Interligados ganha primeiro trailer com Timothée Chalamet e Selena Gomez em uma aventura espacial nada normal

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Joe and Fran in Illumination's NOT ALONE, directed by Eric Guillon, Claire Dodgson and Jonathan Del Val.

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer e o cartaz de Interligados, nova animação da Illumination que mistura comédia romântica, ficção científica e uma viagem espacial bastante improvável. A produção coloca Timothée Chalamet e Selena Gomez no centro da história, emprestando suas vozes a dois personagens que precisam construir uma relação enquanto tentam concluir um projeto científico que pode mudar a história da exploração espacial.

A ideia por trás do filme já começa longe do que costuma aparecer nas animações do estúdio. Em vez de acompanhar animais falantes ou personagens conhecidos de outras franquias, a produção aposta em uma história original sobre dois adultos que têm dificuldades para lidar com relacionamentos, mas acabam trabalhando juntos em um projeto ambicioso.

O problema é que o trabalho dos dois ganha uma complicação inesperada quando três alienígenas aparecem escondidos no meio da missão. O trio está fugindo de um agente intergaláctico e acredita que o foguete desenvolvido pelos protagonistas pode ser a única maneira de voltar para casa.

A partir daí, a história passa a dividir espaço entre o romance de Joe e Fran e a tentativa de proteger os visitantes de outro planeta. O resultado é uma aventura que mistura ciência, perseguição e situações de humor, com a relação entre os protagonistas servindo como um dos principais eixos da trama.

Quem são Joe e Fran no filme?

O filme acompanha Joe, um mecânico introvertido que leva uma vida bastante isolada. Interpretado vocalmente por Timothée Chalamet, o personagem não parece ter muita facilidade para se relacionar com outras pessoas e acaba encontrando uma situação ainda mais complicada quando três alienígenas entram em sua vida.

A outra protagonista é Fran, uma astrobotânica interpretada por Selena Gomez. A personagem trabalha em uma área científica ligada ao desenvolvimento de plantas para aplicações espaciais e recebe a missão de participar da construção de um projeto inédito.

Joe e Fran são encarregados de desenvolver o primeiro foguete movido a plantas do mundo. A proposta combina a experiência mecânica de Joe com o conhecimento científico de Fran e coloca os dois em contato constante.

O relacionamento começa a evoluir durante o trabalho. Os dois demonstram interesse um pelo outro, mas nenhum deles parece saber muito bem como transformar essa aproximação em algo concreto.

A história usa justamente essa dificuldade como parte da comédia. Joe e Fran não são apresentados como um casal perfeito desde o primeiro encontro. Eles são duas pessoas com personalidades diferentes, tentando descobrir como trabalhar juntas e, no processo, entender o que sentem.

Por que o foguete movido a plantas é tão importante?

O projeto desenvolvido pelos protagonistas é um dos elementos mais curiosos da trama. Joe e Fran estão envolvidos na criação do primeiro foguete movido a plantas, uma ideia que coloca a dupla no centro de um experimento científico de grandes proporções.

A invenção também funciona como uma peça fundamental para o restante da história. O foguete não serve apenas como cenário para o trabalho dos personagens. Ele acaba se tornando a esperança de três alienígenas que precisam encontrar uma maneira de retornar ao seu planeta.

Quando Dunk, Welly e Shirm descobrem o projeto, eles concluem que a tecnologia criada por Fran pode ajudá-los a voltar para casa. O problema é que os três estão sendo perseguidos por um oficial intergaláctico.

Joe acaba escondendo os alienígenas e se vê obrigado a lidar com uma situação que jamais poderia imaginar. De repente, o mecânico que levava uma vida solitária passa a cuidar de três visitantes extraterrestres enquanto tenta evitar que eles sejam encontrados.

Fran também acaba envolvida na confusão, e o projeto que aproximou os dois passa a ter uma função muito maior.

Quem são os três alienígenas?

A animação apresenta três personagens extraterrestres que acabam cruzando o caminho de Joe e Fran.

Dunk, interpretado por Rob Brydon, faz parte do trio que está tentando escapar de uma perseguição intergaláctica. Diane Morgan empresta sua voz a Welly, enquanto Jamie Demetriou interpreta Shirm.

Os três procuram uma maneira de retornar ao seu planeta e enxergam o foguete criado pelos protagonistas como uma possível solução.

A presença dos alienígenas muda completamente a dinâmica da história. Joe e Fran estavam preocupados com o desenvolvimento do projeto e com a relação entre os dois. Agora, precisam encontrar uma maneira de proteger seus novos companheiros sem deixar que o oficial responsável pela perseguição descubra onde eles estão.

A situação abre espaço para uma aventura que vai além do romance e da comédia. O casal precisa tomar decisões rápidas e aprender a confiar um no outro em circunstâncias que nenhum dos dois poderia ter previsto.

Quem é o vilão de Interligados?

A ameaça principal vem do Oficial Zandro, interpretado por Brett Goldstein. O personagem está atrás dos três alienígenas e aparece como o principal obstáculo para que eles consigam retornar para casa. Zandro é descrito como um oficial intergaláctico zeloso, responsável por perseguir o trio durante a fuga.

Quem está no elenco de vozes?

Timothée Chalamet interpreta Joe, o mecânico introvertido que acaba envolvido na fuga dos alienígenas. O ator é conhecido por trabalhos como Duna, Duna: Parte Dois, Wonka e Me Chame Pelo Seu Nome. Selena Gomez interpreta Fran, astrobotânica responsável por participar da criação do foguete movido a plantas. A atriz e cantora também possui trabalhos em produções como Only Murders in the Building, além de ter participado de outras animações.

Brett Goldstein, conhecido por interpretar Roy Kent em Ted Lasso e por integrar o Universo Cinematográfico da Marvel como Hércules, assume a voz do Oficial Zandro. O trio alienígena fica sob responsabilidade de Rob Brydon, como Dunk; Diane Morgan, como Welly; e Jamie Demetriou, como Shirm. O elenco ainda inclui Allison Janney e Lamorne Morris.

Quem dirige?

A direção é dividida entre Eric Guillon, Claire Dodgson e Jonathan del Val. Guillon já possui uma ligação antiga com a Illumination e participou do desenvolvimento visual de personagens e projetos do estúdio. Dodgson faz sua estreia na direção de um longa-metragem de animação, enquanto Del Val também integra a equipe responsável pelo novo projeto.

