Karl Urban estreia como Johnny Cage no teaser eletrizante de Mortal Kombat 2

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Foto: Reprodução/ Internet

A franquia Mortal Kombat está de volta, e agora com um reforço que tem chamado atenção: Karl Urban vive o icônico Johnny Cage na sequência da adaptação lançada em 2021. No teaser recém-divulgado, o ator aparece com todo o estilo arrogante e carismático que os fãs conhecem dos jogos — e já é apontado como um dos destaques do novo longa. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

O filme chega aos cinemas em 24 de outubro de 2025, com direção de Simon McQuoid e produção de James Wan. O novo capítulo promete trazer para o centro da narrativa aquilo que muitos sentiram falta no primeiro: o torneio Mortal Kombat, finalmente oficializado.

Humor, ação e uma dose de caos

A ausência de Johnny Cage no primeiro filme foi amplamente comentada pelos fãs. Agora, o personagem não só aparece, como ganha um tratamento à altura da sua popularidade. Interpretado por Karl Urban, Cage surge como um ator de filmes de ação decadente, que se vê envolvido em uma disputa sobrenatural onde a Terra está em risco.

A abordagem mistura o humor característico do personagem com momentos mais densos, algo que o diretor quis manter sob controle para não cair na caricatura. O resultado, ao que tudo indica, é uma versão com mais personalidade e presença — e que deve agradar tanto aos veteranos quanto ao público novo.

O torneio que define o destino da Terra

A trama retoma os eventos do primeiro filme. Cole Young (Lewis Tan) segue reunindo aliados para enfrentar as forças da Exoterra, que agora têm Shao Kahn (vivido por Martyn Ford) como principal figura de ameaça. Diferente do longa anterior, a sequência mergulha de vez no torneio Mortal Kombat, com regras, combates organizados e uma tensão crescente a cada luta.

O visual é mais elaborado, os cenários foram ampliados, e os combates prometem ser mais fiéis à brutalidade dos jogos — com direito a fatalities, técnicas clássicas e duelos que devem impressionar pela coreografia e pelos efeitos visuais.

Novos rostos, velhos conhecidos

Além de Urban como Johnny Cage, o filme apresenta Tati Gabrielle como Jade, Adeline Rudolph como Kitana, e Martyn Ford como o poderoso Shao Kahn. A narrativa deve explorar a origem e as motivações desses personagens, enquanto dá continuidade à trajetória de heróis como Sonya Blade (Jessica McNamee), Jax (Mehcad Brooks), Scorpion (Hiroyuki Sanada) e o próprio Cole Young.

Essa mistura de veteranos e estreantes pretende fortalecer o universo da franquia no cinema, criando novas conexões e rivalidades que possam ser exploradas em futuros capítulos.

Minecraft: O Filme ultrapassa US$ 816 milhões e conquista o público mundial

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A adaptação cinematográfica de Minecraft está provando que o universo dos games segue sendo uma fonte inesgotável de sucessos nas telonas. Com mais US$ 20 milhões arrecadados no último fim de semana, o longa já soma expressivos US$ 816 milhões em bilheteria global 🌎. Só nos Estados Unidos, o filme estrelado por Jack Black acumula impressionantes US$ 377 milhões em pouco mais de um mês de exibição.

🏆 Desempenho sólido nas bilheteiras americanas

Embora tenha perdido o posto de líder das bilheteiras no movimentado feriado de Páscoa, Minecraft mantém um desempenho robusto nos EUA. Atualmente, ocupa a quarta posição no ranking nacional, sendo superado apenas por Pecadores, o relançamento de Star Wars: A Vingança dos Sith (em comemoração aos 20 anos do episódio) e a sequência O Contador 2, que dominaram o topo neste fim de semana.

Mesmo fora do pódio, o sucesso contínuo da produção confirma seu enorme apelo junto ao público — e aponta para uma trajetória ainda muito promissora nas próximas semanas.

🎬 Uma estreia de tirar o fôlego

A estreia de Minecraft foi um verdadeiro evento. Com US$ 157 milhões arrecadados apenas no primeiro fim de semana nos cinemas americanos, o filme quebrou o recorde de melhor abertura para uma adaptação de videogame na história dos EUA 🇺🇸. Esse resultado histórico superou os US$ 146 milhões conquistados por Super Mario Bros. – O Filme em 2023, outro gigante inspirado no mundo dos games.

Essa conquista reforça o interesse cada vez maior do público por universos interativos adaptados para o cinema — e demonstra que a nostalgia e o carinho pelas franquias de videogame continuam falando mais alto nas decisões de bilheteria.

📚 Uma história cheia de aventura e imaginação

O enredo de Minecraft traz uma abordagem criativa e repleta de aventura. A história acompanha quatro desajustados — Garrett “The Garbage Man” Garrison (Jason Momoa), Henry (Sebastian Hansen), Natalie (Emma Myers) e Dawn (Danielle Brooks) — que enfrentam desafios cotidianos em suas rotinas monótonas. Tudo muda quando um misterioso portal os transporta para Overworld, um mundo mágico e completamente construído em blocos 🧱.

Neste novo universo, onde a imaginação é a chave para a sobrevivência, eles precisam se adaptar rapidamente. Além de dominar as estranhas regras do Overworld, o grupo enfrenta ameaças constantes de criaturas perigosas, como Piglins e Zumbis 🧟‍♂️.

Para vencer esses obstáculos e tentar encontrar o caminho de volta para casa, eles contam com a ajuda de Steve (Jack Black), um construtor experiente, imprevisível e cheio de truques. Entre construções mirabolantes, estratégias criativas e batalhas eletrizantes, o grupo embarca em uma jornada de superação, amizade e autodescoberta.

🎤 Elenco de peso e humor certeiro

Além da direção segura e dos efeitos visuais impressionantes, Minecraft aposta em um elenco carismático para conquistar o público. Jack Black, que já provou seu talento para projetos familiares em filmes como Escola de Rock e Jumanji, rouba a cena como Steve, trazendo uma mistura única de humor, excentricidade e emoção ao personagem.

Jason Momoa, conhecido por papéis mais sérios como em Aquaman e Game of Thrones, se diverte ao dar vida ao atrapalhado Garrett, mostrando sua versatilidade e talento para a comédia de aventura.

O trio jovem formado por Sebastian Hansen, Emma Myers e Danielle Brooks também entrega atuações vibrantes, equilibrando humor e emoção de forma leve e cativante 🎭.

