Globo leva diversão intergeracional à Sessão da Tarde com Minions 2: A Origem de Gru nesta sexta (12)

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A Globo preparou uma tarde leve e divertida para esta sexta, 12 de dezembro, com a exibição de Minions 2: A Origem de Gru na Sessão da Tarde. A animação, lançada originalmente em 2022, retorna à TV aberta como um convite irresistível para adultos, jovens e crianças que desejam revisitar — ou descobrir pela primeira vez — as origens do vilão mais carismático do cinema de animação.

Situado nos anos 1970, o filme apresenta um Gru ainda criança, com apenas 12 anos, mas já sonhando alto. Morando nos subúrbios, o garoto é fascinado pelo Sexteto Sinistro, um grupo famoso de supervilões que domina as manchetes e desperta sua imaginação. Determinado a seguir carreira no mundo do crime, ele tenta integrar o grupo, acreditando que pode se tornar o mais jovem vilão profissional da história. O entusiasmo, no entanto, não é suficiente para convencer a equipe, e a entrevista vai por água abaixo de forma desastrosa. Rejeitado, Gru toma uma decisão impulsiva e rouba uma joia importante do Sexteto Sinistro, transformando-se imediatamente no novo alvo dos criminosos. As informações são do AdoroCinema.

A partir desse momento, o longa assume ritmo acelerado e irresistivelmente caótico, conduzido pelas criaturas amarelas que já se tornaram ícones da cultura pop. Os Minions seguem Gru em tudo, desde os planos mais ambiciosos até as trapalhadas mais inusitadas. Eles são ao mesmo tempo fonte de confusão e aliados leais, movidos por uma devoção quase ingênua. O humor físico, a linguagem inventada e a energia incansável deles garantem algumas das melhores cenas do filme, especialmente para o público infantil.

O enredo se torna ainda mais interessante quando o lendário vilão Willy Kobra, recém-demitido do Sexteto, cruza o caminho de Gru. Em vez de rivalidade, nasce uma parceria improvável. Willy, dublado por Alan Arkin, se apresenta como um guia relutante, mas sábio, que ajuda Gru a compreender que até os vilões precisam de aliados. A dinâmica entre os dois cria momentos emocionantes e bem-humorados, oferecendo uma camada humana que equilibra as sequências de ação exageradas típicas da franquia.

A dublagem original reúne um elenco impressionante. Steve Carell retorna como a voz icônica de Gru, enquanto Pierre Coffin mais uma vez dá vida aos Minions com seus sons peculiares. A produção também conta com as vozes de Michelle Yeoh, Julie Andrews, Jean-Claude Van Damme, Taraji P. Henson, Danny Trejo, Lucy Lawless, RZA e Dolph Lundgren, compondo uma celebração coletiva do absurdo e do charme que marcam o filme. A direção é assinada por Kyle Balda, com codireção de Brad Ableson e Jonathan Del Val, garantindo uma estética vibrante e totalmente alinhada ao padrão visual da Illumination Entertainment.

O visual do filme é um espetáculo à parte. A ambientação nos anos 1970 cria uma atmosfera estilizada que mistura cores saturadas, cenários psicodélicos e referências musicais icônicas da era disco. A trilha sonora, por sua vez, resgata clássicos que ajudam a compor o ritmo acelerado e divertido da narrativa, tornando tudo ainda mais envolvente. Essa combinação de estética retrô com a linguagem moderna da animação torna Minions 2 uma experiência visualmente irresistível tanto para novos espectadores quanto para os nostálgicos.

Apesar dos adiamentos causados pela pandemia de COVID-19, Minions 2: A Origem de Gru alcançou enorme sucesso quando finalmente chegou aos cinemas em 2022. A produção arrecadou mais de 939 milhões de dólares no mundo, tornando-se a animação de maior bilheteria do ano. Seu desempenho ficou acima de títulos tradicionais da indústria, reforçando o poder da franquia Despicable Me como uma das mais queridas do público global. A recepção calorosa também foi impulsionada por fenômenos virais nas redes sociais, como o movimento #Gentleminions, no qual grupos de adolescentes passaram a ir às sessões vestidos com ternos para homenagear Gru, transformando a estreia em um evento cultural à parte.

A força comercial da marca se expandiu para além das telas. Parcerias com empresas como Mattel e LEGO resultaram em linhas de brinquedos e conjuntos temáticos que exploram ao máximo o impacto visual dos personagens. A divulgação também foi ampla, com trailers exibidos em grandes eventos como o Super Bowl e teasers que antecederam lançamentos da própria Illumination, o que reforçou a presença do filme no imaginário popular mesmo antes de sua estreia definitiva.

