Vermelho, Branco e Sangue Azul 2 | Prime Video divulga prévia do casamento que promete conquistar o público

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O universo da comédia romântica ganhou, nos últimos anos, uma obra que transcende o entretenimento e se transforma em um marco da representatividade LGBT+: Vermelho, Branco e Sangue Azul. Desde sua estreia em 2023 no Prime Video, o filme conquistou corações ao redor do mundo com a história do improvável romance entre Alex Claremont-Diaz, filho da primeira presidente mulher dos Estados Unidos, e o príncipe Henry, herdeiro da coroa britânica. E agora, fãs do casal mais icônico do cinema LGBTQIA+ têm motivos para celebrar: a sequência foi oficialmente confirmada, trazendo consigo o primeiro teaser que já anuncia o que todos esperavam — um casamento real.

O novo filme foi revelado pelo Prime Video sob o título em inglês Red, White & Royal Wedding, traduzido livremente como Vermelho, Branco e Casamento Real. O teaser é breve, mas suficiente para despertar a curiosidade de todos, oferecendo um vislumbre de um momento que promete ser tão emocionante quanto romântico: a união de Alex e Henry, agora consolidada, e as consequências políticas e pessoais que um casamento desse porte pode gerar em duas das famílias mais influentes do mundo. A expectativa é de que, assim como o primeiro filme, a sequência traga humor, emoção e uma celebração da diversidade de formas de amar.

Direção, roteiro e equipe criativa

Para assumir a direção do segundo filme, o Prime Video escolheu Jamie Babbit, conhecida por seu trabalho em Nuna Fui Santa e outros projetos que exploram narrativas queer com sensibilidade e autenticidade. A direção de Babbit promete trazer um olhar fresco e ao mesmo tempo respeitoso sobre personagens já estabelecidos, mantendo o tom romântico e cômico que fez o primeiro filme se destacar.

O roteiro será assinado por Gemma Burgess, Matthew López — que dirigiu o primeiro filme — e o autor do livro original, Casey McQuiston. Essa parceria sugere que a sequência manterá a fidelidade ao universo literário, enquanto expande os arcos dos personagens e explora novas dinâmicas, principalmente em torno do casamento, suas implicações políticas e o papel das famílias protagonistas. Apesar de detalhes específicos do enredo ainda serem mantidos em segredo, o anúncio oficial já é suficiente para gerar uma onda de entusiasmo entre fãs e críticos.

Retorno do elenco principal

Um dos grandes pontos de animação para a sequência é a confirmação do retorno de Nicholas Galitzine e Taylor Zakhar Perez como príncipe Henry e Alex Claremont-Diaz, respectivamente. A notícia foi divulgada pelo portal Deadline e representa um alívio para os fãs que temiam mudanças no elenco devido aos compromissos prévios de Galitzine com Mestres do Universo. Com as filmagens desse projeto concluídas, o ator está livre para se dedicar à sequência de Vermelho, Branco e Sangue Azul, garantindo a continuidade da química entre os protagonistas, elemento que se tornou marca registrada do primeiro filme.

A presença do elenco principal reforça não apenas a fidelidade à obra original, mas também a aposta do Prime Video em manter o charme e o carisma que conquistaram milhões de espectadores. Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine trouxeram vida e nuance aos personagens, equilibrando o humor leve com momentos de vulnerabilidade emocional, o que deverá se aprofundar na sequência.

Um olhar sobre o primeiro filme

Para entender a relevância da continuação, é importante relembrar a jornada que tornou Vermelho, Branco e Sangue Azul um fenômeno em 2023. O filme, baseado no romance homônimo de Casey McQuiston publicado em 2019, trouxe à tela uma história inovadora: Alex Claremont-Diaz, filho da primeira mulher presidente dos Estados Unidos, se envolve em um incidente inesperado durante uma visita ao Reino Unido, onde um confronto físico com o príncipe Henry é fotografado e amplamente divulgado.

Para evitar uma crise diplomática e midiática que poderia prejudicar a reeleição da mãe de Alex, os dois jovens são obrigados a fingir amizade. No entanto, com o tempo, essa relação forçada evolui para algo muito mais profundo. O que começa como uma “amizade colorida” se transforma em romance, trazendo à tona questões de identidade, expectativas familiares e responsabilidade pública. A história combinou romance, humor e comentários políticos sutis, conquistando tanto críticos quanto o público, e se tornando uma referência moderna de cinema queer.

O elenco que marcou a produção

O sucesso do primeiro filme não seria possível sem o talento do elenco diversificado que o acompanhou. Além de Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine, Uma Thurman interpretou Ellen Claremont, a primeira presidente mulher dos Estados Unidos e mãe de Alex, trazendo gravitas e presença à narrativa. Stephen Fry desempenhou o papel do rei James III, avô de Henry, equilibrando a trama com humor britânico refinado.

Sarah Shahi, Rachel Hilson, Ellie Bamber, Clifton Collins Jr., Aneesh Sheth, Akshay Khanna e Thomas Flynn compuseram o restante do elenco, cada um contribuindo para a riqueza das relações e o desenvolvimento dos personagens. Rachel Maddow ainda fez uma participação especial interpretando a si mesma, trazendo um toque de realidade política à narrativa ficcional. Essa combinação de talentos estabeleceu um padrão alto para a sequência, aumentando as expectativas do público.

Produção e desenvolvimento

O desenvolvimento do primeiro filme começou em 2019, quando a Amazon Studios adquiriu os direitos cinematográficos do livro após um leilão acirrado. Greg Berlanti foi anunciado como produtor, trazendo sua experiência em projetos que abordam temas LGBTQIA+ de forma inclusiva e popular. Em 2021, Matthew Lopez assumiu a direção, marcando sua estreia em longas-metragens, e co-escreveu o roteiro com Ted Malawer.