🌟 O fenômeno dos games no cinema

O sucesso de Minecraft reafirma uma tendência clara em Hollywood: adaptações de games continuam sendo apostas certeiras para o cinema. Depois de Sonic, Super Mario e The Last of Us (na TV), Minecraft mostra que ainda há muito espaço para histórias vindas do mundo dos jogos digitais.

Com apelo para várias gerações — dos fãs nostálgicos do jogo original aos jovens que estão descobrindo esse universo agora —, o filme demonstra que, quando a adaptação respeita o espírito da obra e entrega uma boa história, o sucesso é quase garantido ✨.

🔮 E o que vem pela frente?

Com a bilheteria global em alta e a recepção positiva do público, não seria surpresa se o estúdio anunciasse em breve planos para uma continuação ou até mesmo a expansão do universo Minecraft no cinema. Afinal, o material disponível é vasto, e o potencial para novas aventuras — seja explorando outros biomas, personagens ou missões — parece ilimitado.

Por enquanto, o primeiro filme já pode ser considerado uma verdadeira vitória para fãs e para a indústria. E quem sabe? Talvez, assim como no jogo, a próxima etapa dessa aventura ainda esteja sendo construída — bloco por bloco.

Preta Gil em cena: a Jornada da cantora além dos palcos, nas telas da TV e do cinema

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Foto: Reprodução/ Internet

Preta Gil sempre foi sinônimo de entrega. Sua voz potente, suas bandeiras pessoais e sua presença vibrante no palco também encontraram espaço nas telas da televisão e do cinema. Ao longo de sua carreira, mesmo sendo reconhecida nacionalmente como cantora, Preta ousou ampliar seus caminhos artísticos. Atuou em novelas, apareceu em séries, participou de filmes e documentários — quase sempre emprestando sua verdade, sua coragem e sua autenticidade a cada cena.

Mais do que interpretações pontuais, cada uma de suas participações carregava um traço de representatividade. Quando surgia nas novelas ou nos filmes, era sempre com a convicção de que corpos como o seu, vozes como a sua, e vivências como a sua também pertencem à dramaturgia brasileira. Era a Preta em sua essência: sem filtros, sem moldes e sem medo de ser múltipla.

A estreia nas novelas: Vanusa, a irmã irreverente

A estreia oficial de Preta Gil como atriz de novela aconteceu em 2003, no folhetim Agora É Que São Elas, da TV Globo. Ela interpretava Vanusa Silveira, uma personagem leve e divertida, irmã da protagonista Leonarda (vivida por Débora Falabella). Na trama, Preta encontrou espaço para atuar e cantar — uma combinação que lhe era muito natural. Foi sua primeira experiência como atriz em teledramaturgia, e uma confirmação de que seu carisma extrapolava os palcos.

Na época, Preta já estava se consolidando como cantora pop, após o lançamento de seu primeiro disco. Estar na novela foi mais do que uma vitrine: foi um gesto de afirmação. Era uma mulher real, fora dos padrões convencionais, conquistando espaço em horário nobre, com humor, humanidade e brilho.

Participações que deixaram marca nas novelas da Globo

Mesmo sem seguir carreira como atriz fixa de novelas, Preta deixou sua marca em várias tramas ao longo dos anos. Em Caminho das Índias (2009), por exemplo, ela apareceu como ela mesma em uma boate, em um dos episódios que celebrava a pluralidade cultural — tema central da novela de Glória Perez. A sua presença, ainda que rápida, trouxe alegria e autenticidade à cena.

Em 2012, foi a vez de Preta invadir o universo pop de Cheias de Charme. No auge do sucesso das “Empreguetes”, o trio fictício vivido por Taís Araújo, Isabelle Drummond e Leandra Leal, Preta fez uma participação especial, cantando e interagindo com as personagens. A conexão era natural — afinal, ela mesma sempre foi uma espécie de “empreguete da vida real”: mulher guerreira, popular, amada pelo público e cheia de swing.

Já na série Sexo e as Negas (2014), também de Falabella, Preta surgiu como uma aliada das protagonistas. Sua participação foi mais do que artística: foi política. Estar ali, em uma produção protagonizada por mulheres negras da periferia carioca, era reconhecer sua própria origem e reforçar sua luta pela representatividade.

No cinema: pequenos papéis, grandes presenças

No cinema, Preta Gil também deixou sua digital. Em 2005, apareceu como ela mesma no filme Mais Uma Vez Amor, de Rosane Svartman. Em uma das cenas românticas da trama, sua performance musical servia de pano de fundo para os sentimentos dos protagonistas, interpretados por Dan Stulbach e Juliana Paes.

Em 2006, participou do universo encantado de Xuxa Gêmeas, mais uma vez como ela mesma. A leveza da produção infantil combinava com o humor despretensioso de Preta, que surgia como presença especial, cheia de alegria. Já em A Guerra dos Rocha (2008), comédia dirigida por Jorge Fernando, ela fez uma breve, porém divertida, aparição — sempre com aquele brilho que preenche a tela, mesmo quando a cena é curta.

Anos depois, já em 2018, integrou o elenco de Coração de Cowboy, filme protagonizado por Gabriel Sater, em um papel que homenageava a música brasileira e sua fusão entre estilos. Novamente, foi ela mesma — porque, convenhamos, ninguém encarna Preta melhor do que a própria Preta.

Entre realities, séries e especiais musicais

Além das novelas e dos filmes, Preta foi figura constante em programas de auditório, talk shows e realities musicais. Em Mister Brau, série protagonizada por Taís Araújo e Lázaro Ramos, ela fez uma participação especial em um dos episódios, trazendo sua irreverência para o universo fictício da produção. Também apareceu em Vai Que Cola, sucesso do Multishow, em um episódio hilário que brincava com os exageros do mundo dos famosos.

Fora das atuações, esteve inúmeras vezes em programas como Altas Horas, Amor e Sexo, Encontro com Fátima Bernardes e Programa do Jô, sempre como uma voz ativa sobre temas como amor livre, bissexualidade, gordofobia e empoderamento feminino. Ela transformava entrevistas em atos de resistência — e palcos em trincheiras do afeto.

Um corpo político, uma presença artística

Preta nunca atuou apenas por atuar. Cada uma de suas aparições nas telas tinha um propósito — muitas vezes implícito, outras vezes escancarado. Representar uma mulher gorda, negra, livre e desbocada em espaços de destaque era, por si só, um ato revolucionário. Ela sabia disso. E usava esse espaço com responsabilidade, humor e ousadia.

