Plaza Shopping promove Festival Ilustra Plaza com programação geek e K-pop

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Entre os dias 4 e 14 de setembro, o Plaza Shopping se transforma no ponto de encontro de fãs de cultura geek e K-pop com a primeira edição do Festival Ilustra Plaza. O evento, que tem entrada gratuita, será realizado no Jardim do piso L2 e promete oferecer uma experiência completa, reunindo arte, música, gastronomia e atividades para todas as idades.

O festival surge como evolução do projeto Ilustra Plaza, existente desde 2017, e pela primeira vez ganha corpo de evento completo, com estrutura pensada para acolher artistas e público. Mais de 20 artistas independentes de Recife, João Pessoa e Fortaleza estarão presentes, trazendo HQs, prints, action figures e artes originais, em um verdadeiro corredor de artistas.

De acordo com a produtora Bianca Branco, responsável pela curadoria do evento, “a proposta é criar um espaço de interação entre artistas e público, valorizando o talento local e proporcionando o contato direto com diferentes linguagens artísticas.” Bianca ainda assina a curadoria gastronômica do evento, em parceria com Pedro Figueiredo, idealizador de grandes eventos culturais como a Feira Japonesa e o Festival Orgulho Nerd.

Experiência para toda a família

Segundo a gerente de marketing do Plaza Shopping, Carol Seabra, o festival busca oferecer experiências memoráveis para todos. “Investimos na diversificação de eventos, e o Ilustra Plaza ganha agora uma dimensão maior, trazendo elementos geeks e asiáticos. Queremos encantar o público e valorizar a cultura pop local, oferecendo diversão para toda a família”, afirma.

Além do corredor de artistas, o festival contará com uma game zone repleta de fliperamas, karaokê, quizzes interativos sobre doramas e K-pop, momentos de Just Dance e exibições de AMVs de animes e MVs de K-pop. Tudo isso de forma gratuita, garantindo que fãs de diferentes idades e interesses possam aproveitar o evento.

Música e apresentações ao vivo

A programação musical também promete agitar o festival. Entre as atrações confirmadas estão Faster Z (BTS Cover), Banda Izanagi e Rentaiko – Percussão Japonesa. Com apresentações de quinta a domingo, das 15h às 22h, o palco será ponto de encontro para os fãs, criando um clima de celebração e troca cultural.

Além da música, o palco receberá bate-papos com os ilustradores, momentos de performance K-pop e outras atividades que reforçam a interação entre público e artistas.

Cosplays ganham destaque

O Festival Ilustra Plaza também homenageia a tradição dos cosplays. Os interessados poderão participar de um desfile especial no domingo (14), mas precisam se inscrever para uma triagem inicial no sábado (06), onde jurados avaliarão interpretação, poses e qualidade dos figurinos. Os aprovados terão a oportunidade de subir ao palco e mostrar seu talento.

“Os cosplays são uma maneira de os fãs expressarem sua paixão por personagens de animes, mangás e jogos, além de interagirem com outros entusiastas. É um momento de celebração da criatividade e da cultura pop”, explica Bianca Branco.

Gastronomia inspirada na Ásia

Nenhum festival está completo sem boa comida. O Ilustra Plaza trará opções inspiradas na culinária asiática em estilo street food. Entre os destaques estão Wassabi Sushi Store (onigiri), Hakata (lámen, yakisoba e guioza), Pandas (comida coreana), Tokoyaki Brothers (tokoyaki), Kokay (taiyaki, dango e mochi), Takayuki Sushi (donburi oishi e maguro oishi) e Doce Nuvem (algodão doce).

Essa variedade garante que o público tenha uma experiência completa, unindo arte, música, diversão e sabores típicos do universo asiático.

Lojas especializadas e cultura pop

O festival ainda contará com lojas dedicadas à cultura geek e K-pop, como Geek Mundo, Bakamoon, Korea Shop, Sebo do Anderson, Banca Zapp e Top Games, ampliando a experiência de quem deseja conhecer, comprar ou colecionar produtos relacionados a quadrinhos, games e música.

Artistas confirmados

Entre os artistas que participarão do festival estão Mari Ilustra (@mari_ilustra), Sombras do Recife por Roberta Cirne (@sombrasdorecife), Lais Marques (@mm.lais), Draconnasti (@draconnasti), Ushi no Musume (@leticia_hms), Danielle Jaimes (@danielle.jaimes), Andressa Silva (@dessamore), Deborah Barbosa (@illustriere), Mari Petrovana (@mari_petrovana), Carlos Eduardo Cunha (@ceduardocunha), Mei (@meiru.png), André Santana (@andresantanailustra), Hanny (@hanny.cos), Rico Alencastro (@ricoalencastro), Melyssa Melo (@magrelissa), Ricardo Douglas (@necrogeek_oficial), Isekai Cosmaking (@isekaicosmaking), Corvoraz (@inkmadecorvoraz), Mimontero (@mimontero0) e Rafael Cavalcanti (@befoxl).

A diversidade de estilos e técnicas promete encantar tanto quem já acompanha o trabalho desses artistas quanto quem terá o primeiro contato com suas criações, transformando o festival em um verdadeiro espaço de celebração da arte independente.

