Casa Warner chega a Brasília com experiência imersiva que reúne Batman, Harry Potter, Looney Tunes e Supergirl

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Os fãs de cultura pop em Brasília terão uma novidade especial a partir de abril. Pela primeira vez, a capital federal receberá a Casa Warner, uma exposição interativa que promete transportar o público para dentro de alguns dos universos mais marcantes do entretenimento. O evento será realizado no ParkShopping Brasília e chega com a proposta de transformar o espaço em um verdadeiro encontro entre fãs, personagens e histórias que atravessam gerações.

A iniciativa é promovida pela Warner Bros. Discovery Global Experiences, em parceria com a 2a1 Cenografia, responsável pela concepção e produção da experiência. Depois de passar por cidades como São Paulo e Rio de Janeiro — onde atraiu milhares de visitantes — a exposição chega agora ao Distrito Federal trazendo novos espaços e experiências pensadas especialmente para o público.

Mais do que uma exposição tradicional, a Casa Warner funciona como um passeio por diferentes universos da cultura pop. Em um espaço de aproximadamente 1.500 metros quadrados, o público poderá caminhar por ambientes cenográficos inspirados em filmes, séries e personagens que fazem parte da história da Warner Bros. Discovery.

A visita é autoguiada, permitindo que cada pessoa explore os cenários no seu próprio ritmo. Ao longo do percurso, o público encontrará figurinos, objetos de cena, efeitos visuais e diferentes ambientes criados para recriar a atmosfera de algumas das franquias mais populares do estúdio.

Entre os destaques estão personagens da DC Comics, incluindo o icônico Batman, além de figuras clássicas da animação como Bugs Bunny, do universo Looney Tunes. Também haverá espaços dedicados ao universo mágico de Harry Potter, uma das sagas mais queridas pelo público em todo o mundo.

Aliás, a edição de 2026 traz um motivo especial para os fãs da história do jovem bruxo. Um dos ambientes da exposição será dedicado à celebração dos 25 anos da franquia Harry Potter, marcando a trajetória de um universo que conquistou milhões de leitores e espectadores desde o lançamento do primeiro livro e, posteriormente, dos filmes.

Outro destaque da experiência será uma área voltada ao lançamento do novo filme da heroína Supergirl, trazendo elementos visuais e cenográficos ligados à personagem. A proposta é aproximar ainda mais os visitantes do novo momento do universo cinematográfico da DC.

A cenografia é um dos grandes diferenciais da exposição. Cada ambiente foi pensado para provocar uma sensação de imersão, combinando iluminação, som, objetos e cenários que ajudam a transportar o público para dentro dessas narrativas. Muitos desses espaços também foram planejados para render boas fotos e vídeos — algo que naturalmente faz parte da experiência de quem visita eventos desse tipo.

Segundo Danielle Paulino, CCO da 2a1 Cenografia, o objetivo é fazer com que o visitante se sinta realmente dentro da história.

“Quando a cenografia é bem planejada, ela deixa de ser apenas um cenário e passa a contar uma história. Nosso trabalho é criar ambientes que despertem emoções e façam com que as pessoas se conectem de verdade com aquele universo”, explica.

A empresa responsável pela produção da Casa Warner possui mais de 25 anos de experiência no setor de eventos e já realizou milhares de projetos, muitos deles voltados justamente para experiências imersivas e exposições temáticas.

Nos últimos anos, esse tipo de evento tem ganhado cada vez mais espaço no mundo do entretenimento. Em vez de apenas assistir às histórias nas telas, o público passa a ter a oportunidade de caminhar por cenários inspirados nesses universos, observar detalhes de figurinos e objetos de cena e, principalmente, viver uma experiência mais próxima das narrativas que admiram.

O Jogo do Predador | História de Sasha sendo perseguida por serial killer é baseada em história real?

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Em meio a paisagens inóspitas e um silêncio que incomoda mais do que qualquer trilha sonora, O Jogo do Predador chega ao catálogo da Netflix propondo uma experiência que mistura tensão física e desgaste emocional. A história acompanha Sasha, uma escaladora experiente que tenta reorganizar a própria vida após uma perda traumática. O isolamento da natureza australiana, que inicialmente surge como refúgio, rapidamente se transforma em armadilha.