O que já se sabe sobre a produção?

O longa-metragem foi anunciado durante o Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy de 2026, evento que reúne produções e profissionais importantes do setor de animação. Na ocasião, foram apresentados detalhes sobre o projeto, incluindo a equipe criativa e os principais nomes do elenco de vozes.

O filme será mais comédia ou ficção científica?

A história parece trabalhar com os dois gêneros ao mesmo tempo. A ficção científica aparece principalmente na presença dos alienígenas, na perseguição intergaláctica e no projeto do foguete movido a plantas.

Já a comédia nasce da situação em que os protagonistas se encontram. Joe é um homem reservado que passa a esconder três alienígenas, enquanto Fran precisa lidar com uma missão científica que rapidamente foge do controle.

O romance também ocupa uma posição importante. Joe e Fran desenvolvem uma conexão durante o trabalho, mas os dois são apresentados como pessoas que não têm muita habilidade para lidar com seus próprios sentimentos.

O filme, portanto, não coloca o relacionamento como uma história separada da aventura. Os dois conflitos acontecem juntos. Quanto mais complicada fica a situação dos alienígenas, mais Joe e Fran precisam confiar um no outro.

Essa combinação também diferencia Interligados de outras animações recentes da Illumination. A produção parece interessada em contar uma história original que tenha uma aventura espacial como ponto de partida, mas que mantenha os personagens humanos no centro da narrativa.

Sessão da Tarde tem Descendentes nesta sexta (25): Quem são os filhos dos vilões da Disney?

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A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 25 de julho, exibe Descendentes, filme que transforma alguns dos vilões mais conhecidos da Disney em pais de adolescentes que precisam lidar com um problema bem complicado: crescer carregando o sobrenome de pessoas que passaram a vida tentando destruir os heróis dos contos de fadas.

Lançado em 2015, o longa acompanha Mal, Evie, Jay e Carlos, filhos de Malévola, Rainha Má, Jafar e Cruella de Vil, respectivamente. Os quatro cresceram na Ilha dos Perdidos, lugar criado para manter os antigos vilões afastados de Auradon, o reino onde vivem os personagens considerados heróis.

A rotina dos adolescentes muda quando Ben, filho da Bela e da Fera, decide permitir que eles deixem a ilha e estudem em Auradon. A proposta parece simples, mas a mudança coloca os quatro em contato direto com uma sociedade que aprendeu a enxergar suas famílias como inimigas.

O filme parte daí para contar uma história sobre identidade, escolhas e pressão familiar. Mal, Evie, Jay e Carlos foram educados para seguir os passos de seus pais, mas a convivência com os filhos dos heróis começa a fazer cada um repensar o próprio futuro.

Qual é a história de Descendentes?

A trama se passa anos depois dos acontecimentos dos clássicos da Disney. Nesse mundo, os antigos vilões foram derrotados e enviados para a Ilha dos Perdidos, onde vivem isolados de Auradon.

Malévola, Rainha Má, Jafar e Cruella de Vil estão entre os personagens que vivem na ilha. Seus filhos cresceram nesse ambiente e receberam uma educação bastante diferente daquela oferecida aos jovens de Auradon.

Mal é filha de Malévola e acaba assumindo a liderança do grupo. Evie, filha da Rainha Má, foi criada acreditando que sua aparência poderia ser usada para conseguir o que quisesse. Jay, filho de Jafar, aprendeu com o pai a arte de roubar, enquanto Carlos, filho de Cruella de Vil, cresceu sob a influência de uma mãe obcecada por sua própria imagem.

A situação muda quando Ben decide escolher quatro descendentes de vilões para estudar em Auradon. A decisão coloca os adolescentes diante de uma realidade que eles só conheciam pelas histórias contadas por seus pais.

Na escola, eles encontram os filhos dos personagens que seus pais enfrentaram no passado. O choque cultural é imediato. Os quatro precisam descobrir como se comportar em um lugar onde ninguém os conhece de verdade, mas todos já sabem quem são seus pais.

Aos poucos, a história deixa de ser apenas sobre os filhos dos vilões tentando se adaptar a Auradon. O conflito passa a envolver as escolhas que eles fazem e a possibilidade de romper com o destino que suas famílias tentaram impor.

Por que Ben decide levar os filhos dos vilões para Auradon?

Ben é filho da Bela e da Fera e está prestes a assumir uma posição de liderança em Auradon. Uma de suas primeiras decisões é permitir que Mal, Evie, Jay e Carlos deixem a Ilha dos Perdidos.

A ideia é dar aos quatro uma oportunidade de viver fora do isolamento em que cresceram. O problema é que ninguém sabe exatamente como eles vão reagir ao novo ambiente.

Para os adolescentes, a mudança também representa a primeira chance de conhecer uma sociedade que não foi construída ao redor das regras de seus pais. Eles passam a frequentar a escola, conhecem novos colegas e começam a conviver com pessoas que enxergam o mundo de maneira completamente diferente.

Essa convivência acaba afetando os quatro de maneiras distintas. Mal precisa lidar com a influência de Malévola. Evie começa a perceber que não precisa seguir os padrões ensinados pela mãe. Jay descobre que suas habilidades podem ser usadas para outras finalidades, enquanto Carlos tenta superar os medos que carrega desde a infância.

Quem são os quatro protagonistas?

Mal é interpretada por Dove Cameron. Filha de Malévola, ela cresceu sob forte influência da mãe e inicialmente acredita que precisa seguir o mesmo caminho. A personagem é a principal liderança entre os quatro descendentes e assume grande parte dos conflitos da história.

Evie, vivida por Sofia Carson, é filha da Rainha Má. Criada com uma visão bastante distorcida sobre beleza e relacionamentos, ela começa o filme preocupada com a aparência e com a maneira como os outros a enxergam.

Jay, interpretado por Booboo Stewart, é filho de Jafar. Ele possui habilidades físicas e aprendeu a roubar com o pai. Em Auradon, começa a perceber que pode usar suas capacidades de outra maneira.

Já Carlos, vivido pelo saudoso Cameron Boyce, é filho de Cruella de Vil. O personagem cresceu com medo de cães por causa da influência da mãe e começa a enfrentar esse medo quando chega a Auradon.

