Viver Sertanejo reúne Gilberto & Gilmar e Zé Henrique & Gabriel em encontro especial de gerações neste domingo (22)

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O programa Viver Sertanejo deste domingo, 22 de março, leva ao público uma edição marcada pela união entre tradição e renovação na música sertaneja. Apresentado por Daniel, o episódio reúne no mesmo palco as duplas Gilberto & Gilmar e Zé Henrique & Gabriel, em uma conversa que mistura histórias de vida, bastidores da carreira e interpretações de grandes sucessos.

Com mais de cinco décadas dedicadas à música, Gilberto & Gilmar são reconhecidos como nomes importantes na consolidação do sertanejo romântico no Brasil. Durante a participação no programa, os irmãos resgatam memórias do início da trajetória artística, quando ainda buscavam espaço em programas de calouros e enfrentavam uma rotina intensa de viagens pelo país. Naquele período, a estrada era o principal meio de divulgação e o contato direto com o público fazia toda a diferença na construção de uma base de fãs.

As lembranças revelam um cenário de desafios, mas também de descobertas. A dupla fala sobre a infância simples e o despertar da paixão pela música ainda cedo, além das dificuldades enfrentadas em um mercado que, na época, oferecia poucas oportunidades para novos artistas. Mesmo assim, a persistência e o talento foram determinantes para transformar o sonho em realidade.

A presença de Daniel no comando do programa acrescenta um tom ainda mais pessoal ao encontro. O cantor relembra o início da carreira ao lado de João Paulo e destaca a importância que Gilberto & Gilmar tiveram nesse processo. Antes do reconhecimento nacional, a dupla teve a oportunidade de abrir shows dos veteranos, experiência que contribuiu diretamente para o amadurecimento artístico. O relato reforça a tradição do sertanejo de valorizar e apoiar novos talentos, criando uma rede de influência que atravessa gerações.

A música ganha destaque em diversos momentos do programa, especialmente na interpretação de “Assino com X”, um dos grandes sucessos de Gilberto & Gilmar. A canção é apresentada em um formato especial, com a participação de Daniel, criando uma atmosfera de emoção e nostalgia. A escolha do repertório evidencia a força das músicas que permanecem vivas na memória do público, mesmo após décadas de lançamento.

O encontro também marca a participação de Zé Henrique & Gabriel, representantes de uma fase mais recente do sertanejo. A dupla compartilha experiências da carreira e fala sobre a responsabilidade de dar continuidade a um gênero com tanta história. Um dos pontos abordados é a regravação de “Assino com X”, que ganhou nova versão em um projeto recente dos artistas. Eles explicam como buscaram manter a essência da composição original ao mesmo tempo em que trouxeram uma abordagem atual.

Além das interpretações, Zé Henrique & Gabriel destacam o trabalho como compositores, revelando detalhes dos bastidores da criação musical. Entre as canções assinadas pela dupla está “Nosso Amor é Ouro”, sucesso que alcançou grande projeção na voz de Zezé Di Camargo & Luciano e fez parte da trilha sonora da novela Cabocla. O reconhecimento reforça a importância dos compositores no desenvolvimento da música sertaneja, muitas vezes atuando longe dos holofotes.

Ao longo do programa, o diálogo entre os convidados evidencia como o sertanejo conseguiu se transformar ao longo dos anos sem perder sua identidade. Gilberto & Gilmar representam uma geração que construiu a base do gênero com letras marcadas por histórias do cotidiano e forte apelo emocional. Já Zé Henrique & Gabriel mostram como o estilo se adaptou às novas demandas do mercado, incorporando influências contemporâneas e novas formas de produção.

Daniel conduz a conversa com naturalidade, criando um ambiente que favorece a troca de experiências. Sua trajetória, que transita entre diferentes fases do sertanejo, contribui para aproximar os universos apresentados no programa. O resultado é um encontro que valoriza tanto a memória quanto a continuidade da música.

O episódio também abre espaço para reflexões sobre o processo criativo. Os artistas compartilham como surgem as composições, seja a partir de experiências pessoais ou de parcerias profissionais. Esses relatos ajudam a mostrar o trabalho por trás de cada sucesso e aproximam o público do universo da criação musical.

A proposta do programa vai além de reunir artistas consagrados. Ao promover o encontro entre diferentes gerações, o “Viver Sertanejo” reforça a importância de preservar a história do gênero enquanto se abre espaço para novas interpretações e caminhos. Essa combinação é fundamental para manter o sertanejo relevante em um cenário musical cada vez mais dinâmico.

Sony garante direitos de Labubu e prepara adaptação cinematográfica da febre mundial dos colecionáveis

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Foto: Reprodução/ Internet

A Sony deu um passo daqueles que balançam o mercado: segundo o The Hollywood Reporter, o estúdio acabou de garantir os direitos da marca chinesa de brinquedos Labubu, um fenômeno absoluto entre colecionadores nos últimos anos. A notícia ainda está fresca, mas já acende o radar de quem acompanha o universo do entretenimento, especialmente porque Labubu é hoje uma das marcas mais comentadas no mundo dos designer toys.

