ASessão da Tardedesta quinta-feira, 29 de janeiro, traz à tela da TV Globo o drama “O Livro do Amor”, um filme sensível que mistura luto, amizade improvável e a reconstrução emocional após grandes perdas. A produção aposta em uma narrativa delicada para falar sobre recomeços e sobre como conexões inesperadas podem mudar completamente o rumo de uma vida.
Na história, acompanhamos Henry, vivido por Jason Sudeikis, um arquiteto introspectivo e reservado que vê sua rotina desmoronar após a morte trágica da esposa Penny (Jessica Biel) em um acidente de trânsito. Antes cheia de planos, a vida de Henry passa a ser marcada pelo silêncio, pela culpa e pela dificuldade de seguir em frente sem a pessoa que dava sentido aos seus dias.
É nesse momento de fragilidade que ele conhece Millie, interpretada por Maisie Williams, uma adolescente sem-teto, rebelde e determinada, que carrega seus próprios traumas e cicatrizes. Millie tem um sonho improvável: construir uma jangada para atravessar o Oceano Atlântico. O encontro entre os dois, aparentemente tão diferentes, cria uma relação marcada por estranhamento inicial, mas que aos poucos se transforma em cumplicidade e apoio mútuo.
Ao ajudar Millie em seu projeto, Henry acaba encontrando algo que havia perdido após a morte da esposa: um propósito. A construção da jangada deixa de ser apenas uma tarefa prática e se transforma em um processo simbólico de cura, no qual ambos aprendem a lidar com a dor, o abandono e a necessidade de acreditar novamente no futuro.
Dirigido por Bill Purple, O Livro do Amor se destaca por sua abordagem intimista, focando mais nos sentimentos e nas relações humanas do que em grandes acontecimentos. O filme aposta em diálogos simples, atuações contidas e uma trilha sonora sensível para conduzir o espectador por essa jornada emocional.
O elenco conta ainda com nomes como Mary Steenburgen e Orlando Jones, que complementam a narrativa com personagens que ajudam a expandir o universo emocional da trama. Nos bastidores, o projeto chama atenção por ter Jessica Biel também como produtora, além de contar com a participação de Justin Timberlake como compositor e supervisor musical, contribuindo para a atmosfera melancólica e acolhedora do longa.
A produção teve sua estreia mundial no Festival de Cinema de Tribeca, em abril de 2016, e passou por outros festivais importantes antes de chegar oficialmente aos cinemas em janeiro de 2017. Desde então, o filme conquistou um público fiel, especialmente entre aqueles que apreciam histórias mais introspectivas e emotivas.
Reserve um espaço em sua agenda para esta próxima sexta-feira, dia 26/03/2024, e mergulhe em uma noite de pura diversão e risadas garantidas, cortesia do Cine Espetacular do SBT! Prepare-se para uma experiência inigualável, pois o canal estará apresentando o hilário filme “Debi & Lóide 2: Quando Debi Conheceu Lóide”, dirigido por Troy Miller e estrelado por um elenco de peso, composto por Eric Christian Olsen, Derek Richardson e Rachel Nichols.
A história gira em torno de Debi e Lóide, dois jovens “especiais” cujos caminhos se cruzam em meio ao ambiente escolar, dando origem a uma amizade peculiar. Diante da evidente inocência desses dois personagens, o diretor maquiavélico da escola tece uma trama ardilosa, utilizando a dupla como peças-chave em um esquema para angariar recursos do governo, transformando-os involuntariamente em peças de propaganda para sua instituição de ensino.
“Debi & Lóide 2: Quando Debi Conheceu Lóide” é uma comédia lançada em 2014, aguardada sequência de “Débi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros”, lançado em 1994. A direção foi confiada aos talentosos irmãos Peter e Bobby Farrelly, reconhecidos por suas obras de comédia irreverente.
Curiosiades do filme Debi & Lóide 2: Quando Debi Conheceu Lóide
“Debi & Lóide 2: Quando Debi Conheceu Lóide” é uma comédia cinematográfica lançada em 2014 que cativou tanto os fãs de longa data quanto uma nova geração de espectadores ávidos por gargalhadas. Dirigido pelos renomados irmãos Bobby Farrelly e Peter Farrelly, este filme é uma prequela hilária que nos leva de volta no tempo, cerca de 20 anos antes dos eventos do clássico original “Debi & Lóide: Dois Idiotas em Apuros”, lançado em 1994.
Nesta nova aventura, somos apresentados às origens da lendária amizade entre os adoráveis idiotas Debi e Lóide, interpretados brilhantemente pelos talentosos Jim Carrey e Jeff Daniels. A trama nos leva a uma jornada hilariante e cheia de confusões enquanto acompanhamos esses dois personagens icônicos em suas desventuras.
A história começa quando Debi e Lóide se cruzam pela primeira vez e, em meio a uma série de eventos absurdos e situações hilariantes, eles se veem em uma missão aparentemente simples: devolver uma misteriosa maleta perdida à sua legítima dona. No entanto, o que deveria ser uma tarefa simples logo se transforma em uma aventura épica cheia de perigos, encontros inusitados e, é claro, muita, muita confusão.
Ao longo do caminho, somos presenteados com um desfile de personagens excêntricos e momentos de comédia física e verbal que garantem risadas do início ao fim. A química entre Carrey e Daniels é palpável, elevando cada cena a novas alturas de absurdidade e diversão.
“Debi & Lóide 2: Quando Debi Conheceu Lóide” não é apenas uma sequência, é uma celebração do humor irreverente e cativante que tornou o primeiro filme tão querido pelo público. Com um roteiro inteligente e repleto de referências nostálgicas, este filme captura perfeitamente o espírito do original, ao mesmo tempo em que oferece uma nova perspectiva sobre o início dessa amizade tão peculiar.
Repleto de momentos memoráveis e piadas que resistem ao teste do tempo, este filme é uma prova de que, mesmo duas décadas depois, Debi e Lóide continuam a nos fazer rir como ninguém mais.
Horário de exibição do Cine Espetacular
Não perca! A partir das 23 horas, logo após o programa do Ratinho, ajuste seu sintonizador para o SBT e embarque nessa jornada divertida com as peripécias de Debi & Lóide! Prepare-se para uma noite inundada de risos e situações absurdamente engraçadas. Reserve essa data e venha se divertir conosco!
Na próxima segunda-feira, dia 18 de agosto, Rodrigo Faro será o convidado especial do Lady Night, programa apresentado por Tatá Werneck no Multishow e no Globoplay pelo plano premium. Conhecido por seu carisma e irreverência, Faro chega ao talk show pronto para se entregar ao clima descontraído e imprevisível que é marca registrada da apresentadora. Logo na estreia, o apresentador promete arrancar gargalhadas do público com histórias inéditas, respostas espontâneas e momentos de pura diversão.
“Foi incrível participar do Lady Night, já queria há muito tempo. Tenho certeza que o público vai se divertir tanto quanto a gente se divertiu”, comentou Rodrigo Faro, antecipando que a entrevista terá energia e humor, além de interações que mostrarão um lado diferente de sua personalidade. Tatá Werneck, por sua vez, reforça que cada temporada do programa é uma oportunidade de inovar e surpreender os convidados: “O Lady Night é um programa artesanal. Eu nunca entro numa temporada como se tivesse há 9 anos fazendo o programa. Sempre começo como se fosse a primeira vez e tivesse que conquistar tudo de novo”.
