A Naughty Dog anunciou oficialmente que Neil Druckmann, mente por trás da sagaThe Last of Us, não fará parte da equipe criativa da 3ª temporada da série da HBO. A decisão foi dele mesmo, e o motivo é direto ao ponto: voltar 100% o foco para os games, seu primeiro amor.
“Foi uma escolha difícil”, disse Druckmann. “Mas com a segunda temporada concluída e antes que a terceira ganhe corpo de verdade, percebi que este é o momento ideal para focar totalmente na Naughty Dog e nos novos projetos que estamos desenvolvendo.”
🚀 Vem aí: Intergalactic – The Heretic Prophet
Entre esses projetos, está Intergalactic – The Heretic Prophet , o novo jogo da Naughty Dog , que terá roteiro e direção assinados por Druckmann. E não para por aí: ele também continua à frente do estúdio e do lado criativo, acumulando funções enquanto prepara o próximo grande passo no mundo dos games.
Ou seja, o cara não está saindo para descansar — muito pelo contrário.
👋 Uma despedida com carinho
Mesmo se afastando, Druckmann fez questão de deixar registrado o quanto foi uma honra trabalhar ao lado de Craig Mazin, co-criador da série na HBO, e de toda a equipe envolvida. Ele também desejou sucesso à produção nas próximas etapas da jornada. “Foi um privilégio”, resumiu.
Outra que se despede da adaptação televisiva é Halley Gross, co-roteirista do segundo jogo da franquia. Ela também deixa a produção para focar em novos projetos — e o clima, por enquanto, é de gratidão e respeito mútuo.
📺 A série continua — com ou sem Neil
Criada por Neil Druckmann e Craig Mazin, The Last of Us se tornou um fenômeno de crítica e público desde sua estreia na HBO. A série, estrelada por Pedro Pascal, Bella Ramsey e Gabriel Luna, retrata um mundo em colapso após a disseminação de um fungo mortal que transforma humanos em criaturas canibais.
No centro da trama, está Joel, um sobrevivente endurecido pela vida, que aceita a missão de levar Ellie, uma adolescente aparentemente imune à infecção, até um grupo rebelde que pode transformar essa imunidade em cura — e talvez, dar à humanidade uma nova chance.
🌱 O que esperar da 3ª temporada?
Apesar da saída de Druckmann e Halley, Craig Mazin permanece no comando, e tudo indica que o desenvolvimento da 3ª temporada seguirá firme, possivelmente adaptando eventos pós-Parte II do jogo. Com a base já construída, e personagens bem estabelecidos, os fãs podem esperar mais tensão, emoção e dilemas morais — marca registrada da franquia.
Resumo rápido pra quem tá com pressa: Neil Druckmann saiu da série da HBO pra se dedicar aos próximos jogos da Naughty Dog (incluindo o misterioso Intergalactic). Mas a série The Last of Us continua nas mãos de Craig Mazin e promete seguir firme rumo à 3ª temporada.
Na madrugada desta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, o Corujão, da TV Globo, aposta em um retrato sombrio e realista da violência urbana ao exibir o filme brasileiro “A Divisão”. Inspirado em fatos reais, o longa revisita um dos períodos mais delicados da história recente do Rio de Janeiro, quando a cidade passou a conviver com uma sequência alarmante de sequestros que transformou o medo em parte da rotina cotidiana.
Dirigido por Vicente Amorim (Caminho das Nuvens, O Caminho das Índias – bastidores) e derivado da série homônima criada por José Júnior, o filme se passa em 1997, momento em que a criminalidade organizada desafia o poder público e expõe as fragilidades do sistema de segurança. A narrativa parte do sequestro da filha do deputado Venâncio Couto (Dalton Vigh) e de sua esposa (Vanessa Gerbelli), um crime que, por atingir diretamente uma figura influente da política, acelera decisões nos bastidores do Estado.
Diante da pressão midiática e política, o comando da segurança pública decide recorrer a um grupo de policiais conhecidos por sua eficiência, mas também por seus métodos controversos. Roberta (Natália Lage), Santiago (Erom Cordeiro) e Ramos (Thelmo Fernandes) formam uma equipe marcada por envolvimentos em esquemas de corrupção, convocada para atuar na Delegacia Antissequestro. A missão é clara: conter a onda de crimes e entregar resultados rápidos, mesmo que isso signifique ultrapassar limites éticos e legais.
Sob a liderança do delegado Benício (Marcos Palmeira), o trio enfrenta não apenas os sequestradores, mas também as disputas internas da corporação, a interferência política e a constante desconfiança da sociedade. O filme constrói sua tensão ao mostrar como a fronteira entre o combate ao crime e a ilegalidade se torna cada vez mais tênue, criando um ambiente em que a violência parece ser combatida com mais violência.
O elenco reúne nomes de destaque do audiovisual brasileiro. Silvio Guindane imprime intensidade e humanidade a personagens moldados por um cotidiano brutal, enquanto Marcos Palmeira oferece um contraponto mais institucional, tentando preservar alguma ordem em meio ao caos. Natália Lage, Erom Cordeiro e Thelmo Fernandes sustentam a carga dramática do filme com atuações cruas, que reforçam o clima de urgência e instabilidade presente em cada cena.
