Cidade Negra anuncia show da turnê De Agora em Diante em São Paulo, comemorando três décadas de trajetória

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O Cidade Negra prepara um reencontro marcante com o público paulistano. Em comemoração às três décadas de uma trajetória que ajudou a moldar o reggae nacional, o grupo liderado por Toni Garrido e Bino Farias apresenta a turnê “De Agora em Diante” no dia 28 de março de 2026, na Suhai Music Hall, em São Paulo.

O espetáculo promete um mergulho emocional em sucessos que marcaram gerações, em um formato repaginado que une passado, presente e futuro. A pré-venda de ingressos tem início no dia 5 de novembro, ao meio-dia, enquanto as vendas gerais abrem em 6 de novembro, também às 12h, exclusivamente pelo site Eventim e na bilheteria oficial.

Mais do que uma simples turnê comemorativa, “De Agora em Diante” representa um momento de renovação artística e espiritual para o Cidade Negra. O show foi cuidadosamente concebido para revisitar os clássicos que se tornaram hinos de positividade e consciência social, além de apresentar novas canções que reafirmam a força criativa da banda.

Com direção musical de Bino Farias e a presença magnética de Toni Garrido nos vocais, o espetáculo mistura novos arranjos, uma estética visual moderna e mensagens que dialogam com o tempo presente. No repertório, não faltarão canções icônicas como “A Estrada”, “Firmamento”, “Girassol” e “Onde Você Mora”. Haverá também uma homenagem especial ao álbum “Sobre Todas as Forças” (1994), considerado um marco na discografia do grupo e na história do reggae brasileiro.

Em uma nova fase de amadurecimento, o Cidade Negra busca reafirmar a conexão entre a música e o público que os acompanha há décadas. “De agora em diante é sobre acreditar, sentir e continuar. A música sempre foi a ponte entre o sonho e a realidade”, reflete Toni Garrido, que retorna aos palcos com a mesma energia contagiante que o consagrou como uma das vozes mais carismáticas do país.

A turnê simboliza também o reencontro de uma parceria histórica. Juntos, Toni e Bino conduzem um espetáculo que ultrapassa a nostalgia e se torna uma verdadeira celebração da resistência cultural, espiritualidade e amor. A proposta é revisitar as raízes do reggae com frescor contemporâneo — um convite para dançar, refletir e sentir o poder da música como força transformadora.

Saiba quem foi eliminado no MasterChef Brasil de terça (12/08)

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Na última terça-feira, 12 de agosto, o MasterChef Brasil entregou um dos episódios mais emocionantes e saborosos da temporada. O 12º capítulo da competição culinária da Band trouxe de volta o temido e adorado desafio da Caixa Misteriosa, mas com um toque especial: a cozinha se transformou em um verdadeiro mapa gastronômico do Brasil.

Ao levantarem as tampas, os competidores se depararam com uma surpresa que arrancou suspiros e olhares curiosos. Dentro da Caixa Misteriosa, cinco compartimentos representavam cada região do país — Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul — repletos de ingredientes típicos que carregam a identidade de cada canto do Brasil.

No Norte, peixes amazônicos e ervas aromáticas; no Nordeste, coco, dendê e raízes de sabor marcante; no Centro-Oeste, grãos e cortes de carne que remetem à vida no campo; no Sudeste, queijos artesanais e temperos frescos; e no Sul, embutidos e verduras robustas típicas da serra. Para unir todos esses elementos, uma proteína obrigatória: o frango, aparentemente simples, mas que no contexto do programa exige técnica, ousadia e uma boa dose de criatividade.

Criatividade à prova

O desafio pedia mais do que domínio técnico: exigia respeito às tradições e a capacidade de surpreender. Misturar ingredientes tão distintos sem perder harmonia foi a grande dificuldade da noite. Alguns competidores se arriscaram em fusões improváveis, tentando criar pratos que transitassem entre regiões; outros preferiram mergulhar em um único território, apostando na força de sabores conhecidos.

Os jurados, atentos a cada detalhe, avaliaram ponto, sabor, apresentação e coerência com a proposta. E, como sempre, não pouparam críticas quando sentiram que a execução ficou abaixo das expectativas.

Bastidores de pressão

Nos bastidores, a tensão era visível. Minutos antes de entregar os pratos, o clima na cozinha estava carregado de olhares preocupados para o relógio, mãos apressadas e panelas fumegantes. O desafio da Caixa Misteriosa é conhecido por provocar esse efeito: mesmo os mais experientes sentem o peso do improviso e do tempo limitado.

Quando chegou a hora da avaliação, alguns pratos encantaram pela originalidade, enquanto outros deixaram a sensação de que faltou ousadia ou equilíbrio.

