Prequela de Outlander, Blood of My Blood chega ao Disney+ e promete emocionar fãs no Brasil

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Quando Claire Beauchamp atravessou as pedras pela primeira vez e encontrou Jamie Fraser nas Highlands escocesas, algo se acendeu não apenas na ficção, mas no coração de milhões de espectadores ao redor do mundo. Foi ali que nasceu Outlander, uma saga que uniu paixão, história, fé e resistência numa narrativa que viaja no tempo — e, mais do que isso, atravessa gerações. Agora, esse universo ganha um novo e promissor capítulo com Outlander: Blood of My Blood, prequela que promete contar não apenas o que veio antes, mas por que tudo aconteceu como aconteceu.

E a boa notícia é que os brasileiros não vão ficar de fora. A série será lançada oficialmente no Disney+, conforme acordos internacionais de distribuição firmados pela Sony Pictures Television. Ainda sem data confirmada por aqui, a estreia nos Estados Unidos já tem dia marcado: 8 de agosto. Por enquanto, fãs brasileiros se equilibram entre ansiedade e expectativa.

Mas o que exatamente podemos esperar dessa nova história que olha para o passado com o mesmo cuidado com que a série original nos fez sonhar com o futuro?

Antes de Claire. Antes de Jamie. Existiam Ellen e Brian. Julia e Henry.

A premissa de Blood of My Blood é tão simples quanto poderosa: contar as histórias de amor que antecederam Claire e Jamie. Voltar no tempo para entender quem eram os pais deles, como viveram, o que amaram, do que fugiram e como tudo isso moldou os protagonistas que conhecemos tão bem.

Na Escócia do século XVIII, conheceremos Ellen MacKenzie (vivida por Harriet Slater) e Brian Fraser (interpretado por Jamie Roy), pais de Jamie. Um casal forjado em meio a clãs, tradições e conflitos internos, que desafiou costumes rígidos para construir sua história. Ellen não é apenas uma jovem apaixonada — ela é uma mulher que ousa sonhar por si mesma, ainda que isso custe alianças políticas e a paz entre famílias poderosas. Brian, por sua vez, vive entre o desejo de honrar seu sangue e a vontade de viver um amor sincero.

Na outra ponta do tempo, durante a Primeira Guerra Mundial, encontraremos Julia Moriston (Hermione Corfield) e Henry Beauchamp (Jeremy Irvine), pais de Claire. Ela, uma funcionária no Departamento de Guerra; ele, um soldado em meio ao inferno das trincheiras. A série promete tratar esse amor com a mesma delicadeza e dor com que a guerra tratava a juventude daquele tempo: com intensidade, perda e escolhas difíceis.

É sobre isso que Blood of My Blood se debruça — sobre como dois casais muito diferentes, em épocas distintas, construíram os alicerces emocionais de uma das histórias de amor mais intensas da TV contemporânea.

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Novos rostos, velhas dores

Uma das grandes surpresas da prequela é seu elenco. Enquanto Caitriona Balfe e Sam Heughan ainda pairam como sombra brilhante sobre a série original, os intérpretes de Blood of My Blood chegam com a missão — e o privilégio — de criar algo novo, mesmo dentro de um universo já tão amado.

Harriet Slater, que vive Ellen, tem a chance de explorar uma personagem que mistura coragem e doçura, uma figura materna que já nasce marcante. Jamie Roy encara o desafio de ser Fraser — nome de peso — e trazer camadas de humanidade ao pai de um dos maiores heróis da televisão.

No arco da Primeira Guerra, Hermione Corfield e Jeremy Irvine têm a missão delicada de viver personagens que talvez sejam mais misteriosos para o público. Afinal, os pais de Claire sempre foram figuras quase ausentes na série original, pouco retratados, mas agora ganham luz, textura, profundidade.

E ainda temos nomes veteranos e familiares ao universo Outlander, como Tony Curran (o temido Lorde Lovat), Rory Alexander (vivendo Murtagh na juventude) e Peter Mullan (como o Laird Jacob MacKenzie). Personagens que ajudarão a preencher não só lacunas narrativas, mas emocionais — um exercício de arqueologia afetiva que deve encantar os fãs.

Sangue, terra, honra e tempo

Há algo quase poético na escolha do título Blood of My Blood (“Sangue do meu sangue”). Em Outlander, essa expressão é parte de um voto profundo entre Claire e Jamie. Aqui, ela ganha novo significado, literal e simbólico. Estamos prestes a conhecer o sangue que correu antes do voto. As decisões que abriram caminhos. As feridas que viraram herança emocional.

A série mantém a tradição de ambientar as histórias em paisagens que são, por si só, personagens vivos. As terras escocesas voltam a ganhar destaque com suas paisagens melancólicas, seus castelos cheios de segredos e a névoa quase mística que acompanha os dilemas humanos dos MacKenzie e Fraser. Já na Inglaterra da guerra, o cinza das fábricas, a pressa das mensagens codificadas, o cheiro de pólvora e a solidão dos corredores hospitalares darão vida ao mundo de Julia e Henry.

É através desse contraste entre campo e cidade, clã e exército, espada e telegrama, que a série constrói sua tensão central: o que há de comum no amor entre duas pessoas quando tudo em volta diz que não vai dar certo?

Os fãs: entre nostalgia e expectativa

É impossível falar dessa prequela sem considerar o peso emocional que ela carrega para quem acompanhou Outlander desde o início. Há quem esteja com o coração aberto, pronto para reencontrar os nomes e clãs que tanto amou. Há também quem tema perder a magia do casal central, substituído por dois novos pares. É um equilíbrio difícil.

Mas talvez a força de Blood of My Blood esteja justamente em sua proposta de não tentar ser a mesma coisa. A nova série quer caminhar com as próprias pernas — e por linhas do tempo bem diferentes. Ao evitar fórmulas repetidas e mergulhar fundo nas camadas dos personagens secundários, ela expande o universo Outlander sem depender exclusivamente de seus protagonistas originais.

E isso pode ser uma boa surpresa.

