Sucesso! As Filhas da Senhora Garcia bate recorde de audiência e consolida SBT na vice-liderança

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O SBT celebra um marco em sua programação noturna com a novela mexicana As Filhas da Senhora Garcia. Na última quarta-feira (20/08), a trama exibida às 20h45 registrou 5,1 pontos de média e atingiu pico de 5,8 na Grande São Paulo, segundo dados da Kantar Ibope Media. O desempenho garantiu ao canal a vice-liderança isolada, superando a Record e ficando atrás apenas da Globo, consolidando a produção como um sucesso dentro da faixa noturna. O momento foi comemorado na própria tela do canal com a aparição do famoso “boneco do Silvinho”, mascote que se tornou símbolo da celebração dos bons resultados de audiência.

Qual foi o recorde de audiência?

De acordo com a métrica vigente da Kantar (2025), cada ponto equivale a 77.488 domicílios ou 199.313 telespectadores na região metropolitana de São Paulo. Com isso, o episódio mais recente da novela foi acompanhado por mais de 1 milhão de pessoas, demonstrando o engajamento do público com os conflitos familiares, romances e intrigas que marcam a narrativa. Com 85 capítulos previstos, a produção deve ser concluída no dia 31 de outubro, e o SBT ainda não anunciou qual novela ocupará o horário após o término da trama.

Quando foi o lançamento original?

Produzida por José Alberto Castro para a TelevisaUnivision, a novela estreou originalmente no canal Las Estrellas entre novembro de 2024 e março de 2025, substituindo El precio de amarte e sendo sucedida por El gallo de oro. As Filhas da Senhora Garcia é um remake da telenovela turca Fazilet Hanım ve Kızları (2017), adaptando a história para o contexto mexicano e preservando os elementos centrais de drama familiar e conflito intergeracional.

O elenco principal conta com nomes de destaque da televisão latina. María Sorté interpreta Ofelia García, uma mulher ambiciosa que sonha em tirar suas filhas da pobreza e alcançar luxo e prestígio. Ela Velden vive Mar, a filha mais nova, cuja beleza e talento são explorados pela mãe em busca de fama. Oka Giner dá vida a Valeria, a filha mais velha, com beleza discreta e personalidade firme, dedicada a cuidar da família. No núcleo masculino, Brandon Peniche interpreta Arturo Portilla Borbón, herdeiro de uma das famílias têxteis mais influentes do país, e Emmanuel Palomares vive Nicolás Portilla Borbón, responsável e ético, que se envolve emocionalmente com Valeria.

A trama gira em torno da relação entre as famílias García e Portilla, explorando ambição, amor e conflitos de interesses. Ofelia García vê na busca pela nova imagem da linha de roupas esportivas de Arturo uma oportunidade de transformar a vida de suas filhas. Ela se torna governanta da mansão dos Portilla e leva Mar consigo, determinada a apresentá-la à família como candidata ideal. Enquanto isso, Valeria conhece Arturo na academia onde trabalha, e a química entre os dois começa a se desenvolver, criando um triângulo amoroso que também envolve Nicolás, que se apaixona pela jovem.

O enredo não se limita ao romance; ele aborda também temas como responsabilidade familiar, ética e a influência das ambições pessoais sobre as relações interpessoais. A morte da matriarca Cecília Borbón de Portilla gera impactos profundos na família, revelando fragilidades, motivações e ressentimentos entre os membros do núcleo Portilla. Leonardo Portilla, o filho mais velho, vive um casamento marcado por interesses e desconfiança em relação a Paula, enquanto Arturo se mostra mulherengo, e Nicolás se destaca como a figura mais equilibrada e consciente. Camila, a filha mais nova, adiciona um contraponto à narrativa ao demonstrar desinteresse pelas obrigações familiares, trazendo diversidade de perspectivas e desafios internos à família.

Além da narrativa envolvente, a produção impressiona pela qualidade técnica. Cenários ricos e detalhados, direção de arte caprichada e fotografia que ressalta a emoção e a tensão contribuem para uma experiência imersiva. A trilha sonora complementa cada cena, reforçando momentos de drama, romance ou suspense, criando uma atmosfera que prende o espectador e intensifica o impacto das reviravoltas narrativas.

Que horas a novela passa na TV?

A novela vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre após o SBT Brasil, ocupando um horário estratégico e consolidando o público que acompanha produções latino-americanas de qualidade. A repercussão nas redes sociais reforça o sucesso da produção, com cenas emblemáticas e personagens carismáticos gerando comentários, compartilhamentos e debates, ampliando o alcance e a conexão com o público.