Acessibilidade e conforto

O Plaza Shopping reforça o compromisso com a inclusão. Haverá abafadores de ruído disponíveis para empréstimo no Balcão de Informações (piso L3) e área exclusiva para pessoas com deficiência (PCDs) próxima ao palco, garantindo que todos os visitantes possam aproveitar o festival de forma segura e confortável.

Como faço para participar?

A entrada é gratuita, e toda a programação pode ser acompanhada no site oficial do shopping e nas redes sociais do festival. Para quem busca um encontro com arte, música e diversão em um só lugar, essa é uma oportunidade imperdível.

Mistério, FBI e pomada branca: Série documental A Mulher da Casa Abandonada ganha data de estreia no Prime Video

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O Prime Video acaba de confirmar que “A Mulher da Casa Abandonada”, série documental baseada no podcast que virou obsessão nacional, estreia no dia 15 de agosto. A adaptação promete levar ao público, com novos elementos visuais e ainda mais reviravoltas, a história real de uma mulher que parecia apenas excêntrica, mas carregava um passado digno de thriller internacional.

Narrada e investigada pelo jornalista Chico Felitti, a série parte de uma figura enigmática que assombrava — e ao mesmo tempo despertava curiosidade — dos moradores de Higienópolis, bairro nobre de São Paulo. Ela se apresentava como “Mari”, saía raramente de casa e, quando aparecia, estava sempre com o rosto lambuzado por uma pomada branca. Quem era ela? Uma reclusa excêntrica? Uma senhora com manias estranhas? Ou algo muito mais sombrio?

Bom… a resposta surpreendeu até os mais viciados em true crime.

Por trás da fachada em ruínas de uma mansão tomada por limo e mistério, havia uma mulher que, duas décadas antes, fugiu dos Estados Unidos, onde era procurada por um crime grave — daqueles que envolvem tráfico humano e maus-tratos em condições análogas à escravidão. A investigação de Felitti, contada com maestria no podcast original da Folha de S.Paulo, revelou conexões com a capital norte-americana, o FBI, julgamentos abafados, e até uma empresa ligada à NASA, especializada em construir satélites e foguetes.

Sim, a história é real. E sim, é ainda mais absurda do que parece.

Com seis episódios, a série documental mergulha fundo nesse labirinto de identidade, silêncio, impunidade e choque cultural. E o mais perturbador: tudo isso estava acontecendo bem debaixo dos nossos narizes, em uma das regiões mais caras de São Paulo, onde ninguém desconfia de nada — ou prefere não desconfiar.

O sucesso estrondoso do podcast — que chegou a desbancar produções internacionais nos rankings brasileiros — transformou “A Mulher da Casa Abandonada” em um fenômeno. Agora, com imagens inéditas, entrevistas impactantes e a narração de Chico Felitti guiando os espectadores pelos bastidores da investigação, o mistério promete ganhar novas camadas e muito mais tensão.

Para quem já escutou o podcast, vale o retorno — com cenas reais e ângulos nunca antes vistos. Para quem não conhece, é a chance de embarcar em um dos casos mais bizarros e fascinantes da crônica policial brasileira recente.

“A Mulher da Casa Abandonada” estreia no Prime Video em 15 de agosto. E aí, vai encarar?

ATEEZ anuncia comeback japonês com teaser de Ash e conquista fãs com nova fase musical

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O boy group sul-coreano ATEEZ lançou recentemente o primeiro teaser do MV da faixa “Ash”, single que integra o segundo full álbum japonês do grupo, intitulado Ashes to Light. O teaser, divulgado nas redes sociais oficiais do grupo, já desperta grande expectativa entre os fãs, mostrando uma estética marcada pelo fogo e pela luz, que reflete o conceito de superação e renascimento do álbum. O comeback oficial ocorrerá no dia 17 de setembro, movimentando redes sociais e plataformas de streaming ao redor do mundo. Abaixo, veja o vídeo:

Formado pela KQ Entertainment, o ATEEZ debutou oficialmente em 24 de outubro de 2018, com os singles “Treasure” e “Pirate King”, conquistando rapidamente o público com sua energia intensa, coreografias poderosas e identidade musical própria. Em julho de 2019, o grupo assinou contrato com a RCA Records, reforçando sua expansão internacional e consolidando sua presença fora da Coreia do Sul. Desde então, o ATEEZ vem lançando álbuns coreanos e japoneses, mantendo-se como um dos grupos de K-pop mais influentes da atualidade, reconhecido tanto pelo talento musical quanto pela conexão próxima com os fãs, conhecidos como ATINY.

O grupo é formado por oito integrantes, cada um contribuindo de forma única para a força e versatilidade do ATEEZ. Kim Hongjoong, líder, rapper e centro, se destaca pela criatividade e liderança, participando da composição e produção das músicas. Park Seonghwa, vocalista e visual, encanta o público com elegância e presença de palco. Jeong Yunho, dançarino principal e vocalista, é conhecido por sua energia e precisão em performances complexas. Kang Yeosang, sub vocalista, dançarino e visual, combina versatilidade e estética, fortalecendo a identidade visual do grupo. Choi San, vocalista, traz expressividade e emoção a cada apresentação. Song Mingi, rapper e dançarino principal, impressiona pela força e técnica em performances impactantes. Jung Wooyoung, dançarino principal, sub vocalista e visual, se destaca pelo carisma e habilidade em coreografias complexas. Por fim, Choi Jongho, vocalista principal e maknae, é elogiado pela potência vocal e capacidade de transmitir emoção intensa.

