A A24 divulgou o primeiro trailer oficial de Protocolo de Extermínio, novo filme de ação e ficção científica dirigido por Adam Wingard, cineasta conhecido por comandar Godzilla vs. Kong (2021) e Godzilla e Kong: O Novo Império (2024). O longa chega aos cinemas brasileiros em 22 de outubro.
A história acompanha Celeste, personagem de Adria Arjona (Morbius, Andor), uma ex-soldado do Exército treinada como atiradora de elite. Depois de deixar a carreira militar para trás, ela passa a viver com a filha em um parque de trailers, tentando levar uma vida mais tranquila e distante das situações que enfrentava no passado.
Essa rotina muda quando uma ameaça criada dentro de uma instalação militar secreta consegue escapar. O local abrigava supersoldados geneticamente modificados, desenvolvidos para operações de combate. Com a fuga, Celeste se vê diante de um problema que conhece melhor do que gostaria: uma situação de guerra que coloca sua própria família na linha de frente.
O que acontece em Protocolo de Extermínio?
O filme parte de uma situação simples de entender. Celeste só quer proteger a filha, mas suas antigas habilidades militares acabam sendo a única ferramenta que ela tem para enfrentar os inimigos.
A ex-atiradora precisa voltar a lutar contra soldados geneticamente modificados que representam uma ameaça muito maior do que criminosos comuns. O trailer indica que a personagem terá de usar sua experiência com armas, estratégia e sobrevivência para encontrar uma maneira de escapar e manter a menina viva.
A produção combina elementos de ação militar e ficção científica, mas a relação entre mãe e filha funciona como o ponto central da história. A protagonista não está tentando salvar o mundo ou cumprir uma missão oficial. Seu objetivo é bem mais pessoal: impedir que a filha seja vítima de uma ameaça criada pelo próprio sistema militar.
Quem está no elenco do filme?
Além de Adria Arjona, o elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Dan Stevens (Legion, Godzilla e Kong: O Novo Império), Eric Wareheim (Tim and Eric’s Awesome Show, Great Job!), Reginald VelJohnson (Duro de Matar, Três é Demais), Michael Biehn (O Exterminador do Futuro, Aliens: O Resgate), Drew Starkey (Outer Banks, Queer) e Rebecca Hall (Vicky Cristina Barcelona, Godzilla vs. Kong) também fazem parte da produção.
O filme ainda conta com Alex Pereira, lutador brasileiro de MMA, que interpreta um personagem chamado Açougueiro. Maurice Greene completa o elenco divulgado até agora.
Quem dirigiu o filme?
A direção é de Adam Wingard, que nos últimos anos passou a trabalhar em produções de grande orçamento. Antes de assumir os filmes mais recentes do universo de Godzilla e Kong, o diretor comandou projetos como Você é o Próximo (2011), O Hóspede (2014), Bruxa de Blair (2016) e Death Note (2017).
O roteiro foi escrito por Simon Barrett, parceiro frequente de Wingard. Os dois trabalharam juntos em Você é o Próximo e O Hóspede, filmes que ajudaram a consolidar a parceria da dupla no cinema de gênero.
Onde o filme foi gravado?
As filmagens principais começaram em novembro de 2024 e foram encerradas em janeiro de 2025. A produção foi realizada em Albuquerque, no estado do Novo México, nos Estados Unidos.
Quem esperava acompanhar Blade Runner 2099 por várias temporadas pode ter uma surpresa. A produção foi planejada como uma minissérie limitada de oito episódios, então a história foi pensada para terminar dentro da própria temporada. Até o momento, não há previsão de uma continuação direta ou de uma segunda temporada.
A série estreia no Prime Video em 15 de novembro de 2026 e será o próximo capítulo da franquia iniciada por Blade Runner, de 1982, e continuada por Blade Runner 2049, lançado em 2017. A produção também mantém a ligação com a obra do escritor Philip K. Dick, autor do romance Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, publicado em 1968 e que serviu de base para o primeiro filme.
O que acontece na série?
A história se passa quase cinco décadas depois dos acontecimentos de Blade Runner 2049. Em Los Angeles, no ano de 2099, a relação entre humanos e replicantes mudou completamente após uma revolta.
Os replicantes agora controlam a cidade, enquanto os humanos passaram a ocupar uma posição inferior na sociedade. É nesse cenário que surge Olwen, interpretada por Michelle Yeoh, uma replicante que também trabalha como Blade Runner e está chegando ao fim de sua vida.
Ela se une a Cora, vivida por Hunter Schafer, uma humana que esconde sua verdadeira identidade ao fingir ser uma replicante. As duas acabam envolvidas na perseguição a um grupo de replicantes renegados, dando início a uma história que deve explorar novamente temas como identidade, memória e os limites entre humanos e máquinas.
A premissa muda bastante o equilíbrio apresentado nos filmes anteriores. Se antes os replicantes eram perseguidos e tratados como seres descartáveis, a série imagina um futuro em que eles passaram a ocupar o lugar de quem controla a sociedade. A inversão cria um novo cenário para a franquia, mas mantém uma das questões centrais de Blade Runner: afinal, o que realmente define uma pessoa?
Quem está por trás da série?
Silka Luisa (Shining Girls) é a criadora e showrunner de Blade Runner 2099, além de atuar como roteirista e produtora executiva. Ridley Scott, diretor do primeiro filme, também está envolvido na produção.
A ideia da série começou a tomar forma em 2021, quando Scott revelou que um episódio piloto já havia sido escrito. No ano seguinte, o projeto foi oficialmente anunciado com o título Blade Runner 2099 e acabou encomendado como uma minissérie pelo Prime Video.
A produção enfrentou mudanças no cronograma após a greve do Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos, mas as filmagens começaram em Praga, na República Tcheca, em junho de 2024. A equipe utilizou principalmente os Estúdios Barrandov e também gravou cenas em Barcelona, com as filmagens encerradas no fim daquele ano.
O elenco tem Michelle Yeoh como Olwen e Hunter Schafer como Cora. Dimitri Abold e Lewis Gribben também fazem parte da produção, embora seus personagens ainda não tenham sido detalhados.
Por que a série não terá várias temporadas?