Por enquanto, ninguém dentro da Sony confirma se o longa será live-action ou animação. O que sabemos é: a adaptação está acontecendo, mesmo que o estúdio ainda mantenha portas fechadas quando o assunto é enredo, direção ou cronograma. Mesmo assim, conversas internas já apontam um caminho mais óbvio — e quase inevitável: transformar Labubu em uma animação. Afinal, seu universo fantástico, suas criaturas fofas (mas cheias de personalidade) e o estilo visual inconfundível parecem feitos sob medida para isso.

O monstrinho fofo — e um pouco travesso — que conquistou o mundo

A história de Labubu é curiosa justamente porque ele não nasceu com a pretensão de ser um fenômeno global. Seu criador, o artista Kasing Lung, é nascido em Hong Kong, cresceu na Holanda e sempre buscou inspiração em lendas do folclore nórdico, histórias que ouviu na infância e elementos que misturam inocência, fantasia e aquele toque leve de estranhamento que faz tudo ficar mais interessante.

Labubu apareceu pela primeira vez em 2015, como parte da série The Monsters. Mas o grande salto veio com a parceria entre Lung e a gigante dos colecionáveis Pop Mart, em 2019. Com os blind boxes — aquelas caixinhas que escondem surpresas e fazem qualquer colecionador entrar em modo caça ao tesouro — o personagem ganhou o mundo. Se antes era um nicho, de repente Labubu virou assunto, virou coleção, virou flerte com a cultura pop global.

Entre janeiro e maio de 2025, o monstrinho chegou ao seu pico. Lojas lotadas, filas gigantes, lançamentos esgotados em minutos… e claro, uma enxurrada de vídeos, fotos e disputas amigáveis (e nem tão amigáveis assim) entre colecionadores nas redes sociais.

O segredo do design: fofura, esquisitice e muito carisma

Se você já viu um Labubu, sabe bem: não tem como confundir. Ele é fofinho, é travesso, é expressivo — e carrega uma estética que parece brincar com os limites entre o adorável e o estranho.

O jeitinho clássico da criatura inclui corpo pequeno e felpudo, olhos gigantes, orelhas pontudas e um sorriso cheio de dentes afiados que não chega a assustar, mas deixa claro que ele tem personalidade. Esse equilíbrio entre “aww” e “opa, que isso?” é exatamente o que fisga o público. Ele parece vir de um conto de fadas místico, mas com uma pegada moderna que conversa com todas as gerações.

Com o tempo, a família de Labubu cresceu. Hoje, nomes como Zimomo, Mokoko, Tycoco, Spooky e até o Pato já viraram queridinhos dos fãs — sempre em coleções temáticas que transformam cada lançamento em um evento.

E claro: tem o fator surpresa. Os blind boxes tornaram tudo mais emocionante. Você nunca sabe qual personagem vai tirar, o que cria aquela ansiedade gostosa e alimenta a troca de peças entre colecionadores que buscam completar séries inteiras.

E o filme? O que podemos esperar dessa adaptação?

Ainda não há detalhes sobre roteiro, personagens, tom ou direção. Mas algumas possibilidades surgem naturalmente quando pensamos no estilo de Labubu e no que seu universo permite explorar.

Uma delas é uma fantasia infantojuvenil cheia de imaginação. O mundo criado por Kasing Lung sempre flertou com elementos de sonho, natureza, magia e mistério. É fácil imaginar Labubu liderando uma aventura encantada, daquelas que misturam humor, emoção e descobertas.

Outra possibilidade é apostar em uma história sobre amizade, pertencimento e o processo de crescer — temas universais que sempre encontram espaço nas animações.

Há também espaço para uma abordagem mais artística e autoral, já que Lung é um artista com visão muito própria. Essa versão traria um visual fortíssimo, ambientações oníricas e um tom mais sensível e contemplativo.

Claro, não dá para descartar uma aventura cômica, considerando o carisma e a variedade de criaturas desse universo. Uma história leve, divertida e com bastante personalidade seria uma escolha natural.

NBC cancela The Hunting Party após duas temporadas, mas série ainda pode ganhar nova chance em outra plataforma

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Foto: Reprodução/ Internet

A NBC decidiu encerrar The Hunting Party após duas temporadas, colocando fim à exibição da série em sua grade. A notícia marca o cancelamento oficial do drama policial estrelado por Melissa Roxburgh, mas não significa necessariamente o fim definitivo da produção. Segundo informações do The Hollywood Reporter, a Universal Television ainda estuda levar a série para outra emissora ou plataforma de streaming.

O cancelamento já era considerado uma possibilidade nos bastidores, já que a série era a última produção roteirizada da NBC que ainda não tinha um destino definido. Antes da decisão final, executivos da emissora chegaram a comentar publicamente que diferentes caminhos estavam sendo avaliados, incluindo uma possível continuidade fora da NBC. No entanto, a escolha acabou sendo pelo encerramento.