HBO divulga pôster oficial de ‘Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente’, nova minissérie sobre a epidemia de AIDS no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

Tem histórias que a gente escuta e guarda. Tem outras que gritam. E há aquelas que, mesmo silenciadas por anos, sobrevivem por entre afetos, cicatrizes e memórias — e que, quando enfim ganham voz, vêm como avalanche. É esse o caso de Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente, nova minissérie brasileira da HBO que estreia em 31 de agosto e já chega com o peso de um marco.

Abaixo, veja o novo pôster oficial, divulgado nesta segunda-feira (28). A imagem carrega o tom emocional e simbólico da minissérie: em primeiro plano, o personagem de Johnny Massaro aparece com o olhar fixo em algum ponto distante, enquanto, ao fundo, rostos parcialmente desfocados evocam sensações de urgência, solidão e resistência. A composição é atravessada por uma faixa sutil com o clássico aviso de segurança dos voos — “coloque sua máscara de oxigênio antes de ajudar outros” — agora subvertido pelo título impactante da produção.

Com cinco episódios intensos e profundamente humanos, a série parte de uma pergunta simples, mas poderosa: quem cuidou de quem quando o país virou as costas? A resposta se revela em uma trama inspirada em fatos reais que ilumina um período sombrio da história brasileira — a explosão da AIDS nos anos 1980, marcada pela desinformação, pelo preconceito e, principalmente, pela omissão do Estado.

A guerra invisível por sobrevivência

O enredo gira em torno de um grupo de comissários de bordo que, diante da escalada da epidemia e da falta de medicamentos no Brasil, decide se organizar para contrabandear AZT — primeiro tratamento conhecido contra o HIV — dos Estados Unidos para o país. Não são heróis de capa, são pessoas comuns enfrentando o medo, a dor e a urgência de manter vivos os seus.

Liderado por Alex (Johnny Massaro), um chefe de cabine soropositivo que vê os amigos adoecendo um a um, o grupo opera em silêncio. Na era pré-internet, pré-celular, pré-tudo, a resistência acontecia de forma quase artesanal: escondendo comprimidos em malas, reunindo dinheiro entre os poucos aliados, enfrentando aeroportos e olhares desconfiados.

Mas a força real da série está justamente aí: nos gestos pequenos. Em cada abraço, em cada cena de cuidado, em cada tentativa de manter acesa alguma chama de esperança mesmo quando tudo ao redor diz que acabou.

Elenco de peso, roteiro afiado, emoção sem maquiagem

Johnny Massaro entrega talvez uma das interpretações mais marcantes de sua carreira. Seu Alex é um homem em constante equilíbrio entre o colapso emocional e a necessidade de ser firme para os outros. Ícaro Silva, como seu companheiro, imprime uma sensibilidade rara em cena. Já Bruna Linzmeyer — que também assina o roteiro junto a Patricia Corso e Leonardo Moreira — interpreta Clara, uma enfermeira aliada à causa, responsável por conectar o grupo à militância de ONGs da época.

O elenco ainda conta com Andréia Horta, Lucas Drummond, Igor Fernandez e Duda Matte, todos alinhados com a proposta da série: emocionar sem apelar, denunciar sem panfletar.

“É uma série sobre dor, mas é também uma carta de amor. À amizade, à coragem, à vida”, define Bruna Linzmeyer. “A gente quis falar das mortes, sim. Mas também da alegria de estar junto, da força de quem viveu e não foi lembrado.”

A estética da verdade

Ambientada no Rio de Janeiro dos anos 80, a série acerta em cheio na reconstituição de época. A direção de arte, assinada por Cláudia Libório, mergulha o espectador num Brasil em transição — entre a abertura política e o colapso sanitário. A fotografia aposta em tons quentes e granulados que remetem a filmes da época, enquanto a trilha sonora costura clássicos da MPB com músicas internacionais que marcaram aquela geração.

“Queríamos que o espectador sentisse o cheiro das ruas, ouvisse o barulho dos bondes, visse as propagandas da época e, ao mesmo tempo, percebesse a ausência: de políticas públicas, de cuidado, de amparo”, comenta Marcelo Gomes, um dos diretores da produção ao lado de Carol Minêm.

A série consegue ser política sem ser panfletária, emocional sem ser piegas e histórica sem parecer uma aula. O mérito está na construção cuidadosa do roteiro, que prioriza os vínculos humanos em vez de números ou datas. É uma história de pessoas, com todas as suas contradições.

Reconhecimento lá fora — antes de chegar aqui

Antes mesmo de estrear oficialmente no Brasil, Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente já estava chamando atenção no exterior. Foi exibida fora da competição oficial no Festival de Berlim e recebeu uma menção honrosa da Queer Media Society, que destacou a “coragem narrativa e a potência emocional” da obra. No Festival Internacional de Valência – Cinema Jove, venceu o prêmio de Melhor Série de TV e Melhor Roteiro Original.

