Suho, líder do EXO, anuncia novo mini-álbum Who Are You e promete uma fase mais madura da carreira

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O universo do K-pop está em festa. O cantor, ator e líder do EXO, Suho, anunciou neste domingo, 31 de agosto, o lançamento de seu quarto mini-álbum solo, que chegará ao público no dia 22 de setembro de 2025, às 6h da manhã (horário de Brasília). O projeto, intitulado Who Are You, já desperta grande expectativa entre os fãs, que aguardam novas canções capazes de revelar ainda mais sobre a versatilidade e maturidade do artista.

A notícia rapidamente se espalhou pelas redes sociais, com os fãs do EXO — conhecidos como EXO-Ls — celebrando a novidade. O nome de Suho figurou entre os tópicos mais comentados no X (antigo Twitter) em diversos países, incluindo Brasil, Coreia do Sul e Japão, evidenciando a força global de sua base de seguidores.

Quem é o cantor?

Nascido Kim Jun-myeon, em 22 de maio de 1991, em Seul, Suho ganhou fama mundial ao ser apresentado como líder do EXO em 2012, ano em que o grupo fez sua estreia oficial. Desde cedo, mostrou-se um artista disciplinado e dedicado, características que o levaram naturalmente a ocupar a posição de porta-voz do grupo.

A trajetória do cantor, no entanto, vai muito além da música. Com formação acadêmica sólida — chegou a estudar na Universidade Nacional de Artes da Coreia —, ele construiu uma carreira multifacetada. No universo da atuação, participou de dramas televisivos, filmes e musicais, conquistando elogios da crítica.

Essa capacidade de se reinventar o consolidou como uma das personalidades mais respeitadas do entretenimento sul-coreano, reconhecido não apenas pelo talento, mas também pela postura carismática e inspiradora diante dos fãs.

O fenômeno EXO

Criado pela SM Entertainment em 2011 e lançado oficialmente em 2012, o EXO rapidamente se tornou um dos grupos mais populares do K-pop. A formação inicial contava com 12 integrantes, divididos em duas subunidades: EXO-K, responsável pelas músicas em coreano, e EXO-M, que focava no público de língua chinesa.

Com o passar dos anos, o grupo consolidou sua identidade musical e visual, alcançando marcas históricas. O primeiro grande sucesso veio em 2013, com o álbum XOXO e o single Growl, que venderam mais de um milhão de cópias — um feito inédito no mercado sul-coreano em mais de uma década.

Desde então, o EXO acumulou recordes e prêmios, sendo descrito por veículos como a Vogue e a Dazed como “a maior boyband do mundo”. A força do grupo também se reflete fora dos palcos: em 2018, a Casa da Moeda da Coreia lançou medalhas comemorativas em homenagem ao grupo, reconhecendo sua importância cultural na chamada Onda Hallyu, que popularizou a cultura coreana no mundo.

A carreira solo de Suho

Apesar de sua intensa agenda com o EXO, o artista sul-coreano iniciou sua trajetória solo em 2020, com o lançamento do mini-álbum Self-Portrait. O projeto foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, destacando-se pelo tom intimista e pelo diálogo entre música e artes visuais.

Desde então, o cantor lançou outros trabalhos que reforçaram sua marca pessoal: letras mais introspectivas, melodias que exploram baladas e pop alternativo, e uma estética que valoriza a profundidade emocional. Diferente do clima explosivo e dançante característico de muitos hits do EXO, o artista tem optado por um caminho mais poético em sua carreira solo, o que lhe rendeu elogios por autenticidade e maturidade artística.

Com Who Are You, seu quarto mini-álbum, a expectativa é de que esse lado mais reflexivo seja ainda mais evidenciado, como já indica o título do projeto.

Who Are You: o que esperar?

Embora poucos detalhes tenham sido divulgados até agora, o título do álbum — Who Are You (Quem é você, em tradução livre) — sugere uma proposta conceitual ligada a questionamentos sobre identidade e relações interpessoais. A escolha não é casual: Suho tem se mostrado um artista preocupado em traduzir emoções universais em sua música, estabelecendo conexões profundas com seus fãs.

Analistas de K-pop acreditam que o novo trabalho deve trazer um repertório diversificado, mesclando baladas melódicas, canções mais experimentais e possivelmente colaborações inéditas. O cantor já mostrou em entrevistas anteriores que deseja que cada álbum represente um capítulo diferente de sua própria vida, o que torna Who Are You um registro potencialmente autobiográfico.

O impacto do lançamento

O novo álbum do cantor não é apenas mais um capítulo em sua carreira, mas também um reflexo da forma como os grupos de K-pop vêm trabalhando a individualidade de seus integrantes. Cada projeto solo fortalece a marca do grupo como um todo, ampliando o alcance e a diversidade de estilos musicais apresentados.

No caso de Suho, seu trabalho individual também reforça sua imagem de artista completo, que consegue equilibrar liderança em um dos maiores grupos do mundo e, ao mesmo tempo, construir um caminho próprio, intimista e diferenciado.

O Dono de Kingstown | Paramount+ lança teaser da 4ª temporada com Jeremy Renner e Edie Falco em nova guerra pelo poder

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo sombrio e envolvente de O Dono de Kingstown está prestes a ganhar um novo capítulo. A Paramount+ divulgou recentemente o teaser oficial da quarta temporada da série, confirmando que o público poderá conferir os próximos desdobramentos da história a partir do dia 26 de outubro, domingo, exclusivamente na plataforma de streaming premium. A produção, criada por Taylor Sheridan e Hugh Dillon, é reconhecida por seu tom intenso e realista, que explora os meandros da corrupção, da violência e das complexas relações humanas dentro de uma cidade dominada pelo sistema penitenciário.

A quarta temporada promete elevar ainda mais a tensão. No teaser, vemos que Mike McLusky, interpretado pelo indicado ao Oscar® Jeremy Renner, terá seu controle sobre Kingstown ameaçado por novos oponentes que buscam ocupar o vácuo de poder deixado pelos russos. A situação força o protagonista a enfrentar uma verdadeira guerra de gangues, precisando agir rapidamente para evitar que a cidade caia em caos total. Paralelamente, Mike lida com um novo prefeito obstinado, que representa um desafio adicional para proteger aqueles que ama, enquanto confronta os fantasmas de seu passado, elementos que adicionam camadas de complexidade emocional à narrativa.

L-R: Clayton Cardenas as Torres and Jeremy Renner as Mike McLusky in Mayor of Kingstown season 4, streaming on Paramount+, 2025. Credit: Dennis P. Mong Jr./Paramount+ ©2025 Viacom International Inc. All Rights Reserved. Mayor of Kingstown and all related titles, logos and characters are trademarks of Viacom International Inc.

Além de Renner, a quarta temporada conta com o talento da vencedora do Emmy® e do Globo de Ouro®, Edie Falco, que se junta ao elenco para dar vida à personagem Nina Hobbs. A série também traz Lennie James (vencedor do BAFTA®) e Laura Benanti (vencedora do Tony®), somando forças a um grupo que já inclui nomes como Hugh Dillon, Taylor Handley, Tobi Bamtefa, Derek Webster, Hamish Allan-Headley e Nishi Munshi. A diversidade do elenco, combinada com a força narrativa, garante que cada episódio seja repleto de tensão e surpresas.