Lançada em 2025, a série se destacou por misturar investigação policial com uma grande trama de conspiração. A história parte de um evento explosivo em uma prisão secreta escondida no estado de Wyoming. Após o incidente, criminosos extremamente perigosos acabam escapando, incluindo assassinos em série que estavam mantidos longe do conhecimento público.

A partir daí, o governo monta uma força-tarefa de elite para recapturar esses fugitivos antes que novos crimes aconteçam. No centro da operação está Rebecca “Bex” Henderson, vivida por Melissa Roxburgh, uma ex-agente do FBI especializada em perfis criminais que é chamada para ajudar na caçada.

Mas o que parece apenas uma missão de captura rapidamente se transforma em algo muito maior. Conforme os episódios avançam, a equipe descobre que a explosão na prisão não foi um acidente e que existe uma rede de segredos por trás da instalação conhecida como “O Poço”. Essa camada de mistério ajudou a série a criar um clima constante de tensão e curiosidade.

O elenco também foi um dos pontos de destaque da produção. Além de Roxburgh, a série contou com Nick Wechsler como Oliver Odell, ex-parceiro de Bex; Patrick Sabongui como o agente da CIA Jacob Hassani; Josh McKenzie no papel de Shane Florence, ligado à prisão subterrânea; e Sara Garcia como a major Jennifer Morales, responsável por parte da inteligência militar envolvida na operação.

Para quem acompanhou a série, um dos diferenciais foi justamente a forma como ela fugiu do modelo tradicional de “caso da semana”. Em vez disso, The Hunting Party apostou em uma narrativa contínua, em que cada episódio avançava tanto na caçada aos criminosos quanto na revelação dos segredos por trás da prisão.

Agora, com o cancelamento pela NBC, fica a dúvida sobre o destino da história. Como a trama foi construída de forma serializada, vários pontos ainda estavam em aberto, o que aumenta a expectativa dos fãs por uma possível continuação.

Apesar do fim na emissora, ainda existe uma possibilidade concreta de a série não ser totalmente encerrada. A Universal Television segue buscando interessados em assumir a produção, algo que já aconteceu com outras séries que foram resgatadas por plataformas de streaming ou outros canais após cancelamentos.

No Brasil, a primeira temporada de The Hunting Party está disponível no Universal+.

Avatar: Fogo e Cinzas transforma Pandora em espetáculo e já soma mais de US$ 805 milhões

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Quando muitos acreditavam que o impacto de Avatar havia ficado no passado, James Cameron mais uma vez desmentiu qualquer dúvida. Avatar: Fogo e Cinzas, terceiro capítulo da saga ambientada em Pandora, chegou aos cinemas em 2025 mostrando que o universo azul ainda pulsa forte no imaginário do público. Com uma bilheteria que já ultrapassa os US$ 805 milhões em todo o mundo, o filme não apenas confirma a força da franquia, como reafirma Cameron como um dos raros cineastas capazes de transformar cada lançamento em um verdadeiro acontecimento global.

Mais do que números impressionantes, Fogo e Cinzas se destaca por aprofundar a dimensão emocional da história. Aqui, Pandora não é apenas um planeta exuberante; ela se torna um espaço marcado por dor, luto, ódio e escolhas difíceis. A narrativa começa pouco depois dos eventos de O Caminho da Água, com Jake Sully e sua família tentando reconstruir a vida ao lado do clã Metkayina. No entanto, a morte de Neteyam ainda é uma ferida aberta, especialmente para Neytiri, que passa a carregar um ressentimento intenso contra os humanos.

Esse sentimento guia boa parte do tom do filme. Diferente dos capítulos anteriores, Fogo e Cinzas adota uma atmosfera mais sombria e conflituosa. A chegada de uma frota de naves mercantes reacende o medo de uma nova invasão e força decisões dolorosas, incluindo o afastamento de Spider, que precisa retornar ao acampamento dos cientistas humanos acompanhado da família Sully. É nesse ponto que Cameron começa a ampliar o conflito, apresentando novos personagens e, principalmente, novos inimigos.

A grande novidade do filme é a introdução dos Mangkwan, uma tribo Na’vi agressiva que rompe completamente com a espiritualidade tradicional de Pandora. Eles rejeitam Eywa, saqueiam embarcações e não hesitam em matar. Liderados pela tsahìk Varang, os Mangkwan representam uma ameaça tanto para humanos quanto para outros Na’vi, criando um cenário onde não existe mais uma divisão simples entre bem e mal. Esse novo grupo adiciona complexidade moral à história e mostra que Pandora também abriga contradições internas.

Enquanto isso, Spider se torna um dos eixos centrais da narrativa. Após um acidente que o deixa à beira da morte por asfixia, Kiri entra em transe e estabelece uma conexão profunda com o planeta, permitindo que Spider sobreviva de forma inédita. Seu corpo passa por transformações biológicas que despertam o interesse da RDA, levantando a possibilidade de que humanos possam, no futuro, respirar naturalmente em Pandora. Essa descoberta carrega implicações enormes e faz de Spider uma peça-chave na disputa pelo controle do planeta.

