Geraldo Luís faz desabafo impactante no “The Noite” desta quinta (31/07) e revisita trajetória marcada por emoção e jornalismo popular

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta, 31 de julho, Geraldo Luís será o convidado especial no The Noite com Danilo Gentili, que será exibido no SBT logo após a meia-noite. Conhecido por seu jeito direto e coração à flor da pele, o jornalista revisitará momentos marcantes de sua carreira, falará sobre o afastamento da televisão aberta do público e não poupará críticas ao modelo atual de programação. “A TV aberta está na UTI”, ele declarará com sinceridade. As informações são do SBT.

O encontro promete momentos de risadas, emoção e até espaço para o amor — ou pelo menos uma tentativa da produção do programa de apresentar uma nova companhia para o apresentador. No palco, o apresentador mostrará toda sua autenticidade, relembrando o jornalismo que sempre defendeu: feito com alma, nas ruas, olhando nos olhos de quem sofre.

A origem de um contador de histórias

Nascido em Limeira (SP), Geraldo iniciou sua carreira no jornalismo ainda jovem, como repórter policial no rádio. Serão cerca de duas décadas cobrindo tragédias, emergências e os bastidores das delegacias do interior paulista. O que o destacou será sua sensibilidade: ele não contará apenas os fatos, mas a dor por trás deles.

Em 2007, ele chegará à Record TV como uma aposta e, em pouco tempo, se tornará fenômeno comandando o Balanço Geral, com seu famoso bordão “Balança!”, histórias populares e uma conexão genuína com o público. No programa, Geraldo se emocionará ao relembrar esse período: “Era o programa de quem acreditava que a notícia também tinha coração. Que não era só estúdio e teleprompter.”

Saída da TV aberta e críticas à programação atual

Mais recentemente, o jornalista esteve à frente de dois projetos na RedeTV! — o dominical Geral do Povo e o noturno Ultra Show. Apesar de ter deixado a emissora em 2024, ele guardará boas lembranças dessa fase. “Chegamos a bater picos de audiência. A matéria sobre o irmão da Suzane von Richthofen, por exemplo, explodiu. O produtor me ligou dizendo que ele estava vivendo isolado num sítio abandonado da família. Era uma história real, forte, que ninguém tinha contado ainda.”

Porém, o foco da conversa será sua visão crítica sobre a crise de identidade da TV aberta. Para ele, os canais perderam o pulso do que o público realmente deseja assistir. “A televisão insiste em inventar o que não precisa. Perdeu a simplicidade. Hoje, está distante do telespectador. A pessoa passa horas no celular atrás do que realmente quer ver. Me pergunte: fora o futebol, que programa ainda prende alguém no sofá por duas horas?”, questionará.

Com quase seis milhões de seguidores no Instagram, o comunicador não esconderá a frustração, mas também não se entregará ao conformismo. “A TV aberta ainda será necessária. Mas está doente. E ninguém vai querer admitir isso.”

Marcelo Rezende, mentoria e saudade

Entre os momentos mais emocionantes da entrevista, o convidado abrirá o coração ao falar sobre Marcelo Rezende, a quem chama de “seu grande mestre”. A voz embargará quando ele disser: “O Marcelo foi o cara que brigou por mim dentro da Record. Ele acreditava no jornalismo popular feito com alma, com o pé na lama. Ele colocou muita gente no ar e nunca teve medo de dar chance para quem estava de fora do eixo.”

A amizade dos dois foi construída na base da confiança mútua e da afinidade editorial. Para Geraldo, essa escola — a do jornalismo com verdade e empatia — ainda pulsará, mesmo com as mudanças de formato e plataforma.

Do necrotério à bancada: causos e confissões

Nem só de seriedade viverá o bate-papo. Com a naturalidade de quem já viveu mil vidas em uma, Geraldo contará histórias de quando foi agente funerário. “Eu trocava cadáver. Literalmente. Aprendi a lidar com a morte muito cedo. Isso me ensinou a respeitar a vida como poucos.”

E entre uma lembrança e outra, a produção resolverá brincar com o lado romântico (e solteiro) do apresentador: o desafiará a participar do quadro “The Noite L’Amour”, onde terá que “buscar uma nova namorada” no programa. Renderá risadas, improvisos e um Geraldo desarmado, que aceitará a brincadeira com bom humor: “Tô precisando mesmo. Se for pra dar risada e sair da solidão, tô dentro!”.

Novos rumos, mesma essência

Mesmo longe das grandes emissoras, Geraldo Luís não abandonará o público. Muito pelo contrário. Ele criará o canal “Geraldo Luís TV” no YouTube, onde continuará contando histórias de gente invisibilizada. Além disso, comandará o podcast “Vozes Invisíveis”, projeto que dará espaço a moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“Essas pessoas existem. Elas têm nome, têm história. E a televisão esqueceu delas”, afirmará. Para ele, a missão de comunicar vai além de contrato ou audiência. “Eu me vejo como um mensageiro da dor. Não quero só noticiar tragédia. Quero mostrar humanidade, onde ninguém quer olhar.”

Emilia Clarke descarta retorno à fantasia e diz que Game of Thrones marcou o fim de um ciclo em sua carreira

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Em meio à divulgação da série Ponies, Emilia Clarke falou abertamente sobre os rumos de sua carreira e deixou claro que não pretende voltar ao universo da fantasia épica. Em entrevista ao The New York Times, a atriz afirmou que dificilmente o público voltará a vê-la em produções do gênero, especialmente após a experiência intensa que viveu em Game of Thrones, onde interpretou Daenerys Targaryen por oito temporadas.