As filmagens ocorreram na Inglaterra entre junho e agosto de 2022, um período marcado por planejamento meticuloso para capturar a essência da história e a ambientação dos locais reais que compõem o universo britânico e americano da narrativa. A fotografia, os figurinos e a direção de arte trabalharam em conjunto para criar uma estética moderna e sofisticada, enquanto o roteiro equilibrava humor, romance e questões políticas e sociais.

O filme estreou no BFI IMAX de Londres em 22 de julho de 2023 e chegou ao Prime Video em 11 de agosto do mesmo ano. Desde então, tornou-se um sucesso instantâneo, gerando debates sobre representatividade, amor queer e a abordagem de temas políticos no cinema comercial.

A sinopse do primeiro filme

A história gira em torno de Alex Claremont-Diaz e do príncipe Henry. Alex é filho de Ellen Claremont, a primeira presidente mulher dos Estados Unidos, que está concorrendo à reeleição. Durante uma visita ao Reino Unido para um casamento real, ele se envolve em uma briga física com Henry, que é capturada pela mídia. Para evitar uma crise diplomática e um escândalo público que pudesse prejudicar a campanha da mãe de Alex, os dois jovens precisam fingir amizade.

O que começa como uma obrigação se transforma em um romance genuíno, mostrando não apenas a evolução do relacionamento entre Alex e Henry, mas também explorando temas de identidade, responsabilidade familiar e os desafios de estar sob os holofotes do mundo político e da realeza. A narrativa é uma celebração do amor em sua diversidade, abordando questões contemporâneas de forma leve, divertida e emocionante.

One Punch Man | Garou domina o novo pôster e JAM Project volta para o tema de abertura

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você é fã de animes e histórias que misturam ação com uma boa dose de humor e reflexão, pode preparar o coração: a terceira temporada de One Punch Man está chegando — e com ela, muitas surpresas que prometem agitar a comunidade. O novo pôster que acaba de ser divulgado traz Garou, um dos personagens mais carismáticos e complexos da série, em destaque, mostrando que ele terá um papel fundamental nessa nova fase. Abaixo, confira a imagem:

Além disso, uma notícia que deixou os fãs ainda mais animados foi a confirmação do retorno da banda JAM Project para o tema de abertura. A energia e a força que eles imprimem às músicas são praticamente parte da alma do anime, e saber que estarão de volta já é motivo para celebrar.

Quem é Garou e por que ele merece tanto destaque?

Garou é um daqueles personagens que quebram qualquer ideia de vilão tradicional. Com uma filosofia própria, ele questiona o sistema de heróis e busca uma justiça que, para ele, faz sentido — mesmo que para a sociedade pareça fora da lei. O que o torna tão interessante não é só sua força impressionante, mas a humanidade que está por trás das suas escolhas. O novo pôster, que o coloca em evidência, dá um spoiler visual de que essa temporada vai mergulhar fundo nas motivações dele e no impacto que ele provoca na Associação dos Heróis. É uma oportunidade para a série explorar dilemas morais e emocionais que vão além das pancadarias.

A trilha sonora que a gente já ama vai continuar

Não tem como pensar em One Punch Man sem lembrar daquele tema de abertura que nos enche de energia para o que vem pela frente. O JAM Project tem um lugar especial no coração dos fãs por trazer exatamente isso: música poderosa, que combina perfeitamente com o clima épico das lutas. Embora ainda não tenha sido confirmado se Ricardo Cruz, o vocalista brasileiro que participou da segunda temporada, estará na terceira, a volta do JAM Project já é uma vitória. Eles sabem exatamente como dar o tom certo para acompanhar Saitama e seus desafios, e isso faz toda a diferença na experiência de assistir ao anime.

Uma história que conquistou o mundo de forma inesperada

One Punch Man começou de um jeito bem simples: uma webcomic criada por One, que logo chamou atenção pela sua proposta diferente. Ao invés do herói que enfrenta dificuldades para vencer seus inimigos, Saitama já começa invencível — e isso, ao invés de diminuir a história, abre espaço para explorar o lado humano por trás do “herói perfeito”. O que vemos é alguém que enfrenta o tédio da invencibilidade, a busca por propósito e o desejo de ser reconhecido, mesmo quando parece não precisar disso. Essa abordagem fez com que a série ganhasse fãs de todos os lugares, ultrapassando o nicho dos animes tradicionais.

Mangá e anime: duas faces que complementam a jornada

Com os traços incríveis de Yusuke Murata, a versão mangá de One Punch Man deu vida às cenas de ação e aos personagens de uma forma que impressiona até hoje. O anime, por sua vez, foi responsável por levar essa história para as telas do mundo, com produção de alta qualidade e sequências de tirar o fôlego. O sucesso das duas primeiras temporadas criou uma base sólida e fez crescer ainda mais a expectativa pelo que vem a seguir. E a terceira temporada promete não decepcionar, trazendo o mesmo estúdio do segundo ano, J.C. Staff, para manter a qualidade.

O que esperar da nova temporada?

Para os fãs, a terceira temporada é uma chance de ver a história se aprofundar, principalmente no que diz respeito a Garou e à Associação dos Heróis. Os conflitos vão ganhar mais intensidade, e Saitama, mesmo invencível, terá seus próprios desafios. Além das lutas espetaculares e do humor característico, é uma temporada que pode trazer questionamentos sobre justiça, poder e o que realmente significa ser um herói em um mundo cheio de complexidades.

A Hora do Mal registra recorde histórico de bilheteria para filme de terror

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O universo do cinema de terror ganhou um novo destaque nesta semana com a estreia de A Hora do Mal, que, segundo informações do site Deadline, arrecadou impressionantes US$ 5,2 milhões na última segunda-feira (11), estabelecendo um novo recorde para este dia da semana. Para comparação, o clássico O Sexto Sentido, de M. Night Shyamalan, detinha anteriormente a marca mais alta, com US$ 4,35 milhões em uma segunda-feira. O desempenho indica que o público está cada vez mais ávido por histórias de mistério bem construídas, e o longa dirigido, escrito e produzido por Zach Cregger não decepciona nesse quesito.

