uma continuação em 2023.

A direção ficou a cargo de Andrew Stanton, veterano da Pixar responsável por Procurando Nemo e WALL-E. Stanton também assina o roteiro ao lado de Kenna Harris. O projeto marca uma mudança importante nos bastidores da série: trata-se do primeiro filme principal de Toy Story produzido sem a participação de John Lasseter, um dos criadores da franquia, que deixou a Pixar em 2018.

A história retoma os acontecimentos após a saída de Woody. Com ele longe do quarto de Bonnie, Jessie assume uma posição de liderança entre os brinquedos, auxiliada por Buzz Lightyear. A rotina do grupo muda quando Bonnie, agora com oito anos, passa a dedicar quase toda sua atenção a um novo brinquedo chamado Lilypad, um dispositivo eletrônico em formato de sapo.

O surgimento de Lilypad altera a dinâmica que sempre definiu a série. Em vez de focar apenas na relação entre crianças e brinquedos tradicionais, o novo filme discute o espaço ocupado por tablets, aparelhos inteligentes e entretenimento digital na infância contemporânea. O conflito central nasce justamente dessa mudança de comportamento.

Foto: Divulgação/Pixar

Diante da situação, Buzz decide procurar Woody. A reunião dos dois personagens serve como ponto de partida para a nova aventura e recoloca no centro da narrativa a amizade que sustenta a franquia desde o primeiro filme, lançado em 1995.

Tom Hanks retorna à versão original de Woody, papel que interpreta há mais de 30 anos. Tim Allen também volta como Buzz Lightyear. O elenco reúne ainda Joan Cusack como Jessie, Tony Hale como Forky, Annie Potts como Bo Peep, Wallace Shawn como Rex, John Ratzenberger como Hamm e Blake Clark como Slinky Dog.

Entre os novos nomes está Greta Lee, indicada ao Globo de Ouro por Vidas Passadas, que interpreta Lilypad. O elenco inédito inclui ainda Conan O’Brien, Craig Robinson, Matty Matheson, Mykal-Michelle Harris e Scarlett Spears.

Uma das novidades da trama é a introdução dos chamados Multi-Buzz, um conjunto formado por cinquenta versões tecnológicas de Buzz Lightyear que permanecem presas em modo de demonstração. A ideia amplia o elemento cômico da história e cria situações que exploram diferentes versões do patrulheiro espacial.

A produção também mantém uma das parcerias mais duradouras da Pixar. Randy Newman voltou para compor a trilha sonora do longa. O músico acompanha o estúdio desde os anos 1990 e é responsável por algumas das canções mais conhecidas associadas à franquia, incluindo You’ve Got a Friend in Me.

A trilha conta ainda com a participação de Taylor Swift, que gravou a faixa inédita “I Knew It, I Knew You” para o filme. A inclusão da cantora representa uma das principais novidades musicais desta sequência.

Quando o primeiro Toy Story estreou, em 1995, a indústria de animação vivia uma transformação tecnológica. O longa entrou para a história como o primeiro filme totalmente produzido por computação gráfica e ajudou a estabelecer o padrão que seria seguido pelos grandes estúdios nas décadas seguintes. Desde então, a série acumulou bilhões de dólares em bilheteria e recebeu reconhecimento constante da crítica.

Toy Story 5 chega aos cinemas em um cenário bastante diferente daquele encontrado pelos personagens há trinta anos. A presença crescente de dispositivos eletrônicos na rotina das crianças serve como base para a nova história e oferece à franquia um tema ligado aos hábitos atuais do público.

Novo trailer de O Convite destaca encontro entre casais que sai do controle em comédia estrelada por Olivia Wilde e Seth Rogen

A O2 Play divulgou o novo trailer de O Convite, comédia dirigida por Olivia Wilde que chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho. O filme reúne Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton em uma história que transforma um encontro entre vizinhos em uma sequência de revelações desconfortáveis, conflitos conjugais e situações constrangedoras.

A trama acompanha Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde), um casal que atravessa um período de desgaste no relacionamento. Em uma tentativa de quebrar a rotina, os dois recebem para jantar os vizinhos do andar de cima, vividos por Penélope Cruz e Edward Norton. A conversa, inicialmente cordial, passa a expor diferenças entre os casais e revela questões que estavam longe de ser resolvidas.