Segundo Clarke, a jornada como a Mãe dos Dragões foi tão significativa e emocionalmente exigente que se tornou um ponto final natural em sua relação com histórias de fantasia. Com bom humor, mas de forma bastante direta, ela comentou que é improvável que volte a montar em um dragão ou a dividir cena com criaturas fantásticas no futuro. Para a atriz, repetir esse tipo de papel não faria sentido após um trabalho tão marcante e definitivo.

Essa decisão também se reflete em sua postura em relação a possíveis derivados de Game of Thrones. Questionada anteriormente sobre a possibilidade de retornar em projetos ligados ao personagem Jon Snow, Emilia Clarke descartou a ideia sem hesitar. Para ela, a história de Daenerys teve um encerramento claro, ainda que controverso, e revisitar a personagem seria desnecessário. A atriz afirmou que sente que “finalizou” esse capítulo de sua vida profissional e prefere preservá-lo como foi apresentado ao público.

O impacto emocional do desfecho da série teve peso significativo nessa escolha. Em entrevistas passadas, Clarke revelou que não tinha conhecimento prévio da transformação de Daenerys em sua fase final, quando a personagem passa a ser vista como uma figura tirânica. Ao ler os roteiros da última temporada, a atriz relatou ter sido tomada por choque e incredulidade. A morte da personagem, segundo ela, aconteceu de forma abrupta e profundamente dolorosa.

A reação foi tão intensa que Clarke contou ter chorado logo após a leitura e saído de casa sem rumo, caminhando por horas para tentar assimilar o que havia acabado de descobrir. Ao retornar, estava fisicamente exausta e emocionalmente abalada, refletindo sobre como lidaria com aquele encerramento e com a forma como o público reagiria ao destino de Daenerys. O envolvimento emocional era compreensível, já que a personagem acompanhou a atriz durante uma fase crucial de sua vida pessoal e profissional.

Em busca de conforto, Emilia chegou a ligar para a mãe, pedindo apoio emocional, mesmo sem revelar detalhes do que aconteceria na trama. Durante a conversa, fez perguntas incomuns, tentando entender se Daenerys ainda seria vista como uma boa pessoa aos olhos do público. A reação dos familiares foi de surpresa, questionando o quanto aquela situação estava afetando a atriz, o que reforça o nível de identificação e apego que ela desenvolveu pela personagem.

Game of Thrones estreou em 2011 e rapidamente se consolidou como um dos maiores fenômenos da televisão mundial. Baseada na saga literária As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin, a série apresentou um universo complexo, marcado por disputas políticas, batalhas épicas e personagens moralmente ambíguos. Ambientada nos continentes fictícios de Westeros e Essos, a produção se destacou pela ambição narrativa e pelo alto padrão técnico.

Ao longo de oito temporadas, a série se tornou uma das mais caras já produzidas para a televisão, com filmagens realizadas em diversos países e o envolvimento de múltiplas equipes de produção e efeitos visuais. O investimento foi recompensado com aclamação crítica e uma resposta massiva do público. A série acumulou 59 prêmios Emmy, tornando-se a produção mais premiada da história da televisão nesse quesito.

A audiência acompanhou esse sucesso. Com o avanço das temporadas, a série bateu recordes sucessivos de espectadores, culminando em uma temporada final que ultrapassou a marca de 44 milhões de espectadores por episódio em todas as plataformas. O episódio final se tornou um dos mais assistidos da história da HBO, consolidando o impacto cultural da série em escala global.

Mesmo com tamanha repercussão, Emilia Clarke demonstra olhar para trás com um misto de gratidão e encerramento. Para ela, a obra foi uma experiência única, que dificilmente será superada dentro do mesmo gênero. Ao optar por se afastar da fantasia, a atriz sinaliza o desejo de explorar novos caminhos artísticos, investir em personagens mais próximos da realidade e se reinventar profissionalmente.

Cliff Booth volta à ação! Spin-off de “Era Uma Vez em… Hollywood” com Brad Pitt já está em produção

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Foi sob o sol ardente de Los Angeles, em pleno verão americano, que começaram oficialmente as filmagens de “The Adventures of Cliff Booth”, o aguardado derivado de Era Uma Vez em… Hollywood, filme que conquistou a crítica e o público em 2019. A produção marca o retorno de Brad Pitt ao papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante — o dublê misterioso, fiel e perigosamente carismático Cliff Booth. As informações são do World of Reel.

O novo longa-metragem é dirigido por David Fincher, cineasta conhecido por obras densas e psicológicas como Clube da Luta, Zodíaco e Garota Exemplar. Já o roteiro — afiando facas na interseção entre a nostalgia e a brutalidade — fica por conta de ninguém menos que Quentin Tarantino, o mesmo responsável por criar o universo original, repleto de referências cinéfilas, violência estilizada e devaneios históricos.

Mas desta vez, Tarantino não está na cadeira de diretor. Ele entrega as rédeas visuais a Fincher — um gesto raro, simbólico e ousado. Uma mudança que, por si só, torna esse projeto algo maior do que um simples spin-off. É, de fato, uma segunda era em Hollywood.

Cliff Booth sob nova ótica

Longe de ser um herói tradicional, Cliff Booth é um daqueles personagens que, mesmo com poucas palavras, diz muito. No filme original, ele orbitava ao redor de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) — ator em decadência, preso entre o glamour e o fracasso — e era visto como seu braço direito, motorista, dublê e… talvez algo mais sombrio.

Agora, Booth se torna protagonista de sua própria história, o que levanta uma pergunta inevitável: quem é esse homem, de verdade?