Lançado no Brasil em 7 de agosto de 2025 pela Warner Bros. Pictures e em Portugal pela Cinemundo, o filme mergulha em um terror psicológico que combina desaparecimentos inexplicáveis, conflitos sociais e traumas familiares, elementos que dão ao filme uma tensão contínua e envolvente do início ao fim.

Um enredo perturbador e cheio de mistérios

A trama gira em torno de uma noite que transforma a vida de uma pequena comunidade da Flórida. Todas as crianças de uma mesma sala de aula desaparecem misteriosamente, exceto uma, e o desaparecimento ocorre exatamente no mesmo horário. A única criança que permanece é Alex Lilly, interpretado por Cary Christopher, cuja presença solitária intensifica ainda mais o mistério.

À medida que a comunidade lida com o desaparecimento, começam a surgir suspeitas, teorias e acusações que exploram não apenas o mistério central, mas também os aspectos sombrios da vida na cidade. Corrupção policial, traumas geracionais, abuso religioso e práticas de bruxaria surgem como camadas de um enredo que vai além do terror convencional, oferecendo ao espectador um estudo sobre o medo, a culpa e a desconfiança.

Zach Cregger, em entrevistas recentes, afirmou que se inspirou em filmes de narrativa complexa, como Magnólia (1999), na construção das múltiplas histórias que se entrelaçam ao longo do filme. A intenção era criar uma sensação de desconforto constante, fazendo com que cada personagem carregue seu próprio mistério e suas motivações ocultas, deixando o público sempre em dúvida sobre quem está envolvido nos acontecimentos.

Elenco de peso e personagens marcantes

Um dos grandes destaques de A Hora do Mal é, sem dúvida, o elenco estelar. Josh Brolin assume o papel de Archer Graff, pai de Matthew, uma das crianças desaparecidas, e traz à tela a tensão de um pai desesperado, disposto a enfrentar qualquer obstáculo para encontrar o filho. Julia Garner interpreta Justine Gandy, professora da turma desaparecida, cuja luta para compreender o que aconteceu se torna o fio condutor do suspense.

O policial Paul Morgan, vivido por Alden Ehrenreich, apresenta uma relação complicada com Justine, trazendo à trama dilemas éticos e pessoais que refletem a dificuldade de lidar com uma situação que desafia a lógica. Outros personagens, como Anthony (Austin Abrams), um viciado e ladrão, e Andrew Marcus (Benedict Wong), diretor da escola, enriquecem o enredo com conflitos próprios, revelando que nem tudo é o que parece.

A atriz Amy Madigan interpreta Gladys Lilly, tia de Alex, e acrescenta camadas emocionais ao filme, mostrando como o desaparecimento das crianças impacta não apenas os pais, mas toda a rede familiar. A presença de June Diane Raphael, Toby Huss e outros talentos confirma a aposta da produção em um elenco que consegue equilibrar terror psicológico e drama humano, tornando a história ainda mais verossímil.

Produção e bastidores

O roteiro do filme chamou atenção ainda antes da produção. Em janeiro de 2023, Zach Cregger colocou seu projeto no mercado e rapidamente gerou uma guerra de lances envolvendo Universal Pictures, Netflix, TriStar Pictures e New Line Cinema. A disputa mostrou que a indústria estava interessada em histórias originais de terror com potencial de impacto. No final, a New Line Cinema garantiu os direitos, oferecendo a Cregger um contrato de oito dígitos para escrever e dirigir o longa, além de garantir sua participação no corte final do filme e um lançamento nos cinemas, condicionado às reações em exibições teste.

Originalmente, Pedro Pascal e Renate Reinsve foram escalados como protagonistas, mas conflitos de agenda com a produção de The Fantastic Four levaram Pascal a deixar o projeto em fevereiro de 2024. Josh Brolin entrou em negociações logo em seguida e assumiu o papel principal, trazendo uma presença imponente à tela. Julia Garner e Alden Ehrenreich foram confirmados no elenco em abril de 2024, enquanto outros nomes importantes se juntaram ao projeto nos meses seguintes, garantindo uma mistura equilibrada de experiência e talento jovem.

Recepção do filme

Críticos destacam que, além do suspense, o filme oferece uma construção narrativa inteligente, personagens complexos e um ritmo que mantém a tensão sem recorrer a clichês do gênero. A combinação de terror psicológico, drama familiar e elementos sobrenaturais torna a experiência cinematográfica envolvente, capaz de provocar tanto medo quanto reflexão.

A Warner Bros. Pictures aposta que o boca a boca ajudará a consolidar o sucesso do longa, especialmente considerando que o público jovem, adulto e fãs de suspense estão cada vez mais interessados em histórias originais que misturam gêneros.

Extermínio: O Templo dos Ossos aposta no horror humano e chega aos cinemas com cena inédita reveladora

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A Sony Pictures liberou uma nova cena inédita de Extermínio: O Templo dos Ossos, oferecendo ao público um primeiro vislumbre do embate psicológico que define o novo capítulo da franquia. O trecho mostra o encontro inicial entre Dr. Kelson, vivido por Ralph Fiennes, e Jimmy Crystal, interpretado por Jack O’Connell. Mais do que uma simples apresentação de personagens, a cena estabelece o tom do filme: um confronto silencioso entre dois homens guiados por visões de mundo irreconciliáveis. O longa, dirigido por Nia DaCosta, estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 15 de janeiro, prometendo levar a saga para territórios ainda mais sombrios e provocadores.