A prova de eliminação e a despedida

Após a análise dos pratos da Caixa Misteriosa, alguns competidores foram salvos e seguiram para o mezanino. Já os que não se destacaram encararam a temida prova de eliminação. Foi ali que o destino de Taynan e Fernanda foi selado.

Apesar da garra e da trajetória marcante no programa, as duas não conseguiram apresentar pratos que convencessem os jurados nessa etapa decisiva. A decisão foi anunciada com a tensão típica do MasterChef: silêncio no estúdio, respirações suspensas e, por fim, o veredicto. As despedidas foram emocionadas, com abraços apertados, lágrimas e palavras de incentivo vindas de colegas e jurados.

“The Boys” | Última temporada tem trailer revelado na Comic-Con 2025 e antecipa desfecho brutal, sangrento e inesquecível

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Com o mundo de cabeça para baixo, uma sociedade dividida entre fascínio e medo, e super-heróis que mais parecem vilões de guerra, The Boys se prepara para sua despedida. A quinta e última temporada da série acaba de ganhar um trailer exclusivo revelado durante a San Diego Comic-Con 2025, deixando os fãs em polvorosa com a promessa de um encerramento épico, brutal e carregado de emoções extremas. O vídeo foi exibido com exclusividade durante o painel da série, que reuniu o elenco principal — incluindo Karl Urban, Jack Quaid, Erin Moriarty e Antony Starr — ao lado do criador Eric Kripke. Em tom direto, Kripke anunciou: “Estamos indo com tudo. Sem freios. Sem piedade. Essa é a guerra final entre os humanos e os Supers.” As informações são do Omelete.

A prévia começa com uma imagem desoladora: Homelander, ou Capitão Pátria, caminha lentamente por um espaço abandonado, seus passos ecoando como se cada batida fosse um presságio do que está por vir. A câmera passeia por casas vazias e destruídas, onde personagens como Frenchie, Hughie e Leitinho tentam se esconder do mundo em colapso. Logo em seguida, Billy Butcher aparece. Ele está abatido, envelhecido, visivelmente doente, mas sua determinação ainda pulsa forte. Ele reúne os Rapazes, sua equipe de justiceiros, para uma última missão que pode custar a vida de todos. Ainda assim, todos sabem que recuar já não é mais uma opção.

Em contraste com o desespero dos Rapazes, o trailer mostra Homelander sendo ovacionado em um grande auditório, rodeado por aplausos e adoração. A imagem do super-herói é tratada como uma figura divina, mesmo quando sua tirania se torna cada vez mais evidente. A manipulação da opinião pública e o culto à personalidade estão em seu ápice. Em meio a esse frenesi, uma participação inusitada chama atenção: o ator e produtor Seth Rogen aparece brevemente em uma cena cômica, antes que o tom do vídeo volte à sua brutalidade habitual. Explosões, perseguições, mutilações e combates sanguinários dominam a tela, prenunciando o caos absoluto.

Um dos momentos mais comentados da prévia é o retorno de Soldier Boy, personagem interpretado por Jensen Ackles. Visto anteriormente como morto, ele reaparece congelado em uma câmara de contenção. Homelander o observa através do vidro, em um confronto silencioso entre dois símbolos do nacionalismo distorcido que a série tanto critica. A tensão entre eles promete ser um dos pontos altos da temporada. Outro elemento crucial é o papel de Ryan, o filho de Homelander. Em uma breve, porém impactante aparição, o garoto surge com um olhar frio e calculista, sugerindo que o conflito final poderá ser também uma tragédia familiar de proporções devastadoras.

Saiba mais sobre a série

Desde sua estreia em 26 de julho de 2019 na Prime Video, a série americana deixou claro que não seria apenas mais uma série sobre super-heróis. Criada por Eric Kripke e baseada nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, a produção se posicionou como uma crítica direta ao culto dos superpoderosos, à indústria do entretenimento e à manipulação midiática. Em pouco tempo, a série se tornou um fenômeno global, reverberando muito além do nicho nerd, alcançando públicos diversos em busca de narrativas que refletissem o cinismo, a complexidade e os dilemas da sociedade contemporânea.

A trama gira em torno de dois grupos centrais: os Sete, super-heróis idolatrados e controlados pela megacorporação Vought International, e os Rapazes, vigilantes liderados por Billy Butcher que lutam para expor os abusos cometidos pelos Supers. Enquanto os Sete representam o poder corrompido e a fachada de perfeição vendida à sociedade, os Rapazes encarnam o caos moral de quem tenta fazer justiça num mundo que já perdeu seu eixo. Entre eles, surgem figuras como Hughie Campbell, jovem traumatizado que vê sua namorada ser morta por um super em alta velocidade, e Annie January, a Luz-Estrela, heroína idealista que descobre aos poucos as podridões do sistema que a acolheu.

