Godzilla vs. Kong na Globo! Os dois maiores monstros do cinema entram em guerra na Temperatura Máxima deste domingo (23)

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A Temperatura Máxima deste domingo, 23 de agosto de 2026, exibe Godzilla vs. Kong, filme de 2021 dirigido por Adam Wingard. A produção coloca Godzilla e King Kong na mesma história pela primeira vez nesta versão do cinema e transforma a rivalidade entre os dois em uma disputa que envolve a Monarch, a Terra Oca e uma máquina criada para enfrentar os Titãs.

Lançado como o quarto filme do MonsterVerse, Godzilla vs. Kong continua acontecimentos de Godzilla (2014), Kong: A Ilha da Caveira (2017) e Godzilla II: Rei dos Monstros (2019). A história também apresenta elementos que passam a ter importância nos filmes seguintes, principalmente a Terra Oca e a relação de Kong com o território de origem de sua espécie.

O filme foi lançado nos cinemas em 2021, depois de ter sua estreia afetada pela pandemia de Covid-19. Nos Estados Unidos, a Warner Bros. também colocou o longa no então HBO Max no mesmo período da exibição nos cinemas. A produção teve orçamento estimado entre US$ 155 milhões e US$ 200 milhões e arrecadou aproximadamente US$ 470 milhões nas bilheterias mundiais.

Por que Godzilla e Kong entram em conflito?

Kong vive na Ilha da Caveira sob monitoramento da Monarch. A região, porém, enfrenta uma tempestade permanente, o que leva a organização a procurar outro lugar para o gigante.

A cientista Ilene Andrews acompanha Kong e mantém uma relação próxima com Jia, uma jovem surda que se comunica com o gorila por meio da Língua Americana de Sinais. Para a equipe da Monarch, encontrar um novo território para Kong se torna uma questão cada vez mais urgente.

Ao mesmo tempo, Godzilla começa a atacar instalações da Apex Cybernetics. Bernie Hayes, funcionário da empresa e responsável por um podcast sobre os Titãs, começa a investigar os ataques e encontra indícios de que a companhia mantém um projeto secreto.

A Apex está interessada em uma região localizada abaixo da superfície da Terra: a Terra Oca.

O que a Apex procura na Terra Oca?

O empresário Walter Simmons pretende encontrar uma fonte de energia existente na Terra Oca. Para chegar ao local, a empresa procura Nathan Lind, um cientista que estudou a região e perdeu o irmão durante uma expedição anterior.

Lind aceita participar da missão depois que a Apex apresenta veículos capazes de atravessar o campo gravitacional da Terra Oca. Como Kong conhece uma passagem que pode levar ao território subterrâneo, ele é levado pela Monarch até a Antártica.

A viagem, no entanto, é interrompida por Godzilla.

Como acontece a primeira luta entre Godzilla e Kong?

Godzilla ataca o comboio que transporta Kong e os dois começam uma batalha no oceano. O confronto causa grandes danos aos navios e termina com Godzilla vencendo.

Kong sobrevive ao ataque e continua a viagem até a entrada da Terra Oca. Depois de atravessar o túnel, ele encontra um território completamente diferente da superfície.

A região possui criaturas próprias e vestígios de uma antiga civilização de sua espécie. Kong também encontra sinais de uma guerra entre seus ancestrais e criaturas semelhantes a Godzilla.

Entre os objetos deixados nesse território está um enorme machado construído com uma placa dorsal de um Titã semelhante a Godzilla.

O que é a Terra Oca?

A Terra Oca é uma região subterrânea apresentada como um enorme ecossistema onde vivem diferentes criaturas gigantes. No MonsterVerse, o local está relacionado à origem dos Titãs e ajuda a explicar por que essas criaturas conseguem existir na superfície.

Kong encontra ali um território ligado diretamente à história de sua espécie. A descoberta também muda a situação do personagem, que passa a ter um lugar onde pode viver longe das limitações impostas pela Ilha da Caveira.

A equipe da Apex identifica uma fonte de energia no local e envia os dados para Hong Kong. O problema é que a ativação dessa tecnologia chama a atenção de Godzilla.

Onde entra o Mechagodzilla?

A energia encontrada na Terra Oca faz parte do plano da Apex para colocar em funcionamento o Mechagodzilla, uma máquina gigante construída para enfrentar Godzilla.

Walter Simmons acredita que os humanos precisam de uma arma própria contra os Titãs. Para controlar o robô, a Apex utiliza uma tecnologia baseada em redes neurais e ligada aos restos de King Ghidorah.

Ren Serizawa participa do sistema de controle, mas a presença da consciência de Ghidorah interfere no funcionamento da máquina. Quando o Mechagodzilla é ativado, ele deixa de seguir os objetivos definidos pela Apex e passa a agir como uma ameaça independente.

Quem vence a segunda luta entre Godzilla e Kong?

Godzilla e Kong voltam a se enfrentar em Hong Kong. A batalha é mais violenta do que o primeiro encontro e termina novamente com Godzilla em vantagem.

Kong fica gravemente ferido e seu coração para por alguns instantes. Nathan Lind consegue reanimá-lo usando um veículo da expedição como um desfibrilador.

Quando o Mechagodzilla aparece, Godzilla enfrenta uma ameaça que também está acima de sua capacidade individual de combate. Kong então retorna para ajudá-lo.

Como Godzilla e Kong derrotam o Mechagodzilla?

Atenção para spoilers.

Godzilla e Kong percebem que precisam atacar o Mechagodzilla juntos. Antes da batalha final, Godzilla utiliza seu sopro atômico para carregar o machado de Kong, aumentando o poder da arma.

Mesmo enfrentando os dois Titãs, o Mechagodzilla consegue dominar parte do confronto. A situação muda quando Josh Valentine interfere no sistema da máquina e provoca uma falha temporária.

Kong aproveita o momento e destrói o Mechagodzilla, encerrando o projeto da Apex.

Como termina?

Depois da destruição do Mechagodzilla, Godzilla e Kong não continuam a batalha. Os dois reconhecem que não precisam mais lutar e seguem caminhos diferentes.

Godzilla retorna ao oceano, enquanto Kong permanece na Terra Oca. A Monarch instala uma estação de observação no local e passa a acompanhar o gigante em seu novo território.

A decisão também encerra a busca de Kong por um lugar onde possa viver. A Terra Oca passa a ser sua nova casa e se torna parte importante dos acontecimentos posteriores do MonsterVerse.

Quem está no elenco?

O elenco humano de Godzilla vs. Kong conta com Alexander Skarsgård como Nathan Lind, Millie Bobby Brown como Madison Russell, Rebecca Hall como Ilene Andrews e Brian Tyree Henry como Bernie Hayes.

Também participam Shun Oguri, Eiza González, Julian Dennison, Lance Reddick, Kyle Chandler e Demián Bichir.

Millie Bobby Brown e Kyle Chandler retornam aos papéis apresentados em Godzilla II: Rei dos Monstros. Rebecca Hall interpreta Ilene Andrews, enquanto Brian Tyree Henry vive Bernie Hayes.