O novo single “Ash” promete explorar conceitos de destruição e renascimento, trazendo uma narrativa visual e musical que mistura momentos de intensidade com delicadeza. O teaser mostra o grupo em um cenário dramático, com efeitos de luz e sombra, antecipando um clímax emocional no MV completo. O álbum Ashes to Light seguirá essa linha conceitual, reforçando o compromisso do ATEEZ em criar experiências imersivas e inovadoras para seus fãs, sem perder a identidade que conquistou seu lugar no cenário global do K-pop.

O lançamento também evidencia a forte relação do ATEEZ com sua base de fãs, os ATINY, que acompanham cada passo do grupo de forma engajada, compartilhando teorias, promovendo campanhas de streaming e interagindo diretamente com conteúdos exclusivos. A divulgação do teaser e do MV completo é um momento de celebração para essa comunidade, que desempenha papel fundamental no sucesso internacional do grupo.

John Malkovich protagoniza a delicada comédia francesa Sr. Blake ao Seu Dispor, que estreia nos cinemas em setembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Não é fácil recomeçar depois de uma grande perda. Ainda mais quando se carrega a impressão de que já se viveu tudo o que havia para ser vivido. Em Sr. Blake ao Seu Dispor, o personagem principal não está em busca de aventura, sucesso ou redenção. Ele só quer, de algum modo, continuar existindo – mesmo que do outro lado do mar, fingindo ser alguém que nunca foi. E é exatamente nesse impulso silencioso que nasce uma das comédias dramáticas mais delicadas do ano, que estreia no Brasil no dia 18 de setembro, com distribuição da Mares Filmes.

O luto que transborda no silêncio

Andrew Blake é um senhor britânico como tantos outros. Elegante, educado, eficiente. Por fora, é o tipo de homem que já aprendeu a esconder tudo o que sente. Mas, por dentro, está estilhaçado. Desde a morte da esposa, Diane, ele se arrasta pelos dias com o peso do vazio. O lar se transformou em mausoléu. O trabalho, em repetição sem sentido. Então, ele toma uma decisão: voltar à França, ao lugar onde conheceu Diane e foi feliz.

Mas o reencontro com as memórias não acontece como ele imagina. Para permanecer na propriedade que hoje pertence a outra pessoa, Blake precisa aceitar o cargo de mordomo. É nesse gesto simples — o de servir — que ele encontra, quase sem querer, um novo caminho para viver.

Uma casa, seus habitantes e os afetos possíveis

A mansão para a qual Blake vai trabalhar não é apenas um cenário bonito. Ela pulsa. Como ele, é uma estrutura que já viu tempos melhores. Dentro dela, vivem personagens tão machucados quanto gentis, cada um à sua maneira. Nathalie (interpretada pela inesquecível Fanny Ardant), a dona da casa, esconde uma alma fraturada por trás de uma fachada firme. Odile (Émilie Dequenne), a governanta, tenta manter a ordem enquanto o caos lhe habita. Philippe (Philippe Bas), o jardineiro, cultiva mais do que plantas — cultiva feridas antigas. E Manon (Eugénie Anselin), jovem e intensa, desafia a rigidez com sua espontaneidade.

Juntos, eles formam uma espécie de família torta. Não por laços de sangue, mas por necessidade. Uma necessidade mútua de acolhimento, mesmo que silencioso. E Blake, que chegou ali para fugir do mundo, começa a fazer parte dele outra vez.

Foto: Reprodução/ Internet

John Malkovich em seu papel mais vulnerável

É surpreendente que, depois de tantas décadas de carreira e performances marcantes, John Malkovich nunca tenha protagonizado um filme francês. Em Sr. Blake ao Seu Dispor, ele não só fala francês com naturalidade (ainda que com sotaque), como entrega uma atuação de uma ternura que não se vê todos os dias. Há algo no jeito contido com que ele vive Blake que nos toca profundamente. Não porque ele dramatize a dor, mas porque a deixa escorrer pelas entrelinhas.

Há momentos em que ele olha pela janela, ou limpa a louça, ou apenas respira — e tudo isso diz mais do que muitos roteiros inteiros. Não é o tipo de performance que grita para ser notada. É a performance que se planta devagar, cresce aos poucos, e floresce depois que o filme termina.

Gilles Legardinier e a coragem de contar histórias pequenas

Gilles Legardinier é um nome conhecido na literatura francesa. Seu livro Complètement Cramé!, lançado em 2012, foi traduzido para 17 idiomas e tocou milhares de leitores com seu tom caloroso. Agora, pela primeira vez, ele se aventura na direção de um longa. E acerta, justamente, por não querer impressionar.

A trama não é um filme para premiações grandiosas ou bilheterias estrondosas. É um filme para quem tem tempo. Para quem topa desacelerar. Para quem sabe que algumas das maiores transformações acontecem no silêncio de uma cozinha, num passeio pelo jardim ou em uma conversa sem palavras.