Com o passar das temporadas, The Boys aprofundou ainda mais suas críticas sociais, abordando temas como o militarismo, o uso político da religião, a espetacularização da violência e o uso de fake news para manipular massas. A série foi pioneira ao representar o surgimento de um fascismo velado dentro de uma estética pop, explorando como o entretenimento pode ser usado como arma ideológica. A performance de Antony Starr como Homelander se tornou símbolo desse discurso: um homem com poderes divinos, mas emocionalmente instável, sedento por controle e reconhecimento.

Agora, com a quinta temporada, Eric Kripke promete amarrar todas as pontas soltas e entregar um final coerente com o tom subversivo da série. Durante o painel, ele revelou que a temporada final terá uma abordagem ainda mais sombria, sem perder a ação e a sátira que sempre marcaram a obra. “Billy Butcher está morrendo. Ryan está em uma encruzilhada moral. Luz-Estrela quer salvar algo que talvez não possa mais ser salvo. E Homelander… bem, ele se tornou tudo aquilo que temíamos desde o começo”, afirmou o criador.

Os atores também expressaram sua emoção com o fim da jornada. Karl Urban declarou que interpretar Billy Butcher foi o papel mais intenso de sua carreira. “Esse personagem me levou a lugares sombrios, mas também humanos. Ele não é um herói. Nem um vilão. É alguém quebrado tentando sobreviver.” Já Antony Starr destacou que Homelander redefiniu seu olhar sobre o arquétipo do herói. “Ele me ensinou o quanto o poder sem limites pode ser aterrorizante. E o mais assustador é que ele é adorado por isso.”

Para os fãs, a promessa é de uma temporada com batalhas impactantes, mortes marcantes e reviravoltas que podem mudar o rumo da série até o último minuto. O retorno completo de Soldier Boy pode abrir novas frentes de conflito, especialmente se ele formar uma aliança temporária com os Rapazes. Ryan, o garoto superpoderoso, pode ser tanto a salvação quanto a ruína de todos. Vought International, por sua vez, tenta restaurar sua imagem com novos projetos de marketing e produtos derivados, mesmo que isso signifique sacrificar antigos membros dos Sete.

A expectativa em torno da estreia é altíssima. A quinta temporada está prevista para chegar ao Prime Video em outubro de 2025, com oito episódios de aproximadamente uma hora cada. A classificação indicativa segue restrita para maiores de 18 anos, e a série promete não suavizar seu conteúdo. A trilha sonora do trailer ainda não foi oficialmente divulgada, mas fãs identificaram o uso de uma versão sombria da clássica “Hallelujah”, o que reforça o tom melancólico da temporada final.

Mesmo com o encerramento da trama principal, o universo de The Boys não se encerra totalmente. Eric Kripke confirmou que novos spin-offs estão em desenvolvimento, dando continuidade ao legado da série com personagens inéditos e novas perspectivas. Entre os derivados já lançados, Gen V se destacou ao expandir o universo para o ambiente universitário, explorando como os jovens são moldados pela lógica de poder e celebridade dos Supers.

A Casa do Dragão é renovada para a 4ª temporada pela HBO, mesmo antes da estreia do terceiro ano

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A chama dos Targaryen está longe de se apagar. Antes mesmo de o público assistir à terceira temporada, a HBO oficializou a renovação de A Casa do Dragão para o quarto ano, reafirmando a confiança no poder da franquia e no apetite dos fãs pela tragédia, grandeza e brutalidade que moldam a história da família mais famosa de Westeros. A confirmação chega como um sopro de alívio para quem acompanha a série desde sua estreia em 2022, quando se tornou um fenômeno instantâneo, quase igualando – para muitos até superando – o impacto inicial de Game of Thrones.

Quando chegam as novas temporadas?

A ansiedade, porém, deve vir acompanhada de paciência. A HBO já confirmou que a terceira temporada estreia no verão norte-americano de 2026, entre junho e agosto. Já o quarto ano, recém-anunciado, deve chegar somente em 2028, seguindo o ritmo de produção cuidadoso que caracteriza o universo de George R. R. Martin. É um intervalo longo, mas não surpreendente: a série depende de cronogramas complexos, locações em vários países e meses de efeitos visuais que exigem um acabamento impecável. Tudo isso contribui para a imersão que se tornou marca registrada da produção.