A presença de Faro no programa marca também um momento especial em sua trajetória. Com carreira iniciada ainda na infância, Rodrigo estreou em 1982 em um comercial de leite e rapidamente se destacou como modelo e apresentador infantil no programa ZYB Bom na TV, da TV Bandeirantes. Aos 19 anos, integrou o grupo musical Dominó e depois se formou em Rádio e TV pela USP, preparando-se para um caminho sólido na televisão e no entretenimento.
Sua estreia em novelas aconteceu em 1996, na produção Antônio Alves, Taxista, e ele seguiu atuando em títulos de destaque na Globo, como A Indomada, Malhação, Suave Veneno, O Cravo e a Rosa, A Padroeira e Chocolate com Pimenta. Cada papel contribuiu para consolidar seu talento versátil, capaz de transitar entre humor, romance e drama, preparando-o para encarar desafios em programas de auditório e reality shows.
Em 2008, Faro migrou para a Rede Record, assumindo inicialmente a apresentação do Ídolos. Pouco depois, foi chamado para substituir Márcio Garcia em O Melhor do Brasil, programa que estreou em 12 de abril e rapidamente se tornou sucesso de audiência. Entre 2013 e 2014, ele assumiu o horário dominical com o Hora do Faro, vencendo cinco Troféus Imprensa consecutivos como Melhor Apresentador, consolidando sua carreira como comunicador de destaque no país.
Além dos programas de auditório, Rodrigo apresentou realities musicais, como Canta Comigo Teen e a terceira temporada de Canta Comigo, substituindo Gugu Liberato após seu falecimento em 2019. Em dezembro de 2024, anunciou que não renovaria seu contrato com a Record, após 16 anos de casa, abrindo espaço para novos projetos e retornos estratégicos.
Agora, com sua participação no Lady Night, Rodrigo Faro retorna à TV Globo enquanto acompanha o andamento da vigésima segunda temporada do Dança dos Famosos, que já está indo ao ar, mostrando seu desempenho na competição de dança. Além disso, ele mantém negociações avançadas para novos projetos no Globoplay. O talk show comandado por Tatá Werneck será a oportunidade perfeita para revelar um lado diferente do apresentador, explorando humor, improviso e a química com a apresentadora, conhecida por conduzir entrevistas de forma irreverente e cativante.
O episódio de estreia promete momentos memoráveis, com performances hilárias, histórias inéditas e situações que colocarão Faro fora de sua zona de conforto. Entre risadas, desafios e respostas inesperadas, o público poderá conhecer detalhes curiosos da vida do apresentador, assim como sua personalidade autêntica e divertida, diferente da imagem que normalmente exibe no comando de programas próprios.
Para os fãs, a combinação de Tatá Werneck e Rodrigo Faro representa entretenimento garantido, mostrando que, mesmo com carreiras consolidadas, ambos continuam dispostos a inovar, brincar e se entregar ao improviso.
Após o sucesso estrondoso de Round 6, que levou sua carreira a um público global, Lee Jung-jae retorna à televisão sul-coreana, mas desta vez em uma direção completamente diferente. Em Nice to Not Meet You, o ator assume um papel que à primeira vista parece durão, mas logo revela camadas de humor e sensibilidade, apresentando ao público uma faceta inédita de seu talento. O primeiro teaser da série sugere uma mistura de romance e comédia, deixando os fãs ansiosos para descobrir como Lee equilibrará leveza e intensidade em cena. Abaixo, confira o vídeo divulgado:
Lee Jung-jae interpreta Im Hyun-joon, um ator cansado das tramas sérias e dramáticas que marcaram sua carreira até aqui. Em busca de algo novo, ele decide mergulhar no gênero romântico, tentando conquistar a audiência com charme, vulnerabilidade e momentos inesperados de humor. No caminho dessa transformação, Hyun-joon cruza com Wi Jing-shin, personagem de Lim Ji-yeon (A Lição), uma jornalista política que, após tentar expor um escândalo de corrupção, é transferida para cobrir entretenimento. A interação entre os dois promete diálogos ácidos, situações hilárias e cenas românticas que surpreenderão o público.
Escrita por Jung Yeo-rang (Dra. Cha), a série combina elementos clássicos de comédia romântica com críticas leves à mídia e ao ambiente político. O contraste entre uma jornalista política e o universo do entretenimento cria tensão narrativa, ao mesmo tempo que permite reflexões sobre ética, poder e os desafios enfrentados por profissionais em estruturas corporativas rígidas. Ao mesmo tempo, Im Hyun-joon lida com seu próprio conflito interno: a tentativa de se reinventar e fugir da imagem de “durão” que conquistou fama mundial, mostrando que até protagonistas consolidados podem se surpreender com novas experiências.
Um elenco que completa a história
Além de Lee e Lim Ji-yeon, a produção conta com Kim Ji-hoon (O Jogo da Morte) e Seo Ji-hye (Pousando no Amor) em papéis de apoio. Esses personagens enriquecem a narrativa com subtramas divertidas e complexas, equilibrando momentos cômicos e românticos com cenas mais sérias. A química entre o elenco principal e coadjuvantes é um dos pontos fortes da série, mantendo o ritmo leve e envolvente característico das melhores comédias românticas coreanas.
Estreia e acesso internacional
Nice to Not Meet You estreia em novembro na tvN, uma das principais emissoras de dramas da Coreia do Sul. Para o público brasileiro, a série estará disponível no Prime Video, garantindo acesso fácil e legal à produção. A expectativa é que o k-drama conquiste não apenas fãs de Lee Jung-jae, mas também aqueles que apreciam comédias românticas inteligentes, com personagens carismáticos e histórias envolventes.
O retorno estratégico de Lee Jung-jae
A participação de Lee Jung-jae marca um retorno calculado aos k-dramas após o fenômeno global de Round 6, consolidando-o como um dos atores mais versáteis da Coreia do Sul. Ao transitar do suspense intenso para a comédia romântica, ele desafia expectativas e prova que sua carreira continua em evolução. Para os fãs, é a oportunidade de ver o ator em um registro totalmente novo, combinando charme, humor e uma pitada de crítica social.
Confira o que vai rolar na novela Força de Mulher na próxima quinta-feira, 15 de maio de 2025:
O episódio promete fortes emoções, especialmente para Bahar, que mais uma vez coloca a amizade acima de seus medos, e para Ceyda, que se vê no meio de uma busca inesperada pela verdade.
Tudo começa ainda de madrugada, quando Bersan aparece na casa de Ceyda com uma notícia inesperada: ela e Bahar foram aceitas para continuar o serviço de entregas com Cem. A notícia não é exatamente animadora para Bahar, que está cada vez mais desconfiada dos negócios do chef. Mesmo assim, ao ver a amiga aflita com dívidas e sem saída, Bahar aceita seguir no trabalho — mais uma vez, colocando os outros antes de si.
Enquanto isso, Sirin se vê às voltas com uma decepção: ela flagra Emre em clima de romance com Kesmet. A jovem tenta esconder o incômodo, mas não consegue disfarçar o rancor que cresce em silêncio.