Uma noite para se apaixonar? Conheça a nova comédia romântica com Monica Barbaro e Callum Turner

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E se você tivesse apenas 12 horas por ano para sair, conhecer alguém e fazer sexo sem correr o risco de ser preso? Essa é a regra maluca que move Só por Uma Noite, nova comédia romântica estrelada por Monica Barbaro e Callum Turner. A história acompanha uma noite em Nova York na qual bares ficam lotados, os aplicativos de relacionamento entram em colapso e qualquer pessoa solteira parece estar atrás de um encontro.

No meio dessa confusão estão Allie e Owen. Eles não começam a noite procurando um pelo outro e, para falar a verdade, o primeiro encontro entre os dois é um desastre. Mesmo assim, eles continuam se esbarrando ao longo das horas, enquanto tentam resolver suas próprias vidas amorosas.

Dirigido e produzido por Will Gluck, com roteiro de Travis Braun, o filme usa uma situação absurda para contar uma história bastante simples sobre duas pessoas que passam horas procurando a pessoa certa sem perceber que ela está bem na frente delas.

E se sexo fosse permitido só uma noite por ano?

No mundo do filme, os Estados Unidos passaram três anos proibindo relações sexuais antes do casamento. A única exceção é uma noite por ano, quando uma janela de 12 horas permite que pessoas solteiras tenham relações legalmente.

A regra virou parte da rotina da sociedade. Para avisar quando o período começa, a Rexton Labs criou tatuagens de pulso capazes de mudar de cor. Quando elas mudam, começa a corrida.

O resultado é uma cidade tomada por festas, encontros, aplicativos de namoro e pessoas tentando aproveitar cada minuto antes do amanhecer. É nesse cenário que Allie e Owen acabam colocando suas vidas amorosas em uma verdadeira bagunça.

Quem são Allie e Owen?

Owen é dono de uma pizzaria e começa a noite achando que sabe exatamente o que quer. Ele pretende pedir Malika em casamento e acredita que a ocasião seria perfeita para dar esse passo.

Só que Malika tem outra ideia. Durante um jantar em um restaurante de sushi, ela conta que pretende passar a noite com outra pessoa e usar o apartamento dos dois. Owen fica sem chão e acaba procurando abrigo na casa da mãe, Linda.

O problema é que Linda também tem planos para aquela noite. Ela está com Rick e prefere que o filho procure outro lugar.

Allie está em uma situação diferente. Ela é cantora e ganha dinheiro gravando covers para comerciais. Naquela noite, sai com a amiga Jacinta para tentar encontrar alguém com quem realmente tenha alguma conexão.

Jacinta, entretanto, rapidamente encontra companhia e deixa Allie por conta própria.

Como os dois se conhecem?

Allie e Owen se cruzam pela primeira vez na porta do apartamento dela. Poderia ser o começo de um romance, mas a situação está longe disso: Owen vomita o sushi que havia acabado de comer e os dois simplesmente seguem caminhos diferentes.

A partir daí, cada um tenta encontrar outra pessoa.

Owen conversa com uma bartender chamada Skye, que aceita encontrá-lo depois do trabalho. Só existe um pequeno problema: ele precisa comprar um preservativo e descobre que praticamente todos os estabelecimentos da região estão sem estoque.

Allie, por sua vez, passa por uma sequência de encontros ruins até conhecer Max, um pianista com quem consegue dividir uma apresentação de “All Out of Love”.

Mais tarde, os dois acabam na mesma loja de conveniência e descobrem que existe apenas um preservativo disponível. O preço? US$ 200.

O que vem depois é uma pequena loucura pelas ruas. Allie e Owen tentam pegar o preservativo, fogem do dono da loja e ainda precisam recuperá-lo depois que o objeto vai parar em um bueiro.

No fim, Allie fica com ele e vai embora com seu encontro.

Por que eles continuam se encontrando?

A partir daí, a noite parece fazer questão de colocar os dois no mesmo lugar.

Owen marca um encontro com uma mulher que conheceu por aplicativo e vai até o Brooklyn Bridge Park. O encontro termina de uma maneira péssima quando ela rouba suas roupas e seus pertences.

Allie também não tem sorte. Ela vai até o apartamento de outro pretendente, mas a polícia aparece para prendê-lo por crimes sexuais cometidos fora do período permitido.

Os dois acabam novamente no mesmo lugar: uma delegacia.

Depois de contar suas histórias e descobrir que existe uma festa acontecendo naquela noite, Allie e Owen decidem fazer um acordo. Eles vão juntos até a festa e tentam encontrar outras pessoas.

A ideia é que seja apenas uma parceria temporária. Só que, no caminho, eles começam a conversar de verdade.

Owen conta para Allie sobre sua pizzaria, enquanto ela explica por que o Little Red Lighthouse, em Nova York, é tão importante para ela.

Pela primeira vez, eles deixam de ser apenas duas pessoas que vivem se esbarrando.

E o que acontece na festa?

Na festa, os dois seguem caminhos diferentes novamente.

Owen chama a atenção de Vivian, uma mulher rica, enquanto Allie encontra Ezra Stone, um músico que ela admira. Owen ainda ajuda Allie a enfrentar o medo de cantar em público, incentivando-a a interpretar “Only You”.

Ezra percebe o talento dela e a leva para seu estúdio. A situação, porém, não sai como Allie esperava. O comportamento dele começa a incomodá-la e a noite termina com Ezra no hospital.

Owen também não consegue transformar seu encontro em romance. Ele leva Vivian para o apartamento de Linda, mas os dois são surpreendidos pela mãe de Owen e Rick. Vivian fica furiosa e vai embora.

Depois de mais uma rodada de encontros que não deram certo, Allie decide procurar Owen.

Quando o romance finalmente acontece?

Allie encontra Owen na pizzaria. É justamente ali que a história muda de ritmo.

Sem festa, sem aplicativos, sem desconhecidos tentando impressionar um ao outro e sem a pressão das 12 horas, os dois conseguem conversar. Owen prepara uma pizza e os dois passam um tempo juntos.

Nesse momento, fica claro que a relação entre eles mudou.

O problema é que Malika liga para Owen e diz que quer que ele volte para casa. Allie poderia pedir que ele ficasse, mas não faz isso. Ela diz para Owen conversar com a namorada e resolver a situação.

Owen vai embora.

Quando o dia começa a nascer, ele percebe que tomou a decisão errada.

Como termina?

Atenção para os spoilers.

Owen decide procurar Allie, mas chega ao prédio dela e não consegue encontrá-la. Mais tarde, Allie descobre que ele esteve procurando por ela.

Os dois finalmente se reencontram no Little Red Lighthouse, lugar que havia ganhado um significado especial durante a conversa entre eles.

A janela de 12 horas está quase acabando. Eles entram no farol pensando em finalmente ficar juntos antes que a oportunidade termine, mas acabam tomando uma decisão diferente: esperar.

Em vez de fazer sexo apenas porque aquela é a única noite permitida, os dois preferem deixar a relação acontecer no tempo deles.

Um ano depois, quando começa uma nova noite de isenção, Allie e Owen continuam juntos. Dessa vez, eles não precisam procurar ninguém.

Quem está no elenco?

Monica Barbaro interpreta Allie e Callum Turner vive Owen. Maya Hawke interpreta Malika, enquanto Molly Ringwald aparece como Linda, mãe de Owen, e LeVar Burton interpreta Rick.