O caminho que trouxe a série até aqui

Criada por Ryan J. Condal em parceria com George R. R. Martin, a série foi desenvolvida a partir dos eventos narrados na segunda metade do livro Fogo & Sangue. A história mergulha nas tensões políticas e afetivas que culminam na guerra civil conhecida como A Dança dos Dragões, conflito protagonizado pelos meios-irmãos Rhaenyra Targaryen e Aegon II, que disputam ferozmente o Trono de Ferro. Desde sua estreia em agosto de 2022, a série conquistou não apenas gigantescos números de audiência — ultrapassando 10 milhões na primeira noite nos Estados Unidos — mas também uma recepção crítica surpreendentemente positiva, com muitas análises considerando-a tão forte quanto sua série-mãe, ou até mais consistente.

Produção grandiosa e locações icônicas

O impacto visual da série também não veio por acaso. As filmagens atravessam países e paisagens, dando vida a castelos, cidades e regiões épicas que parecem saltar das páginas para a tela. A primeira temporada passou por locais como Cornualha, Hertfordshire e Peak District no Reino Unido, além de Portugal e várias cidades espanholas, como Cáceres e Trujillo. Toda essa travessia permite que Westeros ganhe textura, profundidade e autenticidade — uma característica essencial quando se trata de uma saga de fantasia que carrega tanto peso cultural.

Quanto custa cada episódio?

Se há algo que a HBO não economiza, é na grandiosidade. A primeira temporada de A Casa do Dragão custou quase US$ 200 milhões, o que significa cerca de US$ 20 milhões por episódio — uma cifra que coloca a série no mesmo patamar de megaproduções cinematográficas. Para efeito de comparação, Game of Thrones começou custando US$ 6 milhões por episódio e atingiu US$ 15 milhões apenas na última temporada. Além disso, o orçamento de marketing ultrapassou US$ 100 milhões, reforçando o status da série como um dos projetos mais ambiciosos da televisão contemporânea. Esses investimentos se refletem diretamente na qualidade visual: dragões com textura quase palpável, cenários vastos e batalhas que parecem coreografadas quadro a quadro.

Audiência, expectativas e o desafio da continuidade

A segunda temporada, lançada em junho de 2024, trouxe de volta toda essa grandiosidade, mas também enfrentou o impacto de competir com um cenário televisivo mais fragmentado. Mesmo com uma estreia global de 7,8 milhões de espectadores — abaixo dos 10 milhões de 2022 — o desempenho ainda é considerado imenso para os padrões atuais. Mais importante: a série manteve o alto padrão de narrativa, aprofundando personagens, ampliando tensões e construindo o caminho irreversível rumo ao conflito que promete dominar as próximas temporadas.

Prêmios, indicações e reconhecimento

A qualidade não passou despercebida pela indústria. Em pouco tempo, A Casa do Dragão conquistou o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática, e Emma D’Arcy recebeu indicação como Melhor Atriz, reforçando o prestígio da produção. A série também acumulou nove indicações ao Emmy e foi laureada em prêmios técnicos importantes, como o BAFTA Craft Awards. A crítica se mantém constante em um ponto: a série conseguiu o que parecia impossível — reerguer o entusiasmo por Westeros depois da recepção dividida do final de Game of Thrones.

Sessão da Tarde traz “Velozes & Furiosos 5: Operação Rio” nesta sexta-feira (01/08)

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Nesta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, a Sessão da Tarde traz de volta um dos filmes mais eletrizantes da franquia que conquistou fãs no mundo todo. “Velozes & Furiosos 5: Operação Rio” volta à tela da TV Globo para lembrar por que essa história de ação, velocidade e amizade ainda faz tanta gente vibrar.

Mas não é só isso. Esse quinto filme marcou uma mudança importante na série, que até então era quase toda corrida de rua. Aqui, a coisa fica maior: tem assalto, perseguição, muita explosão e claro, aquele clima intenso do Rio de Janeiro — ou, pelo menos, uma versão muito bem feita dele.

Vamos dar uma volta por essa aventura que mistura adrenalina e emoção, e conhecer os bastidores desse filme que não cansa de acelerar corações.

De perseguição nas ruas para o maior assalto da franquia

Até o quarto filme, “Velozes & Furiosos” era sinônimo das corridas ilegais e da paixão por carros modificados. Mas em “Operação Rio”, a história ganhou uma nova pegada, mais próxima dos grandes filmes de assalto e ação hollywoodianos.

O diretor Justin Lin, que já comandava a franquia desde o terceiro filme, resolveu acelerar em outra direção. Em vez de se concentrar só nas corridas, o foco passou para um grande roubo de 100 milhões de dólares — dinheiro de um empresário corrupto que está no centro de uma trama cheia de tensão.

Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) se veem fugindo da polícia e acabam no Rio, onde planejam esse golpe audacioso. Mas é claro que nada sai simples: muita perseguição, cenas de tirar o fôlego e, claro, aquele cofre gigante sendo arrastado pelas ruas, pra deixar qualquer um grudado na tela.

O Rio como você nunca viu (ou quase isso)

Quem assistiu na época se lembra da beleza das cenas na praia de Ipanema, no Cristo Redentor e em outras paisagens cariocas famosas. Mas, na prática, boa parte das cenas mais explosivas e das favelas foram recriadas em Porto Rico e Atlanta.

Isso aconteceu porque filmar em favelas reais é complicado — tanto para garantir a segurança quanto para controlar a produção. Mesmo assim, o esforço foi grande para deixar tudo com cara do Rio, com direito a casas pintadas, ruas modificadas e todo aquele jeitão brasileiro que a gente reconhece.

Nem só de fãs vive o filme

Apesar de ter conquistado muitos espectadores, o filme também levantou debates. Alguns brasileiros e críticos acharam que a produção exagerou nos estereótipos — apresentando o Rio quase só como um lugar de violência e corrupção.

Por outro lado, muitos defendem que “Operação Rio” é uma obra de ficção, feita para divertir e não para retratar a cidade de forma fiel. Entre os exageros e as licenças artísticas, o filme acabou criando uma imagem que até hoje divide opiniões.

Um elenco que não perde o ritmo

Além dos já conhecidos Vin Diesel e Paul Walker, a chegada de Dwayne Johnson na franquia trouxe uma nova energia. Seu personagem, o agente Luke Hobbs, rapidamente virou um dos favoritos do público — e deu mais peso às cenas de ação.

O elenco conta também com nomes como Ludacris, Tyrese Gibson, Gal Gadot, Jordana Brewster, Joaquim de Almeida e Elsa Pataky, formando um time que mistura carisma, humor e força.

Recorde de bilheteria e legado

“Velozes & Furiosos 5” não foi só um sucesso entre os fãs, mas também quebrou recordes de bilheteria, faturando mais de 625 milhões de dólares ao redor do mundo. Esse resultado abriu caminho para filmes ainda maiores, com efeitos mais elaborados e histórias mais ambiciosas.

Hoje, o filme é visto por muitos como o ponto de virada da franquia, quando ela deixou de ser apenas um filme sobre corridas para se transformar numa verdadeira saga de ação.

O reencontro com Brian O’Conner

Assistir ao filme hoje também tem um significado especial para quem acompanha a saga e sabe da história de Paul Walker. O ator faleceu em 2013, mas seu personagem ainda é lembrado com carinho por fãs e elenco.

Em “Operação Rio”, vemos um Brian mais maduro, preocupado com sua família, tentando construir uma vida estável — e isso deixa o filme com um toque mais humano e emotivo.

Por que assistir de novo?

Mesmo para quem já conhece a história, rever “Velozes & Furiosos 5” é uma experiência que vale a pena. Além da ação, a produção traz momentos que misturam emoção, humor e cenas de tirar o fôlego. Se você gosta de um filme que mistura adrenalina com laços de amizade e que ainda traz o Rio de Janeiro como cenário, esta é a hora perfeita para acelerar junto com Dom e sua turma.

A&E estreia nova temporada de Cidade Confidencial e revisita crimes que marcaram comunidades nos EUA

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O A&E traz de volta à programação uma de suas séries mais emblemáticas: Cidade Confidencial (City Confidential). Em novos episódios, a produção retoma sua proposta original de investigar crimes reais que deixaram marcas profundas em cidades e vilarejos dos Estados Unidos, mantendo o tom sombrio e cinematográfico que a tornou referência desde sua estreia nos anos 2000.

Com estética inspirada no noir e uma narrativa que foge do sensacionalismo, a série não se limita a reconstruir crimes. Cidade Confidencial observa como esses acontecimentos rompem a normalidade do cotidiano, expondo fragilidades, medos coletivos e segredos que permaneciam escondidos sob a aparência tranquila das comunidades. Cada história revela não apenas o crime, mas o rastro emocional e social deixado por ele.

O episódio de abertura da nova temporada, “Sequestro em Anchorage”, leva o espectador até o Alasca, onde um caso perturbador abalou a confiança e a sensação de segurança da população local. O desaparecimento de uma barista de 18 anos, conhecida e querida na cidade, transforma rapidamente a rotina de Anchorage em um cenário de tensão e incerteza.

Imagens de câmeras de segurança registram o momento em que a jovem é rendida dentro da cafeteria e levada à força por um homem armado. A partir desse ponto, a investigação se transforma em uma corrida angustiante contra o relógio. A polícia precisa decifrar pistas escassas, lidar com a brutalidade de um sequestrador sádico e agir rápido para tentar salvar a vítima antes que seja tarde demais.