“Ver essa história ser abraçada em outros países é emocionante, mas também nos obriga a pensar: por que demoramos tanto para contá-la por aqui?”, questiona Carol Minêm. “Talvez porque mexe em feridas abertas. Mas contar também é curar.”

O título que ecoa — e que dói

O nome da série, por si só, já é um soco no estômago: Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente. Uma clara subversão do aviso padrão de segurança dos voos comerciais, usado aqui como metáfora para o abandono. Ninguém veio salvar. As máscaras não caíram. Foi preciso improvisar, correr, resistir — ou morrer.

“Essa frase define tudo. Porque ali, nos anos 80, se você não fosse salvo por alguém do seu círculo, dificilmente alguém mais apareceria. O Estado não apareceu. A igreja virou o rosto. A imprensa criminalizou. A sociedade ignorou. E mesmo assim, teve gente que ficou. Que cuidou. Que chorou. Que cantou no velório. Que segurou a mão até o fim”, resume Patricia Corso.

Uma memória coletiva em tempos de retrocesso

É impossível assistir à série sem pensar no presente. Em tempos de fake news, discursos de ódio e ataques constantes aos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente funciona como um espelho e um lembrete: não estamos tão distantes daquele Brasil, e talvez por isso seja tão necessário voltar a ele.

A série também contribui com o esforço coletivo de reconstruir a memória LGBTQIA+ no país, frequentemente apagada ou marginalizada. Ao dar protagonismo a personagens gays, trans e aliados que atuam na linha de frente da crise, ela reafirma a importância da representatividade com responsabilidade.

“Essas pessoas existiram. Essas histórias aconteceram. E se hoje temos medicamentos, prevenção e uma rede de cuidados maior, é porque alguém arriscou tudo lá atrás”, afirma Carlos Henrique Martins, ativista e historiador que atuou como consultor histórico da série.

Uma estreia aguardada — e necessária

A minissérie estreia dia 31 de agosto, com episódios semanais exibidos na HBO e liberados simultaneamente na HBO Max. A expectativa é de impacto. Mas mais do que audiência ou prêmios, os criadores esperam abrir conversas — nas escolas, nas famílias, nas redes sociais — sobre temas que ainda hoje enfrentam resistência: HIV, homofobia, abandono institucional, e, acima de tudo, cuidado.

“Não queremos que ninguém assista e simplesmente diga ‘que bonito’. Queremos que as pessoas fiquem incomodadas. Que pensem. Que abracem. Que procurem saber. Que não esqueçam”, diz Johnny Massaro.

Roda a Roda Jequiti 27/04/2025: Programa apresenta novos ganhadores

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RODA A RODA

O próximo domingo, 27 de abril de 2025, promete ser daqueles inesquecíveis na programação do SBT! Prepare-se para uma noite cheia de emoção e adrenalina com o “Roda a Roda Jequiti”, que vai ao ar a partir das 19h, logo após o animado “Programa Eliana”. E o comando dessa grande festa fica por conta das carismáticas Patricia Abravanel e Rebeca Abravanel, que garantem ainda mais energia e simpatia à atração.

Neste episódio especial, o estúdio se transforma em um verdadeiro cenário de sonhos, onde a expectativa e a emoção tomam conta a cada rodada. Os participantes entram na disputa por barras de ouro — prêmios que podem transformar vidas — em partidas cheias de tensão, torcida e aquele suspense que só o “Roda a Roda” sabe criar. Cada giro da roda é um momento de pura adrenalina: a plateia vibra, os competidores seguram a respiração e a emoção contagia quem está assistindo de casa.

Mas não é só na TV que a magia acontece: o público também tem a chance de fazer parte desse universo de prêmios! Se você é consultor Jequiti, recebe cupons automaticamente ao realizar seus pedidos. Já os clientes Jequiti encontram cupons premiáveis dentro das embalagens dos produtos da marca. Para participar, basta preencher com seus dados e enviar para a Caixa Postal 05947-960. Fácil, né? E quem sabe você não é o próximo sortudo a girar a roda e mudar de vida?

E tem mais: os selecionados não só participam do programa, como também ganham uma viagem inesquecível para São Paulo, com tudo pago! É a chance de conhecer de perto a magia dos estúdios, se emocionar ao lado das estrelas do SBT e viver um dos momentos mais marcantes da vida, sentindo na pele a energia única do “Roda a Roda”.

Então já anota na agenda: domingo é dia de reunir a família, torcer, vibrar e se inspirar com mais um capítulo emocionante do “Roda a Roda Jequiti”. Prepare o coração, deixe seus cupons em dia e não perca essa oportunidade incrível. Afinal, a sua sorte pode estar só a um giro de distância!