Mais adiante, um incidente com as crianças muda o clima do dia. Nisan, enciumada por causa de Arif, se desentende com o irmão e acaba machucando Doruk. Assustada com as consequências do próprio ato, a menina entra em pânico, e Bahar corre contra o tempo para levar o filho ao hospital.
Em um momento delicado, Ceyda faz uma revelação devastadora a Arif: Arda, o menino que ela acreditava ser seu filho, na verdade foi trocado na maternidade. Desesperada por respostas, ela implora que Arif converse com Kesmet, na esperança de conseguir encontrar seu verdadeiro filho.
Vem aí nos próximos capítulos de Força de Mulher…
💔 Desculpas e emoções à flor da pele Após o acidente com Doruk, Nisan se arrepende e pede desculpas a Arif, abraçando-o com carinho. Arif, tocado pela sinceridade da menina, se emociona — mas quem não reage bem é Sirin, que assiste à cena com um olhar carregado de inveja. Bahar, por sua vez, começa a estranhar o comportamento da irmã em relação a Arif.
🚨 Perigo à espreita A tensão aumenta quando a polícia começa a investigar as movimentações suspeitas de Cem. Uma operação é montada para tentar capturar o bandido, o que pode colocar Bahar e Ceyda diretamente no olho do furacão.
📚 Um gesto de amor Nisan fica encantada ao saber que a mãe está aprendendo inglês só para ajudá-la nos estudos. O carinho entre as duas renasce em meio ao caos, reforçando os laços que a vida insiste em testar.
🎭 Manipulação e chantagem Sirin, movida pelo ciúme e pelo desejo de controle, chantageia Arif para forçá-lo a sair com ela. Ele, sem alternativas, acaba cedendo e a leva para jantar — o que promete gerar novas consequências emocionais.
👮♀️ Polícia à porta Durante uma nova entrega, Bahar e Ceyda se veem em apuros. Ao chegarem no endereço, são surpreendidas por uma batida policial. Para tentar escapar, Ceyda improvisa uma história e entra no apartamento de uma senhora, buscando evitar o pior.
Quando Invasão Zumbi chegou aos cinemas, em 2016, Yeon Sang-ho provou que ainda havia espaço para contar boas histórias dentro de um gênero que muita gente já considerava desgastado. Em vez de apostar apenas na violência ou em cenas de perseguição, o diretor colocou personagens comuns diante de escolhas difíceis e transformou um simples trem em um cenário de tensão constante.
Dez anos depois, ele volta ao terror com Zona Zero (Colony), produção sul-coreana que estreia nos cinemas brasileiros em 1º de outubro. A Paris Filmes divulgou o cartaz oficial do longa, que troca os tradicionais mortos-vivos por uma ameaça biológica capaz de aprender, evoluir e reagir às estratégias dos próprios sobreviventes.
Como começa a crise?
A história acontece durante uma conferência de biotecnologia realizada em um grande complexo comercial. Pesquisadores, empresários e convidados acompanham a apresentação de uma nova tecnologia quando tudo sai do controle.
O cientista Seo Young-chul invade uma área restrita e injeta em um executivo um organismo desenvolvido por ele. Poucos minutos depois, a infecção já tomou conta do prédio. O sistema de segurança bloqueia todas as saídas, o local entra em quarentena e quem ficou lá dentro precisa encontrar uma maneira de sobreviver.
A partir desse momento, ninguém sabe exatamente o que está enfrentando.
O que diferencia os infectados de Zona Zero?
Quem assistiu ao trailer pode perceber que Yeon Sang-ho não quis repetir a fórmula dos filmes de zumbis tradicionais.
As criaturas de Zona Zero compartilham informações entre si por meio de uma rede biológica formada por micélios. Isso faz com que aprendam rapidamente. Se uma rota de fuga funciona uma vez, dificilmente dará certo de novo. Se uma armadilha atrasa o grupo, os infectados logo encontram uma forma de contorná-la.
Essa ideia muda completamente o ritmo da história. O perigo não aumenta apenas porque há mais monstros circulando pelo prédio. Ele cresce porque o inimigo passa a entender como os sobreviventes pensam.
Quem tenta manter todos vivos?
No centro da história está Kwon Se-jeong, personagem de Jun Ji-hyun. Professora de biotecnologia, ela perdeu o emprego depois de denunciar irregularidades e comparece à conferência tentando reconstruir a carreira.
Quando o prédio entra em isolamento, seu conhecimento científico se torna uma das poucas vantagens do grupo. Em vez de agir por impulso, ela observa o comportamento do organismo, procura padrões e tenta descobrir pontos fracos antes que seja tarde demais.
Ao lado dela está Choi Hyun-seok, interpretado por Ji Chang-wook. Segurança do edifício, ele havia levado a irmã para almoçar no local justamente no dia do evento. Depois do início da contaminação, seu objetivo deixa de ser apenas escapar. Ele tenta manter a irmã em segurança, mesmo quando a situação parece não ter saída.
Já o responsável por toda a tragédia é Seo Young-chul, vivido por Koo Kyo-hwan. Ex-pesquisador de uma empresa de biotecnologia, ele acredita que seu trabalho foi roubado e decide transformar sua pesquisa em um ato de vingança.
Existe uma forma de enfrentar a contaminação?
Boa parte da tensão do filme nasce justamente dessa busca por respostas.
Os personagens descobrem que alguns produtos conseguem interferir temporariamente no organismo responsável pela infecção. Perfumes, compostos químicos e até o sistema de combate a incêndio do prédio passam a ser usados em tentativas improvisadas de abrir caminho pelos corredores.
Nada funciona por muito tempo. Cada descoberta oferece apenas alguns minutos de vantagem antes que os infectados encontrem uma forma de reagir.
Esse detalhe impede que a narrativa fique repetitiva. Sempre que o grupo acredita ter encontrado uma solução, o cenário muda novamente.
A história fica apenas dentro do prédio?
Não.
Parte da narrativa acompanha os acontecimentos do lado de fora. Gong Seol-hee, interpretada por Shin Hyun-been, perde contato com o marido, preso dentro da área de quarentena, e passa a colaborar com uma equipe de investigação.
As buscas levam os agentes até laboratórios ligados ao cientista responsável pelo ataque. Aos poucos, surgem respostas sobre a origem do organismo e sobre o tamanho do risco que ele representa caso consiga ultrapassar os limites do edifício.
Essa mudança de perspectiva ajuda a ampliar a história sem tirar o foco dos sobreviventes que continuam presos.
Quem está por trás do filme?
Yeon Sang-ho divide o roteiro com Choi Gyu-seok, parceiro de longa data em outros projetos. Os dois voltam a trabalhar com temas ligados à ciência, interesses corporativos e consequências de pesquisas conduzidas sem qualquer limite ético.
O elenco reúne nomes bastante conhecidos do cinema e da televisão sul-coreanos. Jun Ji-hyun lidera a produção ao lado de Ji Chang-wook, Koo Kyo-hwan, Kim Shin-rok, Shin Hyun-been e Go Soo.
Quando Zona Zero chega aos cinemas?
A estreia brasileira está marcada para 1º de outubro, com distribuição da Paris Filmes.