O novo filme nos leva ao fim dos anos 70, quase uma década depois dos eventos do primeiro longa. Cliff, agora mais velho, já não vive nas sombras de outro homem. Seu novo papel dentro da indústria cinematográfica é o de “faz-tudo” de estúdio — um tipo de solucionador de problemas que opera entre bastidores, subornos, segredos e talvez cadáveres.

Com a assinatura fria, calculada e meticulosa de David Fincher, o filme promete um mergulho psicológico e existencial em Cliff. Um homem marcado pela guerra, pelos silêncios, pelas violências internas e externas. E isso tudo sob o pano de fundo de uma Hollywood em transição: saem os westerns, entram os blockbusters; saem os galãs clássicos, entram os anti-heróis.

Uma parceria rara e promissora

É difícil imaginar uma colaboração entre dois diretores tão autorais quanto Tarantino e Fincher. De um lado, a anarquia estética e narrativa de Tarantino. Do outro, a precisão cirúrgica e o controle de Fincher. O que uniu esses dois? Brad Pitt.

Segundo fontes próximas à produção, foi o próprio ator que sugeriu Fincher como diretor — proposta que Tarantino, surpreendentemente, aceitou. Os três têm histórias entrelaçadas: Pitt estrelou Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button sob direção de Fincher e, ao mesmo tempo, brilhou sob a batuta de Tarantino em Bastardos Inglórios e Era Uma Vez em… Hollywood.

Essa espécie de “triângulo criativo” pode ser a chave para uma narrativa que combine o existencialismo soturno de Fincher com a metalinguagem afiada de Tarantino.

Elenco de peso, mistério na trama

Além de Brad Pitt, o elenco confirmado até agora é recheado de nomes fortes:

  • Carla Gugino, sempre intensa em suas performances, dá um ar de mistério a sua personagem, ainda não revelada.
  • Elizabeth Debicki, estrela de The Crown e Tenet, entra como uma figura intrigante no mundo das celebridades setentistas.
  • Yahya Abdul-Mateen II, conhecido por Watchmen e Aquaman, promete ser um contraponto físico e moral ao protagonista.
  • Scott Caan, com seu estilo rebelde e carismático, também se junta ao elenco.
  • E há rumores persistentes de uma participação especial de Leonardo DiCaprio, ainda que não confirmada oficialmente.

A trama, mantida sob sigilo, gira em torno da atuação de Booth como “homem de confiança” dos grandes estúdios — alguém que apaga incêndios antes que cheguem à imprensa. Ele negocia com chantagistas, ameaça jornalistas, manipula situações para proteger astros e diretores. Uma espécie de detetive silencioso, mas com os métodos pouco convencionais que só Cliff Booth poderia ter.

O cenário: um novo jogo em Hollywood

A Hollywood dos anos 60 — retratada com tanto esmero por Tarantino no primeiro filme — já não existe. Em seu lugar, surge um novo cenário: pós-Vietnã, auge da cocaína, pré-explosão dos blockbusters, início do cinema autoral norte-americano e de movimentos feministas mais ativos. A estética muda. As ambições também.

Nesse mundo, Cliff Booth se sente deslocado, mas ainda é necessário. E é aí que o filme se debruça: como sobreviver quando seu tempo parece ter passado? O personagem se vê em conflitos morais, entre lealdade e autopreservação, entre o velho código de honra e o cinismo moderno da indústria.

Os rumores sugerem que o roteiro não seguirá uma estrutura tradicional. Como o primeiro filme, haverá passagens oníricas, sequências que desafiam a lógica linear e até inserções de trechos “fictícios” — filmes dentro do filme, programas de TV da época, comerciais falsos.

Brad Pitt: no auge do controle

Aos 61 anos, Brad Pitt parece mais à vontade do que nunca para escolher projetos que desafiem seu próprio legado. E The Adventures of Cliff Booth é exatamente isso: um retorno às raízes, mas também uma ruptura.

Em entrevistas recentes, o ator tem falado com naturalidade sobre a ideia de envelhecer em cena, de interpretar personagens mais introspectivos, menos impulsivos. Booth, nesse sentido, representa uma síntese: a violência do passado em confronto com a melancolia do presente.

O personagem carrega culpas e fantasmas — algo que o público sentiu, mas nunca entendeu completamente no primeiro filme. Agora, o véu será levantado.

Uma carta de amor (e raiva) à indústria

Se no primeiro longa Tarantino entregou uma carta de amor aos estúdios, ao cinema clássico e à Los Angeles da sua juventude, agora é possível que vejamos a carta de despedida. Ou melhor: a resposta amarga e crítica ao que sobrou daquilo tudo.

Fincher, com sua lente menos nostálgica e mais analítica, deve construir uma obra mais seca, mais cruel — mas igualmente fascinante. E Tarantino, ao não dirigir, mas ainda escrever, mostra que confia na força da palavra mais do que nunca.

Lançamento e expectativas

Com filmagens iniciadas no final de julho de 2025, a previsão de estreia gira em torno do início de 2026, com lançamento mundial nos cinemas seguido de exibição na Netflix, que adquiriu os direitos de distribuição global.

O orçamento, segundo estimativas da imprensa americana, ultrapassa os US$ 100 milhões, impulsionado por incentivos fiscais da Califórnia e pelo apelo do elenco estrelado.

E a expectativa do público? Alta. Muito alta. O primeiro filme faturou mais de US$ 374 milhões mundialmente, além de ter recebido 10 indicações ao Oscar, vencendo três. Para os fãs, este novo capítulo representa não apenas uma continuação, mas um novo gênero dentro de um mesmo universo.