A produção executiva continua sob o comando de Taylor Sheridan, Hugh Dillon, Jeremy Renner, Antoine Fuqua e outros nomes de peso, incluindo David C. Glasser, Ron Burkle, David Hutkin, Bob Yari, Michael Friedman, Dave Erickson, Christoph Schrewe, Wendy Riss, Evan Perazzo e Keith Cox. Dave Erickson atua também como showrunner da série, garantindo uma continuidade criativa que mantém a coerência narrativa e a intensidade dramática que conquistou o público desde a estreia.

Uma cidade onde o crime é regra

A cidade de Kingstown, Michigan, embora fictícia, é o cenário perfeito para explorar os dilemas do poder e da justiça. Nela, o negócio é o encarceramento. A família McLusky, central na narrativa, desempenha o papel de mediadora entre gangues de rua, prisioneiros, guardas e policiais. Desde a primeira temporada, o público acompanha como essa família tenta manter a ordem em um ambiente permeado por racismo, corrupção, doenças mentais e violência. A série não apenas retrata os conflitos externos, mas também se aprofunda nos dilemas internos dos personagens, oferecendo uma visão crua e realista da luta por justiça em um lugar que parece não conhecê-la.

Jeremy Renner, como Michael “Mike” McLusky, é o protagonista que carrega a responsabilidade de manter Kingstown sob controle. Inicialmente o braço direito de seu irmão mais velho, Mitch, Mike assume o papel de “Prefeito” da cidade após a morte de Mitch. A trajetória do personagem é marcada por desafios pessoais e profissionais: ele já foi detento na prisão de Kingstown, e agora precisa lidar com as consequências de seu passado, suas relações familiares e a ameaça constante de novos inimigos que surgem na cidade.

Edie Falco, por sua vez, traz profundidade e complexidade à nova personagem Nina Hobbs, que se envolve em uma trama de poder e manipulação política dentro de Kingstown. Sua presença amplia o leque de tensões da narrativa, trazendo novos elementos que prometem alterar as dinâmicas já conhecidas da série. O elenco principal também inclui Lennie James como Frank Moses, um personagem que promete agregar ainda mais intensidade à temporada.

Elenco de apoio e personagens recorrentes

Além do núcleo central, a série conta com um elenco de apoio que se destaca pela força dramática de suas atuações. Hugh Dillon, cocriador da série, interpreta o Tenente Ian Ferguson, um detetive durão e experiente, parceiro de Kyle McLusky, o irmão mais novo de Mike, vivido por Taylor Handley. A relação entre os irmãos McLusky e a polícia local é um dos fios condutores da narrativa, mostrando como a linha entre o bem e o mal pode ser tênue em uma cidade onde todos têm interesses conflitantes.

Outros personagens que retornam ou ganham maior relevância na quarta temporada incluem Tobi Bamtefa como Deverin “Bunny” Washington, líder dos Crips em Kingstown, e Derek Webster como Stevie, detetive aliado da família McLusky. Hamish Allan-Headley assume o papel de Robert Sawyer, sargento da SWAT, trazendo ação e estratégias de confronto que prometem impactar diretamente o equilíbrio de poder na cidade.

Entre os personagens recorrentes, destaca-se Nishi Munshi como Tracy McLusky, esposa de Kyle, e Michael Beach como Capitão Kareem Moore, líder dos guardas da prisão. A interação entre esses personagens mostra não apenas os desafios do crime organizado, mas também os dilemas pessoais e familiares que permeiam a vida em Kingstown.

História e evolução da série

O Dono de Kingstown estreou em 14 de novembro de 2021 no Paramount+, rapidamente conquistando o público com seu tom intenso e realista. A primeira temporada apresentou a dinâmica da cidade, os conflitos entre gangues e a ascensão de Mike ao papel de “Prefeito”. Em fevereiro de 2022, a série foi renovada para uma segunda temporada, que estreou em 15 de janeiro de 2023, aprofundando a narrativa e introduzindo novos personagens.

A terceira temporada, lançada em 2 de junho de 2024, manteve o padrão de tensão e violência, explorando ainda mais o passado dos McLusky e os desafios de manter o controle de Kingstown. Em dezembro de 2024, a Paramount+ confirmou a quarta temporada, que promete ser ainda mais intensa, explorando as consequências de decisões passadas e a constante luta pelo poder em uma cidade onde a lei muitas vezes parece inexistente.

Produção e filmagens

A série é marcada por uma produção cuidadosa, que busca retratar Kingstown de forma autêntica. As filmagens da primeira temporada ocorreram em diversas locações no Canadá, incluindo Toronto, Hamilton, Burlington e Kingston, utilizando inclusive a penitenciária local como cenário principal. A segunda temporada expandiu as locações para a Pensilvânia, com cenas gravadas em Erie e seus arredores. A terceira temporada teve como base Pittsburgh, trazendo ainda mais realismo urbano e intensidade visual à narrativa.

A música da série, composta por Andrew Lockington, desempenha papel fundamental na criação da atmosfera sombria e tensa que caracteriza O Dono de Kingstown. A trilha sonora, lançada pela Lakeshore Records, complementa as cenas de ação, suspense e drama, reforçando a imersão do público na cidade fictícia e nos dilemas de seus personagens.

O universo Taylor Sheridan no Paramount+

A série integra a crescente lista de produções de Taylor Sheridan no Paramount+, incluindo títulos como Landman, 1923, Lioness, Tulsa King, 1883, Homens da Lei: Bass Reeves e o próximo Nola King, estrelado por Samuel L. Jackson. A presença de Sheridan garante uma assinatura narrativa marcada por intensidade dramática, personagens complexos e tramas que exploram tanto a violência quanto os dilemas morais.

Expectativas para a quarta temporada

A divulgação do teaser da quarta temporada gerou grande expectativa entre os fãs. A narrativa promete aprofundar ainda mais a tensão em Kingstown, explorando a guerra de gangues, a política local e os desafios pessoais de Mike McLusky. A presença de novos personagens interpretados por Edie Falco, Lennie James e Laura Benanti adiciona camadas de complexidade, oferecendo novas perspectivas sobre os conflitos que já foram explorados nas temporadas anteriores.

Os fãs podem esperar confrontos intensos, estratégias de poder, dilemas morais e reviravoltas inesperadas. A série continua a explorar temas sensíveis, como racismo, corrupção e saúde mental, mantendo-se fiel à sua proposta de retratar a realidade de uma cidade dominada pelo encarceramento e pela luta pelo controle.

Paramount+ e Good Cop lançam loja imersiva e doce mortal para celebrar a nova era de Dexter: Ressurreição

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Quem diria que um serial killer daria tanta vontade de tirar selfie e comer donut? Pois é. Dexter Morgan, o assassino mais metódico, calculista e carismático da TV está de volta — e não veio sozinho. A nova fase da franquia, “Dexter: Ressurreição”, chega nesta sexta-feira (11) ao Paramount+ com dois episódios de arrancar o fôlego (e talvez algumas unhas). E, pra marcar o retorno do justiceiro de jaleco ensanguentado, uma parceria no mínimo… deliciosa.

Sim, o Paramount+ se juntou com a Good Cop pra criar uma experiência imersiva que mistura crime, psicologia forense e confeitaria — e o resultado? Um espaço que parece saído direto do laboratório do Dexter, com cheiro de donut e clima de “cuidado onde pisa”.