Muitas mulheres se viram nela. Muitos jovens LGBTQIA+ encontraram consolo em sua liberdade. E muita gente começou a refletir sobre preconceitos ao vê-la dançando, rindo e vivendo nas novelas, séries e filmes.

Preta Gil era personagem da própria história — e também das nossas

Ao revisitar sua trajetória nas telas, fica claro: Preta Gil foi maior do que qualquer papel. Foi presença, foi afeto, foi coragem. Mesmo nos personagens coadjuvantes, ela ocupava tudo com verdade. E mesmo quando interpretava a si mesma, não era vaidade: era manifesto.

Preta não estava nas novelas apenas para fazer número. Estava para lembrar que outras histórias também merecem ser contadas. E que a arte, quando feita com o coração, atravessa qualquer limite de tela.

Eternamente Preta — na música, na TV, no cinema e na memória coletiva do Brasil.

TurmaTube ganha vida: série live-action “A Primeira Aventura” marca nova fase do universo criado por Viih Tube

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Imagina só trocar os desenhos animados por rostos reais, a tela fria por uma floresta viva, e dar à infância o palco que ela merece. Esse é o espírito por trás de “TurmaTube – A Primeira Aventura”, nova série live-action inspirada na animação criada por Viih Tube, que conquistou as famílias brasileiras com histórias doces, visuais cativantes e um compromisso inabalável com valores como empatia, diversidade e respeito.

Agora, os animaizinhos da TurmaTube — antes saltitantes nas telas em forma de desenhos — ganham carne, osso e muita personalidade em um projeto ousado, sensível e cheio de vida, gravado em pleno mato, entre árvores, barracas e risadas de verdade. É nesse cenário que o universo idealizado por Viih cresce, amadurece e, ao mesmo tempo, mantém sua essência: ser feito por e para crianças, sem perder a conexão com o coração dos adultos.

Do YouTube à floresta: o poder de sonhar grande

A história da TurmaTube começa com uma ideia aparentemente simples: criar uma animação infantil que conversasse com as emoções dos pequenos. Mas Viih Tube — influenciadora, atriz, empresária e mãe — sabia que queria mais. Não bastava entreter, era preciso ensinar com carinho, acolher sem julgamento e celebrar as diferenças com naturalidade.

Depois do sucesso da animação lançada em 2023, que rapidamente virou febre entre crianças de 2 a 4 anos, a criadora deu o próximo passo. Agora, com um público um pouco mais crescido — crianças de 5 a 7 anos — nasce a primeira série live-action da TurmaTube, um projeto que coloca crianças reais no centro da narrativa, vivendo aventuras que misturam fantasia, música e descobertas emocionais.

“Sempre sonhei com algo que fosse além do desenho. Queria ver essas crianças vivendo aquilo de verdade, correndo na floresta, se sujando, se abraçando. Queria que o público se visse nelas”, diz Viih, emocionada nos bastidores da gravação.

Criança brincando é criança aprendendo

Gravada em Sapucaí-Mirim, no interior de Minas Gerais, dentro da tradicional colônia NR Acampamentos, a série traz como cenário a própria natureza — e isso muda tudo. Não há efeitos especiais grandiosos ou cenários artificiais: aqui, o mato é real, o vento bagunça o cabelo, e as experiências acontecem com cheiro de terra molhada.

É nesse espaço que o grupo de amigos formado por Mari Yumi (Lara), Lorena Candido (Valentina), Theo Radicchi (Ruan), Diego Laumar (Nino), Vitinho Lima (Tião), Helena Vilhena (Nina) e Davi Damin (Hugo) vai se conhecendo, criando laços, enfrentando medos e celebrando conquistas pequenas — mas profundamente significativas.

Entre uma brincadeira e outra, a série planta sementes importantes: o cuidado com o outro, o respeito ao tempo de cada um, a escuta atenta e a beleza do coletivo. E faz isso de forma leve, com música, cor e simplicidade.

No centro dessa dinâmica está a Prô Júlia, interpretada pela própria Viih Tube, uma figura adulta que não controla, mas acompanha. “Ela é como aquela professora que a gente lembra com carinho, que não gritava, que olhava no olho. A Prô Júlia está lá, mas quem resolve os conflitos são as crianças”, explica Viih

Representatividade que nasce da convivência

Em um país tão plural como o Brasil, ver uma série infantil com elenco diverso, sem estereótipos ou caricaturas, ainda é raro — mas absolutamente necessário. Em TurmaTube – A Primeira Aventura, as diferenças de origem, tom de pele, personalidade e modos de pensar não são discutidas, são vividas. Estão ali, presentes e integradas, como devem ser na vida real.

As crianças se expressam com liberdade, sem filtros adultos, e constroem uma convivência que valoriza as singularidades sem forçar lições de moral. Cada personagem tem sua maneira de lidar com o mundo — e é isso que faz da série um espaço tão rico e acolhedor.

“As crianças entendem muito mais do que a gente imagina. Elas não precisam de discursos longos sobre inclusão, elas precisam ver isso na prática. E foi isso que a gente fez”, conta Clara Ramos, diretora geral do projeto.

Por trás das câmeras: um time que acredita no afeto

Além da direção sensível de Clara, o projeto reúne nomes como Plinio Scambora (diretor e diretor de fotografia), Raquel Tejada (direção de arte), Fernanda Melo (figurinos), Ricardo Feliciano (montagem) e uma produção assinada por Viih Tube ao lado de Tomás Darcyl, Ricardo Costianovsky e Clara Ramos. Um time experiente que entendeu desde o início que o maior efeito especial da série seria algo simples, porém raro: a verdade nos olhos de uma criança.

Toda a equipe técnica trabalhou com foco no conforto, segurança e bem-estar dos pequenos atores, respeitando seus ritmos e suas emoções. Nada era forçado: se alguém estava triste, a gravação parava. Se a cena virava brincadeira, melhor ainda. Foi dessa liberdade que nasceram os momentos mais bonitos.

Viih Tube: de fenômeno digital à construtora de futuros possíveis

Com apenas 24 anos, Viih Tube tem uma trajetória que impressiona. De youtuber adolescente a influenciadora de milhões, ela se reinventou diversas vezes — como atriz, escritora, empresária e agora como produtora de conteúdo infantil. Mas talvez seu maior mérito esteja em entender o valor da infância como território sagrado.

