Pierce Brosnan indica retorno como Senhor Destino — e Superman: O Homem do Amanhã pode ser a porta de entrada no novo DCU

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O novo Universo DC criado por James Gunn e Peter Safran ainda está tomando forma, mas as peças começam a se alinhar de maneira inesperada — e uma delas envolve um dos personagens mais poderosos da mitologia da DC: o Senhor Destino. Em entrevista recente à GQ, o ator Pierce Brosnan, que interpretou Kent Nelson em Adão Negro (2022), revelou que ouviu rumores animadores sobre seu futuro na franquia.

“Eu ouvi que o Senhor Destino teria sua própria série ou filme”, afirmou Brosnan. “Também ouvi que ele vai estar no próximo filme do Superman”, completou o ator, deixando os fãs em alerta. Segundo ele, a experiência de interpretar o místico da DC foi profunda e filosófica, e ele estaria “totalmente aberto a retornar”.

Embora Adão Negro não faça parte do novo DCU — considerado oficialmente uma linha paralela — nada impede que o Senhor Destino seja reinterpretado, reintroduzido ou até mesmo mantido, já que Gunn tem demonstrado flexibilidade ao equilibrar novos atores com talentos retornando de versões anteriores.

E a possível conexão com Superman: O Homem do Amanhã, estrelado por David Corenswet, abre espaço para uma discussão maior: qual é a importância do personagem nesse universo? E como isso dialoga com o filme animado de 2020, que estabeleceu uma nova origem para o herói?

A base da nova mitologia: o que é Superman: O Homem do Amanhã?

Antes de especular sobre a aparição do Senhor Destino no novo longa, vale revisitar a história que inspira o título O Homem do Amanhã — em especial o filme animado lançado em 2020, que marcou o início da “segunda fase” do Universo Animado da DC.

Dirigido por Chris Palmer e escrito por Tim Sheridan, o longa acompanha os primeiros passos de Clark Kent como Superman, destacando sua inexperiência, sua busca por identidade e os desafios éticos que surgem quando seu poder encontra o olhar desconfiado da humanidade.

Com as vozes de Darren Criss (Superman) e Zachary Quinto (Lex Luthor), o filme funciona como um renascimento criativo de um mito conhecido, mas com enfoque emocional mais moderno.

Uma nova origem para um herói que ainda não sabe ser herói

A trama começa com a destruição de Krypton e com o bebê Kal-El sendo enviado à Terra, onde é criado por Jonathan e Martha Kent. Já adulto, Clark trabalha como estagiário no Planeta Diário e só é reconhecido pelo público como o misterioso “Homem Voador”.

Quando um telescópio orbital da LexCorp é lançado, Clark comparece esperando encontrar vida além da Terra — mas o evento termina na prisão de Lex Luthor, após Lois Lane revelar que o equipamento apresentava falhas graves capazes de destruir Metrópolis.

Nesse mesmo período, Clark faz amizade com Rudy Jones, zelador dos Laboratórios STAR, cuja vida será completamente transformada ao cruzar o caminho do herói.

Lobo, J’onn J’onzz e a ameaça que desperta o Parasita

A chegada de um OVNI a Metrópolis coloca Clark frente a frente com Lobo, o caçador de recompensas intergaláctico que revela a existência de uma recompensa pela cabeça do “último kryptoniano”. Durante a luta, Rudy acaba exposto a uma misteriosa substância alienígena que se funde ao seu DNA, desencadeando sua transformação futura.

Quando Clark está à beira da derrota, surge a figura misteriosa que o observava: J’onn J’onzz, o Caçador de Marte. O encontro muda tudo, pois é J’onn quem explica a Clark sua verdadeira origem kryptoniana — e quem o alerta sobre o medo que a humanidade pode nutrir por seres diferentes.

Enquanto isso, Rudy renasce como uma criatura capaz de drenar energia vital, desencadeando destruição por onde passa.

A construção simbólica do Superman

Com o surgimento do Parasita, Metrópolis exige a presença de um herói. E é Martha Kent quem, num gesto simples e afetuoso, entrega a Clark o traje que inclui o icônico “S” no peito. A partir dali, o “Homem Voador” ganha um nome, um símbolo e uma responsabilidade.

Superman e J’onn tentam deter o Parasita, mas o vilão absorve seus poderes e usa as informações obtidas para crescer ainda mais. J’onn é supostamente morto em batalha, e Clark, enfraquecido, precisa recorrer a quem menos confia: Lex Luthor, preso após o incidente do telescópio.