A decisão de tratar Blade Runner 2099 como uma série limitada significa que a produção foi concebida para contar uma história fechada em oito episódios. Isso não impede que a franquia continue no futuro com novos filmes ou séries, mas, pelo formato anunciado até agora, não há uma segunda temporada planejada para acompanhar diretamente os acontecimentos da produção.
A Globo exibe nesta segunda-feira, 27 de julho, Branca de Neve e o Caçador na Sessão da Tarde. Quem está acostumado com a versão mais leve e colorida da história pode estranhar esta adaptação. Aqui, a princesa troca boa parte do romantismo por batalhas, magia, criaturas fantásticas e uma disputa pelo controle de um reino.
Lançado em 2012, o filme dirigido por Rupert Sanders usa o conto dos irmãos Grimm como ponto de partida, mas constrói uma aventura própria. Kristen Stewart interpreta Branca de Neve, Charlize Theron vive a Rainha Ravenna e Chris Hemsworth aparece como Eric, o Caçador.
Foto: Reprodução/ Internet
O que acontece no filme?
A história começa antes de Branca de Neve se tornar a princesa perseguida que todo mundo conhece. Sua mãe, a Rainha Eleanor, morre quando ela ainda é jovem, deixando o Rei Magnus responsável pelo reino e pela filha.
Tudo muda quando Magnus conhece Ravenna. Encantado pela mulher que encontrou entre os prisioneiros de um exército derrotado, ele decide se casar com ela. O rei, porém, não percebe que está diante de uma feiticeira que planejou sua chegada ao poder.
Na noite do casamento, Ravenna assassina Magnus e assume o controle de Tabor. Branca de Neve é mantida presa em uma torre, enquanto a nova rainha passa a governar o território com crueldade.
Anos depois, Ravenna descobre através do Espelho Mágico que a princesa representa uma ameaça ao seu reinado. A profecia diz que Branca de Neve será responsável por sua queda, a menos que Ravenna consiga tomar o coração da jovem para si.
É nesse momento que a fuga da princesa começa.
Por que o Caçador muda de lado?
Branca de Neve consegue escapar para a Floresta Negra, região onde os poderes de Ravenna não funcionam como deveriam. Para capturá-la, a rainha procura Eric, um caçador que vive afastado depois da morte de sua esposa.
Ravenna promete devolver a mulher à vida caso ele consiga encontrar a princesa. Eric aceita a missão, mas logo percebe que foi enganado. Quando descobre que a rainha não tem poder para cumprir sua promessa, decide ajudar Branca de Neve.
A relação entre os dois passa a ser um dos pontos centrais do filme. Eric não aparece apenas como alguém encarregado de proteger a princesa. Ele também se torna uma espécie de mentor, ensinando Branca de Neve a lutar e ajudando a prepará-la para o confronto que terá de enfrentar.
A princesa não fica esperando pelo príncipe
Essa talvez seja uma das principais mudanças em relação às versões mais tradicionais da história.
Branca de Neve continua tendo uma ligação com William (Sam Claflin), seu amigo de infância, mas o romance não ocupa o centro da trama. O filme prefere acompanhar a transformação da personagem em alguém capaz de liderar uma resistência contra Ravenna.
Durante a fuga, Branca de Neve passa por diferentes situações de perigo, conhece um grupo de anões e descobre que pode ter um papel decisivo na queda da rainha.
Até mesmo a famosa maçã envenenada aparece com uma nova configuração. Ravenna usa um disfarce para se aproximar da princesa e consegue fazê-la comer a fruta. Branca de Neve cai em um sono profundo, e tudo indica que a história chegou ao fim.
Só que Eric consegue quebrar o feitiço. Depois disso, a princesa finalmente assume a responsabilidade de liderar o ataque contra o castelo.
Foto: Reprodução/ Internet
O confronto com Ravenna
A batalha final coloca Branca de Neve frente a frente com a madrasta. Ravenna acredita que sua força e seus poderes são suficientes para vencer, mas a princesa chega preparada para lutar.
O confronto termina quando Branca de Neve usa uma técnica ensinada pelo próprio Caçador e consegue atingir Ravenna no coração.
Com a morte da rainha, o domínio de Ravenna chega ao fim e Branca de Neve assume o trono de Tabor.
Quem está no elenco?
O elenco reúne Kristen Stewart como Branca de Neve e Charlize Theron como Ravenna. Chris Hemsworth interpreta Eric, o Caçador, enquanto Sam Claflin vive William.
Também estão no filme Sam Spruell, como Finn, irmão de Ravenna; Vincent Regan, como o Duque Hammond; Noah Huntley, como o Rei Magnus; Liberty Ross, como a Rainha Eleanor; e Lily Cole, como Greta.
A produção ainda conta com Nick Frost entre os anões e Chris Obi, responsável pela voz do Homem-Espelho.
O filme deu certo nos cinemas?
Com um orçamento estimado em US$ 170 milhões, Branca de Neve e o Caçador arrecadou cerca de US$ 396,6 milhões no mundo. O filme também recebeu duas indicações ao Oscar, nas categorias de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Figurino.
A recepção foi dividida. O trabalho visual, os efeitos e a atuação de Charlize Theron foram alguns dos aspectos mais elogiados, enquanto o roteiro e algumas performances receberam avaliações menos positivas.
E a história continuou?
Quatro anos depois, Chris Hemsworth voltou como Eric em O Caçador e a Rainha do Gelo. O segundo filme se concentra na história de Freya (Emily Blunt), irmã de Ravenna, e acontece em diferentes momentos da cronologia apresentada no primeiro longa.
A produção também trouxe de volta Charlize Theron e Sam Claflin, além de apresentar Jessica Chastain como Sara, personagem ligada ao passado de Eric.
Apesar de compartilhar personagens e elementos da mesma história, a sequência segue um caminho diferente e amplia a mitologia criada pelo filme de 2012.
A UCI vai transformar os dias 27 e 28 de julho em uma espécie de maratona dedicada ao cinema nacional. A nova edição do UCI Day Cinema Brasileiro reúne oito longas que estão entre os finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026, com ingressos a R$ 10 para todos os clientes da rede.
A ação acontece na segunda e na terça-feira, e a pré-venda começou em 20 de julho. A programação inclui filmes de gêneros e estilos bem diferentes, passando por suspense político, drama, ficção científica, comédia e ação. É uma oportunidade de encontrar na tela grande produções que tiveram trajetórias bem distintas no cinema brasileiro recente.