🍩 Donut de edição limitada: mais viciante que Dexter no modo vigilante

Imagina morder um donut que poderia muito bem estar numa cena do crime — se não fosse tão gostoso. A partir de 11 de julho, todas as lojas e quiosques da Good Cop vão oferecer um donut exclusivo inspirado em Dexter, por R$ 17,90. Vermelho, intenso, com sabor misterioso (a receita é segredo de Estado), ele é perfeito pra comer enquanto você assiste à série tentando adivinhar quem vai ser o próximo da lista.

🧠 Dentro da mente de Dexter: a nova loja imersiva no Itaim Bibi

Agora segura essa: a loja da Good Cop no Itaim Bibi foi completamente transformada em um mergulho na mente do nosso serial killer preferido. Tem espaço imersivo, ambientação sombria, referências da série por todos os cantos, e aquele clima tenso que só Dexter sabe entregar. Spoiler: tem lugar pra tirar selfie e fingir que você também tem um dark passenger (mas sem o peso moral, relaxa).

A ideia é que o fã não só assista — mas viva o universo de Dexter por alguns minutos, com direito a registro nas redes sociais e donut na mão. Uma experiência completa pra quem gosta de um bom suspense servido com açúcar e uma pitada de loucura.

🎬 Dexter: Ressurreição — ele voltou, e continua letal

Na nova produção do Paramount+, Dexter está mais introspectivo, mais sombrio, e mais… você vai ver. “Ressurreição” promete reacender a febre pelo personagem que redefiniu o anti-herói da TV, misturando dilemas morais, justiça com as próprias mãos e muito suspense bem roteirizado.

Athletico x Amazonas: Onde assistir a Série B do Campeonato Brasileiro ao vivo nesta segunda (27/10) 

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A noite desta segunda-feira (27) promete fortes emoções para os torcedores de Athletico e Amazonas. Às 21h30 (horário de Brasília), a bola rola na Arena da Baixada, em Curitiba, para um confronto que coloca frente a frente duas equipes em momentos completamente distintos na Série B do Campeonato Brasileiro. Enquanto o Furacão tenta reagir na competição e ainda sonha com o acesso à elite, o Amazonas luta bravamente contra o rebaixamento e vê cada ponto como uma chance de sobrevivência.

Clima de decisão em Curitiba

Restando apenas cinco rodadas para o fim da Série B, o Athletico chega pressionado. Após um empate sem gols com o Coritiba no clássico paranaense, o time de Odair Hellmann soma quatro partidas consecutivas sem vencer — sequência que esfriou o embalo da equipe e comprometeu a aproximação do G-4. Mesmo assim, a torcida segue confiante de que o time pode reagir em casa e iniciar uma arrancada derradeira rumo ao acesso.

O momento é de cobrança. O elenco rubro-negro tem qualidade e investimento para brigar no topo, mas vem enfrentando problemas de finalização e de criatividade no meio-campo. O empate no clássico foi visto internamente como um resultado frustrante, embora o time tenha mostrado solidez defensiva. Agora, diante de um adversário da parte de baixo da tabela, o Athletico sabe que não pode desperdiçar pontos.

Desfalques e escolhas de Odair Hellmann

Odair Hellmann terá que lidar com ausências importantes. O meia Bruno Zapelli, referência técnica da equipe, e o atacante Viveros estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Sem o camisa 10, o treinador deve promover mudanças estruturais: Felipinho surge como opção para reforçar o meio, enquanto Leozinho, Mendoza e Luiz Fernando disputam uma vaga nas pontas.

No comando de ataque, Julimar e Alan Kardec são os principais candidatos à titularidade. A boa notícia é o retorno do zagueiro Terán e do atacante Mendoza, que cumpriram suspensão e estão à disposição.

Provável escalação do Athletico: Santos; Terán, Aguirre e Arthur Dias; Benavídez, Patrick, Dudu e Léo Derik; Leozinho (Mendoza), Luiz Fernando e Julimar (Alan Kardec).

Fora: Zapelli e Viveros (suspensos); Esquivel, Renan Peixoto e Isaac (no departamento médico).
Pendurados: Aguirre, Arthur Dias, João Cruz, Benavídez, Alan Kardec e Léo.

Odair tem insistido em ajustar o equilíbrio entre defesa e ataque. “Precisamos transformar o controle de jogo em gols. As chances estão sendo criadas, mas precisamos ser mais efetivos. O acesso ainda é possível, e temos que acreditar até o fim”, declarou o treinador em entrevista recente.

O desafio da Onça Pintada fora de casa

Do outro lado, o Amazonas chega a Curitiba ciente da dificuldade da missão, mas determinado a surpreender. O time comandado por Márcio Zanardi vem de um empate sem gols com o Novorizontino e ocupa a 19ª colocação, com 32 pontos. Apesar de a vitória não ser suficiente para sair da zona de rebaixamento, ela pode reduzir para apenas dois pontos a diferença em relação ao Athletic Club, primeiro time fora do Z-4.

A grande dificuldade da Onça Pintada está justamente nas partidas longe de Manaus. O clube venceu apenas uma vez como visitante em toda a competição — diante do Avaí, na 23ª rodada — e soma o pior desempenho fora de casa entre os 20 participantes. Ainda assim, Zanardi tenta usar o fator psicológico como motivação: “Estamos vivos. Cada jogo é uma final, e não temos nada a perder. Precisamos ser competitivos, acreditar na proposta e lutar até o último minuto”, afirmou o técnico.

Escalação provável do Amazonas

A tendência é que Zanardi mantenha a base do time que empatou na rodada anterior. A principal dúvida está no meio-campo: ele pode optar por reforçar a marcação com três volantes ou apostar em uma postura mais ofensiva, com Rafael Tavares de saída.

Provável escalação do Amazonas: Renan; Castrillón, Alvariño, Léo Coelho e Fabiano; PH, Erick Varão e Domingos (Rafael Tavares); Diego Torres, Kevin Ramírez e Henrique Almeida.

Fora: Iverton e Dener (departamento médico).
Pendurados: Caco Espinoza (auxiliar), Zabala, Robertinho, Pedro Caracoci, Léo Coelho, Vitão, William Barbio, Castrillón, Márcio Zanardi (treinador), João Lopes, Alvariño, Diego Torres, Iverton e Erick Varão.

A experiência de Henrique Almeida é vista como um trunfo para a equipe manauara. O atacante, com passagem por grandes clubes do futebol brasileiro, tem sido peça-chave para liderar os jovens em campo e tentar dar mais profundidade ao ataque.

O que está em jogo para cada lado

Para o Athletico, vencer é questão de sobrevivência na luta pelo acesso. A equipe paranaense soma 53 pontos e, apesar da sequência sem triunfos, ainda tem chances matemáticas de alcançar o quarto colocado — desde que volte a vencer imediatamente. Uma derrota em casa, porém, pode sepultar as esperanças e aumentar a pressão sobre Odair Hellmann.

Já o Amazonas joga o jogo da vida. Com apenas 32 pontos, o clube precisa de uma sequência quase perfeita nas últimas rodadas para escapar da queda. O time sabe que empates não são mais suficientes, e vencer fora é a única forma de manter viva a esperança de permanecer na Série B.

Histórico e expectativas

Athletico e Amazonas se enfrentam poucas vezes na história, mas o duelo carrega significados simbólicos. De um lado, o Furacão tenta reencontrar o caminho das vitórias e justificar seu peso de grande clube. Do outro, a Onça Pintada busca provar que pode competir de igual para igual com adversários mais tradicionais.