Lançado nos cinemas em janeiro de 2020, após uma pré-estreia em São Paulo, “A Divisão” dialoga diretamente com a série televisiva, mas funciona como uma obra autônoma. Mesmo quem não acompanhou a produção original consegue entender a história e se envolver com seus conflitos. A estética realista, a fotografia sombria e o ritmo tenso reforçam a sensação de um Rio de Janeiro sitiado, onde decisões são tomadas sob pressão constante.
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes, disponível na Netflix, se vende como um drama delicado, quase cotidiano, mas rapidamente deixa claro que está mais interessado em emoções do que em respostas fáceis. A trama gira em torno de Tova, uma faxineira de aquário que vive há anos em silêncio emocional, presa entre o luto pelo marido e a ausência nunca explicada do filho.
É nesse mesmo ambiente fechado e repetitivo que surge Cameron, um jovem deslocado, sem raízes claras, que chega à cidade tentando entender de onde veio. A convivência entre os dois nasce sem grandes acontecimentos, quase como se o filme evitasse o confronto direto, preferindo construir tudo em pequenos gestos. O aquário vira mais do que cenário: vira um espaço de espera, onde personagens que não sabem exatamente o que procuram acabam se encontrando.
A revelação sobre a paternidade funciona como virada ou como solução fácil para a trama?
Durante boa parte do filme, Cameron se apoia na ideia de que Simon Brinks é seu pai biológico. O roteiro sustenta essa suspeita com pistas sutis, mas sem nunca realmente aprofundar as evidências de forma mais concreta, o que já indica um interesse maior em clima do que em construção investigativa.
A virada acontece no final, quando o anel com a inscrição “EELS” passa a ser o centro da revelação. A sigla aponta para Erik Ernest Lindgren Sullivan, filho de Tova, confirmando que ele, e não Simon, é o verdadeiro pai de Cameron. A descoberta também transforma Tova em avó, reorganizando toda a estrutura familiar apresentada até então.
Apesar do impacto emocional, a resolução pode soar um pouco acelerada, mais preocupada em fechar o arco afetivo dos personagens do que em desenvolver de forma mais consistente as pistas que levam até ela.
O filme realmente aprofunda os segredos do passado ou apenas os sugere?
A relação entre Simon e Daphne, mãe de Cameron, ajuda a reforçar o tom do filme, mas também revela uma abordagem mais econômica na construção dramática. O relacionamento entre eles não era amoroso, mas uma espécie de acordo silencioso para proteger Simon em um contexto social conservador.
Já Erik surge como uma figura cercada de ausências e decisões mal explicadas, e o filme opta por não explorar totalmente essas camadas, deixando muitas questões mais sugeridas do que realmente desenvolvidas. Isso reforça uma escolha narrativa clara: a de priorizar emoção e simbolismo em vez de aprofundamento psicológico mais rígido.
Marcellus é um recurso narrativo criativo ou um atalho emocional?
Marcellus, o polvo do aquário, é um dos elementos mais comentados do filme, justamente por ocupar um espaço ambíguo entre símbolo e ferramenta narrativa. Ele observa, “interpreta” e parece conduzir partes da história, funcionando quase como uma consciência externa dos acontecimentos.
Ao mesmo tempo, sua presença também pode ser lida como um recurso bastante direcionado para guiar a emoção do público. O fato de o filme atribuir a ele uma espécie de função quase narrativa levanta a discussão sobre até que ponto isso enriquece a história ou apenas simplifica conexões que poderiam ser mais orgânicas.
O detalhe de sua curta expectativa de vida reforça o tom de despedida constante, mas também carrega um certo excesso de sublinhado emocional, como se o filme precisasse lembrar o espectador o tempo todo do seu próprio simbolismo.
No fim, o filme aposta mais no impacto emocional do que na coerência narrativa?
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes parece menos interessado em construir uma narrativa rigorosamente amarrada e mais focado em criar uma experiência emocional contínua. A relação entre Tova e Cameron funciona como centro afetivo da história, mesmo que algumas transições de roteiro soem apressadas ou pouco exploradas.
O resultado é um filme que toca mais pela atmosfera do que pela lógica interna. Ele sugere temas como luto, identidade e pertencimento, mas nem sempre se aprofunda neles com a consistência que poderiam sustentar.
Neste domingo, dia 07/01/2024, esteja pronto para vivenciar uma experiência cinematográfica intensa e emocionante com o Cinemaço. O grande destaque da noite é o envolvente drama “O Furacão”, uma obra que promete impactar suas emoções de maneira singular.
A narrativa, ambientada no mês de junho de 1966, orbita em torno de Rubin “Hurricane” Carter, um habilidoso pugilista prestes a disputar o tão almejado título mundial de boxe. Contudo, seus sonhos sofrem uma interrupção abrupta quando três pessoas são brutalmente assassinadas em um bar em Nova Jersey. Carter, que estava nas proximidades do local do crime, é equivocadamente preso e condenado à prisão perpétua como um dos culpados.