Legardinier filma com amor. Amor pelas pessoas comuns, pelos gestos cotidianos, pelas casas antigas, pelas relações improváveis. Ele nos lembra que viver é, muitas vezes, simplesmente estar disponível — ao outro, ao acaso, àquilo que a gente não entende de primeira.

O humor que aquece, não escapa

Apesar de ser rotulado como comédia dramática, o riso em Sr. Blake ao Seu Dispor nunca vem da zombaria. Ele nasce do constrangimento, da falha, do não saber. Rimos porque reconhecemos aqueles tropeços em nós mesmos. Rimos com ternura, nunca com crueldade.

Há algo profundamente humano nas situações pelas quais Blake passa. Ele erra a ordem dos talheres, confunde nomes, fica sem saber onde colocar as mãos. Mas, no fundo, tudo isso fala sobre outra coisa: a dificuldade que todos temos de encontrar nosso lugar quando a vida muda sem pedir licença.

Uma história que cruza fronteiras com gentileza

O filme estreou na França em novembro de 2023 e já passou por festivais na Polônia, nos Estados Unidos e em outros países da Europa. Sua bilheteria, de pouco menos de US$ 3 milhões, não reflete sua importância. E talvez seja isso que o torne tão necessário hoje. Em tempos de urgência, de barulho, de exagero, este é um filme que fala baixo. Que acolhe. Que nos convida a cuidar — dos outros e de nós mesmos.

Vanessa da Mata se emociona ao revisitar sua trajetória no quarto episódio de “Nesse Canto Eu Conto” com Sandy

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Uma conversa entre amigas, recheada de risadas, boas lembranças e melodias que tocam fundo. É assim que Vanessa da Mata aparece no quarto episódio de Nesse Canto Eu Conto, que vai ao ar nesta quarta-feira, 16 de julho, às 18h30, no Multishow e no Globoplay (plano Premium). A cantora, conhecida por uma das vozes mais marcantes da Música Popular Brasileira, é a convidada da vez no programa apresentado por Sandy, e compartilha memórias, dores transformadas em arte e a sensibilidade por trás de suas composições.

A atmosfera do encontro é leve, acolhedora. Sandy conduz a conversa com empatia e curiosidade genuína, e Vanessa responde com a franqueza de quem já percorreu muitos caminhos — alguns improváveis — até se firmar como uma das grandes intérpretes da MPB contemporânea.

Ao relembrar o início da carreira, Vanessa fala sobre a fase em que integrava um grupo feminino de reggae, antes de descobrir seu próprio canto. “Foi uma escola. A gente fazia de tudo, era uma mistura boa de juventude, ousadia e vontade de dizer alguma coisa ao mundo”, conta, com um sorriso que mistura nostalgia e gratidão.

Mas foi no amor — e em suas reviravoltas — que a compositora encontrou sua matéria-prima mais rica. “A cada fora, tem três músicas boas. É uma beleza!”, brinca, com o humor de quem aprendeu a transformar o coração partido em arte pulsante. Suas letras, carregadas de lirismo e verdade, fazem companhia a quem sofre e a quem ama, em qualquer estação da vida.

Vanessa também fala sobre suas inspirações — que não vêm apenas de sentimentos, mas de paisagens, viagens, imagens que tocam a alma. “As minhas melodias trabalham muito nisso. Então, as pessoas ouvem muito para viajar”, diz. Essa conexão sensorial entre som e imagem, entre estrada e música, está presente em sucessos como Ai, Ai, Ai…, Boa Sorte e Amado.

Com direção de Márcia Faria e coprodução do Multishow com a Kromaki, Nesse Canto Eu Conto traz uma proposta intimista que vai além do bate-papo musical: é uma celebração das histórias que cada artista carrega com a voz. A temporada conta com cinco episódios, exibidos semanalmente às quartas-feiras. Além de Vanessa, o programa já recebeu Ivete Sangalo, Liniker e Paula Toller — e ainda traz Ana Castela para encerrar a leva de encontros.

Terror psicológico Keeper, do diretor de O Macaco, ganha trailer e promete suspense intenso

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Foto: Reprodução/ Internet

Em um mundo em que o terror muitas vezes se traduz em gritos, sangue e sustos fáceis, há uma vertente mais silenciosa – porém não menos perturbadora – que vem conquistando espaço entre cinéfilos e críticos: o terror psicológico. E é exatamente nesse território que o aguardado Keeper fincou suas raízes. Com estreia confirmada para 14 de novembro de 2025 nos Estados Unidos, o novo filme dirigido por Osgood Perkins (O Macaco, Longlegs) promete uma experiência angustiante, claustrofóbica e emocionalmente carregada.

Estrelado por Tatiana Maslany – aclamada por sua atuação multifacetada em Orphan Black – e Rossif Sutherland, o longa teve seu primeiro trailer divulgado recentemente. A prévia, marcada por imagens densas, trilha inquietante e um clima de crescente tensão, já deixa claro que Keeper não pretende seguir fórmulas prontas. Ao invés disso, convida o público a mergulhar em um abismo emocional junto de sua protagonista.

