Pequenas Empresas e Grandes Negócios de sábado (16) mostra bolsas térmicas premium, tecnologia verde e o artesanato que marca a Festa de Barretos

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Neste sábado, 16 de agosto, o Pequenas Empresas e Grandes Negócios (PEGN) chega com um cardápio variado de histórias que mostram que empreender pode nascer tanto de uma boa ideia quanto de um talento cultivado por anos. Na tela, desfilam desde marcas que unem design e funcionalidade, passando por inovações tecnológicas que aproximam pessoas e natureza, até tradições que resistem ao tempo e eventos que movimentam bilhões.

A primeira parada é em Salvador (BA), onde Léo Barros decidiu transformar a habilidade de criar bolsas térmicas artesanais em um negócio de alto padrão. As peças, feitas à mão, se destacam não só pelo visual sofisticado, mas também por detalhes técnicos que conquistam o público exigente: isolamento térmico de até 12 horas e bandeja antivazamento patenteada. Hoje, com 500 unidades produzidas por mês e faturamento anual de R$ 3,5 milhões, Léo prepara a próxima etapa — levar sua marca ao varejo de luxo e ampliar a presença no mercado nacional.

De lá, o programa segue para São Carlos (SP), onde quatro pesquisadoras formadas pela UFSCar criaram um aplicativo de educação ambiental que vai muito além da informação básica. Ele funciona offline, oferece dados históricos, culturais e ambientais de trilhas, parques e museus, e ainda inclui audiodescrição, Libras e jogos interativos para tornar a experiência mais inclusiva e divertida. O projeto já está ativo em lugares icônicos, como o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Lage (RJ), e garante à startup um faturamento de cerca de R$ 80 mil por mês, com apoio de instituições e programas de inovação.

A nova série especial sobre a Festa do Peão de Barretos estreia com um personagem que carrega a cultura sertaneja nas mãos há quase quatro décadas. Artesão de selas e acessórios, ele vê sua produção e suas vendas dispararem durante o evento, provando que tradição e negócio podem andar juntos.

No quadro “Dica do Bacca”, Marcelo Baccarini abre o mapa de oportunidades no setor de eventos, que deve movimentar R$ 140 bilhões em 2025. O número impressiona, mas o que chama atenção é a previsão de contratação de mais de 2,7 milhões de microempreendedores individuais, em áreas que vão de montagem de estandes e alimentação a tecnologia e brindes personalizados.

Para encerrar, a história de Matheus Vitor, um chef apaixonado pelo churrasco americano, que encontrou no tempero dry rub e nas carnes defumadas a receita para reescrever sua vida. No início da pandemia, com a esposa grávida e a ameaça de perder o emprego, investiu R$ 280 em carnes e começou a vender seus preparos por delivery. A aposta deu tão certo que hoje ele comanda uma equipe de quase 20 pessoas e é reconhecido como referência no segmento.

Você sabia? Extermínio: A Evolução surpreende ao ser filmado inteiramente com iPhones

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O novo capítulo da aclamada franquia de terror pós-apocalíptico Extermínio já está chamando atenção antes mesmo de estrear oficialmente nos cinemas. Mas desta vez, o que está dando o que falar não são apenas as cenas tensas ou a crítica social que marca a narrativa, e sim a maneira como o filme foi filmado: com iPhones. E o mais curioso? Não foi com o modelo mais recente da Apple.

Segundo uma investigação da revista Wired, Extermínio: A Evolução, dirigido por Danny Boyle e com orçamento estimado em US$ 75 milhões, é a maior produção cinematográfica já realizada com smartphones. O longa foi captado com diversos iPhones 15 Pro Max, lançados em 2023 — e não com o iPhone 16, como muitos poderiam imaginar.


Uma revolução silenciosa nos bastidores

As gravações foram concluídas até agosto de 2024, período anterior ao lançamento da linha iPhone 16, o que explica a escolha. Segundo a Wired, toda a informação foi mantida em sigilo por meses, já que os profissionais envolvidos assinaram acordos de confidencialidade (NDAs) rigorosos. Ainda assim, fontes anônimas ligadas à produção confirmaram a inusitada estratégia de filmagem.

Mas não se trata apenas de colocar um celular no tripé e apertar “rec”. Os iPhones foram utilizados com uma série de aparatos profissionais acoplados — estabilizadores, lentes cinematográficas, rigs especializados e microfones externos. Tudo isso para transformar um dispositivo de bolso em uma ferramenta digna da tela grande.

Além disso, os iPhones 15 Pro Max contam com o poderoso codec Apple ProRes, gravação em 4K, 60 quadros por segundo e sensores de alta precisão. Embora o padrão do cinema tradicional seja 24 fps, o material foi adaptado para manter a estética cinematográfica esperada em uma superprodução.