O Brutalista chega aos cinemas brasileiros nesta quinta, 20 de fevereiro

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Foto: Reprodução/ Internet

Se tem um filme que está roubando a cena nesta temporada de premiações, é O Brutalista! O novo longa da Universal Pictures chegou chegando e garantiu 10 indicações ao Oscar, além de levar quatro troféus no BAFTA, incluindo Melhor Ator para Adrien Brody e Melhor Diretor. A produção está dando o que falar, e para aumentar ainda mais a expectativa, o estúdio liberou um vídeo especial de bastidores com o trio de protagonistas: Brody, Felicity Jones e Guy Pearce.

No material, o elenco se abre sobre os desafios das filmagens e os momentos intensos no set. “Era aquele tipo de cena que fazia todo mundo prender a respiração antes de rodar”, lembra Jones, que concorre ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Pearce, que vive um personagem marcante no longa, não poupou elogios a Brody: “Ele tem uma energia que faz todo mundo focar. Um líder nato!”. Já Felicity foi direto ao ponto: “Ele tem um instinto incrível para o que é verdadeiro”.

Mas Brody também não economizou na rasgação de seda! “Guy Pearce é um ator genial e um ser humano muito generoso. Trabalhar com ele foi um prazer intelectual”, afirmou. E sobre Felicity? “Ela trouxe uma humanidade essencial ao filme. A forma como sua personagem segura László emocionalmente é algo muito forte”.

Além de dominar as premiações, O Brutalista finalmente estreia nos cinemas brasileiros amanhã, 20 de fevereiro – e sim, com versões acessíveis! Então, se você curte um drama poderoso, com atuações impecáveis e uma fotografia de tirar o fôlego, já sabe: corre garantir seu ingresso e aproveite essa experiência cinematográfica intensa!

Conversa com Bial desta terça (05/08) celebra 40 anos do axé com Felipe Pezzoni e Emanuelle Araújo

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Foto: Reprodução/ Internet

Na edição desta terça-feira, 5 de agosto de 2025, o Conversa com Bial mergulha no universo vibrante do axé para celebrar os 40 anos de um dos movimentos musicais mais marcantes da cultura brasileira. O programa reúne dois representantes de gerações distintas da Banda Eva — Felipe Pezzoni e Emanuelle Araújo — para uma homenagem carregada de história, ritmo e pertencimento. O especial vai além da memória afetiva: é um convite para refletir sobre o legado de um gênero que nasceu das ruas de Salvador e ganhou as rádios do país, levando consigo a identidade baiana, a alegria do Carnaval e o pulsar de uma cultura que nunca deixou de se reinventar.

Da rua ao palco: o axé como símbolo cultural

O axé não nasceu de fórmulas de estúdio. Ele brotou do asfalto quente, do batuque dos blocos, da energia que corre pelas avenidas de Salvador nos dias de Carnaval. Mais do que um ritmo, é uma vivência coletiva — uma expressão musical e corporal que desafia a lógica de mercado e se sustenta na potência popular. Ao longo de quatro décadas, o axé transformou artistas anônimos em estrelas e colocou a Bahia no centro do mapa da música brasileira. A força desse movimento está na sua capacidade de se conectar com o povo, atravessando gerações e se renovando sem perder a alma.

A Banda Eva e o papel de protagonismo no axé

Dentro dessa trajetória, poucas bandas foram tão emblemáticas quanto a Banda Eva. Surgida nos anos 1980 como bloco de Carnaval, o grupo se tornou sinônimo de sucesso ao longo dos anos 1990, especialmente após a chegada de Ivete Sangalo, que ajudou a projetar o axé para todo o Brasil. Mas a história da banda vai muito além de um nome. Cada vocalista que passou pelo Eva trouxe uma nova leitura do gênero, mantendo viva a chama de um projeto que carrega a missão de unir tradição e renovação. De Emanuelle Araújo a Felipe Pezzoni, o Eva atravessou diferentes fases, cada uma marcada por desafios, recomeços e canções que marcaram época.

Um encontro que conecta passado, presente e futuro

O Conversa com Bial cria o cenário ideal para esse encontro simbólico. Sem pressa, com a sensibilidade que já é marca do programa, o episódio constrói uma narrativa que valoriza o percurso artístico de seus convidados, mas também o impacto coletivo da música baiana na formação cultural do país. Ao resgatar momentos históricos da Banda Eva e refletir sobre o espaço do axé na contemporaneidade, o programa costura um painel sensível de tudo o que esse gênero representa: resistência, alegria, transformação e pertencimento. Não se trata apenas de comemorar 40 anos de estrada — mas de reconhecer a importância de manter vivo um som que pulsa na alma do Brasil.