No capítulo de Êta Mundo Melhor que vai ao ar nesta quarta-feira, 17 de setembro, Sabiá acompanha Candinho, Zulma e Aladin em uma busca desesperada por Samir e Jasmin, tentando descobrir o paradeiro dos dois enquanto o perigo se aproxima. Samir, acuado, teme as atitudes cada vez mais perigosas de Marilda e Aderbal e clama pela ajuda de Candinho, sentindo-se sem saída. Estela visita Ernesto na delegacia, enquanto Samir, em desespero, ouve a voz de Asdrúbal e implora que o professor venha resgatá-lo. Ao mesmo tempo, Haydée sofre com a frieza de Lúcio, que ignora seus sentimentos e a deixa angustiada.
Policarpo guia Candinho, oferecendo informações cruciais para localizar Samir, enquanto Carneiro anuncia que Cunegundes deve ser internada, adicionando mais tensão à trama. Sandra, determinada a resolver seus próprios problemas, ignora o Barão e pede ajuda a Inês, mostrando sua independência. Por fim, Marilda e Aderbal aprisionam Asdrúbal, Picolé, Zé dos Porcos e Jasmin junto com Samir no galpão, consolidando a ameaça e colocando todos em grave perigo, aumentando a urgência da intervenção de Candinho e seus aliados.
O que vai rolar nos próximos capítulos de Êta Mundo Melhor?
Samir mantém a esperança e afirma aos amigos que Candinho virá em socorro de todos, reforçando a confiança de que serão salvos. Enquanto isso, Carneiro cumpre sua função e leva Cunegundes para ser internada, causando desespero em Quinzinho, que desfalece ao descobrir que a esposa foi retirada de casa. Ernesto provoca Celso na delegacia, e o delegado anuncia que ele será transferido, aumentando a tensão entre os envolvidos. Sandra, por sua vez, confidencia a Inês seus conhecimentos sobre venenos, demonstrando inteligência e preparo em meio ao caos.
Candinho finalmente encontra o galpão e garante a Samir e aos amigos que os libertará, mesmo diante do medo de não conseguir cumprir sua missão. Tobias demonstra incômodo ao ver Lauro levando Sônia para comprar vestidos, e Simbá aproveita para mentir e intrigar Anabela contra Aladin. Celso discute com Estela, culminando no fim do relacionamento dos dois, enquanto Olímpia não perde a oportunidade de falar mal de Dita ao vivo na rádio, provocando mais conflitos.
O chefe de Marilda e Aderbal chega ao local de Samir e Jasmin, aumentando o risco para todos. Candinho, Zulma e Aladin, conscientes da dificuldade da situação, tentam abrir a porta do galpão antes que o carro de Marilda e Aderbal se aproxime. Com coragem e rapidez, Candinho consegue salvar os amigos, trazendo alívio momentâneo.
Enquanto isso, Rogério comunica a Dita que não poderá mais contratá-la na rádio, e ela decide confrontar Olímpia, que exige que Margarida expulse Dita da pensão, alimentando rivalidades e ressentimentos. Estela e Anabela sofrem pelas consequências da separação de Celso e Aladin, e Zulma se mostra preocupada com a proximidade crescente entre Candinho e Samir. Cunegundes, desesperada, tenta socorrer Quinzinho, ainda inconsciente, completando o cenário de tensão, alívio e intrigas que marcam a trama.
Nesta segunda-feira, 12 de maio de 2025, o Conversa com Bial entra no clima da música e das emoções ao receber dois artistas que representam diferentes gerações e estilos dentro da cena brasileira. De um lado, o consagrado cantor, compositor e ex-secretário de Cultura da Paraíba, Chico César, que comemora três décadas de uma carreira marcada por poesia, engajamento político e sonoridade única. Do outro, o jovem Jota.Pê, um nome em ascensão que já soma três prêmios Grammy Latino e vem se consolidando como uma das grandes promessas da nova MPB.
Durante o bate-papo com Pedro Bial, os artistas compartilham histórias de bastidores, falam sobre seus processos criativos e comentam o papel da música como ferramenta de transformação social e identidade cultural. Chico César revisita momentos marcantes de sua trajetória, desde o sucesso de “Mama África” até seus trabalhos mais recentes, enquanto Jota.Pê fala sobre suas influências, conquistas e os caminhos que trilhou até ser reconhecido internacionalmente.
Além da conversa envolvente, o programa promete trechos musicais que emocionam o público, criando uma noite especial que homenageia a diversidade e a riqueza da música popular brasileira.
Depois de anos dominando as redes sociais, lançando tendências de moda e transformando Paris em cenário dos sonhos para milhões de fãs, Emily em Paris já tem data para encerrar sua trajetória. A Netflix confirmou oficialmente que a produção estrelada por Lily Collins chegará ao fim em sua sexta e última temporada, colocando ponto final em uma das séries românticas mais populares da plataforma.
A novidade foi anunciada pela própria Netflix através de um vídeo divulgado nas redes sociais com Lily Collins diretamente dos bastidores da produção. Além de confirmar o retorno da série, a atriz revelou que as gravações da temporada final já começaram na Grécia. Depois disso, a equipe seguirá para Mônaco antes de retornar para Paris, cidade que virou símbolo absoluto da produção desde sua estreia.
O anúncio rapidamente movimentou os fãs da série, principalmente porque Emily em Paris se tornou muito maior do que apenas uma comédia romântica de streaming. Entre romances intensos, conflitos profissionais, figurinos extravagantes e cenários europeus luxuosos, a produção criada por Darren Star virou um verdadeiro fenômeno global desde o lançamento, em 2020.
Como Emily em Paris virou um fenômeno da Netflix?
Quando estreou, muita gente acreditava que a série seria apenas mais uma produção romântica ambientada na Europa. Só que o contexto acabou ajudando Emily em Paris a crescer rapidamente. Em meio ao período de pandemia, o público encontrou na série uma espécie de escapismo perfeito: viagens, moda, festas, romances e uma versão extremamente idealizada da vida parisiense.
A trama acompanha Emily Cooper, uma jovem executiva de marketing de Chicago que se muda para Paris após receber uma oportunidade profissional inesperada em uma tradicional agência francesa. Lá, ela passa a enfrentar diferenças culturais, desafios no trabalho e uma rotina completamente diferente da vida que levava nos Estados Unidos.
Ao mesmo tempo em que recebia críticas por estereótipos exagerados sobre os franceses, a série também conquistava uma audiência extremamente fiel. Cafeterias mostradas nos episódios passaram a receber turistas do mundo inteiro, os figurinos usados pela protagonista começaram a viralizar nas redes sociais e diversos cenários da série viraram pontos disputados em Paris.
Quem retorna para a última temporada?
A sexta temporada reunirá praticamente todos os personagens centrais que marcaram a trajetória da série. Além de Lily Collins retornando como Emily Cooper, o elenco também contará novamente com Ashley Park no papel de Mindy, melhor amiga da protagonista e uma das personagens mais queridas pelos fãs.
Lucas Bravo segue interpretando Gabriel, personagem envolvido em alguns dos romances mais turbulentos da série, enquanto Philippine Leroy-Beaulieu retorna como Sylvie, executiva francesa que se tornou uma das figuras mais elogiadas da produção graças ao humor ácido e à personalidade sofisticada.