Solidão, desconfiança e um mal invisível

A sinopse oficial é direta, mas carregada de possibilidades perturbadoras. o longa-metragem acompanha um casal, Liz (Tatiana Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland), que decide passar um fim de semana em uma cabana remota – uma escapada romântica, aparentemente inofensiva. Mas logo após a chegada, Malcolm precisa retornar à cidade de forma inesperada, deixando Liz sozinha. É nesse isolamento que as coisas começam a se desestruturar. As informações são do AdoroCinema.

Liz passa a sentir que algo não está certo na casa. Sons sem explicação, mudanças sutis no ambiente, sensações que não sabe se são reais ou fruto de sua mente. À medida que os dias se arrastam, ela começa a descobrir segredos horripilantes ligados ao local – e, talvez, ao próprio relacionamento que achava conhecer tão bem.

Trata-se de um enredo que parte de uma situação cotidiana para mergulhar em um horror íntimo, com fortes camadas emocionais e psicológicas. A cabana não é apenas um cenário, mas um reflexo da psique da protagonista – um espaço onde o medo, a solidão e a dúvida assumem formas concretas.

Tatiana Maslany: entrega e intensidade

O papel de Liz exige uma performance intensa, contida e sensível – características que Tatiana Maslany já demonstrou dominar em trabalhos anteriores. A atriz, vencedora do Emmy por Orphan Black, volta a explorar os limites da psique humana em um papel que depende quase exclusivamente de sua presença em tela.

Liz é uma mulher cercada por incertezas. Ela está sozinha, em um lugar desconhecido, com pistas sutis de que talvez esteja sendo observada. Maslany interpreta esse desconforto com olhar atento e gestos contidos, transmitindo a angústia crescente que se instala ao redor – e dentro – da personagem.

Ao escolher Maslany como protagonista, a produção aposta em um talento reconhecido por sua capacidade de nuance, e isso pode ser o grande trunfo emocional do filme. Liz não é apenas uma vítima do ambiente: ela é, ao mesmo tempo, sobrevivente, cúmplice e guardiã dos próprios traumas.

Osgood Perkins e o horror da sugestão

Filho de Anthony Perkins (o icônico Norman Bates de Psicose), Osgood Perkins vem desenvolvendo uma assinatura própria como diretor e roteirista. Seus filmes anteriores, como The Blackcoat’s Daughter e Longlegs, apostam em um terror de construção lenta, marcado por atmosferas densas, silêncio opressivo e simbolismos visuais.

Em Keeper, Perkins une esses elementos a um roteiro escrito por Nick Lepard, em sua estreia no cinema, para entregar uma obra que pretende incomodar mais do que chocar. Não espere gritos estridentes ou cenas explícitas: o verdadeiro horror aqui parece vir do que não se vê, do que se pressente – e do que se carrega internamente.

O diretor já declarou em entrevistas anteriores que está mais interessado em explorar o “desconforto constante” do que a adrenalina passageira. Com Keeper, ele busca criar uma experiência que continue reverberando na mente do espectador muito depois dos créditos finais.

Fotografia e som: aliados do suspense

Com direção de fotografia de Jeremy Cox, Keeper aposta em uma estética minimalista e opressiva. Ambientes frios, iluminação natural e sombras bem posicionadas criam uma sensação constante de vulnerabilidade. A cabana em que Liz se encontra sozinha não é apenas um lugar físico – ela se torna um personagem, uma entidade que parece observar e interagir com a protagonista.

A trilha sonora, mantida sob sigilo até o momento, também promete ser crucial. Se seguir o padrão dos filmes anteriores de Perkins, será marcada por sons ambientes distorcidos, silêncios incômodos e composições que mais sugerem do que descrevem. Tudo em Keeper parece ser pensado para criar uma sensação de desconforto prolongado, um mergulho lento em uma paranoia crescente.

Distribuição e expectativa global

Keeper foi apresentado ao mercado internacional durante o Festival de Cannes 2024, mais precisamente no Marché du Film, onde chamou atenção de distribuidores pelo mundo. A Neon, responsável por títulos como Titane e Memória, adquiriu os direitos para os Estados Unidos e também os direitos internacionais, apostando alto no potencial do longa. No Canadá, a distribuição ficará a cargo da Elevation Pictures.

Originalmente previsto para outubro, o lançamento foi adiado para novembro – uma decisão estratégica para posicionar o filme no outono americano, época em que produções mais artísticas e introspectivas costumam ter mais espaço e atenção.

No Brasil, a estreia ainda não foi confirmada, mas espera-se que, com a força da Neon no circuito internacional, Keeper chegue aos cinemas nacionais ou, ao menos, às principais plataformas de streaming em data próxima à estreia americana.


O terror do cotidiano

Há algo de universal e atemporal em histórias que tratam do isolamento. E Keeper parece explorar esse sentimento de forma simbólica e emocional. Em um mundo hiperconectado, a solidão ainda é um dos medos mais profundos – talvez mais que fantasmas ou monstros. Liz, deixada sozinha em um ambiente hostil e silencioso, vive a materialização desse pavor.

Demon Slayer: Castelo Infinito | Shinobu desafia Dōma em teaser que promete emoção e ação

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A espera está chegando ao fim. Faltando apenas algumas semanas para a estreia de Demon Slayer: Castelo Infinito, o primeiro filme da trilogia que encerrará a adaptação em anime do mangá de Koyoharu Gotōge, fãs do mundo inteiro já sentem o coração acelerar. O mais recente teaser divulgado revelou um momento que promete ser tão emocionante quanto impactante: o confronto entre Shinobu Kocho, a Pilar do Inseto, e Dōma, um dos onis mais poderosos da série.