O sacrifício do Parasita e o nascimento de um novo herói

Com a ajuda de Lobo e Luthor, Superman arma um plano para derrotar o Parasita — mas o confronto final toma um rumo inesperado. Após absorver energia demais, a criatura percebe que está prestes a causar uma destruição irreversível e decide se sacrificar para impedir a sobrecarga na usina de energia.

É um momento que redefine Clark: não mais apenas um jovem tentando se encaixar no mundo, mas um símbolo de esperança que acredita na humanidade — até mesmo nos seus monstros.

J’onn revela ter fingido a morte e parte em busca de outros marcianos. Lobo, regenerado, joga a provocação: talvez existam outros kryptonianos por aí.

E Superman, agora seguro de quem é, se apresenta ao mundo como Kal-El.

Sessão da Tarde desta sexta (19) acelera com “Velozes e Furiosos 6”, um dos capítulos mais explosivos da franquia

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A Sessão da Tarde desta sexta, 19 de dezembro de 2025, promete acelerar os corações do público com a exibição de “Velozes e Furiosos 6”, um dos filmes mais emblemáticos da franquia de ação estrelada por Vin Diesel e Paul Walker. Lançado em 2013 e dirigido por Justin Lin, o longa marca um ponto de virada importante na saga ao consolidar de vez a transformação da série em um espetáculo de ação global, sem perder o que sempre esteve no centro de tudo: a ideia de família.

Depois do assalto cinematográfico no Rio de Janeiro, visto em Velozes e Furiosos 5, Dominic Toretto e sua equipe conquistam algo que parecia inalcançável: dinheiro suficiente para nunca mais precisarem correr riscos. Com US$ 100 milhões divididos entre eles, o grupo se espalha pelo mundo vivendo confortavelmente, longe da polícia e das antigas preocupações. Ainda assim, essa liberdade tem um preço alto. Sem identidade legal, eles não podem voltar para casa, e essa ausência de pertencimento deixa claro que dinheiro nenhum substitui raízes.

Dom vive ao lado de Elena Neves, Mia construiu uma vida com Brian O’Conner e o filho do casal, enquanto Roman e Tej aproveitam uma rotina luxuosa. Apesar disso, todos carregam a sensação de que algo está faltando. É nesse momento que surge Luke Hobbs, agente durão interpretado por Dwayne Johnson, agora ainda mais integrado ao grupo. Hobbs está no encalço de uma perigosa organização internacional de mercenários liderada por Owen Shaw, um ex-militar britânico frio, estratégico e extremamente letal.

A proposta que Hobbs leva até Dom muda completamente o rumo da história. Para convencer o ex-criminoso a voltar à ativa, ele apresenta uma foto que abala todas as certezas: Letty Ortiz está viva. A mulher que Dom acreditava ter perdido para sempre agora trabalha ao lado de Shaw, sem qualquer memória de sua antiga vida. Em troca da ajuda para capturar os mercenários, Hobbs oferece perdão total para Dom e sua equipe, permitindo que todos finalmente retornem para casa. Para Dom, a missão deixa de ser apenas estratégica e se torna profundamente pessoal.

Grande parte da ação se desenrola em Londres, cenário de algumas das sequências mais empolgantes do filme. As perseguições pelas ruas da cidade, cheias de carros personalizados, explosões calculadas e manobras quase impossíveis, deixam claro que Velozes e Furiosos 6 não economiza em escala. A franquia, que começou focada em rachas ilegais, agora abraça de vez o cinema de ação internacional, flertando com o gênero de espionagem e assalto em alto nível.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno do projeto “Nightshade”, um dispositivo capaz de desligar sistemas de energia em larga escala, elevando as apostas do conflito. Mais do que impedir um roubo, Dom e sua equipe precisam evitar uma ameaça global. Ainda assim, o filme encontra espaço para aprofundar os conflitos emocionais, especialmente no arco de Letty. Mesmo sem se lembrar de Dom, ela demonstra dúvidas, conflitos internos e uma estranha conexão com o passado que insiste em emergir.

A corrida de rua entre Dom e Letty simboliza bem esse embate entre razão e sentimento. O colar com a cruz, um dos símbolos mais marcantes da franquia, funciona como um elo silencioso entre quem Letty foi e quem ela tenta ser agora. Esses momentos mais contidos ajudam a equilibrar o excesso de ação, tornando a narrativa mais humana e emocionalmente envolvente.