À medida que a história se desenrola, anos mais tarde, Carter decide compartilhar sua angustiante jornada por meio de um livro. Três ativistas canadenses se comovem com a narrativa e dedicam-se a ajudá-lo a provar sua inocência. O filme, intitulado “O Furacão”, não apenas retrata a batalha de um homem contra a injustiça, mas também destaca a solidariedade e a perseverança de indivíduos determinados a restaurar a justiça.
A produção é estrelada por talentosos atores, entre eles Denzel Washington, Vicellous Reon Shannon, Deborah Kara Unger, Liev Schreiber, John Hannah, Dan Hedaya, Debbi Morgan e Clancy Brown. Sob a direção habilidosa de Norman Jewison, o filme ganha vida com performances marcantes e uma narrativa envolvente.
Curiosidades do filme Hurricane – O Furacão
“Hurricane – O Furacão” é um filme de drama biográfico que chegou aos cinemas em 1999, dirigido por Norman Jewison e protagonizado pelo renomado ator Denzel Washington. A trama é inspirada na verídica história de Rubin “Hurricane” Carter, um pugilista injustamente condenado por assassinato, passando quase duas décadas na prisão antes de sua condenação ser anulada. Além do desempenho notável de Denzel Washington no papel principal, o filme contém diversos elementos e curiosidades que o tornam notável.
Denzel Washington, aclamado por sua atuação, recebeu uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Ator por sua interpretação envolvente e emotiva do personagem central, Rubin Carter. Sua habilidade em retratar as emoções e as lutas enfrentadas pelo boxeador contribuiu significativamente para o impacto emocional do filme.
A trilha sonora do filme é marcada pela icônica canção “Hurricane” de Bob Dylan. Lançada em 1976, a música não apenas se tornou um sucesso, mas também desempenhou um papel crucial na conscientização sobre a situação de Rubin Carter, já que Dylan expressou seu apoio ao boxeador injustiçado.
O filme destaca a figura de Lesra Martin, interpretado por Vicellous Reon Shannon, um jovem que descobre a história de Rubin Carter em um livro e decide se envolver ativamente na luta pela justiça. A inclusão desse personagem destaca não apenas o impacto do boxeador na vida das pessoas ao seu redor, mas também a importância de indivíduos que, muitas vezes, desempenham papéis cruciais em casos de injustiça.
Embora tenha recebido elogios pela representação convincente da injustiça e pela denúncia de questões sociais, “Hurricane – O Furacão” não escapou de controvérsias. Algumas críticas surgiram devido às liberdades artísticas tomadas na representação dos eventos reais, bem como pela omissão de certos aspectos complexos do caso de Rubin Carter.
É interessante notar que o título original do filme é “The Hurricane”, mas em alguns países, como o Brasil, foi lançado com o título “Hurricane – O Furacão”. Essa escolha pode ter influenciado na percepção do público em relação à intensidade e à natureza dramática da história.
Rubin “Hurricane” Carter, antes de seu falecimento em 2014, expressou publicamente sua gratidão pela atenção dada à sua história através do filme. Reconheceu a importância de Denzel Washington e da equipe envolvida na produção por ajudarem a chamar a atenção para sua luta por justiça e por amplificar a conscientização sobre a questão da injustiça criminal.
Horário de exibição do Cinemaço
Não deixe escapar a oportunidade de mergulhar nessa história impactante imediatamente após mais uma edição emocionante do Domingo Maior. Prepare-se para uma noite de cinema repleta de emoções, reviravoltas e reflexões sobre justiça. O Cinemaço está prestes a começar; não perca esse espetáculo cinematográfico que promete permanecer gravado na memória.
A cinebiografia Michael ainda nem estreou oficialmente, mas já está dando o que falar. O longa, um dos projetos mais comentados da Lionsgate, apareceu pela primeira vez no Rotten Tomatoes e a recepção inicial não foi nada animadora: apenas 26% de aprovação após mais de 43 críticas registradas.
Para uma produção desse porte, cercada de expectativa e com uma das figuras mais icônicas da música mundial como tema, o número chamou atenção e já começou a alimentar debates entre fãs e críticos. Ainda assim, como sempre acontece nessas fases iniciais, a pontuação pode mudar conforme novas avaliações forem sendo adicionadas.
Qual é a história do filme?
O filme conta a trajetória de Michael Jackson, desde os primeiros passos como líder do Jackson 5 até sua explosão como um dos maiores artistas solo da história da música. A ideia é mostrar não só o lado brilhante dos palcos, mas também os bastidores de uma carreira marcada por pressão, fama global e momentos decisivos.
A proposta da produção é revisitar grandes fases da vida do cantor, incluindo performances que marcaram gerações e consolidaram seu nome como referência no pop mundial. Ao mesmo tempo, o longa tenta construir um retrato mais humano, explorando o impacto da fama em sua vida pessoal.
Quem está no elenco?
Um dos pontos que mais chamou atenção no projeto é a escolha de Jaafar Jackson para interpretar o próprio tio, Michael Jackson. A semelhança física e a ligação familiar aumentaram ainda mais a curiosidade em torno da performance.