Os filmes selecionados são O Agente Secreto, Manas, O Último Azul, Os Enforcados, (Des)controle, Sexa, Uma Mulher Sem Filtro e C.I.C. – Central de Inteligência Cearense.
O que assistir durante o UCI Day Cinema Brasileiro?
Entre os títulos da programação está O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura. A história acompanha Marcelo, um professor universitário que deixa São Paulo e assume uma nova identidade em Recife depois de entrar na mira de um poderoso industrial ligado à ditadura militar.
O filme também conta com Maria Fernanda Cândido, Alice Carvalho, Gabriel Leone, Tânia Maria e Udo Kier. A produção teve uma passagem de destaque pelo Festival de Cannes, onde Kleber Mendonça Filho venceu o prêmio de direção e Wagner Moura foi escolhido como melhor ator. O longa ainda recebeu outras premiações e chegou a 18 indicações ao Prêmio Grande Otelo 2026, sendo o filme mais indicado desta edição.
Já Manas, primeiro longa de ficção dirigido por Marianna Brennand, acompanha Marcielle, uma menina de 13 anos que vive na Ilha do Marajó, no Pará. Interpretada por Jamilli Correa, a personagem tenta romper com um ambiente marcado pela violência contra mulheres. Dira Paes, Fátima Macedo e Rômulo Braga também estão no elenco.
A seleção ainda inclui O Último Azul, de Gabriel Mascaro, produção que mistura drama e ficção científica. A trama acompanha Tereza, personagem de Denise Weinberg, uma mulher de 77 anos que vive em um Brasil futurista onde idosos são enviados pelo governo para colônias habitacionais isoladas. Antes de partir, ela decide realizar um antigo desejo e embarca em uma viagem pelos rios da Amazônia.
O filme também tem Rodrigo Santoro, Miriam Socarrás, Adanilo e Clarissa Pinheiro no elenco. A produção ganhou o Grand Prix do Júri no Festival de Berlim de 2025.
Tem comédia e histórias mais leves na programação?
Sim. Sexa, dirigido e estrelado por Gloria Pires, acompanha Bárbara, uma mulher de 60 anos que decide deixar os relacionamentos de lado para melhorar a convivência com o filho. A situação muda quando ela conhece Davi, de 35 anos, e precisa lidar com os julgamentos que surgem por causa da diferença de idade.
Outra opção é Uma Mulher Sem Filtro, com Fabiula Nascimento e Camila Queiroz. O filme acompanha Bia, uma publicitária que está cansada de ser ignorada no trabalho e de lidar com problemas pessoais. Depois de recorrer a um tratamento esotérico, ela perde a capacidade de esconder o que pensa e passa a falar tudo sem medir as consequências.
A comédia C.I.C. – Central de Inteligência Cearense segue uma linha completamente diferente. Dirigido por Halder Gomes, o filme acompanha Karkará, agente secreto interpretado por Edmilson Filho, que precisa recuperar uma fórmula ultrassecreta antes que ela caia nas mãos de uma organização criminosa. A missão reúne personagens do Brasil, Paraguai e Argentina, com Gustavo Falcão e Alana Ferri completando o trio principal.
Quais são os outros filmes da maratona?
A programação também conta com (Des)controle, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, com Carolina Dieckmann no papel de Kátia Klein, uma escritora de 45 anos que enfrenta uma crise pessoal e profissional e acaba desenvolvendo uma relação problemática com o álcool. O filme aborda dependência química, saúde mental e as pressões enfrentadas pela protagonista.
Já Os Enforcados completa a seleção de oito filmes escolhidos para a ação da UCI.
Com ingressos por R$ 10, o UCI Day Cinema Brasileiro reúne títulos que passaram por festivais, tiveram trajetórias diferentes nas bilheterias e agora disputam espaço entre os principais destaques do Prêmio Grande Otelo 2026. A programação permite conhecer ou rever essas produções nas salas da rede durante os dias 27 e 28 de julho.
A Record TV coloca Policial em Apuros na programação doCine Maiordeste domingo, 26 de julho. Lançado em 2014, o filme acompanha um segurança que tenta conquistar o respeito do futuro cunhado e acaba metido em uma investigação policial ao lado dele.
O que acontece no filme?
Ben Barber (Kevin Hart) está prestes a se casar com Angela (Tika Sumpter), mas ainda falta convencer uma pessoa importante da família: James Payton (Ice Cube), irmão dela e um detetive que não parece levar o futuro cunhado muito a sério.
Para provar que consegue acompanhar a rotina de um policial, Ben aceita passar 24 horas ao lado de James em uma patrulha pelas ruas de Atlanta. O problema é que a dupla acaba envolvida em uma investigação e a missão, que deveria servir para Ben mostrar serviço, vira uma sequência de perseguições e situações cada vez mais complicadas.
Ben é o completo oposto de James. Fala demais, se atrapalha e tenta parecer mais preparado do que realmente está. James, que prefere resolver tudo sem rodeios, perde a paciência com o parceiro improvisado. É dessa diferença que saem boa parte das piadas do filme.
Quem aparece na história?
Kevin Hart e Ice Cube lideram o elenco, que também conta com Tika Sumpter (The Haves and the Have Nots), John Leguizamo (John Wick), Bruce McGill (O Informante), Bryan Callen (Se Beber, Não Case! Parte II), Gary Owen (Pense Como Eles) e David Banner (Black Snake Moan).
A direção ficou com Tim Story, que já havia trabalhado com o cinema de super-heróis em Quarteto Fantástico e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado. O roteiro foi escrito por Greg Coolidge, com Jason Mantzoukas, Phil Hay e Matt Manfredi entre os responsáveis pelo texto.
O filme ganhou uma continuação?
Sim. Policial em Apuros custou cerca de US$ 25 milhões e arrecadou aproximadamente US$ 153,2 milhões no mundo. O resultado levou a uma sequência, Policial em Apuros 2, lançada em 2016 com Hart e Ice Cube novamente nos papéis principais.
A Crave divulgou o primeiro teaser de Yaga, nova série canadense de mistério sobrenatural que coloca uma investigação de desaparecimento no centro de uma história cercada por lendas antigas e acontecimentos difíceis de explicar. A produção terá oito episódios e ainda não ganhou uma data exata de estreia, mas a previsão é que chegue à plataforma em outubro de 2026.