Os quatro formam o núcleo principal do filme e também retornam nas sequências lançadas posteriormente.

Quem está no elenco?

Além de Dove Cameron, Sofia Carson, Booboo Stewart e Cameron Boyce, o elenco conta com Mitchell Hope, que interpreta Ben, filho da Bela e da Fera.

Melanie Paxson vive a Fada Madrinha, enquanto Kathy Najimy interpreta a Rainha Má. Kristin Chenoweth assume o papel de Malévola, uma das principais vilãs da história.

O filme também conta com outros personagens ligados ao universo dos clássicos da Disney, incluindo descendentes de figuras conhecidas pelos espectadores.

Na versão brasileira, Michele Giudice dubla Mal, Flora Paulita interpreta Evie, Ítalo Luiz dá voz a Jay e Vyni Takahashi dubla Carlos. Ben é interpretado por Daniel Garcia, enquanto Fábio Lucindo faz a voz de Chad.

Márcia Regina dubla Malévola, e Suzi Pereira interpreta a Fada Madrinha na versão brasileira.

Quem dirigiu o primeiro filme?

A direção ficou por conta de Kenny Ortega, profissional que já tinha uma trajetória ligada a produções musicais antes de assumir a franquia.

Ortega dirigiu também Descendentes 2 e Descendentes 3, mantendo uma identidade visual semelhante entre os três filmes originais.

A produção foi criada por Sara Parriott e Josann McGibbon, que partiram de uma proposta diferente das adaptações tradicionais dos contos de fadas. Em vez de contar novamente a história de Bela, Fera, Malévola, Jafar ou Cruella de Vil, o foco passou para uma nova geração.

A pergunta que orienta a franquia é relativamente simples: como seria crescer sendo filho de um dos grandes vilões da Disney?

A resposta aparece na forma de quatro adolescentes que precisam lidar com o peso de seus sobrenomes. Eles não escolheram quem seriam seus pais, mas precisam decidir o que fazer com tudo o que aprenderam dentro de casa.

O que torna a trama diferente dos clássicos da Disney?

O filme não funciona como uma continuação direta de uma única animação. A história reúne personagens e referências de diferentes produções da Disney em uma mesma realidade.

Auradon é o centro dessa mistura. O reino reúne descendentes de personagens como Bela e Fera, enquanto a Ilha dos Perdidos concentra os vilões e seus filhos.

Essa divisão cria uma espécie de conflito entre duas gerações. Os pais são conhecidos pelas histórias que o público já conhece, mas os filhos precisam lidar com consequências que não foram causadas por eles.

O resultado é uma trama voltada principalmente para o público jovem, com números musicais, romance e fantasia, mas que também trabalha uma questão importante para os personagens: até que ponto alguém precisa repetir a história da própria família?

Mal, Evie, Jay e Carlos começam a história acreditando que suas vidas já estão praticamente definidas. A chegada a Auradon muda essa visão e abre espaço para escolhas que seus pais certamente não aprovariam.

Quantos filmes existem na franquia?

A história começou em 2015, com o lançamento do primeiro filme como uma produção original do Disney Channel.

O sucesso levou à produção de Descendentes 2, lançado em 2017. A sequência acompanha os personagens depois dos acontecimentos do primeiro longa e amplia o conflito envolvendo a Ilha dos Perdidos e Auradon.

Em 2019, chegou Descendentes 3, que encerrou a trilogia original centrada em Mal, Evie, Jay e Carlos.

A franquia ganhou uma nova fase em 2024 com Descendentes: A Ascensão de Copas, produção protagonizada por Kylie Cantrall e Malia Baker. O filme apresenta novos personagens e amplia a história iniciada na trilogia original.

A nova fase mantém a ideia de explorar descendentes de personagens conhecidos dos contos da Disney, mas muda o foco para uma geração diferente.

3ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos ganha trailer e Percy se mete em uma missão que pode virar tudo de cabeça para baixo

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Percy Jackson já enfrentou monstros, atravessou o Mar dos Monstros e descobriu que o mundo dos deuses gregos é bem mais complicado do que parecia. Agora, o garoto que um dia mal entendia por que criaturas mitológicas queriam matá-lo terá de lidar com um problema ainda maior. A terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos chega ao Disney+ em 20 de novembro e adapta A Maldição do Titã, terceiro livro da saga escrita por Rick Riordan.

O novo material divulgado pela produção coloca Percy diante de uma missão que começa com o desaparecimento de dois jovens semideuses e rapidamente ganha proporções muito maiores. No caminho, ele terá de lidar com Thalia, enfrentar novas criaturas e descobrir que algumas das pessoas envolvidas na aventura carregam segredos capazes de mudar o rumo da história.

A série começou contando a história de um garoto de 12 anos que descobriu ser filho de Poseidon. Pouco depois, Percy foi acusado por Zeus de roubar seu raio-mestre e precisou atravessar o país para encontrar o objeto e evitar uma guerra entre os deuses.

Na segunda temporada, a situação ficou ainda mais complicada. O Acampamento Meio-Sangue passou a correr risco, Grover desapareceu e Percy precisou viajar pelo Mar dos Monstros em busca do Velocino de Ouro. A aventura também apresentou Tyson, seu meio-irmão ciclope, e aproximou a história dos planos de Cronos, o titã que começa a ocupar um espaço cada vez maior na trama.

A terceira temporada parte exatamente desse cenário. Percy já conhece as regras desse mundo, sabe que os deuses podem ser tão perigosos quanto os monstros e entende que nem sempre os adultos têm todas as respostas. O problema é que, dessa vez, ele terá menos espaço para agir como o garoto que simplesmente acompanha os acontecimentos. As decisões passam a depender cada vez mais dele.

O que acontece em A Maldição do Titã?

A nova temporada começa com uma missão envolvendo Nico e Bianca di Angelo, dois irmãos que ainda não sabem que são semideuses. Percy, Annabeth e Grover acabam envolvidos no resgate dos dois e precisam contar com a ajuda de Thalia, filha de Zeus.

O encontro com os irmãos acontece em um momento complicado para o grupo. Thalia já possui uma relação importante com Percy e carrega seu próprio passado dentro da história. A chegada de Nico e Bianca acrescenta outra família de deuses ao conflito, já que os dois são filhos de Hades.