O elenco também reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Colman Domingo, Miles Teller, Nia Long, Laura Harrier, Kat Graham, Larenz Tate e Derek Luke. A mistura de gerações e estilos reforça a ambição do projeto em alcançar um público amplo.
Bastidores movimentados e muitos ajustes
A produção de Michael (2026) não teve um caminho exatamente tranquilo. Ao longo do processo, surgiram relatos de mudanças no roteiro, refilmagens e até discussões sobre a duração final do filme, que inicialmente teria chegado a cerca de quatro horas.
Esses ajustes acabaram levando a cortes e reorganizações na narrativa, com o objetivo de tornar o filme mais fluido. Em meio a isso, o projeto também passou por adiamentos até chegar à previsão atual de estreia em 2026.
Apesar dos rumores que circularam sobre possíveis problemas internos, a equipe envolvida na produção afirma que o longa seguiu em andamento dentro do planejado, com ajustes normais para um projeto dessa escala.
Primeiras reações dividem opiniões
A nota inicial no Rotten Tomatoes acabou colocando ainda mais holofote no projeto. Enquanto parte da crítica aponta problemas de ritmo e escolhas narrativas, outros reconhecem o peso da proposta e a dificuldade de transformar a vida de um artista tão complexo em um único filme.
Esse tipo de divisão não é incomum em cinebiografias, especialmente quando envolvem figuras icônicas como Michael Jackson. Muitas vezes, o impacto real do filme só fica mais claro após o contato com o público geral.
Quando o filme chega nos cinemas?
A estreia de Michael (2026) está marcada para 23 de abril de 2026 no Brasil, com distribuição da Universal Pictures.
A última temporada de The Boys já está sendo tratada como um ponto sem volta dentro do universo da série. Com a promessa de encerrar a história de forma definitiva, o clima nos bastidores aponta para um desfecho pesado, com episódios que devem concentrar as maiores perdas já vistas na produção do Prime Video.
Declarações recentes do elenco, especialmente de Karl Urban, colocaram foco direto nos capítulos finais da temporada. Segundo o ator, os episódios 7 e 8 são onde tudo realmente desaba, tanto em termos de ação quanto de impacto emocional. A sensação passada é de que ninguém está realmente protegido quando a história chega nesse ponto.
Episódios 7 e 8 vão mesmo ser o ponto de virada mais violento?
Os dois últimos episódios da temporada são vistos internamente como o grande clímax da série. Karl Urban indicou que é nesse momento que as consequências acumuladas ao longo da história começam a se materializar de forma definitiva.
Isso significa que decisões tomadas pelos personagens ao longo das temporadas anteriores finalmente chegam ao limite. Em The Boys, isso quase sempre significa perdas importantes, conflitos diretos e situações sem retorno.
O que se espera é uma escalada de tensão que não deixa espaço para alívio, levando os personagens a situações extremas até o encerramento da temporada.
Quem chega vivo até o fim da temporada?
Essa é a pergunta que começa a dominar a discussão entre os fãs. Com a série chegando ao último ano, qualquer personagem pode estar em risco real.
Billy Bruto continua sendo o centro do conflito, movido por uma trajetória cada vez mais destrutiva. Do outro lado, Capitão Pátria segue como a figura mais instável e perigosa da história.
No meio disso tudo, personagens como Hughie e Luz-Estrela ainda tentam manter algum tipo de equilíbrio moral, mesmo dentro de um cenário que parece cada vez mais fora de controle.
A série nunca teve medo de eliminar personagens importantes, o que faz com que qualquer previsão sobre sobrevivência seja praticamente impossível.
O que muda quando a história já tem data para acabar?
Séries que chegam ao final planejado costumam assumir um ritmo diferente, e The Boys não é exceção. Com a quinta temporada confirmada como a última, a narrativa passa a trabalhar diretamente para um encerramento definitivo.
Isso permite que a história avance sem necessidade de prolongar conflitos ou manter personagens seguros apenas para futuras temporadas. O resultado é uma construção mais agressiva, onde cada episódio empurra a trama em direção a um desfecho inevitável.
Por que essa temporada parece mais pesada que as anteriores?
Ao longo das temporadas, a série construiu sua identidade com base em imprevisibilidade e violência explícita, mas a última temporada parece levar isso a outro nível.
A própria equipe criativa já indicou que o objetivo é fechar todos os arcos de forma direta, sem deixar espaço para continuidade. Isso naturalmente aumenta o impacto das cenas finais, já que cada decisão precisa ter consequência.
Além disso, o clima de despedida entre o elenco reforça a sensação de que essa temporada foi pensada para encerrar tudo de maneira definitiva, sem suavizar o impacto.
O que o elenco já deixou escapar sobre o final?
Karl Urban foi um dos que mais comentou sobre os episódios finais, sugerindo que a leitura dos roteiros foi suficiente para deixar o elenco em choque.
Ele não revelou detalhes específicos, mas deixou claro que os últimos episódios exigem decisões difíceis dentro da história, com consequências que vão além do esperado.