Sakamoto Days | Ren Meguro surpreende como Taro Sakamoto no trailer do aguardado live-action

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Na última segunda-feira (13), os fãs de mangá e cultura pop japonesa foram presenteados com uma grande novidade: o lançamento do trailer oficial do live-action Sakamoto Days, adaptação da popular série de ação e comédia criada por Yuto Suzuki. A prévia, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais, trouxe o astro japonês Ren Meguro na pele de Taro Sakamoto, o lendário assassino que abandona a vida de crimes para se tornar um pacato dono de loja de conveniência. Abaixo, confira o vídeo:

O projeto, que já vinha despertando enorme curiosidade desde seu anúncio, ganhou ainda mais destaque após o próprio Ren Meguro comentar sobre sua motivação para integrar o elenco. Segundo o ator, conhecido por papéis em dramas e filmes de sucesso no Japão, a decisão de participar da produção foi pessoal: ele afirmou que aceitou o papel por pura admiração ao mangá, sendo uma realização pessoal poder interpretar um personagem tão complexo e querido pelos fãs.

A direção e o roteiro do longa estão nas mãos de Yuichi Fukuda, cineasta conhecido por seu domínio em equilibrar humor, ação e emoção — como visto em seus trabalhos anteriores, entre eles Gintama e Kyo Kara Ore Wa!!. Fukuda afirmou que o filme já está em estágio avançado de pós-produção. Ele revelou que a edição já está pronta, faltando apenas os efeitos especiais e a trilha sonora, mas garantiu que o resultado atual é suficiente para transmitir a essência da história aos cinemas.

A essência de um assassino que virou homem de família

Baseado na série publicada desde novembro de 2020 na Weekly Shōnen Jump, Sakamoto Days conquistou uma legião de leitores com sua mistura de comédia, ação frenética e drama humano. Até outubro de 2025, o mangá acumula 24 volumes lançados e mais de 8 milhões de cópias em circulação, sendo distribuído oficialmente em português pela plataforma Manga Plus.

O enredo central gira em torno de Taro Sakamoto, um ex-assassino de elite que decide deixar o submundo para viver uma vida comum ao lado da mulher que ama, Aoi, e da filha do casal, Hana. O que parecia uma existência tranquila logo se transforma em um campo de batalha, quando antigos inimigos descobrem seu paradeiro e decidem se vingar.

Mesmo tendo prometido nunca mais matar, Sakamoto precisa usar toda sua habilidade letal para proteger sua família — agora como um homem acima do peso, dono de uma pequena loja e com a responsabilidade de esconder seu passado sombrio.

Um herói improvável com alma de gente comum

Um dos grandes diferenciais de Sakamoto Days está em sua abordagem humanizada. Apesar de ser um personagem com passado violento, Taro Sakamoto é retratado com extrema humanidade: ele é um marido amoroso, um pai dedicado e um homem que luta todos os dias contra sua própria natureza.

Ren Meguro destacou esse aspecto durante as filmagens, explicando que o personagem não busca fama ou glória, apenas quer viver em paz e cuidar de quem ama. Essa dualidade entre o pacato dono de loja e o assassino lendário cria uma profundidade emocional rara em histórias de ação, oferecendo momentos de humor e drama de forma equilibrada.

A narrativa combina comédia leve e cenas de ação coreografadas com precisão, prometendo agradar tanto os fãs de obras de ação quanto o público que busca histórias com coração. As cenas de luta foram planejadas para manter o realismo, mas sem perder a energia e a comicidade que marcam o mangá.

Um elenco promissor e a força da nostalgia

Além de Ren Meguro no papel principal, o live-action conta com um elenco de apoio que vem sendo mantido em sigilo, embora rumores indiquem a presença de atores conhecidos do cinema japonês interpretando personagens como Shin Asakura, o clarividente, e Lu Xiaotang, a jovem herdeira de um império criminoso.

A expectativa é que Fukuda mantenha o espírito do material original, valorizando a química entre os personagens e mostrando como essas pessoas tão diferentes acabam formando uma família improvável. O trailer já revela locações urbanas de Tóquio, lutas em corredores estreitos e momentos de humor cotidiano, capturando a atmosfera vibrante da obra de Yuto Suzuki.

Da página para as telas: um fenômeno em expansão

O sucesso de Sakamoto Days não se limita ao mangá. Em janeiro de 2025, a obra ganhou uma adaptação em anime produzida pelo estúdio TMS Entertainment, com sua primeira parte exibida entre janeiro e março e a segunda temporada programada para julho do mesmo ano. A produção televisiva foi elogiada por sua fidelidade ao estilo visual e pelo carisma dos personagens, aumentando ainda mais a expectativa pelo live-action.