Também estão confirmados Samuel Arnold, Bruno Gouery, Camille Razat e Lucien Laviscount. Agora, a expectativa gira em torno de como a série pretende encerrar os relacionamentos e conflitos que acompanharam Emily ao longo das temporadas.
Por que a Netflix decidiu encerrar a série?
Mesmo continuando extremamente popular, a série já vinha dando sinais de desgaste narrativo para parte do público. Muitos fãs começaram a apontar que alguns romances e conflitos profissionais passaram a seguir estruturas repetidas entre as temporadas mais recentes.
Ao confirmar que a sexta será oficialmente a última temporada, a Netflix evita prolongar a produção além do necessário e transforma o encerramento em um grande evento para os assinantes. A estratégia segue um movimento cada vez mais comum no streaming: finalizar séries populares antes que elas percam força com o público.
Além disso, Darren Star já havia indicado anteriormente que Emily em Paris nunca foi pensada para durar indefinidamente. Desde o começo, a ideia principal da série era acompanhar a experiência temporária de Emily vivendo fora dos Estados Unidos e tentando encontrar seu espaço em uma nova cultura.
Agora, a história finalmente se aproxima de seu desfecho definitivo.
O que esperar do fim da série?
Ainda existem poucos detalhes revelados sobre a trama da sexta temporada, mas as novas locações já mostram que a série pretende apostar em um encerramento ainda mais grandioso visualmente.
As gravações na Grécia e em Mônaco devem ampliar o clima luxuoso e internacional da produção, mantendo viagens, festas sofisticadas e paisagens europeias como parte importante da narrativa.
Mesmo assim, Paris continua sendo o coração da série. Desde a estreia, diversos bairros e pontos turísticos da cidade ajudaram a construir a identidade visual da produção. Locais como a Place de l’Estrapade ficaram conhecidos mundialmente graças às cenas envolvendo o apartamento de Emily, o restaurante de Gabriel e a tradicional padaria mostrada nos episódios.
Na “Sessão da Tarde” de segunda, Globo exibe “Descendentes 3“
Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo convida os telespectadores a uma última viagem ao universo de Auradon com a exibição de Descendentes 3, a terceira e emocionante parte da franquia original do Disney Channel que conquistou milhões de fãs pelo mundo. O filme, dirigido por Kenny Ortega — conhecido por seu trabalho em High School Musical — será exibido na “Sessão da Tarde”, prometendo encantar públicos de todas as idades com uma história repleta de aventura, música e redenção.
Lançado em 2019, Descendentes 3 marca o desfecho da jornada dos filhos dos maiores vilões da Disney, consolidando a franquia como uma das mais influentes e queridas da nova geração. A produção também ficou marcada por ser o último trabalho completo do ator Cameron Boyce, que interpretava Carlos, filho de Cruella de Vil, e faleceu pouco antes do lançamento oficial. O filme, portanto, carrega uma carga emocional ainda mais profunda para os fãs que cresceram acompanhando a saga.
Um mundo dividido por herança… e por escolha
Descendentes 3 dá continuidade à proposta da franquia: imaginar como seria um mundo onde os heróis e vilões da Disney envelheceram, formaram famílias e passaram seus legados — e suas cargas — para seus filhos. Mal (Dove Cameron), filha de Malévola e Hades, está prestes a se tornar rainha de Auradon, após aceitar o pedido de casamento do Rei Ben (Mitchell Hope), filho de Bela e Fera.
Mas como sempre acontece em histórias boas, nem tudo corre como o esperado.
Enquanto se prepara para o grande dia, Mal é confrontada por uma série de ameaças que colocam seu futuro — e o de Auradon — em risco. Audrey (Sarah Jeffery), filha da Princesa Aurora, rouba o cetro de Malévola e a coroa do reino, mergulhando na escuridão e se tornando uma versão corrompida de si mesma. Ao mesmo tempo, Hades (Cheyenne Jackson), pai de Mal e senhor do submundo, tenta romper a barreira mágica que isola a Ilha dos Perdidos — um lugar destinado a manter os vilões afastados da sociedade “civilizada”.
A história mergulha em temas como identidade, escolhas pessoais, reconciliação com o passado e o poder de mudar o próprio destino. Para isso, Mal conta com a ajuda dos fiéis amigos Evie (Sofia Carson), Jay (Booboo Stewart) e Carlos (Cameron Boyce), que também voltam à Ilha Proibida com o objetivo de convidar uma nova geração de filhos de vilões a se juntarem à vida em Auradon.
Entre magia, dança e emoção: um musical sobre transformação
Dirigido por Kenny Ortega, mestre das coreografias e das narrativas juvenis cheias de energia, Descendentes 3 mistura elementos de aventura, fantasia, comédia e musical. As cenas de dança coreografadas com precisão e os números musicais contagiantes são parte essencial da identidade da franquia.
As canções originais, como “Queen of Mean”, interpretada por Sarah Jeffery (Audrey), e “Night Falls”, cantada pelo elenco principal, são poderosos reflexos dos dilemas emocionais vividos pelos personagens. Cada música marca um momento de virada, de descoberta ou de conflito — e é esse equilíbrio entre o lúdico e o simbólico que tornou os Descendentes tão populares.
A música, aliás, é mais do que trilha sonora: é o fio condutor da trama. É através dela que os personagens expressam suas frustrações, sonhos, dúvidas e até seus pedidos de perdão.
Elenco carismático e inesquecível
Um dos grandes trunfos de Descendentes 3 é seu elenco jovem, talentoso e absolutamente carismático. Dove Cameron volta a brilhar no papel da corajosa Mal, em uma interpretação mais madura, complexa e emocional do que nos filmes anteriores. Ao seu lado, Sofia Carson, Booboo Stewart e Cameron Boyce formam o núcleo central da história, mostrando a evolução dos filhos dos vilões desde a primeira vez que cruzaram os portões de Auradon.
A performance de Cameron Boyce, em especial, emociona ainda mais neste filme, já que o ator faleceu em julho de 2019, pouco antes do lançamento. Sua presença no longa é cheia de vida, leveza e humor — qualidades que sempre o acompanharam dentro e fora das telas. A Disney prestou homenagens a ele na estreia e em materiais promocionais, e os fãs ao redor do mundo mantêm viva sua memória até hoje.
Completam o elenco nomes como Sarah Jeffery (Audrey), Cheyenne Jackson (Hades), China Anne McClain (Uma), Jadah Marie (Celia), Thomas Doherty (Harry Gancho), Dylan Playfair (Gil), Anna Cathcart (Dizzy Tremaine) e Mitchell Hope (Ben), além de participações especiais de personagens consagrados dos dois primeiros filmes.
De filhos de vilões… a construtores de pontes
Se o primeiro Descendentes falou sobre aceitação e o segundo sobre lealdade, o terceiro filme é, acima de tudo, sobre perdão e construção de pontes. Mal, que durante muito tempo temeu o próprio passado, precisa agora se reconciliar com sua origem para poder construir um futuro diferente — não apenas para si, mas para todas as crianças da Ilha dos Perdidos.