O Coronel Miles Quaritch retorna ainda mais ambíguo e perigoso. Ao formar uma aliança com os Mangkwan, fornecendo armas de fogo e lança-chamas, ele não apenas fortalece a ofensiva contra os Na’vi, como também desenvolve uma relação pessoal com Varang. Essa parceria transforma o conflito em algo ainda mais devastador, culminando em ataques diretos às aldeias Metkayina e na captura de Jake e Spider, levados para a base da RDA, Bridgehead City.

A escalada de tensão atinge níveis épicos quando a RDA planeja explorar um evento anual de acasalamento dos Tulkun, criaturas majestosas e sagradas para os Metkayina. Mesmo diante do alerta de massacre iminente, o conselho Tulkun hesita em abandonar sua postura pacifista. É Lo’ak quem provoca uma virada ao trazer evidências das atrocidades humanas, forçando os anciões a reconsiderarem suas tradições. Esse conflito entre manter a paz ou lutar pela sobrevivência é um dos temas mais fortes do filme.

Visualmente, Avatar: Fogo e Cinzas é arrebatador. Filmado simultaneamente com O Caminho da Água na Nova Zelândia, o longa levou mais de três anos de produção e contou com tecnologias desenvolvidas especialmente para a captura de movimento em ambientes aquáticos e digitais. Com um orçamento estimado em US$ 400 milhões, cada cena reforça o cuidado extremo com detalhes, desde a fauna de Pandora até as batalhas aéreas e subaquáticas que dominam o terceiro ato.

O clímax reúne tudo o que a franquia sabe fazer de melhor. Jake volta a se conectar com o lendário Toruk, convoca clãs Na’vi de diferentes regiões e lidera uma ofensiva contra a frota da RDA. A batalha é intensa, emocional e devastadora. A morte de Ronal durante o parto, a captura de Neytiri e o despertar definitivo da conexão de Kiri com Eywa elevam o impacto dramático, enquanto a própria natureza de Pandora reage à ameaça humana.

O confronto final entre Jake e Quaritch é marcado mais por exaustão emocional do que por heroísmo clássico. Quando Spider, em um ato decisivo, atira em Quaritch e quase perde a própria vida, o filme reforça seu tema central: não existe vitória sem custo. A decisão de Jake e Neytiri de aceitar Spider como parte da família simboliza uma reconciliação necessária entre mundos que insistem em se chocar.

Após a batalha, o desfecho oferece um momento de contemplação. Spider e os Metkayina se conectam às árvores espirituais subaquáticas, encontrando os Na’vi falecidos, e Kiri finalmente apresenta Spider a Grace, selando sua iniciação no povo Na’vi. É um encerramento carregado de simbolismo, que aponta para um futuro onde identidade, pertencimento e coexistência serão ainda mais desafiados.

Reconhecido pelo American Film Institute e pelo National Board of Review como um dos dez melhores filmes de 2025, Avatar: Fogo e Cinzas também recebeu indicações importantes ao Globo de Ouro, incluindo a categoria de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria. O sucesso é crucial para o futuro da franquia, já que Avatar 4 e Avatar 5, previstos para 2029 e 2031, dependem diretamente do desempenho deste capítulo.

Will Poulter e Noah Centineo enfrentam conflitos familiares no trailer de Union County, novo drama de Adam Meeks

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O primeiro trailer de Union County foi divulgado e oferece uma prévia do tom intimista do novo longa escrito e dirigido por Adam Meeks. O drama reúne Will Poulter e Noah Centineo nos papéis centrais e acompanha uma história marcada por laços familiares, dependência química e o funcionamento do sistema de recuperação de usuários de drogas nos Estados Unidos.

No filme, Will Poulter interpreta Cody Parsons, enquanto Noah Centineo vive Jack Parsons. O elenco também conta com Elise Kibler, Emily Meade, Annette Deao, Danny Wolohan e Kevin P. Braig.

Um dos aspectos que diferenciam Union County é a forma como a produção buscou aproximar a ficção da realidade. As filmagens foram realizadas entre 21 de abril e 16 de maio de 2025, no estado de Ohio, utilizando um tribunal especializado em tratamento para dependentes químicos que funciona de verdade. Em vez de recriar o ambiente em estúdio, a equipe optou por gravar no próprio local onde o programa é realizado.

A escolha também influenciou o elenco. Diversos papéis de apoio foram interpretados por pessoas que participam ou trabalham diretamente no programa do tribunal, incluindo Annette Deao, que faz sua estreia no cinema. A presença de profissionais e participantes reais contribui para dar maior autenticidade às cenas ambientadas no sistema judicial e de recuperação.

Conhecido por trabalhos em produções como Midsommar, Guardiões da Galáxia Vol. 3 e The Bear, Will Poulter assume um papel dramático ao lado de Noah Centineo, que ganhou projeção internacional com a trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei e, mais recentemente, atuou na série Recruta, da Netflix.

Os Caras Malvados 2 estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta, 14

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, 14 de agosto, os cinemas brasileiros recebem a aguardada sequência da animação da DreamWorks, Os Caras Malvados 2. Produzido pela DreamWorks Animation e distribuído pela Universal Pictures, o filme promete encantar tanto crianças quanto adultos com uma história cheia de energia, personagens cativantes e um roteiro repleto de surpresas. Para celebrar a estreia, a Universal preparou uma ativação especial e gratuita na Avenida Paulista, em São Paulo, que traz uma experiência interativa e muito divertida para os fãs.