Ao reconstruir o caso, o episódio destaca não apenas a ação policial, mas também o impacto emocional do crime sobre familiares, amigos e moradores da cidade. O medo se espalha, a confiança é abalada e a comunidade passa a encarar sua própria realidade sob uma nova perspectiva.

Os Caras Malvados 2 estreia em agosto com novas vilãs e um assalto que promete virar o jogo

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Depois de tentarem deixar a vida de crimes para trás, os anti-heróis mais adoráveis da animação vão descobrir que “ser bonzinho” não é tão simples quanto parece. Os Caras Malvados 2, nova produção da DreamWorks Animation em parceria com a Universal Pictures, chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de agosto com uma pergunta no ar: e se os ex-vilões fossem raptados por vilãs ainda piores?

Na nova aventura, os Caras Malvados estão focados em manter a reputação limpa — ou ao menos tentando parecer mais comportados. Só que a paz não dura muito. De repente, a gangue é sequestrada por um novo trio de criminosas que não está ali para brincar. As Garotas Malvadas, lideradas por uma leopardo-das-neves estratégica e implacável, precisam de ajuda para executar um roubo ambicioso. E é claro que a confusão está garantida quando se junta quem quer mudar com quem ainda nem pensou nisso.

O elenco original de vozes retorna em grande estilo: Sam Rockwell como o carismático Sr. Lobo, Marc Maron como o rabugento Sr. Cobra, Craig Robinson como o exagerado e adorável Sr. Tubarão, Anthony Ramos no papel do impulsivo Sr. Piranha, e Awkwafina como a genial e sarcástica Srta. Tarântula, ou Webs. Cada um traz seu talento para manter a química afiada do grupo.

A novidade que movimenta a sequência são as Garotas Malvadas, três novas personagens que chegam com personalidade de sobra e um plano mirabolante nas mãos. Danielle Brooks dá voz à líder Kitty Kat, uma leopardo-das-neves tão elegante quanto perigosa. Maria Bakalova interpreta Pigtail, uma javali engenheira vinda da Bulgária, e Natasha Lyonne entra como Doom, uma corvo com faro para golpes e comentários ácidos. O trio chega para bagunçar as dinâmicas já caóticas da antiga gangue.

Baseado nos livros de Aaron Blabey, que já venderam mais de 30 milhões de cópias no mundo, o filme mantém a essência do primeiro longa: humor esperto, ritmo acelerado e personagens que, mesmo improváveis, são cativantes. A sequência aposta na interação entre dois mundos — o dos ex-vilões em reabilitação e o das vilãs profissionais — para explorar com leveza temas como redenção, identidade e o que realmente significa “ser do bem”.

Visualmente vibrante, com direção dinâmica e dublagens afiadíssimas, Os Caras Malvados 2 promete ser uma das grandes animações do ano. Com cenas de ação insanas, diálogos hilários e reviravoltas a cada esquina, a sequência chega para conquistar tanto o público infantil quanto os adultos que se divertiram com o primeiro filme.

A estreia está marcada para 14 de agosto, exclusivamente nos cinemas, com distribuição da Universal Pictures. Prepare-se para torcer, rir e, quem sabe, até repensar quem são os verdadeiros mocinhos da história.

Sabrina Carpenter vai estrelar um musical de Alice no País das Maravilhas pela Universal — uma nova viagem por um dos mundos mais icônicos da literatura

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O universo de Alice no País das Maravilhas está prestes a ganhar uma nova roupagem — e, dessa vez, com muito ritmo e brilho pop. Foi revelado nesta terça-feira (11) que a cantora e atriz Sabrina Carpenter vai estrelar uma nova adaptação cinematográfica da clássica história de Lewis Carroll. O longa, que será produzido pela Universal Pictures, promete ser um musical, misturando fantasia, imaginação e as batidas modernas que se tornaram marca registrada de Carpenter. As informações são do Omelete.

A direção e o roteiro ficam nas mãos de Lorene Scafaria, cineasta conhecida por seu olhar sensível e autoral em filmes como Hustlers: O Golpe Perfeito e Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo. Além de protagonista, Sabrina também assina como produtora, reforçando sua nova fase de ascensão criativa em Hollywood. Fontes próximas à produção revelaram que a Universal se aproximou da cantora em 2024, quando o projeto ainda era apenas uma ideia. À medida que o conceito foi evoluindo, Scafaria assumiu a direção e o roteiro, consolidando a visão de um filme que promete equilibrar o espírito original de Alice com o frescor de uma nova geração.