Nem todas as cenas vieram do celular

Apesar de o iPhone ter sido o equipamento principal, a produção também apostou em outras soluções criativas. Algumas sequências específicas foram gravadas com GoPros e câmeras de ação, incluindo cenas bastante incomuns captadas por equipamentos amarrados em animais de fazenda. A ideia era gerar imagens orgânicas, imprevisíveis e com ângulos nunca antes vistos — reforçando a sensação de instabilidade e selvageria que permeia o universo da franquia.


Um novo olhar para o cinema de gênero

Criada por Danny Boyle em 2002 com Extermínio (28 Days Later), a franquia sempre teve uma pegada ousada e estética crua. O primeiro filme, por exemplo, foi gravado com câmeras digitais baratas da época, o que ajudou a compor sua atmosfera tensa e realista. Mais de 20 anos depois, essa abordagem reaparece, mas com uma nova roupagem: tecnologia de ponta usada de maneira acessível e provocativa.

Extermínio: A Evolução se passa três décadas após o início da contaminação pelo vírus da raiva, e explora as consequências de uma sociedade que aprendeu a conviver com o medo, a violência e a incerteza. É um mundo brutal, esgotado e claustrofóbico — e a opção por filmar com iPhones reforça esse olhar documental, quase íntimo, sobre o fim da civilização como conhecemos.


Do indie ao blockbuster: a era dos smartphones no cinema

O uso de celulares em produções cinematográficas não é novidade. Filmes como Unsane (2018), de Steven Soderbergh, ou o brasileiro Selvagem (2023), já haviam explorado essa estética, geralmente em contextos mais experimentais ou independentes. A grande diferença aqui é que Extermínio: A Evolução é uma superprodução de estúdio, com lançamento global, grande orçamento e uma base sólida de fãs.

Com essa decisão, a Sony Pictures e Danny Boyle mostram que a barreira entre “cinema independente” e “cinema comercial” pode ser mais porosa do que se imaginava. A tecnologia está democratizando as possibilidades narrativas — e isso pode mudar, de vez, a forma como filmes são feitos no futuro.


Estreia e expectativas

Extermínio: A Evolução estreia oficialmente no Brasil no dia 19 de junho, com sessões antecipadas no dia 18 em cinemas selecionados. Com direção de Boyle, roteiro de Alex Garland (Ex Machina) e produção executiva de Cillian Murphy (que retorna à franquia após protagonizar o primeiro filme), o longa não promete apenas ação e tensão — mas também uma nova experiência estética e tecnológica para o público.

Netflix anuncia Kaguya: A Princesa Espacial, novo anime com estreia marcada para janeiro de 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix acaba de surpreender os fãs de anime ao anunciar Kaguya: A Princesa Espacial, um novo filme ambientado no universo da popular franquia Kaguya-sama: Love is War. O longa chega ao catálogo do streaming no dia 22 de janeiro de 2026, e já ganhou um trailer que destaca seu visual arrebatador e uma trilha sonora estrelada por grandes nomes da música japonesa. As informações são do Crunchyroll.

A direção fica por conta de Shingo Yamashita, conhecido por seu trabalho em Pokémon: Twilight Wings. Esse será o primeiro longa-metragem do diretor, que promete unir o melhor da sensibilidade emocional japonesa com o impacto visual das produções modernas. A animação é uma parceria dos estúdios Chromato e Colorido, dois nomes bastante respeitados no cenário atual por seus projetos criativos e tecnicamente refinados.

O design dos personagens foi desenvolvido por Hechima (Gakuen iDOLM@STER) e Akihiro Nagae (Uma Casa à Deriva), e a trilha sonora chega como um espetáculo à parte. Entre os nomes confirmados estão Ryo (supercell), kz (livetune), 40mP, HoneyWorks, Aqu3ra e yuigot — artistas renomados por suas produções com VOCALOIDs, que mesclam emoção, tecnologia e melodia de um jeito inconfundível.

A história de Kaguya: A Princesa Espacial acompanha duas garotas que se conectam por meio da música em um universo onírico chamado Tsukuyomi. Nesse espaço virtual, repleto de brilho e mistério, elas embarcam em uma jornada sobre amizade, identidade e destino — tudo isso embalado por uma atmosfera poética e visualmente deslumbrante.

A produção marca uma expansão criativa do universo de Kaguya-sama: Love is War, mangá escrito por Aka Akasaka e publicado pela Shueisha desde 2015. A obra original conquistou o público com seu humor inteligente e a dinâmica entre Kaguya Shinomiya e Miyuki Shirogane, dois estudantes de elite que transformam o amor em um verdadeiro jogo de estratégia. O sucesso do mangá deu origem a animes, filmes live-action e, agora, uma nova interpretação cinematográfica com ares de ficção científica.

Resumo da novela Dona de Mim de 10 de maio, sábado

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Capítulo 012 – Sábado, 10 de maio

Determinada a encontrar Leo a qualquer custo, Sofia decide agir por conta própria. Com o coração acelerado e a ansiedade à flor da pele, ela pede ajuda a um desconhecido para conseguir o endereço dele. É o impulso de quem sente que precisa se reconectar com alguém importante — mesmo que isso signifique correr riscos.