O elenco ainda tem Julia Fox como Skye, Charlie Gillespie como Ezra Stone, King Princess como Jacinta, Quintessa Swindell como Arya e Andrew Burnap como Max.

Michelle Hurd interpreta a detetive Vanessa Bryan Brown, Mike Birbiglia vive o policial McAnnie e Okieriete Onaodowan interpreta Tejan. Ella Loudon aparece como Vivian, enquanto Nicholas Braun vive Woodrow K. Mullhand.

Pete Davidson, Bobby Cannavale e Jay Ellis também fazem parte do elenco em papéis ligados à história.

Quem dirige o filme?

Só por Uma Noite é dirigido e produzido por Will Gluck, cineasta que já trabalhou com comédias como A Mentira, Amizade Colorida e Todos Menos Você. O roteiro é de Travis Braun.

A diferença aqui está na própria premissa. Em vez de colocar os personagens em encontros comuns, o filme transforma uma única noite em uma corrida contra o relógio, cheia de encontros ruins, festas, confusões e decisões impulsivas.

Sobrenatural: Agora Entre Nós está nos cinemas | Tudo o que você precisa saber antes de assistir

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Sobrenatural: Agora Entre Nós já está em cartaz nos cinemas brasileiros e abre uma nova fase para a franquia de terror. O sexto filme deixa a família Lambert em segundo plano para acompanhar Gemma, uma dentista e mãe solo que começa a ter pesadelos cada vez mais perturbadores. O que inicialmente parece estar ligado ao trauma de sua infância logo ganha outra explicação: Gemma consegue atravessar para o Além enquanto dorme e possui uma habilidade rara que permite trazer elementos daquela dimensão para o mundo dos vivos.

Amelia Eve interpreta a protagonista, acompanhada por Brandon Perea como Nick e Maisie Richardson-Sellers como Claire. Lin Shaye também retorna como Elise Rainier, personagem que se tornou um dos principais nomes da saga, enquanto Sam Spruell interpreta Cyrus, uma entidade que pretende usar o poder de Gemma para voltar ao mundo real. Abaixo, reunimos a história, os personagens, as conexões com os outros filmes e o final de Sobrenatural: Agora Entre Nós.

O que acontece no novo filme?

Gemma vive com a filha Maya em uma casa que pertenceu à sua mãe. O imóvel está ligado a uma lembrança traumática: quando era criança, Gemma testemunhou o suicídio da mãe e cresceu evitando falar sobre o assunto. Já adulta, ela prefere manter distância daquela história e tenta impedir que Maya conheça detalhes sobre a avó.

A rotina das duas começa a mudar quando Gemma passa a ter pesadelos nos quais é perseguida por espíritos e criaturas. O mais estranho é que alguns elementos vistos durante os sonhos aparecem depois no mundo real. Em determinado momento, ela acorda com um objeto que havia surgido durante uma dessas experiências e percebe que algo está atravessando a fronteira entre as duas dimensões.

A situação piora quando um homem misterioso aparece como paciente em seu consultório odontológico. Durante o atendimento, Gemma percebe que os dentes dele apresentam algo impossível e chega a encontrar duas dentições em uma radiografia. O episódio termina com ela desmaiando e retornando ao Além durante um novo pesadelo.

Por que Gemma consegue ver os mortos?

A resposta surge quando Gemma encontra Elise Rainier no Além. Com a ajuda da médium Claire, interpretada por Maisie Richardson-Sellers, ela descobre que seus sonhos não são simplesmente manifestações de sua mente. Gemma está realmente entrando em uma dimensão habitada por espíritos.

Elise explica que ela é uma “mensageira”, alguém capaz de atravessar entre o mundo dos vivos e o Além. O poder também permite que Gemma transporte objetos e, em determinadas circunstâncias, espíritos de uma dimensão para outra. É justamente essa característica que faz dela uma peça importante para Cyrus, uma entidade que procura uma maneira de retornar ao mundo físico.

Quem é Cyrus e o que ele quer?

Cyrus, vivido por Sam Spruell, liderava um culto quando estava vivo e acreditava que seria possível derrotar a morte. Depois de morrer, sua obsessão continua no Além. Ele reúne seguidores conhecidos como Acólitos e procura uma forma de atravessar novamente para o mundo dos vivos.

Quando descobre que Gemma possui os poderes de uma mensageira, Cyrus percebe que ela pode ajudá-lo a concretizar o plano. Os idosos estranhos que aparecem pela vizinhança também fazem parte dessa história e funcionam como aliados da entidade no mundo físico.

A intenção de Cyrus não é simplesmente assustar Gemma. Ele quer utilizar a habilidade dela para trazer seus seguidores mortos de volta à vida, colocando em risco a própria divisão entre vivos e mortos.

O que a mãe de Gemma escondeu?

Uma das principais revelações do filme está relacionada ao passado de Gemma. Durante anos, ela acreditou que sua mãe havia se afastado dela e cometido suicídio por causa dos próprios problemas. Por isso, a protagonista guarda os objetos da mulher, mas evita falar sobre ela com Maya.

No decorrer da investigação, Gemma descobre que sua mãe também era uma mensageira e havia sido perseguida por Cyrus. Ela percebeu que o vilão poderia usar seu poder para retornar ao mundo físico e tomou uma decisão extrema para impedir que isso acontecesse.

Essa descoberta muda completamente a forma como Gemma interpreta o próprio passado. O que parecia ser apenas uma tragédia familiar estava ligado à tentativa da mãe de proteger a filha. E existe outro detalhe importante: a capacidade de uma mensageira pode ser passada para os descendentes.

É aí que Maya entra definitivamente na história.

Por que Maya se torna importante para Cyrus?

Maya começa a perceber a presença dos espíritos antes mesmo de entender o que está acontecendo com a mãe. Ela tem um cacto de brinquedo com o qual costuma conversar, mas o objeto passa a ser utilizado pelas entidades como uma forma de comunicação com a menina.

A criança também identifica os Acólitos e começa a ter experiências no Além. Quando Cyrus percebe que Maya herdou os poderes de Gemma, ela passa a ser um alvo ainda mais importante para seus planos.

Enquanto Gemma e Nick tentam descobrir uma maneira de impedir Cyrus, Maya acaba sendo levada para o Além durante o sono. O vilão pretende explorar a capacidade da menina para trazer mortos de volta ao mundo físico.

E qual é a importância da Porta Vermelha?

A Porta Vermelha volta a ter papel importante na mitologia da franquia. Claire descobre que os Acólitos estão ligados à proteção de uma passagem localizada no Além que pode ser utilizada para aprisionar Cyrus.

Gemma, Nick, Claire e Elise elaboram um plano para levar a entidade até esse ponto. A estratégia depende de uma ação coordenada entre o mundo físico e o Além, já que Cyrus possui aliados nos dois lados.

Enquanto Nick tenta lidar com os Acólitos no mundo real, Gemma entra novamente no Além com a ajuda de Claire e Elise. O objetivo é impedir que Cyrus continue utilizando as duas dimensões para completar seu plano.

Como termina Sobrenatural: Agora Entre Nós?