O material trouxe imagens impressionantes, tanto em animação quanto em arte estática, capturando a intensidade do embate e a tensão que se constrói há anos na narrativa de Demon Slayer. Para quem acompanha a série desde o mangá, esse duelo não é apenas uma batalha de força: é o confronto entre dor, perda, determinação e justiça.

Uma franquia que conquistou o mundo

Demon Slayer, conhecido internacionalmente como Kimetsu no Yaiba, começou sua trajetória como mangá em fevereiro de 2016. Ao longo de quatro anos, a obra conquistou leitores de todas as idades, com uma história que combina ação, emoção e personagens complexos. O mangá foi concluído em maio de 2020, somando 23 volumes que registram o crescimento e o amadurecimento de Tanjirō Kamado e de seus companheiros.

O sucesso da série foi rapidamente ampliado com a adaptação em anime pelo estúdio ufotable, famoso por seu alto padrão de animação. A primeira temporada estreou em 2019, seguida da segunda entre 2021 e 2022. Cada episódio não apenas trouxe a história à vida, mas também elevou o padrão de qualidade do anime, conquistando críticos e fãs internacionais. O resultado é uma obra que se tornou fenômeno cultural, com impacto na música, moda, eventos e até mesmo na forma como o público consome anime.

A narrativa que cativa

Ambientada no Japão do Período Taishō (1912-1926), a história acompanha Tanjirō Kamado, um jovem que perde sua família em um ataque brutal de onis. Nezuko, sua irmã mais nova, sobrevive, mas é transformada em um oni. Apesar disso, mantém traços de humanidade, e Tanjirō decide se tornar um caçador de onis para proteger outras pessoas e buscar uma forma de devolver a humanidade à irmã.

O conceito das “respirações”, técnicas que aumentam a força, velocidade e resistência dos caçadores, é uma das marcas da série. Cada respiração é inspirada em elementos da natureza ou estilos de combate, como a Respiração da Água utilizada por Tanjirō, ou a Respiração da Fera, desenvolvida por Inosuke Hashibira. Essas habilidades não apenas dão dinamismo às lutas, mas também refletem a personalidade e o crescimento de cada personagem.

Shinobu Kocho: delicadeza e força em equilíbrio

Entre os pilares que guiam os caçadores, Shinobu Kocho se destaca. Conhecida como Pilar do Inseto, ela combina gentileza, inteligência e uma habilidade letal no combate. Sua história pessoal, marcada por perdas familiares, é um dos elementos que tornam seu confronto com Dōma tão carregado de emoção.

O teaser mostra Shinobu em plena ação, utilizando suas técnicas de precisão e veneno para enfrentar Dōma, que se apresenta como uma força quase imbatível. A cena não é apenas visualmente impressionante: é também uma narrativa sobre coragem, sacrifício e justiça, temas que ressoam profundamente com os fãs da franquia.

Dōma: um vilão inesquecível

Dōma, um dos onis mais poderosos, é a personificação da ameaça silenciosa e calculista. Sua aparência serena e comportamento aparentemente calmo escondem uma crueldade implacável, tornando cada confronto imprevisível e perigoso. A luta contra Shinobu não é apenas física: é um duelo de vontades e emoções, onde a força não é suficiente, e estratégia, coragem e determinação fazem toda a diferença.

Para os fãs, Dōma representa o ápice do desafio que Tanjirō e seus aliados enfrentam ao longo da série. Sua presença reforça o peso da história, mostrando que nem todos os obstáculos podem ser superados apenas com força bruta.

A trilogia que encerra a história

Castelo Infinito é o primeiro de três filmes que concluirão a adaptação em anime do mangá. A divisão do final da série em três partes permite que cada momento seja explorado com cuidado, garantindo que a emoção, a ação e os detalhes da história sejam preservados.

A expectativa é que os filmes não apenas tragam lutas memoráveis, mas também aprofundem a narrativa emocional dos personagens, mostrando suas motivações, medos e crescimento. É uma oportunidade para os fãs reviverem cenas icônicas do mangá e se emocionarem com momentos inéditos na tela.

Animação e técnica impecáveis

O estúdio ufotable é conhecido por seu cuidado extremo com a animação. Cada cena do filme é pensada para transmitir não apenas ação, mas também emoção e intensidade. No teaser de Shinobu versus Dōma, é possível notar o detalhamento nos movimentos, efeitos de luz, expressões faciais e fluidez das sequências de combate.

A qualidade técnica é um dos principais fatores que diferenciam Demon Slayer no cenário do anime contemporâneo, elevando a experiência do espectador e criando cenas que ficam gravadas na memória.

Super Tela exibe “Mate ou Morra”: Adrenalina invade a tela da Record TV neste sábado (19)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 19 de julho de 2025, a Super Tela mergulha os espectadores em uma experiência de tirar o fôlego com “Mate ou Morra”, uma mistura explosiva de ação, ficção científica e suspense existencial. Dirigido por Joe Carnahan, o longa norte-americano transforma a luta pela sobrevivência em um quebra-cabeça de alta voltagem — onde a próxima chance pode ser a última.