Na Arena da Baixada, o Athletico tem um retrospecto amplamente favorável. O time rubro-negro soma 10 vitórias, 4 empates e apenas 2 derrotas jogando em casa nesta Série B. Já o Amazonas, fora de casa, tem uma campanha com 1 vitória, 4 empates e 11 derrotas — números que mostram o tamanho do desafio.

A expectativa é de casa cheia em Curitiba. A torcida athleticana promete empurrar o time do início ao fim, ciente de que o momento pede união. A diretoria promoveu ações de incentivo, como ingressos a preços populares, para garantir o apoio das arquibancadas.

Onde assistir

O confronto será transmitido ao vivo pela ESPN e pelo Disney+, com cobertura completa a partir das 21h.

O que esperar do jogo

A tendência é de um duelo tenso, com o Athletico buscando o domínio da posse de bola e o Amazonas apostando nos contra-ataques. O Furacão deve tentar sufocar o adversário desde os primeiros minutos, explorando as jogadas pelos lados e a força da bola parada. Já o time amazonense deve se fechar atrás, compactando as linhas e esperando uma oportunidade para surpreender.

Se conseguir abrir o placar cedo, o Athletico pode transformar a partida em uma exibição de confiança. Mas se o Amazonas resistir e levar o empate até o segundo tempo, a pressão pode se tornar uma aliada perigosa — sobretudo considerando o clima de impaciência da torcida.

Expedição Rio 10/05/2025 revisita cenários marcantes de Escrava Isaura, Avenida Brasil e Cara & Coragem

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No terceiro episódio da série especial Expedição Rio nas Telas: As Histórias que o Rio Não Conhece, exibido neste sábado, 10 de maio de 2025, a TV Globo segue celebrando seus 60 anos com uma viagem pelo tempo e pelos cenários que marcaram algumas das novelas mais emblemáticas da teledramaturgia brasileira. Sob o comando dos apresentadores Alexandre Henderson e Daniella Dias, o programa percorre desta vez regiões do Médio Paraíba, Zona Oeste e Zona Norte do Rio de Janeiro, revisitando locações históricas, personagens marcantes e paisagens deslumbrantes que ajudaram a contar grandes histórias.

Ipiabas: a herança do café e o legado de Escrava Isaura

O episódio começa em Barra do Piraí, no distrito de Ipiabas, onde o passado do Brasil se entrelaça com a ficção. A região, que guarda fortes marcas do Ciclo do Café — período de grande importância econômica e social para o país — serviu de cenário para a clássica novela Escrava Isaura, exibida pela primeira vez em 1976 e vendida para mais de 100 países.

A obra, que retrata com sensibilidade e força a escravidão no Brasil e o movimento abolicionista do século XIX, ganha novo fôlego com a visita à fazenda onde foram gravadas cenas marcantes da trama. Acompanhados pelo ator e escritor Will Moret, fã declarado da novela, os apresentadores exploram o local e resgatam memórias da produção que alçou Lucélia Santos ao estrelato internacional como a protagonista Isaura. Moret, além de guiar o passeio, compartilha impressões sobre o impacto cultural da novela e seu valor histórico na representação de um passado doloroso, mas necessário de ser contado.

Café, tradição e sabor em Volta Redonda

A poucos quilômetros dali, a expedição segue para Volta Redonda, onde o aroma do café reforça a identidade cultural da região. Ali, Alexandre e Daniella visitam uma tradicional fábrica com mais de 80 anos de história, referência no Vale do Café. Eles acompanham, ao lado do especialista e provador de café Tomaz Paulino de Luna, todas as etapas da produção: da colheita do grão à torra, moagem e distribuição. O momento serve não apenas para mostrar a qualidade do café brasileiro, mas também para reforçar a importância econômica e afetiva dessa bebida no cotidiano do país.

Subúrbio em destaque: os bastidores de Avenida Brasil

A Zona Norte do Rio é o próximo destino da expedição, com destaque para os bairros de Guadalupe e Madureira, onde foi ambientada parte da trama de Avenida Brasil (2012), uma das novelas de maior repercussão da história recente da TV. Foi ali que nasceu o fictício bairro do Divino, ponto de encontro dos personagens vividos por Cauã Reymond (Jorginho), Bruno Gissoni (Iran), Daniel Rocha (Roni) e Thiago Martins (Leandro), jogadores do time Divino Futebol Clube.

Cauã Reymond participa do episódio e relembra o impacto pessoal e profissional do papel. “O Jorginho era um cara triste, atormentado. Ele mexeu muito comigo. Minha mãe foi adotada, perdeu a irmã por desnutrição. A história dele bateu forte em mim. Demorei um tempo para fazer as pazes com tudo aquilo que vivi durante a novela”, conta. O ator também destaca a identificação popular com a obra: “A novela falava do subúrbio, da nova classe média, das contradições sociais. Acho que o sucesso foi porque as pessoas se viam ali. Era um elenco brilhante, todo mundo teve seu momento”.

Nas redondezas, a vida imita a arte: os apresentadores visitam o clube Divino Futebol Desastre, criado em 2005 por jovens da Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista, que transformaram a paixão pelo futebol — e pela novela — em realidade. O grupo se mantém ativo até hoje, reunindo jovens em campeonatos comunitários e promovendo o esporte como instrumento de inclusão.

Emoção e ação: os extremos de uma mesma cidade

De volta à Zona Oeste, o programa recria um dos momentos mais intensos de Avenida Brasil. Na Praia da Reserva, Alexandre e Daniella refazem o caminho da icônica cena em que Carminha (Adriana Esteves) enterra Nina (Débora Falabella) viva em uma cova improvisada na areia. A reconstituição da sequência remete à força dramática da produção, que marcou época pelo seu roteiro ousado e pela atuação visceral do elenco.

Encerrando o episódio, o público é levado a um dos pontos mais belos — e ainda pouco conhecidos — do Rio de Janeiro: a Pedra do Picão, em Barra de Guaratiba. Com uma vista panorâmica para o mar, o local foi utilizado como cenário para Cara & Coragem (2022), novela que acompanhava as aventuras de dois dublês, Pat (Paolla Oliveira) e Moa (Marcelo Serrado). Inspirados pelos personagens, os apresentadores vivem um momento de adrenalina ao experimentar esportes radicais no alto da pedra, celebrando o espírito ousado da trama e a beleza natural carioca.


Um mergulho na história da TV e do Rio

Expedição Rio nas Telas vai além da nostalgia: é um convite para redescobrir o Rio de Janeiro com outros olhos — os da arte, da memória e da emoção. Neste terceiro episódio, o programa mostra que as novelas não só contaram a história do Brasil, como também ajudaram a eternizar paisagens, vozes e rostos que continuam a ressoar nas telas e no coração dos brasileiros.

Vale a pena assistir Eddington? O faroeste pandêmico de Ari Aster com Joaquin Phoenix e Pedro Pascal que virou sensação

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando Ari Aster anuncia um filme novo, boa parte do público — especialmente aquele com estômago forte para o desconforto — já se ajeita na cadeira com a certeza de que vem algo estranho, provocativo e difícil de rotular. Depois de incendiar o terror contemporâneo com Hereditário e Midsommar, e dividir opiniões com Beau Tem Medo, o diretor retorna agora com um projeto que carrega seu DNA de inquietação, mas brinca com outros territórios: humor negro, caos social e uma estética de faroeste moderno.