A trama se passa em Whitlock, uma pequena cidade litorânea onde o desaparecimento de Henry Park (Hudson Williams), herdeiro de uma empresa de pesca comercial, acaba levando a investigação para caminhos bem menos convencionais. O caso fica nas mãos de Rapp (Noah Reid), um investigador particular que começa a procurar respostas e logo cruza com Carson (Clark Backo), um detetive local, e Katherine (Carrie-Anne Moss), uma professora universitária que também passa a fazer parte da história.
O que começa como uma investigação sobre uma pessoa desaparecida ganha novos contornos quando Rapp encontra suspeitos misteriosos e sinais de que há algo muito mais antigo por trás dos acontecimentos. A partir daí, a série coloca magia ancestral e elementos sobrenaturais no meio do caso.
Onde entra Baba Yaga na história?
O título não é uma referência aleatória. Yaga foi inspirada em Baba Yaga, uma das figuras mais conhecidas do folclore eslavo, que aparece em diferentes histórias e tradições do Leste Europeu.
A personagem também serviu de inspiração para a peça teatral escrita por Kat Sandler em 2019, que agora ganha uma adaptação para a televisão. A série parte dessa mesma ideia e amplia o conceito para acompanhar uma investigação ambientada em uma comunidade onde os acontecimentos parecem estar ligados a algo muito mais antigo do que o próprio desaparecimento de Henry.
Quem está no elenco?
O protagonista é interpretado por Noah Reid, conhecido por Schitt’s Creek, que vive o investigador particular Rapp. Hudson Williams interpreta Henry Park, o jovem cujo desaparecimento dá início à trama. O elenco ainda conta com Carrie-Anne Moss como Katherine, Clark Backo como Carson, Ezra Franky como Pam, Patrick Gilmore como Eckert e Sheila McCarthy como Olena Yaha, uma personagem de origem ucraniana.
Quem criou a série?
A produção foi criada por Kat Sandler, autora da peça que serviu como ponto de partida para a adaptação. Ela também assume a função de showrunner. A direção dos episódios ficou a cargo de David Frazee e Rachel Talalay. As filmagens aconteceram na Colúmbia Britânica, no Canadá, com parte da produção realizada em Victoria, na Ilha de Vancouver.
Quando estreia?
A Crave prevê o lançamento da série para outubro de 2026. A data oficial ainda não foi anunciada. A produção também já tem acordos de distribuição internacional. No Reino Unido e na Irlanda, os direitos ficaram com a Sky. A HBO Max fará a distribuição em outros mercados europeus, enquanto a AMC+ ficou responsável pelos Estados Unidos. Foxtel e Sky New Zealand também levarão a série para seus respectivos territórios.
Uma camisa usada por Jimin, integrante do BTS, está no topo do leilão beneficente organizado pela Christie’s em parceria com a FIFA e a Global Citizen. A peça, usada pelo cantor durante o primeiro show de intervalo realizado em uma final de Copa do Mundo, recebeu até o momento um lance de US$ 14 mil, cerca de R$ 71,4 mil.
O valor colocou o item à frente de uma camisa autografada por Lionel Messi, outro nome de enorme peso presente no catálogo. A diferença chama atenção justamente pela combinação pouco comum que a peça de Jimin reúne: ela pertence a um artista de música pop e, ao mesmo tempo, está ligada a um dos maiores eventos esportivos do planeta.
O leilão segue aberto até 29 de julho e reúne mais de 40 itens relacionados à Copa do Mundo de 2026. Todos os lotes começaram com lance inicial de US$ 100, sem preço mínimo. A arrecadação será destinada ao FIFA Global Citizen Education Fund, iniciativa voltada a projetos ligados à educação.
Por que a camisa de Jimin chegou a US$ 14 mil?
O valor não está relacionado apenas ao fato de a peça ter sido usada por uma celebridade. O contexto em que Jimin vestiu a camisa é parte importante do interesse pelo item.
A peça foi usada durante uma apresentação histórica ligada a uma final de Copa do Mundo. O momento colocou o cantor no centro de um evento acompanhado por uma audiência internacional e criou uma ligação direta entre sua carreira e a competição.
Para quem coleciona objetos relacionados ao BTS, a camisa representa uma lembrança de uma fase importante da trajetória de Jimin. Para colecionadores ligados ao futebol, o item tem valor por estar associado a um evento esportivo de alcance mundial.
É justamente essa mistura que torna o lote diferente de uma simples peça de roupa autografada. Existe uma história específica por trás do objeto, e ela envolve dois mercados com públicos enormes.
O lance atual de US$ 14 mil ainda não representa necessariamente o valor final. Como o leilão permanece aberto até 29 de julho, novos participantes podem aumentar a disputa nos próximos dias.
Como a camisa de Jimin se compara ao item de Messi?
A presença de Lionel no mesmo leilão cria uma comparação inevitável. O jogador argentino é um dos maiores nomes da história do futebol e possui uma ligação direta com a Copa do Mundo, competição que conquistou com a Argentina.
Ainda assim, até o momento, a camisa usada por Jimin recebeu um lance maior do que a camisa autografada pelo jogador.
Isso não significa que a peça do cantor tenha necessariamente mais valor histórico no mercado de colecionadores. O resultado mostra, neste momento, o nível de interesse dos participantes pelos diferentes lotes. Os valores continuam sujeitos a mudanças até o encerramento.
A disputa também ajuda a entender o alcance que o BTS conquistou fora da indústria musical. Uma peça ligada a Jimin está competindo em valor com um objeto associado a um dos maiores atletas do futebol mundial.
Para o mercado de memorabilia, essa combinação é particularmente interessante. O item pode atrair compradores que normalmente não participariam de um leilão voltado a objetos esportivos, ampliando o público interessado na disputa.
O que foi o primeiro show de intervalo de uma final de Copa do Mundo?
A participação de Jimin é um dos pontos que tornam a peça tão específica.
O cantor esteve ligado ao primeiro show de intervalo realizado durante uma final de Copa do Mundo, um formato que aproxima o torneio de grandes eventos esportivos que tradicionalmente apresentam atrações musicais durante seus intervalos.
Esse tipo de apresentação cria um registro próprio dentro da história da competição. Por isso, objetos usados durante o evento podem ganhar interesse entre colecionadores.