Uma nova casa digital

A chegada da série ao Disney+ marca também uma mudança estratégica no cenário de streaming. Ainda que Outlander esteja, no Brasil, atrelada a outros serviços, o lançamento da prequela pelo Disney+ pode sinalizar uma reconfiguração futura do catálogo. Talvez estejamos diante do início de uma centralização — e da chance de maratonar a saga completa, incluindo prequelas e, quem sabe, novos spin-offs.

Hamnet | Trailer revela drama histórico estrelado por Paul Mescal e Jessie Buckley, favorito ao Oscar 2026

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O universo do cinema histórico e literário ganhou um novo capítulo emocionante. Hamnet, adaptação cinematográfica do aclamado romance de Maggie O’Farrell, acaba de divulgar seu primeiro trailer, e a expectativa entre críticos e público não poderia ser maior. Com direção da premiada Chloé Zhao — vencedora do Oscar por Nomadland e responsável por Os Eternos — o filme é apontado como um dos favoritos ao Oscar 2026 pela revista Variety, consolidando-se como uma das grandes apostas da temporada de premiações.

O longa traz ao centro da narrativa a história fictícia da família Shakespeare, mergulhando na dor e no luto do casal William e Agnes Shakespeare após a perda do filho Hamnet, de apenas 11 anos. Jessie Buckley, conhecida por trabalhos em The Lost Daughter e Wild Rose, interpreta Agnes Shakespeare, enquanto Paul Mescal, destaque em Normal People e God’s Creatures, dá vida ao dramaturgo William Shakespeare. Complementando o elenco estão Emily Watson (Chernobyl, Punch-Drunk Love), Joe Alwyn (Billy Lynn’s Long Halftime Walk, Conversations with Friends), Jacobi Jupe como Hamnet, além de Bodhi Rae Breathnach, Olivia Lynes, Freya Hannan-Mills e Faith Delaney.

Uma história de dor e sensibilidade

A premissa de Hamnet é ao mesmo tempo íntima e universal: explorar a dor de pais que perdem um filho. O romance de O’Farrell, publicado em 2020, conquistou o público e a crítica por sua sensibilidade narrativa e a forma poética com que retrata o luto e a memória. A adaptação cinematográfica, dirigida por Chloé Zhao, promete manter essa mesma força emocional, oferecendo uma narrativa visualmente impactante e profundamente humana.

O trailer, que já circula nas redes sociais e plataformas de streaming, apresenta vislumbres do drama familiar, com cenas que mesclam o cotidiano da vida doméstica na Inglaterra do século XVI com momentos de intensa emoção. A direção de Zhao, conhecida por seu olhar intimista em Nomadland, reforça a sensação de proximidade com os personagens, tornando o espectador cúmplice do sofrimento e das pequenas alegrias da família Shakespeare.

O olhar de Chloé Zhao

Chloé Zhao é reconhecida por sua habilidade única de capturar a intimidade humana e transformar emoções sutis em experiências cinematográficas memoráveis. Em Nomadland, ela trouxe à tela personagens marginalizados de forma poética e verdadeira, conquistando os prêmios de Melhor Direção e Melhor Filme no Oscar. Com Hamnet, Zhao se aventura novamente no universo histórico, explorando não apenas a vida de uma das figuras mais icônicas da literatura mundial, mas também o impacto humano da perda e da memória.

O roteiro, escrito em parceria com Maggie O’Farrell, mantém a fidelidade ao romance original, mas acrescenta a visão cinematográfica de Zhao, trazendo uma estética sensível e naturalista, característica da diretora. O resultado promete ser um drama histórico comovente, capaz de emocionar tanto os fãs da literatura quanto os espectadores que buscam narrativas humanas profundas.

Um elenco de estrelas

A escolha do elenco reforça a ambição do projeto. Jessie Buckley e Paul Mescal, que já haviam mostrado grande química em projetos anteriores, lideram o elenco com performances aguardadas para serem marcantes. Buckley, com sua capacidade de transmitir emoções complexas com sutileza, dá vida a Agnes Shakespeare, uma mãe que lida com a perda de seu filho em meio a uma sociedade rígida e cheia de expectativas. Mescal, por sua vez, interpreta William Shakespeare com um equilíbrio entre genialidade criativa e fragilidade emocional, oferecendo um retrato íntimo do dramaturgo fora dos palcos.

O restante do elenco, incluindo Emily Watson e Joe Alwyn, adiciona profundidade ao núcleo familiar e à comunidade ao redor dos Shakespeare. Jacobi Jupe, que interpreta Hamnet, entrega um retrato sensível da criança que, mesmo ausente na maior parte da narrativa, deixa marcas profundas na vida de seus pais e molda a história da obra.

Produção e bastidores

O projeto começou a se desenhar em novembro de 2022, quando uma adaptação teatral do romance de O’Farrell foi anunciada. Os direitos para o cinema foram adquiridos pela Neal Street Productions em março de 2023, com Chloé Zhao sendo contratada em abril para dirigir o filme. O roteiro foi desenvolvido em colaboração com a própria autora, garantindo fidelidade ao texto original e à atmosfera poética do livro.

As filmagens, originalmente previstas para Londres em junho de 2024, foram iniciadas no País de Gales em 29 de julho do mesmo ano e concluídas em 30 de setembro. O processo de produção envolveu nomes de peso, como Steven Spielberg, que atua como produtor, e Łukasz Żal, renomado diretor de fotografia responsável por criar a estética visual marcante do filme.

Lançamento e expectativas

Hamnet terá um lançamento limitado nos Estados Unidos a partir de 27 de novembro de 2025, com expansão para circuito comercial em 12 de dezembro. Ainda não há confirmação sobre datas de estreia no Brasil, mas a expectativa é alta, considerando o histórico de filmes premiados de Chloé Zhao e a atenção que o filme já desperta na imprensa internacional.