O filme não perde tempo criando perigo. Desde os primeiros deslocamentos da protagonista, há uma sensação constante de que algo está fora do lugar. Pequenos encontros, olhares atravessados e avisos ignorados constroem um desconforto crescente, preparando o terreno para o momento em que tudo desanda de vez.

A história é inspirada em fatos reais?

A pergunta faz sentido, especialmente porque o filme insiste em um realismo incômodo. Mas a resposta é direta: não. O Jogo do Predador não adapta um caso específico. O roteiro, assinado por Jeremy Robbins, parte de uma ideia original, ainda que dialogue com crimes que marcaram a história.

É difícil não lembrar de figuras como Robert Hansen ou Ivan Milat, que usavam regiões isoladas como extensão de seus crimes. A semelhança está mais na lógica do terror do que em qualquer tentativa de reconstrução fiel. O filme pega esse imaginário e transforma em uma narrativa própria, sem compromisso com fatos documentais.

Qual é a história do filme?

Antes da perseguição começar, o roteiro faz questão de mostrar de onde vem o peso que Sasha carrega. Um acidente durante uma escalada com o namorado Tommy termina em tragédia, e a culpa passa a acompanhá-la como uma sombra. Meses depois, ela decide viajar sozinha para uma área remota da Austrália, levando consigo apenas o essencial e a tentativa de seguir em frente.

No caminho, surgem alertas sobre desaparecimentos recentes, mas nada que a faça desistir. O encontro com Ben acontece de forma quase banal, como tantas interações que parecem inofensivas à primeira vista. Só que há algo estranho ali. Ele sabe mais do que deveria, observa demais, fala de um jeito calculado. Quando Sasha percebe, já está dentro de um jogo que não escolheu jogar.

A perseguição não se resume a correr e fugir. Ben transforma o ambiente em extensão da própria mente, espalhando armadilhas, manipulando sons e criando falsas pistas. Há momentos em que a tensão vem menos da ação e mais da dúvida. Sasha não sabe exatamente de onde o perigo virá, e isso desgasta tanto quanto qualquer confronto físico.

Quem faz parte do elenco?

Grande parte do impacto do filme passa pela presença de Charlize Theron. Ela constrói Sasha com um olhar cansado, postura defensiva e uma força que aparece mais nos detalhes do que em grandes discursos. Há cenas inteiras em que quase não há fala, e ainda assim fica claro o que a personagem está sentindo.

Do outro lado, Taron Egerton aposta em um antagonista que incomoda justamente por parecer plausível. Ben não é explosivo o tempo todo. Ele observa, testa limites, joga com a paciência. Em entrevistas, o ator chegou a comentar que enxerga o personagem como alguém preso a uma ideia distorcida de identidade e poder, o que ajuda a explicar seu comportamento metódico.

Entre eficiência técnica e escolhas seguras

A direção de Baltasar Kormákur mostra domínio na condução de cenas físicas. As sequências de perseguição são claras, bem posicionadas e aproveitam o ambiente de forma inteligente. Dá para sentir o cansaço, o peso da água, a dificuldade de cada movimento.

O problema não está em como o filme é feito, mas nas decisões que ele evita tomar. Em vários momentos, a história parece optar pelo caminho mais previsível, como se tivesse receio de sair do que já funciona dentro do gênero. Isso não compromete a experiência, mas impede que o longa vá além.

Vale a pena assistir?

Se a proposta for entrar em uma história tensa, direta e focada na sobrevivência, O Jogo do Predador entrega. Funciona melhor quando se apoia na atuação de Charlize Theron e na construção do desgaste físico da personagem do que quando tenta surpreender.

Não é o tipo de filme que reinventa o gênero, mas também não passa despercebido. Ele se sustenta na sensação constante de perigo e em uma protagonista que, mesmo fragilizada, se recusa a ceder. No fim das contas, é esse conflito humano, mais do que o jogo de caça em si, que mantém o espectador envolvido até o último minuto.