O resultado é Eddington, um filme que se passa em maio de 2020, em plena pandemia de Covid-19, e que transforma uma pequena cidade do Novo México em um microcosmo de paranoia, rivalidades políticas e violência latente. Estrelado por Joaquin Phoenix, Pedro Pascal, Emma Stone, Austin Butler e um grande elenco de apoio, o longa já chega ao público cercado de expectativas — e de perguntas. A maior delas é simples:

Vale a pena assistir?

A resposta, como quase tudo na obra de Aster, é complexa.

Foto: Reprodução/ Internet

Um faroeste dentro da pandemia — e a pandemia dentro de nós

A premissa pode soar absurda à primeira vista: um xerife e um prefeito entram em uma disputa política e pessoal no auge da crise sanitária, e essa desavença se espalha como pólvora pela comunidade. Mas é exatamente essa mistura de absurdo e realismo que torna Eddington tão singular.

O filme se passa em maio de 2020, no momento em que as incertezas eram tantas que qualquer decisão parecia capaz de acender fósforos em terreno seco. Na cidadezinha fictícia de Eddington, o xerife Joe Cross (Joaquin Phoenix) e o prefeito Ted Garcia (Pedro Pascal) — ambos competentes, ambos difíceis, ambos inflamáveis — vivem um impasse que ninguém mais consegue administrar.

Aster transforma essa rixa em um evento quase mitológico: o primeiro olhar torto, a primeira acusação pública, o primeiro rumor exagerado… e de repente vizinhos estão se dividindo em lados, famílias são colocadas uma contra a outra e a suposta tranquilidade da cidade evapora.

Como em um faroeste clássico, o duelo moral entre homens poderosos puxa a cidade inteira para o abismo. Só que aqui o abismo é feito de máscaras, falsas virtudes, grupinhos de WhatsApp e um vírus invisível que, de tão presente, se torna quase um personagem adicional.

O xerife que desmorona diante dos nossos olhos

Joaquin Phoenix prova mais uma vez que atores raramente encontram zonas de conforto. Seu Joe Cross é meio herói, meio vítima, meio provocador — um homem que tenta proteger a cidade, mas que carrega traumas mal resolvidos, frustrações acumuladas e uma vulnerabilidade crescente.

Phoenix entrega um personagem cansado, desconfiado, pressionado e frequentemente patético, mas ainda assim humano o suficiente para que o público se identifique com sua queda.

Seu trabalho — cheio de pausas, olhares inquietos e acessos de fúria contida — encaixa perfeitamente no humor negro da narrativa, transformando o xerife em alguém que desperta empatia e riso, às vezes ao mesmo tempo.

Um prefeito carismático, contraditório e perigosamente sedutor

Do outro lado do duelo, Pedro Pascal vive Ted Garcia, o prefeito em busca de reeleição, que tenta equilibrar crise de saúde pública, pressão política e uma vaidade que o torna imprevisível. O personagem é ao mesmo tempo irônico, sorridente e explosivo — e Pascal navega entre essas nuances com carisma natural.

É ele quem traz leveza a várias cenas que poderiam descambar para o melodrama, mas também é quem entrega alguns dos momentos mais intensos do filme. Quando Phoenix e Pascal dividem a tela, o filme atinge seu ápice: a química é elétrica, desconfortável, às vezes até cômica, como se os dois personagens fossem reflexos distorcidos um do outro.

Emma Stone e Austin Butler

Emma Stone, interpretando Louise Cross, esposa de Joe, tem menos tempo de tela do que Phoenix ou Pascal, mas suas cenas são fundamentais para mostrar o desgaste emocional da família do xerife. Louise funciona como âncora emocional — e ao mesmo tempo como espelho das tensões domésticas que a pandemia trouxe à superfície em tantas casas reais.

Austin Butler, por sua vez, interpreta Vernon Jefferson Peak, um personagem enigmático que parece estar sempre no lugar errado na hora certa — ou vice-versa. Butler surge como um dos catalisadores do caos crescente, mas também como figura simbólica do colapso emocional coletivo.

O elenco de apoio, que inclui Luke Grimes, Deirdre O’Connell, Micheal Ward, Clifton Collins Jr., Amélie Hoeferle e outros nomes, completa o retrato de uma comunidade à beira do colapso moral.

Foto: Reprodução/ Internet

A direção de Ari Aster

Esse é o filme mais “híbrido” da carreira de Aster. Ele não abandona suas marcas registradas: o desconforto crescente, os enquadramentos que revelam mais do que mostram, a trilha inquietante de Bobby Krlic (retornando após Midsommar e Beau Tem Medo), e as situações que começam normais e terminam absurdas.

Mas Eddington abraça novas linguagens:

  • O humor negro, muitas vezes situado perto da crueldade.
  • O faroeste moderno, com paisagens áridas e tensão permanente.
  • A sátira social, especialmente no retrato da paranoia pandêmica.

Nada disso é gratuito. Aster parece interessado em investigar como comunidades pequenas, aparentemente pacíficas, podem abrigar tensões profundas — tensões que só precisam de um empurrão para explodir.

Uma produção marcada por insistência, ambição e tempestades criativas

O caminho até Eddington foi longo. Ari Aster já tinha escrito um roteiro de faroeste contemporâneo anos antes, e chegou a considerar que esse seria seu primeiro filme. Mas Hereditário o puxou para outro lado, e o faroeste foi guardado na gaveta.

Somente depois de Beau Tem Medo ele decidiu revisitar a ideia — agora com a pandemia como elemento central. Foi nesse momento que a história ganhou novo fôlego, novas camadas, novos conflitos.

A produção, comandada pela Square Peg e pela A24, foi intensa e ambiciosa. Phoenix e Aster chegaram a explorar locais juntos no Novo México meses antes das filmagens, enquanto Emma Stone e Christopher Abbott foram inicialmente escalados em 2023 — Abbott acabou deixando o projeto, que passou o papel para Austin Butler.

As filmagens ocorreram entre março e maio de 2024 em Albuquerque e Truth or Consequences, cidades que emprestam à trama a beleza áspera do deserto americano. Em abril de 2025, Bobby Krlic foi anunciado como responsável pela trilha — uma decisão que reforça o clima emocional e psicológico do filme.

Mas afinal: vale a pena assistir?

A resposta depende do tipo de cinema que você busca, mas aqui vão argumentos honestos e humanizados:

Vale a pena se…

  • Você gosta de filmes que misturam gêneros e quebram expectativas.
  • Você aprecia humor negro, sátiras sombrias e comentários sociais implícitos.
  • Você admira o trabalho de Joaquin Phoenix, Pedro Pascal ou Ari Aster.
  • Você quer ver um filme que aborda a pandemia sem cair no didatismo ou na exploração gratuita.
  • Você gosta de histórias sobre pequenas comunidades que se despedaçam por dentro.

Pode não ser sua praia se…

  • Você prefere narrativas lineares e de fácil digestão.
  • Você tem dificuldade com filmes que misturam drama e comédia de maneira agressiva.
  • Você espera um terror tradicional: este NÃO é um filme de terror, apesar da tensão psicológica constante.
  • Você ainda se sente sensível para revisitar o clima emocional da pandemia de 2020.