Enquanto isso, Yara não perde a chance de provocar Davi. Com seu jeito debochado, ela cutuca, testa seus limites e faz questão de mostrar que não simpatiza com ele. Já Abel, ao perceber que Sofia fugiu de casa, entra em pânico. A ausência da filha o desestabiliza por completo, e ele começa uma busca frenética, temendo pelo pior.

No ônibus, Sofia vive um momento de tensão: um homem estranho se aproxima, e o clima rapidamente se torna desconfortável. A jovem sente o perigo, mas tenta manter a calma, contando apenas com a própria coragem para sair daquela situação.

Ao mesmo tempo, Samuel, seu irmão mais velho, encontra uma pista que pode levar ao paradeiro da irmã mais nova. É pouco, mas é o suficiente para reacender a esperança. Quando a notícia da fuga chega a Leo, ele se desespera. A ideia de que Sofia possa estar sozinha e em perigo o deixa sem chão.

Na casa de Kami, as regras são claras — e quebrar uma tem consequências. Ela repreende Ryan duramente por ter dado um celular escondido a Dedé. A intenção pode ter sido boa, mas a quebra de confiança pesa mais.

Enquanto isso, Vespa dá uma nova missão a Lucas: ele deve trabalhar no galpão de Alan, mas como espião. O pedido coloca Lucas em conflito, pois ele sabe que esse jogo duplo pode lhe custar caro.

O reencontro entre Leo e Sofia finalmente acontece — é intenso, cheio de emoção contida. Ela, aliviada, o abraça como quem encontra um porto seguro. E, tocado pela confiança dela, Leo abre o coração e conta sobre o bebê que perdeu, revelando uma dor profunda que ainda o acompanha.

Sofia, em um gesto comovente, implora ao pai que reconsidere e recontrate Leo. Ela sabe que ele merece uma nova chance. Samuel também acredita nisso — e vai além: avisa a Abel que, se ele não tomar a iniciativa, ele mesmo contratará Leo para cuidar da irmã.

“Programa do Ratinho” desta sexta (25/07) presta homenagem a Regina Duarte com apresentações de Edson & Hudson e Cezar & Paulinho

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Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Na noite desta sexta-feira, 25 de julho de 2025, o palco do “Boteco do Ratinho” será tomado por emoção, música e muitas lembranças. A edição especial do quadro, exibido dentro do tradicional “Programa do Ratinho”, trará um momento raro e profundamente simbólico para os amantes da televisão brasileira: Regina Duarte, um dos maiores nomes da teledramaturgia nacional, será homenageada com o troféu “Para Sempre Nossa Estrela”, uma comenda inédita criada especialmente para reverenciar artistas cujo trabalho se tornou parte inseparável da história cultural do país.

O clima da atração promete ser de pura celebração. Ao som da música ao vivo, dos causos contados com humor e da presença de amigos e convidados que cruzaram o caminho de Regina nas últimas décadas, a noite se transforma em um verdadeiro tributo à sua trajetória – uma carreira marcada por personagens inesquecíveis, amores intensos, dilemas sociais e um carisma que atravessou gerações.

Uma noite para lembrar: música, emoção e reencontros

Gravado com plateia ao vivo, o programa mistura o aconchego dos bares brasileiros com o ritmo popular do auditório televisivo, e nesta sexta o “Boteco” ganha ares de encontro histórico. Além de um repertório musical que resgata canções marcantes das trilhas sonoras das novelas protagonizadas por Regina, o programa contará com depoimentos emocionantes de colegas de cena, diretores, roteiristas e até fãs que foram tocados por sua arte.

Em um dos momentos mais aguardados, Carlos Alberto de Nóbrega – amigo pessoal da atriz – surgirá em uma participação especial. Outros nomes de peso, como Tony Ramos, Glória Pires, Lima Duarte e Edson Celulari, também deixarão mensagens que costuram a história da televisão brasileira à da homenageada.

O apresentador Ratinho, conhecido por seu jeito irreverente e espontâneo, conduz o programa com afeto e respeito, deixando de lado por instantes o humor ácido para abrir espaço à reverência. “A Regina faz parte da nossa história, da televisão, da casa das pessoas. Ela merece todas as homenagens do mundo”, diz o comunicador.

Regina Duarte: uma vida diante das câmeras

Nascida em Franca, interior de São Paulo, Regina Duarte se tornou um dos rostos mais familiares da televisão brasileira desde os anos 1960. A atriz ganhou o coração do público com sua doçura, firmeza e uma sensibilidade quase intuitiva na hora de compor personagens femininas fortes, vulneráveis, apaixonadas, contraditórias.

Sua consagração veio nos anos 1970, quando encarnou a Simone, de “Selva de Pedra”, e mais tarde a Patrícia, de “Carinhoso”. Mas foi em “Malu Mulher”, exibida entre 1979 e 1980, que Regina se tornou símbolo de uma nova mulher brasileira, em meio às transformações políticas e sociais do país. A personagem Malu, divorciada, independente e determinada, ecoou nos lares como um grito de liberdade e identidade.