Atenção: spoilers do final.

Cyrus consegue colocar parte de seu plano em prática e utiliza Maya para trazer mortos de volta ao mundo físico. Gemma tenta retornar para proteger a filha, mas encontra sua casa tomada pelas almas que foram trazidas do Além.

Em vez de tentar enfrentar cada espírito individualmente, Gemma usa sua habilidade de uma maneira diferente. Ela consegue transportar a própria casa para o Além, levando junto as almas que estavam dentro dela.

A mudança faz com que os mortos percebam que Cyrus não cumpriu a promessa de devolvê-los à vida. Revoltados, eles se voltam contra a entidade e acabam destruindo Cyrus.

Depois da batalha, Gemma consegue retornar ao mundo físico e reencontra Maya, Nick e Claire. A ameaça imediata chega ao fim, mas o filme deixa uma informação que pode ser importante para o futuro da franquia: Maya também é uma mensageira.

O novo filme continua diretamente a história dos Lambert?

Não. Sobrenatural: Agora Entre Nós apresenta uma nova família e uma protagonista diferente, então não é necessário acompanhar todos os acontecimentos envolvendo Josh, Renai e Dalton Lambert para entender a trama.

A ligação com os filmes anteriores está principalmente na presença de Elise Rainier e no funcionamento do Além. A franquia mantém conceitos estabelecidos nos capítulos anteriores, mas utiliza Gemma e Maya para contar uma história própria.

A ordem de lançamento dos filmes é Sobrenatural (2010), Sobrenatural: Capítulo 2 (2013), Sobrenatural: A Origem (2015), Sobrenatural: A Última Chave (2018), Sobrenatural: A Porta Vermelha (2023) e Sobrenatural: Agora Entre Nós (2026).

Os dois primeiros capítulos acompanham a família Lambert, enquanto A Origem e A Última Chave exploram principalmente o passado de Elise. A Porta Vermelha retoma a história dos Lambert antes de a franquia apresentar Gemma no sexto filme.

É preciso assistir aos outros filmes antes?

Não. O sexto filme explica os conceitos necessários para acompanhar a história e apresenta Gemma, Maya, Cyrus e os demais personagens sem exigir que o público conheça todos os detalhes da saga.

Ainda assim, quem já viu os filmes anteriores terá uma compreensão maior da importância de Elise, da Porta Vermelha e do Além. Para quem pretende fazer uma maratona completa, a ordem de lançamento continua sendo a melhor opção.

Quem está no elenco?

Amelia Eve interpreta Gemma, enquanto Austin Island vive Maya. Brandon Perea assume o papel de Nick e Maisie Richardson-Sellers interpreta Claire. Lin Shaye retorna como Elise Rainier e Sam Spruell vive Cyrus.

O elenco também inclui Laura Gordon como Ingrid, Joshua Lopez como Lester, Robina Beard como Edna e Susan Grey como Patsy. Joseph Bishara, presença recorrente na franquia, também aparece como o Demônio do Batom.

O que o filme deixa para o futuro da franquia?

A principal novidade está na relação entre Gemma e Maya. O filme encerra a ameaça de Cyrus, mas revela que o poder de mensageira não termina com a protagonista. Maya também consegue acessar o Além, o que abre espaço para novas histórias envolvendo a personagem.

Minha Melhor Amiga ganha pré-estreia no Recife com Ingrid Guimarães e Mônica Martelli

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Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Recife recebeu na última quarta-feira (19) a pré-estreia de Minha Melhor Amiga, nova comédia nacional dirigida por Susana Garcia. A sessão aconteceu no Shopping RioMar Recife e contou com a presença de Ingrid Guimarães, Mônica Martelli, da diretora e da produtora Veronica Stumpf.

O encontro marcou a chegada do longa ao público pernambucano antes do lançamento nos cinemas, marcado para 3 de setembro. A proposta do filme é acompanhar duas amigas de 50 anos que decidem sair da rotina e embarcar em uma viagem para Portugal — só que a ideia de férias tranquilas dura pouco.

Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Mas o que Julia e Clara foram fazer em Portugal?

Julia e Clara são melhores amigas e já estão acostumadas a dividir boa parte dos altos e baixos da vida. Quando as filhas, Manu e Isadora, viajam para Portugal para fazer um intercâmbio, as duas percebem que também podem aproveitar a oportunidade para mudar de ares.

Elas deixam a rotina para trás e seguem para a Europa com a intenção de curtir alguns dias diferentes. O problema é que os planos começam a desandar assim que chegam ao destino. O que deveria ser uma viagem para descansar e se divertir acaba colocando as duas diante de situações que elas definitivamente não esperavam enfrentar.

A partir daí, Portugal deixa de ser apenas o lugar onde a história acontece. A viagem acaba mexendo com a relação das amigas e fazendo com que elas revejam decisões que vinham tomando há anos.

Por que a amizade está no centro do filme?

A relação entre Julia e Clara é o que conduz a história. As duas têm intimidade, conhecem as manias uma da outra e não precisam medir palavras quando surge algum problema. Essa proximidade também abre espaço para os conflitos.

Ingrid Guimarães e Mônica Martelli interpretam duas personagens que não são iguais e não reagem da mesma forma diante das situações que aparecem no caminho. Boa parte do humor vem justamente dessas diferenças.

Ao lado delas está Giulia Benite, que faz parte do elenco como uma das filhas das protagonistas. A conexão entre as personagens mais jovens e as duas amigas ajuda a movimentar a história e explica como aquela viagem acaba acontecendo.

A viagem muda mais do que o destino?

Mais do que acompanhar duas mulheres chegando a outro país, Minha Melhor Amiga usa a viagem para colocar Julia e Clara diante de uma pergunta que muita gente conhece: o que acontece quando a vida fica tão presa à rotina que sobra pouco espaço para fazer algo por vontade própria?

Depois dos 50, as personagens continuam tendo desejos, planos e vontade de experimentar coisas novas. O filme trabalha essa ideia sem transformar Julia e Clara em personagens que querem “voltar a ser jovens”. A questão é outra: elas percebem que ainda podem tomar decisões por conta própria e abrir espaço para experiências que tinham deixado de lado.

Essa mudança acontece no meio da confusão da viagem, das decisões impulsivas e dos imprevistos que aparecem pelo caminho.

Quem está por trás de Minha Melhor Amiga?

A direção é de Susana Garcia, que também assina o roteiro ao lado de Patricia Leme. No elenco principal estão Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Giulia Benite.

Com 2h05 de duração, o filme combina comédia com uma história centrada na amizade e nas mudanças que podem surgir quando alguém resolve interromper a rotina. A estreia nacional acontece em 3 de setembro de 2026.

Uma viagem científica pela cultura pop | Livro une ciência e cultura pop para explicar superpoderes e os mundos da ficção

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se aquela cena impossível do seu filme favorito pudesse virar uma pergunta de ciência? É exatamente esse o caminho seguido pelo físico e mestre em divulgação científica Lucas Miranda em Uma viagem científica pela cultura pop, lançamento da Editora ICH que mistura conhecimento científico com referências que já fazem parte do imaginário nerd.