Se Londres entrega adrenalina, a sequência ambientada na Espanha leva o exagero a outro nível. Um tanque de guerra em plena rodovia, carros sendo arremessados como brinquedos e uma coreografia de destruição milimetricamente calculada transformam a cena em uma das mais comentadas de toda a saga. Mesmo assim, o espetáculo não se sobrepõe totalmente ao drama, especialmente quando o filme se aproxima de seu clímax.

A perseguição final envolvendo um gigantesco avião cargueiro em uma pista aparentemente interminável se tornou uma das marcas registradas do longa. É ali que acontece um dos momentos mais emocionais do filme: o sacrifício de Gisele Yashar, personagem de Gal Gadot, para salvar Han. A cena dá peso às consequências da missão e reforça que, mesmo em um universo marcado por exageros, as perdas são reais.

Com Owen Shaw derrotado, Dom entrega o chip do Nightshade a Hobbs e garante o perdão prometido. A equipe retorna, enfim, à antiga casa da família Toretto, em Los Angeles. O reencontro é simples, longe das explosões e perseguições, mas carregado de significado. Elena aceita que o coração de Dom sempre pertenceu a Letty, e o grupo se reúne ao redor da mesa, reforçando mais uma vez o valor da família acima de tudo.

Com uma bilheteria mundial próxima dos US$ 789 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos de 2013 e, por um período, o mais lucrativo da franquia. A recepção da crítica foi positiva, destacando a direção segura de Justin Lin, o carisma do elenco e a habilidade do filme em equilibrar ação exagerada com emoção genuína.

Justiça mantém Tremembé no ar e rejeita pedido de retirada após contestação sobre retrato de personagem real

A Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu não interromper a exibição da série Tremembé, disponível na Amazon Prime Video. A medida foi analisada pela 9ª Câmara de Direito Privado, que negou o pedido de urgência apresentado por Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecida como Sandrão.

A ação buscava suspender imediatamente a produção, ou ao menos retirar trechos considerados prejudiciais à sua imagem. O entendimento do tribunal, no entanto, foi de que não havia elementos suficientes que justificassem uma intervenção imediata na exibição da obra.

O que motivou a ação judicial?

O processo foi movido com base na alegação de que a série apresenta informações divergentes da realidade jurídica do autor da ação. Sandrão, que em 2025 passou a se identificar como homem trans, sustenta que a narrativa atribui condutas que não constam em sua condenação definitiva.

Além da contestação sobre o conteúdo, a defesa também apontou possíveis impactos pessoais decorrentes da exibição. Entre os argumentos apresentados estão relatos de ameaças e hostilidades que teriam surgido após o lançamento da série.

O pedido judicial incluiu não apenas a retirada do conteúdo, mas também uma indenização por danos morais no valor de R$ 3 milhões, sob a justificativa de que a obra ultrapassaria limites ao se apresentar como baseada em fatos reais.

Qual foi o entendimento da Justiça?

Ao avaliar o caso, os desembargadores consideraram que não estavam presentes os requisitos necessários para a concessão de uma decisão urgente. Esse tipo de medida exige evidências claras de risco imediato e de dano irreparável, o que, segundo o tribunal, não foi comprovado de forma suficiente neste momento.

Com isso, a série permanece disponível na plataforma enquanto o processo segue para análise mais detalhada. A decisão atual não encerra a disputa judicial, mas indica que, por ora, não haverá alteração na exibição do conteúdo.

Sobre o que é a série Tremembé?

A produção apresenta uma narrativa ambientada no sistema prisional brasileiro, com foco na unidade de Tremembé, conhecida por reunir detentos envolvidos em casos de grande repercussão nacional.

Inspirada em relatos e pesquisas do jornalista Ullisses Campbell, a série reconstrói histórias baseadas em acontecimentos reais, explorando as relações entre presos e os bastidores da vida carcerária.

A trama revisita episódios marcantes do noticiário policial, abordando personagens que se tornaram conhecidos do público ao longo dos anos e destacando as dinâmicas internas desse ambiente.

Quem faz parte do elenco?

O elenco reúne nomes conhecidos da dramaturgia nacional. Marina Ruy Barbosa lidera o time, acompanhada por Bianca Comparato, Felipe Simas e Anselmo Vasconcelos. Também integram a produção Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Kelner Macêdo e Lucas Oradovschi, que dão vida aos diferentes personagens envolvidos na narrativa.