Sabrina Carpenter: da música para o País das Maravilhas

A escolha de Sabrina Carpenter não poderia ser mais simbólica. A artista vive um dos momentos mais importantes de sua carreira: após o sucesso estrondoso de hits como Espresso e Feather, ela se tornou um fenômeno global do pop. Além do sucesso musical, Sabrina já mostrou talento nas telas — participou de produções como Work It: Quase Pronta e da série Girl Meets World — e vem sendo cada vez mais reconhecida por sua presença magnética e autenticidade.

Agora, ao assumir o papel de Alice, Carpenter ganha a chance de unir suas duas paixões: atuação e música. E tudo indica que o resultado será uma experiência visual e sonora única, com coreografias exuberantes, figurinos surreais e canções originais que devem capturar a essência de um dos universos mais amados da literatura.

Em tempos em que Hollywood revisita constantemente os clássicos, a promessa de uma Alice moderna, cantada e dançada, soa como um convite irresistível para o público jovem e nostálgico ao mesmo tempo.

Um clássico que nunca envelhece

Publicado originalmente em 4 de julho de 1865, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas é uma das obras mais emblemáticas da literatura mundial. Escrito por Charles Lutwidge Dodgson — sob o pseudônimo de Lewis Carroll —, o livro ultrapassou séculos e fronteiras ao misturar humor, lógica absurda e metáforas que encantam tanto crianças quanto adultos.

A história acompanha Alice, uma menina curiosa que, ao seguir um coelho apressado, cai em uma toca e é transportada para um mundo completamente fora das regras. Lá, encontra personagens icônicos como o Chapeleiro Maluco, o Gato de Cheshire, a Rainha de Copas e a Lagunha Dorminhoca. Cada um representa uma peça do quebra-cabeça filosófico que Carroll construiu — um retrato cômico e caótico da própria sociedade vitoriana.

O livro é, na verdade, duas histórias em uma só: um conto de fantasia para crianças e uma crítica sutil (e brilhante) para adultos. A narrativa é repleta de enigmas, trocadilhos e paródias, brincando com a lógica e com as convenções literárias da época. E talvez seja exatamente por isso que Alice nunca perdeu relevância — porque fala de confusão, curiosidade e identidade, temas que permanecem universais.

De um passeio de barco ao mito literário

O nascimento de Alice no País das Maravilhas é quase tão encantador quanto sua história. Em 4 de julho de 1862, Dodgson — então um tímido professor de matemática de Oxford — saiu para um passeio de barco pelo rio Tâmisa na companhia de um amigo e das três irmãs Liddell: Lorina, Edith e Alice Liddell, a menina que inspiraria o nome da protagonista.

Durante o trajeto, para entreter as crianças, ele começou a contar uma história improvisada sobre uma garota que caía em uma toca de coelho e vivia aventuras em um mundo bizarro. Alice ficou tão encantada que pediu que ele escrevesse tudo. Assim nasceu Alice’s Adventures Under Ground, o manuscrito original que, anos depois, seria expandido e publicado como Alice’s Adventures in Wonderland.

O livro, ilustrado por John Tenniel, foi lançado em 1865 — e, mesmo após uma primeira edição retirada das prateleiras por problemas de impressão, tornou-se um sucesso absoluto. A rainha Vitória leu. Oscar Wilde adorou. E, mais de 150 anos depois, a obra segue sendo adaptada, reinterpretada e reinventada nos mais variados formatos.

Harry Styles estreia nova turnê com show transmitido ao vivo pela Netflix direto de Manchester

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A próxima sexta (6) será muito especial para os fãs de Harry Styles. O cantor escolheu Manchester, na Inglaterra, para dar o pontapé inicial em sua nova turnê — e quem não estiver no Reino Unido também poderá sentir a energia da estreia. A Netflix confirmou que exibirá o primeiro show da série de apresentações, aproximando o artista de milhões de pessoas ao redor do mundo. As informações são do Omelete.

O espetáculo, intitulado Harry Styles: Uma Noite em Manchester, será gravado na sexta-feira (6) e disponibilizado no catálogo do streaming no domingo (8), às 17h, no horário de Brasília. A proposta é transformar o lançamento da turnê em um evento global, daqueles que mobilizam redes sociais, grupos de fãs e playlists no volume máximo.

O momento não poderia ser mais simbólico. A apresentação marca também a estreia ao vivo das músicas do novo álbum Kiss All the Time. Disco, Occasionally., que chega oficialmente às plataformas no mesmo dia do show. Para quem acompanha a trajetória de Harry desde o início, trata-se de mais um capítulo importante de uma carreira que nunca deixou de se reinventar.