Décadas depois, outras personagens emblemáticas vieram: Porcina, de “Roque Santeiro”; Raquel, de “Vale Tudo”; Helena, de “História de Amor” e de “Por Amor”, ambas de Manoel Carlos, com quem a atriz estabeleceu uma das parcerias mais marcantes da dramaturgia nacional. Regina interpretou, ao longo da carreira, mulheres que amavam, sofriam, lutavam e renasciam – todas com a alma pulsando diante das câmeras.

Uma homenagem ao legado afetivo e artístico

O troféu “Para Sempre Nossa Estrela” representa mais do que uma lembrança: ele simboliza a preservação de uma memória cultural afetiva, um reconhecimento que ultrapassa os limites da televisão para se tornar quase íntimo do povo brasileiro. Afinal, quem não cresceu vendo Regina Duarte na telinha, sorrindo, chorando, apaixonada, guerreira, mãe, filha, amada?

A ideia do prêmio partiu da equipe de produção do SBT, que busca com ele valorizar artistas que deixaram marcas profundas no imaginário coletivo. Regina é a primeira homenageada, mas a proposta é que o reconhecimento se torne recorrente, trazendo à tona nomes que ajudaram a formar a identidade da televisão nacional.

Durante a entrega do troféu, o programa exibirá um vídeo com imagens raras de bastidores, trechos de novelas, entrevistas antigas e cenas icônicas – um compilado que emociona e nos faz lembrar que a arte também é feita de histórias que atravessam o tempo.

Do drama à realidade: um olhar sobre o presente

Nos últimos anos, Regina Duarte também se viu no centro de polêmicas, sobretudo por sua passagem pela Secretaria Especial de Cultura do governo federal. A decisão gerou reações diversas e dividiu opiniões. Ainda assim, sua presença na televisão permanece intacta no coração de muitos que acompanharam sua jornada na ficção.

No programa, esse período não será o foco. A intenção é resgatar a potência artística da atriz e o seu legado afetivo. “Ela fez parte das nossas vidas durante décadas. É isso que queremos lembrar”, afirma Ratinho.

A homenagem, portanto, é uma oportunidade rara de resgatar o olhar sensível que o público sempre teve por Regina, lembrando que por trás das polêmicas, há uma artista que dedicou mais de 50 anos à construção de uma das teledramaturgias mais ricas do planeta.

Edson & Hudson: vozes que marcaram gerações

Formada pelos irmãos Edson Cadorini e Hudson Cadorini, a dupla nasceu em Limeira (SP) e está no cenário musical desde 1980. Com uma trajetória marcada pela versatilidade, misturando elementos do sertanejo tradicional e influências do rock, Edson & Hudson conquistaram sucesso nacional, especialmente após o hit “Azul” estourar em 2002.

Durante um hiato entre 2009 e 2011, seguiram carreiras solo, mas retomaram a parceria, realizando turnês e lançando novos trabalhos. São conhecidos por apresentações energéticas e por manterem viva a tradição da música sertaneja, sempre com uma pegada moderna que agrada a fãs de todas as idades.

Cezar & Paulinho: tradição e legado de família

Formada pelos irmãos Sebastião Cezar Franco (Cezar) e Paulo Roberto Franco (Paulinho), a dupla é uma das mais tradicionais da música sertaneja brasileira, com mais de 40 anos de estrada e uma discografia que ultrapassa 29 CDs e 5 DVDs. Originários de Piracicaba (SP), fazem parte da segunda geração de cantadores da família Franco, com raízes profundas no universo caipira.

Com sucessos como “Noite Maravilhosa”, “Viajante Solitário”, “Pé de Bode” e “Nóis É Cowboy”, Cezar & Paulinho construíram um legado que atravessa gerações, mantendo viva a essência da música sertaneja raiz. A dupla é reconhecida também pela presença da terceira geração familiar na música, com Ed & Fábio Cezar, filhos de Cezar, continuando a tradição.

Um encontro para celebrar a música e a cultura brasileira

O Boteco do Ratinho desta sexta será palco da mistura de emoção, história e música. Entre conversas descontraídas, risadas e recordações, Edson & Hudson e Cezar & Paulinho apresentarão sucessos que embalam festas, encontros e momentos inesquecíveis do público brasileiro.

Com essa combinação, o programa reforça sua tradição de valorizar artistas que, assim como Regina Duarte, fazem parte do patrimônio cultural do país, emocionando e unindo gerações com histórias e canções que permanecem vivas no coração do Brasil.