O Mundo Sem Ninguém volta ao History com nova temporada e uso de IA para recriar o planeta sem humanos

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Após mais de uma década longe da programação, a série documental O Mundo Sem Ninguém volta ao History com episódios inéditos e uma proposta visual renovada. A nova temporada estreia nesta sexta-feira (27) e retoma a premissa que consagrou a produção: imaginar como seria o planeta Terra caso a humanidade simplesmente deixasse de existir.

Exibida pela primeira vez em 2009, a atração ganhou destaque ao apresentar uma abordagem baseada em estudos científicos para projetar o destino de cidades, construções e ecossistemas sem intervenção humana. Ao longo de suas temporadas iniciais, a série utilizou depoimentos de especialistas aliados a simulações visuais para ilustrar, de forma progressiva, os efeitos do tempo sobre um mundo abandonado.

Neste retorno, a produção incorpora avanços tecnológicos que prometem elevar o nível das recriações. O uso de inteligência artificial passa a ser um dos principais recursos para a construção dos cenários, permitindo imagens mais detalhadas e dinâmicas. A mudança representa um salto em relação às técnicas utilizadas anteriormente, ampliando as possibilidades de representação visual.

De acordo com o produtor executivo Yoshi Stone, a adoção dessas ferramentas trouxe mais liberdade criativa para a equipe. A tecnologia facilita a criação de ambientes complexos e permite simular transformações em larga escala com maior rapidez e precisão, o que impacta diretamente na qualidade final da narrativa.

Mesmo com a atualização tecnológica, a essência da série permanece centrada na reflexão. Ao explorar um cenário sem presença humana, a produção levanta questões sobre o impacto da civilização no planeta e sobre quais vestígios resistiriam ao passar do tempo. Os episódios seguem uma linha temporal que começa nas primeiras horas após o desaparecimento da humanidade e avança por séculos e milênios.

Entre os aspectos abordados estão o abandono de infraestruturas, a deterioração de grandes obras e o avanço da natureza sobre áreas urbanas. Sem manutenção, edifícios entram em colapso, sistemas deixam de operar e paisagens conhecidas passam por transformações profundas. Ao mesmo tempo, o equilíbrio dos ecossistemas é alterado, afetando diretamente diversas espécies.

O primeiro episódio desta nova fase, intitulado “Mundo aquático”, destaca o papel da água nesse cenário. Sem controle humano, estruturas como barragens e sistemas de contenção deixam de funcionar, provocando inundações e mudanças significativas em regiões inteiras. A narrativa mostra como locais emblemáticos podem ser completamente modificados pela força dos elementos naturais.

Além do impacto visual, a série mantém o compromisso com a fundamentação científica. Especialistas de diferentes áreas contribuem para a construção das hipóteses apresentadas, garantindo maior credibilidade às projeções.

Mortal Kombat 2 despenca nas bilheterias, mas Warner já prepara futuro maior para a franquia

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Depois de abrir sua estreia cercado por expectativa entre fãs dos videogames e do cinema de ação, Mortal Kombat 2 começou a enfrentar uma desaceleração significativa nas bilheterias norte-americanas. A sequência baseada na famosa franquia de luta registrou uma forte queda de arrecadação em seu segundo fim de semana nos cinemas, acendendo discussões sobre o desempenho comercial do longa e o futuro da saga dentro da Warner Bros.

Na última sexta-feira, 15 de maio, o filme arrecadou cerca de US$ 3,6 milhões nos Estados Unidos, número que representa uma retração de aproximadamente 69% em relação ao mesmo período da estreia. Analistas do mercado já projetam que a queda total do fim de semana possa ultrapassar os 70%, índice considerado alto para uma produção que chegou às salas apostando no apelo nostálgico dos games e em uma campanha de divulgação intensa.

Mesmo com o recuo nos cinemas norte-americanos, a sequência ainda mantém um desempenho internacional relevante. Até agora, a produção já superou os US$ 82 milhões em arrecadação mundial, sustentada principalmente pelo interesse do público em mercados onde a franquia possui forte presença desde os tempos dos fliperamas e consoles.

O que explica a queda acelerada da sequência?