Com imagens de arquivo, trechos musicais e um olhar documental, o programa desta terça (05) presta uma homenagem não só aos artistas, mas a todos que constroem o axé diariamente: compositores, músicos, foliões, produtores e fãs que carregam o ritmo como uma extensão de sua própria identidade.

Cinesystem lança combo exclusivo de Um Filme Minecraft com balde e copo temáticos

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A aventura saiu dos blocos e invadiu as telonas! Já está em cartaz em todo o Brasil Um Filme Minecraft, a aguardada adaptação live-action do jogo que conquistou gerações. Para deixar a experiência ainda mais completa, a rede Cinesystem preparou uma surpresa especial para os fãs: um combo temático recheado de sabor e nostalgia.

O combo exclusivo conta com uma bebida de 750ml, um copo personalizado e muita pipoca servida em um balde épico decorado com elementos do universo pixelado de Minecraft. É a pedida perfeita para quem quer mergulhar de cabeça na jornada cinematográfica e ainda levar uma lembrança pra casa. A oferta é por tempo limitado e válida enquanto durarem os estoques — então é bom correr!

Com produção da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, e direção de Jared Hess (Nacho Libre), o longa traz Jason Momoa, Jack Black e um elenco de peso em uma missão cheia de ação e bom humor. Na trama, um grupo de humanos é misteriosamente transportado para o mundo do jogo. Para sobreviver e encontrar o caminho de volta, eles se unem a Steve (interpretado por Jack Black), um construtor experiente que lidera a equipe em uma jornada repleta de criaturas pixeladas, desafios criativos e lições sobre trabalho em equipe.

Fenômeno mundial com milhões de cópias vendidas e uma base fiel de jogadores, Minecraft ganha vida nos cinemas com uma produção que promete emocionar tanto os veteranos quanto as novas gerações.

Seja para curtir em família, com os amigos ou reviver boas memórias de jogo, Um Filme Minecraft é uma experiência imperdível — ainda mais com o combo especial da Cinesystem para completar a diversão.

🎬 Um Filme Minecraft – já em cartaz nos cinemas
🍿 Combo temático exclusivo com bebida de 700ml, copo personalizado e balde de pipoca
📍 Disponível nas unidades da Cinesystem – por tempo limitado!

Terra da Padroeira | Programa deste domingo (03/08) celebra o sertanejo raiz com Irmãs Freitas, Moysés Rico e jovens promessas

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Foto: Reprodução/ Internet

O domingo amanhece com cheiro de café passado na hora, pão de queijo na mesa e a certeza de que a boa música sertaneja tem lugar garantido na televisão brasileira. No dia 3 de agosto, a partir das 9h da manhã, o programa Terra da Padroeira abre suas portas – ou melhor, sua porteira – para mais uma edição recheada de grandes nomes da nossa música de raiz, entre veteranos consagrados e jovens promessas que carregam a alma do interior na voz e no coração.

Comandado com carisma por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira, o programa segue encantando o público com seu formato afetivo e acolhedor, que mistura talento, histórias emocionantes e um respeito profundo pela tradição sertaneja. E neste domingo, não será diferente.

As Irmãs Freitas: quatro décadas de trajetória e um legado que resiste ao tempo

Quem abre a manhã musical no palco da TV Aparecida é uma dupla que carrega no nome um pedaço da história da música brasileira: as Irmãs Freitas. Direto de Anápolis, em Goiás, elas trazem mais que melodias — carregam memórias vivas, trajetórias corajosas e a força feminina no sertanejo, gênero tantas vezes dominado por vozes masculinas.

Desde o lançamento do disco Canoeira do Araguaia, em 1978, as Irmãs Freitas vêm marcando presença em palcos de festivais, programas de rádio, televisão e na memória afetiva de fãs por todo o Brasil. Com passagens por formações diferentes, mas sempre mantendo a essência musical e o romantismo do campo, elas construíram uma carreira que ultrapassa 44 anos. Gravaram com nomes importantes, como o sanfoneiro Voninho, e conquistaram prêmios, discos de ouro e seguidores fieis nas redes sociais, que acompanham cada novo passo com carinho e admiração.

Moysés Rico: herança, respeito e renovação do legado de Zé Rico

Outro momento especial do programa será protagonizado por Moysés Rico, filho do inesquecível Zé Rico, da dupla Milionário & Zé Rico. Em um país onde as heranças musicais emocionam e inspiram, Moysés tem se destacado não apenas pelo sobrenome que carrega, mas pelo talento com que mantém viva a história do pai.