Em vez de apresentar a ciência de maneira distante ou cheia de termos complicados, o livro parte de situações conhecidas do público. Super-heróis, vampiros, dinossauros, tecnologias futuristas e mundos de fantasia aparecem como exemplos para explicar conceitos que, fora desse contexto, poderiam parecer bem mais difíceis.

A proposta combina com uma geração acostumada a consumir cultura pop o tempo todo. Afinal, é muito mais fácil começar uma conversa sobre física perguntando se o Homem-Aranha realmente conseguiria segurar um avião do que simplesmente abrir um livro de fórmulas.

Homem-Aranha também vira assunto de laboratório

Um dos exemplos usados para mostrar essa relação entre ficção e ciência envolve o herói da Marvel. Nas telas, o Homem-Aranha já protagonizou situações em que suas teias são usadas para conter estruturas enormes, incluindo um Boeing 747 em queda.

A cena funciona perfeitamente como espetáculo de cinema, mas levanta uma questão curiosa: até que ponto uma fibra poderia suportar uma força desse tamanho?

Para responder, é preciso levar em conta fatores como resistência, elasticidade, espessura do material e distribuição da força. A seda de aranha, inclusive, possui propriedades mecânicas que chamam atenção da ciência justamente por combinar resistência e flexibilidade.

Isso não significa que uma teia real resolveria um acidente aéreo. A questão é outra: a ficção pega uma característica real da natureza e leva a ideia ao limite para criar algo extraordinário.

É esse tipo de comparação que dá ao livro um de seus principais atrativos. A história continua divertida, mas o leitor passa a enxergar o que existe por trás da fantasia.

E se os superpoderes fossem colocados à prova?

No capítulo “Laboratório de Superpoderes”, Lucas Miranda explora justamente esse tipo de situação. Habilidades como superforça, velocidade extrema e movimentos fora do padrão humano são observadas a partir das leis da física.

O resultado pode ser bem diferente do que os filmes costumam mostrar.

Uma pessoa superveloz, por exemplo, não teria apenas o desafio de correr rápido. O corpo precisaria lidar com aceleração, impacto, resistência do ar e uma quantidade gigantesca de energia. Já um herói capaz de saltar de grandes alturas teria que enfrentar as consequências físicas de uma queda antes de pensar em derrotar o vilão da vez.

Em outras palavras, o problema de muitos superpoderes não estaria apenas na habilidade em si, mas no que aconteceria com o corpo de quem tentasse usá-la.

Dinossauros, DNA e a distância entre cinema e realidade

Quem cresceu vendo Jurassic Park provavelmente já imaginou como seria encontrar um dinossauro de verdade. A franquia ajudou a popularizar a ideia de recuperar espécies extintas a partir de material genético, mas a realidade científica é bem mais complicada.

O livro aproveita esse tipo de referência para entrar em temas como DNA, genética e evolução. E a principal diferença entre Hollywood e laboratório aparece justamente aí: recuperar alguns fragmentos de informação genética não significa que seja possível reconstruir automaticamente um animal inteiro.

O DNA sofre degradação ao longo do tempo, e mesmo uma sequência genética completa não resolveria sozinha todas as etapas envolvidas no desenvolvimento de um organismo. Existe uma enorme diferença entre conhecer uma informação genética e conseguir transformar essa informação em um ser vivo.

A ficção simplifica esse processo porque precisa contar uma história. A ciência, por outro lado, precisa lidar com cada detalhe.

Até os vampiros entram na discussão

Os vampiros também ganham espaço porque permitem transformar uma criatura fantástica em uma forma simples de discutir biologia.

O que seria necessário para alguém parar de envelhecer? Como uma característica poderia ser transmitida? Seria possível um organismo depender exclusivamente de sangue para sobreviver? E o que aconteceria com o metabolismo de uma criatura assim?

Não existe uma resposta científica que transforme alguém em vampiro. Mas as perguntas ajudam a abrir espaço para assuntos como genética, funcionamento do organismo, evolução e envelhecimento.

Essa é uma das ideias mais interessantes do livro: não é preciso encontrar ciência dentro de uma história de forma literal. Às vezes, basta usar a história como ponto de partida.

Quando o cenário também precisa obedecer às regras

A publicação também apresenta a chamada “Geografia do Imaginário”, olhando para os lugares onde as histórias acontecem.

Um planeta alienígena, uma cidade futurista ou uma floresta fantástica podem parecer apenas cenários, mas todos eles carregam características que podem ser analisadas.

De onde viria a água? Como seria o clima? Que tipo de vida conseguiria sobreviver naquele ambiente? Uma cidade daquele tamanho teria recursos suficientes para funcionar? Que condições seriam necessárias para manter aquele ecossistema?

São perguntas que mostram como a construção de mundos também pode dialogar com a ciência.

Para quem gosta de ficção científica, fantasia ou jogos de exploração, esse olhar pode deixar a experiência ainda mais interessante. Em vez de simplesmente aceitar aquele universo como ele é, o leitor começa a descobrir o que faria sentido e o que depende exclusivamente da imaginação.

Cultura pop também ajuda a entender a sociedade

O livro ainda amplia a discussão para as ciências humanas. Segundo a proposta da obra, filmes, quadrinhos e outras formas de entretenimento podem ser analisados como reflexos das questões presentes na sociedade.

É o caso de histórias que discutem poder, identidade, preconceito, desigualdade, tecnologia e responsabilidade.

Super-heróis podem representar diferentes ideias sobre justiça. Mundos distópicos podem refletir medos relacionados ao futuro. Personagens que enfrentam exclusão podem levantar discussões sobre pertencimento e representação.

Assim, uma história sobre seres superpoderosos pode estar falando, na verdade, sobre problemas bastante reais.

Uma leitura para quem gosta de perguntar “e se?”

No fim das contas, Uma viagem científica pela cultura pop aposta em uma ideia simples: curiosidade também é uma forma de aprendizado.

O livro não tenta transformar cada filme em uma aula tradicional. Em vez disso, usa aquilo que já desperta o interesse do público para apresentar novos caminhos de conhecimento.

Para leitores que vivem entre filmes de super-heróis, séries, games, quadrinhos e ficção científica, a proposta é especialmente fácil de acompanhar. Uma dúvida sobre uma cena pode levar à física. Um dinossauro pode abrir espaço para genética. Um planeta fictício pode render uma conversa sobre geografia. Até um vampiro pode virar assunto de biologia.

Na Sessão da Tarde desta sexta, 21 de agosto, Globo exibe Robin Hood em versão moderna da clássica aventura

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A lenda de Robin Hood volta à televisão nesta sexta-feira, 21 de agosto, com uma versão bem diferente das adaptações tradicionais. A Globo exibe Robin Hood: A Origem, filme de 2018 estrelado por Taron Egerton, que transforma a conhecida história do arqueiro de Sherwood em uma aventura moderna, com bastante ação e conflitos políticos.

Dirigido por Otto Bathurst, o longa acompanha Robin de Loxley depois de seu retorno das Cruzadas. Ao chegar à Inglaterra, ele encontra uma realidade completamente diferente daquela que deixou para trás. A população sofre com a exploração das autoridades, enquanto o poder da Coroa se torna cada vez mais opressor. Diante desse cenário, Robin decide agir e começa a construir a identidade que faria dele uma das figuras mais conhecidas das histórias de aventura.