O comportamento da bilheteria chamou atenção porque a Warner tratava Mortal Kombat 2 como uma evolução direta do longa lançado em 2021. O primeiro filme estreou em um cenário completamente atípico para Hollywood, marcado por restrições da pandemia e pelo lançamento simultâneo no streaming, fatores que naturalmente afetaram sua arrecadação na época.

A nova produção, no entanto, chegou aos cinemas em condições mais favoráveis. O estúdio ampliou o investimento promocional, reforçou o elenco e apostou em elementos mais próximos do universo clássico dos jogos. Ainda assim, o interesse do público começou a diminuir rapidamente poucos dias após a estreia.

Entre os comentários mais recorrentes nas redes sociais e entre críticos especializados, muitos elogios se concentraram nas cenas de combate e na violência estilizada característica da franquia. Em contrapartida, parte do público demonstrou insatisfação com o ritmo da narrativa e com a tentativa de expandir rapidamente o universo dos personagens sem aprofundar alguns conflitos centrais.

Apesar disso, o desempenho ainda não é tratado internamente como um cenário alarmante. A força da marca continua evidente fora dos Estados Unidos, especialmente entre jogadores que acompanham a franquia há décadas.

Como o novo filme tentou se aproximar dos jogos?

Desde os primeiros anúncios da sequência, a equipe criativa deixou claro que a intenção era aproximar o longa da identidade clássica dos games. O diretor Simon McQuoid retornou ao comando da produção apostando em uma abordagem mais grandiosa, enquanto o roteiro de Jeremy Slater buscou incorporar elementos que ficaram ausentes no longa anterior.

A continuação aumentou significativamente o número de personagens conhecidos da franquia e passou a explorar com mais intensidade o clima de torneio e rivalidade entre reinos. O objetivo era entregar uma adaptação menos contida e mais alinhada ao tom exagerado que transformou Mortal Kombat em um dos nomes mais populares da história dos videogames de luta.

Em entrevistas concedidas durante o desenvolvimento do projeto, Slater chegou a afirmar que queria tornar o filme mais imprevisível e disposto a abraçar o lado mais estranho e violento da franquia. A ideia era evitar uma continuação excessivamente séria e permitir que a produção assumisse características que sempre fizeram parte dos jogos.

Por que Johnny Cage virou uma das grandes apostas do filme?

A chegada de Johnny Cage acabou se tornando um dos pontos centrais da campanha de divulgação da sequência. O personagem, ausente no primeiro longa, finalmente entrou na história após anos de expectativa dos fãs.

Interpretado por Karl Urban, conhecido por trabalhos em The Boys e Dredd, o lutador ganhou espaço de destaque na trama ao lado dos defensores da Terra.

A ausência de Cage no reboot de 2021 já havia sido explicada anteriormente por McQuoid. Segundo o diretor, o personagem possui uma presença forte demais para dividir atenção em uma história que ainda precisava apresentar o restante do universo ao público. Por isso, a decisão foi guardá-lo para um segundo capítulo.

Além de Johnny Cage, a sequência também adicionou figuras bastante populares entre os jogadores. Adeline Rudolph interpreta Kitana, enquanto Tati Gabrielle assume o papel de Jade. O elenco ainda conta com o retorno de nomes como Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Lewis Tan, Joe Taslim e Hiroyuki Sanada.

Com isso, o filme buscou ampliar o sentimento de familiaridade para quem acompanha a franquia desde os jogos clássicos da era arcade.

Os bastidores da sequência enfrentaram problemas?

A produção do longa-metragem passou por uma interrupção importante durante as filmagens. As gravações começaram na Austrália em junho de 2023, mas acabaram suspensas semanas depois por causa da greve dos atores de Hollywood organizada pelo sindicato SAG-AFTRA.

A paralisação afetou diretamente o calendário do projeto e obrigou a equipe a reorganizar toda a produção. As filmagens só foram retomadas em novembro daquele ano, sendo finalizadas oficialmente no início de 2024.

Mesmo com a pausa forçada, a equipe manteve a proposta de ampliar o peso das cenas de ação físicas. Parte dos bastidores divulgados pela Warner destacou justamente o uso de coreografias práticas e combates corporais mais agressivos, tentando diferenciar o longa de outros blockbusters recentes excessivamente dependentes de efeitos digitais.