Persistente, apaixonado pela música e com uma identidade própria, o artista vem conquistando espaço ao reverenciar os grandes clássicos da lendária dupla e, ao mesmo tempo, criando sua própria trajetória. Já dividiu o palco com Milionário e se tornou uma das vozes mais promissoras do chamado “sertanejo raiz”. Para os fãs que cresceram ouvindo as canções que embalaram amores, despedidas e reencontros, ouvir Moysés é como reencontrar um velho amigo.

“Vozes da Terra”: a nova geração que carrega a força da música caipira

Como de costume, o quadro “Vozes da Terra” chega para mostrar que o futuro do sertanejo está em boas mãos. Nesta edição, o programa recebe dois nomes que têm emocionado o público e movimentado as redes sociais com suas vozes potentes e interpretações de arrepiar: a dupla Dilmar & Diogo e o cantor Júlio Torres.

Direto de Goiânia, Dilmar & Diogo têm surpreendido pela semelhança vocal com a icônica dupla Zezé Di Camargo & Luciano. Jovens, mas com um gosto apurado pelos clássicos, os dois vêm ganhando fãs pela forma respeitosa e apaixonada com que interpretam modas antigas e novas, mantendo viva a conexão com as origens do gênero.

Já Júlio Torres conquistou notoriedade na internet após um vídeo em que sua voz — surpreendentemente parecida com a de Bruno, da dupla Bruno & Marrone — viralizou. Mas ele não é só semelhança: dono de uma presença marcante e carisma natural, Júlio tem se firmado como cantor e compositor, com músicas autorais como “O Playboy e o Cowboy”, ao lado de Edson & Hudson, além dos sucessos “Empatado” e “Aô Moçada”, que somam milhões de plays nas plataformas digitais.

Game dos 100 deste domingo (10) traz boliche gigante, empilhar latas, separar balas, avião de papel, pilhas na lanterna, mega vôlei, cereja na cabeça, cesta na bicicleta e tampa do pote

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 10, a partir das 14h, o Game dos 100 retorna com tudo, trazendo um episódio que promete fazer a temperatura subir e a ansiedade bater forte para quem está na disputa — e para quem assiste de casa. Depois de uma série de desafios e eliminações, agora são 70 competidores que encaram uma sequência intensa de provas, cada uma mais imprevisível que a outra.

O objetivo? Simples e cruel: não ser o último a cumprir cada tarefa, para continuar firme na briga pelo grande prêmio de R$ 300 mil. A tensão já é palpável, porque, para esses jogadores, um erro pode significar o fim dos sonhos naquele instante.

Primeiro desafio: força e mira no boliche gigante

Para abrir o dia, os competidores enfrentam um boliche nada convencional — aqui, a bola é uma caçamba pesada, e o pino, uma gigante estrutura que parece desafiadora de derrubar. Cada participante tem que empurrar com toda a força para tentar fazer um strike logo de cara.

Quem acerta o pino na primeira tentativa fica tranquilo, mas os que erram precisam esperar sua vez novamente, sob pressão crescente. O último a conseguir derrubar o pino deixa o jogo ali mesmo — e a fila dos eliminados já começa a crescer.

Construção e equilíbrio: o desafio das latas sobre a água

Não há espaço para pressa quando a missão é empilhar latas vazias em cima de um prato que flutua em um recipiente cheio d’água. Essa prova é quase uma dança silenciosa: mãos firmes, respiração controlada e um equilíbrio que desafia até os mais pacientes.

A tensão toma conta porque, a qualquer momento, uma pilha pode desabar e o competidor terá que recomeçar. No final, quem não conseguir levantar sua torre de cinco latas em tempo perde a chance de continuar.

Habilidade e paciência: transportar bolinhas numa raquete furada

Agora, a missão é transportar cinco bolinhas usando apenas uma mão — e, para complicar, a raquete tem um furo no meio! Cada bolinha que cai no chão obriga o participante a voltar e tentar de novo.

Essa prova vira um verdadeiro teste de coordenação e persistência, com jogadores apertando os dentes para não deixar a bolinha escapar, enquanto o tempo passa implacável.

Cor e velocidade: a separação das balas

Parece fácil separar balas por cor, certo? Mas a pressão do relógio e o medo de ficar para trás tornam essa tarefa um verdadeiro pesadelo. Cada competidor recebe um pote cheio de balas coloridas e deve organizar tudo corretamente em recipientes diferentes.

À medida que o tempo avança, mãos tremem, dúvidas aparecem, e a velocidade é tudo. O último que terminar deixa o Game dos 100 e seus sonhos para trás.