No caso da camisa de Jimin, o valor está justamente nessa combinação de fatores. O objeto pertence ao artista, foi usado em uma apresentação de grande alcance e está relacionado a uma final de Copa do Mundo.
O leilão transforma esse registro em um item físico que pode ser adquirido por um colecionador.
Para onde vai o dinheiro do leilão?
O evento tem finalidade beneficente. O dinheiro arrecadado será destinado ao FIFA Global Citizen Education Fund, iniciativa associada a projetos na área da educação.
A proposta coloca os objetos leiloados dentro de uma ação que vai além da venda de memorabilia. Os participantes disputam peças relacionadas à Copa do Mundo e a personalidades conhecidas, mas o valor arrecadado tem como destino uma causa social.
A parceria entre Christie’s, FIFA e Global Citizen também explica a variedade de itens reunidos no catálogo. O evento utiliza a visibilidade da Copa do Mundo para aproximar o público de objetos que possuem algum tipo de relação com o futebol, com artistas ou com momentos específicos ligados à competição.
No caso de Jimin, a conexão vem da apresentação realizada durante a final e da dimensão internacional alcançada pelo cantor.
Por que a presença de Jimin foi destaque?
Jimin faz parte do BTS, grupo sul-coreano formado por Jin, Suga, J-Hope, RM, Jimin, V e Jungkook. O grupo começou sua carreira em 2013 e, ao longo dos anos, deixou de ser conhecido apenas no mercado sul-coreano para se tornar um fenômeno internacional.
A trajetória do BTS inclui músicas que chegaram ao topo das principais paradas dos Estados Unidos, apresentações em grandes estádios e indicações ao Grammy. O grupo também participou de campanhas e iniciativas sociais, incluindo uma parceria com a UNICEF.
Jimin, por sua vez, consolidou uma carreira individual paralela às atividades do grupo. Isso significa que objetos associados diretamente ao cantor passaram a ter seu próprio mercado entre colecionadores.
A camisa colocada no leilão se beneficia justamente dessa combinação. Ela não é apenas uma peça ligada ao BTS. O objeto está associado especificamente a Jimin e a um momento particular de sua carreira.
Para quem acompanha o grupo, esse tipo de detalhe faz diferença. Uma fotografia ou um autógrafo pode registrar a presença de um artista em determinado evento. Uma peça de roupa usada durante uma apresentação, por outro lado, é um objeto físico diretamente relacionado àquele momento.
O leilão ainda pode mudar de líder?
Sim. O valor de US$ 14 mil é o lance registrado até o momento, mas a disputa continua aberta.
Os interessados ainda podem participar até 29 de julho, e os valores podem subir antes do encerramento. O mesmo vale para os outros itens do catálogo.
A camisa autografada por Messi, por exemplo, ainda pode receber novos lances e diminuir ou superar a diferença atual. Outros objetos também podem ganhar força durante os últimos dias da disputa.
Por isso, o ranking atual não representa necessariamente o resultado definitivo do leilão.
O que torna essa peça diferente de uma memorabilia comum?
O interesse pela camisa de Jimin está na história que ela carrega.
A peça está relacionada a uma apresentação realizada durante uma final de Copa do Mundo, pertenceu a um dos maiores nomes da música pop sul-coreana e foi colocada à venda em um evento beneficente organizado por instituições de grande alcance internacional.
Esse conjunto de fatores ajuda a explicar o valor alcançado até agora.
Também existe um aspecto curioso na disputa. A camisa de Jimin está competindo diretamente com objetos ligados a jogadores e personalidades do futebol. É um cenário que mostra como a cultura pop e o esporte passaram a dividir espaços cada vez maiores no mercado de colecionáveis.
O BTS possui uma audiência global capaz de movimentar produtos, ingressos e itens de colecionador em diferentes países. Quando essa força se encontra com um evento do tamanho da Copa do Mundo, o resultado pode ser visto no próprio valor dos lances.
Até quando a camisa de Jimin ficará disponível?
A disputa pelo item segue aberta até 29 de julho. O lance registrado até agora é de US$ 14 mil, aproximadamente R$ 71,4 mil, colocando a camisa no primeiro lugar entre os itens mais valiosos do leilão no momento.
O resultado final ainda pode mudar.
Até o encerramento, novos lances podem elevar o preço da peça e alterar a posição dos demais objetos. Por enquanto, Jimin está à frente de Lionel Messi em uma disputa que reúne música pop, futebol e colecionismo em um mesmo catálogo.
A espera pelo próximo capítulo de The Chosen está perto de acabar. A série divulgou um novo teaser da sexta temporada e confirmou que o trailer oficial será lançado neste domingo, 26 de julho. A prévia deve apresentar as primeiras cenas da temporada que levará a história até a crucificação de Jesus, um dos acontecimentos mais importantes da narrativa bíblica.
A sexta temporada tem lançamento previsto para o fim de 2026, ainda sem uma data específica anunciada. A produção terá uma estrutura diferente das temporadas anteriores: segundo Dallas Jenkins, criador, diretor e coautor da série, os novos episódios serão ambientados em um único dia da história.
A decisão faz sentido diante do ponto em que a trama chegou. A quinta temporada terminou com acontecimentos ligados à Última Ceia, ao sofrimento de Jesus no Getsêmani e à traição de Judas Iscariotes, que entregou seu mestre às autoridades. A sexta temporada parte desse momento e acompanha os acontecimentos que levam à prisão, ao julgamento e à crucificação.
O trailer deste domingo deve ser a primeira oportunidade de conferir como a série decidiu filmar essa parte da história. A produção ainda não revelou todos os detalhes da temporada, mas já confirmou que a crucificação será o centro da narrativa.
Como será a 6ª temporada de The Chosen?
A estrutura escolhida para a sexta temporada foge do formato utilizado anteriormente. As primeiras cinco temporadas acompanharam períodos diferentes da vida de Jesus, permitindo que a história avançasse por meses e anos.
Agora, a narrativa ficará concentrada em um intervalo muito mais curto.
Segundo Dallas Jenkins, os episódios da sexta temporada se passarão em um único dia. Isso significa que a produção poderá acompanhar os acontecimentos com um ritmo mais próximo e detalhado, sem precisar avançar rapidamente no tempo.