Antes de se tornar um dos maiores nomes do pop contemporâneo, Harry era apenas um adolescente participando do reality musical The X Factor, em 2010. Eliminado na categoria solo, ele ganhou uma segunda chance ao integrar a boy band One Direction. O grupo rapidamente se transformou em um fenômeno mundial, arrastando multidões e vendendo milhões de discos até entrar em hiato em 2016.

A pausa da banda abriu espaço para que Harry explorasse sua própria identidade artística. Em 2017, lançou seu álbum de estreia solo e mostrou que estava disposto a ir além do pop adolescente que o apresentou ao mundo. Vieram então trabalhos cada vez mais autorais, como Fine Line e Harry’s House, este último responsável por consolidar sua imagem como um artista maduro, versátil e capaz de dominar as paradas globais com naturalidade.

Mas a força de Harry Styles não se resume aos números. Seus shows são conhecidos pela atmosfera vibrante, pela proximidade com o público e pela liberdade criativa que ele imprime no palco. Há dança, há emoção, há momentos de introspecção e, principalmente, há conexão. É essa experiência que a Netflix pretende levar para dentro da casa dos assinantes.

Manchester, aliás, não é apenas mais uma cidade na agenda. Com forte tradição musical, o local carrega simbolismo dentro da cultura pop britânica. Escolher esse palco para iniciar uma nova fase reforça a ligação de Harry com suas raízes e com o público do Reino Unido, ao mesmo tempo em que transforma a apresentação em um acontecimento internacional.

Além da música, Harry construiu uma imagem que ultrapassa o entretenimento tradicional. Ele já se aventurou no cinema, estreando em Dunkirk, dirigido por Christopher Nolan, e tornou-se referência no mundo da moda, quebrando padrões e ampliando debates sobre estilo e identidade. Essa combinação de talento musical, presença de palco e autenticidade ajudou a consolidá-lo como um dos artistas mais influentes de sua geração.

Sabor de Vida 27/04/2025: Chef Léo Roncon ensina receita de torta de limão

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No próximo domingo, 27 de abril de 2025, às 13h, o programa “Sabor de Vida”, da TV Aparecida, promete abrir ainda mais o apetite do público com receitas criativas e cheias de tradição. Sob o comando carismático de Bianca Láua e do talentoso chef Leonardo Roncon, a atração vai além do simples preparo de pratos: ela mergulha nas curiosidades dos ingredientes e na riqueza cultural que envolve cada receita.

O cardápio do dia começa com um clássico que ganhou o coração dos brasileiros: o Pão de Alho. Chef Léo vai ensinar o passo a passo dessa delícia, cuja origem remete às bruschettas italianas — fatias de pão amanhecido embebidas em azeite ou manteiga, salpicadas com alho e levadas ao forno ou à grelha. No Brasil, o pão de alho se popularizou nos churrascos e ganhou inúmeras versões criativas: há variações recheadas com frango e requeijão, tomate seco com provolone, pimenta biquinho com azeitona, carne seca e até opções doces, como o surpreendente pão de alho com chocolate!

Na sequência, o prato principal promete agradar especialmente os amantes de churrasco: o Pirulito de Churrasco com Chimichurri. O chef vai mostrar como preparar essa receita que une suculência e sabor em uma apresentação divertida e prática. O destaque fica por conta do chimichurri, o molho argentino tradicionalmente feito com salsinha, alho, vinagre, azeite e um toque de especiarias. Ideal tanto para marinar quanto para finalizar carnes grelhadas, o chimichurri traz frescor e acidez que equilibram perfeitamente a gordura e o sabor defumado do churrasco, criando uma verdadeira explosão de sabores a cada mordida.

Para fechar o programa com chave de ouro (e açúcar!), vem a sobremesa: uma Torta de Limão refrescante e irresistível. Bianca e chef Leonardo vão explorar as origens dessa clássica sobremesa, cuja versão mais antiga é a famosa Lemon Meringue Pie inglesa do século XVIII. O merengue, por sua vez, foi inventado por confeiteiros suíços e franceses, enquanto o limão já era utilizado para aromatizar doces. A versão brasileira da torta é adaptada para o clima tropical: leva leite condensado, creme de leite e limão taiti, sendo servida geladinha, perfeita para dias mais quentes.

E não para por aí: o programa também vai trazer curiosidades sobre os alimentos utilizados nas receitas, mostrando suas origens, propriedades e dicas de como aproveitá-los melhor na cozinha do dia a dia.


Anote na agenda:
📅 Domingo, 27 de abril
🕐 A partir das 13h
📺 Na TV Aparecida

Não perca essa oportunidade de aprender, se inspirar e se deliciar com o “Sabor de Vida”! Afinal, cozinhar é muito mais do que preparar alimentos — é criar memórias afetivas com quem a gente ama. 🍽️💛

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