Esse tipo de declaração costuma aumentar ainda mais a curiosidade dos fãs, já que a série sempre trabalhou com segredos e reviravoltas guardadas até o último momento.
Existe alguma chance de sobrevivência tranquila em The Boys?
Se existe algo que a série deixou claro desde a primeira temporada é que segurança não faz parte desse universo. Mesmo personagens centrais já foram eliminados ou colocados em risco extremo ao longo da história.
Na temporada final, esse padrão deve se intensificar ainda mais. Com a história chegando ao fim, a tendência é que a narrativa priorize impacto e fechamento de arcos, e não proteção de personagens.
Isso faz com que qualquer expectativa de um final “tranquilo” seja praticamente descartada.
O universo dos animes está prestes a ser sacudido com o retorno de um clássico querido por milhões de fãs ao redor do mundo. O estúdio MAPPA, responsável por produções de sucesso como Jujutsu Kaisen e Chainsaw Man, anunciou oficialmente que Ranma ½ ganhará uma terceira temporada, com lançamento previsto para outubro na Netflix. O anúncio veio acompanhado do primeiro trailer e de um cartaz promocional que colocam em evidência o confronto icônico entre Ranma Saotome e Ryoga Hibiki, dois personagens cuja rivalidade é central na narrativa.
O trailer, que você pode assistir logo abaixo, impressiona pela combinação de ação e emoção. As sequências de luta mostram a maestria do estúdio em equilibrar combates coreografados e momentos cômicos, mantendo a essência que conquistou fãs há décadas. A rivalidade entre Ranma e Ryoga aparece em destaque, reforçando a importância das artes marciais na trama e despertando nostalgia entre os espectadores que acompanharam a obra desde suas primeiras adaptações.
A equipe de produção mantém nomes de destaque que já vêm conduzindo a adaptação. Konosuke Uda assume a direção, Kimiko Ueno cuida da coordenação de enredo, Hiromi Taniguchi fica responsável pelo design de personagens e Kaoru Wada assina a trilha sonora. Juntos, esses profissionais equilibram ação, comédia e romance, elementos fundamentais que fazem de Ranma ½ uma obra única e atemporal.
Além do lançamento na Netflix, a terceira temporada será celebrada com uma exposição de arte em Tóquio, marcada para acontecer entre 23 de abril e 12 de maio. O evento promete proporcionar aos fãs uma experiência imersiva, com exibição de artes de momentos icônicos do anime, cabines para fotos e produtos exclusivos de merchandising, reforçando o legado cultural da obra.
A história que conquistou gerações
Publicado originalmente entre setembro de 1987 e março de 1996 na revista Weekly Shōnen Sunday, o mangá de Rumiko Takahashi rapidamente conquistou leitores de todas as idades. A obra combina comédia, romance e artes marciais, elementos que conquistaram fãs no Japão e ao redor do mundo. Ao longo de quase uma década, o mangá foi compilado em 38 volumes tankōbon pela editora Shogakukan e rapidamente despertou interesse por adaptações animadas.
A narrativa acompanha Ranma Saotome, um jovem prodígio em artes marciais que, durante um treinamento na China, sofre um acidente em uma fonte amaldiçoada no campo de Jusenkyo. A partir desse momento, Ranma passa a se transformar em mulher sempre que entra em contato com água fria, retornando à forma masculina com água quente. O pai de Ranma, Genma Saotome, também sofre uma transformação semelhante, tornando-se um panda gigante. A história gira em torno da busca de Ranma por uma maneira de quebrar a maldição, enfrentando confusões, rivalidades e romances ao longo do caminho.
Ao retornar ao Japão, Ranma descobre que foi prometido em casamento a uma das filhas de Soun Tendo, amigo de seu pai. A situação se complica quando ele chega à casa da família Tendo na forma feminina, gerando confusões e mal-entendidos que se tornam a base do humor da série. Entre atritos e momentos de carinho, Ranma e Akane Tendo desenvolvem uma relação turbulenta, formando uma das comédias românticas mais memoráveis da história dos animes.
Antes da produção da MAPPA, Ranma ½ já havia sido adaptado pelo Studio Deen em duas séries de anime exibidas na Fuji Television entre 1989 e 1992. A primeira série contou com 18 episódios, enquanto a segunda somou 143, consolidando o sucesso da obra. Ao longo dos anos, a franquia ainda gerou 14 OVAs, três filmes e, em 2011, um especial de televisão em live-action produzido pela Nippon Television.
No Brasil, o anime estreou em 2006 no Cartoon Network, dentro do bloco Toonami, e também foi exibido pela televisão aberta pelo PlayTV. O mangá teve sua publicação completa pela Editora JBC, após uma tentativa inicial da Animangá que não conseguiu concluir a série. Em Portugal, o mangá foi publicado pela Texto Editora, e o anime chegou ao público pelo canal Locomotion.
Confiança, novo suspense disponível na Netflix, parte de uma premissa que até chama atenção: uma atriz famosa, abalada por um escândalo midiático, se isola em uma cabana remota e acaba envolvida em uma situação de sobrevivência após uma invasão violenta. Em teoria, o ponto de partida combina isolamento, vulnerabilidade e tensão psicológica, três pilares clássicos do gênero. Na prática, porém, o filme nunca consegue transformar essa base em algo sólido, e o que deveria ser um thriller claustrofóbico se perde em uma narrativa instável, que parece constantemente hesitar sobre qual história quer contar.