Zootopia 2 ganha trailer dublado com retorno das vozes brasileiras e novos personagens adoráveis

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Foto: Reprodução/ Internet

A cidade dos bichos mais amada do cinema está de volta! A Disney lançou na manhã desta segunda-feira (4) o novo trailer dublado de Zootopia 2, e os fãs já estão em festa. O vídeo, que você pode conferir logo abaixo, traz de volta a energia vibrante, o humor afiado e aquele toque de emoção que marcaram o primeiro filme — e, claro, mostra que Judy Hopps e Nick Wilde continuam sendo uma das duplas mais carismáticas das animações modernas.

E a boa notícia para o público brasileiro é que as vozes originais da dublagem nacional estão confirmadas: Rodrigo Lombardi (Verdades Secretas e Velho Chico) retorna como o malandro e irresistível Nick Wilde, enquanto Monica Iozzi (Vossa Excelência e A Dona do Pedaço) volta a dar vida à corajosa coelha Judy Hopps. Mas não para por aí — o elenco de vozes ganhou dois reforços de peso: Danton Mello (A Grande Família e Um Lugar ao Sol) e Thaila Ayala (Malhação e O Matador), que farão suas estreias em produções da Disney. Mello será o carismático Gary, a Cobra, e Thaila interpretará a divertida e excêntrica Dra. Fuzzby, uma quokka cientista que promete arrancar boas risadas do público.

O retorno a uma cidade cheia de diversidade

A sequência chega quase uma década depois do sucesso estrondoso do primeiro filme, lançado em 2016, e que se tornou um verdadeiro fenômeno mundial. Misturando aventura, comédia e uma boa dose de crítica social, o filme conquistou corações e levou o Oscar de Melhor Animação, além de arrecadar mais de US$ 1 bilhão nas bilheteiras.

Agora, no novo filme, o público vai reencontrar Judy e Nick em uma nova fase de suas carreiras como policiais — e, claro, prontos para enfrentar mais uma missão maluca. O trailer sugere que a dupla será envolvida em um mistério que ameaça a harmonia da cidade, e que vai levá-los a lugares que nunca exploraram antes. A promessa é de muita ação, piadas afiadas e aquele tipo de mensagem inspiradora que a Disney sabe entregar como ninguém.

A sequência é dirigida e roteirizada por Jared Bush, o mesmo responsável pelo primeiro filme e pelo sucesso “Encanto”. Ele divide o comando com Byron Howard, garantindo que a produção mantenha o mesmo espírito criativo e o visual deslumbrante que conquistaram o público.

Novos rostos (ou melhor, focinhos)

Além dos personagens que o público já ama, o novo filme apresenta várias figuras inéditas que devem agitar a trama. Gary, a Cobra, dublado por Danton Mello na versão brasileira (e por Ke Huy Quan, vencedor do Oscar, na versão original), surge como um personagem espirituoso e cheio de tiradas. Já a Dra. Fuzzby, dublada por Thaila Ayala (e por Quinta Brunson no original), é uma cientista maluca que parece ter a resposta — ou o problema — para tudo.

O elenco internacional também vem recheado de estrelas: Jason Bateman e Ginnifer Goodwin retornam como as vozes originais de Nick e Judy; Idris Elba volta como o impaciente Chefe Bogo; e Shakira retorna como a diva pop Gazella, que deve embalar o filme com novas músicas. A sequência ainda traz participações de Patrick Warburton, Andy Samberg, Macaulay Culkin, Brenda Song e Danny Trejo — sim, ele mesmo!

Uma cidade que continua a refletir o mundo real

O que sempre fez Zootopia se destacar foi sua maneira inteligente e leve de falar sobre temas sérios. O primeiro filme tratou de preconceito, diversidade e empatia de um jeito acessível para todas as idades — e tudo indica que a sequência vai seguir o mesmo caminho.

Em entrevistas, Jared revelou que o novo longa deve explorar as mudanças sociais dentro da própria Zootopia, mostrando como a convivência entre espécies diferentes continua sendo um desafio, mesmo depois dos eventos do primeiro filme. A ideia é mostrar que, embora o mundo evolua, ainda há muito o que aprender sobre convivência, aceitação e trabalho em equipe.

Essa mistura entre humor, aventura e reflexão sempre foi o segredo do sucesso da franquia — e é justamente o que torna “Zootopia” uma das animações mais queridas da Disney nos últimos anos.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa-metragem chega aos cinemas dos Estados Unidos em 26 de novembro de 2025, com estreia confirmada no Brasil e em Portugal um dia depois, em 27 de novembro de 2025. A distribuição, claro, fica por conta da Walt Disney Studios Motion Pictures.

Cinesystem apresenta promoção que vai levar clientes para Disney

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Se você precisava de um empurrãozinho para sair de casa e curtir um cineminha, aqui vai uma notícia: a Semana do Cinema tá rolando com ingressos a R$ 10 na Cinesystem até o dia 12 de fevereiro. E, como se isso já não fosse incrível, a rede decidiu deixar a brincadeira ainda mais interessante com a promoção “Destino dos Sonhos – Das salas do cinema para Orlando”.

Sim, você não leu errado! Um sortudo vai ganhar uma viagem com mais três acompanhantes para a Disney. Imagina sair da sala de cinema e já começar a planejar seu passeio na terra do Mickey? E se Orlando não for muito a sua vibe, sem crise: dá pra trocar o prêmio por nada menos que R$ 50 mil. Tá bom ou quer mais?

Como participar dessa aventura? 🎟️

Fácil, fácil: a cada R$ 30 em compras na Cinesystem, seja de ingressos ou na bomboniere (quem nunca gastou tudo na pipoca?), você ganha um número da sorte. A promoção vai de 06 de fevereiro a 18 de maio, então ainda dá tempo de garantir várias chances de ser o felizardo.

Segundo Samara Vilvert, Gerente de Marketing da Cinesystem, o objetivo é fazer parte das memórias do público: “Queremos juntar a magia das telonas com o lugar mais lúdico do planeta: a Disney! Vai ser incrível proporcionar essa experiência.”


Além disso, tem mais promoções irresistíveis:

🔥 Combo bomboniere: Pipoca grande + dois refrigerantes de 500ml por R$ 29,90.
🔥 Salas VIP, Imax e Cinepic: Preço especial de R$ 15,00.
🔥 Pontos turbinados para membros do Clube da Pipoca: Triplo de pontos para trocar por ingressos e produtos!

E claro, a programação tá cheia de filmes nacionais e internacionais pra agradar todo mundo — e tudo isso por só R$ 10.

Então já sabe: chama a galera, pega aquele balde de pipoca e bora viver essa Semana do Cinema em grande estilo. Quem sabe você ainda termina essa história em Orlando, hein? 🌟

BIS aposta alto na Kings League Brazil e transforma entretenimento esportivo em ponte direta com a Geração Z

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Foto: Reprodução/ Internet

A BIS, marca da Mondelēz Brasil, continua ampliando seu território no universo do entretenimento esportivo e reforçando sua conexão com o público jovem. Nos últimos meses, a marca tem mantido forte presença na Kings League Brazil, campeonato que mistura futebol, cultura pop, streaming e um toque de caos controlado — fórmula que conquistou rapidamente o coração da Geração Z. Com a competição entrando em sua reta final e acumulando cada vez mais espectadores em plataformas digitais, BIS consolida sua participação como uma das iniciativas mais ousadas da companhia para dialogar de forma autêntica com uma audiência ávida por velocidade, humor, interação e experiências que ultrapassam a lógica do tradicional.