Depois de sua participação no BBB 21, Viih decidiu usar sua visibilidade para falar de temas mais profundos — como saúde mental, redes sociais e, agora, infância com propósito. Com a TurmaTube, ela não entrega apenas um produto: entrega uma experiência feita com escuta, sensibilidade e intenção.

“Quero que as crianças cresçam com afeto, com referências positivas, com personagens que se parecem com elas. E quero que os pais saibam que existe conteúdo em que podem confiar”, diz Viih.

Crítica | Perrengue Fashion combina humor, propósito e temas contemporâneos

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Perrengue Fashion é um daqueles filmes que abraçam a leveza sem abrir mão de uma mensagem relevante. Dirigido com ritmo ágil e olhar pop, o longa estrelado por Ingrid Guimarães e Rafa Chalub aposta na mistura certeira entre humor, crítica social e empatia, entregando uma comédia que dialoga com os dilemas contemporâneos da influência digital, do consumo consciente e da busca por reconexão familiar.

Logo de início, o filme mostra que não é apenas sobre o universo da moda — é sobre o que existe por trás dele. A narrativa acompanha uma mãe influenciadora, interpretada por Ingrid Guimarães em mais uma atuação cheia de timing cômico e carisma, que vive mergulhada em compromissos, likes e parcerias publicitárias. Quando o filho (Rafa Chalub) decide se desconectar e embarcar em uma jornada de autoconhecimento voltada à natureza e à sustentabilidade, o contraste entre os dois mundos se torna o coração da história. A frase que define a essência do filme — “a mãe tá on… e o filho off!” — sintetiza com humor e afeto o conflito entre gerações, estilos de vida e prioridades.

Elenco carismático e química irresistível

Um dos maiores trunfos de Perrengue Fashion está na sintonia entre Ingrid Guimarães e Rafa Chalub. A dupla funciona de forma orgânica, equilibrando espontaneidade, improviso e emoção. Ingrid reafirma seu domínio sobre o gênero da comédia popular, mas também deixa espaço para camadas mais sutis — há momentos em que sua personagem expõe vulnerabilidade e solidão, humanizando uma figura muitas vezes idealizada pelas redes sociais. Chalub, por sua vez, surge como uma revelação promissora: sua presença leve e natural dá frescor ao filme, equilibrando a intensidade da mãe com uma calma introspectiva.

O restante do elenco colabora com uma energia afinada. Os coadjuvantes entram com ritmo preciso, contribuindo para as situações cômicas sem sobrecarregar a trama. Essa harmonia ajuda o espectador a mergulhar em um universo que, embora caricatural em alguns momentos, mantém um pé na realidade dos “perrengues” cotidianos.

Moda, consumo e propósito

O roteiro se destaca ao ir além da simples sátira do mundo fashion. Ele mergulha em temas urgentes, como o impacto ambiental da indústria da moda, o consumo desenfreado e a superficialidade das redes. Mas o faz de maneira leve, quase pedagógica, sem se tornar panfletário. É um equilíbrio delicado: o humor nunca anula a crítica, e a crítica nunca sufoca a diversão.

Há cenas particularmente inspiradas que ilustram bem essa dualidade — como os momentos em que a protagonista tenta manter a pose de influenciadora enquanto enfrenta situações inusitadas fora de sua zona de conforto, em um cenário mais natural e despojado. São nessas que o filme brilha: as risadas nascem da desconexão entre a imagem ideal e a vida real, um território no qual Ingrid Guimarães transita com maestria desde De Pernas pro Ar e Fala Sério, Mãe!.

Humor que flui com naturalidade

O humor de Perrengue Fashion é eficiente e bem calibrado. As piadas funcionam não apenas por causa do texto, mas pela entrega dos atores e pelo timing da direção. Não há pressa em fazer rir — o riso surge de situações cotidianas, de pequenos constrangimentos e de contrastes geracionais. Em alguns trechos, o filme flerta com o exagero, mas rapidamente retoma o tom leve e acessível que o público espera.

Diferente de comédias que se apoiam em bordões ou humor físico excessivo, aqui o riso vem do comportamento — do jeito como os personagens lidam com o mundo e consigo mesmos. Essa escolha dá ao filme um charme particular e uma identidade que o diferencia de outros produtos do gênero.

Esteticamente, o longa é um deleite. A fotografia colorida e o figurino exuberante contrastam com os tons mais crus da natureza, reforçando a dualidade entre o artificial e o autêntico. A direção de arte brinca com os símbolos do universo fashion — passarelas, eventos, filtros e ring lights — enquanto os contrapõe a cenas simples e verdadeiras, criando uma experiência visual que acompanha a transformação dos personagens.

A trilha sonora, repleta de batidas modernas e canções brasileiras contemporâneas, reforça o ritmo leve e jovial da narrativa. Ela traduz a energia de um filme que fala sobre reencontro e desconexão digital sem jamais perder o senso de humor.

Por trás das risadas, o filme propõe uma reflexão sobre o valor da presença — estar realmente disponível para quem se ama, desconectar-se das aparências e reconectar-se com o que é essencial. O filme convida o público a rir de si mesmo, a reconhecer exageros e a pensar sobre o que realmente importa na era das curtidas.

É uma comédia que acerta por não se levar a sério demais, mas também por não subestimar a inteligência emocional de seu público. Há empatia na maneira como a narrativa trata os erros e aprendizados de seus personagens. Tudo é feito com leveza, mas também com propósito.

Drama “Uma Prova de Amor” é o destaque da “Sessão da Tarde” desta quinta-feira (31/07)

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Às vezes, é dentro de casa — entre pais, filhos e silêncios guardados — que surgem os dilemas mais difíceis. Na tarde desta quinta-feira, 31 de julho de 2025, a TV Globo convida o público da Sessão da Tarde a mergulhar nesse território delicado com a exibição do emocionante drama “Uma Prova de Amor” (My Sister’s Keeper), filme de 2009 que segue atual em sua força narrativa e na complexidade das discussões que propõe.

Dirigido por Nick Cassavetes (“Diário de uma Paixão”, “John Q”, “Alfa Dog”) e baseado no best-seller de Jodi Picoult (“Dezenove Minutos”, “A Guardiã da Minha Irmã”), o longa acompanha a jornada de uma família dilacerada pelo amor e pela doença, mas também atravessada por decisões que colocam em xeque os próprios limites do afeto.