Criatividade na ponta dos dedos: construindo e lançando aviãozinhos de papel

Aqui, o talento manual e a mira se encontram. Primeiro, os jogadores têm que dobrar seus papéis para montar um aviãozinho — simples na teoria, difícil na prática quando a pressão está alta. Depois, o lançamento precisa ser certeiro para que o aviãozinho pouse em uma pista delimitada.

Quem conseguir acertar segue firme, mas o grupo vai encolhendo à medida que um após outro falha no pouso. O último a errar dá adeus à competição.

Tateando no escuro: encaixando pilhas em lanternas sem enxergar

Essa prova desafia o tato e a concentração. Sentados diante de caixas fechadas, com apenas os braços livres para mexer dentro do espaço escuro, os competidores precisam encaixar as pilhas dentro de uma lanterna até fazê-la acender.

Quem acende primeiro garante sua vaga, enquanto o último a completar a tarefa sente o peso da eliminação.

Trabalho em equipe e estratégia: o mega vôlei gigante

A competição ganha uma dinâmica diferente quando os jogadores se dividem em dois times para uma partida de vôlei com uma bola gigante em uma quadra enorme. Mais do que força, o jogo exige estratégia, agilidade e, claro, muita coordenação para evitar que a bola toque no chão do próprio lado.

A equipe derrotada não está fora na hora, mas precisa disputar mais rodadas para não ver seus integrantes serem eliminados um a um até restar um único representante.

Equilíbrio e boca: mordendo cerejas sem usar as mãos

Um desafio que mistura graça e dificuldade: capacetes com “cerejas” presas em hastes ficam penduradas na cabeça dos participantes. A missão? Morder todas as quatro cerejas sem ajuda das mãos.

O desafio parece engraçado, mas o equilíbrio e a persistência são fundamentais para quem não quer ser o último a conseguir, e consequentemente, ser eliminado.

Precisão em movimento: acertando a lata na cesta da bicicleta

Na prova seguinte, o corpo em movimento precisa se sincronizar com a mira. Uma bicicleta com cesta na frente percorre a arena, enquanto o competidor tenta acertar sua lata dentro dela.

A concentração é total — errar o alvo pode custar caro.

Desafio final: o clássico quebra-cabeça das tampas e potes

Para fechar com chave de ouro, o programa traz um desafio que muitos brasileiros conhecem bem na rotina: encontrar a tampa certa para o pote certo.

Mas, para os competidores, a tarefa não é tão simples. Os potes e tampas estão espalhados, e só quem consegue achar as peças certas e encaixá-las a tempo garante a permanência.

Quem vai resistir?

O Game dos 100 é um verdadeiro teste de nervos, habilidades e resistência física e mental. A cada domingo, o programa mostra que aqui não basta sorte — é preciso foco, estratégia, rapidez e, às vezes, aquela pitada de improviso que só a pressão extrema consegue extrair.

Rafa Brites e Felipe Andreoli seguem no comando, garantindo o clima animado e aquela energia contagiante que tornam o programa uma das atrações mais queridas da faixa da tarde. A participação especial de Márcia Fu só deixa tudo ainda mais divertido e imprevisível.

Crítica – Um Ombro para Chorar transforma rivalidade em afeto e revela como o amor pode nascer exatamente onde a dor insiste em permanecer

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Um Ombro para Chorar” não é apenas mais um drama romântico juvenil. É uma história sobre pressão, solidão e sentimentos que surgem nos lugares mais inesperados. Disponível para quem busca romances sensíveis e emocionalmente intensos, a série sul-coreana de 2023 adapta o webtoon A Shoulder to Cry On, de Dong Mul, com um olhar atento às fragilidades da juventude e às marcas que o medo de perder tudo pode deixar.

Lee Da Yeol é apresentado como um jovem que carrega o peso de um futuro que não pode falhar. Habilidoso arqueiro, ele conquistou uma bolsa de estudos em uma escola de prestígio, e essa oportunidade representa muito mais do que status: é sobrevivência, reconhecimento e esperança. Da Yeol vive em constante estado de alerta, como se qualquer erro pudesse destruir tudo o que construiu. É nesse cenário de tensão que surge Jo Tae Hyeon, o aluno mais popular da escola, alguém que, à primeira vista, representa exatamente aquilo que Da Yeol não pode se dar ao luxo de enfrentar.

O conflito inicial entre os dois nasce da desconfiança e do medo. Da Yeol vê Tae Hyeon como uma ameaça direta, alguém capaz de colocar sua bolsa em risco e alimentar rumores que podem arruinar sua reputação. Sua reação é o afastamento, quase agressivo, uma tentativa desesperada de se proteger. Mas “Um Ombro para Chorar” é uma série que se constrói a partir da insistência: Tae Hyeon simplesmente não vai embora.