A Focus Features, que adquiriu os direitos de distribuição nos Estados Unidos, ficará responsável pelo lançamento do filme, enquanto a Universal Pictures cuidará da distribuição internacional. A estratégia de lançamento limitado seguida de expansão é comum para filmes que buscam posicionamento forte em premiações, permitindo que Hamnet ganhe visibilidade e críticas positivas antes de chegar a um público mais amplo.

Favorito ao Oscar 2026

Com base na recepção inicial do trailer e na análise de críticos especializados, Hamnet já figura entre os favoritos ao Oscar 2026. A combinação da direção sensível de Chloé Zhao, o roteiro fiel de Maggie O’Farrell e o elenco estrelado cria uma fórmula que agrada tanto aos especialistas quanto ao público, aumentando as chances de premiação em categorias como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/Atriz.

Além disso, a narrativa centrada na dor e na humanidade da família Shakespeare tem grande apelo emocional, um fator que costuma ser valorizado pela Academia. A expectativa é de que o filme se destaque também pelo design de produção, figurino e direção de fotografia, reforçando o caráter histórico e imersivo da obra.

Opinião – A televisão brasileira vive de reprises porque perdeu a coragem de criar o novo

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Há algo curioso — e preocupante — acontecendo na televisão brasileira. Enquanto o público se transforma, busca novas narrativas e mergulha em plataformas de streaming, as emissoras parecem andar em círculos. O que antes era espaço de inovação, ousadia e experimentação virou terreno de reciclagem. E a mais nova promessa desse looping criativo é a possível continuação de Avenida Brasil, um dos maiores fenômenos da história da TV Globo.

A ideia de revisitar um sucesso desse porte é tentadora. A novela de João Emanuel Carneiro foi um divisor de águas em 2012 — ousada, vibrante e pop, com personagens antológicos e um ritmo narrativo que modernizou o gênero. Só que o tempo passou. E a simples pergunta — “precisamos mesmo de uma sequência?” — já revela o problema.

A cultura da repetição

Remakes e continuações sempre existiram, mas hoje parecem ser o centro da estratégia da teledramaturgia. A Globo, que um dia apostava em histórias inéditas e autores dispostos a arriscar, agora vive de revisitar o passado. Pantanal, Elas por Elas, Renascer, Vale Tudo e agora, supostamente, Avenida Brasil 2. É uma tendência que beira o esgotamento criativo.

A justificativa oficial costuma ser “homenagear clássicos”, “apresentar a nova geração” ou “celebrar a memória afetiva do público”. Mas, sejamos honestos: no fundo, trata-se de uma tentativa de recuperar audiência perdida. O passado virou uma estratégia de sobrevivência. E o problema é que, quando o passado se torna muleta, o futuro deixa de existir.

O risco da continuação impossível

Entre todos os títulos cogitados para ganhar sequência, Avenida Brasil é o caso mais simbólico — e talvez o mais perigoso. Sua história se fechou com perfeição: Carminha foi perdoada, Nina se libertou, e o ciclo de vingança se transformou em redenção. Tudo ali tinha um ponto final emocional e narrativo. Reabrir esse universo seria como desenterrar uma história que já encontrou paz.

Além disso, o contexto de 2012 não existe mais. A novela foi o retrato de um país que ainda acreditava em mobilidade social, no mito do “novo rico” e no poder da esperteza como ascensão. Era um Brasil de classe média ascendente, de memes inocentes e humor popular. Hoje, o cenário é outro — mais cínico, mais fragmentado e muito menos disposto a comprar a mesma história embrulhada em nostalgia.

É difícil imaginar uma sequência que não soe artificial ou oportunista. E é justamente isso que torna o projeto duvidoso: ele parece nascer mais do desejo de repetir um faturamento bilionário do que da vontade de contar uma nova história.

O declínio da ousadia

A teledramaturgia brasileira já foi sinônimo de risco. Dos experimentos narrativos de Janete Clair e Dias Gomes à linguagem de João Emanuel Carneiro e Glória Perez, as novelas eram espelhos do país — complexas, provocativas, cheias de identidade.

Hoje, o que se vê é o medo de errar. E, nesse medo, a repetição vira um abrigo confortável. O público, no entanto, não é o mesmo. Ele é mais exigente, mais fragmentado e, sobretudo, saturado de reprises disfarçadas de novidade.

Ao insistir em reviver o que deu certo, as emissoras passam a mensagem de que não confiam mais em sua própria capacidade de criar impacto. E isso é trágico. Porque o verdadeiro legado de uma novela como Avenida Brasil não está em continuar sua história, mas em inspirar novas.

A nostalgia como produto

A nostalgia, quando usada com propósito, pode ser poderosa. Ela reconecta o espectador à emoção do passado. Mas, quando usada como isca comercial, vira um produto vazio. O público é levado a acreditar que está revivendo algo, quando na verdade está consumindo uma simulação do que já foi.

Essa lógica transforma o que antes era arte popular em franquia. E novela não deveria ser franquia. Ela é viva, orgânica, construída no calor do momento — no diálogo com o país, com o cotidiano e com o público. Quando o mercado tenta industrializar esse sentimento, tudo perde verdade. A sensação é a de ver um disco riscado: o mesmo som repetido até a exaustão, com a ilusão de que se trata de algo novo.

Selena Gomez volta ao set de Os Feiticeiros Além de Waverly Place e confirma participação na 2ª temporada da série no Disney+

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Ela voltou — de novo! Selena Gomez confirmou que está de volta ao universo mágico de Os Feiticeiros de Waverly Place, agora com uma participação especial na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place, continuação da série original no Disney+.

A atriz e cantora, que viveu Alex Russo durante quatro temporadas e um filme entre 2007 e 2012, publicou nos Stories do Instagram uma imagem diretamente do set de gravações com a legenda: “Simplesmente parece certo.” Os fãs, claro, surtaram — e com razão. Afinal, a presença de Selena nesse revival tem um peso emocional gigantesco para toda uma geração que cresceu assistindo às confusões mágicas dos irmãos Russo.

Embora Selena tenha retornado brevemente na primeira temporada como Alex, sua nova participação ainda é envolta em mistério. Nenhum detalhe específico foi divulgado pela Disney, mas fontes próximas à produção indicam que a aparição deve ser pontual — embora significativa.