Com interpretações sensíveis de Cameron Diaz (“O Máskara”, “Quem Vai Ficar com Mary?”, “As Panteras”, “Shrek”), Abigail Breslin (“Pequena Miss Sunshine”, “Zumbilândia”, “Sinais”, “Agentes do Destino”), Sofia Vassilieva (“Medium”, “Elo Perdido”), Jason Patric (“Velocidade Máxima 2”, “Garotos Perdidos”, “Sleepers – A Vingança Adormecida”), Alec Baldwin (“30 Rock”, “Os Infiltrados”, “Blue Jasmine”, “Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Joan Cusack (“Melhor é Impossível”, “Noiva em Fuga”, “Toy Story”), e Thomas Dekker (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”, “Heroes”, “A Hora do Pesadelo”), o filme vai além do apelo lacrimal: ele escancara o que significa lutar por alguém — e até onde é justo ir nessa luta.

Uma filha para salvar outra: quando o amor desafia a ética

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história gira em torno de Anna Fitzgerald, uma menina de 11 anos que decide tomar uma atitude inesperada: processar os pais para conquistar a emancipação médica e garantir o direito de não doar um rim à irmã mais velha, Kate, que está em estágio avançado de leucemia. Mas a origem desse conflito remonta ao seu nascimento. Anna foi concebida por fertilização in vitro com um propósito específico — ser uma combinação genética perfeita para ajudar a manter Kate viva.

Desde bebê, Anna passou por inúmeros procedimentos médicos: doações de sangue, de medula, internações. Tudo para que Kate pudesse resistir mais um pouco. A mãe das meninas, Sara Fitzgerald (interpretada com intensidade por Cameron Diaz), abandonou a carreira como advogada para se dedicar integralmente aos cuidados da filha doente. Movida por um amor feroz, Sara não consegue enxergar limites na busca por alternativas para prolongar a vida de Kate.

Mas Anna, mesmo ainda criança, começa a perceber que sua vida pertence a ela — ou, ao menos, deveria. E é quando ela procura um advogado, Campbell Alexander (Alec Baldwin), que a trama ganha contornos mais profundos. Porque, ao contrário do que todos pensam, Anna não age por egoísmo. Há algo que ela sabe e que ninguém mais parece disposto a ouvir.

Laços familiares sob tensão

O que torna “Uma Prova de Amor” tão comovente não é apenas a gravidade da situação vivida pela família Fitzgerald, mas a maneira como cada personagem lida com a dor. Não existem vilões ou heróis. Existem pessoas tentando sobreviver, à sua maneira, a uma situação que já dura anos.

Sara, por exemplo, é uma mãe que se recusa a aceitar a fragilidade da filha e acredita estar fazendo o melhor — mesmo que, aos olhos dos outros, isso soe como obsessão. Brian, o pai (Jason Patric), é mais contido, dividido entre o dever de proteger e o desejo de preservar algum senso de normalidade para os filhos.

Kate (Sofia Vassilieva), por sua vez, está cansada. Cansada dos hospitais, da culpa, dos sorrisos forçados, da pressão de continuar vivendo quando, dentro dela, tudo pede por descanso. E Anna, com sua coragem silenciosa, emerge como o centro da narrativa — uma menina forçada a crescer depressa, mas que demonstra uma maturidade surpreendente ao reivindicar, com firmeza, o direito sobre seu próprio corpo.

Atuações que tocam fundo

Abigail Breslin entrega uma performance delicada, equilibrando doçura e firmeza com maestria. É impossível não se emocionar com os olhos atentos de Anna, que observa o caos familiar tentando entender seu lugar ali. Cameron Diaz, por sua vez, surpreende ao fugir do glamour habitual para mergulhar na pele de uma mãe aflita, tensa, disposta a tudo. É uma atuação visceral, que retrata com autenticidade o desespero de quem vive à beira do abismo.

Sofia Vassilieva, pouco conhecida até então, dá vida a Kate com uma sensibilidade rara. Suas cenas, especialmente nos momentos de maior fragilidade, são profundas sem cair no sentimentalismo raso. Alec Baldwin, como o advogado que enfrenta seus próprios traumas, contribui com uma atuação sóbria e empática. Joan Cusack, no papel da juíza que acompanha o caso, oferece à narrativa um olhar humano e ponderado.

Bastidores e escolhas que mudaram o rumo da produção

Curiosamente, o filme quase foi protagonizado por outras duas atrizes mirins conhecidas: Dakota e Elle Fanning. As irmãs chegaram a ser escaladas, mas deixaram o projeto quando Dakota, então adolescente, recusou-se a raspar o cabelo para interpretar Kate. Foi assim que Abigail Breslin e Sofia Vassilieva assumiram os papéis — uma mudança que, para muitos, foi essencial para o resultado tocante da obra.

O diretor Nick Cassavetes, conhecido por seu trabalho em “Diário de uma Paixão”, traz aqui um olhar mais sóbrio, menos idealizado, ainda que profundamente emocional. A trilha sonora discreta e a fotografia suave contribuem para criar uma atmosfera de intimidade e vulnerabilidade.

O debate que vai além do filme

O longa-metragem levanta questões que ultrapassam os limites da ficção. Até onde vai o direito dos pais sobre os filhos? É justo gerar uma criança com o objetivo de salvar outra? Como conciliar a luta pela vida com o respeito à autonomia individual?

Ao tratar da emancipação médica, o filme toca num ponto delicado: o direito de decidir sobre o próprio corpo, mesmo na infância. Em tempos em que temas como consentimento, bioética e justiça reprodutiva ganham espaço no debate público, o longa de Cassavetes permanece relevante — provocando, sem impor respostas.

A recepção do público e da crítica

Quando estreou, em 2009, o filme dividiu opiniões. A crítica especializada acusou o filme de apostar em um tom excessivamente melodramático. No site Rotten Tomatoes, a aprovação ficou em 47%, e o consenso foi que, apesar das boas atuações, a abordagem do diretor teria pesado a mão. No Metacritic, a média foi de 51 pontos — indicando recepção mista.

Mas entre o público, a resposta foi outra. O longa arrecadou mais de 95 milhões de dólares ao redor do mundo e passou a figurar entre os filmes mais lembrados por quem se deixou tocar por sua história. Ele ganhou espaço nas redes sociais, em rodas de conversa e em salas de aula. E, mais importante: abriu caminhos para discussões reais sobre amor, luto e autonomia.