Narrativa dispersa e falta de direção clara
Desde os primeiros atos, Confiança demonstra dificuldade em estabelecer um ritmo consistente. Em vez de construir gradualmente o suspense, o roteiro aposta em mudanças bruscas de direção, introduzindo ideias que não se conectam de forma orgânica. Personagens surgem sem função clara, eventos importantes são resolvidos rapidamente e o desenvolvimento dramático parece sempre apressado. O resultado é uma história fragmentada, onde as peças não se encaixam e o espectador é constantemente retirado da imersão. Há momentos em que o filme sugere querer explorar o impacto psicológico do escândalo na protagonista, mas logo abandona essa linha para mergulhar em situações de ação descontextualizadas, o que compromete qualquer tentativa de profundidade narrativa.
Suspense que não sustenta o próprio gênero
Um dos maiores problemas do filme está justamente no elemento central de qualquer thriller, o suspense. As cenas de invasão e confronto, que deveriam ser o ponto alto da tensão, são mal construídas e raramente geram impacto. Em vez de criar uma atmosfera crescente de perigo, o filme opta por sequências apressadas, com soluções fáceis e pouca construção emocional. Em alguns momentos, a execução chega a soar artificial, enfraquecendo ainda mais a credibilidade da narrativa. A sensação que fica é a de um suspense que nunca consegue se sustentar, com falta de peso, ritmo e consequência.
Sophie Turner em um papel limitado pelo roteiro
No centro da história está Lauren, interpretada por Sophie Turner, uma atriz que tenta lidar com a exposição pública e o colapso de sua vida pessoal. A premissa da personagem tem potencial dramático evidente, especialmente pela possibilidade de explorar o impacto psicológico da fama e da invasão de privacidade. No entanto, o roteiro não oferece espaço suficiente para essa construção, fazendo com que Lauren reaja aos acontecimentos mais do que desenvolva uma jornada emocional consistente. Turner entrega o que o material permite, mas o desenvolvimento superficial da personagem limita qualquer aprofundamento mais significativo.
Conveniências narrativas e lógica instável
Outro aspecto que enfraquece Confiança é o uso excessivo de conveniências de roteiro. Situações improváveis são resolvidas sem explicação convincente, e decisões dos personagens muitas vezes não seguem uma lógica interna clara. Essa falta de coerência compromete a credibilidade da trama, já que o filme aposta em reviravoltas constantes que parecem existir apenas para manter a história em movimento, ainda que sem direção definida.
Uma tentativa de subversão que não funciona
O longa-metragem até tenta, em alguns momentos, fugir das fórmulas tradicionais do gênero, mas subverter expectativas exige controle narrativo, algo que o filme claramente não demonstra. Ao tentar ser imprevisível, a produção acaba apenas sendo inconsistente, criando uma sensação de desorganização constante, onde nada parece totalmente desenvolvido ou intencionalmente construído.
Foi sob o sol ardente de Los Angeles, em pleno verão americano, que começaram oficialmente as filmagens de “The Adventures of Cliff Booth”, o aguardado derivado de Era Uma Vez em… Hollywood, filme que conquistou a crítica e o público em 2019. A produção marca o retorno de Brad Pitt ao papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante — o dublê misterioso, fiel e perigosamente carismático Cliff Booth. As informações são do World of Reel.
O novo longa-metragem é dirigido por David Fincher, cineasta conhecido por obras densas e psicológicas como Clube da Luta, Zodíaco e Garota Exemplar. Já o roteiro — afiando facas na interseção entre a nostalgia e a brutalidade — fica por conta de ninguém menos que Quentin Tarantino, o mesmo responsável por criar o universo original, repleto de referências cinéfilas, violência estilizada e devaneios históricos.
Mas desta vez, Tarantino não está na cadeira de diretor. Ele entrega as rédeas visuais a Fincher — um gesto raro, simbólico e ousado. Uma mudança que, por si só, torna esse projeto algo maior do que um simples spin-off. É, de fato, uma segunda era em Hollywood.
Cliff Booth sob nova ótica
Longe de ser um herói tradicional, Cliff Booth é um daqueles personagens que, mesmo com poucas palavras, diz muito. No filme original, ele orbitava ao redor de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) — ator em decadência, preso entre o glamour e o fracasso — e era visto como seu braço direito, motorista, dublê e… talvez algo mais sombrio.
Agora, Booth se torna protagonista de sua própria história, o que levanta uma pergunta inevitável: quem é esse homem, de verdade?
O novo filme nos leva ao fim dos anos 70, quase uma década depois dos eventos do primeiro longa. Cliff, agora mais velho, já não vive nas sombras de outro homem. Seu novo papel dentro da indústria cinematográfica é o de “faz-tudo” de estúdio — um tipo de solucionador de problemas que opera entre bastidores, subornos, segredos e talvez cadáveres.