Uma nova geração de feiticeiros

A série de continuação tem como foco principal Justin Russo (vivido novamente por David Henrie), agora adulto, casado e pai de dois filhos. Ele tenta viver uma vida normal longe da magia, mas tudo muda quando cruza o caminho de Billie (Janice LeAnn Brown), uma jovem feiticeira promissora que precisa de orientação.

Além de Henrie e Selena, o elenco inclui Mimi Gianopulos como Giada, esposa de Justin; Alkaio Thiele como Roman, o filho mais velho do casal; Max Matenko como o caçula, Milo; Taylor Cora como Winter, melhor amiga de Billie; e Janice LeAnn Brown, a nova protagonista da história.

O peso de Alex Russo

Mesmo que seja uma aparição rápida, a presença de Selena Gomez tem um valor simbólico forte: ela é a ponte direta com o fenômeno original da Disney. Sua personagem, Alex Russo, se tornou um dos ícones da programação teen dos anos 2000, e sua ironia, carisma e poder mágico conquistaram fãs pelo mundo todo.

A frase publicada por Selena nos Stories — “simplesmente parece certo” — parece dizer muito. Depois de anos focada em sua carreira musical, em produções como Only Murders in the Building e em seu trabalho como empresária e ativista, Gomez retorna ao lugar onde tudo começou. E os fãs não poderiam estar mais felizes.

Quando estreia?

A segunda temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ainda não tem data oficial de estreia, mas os episódios estão atualmente sendo gravados. A primeira temporada, lançada no Disney+, teve boa recepção e conseguiu unir o público nostálgico com uma nova geração que está conhecendo o universo mágico dos Russo.


Resumo rápido para quem chegou agora:

  • Selena Gomez está confirmada na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place.
  • A atriz revelou seu retorno com uma publicação nos Stories: “Simplesmente parece certo”.
  • Ela fará uma participação especial, assim como na 1ª temporada.
  • A série continua acompanhando Justin Russo e uma nova geração de feiticeiros no Disney+.

Pequenas Empresas & Grandes Negócios deste sábado (12) destaca o turismo pet friendly e o licenciamento de vídeos virais

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Se você é do tipo que adora ver boas ideias virando grandes negócios, prepare o coração e o caderninho de anotações: o Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) deste sábado, 12 de julho, chega com uma edição especial recheada de histórias que mostram como criatividade, tecnologia e paixão podem transformar sonhos em realidades rentáveis. Do interior de São Paulo às fazendas do Nordeste, o programa faz uma verdadeira expedição pelo empreendedorismo brasileiro em sua versão mais ousada — e promissora.

🐾 Check-in com o seu pet? Agora é tendência!

A repórter Deborah Morato desembarca em Socorro (SP) para mostrar um novo capítulo do turismo nacional: pousadas onde os pets são não só bem-vindos, mas tratados como reis e rainhas. Criada por Ana Luiza Russo, a hospedagem 100% pet friendly oferece de tudo um pouco — de café da manhã especial a massagens terapêuticas. A fórmula? Muito carinho, infraestrutura dedicada e um mercado bilionário de olho em quem trata os bichinhos como parte da família. Resultado: o faturamento da pousada dobrou na alta temporada e já tem projeto de franquia a caminho.

🍹 Caipirinha 5.0: quando a tradição encontra o TikTok

Ainda em São Paulo, conhecemos Karolyane e Hebert — o casal por trás do bar que está reinventando a bebida mais amada do Brasil. A caipirinha virou espetáculo: apresentações temáticas, sabores inusitados e um marketing afiado nas redes sociais colocaram o negócio no radar dos jovens e dos curiosos digitais. Mas o diferencial mesmo está no bastidor: pagamentos sem maquininha, direto pelo celular, e um atendimento ágil, graças a um sistema tech que agiliza tudo. O bar virou point em datas comemorativas — e prova que inovação pode (e deve) estar no copo.

💬 Atendimento Nota Dez: a experiência começa no clique

Quer conquistar o cliente antes mesmo de ele pisar na sua loja? No quadro Atendimento Nota Dez, Marcelo Baccarini entrega dicas valiosas para melhorar a experiência digital do consumidor. Desde um site rápido até chatbots bem programados, o papo é direto: quem quiser vender mais precisa pensar como o cliente — e isso começa com uma boa jornada online. Afinal, hoje em dia, o primeiro “olá” muitas vezes vem de uma tela.

🎥 De viral a negócio milionário: a startup que deu a volta por cima

Já pensou ter seu vídeo viralizado — e não ganhar nada com isso? Foi o que aconteceu com os irmãos Felipe e Alexandre Salvatore. Mas eles não ficaram no prejuízo: criaram uma startup que licencia vídeos virais e conecta criadores de conteúdo a marcas que querem bombar na internet, sem atropelar os direitos autorais. Com mais de 10 mil vídeos licenciados e um sistema de inteligência artificial que identifica tendências, eles já faturam R$ 1 milhão por ano. E o melhor: todo mundo ganha.

🦐 Camarões high-tech: inovação com sabor potiguar

No Rio Grande do Norte, o apresentador Pedro Lins apresenta uma história que mistura DNA nordestino com alta tecnologia. Roseli Pimentel e Daniel Lanza fundaram uma biotech que oferece análises genéticas e sanitárias para a produção de camarões — serviço que antes era inacessível para pequenos produtores. Com apoio técnico e soluções acessíveis, a startup tem impulsionado negócios locais, como o de Hailton Marinho, que modernizou a fazenda da família com sustentabilidade e inovação. É a tradição ganhando uma nova pele (ou melhor, uma nova carapaça).