Um convite ao olhar mais atento

Em meio a tardes leves e programas de entretenimento, a exibição desse filme na Sessão da Tarde representa um convite. Um chamado à pausa, à escuta, à reflexão. Ao lembrar que por trás de cada história de doença ou superação existem camadas que nem sempre conseguimos enxergar de imediato.

É um filme sobre despedidas, mas também sobre escolhas. Sobre o amor que se expressa não apenas na insistência em manter alguém vivo, mas também na generosidade de deixá-lo ir. E sobre a coragem de uma menina que, mesmo amando profundamente a irmã, escolhe dizer não.

Mestres da Carpintaria | Exposição na Japan House São Paulo revela a alma da carpintaria japonesa

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O Japão é um país onde a natureza e a tradição caminham lado a lado. Com cerca de 67% de seu território coberto por florestas, segundo dados da Embaixada do Japão no Brasil, o respeito pelas árvores e pelo equilíbrio ambiental faz parte do modo de vida japonês há séculos. É desse elo sagrado entre o homem e a natureza que surge uma das expressões mais refinadas da cultura nipônica: a carpintaria tradicional, arte que transforma madeira em arquitetura sem o uso de pregos ou metais, apenas com precisão, sensibilidade e sabedoria ancestral.

É esse universo de técnica e espiritualidade que inspira a exposição “Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito”, aberta ao público a partir de 11 de novembro, no térreo da Japan House São Paulo (JHSP). A mostra mergulha na filosofia, na estética e no respeito que os carpinteiros japoneses cultivam pela madeira, apresentando como a harmonia com a natureza pode ser o alicerce para construções duradouras e cheias de significado.

O diálogo entre o homem e a floresta

Com curadoria de Marcelo Nishiyama, diretor associado e curador-chefe do Takenaka Carpentry Tools Museum, em Kobe, a exposição convida o público a compreender o olhar quase espiritual que o Japão dedica às florestas. Antes de iniciar qualquer obra, o carpinteiro pede permissão às divindades das montanhas e observa atentamente cada árvore. A escolha da madeira ideal depende do lugar onde ela cresceu, da velocidade do seu desenvolvimento e até da direção dos ventos que moldaram sua forma.

“Assim como as pessoas, as árvores têm personalidades próprias”, explica o curador. “As que crescem nas montanhas são mais firmes e indicadas para pilares e vigas; já as que nascem nos vales, onde o crescimento é mais rápido, servem melhor aos acabamentos e detalhes decorativos.” Essa observação minuciosa revela a delicada relação entre técnica e espiritualidade que sustenta a carpintaria japonesa — uma arte em que cada corte é guiado por respeito e propósito.

Técnica milenar e filosofia estética

Depois de passar pelas Japan Houses de Londres e Los Angeles, a mostra chega a São Paulo com um diferencial: uma segunda etapa prevista para março de 2026, dedicada à técnica kigumi, que consiste em encaixar peças de madeira perfeitamente entalhadas, dispensando o uso de pregos ou parafusos. Essa tradição milenar, símbolo de engenhosidade e durabilidade, também está presente na própria fachada da Japan House São Paulo, construída com mais de seis toneladas de madeira hinoki (cipreste japonês), material nobre e resistente usado há séculos pelos mestres carpinteiros.

A exposição também apresenta os dois principais estilos desse ofício: os dōmiya daiku, responsáveis por templos e santuários, e os sukiya daiku, especializados em casas de chá — espaços de introspecção e harmonia que expressam o ideal de simplicidade japonesa.

A delicadeza da Casa de Chá

Um dos pontos altos da mostra é a réplica em escala real da Casa de Chá Sa-an, pertencente ao templo Daitoku-ji Gyokurin-in, em Quioto. Erguida originalmente em 1742, a casa reflete o refinamento da carpintaria sukiya, caracterizada pelo uso de bambu e madeiras naturais. No modelo apresentado na JHSP, partes do teto e das paredes foram propositalmente abertas para revelar os encaixes invisíveis que sustentam a estrutura — uma oportunidade rara de observar a beleza interna que normalmente fica oculta.

Cada junta, cada entalhe, cada linha da construção expressa o cuidado e a paciência de quem compreende que a arquitetura é também uma forma de meditação.

Ferramentas que contam histórias

A exposição também exibe 87 ferramentas tradicionais utilizadas pelos mestres da madeira. São instrumentos que carregam séculos de conhecimento e uma filosofia que valoriza o toque humano. Para ampliar a experiência, o público poderá acessar QR Codes que disponibilizam vídeos, imagens e descrições detalhadas sobre o uso de cada ferramenta.

“Queremos que o visitante mergulhe completamente nesse universo”, explica Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP. “A carpintaria japonesa desperta admiração não apenas pela precisão técnica, mas pelo modo como ela expressa valores humanos como respeito, paciência e harmonia.”

Uma floresta no coração de São Paulo

A experiência sensorial é outro dos grandes encantos da mostra. Uma instalação imersiva recria a atmosfera das florestas japonesas, permitindo que os visitantes sintam o perfume de oito tipos de madeira — entre elas hinoki (cipreste japonês), sugi (cedro) e sakura (cerejeira). Sons e aromas se misturam para transportar o público ao interior do Japão, despertando o mesmo sentimento de reverência que inspira os mestres carpinteiros.

Durante a semana de abertura, a JHSP promoverá visitas guiadas, palestras com o curador Marcelo Nishiyama e outras atividades educativas voltadas ao diálogo entre tradição, sustentabilidade e arte.

Acessibilidade e inclusão

Fiel à sua missão de tornar a cultura japonesa acessível a todos, a Japan House São Paulo integra a mostra ao programa JHSP Acessível, que oferece recursos táteis, audiodescrição e vídeos em Libras. Assim, a experiência poderá ser vivida de forma plena por pessoas com diferentes tipos de deficiência, reforçando a importância da inclusão também no campo da arte e do patrimônio cultural.

Gustavo Mioto leva turnê Inconfundível a São Paulo em show esgotado e cheio de emoção

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No último sábado, 1º de novembro, São Paulo se rendeu ao talento de Gustavo Mioto. O cantor levou sua nova turnê, “Inconfundível”, ao Espaço Unimed, em um show completamente esgotado, onde fãs de todas as idades vibraram, cantaram e celebraram cada música junto com o artista. A apresentação durou mais de duas horas e foi marcada por uma energia contagiante, com o público cantando em uníssono e interagindo com Mioto do início ao fim.