A história parte dos eventos que sucedem a Última Ceia e a traição de Judas. Jesus será preso, levado para julgamento e, posteriormente, crucificado.
A temporada terá como ponto central a reação das pessoas que estão ao redor de Jesus. Os discípulos, que passaram anos acompanhando seu mestre, serão confrontados com uma situação que muda completamente suas vidas.
Esse aspecto é especialmente importante para The Chosen. A série sempre dedicou espaço para mostrar como os personagens lidam com suas próprias dúvidas, relações familiares e conflitos pessoais. Na sexta temporada, esses personagens estarão diante de uma situação que não pode ser resolvida por uma simples conversa ou por uma nova viagem.
O que aconteceu no final da 5ª temporada?
A quinta temporada levou a narrativa até os últimos momentos antes da prisão de Jesus.
Um dos principais acontecimentos foi a Última Ceia, reunião entre Jesus e seus discípulos que antecede a sequência de acontecimentos que levará à crucificação.
A temporada também acompanhou o sofrimento de Jesus no Getsêmani, momento em que ele enfrenta o peso do que está prestes a acontecer.
Judas Iscariotes teve um papel decisivo nessa parte da história. O personagem traiu Jesus e o entregou às autoridades em troca de 30 moedas de prata.
A quinta temporada terminou com a situação preparada para a prisão do protagonista. A sexta começa justamente a partir desse ponto.
Por isso, o trailer deste domingo deve funcionar como uma espécie de ligação entre as duas temporadas. O material poderá mostrar o momento em que a traição de Judas deixa de ser uma ameaça e passa a ter consequências concretas para Jesus e seus discípulos.
Como a série vai abordar a crucificação?
A crucificação será um dos momentos mais delicados da série. A produção passou anos desenvolvendo a trajetória de Jesus e construindo relações entre ele e os personagens que o acompanharam.
Segundo Dallas Jenkins, uma das referências utilizadas para pensar a gravação dessa sequência veio de The Walking Dead. O criador citou a produção como inspiração para lidar com uma cena de grande peso dentro de uma narrativa televisiva de longa duração.
Ainda não foram divulgados detalhes sobre como a sequência será dividida entre os episódios. O trailer oficial pode esclarecer melhor a abordagem escolhida pela equipe.
A crucificação também terá um peso diferente dentro da proposta de The Chosen. A série não acompanha somente os acontecimentos relacionados a Jesus. A história é construída a partir da perspectiva das pessoas que estiveram próximas dele.
Por isso, o impacto da prisão e da morte de Jesus deve atingir diretamente personagens que o público acompanha desde as primeiras temporadas, como Simão Pedro, Maria Madalena, Mateus e André.
Quem retorna para a 6ª temporada?
Jonathan Roumie retorna como Jesus. O ator interpreta o protagonista desde a primeira temporada e ocupa o centro da história.
Shahar Isaac continua como Simão Pedro, um dos principais discípulos de Jesus. O personagem acompanha uma das trajetórias mais longas da série e passou por mudanças importantes desde que deixou a vida de pescador.
Elizabeth Tabish retorna como Maria Madalena, personagem que teve sua história desenvolvida desde o início da produção. A trajetória dela é uma das primeiras apresentadas pela série e sua relação com Jesus permanece importante ao longo dos episódios.
Paras Patel interpreta Mateus, antigo cobrador de impostos que se tornou um dos discípulos. O personagem ganhou bastante espaço ao longo das temporadas e sua forma particular de enxergar os acontecimentos ajudou a construir uma das relações mais conhecidas da produção.
Noah James também retorna como André, irmão de Simão Pedro e integrante do grupo de discípulos.
O elenco ainda conta com Janis Dardaris como Zohara, esposa de Nicodemos; Lara Silva como Éden, esposa de Simão Pedro; e Shaan Sharma como Shmuel, um fariseu de Cafarnaum que estudou com Nicodemos.
A participação de cada personagem na sexta temporada ainda não foi detalhada. A tendência é que os discípulos tenham um papel central diante dos acontecimentos que seguem a prisão de Jesus.
A 6ª temporada será a última?
Não. Depois da sexta temporada, a série ainda terá mais um ano.
A produção já confirmou uma sétima e última temporada, que encerrará a história da série. A data de lançamento ainda não foi anunciada.
A divisão dos acontecimentos entre as duas temporadas permite que a crucificação tenha uma temporada própria. A sexta ficará concentrada nos eventos que levam à morte de Jesus e em suas consequências imediatas.
A sétima temporada, por sua vez, terá a responsabilidade de concluir a narrativa. A produção ainda não revelou como pretende organizar os acontecimentos finais ou quais momentos serão adaptados.
Como The Chosen chegou até esse momento?
A primeira temporada apresentou Jesus no início de seu ministério e acompanhou a formação de seu grupo de seguidores. Personagens como Maria Madalena, Simão Pedro, Mateus e Nicodemos passaram a ocupar posições importantes na história.
Na segunda temporada, Jesus ampliou sua atuação pela região e novos discípulos entraram na narrativa. A história avançou até os preparativos para o Sermão da Montanha.
A terceira temporada acompanhou o crescimento da popularidade de Jesus e os conflitos que começaram a surgir com diferentes grupos. O envio dos discípulos para pregar e realizar milagres também ocupou uma parte importante da trama.
Na quarta temporada, os conflitos ficaram mais intensos. A popularidade de Jesus aumentou e seus adversários passaram a se aproximar, enquanto os próprios discípulos enfrentavam dificuldades para compreender os acontecimentos.
A quinta temporada levou a narrativa até a Semana Santa. A Última Ceia, o Getsêmani e a traição de Judas prepararam o terreno para a prisão de Jesus.
A DC Studios divulgou o trailer completo de Lanternas, série que acompanha Hal Jordan e John Stewart em uma investigação na Terra. A produção estreia em 16 de agosto, com exibição pela HBO e disponibilidade no HBO Max.
A primeira temporada terá oito episódios e orçamento superior a US$ 125 milhões. Chris Mundy, de Ozark, é o showrunner, enquanto Kyle Chandler interpreta Hal Jordan e Aaron Pierre assume o papel de John Stewart.
A história começa com dois Lanternas em fases opostas da carreira. Hal é um veterano da Tropa que se aproxima da aposentadoria. John acaba de entrar para a organização e passa a ser treinado pelo herói mais experiente.