Viver, morrer e tentar de novo

No centro da trama está Roy Pulver, interpretado com intensidade visceral por Frank Grillo. Ex-militar endurecido por batalhas internas e perdas silenciosas, Roy acorda todos os dias apenas para ser morto de novo, preso em um misterioso loop temporal que parece não ter saída.

Mas não se engane: o filme vai além da pancadaria. A repetição forçada desse dia o obriga a enfrentar não só os assassinos profissionais que o caçam sem trégua, mas também os próprios fantasmas que ele tentou esquecer. Cada morte não é apenas um fim — é uma pista, uma chance de tentar entender o porquê de tudo aquilo estar acontecendo.

Heróis imperfeitos, vilões carismáticos

O elenco reúne nomes de peso e figuras improváveis. Mel Gibson dá vida ao Coronel Clive Ventor, um antagonista que transita entre a frieza calculista e um carisma inquietante. Naomi Watts interpreta Jemma Wells, uma cientista envolvida em um projeto sombrio que pode ser a chave para o loop — e para o passado de Roy. Já Michelle Yeoh surge como Dai Feng, uma mentora de poucas palavras e ações precisas, trazendo gravidade e serenidade às sequências de maior intensidade.

Além deles, o filme surpreende com participações como Annabelle Wallis, Ken Jeong, Will Sasso e até Rob Gronkowski, que mostram que até em um cenário caótico há espaço para humor, ironia e uma boa dose de estilo.

Um videogame emocional em forma de filme

“Mate ou Morra” é visualmente dinâmico e tem ritmo de jogo de ação: cortes rápidos, ângulos ousados e lutas cronometradas. Mas o que dá peso à narrativa é justamente o coração por trás do caos. Roy, entre mortes e fugas, descobre que salvar a si mesmo pode significar salvar o mundo — ou, pelo menos, as pessoas que ainda ama.

Sob a direção enérgica de Carnahan, o filme questiona até que ponto somos reféns de nossas escolhas e se é possível reescrever o próprio destino, mesmo que a cada tentativa o preço pareça mais alto.

Para assistir e reassistir

Se você perder a exibição na Record TV, não se preocupe. “Mate ou Morra” também está disponível em outras plataformas: pode ser alugado no Prime Video, assistido por streaming no Telecine, ou encontrado no catálogo da Netflix. Um prato cheio para quem gosta de ação com cérebro — e alma.

Sessão da Tarde desta sexta (19) acelera com “Velozes e Furiosos 6”, um dos capítulos mais explosivos da franquia

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Foto: Reprodução/ Internet

A Sessão da Tarde desta sexta, 19 de dezembro de 2025, promete acelerar os corações do público com a exibição de “Velozes e Furiosos 6”, um dos filmes mais emblemáticos da franquia de ação estrelada por Vin Diesel e Paul Walker. Lançado em 2013 e dirigido por Justin Lin, o longa marca um ponto de virada importante na saga ao consolidar de vez a transformação da série em um espetáculo de ação global, sem perder o que sempre esteve no centro de tudo: a ideia de família.

Depois do assalto cinematográfico no Rio de Janeiro, visto em Velozes e Furiosos 5, Dominic Toretto e sua equipe conquistam algo que parecia inalcançável: dinheiro suficiente para nunca mais precisarem correr riscos. Com US$ 100 milhões divididos entre eles, o grupo se espalha pelo mundo vivendo confortavelmente, longe da polícia e das antigas preocupações. Ainda assim, essa liberdade tem um preço alto. Sem identidade legal, eles não podem voltar para casa, e essa ausência de pertencimento deixa claro que dinheiro nenhum substitui raízes.

Dom vive ao lado de Elena Neves, Mia construiu uma vida com Brian O’Conner e o filho do casal, enquanto Roman e Tej aproveitam uma rotina luxuosa. Apesar disso, todos carregam a sensação de que algo está faltando. É nesse momento que surge Luke Hobbs, agente durão interpretado por Dwayne Johnson, agora ainda mais integrado ao grupo. Hobbs está no encalço de uma perigosa organização internacional de mercenários liderada por Owen Shaw, um ex-militar britânico frio, estratégico e extremamente letal.

A proposta que Hobbs leva até Dom muda completamente o rumo da história. Para convencer o ex-criminoso a voltar à ativa, ele apresenta uma foto que abala todas as certezas: Letty Ortiz está viva. A mulher que Dom acreditava ter perdido para sempre agora trabalha ao lado de Shaw, sem qualquer memória de sua antiga vida. Em troca da ajuda para capturar os mercenários, Hobbs oferece perdão total para Dom e sua equipe, permitindo que todos finalmente retornem para casa. Para Dom, a missão deixa de ser apenas estratégica e se torna profundamente pessoal.