A decisão de abrir Auradon para os jovens da ilha é carregada de significados. A mensagem é clara: ninguém deve ser definido pelas escolhas dos pais. O filme mostra que herança não é destino e que todos — inclusive os “filhos dos vilões” — merecem a chance de recomeçar.
Esse discurso, apesar de inserido em um contexto mágico e lúdico, ecoa fortemente na realidade de muitos jovens que se sentem à margem, estigmatizados ou limitados por suas histórias familiares. Descendentes 3 consegue abordar esse tema com leveza e ao mesmo tempo profundidade.
Um adeus carregado de emoção
Mais do que um capítulo final, Descendentes 3 é uma despedida. E despedidas sempre doem um pouco, especialmente quando envolvem personagens com os quais criamos laços ao longo dos anos.
A narrativa fecha ciclos, responde perguntas, dá espaço para que os personagens cresçam e encerrem suas jornadas de forma digna. Não há vilões definitivos nem heróis perfeitos. O filme propõe a ideia de que todos somos passíveis de erro — e também de redenção.
O reencontro com personagens queridos, o fechamento de arcos emocionais e a maturidade alcançada pelos protagonistas fazem com que esse último capítulo tenha gosto de saudade. Para os fãs, é impossível assistir sem se lembrar da trajetória iniciada em 2015, quando Mal, Evie, Carlos e Jay atravessaram pela primeira vez os portões de Auradon.
Legado e continuação
Apesar de ser o último filme da trilogia principal, a franquia Descendentes ainda rendeu uma animação especial — Descendants: The Royal Wedding — exibida em 2021, que mostrou o casamento de Mal e Ben. Desde então, rumores de novos projetos no universo expandido vêm circulando entre os fãs.
Em 2023, a Disney confirmou o desenvolvimento de Descendants: The Rise of Red, uma nova produção derivada que explora outros descendentes de vilões clássicos. Embora Mal e sua turma não estejam diretamente envolvidos, o legado da trilogia original está mais vivo do que nunca.
Na “Sessão da Tarde” de terça, “Nunca Te Esquecerei” é o grande destaque
Na terça-feira, 29 de julho de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo leva ao ar o drama sensível e tocante “Nunca Te Esquecerei”, estrelado por Nick Nolte e Sophia Lane Nolte, que traz à tona as nuances delicadas do Alzheimer, da memória afetiva e dos vínculos eternos entre avós e netos.
Poucos filmes conseguem tocar o coração com tanta doçura e ao mesmo tempo provocar reflexões profundas sobre o tempo, a perda e o amor como Nunca Te Esquecerei (Head Full of Honey, 2018). Dirigido pelo alemão Til Schweiger e inspirado em sua obra anterior – o sucesso europeu Honig im Kopf (2014) – o longa ganha novo fôlego nesta versão teuto-americana, reimaginada para o público internacional, mas sem perder a essência emocional da história original.
Nesta terça, os telespectadores brasileiros terão a chance de mergulhar nessa comovente jornada na Sessão da Tarde, numa tarde que promete lágrimas, sorrisos e memórias à flor da pele.
Uma viagem contra o esquecimento
A trama gira em torno de Amadeus (Nick Nolte), um idoso carismático que está nos estágios iniciais do Alzheimer. Antes que a doença leve embora todas as suas lembranças, sua neta Matilda (interpretada por sua filha na vida real, Sophia Lane Nolte) decide embarcar com ele em uma última e inesquecível viagem à cidade de Veneza — lugar onde Amadeus viveu momentos marcantes com sua falecida esposa.
Mas essa não é apenas uma viagem geográfica. É uma travessia emocional, carregada de afeto, ternura e também de momentos cômicos e desconcertantes causados pelos lapsos de memória do protagonista. A presença da neta, pura em sua intenção de ajudar o avô a resgatar o passado, torna tudo mais especial e tocante.
A relação entre os dois é o verdadeiro fio condutor da narrativa. Matilda, em sua inocência e sensibilidade, se torna o pilar emocional da história — e a bússola de Amadeus nesse mar revolto que é o esquecimento.
Pai e filha na ficção e na vida real
Um dos grandes destaques de Nunca Te Esquecerei está fora da tela: a relação real entre Nick Nolte e sua filha, Sophia Lane Nolte. Interpretando avô e neta, os dois trazem à cena uma química inegável, que empresta à narrativa uma dose extra de autenticidade e emoção.
Nick Nolte, veterano de Hollywood com indicações ao Oscar por O Príncipe das Marés (1991) e Guerreiro (2011), mostra aqui uma performance sensível e cheia de nuances. Sophia, por sua vez, surpreende com uma atuação delicada e intensa, mesmo sendo seu primeiro grande papel no cinema.
A cumplicidade entre os dois é tão evidente que o espectador esquece que está assistindo a uma ficção. Os olhares trocados, os gestos de carinho, os silêncios compartilhados — tudo contribui para uma narrativa que parece saída da vida real.
Refilmagem emocional com sotaque europeu
Head Full of Honey é, na verdade, uma refilmagem americana do longa-metragem alemão Honig im Kopf (2014), também dirigido por Til Schweiger. Na versão original, o filme foi um fenômeno na Alemanha, tendo atraído mais de sete milhões de espectadores e sendo eleito um dos maiores sucessos de bilheteria daquele ano.
Ciente do potencial da história, Schweiger decidiu levá-la a novos públicos, adaptando-a para o inglês e escalando um elenco internacional com nomes como Matt Dillon (Crash – No Limite), Emily Mortimer (A Invenção de Hugo Cabret), Jacqueline Bisset (Assassinato no Expresso do Oriente), Eric Roberts (Batman: O Cavaleiro das Trevas), entre outros.
As filmagens aconteceram em locações pitorescas da Alemanha e da Itália, com destaque para as belas paisagens de Veneza, que servem como pano de fundo para os momentos mais poéticos da trama. A trilha sonora suave e as imagens delicadas colaboram para construir a atmosfera nostálgica e contemplativa da obra.
Memória, perda e amor: temas que falam à alma
Ao tratar do Alzheimer, Nunca Te Esquecerei aborda com sensibilidade uma das doenças mais devastadoras do século XXI — não apenas para quem sofre com ela, mas também para os familiares e cuidadores. A narrativa opta por um olhar humanizado, sem cair em dramatizações excessivas ou sentimentalismo forçado.
O filme convida o público a refletir sobre o que significa perder as próprias lembranças, e como o amor pode persistir mesmo quando as palavras e os rostos começam a desaparecer. Em tempos de relações tão rápidas e digitais, essa história resgata o valor dos vínculos genuínos — daqueles que sobrevivem à passagem do tempo e ao esquecimento.
Amadeus, mesmo confuso, ainda carrega em si a centelha da ternura. Matilda, mesmo jovem, entende que amar é cuidar, é lembrar por dois, é insistir na esperança. E assim, juntos, eles constroem uma última aventura que vale mais do que qualquer lembrança: uma conexão que permanece na alma, mesmo quando a mente falha.
Uma recepção discreta, mas uma mensagem poderosa
Apesar do sucesso estrondoso do original alemão, a versão americana de Head Full of Honey teve uma recepção modesta. Nos cinemas da Alemanha, onde foi exibida como prévia para o público local, o filme arrecadou apenas US$ 65 mil nas primeiras duas semanas, contrastando com a bilheteria expressiva de seu antecessor.