Vale a pena assistir Eddington? O faroeste pandêmico de Ari Aster com Joaquin Phoenix e Pedro Pascal que virou sensação

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Quando Ari Aster anuncia um filme novo, boa parte do público — especialmente aquele com estômago forte para o desconforto — já se ajeita na cadeira com a certeza de que vem algo estranho, provocativo e difícil de rotular. Depois de incendiar o terror contemporâneo com Hereditário e Midsommar, e dividir opiniões com Beau Tem Medo, o diretor retorna agora com um projeto que carrega seu DNA de inquietação, mas brinca com outros territórios: humor negro, caos social e uma estética de faroeste moderno.

O resultado é Eddington, um filme que se passa em maio de 2020, em plena pandemia de Covid-19, e que transforma uma pequena cidade do Novo México em um microcosmo de paranoia, rivalidades políticas e violência latente. Estrelado por Joaquin Phoenix, Pedro Pascal, Emma Stone, Austin Butler e um grande elenco de apoio, o longa já chega ao público cercado de expectativas — e de perguntas. A maior delas é simples:

Vale a pena assistir?

A resposta, como quase tudo na obra de Aster, é complexa.

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Um faroeste dentro da pandemia — e a pandemia dentro de nós

A premissa pode soar absurda à primeira vista: um xerife e um prefeito entram em uma disputa política e pessoal no auge da crise sanitária, e essa desavença se espalha como pólvora pela comunidade. Mas é exatamente essa mistura de absurdo e realismo que torna Eddington tão singular.

O filme se passa em maio de 2020, no momento em que as incertezas eram tantas que qualquer decisão parecia capaz de acender fósforos em terreno seco. Na cidadezinha fictícia de Eddington, o xerife Joe Cross (Joaquin Phoenix) e o prefeito Ted Garcia (Pedro Pascal) — ambos competentes, ambos difíceis, ambos inflamáveis — vivem um impasse que ninguém mais consegue administrar.

Aster transforma essa rixa em um evento quase mitológico: o primeiro olhar torto, a primeira acusação pública, o primeiro rumor exagerado… e de repente vizinhos estão se dividindo em lados, famílias são colocadas uma contra a outra e a suposta tranquilidade da cidade evapora.

Como em um faroeste clássico, o duelo moral entre homens poderosos puxa a cidade inteira para o abismo. Só que aqui o abismo é feito de máscaras, falsas virtudes, grupinhos de WhatsApp e um vírus invisível que, de tão presente, se torna quase um personagem adicional.

O xerife que desmorona diante dos nossos olhos

Joaquin Phoenix prova mais uma vez que atores raramente encontram zonas de conforto. Seu Joe Cross é meio herói, meio vítima, meio provocador — um homem que tenta proteger a cidade, mas que carrega traumas mal resolvidos, frustrações acumuladas e uma vulnerabilidade crescente.

Phoenix entrega um personagem cansado, desconfiado, pressionado e frequentemente patético, mas ainda assim humano o suficiente para que o público se identifique com sua queda.

Seu trabalho — cheio de pausas, olhares inquietos e acessos de fúria contida — encaixa perfeitamente no humor negro da narrativa, transformando o xerife em alguém que desperta empatia e riso, às vezes ao mesmo tempo.

Um prefeito carismático, contraditório e perigosamente sedutor

Do outro lado do duelo, Pedro Pascal vive Ted Garcia, o prefeito em busca de reeleição, que tenta equilibrar crise de saúde pública, pressão política e uma vaidade que o torna imprevisível. O personagem é ao mesmo tempo irônico, sorridente e explosivo — e Pascal navega entre essas nuances com carisma natural.

É ele quem traz leveza a várias cenas que poderiam descambar para o melodrama, mas também é quem entrega alguns dos momentos mais intensos do filme. Quando Phoenix e Pascal dividem a tela, o filme atinge seu ápice: a química é elétrica, desconfortável, às vezes até cômica, como se os dois personagens fossem reflexos distorcidos um do outro.

Emma Stone e Austin Butler

Emma Stone, interpretando Louise Cross, esposa de Joe, tem menos tempo de tela do que Phoenix ou Pascal, mas suas cenas são fundamentais para mostrar o desgaste emocional da família do xerife. Louise funciona como âncora emocional — e ao mesmo tempo como espelho das tensões domésticas que a pandemia trouxe à superfície em tantas casas reais.

Austin Butler, por sua vez, interpreta Vernon Jefferson Peak, um personagem enigmático que parece estar sempre no lugar errado na hora certa — ou vice-versa. Butler surge como um dos catalisadores do caos crescente, mas também como figura simbólica do colapso emocional coletivo.

O elenco de apoio, que inclui Luke Grimes, Deirdre O’Connell, Micheal Ward, Clifton Collins Jr., Amélie Hoeferle e outros nomes, completa o retrato de uma comunidade à beira do colapso moral.

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A direção de Ari Aster

Esse é o filme mais “híbrido” da carreira de Aster. Ele não abandona suas marcas registradas: o desconforto crescente, os enquadramentos que revelam mais do que mostram, a trilha inquietante de Bobby Krlic (retornando após Midsommar e Beau Tem Medo), e as situações que começam normais e terminam absurdas.