Desde os primeiros minutos, fica claro que O Templo dos Ossos não pretende repetir fórmulas. Se antes o terror vinha da velocidade e da brutalidade dos infectados, agora ele nasce da deterioração moral dos sobreviventes. O diálogo entre Kelson e Jimmy é carregado de desconfiança, estranhamento e uma tensão quase palpável, revelando que, neste mundo devastado, o maior perigo pode estar naquilo que ainda resta de humanidade.

O roteiro, assinado por Alex Garland, responsável pelos filmes anteriores da franquia, aprofunda essa ideia ao apresentar um cenário onde a violência deixa de ser apenas reação à sobrevivência e passa a ser um instrumento de poder, fé e controle. Jimmy Crystal surge como líder de uma seita conhecida como os Jimmies, um grupo que se sustenta em rituais extremos e crenças distorcidas. Convencido de que é filho de Satanás, Jimmy acredita cumprir uma missão divina em um mundo sem leis, transformando a fé em justificativa para atos de crueldade inimagináveis.

No centro dessa espiral de horror está Dr. Kelson, um homem marcado pela culpa, pelo isolamento e por decisões éticas cada vez mais frágeis. Sua trajetória se cruza com a de Spike, personagem de Alfie Williams, um jovem que acaba envolvido com os Jimmies em circunstâncias brutais. A iniciação de Spike no grupo, por meio de um duelo até a morte, funciona como um retrato cruel de como a violência se torna linguagem, pertencimento e identidade em um mundo pós-apocalíptico.

Nia DaCosta conduz essa narrativa com um olhar firme e inquieto. Conhecida por A Lenda de Candyman, a diretora transforma o terror em uma experiência menos imediata e mais perturbadora, construída a partir de símbolos, silêncio e desconforto emocional. O filme não se contenta em chocar; ele provoca. Cada escolha de enquadramento e ritmo parece pensada para deixar o espectador em constante estado de alerta, mesmo nos momentos aparentemente calmos.

Um dos arcos mais impactantes do longa envolve a relação entre Kelson e Sansão, um infectado que demonstra sinais de dependência química e mudanças comportamentais inesperadas. Em vez de tratá-lo apenas como uma ameaça, Kelson passa a observá-lo como um possível caminho para entender os efeitos psicológicos do vírus. O vínculo que se forma entre os dois é estranho, desconcertante e profundamente humano, revelando o desespero de alguém que busca sentido em meio ao colapso total.

Essa relação leva o filme a questionamentos ousados. Ao administrar medicamentos em Sansão, Kelson levanta a hipótese de que os infectados não perderam completamente sua humanidade, mas tiveram seus distúrbios amplificados. A ideia de que ainda exista algum resquício de consciência por trás da monstruosidade adiciona uma camada trágica ao horror e reforça o tema central do filme: a linha tênue entre o humano e o monstruoso.

Enquanto isso, os Jimmies seguem espalhando terror. A seita invade fazendas, tortura sobreviventes e transforma a violência em espetáculo ritualístico. Jimmy Crystal se coloca como figura messiânica, enquanto seus seguidores acreditam ser extensões de sua vontade. Essa dinâmica de culto, poder e submissão torna o grupo mais assustador do que qualquer infectado, pois reflete impulsos reais e reconhecíveis da sociedade.

Visualmente, O Templo dos Ossos aposta em uma atmosfera opressiva. O cenário que dá nome ao filme funciona como um símbolo máximo da degradação humana, um espaço onde ossos, fogo e rituais se misturam para criar imagens perturbadoras e memoráveis. A direção de arte e os efeitos visuais, supervisionados por Adam Gascoyne e realizados pela Union VFX, contribuem para tornar esse universo ainda mais imersivo e angustiante.

A trilha sonora de Hildur Guðnadóttir, que volta a colaborar com Nia DaCosta após Candyman, é outro destaque. Com composições minimalistas e inquietantes, a música não apenas acompanha as cenas, mas intensifica o peso emocional da narrativa, reforçando a sensação constante de ameaça e desamparo.

“Stick” | Comédia esportiva da AppleTV+ é renovada para a 2ª temporada com Owen Wilson à frente

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Foto: Reprodução/ Internet

Na contramão dos clichês de superação esportiva, Stick chegou ao catálogo da AppleTV+ no início de junho de 2025 como quem não queria nada — com um humor seco, uma trilha sonora suave e uma trama sobre fracassos pessoais mais do que sobre vitórias no green. Mas bastaram poucos episódios para que o público se afeiçoasse a Pryce Cahill, o ex-jogador de golfe vivido com precisão melancólica por Owen Wilson, e ao mundo disfuncional, cômico e tocante que a série apresenta.

Agora, para alegria dos fãs, Stick acaba de ser renovada para a segunda temporada. O anúncio veio justamente na semana do último episódio da primeira leva, o que fez com que a comoção nas redes se transformasse em celebração. As informações são do Variety.

“Acho que todos nós nos divertimos muito fazendo isso”, disse Owen Wilson em comunicado. “É muito bom ver a série se conectar com as pessoas e saber que temos a chance de continuar a história.”

Uma comédia sobre falhas — e como conviver com elas

Criada por Jason Keller, Stick não tenta pintar o golfe como um campo de glórias, e sim como um espaço de confrontos interiores. Logo no primeiro episódio, somos apresentados a Pryce Cahill, um ex-atleta que já esteve nos holofotes, mas hoje vive à sombra de seus próprios erros e lutos. Vendedor de tacos de golfe em uma loja mediana e com um humor amargo, ele é uma figura entre o cômico e o patético — o retrato de alguém que caiu do pedestal e ainda está tentando entender o que fazer no chão.

A série, no entanto, evita qualquer tentativa óbvia de redenção. É nas entrelinhas, nos silêncios, nos olhares e nas relações quebradas que Stick encontra sua força dramática. A chegada de Santi Wheeler (Peter Dager), um jovem golfista prodígio que desistiu do esporte após traumas familiares, estabelece a dupla improvável no centro da trama. Pryce vê em Santi a chance de resgatar não só uma carreira, mas também um sentido para a vida.