A missão, que inicialmente parece ser apenas uma operação de resgate, logo se transforma em um problema muito maior. A ameaça de Cronos continua crescendo e a profecia que envolve os filhos dos Três Grandes ganha um peso diferente.

É nesse ponto que a história começa a ficar mais delicada para Percy. Ele não está mais enfrentando apenas uma criatura específica ou tentando recuperar um objeto roubado. Existe uma guerra se formando, e os personagens começam a perceber que suas escolhas podem afetar o destino de todo o Olimpo.

Por que Thalia será tão importante para Percy?

Thalia não é uma personagem qualquer dentro da mitologia criada por Rick Riordan. Filha de Zeus, ela está diretamente ligada à profecia que movimenta boa parte da história e possui uma relação complicada com o próprio destino.

A personagem já apareceu na segunda temporada, mas a nova fase aumenta consideravelmente sua participação. Thalia passa a conviver mais de perto com Percy e precisa trabalhar ao lado dele, mesmo que os dois não tenham exatamente a mesma maneira de enxergar as coisas.

A situação fica ainda mais interessante porque Percy e Thalia possuem muito em comum. Os dois são filhos de deuses importantes e cresceram sem ter uma vida comum. Também carregam o peso de saber que suas existências podem estar relacionadas a uma profecia capaz de mudar o futuro dos deuses.

A terceira temporada coloca essa relação em primeiro plano. Percy ainda está tentando entender seu próprio lugar nesse mundo, enquanto Thalia já chega com uma história e uma personalidade bem definidas.

Quem são Nico e Bianca di Angelo?

Nico e Bianca entram na história durante a missão que movimenta o início da temporada. Os irmãos vivem sem conhecer a própria origem e acabam descobrindo que fazem parte do mundo dos semideuses.

A revelação muda principalmente a vida de Nico. Filho de Hades, ele passa a ocupar uma posição importante dentro da mitologia da série e se torna um personagem cada vez mais relevante nos acontecimentos seguintes.

A presença dos dois também amplia a história para além da família de Percy. Até aqui, o protagonista já havia descoberto sua ligação com Poseidon e convivido com outros filhos de deuses. Agora, a entrada de Nico e Bianca coloca Hades e sua família diretamente no centro dos acontecimentos.

Levi Chrisopulos interpreta Nico na terceira temporada. A chegada do personagem representa uma das mudanças mais importantes no elenco e na própria dinâmica da série.

O que aconteceu com Percy nas duas primeiras temporadas?

A primeira temporada apresentou Percy como um garoto que sempre teve a sensação de não se encaixar no mundo ao redor. Quando descobre que é filho de Poseidon, ele percebe que os problemas que enfrentava desde criança tinham uma explicação.

A descoberta acontece em um momento particularmente ruim. Zeus acredita que Percy roubou seu raio-mestre e ameaça iniciar uma guerra contra Poseidon. O garoto parte então em uma missão ao lado de Annabeth Chase e Grover Underwood para encontrar o objeto e impedir o conflito.

A aventura serve como introdução ao Acampamento Meio-Sangue e às regras que envolvem os semideuses. Percy também conhece Luke Castellan, inicialmente apresentado como um aliado importante. Mais tarde, porém, a série revela que Luke está ligado aos planos de Cronos.

Na segunda temporada, o problema chega ao Acampamento Meio-Sangue. Grover desaparece, e Percy parte para o Mar dos Monstros em busca do Velocino de Ouro.

A aventura apresenta Tyson, um ciclope que também é filho de Poseidon e, portanto, meio-irmão de Percy. A relação entre os dois se torna parte importante da história, principalmente porque Percy precisa aprender a lidar com uma família que nunca soube que tinha.

A temporada também aproxima a ameaça de Cronos dos protagonistas. O conflito deixa de ser uma história distante sobre uma antiga guerra e começa a afetar diretamente Percy e seus amigos.

Quem é Luke e qual é sua ligação com Cronos?

Luke Castellan foi apresentado no início da série como alguém que poderia servir de referência para Percy dentro do Acampamento Meio-Sangue. Filho de Hermes, ele era um dos semideuses mais experientes do grupo e ocupava uma posição de liderança entre os campistas.

A relação muda quando Percy descobre que Luke está trabalhando com Cronos.

A revelação transforma o personagem em uma das principais peças do conflito. Luke não é apenas um inimigo distante. Ele conhece o Acampamento Meio-Sangue, conhece os semideuses e sabe exatamente como atingir aqueles que estão tentando impedir o retorno de Cronos.

Na terceira temporada, essa ameaça continua presente. A missão de Percy acontece em um momento em que os planos do titã já estão avançados e a divisão entre os personagens fica cada vez mais clara.

O que muda para Annabeth na nova temporada?

Annabeth Chase continua sendo uma das pessoas mais importantes na vida de Percy. Filha de Atena, ela cresceu no Acampamento Meio-Sangue e possui muito mais conhecimento sobre o mundo dos deuses do que o protagonista.

A relação dos dois também mudou desde a primeira temporada. No começo, Annabeth precisava ensinar Percy a sobreviver naquele ambiente. Agora, os dois já enfrentaram perigos suficientes para confiar um no outro.

A terceira temporada, porém, coloca essa parceria diante de novos desafios. A missão envolvendo Nico e Bianca exige que os personagens assumam responsabilidades diferentes, e Percy precisa lidar com situações nas quais Annabeth nem sempre estará ao seu lado.

Isso altera a dinâmica do trio principal. Percy, Annabeth e Grover passaram as duas primeiras temporadas juntos em diferentes missões, mas a nova aventura começa a separar os personagens e a colocá-los diante de problemas individuais.

Quem está no elenco da terceira temporada?

Walker Scobell retorna como Percy Jackson, o filho de Poseidon que começou a série sem saber nada sobre sua origem e agora ocupa uma posição central na disputa que envolve deuses e titãs. O ator volta a dividir a história com Leah Sava Jeffries, intérprete de Annabeth Chase, e Aryan Simhadri, que vive Grover Underwood.

Charlie Bushnell continua no papel de Luke Castellan, personagem ligado aos planos de Cronos. Dior Goodjohn retorna como Clarisse La Rue, filha de Ares, enquanto Daniel Diemer volta como Tyson, o meio-irmão de Percy.