As imagens inéditas divulgadas no trailer ampliam a dimensão desse encontro e deixam mais claro o tom do longa. Em vez de seguir a estrutura tradicional das comédias românticas, o filme concentra sua narrativa em um espaço reduzido e utiliza os diálogos como principal motor da história. Cada nova revelação altera o equilíbrio entre os personagens e empurra a noite para situações cada vez mais desconfortáveis.

O projeto nasceu a partir de uma obra que já havia conquistado espaço fora dos Estados Unidos. O longa-metragem adapta o filme espanhol Sentimental, lançado em 2020 por Cesc Gay. A produção, por sua vez, era baseada na peça teatral Els veïns de dalt (Os Vizinhos de Cima), escrita pelo próprio diretor e encenada em diversos países nos últimos anos.

A versão americana passou por um desenvolvimento longo e sofreu mudanças significativas antes de chegar às filmagens. Quando foi anunciada, em 2021, a produção tinha David Permut como produtor e seguiria outro caminho criativo. Em 2022, Jonathan Dayton e Valerie Faris, diretores de Pequena Miss Sunshine, chegaram a assumir o comando do projeto, com roteiro escrito por Rashida Jones e Will McCormack.

O elenco inicialmente previsto também era diferente. Amy Adams, Paul Rudd e Tessa Thompson chegaram a ser anunciados nos papéis principais. O filme acabou sendo reformulado e retornou ao desenvolvimento em 2025 sob a direção de Olivia Wilde, que assumiu uma posição dupla ao comandar a produção e interpretar uma das protagonistas.

As gravações aconteceram em apenas 23 dias, uma duração bastante curta para os padrões de Hollywood. A equipe optou por filmar em ordem cronológica, permitindo que os atores acompanhassem a evolução dos conflitos exatamente na sequência em que eles aparecem na história.

Parte das filmagens foi realizada em locações reais de São Francisco. Entre os cenários utilizados estão a linha ferroviária do BART, a região de Sunset District, o tradicional mercado de produtores do bairro Castro e a histórica Molinari Delicatessen. A cidade não funciona apenas como pano de fundo; ela ajuda a construir o cotidiano dos personagens e a sensação de proximidade que sustenta a trama.

O elenco reúne intérpretes com trajetórias bastante distintas. Seth Rogen consolidou sua carreira entre a comédia e a produção televisiva. Olivia Wilde alterna trabalhos como atriz e diretora desde a estreia de Fora de Série. Penélope Cruz, vencedora do Oscar por Vicky Cristina Barcelona, retorna a um papel mais leve após uma sequência de produções dramáticas. Edward Norton, indicado ao Oscar em quatro ocasiões, assume um personagem cuja personalidade muda constantemente conforme a noite avança.

A trilha sonora original é assinada por Devonté Hynes, músico britânico conhecido pelo projeto Blood Orange. Seu trabalho acompanha as mudanças de humor da narrativa sem recorrer aos caminhos tradicionais das comédias de estúdio, contribuindo para a sensação de tensão crescente que atravessa boa parte do filme.

Antes da estreia comercial, o filme foi exibido no Festival de Sundance de 2026, onde recebeu avaliações positivas da crítica especializada. Nos Estados Unidos, o lançamento será realizado pela A24 a partir de 26 de junho. No Brasil, a distribuição ficará a cargo da O2 Play.

Netflix confirma segunda temporada de Sakamoto Days para janeiro de 2027 e divulga primeiras imagens inéditas

A Netflix divulgou o primeiro trailer da segunda temporada de Sakamoto Days e confirmou a estreia dos novos episódios para janeiro de 2027. A animação adapta o mangá de Yuto Suzuki, publicado pela revista Weekly Shonen Jump, e acompanha a rotina incomum de Taro Sakamoto, um ex-assassino profissional que abandonou a carreira criminosa para administrar uma pequena loja de bairro ao lado da família.

A série encontrou espaço entre as produções mais comentadas dos últimos anos justamente por seguir um caminho pouco comum dentro do gênero. Em vez de acompanhar a ascensão de um jovem guerreiro ou a disputa por algum objetivo grandioso, a trama gira em torno de um homem que já foi considerado um dos assassinos mais perigosos do país e agora tenta manter uma vida pacata. O problema é que antigos rivais, organizações criminosas e novos matadores continuam cruzando seu caminho.

O material divulgado pela Netflix antecipa conflitos mais complexos e a chegada de personagens que ampliam o cenário construído na primeira temporada. A prévia mantém a combinação entre humor cotidiano e sequências de combate elaboradas que ajudou a popularizar a obra entre leitores do mangá e espectadores do anime.