Não se trata de mentor e aprendiz nos moldes clássicos, mas de dois homens tentando se reconstruir — cada um à sua maneira. Enquanto Santi lida com as feridas deixadas por um pai ausente, Pryce tenta encontrar redenção pela perda de seu filho Jett, uma dor que ainda ecoa em cada flashback, cada conversa atravessada, cada momento de silêncio desconfortável.

A leveza que vem do amargo

O humor da série é um dos seus trunfos. Stick acerta ao inserir pitadas de comédia onde menos se espera, usando o sarcasmo de Pryce, os tropeços sociais dos personagens e as situações absurdas que surgem entre uma tacada e outra para quebrar o drama com naturalidade.

Personagens como Zero (Lilli Kay), uma barman de espírito livre, e Mitts (Marc Maron), o ex-caddie e parceiro de derrotas de Pryce, oferecem uma camada extra de humanidade à trama. Cada um carrega suas dores, seus dilemas, suas fraturas — mas ninguém se leva a sério demais. É como se todos estivessem apenas tentando sobreviver, com um taco de golfe na mão e uma piada pronta na ponta da língua.

Owen Wilson em sua melhor forma

Famoso por papéis cômicos, muitas vezes excêntricos, Owen Wilson entrega aqui uma de suas performances mais densas e contidas. Pryce não é um herói. Tampouco um vilão. É apenas um homem quebrado tentando juntar os cacos com os recursos que tem — o cinismo, a ironia, a dor mal resolvida e uma nostalgia que nunca cessa.

A atuação de Wilson equilibra perfeitamente humor e vulnerabilidade, o que torna o personagem fascinante mesmo nos momentos mais controversos. Ao lado de Peter Dager, que brilha com sutileza e intensidade como o jovem Santi, ele constrói uma das duplas mais complexas e emocionantes da atual televisão americana.

O elenco que dá alma à série

Além de Wilson e Dager, o elenco de Stick é um espetáculo à parte. Mariana Treviño emociona como Elena, a mãe solo que tenta manter Santi em uma linha tênue entre esperança e frustração. Lilli Kay, como a espirituosa Zero, ilumina cada cena com sua presença descomplicada e libertária.

Entre os rostos recorrentes, Judy Greer rouba a cena como Amber-Linn, a ex-mulher de Pryce, enquanto Timothy Olyphant surge com charme e rivalidade no papel de Clark Ross, antigo parceiro de jogos e atual espinho no sapato do protagonista.

As participações especiais — como as de jogadores reais de golfe e comentaristas — conferem um toque de realismo e autenticidade aos torneios exibidos na série, como o fictício ReadySafe Invitational.

Uma história de luto, legado e reinvenção

O que torna Stick tão especial é que, por trás do pano de fundo esportivo, existe uma história sobre luto. Sobre paternidades falhadas. Sobre relações que precisam ser desenterradas, lavadas e remendadas. É sobre o peso do que não foi dito — e o esforço constante para encontrar uma nova forma de existir.

A figura do filho falecido de Pryce, Jett Cahill, é um fantasma silencioso que ronda toda a série. Interpretado por três atores em diferentes idades, o personagem aparece em lembranças fragmentadas, em sonhos, em vislumbres emocionais que nunca são explícitos, mas sempre profundos. É nesse subtexto que a série mais comove.

AppleTV+ aposta na continuidade

A renovação para a segunda temporada vem como resposta à boa recepção da crítica e do público. Embora o golfe seja o pano de fundo, a trama consegue atravessar as barreiras esportivas e emocionar até quem nunca segurou um taco na vida.

A AppleTV+ vem apostando em produções que mesclam originalidade e sensibilidade — e Stick é um exemplo claro dessa curadoria cuidadosa. Com uma abordagem moderna, personagens tridimensionais e um roteiro que valoriza o não-dito, a série conquistou um espaço próprio na plataforma.

O que esperar da segunda temporada?

Embora detalhes sobre a nova temporada ainda não tenham sido divulgados, a renovação abre portas para aprofundar os conflitos familiares de Santi, os fantasmas de Pryce e os desafios futuros no circuito profissional.

Será interessante ver como a parceria entre mentor e pupilo se desenvolve agora que os papéis estão menos claros. Pryce, afinal, também precisa ser salvo. E Santi talvez seja sua única chance real de encontrar paz — ou pelo menos, perdão.

Além disso, os desdobramentos com Amber-Linn, os atritos com Clark Ross e as questões não resolvidas com Elena prometem ganhar mais força.

Pierce Brosnan indica retorno como Senhor Destino — e Superman: O Homem do Amanhã pode ser a porta de entrada no novo DCU

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Foto: Reprodução/ Internet

O novo Universo DC criado por James Gunn e Peter Safran ainda está tomando forma, mas as peças começam a se alinhar de maneira inesperada — e uma delas envolve um dos personagens mais poderosos da mitologia da DC: o Senhor Destino. Em entrevista recente à GQ, o ator Pierce Brosnan, que interpretou Kent Nelson em Adão Negro (2022), revelou que ouviu rumores animadores sobre seu futuro na franquia.

“Eu ouvi que o Senhor Destino teria sua própria série ou filme”, afirmou Brosnan. “Também ouvi que ele vai estar no próximo filme do Superman”, completou o ator, deixando os fãs em alerta. Segundo ele, a experiência de interpretar o místico da DC foi profunda e filosófica, e ele estaria “totalmente aberto a retornar”.

Embora Adão Negro não faça parte do novo DCU — considerado oficialmente uma linha paralela — nada impede que o Senhor Destino seja reinterpretado, reintroduzido ou até mesmo mantido, já que Gunn tem demonstrado flexibilidade ao equilibrar novos atores com talentos retornando de versões anteriores.