Com a assinatura fria, calculada e meticulosa de David Fincher, o filme promete um mergulho psicológico e existencial em Cliff. Um homem marcado pela guerra, pelos silêncios, pelas violências internas e externas. E isso tudo sob o pano de fundo de uma Hollywood em transição: saem os westerns, entram os blockbusters; saem os galãs clássicos, entram os anti-heróis.
Uma parceria rara e promissora
É difícil imaginar uma colaboração entre dois diretores tão autorais quanto Tarantino e Fincher. De um lado, a anarquia estética e narrativa de Tarantino. Do outro, a precisão cirúrgica e o controle de Fincher. O que uniu esses dois? Brad Pitt.
Segundo fontes próximas à produção, foi o próprio ator que sugeriu Fincher como diretor — proposta que Tarantino, surpreendentemente, aceitou. Os três têm histórias entrelaçadas: Pitt estrelou Clube da Luta e O Curioso Caso de Benjamin Button sob direção de Fincher e, ao mesmo tempo, brilhou sob a batuta de Tarantino em Bastardos Inglórios e Era Uma Vez em… Hollywood.
Essa espécie de “triângulo criativo” pode ser a chave para uma narrativa que combine o existencialismo soturno de Fincher com a metalinguagem afiada de Tarantino.
Elenco de peso, mistério na trama
Além de Brad Pitt, o elenco confirmado até agora é recheado de nomes fortes:
Carla Gugino, sempre intensa em suas performances, dá um ar de mistério a sua personagem, ainda não revelada.
Elizabeth Debicki, estrela de The Crown e Tenet, entra como uma figura intrigante no mundo das celebridades setentistas.
Yahya Abdul-Mateen II, conhecido por Watchmen e Aquaman, promete ser um contraponto físico e moral ao protagonista.
Scott Caan, com seu estilo rebelde e carismático, também se junta ao elenco.
E há rumores persistentes de uma participação especial de Leonardo DiCaprio, ainda que não confirmada oficialmente.
A trama, mantida sob sigilo, gira em torno da atuação de Booth como “homem de confiança” dos grandes estúdios — alguém que apaga incêndios antes que cheguem à imprensa. Ele negocia com chantagistas, ameaça jornalistas, manipula situações para proteger astros e diretores. Uma espécie de detetive silencioso, mas com os métodos pouco convencionais que só Cliff Booth poderia ter.
O cenário: um novo jogo em Hollywood
A Hollywood dos anos 60 — retratada com tanto esmero por Tarantino no primeiro filme — já não existe. Em seu lugar, surge um novo cenário: pós-Vietnã, auge da cocaína, pré-explosão dos blockbusters, início do cinema autoral norte-americano e de movimentos feministas mais ativos. A estética muda. As ambições também.
Nesse mundo, Cliff Booth se sente deslocado, mas ainda é necessário. E é aí que o filme se debruça: como sobreviver quando seu tempo parece ter passado? O personagem se vê em conflitos morais, entre lealdade e autopreservação, entre o velho código de honra e o cinismo moderno da indústria.
Os rumores sugerem que o roteiro não seguirá uma estrutura tradicional. Como o primeiro filme, haverá passagens oníricas, sequências que desafiam a lógica linear e até inserções de trechos “fictícios” — filmes dentro do filme, programas de TV da época, comerciais falsos.
Brad Pitt: no auge do controle
Aos 61 anos, Brad Pitt parece mais à vontade do que nunca para escolher projetos que desafiem seu próprio legado. E The Adventures of Cliff Booth é exatamente isso: um retorno às raízes, mas também uma ruptura.
Em entrevistas recentes, o ator tem falado com naturalidade sobre a ideia de envelhecer em cena, de interpretar personagens mais introspectivos, menos impulsivos. Booth, nesse sentido, representa uma síntese: a violência do passado em confronto com a melancolia do presente.
O personagem carrega culpas e fantasmas — algo que o público sentiu, mas nunca entendeu completamente no primeiro filme. Agora, o véu será levantado.
Uma carta de amor (e raiva) à indústria
Se no primeiro longa Tarantino entregou uma carta de amor aos estúdios, ao cinema clássico e à Los Angeles da sua juventude, agora é possível que vejamos a carta de despedida. Ou melhor: a resposta amarga e crítica ao que sobrou daquilo tudo.
Fincher, com sua lente menos nostálgica e mais analítica, deve construir uma obra mais seca, mais cruel — mas igualmente fascinante. E Tarantino, ao não dirigir, mas ainda escrever, mostra que confia na força da palavra mais do que nunca.
Lançamento e expectativas
Com filmagens iniciadas no final de julho de 2025, a previsão de estreia gira em torno do início de 2026, com lançamento mundial nos cinemas seguido de exibição na Netflix, que adquiriu os direitos de distribuição global.
O orçamento, segundo estimativas da imprensa americana, ultrapassa os US$ 100 milhões, impulsionado por incentivos fiscais da Califórnia e pelo apelo do elenco estrelado.