Mas Eddington abraça novas linguagens:

  • O humor negro, muitas vezes situado perto da crueldade.
  • O faroeste moderno, com paisagens áridas e tensão permanente.
  • A sátira social, especialmente no retrato da paranoia pandêmica.

Nada disso é gratuito. Aster parece interessado em investigar como comunidades pequenas, aparentemente pacíficas, podem abrigar tensões profundas — tensões que só precisam de um empurrão para explodir.

Uma produção marcada por insistência, ambição e tempestades criativas

O caminho até Eddington foi longo. Ari Aster já tinha escrito um roteiro de faroeste contemporâneo anos antes, e chegou a considerar que esse seria seu primeiro filme. Mas Hereditário o puxou para outro lado, e o faroeste foi guardado na gaveta.

Somente depois de Beau Tem Medo ele decidiu revisitar a ideia — agora com a pandemia como elemento central. Foi nesse momento que a história ganhou novo fôlego, novas camadas, novos conflitos.

A produção, comandada pela Square Peg e pela A24, foi intensa e ambiciosa. Phoenix e Aster chegaram a explorar locais juntos no Novo México meses antes das filmagens, enquanto Emma Stone e Christopher Abbott foram inicialmente escalados em 2023 — Abbott acabou deixando o projeto, que passou o papel para Austin Butler.

As filmagens ocorreram entre março e maio de 2024 em Albuquerque e Truth or Consequences, cidades que emprestam à trama a beleza áspera do deserto americano. Em abril de 2025, Bobby Krlic foi anunciado como responsável pela trilha — uma decisão que reforça o clima emocional e psicológico do filme.

Mas afinal: vale a pena assistir?

A resposta depende do tipo de cinema que você busca, mas aqui vão argumentos honestos e humanizados:

Vale a pena se…

  • Você gosta de filmes que misturam gêneros e quebram expectativas.
  • Você aprecia humor negro, sátiras sombrias e comentários sociais implícitos.
  • Você admira o trabalho de Joaquin Phoenix, Pedro Pascal ou Ari Aster.
  • Você quer ver um filme que aborda a pandemia sem cair no didatismo ou na exploração gratuita.
  • Você gosta de histórias sobre pequenas comunidades que se despedaçam por dentro.

Pode não ser sua praia se…

  • Você prefere narrativas lineares e de fácil digestão.
  • Você tem dificuldade com filmes que misturam drama e comédia de maneira agressiva.
  • Você espera um terror tradicional: este NÃO é um filme de terror, apesar da tensão psicológica constante.
  • Você ainda se sente sensível para revisitar o clima emocional da pandemia de 2020.

Kysha e Mine estreiam turnê 2026 com show histórico no Espaço Hall, no Rio de Janeiro

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O público jovem tem um encontro marcado com a emoção no próximo dia 16 de novembro, quando Kysha e Mine sobem ao palco do Espaço Hall, no Rio de Janeiro, para viver um dos momentos mais importantes da carreira. A dupla, que conquistou uma geração com hits cheios de energia e mensagens positivas, grava o primeiro audiovisual ao vivo e dá início à aguardada turnê 2026, que passará pelas principais capitais do país.

Com o nome simbólico Kysha e Mine – Best Friends Forever, o espetáculo comemora a trajetória das duas amigas que transformaram a cumplicidade e o amor pela música em sucesso. O show promete ser uma verdadeira festa, reunindo cerca de 5 mil fãs — e a empolgação é tanta que mais da metade dos ingressos já está esgotada.

Um show que marca o início de uma nova fase

Conhecidas pela espontaneidade e pela conexão genuína com o público infantojuvenil, que vai dos 7 aos 15 anos, Kysha e Mine chegam ao palco acompanhadas, pela primeira vez, de banda ao vivo. O novo formato promete surpreender os fãs com arranjos inéditos, coreografias vibrantes e um repertório que mistura grandes sucessos, músicas do EP Não Pare o Som, trilhas da série Lance de Escola e faixas inéditas criadas especialmente para o projeto.

Participações especiais e muita nostalgia

O espetáculo contará com participações de nomes que já fizeram parte da história da dupla, como MC Divertida, do hit TIK TAKA — que já ultrapassou 100 milhões de visualizações — e Belinha, parceira em Oxe Boy, Oxe Boyzinha. Outras surpresas ainda estão sendo mantidas em segredo, mas prometem emocionar quem acompanha a trajetória das meninas desde o início.

Muito além da música

Além da experiência musical, o público poderá aproveitar a lojinha oficial de Kysha e Mine, que estará montada no Espaço Hall com produtos exclusivos, como bonés, camisetas e cadernos personalizados. Tudo foi pensado para transformar o evento em uma celebração completa, divertida e acolhedora — perfeita para toda a família.