Com o novo filme, a franquia atinge um novo patamar, mirando o público internacional. O Japão vem investindo cada vez mais em adaptações de mangás e animes para o formato live-action, e Sakamoto Days chega para mostrar que é possível unir técnica, humor e emoção sem perder a essência original.

Super Tela 19/04/2025: Até o Limite é o grande destaque da noite!

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A Super Tela da Record TV deste sábado, 19 de abril de 2025, promete emocionar o público com uma história poderosa e cheia de sensibilidade. O destaque da noite é o filme “Até o Limite” (MBF: Man’s Best Friend), um drama de guerra e família que foge dos clichês e mergulha fundo nas cicatrizes — físicas e emocionais — que a vida pode deixar.

Lançado em 2020 e dirigido por Anthony Hornus, o longa tem no elenco nomes como DJ Perry, Garry Nation e Melissa Anschutz, e foi destaque nas plataformas de streaming pela sua abordagem delicada sobre o retorno à vida civil de um ex-combatente.

A trama

No centro da história está Paul Landing (DJ Perry), um ex-fuzileiro que serviu no Afeganistão e voltou para casa ferido, carregando muito mais do que apenas as marcas visíveis da guerra. Agora, dez anos depois, ele tenta manter em pé um abrigo de cães — um espaço que, mais do que um trabalho, é uma forma de terapia, de conexão e de propósito.

Mas nem tudo são flores. O abrigo está prestes a ser reduzido por uma ordem oficial, e Paul ainda precisa lidar com o preconceito e a exclusão social por conta de sua condição. Em meio à luta burocrática e emocional, o personagem encontra apoio e força em seus cães — seus verdadeiros companheiros — e em algumas pessoas que se recusam a julgá-lo pelo passado.

Drama com alma e coração

“Até o Limite” é daqueles filmes que tocam fundo. Sem grandes efeitos, ele aposta no realismo, no silêncio das feridas emocionais e na força dos vínculos criados com os animais. A relação entre Paul e os cães vai muito além do carinho: representa cura, resiliência e empatia — tudo o que muitas vezes falta no mundo lá fora.

Com 2h09min de duração, o filme é ideal pra quem curte histórias mais humanas, com personagens imperfeitos tentando se reconstruir. O roteiro evita soluções fáceis e entrega momentos sinceros que ressoam com muita gente — especialmente com quem já enfrentou alguma perda, injustiça ou invisibilidade.

Onde mais assistir?

Se você curtir a exibição na Record ou quiser rever com calma depois, “Até o Limite” está disponível nas plataformas digitais. Ele pode ser visto por assinatura no Looke e também está disponível para aluguel na Amazon Prime Video, a partir de R$ 4,90.


📺 Super Tela – Record TV
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
🎞 Filme: Até o Limite (MBF: Man’s Best Friend)
🎬 Duração: 2h09min
📚 Gênero: Drama / Guerra / Família
🔞 Classificação indicativa: 12 anos
💡 Ideal para quem ama histórias de superação e companheirismo verdadeiro.

O Deserto de Akin estreia em 31 de julho e ganha cartaz oficial, imagens inéditas e nova versão do trailer

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Foto: Reprodução/ Internet

Com estreia marcada para 31 de julho, o novo filme de Bernard Lessa mistura política, afeto e pertencimento ao contar a jornada de um médico cubano deslocado no Brasil. O longa teve sua estreia na abertura do Festival de Vitória e já deixou claro: é um daqueles filmes que ficam ecoando depois dos créditos finais.

Por trás de cada deserto existe uma travessia — geográfica, emocional ou política. Em O Deserto de Akin, o que se atravessa é o Brasil, mas também os afetos, os silêncios e as fronteiras entre quem chega e quem já está à deriva. Com direção do capixaba Bernard Lessa, o filme chega aos cinemas em 31 de julho, depois de uma estreia de prestígio na abertura do 32º Festival de Vitória, onde concorre na categoria de Melhor Longa Nacional.

A história acompanha Akin, médico cubano vivido pelo premiado Reynier Morales (vencedor de Melhor Ator no Festival do Rio 2024), que desembarca em uma comunidade indígena no Espírito Santo como parte do (agora extinto) programa Mais Médicos. Mas o filme não se limita à função profissional. Akin é um estrangeiro num país à beira do colapso político e afetivo — e o que ele encontra aqui não são só pacientes, mas um espelho: do próprio deslocamento, da solidão e do desejo de se enraizar.O Deserto de Akin

Um filme sobre acolhimento — e suas rachaduras

Durante sua permanência, Akin é acolhido por Érica (Ana Flavia Cavalcanti) e Sérgio (Guga Patriota), dois brasileiros que também carregam suas próprias lacunas, memórias partidas e zonas de silêncio. Não é romance, necessariamente. É algo mais tênue, mais humano. Talvez amizade, talvez afeto suspenso, talvez uma tentativa de pertencimento compartilhado entre quem já não sabe onde — ou com quem — está.