O trabalho dos dois muda de rumo quando uma investigação na Terra coloca os Lanternas diante de um mistério que precisa ser solucionado. A série combina a ficção científica dos quadrinhos da DC com uma estrutura de investigação policial, deixando a ação cósmica em segundo plano no início da história.
Qual é a história da série?
A série acompanha Hal Jordan e John Stewart durante uma investigação na Terra. O caso será o ponto de partida para apresentar a relação entre os dois e também o funcionamento da Tropa dos Lanternas Verdes dentro do novo DCU.
A escolha por uma investigação policial não surgiu por acaso. A equipe criativa citou True Detective como uma das referências para o estilo da narrativa. A ideia é acompanhar a dupla reunindo informações e seguindo pistas enquanto tenta entender o que realmente aconteceu.
O formato também permite apresentar a mitologia dos Lanternas sem começar diretamente por uma aventura espacial. Hal já conhece a Tropa e seus métodos; John ainda precisa aprender a lidar com o anel, os poderes e as responsabilidades que acompanham o cargo.
A investigação acontece na Terra, mas isso não significa que a série ficará distante da parte cósmica dos quadrinhos. A Tropa dos Lanternas Verdes protege diferentes setores do universo e utiliza anéis capazes de criar construções de energia por meio da força de vontade. A produção terá a oportunidade de apresentar esse conceito pela perspectiva de John, que está começando a entender como tudo funciona.
Quem é Hal Jordan na série?
Kyle Chandler interpreta Hal Jordan, um dos Lanternas Verdes mais conhecidos da DC.
A série apresenta o personagem em uma fase mais avançada da carreira. Hal já passou anos atuando como Lanterna e está próximo de deixar a Tropa. Antes disso, precisa preparar John Stewart para assumir responsabilidades que, até então, pertenciam a ele.
A equipe criativa buscou inspiração no piloto de testes Chuck Yeager, interpretado por Sam Shepard em Os Eleitos, de 1983. A referência ajuda a definir o perfil de Hal: um profissional experiente, acostumado a situações de risco e que já conhece os limites do trabalho que exerce.
A relação com John será fundamental para a história. Hal não está começando uma nova carreira; ele está chegando ao fim dela. John representa justamente o contrário.
Quem é John Stewart?
Aaron Pierre interpreta John Stewart, novo integrante da Tropa dos Lanternas Verdes.
O personagem entra na organização em uma fase inicial de sua trajetória e passa a receber treinamento de Hal Jordan. A diferença de experiência entre os dois cria a principal relação da série.
Nos quadrinhos, John Stewart é um dos Lanternas Verdes mais importantes da DC. Sua história também está ligada à carreira militar e à arquitetura, características que fazem parte da construção do personagem.
Chris Mundy descreveu a versão da série como uma combinação entre a disciplina de um fuzileiro naval e o lado artístico de um arquiteto. A escolha de Aaron Pierre coloca o ator no papel de um personagem que terá papel central na nova fase dos Lanternas dentro do DCU.
O que são os Lanternas Verdes?
Os Lanternas Verdes fazem parte de uma organização intergaláctica responsável por proteger diferentes setores do universo.
Seus integrantes utilizam anéis de poder que permitem criar objetos e estruturas feitas de energia. A capacidade de usar o anel está ligada à força de vontade de cada usuário.
A série terá Hal como representante da experiência e John como alguém que ainda está aprendendo a controlar seus poderes. Essa diferença permite que o público conheça a Tropa ao mesmo tempo que acompanha a evolução de um novo Lanterna.
A história também deve ampliar a compreensão sobre como a organização funciona dentro do novo DCU, especialmente porque a série terá outros integrantes da Tropa no elenco.
Nathan Fillion será Guy Gardner?
Fillion interpreta Guy Gardner, outro membro da Tropa dos Lanternas Verdes.
O personagem já apareceu em Superman, lançado em 2025, e retorna em Lanternas. Nos quadrinhos, Guy é conhecido pelo temperamento difícil e por uma personalidade bastante diferente da de Hal e John.
A presença do personagem ajuda a conectar a série ao restante do DCU e indica que a Tropa não ficará limitada à dupla principal.
A participação também abre espaço para mostrar diferentes perfis de Lanternas dentro da mesma organização. Hal é o veterano próximo da aposentadoria, John está começando e Guy representa outra forma de enxergar o trabalho da Tropa.
Quem é Kerry?
Macdonald interpreta Kerry, uma xerife ligada à sua família e à comunidade onde vive.
A personagem faz parte do núcleo terrestre da série e está relacionada à investigação conduzida por Hal e John. Sua presença ajuda a aproximar o caso dos acontecimentos locais e coloca os protagonistas em contato com pessoas que não fazem parte da Tropa.
A participação de Kerry também combina com o formato escolhido para a produção. A investigação terá personagens ligados à polícia e à comunidade, criando uma ponte entre o trabalho dos Lanternas e o mistério que eles precisam solucionar.
Como Lanternas se conecta ao novo DCU?
Lanternas será a terceira série de televisão do novo Universo DC, comandado por James Gunn e Peter Safran.
O projeto passou por uma mudança significativa durante seu desenvolvimento. A ideia começou a ser trabalhada em 2019, quando Greg Berlanti desenvolvia uma série sobre diferentes Lanternas Verdes.
Após a mudança de comando da DC Studios, o projeto foi reformulado. A nova versão passou a concentrar a história em Hal Jordan e John Stewart e adotou a investigação policial como eixo principal.
A escolha coloca a série em uma posição importante dentro do DCU. O público terá contato com uma parte da mitologia da DC que ainda não foi explorada nessa nova continuidade, ao mesmo tempo que personagens como Guy Gardner já começam a aparecer em outras produções.
A presença de Hal e John também permite apresentar duas gerações de Lanternas. Um está encerrando sua carreira. O outro está começando. Essa passagem de bastão deve ser um dos principais conflitos pessoais da temporada.
O que aconteceu com a antiga adaptação dos Lanternas?
Os Lanternas Verdes já chegaram aos cinemas em 2011, no filme estrelado por Ryan Reynolds. A produção recebeu críticas negativas e não teve uma sequência.
A nova série não funciona como continuação daquele filme. Lanternas faz parte de uma continuidade diferente, ligada ao novo DCU.