Bastidores de uma superprodução

Com direção musical dos renomados Umberto Tavares e Jefferson Júnior, o show aposta em uma sonoridade moderna e dançante. Já a parte visual está nas mãos de Victor Frad e Danilo Kundera, com Tatiana Nascimento e Igor Dias, da Casa Saturno, à frente da direção geral. O resultado promete unir o melhor da tecnologia com a sensibilidade artística que sempre marcou o trabalho de Kysha e Mine.

Estrelado por Scarlett Johansson, Jurassic World – Recomeço inicia pré-venda nesta quinta, 19 de junho!

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Atenção, fãs de dinossauros e emoção nas telonas: começou a contagem regressiva para um dos filmes mais esperados do ano! A Universal Pictures acaba de liberar a pré-venda oficial de ingressos para “Jurassic World: Recomeço” (Jurassic World: Rebirth), o novo capítulo eletrizante da franquia que há 30 anos nos faz temer (e amar) cada passo de um tiranossauro.

A partir desta quarta-feira, 19 de junho, às 10h, você já pode garantir seu lugar na sessão — e, vamos ser sinceros, esse é daqueles filmes que merecem ser vistos com pipoca grande, som no talo e cadeira que treme!

Estrelando a musa Scarlett Johansson, o filme se passa cinco anos depois dos eventos de Jurassic World: Domínio, em um mundo onde humanos e dinossauros tentam dividir o mesmo espaço sem (literalmente) se devorarem. Johansson vive Zora Bennett, uma agente secreta linha-dura que lidera uma missão sinistra: entrar numa ilha esquecida pelos mapas, onde restos de pesquisas genéticas do antigo Jurassic Park ainda se escondem… junto com algumas criaturas que o tempo (e os humanos) deveriam ter deixado em paz.

E prepare-se: não estamos falando de dinossaurinhos simpáticos de parque temático. No meio da selva, Zora e sua equipe vão encarar três dinossauros colossais e geneticamente únicos, capazes de virar o jogo entre a vida e a extinção.

Além de Scarlett, o elenco traz nomes de peso como o premiado Mahershala Ali (Moonlight, Green Book) e o queridinho do momento, Jonathan Bailey (Bridgerton, Wicked). A direção é de Gareth Edwards (Rogue One), e a produção carrega a assinatura mágica do próprio Steven Spielberg.

Jurassic World: Recomeço” estreia exclusivamente nos cinemas em 3 de julho. Mas se você quer ver antes de todo mundo e escapar dos spoilers jurássicos, corre agora e garanta seu ingresso!

Entre a batina e o amor proibido: O romance A Voz do Tempo revela escândalo envolvendo ex-padre nos anos 40

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Por trás de muitas histórias de família repousam segredos silenciados por décadas. Às vezes, eles estão escondidos em cartas antigas, fotografias desbotadas ou em peças de roupa guardadas em baús. No caso da escritora Lenah Oswaldo Cruz, o segredo estava em uma batina branca com detalhes dourados e em três cadernos manuscritos encontrados entre os pertences do pai. A descoberta, ao mesmo tempo íntima e perturbadora, deu origem ao romance A Voz do Tempo (Leitura Coletiva), que narra o amor proibido entre um padre beneditino e uma jovem da elite carioca, nos anos 1930 e 40.

Misturando memória pessoal, pesquisa histórica e reconstrução ficcional, o livro parte da trajetória real de Dom Xavier, um respeitado professor de filosofia e sacerdote da ordem beneditina que, em determinado momento de sua vida, decide abandonar o sacerdócio ao se apaixonar por Dora, uma jovem de beleza marcante, pertencente a uma família tradicional do Rio de Janeiro. O relacionamento, vivido em segredo até a ruptura definitiva com a Igreja, logo se tornaria público — e escandaloso.

“Quando encontrei os diários, percebi que precisava contar essa história. Não só pela minha família, mas pelo que ela dizia sobre fé, desejo e o peso das escolhas em tempos mais duros”, conta a autora, em entrevista.

Amor, culpa e silêncio: as consequências de uma decisão radical

A união entre Xavier e Dora, selada sob o impulso de um sentimento arrebatador, não trouxe apenas o alívio da libertação. A renúncia de Xavier à vida religiosa foi duramente julgada pela comunidade católica e pela própria família, e o casamento, idealizado como fuga e recomeço, logo revelou rachaduras profundas.

“Eles pagaram um preço alto por terem escolhido o amor. Só que o amor, às vezes, não basta.” Essa é uma das frases recorrentes no romance, que acompanha a evolução da relação do casal ao longo das décadas — da paixão inicial aos conflitos conjugais, das expectativas frustradas à violência doméstica, do sonho romântico à dor cotidiana.

Ao contar a história de seus pais, Lenah não tenta redimi-los. O que ela oferece ao leitor é uma narrativa profundamente humana, em que a coragem de romper com as estruturas tradicionais também abre espaço para o desencanto. Dora, antes musa inspiradora de uma mudança de vida radical, torna-se uma mulher ressentida e melancólica. Xavier, por sua vez, vê-se prisioneiro de uma decisão que o distancia da fé e da vocação, mas não lhe oferece a paz que imaginava encontrar fora da batina.