A adaptação é dirigida por Masaki Watanabe, profissional com passagem por diferentes projetos de ação e aventura na animação japonesa. Em entrevistas concedidas durante a produção da primeira temporada, o diretor comentou que um dos principais desafios foi traduzir para a tela o contraste presente no material original de Suzuki. A história alterna momentos de humor quase doméstico com cenas de violência repentina, algo que exigiu ajustes constantes de ritmo e encenação.

O próprio visual de Sakamoto recebeu um tratamento específico para destacar essa dualidade. Sua aparência atual, mais robusta, foi desenhada com traços deliberadamente exagerados e expressivos. Já as cenas em que o personagem recupera sua forma física de elite adotam um estilo mais realista. A escolha ajuda a diferenciar estados emocionais e físicos sem alterar a essência do protagonista.

Nos bastidores, algumas sequências exigiram um volume significativo de trabalho técnico. Uma das mais complexas envolveu uma luta ambientada em uma montanha-russa, que demandou a criação de cenários tridimensionais detalhados para reproduzir velocidade, mudanças bruscas de direção e movimentação constante de câmera. A equipe também precisou administrar uma paleta de cores intensa sem comprometer a leitura da ação.

A produção utilizou ferramentas como Clip Studio Paint e softwares da Adobe para compor as cenas. Parte das sequências recebeu texturas inspiradas em papel e impressão gráfica, recurso adotado para aproximar visualmente a animação dos traços presentes no mangá.

Outro aspecto tratado com cuidado foi a representação do arsenal utilizado pelos personagens. A equipe realizou pesquisas sobre modelos reais de armas de fogo para reproduzir mecanismos, proporções e funcionamento com maior precisão. O objetivo era evitar simplificações comuns em produções do gênero e preservar a identidade dos confrontos criados por Suzuki.

O elenco principal permanece intacto na nova temporada. Tomokazu Sugita continua como a voz de Taro Sakamoto. O ator revelou anteriormente que chegou a ser considerado para interpretar Kashima antes de assumir o papel principal. Segundo ele, o vínculo do personagem com a esposa, a filha e os amigos foi um dos elementos que mais influenciaram sua interpretação.

Nobunaga Shimazaki retorna como Shin Asakura, ex-assassino e parceiro de Sakamoto. Dotado de habilidades telepáticas, Shin funciona como um contraponto importante ao protagonista. Sua impulsividade e falta de refinamento contrastam com a experiência dos demais membros do elenco principal.

Ayane Sakura segue responsável por Lu Shaotang. A personagem ocupa uma posição importante na dinâmica do grupo graças ao seu comportamento imprevisível e à facilidade com que transita entre situações cômicas e confrontos físicos.

A continuação deve adaptar alguns dos arcos mais conhecidos do mangá, ampliando a participação da Associação Japonesa de Assassinos e aprofundando rivalidades introduzidas nos episódios anteriores. A obra também passa a explorar com mais detalhes a reputação construída por Sakamoto durante seus anos como assassino profissional, informação que permaneceu parcialmente em segundo plano durante boa parte da primeira temporada.

Super Tela exibe Nefarious, terror psicológico que dividiu público e crítica ao abordar possessão demoníaca

A Record TV exibe na Super Tela deste sábado, 27 de junho, o filme Nefarious, produção americana lançada em 2023 que combina suspense psicológico, terror e elementos religiosos. Escrito e dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, o longa adapta o romance A Nefarious Plot, publicado em 2016 por Steve Deace, e constrói sua narrativa quase inteiramente a partir de um intenso confronto verbal entre dois personagens.

A trama começa em uma penitenciária de segurança máxima, onde o psiquiatra Dr. James Martin (Jordan Belfi) recebe a missão de realizar a última avaliação clínica de Edward Wayne Brady (Sean Patrick Flanery), um assassino em série condenado à morte por diversos homicídios. O parecer do médico definirá se o prisioneiro tem condições psicológicas para ser executado ou se deverá ser considerado mentalmente incapaz.

Ao chegar ao presídio, Martin descobre que está substituindo um colega que se suicidou pouco depois de entrevistar o detento. Antes da conversa, o diretor da unidade prisional o alerta sobre a capacidade de Edward de manipular qualquer pessoa que entre em sua cela.