No primeiro filme, lançado em 2022, uma gangue de animais criminosos antropomórficos — liderada pelo carismático Sr. Lobo — tenta abandonar a vida de crimes para se tornarem “caras legais”. O sucesso da animação foi garantido pela combinação de humor inteligente, visual estilizado e personagens cheios de personalidade, conquistando espectadores ao redor do mundo. Agora, a continuação traz novos desafios para essa turma, aprofundando suas relações e colocando-os frente a frente com um grupo rival que promete mexer com a dinâmica da história.

No vídeo inédito dos bastidores divulgado, os diretores Pierre Perifel e JP Sans, junto com o produtor Damon Ross, revelam detalhes do processo criativo por trás do filme. JP Sans comenta de forma divertida: “Os caras malvados estão de volta com força total. A vida deles era eletrizante, mas eles escolheram ser legais. E estão sofrendo.” Essa frase expressa o tom da nova aventura: personagens tentando se encaixar em uma nova realidade, enquanto enfrentam situações que desafiam suas próprias transformações. Abaixo, confira o vídeo:

O retorno do elenco original e os novos rostos da animação

A animação mantém o elenco original de vozes que tornou o primeiro filme tão especial. Sam Rockwell retorna como o Sr. Lobo, o líder astuto e cheio de charme que guia a gangue; Marc Maron continua como o Sr. Cobra, especialista em abrir cofres e desvendar senhas; Craig Robinson dá vida ao Sr. Tubarão, mestre dos disfarces; Anthony Ramos retorna como o explosivo Sr. Piranha; e Awkwafina segue como a hacker inteligente Srta. Tarântula. Essa equipe dinâmica promete trazer muita química e momentos engraçados, garantindo o equilíbrio entre ação e humor.

A grande novidade do filme fica por conta das “Garotas Malvadas”, um esquadrão de mulheres criminosas que sequestram os protagonistas para forçá-los a participar de um ousado e perigoso assalto. O grupo traz um frescor e uma força inéditos à trama, com personagens interpretadas por atrizes renomadas: Danielle Brooks (indicado ao Oscar) como Kitty Kat, a leopardo-das-neves e líder do grupo; Maria Bakalova (famosa por “Borat: Fita de Cinema Seguinte”) no papel da engenheira Pigtail, uma javali búlgara brilhante; e Natasha Lyonne, ícone da comédia e indicada ao Emmy, como Doom, uma corvo irônica e mestre da enganação. Essas personagens femininas trazem uma energia nova, representando protagonismo e diversidade dentro da animação.

Experiência imersiva na Avenida Paulista

Para aproximar o público ainda mais dessa aventura, a Universal Pictures criou uma ativação especial e gratuita na Avenida Paulista, um dos pontos mais emblemáticos de São Paulo. Entre os dias 12 e 18 de agosto, o abrigo de ônibus no número 501 da avenida se transforma em um espaço interativo, com um fliperama temático inspirado no filme. A proposta é oferecer aos visitantes, principalmente crianças e jovens, uma experiência divertida e imersiva, conectando a narrativa do filme com momentos reais de lazer e entretenimento.

Inovação e emoção no processo criativo

O processo de produção da sequência foi detalhado pelos próprios diretores e pelo produtor no vídeo dos bastidores. Pierre Perifel, que estreou na direção de longas com o primeiro filme, retornou com o desafio de elevar a qualidade técnica e narrativa da animação. Segundo ele, a ideia era preservar a identidade visual única e o humor afiado da franquia, ao mesmo tempo em que adicionavam profundidade aos personagens e à história. Damon Ross reforça que o objetivo foi entregar um filme não apenas divertido, mas que também possuísse um “coração”, abordando temas como amizade, mudanças e escolhas com leveza e emoção.

O sucesso que motivou a sequência

O sucesso do primeiro “Os Caras Malvados” não é por acaso. Baseado na série de livros infantis do autor Aaron Blabey, que já vendeu mais de 30 milhões de exemplares pelo mundo, o filme adaptou com fidelidade e criatividade a essência das histórias originais. A gangue de animais que tenta se redimir conquistou o público com sua mistura de ação, humor e uma mensagem de redenção que ressoa com espectadores de todas as idades. No Brasil, a recepção também foi positiva, consolidando a franquia como uma opção favorita para o entretenimento familiar.

A força da animação no cinema contemporâneo

Além do entretenimento, o longa-metragem é um exemplo da evolução da animação no cinema atual, que vai muito além de ser “apenas para crianças”. O gênero tem se consolidado como um meio capaz de abordar temas relevantes, misturando tecnologia avançada, narrativas envolventes e personagens que emocionam. A DreamWorks, com seu estilo próprio, mostra mais uma vez que é possível divertir e fazer pensar ao mesmo tempo.