“Fada Madrinha” na “Sessão da Tarde” desta sexta (25/07): comédia encantadora para toda a família

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Nesta sexta-feira, 25 de julho, a TV Globo traz na Sessão da Tarde um filme capaz de encantar públicos de todas as idades: “Fada Madrinha” (Godmothered), uma comédia de fantasia leve, divertida e cheia de coração, que resgata o espírito dos clássicos contos de fada, mas com uma abordagem moderna e cheia de humor.

Dirigido por Sharon Maguire, famosa pelo sucesso de O Diário de Bridget Jones, e estrelado por Jillian Bell e Isla Fisher, o longa foi lançado originalmente em 2020 pela Walt Disney Pictures, tornando-se rapidamente uma opção querida para quem busca entretenimento com alma e boas mensagens.

Uma fada madrinha diferente

Ao contrário do que muitos esperam das tradicionais histórias de contos de fadas, Fada Madrinha não mostra uma protagonista perfeita e toda poderosa. Eleanor (Jillian Bell) é uma fada madrinha em treinamento, cheia de dúvidas e incertezas, preocupada com a possível extinção de sua profissão diante de um mundo cada vez mais cético e racional.

O filme começa com Eleanor encontrando uma carta de socorro escrita por uma menina de 10 anos chamada Mackenzie. Movida pela esperança e pelo instinto protetor, ela decide ir atrás da jovem para ajudá-la — mas descobre que a garota, na verdade, já é uma mulher adulta de 40 anos, viúva e com uma vida muito diferente da que ela imaginava.

Essa premissa simples e encantadora é o fio condutor para uma narrativa que fala sobre sonhos, decepções, família e a eterna busca por um pouco de magia em nossas vidas cotidianas.

O elenco e suas personagens

Jillian Bell, conhecida por seus papéis cômicos em filmes como 22 Jump Street e séries como Workaholics, traz para Eleanor uma mistura perfeita de ingenuidade, energia e vulnerabilidade. Sua interpretação rende momentos hilários, mas também surpreende na profundidade emocional que transmite, fazendo com que o público torça por sua fada madrinha inexperiente.

Isla Fisher, por sua vez, interpreta Mackenzie, a mulher que abandonou os sonhos de infância para viver uma realidade dura, marcada pela perda do marido. Fisher constrói uma personagem complexa, que transita entre a descrença e a vontade de se reaproximar da esperança, criando um contraste interessante com a energia positiva de Eleanor.

Além delas, o elenco conta com nomes respeitados, como Jane Curtin (no papel de Moira, uma fada madrinha experiente e cética), June Squibb, e Mary Elizabeth Ellis, que ajudam a construir um universo fantasioso, mas cheio de humor e ironia.

A direção e roteiro: humor que fala ao coração

Sob o comando de Sharon Maguire, Fada Madrinha consegue equilibrar perfeitamente momentos cômicos com passagens emocionantes. O roteiro, assinado por Kari Granlund e Melissa Stack, brinca com as convenções dos contos de fada tradicionais — as fadas são mais atrapalhadas que mágicas, os finais felizes são complicados e a magia nem sempre resolve tudo como se espera.

A história é uma reflexão sutil sobre a dificuldade de manter a fé em algo intangível, como esperança ou sonhos, em uma era dominada pela tecnologia e pragmatismo. Isso fica claro na trajetória de Mackenzie, que abandonou suas fantasias de menina para encarar uma vida adulta cheia de responsabilidades e perdas.

Ao mesmo tempo, o filme não perde o tom otimista e leve, celebrando a ideia de que, mesmo que as coisas não sejam perfeitas, a magia está na maneira como escolhemos encarar a vida.

Produção, lançamento e recepção

Produzido pela Walt Disney Pictures em parceria com a Secret Machine Entertainment, as filmagens de Fada Madrinha aconteceram em Boston, começando em janeiro de 2020, pouco antes da pandemia mudar os rumos do cinema mundial.

Lançado diretamente no streaming pela Disney+ em dezembro de 2020, o filme conquistou um público fiel, especialmente entre famílias e fãs de comédias fantasiosas. No site Rotten Tomatoes, obteve 70% de críticas positivas, com muitos elogiando seu humor inteligente e abordagem contemporânea dos contos de fada.

Apesar de algumas críticas apontarem a falta de “magia verdadeira” comparada a clássicos do gênero, o consenso geral é que o filme tem uma autenticidade cativante e uma mensagem sincera sobre esperança e recomeço.

Dublagem brasileira: um cuidado especial

Para a versão brasileira exibida na Sessão da Tarde, a dublagem foi realizada com vozes de artistas renomados, como Patrícia Scalvi, Priscilla Concepcion e Sylvia Salustti, que garantem a qualidade e o charme do filme para o público local. A adaptação dos diálogos mantém o humor e a leveza, respeitando a essência dos personagens e tornando a experiência ainda mais agradável para as crianças e adultos que assistem em família.

A Casa do Dragão se prepara para o adeus! Ryan Condal confirma que a série termina na 4ª temporada

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Quando A Casa do Dragão foi anunciada, muita gente encarou o projeto com desconfiança. Afinal, carregar o legado de Game of Thrones não era tarefa simples. Ainda assim, bastaram poucos episódios para que a produção provasse que Westeros ainda tinha histórias poderosas a contar. Agora, após anos de batalhas, intrigas e dragões rasgando os céus, a série já tem um destino definido: seu fim acontecerá na quarta temporada.

A confirmação veio diretamente de Ryan Condal, showrunner da produção, durante uma conversa no podcast Escape Hatch. Sem grandes anúncios ou clima de despedida ensaiada, Condal falou de forma honesta sobre os bastidores da série e acabou revelando o que muitos fãs já desconfiavam: A Casa do Dragão não pretende se alongar além do necessário.