A crítica também se dividiu. Alguns veículos apontaram certa dificuldade de ritmo e de tom na nova versão. Outros, no entanto, elogiaram a atuação sincera de Nick Nolte e a beleza das locações. Mas, independentemente de números ou resenhas, a verdade é que há filmes que não se medem por bilheteria — e sim por impacto emocional.
Nunca Te Esquecerei é um desses filmes. Uma obra que, apesar de discreta, tem o poder de tocar corações, despertar memórias e inspirar olhares mais ternos sobre o envelhecimento e os laços familiares.
Vale assistir?
Sim. E não apenas por ser um filme bonito — mas porque ele provoca uma reconexão com aquilo que realmente importa: as pessoas, as histórias, os momentos que carregamos conosco, mesmo quando a memória começa a falhar.
Se você tem ou teve um avô, se já cuidou de alguém que enfrenta o Alzheimer, ou se simplesmente quer ver uma história humana, tocante e verdadeira, não deixe de assistir. Prepare um lenço, abra o coração e permita-se lembrar que, no fim, o amor é a memória mais forte que temos.
Quarta é dia de nostalgia com Pica-Pau: O Filme
Nesta quarta, 30 de julho, a tarde da Globo traz uma boa dose de confusão, gargalhadas e nostalgia com Pica-Pau: O Filme (Woody Woodpecker), uma comédia infantojuvenil que resgata o clássico personagem criado por Walter Lantz e Ben Hardaway. O longa, lançado em 2017, mistura live-action com animação digital e promete entreter toda a família com as travessuras do pássaro mais encrenqueiro dos desenhos animados.
A história: o bico afiado contra o concreto
Na trama, o advogado Lance Walters (Timothy Omundson) decide construir uma casa de luxo em uma área verde próxima à fronteira com o Canadá, herdada de seu pai. Ao lado da noiva Vanessa (interpretada pela brasileira Thaila Ayala) e do filho adolescente Tommy (Graham Verchere), ele se instala no terreno paradisíaco. O que ele não esperava era encontrar um morador local nada pacato: o Pica-Pau, que vive justamente na árvore marcada para ser derrubada.
O pássaro, dublado por Eric Bauza, usa toda a sua criatividade para impedir a construção. O embate entre o homem e a natureza se transforma em uma verdadeira guerra cômica, recheada de armadilhas, quedas, explosões e, claro, a risada inconfundível do protagonista.
Um elenco internacional com tempero brasileiro
Além do elenco americano, o filme conta com a participação da atriz brasileira Thaila Ayala, em seu primeiro papel internacional de destaque. Ela vive a vaidosa Vanessa, namorada de Lance, que se vê envolvida nas confusões do pássaro maluco.
Outro destaque vai para Graham Verchere, que interpreta Tommy, o filho de Lance. Durante o conflito entre o pai e o Pica-Pau, o jovem se aproxima do pássaro, iniciando uma improvável amizade — e servindo de ponte para reflexões sobre empatia e convivência com a natureza.
Bastidores e lançamento curioso
Pica-Pau: O Filme foi dirigido por Alex Zamm e teve suas filmagens realizadas no Canadá, em meio a belas paisagens naturais. A produção inicialmente seria inteiramente animada e chegou a ser pensada pela Illumination Entertainment, responsável por sucessos como Meu Malvado Favorito. No entanto, o projeto foi reformulado para o formato híbrido que conhecemos hoje.
Curiosamente, o Brasil foi o primeiro país a receber o filme nos cinemas, em outubro de 2017. O personagem, que tem enorme popularidade entre o público brasileiro, ganhou até uma turnê promocional, com pessoas fantasiadas visitando capitais como São Paulo, Manaus e Olinda. Cenas icônicas dos desenhos animados foram recriadas em pontos turísticos, como as Cataratas do Iguaçu.
Para rir e lembrar
Mais do que uma comédia infantil, o filme fala sobre respeito à natureza, família e o valor da amizade — tudo isso com o bom humor clássico do Pica-Pau. Para os adultos, é uma viagem ao passado. Para os pequenos, uma porta de entrada para o universo de um dos personagens mais carismáticos da animação.
“Uma Prova de Amor” emociona na Sessão da Tarde de quinta (31/07)
Na tarde desta quinta-feira, 31 de julho de 2025, a emissora exibe na Sessão da Tarde um dos dramas mais tocantes do cinema dos anos 2000: “Uma Prova de Amor” (My Sister’s Keeper, 2009). Com direção sensível de Nick Cassavetes, o longa emociona por abordar com profundidade um dos temas mais delicados da vida: até onde alguém pode — ou deve — ir por amor a um filho?
Logo nos primeiros minutos, o espectador é inserido no universo intenso da família Fitzgerald. Tudo começa com a pequena Anna (vivida com doçura e força por Abigail Breslin, de Pequena Miss Sunshine), uma menina que, aos 11 anos, toma uma atitude inesperada: ela procura um advogado e entra com um processo judicial contra seus próprios pais. O motivo? Ela quer o direito de decidir o que fazer com seu corpo — ou melhor, o direito de dizer “não”.
A situação é complexa e dolorosa: Anna foi concebida, através de fertilização in vitro, com um propósito específico — ser compatível com sua irmã mais velha, Kate (Sofia Vassilieva), que desde os 2 anos luta contra uma leucemia agressiva. Desde bebê, Anna vem doando células, sangue e tecidos para manter a irmã viva. Mas agora, ela foi informada de que precisará doar um rim, e sua resposta é um não — um “não” que ecoa como um grito por autonomia, por identidade, por infância.
Do outro lado da história está Sara Fitzgerald, interpretada com garra e fragilidade por Cameron Diaz, uma mãe que abandonou a própria carreira como advogada para se dedicar integralmente à luta pela vida de Kate. Sara é intensa, determinada, e, como muitas mães, se vê disposta a tudo por sua filha — até mesmo ultrapassar limites éticos e emocionais. O que ela não esperava era ser confrontada pela própria filha mais nova, aquela que deveria ser a “solução”.
Entre sessões no hospital, consultas jurídicas e silêncios carregados, o longa constrói uma narrativa poderosa sobre laços familiares, amor em estado bruto e os limites da doação. O pai, Brian (Jason Patric), surge como um contraponto mais sensível e equilibrado, enquanto o advogado excêntrico Campbell Alexander (Alec Baldwin) e a juíza vivida por Joan Cusack completam o quadro com delicadeza.
Mas o que realmente faz de Uma Prova de Amor uma obra tão marcante é a sua humanidade. Não há vilões ou mocinhos — apenas pessoas tentando sobreviver ao impensável, convivendo com a ideia de que a filha pode morrer. A atmosfera do filme é intensa, mas nunca apelativa. Ao contrário: cada decisão dos personagens é atravessada por camadas de amor, desespero, culpa e compaixão.
Com um elenco comprometido, uma trilha sonora delicada e uma reviravolta que surpreende até os espectadores mais atentos, o filme também traz uma questão filosófica difícil de engolir: é justo trazer uma criança ao mundo com um objetivo específico? Quem decide o que é certo ou errado quando a vida de alguém está em jogo? E o que significa, de fato, amar alguém incondicionalmente?