Fantástico 11/02/2024 galerista americano morto no Rio

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Neste domingo, 11/02/2024, prepare-se para uma edição eletrizante do Fantástico, que traz à tona uma reportagem instigante sobre a ousadia de criminosos que meticulosamente cavaram um túnel de aproximadamente 200 metros em Cidade do Leste, com o objetivo audacioso de saquear milhões de dólares de um cofre. A saga desses infratores revela não apenas a coragem, mas também a sofisticação por trás de um dos crimes mais arrojados já testemunhados na região, destacando a intricada teia de planejamento e execução.

Em destaque, trazemos também uma reviravolta surpreendente no caso do galerista americano brutalmente assassinado no Rio de Janeiro. A Justiça, com uma decisão de impacto, ordena a prisão do ex-marido da vítima, apontando-o como suposto mandante deste crime chocante, desvendando camadas profundas de intrigas e mistérios.

E para completar a experiência, mergulhamos de cabeça no clima contagiante de folia que toma conta do país neste domingo. Acompanhe de perto os vibrantes blocos de carnaval, os desfiles deslumbrantes e não perca o derradeiro episódio da série “Carnaval em Dois Atos”, prometendo fechar com chave de ouro essa celebração singular e pulsante.

Prepare-se para se envolver em histórias fascinantes e muito mais, logo após mais uma edição do Domingão com Huck. Não deixe de acompanhar O Fantástico, sua dose semanal de emoção e informação!

Supercine 30/09/2023 Globo exibe Tammy e Pearl

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo sábado, dia 30/09/2023, o programa Supercine da Rede Globo está prestes a proporcionar uma atração verdadeiramente imperdível para os amantes do cinema e da comédia. Esteja preparado para uma noite repleta de boas gargalhadas e uma história cativante, pois será exibido o filme americano “Tammy: Fora de Controle”, uma produção de 2014 que conta com um elenco estelar. Entre os talentos destacados estão Allison Janney, Dan Aykroyd, Gary Cole, Kathy Bates, Mark Duplass, Melissa McCarthy e Susan Sarandon, todos sob a direção talentosa de Ben Falcone.

A trama do filme nos apresenta a personagem Tammy, uma mulher que se vê diante de um momento complicado em sua vida. Após perder o emprego e descobrir a infidelidade de seu marido, Tammy toma uma decisão inusitada: embarcar em uma jornada pelas estradas dos Estados Unidos, tendo como companhia sua avó, Pearl, uma figura conhecida por sua língua afiada e paixão pelo álcool.

Essa improvável dupla parte para uma aventura repleta de situações hilariantes e inusitadas, proporcionando momentos de comédia irresistíveis para o público. Ao longo da jornada, Tammy e sua avó Pearl exploram as complexidades de suas vidas e relacionamentos, revelando aspectos surpreendentes de si mesmas e daqueles que as rodeiam.

O filme é uma mistura habilidosa de comédia, drama e momentos emocionantes, abordando temas como autodescoberta, família e a busca por um novo começo. “Tammy: Fora de Controle” promete uma experiência cinematográfica que vai fazer você rir e também tocar o coração, oferecendo um entretenimento completo e envolvente para os telespectadores.

Curiosidades do filme “Tammy: Fora de Controle”

Parceria Real: Um dos aspectos mais intrigantes do filme é a colaboração entre o diretor Ben Falcone e sua esposa Melissa McCarthy. Embora seja comum ver atores trabalhando juntos, ter um casal liderando um projeto de comédia é algo único. A química deles na tela, que se traduz em uma comédia autêntica e envolvente, é, sem dúvida, uma das atrações do filme.

Amizade e Cumplicidade: Além do casamento na vida real, Melissa McCarthy e Susan Sarandon também compartilham uma amizade sincera. Antes de atuarem juntas em “Tammy”, as duas já haviam trabalhado lado a lado em “Máfia no Divã” (2013), o que contribuiu para a química palpável entre elas em tela.

Estreia Diretoral de Ben Falcone: “Tammy” também marcou a estreia de Ben Falcone como diretor de longa-metragem. Ele já tinha experiência na direção de episódios de séries de TV, mas este foi o seu primeiro passo no mundo do cinema como diretor.

Elenco de Peso: O filme não economizou em talento, contando com a participação de atores renomados como Kathy Bates, Sandra Oh e Dan Aykroyd, que trouxeram seus toques especiais para a trama.

Inspiração nas Estradas: A jornada de Tammy e sua avó nas estradas americanas não é apenas ficção. O roteiro foi parcialmente inspirado em uma viagem de carro que Melissa McCarthy e Ben Falcone fizeram quando eram mais jovens, atravessando os Estados Unidos da Costa Leste à Costa Oeste. Essa experiência real de viagem trouxe autenticidade à história.

Roteiro Personalizado: O roteiro do filme foi escrito a quatro mãos por Melissa McCarthy e Ben Falcone. Eles dedicaram vários anos ao desenvolvimento da história antes de finalmente trazê-la para as telas.