Grande parte da ação se desenrola em Londres, cenário de algumas das sequências mais empolgantes do filme. As perseguições pelas ruas da cidade, cheias de carros personalizados, explosões calculadas e manobras quase impossíveis, deixam claro que Velozes e Furiosos 6 não economiza em escala. A franquia, que começou focada em rachas ilegais, agora abraça de vez o cinema de ação internacional, flertando com o gênero de espionagem e assalto em alto nível.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno do projeto “Nightshade”, um dispositivo capaz de desligar sistemas de energia em larga escala, elevando as apostas do conflito. Mais do que impedir um roubo, Dom e sua equipe precisam evitar uma ameaça global. Ainda assim, o filme encontra espaço para aprofundar os conflitos emocionais, especialmente no arco de Letty. Mesmo sem se lembrar de Dom, ela demonstra dúvidas, conflitos internos e uma estranha conexão com o passado que insiste em emergir.

A corrida de rua entre Dom e Letty simboliza bem esse embate entre razão e sentimento. O colar com a cruz, um dos símbolos mais marcantes da franquia, funciona como um elo silencioso entre quem Letty foi e quem ela tenta ser agora. Esses momentos mais contidos ajudam a equilibrar o excesso de ação, tornando a narrativa mais humana e emocionalmente envolvente.

Se Londres entrega adrenalina, a sequência ambientada na Espanha leva o exagero a outro nível. Um tanque de guerra em plena rodovia, carros sendo arremessados como brinquedos e uma coreografia de destruição milimetricamente calculada transformam a cena em uma das mais comentadas de toda a saga. Mesmo assim, o espetáculo não se sobrepõe totalmente ao drama, especialmente quando o filme se aproxima de seu clímax.

A perseguição final envolvendo um gigantesco avião cargueiro em uma pista aparentemente interminável se tornou uma das marcas registradas do longa. É ali que acontece um dos momentos mais emocionais do filme: o sacrifício de Gisele Yashar, personagem de Gal Gadot, para salvar Han. A cena dá peso às consequências da missão e reforça que, mesmo em um universo marcado por exageros, as perdas são reais.

Com Owen Shaw derrotado, Dom entrega o chip do Nightshade a Hobbs e garante o perdão prometido. A equipe retorna, enfim, à antiga casa da família Toretto, em Los Angeles. O reencontro é simples, longe das explosões e perseguições, mas carregado de significado. Elena aceita que o coração de Dom sempre pertenceu a Letty, e o grupo se reúne ao redor da mesa, reforçando mais uma vez o valor da família acima de tudo.

Com uma bilheteria mundial próxima dos US$ 789 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos de 2013 e, por um período, o mais lucrativo da franquia. A recepção da crítica foi positiva, destacando a direção segura de Justin Lin, o carisma do elenco e a habilidade do filme em equilibrar ação exagerada com emoção genuína.

Jeffrey Dean Morgan e Jay Duplass vão viver drama e segredos de família em “Sterling Point”, nova série do Prime Video

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Foto: Reprodução/ Internet

Já pensou herdar uma ilha do nada? Parece sonho, né? Mas no caso da nova série “Sterling Point”, que vem aí no Prime Video, o paraíso vem com boas doses de drama, passado mal resolvido e aquele climão de reunião de família que a gente só vê em terapia.

A novidade é que a produção ganhou nesta sexta (11) dois nomes de peso:
🔹 Jeffrey Dean Morgan — sim, o paizão de Sobrenatural e o pistoleiro sarcástico de The Boys
🔹 Jay Duplass, queridinho do universo indie, especialista em dramas que parecem calmaria, mas deixam o emocional todo embaralhado

🌊 Resumindo: herança misteriosa + gêmeos curiosos + ilha isolada = caos (do bom)

A série gira em torno de Annie e Connor, dois irmãos gêmeos que foram criados em Nova York pelo pai solteiro, achando que já tinham entendido a vida. Até que BAM! Descobrem que o avô (com quem nem falavam direito) morreu e deixou pra eles uma ilha em um lago. Herança nível “isso só acontece em série mesmo”.

E é claro que essa ilha não é só coqueiro e rede na varanda. Ela guarda memórias, traumas, perguntas não respondidas e, muito provavelmente, aquele climão silencioso que só um almoço em família consegue superar.

🎭 Drama com carinha de vida real (com uns choros no meio)

Criada e dirigida pela talentosíssima Megan Park (The Fallout), Sterling Point promete misturar emoção, humor delicado e tudo aquilo que a gente sente quando precisa revisitar o passado. Vai falar de irmandade, identidade, criação, luto e os nós invisíveis que unem ou afastam uma família. Mas tudo com aquela pegada sensível que faz a gente se apegar rapidinho.

E o elenco, além dos veteranos, tá recheado de nomes jovens promissores:

  • Ella Rubin como Annie
  • Keen Ruffalo (sim, filho do Mark Ruffalo!) como Connor
  • Amélie Hoeferle, Jacob Whiteduck-Lavoie, Bo Bragason e Daniel Quinn-Toye completam o time

📅 Quando estreia?

Ainda sem data certinha, mas a previsão é que Sterling Point desembarque no Prime Video em 2025. Ou seja: dá tempo de colocar o choro em dia e preparar a pipoca com guardanapo do lado.

👀 Por que a gente já tá viciado sem nem ter lançado?

Porque tem tudo o que a gente ama numa boa série:

  • drama familiar com segredos que vão sendo revelados aos poucos
  • paisagens lindas (mas com tensão no ar)
  • personagens cheios de camadas
  • aquele mix de riso nervoso + lágrima que escorre sem pedir permissão

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