A escolha de uma série de televisão também permite dedicar mais tempo aos personagens e à investigação. Em vez de condensar a origem e os conflitos dos Lanternas em poucas horas, a produção terá oito episódios para desenvolver a relação entre Hal e John e apresentar a Tropa dentro da nova franquia.
Quando Lanternas estreia?
A primeira temporada de Lanternas estreia em 16 de agosto, na HBO e no HBO Max, com oito episódios. O elenco principal reúne Kyle Chandler como Hal Jordan, Aaron Pierre como John Stewart, Kelly Macdonald como Kerry e Nathan Fillion como Guy Gardner.
O Cine Aventura deste sábado, 25 de julho, exibe Hércules, longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson. Dirigido por Brett Ratner, o filme apresenta uma versão diferente do conhecido personagem da mitologia grega. Aqui, o protagonista não aparece em uma adaptação direta de seus 12 trabalhos. A história acompanha um Hércules já adulto, marcado pelo passado e trabalhando como mercenário ao lado de um grupo de guerreiros.
Na trama, Hércules é conhecido por sua força e pelas histórias sobre seus feitos. O filme, porém, questiona a própria origem dessa fama ao apresentar uma versão mais humana do personagem. As lendas sobre o guerreiro podem ter sido exageradas ao longo dos anos, criando uma imagem muito maior do que o homem que existe por trás dela.
A história começa quando Cotys, rei da Trácia, procura Hércules em busca de ajuda. Seu território está ameaçado e ele precisa reunir um exército capaz de enfrentar seus inimigos. O guerreiro aceita a missão e começa a preparar os soldados para a batalha.
O que parecia ser apenas um trabalho de mercenário ganha outra dimensão quando Hércules percebe que existe uma conspiração por trás do conflito. A partir daí, ele precisa descobrir quem está realmente interessado na guerra e quais são as verdadeiras intenções daqueles que estão envolvidos na disputa pelo poder.
O filme adapta os 12 trabalhos de Hércules?
Não. Essa é uma das principais diferenças entre o longa de 2014 e uma adaptação tradicional da mitologia grega.
Os famosos 12 trabalhos fazem parte da história conhecida de Hércules, mas não são o foco da produção. O filme começa com o personagem já famoso por suas façanhas e utiliza seu passado como parte da construção da trama.
A produção também deixa de lado uma abordagem centrada nos deuses do Olimpo. O roteiro prefere tratar Hércules como um guerreiro excepcional, mas humano, cuja reputação foi crescendo por meio das histórias contadas sobre ele.
Essa escolha permite que a aventura tenha uma estrutura mais próxima de um filme de guerra, com treinamento militar, batalhas e disputas políticas. A mitologia continua presente na identidade dos personagens, mas não conduz diretamente todos os acontecimentos.
Qual é a história do filme?
Depois de enfrentar anos de conflitos, Hércules passa a trabalhar como mercenário ao lado de Iolaus, Anfiarau, Autólico, Atalanta e Tideu. O grupo percorre diferentes regiões em busca de trabalhos que garantam sua sobrevivência.
A situação muda quando Cotys contrata os guerreiros para defender a Trácia. Hércules assume a responsabilidade de preparar o exército local para enfrentar uma ameaça que coloca o reino em risco.
Durante a missão, porém, o protagonista percebe que o problema não está apenas nos inimigos que se aproximam. Há interesses escondidos dentro do próprio reino, e a guerra pode fazer parte de um plano muito maior.
O conflito também coloca Hércules diante da própria reputação. Ele é tratado como uma figura lendária, mas precisa lidar com as consequências de decisões tomadas no passado e descobrir até onde pode confiar nas pessoas ao seu redor.
Como Dwayne Johnson interpreta Hércules?
Dwayne Johnson interpreta o personagem como um guerreiro poderoso, mas distante da imagem de um semideus invencível. O filme trabalha com a ideia de que a fama de Hércules cresceu por meio de relatos que foram sendo aumentados ao longo do tempo.
Essa abordagem dá ao protagonista um lado mais humano. Ele possui força e habilidade acima da média, mas também carrega perdas e desconfianças.
O filme usa essa diferença entre o homem e a lenda como parte importante da narrativa. Para quem conhece Hércules apenas pela mitologia, a produção oferece uma versão mais próxima de um herói de ação do que de uma figura diretamente ligada aos deuses gregos.
Quem está no elenco?
Além de Dwayne Johnson, o elenco principal conta com John Hurt como Cotys, rei da Trácia, personagem responsável por contratar Hércules para defender seu território.
Ian McShane interpreta Anfiarau, enquanto Rufus Sewell vive Autólico. Reece Ritchie interpreta Iolaus, sobrinho de Hércules e personagem responsável por ajudar a construir a reputação lendária do guerreiro.
Ingrid Bolsø Berdal aparece como Atalanta, uma das integrantes do grupo de combatentes, e Aksel Hennie interpreta Tideu.
O elenco também reúne Rebecca Ferguson como Ergenia, Joseph Fiennes como o rei Euristeu, Irina Shayk como Mégara e Peter Mullan como Sitacles.
Quem dirigiu o filme?
A direção ficou com Brett Ratner, conhecido por trabalhos como A Hora do Rush, Dragão Vermelho e X-Men: O Confronto Final.
O roteiro foi escrito por Ryan J. Condal e Evan Spiliotopoulos, com base na graphic novel Hercules, de Steve Moore, publicada pela Radical Comics.
A adaptação escolheu um caminho diferente das versões mais tradicionais da mitologia. Em vez de contar a trajetória completa do personagem, o filme utiliza a reputação de Hércules como ponto de partida para uma história de ação ambientada em um conflito político e militar.
Por que existem dois filmes de Hércules de 2014?
O filme estrelado por Dwayne Johnson ficou marcado por uma coincidência curiosa. 2014 teve duas produções de Hollywood sobre Hércules, lançadas por estúdios diferentes.
A Lenda de Hércules, estrelado por Kellan Lutz, chegou aos cinemas no início daquele ano. Meses depois, foi lançado Hércules, com Dwayne Johnson.
As duas produções não possuem ligação e seguem propostas diferentes. A versão com Kellan Lutz se aproxima mais da fantasia tradicional associada ao personagem, enquanto o filme de Brett Ratner aposta em uma aventura de guerra e apresenta um Hércules mais humano.