Karatê Kid – Lendas tem trecho inicial divulgado e já pode ser comprado no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

A clássica franquia de artes marciais que atravessou décadas acaba de ganhar um novo capítulo. “Karatê Kid: Lendas”, produção que conecta passado e presente, já está disponível para compra digital no Brasil, com exclusividade por três semanas. Para marcar a estreia, a Sony Pictures Home Entertainment liberou os dez minutos iniciais do longa, que podem ser assistidos online. O trecho apresenta o novo protagonista, Li Fong, e oferece um gostinho da jornada que ele está prestes a viver.

O jovem é interpretado por Ben Wang, conhecido por papéis em American Born Chinese (Disney+), Chang Can Dunk e MacGyver. Ele vive um adolescente chinês que, após uma tragédia pessoal, precisa deixar sua vida em Pequim e recomeçar em Nova York com a mãe. Em meio à adaptação a uma cultura completamente nova, Li conhece Mia, personagem de Sadie Stanley (Kim Possible, Cruel Summer, The Goldbergs), e tenta se reinventar — mas, mesmo querendo evitar conflitos, logo se vê envolvido em algo maior do que esperava.

Uma ponte entre mestres e discípulos

Para os fãs antigos da saga, a grande surpresa é o encontro de Jackie Chan (A Hora do Rush, O Medalhão, Bater ou Correr, Kung Fu Panda) e Ralph Macchio (Cobra Kai, Os Garotos Perdidos, Crossroads) em cena. Chan retoma o papel de Sr. Han, o mestre que já guiou outro “karatê kid” nas telonas em 2010, enquanto Macchio retorna como Daniel LaRusso, figura central da trilogia original dos anos 1980 e da série Cobra Kai.

Na trama, Sr. Han percebe que as habilidades de Li não serão suficientes para enfrentar o novo desafio que surge em seu caminho — e, para isso, convida Daniel para ajudar a treinar o garoto. É nesse momento que duas filosofias marciais se cruzam: kung fu e caratê se unem em um novo estilo que define não apenas a técnica, mas também o amadurecimento emocional do protagonista.

Uma nova história com raízes profundas

Dirigido por Jonathan Entwistle, conhecido por seu trabalho em The End of the F*ing World e I Am Not Okay With This, e roteirizado por Rob Lieber (Pedro Coelho, Goosebumps 2), o filme aposta em uma narrativa que mescla tradição, emoção e ação. Com locações entre a China e Nova York, o longa mergulha nas dificuldades do exílio, nas crises de identidade e na luta silenciosa de quem precisa se reinventar longe de casa. Li não quer ser um herói. Ele só quer pertencer. Mas quando um amigo está em perigo, ele é forçado a revisitar tudo o que aprendeu — e aquilo que recusava — para proteger quem ama.

Orçamento e bilheteria

Com um orçamento estimado em 45 milhões de dólares, Karatê Kid: Lendas teve um desempenho sólido nas bilheteiras mundiais, arrecadando cerca de 105 milhões de dólares. Embora os números não representem um fenômeno comercial, eles confirmam o apelo duradouro da franquia, capaz de atravessar gerações e se renovar com um elenco multicultural e uma trama emocionalmente envolvente. O resultado reforça o interesse do público por histórias de superação com raízes culturais profundas — e pode abrir espaço para novos desdobramentos no universo da saga.

Disponível sob demanda

O longa-metragem pode ser adquirido por R$39,90 em plataformas como Apple TV (iTunes), Amazon Prime Video, Google Play, Microsoft Filmes & TV (Xbox) e Claro TV+. Durante o período inicial, o título estará disponível apenas para compra — com acesso vitalício ao conteúdo adquirido. A opção de aluguel será liberada posteriormente.

Backrooms: Um Não-Lugar quebra recordes e transforma uma lenda da internet em um dos maiores fenômenos do terror nos cinemas

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Poucos imaginavam que uma creepypasta publicada na internet se transformaria em um dos maiores sucessos do cinema em 2026. Backrooms: Um Não-Lugar acaba de ultrapassar US$ 356 milhões em bilheteria mundial, consolidando um desempenho muito acima do esperado para uma produção independente. Dirigido por Kane Parsons, o longa também entrou para a história da A24 como a maior arrecadação da distribuidora e confirmou que o gênero de terror continua vivendo uma fase de enorme popularidade nas salas de cinema.