Jo Tae Hyeon é, talvez, o personagem mais interessante da narrativa. Popular, confiante e aparentemente despreocupado, ele esconde uma solidão que só se revela aos poucos. Sua insistência em permanecer ao lado de Da Yeol não é apenas provocação ou curiosidade. Há ali um reconhecimento silencioso de alguém que também carrega dores que não sabe expressar. A série acerta ao não transformar Tae Hyeon em um estereótipo do “garoto perfeito”, permitindo que suas vulnerabilidades apareçam gradualmente.

A relação entre os dois evolui de forma tensa e emocionalmente carregada. O ódio inicial de Da Yeol é palpável, quase físico. No entanto, quanto mais eles convivem, mais essa raiva se mistura com algo difícil de nomear. O olhar que se demora, o silêncio desconfortável, a proximidade que incomoda e conforta ao mesmo tempo. “Um Ombro para Chorar” entende que o amor nem sempre nasce do afeto imediato; às vezes ele surge da convivência forçada, do confronto de feridas e do reconhecimento da dor do outro.

O grande tema da série é justamente essa linha tênue entre amor e ódio. Da Yeol luta contra sentimentos que não quer ter, não apenas por medo de Tae Hyeon, mas por medo de si mesmo. A possibilidade de amar alguém que ele acredita ser uma ameaça abala suas certezas e sua identidade. Já Tae Hyeon parece compreender antes que Da Yeol que essa conexão não é algo a ser combatido, mas acolhido.

A série também se destaca por abordar, ainda que de forma sutil, temas como pressão acadêmica, medo do fracasso, isolamento social e a violência silenciosa dos rumores. O romance não existe separado desses conflitos; ele nasce dentro deles. Amar, aqui, é um risco tão grande quanto errar um alvo no arco e flecha ou perder uma bolsa de estudos

Low Life promete ação, trapaças e caçadores de tesouro na nova aposta coreana do Disney+

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Imagine uma Coreia do Sul nos anos 1970, em plena ebulição, onde o sonho de uma vida melhor passa por becos escuros, apostas arriscadas e… um navio naufragado repleto de riquezas escondidas no fundo do mar. É nesse cenário — entre a esperança e a desilusão — que se desenrola Low Life, nova série sul-coreana que chega ao Disney+ no dia 16 de julho, com três episódios de estreia.

A série gira em torno de dois vigaristas de pequeno porte: um tio experiente, calejado pela vida, e um sobrinho que ainda acredita que pode mudar o destino da família. Os dois vivem de trambiques até que um boato antigo sobre um tesouro perdido no litoral sul-coreano reacende aquela velha faísca de ambição. Afinal, quem nunca sonhou com o golpe perfeito?

O que começa como um plano arriscado logo se transforma numa guerra velada, onde entram em cena mafiosos, empresários poderosos e todo tipo de oportunista farejando ouro. Nada é simples — e todo mundo esconde algo.

Uma história sobre sobrevivência… com alma e cinismo

Low Life pode até falar sobre tesouros, mas no fundo é sobre escolhas. Sobre até onde alguém está disposto a ir para deixar de ser invisível. Oh Gwanseok (vivido por Ryu Seung-ryong, de Em Movimento) sabe que já passou do ponto de retorno. Não quer redenção — quer resultado. Já seu sobrinho, Oh Heedong (Yang Se-jong, de Doona!), ainda acredita em certo romantismo: se der certo, vão sair limpos, vão começar de novo, vão ter paz. Mas o mundo que eles encaram não joga limpo.

No caminho, surge Yang Jungsook (Im Soo-jung, de Melancholia), uma mulher de negócios que nunca entra em uma disputa sem a intenção de ganhar — e que, aos poucos, muda todas as regras do jogo.

Sem heróis. Só sobreviventes.

Esqueça os mocinhos clássicos. Aqui, ninguém é completamente bom, nem totalmente mau. Todos vivem de pequenos desvios, grandes silêncios e uma vontade quase desesperada de escapar do destino que herdaram. É um retrato amargo, mas profundamente humano — e com uma fotografia que evoca o clima suado, esfumaçado e tenso das grandes histórias de crime noir.

Low Life foi criada e dirigida por Kang Yun-seong, o mesmo por trás de The Outlaws e Big Bet, duas produções que já mostraram como o diretor sabe contar histórias de homens perigosos à beira do abismo. Agora, ele troca o cenário urbano por mares revoltos, mas mantém a essência: gente quebrada tentando se reconstruir… nem que seja em cima de escombros.

Quando e como assistir?