Ao comentar sobre o processo de criação e produção, Condal descreveu a experiência como intensa, exaustiva e, ao mesmo tempo, profundamente gratificante. Ele revelou que, paradoxalmente, a terceira temporada foi a mais feliz de sua trajetória à frente da série — especialmente durante a produção e a pós-produção. No entanto, o custo pessoal foi alto. “Meu físico se esvaiu completamente”, brincou, admitindo que o nível de dedicação exigido pelo projeto cobra seu preço.

Entre risos e comentários sinceros, o showrunner deixou escapar a informação mais importante: “Temos agora só mais uma depois dessa”. Como a fala se referia diretamente à terceira temporada, a conclusão foi imediata — a quarta será a última. O comentário, simples e direto, confirmou oficialmente o encerramento da série, encerrando especulações e estabelecendo um horizonte claro para a narrativa.

Criada por Ryan J. Condal em parceria com George R. R. Martin, A Casa do Dragão é baseada no livro Fire & Blood, publicado em 2018. A série mergulha nos eventos que antecedem Game of Thrones, explorando a sangrenta guerra civil conhecida como a Dança dos Dragões. No centro da história estão Rhaenyra Targaryen e Aegon II, meios-irmãos que disputam o Trono de Ferro, arrastando os Sete Reinos para um conflito marcado por traições, alianças frágeis e perdas irreparáveis.

Desde sua estreia, em agosto de 2022, a produção demonstrou força. O primeiro episódio alcançou números impressionantes, tornando-se a maior estreia de uma série da HBO nos Estados Unidos, com quase 10 milhões de espectadores somando todas as plataformas. Mais do que audiência, a série conquistou algo ainda mais difícil: a confiança do público que havia se decepcionado com o final de Game of Thrones.

O sucesso se refletiu também no reconhecimento da crítica. A série foi elogiada pelo roteiro mais contido, pela construção cuidadosa de personagens e pela atmosfera mais sombria e política. Para muitos críticos, a série não apenas honrou o universo criado por George R. R. Martin, como também corrigiu excessos do passado. A produção venceu o Globo de Ouro de 2023 como Melhor Série Dramática, além de garantir indicações importantes ao Emmy e ao BAFTA, consolidando seu prestígio.

Nos bastidores, o projeto sempre foi tratado com extremo cuidado. As filmagens começaram em 2021 e passaram por diversos cenários europeus, como Inglaterra, Portugal e Espanha. Cada locação foi escolhida para reforçar o peso histórico e a grandiosidade visual da trama. O resultado é uma série com estética cinematográfica, onde cada episódio parece um filme cuidadosamente planejado.

A segunda temporada, lançada em junho de 2024, chegou cercada de expectativa. Embora os números de audiência tenham sido inferiores aos da estreia da série, a produção manteve seu alto padrão técnico e narrativo. A cinematografia, as atuações e o aprofundamento emocional da história foram amplamente elogiados, deixando claro que o foco da série vai além de recordes de audiência.

Pouco antes da estreia do segundo ano, a HBO já havia confirmado a terceira temporada, com a mensagem clara de que “A Dança dos Dragões continua”. Agora, com o anúncio do encerramento na quarta temporada, fica evidente que A Casa do Dragão seguirá um caminho diferente de sua antecessora: uma história com começo, meio e fim bem definidos.

Encerrar a série no momento certo pode ser sua maior virtude. Em vez de prolongar conflitos ou perder força criativa, a produção parece comprometida em contar essa tragédia até sua conclusão natural, respeitando tanto o material original quanto o público que acompanha cada episódio. Para os fãs, a notícia traz um misto de melancolia e alívio — a certeza de que Westeros não será explorada até a exaustão.

Sensacional 12/05/2025: Luiz Bacci relembra pedido marcante de Silvio Santos em entrevista a Daniela Albuquerque

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Com 30 anos de carreira e uma trajetória que começou ainda na infância, Luiz Bacci é hoje um dos nomes mais reconhecidos do jornalismo policial brasileiro. Aos 41 anos, o apresentador do Cidade Alerta relembrou, em entrevista emocionante à Daniela Albuquerque, momentos marcantes da sua vida profissional e pessoal no programa Sensacional, exibido nesta segunda-feira (12) na RedeTV!.

Do rádio em Mogi das Cruzes à televisão nacional

Nascido em Mogi das Cruzes (SP), Bacci iniciou sua carreira com apenas 12 anos, como apresentador de um programa de rádio local. Desde cedo, já demonstrava carisma e talento para a comunicação. Com o tempo, sua determinação o levou a conquistar espaço na televisão, onde consolidou sua imagem como repórter e âncora de programas populares voltados à cobertura policial.

“Eu sempre soube que queria fazer isso. Desde criança, minha paixão era comunicar, contar histórias reais, dar voz às pessoas”, contou Bacci, emocionado ao lembrar das origens.

Homenagem a Silvio Santos e um último encontro marcante

Durante a conversa, Bacci também relembrou sua admiração por Silvio Santos, com quem trabalhou entre 2007 e 2010, em sua primeira passagem pelo SBT. Um dos momentos mais comoventes foi o relato do último encontro com o apresentador, pouco antes de seu afastamento definitivo da televisão.

“Quando ele gravou o último programa, eu ia participar, mas a Record não liberou. Depois, consegui encontrá-lo no Jassa, e algo muito simbólico aconteceu: ele pediu para tirar uma foto comigo. Foi como uma despedida. Quatro meses depois, ele faleceu. Aquilo ficou marcado para sempre.”