O resultado impressiona ainda mais quando comparado ao investimento. Produzido com menos de US$ 10 milhões, o filme multiplicou dezenas de vezes seu orçamento e se tornou um dos casos mais expressivos de retorno financeiro da década. Antes mesmo desse novo marco, a produção já figurava entre as maiores bilheterias de 2026 e ocupava a vice-liderança entre os filmes de terror lançados no ano.

O que explica o sucesso?

Grande parte da força do filme está na origem da história. Em vez de adaptar um livro ou uma franquia consolidada, Kane Parsons levou para o cinema um fenômeno criado na internet. Os vídeos publicados por ele em 2022 apresentavam corredores intermináveis, salas vazias iluminadas por luzes fluorescentes e uma sensação constante de que algo estava observando quem entrava naquele lugar.

A estética dos chamados “espaços liminares” rapidamente conquistou milhões de visualizações e despertou curiosidade até mesmo de pessoas que nunca haviam acompanhado histórias de terror. O projeto chamou a atenção de diversos estúdios e acabou sendo transformado em um longa-metragem com o próprio Parsons na direção, um feito raro para um cineasta tão jovem.

Qual é a história do filme?

O roteiro acompanha Clark, interpretado por Chiwetel Ejiofor, dono de uma loja de móveis que enfrenta problemas financeiros, um divórcio recente e o alcoolismo. A rotina muda completamente quando estranhas falhas elétricas começam a surgir no estabelecimento.

Durante uma inspeção no porão da loja, Clark encontra uma abertura escondida atrás de uma parede. Ao atravessá-la, descobre um lugar impossível de explicar: um labirinto praticamente infinito formado por corredores vazios, salas idênticas, iluminação amarelada e um silêncio interrompido apenas pelo zumbido constante das lâmpadas fluorescentes.

Convencido de que encontrou algo extraordinário, ele tenta provar a existência daquele espaço para sua terapeuta, Mary, vivida por Renate Reinsve. Inicialmente cética, ela acaba entrando no local e percebe que aquele ambiente desafia qualquer lógica conhecida.

À medida que avançam pelo chamado Backrooms, os personagens encontram entidades misteriosas, ambientes que parecem mudar de forma constantemente e espaços que reproduzem lembranças traumáticas. Aos poucos, a narrativa deixa de funcionar apenas como um terror de sobrevivência para explorar culpa, trauma, isolamento e perda da identidade.

O filme vai além dos sustos?

Embora tenha criaturas assustadoras e momentos de grande tensão, o longa-metragem evita depender exclusivamente de sustos repentinos. O longa investe principalmente na sensação de desconforto provocada pelos cenários aparentemente comuns, mas completamente vazios e sem qualquer referência de tempo ou direção.

O roteiro também introduz o Async Research Institute, organização responsável por estudar aquela dimensão paralela. Conforme a investigação avança, fica claro que o misterioso labirinto existe há décadas e esconde segredos que permanecem longe do conhecimento público.

Essa combinação entre terror psicológico, ficção científica e mistério ajuda a explicar por que o filme conquistou tanto o público que já conhecia a creepypasta quanto espectadores que tiveram o primeiro contato com a história nos cinemas.

Quem está no elenco e na produção?

Além de Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, o elenco reúne Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell.

O roteiro ficou a cargo de Will Soodik, substituindo Roberto Patino, inicialmente anunciado para o projeto. Kane Parsons também participou da composição da trilha sonora e comandou a direção, preservando boa parte da identidade visual que tornou seus vídeos um fenômeno na internet.

As filmagens aconteceram durante o verão de 2025 e foram concluídas em agosto do mesmo ano. O longa estreou em maio de 2026 e rapidamente se transformou em um dos títulos mais comentados da temporada.

Por que o filme virou um fenômeno?