Adaptado do best-seller de Jodi Picoult, o roteiro equilibra com sensibilidade os diálogos afiados com momentos silenciosos que falam mais do que mil palavras. A escolha do diretor Nick Cassavetes (o mesmo de Diário de uma Paixão) pelo tom intimista e cru dá profundidade emocional a cada cena — da dor contida nos olhares à doçura das lembranças entre irmãs.
Mesmo com o peso do tema, o filme consegue emocionar sem soar manipulador. Há leveza em alguns momentos, especialmente na relação entre Kate e seu namorado no hospital, e há beleza até na tristeza que se instala pouco a pouco. A despedida, quando chega, não é só uma despedida de um personagem, mas de um tempo, de uma luta, de um vínculo forjado entre o espectador e essa família ficcional — tão real em sua imperfeição.
Para quem ainda não viu ou quer rever, Uma Prova de Amor é aquele tipo de filme que convida à reflexão e ao acolhimento. Um convite para pensar sobre as múltiplas formas de amar — e sobre como nem sempre as decisões mais difíceis são as erradas.
“Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” invade a TV Globo com adrenalina, ação e paisagens cariocas
Nesta sexta-feira, 1º de agosto, a TV Globo vai tirar os freios da programação e colocar o pé no acelerador com “Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” na Sessão da Tarde. Mais do que um blockbuster recheado de ação, o quinto capítulo da franquia que virou fenômeno mundial tem um sabor especial para o público brasileiro: boa parte da história se passa (e foi filmada) no Rio de Janeiro.
Entre perseguições com cofres de 10 toneladas, becos cheios de história e favelas pulsando vida, o longa não apenas mergulha o espectador em um espetáculo de alta octanagem, como também traz um retrato — ainda que hollywoodiano — da Cidade Maravilhosa como pano de fundo de um dos maiores assaltos do cinema moderno. Mas afinal, por que esse filme segue sendo tão marcante para os fãs, especialmente os brasileiros?
Vamos voltar no tempo, abrir as portas dos carros tunados da memória e embarcar nessa jornada.
Quando a velocidade encontrou o Brasil
Lançado em 2011, Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio (ou Fast Five, no original) não foi só mais um capítulo da série. Foi o ponto de virada. A franquia, até então centrada em corridas ilegais e carros turbinados, decidiu dobrar a aposta: transformou-se em um verdadeiro épico de ação global. E a escolha do Brasil como cenário não foi mero acaso.
Depois de quatro filmes com altos e baixos, os produtores sabiam que era hora de reinventar. A solução? Uma mistura explosiva: unir todos os personagens icônicos da saga, injetar humor, espionagem e um plano de assalto cinematográfico — tudo com a energia vibrante do Rio como moldura. Era o nascimento de uma nova fase para a franquia.
“Foi uma decisão criativa e estratégica. Queríamos explorar um novo tom, com escala internacional e uma trama que fosse além das corridas. O Rio foi escolhido por sua beleza, caos urbano e cultura pulsante”, disse o diretor Justin Lin na época do lançamento.
Um assalto cinematográfico em solo carioca
Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e Brian O’Conner (Paul Walker) se refugiam no Brasil após resgatarem Dom de uma prisão nos EUA. Em busca de uma vida nova, aceitam participar de um roubo de carros que rapidamente se revela uma armadilha. Para limpar seus nomes e garantir liberdade definitiva, eles decidem realizar um último e ousado assalto: roubar 100 milhões de dólares do cofre de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida), um poderoso e corrupto empresário com tentáculos no crime carioca.
Para isso, convocam um time de elite: Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris), Han (Sung Kang), Gisele (Gal Gadot) e outros rostos conhecidos da saga se juntam para formar a “família”. O que segue é uma combinação irresistível de ação, humor e emoção — com direito a reviravoltas, confrontos físicos de tirar o fôlego e a famosa cena do cofre sendo arrastado pelas ruas do Rio.
O Brasil nos olhos de Hollywood — e vice-versa
Apesar do nome “Operação Rio” e das cenas ambientadas na cidade, vale destacar: muitas sequências não foram realmente filmadas no Brasil. Questões logísticas, segurança e custos levaram a equipe a recriar parte das favelas em Porto Rico e filmar cenas de perseguição em outras localidades.
Ainda assim, o impacto foi real. A favela fictícia onde boa parte da história se desenrola foi inspirada no Morro do Vidigal e em outras comunidades cariocas. A produção também contou com locações reais, como o Cristo Redentor, Lapa, Copacabana e Aterro do Flamengo.
Para muitos brasileiros, ver o país estampado em um filme de ação tão grandioso — ainda que por lentes estereotipadas — foi um marco cultural. Houve, sim, críticas sobre a representação do Brasil como um lugar perigoso e dominado por milícias, mas também houve orgulho: o país virou cenário de um blockbuster global, com Vin Diesel e Paul Walker correndo pelas ladeiras cariocas.
A força de um legado (e da “família”)
“Velozes & Furiosos 5” também ficou marcado por consolidar de vez o tema mais querido pelos fãs: a importância da família. Mais do que motores rugindo e explosões em câmera lenta, o longa fala sobre união, lealdade, sacrifício e laços que vão além do sangue.
Foi nesse capítulo que a franquia deixou de ser apenas sobre carros para se tornar sobre personagens. E isso se refletiu no coração do público. A química entre Vin Diesel e Paul Walker atinge seu ápice, e o carisma de Dwayne “The Rock” Johnson como o agente Luke Hobbs eleva o conflito a um novo nível. Os embates físicos entre Hobbs e Dom são brutais, quase como lutas de titãs — e, não à toa, viraram memes e gifs eternos na cultura pop.
Bastidores de uma superprodução
O filme foi gravado em tempo recorde, com orçamento estimado em US$ 125 milhões. O diretor Justin Lin revelou, anos depois, que uma das maiores preocupações era manter o espírito “de rua” dos primeiros filmes, mesmo com toda a escala hollywoodiana.
“Queríamos que o público sentisse o calor do asfalto, a poeira nas vielas, o barulho dos motores em ruas apertadas. E ao mesmo tempo, mostrar que esses personagens estavam crescendo, evoluindo para missões maiores”, contou Lin em entrevista ao Collider.
As gravações movimentaram centenas de profissionais brasileiros, desde figurantes até técnicos de som e motoristas. Para muitos deles, participar da produção foi uma oportunidade única — uma chance de vivenciar o ritmo frenético de uma superprodução.
Paul Walker e o carinho eterno dos fãs
Rever Paul Walker em cena é sempre um momento agridoce. O ator, falecido tragicamente em 2013 em um acidente de carro, ainda é lembrado com carinho pelos fãs da franquia e pelo elenco. Sua presença em Velozes & Furiosos 5 é vibrante, leve e cheia de carisma — lembrando o quanto ele foi essencial para o sucesso da série.
“Paul era o coração da franquia. Tinha uma energia única, uma paixão sincera pelo que fazia. Ele amava carros, amava o Brasil, e se divertiu muito durante as filmagens”, relembrou Vin Diesel em um tributo emocionante em 2021, na celebração dos 10 anos do filme.