E a expectativa do público? Alta. Muito alta. O primeiro filme faturou mais de US$ 374 milhões mundialmente, além de ter recebido 10 indicações ao Oscar, vencendo três. Para os fãs, este novo capítulo representa não apenas uma continuação, mas um novo gênero dentro de um mesmo universo.
Decidido a se afastar da confusão emocional em que se encontra, Luciano resolve viajar por um tempo e convida Leda a fazer o mesmo. Durante a conversa, ele tenta convencê-la a esquecer Carlos Daniel de uma vez por todas. No entanto, Leda está determinada e afirma que não vai abrir mão de seu amor. Disposta a tudo para reconquistar Carlos Daniel, ela aposta em sua sedução. A situação foge do controle quando Paulina flagra os dois juntos em um momento bastante íntimo.
Enquanto isso, na mansão Bracho, Carlos Daniel vive uma tarde intrigante à beira da piscina. Ele se surpreende ao ver “Paola” mergulhando com naturalidade, contrariando o trauma que ela sempre demonstrou em relação à água. Ainda mais perturbado, ele repara que a famosa pinta nas costas da esposa — um detalhe físico inconfundível — simplesmente desapareceu. As suspeitas sobre a identidade da mulher com quem está casado só aumentam.
Mesmo contra sua vontade, Carlos Daniel acaba cedendo ao pedido do filho e permite que Carlinhos vá ao sítio de Moisés para montar a cavalo. O menino está radiante de alegria, mas ninguém imagina o perigo que está por vir.
Em Mônaco, a verdadeira Paola Bracho recebe alta do hospital. Alexandre a leva para a casa que alugou para ela. Ao vê-lo em uma cadeira de rodas e receber a confirmação de que ele jamais voltará a andar, Paola toma uma decisão cruel: não está disposta a desperdiçar sua vida ao lado de um homem inválido.
De volta ao México, Willy tenta mais uma vez reconquistar Estephanie, movido apenas pelo interesse em sua fortuna. Mas a esposa, ciente do caráter do marido, não acredita em nenhuma de suas promessas. E Paulina, já pressionada pelos problemas, recebe uma ligação inesperada: é Paola.
Capítulo 019 – Quinta-feira, 10 de abril
Paulina fica em choque com o telefonema. A verdadeira Paola está viva, recuperada e anuncia que pretende voltar em breve. A notícia a deixa inquieta e com medo de perder tudo o que conquistou — inclusive o amor de Carlos Daniel.
Na fábrica, Viviana — a bela namorada de Leandro, líder dos operários — começa a trabalhar. No entanto, ela logo atrai os olhares de Willy, sempre pronto a seduzir qualquer mulher desavisada. Viviana, deslumbrada com os elogios e falsas promessas, começa a corresponder ao flerte.
Enquanto isso, o passeio de Carlinhos ao sítio termina de forma trágica. O garoto sofre um grave acidente enquanto monta a cavalo e precisa ser transferido às pressas para um hospital na capital. O clima entre a família Bracho é de tensão absoluta. Estephanie, implacável, não perde a chance de jogar a culpa sobre “Paola”, acusando-a de negligência.
No hospital, Carlos Daniel se depara com um diagnóstico alarmante e teme pelo futuro do filho. Dona Piedade, angustiada, desabafa com Chico e revela que atendeu o telefonema da verdadeira Paola. Ela está certa de que, se Paola voltar, será o caos para toda a família.
E Paola não hesita: embarca rumo ao México decidida a vigiar de perto sua impostora. No hospital, o estado de saúde de Carlinhos piora, e os médicos informam que uma cirurgia de emergência será necessária.
Capítulo 020 – Sexta-feira, 11 de abril
A saúde de Carlinhos se agrava após complicações na cirurgia. Paulina corre para o hospital, mas ao chegar, acaba discutindo com Estephanie, que a acusa diretamente de ser a responsável pelo acidente do sobrinho.
Dona Piedade, percebendo o desgaste no relacionamento de Carlos Daniel com “Paola”, resolve conversar com a moça e declara total apoio às decisões que ela vem tomando, acreditando estar lidando com Paola. No entanto, esse apoio incondicional levanta suspeitas em Paulina: será que Dona Piedade já sabe que ela não é quem diz ser?
Na fábrica, Willy intensifica sua investida sobre Viviana, e a moça, encantada, se deixa levar pelos elogios. Leandro, ao notar o assédio, tenta alertá-la sobre quem realmente é Willy. Mas os próprios colegas de Leandro espalham boatos de que Viviana anda se insinuando e dando liberdade demais ao patrão. Os rumores chegam aos ouvidos de Estephanie, que reage com fúria e exige a demissão da funcionária.
Enquanto isso, Patrícia — esposa de Rodrigo — começa a desconfiar da repentina “bondade” de “Paola”. Mesmo afastada da empresa, ela continua pagando o salário de Rodrigo como se ele ainda estivesse trabalhando, o que deixa Patrícia desconcertada.
No hospital, a notícia de que Carlinhos poderá não voltar a andar cai como uma bomba. Carlos Daniel se desespera e busca forças para lidar com o sofrimento do filho. Já Leda, aproveita o momento de fragilidade para culpar diretamente “Paola” por toda a tragédia.