Cine Aventura deste sábado (26/07): “Agente das Sombras” traz ação e dilemas pessoais com Liam Neeson

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Neste sábado, 26 de julho de 2025, o Cine Aventura da Record TV traz para a tela um thriller de ação que mistura espionagem, conspirações governamentais e um protagonista marcado pelo peso de escolhas difíceis. Agente das Sombras (Blacklight), estrelado por Liam Neeson, é um filme que pode não ter brilhado nas bilheterias, mas carrega uma trama cheia de tensão e dilemas morais que ressoam para além do gênero de ação tradicional.

Um herói que vive nas sombras

Liam Neeson é, há muito tempo, sinônimo de personagens intensos, durões, porém com uma vulnerabilidade sutil que torna seus papéis memoráveis. Em Agente das Sombras, ele interpreta Travis Block, um agente secreto veterano que age longe dos holofotes — um “consertador” do governo, encarregado de missões clandestinas que muitos sequer sabem que existem.

Block é um homem taciturno, quase uma sombra que se move silenciosamente pelo submundo da espionagem. Sua história pessoal está marcada por perdas e arrependimentos, elementos que Liam Neeson sabe imprimir com a costumeira naturalidade e profundidade. O personagem não é apenas mais um “herói de ação”; ele é alguém que luta contra seus próprios fantasmas, ao mesmo tempo em que encara ameaças reais.

Essa complexidade faz de Travis Block um protagonista interessante, especialmente quando a narrativa o coloca em uma encruzilhada: continuar obedecendo ordens de um sistema corrupto, ou proteger sua família e a verdade, mesmo que isso signifique enfrentar seus antigos aliados.

Conspirações, segredos e uma corrida contra o tempo

A trama de Agente das Sombras ganha força quando Block descobre a existência da chamada “Operação Unidade”, um programa ultrassecreto do governo que, sob a batuta de Gabriel Robinson (interpretado por Aidan Quinn), diretor do FBI, executa cidadãos inocentes para manter uma ordem obscura e preservar interesses políticos escusos.

O choque de Block ao descobrir a verdade sobre a Operação Unidade transforma a missão. Não se trata mais apenas de cumprir ordens, mas de impedir que seu próprio mundo — especialmente sua família — seja destruído. O risco torna-se pessoal, e a adrenalina da corrida contra o tempo mantém o espectador preso na tela.

A jornalista Mira Jones, papel de Emmy Raver-Lampman, surge como uma aliada inesperada, trazendo informações e coragem para enfrentar um sistema opressor. Já Dusty Crane, vivido por Taylor John Smith, é um agente que, embora no lado oposto, se encontra em conflito moral, contribuindo para a complexidade dos personagens.

Produção e atmosfera: o olhar australiano

Diferente de muitas produções hollywoodianas convencionais, o filme foi filmado majoritariamente em Melbourne, na Austrália, com cenas intensas de perseguição rodadas em Canberra. Essa escolha traz um frescor visual à obra, com cenários urbanos pouco explorados em filmes de espionagem americanos, o que ajuda a criar uma atmosfera única.

A direção apostou em sequências de ação realistas, evitando exageros digitais para privilegiar cenas mais cruas e palpáveis. Além disso, a trilha sonora, assinada por Mark Isham, é um destaque, equilibrando tensão, mistério e emoção, o que amplifica o clima sombrio do filme.

Apesar do orçamento de cerca de 43 milhões de dólares, a produção enfrentou dificuldades para cativar o público em larga escala, arrecadando aproximadamente 16 milhões mundialmente. Mas isso não diminui seu valor para quem aprecia histórias que desafiam o espectador a pensar sobre poder, ética e justiça.

O peso do roteiro e a crítica: uma recepção dividida

Agente das Sombras recebeu avaliações mistas, que podem ser compreendidas à luz dos desafios que o roteiro e a execução enfrentam. Muitos críticos apontaram falhas na construção da narrativa e nos diálogos, considerando-os clichês e pouco explorados. A trama, embora com potencial, por vezes tropeça na previsibilidade e falta de inovação.

Porém, há quem defenda o filme como uma obra que remete aos clássicos dramas de conspiração dos anos 70, com aquela atmosfera paranoica e desconfiança institucional que tanto marcou o cinema daquela época. O crítico Joe Leydon, da Variety, destacou esse aspecto, ressaltando que o filme traz uma sensação nostálgica aos fãs do gênero.

Para o público, a recepção foi mais equilibrada, principalmente entre os fãs do gênero de espionagem e ação. Muitos apreciaram a performance de Liam Neeson, que traz para o personagem uma combinação de força e fragilidade que poucos atores conseguem expressar.

Temas que vão além da ação

Apesar de se apresentar inicialmente como um thriller de ação, o filme toca em temas sociais e políticos relevantes e atuais. O abuso de poder dentro das instituições governamentais, o dilema ético enfrentado por agentes que atuam em nome da segurança nacional, e o impacto devastador dessas operações secretas na vida de pessoas inocentes, são pontos que permeiam a narrativa.

A personagem Sofia Flores, uma ativista cujo assassinato serve como gatilho para toda a trama, representa essa luta pela justiça e pela verdade em meio a um sistema que prefere silenciar vozes incómodas. Sua morte simboliza o custo real das conspirações — vidas ceifadas em nome de interesses maiores.

Além disso, o conflito interno de Travis Block, dividido entre lealdade ao seu país e a necessidade de proteger quem ama, é um retrato dos dilemas morais que tantos agentes enfrentam, questionando até que ponto o “fim justifica os meios”.

A construção de personagens e a força do elenco

Liam Neeson é, sem dúvida, o coração do filme. Sua experiência em papéis dramáticos e de ação — lembrando títulos como Busca Implacável, Sem Escalas e A Vigilante — o capacita a levar um personagem complexo e cheio de camadas, evitando a caricatura do típico herói de ação.

Emmy Raver-Lampman, conhecida por sua participação em séries como The Umbrella Academy, acrescenta uma energia vibrante como Mira Jones, a jornalista determinada que não teme enfrentar o perigo em busca da verdade. Sua química com Neeson acrescenta humanidade e leveza à trama carregada.