A série tem 11 episódios, com lançamentos semanais a partir do dia 16 de julho, sempre às quartas-feiras, no Disney+. O final — duplo, para ninguém desgrudar da tela — chega no dia 13 de agosto.

Quem embarcar em Low Life não vai encontrar redenção fácil, mas vai esbarrar em personagens que respiram verdade. Gente que erra, mente, ama e tenta, do jeito que dá, sobreviver.

E no meio de tudo isso, uma pergunta persiste: e se o maior tesouro nem estiver debaixo d’água?

Fãs de Harry Potter vivenciam magia e glamour no Grande Baile Tribruxo em São Paulo

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Estreou no último dia 29 de outubro, em São Paulo, o evento “Harry Potter™: Um Grande Baile Tribruxo”, uma experiência imersiva que permite aos fãs mergulhar no universo mágico criado por J.K. Rowling e reviver momentos icônicos dos filmes. Produzido pela Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) em parceria com Fever, BeFun Entertainment, Businessland e o Governo Federal, o evento é apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, e pelo Nubank, reunindo entretenimento, cultura e inovação em um mesmo espaço.

A experiência acontece no Shopping Cidade São Paulo, na emblemática Avenida Paulista, e transforma o local em um verdadeiro cenário mágico inspirado no Salão Principal de Hogwarts. A decoração luxuosa e detalhista remete diretamente às cenas do Baile de Inverno, presente no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo, transportando os visitantes para o clima elegante e festivo da escola de magia mais famosa do mundo.

Durante cerca de duas horas, os participantes podem explorar diferentes atrações que tornam a experiência completa. O evento oferece atividades interativas das casas de Hogwarts, incluindo desafios e competições amistosas que estimulam a criatividade e o espírito de equipe. Além disso, há um Mercado do Baile Tribruxo, com produtos oficiais da franquia, lembranças exclusivas e uma seleção de comidas e bebidas temáticas que enriquecem a experiência sensorial.

Os fãs também têm múltiplas oportunidades para registrar o momento em cenários fotográficos inspirados nos filmes, garantindo lembranças que unem magia e diversão. Embora o uso de trajes especiais não seja obrigatório, os visitantes são incentivados a se vestir com trajes de gala, uniformes das casas de Hogwarts ou trazer suas varinhas, reforçando a imersão e tornando a experiência ainda mais memorável.

Para os organizadores, o evento representa mais do que uma homenagem à franquia: é uma forma de reunir diferentes gerações de fãs em torno da cultura pop, estimulando a interação social, a criatividade e o encantamento. Crianças, adolescentes e adultos têm a oportunidade de se reconectar com a magia de Hogwarts, revivendo cenas inesquecíveis e conhecendo de perto o universo que conquistou o mundo.

O “Grande Baile Tribruxo” também evidencia o potencial de experiências culturais inovadoras que combinam entretenimento, educação e imersão, ao oferecer um ambiente seguro e acolhedor, ao mesmo tempo em que promove o legado de Harry Potter™ como fenômeno global. A iniciativa reforça ainda o papel de projetos culturais no incentivo à criatividade, ao aprendizado lúdico e à valorização de histórias que inspiram coragem, amizade e superação.

Com elegância, atenção aos detalhes e uma abordagem interativa, o evento promete encantar fãs de todas as idades, consolidando-se como uma experiência obrigatória para quem deseja vivenciar a magia de Hogwarts de forma única, inesquecível e emocionante.

“Cais” cruza fronteiras e estreia nos EUA: documentário brasileiro ganha espaço no BlackStar Film Festival, na Filadélfia

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O coração de uma filha enlutada encontra espaço para respirar entre as margens de dois rios, nos interiores da Bahia e do Maranhão. Foi assim, em um movimento delicado de escuta e travessia, que nasceu “Cais“, o filme de Safira Moreira que estreia no próximo dia 31 de julho nos Estados Unidos, integrando a programação do BlackStar Film Festival, na Filadélfia.

A sessão será realizada às 19h (horário local) no Suzanne Roberts Theatre, marcando a abertura da mostra de longas-metragens do festival, que se tornou referência global por celebrar criações audiovisuais de artistas negros e racializados. A exibição internacional consolida o impacto do longa, que já havia arrebatado três importantes prêmios no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba: escolha do júri oficial, da crítica e do público.

Quando a ausência guia o caminho

O que impulsiona a diretora à frente da câmera não é a vontade de contar uma história linear. É o desejo, íntimo e silencioso, de compreender a ausência de sua mãe, Angélica, falecida dois meses antes do início das filmagens. Em vez de parar, Safira decidiu partir: cruzou o Rio Paraguaçu, na Bahia, e o Rio Alegre, no Maranhão, em uma busca não por respostas, mas por sinais, por memórias vivas nas pessoas, nos rostos, nas águas e nas paisagens que a cercavam.