O sucesso comercial de Backrooms: Um Não-Lugar demonstra como produções nascidas fora dos grandes estúdios conseguem conquistar espaço quando encontram uma proposta visual marcante e uma comunidade já interessada naquele conceito.

Domingo Legal 13/04/2025: De Quem é Essa Mansão?, Geraldo Luís e Vanessa Lopes no Passa ou Repassa, e Comprar é Bom, Levar é Melhor

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de começar o domingo com boas risadas, competição de respeito e um toque de emoção, pode preparar o controle remoto! Neste dia 13 de abril de 2025, o “Domingo Legal” promete mais uma edição ao vivo daquelas, daquelas que grudam a família no sofá com Celso Portiolli no comando — e com o carisma de sempre.

Logo de cara, o programa já solta o grito de guerra no “Passa ou Repassa”, um dos quadros mais tradicionais da TV brasileira. De um lado, o time amarelo vem com nomes que o público conhece de longa data: o apresentador Geraldo Luís, a atriz Sônia Lima e a divertida Flor Fernandez. Do outro, o time azul traz a energia da internet com a influenciadora e dançarina Vanessa Lopes, o criador de conteúdo Brino e a influenciadora Mari Menezes. Entre tortas na cara, desafios de agilidade e perguntas capciosas, a disputa vai pegar fogo — e as gargalhadas estão garantidas.

E se você acha que a zoeira acaba aí, se enganou. Vem aí mais um episódio do hilário “De Quem é Essa Mansão?”, com Celso se juntando aos impagáveis Mileyde (Marlei Cevada) e Fala Silva (Pedro Manso). Juntos, eles invadem as casas mais luxuosas do Brasil, caçam pistas e fazem o público tentar adivinhar quem é o famoso dono (ou dona) da vez. Tudo com aquele humor debochado e espontâneo que já virou marca registrada do trio.

Tem também a volta dele, o carismático Bitelo, que retorna ao palco com mais um daqueles desafios que a gente adora acompanhar. Ainda é mistério o que vem por aí, mas uma coisa é certa: o público vai torcer, rir e se emocionar com mais essa jornada.

E prepare o coração (e a torcida), porque também rola mais uma edição do emocionante quadro “Comprar é Bom, Levar é Melhor”. Dessa vez, quem encara o desafio é a Família Da Mata, vinda diretamente de Marabá, no Pará. Eles vão enfrentar sete perguntas cruciais, com direito a prêmios incríveis na reta final. Mas para isso, vão precisar de raciocínio rápido, sangue frio e aquele empurrãozinho da sorte.

Ah, e como estamos em clima de Páscoa, o programa fecha com chave de ouro (ou melhor, de chocolate!). Uma vitrine especial exibe os ovos mais criativos, ousados e recheados da temporada. É um festival de sabores que promete fazer todo mundo salivar — e já pensar qual vai ser o próximo presente de si pra si mesmo.

Com tudo isso, fica fácil entender por que o Domingo Legal continua sendo uma escolha certeira para quem quer entretenimento leve, divertido e cheio de surpresas. O programa começa às 11h15, no SBT, então já separa o café da manhã caprichado e se joga nessa manhã animada com toda a família. Porque domingo bom… é domingo com Celso Portiolli na TV!

Sonic 3 invade as telas da Cinesystem com combo exclusivo

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A aventura mais esperada do ano finalmente chegou! O ouriço azul mais querido dos games, Sonic, está de volta às telonas com o lançamento de “Sonic 3“. E, para tornar a experiência ainda mais especial, a Cinesystem preparou um combo exclusivo que vai deixar os fãs ainda mais animados.

O destaque é o balde colecionável temático de Sonic 3, perfeito para quem quer levar para casa uma lembrança desse filme que promete ser uma corrida alucinante de emoções. O combo inclui, além do balde, dois refrigerantes de 700ml e muita pipoca, garantindo que você e um acompanhante curtam cada minuto da aventura com o maior conforto.

A superprodução traz Sonic enfrentando novos desafios e personagens que prometem agradar tanto os fãs antigos quanto aqueles que estão conhecendo o universo do ouriço agora. Com sequências de ação de tirar o fôlego, humor característico e visual deslumbrante, Sonic 3 é um programa imperdível para toda a família.