A entrevista toma um rumo inesperado logo nos primeiros minutos. Edward rejeita qualquer diagnóstico relacionado a doenças mentais e afirma que seu corpo está sendo controlado por uma entidade demoníaca chamada Nefarious. Curiosamente, ele não tenta evitar a execução. Pelo contrário, insiste que a sentença seja cumprida naquela mesma noite.

À medida que o diálogo avança, a entidade demonstra conhecer detalhes íntimos da vida do psiquiatra que, em tese, jamais poderiam estar ao alcance de um condenado. Também faz uma previsão inquietante: antes do fim do dia, Martin será responsável por três mortes.

O roteiro utiliza esse embate para explorar o choque entre duas visões completamente opostas. De um lado, um médico guiado pela ciência e pela psiquiatria. Do outro, uma entidade que interpreta cada acontecimento sob uma perspectiva espiritual e desafia constantemente as convicções do protagonista. O filme desenvolve essa discussão por meio de longas conversas, deixando a ação em segundo plano.

Um dos pontos centrais da narrativa envolve a vida pessoal de Martin. Durante a avaliação, ele descobre que sua namorada está realizando um aborto. O episódio ganha peso na história porque dialoga diretamente com os temas defendidos pela produção, que adota uma visão cristã sobre questões como livre-arbítrio, pecado, culpa e responsabilidade moral.

A tensão aumenta quando o psiquiatra encontra, na cela de Edward, um manuscrito completo de um livro chamado The Dark Gospel, citado anteriormente durante a conversa entre os dois. A descoberta faz Martin questionar se existe uma explicação racional para tudo o que está acontecendo ou se ele realmente está diante de algo sobrenatural.

Mesmo após a execução do condenado, a narrativa segue explorando as consequências daquele encontro. Um salto temporal de um ano mostra Martin promovendo um livro inspirado nos acontecimentos vividos na prisão. O desfecho, no entanto, sugere que sua ligação com Nefarious ainda não chegou ao fim.

Grande parte da força do filme está na atuação de Sean Patrick Flanery, que interpreta Edward e a entidade que afirma controlar seu corpo. Conhecido por trabalhos em The Boondock Saints e na série As Aventuras do Jovem Indiana Jones, o ator sustenta boa parte da narrativa dentro de um único cenário, alternando momentos de serenidade com explosões de agressividade e mudanças bruscas de comportamento.

Jordan Belfi, visto em séries como Entourage, interpreta o psiquiatra James Martin, personagem que conduz o olhar do público ao longo da história. O elenco ainda reúne Tom Ohmer, Daniel Martin Berkey, Cameron Arnett, Sarah Hernandez, Jarret LeMaster, Grifon Aldren e Eric Hanson. O comentarista político Glenn Beck também participa do filme interpretando a si mesmo.

Lançado nos cinemas dos Estados Unidos em abril de 2023, o longa-metragem foi produzido de forma independente e encontrou seu principal público entre espectadores ligados ao cinema cristão. A recepção da crítica ficou dividida: enquanto alguns destacaram a atuação de Sean Patrick Flanery e a construção dos diálogos, outros apontaram que o longa prioriza seu discurso religioso em detrimento da narrativa.

Novo trailer de Descendentes 5 leva Red de volta ao País das Maravilhas e apresenta a próxima geração de personagens da Disney

O Disney+ Brasil divulgou a versão dublada do trailer de Descendentes: País das Maravilhas Malvado, quinto filme da franquia Descendentes. A prévia deixa claro que a aventura de Red e Chloe ainda está longe de terminar. Depois de mexerem no passado para impedir que a Rainha de Copas se tornasse uma vilã, as duas descobrem que mudar a história teve consequências bem maiores do que imaginavam.

O trailer também apresenta uma nova equipe formada por personagens que expandem ainda mais o universo da franquia. Entre eles está Pink, irmã mais nova de Red, além de Luis, filho de Luisa Madrigal, de Encanto, e Max Hatter, filho de Maddox. O grupo une forças para resgatar a Rainha de Copas e impedir que o novo vilão tome o controle do País das Maravilhas. Abaixo, confira o vídeo:

A continuação retoma exatamente esse ponto. O reino parece finalmente viver um período de paz, mas o equilíbrio dura pouco. Um novo inimigo entra em cena e coloca o País das Maravilhas novamente em perigo, obrigando Red e Chloe a embarcarem em outra missão.

As protagonistas continuam sendo interpretadas por Kylie Cantrall e Malia Baker, que voltam aos papéis de Red, filha da Rainha de Copas, e Chloe, filha de Cinderela e do Príncipe Encantado. Desta vez, elas enfrentam Maddox Hatter, personagem que surge como a principal ameaça da história depois que as mudanças na linha do tempo alteram completamente o futuro.