E a possível conexão com Superman: O Homem do Amanhã, estrelado por David Corenswet, abre espaço para uma discussão maior: qual é a importância do personagem nesse universo? E como isso dialoga com o filme animado de 2020, que estabeleceu uma nova origem para o herói?

A base da nova mitologia: o que é Superman: O Homem do Amanhã?

Antes de especular sobre a aparição do Senhor Destino no novo longa, vale revisitar a história que inspira o título O Homem do Amanhã — em especial o filme animado lançado em 2020, que marcou o início da “segunda fase” do Universo Animado da DC.

Dirigido por Chris Palmer e escrito por Tim Sheridan, o longa acompanha os primeiros passos de Clark Kent como Superman, destacando sua inexperiência, sua busca por identidade e os desafios éticos que surgem quando seu poder encontra o olhar desconfiado da humanidade.

Com as vozes de Darren Criss (Superman) e Zachary Quinto (Lex Luthor), o filme funciona como um renascimento criativo de um mito conhecido, mas com enfoque emocional mais moderno.

Uma nova origem para um herói que ainda não sabe ser herói

A trama começa com a destruição de Krypton e com o bebê Kal-El sendo enviado à Terra, onde é criado por Jonathan e Martha Kent. Já adulto, Clark trabalha como estagiário no Planeta Diário e só é reconhecido pelo público como o misterioso “Homem Voador”.

Quando um telescópio orbital da LexCorp é lançado, Clark comparece esperando encontrar vida além da Terra — mas o evento termina na prisão de Lex Luthor, após Lois Lane revelar que o equipamento apresentava falhas graves capazes de destruir Metrópolis.

Nesse mesmo período, Clark faz amizade com Rudy Jones, zelador dos Laboratórios STAR, cuja vida será completamente transformada ao cruzar o caminho do herói.

Lobo, J’onn J’onzz e a ameaça que desperta o Parasita

A chegada de um OVNI a Metrópolis coloca Clark frente a frente com Lobo, o caçador de recompensas intergaláctico que revela a existência de uma recompensa pela cabeça do “último kryptoniano”. Durante a luta, Rudy acaba exposto a uma misteriosa substância alienígena que se funde ao seu DNA, desencadeando sua transformação futura.

Quando Clark está à beira da derrota, surge a figura misteriosa que o observava: J’onn J’onzz, o Caçador de Marte. O encontro muda tudo, pois é J’onn quem explica a Clark sua verdadeira origem kryptoniana — e quem o alerta sobre o medo que a humanidade pode nutrir por seres diferentes.

Enquanto isso, Rudy renasce como uma criatura capaz de drenar energia vital, desencadeando destruição por onde passa.

A construção simbólica do Superman

Com o surgimento do Parasita, Metrópolis exige a presença de um herói. E é Martha Kent quem, num gesto simples e afetuoso, entrega a Clark o traje que inclui o icônico “S” no peito. A partir dali, o “Homem Voador” ganha um nome, um símbolo e uma responsabilidade.

Superman e J’onn tentam deter o Parasita, mas o vilão absorve seus poderes e usa as informações obtidas para crescer ainda mais. J’onn é supostamente morto em batalha, e Clark, enfraquecido, precisa recorrer a quem menos confia: Lex Luthor, preso após o incidente do telescópio.

O sacrifício do Parasita e o nascimento de um novo herói

Com a ajuda de Lobo e Luthor, Superman arma um plano para derrotar o Parasita — mas o confronto final toma um rumo inesperado. Após absorver energia demais, a criatura percebe que está prestes a causar uma destruição irreversível e decide se sacrificar para impedir a sobrecarga na usina de energia.

É um momento que redefine Clark: não mais apenas um jovem tentando se encaixar no mundo, mas um símbolo de esperança que acredita na humanidade — até mesmo nos seus monstros.

J’onn revela ter fingido a morte e parte em busca de outros marcianos. Lobo, regenerado, joga a provocação: talvez existam outros kryptonianos por aí.

E Superman, agora seguro de quem é, se apresenta ao mundo como Kal-El.

Spy × Family | Novo trailer mostra Anya em perigo no episódio que estreia em 8 de novembro

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Foto: Reprodução/ Internet

A terceira temporada de Spy × Family chegou em 4 de outubro de 2025, e os fãs da família mais inusitada do mundo do anime não poderiam estar mais animados. Desde a estreia, Loid, Yor e Anya têm vivido novas situações, misturando suspense, comédia e drama familiar. Mas, no próximo episódio, será Anya quem roubará a cena. As informações são do Omelete.

O trailer lançado em 1º de novembro mostra a pequena Forger e seus colegas da Academia Eden a bordo de um ônibus que será sequestrado. Durante a trama, um misterioso acessório é colocado em Anya, aumentando a tensão e deixando os espectadores curiosos sobre como ela e seus amigos escaparão dessa situação. O episódio vai ao ar no dia 8 de novembro, prometendo emoções e momentos de pura adrenalina. Abaixo, confira o vídeo:

A trama é uma série de mangá criada por Tatsuya Endo que mistura espionagem, humor e drama familiar de maneira única. A história acompanha Loid Forger, também conhecido como espião Twilight, que precisa criar a imagem de uma família perfeita para cumprir uma missão secreta em um mundo dividido entre os países rivais Westalis e Ostania.

Para isso, Loid adota Anya, uma órfã com habilidades telepáticas, e se casa com Yor Briar, uma funcionária da prefeitura que, na verdade, é uma assassina profissional. Nenhum dos três sabe os segredos uns dos outros — exceto Anya, que lê a mente de seus pais. A rotina da família é uma mistura constante de aventuras, situações cômicas e momentos de ternura, tornando a série cativante tanto para quem gosta de ação quanto para quem prefere o lado mais emocional da narrativa.