A nova temporada também amplia o elenco. Levi Chrisopulos interpreta Nico di Angelo, filho de Hades, e Olive Abercrombie assume o papel de Bianca di Angelo. Tamara Smart retorna como Thalia, que terá uma participação maior nos novos episódios.

A série está ficando mais sombria?

A história de Percy Jackson e os Olimpianos começou com uma aventura de descoberta. Percy descobria os deuses, conhecia seus poderes e tentava entender por que sua vida havia mudado tão rapidamente.

A cada temporada, porém, o conflito fica mais sério. A primeira terminou com a revelação sobre Luke e sua ligação com Cronos. A segunda aumentou a ameaça ao Acampamento Meio-Sangue e apresentou novos personagens ligados diretamente à profecia.

A Maldição do Titã é o ponto em que essa mudança fica mais evidente. A história envolve perdas, escolhas difíceis e uma ameaça que não pode ser resolvida simplesmente derrotando um monstro.

O próprio crescimento de Percy ajuda a mudar o tom. Ele começou como uma criança tentando descobrir quem era. Agora, precisa tomar decisões que podem afetar pessoas próximas e até mesmo o futuro dos deuses.

Quando estreia a terceira temporada de Percy Jackson?

A terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos estreia no Disney+ em 20 de novembro de 2026. A nova fase adapta A Maldição do Titã, terceiro livro da série literária criada por Rick Riordan.

O Cobrador de Dívidas | Scott Adkins vira cobrador de mafioso em filme de ação cheio de pancadaria

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Tem gente que aceita qualquer trabalho quando o dinheiro aperta. Em O Cobrador de Dívidas, o problema é que o emprego escolhido pelo protagonista envolve mafioso, criminosos e uma boa dose de pancadaria. Interpretado por Scott Adkins, um instrutor de artes marciais falido decide trabalhar como cobrador para tentar sair do buraco financeiro. A ideia parecia simples no papel. Na prática, vira um daqueles finais de semana que ninguém gostaria de ter.

Sem dinheiro e precisando pagar as contas, o personagem aceita um serviço que não tem exatamente a segurança de um emprego comum. Ele passa a cobrar dívidas para um mafioso e recebe a companhia de um criminoso veterano, alguém que já conhece bem esse tipo de trabalho e sabe que certas cobranças podem acabar de maneiras bem pouco amigáveis.

A dupla começa a visitar os devedores e logo percebe que não existe uma fórmula para resolver cada situação. Alguns não querem pagar, outros não estão dispostos a conversar e há quem prefira resolver tudo na base da violência. Para um homem que já domina artes marciais, enfrentar uma briga não chega a ser novidade. O problema é descobrir que, no mundo do crime, uma dívida pode envolver muito mais gente do que parece.

O filme acompanha justamente esse fim de semana de trabalho. O que começa como uma tentativa desesperada de ganhar dinheiro rapidamente se transforma em uma sequência de problemas que coloca os dois cobradores em situações cada vez mais complicadas.

Scott Adkins volta ao território que conhece bem?

Se existe um ator que parece ter encontrado seu habitat natural no cinema de ação, é Scott Adkins. Ao longo da carreira, ele ficou conhecido por personagens envolvidos em histórias de artes marciais e confrontos físicos, principalmente em produções como O Imbatível 2, O Imbatível 3: Redenção e Ninja. Mais recentemente, também apareceu em John Wick: Capítulo 4.

Quem é o parceiro de Scott na história?

Louis Mandylor interpreta o criminoso veterano que acompanha o protagonista durante as cobranças. A dupla funciona porque os personagens chegam àquele trabalho por caminhos diferentes.

De um lado, existe um instrutor de artes marciais que está tentando conseguir dinheiro e encara o serviço como uma oportunidade temporária. Do outro, está alguém que já conhece aquele ambiente e entende como as coisas funcionam quando uma dívida não é paga.

Essa diferença ajuda a construir a dinâmica entre os dois. O protagonista ainda precisa descobrir como agir diante de criminosos e devedores, enquanto seu parceiro já sabe que uma simples cobrança pode terminar em uma briga ou em um problema muito maior.

A parceria acaba sendo um dos pontos centrais do filme. Os dois precisam trabalhar juntos, mesmo quando suas maneiras de lidar com cada situação não são exatamente iguais.

Quem está no elenco?

Além de Scott Adkins (O Imbatível 2, O Imbatível 3: Redenção e John Wick: Capítulo 4) e Louis Mandylor (Jogos Mortais VI e Jogos Mortais 3D), o elenco conta com Vladimir Kulich (O 13º Guerreiro e Vikings), Michael Paré (Streets of Fire e O Alvo), Rachel Brann, Selina Lo (Boss Level e Gangs of London) e Tony Todd (Candyman, Platoon e Destino Final).

Jesse V. Johnson assume a direção e divide o roteiro com Stu Small. O diretor tem uma carreira bastante ligada ao cinema de ação e já trabalhou com Scott Adkins em outras produções.

Por que o trabalho de cobrador vira um problema tão grande?

O protagonista entra nessa história acreditando que pode fazer o serviço, pegar o dinheiro e seguir sua vida. Só que cobrar dívidas para um mafioso não é exatamente o tipo de atividade em que tudo acontece de acordo com o planejado.

A cada nova cobrança, a dupla encontra uma situação diferente. Algumas pessoas não querem pagar. Outras reagem mal. Também existem criminosos que podem transformar uma negociação aparentemente simples em uma briga.

É aí que a história começa a ficar mais complicada. O protagonista tem habilidade para lutar, mas isso não significa que consiga controlar tudo o que acontece ao redor. Uma coisa é saber se defender. Outra é entrar em uma rede de criminosos e descobrir que qualquer decisão pode gerar uma nova dívida, uma ameaça ou uma perseguição.

O trabalho que deveria ocupar apenas um fim de semana começa a parecer uma péssima ideia.

O filme é só pancadaria?

A ação é uma parte importante de O Cobrador de Dívidas, principalmente pela presença de Scott Adkins e pela profissão do protagonista. Ainda assim, a história depende bastante da relação entre os dois cobradores.

O contraste entre um homem que entrou nesse mundo por necessidade e outro que já conhece aquela realidade dá ao filme um espaço para explorar a parceria dos personagens. O veterano sabe que problemas fazem parte do trabalho. O novato ainda acredita que pode resolver tudo e ir embora.