O que acontece em Robin Hood: A Origem?

A história começa com Robin ainda ligado à nobreza e às Cruzadas. Depois de passar anos longe de casa, ele retorna para sua região e descobre que sua antiga vida praticamente desapareceu. Além dos problemas políticos, Marian, interpretada por Eve Hewson, também seguiu outro caminho durante sua ausência.

A situação leva Robin a tomar uma decisão radical. Em vez de aceitar o que está acontecendo, ele passa a enfrentar as autoridades e usa sua habilidade com o arco para atacar aqueles que exploram a população. É nesse processo que nasce o Robin Hood apresentado pelo filme.

A mudança não acontece sozinho. Jamie Foxx interpreta Little John, aliado que conhece Robin durante as Cruzadas e permanece ao lado dele quando os dois voltam para a Inglaterra. A parceria entre os personagens se torna fundamental para os planos de resistência contra o poder local.

Por que essa versão é diferente das anteriores?

O filme aposta em uma abordagem mais próxima do cinema de ação contemporâneo. Robin não aparece apenas como o lendário arqueiro que vive escondido na floresta, mas como um protagonista envolvido em perseguições, combates e planos contra as autoridades.

O arco e a flecha também ganham um tratamento mais estilizado, enquanto as cenas de batalha utilizam montagem rápida e coreografias elaboradas. A ideia é transformar a origem do personagem em uma aventura de grande escala.

A trama, porém, mantém alguns dos principais elementos associados à lenda. O protagonista enfrenta um governo abusivo, conta com a ajuda de aliados e precisa lidar com o Xerife de Nottingham, interpretado por Ben Mendelsohn.

Quem é Marian no filme?

A personagem de Eve Hewson tem participação importante na história. Quando Robin retorna para casa, encontra Marian em uma situação diferente daquela que imaginava. Durante o período em que ele esteve nas Cruzadas, ela continuou sua vida e se aproximou de Will Tillman, vivido por Jamie Dornan.

Esse conflito pessoal corre em paralelo à revolta de Robin contra as autoridades e ajuda a ampliar a história para além das cenas de ação. O reencontro entre os personagens também contribui para mostrar como a ausência de Robin modificou completamente sua vida.

O filme fez sucesso nos cinemas?

Apesar do investimento de aproximadamente US$ 100 milhões, Robin Hood: A Origem arrecadou cerca de US$ 86,5 milhões em todo o mundo, ficando abaixo do valor destinado à produção.

A recepção também foi dividida, principalmente pela escolha de atualizar uma história medieval conhecida com uma linguagem mais próxima dos filmes modernos de ação. O resultado acabou ficando distante de outras versões mais tradicionais do personagem.

Ainda assim, a produção tem uma proposta clara: apresentar uma nova origem para Robin Hood e explicar como um nobre que retorna da guerra acaba se transformando no fora da lei que decide enfrentar a Coroa.

Quem está no elenco?

Além de Taron Egerton como Robin Hood, o filme conta com Jamie Foxx como Little John, Eve Hewson como Marian, Jamie Dornan como Will Tillman e Ben Mendelsohn como o Xerife de Nottingham.

O elenco também reúne Tim Minchin como Frei Tuck, F. Murray Abraham como Cardeal Franklin e Paul Anderson como Guy de Gisbourne. A direção é de Otto Bathurst.

A Lista Terminal 2 ganha primeiro trailer | Relembre a queda de James Reece e o segredo que mudou tudo

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O Prime Video divulgou o primeiro trailer da segunda temporada de A Lista Terminal. A série estrelada por Chris Pratt retorna em 21 de outubro de 2026, mais de quatro anos depois da estreia do primeiro ano. A nova temporada parte de uma situação bem diferente para James Reece: ele já descobriu quem estava por trás da conspiração que destruiu sua família e deixou os Estados Unidos para trás.

Baseada nos livros de Jack Carr, a produção acompanha Reece, um tenente-comandante da Marinha dos Estados Unidos que volta de uma missão na Síria depois que seu pelotão é quase completamente dizimado. O que parecia uma operação militar malsucedida se transforma em uma investigação pessoal quando Reece percebe que suas memórias não são confiáveis e começa a desconfiar de que a missão escondia algo muito maior.

Como começou a história de James Reece?

Reece comandava um grupo de SEALs enviado à Síria para capturar Dr. Kahani, especialista em armas químicas. A equipe é emboscada e quase todos os soldados morrem. Reece sobrevive ao lado de Ernest “Boozer” Vickers, mas volta para casa com dores de cabeça e falhas de memória.

Pouco depois, Boozer aparece morto. Reece então encontra sua esposa, Lauren, e sua filha, Lucy, assassinadas. Convencido de que existe uma ligação entre as mortes e a missão na Síria, ele decide investigar por conta própria. O primeiro nome colocado em sua lista é Josh Holder, agente do NCIS responsável pelo caso, que havia recebido dinheiro para encerrar a investigação.

O que era o projeto RD4895?

A investigação leva Reece até Saul Agnon, executivo da Capstone Industries, e depois a Steve Horn, CEO da empresa. É nesse momento que surge o RD4895, uma droga experimental desenvolvida para tratar o transtorno de estresse pós-traumático.

O projeto tinha uma proposta específica: impedir que memórias traumáticas fossem registradas no cérebro. O problema é que os integrantes do pelotão de Reece começaram a desenvolver tumores. A jornalista Katie Buranek passa a investigar a ligação entre os soldados, a Capstone e o experimento e descobre que o projeto pode ter sido testado nos militares sem que eles soubessem.

A missão na Síria ganha outro significado. Reece começa a acreditar que a emboscada não foi um simples erro de planejamento, mas parte de uma tentativa de eliminar os soldados envolvidos no experimento antes que a história viesse à tona.

Quem estava por trás de tudo?

A lista de Reece cresce conforme ele descobre novas conexões. Entre os envolvidos aparecem o almirante Gerald Pillar, o capitão Leonard Howard e o comandante Bill Cox, integrantes da estrutura militar que tinham ligação com as decisões tomadas antes da missão.

Reece passa a perseguir os três enquanto também é procurado pelo FBI. Cox é capturado e morto, Howard é sequestrado por Ben Edwards e usado para chegar até Pillar, e os dois acabam mortos em uma armadilha preparada por Reece.

A investigação também chega à secretária de Defesa Lorraine Hartley. Ela sabia que os SEALs apresentavam tumores e havia autorizado o RD4895. Katie consegue entrevistá-la e registra uma admissão sobre seu conhecimento do programa. Hartley acaba cometendo suicídio antes que Reece consiga matá-la.

Quem era o último nome da lista?

A última descoberta é também a mais pessoal. Ben Edwards, melhor amigo de Reece e seu antigo companheiro de equipe, aparece como o décimo nome.

Edwards admite que participou da missão que deu início à conspiração. Ele afirma que não teve envolvimento direto nas mortes de Lauren e Lucy, mas reconhece sua participação no esquema e diz que ajudou Reece por arrependimento.

Os dois se encontram e Reece finalmente mata Edwards. A revelação encerra a busca pelos responsáveis, mas deixa claro o tamanho da traição: uma das pessoas em quem Reece mais confiava fazia parte da história que ele passou a temporada inteira tentando desvendar.