Locações Reais: As cenas de “Tammy” foram filmadas em locações reais, incluindo o espetacular cenário de Niagara Falls e a pitoresca cidade de Louisville, Kentucky. Essas locações contribuíram para a sensação autêntica de uma autêntica road trip pelos Estados Unidos.

Transformação de Susan Sarandon: Susan Sarandon impressionou a todos com sua performance como a avó de Tammy, inclusive utilizando próteses dentárias para aperfeiçoar o visual da personagem. Sua atuação cativante adicionou camadas à história e conquistou o público.

Sucesso nas Bilheteiras: Apesar de receber críticas mistas, “Tammy: Fora de Controle” foi um sucesso nas bilheteiras, arrecadando mais de 100 milhões de dólares em todo o mundo. Isso reflete o apelo da comédia e o poder de atração do elenco.

Indicação ao MTV Movie Award: Melissa McCarthy foi indicada ao MTV Movie Award na categoria de “Melhor Performance Cômica” por seu papel como Tammy, o que demonstra o impacto de sua atuação na comédia.

Não perca a exibição deste filme no Supercine da Globo a partir das 23h15, após o Altas Horas, e mergulhe de cabeça na jornada de Tammy e Pearl, uma dupla que está Fora de Controle, mas que está pronta para conquistar o público com sua autenticidade e humor cativante. Prepare-se para uma noite de entretenimento de primeira qualidade, com um elenco de estrelas que promete arrancar risadas e deixar uma marca duradoura em seu coração. É uma oportunidade única de desfrutar de um filme que oferece diversão e reflexão ao mesmo tempo. Não perca!

Corações Jovens | Delicado retrato do primeiro amor LGBTQIA+ chega aos cinemas brasileiros

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A Mares Filmes traz aos cinemas brasileiros, a partir do dia 13 de novembro, o drama belga Corações Jovens, uma produção sensível e comovente que marca a estreia do cineasta e roteirista Anthony Schatteman no universo dos longas-metragens. Com uma abordagem delicada sobre o despertar do primeiro amor, o filme promete tocar o público adolescente e adulto com sua narrativa honesta, repleta de emoções e descobertas.

Selecionado na prestigiada seção Geração Kplus do 74º Festival Internacional de Cinema de Berlim, o longa teve sua estreia mundial em fevereiro deste ano, onde concorreu ao Urso de Cristal de Melhor Filme, reconhecimento que já sinaliza a força da produção e a qualidade da direção de Schatteman. A coprodução belga-holandesa combina olhares artísticos de duas tradições cinematográficas, resultando em uma obra que equilibra sensibilidade e realismo, sem recorrer a clichês adolescentes.

Um olhar íntimo sobre o primeiro amor

No centro da trama está Elias, um garoto de 14 anos interpretado por Lou Goossens, que se vê diante de sentimentos inéditos quando conhece seu novo vizinho, Alexander (Marius De Saeger). Alexander é descrito como confiante, carismático e um pouco teimoso, características que despertam a atenção e a curiosidade de Elias. A amizade entre os dois rapidamente se transforma em algo mais profundo, mas Elias ainda precisa lidar com o turbilhão emocional que acompanha o despertar do amor e da sexualidade.

O roteiro de Schatteman explora com maestria as dúvidas, os medos e a insegurança típicos da adolescência, sem nunca reduzir os personagens a estereótipos. Elias se sente dividido entre seu desejo por Alexander e o medo do julgamento alheio, especialmente diante de familiares e amigos. Essa tensão interna é o eixo do drama, refletindo a experiência universal de muitos jovens que descobrem o amor e a sexualidade em um mundo ainda cheio de regras não ditas.

“Eu queria mostrar o quanto o primeiro amor é intenso e confuso, mas também belo e formativo”, comentou Schatteman em entrevista recente. “Não se trata apenas de romance; trata-se de crescimento, de aprender a entender seus próprios sentimentos e de encontrar coragem para ser honesto consigo mesmo.”

Elenco e personagens

O elenco de Corações Jovens reúne talentos belgas que dão vida a personagens autênticos e emocionantes. Lou Goossens se destaca como Elias, trazendo sensibilidade e profundidade ao protagonista. Marius De Saeger, no papel de Alexander, entrega um jovem confiante, carismático e complexo, capaz de desafiar e inspirar Elias. Os pais de Elias, Geert Van Rampelberg (Luk) e Emilie De Roo (Nathalie), representam a autoridade e o carinho parental, enquanto Dirk Van Dijck, como o avô Fred, oferece conselhos valiosos e lições sobre o amor. Saar Rogiers, Jul Goossens, Wilm Opbrouck, Florence Hebbelynck e Olivier Englebert completam o elenco, acrescentando camadas de emoção e autenticidade às relações familiares e sociais, contribuindo para a riqueza da narrativa e para a verossimilhança da história.

Uma história que ressoa com todos

O filme não foca apenas no romance entre Elias e Alexander, mas também nos relacionamentos familiares e de amizade que moldam a vida do protagonista. Cada personagem desempenha um papel significativo na jornada de autodescoberta de Elias. Em especial, a relação com seu avô se destaca: em um momento decisivo, o conselho sobre o amor eterno e a coragem de amar novamente inspira Elias a enfrentar seus próprios medos e a lutar pelo coração de Alexander. Este momento é emblemático do tom humanista do filme, que valoriza o crescimento emocional e o aprendizado afetivo.