Quem acompanha Descendentes desde os primeiros filmes vai perceber que a série continua ampliando sua mitologia. Se antes a história era concentrada nos filhos de Malévola, Cruella de Vil, Jafar e Rainha Má, agora o foco está em personagens inspirados em diferentes fases da Disney, misturando figuras clássicas com nomes mais recentes do estúdio.

Essa expansão fica evidente no novo elenco. Além de Liamani Segura como Pink, o filme apresenta Kiara Romero como Hazel Hook, filha do Capitão Gancho; Joel Oulette vivendo Robbie dos Bosques, filho de Robin Hood; Zavien Garrett como Felix Facilier, filho do Dr. Facilier; e Ryan McEwen, que interpreta Squirmy Smee, um dos filhos do Sr. Smee. A presença de Luis também marca a estreia da família Madrigal dentro da franquia, conectando Encanto ao universo de Descendentes pela primeira vez.

Na direção está Kimmy Gatewood, conhecida por trabalhos na televisão americana, enquanto o roteiro foi escrito por Tamara Chestna, Dan Frey e Ru Sommer. O filme mantém a identidade que transformou Descendentes em um dos maiores sucessos do Disney Channel, combinando fantasia, aventura, humor e apresentações musicais com personagens inspirados nos contos mais famosos da Disney.

Lançada em 2015, a franquia conquistou uma geração de fãs ao imaginar como seria a vida dos filhos dos heróis e vilões dos clássicos animados. Depois de quatro filmes, a série passou por uma renovação em Descendentes: A Ascensão de Red, que apresentou novas protagonistas e abriu espaço para histórias ambientadas no País das Maravilhas.

Little Brother chegou à Netflix! John Cena vive corretor que tem a vida virada de cabeça para baixo por um irmão que ele nunca esperava reencontrar

Rudd Landy parece ter construído exatamente a vida que sempre quis. O corretor imobiliário tem uma carreira estável, uma rotina organizada e uma família que funciona dentro do planejado. Esse equilíbrio desaparece quando ele recebe uma ligação dizendo que Marcus Pinchel sofreu um acidente grave.

O problema é que Marcus não é exatamente seu irmão. A conexão entre os dois nasceu anos antes, quando Rudd participou do programa voluntário Big Brother-Little Brother, criado para aproximar adultos e jovens em uma relação de apoio. Com o tempo, os dois perderam contato, mas o vínculo criado naquela época nunca deixou de existir completamente.

Interpretado por Eric André, Marcus chega novamente à vida de Rudd trazendo uma personalidade completamente diferente da dele. Depois do acidente, a esposa de Rudd, Deirdre (Michelle Monaghan), sugere que ele fique hospedado com a família durante a recuperação. A decisão parece ser apenas uma forma de ajudar alguém do passado, mas rapidamente transforma a casa em um lugar muito menos previsível.

Dirigido por Matt Spicer, responsável por Ingrid Goes West, Little Brother trabalha justamente com o choque entre esses dois mundos. Rudd tenta manter tudo sob controle, preocupado com sua imagem e com a estabilidade que construiu. Marcus funciona como o oposto disso: impulsivo, espontâneo e incapaz de seguir qualquer plano por muito tempo.

A comédia usa essa convivência forçada para explorar uma pergunta simples: o que acontece quando alguém que fez parte da sua história retorna anos depois e percebe que ainda existe uma ligação entre vocês?

O elenco também reúne Christopher Meloni como Josh Landy, além de Sherry Cola, Ego Nwodim, Caleb Hearon, Bryce Gheisar, Pilot Bunch e Ben Ahlers.

O roteiro foi escrito por Jarrad Paul e Andrew Mogel, dupla que já trabalhou em comédias como Yes Man. A produção segue uma linha de humor baseada no contraste entre personagens e nas situações desconfortáveis que surgem quando pessoas com estilos de vida completamente diferentes precisam dividir o mesmo espaço.

Disponível na Netflix, Little Brother é uma comédia sobre relações que ficaram pelo caminho e sobre como algumas pessoas podem voltar para nossas vidas justamente quando tudo parece estar no lugar.