A memória como reconstrução do que foi (e do que poderia ter sido)

Escrito em primeira pessoa, o romance oscila entre o relato memorialístico e a ficção histórica. Ao longo das páginas, Lenah costura trechos dos diários paternos com lembranças da infância, cenas reconstruídas a partir de relatos familiares e referências ao contexto político e cultural da época. A narrativa atravessa cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Washington e Lisboa, acompanhando os deslocamentos e transformações do casal e de seus descendentes.

Eventos históricos como a Revolução Constitucionalista de 1932, o surgimento de movimentos intelectuais católicos no Brasil e a vida universitária nos anos 50 servem de pano de fundo para a trama. Mas é na dimensão afetiva que o livro encontra sua força. Ao relatar os impactos do casamento conturbado dos pais em sua própria formação emocional, Lenah revela também o esforço de reconstrução — da memória, da identidade e, sobretudo, da escuta.

“Durante anos, essa história foi tratada como tabu na minha família. Escrevê-la foi uma forma de escavar não só o passado, mas o silêncio que ele impôs.”

O poder do romance como lugar de revelação

A Voz do Tempo chega aos leitores não apenas como uma história de amor impossível, mas como um retrato sensível das consequências emocionais de decisões radicais em uma sociedade ainda profundamente marcada pela moral religiosa. Ao dar voz a personagens reais — com todas as suas imperfeições, falhas e contradições —, Lenah Oswaldo Cruz propõe uma reflexão sobre os limites entre vocação e desejo, fé e liberdade, família e ferida.

Lee Jung-jae surge em novo k-drama e mostra lado inesperado em Nice to Not Meet You; Confira o trailer!

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Após o sucesso estrondoso de Round 6, que levou sua carreira a um público global, Lee Jung-jae retorna à televisão sul-coreana, mas desta vez em uma direção completamente diferente. Em Nice to Not Meet You, o ator assume um papel que à primeira vista parece durão, mas logo revela camadas de humor e sensibilidade, apresentando ao público uma faceta inédita de seu talento. O primeiro teaser da série sugere uma mistura de romance e comédia, deixando os fãs ansiosos para descobrir como Lee equilibrará leveza e intensidade em cena. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Lee Jung-jae interpreta Im Hyun-joon, um ator cansado das tramas sérias e dramáticas que marcaram sua carreira até aqui. Em busca de algo novo, ele decide mergulhar no gênero romântico, tentando conquistar a audiência com charme, vulnerabilidade e momentos inesperados de humor. No caminho dessa transformação, Hyun-joon cruza com Wi Jing-shin, personagem de Lim Ji-yeon (A Lição), uma jornalista política que, após tentar expor um escândalo de corrupção, é transferida para cobrir entretenimento. A interação entre os dois promete diálogos ácidos, situações hilárias e cenas românticas que surpreenderão o público.

Escrita por Jung Yeo-rang (Dra. Cha), a série combina elementos clássicos de comédia romântica com críticas leves à mídia e ao ambiente político. O contraste entre uma jornalista política e o universo do entretenimento cria tensão narrativa, ao mesmo tempo que permite reflexões sobre ética, poder e os desafios enfrentados por profissionais em estruturas corporativas rígidas. Ao mesmo tempo, Im Hyun-joon lida com seu próprio conflito interno: a tentativa de se reinventar e fugir da imagem de “durão” que conquistou fama mundial, mostrando que até protagonistas consolidados podem se surpreender com novas experiências.

Um elenco que completa a história

Além de Lee e Lim Ji-yeon, a produção conta com Kim Ji-hoon (O Jogo da Morte) e Seo Ji-hye (Pousando no Amor) em papéis de apoio. Esses personagens enriquecem a narrativa com subtramas divertidas e complexas, equilibrando momentos cômicos e românticos com cenas mais sérias. A química entre o elenco principal e coadjuvantes é um dos pontos fortes da série, mantendo o ritmo leve e envolvente característico das melhores comédias românticas coreanas.

Estreia e acesso internacional

Nice to Not Meet You estreia em novembro na tvN, uma das principais emissoras de dramas da Coreia do Sul. Para o público brasileiro, a série estará disponível no Prime Video, garantindo acesso fácil e legal à produção. A expectativa é que o k-drama conquiste não apenas fãs de Lee Jung-jae, mas também aqueles que apreciam comédias românticas inteligentes, com personagens carismáticos e histórias envolventes.

O retorno estratégico de Lee Jung-jae

A participação de Lee Jung-jae marca um retorno calculado aos k-dramas após o fenômeno global de Round 6, consolidando-o como um dos atores mais versáteis da Coreia do Sul. Ao transitar do suspense intenso para a comédia romântica, ele desafia expectativas e prova que sua carreira continua em evolução. Para os fãs, é a oportunidade de ver o ator em um registro totalmente novo, combinando charme, humor e uma pitada de crítica social.

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