Essa diferença é justamente o que torna a situação mais interessante. O protagonista não está tentando construir uma carreira no crime. Ele quer dinheiro e, de preferência, sair daquela situação assim que possível. Só que o submundo em que entrou não parece muito interessado em deixá-lo ir embora tão facilmente.

The Next Prince na Netflix | Ele descobriu que era príncipe e ainda se apaixonou pelo guarda real

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The Next Prince já está disponível na Netflix e acompanha uma história que começa com uma descoberta capaz de virar a vida de qualquer pessoa de cabeça para baixo. Khanin Assavadevathin (NuNew) cresceu em Londres sem saber que fazia parte da família real de Emmaly. Quando descobre sua verdadeira identidade, ele precisa deixar a vida que conhecia para trás e voltar ao reino, onde encontra uma disputa pelo trono, ameaças contra sua vida e um guarda real que deveria apenas protegê-lo.

A série tailandesa é estrelada por Chawarin Perdpiriyawong, o NuNew, e Pruk Panich, conhecido como Zee, nos papéis de Khanin e Charan Phithakthewa. Os dois formam o casal central da produção, que mistura romance, sucessão real, investigação e conflitos entre famílias nobres.

A produção foi exibida originalmente na Tailândia pelo canal One31 entre 3 de maio e 2 de agosto de 2025, com 14 episódios transmitidos semanalmente. A versão completa também foi disponibilizada pelo iQIYI após a exibição de cada capítulo. A série é baseada no romance de mesmo nome escrito pela dupla Ceo ft. Ennice, publicado em dois volumes entre 2022 e 2023.

Como Khanin descobre que é um príncipe?

Khanin passou a infância e a juventude em Londres sem conhecer sua verdadeira origem. Sua vida muda quando Charan, um guarda real ligado à família Assavadevathin, aparece em sua casa e revela que ele pertence à família real de Emmaly.

A notícia não é recebida de forma tranquila. Khanin não quer abandonar Londres para viver em um reino que praticamente desconhece e assumir uma posição que nunca fez parte de seus planos. A situação fica ainda mais séria quando homens invadem sua casa e ameaçam sua vida.

Khanin e Charan precisam fugir de Londres enquanto são perseguidos por assassinos contratados. O retorno ao reino, que inicialmente parecia uma questão familiar, passa a envolver uma ameaça direta contra o príncipe.

Quando chega a Emmaly, Khanin descobre que sua identidade também está ligada à sucessão do trono. O rei Thipokbowon Assavadevathin anuncia oficialmente o retorno do neto, colocando o jovem no centro das atenções da família real.

Por que Khanin precisa disputar o trono?

Em Emmaly, a sucessão não depende apenas da linhagem. Os herdeiros das famílias nobres precisam participar da chamada Competição Real, criada para definir quem terá direito ao trono.

Khanin representa os Assavadevathin. Ramil Bhuchongpisut participa pela família Bhuchongpisut, enquanto Ava Davichmetha representa os Davichmetha. A família Meenanagarin também ocupa uma posição importante nas relações políticas do reino.

A primeira etapa da competição envolve uma prova de inteligência relacionada à política de Emmaly e conta com a participação da população na avaliação dos candidatos. O processo, porém, sofre interferências. Rachata Bhuchongpisut manipula a votação para favorecer Ramil.

As etapas seguintes envolvem provas de arco e flecha e terminam em um duelo de esgrima. Khanin inicialmente não quer participar da disputa, mas sua decisão muda depois da morte de seu pai adotivo. O príncipe passa a suspeitar que a morte pode ter sido provocada e decide entrar na competição para conseguir influência suficiente para investigar o caso.

A participação também faz Khanin conhecer de perto os problemas enfrentados pela população. Durante uma visita a Meenanagarin, ele participa de um protesto contra a poluição provocada pela poeira. Um dos manifestantes acusa uma mina ligada aos Assavadevathin de estar relacionada à morte de moradores.

O assunto coloca Khanin em conflito com o rei e faz o príncipe questionar o papel que pretende exercer dentro da monarquia. A partir desse momento, vencer a competição deixa de ser apenas uma questão de sucessão familiar. Khanin passa a enxergar o poder como uma forma de interferir nas decisões que afetam a população.

Como começa o romance entre Khanin e Charan?

Charan começa a história com uma missão bastante clara: encontrar Khanin, levá-lo de volta a Emmaly e garantir sua segurança. A relação entre os dois, porém, muda conforme a convivência aumenta.

O guarda acompanha Khanin durante a preparação para a Competição Real, participa das investigações e passa a dividir com o príncipe informações sobre seu próprio passado. Um dos momentos mais importantes acontece durante uma viagem a Davichmetha, quando uma chuva repentina provoca uma reação emocional em Charan.

Ele conta a Khanin que foi abandonado pela mãe durante uma noite chuvosa. A conversa aproxima os dois, e Khanin consola o guarda antes que a relação entre eles avance para o primeiro beijo.

A proximidade começa a chamar atenção dentro do palácio. Depois de um acidente, surgem rumores sobre um possível relacionamento entre os dois. O rei Thipokbowon decide então afastar Charan de Khanin para evitar que o vínculo entre eles se torne mais profundo.

A separação não dura muito. Khanin insiste para que Charan seja seu treinador na Competição Real, colocando os dois novamente lado a lado. A relação se torna ainda mais complicada quando Charan é preso depois de Khanin ser colocado em perigo.

Rachata aproveita o afastamento para colocar outro homem como treinador do príncipe, mas o plano fracassa quando Khanin é envenenado durante um treinamento de arco e flecha. Charan volta à função de guarda real e retoma a proteção do príncipe.

Os dois finalmente assumem o relacionamento e passam a noite juntos, mas a posição que ocupam dentro da monarquia continua sendo um obstáculo. Charan é um guarda que jurou proteger a família real, enquanto Khanin está diretamente envolvido na disputa pelo trono.

Quem está por trás das ameaças contra Khanin e a família real?

A ameaça contra Khanin começa antes mesmo de sua chegada a Emmaly. A invasão à sua casa em Londres e a perseguição durante a fuga indicam que alguém está interessado em impedir o retorno do príncipe.