Tela Quente exibe “Medo Profundo – O Segundo Ataque” nesta segunda (29); relembre a história do suspense com tubarões

A Tela Quente desta segunda-feira (29) exibe Medo Profundo: O Segundo Ataque, filme de terror e sobrevivência lançado em 2019. Produção dos Estados Unidos e do Reino Unido, o longa foi dirigido por Johannes Roberts, que também escreveu o roteiro ao lado de Ernest Riera. Embora seja a continuação de 47 Metros para Baixo, a história é independente e apresenta personagens inéditos.

A trama acompanha Mia, Sasha, Alexa e Nicole, quatro adolescentes que decidem explorar uma antiga cidade maia escondida sob o mar. O passeio muda completamente quando elas descobrem que as ruínas servem de habitat para tubarões-brancos. Perdidas em um labirinto de túneis e cavernas, as jovens precisam encontrar uma saída antes que o oxigênio dos cilindros acabe.

Diferentemente do primeiro filme, que se passava em mar aberto, a sequência concentra quase toda a ação dentro de construções submersas. A mudança de cenário altera completamente a dinâmica da história. Os corredores estreitos dificultam a fuga, a visibilidade é limitada e qualquer erro pode deixar o grupo sem alternativa para escapar.

O elenco reúne Sophie Nélisse, conhecida por A Menina que Roubava Livros, Corinne Foxx, Brianne Tju e Sistine Stallone. O filme também conta com John Corbett, Nia Long e Davi Santos em papéis coadjuvantes.

Grande parte das filmagens aconteceu em tanques especiais construídos para cenas subaquáticas. A produção utilizou os estúdios Pinewood Indomina, na República Dominicana, o Underwater Studio, em Basildon, e os estúdios Pinewood, no Reino Unido. A escolha por cenários físicos deu aos atores mais liberdade para gravar sequências dentro d’água e reduziu a dependência de efeitos digitais em boa parte das cenas.

Com orçamento estimado em US$ 12 milhões, Medo Profundo: O Segundo Ataque arrecadou cerca de US$ 47,6 milhões nas bilheterias mundiais. A recepção da crítica foi dividida, mas o desempenho comercial confirmou o interesse do público por histórias de sobrevivência ambientadas no fundo do mar.

Quem não assistiu ao primeiro longa não precisa se preocupar. Apesar do título, a sequência funciona como uma história independente, sem ligação direta com os acontecimentos do filme de 2017. A única conexão entre as duas produções é a proposta de colocar personagens comuns diante de situações extremas envolvendo tubarões.

Estrelado por Viola Davis, A Mulher Rei estreia no topo da bilheteria norte-americana

Foto: Reprodução/ Internet

Estrelado pela atriz vencedora do Oscar, Viola Davis (“Como Defender Um Assassino” e “Um Limite Entre Nós”), o longa-metragem “A Mulher Rei” foi lançado nos Estados Unidos arrecadando mais de US$19 milhões em seu primeiro final de semana em cartaz. A produção é seguida pelo terror “Barbarian”, de Zach Cregger, que consolidou US$6,3 milhões, e “Pearl”, assinado por Ti West, que conquistou o 3ª lugar com US$3,12 milhões em seus primeiros três dias nos cinemas.

Segundo a sinopse, “A Mulher Rei” acompanha Nanisca (Viola Davis) que foi uma comandante do exército do Reino de Daomé, um dos locais mais poderosos da África nos séculos XVII e XIX. Durante o período, o grupo militar era composto apenas por mulheres, entre as guerreiras está a filha de Nanisca, Nawi (Lupita Nyong’o), juntas elas combateram os colonizadores franceses, tribos rivais e todos aqueles que tentaram escravizar seu povo e destruir suas terras. Conhecidas como as Amazonas Dahomey, ou Agojie o grupo foi criado por conta de sua população masculina enfrentar altas baixas na violência e guerra cada vez mais frequentes com os estados vizinhos da África Ocidental, o que levou Dahomey a ser forçado a dar anualmente escravos do sexo masculino, particularmente ao Império Oyo, que usou isso para troca de mercadorias como parte do crescente fenômeno do comércio de escravos na África Ocidental durante a Era dos Descobrimentos, o que fez com que mulheres fosse alistadas para o combate. (Via AdoroCinema)

Além de Viola Davis, o longa-metragem também é estrelado por Thuso Mbedu (“The Underground Railroad”) e Lashana Lynch (“007: Sem Tempo para Morrer”). A direção fica por conta de Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard” e “Além dos Limites”). No Brasil, o filme estará em cartaz a partir do dia 22 de setembro nos melhores cinemas.

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