Reflexões sobre a adolescência e identidade

O drama de Schatteman se insere em um contexto maior de filmes que exploram a adolescência, mas se diferencia por tratar de forma natural e respeitosa o despertar homoafetivo de seu protagonista. A narrativa não busca chocar nem dramatizar excessivamente; pelo contrário, ela se aproxima do realismo poético, mostrando que o amor adolescente é intenso, porém, muitas vezes, cheio de hesitações e autoconflitos.

Ao acompanhar Elias tentando entender seus sentimentos, o público é convidado a refletir sobre a própria experiência de amor, amizade e aceitação. O roteiro evita respostas fáceis, reconhecendo que o crescimento pessoal e a descoberta da identidade são processos complexos, muitas vezes marcados por erros, dúvidas e pequenas vitórias.

A direção de Schatteman, em sua estreia, impressiona por seu cuidado com os detalhes: enquadramentos intimistas, diálogos que soam naturais e cenas que capturam gestos simples, mas carregados de significado. Cada olhar, cada gesto, cada silêncio é utilizado para transmitir emoções que palavras sozinhas não conseguiriam expressar.

Reconhecimento internacional

A escolha de Corações Jovens para a seção Geração Kplus do Festival de Berlim é um reconhecimento significativo. Esta seção é conhecida por valorizar filmes que dialogam com jovens, mas com qualidade cinematográfica suficiente para atrair audiências amplas e críticas exigentes. A indicação ao Urso de Cristal de Melhor Filme reforça a importância do longa e destaca o talento de Anthony Schatteman como uma nova voz promissora do cinema europeu.

Além de ser uma vitrine para o talento de Schatteman, o filme também demonstra a força das coproduções internacionais, neste caso entre Bélgica e Holanda. A colaboração entre os dois países permite não apenas um compartilhamento de recursos técnicos e criativos, mas também um enriquecimento cultural, refletido na autenticidade do cenário, no comportamento dos personagens e na abordagem das questões sociais e afetivas.

Corações jovens no Brasil

Para os espectadores brasileiros, Corações Jovens será lançado exclusivamente nos cinemas, uma oportunidade rara de vivenciar a experiência do longa em tela grande. A Mares Filmes, responsável pela distribuição, aposta na força emocional e na narrativa sensível do filme para conquistar o público.

Anatomia do Caos | Documentário sobre a CPI da Covid chega ao Recife com sessões seguidas de debate sobre a pandemia no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de dirigir Meu Nome É Gal, a cineasta baiana Dandara Ferreira troca a ficção por um dos capítulos mais delicados da história recente do país. Em Anatomia do Caos, a diretora volta aos acontecimentos da pandemia de Covid-19 para reconstruir, a partir dos trabalhos da CPI da Covid, como decisões políticas influenciaram o enfrentamento da maior crise sanitária vivida pelo Brasil nas últimas décadas.

O documentário estreou nos cinemas em 2 de julho, com distribuição da Descoloniza Filmes, e terá duas exibições especiais no Recife. A primeira acontece neste sábado, 4 de julho, às 18h, no Cinema São Luiz. Depois da sessão, o público poderá participar de um debate com a diretora Dandara Ferreira, a médica sanitarista e presidente da Hemobrás, Ana Paula Sotter, e o médico André Longo. No domingo, 5 de julho, o longa também será exibido no Armazém do Campo.

Em vez de olhar para aquele período apenas pelo lado estatístico, Anatomia do Caos acompanha de perto os bastidores da CPI da Covid. A câmera registra reuniões, depoimentos e momentos decisivos da comissão instalada no Senado em 2021, revelando como senadores buscaram reunir documentos, ouvir especialistas e investigar a condução da pandemia no Brasil.

O filme também resgata decisões do governo do então presidente Jair Bolsonaro durante a crise sanitária e apresenta registros inéditos que ajudam a contextualizar um período marcado por disputas políticas, desinformação e uma emergência de saúde pública que resultou na morte de mais de 700 mil brasileiros.

A ideia do documentário nasceu quando Dandara Ferreira decidiu viajar para Brasília para acompanhar a CPI de perto. Em vez de reconstruir os fatos anos depois, a diretora registrou os acontecimentos enquanto eles ainda estavam acontecendo. Essa escolha aproxima o público do clima de tensão que dominava o Congresso e o país naquele momento.

Outro ponto importante do longa é a discussão sobre o impacto da desinformação durante a pandemia. O documentário mostra como narrativas políticas, ataques à ciência e informações falsas passaram a fazer parte do cotidiano brasileiro justamente quando milhões de pessoas buscavam respostas sobre uma doença ainda pouco conhecida.

Sem tentar oferecer respostas fáceis, Anatomia do Caos também levanta uma discussão sobre memória e responsabilização. O filme questiona o que acontece quando uma investigação termina, mas muitas das consequências daquele período continuam presentes na vida de quem atravessou a pandemia.