O pai como guia e uma coincidência que mudou sua vida

Em outro momento tocante, o jornalista falou sobre a importância do pai em sua jornada. Ele revelou uma coincidência que o emociona até hoje: pouco antes de falecer, seu pai teve uma espécie de premonição sobre o futuro profissional do filho.

“Ele disse: ‘Seu tempo em Mogi acabou. Algo maior vai acontecer em São Paulo’. No dia seguinte, ele morreu. E, no sétimo dia da missa, o SBT me ligou com uma proposta de trabalho. Foi algo muito forte, muito simbólico pra mim.”

Apesar do apoio do pai, Bacci contou que sua mãe tinha medo da exposição e dos riscos envolvidos na carreira artística, como o uso de drogas e a pressão psicológica.

“Ela sempre teve medo, mas eu sabia que esse era meu caminho. Foi um chamado que eu nunca consegui ignorar.”

Vida amorosa: “Casamento? Tô fora!”

No fim da entrevista, com bom humor e sinceridade, Luiz Bacci também abriu o jogo sobre sua vida amorosa. Questionado sobre relacionamentos, ele respondeu com a irreverência que já virou sua marca registrada:

“Namorando? Não, não sou besta. E casar então? Deus que me livre, tô fora. Não acredito mais no casamento. Prefiro focar em mim, no meu trabalho e na minha paz.”

O “Menino de Ouro” da televisão

Apelidado de “Menino de Ouro” por Marcelo Rezende, seu grande mentor na Record, Bacci honra o legado com ética, dedicação e coragem. Ao longo da entrevista, ficou claro que por trás do apresentador firme dos noticiários, existe um homem sensível, grato à família, e apaixonado pelo que faz.

Nobru alcança mais de 375 mil espectadores em transmissões da Esports World Cup 2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Tem gente que joga. Tem gente que transmite. E tem gente que transforma o competitivo em espetáculo, em emoção de verdade. Bruno “Nobru” Goes é esse último tipo. Durante a Esports World Cup 2025, realizada em julho, o fundador do Fluxo mostrou mais uma vez por que é um dos nomes mais carismáticos e influentes do cenário gamer brasileiro. Com carisma, entrega e muito amor pelo que faz, ele atraiu mais de 375 mil espectadores únicos ao longo de suas transmissões ao vivo — números que impressionam, mas não surpreendem quem já acompanha sua trajetória.

Ao todo, foram 16 horas de conteúdo, transmitidas com a intensidade de quem sente cada jogada na pele. A audiência bateu um pico de 19 mil pessoas simultâneas justamente durante a grande final do campeonato, mesmo com a equipe brasileira não ocupando as primeiras colocações. Essa fidelidade do público, que vai além dos resultados, mostra a força do elo criado por Nobru com sua comunidade.

Entre tropeços e reações: o Fluxo no mundial

A jornada do Fluxo na competição internacional teve de tudo: expectativa, tensão, recuperação e frustração. No primeiro dia da fase decisiva, em 16 de julho, o time teve um começo difícil, somando apenas 1 ponto e ficando na última posição do grupo. Mas como em toda boa história de superação, o dia seguinte trouxe uma reviravolta: 106 pontos e uma honrosa quarta colocação reacenderam a chama da torcida.

A caminhada, no entanto, voltou a ficar turbulenta. O terceiro dia trouxe nova estagnação no placar, e na etapa seguinte, o grupo ficou com o oitavo lugar. Na grande final, o resultado não foi dos melhores — décima colocação, com 84 pontos. Mas quem acompanhou as transmissões viu muito mais do que um time tentando vencer. Viu uma comunidade vibrando com cada queda, cada eliminação, cada tentativa de reerguida.

Um streamer que vai além do jogo

Enquanto o Fluxo batalhava dentro do servidor, Nobru segurava as pontas fora dele. Mais do que simplesmente transmitir as partidas, ele criou um ambiente de acolhimento e empolgação nas lives. Com comentários autênticos, interação direta com os fãs e até momentos de descontração em meio à tensão, Bruno fez do campeonato um grande encontro — daqueles que a gente sente falta quando acaba.

E isso se reflete nos 140 mil espectadores recorrentes que acompanharam seus conteúdos mesmo nos momentos de queda. Isso porque ele não estava ali apenas pelo troféu. Estava — e está sempre — pela conexão. A cada live, reforça que jogar também é partilhar, criar memórias, rir junto, lamentar e, principalmente, continuar mesmo quando os números não favorecem.

Campeões do torneio e o respeito do público

Quem levantou o troféu nesta edição foi a equipe asiática EVOS Esports, que brilhou com uma campanha sólida e levou pra casa o prêmio de US$ 300 mil (cerca de R$ 1,67 milhão). Mas, se no placar quem venceu foi a EVOS, no coração da comunidade brasileira não há dúvida: o verdadeiro destaque foi Nobru.

Porque no mundo dos games, nem sempre o mais aplaudido é quem sobe no pódio. Muitas vezes, é quem mostra resiliência, dá voz à torcida, e, mesmo sem o ouro, oferece algo ainda mais valioso: presença.

Mais que um número, uma história

A trajetória de Nobru não se mede apenas por estatísticas. De garoto sonhador da zona leste de São Paulo a ícone do cenário gamer, ele conquistou cada espaço com muito suor, talento e empatia. Fundou sua própria organização, se tornou um dos rostos mais conhecidos do Free Fire e segue firme como referência de representatividade e inspiração.

A participação na Esports World Cup deste ano foi mais uma página nesse livro em constante construção. Uma prova de que, mesmo nos dias difíceis, há força no coletivo. Há valor em manter o público junto, mesmo quando o placar aperta. E há beleza em se mostrar vulnerável, sem perder o brilho.