Além disso, a família Forger conta com Bond, um cão com habilidades precognitivas, que acompanha Anya e acrescenta mais humor e surpresas à história. Essa mistura de espionagem, drama familiar e elementos sobrenaturais é um dos fatores que torna Spy × Family um fenômeno mundial.

O mangá é publicado quinzenalmente no aplicativo Shōnen Jump+, da Shueisha, desde março de 2019, e já possui 16 volumes compilados até outubro de 2025. A série conquistou fãs pelo mundo, com mais de 38 milhões de cópias em circulação até dezembro de 2024, consolidando-se como um dos mangás mais populares da década. No Brasil, a série é licenciada pela Panini Comics, e na América do Norte, pela Viz Media.

O sucesso do mangá impulsionou a adaptação para anime, produzida pelos estúdios Wit Studio e CloverWorks. A primeira temporada foi exibida entre abril e dezembro de 2022, seguida por uma segunda temporada de outubro a dezembro de 2023. A terceira temporada, lançada em outubro de 2025, mantém a qualidade de animação e a narrativa envolvente, atraindo tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

O grande charme de Spy × Family está na mistura perfeita de gêneros. É um anime que consegue equilibrar ação, comédia e drama familiar, fazendo o público rir, torcer e se emocionar em questão de minutos. A personagem Anya Forger se tornou um verdadeiro ícone da série: sua inocência, inteligência e coragem conquistaram fãs de todas as idades.

A trama também explora temas universais, como amor, confiança e responsabilidade, de forma leve e acessível. Cada episódio é repleto de situações que desafiam a família a se manter unida, mesmo diante de segredos e perigos. Essa combinação de suspense, emoção e humor é o que mantém Spy × Family no topo do interesse do público.

Thunderbolts* pode arrecadar impressionantes US$ 165 milhões na estreia

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Foto: Reprodução/ Internet

O Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) acaba de ganhar um novo time de heróis — ou melhor, anti-heróis — que vão roubar a cena nos cinemas. Thunderbolts, o tão aguardado filme da Marvel, chega com tudo nas telonas e já está gerando grandes expectativas. A previsão é de que o longa fature cerca de US$ 165 milhões globalmente neste fim de semana de estreia, com US$ 73 a US$ 77 milhões apenas nos Estados Unidos, segundo o Deadline. Esse número coloca o filme entre os maiores sucessos de 2025, antes mesmo de chegar às plataformas de streaming.

O que torna Thunderbolts tão especial? Bem, ao invés dos heróis tradicionais como o Capitão América ou os Vingadores, o filme reúne uma galera que, por muitas vezes, esteve do lado oposto. O time dos Thunderbolts é formado por ex-vilões, anti-heróis e até mesmo algumas figuras controversas do MCU, que agora precisam lutar ao lado dos “bons”, mas à sua maneira. E, claro, isso promete muito drama, ação e aquele toque de irreverência que só a Marvel sabe fazer.

Entre os membros do time, temos alguns rostos já conhecidos dos fãs do MCU. Começando por John Walker, o Agente Americano (interpretado por Wyatt Russell), que, como o próprio nome sugere, não é exatamente o “bom moço”. Tem também Yelena Belova, a Viúva Negra (interpretada por Florence Pugh), que foi uma das figuras mais marcantes de Viúva Negra e agora tem a chance de brilhar ainda mais. Junto deles, temos o veterano Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho (interpretado por David Harbour), que traz aquele ar de ex-agente soviético com muito carisma e humor.

E não podemos esquecer do Bucky Barnes, o Soldado Invernal (interpretado por Sebastian Stan), que já tem uma história cheia de altos e baixos dentro do MCU. O time também conta com Fantasma (interpretada por Hannah John-Kamen), uma personagem com habilidades bem incomuns e um passado marcado por muitos dilemas. E, para completar, temos a Treinadora, interpretada por Olga Kurylenko, que promete trazer bastante ação ao lado de todos os outros.

Quem assume a liderança desse grupo nada convencional é Valentina Allegra de Fontaine, uma personagem misteriosa que já apareceu brevemente em outras produções do MCU, como Falcão e o Soldado Invernal. Interpretada pela talentosa Julia Louis-Dreyfus, ela é uma figura cheia de segundas intenções e, com certeza, vai ser um grande destaque do filme.

O que esperar do filme?

Thunderbolts não é apenas mais um filme de heróis. O grande trunfo dessa produção está no fato de que, ao contrário dos Vingadores, esses personagens não são exatamente “heróis”. Eles são, no mínimo, problemáticos — com passados sombrios, segredos e questões não resolvidas. Isso cria uma dinâmica bem interessante e um grande contraste com o modelo tradicional de herói da Marvel, onde tudo parece mais claro e as intenções, mais nobres.

A história do filme foca nas aventuras dessa equipe de anti-heróis que, embora estejam unidos por uma missão comum, têm suas próprias agendas. Para eles, o conceito de “bem” e “mal” é bem mais flexível. Isso promete trazer muito drama, conflitos internos e uma pegada mais sombria que os fãs do MCU provavelmente vão adorar.

E, claro, um dos maiores atrativos de Thunderbolts são as interações entre esses personagens tão distintos. Como é que o Guardião Vermelho, com seu ego e humor de ex-soviético, vai se dar com o Soldado Invernal, com todo o seu trauma do passado? Ou como Yelena Belova, com seu senso de justiça, vai lidar com a liderança de Valentina Allegra de Fontaine, uma mulher que claramente tem suas próprias intenções? As trocas de farpas, os embates de personalidades e os momentos de tensão vão ser de tirar o fôlego.