A situação se complica quando Ramil sofre uma tentativa de assassinato. O ataque levanta suspeitas sobre possíveis envolvidos dentro da própria estrutura de poder do reino.

Vetith, amigo de Charan e agente infiltrado, encontra Thatdanai, personagem ligado ao passado de Khanin. A descoberta ajuda a esclarecer acontecimentos que estavam sendo mantidos em segredo e coloca novamente em discussão a morte do pai adotivo do príncipe.

No décimo segundo episódio, Thatdanai finalmente revela ao rei o que sabe. Wasin Meenanagarin é apontado como responsável pelo ataque realizado durante a competição de arco e flecha.

Wasin ainda tenta assassinar membros da família real, mas acaba morto durante o confronto. A revelação encerra a principal trama de conspiração e permite que a Competição Real siga até sua etapa decisiva.

Como termina a disputa pelo trono de Emmaly?

Mesmo depois do ataque, as famílias nobres decidem continuar a Competição Real. Ava abandona a disputa, e os candidatos restantes seguem para a última etapa.

A decisão fica nas mãos de um duelo de esgrima. Khanin vence a competição e garante o trono para os Assavadevathin.

A vitória, porém, não significa que o príncipe permanecerá no palácio. Após a morte de Thipokbowon, Tharin assume o trono de Emmaly, e Khanin decide retornar a Londres.

Thatdanai e Chakri acompanham o príncipe no caminho de volta ao Reino Unido. Khanin tenta recuperar uma rotina próxima daquela que tinha antes de descobrir sua verdadeira identidade.

Charan toma uma decisão diferente. Ele abandona o cargo de guarda real e vai para Londres encontrar Khanin. Longe das regras do palácio, finalmente declara seu amor e pede o príncipe em casamento. Khanin aceita.

Quem está no elenco?

NuNew Chawarin interpreta Khanin Assavadevathin, o jovem criado em Londres que descobre sua origem real e acaba envolvido na disputa pelo trono de Emmaly. Zee Pruk vive Charan Phithakthewa, o guarda real encarregado de proteger o príncipe e que, com o passar da história, se torna seu interesse amoroso.

O elenco também conta com Jimmy Karn Kritsanaphan, como Ramil Bhuchongpisut, um dos concorrentes da Competição Real; Ohm Thanakrit Chiamchunya, no papel de Paitay Ronawee; Net Siraphop Manithikhun, como Calvin; JJ Radchapon Phornpinit, interpretando Jay Jirat; e Kris Charintip Rungthanakiat, como Ava Davichmetha.

Entre os nomes mais experientes da produção estão Nirut Sirijanya, que interpreta o rei Thipokbowon Assavadevathin, e Phollawat Manuprasert, responsável pelo papel de Tharin Assavadevathin. A história ainda reúne personagens ligados às famílias Bhuchongpisut, Davichmetha e Meenanagarin, que participam diretamente das disputas políticas e da sucessão do reino.

A série tem quantos episódios?

A série possui 14 episódios, exibidos originalmente aos sábados pelo canal One31 entre maio e agosto de 2025. Os capítulos acompanham Khanin desde a descoberta de sua identidade até a conclusão da Competição Real.

A história passa pela fuga de Londres, pela chegada do príncipe a Emmaly, pela investigação sobre a morte de seu pai adotivo, pelos conflitos envolvendo a sucessão e pelo desenvolvimento de seu relacionamento com Charan.

Onde assistir?

The Next Prince está disponível na Netflix, com os 14 episódios da temporada. A série também foi lançada internacionalmente por outras plataformas. Durante a exibição original na Tailândia, o iQIYI disponibilizou os capítulos completos pouco depois da transmissão televisiva, e a produção recebeu distribuição em mercados como Japão e Coreia do Sul.

O Pai da Minha Filha | Quem é o verdadeiro pai de Julieta e qual o impacto do segredo na nova série da Netflix?

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Disponível na Netflix, O Pai da Minha Filha é uma série mexicana com 10 episódios que acompanha uma família obrigada a revisitar um segredo guardado por anos. A história começa quando Julieta (Azul Guaita) sofre uma grave emergência de saúde e descobre que precisa de um transplante de rim. A busca por um doador compatível acaba levando a uma informação que muda completamente o caso: o homem que a jovem sempre reconheceu como pai não é seu pai biológico.

Maca (Silvia Navarro), mãe de Julieta e médica, precisa lidar com dois problemas ao mesmo tempo. A filha está em uma situação delicada e precisa de um transplante, mas a descoberta sobre sua origem familiar abre uma série de conflitos que estavam escondidos havia anos.

A possível compatibilidade com o pai biológico transforma o segredo em uma questão de vida ou morte. O que antes poderia permanecer escondido passa a exigir respostas, e a revelação coloca duas famílias em conflito.

O que acontece com Julieta no início da série?

A história começa durante a festa de formatura de Julieta. O momento que deveria marcar uma nova etapa para a jovem termina de maneira inesperada quando seu estado de saúde piora drasticamente.

Maca percebe a gravidade da situação e começa a procurar uma solução. A necessidade de um transplante de rim faz com que os familiares sejam avaliados na tentativa de encontrar um doador compatível.

É nesse processo que surge a informação sobre a verdadeira paternidade de Julieta. O homem que esteve ao lado dela durante toda a vida não possui vínculo biológico com a jovem. A descoberta coloca em dúvida parte da história familiar que ela conhecia e obriga Maca a enfrentar uma decisão que poderia ter consequências para todos.

A situação fica ainda mais delicada quando um teste de DNA confirma uma compatibilidade. O resultado cria uma possibilidade real para o transplante, mas também expõe uma verdade capaz de alterar definitivamente a relação entre os envolvidos.

Por que o teste de DNA muda a relação entre as famílias?

A confirmação da compatibilidade faz com que o segredo deixe de ser apenas uma questão familiar. A partir desse momento, a origem de Julieta passa a interferir diretamente em seu tratamento.

Yolanda assume uma posição importante na disputa e começa a tomar decisões para proteger suas filhas. A relação entre ela e Maca se deteriora conforme as duas passam a discordar sobre a maneira de lidar com a situação.

Maca também precisa conviver com a culpa. A descoberta faz com que decisões antigas sejam revisitadas, principalmente porque a verdade aparece justamente quando Julieta está em uma situação de risco.