O filme, no fundo, é sobre isso: sobre encontros possíveis em tempos difíceis. E sobre como, às vezes, o gesto de permanecer é um ato de resistência. Entre consultas médicas, caminhadas na mata e conversas atravessadas pelo idioma e pela hesitação, O Deserto de Akin constrói um retrato silencioso e delicado de uma experiência real vivida por centenas de profissionais estrangeiros que atuaram no Brasil — e que, com a mudança de governo em 2018, viram seus contratos encerrados de forma abrupta, em um cenário que flertava com xenofobia institucional.

Do Espírito Santo para o mundo: paisagens, corpos e política

Rodado entre Nova Almeida, Aracruz, Vitória e Vila Velha, o filme valoriza os cenários capixabas com uma fotografia que mistura rusticidade e lirismo. Mas, acima de tudo, valoriza os rostos. Os corpos em trânsito. As vozes contidas. A atuação de Morales impressiona justamente pela contenção — ele diz muito com o olhar, com a hesitação no português, com o desconforto de quem precisa se adaptar sem ser convidado.

Ana Flavia Cavalcanti entrega mais uma performance potente e ao mesmo tempo terna. Érica é uma mulher com dores acumuladas, mas que oferece espaço. E esse gesto, no filme, tem um peso enorme: acolher alguém, mesmo com medo, é também se permitir ser transformado.

No elenco ainda estão Welket Bungué (A Viagem de Pedro) e Patricia Galleto, ampliando a dimensão humana da narrativa com presenças igualmente marcantes.

A estética de um cinema que observa mais do que grita

Bernard Lessa já vinha se destacando por filmes como A Mulher e o Rio (2019) e A Matéria Noturna (2021), premiado no Festival de Brasília. Mas em O Deserto de Akin, ele talvez tenha encontrado seu filme mais maduro. Há uma calma no olhar — mas uma calma inquieta, que observa as rachaduras das instituições, a falência das promessas políticas, e a força dos pequenos gestos de cuidado.

Super Tela 15/03/2025: Saiba qual filme vai passar hoje!

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Na noite deste sábado, 15 de março, a Record TV vai exibir na Super Tela o emocionante filme 22 Milhas, que promete uma noite de pura adrenalina para quem adora uma boa história de ação e suspense. Lançado nos cinemas no dia 20 de setembro de 2018, o longa tem 1h35min de duração e é dirigido por Peter Berg, o mestre por trás de grandes filmes de ação.

Quem faz parte do elenco?

O elenco conta com Mark Wahlberg (conhecido por Transformers: A Era da Extinção e Ted), Lauren Cohan (de The Walking Dead e Batman v Superman: A Origem Da Justiça) e Iko Uwais (estrela de Operação Invasão e Ameaça Profunda), que entregam performances intensas e cheias de emoção.

Conheça a sinopse do filme:

A trama acompanha um agente da CIA, interpretado por Mark Wahlberg, que precisa transportar um informante de uma cidade na Indonésia para um refúgio em um aeroporto distante 22 milhas. Mas a missão não será fácil: com a ajuda de uma unidade de comando tático ultrassecreta, ele se vê cercado por inimigos implacáveis, enquanto tenta garantir que as informações vitais do informante não caiam em mãos erradas.

Opinião da crítica

Com uma avaliação de 2,1 de 5 nas críticas da imprensa e uma média de 3,6 nas notas dos usuários, 22 Milhas divide opiniões, mas é uma ótima opção para quem curte filmes cheios de tensão, ação e reviravoltas. O título original é Mile 22, e é recomendado para maiores de 14 anos, garantindo uma trama bem intensa.

Posso assistir de outra forma?

Para quem não puder acompanhar a exibição ao vivo, o filme está disponível em streaming: você pode assistir na Amazon Prime Video ou na Max, por meio de assinatura. A Super Tela começa a exibir 22 Milhas a partir das 23h00, logo após o Cidade Alerta, então já se prepara para uma noite de muita emoção e cenas eletrizantes. Não perca!

TV Aparecida exibe o filme Um Broto Legal nesta sexta, 17

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Sextou com novidade na TV Aparecida! Na próxima sexta, 17 de janeiro, às 21h15, a sessão “Tela de Sexta” traz um filme inédito que promete muita emoção e nostalgia: “Um Broto Legal”. Se você curte música, história e aquela vibe dos anos 50, já pode anotar na agenda porque esse é imperdível!

Sobre o filme

A história é sobre Celly Campello, a primeira cantora de rock do Brasil, que mandou ver com sucessos como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”. Tudo começa no final dos anos 50, em Taubaté, interior de São Paulo. Lá, Célia Campello, uma garota de 16 anos, já é uma sensação local, cantando na rádio da cidade e conquistando um público fiel.