Thunderbolts nos quadrinhos

Nos quadrinhos, os Thunderbolts são uma criação de Kurt Busiek e Mark Bagley, e foram introduzidos em 1997 na revista O Incrível Hulk. Na versão das HQs, o time original contava com personagens como Helmut Zemo, Golias e Gavião Arqueiro — sim, o próprio Clint Barton fez parte dessa equipe inicialmente, antes de se juntar aos Vingadores. No entanto, essa nova versão do time para o MCU trouxe algumas modificações, mas o espírito de personagens complexos e com intenções nem sempre claras segue intacto.

Expectativas para a estreia

Com a estreia mundial marcada para este fim de semana, Thunderbolts já se prepara para conquistar o público com uma narrativa mais ousada e personagens com profundidade emocional. Fãs dos filmes de herói podem esperar cenas de ação de tirar o fôlego, mas também aqueles momentos de tensão entre os membros do time, onde as lealdades serão testadas.

Se você é fã do MCU e está curioso para ver uma versão mais irreverente e cheia de nuances de heróis e vilões, Thunderbolts promete ser uma experiência única. Com tantas personalidades fortes em cena, vai ser impossível não se envolver na dinâmica desse grupo.

Resumo da novela As Filhas da Senhora Garcia de segunda (15/09) – Mar e Juan caem em armadilha

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No capítulo de As Filhas da Senhora Garcia que vai ao ar nesta segunda-feira, 15 de setembro, no saguão do hospital, Mar e Juan se encontram sob circunstâncias que parecem casuais, mas são parte de um plano meticulosamente arquitetado por Paula. Cada gesto, cada olhar e até o menor sinal de aproximação entre eles são registrados por câmeras e fotos escondidas, transformando um encontro aparentemente inocente em uma armadilha perfeita. Paula observa com atenção, traçando estratégias para ganhar a confiança de Mar e se inserir em sua vida sem levantar suspeitas. Enquanto isso, Susana, movida pelo desejo de justiça e vingança, implora a Glória que converse com o Sr. Portilla, na esperança de que ele tome uma atitude contra Ofélia, aprofundando ainda mais a teia de intrigas que envolve todos ao redor.

Confira o que vem por aí na novela As Filhas da Senhora Garcia

Luis não hesita em exigir que Juan respeite Mar e evite brincar com Camila, colocando limites claros em meio às tensões familiares. Enquanto isso, Ofélia segue determinada à galeria de arte, investigando quem adquiriu o quadro que misteriosamente chegou à casa dos Portilla. Preocupada com os riscos, ela alerta Mar sobre o perigo que Paula representa, mas Mar, confiante na amiga, acaba caindo em sua armadilha cuidadosamente planejada.

O clima se complica quando Camila desmaia, e Juan e Mar a levam às pressas ao hospital, descobrindo que ela está grávida. Paralelamente, Paula mantém sua estratégia manipuladora: conta à amiga repórter onde encontrar Ofélia e fotografa as condições precárias em que ela vive, reforçando sua influência sobre a narrativa da imprensa.

Amparo percebe que Ofélia está debilitada em casa e pede ajuda a Juan para levá-la ao hospital. Ao tentar contatar as filhas de Ofélia, Amparo não obtém resposta de nenhuma delas, levando Ofélia a tomar uma decisão drástica diante do aparente desdém de sua família.

No campo das relações, Valéria tenta convencer a mãe a voltar para ela, enquanto Paula e Leonardo coordenam sua estratégia para o evento de lançamento da nova marca, consolidando sua presença no mundo artístico e social. Em um momento de gratidão, Mar reconhece a ajuda de Juan no cuidado com sua mãe e lhe deseja felicidade com Camila e o bebê, deixando claro que mesmo em meio a conflitos, laços de solidariedade e afeto ainda se mantêm.

Sessão da Tarde desta segunda (14) traz “Por Toda a Minha Vida”: um amor que não tem tempo a perder

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Foto: Reprodução/ Internet

Segundas-feiras costumam ser corridas, cheias de compromissos, despertadores e café às pressas. Mas, às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma pausa. E de um lembrete: o amor, quando verdadeiro, não espera.

É esse o tom de “Por Toda a Minha Vida” (All My Life), o filme escolhido para a Sessão da Tarde desta segunda-feira, 14 de julho, na TV Globo. Inspirado em uma história real, o longa emociona pela simplicidade com que trata o que é mais precioso: o tempo — e como escolhemos gastá-lo com quem amamos.

Amor em contagem regressiva

O filme acompanha o casal Jenn Carter (Jessica Rothe) e Sol Chau (Harry Shum Jr.), que acabaram de noivar e fazem planos como qualquer outro casal apaixonado: casamento, casa, futuro. Só que o futuro deles muda de rumo de forma brusca. Sol é diagnosticado com um câncer terminal. E tudo o que era para ser feito com calma passa a ter urgência. Entre consultas, incertezas e dor, os dois decidem seguir em frente. Se o tempo é curto, que seja intenso. É quando os amigos do casal entram em cena com um plano corajoso e tocante: organizar o casamento em apenas duas semanas. E, entre lágrimas e risos, todos se envolvem na missão de fazer daquele momento algo memorável.

Quando o amor é mais forte que o fim

Dirigido por Marc Meyers, o filme não apela. Ele emociona justamente porque é real: mostra a força que brota do amor quando a vida insiste em nos testar. Mostra também que família não é só laço de sangue — são as pessoas que correm com a gente até quando o caminho é difícil. Com um elenco afinado (além de Rothe e Shum Jr., o filme conta com Kyle Allen, Chrissie Fit e Jay Pharoah), Por Toda a Minha Vida lembra que nem sempre podemos controlar o tempo — mas podemos fazer cada segundo valer.

Uma tarde para se emocionar

Se você busca um filme que vai tocar o coração sem precisar de efeitos grandiosos, esta é a escolha certa. Prepare um lenço, talvez dois. Mas, mais que isso, prepare-se para lembrar daquilo (e de quem) realmente importa.

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