Diferente de suas turnês anteriores, o show aposta em um repertório que valoriza o lado B da carreira de Gustavo, trazendo à tona canções queridas pelos fãs, mas que muitas vezes não tiveram tanto destaque nas rádios. No entanto, o show não deixou de lado novidades: o cantor apresentou suas novas músicas “DNA” e “Pedido de Socorro”, além de revelar “Novo Sozinho”, sua mais recente parceria com Murilo Huff. Essa mistura entre clássicos e lançamentos mostrou a versatilidade do artista e sua capacidade de se reinventar mantendo a identidade que conquistou o público.

Entre os hits que não poderiam faltar estavam “Com ou Sem Mim”, “Impressionando os Anjos”, “Contramão” e “Quando Apaga a Luz”, momentos que fizeram a plateia cantar em coro e transformaram o show em uma verdadeira celebração coletiva. Mais do que música, a apresentação evidenciou a conexão de Gustavo com seus fãs, que respondem com carinho e entusiasmo a cada verso e gesto do artista.

Gustavo Pieroni Mioto, nascido em Votuporanga em 12 de março de 1997, iniciou sua carreira em 2012 com o álbum “Fora de Moda”. Desde então, conquistou destaque nacional, especialmente com a música “Impressionando os Anjos”, que chegou à primeira posição da Top 100 Brasil, e “Com ou Sem Mim”, que foi a canção mais tocada nas rádios em 2020.

Filho de Jussara Pieroni e Marcos Mioto, um dos maiores produtores de shows de música sertaneja do país, Gustavo teve uma trajetória marcada por esforço e dedicação. Durante a adolescência, trabalhou como frentista em posto de gasolina e chegou a cursar engenharia de computação, mas decidiu abandonar a faculdade para se dedicar integralmente à música. Hoje, ele vive em Barueri, Alphaville, e mantém uma relação próxima com sua irmã mais nova, Letícia, enquanto conquista fãs por todo o Brasil.

O espetáculo em São Paulo mostrou que Gustavo não é apenas um cantor de sucesso, mas também um artista capaz de criar experiências memoráveis para o público. Entre faixas emocionantes, momentos de descontração e interações com os fãs, a apresentação conseguiu equilibrar nostalgia e novidade, mostrando que o cantor domina tanto os hits consagrados quanto suas composições mais recentes.

A turnê Inconfundível continua

Com apresentações já consagradas em várias cidades, a turnê “Inconfundível” segue percorrendo o país, levando Mioto e suas músicas para cada vez mais fãs. A promessa é de noites inesquecíveis, cheias de energia, emoção e conexão entre artista e público — um verdadeiro encontro que celebra não só a carreira de Mioto, mas também o amor dos fãs pela música sertaneja.

Domingo Maior (07/09) exibe o filme Ali – A vida e a luta de um ícone do boxe

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 7 de setembro, o Domingo Maior, da TV Globo, apresenta o aclamado drama biográfico Ali (2001), dirigido por Michael Mann. O filme mergulha na trajetória de Cassius Clay, que mais tarde se tornaria Muhammad Ali, uma das figuras mais emblemáticas não apenas do esporte, mas da cultura mundial. Com uma narrativa envolvente e um elenco de peso, o longa vai além dos ringues, mostrando a complexidade de um homem que se destacou pelo talento, carisma e coragem.

Desde jovem, Cassius Clay chamou atenção por sua habilidade natural no boxe, mas o que o diferenciava era sua inteligência, personalidade marcante e eloquência. O filme acompanha sua ascensão nos anos 60, período conturbado nos Estados Unidos, mostrando como suas vitórias dentro do ringue se entrelaçavam com acontecimentos sociais e políticos da época. O longa revela não apenas suas conquistas esportivas, mas também sua capacidade de influenciar e inspirar, transformando cada luta em um evento muito maior do que apenas uma disputa atlética.

A narrativa também destaca sua conversão ao islamismo e a mudança de nome para Muhammad Ali, um momento decisivo que refletiu amadurecimento pessoal e posicionamento político. Sua recusa em lutar na Guerra do Vietnã é um dos pontos centrais da trama, retratando Ali como um homem disposto a enfrentar consequências severas para se manter fiel a seus princípios. O filme mostra como essa postura o transformou em símbolo de resistência e provocou um impacto profundo na sociedade e na percepção pública sobre justiça e liberdade.

Foto: Reprodução/ Internet

Um roteiro detalhado e envolvente

O roteiro original, assinado por Stephen J. Rivele e Christopher Wilkinson, contava com mais de 200 páginas e narrava a vida de Ali desde a infância até o ano 2000. Entretanto, para criar uma experiência cinematográfica mais direta e emocionante, o diretor Michael Mann, junto com Eric Roth, revisou o material e condensou os acontecimentos mais importantes. O resultado é um filme que equilibra ação, drama e momentos íntimos, permitindo que o público compreenda a dimensão humana de Ali e sua trajetória repleta de desafios e conquistas.

Elenco de destaque

Will Smith assume o papel principal de Muhammad Ali e entrega uma interpretação marcante, conseguindo transmitir a confiança, a força e o carisma que tornaram Ali um ícone. Sua preparação física intensa e dedicação à personagem renderam-lhe elogios da crítica e indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, consolidando-o como referência em filmes biográficos esportivos.

O longa também conta com um elenco de apoio talentoso. Jamie Foxx interpreta Drew “Bundini” Brown, assistente e amigo próximo de Ali, destacando a relação de cumplicidade e confiança entre os dois. Jon Voight interpreta o jornalista Howard Cosell, cuja relação com Ali é marcada por amizade e tensão. Outros nomes importantes incluem Mario Van Peebles, como Malcolm X, evidenciando a influência política e social na vida de Ali; Ron Silver, como Angelo Dundee, treinador que ajudou Ali a alcançar o auge de sua carreira; e Jeffrey Wright, interpretando Howard Bingham, fotógrafo e amigo fiel. O filme também apresenta figuras importantes da vida pessoal de Ali, como Jada Pinkett Smith, Nona Gaye e Michael Michele, oferecendo uma visão completa de sua trajetória dentro e fora dos ringues.