O ponto de virada? O irmão dela, Tony Campello, vai para São Paulo tentar a sorte como cantor e acaba sendo descoberto por um caça-talentos. Não demora muito para Célia também chamar atenção, se transformar em Celly Campello e se tornar a rainha do rock brasileiro!

A trajetória dela mostra os altos e baixos de quem abriu as portas para o rock nacional. Além de ser uma pioneira na música, Celly conquistou corações e deixou um legado que marcou gerações.

Quem tá no elenco?

O filme tem nomes incríveis como Cláudio Fontana, Felipe Folgosi, Paulo Goulart Filho e Petrônio Gontijo. Ah, e a classificação etária é 12 anos, então já pode reunir a galera ou curtir com a família.

Por que assistir?

Se você gosta de filmes que misturam música, emoção e aquela pitada de nostalgia, esse é pra você! Além de ser uma aula de história sobre o rock brasileiro, é uma chance de reviver (ou conhecer) o som que fez tanto sucesso nos anos dourados. Então já sabe: sexta, às 21h15, é só ligar na TV Aparecida e curtir o longa-metragem. Vai ser uma viagem no tempo com muito estilo e música boa!

Noitão J-Horror leva o melhor do terror japonês às madrugadas do Reag Belas Artes

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Foto: Reprodução/ Internet

Há medos que gritam. Outros sussurram. E há aqueles que se instalam lentamente — um olhar no escuro, um passo fora do lugar, uma presença invisível que jamais foi embora. É nesse território que habita o J-horror, vertente do cinema japonês de terror que será celebrada na edição especial do Noitão, no Reag Belas Artes, em São Paulo, na madrugada do dia 18 de julho, a partir das 23h30.

Mais que uma maratona, o evento é um ritual cinematográfico que convida o público a atravessar a madrugada ao lado de fantasmas vingativos, traumas não resolvidos e realidades distorcidas — tudo isso dividido entre duas salas com curadorias distintas, que misturam estreias, obras-primas e filmes-surpresa escolhidos a dedo.

O horror começa com uma nuvem

As duas salas dão início à jornada com a aguardada estreia de “Cloud – Nuvem de Vingança”, novo filme do mestre Kiyoshi Kurosawa, aclamado por sua maneira única de filmar o invisível — e de fazer o banal se tornar aterrorizante. A história acompanha Ryosuke, um homem comum que começa a despertar a raiva de todos ao seu redor — um pavor que cresce sem explicação, como uma nuvem densa que encobre o mundo.

Cloud, aqui, não é só o título: é atmosfera, é metáfora, é a incerteza que ronda os que caminham entre o passado e o sobrenatural.

Sala 1 – A elegância sombria de Kurosawa

Na Sala 1, o foco recai sobre o próprio Kurosawa, com a exibição do clássico “Pulse” (2001). Pioneiro ao refletir sobre a conexão entre o mundo digital e o espiritual, o longa investiga uma série de suicídios ligados à internet — uma espécie de luto coletivo digitalizado, onde os fantasmas navegam junto aos vivos. Encerrando a sessão, um filme-surpresa de 74 minutos guarda o último susto — ou talvez o mais poético.

🕒 Programação Sala 1 – Kiyoshi Kurosawa

  • 23h59 | Cloud – Nuvem de Vingança (2024)
  • 02h20 | Pulse (2001)
  • 04h35 | Filme surpresa (74 min)

Sala 2 – Onde o terror é íntimo e insuportável

Se a Sala 1 aposta no medo atmosférico, a Sala 2 mergulha na dor que vem de dentro. Após Cloud, o público assiste ao devastador “Audição” (1999), de Takashi Miike — um filme que começa como romance e termina em puro desespero, redefinindo os limites entre o amor, a obsessão e a vingança. O encerramento vem com outro filme-surpresa, de 106 minutos, escolhido para não deixar ninguém indiferente.

🕒 Programação Sala 2 – Intrigas e Pesadelos

  • 23h30 | Cloud – Nuvem de Vingança (2024)
  • 01h50 | Audição (1999)
  • 04h00 | Filme surpresa (106 min)

J-horror: quando o medo é memória

O que diferencia o J-horror não é apenas sua estética contida, sua fotografia opaca ou seus fantasmas de cabelos longos e olhos parados. É a forma como ele trata o medo como herança emocional, como eco de dores mal resolvidas — não apenas sustos, mas reflexões. E, por isso, talvez nos assuste tanto: porque ele não termina quando a luz do cinema se acende.