Wagner Moura será um dos apresentadores do Oscar 2026 e reforça momento histórico do cinema brasileiro

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A próxima edição do Oscar contará com uma presença brasileira de peso no palco. O ator Wagner Moura foi anunciado como um dos apresentadores da cerimônia de 2026, marcada para o próximo domingo, 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Durante a premiação, ele será responsável por anunciar uma das categorias da noite, embora a Academy of Motion Picture Arts and Sciences ainda não tenha confirmado qual prêmio ficará sob sua responsabilidade. As informações são do Caderno POP.

A participação do ator no evento acontece em um momento particularmente simbólico para o cinema brasileiro. Moura está diretamente ligado a uma das produções nacionais que chegam com destaque à premiação: O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. O longa acumula indicações importantes e coloca novamente o Brasil em evidência em uma das maiores vitrines do cinema mundial.

Além de integrar o elenco da produção, Wagner Moura também disputa o prêmio de Melhor Ator pela atuação no filme, consolidando uma fase internacional especialmente forte em sua carreira. Há expectativa de que ele possa anunciar a categoria de Melhor Direção de Elenco, na qual o brasileiro Gabriel Domingues concorre pelo trabalho realizado no longa. A confirmação oficial, no entanto, só deve ocorrer durante a cerimônia.

A delegação brasileira presente em Los Angeles para acompanhar a 98ª edição do Oscar reúne mais de 30 profissionais envolvidos na produção. Entre eles estão nomes como Alice Carvalho, Carlos Francisco, Gabriel Leone, Geane Albuquerque, Isabél Zuaa, Isadora Ruppert, Laura Lufési, Maria Fernanda Cândido, Robério Diógenes e Thomás Aquino.

A equipe técnica também marca presença no evento, incluindo os assistentes de direção Fellipe Fernandes e Leonardo Lacca, o diretor de arte Thales Junqueira, a figurinista Rita Azevedo e a diretora de fotografia Evgenia Alexandrova. A comitiva ainda inclui profissionais ligados à produção executiva e às coproduções internacionais, como Dora Amorim, Winston Araujo, Fred Burle, Sol Bondy, Erik Glijnis e Leontine Petit.

A presença expressiva de profissionais brasileiros no evento reforça o bom momento vivido pelo país no circuito internacional de cinema, especialmente em festivais e premiações de grande visibilidade.

Para Wagner Moura, o reconhecimento também representa a consolidação de uma trajetória que ultrapassou as fronteiras do Brasil há mais de uma década. Nascido em Salvador, na Bahia, o ator iniciou sua carreira nos palcos de teatro e rapidamente ganhou destaque no cinema nacional. Nos anos 2000, participou de produções importantes como Carandiru, Deus é Brasileiro e O Caminho das Nuvens, que ajudaram a projetar seu nome no cenário audiovisual do país.

O reconhecimento popular veio com o personagem Capitão Nascimento nos filmes Tropa de Elite e Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora É Outro, dois grandes sucessos de público no Brasil. A carreira internacional começou a ganhar força a partir da década seguinte, com participações em produções estrangeiras como Elysium, ao lado de Matt Damon.

Um dos papéis mais marcantes de sua trajetória global foi o do narcotraficante Pablo Escobar na série Narcos, produção da Netflix que ampliou significativamente sua visibilidade internacional e rendeu indicações a importantes premiações, incluindo o Golden Globe Awards.

Mais recentemente, sua atuação em O Agente Secreto consolidou uma nova fase de prestígio. O trabalho rendeu a Wagner Moura o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, além de conquistas no New York Film Critics Circle Awards e no Festival Internacional de Cinema de Chicago. Em 2026, ele também entrou para a história ao se tornar o primeiro ator brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Drama.

Mega Sonho 31/05/2025 – Marcelo de Carvalho recebe a modelo e influenciadora Fernanda Lacerda e o cantor Eric Land

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O clima vai ser de festa e competição no “Mega Sonho” deste sábado (31), a partir das 23h10, na RedeTV!. Sob o comando do carismático Marcelo de Carvalho, o game show promete uma noite daquelas, com muitos desafios, boas risadas e uma dupla de convidados que não vai passar despercebida: a modelo e influenciadora Fernanda Lacerda e o cantor Eric Land.

Conhecida nacionalmente pela personagem “Mendigata”, Fernanda mergulha de cabeça na brincadeira e arranca gargalhadas logo de cara. Durante a divertida prova “Bomba”, em que os participantes precisam responder perguntas rápidas com o cronômetro explodindo a pressão, a influenciadora se depara com a pergunta: “Quantos dedões temos em um pé?”. Sem pestanejar, solta: “Cinco!”. A plateia vai ao delírio, e Fernanda, aos risos, percebe o deslize: “Um! Um só!”. O momento se transforma em um dos pontos altos do episódio, mostrando que errar também faz parte da diversão.

Enquanto isso, Eric Land — um dos nomes mais quentes da nova geração do forró — chega animando o palco com o hit “Na Imaginação”, parceria com MC Livinho. E ele não brilha só no microfone, não! O cantor encara as provas com empolgação e mostra que também tem jogo de cintura e rapidez mental. No “Desafio do Milhão”, fase mais esperada do programa, ele surpreende ao mandar bem demais nas mímicas. Palavras como “namoro”, “bezerro”, “fivela” e “bêbado” ganham forma com gestos hilários que arrancam aplausos da plateia e elogios de Marcelo.