“Nosso objetivo é proporcionar não apenas a exibição de um filme, mas uma experiência completa e memorável para os nossos clientes,” destacou um representante da Cinesystem. “Sabemos como os fãs são apaixonados por Sonic, e essa parceria visa homenagear essa dedicação.”

O combo exclusivo está disponível em todas as unidades da Cinesystem, mas é por tempo limitado. Portanto, corra para garantir o seu e não fique de fora dessa super estreia!

Garanta seus ingressos e entre no clima dessa super corrida com Sonic 3! Acesse o site oficial ou visite a unidade Cinesystem mais próxima para conferir horários e disponibilidade.

Rolê nas Gerais chega com a história da Working Girl

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Foto: Reprodução/ Internet

O lugar de uma mulher é onde ela quiser, e o programa Rolê nas Gerais deste sábado, 24, está aqui para comprovar essa afirmação poderosa!

Renata do Carmo e Zu Moreira estão prontos para se envolver em histórias inspiradoras de mulheres que conquistaram seu espaço em profissões tradicionalmente dominadas pelos homens. Prepare-se para presenciar algo verdadeiramente extraordinário!

Não perca esta oportunidade única de mergulhar nas histórias da “Working Girl“, uma mulher que se dedica a projetos e reformas, oferecendo serviços de manutenção e instalação com maestria. Além disso, elas também proporcionam cursos e oficinas para aqueles que desejam aprender e se capacitar.

Marque na sua agenda! O programa será exibido neste sábado, imediatamente após o programa Terra de Minas, na Globo Minas, a partir das 14h40. Não deixe escapar essa chance de se inspirar e se surpreender com a incrível determinação e sucesso dessas mulheres excepcionais.

Saiba qual filme é exibido na Super Tela 26/08/2023

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Foto: Reprodução/ Internet

Prepare-se para uma experiência cinematográfica emocionante e cheia de mistérios, pois o aguardado filme de aventura Torre Negra está prestes a chegar à tela da Super Tela da Record na noite deste sábado, 26/08/2023. Com um elenco estrelar encabeçado por Idris Elba e Matthew McConaughey, o filme promete levar os espectadores a uma jornada épica e repleta de reviravoltas.

O filme “Torre Negra” traz um elenco de estrelas que promete cativar o público. Idris Elba assume o papel do pistoleiro Roland Deschain, enquanto Matthew McConaughey interpreta o enigmático Homem de Preto. A dupla de protagonistas traz um toque de carisma e mistério que promete envolver os espectadores do início ao fim.

A trama de “Torre Negra” é inspirada na famosa série de livros escrita por Stephen King. O autor é conhecido por suas histórias de suspense e horror, e a série “Torre Negra” não é exceção. A narrativa mistura elementos de faroeste, fantasia e terror, criando um universo único que conquistou fãs ao redor do mundo.

Uma das curiosidades mais interessantes sobre o filme é que ele não é uma adaptação direta de nenhum livro da série. Em vez disso, busca sintetizar elementos de toda a saga em uma narrativa coesa. Isso significa que os fãs da obra literária podem esperar encontrar easter eggs e referências a diversos momentos dos livros, tornando a experiência ainda mais cativante.

A direção de “Torre Negra” ficou a cargo de Nikolaj Arcel, que também colaborou no roteiro. O filme foi lançado em 2017 e, embora tenha recebido avaliações mistas por parte da crítica, a expectativa em torno da adaptação da obra de Stephen King e o interesse dos fãs contribuíram para uma bilheteria global considerável.

Que horas vai passar a Super Tela?

Essa é a sua chance de se aventurar em um mundo repleto de magia, mistério e desafios. Acompanhe o pistoleiro Roland Deschain em sua jornada pela lendária Torre Negra e enfrente o enigmático Homem de Preto. Não perca a exibição do filme Torre Negra na Super Tela da Record a partir das 23h15, uma oportunidade imperdível para mergulhar em uma narrativa épica e emocionante baseada na obra-prima de Stephen King. Prepare-se para uma noite cheia de emoções e mistérios na telinha da Record!