Momentos que definiram a carreira de Ali

O filme não se limita a mostrar as vitórias históricas de Ali, como contra Sonny Liston ou George Foreman em “The Rumble in the Jungle”. Ele também aborda momentos de tensão política e pessoal, como a suspensão do lutador pelo boxe americano devido à recusa em servir no Exército durante a Guerra do Vietnã. Essas cenas destacam a coragem de Ali em enfrentar as consequências de suas decisões, mostrando que sua grandeza ia muito além do esporte.

Além disso, o longa explora a relação de Ali com a mídia e a sociedade, evidenciando sua habilidade de transformar entrevistas e aparições públicas em eventos memoráveis. Seu carisma natural, combinado com retórica afiada, o tornou não apenas um atleta de sucesso, mas um símbolo cultural capaz de influenciar gerações.

Reconhecimento e premiações

Ali foi amplamente reconhecido pela crítica e pela indústria cinematográfica. Nos Oscar 2002, o filme recebeu indicações de Melhor Ator (Will Smith) e Melhor Ator Coadjuvante (Jon Voight). No Globo de Ouro, também em 2002, Will Smith concorreu ao prêmio de Melhor Ator em Drama, enquanto Voight foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante, e a trilha sonora recebeu destaque. O longa também venceu o MTV Movie Award de Melhor Ator, premiando a performance envolvente e intensa de Smith.

Direção e estilo visual

Michael Mann trouxe ao filme um estilo visual marcante, combinando cores vibrantes, iluminação expressiva e ritmo dinâmico. Ele equilibra cenas de ação nos ringues com momentos íntimos da vida pessoal de Ali, proporcionando uma narrativa que conecta a energia das lutas à complexidade do homem por trás do ícone. A cinematografia do filme se destaca pelo uso de câmera lenta e enquadramentos que ressaltam a força, agilidade e presença magnética de Ali, criando imagens memoráveis que reforçam sua lenda.

Um retrato humano e inspirador

O filme evidencia como Ali utilizou sua fama para impactar o mundo, influenciando debates sobre direitos civis, liberdade religiosa e justiça social. Essa abordagem humanizada permite que o público compreenda Ali não apenas como atleta, mas como figura histórica e cultural, cuja trajetória transcende gerações.

Onde assistir?

Além da exibição no Domingo Maior, na TV Globo, o filme também está disponível em plataformas de VOD. No Prime Video, por exemplo, é possível alugar o longa a partir de R$ 11,90, garantindo acesso imediato para assistir no conforto de casa, no computador, celular ou smart TV.

Lotofácil de Hoje | Confira o Resultado do Concurso 3490 desta quinta (18/09)

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Nesta quinta-feira, 18 de setembro de 2025, a Caixa Econômica Federal realiza o sorteio do concurso 3490 da Lotofácil, oferecendo aos apostadores brasileiros a chance de conquistar um prêmio estimado em R$ 6,5 milhões. O sorteio acontece às 20h (horário de Brasília), diretamente do Espaço da Sorte, localizado na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo, local que recebe regularmente os sorteios e eventos oficiais das loterias.

A Lotofácil é conhecida por sua praticidade e por oferecer boas chances de premiação, atraindo jogadores de todas as regiões do país. Com uma combinação de estratégia, sorte e expectativa, milhões de brasileiros participam de cada concurso na esperança de transformar suas vidas com um prêmio milionário.

Confira o resultado da Lotofácil 3490 desta quinta (18)

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Como participar e aumentar as chances

Para apostar na Lotofácil, o jogador deve escolher entre 15 e 20 números, dentro de um total de 25 disponíveis no volante. A aposta mínima, com 15 números, custa R$ 3,50, sendo uma das loterias mais acessíveis do Brasil.

Além da escolha manual dos números, a Caixa oferece ferramentas que facilitam a vida de quem deseja apostar de forma prática:

  • Surpresinha: o sistema seleciona os números aleatoriamente, criando combinações únicas.
  • Teimosinha: permite repetir a mesma aposta automaticamente por até 24 concursos consecutivos, aumentando a chance de acerto ao longo do tempo.

Outra estratégia popular entre os apostadores é participar de bolões, que possibilitam jogar com mais combinações de números, dividindo o custo da aposta entre amigos, familiares ou colegas de trabalho, e aumentando a expectativa coletiva do grupo.

Premiação e próximos concursos

Os jogadores podem ganhar prêmios acertando 11, 12, 13, 14 ou 15 números, sendo que a faixa principal de 15 dezenas garante o prêmio milionário estimado em R$ 6,5 milhões para o concurso 3490. Caso ninguém acerte todas as dezenas, o prêmio acumula, e o próximo sorteio, marcado para sexta-feira, 19 de setembro de 2025, terá estimativa de R$ 1,8 milhão, mantendo a expectativa de grandes premiações.

A Lotofácil, como o próprio nome indica, é uma loteria que combina facilidade e chances relativamente altas de ganhar, tornando-se ideal para quem deseja participar sem precisar investir valores altos. Os prêmios menores também representam uma oportunidade de alegria e surpresas para apostadores assíduos.

Dicas e curiosidades para apostadores

Embora a Lotofácil seja um jogo de sorte, algumas estratégias podem tornar a experiência mais interessante:

  • Evite sequências muito previsíveis ou padrões comuns, como números consecutivos simples, que concentram apostas de muitos jogadores.
  • Apostar em bolões aumenta as chances de vitória coletiva e torna a participação mais divertida.
  • Conferir sempre os resultados após o sorteio, pois muitos prêmios menores podem passar despercebidos, mas ainda assim oferecem recompensa.

Curiosidades da Lotofácil incluem a frequência de alguns números que historicamente são mais sorteados, criando debates e expectativas entre apostadores. Além disso, os maiores prêmios pagos pela loteria já transformaram a vida de pessoas comuns, gerando histórias de superação, emoção e mudanças significativas de vida.

O impacto do sorteio na vida dos brasileiros

Mais do que um simples jogo de azar, o sorteio da Lotofácil representa um momento de expectativa e esperança para milhões de brasileiros. Casas lotéricas em todo o país, redes sociais e transmissões ao vivo acompanham de perto o evento, transformando-o em um verdadeiro fenômeno cultural.

No Espaço da Sorte, a atmosfera é de emoção e suspense. O local é preparado para receber os sorteios de maneira transparente, com transmissão ao vivo que garante credibilidade e confiança para os participantes. Cada número sorteado desperta curiosidade e ansiedade, mantendo vivo o sonho de quem acredita que a sorte pode sorrir a qualquer momento.

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