Como terminou a primeira temporada?

Depois de matar Edwards, Reece recupera uma lembrança importante sobre Lauren e Lucy. Ele finalmente se recorda de uma conversa em que os três falavam sobre a possibilidade de ele não voltar de uma missão.

Na cena final, Reece olha para a lista que carregou durante sua vingança e encontra no verso o desenho que Lucy havia feito de sua família. Ele guarda a lembrança e segue viagem para Moçambique.

Esse é o ponto deixado pela primeira temporada. Reece conseguiu descobrir quem estava por trás da conspiração, mas perdeu a família, antigos companheiros e até o amigo que considerava irmão.

O que muda na 2ª temporada?

A segunda temporada encontra James Reece depois dessa longa caçada. Chris Pratt retorna ao papel principal, ao lado de nomes como Constance Wu, Taylor Kitsch, Riley Keough, Arlo Mertz e Jeanne Tripplehorn.

O material divulgado aponta para uma nova fase da história, agora com Reece fora dos Estados Unidos. A primeira temporada foi construída em torno da descoberta da conspiração e da vingança pela morte de sua família. Com essa história encerrada, o novo ano parte das consequências deixadas por tudo o que aconteceu.

Todo Mundo em Pânico 6 ganha data para chegar ao Paramount+ após retorno dos irmãos Wayans e sucesso nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

Todo Mundo em Pânico 6 está prestes a trocar as salas de cinema pelo streaming. O novo capítulo da franquia de comédia de terror chega ao Paramount+ em 3 de setembro de 2026, reunindo novamente personagens que fizeram parte dos primeiros filmes e colocando uma nova geração no caminho do Ghostface.

A produção estreou no Brasil em 4 de junho e teve um desempenho comercial bastante acima de seu orçamento. Com cerca de US$ 30 milhões investidos, o filme arrecadou aproximadamente US$ 230,1 milhões mundialmente. O resultado ajudou a franquia a voltar ao centro das conversas depois de mais de uma década desde o lançamento de Todo Mundo em Pânico 5, em 2013.

Por que os irmãos Wayans decidiram voltar à franquia?

O sexto filme tem um peso especial na história da série por causa do retorno de Marlon e Shawn Wayans. Os irmãos estavam longe da franquia desde Todo Mundo em Pânico 2, de 2001, período em que deixaram a produção após conflitos criativos com os responsáveis pelos filmes.

A volta começou a ganhar forma em 2024, quando um novo capítulo foi anunciado e a participação da família Wayans passou a fazer parte do projeto. Keenen Ivory Wayans, responsável pela direção dos dois primeiros filmes, também participou do roteiro ao lado de Marlon, Shawn, Craig Wayans e Rick Alvarez.

O reencontro não ficou restrito aos bastidores. Marlon volta como Shorty Meeks, enquanto Shawn interpreta novamente Ray Wilkins. Anna Faris e Regina Hall completam a reunião como Cindy Campbell e Brenda Meeks, respectivamente.

É justamente essa formação que aproxima o sexto longa dos primeiros capítulos. O filme sabe que o retorno desses personagens é uma das principais razões para o público olhar novamente para a franquia e transforma essa própria situação em material para suas piadas.

O que acontece em Todo Mundo em Pânico 6?

A história começa quando Tuesday Campbell, uma adolescente, é atacada pelo Ghostface. O caso rapidamente ganha proporções maiores quando sua meia-irmã, Sara, percebe que o crime tem semelhanças com acontecimentos ocorridos muitos anos antes.

Sara e o namorado, Jack, procuram Cindy Campbell, que vive afastada dos antigos acontecimentos. A personagem de Anna Faris não quer voltar ao passado, mas a reaparição do assassino acaba colocando Cindy novamente no meio da confusão.

A partir daí, antigos personagens e uma nova geração passam a dividir a mesma história. O roteiro usa esse encontro para brincar com uma tendência bastante conhecida de Hollywood: trazer personagens antigos de volta, criar novos protagonistas e tentar manter uma franquia viva décadas depois de seu início.

A situação fica ainda mais complicada quando o grupo percebe que o Ghostface parece seguir uma lógica de reboot. Personagens conhecidos retornam, novos nomes entram na história e ninguém parece estar realmente seguro.

Cindy, Brenda, Shorty e Ray voltam a dividir a tela?

Sim, e essa reunião é um dos grandes diferenciais do filme.

Cindy, Brenda, Shorty e Ray estão novamente envolvidos em uma história de assassinatos, perseguições e revelações absurdas. Só que, desta vez, eles não são exatamente os únicos protagonistas. O roteiro coloca os personagens clássicos diante de uma geração mais jovem, criando uma espécie de disputa pelo futuro da própria franquia.

Essa ideia ganha força no terceiro ato, quando diferentes personagens passam a revelar seus interesses em relação aos protagonistas originais. A brincadeira funciona como uma sátira às continuações que tentam substituir o elenco conhecido por novos rostos sem abandonar completamente os personagens antigos.

O filme também usa o próprio histórico de Todo Mundo em Pânico como combustível para as piadas. A série que começou parodiando os filmes de terror dos anos 1990 agora pode brincar com a maneira como o cinema contemporâneo recicla personagens, histórias e conceitos de décadas anteriores.

Quem está por trás do novo Ghostface?

Como já virou tradição na franquia, descobrir quem está usando a máscara é uma das partes mais caóticas da história. O sexto filme apresenta diferentes suspeitos e utiliza as revelações para brincar com as convenções dos slashers.

A trama passa por vários cenários e inclui participações especiais que ajudam a ampliar o número de referências. Kai Cenat, por exemplo, aparece em uma das sequências do longa.

O roteiro também faz piada com produções que dominaram diferentes áreas da cultura pop. Entre as referências estão Guerreiras do K-Pop, A Substância, As Branquelas e John Wick.

Esse tipo de mistura continua sendo uma das marcas de Todo Mundo em Pânico. O filme não precisa permanecer dentro de uma única franquia parodiada. Ele pode pegar uma cena conhecida de um filme, uma tendência da internet ou uma produção popular e colocar tudo no mesmo roteiro.

O que mudou na fórmula de Todo Mundo em Pânico?

A estrutura básica continua familiar: um grupo de personagens tentando escapar de um assassino mascarado enquanto o roteiro transforma clichês do terror em piadas.

A diferença está no alvo das brincadeiras. O primeiro Todo Mundo em Pânico, lançado em 2000, surgiu em uma época em que filmes como Pânico e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado dominavam o gênero adolescente. Mais de 25 anos depois, a franquia encontrou um cenário completamente diferente.

Hoje, reboots, continuações tardias, universos compartilhados e retornos de elencos antigos fazem parte da rotina de Hollywood. O sexto filme aproveita justamente esse cenário para construir seu humor.

Por isso, o retorno dos Wayans tem importância dentro da própria narrativa. A produção não tenta esconder que está revisitando uma fórmula antiga. Pelo contrário: transforma o reencontro do elenco original e a tentativa de passar o bastão para personagens mais jovens em parte da piada.

Quando chega ao streaming?