A aposta faz sentido: segundo levantamento do Instituto Z da Trope, feito em parceria com a FURIA FC, a Kings League já conquistou 88% da Geração Z no Brasil, um impacto impressionante para um formato recém-chegado ao país. Ainda de acordo com o estudo, 74% desses jovens consomem o campeonato enquanto interagem simultaneamente nas redes sociais, transformando cada jogo em um evento multiplataforma vivo, comentado em tempo real e alimentado pelo fervor da própria comunidade. Esse comportamento reforça uma tendência global: jovens não querem mais ser apenas espectadores; eles querem participar, influenciar narrativas, remixar conteúdos e vivenciar o esporte como parte de uma experiência maior — quase um fandom coletivo.

Com o patrocínio, a Mondelēz Brasil aposta não apenas na força do campeonato, mas também em sua capacidade de gerar conversas e ressignificar o modo como marcas podem se inserir no esporte e no entretenimento. O resultado já aparece nos números: segundo o CEO global da Kings League, Djamel Agaoua, a audiência do campeonato ultrapassou a marca de 1,9 milhão de espectadores simultâneos, além de somar 14 bilhões de impressões de marca entre 2024 e 2025. É um alcance que rivaliza com grandes eventos esportivos internacionais, mas com uma diferença importante — aqui, o público mais jovem está no centro, ditando tendências e consolidando plataformas como o novo estádio digital.

Muito além do patrocínio

Participar da Kings League Brazil não é apenas colocar a marca na tela — e BIS tem plena consciência disso. Desde o início do projeto, a marca da Mondelēz tem buscado expandir seu papel dentro do ecossistema da liga, oferecendo humor, irreverência e conteúdo acessível para diferentes públicos. Parte dessa estratégia envolve entender que, apesar de massiva entre jovens, a competição ainda é novidade para muita gente. Por isso, a marca desenvolveu ações que atendem tanto aos fãs hardcore quanto aos curiosos que ainda tentam decifrar as regras absurdas que tornaram o campeonato viral.

Um dos exemplos é o quadro no Instagram “É Brincadeira ou BISlucinação?”, que se apoia no espírito leve e bem-humorado da marca para comentar as situações inesperadas da liga — cartões aleatórios, jogadas caóticas, regras que parecem saídas de um videogame e todo o clima de improviso calculado que se tornou a assinatura do formato. Já para os espectadores iniciantes, BIS criou o conteúdo “Explicando o aBISurdo”, que ajuda a introduzir novos fãs ao universo da Kings League com explicações rápidas, divertidas e visuais, aproximando esse público de forma natural e reduzindo barreiras de entrada.

Essas iniciativas se somam a experiências presenciais em campo, como ativações de torcida que aproximam os fãs da marca em momentos decisivos do campeonato, e ações com influenciadores que transitam entre nichos e grandes audiências. Criadores como Gabi Lira e Paulo Vita, por exemplo, fazem parte das produções da marca, ajudando a amplificar a narrativa da BIS dentro e fora das partidas. A escolha desses influenciadores reforça outra estratégia da marca: estar presente em lugares onde o público realmente está, sem artificialidade, sem interrupção e sem a sensação de publicidade intrusiva.

Para Anna Musso, Gerente de Marketing de BIS, essa abordagem amplia a presença da marca de forma orgânica. “A Kings League é o novo palco da diversão coletiva, e essas parcerias representam uma nova forma de estar perto dessa comunidade: participando das conversas, criando momentos de interação espontânea e integrando-se às plataformas onde o público realmente está. Essa abordagem reflete o propósito de BIS em proporcionar experiências que unem cultura, inovação e autenticidade”, afirma a executiva, destacando o papel de BIS como uma marca que acompanha de perto tanto o comportamento quanto o ritmo acelerado das tendências digitais.

Uma marca em evolução

Se a presença da BIS na Kings League Brazil reforça seu posicionamento divertido, inovador e muito ligado à linguagem da Geração Z, as ações da marca ao longo do ano mostram que essa estratégia não é pontual — é contínua. Em 2024 e 2025, a marca apresentou sua nova assinatura “O Nome Já Diz”, um slogan que sintetiza de forma simples e impactante o DNA irreverente de BIS e sua relação com o público, trabalhando sempre na interseção entre humor, espontaneidade e desejo.

A marca também lançou a promoção “O Prêmio Já Diz”, aproximando ainda mais fãs e consumidores com brindes, ativações e experiências exclusivas. Além disso, BIS foi pioneira em seu segmento ao entrar no TikTok Shop, tornando-se a primeira marca de alimentos no país a adotar o formato como meio direto de comercialização. O movimento reforça seu olhar atento às mudanças do varejo digital e às novas formas de consumo de conteúdo, evidenciando sua capacidade de acompanhar — e, às vezes, antecipar — tendências de comportamento.

Entre as iniciativas mais comentadas está o lançamento do pack sortido, que reúne sabores icônicos da marca em uma única embalagem. O produto não só atende aos desejos de quem gosta de variedade, mas também dialoga com o estilo irreverente e ousado que BIS tem construído com seu público. É uma resposta direta à forma como a Geração Z experimenta produtos: com curiosidade, desejo por novidade e preferência por itens que contem histórias ou façam parte de conversas culturais.

Por que a Kings League Brazil é o território perfeito para BIS

A Kings League Brazil não é apenas um campeonato — é um fenômeno cultural. Nasceu da mente de Gerard Piqué, ex-jogador do Barcelona, e rapidamente transformou o entretenimento esportivo em algo híbrido: parte futebol, parte reality show, parte streaming, parte caos criativo. O formato aposta em partidas curtas, regras improváveis, interferência de cartas especiais, participação de influenciadores, humor e transmissões ao vivo que quebram a quarta parede.

Esse modelo encontrou terreno fértil no Brasil, um país que respira futebol, cria memes com rapidez absurda e abraça qualquer proposta que misture emoção com entretenimento participativo. Para a Geração Z, acostumada a navegar entre telas, editar vídeos, comentar tudo em tempo real e misturar universos digitais e físicos, a Kings League virou um prato cheio — um espaço onde assistir futebol se parece menos com um compromisso e mais com uma experiência compartilhada.

É justamente esse público — jovem, hiperconectado, multitelas e faminto por autenticidade — que BIS enxerga como parceiro ideal. A marca entende que, hoje, a disputa não é apenas por atenção, mas por relevância. E relevância se conquista entrando em territórios onde o consumidor quer que a marca esteja, não onde ela força sua presença. Nesse sentido, a Kings League Brazil oferece um ambiente perfeito: descontraído, espontâneo, cheio de oportunidades para humor e com espaço para narrativas rápidas — características que se alinham diretamente com o espírito de BIS.

A marca não aparece apenas na transmissão. Ela se integra, participa, brinca, comenta, cria conteúdo e conversa com os fãs no mesmo tom que eles utilizam entre si. Essa simbiose natural é o que permite que a marca se destaque em meio ao mar de informações que atravessam a rotina da Geração Z. No fundo, BIS não está apenas patrocinando um campeonato; está vivendo dentro dele.