Taylor John Smith, que interpretou o agente Dusty Crane, traz nuances interessantes ao papel do agente em conflito, um homem dividido entre o dever e a consciência. Já Aidan Quinn, veterano ator que participou de filmes como Um Dia de Fúria e Sob o Sol da Toscana, compõe um antagonista convincente, frio e calculista.

O que esperar do Cine Aventura

Quem optar por assistir ao filme no Cine Aventura poderá esperar uma experiência que combina momentos de alta tensão, ação e cenas de suspense com reflexões sobre lealdade, justiça e moralidade. O longa traz sequências de perseguição, embates estratégicos e um enredo que, apesar de seus altos e baixos, mantém o espectador atento.

A narrativa, em sua essência, é sobre o preço de viver entre sombras — tanto literalmente, na vida de um agente secreto, quanto figurativamente, no peso das decisões que moldam destinos. É uma história sobre o indivíduo contra o sistema, e o que acontece quando o que deveria proteger acaba se tornando uma ameaça.

Um filme para fãs do gênero e admiradores de Liam Neeson

Se você é fã dos filmes de ação e suspense que exploram o universo da espionagem, ou acompanha a carreira de Liam Neeson desde seus papéis icônicos, Agente das Sombras é uma boa pedida para o seu sábado à noite. A obra traz uma mistura de adrenalina e drama, ainda que não seja perfeita em todos os aspectos.

Além disso, o filme pode ser visto como um convite a refletir sobre temas importantes em tempos de desconfiança nas instituições e a disseminação de teorias da conspiração. Ele questiona o preço da segurança e as consequências de decisões que, tomadas às escondidas, podem destruir vidas.

Onde assistir

A exibição na Record TV acontecerá no Cine Aventura, a partir das 15h00. Além da transmissão na televisão aberta, o longa americano está disponível em plataformas de streaming por assinatura, como Telecine e Adrenalina Pura, para quem quiser assistir com mais conforto e pausa para absorver os detalhes.

Crítica – Drop: Uma Ameaça Anônima entrega tensão máxima com roteiro afiado e direção certeira

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Drop – Uma Ameaça Anônima é aquele tipo de suspense que não pede licença: ele te agarra já nos primeiros minutos e só solta quando os créditos sobem. O longa, dirigido com precisão cirúrgica, transforma um encontro casual em uma espiral sufocante de paranoia e sobrevivência, provando que, às vezes, o verdadeiro terror pode estar sentado bem à sua frente.

A trama parte de uma premissa simples, mas incrivelmente eficaz: Violet, uma mãe solo, decide encontrar Henry após combinarem por um aplicativo. O que seria apenas um jantar despretensioso ganha tons sombrios quando ela começa a receber mensagens anônimas: sua casa foi invadida, seu filho está em perigo, e a única maneira de salvá-lo é matar o homem à sua frente. O tempo vira inimigo, e a tensão escala de forma angustiante.

O roteiro é enxuto, direto ao ponto, mas cuidadosamente estruturado — nada está ali por acaso. Cada detalhe revelado ao longo da narrativa encontra seu lugar na engrenagem, criando um quebra-cabeça que se fecha de forma impactante. A direção colabora com cortes secos e um ritmo pulsante, fazendo do silêncio e dos olhares tão ameaçadores quanto qualquer explosão ou perseguição.

O maior trunfo de Drop é a sua habilidade de transformar o ordinário em extraordinário. Sem depender de grandes efeitos ou reviravoltas mirabolantes, o filme aposta em atmosfera, performance e timing — e vence em todos os quesitos. A atuação da protagonista transmite desespero contido e força em igual medida, conduzindo o público pela angústia crescente com autenticidade.

Em um cenário em que muitos thrillers apostam em exageros ou soluções fáceis, Drop – Uma Ameaça Anônima se destaca por sua elegância brutal e tensão implacável. É, sem dúvida, um dos melhores suspenses de 2025 até agora — e um lembrete poderoso de que, com uma boa ideia e execução competente, ainda é possível surpreender e deixar o público sem fôlego.

“7 Dias da Semana” chega ao YouTube com retratos sensíveis sobre a presença de pessoas trans no cotidiano

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Disponível gratuitamente no YouTube, no canal @7dias.dasemana, a série documental “7 Dias da Semana” propõe um olhar direto e humano sobre as vivências de pessoas trans em diferentes áreas da sociedade. Com sete minidocumentários, o projeto busca ampliar o debate sobre diversidade, inclusão e oportunidades, mostrando como essas trajetórias atravessam o trabalho, a arte, a cultura e a vida comunitária.

Idealizada pela artista visual Guigo Dedecek, a série acompanha o dia a dia de sete personagens que atuam em campos distintos. Entre eles estão Bernardo Dal Pubel, tatuador e fotógrafo; Cleo Araujo, bacharel em Direito e primeira vereadora trans de Caxias do Sul; Maria Lilith, bailarina e arte-educadora; Marina Luisa, artista visual; Meri Moreira, profissional da área da beleza; Naomi, DJ e cantora; e Ayan Femme Scherer, atriz, comediante e passista de samba. A proposta é revelar quem são essas pessoas para além de rótulos, a partir de suas rotinas, escolhas e sonhos.

O nome da série nasce de uma pergunta que guia toda a narrativa. Onde estão as pessoas trans ao longo da semana e como elas ocupam seus espaços no dia a dia? A resposta aparece em histórias que evidenciam presença, talento e resistência, mostrando que essas vivências fazem parte da vida social de forma constante e ativa.

Cada episódio tem entre três e cinco minutos e foi gravado em ambientes escolhidos pelos próprios participantes, o que garante proximidade e espontaneidade aos relatos. Mesmo com trajetórias distintas, os episódios revelam pontos de encontro nas experiências compartilhadas, como os desafios profissionais, a busca por reconhecimento e o desejo de pertencimento.

Pensada também como ferramenta educativa, a série incentiva a circulação livre dos episódios para estimular conversas sobre diversidade em diferentes contextos. O conteúdo pode ser utilizado em escolas, universidades, instituições públicas e empresas, especialmente em ações voltadas à inclusão e à formação de ambientes de trabalho mais diversos.