Noitão J-Horror: O Melhor do Terror Japonês

📅 Data: 18 de julho (quinta para sexta)
🕦 Horário: A partir das 23h30
📍 Local: Cine Reag Belas Artes – Rua da Consolação, 2423 – São Paulo (SP)
🎟️ Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia-entrada para estudantes e idosos)
💺 Salas acessíveis: Poltronas numeradas, cadeiras para obesos e espaço para cadeirantes em todas as salas
🎫 Vendas: Site oficial do cinema ou diretamente na bilheteria

Prime Video lança trailer de A Lista Terminal: Lobo Negro e revela prequela intensa com Taylor Kitsch

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Foto: Reprodução/ Internet

O Prime Video revela ao público o trailer de A Lista Terminal: Lobo Negro, prequela da aclamada série The Terminal List, prometendo explorar as origens de um personagem central do universo criado por Jack Carr. A nova produção traz Taylor Kitsch no papel de Ben Edwards, acompanhado por Tom Hopper, Robert Wisdom e Chris Pratt, garantindo um elenco sólido e capaz de transmitir a intensidade emocional e o suspense que os fãs esperam. Abaixo, confira o vídeo:

Co-criado por Jack Carr, autor do best-seller que deu origem à série original, e David DiGilio, showrunner da primeira temporada, Lobo Negro se situa cinco anos antes dos acontecimentos de A Lista Terminal. A narrativa foca em Ben Edwards, um jovem agente da Marinha que, após vivenciar eventos traumáticos no campo de batalha, evolui para operador paramilitar da CIA. O projeto, segundo os criadores, não apenas apresenta sequências de ação impressionantes, mas também investiga o impacto psicológico da guerra e das operações secretas sobre o indivíduo.

A série original, A Lista Terminal, introduziu o público ao universo de James Reece, interpretado por Chris Pratt, um veterano do exército americano que retorna aos Estados Unidos depois que seu pelotão da Marinha sofre uma emboscada durante uma missão secreta. O sucesso da primeira temporada mostrou a combinação de ação intensa, suspense psicológico e dilemas morais, estabelecendo a base para a expansão do universo com Lobo Negro. Agora, a prequela amplia o contexto, permitindo que os espectadores conheçam as experiências que moldaram Ben Edwards antes mesmo de cruzar com Reece.

O enredo acompanha a transformação de Ben Edwards de um jovem marinheiro idealista em um operador paramilitar da CIA, revelando os desafios que enfrenta em missões de alto risco e o preço humano da guerra. O desenvolvimento do personagem é cuidadosamente explorado, mostrando não apenas suas habilidades estratégicas, mas também sua vulnerabilidade emocional, questionamentos éticos e o impacto psicológico que as operações secretas têm sobre ele. O público tem a oportunidade de testemunhar a evolução de Edwards, compreendendo os fatores que o levam a se tornar o homem determinado, mas atormentado, que a série original apresenta.

O elenco da série contribui significativamente para a profundidade da narrativa. Taylor Kitsch, conhecido por papéis em produções de ação e drama, entrega uma performance que equilibra intensidade física e emocional. Tom Hopper e Robert Wisdom completam o time com papéis estratégicos, representando aliados e figuras de autoridade que desafiam Edwards em diferentes níveis. Chris Pratt, embora não seja o protagonista, mantém sua presença simbólica no universo compartilhado, conectando diretamente Lobo Negro à série original e reforçando a continuidade narrativa que os fãs valorizam.

A abordagem da trama também explora temas mais amplos, como lealdade, traição e a linha tênue entre justiça e vingança. Ao acompanhar Edwards, os espectadores são convidados a refletir sobre as consequências das decisões tomadas em nome da segurança nacional e sobre como experiências traumáticas podem redefinir a vida de uma pessoa. Essa profundidade temática sugere que a série não se limita à ação, mas busca apresentar uma narrativa madura e relevante, capaz de engajar tanto fãs de thrillers militares quanto público interessado em dramas psicológicos.

Além do foco em Edwards, a série oferece um olhar detalhado sobre o funcionamento interno da CIA e de operações paramilitares, mostrando os processos de seleção, treinamento e execução de missões secretas. Essa atenção aos detalhes contribui para a verossimilhança da série, criando uma experiência imersiva para o público. O realismo das sequências de ação, aliado ao desenvolvimento de personagens complexos, permite que a série se destaque no cenário de thrillers de espionagem, combinando entretenimento com autenticidade narrativa.

Para os fãs de The Terminal List, a prequela representa uma oportunidade de vivenciar a jornada de Edwards desde o início, compreendendo suas escolhas e os eventos que moldam sua personalidade. A série também convida novos espectadores a mergulhar no universo criado por Jack Carr, oferecendo uma narrativa autossuficiente que combina tensão, emoção e reflexão sobre os impactos da guerra e do serviço militar na vida de um indivíduo.

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