Esse percurso revela um cinema sensível, onde o tempo não é cronológico, mas emocional. A diretora se permite sentir antes de narrar, captando com delicadeza os detalhes que a maioria não vê: o modo como alguém olha para o rio, o silêncio entre duas frases, a forma como uma lembrança escapa de quem tenta contê-la. Cais se constrói assim: na borda entre o visível e o que se carrega por dentro.

Uma escuta que transcende o individual

Ainda que parta de uma experiência íntima, o filme atinge algo coletivo. Safira Moreira convida o público a atravessar com ela esse processo, não com explicações, mas com presença. O impacto disso foi sentido com intensidade em Curitiba, onde o longa foi exibido pela primeira vez. Plateias emocionadas permaneceram em silêncio após os créditos finais — como se o filme pedisse um tempo para ser absorvido antes que qualquer palavra pudesse quebrar sua vibração.

E não é por acaso que Cais encontra acolhimento em um festival como o BlackStar. Criado em 2012, o evento se tornou símbolo de resistência e visibilidade para produções independentes criadas por cineastas negros e indígenas. A escolha de exibir o filme logo no primeiro dia do festival evidencia o reconhecimento internacional de uma narrativa que, mesmo profundamente enraizada no Brasil, ecoa além das fronteiras geográficas.

Uma rede por trás do filme

Por trás da potência emocional da obra, existe uma equipe alinhada com os mesmos valores de escuta, cuidado e representatividade. A produção executiva ficou a cargo de Flávia Santana, e o filme é fruto da colaboração entre a baiana Mulungu Realizações Culturais, a Omnirá Filmes e a Giro Planejamento Cultural.

A Mulungu, com sede em Salvador, tem desempenhado um papel fundamental no fortalecimento do audiovisual protagonizado por mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. Seu portfólio reúne títulos como “Como Nasce um Rio”, “Menarca”, “Receba!” e a produção internacional “Mulheres Negras em Rotas de Liberdade”, que reúne nomes como Sueli Carneiro, Conceição Evaristo, Luedji Luna, Erica Malunguinho, Mirtes Renata e Carla Akotirene.

A realização do projeto também foi possível graças a incentivos de destaque no cenário nacional e internacional, como o Rumos Itaú Cultural, o Fundo Avon Mulheres no Audiovisual (FAMA) e o prestigiado Sundance Documentary Fund, que reconheceu o valor e a originalidade da obra ainda em fase de desenvolvimento.

Safira Moreira e a construção de um cinema com alma

O trabalho de Safira já havia chamado atenção em “Travessia”, curta-metragem de 2017 no qual ela refletia sobre a ausência de fotografias de famílias negras em acervos públicos e privados no Brasil. Em seus filmes, a diretora parece sempre propor a mesma pergunta: o que acontece com a memória quando ela não pode ser vista?

Com Cais, essa questão se transforma. Agora, a memória não precisa ser visual para existir — ela pulsa nas águas, nos gestos herdados, nos rostos que lembram outros rostos. A câmera de Safira não busca o espetáculo. Ela prefere o murmúrio, o sopro, o resíduo que fica depois que o momento já passou.

Seu cinema é o da escuta e da espera. E isso, em tempos acelerados, se torna revolucionário.

O que o público leva consigo

Não é exagero dizer que muitos espectadores deixam a sala de exibição diferentes de como entraram. O filme não oferece uma catarse imediata, mas convida à introspecção. Há quem lembre da própria mãe, da avó, da infância. Há quem se reconheça no silêncio da diretora, na fluidez dos rios, na tentativa de reorganizar o mundo interno depois de uma perda.

Ao fim, Cais entrega muito mais do que uma narrativa: entrega uma experiência sensorial. Seu maior valor talvez esteja em tudo que não é dito. No tempo que se leva para compreender o que foi sentido. E nos ecos que o filme deixa mesmo depois de encerrada a sessão.

Um porto seguro para histórias que resistem

A estreia em solo americano marca não apenas a conquista de um espaço no circuito internacional, mas também a confirmação de que o cinema brasileiro tem, sim, histórias urgentes a serem ouvidas — especialmente quando contadas por mulheres negras, com autonomia estética, política e emocional.

Safira Moreira representa essa geração que filma a partir do próprio corpo, da própria história, da própria escuta. E o filme que ela oferece ao mundo agora atravessa o oceano não como produto, mas como ritual. Um gesto íntimo que encontra abrigo no outro. Um barco que carrega saudade, mas também possibilidade de reencontro.

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