Com audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos, “7 Dias da Semana” amplia seu alcance e reafirma o compromisso com a acessibilidade. Financiado pela Secretaria Municipal da Cultura e pela Prefeitura de Caxias do Sul, por meio do Financiarte, o projeto marca a estreia de Guigo Dedecek no audiovisual e nasce com o objetivo de gerar impacto, abrir diálogos e inspirar novas narrativas sobre as múltiplas existências trans.

Extermínio | Quarto capítulo da saga tem título oficial e data de estreia revelados

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Foto: Reprodução/ Internet

A franquia Extermínio está prestes a retornar às telas brasileiras com seu quarto capítulo, que também inaugura uma nova trilogia dentro do universo já estabelecido. Com o título confirmado como ‘O Templo dos Ossos‘, o longa promete transportar os fãs de volta a um mundo devastado por um vírus mortal e explorar histórias inéditas de sobrevivência, medo e resiliência. A estreia no Brasil está marcada para 15 de janeiro de 2026, oferecendo aos espectadores a oportunidade de vivenciar mais uma intensa experiência cinematográfica de terror pós-apocalíptico.

O título original, 28 Years Later: The Bone Temple, sugere que a narrativa se passa quase três décadas após os eventos do filme original de 2002, 28 Days Later, dirigido por Danny Boyle. A escolha do subtítulo brasileiro mantém a referência temporal, ao mesmo tempo em que desperta curiosidade sobre o significado de “O Templo dos Ossos”, que promete ser um elemento central da trama.

Um marco no cinema de terror moderno

Quando foi lançado, 28 Days Later mudou para sempre a forma como o público percebe o terror pós-apocalíptico. Com uma história crua e intensa, a produção não se limitava a sustos: ela explorava a fragilidade da sociedade diante de uma epidemia devastadora, mostrando o colapso de valores, instituições e relações humanas. O filme apresentou ao público a figura icônica do vírus da raiva, que transforma pessoas em versões agressivas e perigosas de si mesmas, criando um cenário em que a sobrevivência é um desafio constante.

O roteiro, assinado por Alex Garland, e a direção de Boyle combinavam tensão psicológica e terror físico de maneira magistral. Ao mesmo tempo, a cinematografia estilizada e a trilha sonora envolvente criavam uma sensação de imersão quase documental, fazendo com que os espectadores se sentissem dentro de uma Londres devastada e silenciosa, tomada pelo medo.

A história que marcou gerações

O enredo original acompanha Jim, interpretado por Cillian Murphy, um mensageiro de bicicleta que acorda de um coma no Hospital St. Thomas, apenas para descobrir que a cidade e o país foram transformados por um vírus mortal. Com ruas desertas e sinais de caos por toda parte, ele precisa aprender rapidamente a sobreviver em um mundo em que a violência humana e o medo se misturam de maneira assustadora.

Junto com os sobreviventes Selena, Mark, Frank e Hannah, Jim percorre ruas abandonadas, prédios destruídos e locais de refúgio temporários, enfrentando tanto os infectados quanto os dilemas morais que surgem em situações extremas. A história vai além do terror físico, explorando emoções humanas como luto, culpa, esperança e coragem, elementos que continuam a fazer da franquia uma obra relevante e impactante.

A narrativa também apresenta críticas sutis, mas contundentes, sobre abuso de poder e corrupção, especialmente na figura do Major Henry West, cuja promessa de proteção se transforma em um esquema de controle e exploração. Esse tipo de abordagem adiciona profundidade à trama e diferencia a saga de outros filmes de zumbis, tornando-a memorável e instigante.

O que esperar do novo filme

Com a nova trilogia, a expectativa é que o universo de Extermínio seja expandido de maneira significativa. Embora detalhes específicos sobre o enredo ainda não tenham sido divulgados, o título sugere uma conexão com locais misteriosos ou sagrados, possivelmente envolvendo segredos antigos que podem mudar a trajetória dos sobreviventes.

O subtítulo “O Templo dos Ossos” traz uma dimensão simbólica que vai além do terror visual. Ele pode representar memórias de um passado traumático, lições da história da humanidade e os desafios que a sociedade enfrenta ao tentar se reconstruir em meio ao caos. Para os fãs de longa data, é uma oportunidade de explorar não apenas sustos, mas também elementos narrativos ricos em significado e emoção.

Direção, elenco e expectativas

Embora o elenco ainda não tenha sido totalmente divulgado, a produção deve seguir a tradição da franquia de apostar em atores capazes de transmitir intensidade emocional e complexidade psicológica. Novos personagens serão introduzidos, e há a possibilidade de referências aos protagonistas anteriores, criando um elo emocional entre passado e presente.

A direção do filme promete manter o equilíbrio entre suspense, ação e terror psicológico. Cenários realistas, efeitos práticos e CGI avançado devem trabalhar em conjunto para criar uma experiência imersiva, colocando o espectador no centro da narrativa e ampliando a sensação de perigo constante que caracteriza a franquia.

O impacto cultural da franquia

Mais do que simples filmes de terror, os longas da franquia tiveram papel fundamental na transformação do gênero no século XXI. Antes de 28 Days Later, os zumbis eram frequentemente associados a comédia ou ficção fantástica leve. A franquia introduziu uma abordagem mais sombria e realista, mostrando a brutalidade do colapso social e as consequências das escolhas humanas diante de uma epidemia mortal.

Essa abordagem influenciou uma geração de cineastas e produções televisivas, contribuindo para a popularização de histórias pós-apocalípticas que equilibram ação, drama e terror psicológico. A nova trilogia tem a oportunidade de continuar esse legado, explorando temas contemporâneos como pandemias, crises sociais e dilemas éticos que ressoam com o público moderno.

Legado britano-estadunidense

A franquia também representa uma colaboração significativa entre o cinema britânico e estadunidense. Danny Boyle trouxe uma visão criativa e ousada para o terror, enquanto a parceria com a indústria americana possibilitou recursos maiores, efeitos visuais de ponta e ampla distribuição internacional.