Depois da passagem pelos cinemas, Todo Mundo em Pânico 6 chega ao catálogo do Paramount+ em 3 de setembro de 2026. O lançamento coloca o filme diante de um público ainda maior, especialmente quem preferiu esperar pela chegada ao streaming.

A bilheteria já mostrou que ainda existe espaço para a franquia nas salas de cinema. Resta saber se o sexto capítulo terá fôlego para abrir caminho para uma nova sequência.

Por enquanto, não há confirmação de Todo Mundo em Pânico 7. O encerramento do sexto filme, porém, brinca justamente com a possibilidade de uma nova geração assumir os papéis centrais. É uma piada que também funciona como uma possível pista sobre o caminho que a série poderia seguir caso a franquia ganhe mais um capítulo.

Na Sessão da Tarde desta quinta (20), Guiado Pelo Luar coloca um cantor country de volta à vida depois de uma grande perda

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, exibe Guiado Pelo Luar, drama estrelado por Granger Smith. O filme acompanha Will Brown, um cantor de música country que vê a própria vida sair dos trilhos depois da morte da esposa.

Sem conseguir lidar com o luto, Will se afasta dos palcos e também da filha. A rotina muda quando ele conhece um treinador de cavalos que começa a ajudá-lo a enxergar a vida de outra maneira. A partir daí, o filme acompanha a tentativa do cantor de recuperar a relação com a filha e encontrar algum sentido depois da perda.

O que acontece em Guiado Pelo Luar?

Will tinha uma carreira bem estabelecida na música country, mas tudo perde o sentido depois da morte da esposa. A perda afeta tanto sua vida profissional quanto a relação com a filha, que também está tentando lidar com a ausência da mãe.

Em vez de conversar sobre o que está sentindo, Will se fecha e acaba se afastando das duas. É nesse momento que surge um treinador de cavalos que percebe a situação do cantor e começa a ajudá-lo por meio do trabalho com os animais.

A convivência muda a rotina de Will e cria uma oportunidade para ele encarar aquilo que vinha evitando. O personagem começa a entender que continuar vivendo não significa deixar a esposa para trás, mas encontrar uma maneira de seguir sem apagar o que aconteceu.

Por que os cavalos são tão importantes para Will?

Os cavalos não aparecem apenas como parte do cenário. O trabalho de treinamento cria uma nova rotina para Will e o coloca diante de uma atividade que exige paciência, confiança e atenção.

O treinador também passa a conversar com ele sobre força, perdão e graça, três ideias que se relacionam diretamente com o momento que o cantor está vivendo. Aos poucos, Will começa a aplicar essas lições não apenas no trabalho com os animais, mas também na própria vida.

O processo também ajuda o personagem a perceber que ele não está sozinho no luto. A filha também perdeu a mãe e precisa do pai justamente quando ele está mais distante.

Will consegue recuperar a relação com a filha?

Essa é uma das partes centrais da história. Depois da morte da esposa, pai e filha passam a lidar com a perda de maneiras diferentes, e o afastamento de Will só aumenta a distância entre os dois.

Ao reconstruir a própria rotina, ele percebe que não pode continuar deixando a filha lidar sozinha com a ausência da mãe. O relacionamento dos dois começa a mudar conforme Will aceita que também precisa falar sobre a dor em vez de simplesmente fugir dela.

O filme acompanha esse processo sem transformar a perda em algo que desaparece de uma hora para outra. A questão é encontrar uma maneira de continuar vivendo mesmo carregando a saudade.

Quem está no elenco?

Granger Smith interpreta Will Brown. O elenco também conta com Piper Clurman, Rose Bianco, Sonya Balmores e Wally Welch. A direção é de Vickie Bronaugh, que também escreveu o roteiro ao lado de Mark Cramer.

Club Kid ganha trailer da A24 após passar por Cannes com Jordan Firstman, Cara Delevingne e Diego Calva

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A A24 divulgou o primeiro trailer de Club Kid, comédia dramática que fez sua estreia mundial no Festival de Cannes 2026, na mostra Un Certain Regard. O filme marca a estreia de Jordan Firstman na direção de longas-metragens e também traz o próprio cineasta no papel principal.

A história acompanha Peter, um promoter de festas underground que está vendo a própria carreira desandar. A rotina muda quando ele descobre que tem um filho de 10 anos que nunca conheceu. De uma hora para outra, o personagem precisa assumir a responsabilidade por Arlo, enquanto tenta manter de pé uma vida que já estava bastante bagunçada.

Qual é a história de Club Kid?

Peter vive cercado por festas, noites longas e uma cena underground que não está mais funcionando como antes. Quando Arlo aparece em sua vida, ele precisa descobrir como cuidar de uma criança que não fazia parte de seus planos.

A situação coloca os dois em uma convivência inesperada. Peter não tem experiência como pai e continua preso aos próprios problemas, enquanto Arlo precisa lidar com a presença repentina de alguém que até então era um desconhecido.

A relação entre os dois move a história e coloca Peter diante de uma situação que ele não consegue resolver com as mesmas estratégias usadas para lidar com seus problemas profissionais.

Quem interpreta Peter e Arlo?

Jordan Firstman interpreta Peter e também escreveu e dirigiu o longa. O papel de Arlo fica com Reggie Absolom, estreante que divide boa parte das cenas com Firstman.

O elenco ainda conta com Cara Delevingne, como Sophie, sócia de Peter; Diego Calva, como Oscar, assistente social responsável por Arlo; além de Kirby Howell-Baptiste, Colleen Camp e Vicki Pepperdine.

Também aparecem Nigil Whyte, como Devon, ex de Peter; Miss Benny e Shygirl, que participa como ela mesma.

O filme já foi exibido em Cannes?

Sim. Club Kid teve sua estreia mundial em 15 de maio de 2026, durante o Festival de Cannes, dentro da mostra Un Certain Regard.

A produção também foi selecionada para concorrer à Caméra d’Or e à Queer Palm, prêmios associados a diferentes aspectos da programação do festival.

A passagem por Cannes colocou o filme no radar antes mesmo do lançamento comercial, principalmente pela estreia de Firstman na direção e pela proposta de misturar comédia e drama em torno de um protagonista ligado à cena de festas underground.

Um dos detalhes técnicos da produção é o uso de película de 35 mm. A fotografia ficou a cargo de Adam Newport-Berra, responsável por registrar a história em um formato que preserva características próprias do cinema em película.

A escolha combina com a proposta de um filme centrado em uma cena noturna e em personagens que vivem entre festas, relações instáveis e situações que fogem completamente da rotina convencional.

Quem está por trás da produção?

Club Kid foi produzido por Alex Coco e Galen Core, com Jordan Firstman, Olmo Schnabel e Daniela Taplin como produtores executivos. O projeto foi produzido e financiado pela Topic Studios, com a Stay Gold como cofinanciadora. A direção e o roteiro são de Jordan Firstman, que utiliza a própria experiência como performer e criador de conteúdo para construir a história de Peter.

Quando Club Kid estreia nos cinemas?

A A24 programou o lançamento limitado de Club Kid nos cinemas dos Estados Unidos para 6 de novembro de 2026. Por enquanto, não há uma data oficial de estreia no Brasil divulgada.