O “Mega Sonho” é aquele tipo de programa que mistura competição, celebridades, conhecimento e muita diversão. A cada semana, seis participantes disputam em etapas eliminatórias até que um deles chegue ao “Desafio do Milhão”, onde pode faturar um prêmio milionário. Tudo isso com a participação especial de artistas convidados que entram no jogo para animar ainda mais o público.

Então já sabe: neste sábado à noite, o compromisso é com a RedeTV!. Prepare-se para rir, torcer e se emocionar com Fernanda Lacerda, Eric Land e os competidores que encaram o desafio com tudo!

Rabbit Trap | Terror psicológico estrelado por Dev Patel e Rosy McEwen ganha trailer oficial

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Foto: Reprodução/ Internet

Foi revelado na última quinta-feira (14) o trailer oficial de Rabbit Trap, o mais novo longa-metragem de terror psicológico que estreia nos cinemas em 12 de setembro de 2025. Estrelado por Dev Patel e Rosy McEwen, o filme marca a estreia na direção de longa de Bryn Chainey, que assina também o roteiro, trazendo ao público uma narrativa tensa, envolvente e carregada de mistério. Abaixo, veja o vídeo:

Ambientado no interior isolado do País de Gales em 1973, o filme acompanha a vida de um casal de músicos que busca recomeçar, mas acaba despertando forças ancestrais ligadas à floresta ao redor de sua nova moradia. A trama explora temas de obsessão, ciúme, paranoia e a tênue linha entre realidade e mito, em uma experiência cinematográfica que mistura o psicológico e o sobrenatural.

Um novo começo que desperta o terror

Daphne (Rosy McEwen) e Darcy (Dev Patel) são músicos casados que decidem se mudar para uma cabana isolada em busca de inspiração e de um novo começo para seu trabalho. Darcy se dedica a coletar amostras de áudio da floresta, registrando sons para o novo disco do casal. Em um desses registros, ele inadvertidamente captura um som nunca antes ouvido, que desperta a energia criativa de Daphne, mas também aciona forças antigas e malévolas presentes na paisagem.

A presença da música parece perturbar o equilíbrio da floresta e, com o tempo, um estranho aparece à porta do casal. Inicialmente acolhido, ele auxilia os músicos a compreender seu novo ambiente, mas logo Darcy passa a desconfiar da obsessão do visitante. A tensão cresce à medida que o ciúme, a paranoia e a intriga se instalam, confundindo realidade e mito e transformando a cabana em um lugar de medo constante.

A mítica Tylwyth Teg e o elemento sobrenatural

O filme se inspira nas lendas galesas, particularmente nas Tylwyth Teg, fadas conhecidas por protegerem certos círculos da natureza. Ao perturbar esse círculo acidentalmente, o casal desencadeia eventos misteriosos, incluindo a aparição de uma criança enigmática que parece carregar intenções malévolas. Essa fusão de folclore e terror psicológico cria uma atmosfera única, aproximando Rabbit Trap de clássicos do gênero que exploram a interação entre seres humanos e forças sobrenaturais da natureza.

Elenco e produção

Dev Patel, conhecido por trabalhos como Lion: Uma Jornada para Casa e Slumdog Millionaire, interpreta Darcy Davenport e também assume a função de produtor executivo. Ao lado dele, Rosy McEwen dá vida a Daphne, compondo um casal que precisa lidar com a tensão crescente de eventos inexplicáveis. Jade Croot interpreta a criança misteriosa, adicionando um elemento de suspense e inquietação ao enredo.

A produção é assinada por Elijah Wood e Daniel Noah, da SpectreVision, em parceria com Lawrence Inglee, Elisa Lleras, Alex Ashworth e Sean Marley. A Bankside Films também está envolvida na produção, garantindo a execução de uma visão cinematográfica que combina estética visual apurada com narrativa intensa. A trilha sonora é composta por Lucrecia Dalt, enquanto Graham Reznick assina o design de som e Brent Kiser atua como supervisor de som, construindo um ambiente auditivo que potencializa a tensão do filme.

Filmagens e ambientação

A fotografia principal ocorreu em 2023, com locações em North Yorkshire, proporcionando um cenário natural e isolado que reforça a sensação de isolamento do casal e contribui para a atmosfera opressiva do longa. A escolha do País de Gales e suas florestas densas e misteriosas foi estratégica, criando um espaço onde a natureza e o mito se entrelaçam, desafiando a percepção dos personagens e do público.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem teve sua estreia mundial na seção Midnight do Festival de Cinema de Sundance de 2025, em 24 de janeiro. A escolha da programação Midnight reflete a intensidade do filme e seu foco no suspense e terror psicológico. Nos Estados Unidos, o lançamento está programado para 12 de setembro de 2025 pela Magnolia Pictures, mas ainda não há informações sobre a data de estreia no Brasil.

Um thriller psicológico que vai além do sobrenatural

Além de dar muitos sustos e ser cercado de mistério, o filme investiga o comportamento humano em situações de estresse, medo e isolamento. A paranoia e o ciúme entre o casal refletem conflitos universais, enquanto a inserção do mito das Tylwyth Teg adiciona camadas de simbolismo que exploram como o desconhecido pode influenciar nossas ações. A criança misteriosa, por sua vez, funciona como catalisadora da tensão, personificando o limiar entre o sobrenatural e o psicológico.

Bryn Chainey, em sua estreia como diretor de longa-metragem, demonstra uma sensibilidade única para equilibrar ritmo, suspense e construção de personagens. Ao mesmo tempo, o roteiro faz uso do som e da música como elementos narrativos essenciais, mostrando como o ambiente auditivo pode se tornar parte da narrativa e amplificar a experiência do espectador.

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