Além do cinema, o filme influenciou diversas mídias, incluindo videogames, quadrinhos e séries, reforçando seu impacto cultural e ampliando o interesse por narrativas pós-apocalípticas. O novo filme tem o potencial de expandir ainda mais esse legado, apresentando novas histórias, personagens e cenários que podem se tornar referência dentro do gênero.

Freddy Fazbear está de volta! Five Nights at Freddy’s 2 ganha trailer aterrorizante

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Foto: Reprodução/ Internet

O terror está de volta à Freddy Fazbear’s Pizza, e os fãs já podem preparar os nervos. Five Nights at Freddy’s 2, sequência do filme de 2023 baseado na famosa franquia de jogos de Scott Cawthon, acaba de ganhar um trailer que promete deixar qualquer um arrepiado. Sob a direção de Emma Tammi (O Último Portal, Sombras do Passado), o longa mantém a atmosfera sombria e os animatrônicos que já se tornaram ícones do terror moderno.

Quem faz parte do elenco?

O elenco principal retorna para continuar a saga e promete repetir o sucesso do primeiro filme. Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, Besouro Azul) volta como Mike Schmidt, o ex-guarda de segurança que precisa encarar novamente os mistérios e perigos da pizzaria. Elizabeth Lail (Você, Once Upon a Time) interpreta Vanessa Shelly, a policial local e filha de William Afton, envolvida em situações cada vez mais perigosas. Piper Rubio (The Summer I Turned Pretty, Contos de Verão) retorna como Abby Schmidt, irmã mais nova de Mike, trazendo inocência e emoção em meio ao caos. E Matthew Lillard (Pânico, Scooby-Doo) reprisa o papel de William Afton, o assustador assassino em série que continua aterrorizando a cidade e a família Schmidt.

Quando o filme estreia?

Nos Estados Unidos, Five Nights at Freddy’s 2 chega aos cinemas em 5 de dezembro de 2025, enquanto no Brasil e em Portugal, a estreia será antecipada para 4 de dezembro. O novo trailer já mostra que a tensão vai estar presente do início ao fim, misturando sustos, mistérios e aquela sensação de que os animatrônicos estão sempre à espreita.

Por que a sequência é tão esperada?

A ideia de um segundo filme surgiu ainda em 2018, quando Scott Cawthon comentou que poderia haver continuação caso o primeiro longa fosse bem-sucedido. O projeto ganhou força em janeiro de 2024, quando Josh Hutcherson revelou detalhes sobre a produção, e a Blumhouse Productions, famosa por sucessos como Atividade Paranormal e Um Lugar Silencioso, confirmou oficialmente o filme três meses depois.

As filmagens começaram em novembro de 2024, com a Jim Henson’s Creature Shop retornando para dar vida aos animatrônicos de forma ainda mais realista e assustadora. Além disso, já está confirmado que a franquia terá um terceiro filme, mantendo os fãs na expectativa sobre o futuro dos personagens e das criaturas mais aterrorizantes dos videogames.

Como começou o terror da Freddy Fazbear’s Pizza

Antes de nos prepararmos para a sequência, é hora de revisitar o primeiro filme que trouxe o terror da famosa pizzaria para as telas. Lançado em 2023, Five Nights at Freddy’s é um filme de terror norte-americano dirigido por Emma Tammi (O Último Portal, Sombras do Passado), que coescreveu o roteiro com Scott Cawthon (criador da franquia de jogos) e Seth Cuddeback. Produzido pela Blumhouse Productions e Striker Entertainment, o longa adapta a série de jogos de mesmo nome, com Cawthon e Jason Blum como produtores executivos.

A saga da produção

A história do filme começou em 2015, quando a Warner Bros. Pictures anunciou os direitos da franquia e designou produtores e o diretor Gil Kenan. O projeto, no entanto, enfrentou inúmeros atrasos e mudanças: Kenan deixou a direção, Chris Columbus foi escalado em 2018 para escrever e dirigir, mas também acabou saindo do projeto. Somente em 2022 Emma Tammi assumiu como diretora e corroteirista, garantindo a visão final que chegou às telas.

Durante todo esse processo, Scott Cawthon permaneceu envolvido, garantindo que o filme permanecesse fiel ao espírito dos jogos, equilibrando terror e suspense com a história dos personagens. A Jim Henson’s Creature Shop foi chamada para criar os animatrônicos, dando vida às criaturas icônicas da franquia de forma realista e assustadora.

Quem está no elenco?

O filme reuniu um elenco que combinou experiência em cinema e televisão com novas caras do entretenimento. Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, Besouro Azul) interpreta Mike Schmidt, o jovem vigilante noturno da pizzaria. Ele precisa cuidar da irmã mais nova, Abby (Piper Rubio – The Summer I Turned Pretty, Contos de Verão), enquanto lida com o trauma do desaparecimento de outro irmão.

Elizabeth Lail (Você, Once Upon a Time) vive Vanessa Shelly, a policial local que auxilia Mike nas noites aterrorizantes. Matthew Lillard (Pânico, Scooby-Doo) interpreta Steve Raglan, o conselheiro de carreira arrogante que complica ainda mais a vida de Mike, enquanto Mary Stuart Masterson (Fome de Viver, Bastardos Inglórios) dá vida a Jane, a tia fria de Mike. Kat Conner Sterling (Sem Limites, Contos de Verão) interpreta Max, a babá carinhosa da pequena Abby. O Youtuber CoryxKenshin também faz uma participação especial como motorista de táxi.

A trama do primeiro filme

O longa segue Mike Schmidt, um jovem angustiado que precisa cuidar da irmã Abby. Desempregado e desesperado por um emprego para manter a custódia da irmã, Mike aceita trabalhar como segurança noturno na abandonada Pizzaria Freddy Fazbear. Porém, ele logo descobre que nada na pizzaria é o que parece. Com a ajuda de Vanessa, Mike enfrenta fenômenos sobrenaturais e criaturas animatrônicas que transformam suas noites em verdadeiros pesadelos.

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