No “Sensacional” de segunda (28), Buchecha relembra Claudinho, fala sobre depressão e emociona ao contar como o carinho dos fãs o salvou

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, o programa “Sensacional”, apresentado por Daniela Albuquerque na RedeTV!, promoveu mais que uma simples entrevista. A atração foi o cenário de um reencontro íntimo entre o cantor Buchecha e suas memórias, dores e conquistas. Com uma trajetória marcada por sucessos que embalaram a juventude dos anos 1990, Buchecha abriu o coração e falou, com rara franqueza, sobre a ausência do amigo e parceiro musical Claudinho, morto há mais de duas décadas. O encontro com Daniela foi delicado, sensível e profundamente humano.

“O buraco que ele deixou nunca será preenchido”, diz Buchecha, ainda com os olhos marejados de lembranças. “A saudade é irreparável e é impossível esse lugar ser ocupado.” O artista, cujo nome verdadeiro é Claucirlei Jovêncio de Souza, fala com o tom de quem ainda revive cada detalhe da história que mudou para sempre sua vida.

O dia que parou tudo: A tragédia que mudou os rumos da música brasileira

Era 13 de julho de 2002 quando um acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, tirou a vida de Claudinho. A notícia chocou o Brasil e interrompeu, de forma abrupta, a carreira de uma das duplas mais amadas da música popular brasileira. Claudinho & Buchecha haviam conquistado o país com o estilo inédito do funk melody — romântico, dançante, positivo. Sucessos como “Só Love”, “Conquista”, “Nosso Sonho” e “Fico Assim Sem Você” estavam entre as músicas mais tocadas nas rádios, bailes, festas de rua e programas de TV.

Na entrevista, Buchecha relembra o exato instante em que recebeu a notícia e como o luto se abateu sobre ele. “Eu só olhei para o céu e falei: ‘Deus, por quê?’”, confidencia, com a voz embargada. “Você começa a se culpar. Por que eu não orei? Por que eu não estava com ele naquele dia? Vêm essas perguntas todas, que a gente nunca consegue responder.”

A premonição de um pai: o pedido inusitado de Claudinho

Em um dos momentos mais tocantes da conversa com Daniela Albuquerque, Buchecha compartilhou um episódio que, à época, parecia apenas curioso. “Ele estava no estúdio e começou a autografar vários CDs nossos para a filha dele, que tinha só três aninhos”, recorda. “Ele me pediu que eu entregasse aqueles CDs no dia em que ela completasse 15 anos.”

Buchecha diz que só anos depois entendeu a dimensão daquele gesto, quase como se Claudinho, de alguma maneira, pressentisse que sua jornada seria interrompida cedo demais. A filha, hoje já adulta, guarda as relíquias como lembrança eterna do pai.

A escuridão da depressão: “Eu não queria nem tomar banho”

A perda de Claudinho não foi apenas pessoal. Ela mexeu com a identidade profissional, emocional e espiritual de Buchecha. A parceria musical não era uma sociedade artística qualquer — era uma irmandade. E o luto, como ele conta sem rodeios, veio acompanhado de uma forte depressão.

“Eu morava na beira da rua, numa casa de esquina na Ilha do Governador. As crianças paravam a van escolar em frente à minha casa e gritavam: ‘Buchecha, cadê você?’. Eu estava trancado no quarto, sem querer ver a luz do dia”, relata, com franqueza comovente. “Confesso que tinha até dificuldade para tomar banho. Não tenho vergonha de falar.”

Esses pequenos gestos — os gritos das crianças, a lembrança viva dos fãs — foram, aos poucos, empurrando Buchecha de volta à vida. O carinho popular se mostrou um antídoto contra a solidão e a dor.

De camelô a ídolo nacional: a origem humilde do artista

A história de Buchecha é, por si só, um retrato da luta de milhões de brasileiros. Nascido em 1º de abril de 1975, em São Gonçalo, no estado do Rio de Janeiro, ele cresceu na comunidade de Coronel Leôncio, em Niterói. Filho de Claudino de Souza Filho, compositor que também enfrentou a dureza da vida, Buchecha precisou abandonar os estudos aos 13 anos para ajudar a família. Trabalhou como camelô, servente de obras e office boy — funções que marcaram sua adolescência.

Foi ainda adolescente que conheceu o amigo Claudinho, com quem viria a formar a dupla que revolucionaria o funk carioca. Em 1992, incentivado pelo parceiro, participou do 1º Festival de Rap do Clube Mauá, no Rio. Venceram com a música “Rap da Bandeira Branca”. Em 1995, venceram outro festival com “Rap do Salgueiro”. Estava selada a parceria que encantaria o país.

Um sucesso meteórico: dos bailes ao topo das paradas

Logo no disco de estreia, lançado em 1996, Claudinho & Buchecha venderam mais de 1,2 milhão de cópias. A música “Conquista” dominou as paradas. Vieram outros hits: “Xereta”, “Quero Te Encontrar”, “Coisa de Cinema”. A mistura de romantismo, batidas envolventes e letras acessíveis tornaram a dupla um fenômeno não só no Brasil, mas também em países como Japão, Portugal, Argentina e EUA.

Foram seis álbuns de estúdio lançados até 2002. Em pouco tempo, os dois jovens de São Gonçalo se tornaram ícones da juventude, frequentando programas como Domingão do Faustão, Planeta Xuxa e H.

Vida solo, homenagens e reinvenção

A morte de Claudinho quase levou Buchecha a abandonar a música. Mas, incentivado por amigos e fãs, ele decidiu seguir. “Eu percebi que aquilo que a gente construiu não podia morrer com ele”, explica.

Em 2006, lançou o álbum Buchecha Acústico, relembrando os grandes sucessos da dupla com participações de MC Marcinho, Latino e Lulu Santos. Em 2012, realizou o sonho de gravar seu primeiro DVD solo, comemorando 15 anos de carreira, com participações de Jorge Vercillo e Belo.

Buchecha também viu sua música ser regravada por ícones da MPB, como Adriana Calcanhoto e Kid Abelha. Em 2010, viu mais uma tragédia atingir sua vida: o assassinato de seu pai, Claudino, em São Gonçalo. Mas, mais uma vez, escolheu resistir.

“Funk é poesia, é emoção, é realidade”

Em uma época em que o funk ainda era marginalizado, Claudinho & Buchecha ajudaram a mudar essa percepção. “O funk melody mostrou que o gênero também é poesia, é emoção, é realidade vivida com alegria”, reflete Buchecha.

Hoje, mesmo com o passar dos anos, ele segue sendo referência no gênero. Seu álbum mais recente, Funk Pop (2015), apostou na mistura de ritmos, sem abandonar a essência que o consagrou.

A música “Hot Dog”, lançada em 2012, ganhou destaque nacional ao ser trilha sonora da novela Avenida Brasil, um dos maiores sucessos da dramaturgia brasileira da TV Globo.

O legado vivo de Claudinho & Buchecha

Mais do que uma história de sucesso e superação, Buchecha carrega em si um compromisso com o passado e com os fãs. “Eu preferia tê-lo aqui, mesmo que não estivéssemos mais cantando juntos”, diz, com sinceridade. “Mas Deus quis assim. Eu sigo por nós dois.”

Em cada show, cada batida, cada verso entoado, Claudinho continua presente. Seja na lembrança viva dos que cresceram ouvindo suas canções ou nos novos fãs que redescobrem a dupla pelas plataformas digitais. Buchecha é, hoje, o guardião de uma história que continua viva.

E, como ele mesmo canta em um de seus maiores sucessos: “Nosso sonho não acabou”.

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