Como foi a recepção da série?

Desde sua estreia, em outubro de 2025, “Tremembé” apresentou forte desempenho dentro da plataforma. A produção rapidamente alcançou posições de destaque entre os conteúdos mais assistidos no Brasil, consolidando sua presença no catálogo.

O interesse gerado pela série também impactou o consumo de outros títulos do gênero true crime, reacendendo a procura por histórias baseadas em casos reais tanto na própria plataforma quanto em serviços concorrentes.

Polêmicas além da Justiça

A controvérsia em torno da série não se limita ao processo judicial. Pessoas retratadas na narrativa também se manifestaram publicamente, questionando a fidelidade dos acontecimentos apresentados.

Entre os casos que ganharam repercussão está o de Cristian Cravinhos, que criticou a forma como sua história foi retratada. Em resposta, Ullisses Campbell apresentou materiais que, segundo ele, sustentam a abordagem utilizada na adaptação.

Minecraft 2 ganha reforço de peso! Kirsten Dunst é confirmada no elenco e assume papel icônico do jogo

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A sequência de Um Filme Minecraft começa a tomar forma nos bastidores de Hollywood e já apresenta novidades relevantes para o público. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, a atriz Kirsten Dunst foi confirmada no elenco de Um Filme Minecraft 2, produção da Warner Bros. Pictures em parceria com a Legendary Pictures. No novo longa, ela dará vida à personagem Alex, uma das figuras mais conhecidas do universo do jogo.

A inclusão da atriz marca um reforço significativo no elenco da franquia, que já havia conquistado o público com nomes populares na primeira produção. O filme original contou com Jason Momoa e Jack Black nos papéis centrais, além de participações de outros atores conhecidos, em uma narrativa que combinava aventura, comédia e elementos do universo cúbico do game.

Lançado em 2025, o primeiro longa-metragem apresentou a história de um grupo de personagens comuns que, após atravessarem um portal misterioso, são transportados para o Overworld, um ambiente fantástico onde a criatividade é essencial para a sobrevivência. Ao longo da jornada, eles enfrentam criaturas hostis e precisam aprender rapidamente as regras daquele mundo para conseguir retornar à realidade.

Mesmo com recepção crítica dividida, o desempenho comercial foi expressivo. A produção arrecadou cerca de US$ 961 milhões em bilheteria mundial, consolidando-se como um dos maiores sucessos entre adaptações de videogames no cinema. O resultado garantiu não apenas a continuidade da história, como também abriu espaço para a expansão do universo narrativo.

A chegada de Alex na sequência é vista como um passo natural dentro desse processo. Criada pela Mojang Studios, a personagem é uma das protagonistas jogáveis de Minecraft e se tornou um dos rostos mais reconhecidos da franquia ao lado de Steve. Sua inclusão deve aproximar ainda mais o filme da experiência original dos jogadores, além de ampliar as possibilidades narrativas.

Nos bastidores, a direção permanece sob responsabilidade de Jared Hess, que também comandou o primeiro longa. A expectativa é de que a continuação mantenha o tom leve e aventureiro, mas com maior escala e aprofundamento na construção do universo apresentado anteriormente.

A aposta em um elenco ampliado e em novos personagens também indica uma tentativa de diversificar a narrativa e atrair diferentes perfis de público. A presença de Kirsten Dunst, conhecida por trabalhos marcantes no cinema, reforça essa estratégia e sinaliza um investimento em nomes de forte apelo internacional.

Além disso, o sucesso do primeiro filme evidenciou o potencial de Minecraft como franquia cinematográfica de longo prazo. O jogo, que se consolidou como um fenômeno global desde seu lançamento, oferece um universo aberto e expansivo, permitindo a criação de múltiplas histórias dentro do mesmo contexto.

A sequência deve explorar novas regiões do Overworld e possivelmente introduzir elementos de outras dimensões do jogo, ampliando o escopo da narrativa. Ainda que detalhes oficiais sobre a trama não tenham sido divulgados, a expectativa é de que o novo filme traga desafios inéditos e desenvolva mais profundamente os personagens apresentados anteriormente.

Com produção em andamento, Um Filme Minecraft 2 já desponta como um dos projetos mais aguardados do segmento de adaptações de jogos eletrônicos. A combinação entre uma marca consolidada, resultados expressivos de bilheteria e a entrada de novos nomes no elenco contribui para manter o interesse do público em alta

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