A história de Julieta chega a um número maior de pessoas, e os irmãos da jovem também tentam encontrar uma maneira de ajudá-la. O problema é que cada tentativa de resolver a situação acaba envolvendo novos personagens.

O conflito deixa de ser apenas sobre quem é o pai biológico. A questão passa a envolver quem tem o direito de decidir sobre o futuro de Julieta e como as duas famílias vão lidar com uma verdade que não pode mais ser escondida.

O que acontece com Julieta e Nacho em Tulum?

A trama também acompanha a vida pessoal de Julieta. Mesmo diante do problema de saúde e das disputas familiares, a jovem tenta fazer escolhas próprias.

Sua relação com Nacho se desenvolve ao longo da temporada. Os dois seguem para Tulum, onde Julieta tenta realizar um sonho e se afastar, ainda que por pouco tempo, da pressão provocada pelos acontecimentos em sua família.

A viagem ganha importância nos episódios seguintes. Yolanda e Maca entram em conflito no local, e Victoria acaba envolvida na situação. A passagem por Tulum também interfere em outras histórias, já que Emilio e Ricardo começam a procurar Bernardo e María.

A série usa esse período para acompanhar Julieta fora do ambiente familiar. A personagem passa a ter espaço para tomar decisões por conta própria, em vez de ser tratada apenas como a jovem que precisa de um transplante.

O que aconteceu entre Maca e Emilio no passado?

A relação entre Maca e Emilio é outro ponto importante da história. Os dois possuem um passado que ajuda a explicar parte das decisões tomadas antes do início da série.

Um dos episódios recupera a trajetória do relacionamento, desde os planos que o casal tinha para o futuro até o fim da relação. A história ajuda a entender como antigos acontecimentos continuam interferindo no presente.

Emilio também enfrenta problemas de saúde e precisa reconsiderar algumas de suas decisões. Em determinado momento, uma mudança de posição sua pode alterar o futuro de Julieta.

O passado entre os dois ganha importância porque a descoberta sobre a paternidade faz com que acontecimentos antigos sejam vistos de outra maneira. Relações que pareciam encerradas voltam a influenciar as decisões dos personagens.

Quais outros conflitos aparecem durante os 10 episódios?

A série desenvolve diferentes histórias paralelas ao longo da temporada. Gustavo, Bernardo, María, Victoria, Alejandro e Rosa possuem conflitos próprios que acabam se cruzando com a trama de Julieta.

Gustavo presencia uma traição e passa a enfrentar problemas cada vez maiores. Sua situação se agrava quando ele acaba nas mãos de um inimigo e precisa tomar uma decisão importante.

Bernardo e María também ficam envolvidos em uma trama complicada. A história dos dois exige a participação de outros personagens e contribui para aumentar a tensão entre as famílias.

Victoria enfrenta as consequências da exposição pública e acaba sendo atacada nas redes sociais. O episódio evidencia como os conflitos pessoais dos personagens podem ultrapassar o ambiente familiar e chegar ao espaço público.

Essas histórias ocupam parte da temporada sem retirar o foco do problema de Julieta. O transplante continua sendo uma questão central, mas os demais personagens também precisam lidar com decisões que tomaram antes e com as consequências delas.

O que acontece nos episódios finais?

A reta final começa a reunir as diferentes histórias apresentadas ao longo da temporada. No oitavo episódio, Julieta consegue realizar um de seus sonhos, enquanto Bernardo decide revelar a verdade sobre o que aconteceu.

O nono capítulo volta ao relacionamento entre Maca e Emilio e recupera acontecimentos anteriores ao início da história. A série apresenta os planos que os dois tinham para o futuro e como a relação chegou ao fim. Maca também conhece um cantor, abrindo espaço para uma nova possibilidade em sua vida pessoal.

No décimo episódio, intitulado “Os limites do perdão”, as decisões tomadas durante a temporada começam a cobrar consequências. Uma dívida antiga volta a afetar Carlos, enquanto Emilio muda de ideia sobre uma questão que pode interferir diretamente na vida de Julieta.

O encerramento coloca as famílias em situações diferentes. Uma encontra uma possibilidade de esperança, enquanto outra enfrenta as consequências dos segredos e conflitos acumulados durante anos.

Quem está no elenco?

Silvia Navarro interpreta Maca, médica e mãe de Julieta. Azul Guaita vive a jovem que precisa do transplante e passa a descobrir informações desconhecidas sobre sua própria família.

O elenco também conta com Manolo Cardona e Erik Hayser, além de outros atores que interpretam os personagens ligados às duas famílias e às histórias paralelas desenvolvidas ao longo dos episódios.

A produção segue uma estrutura de drama familiar mexicano, combinando o problema de saúde de Julieta com conflitos de relacionamento, segredos de paternidade e disputas entre os personagens.

Quantos episódios tem a série e onde assistir?

O Pai da Minha Filha está disponível na Netflix com uma temporada completa de 10 episódios. Os capítulos têm entre aproximadamente 40 e 49 minutos de duração.

Sessão da Tarde exibe Ingresso Para o Paraíso nesta quinta-feira (23), com Julia Roberts e George Clooney

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A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 23 de julho, exibe Ingresso Para o Paraíso, comédia romântica estrelada por Julia Roberts e George Clooney. Dirigido por Ol Parker, o filme acompanha dois ex-casados que viajam até Bali para tentar impedir o casamento da própria filha.

David e Georgia Cotton estão divorciados há 25 anos e não mantêm uma relação exatamente amigável. Os dois ainda trocam provocações e parecem guardar ressentimentos do período em que estiveram juntos. A situação muda quando recebem a notícia de que Lily, filha do casal, decidiu se casar com um homem que conheceu durante uma viagem.

Para os pais, a decisão foi tomada rápido demais. David e Georgia acreditam que Lily está prestes a cometer o mesmo erro que eles cometeram no passado. A preocupação aumenta porque a filha pretende deixar de lado os planos que tinha para seguir uma vida diferente ao lado do novo namorado.

Sem conseguir convencer Lily a desistir do casamento, os dois decidem viajar para Bali. O objetivo é simples: encontrar uma maneira de impedir a cerimônia antes que seja tarde demais.

O plano coloca David e Georgia novamente lado a lado. Depois de tantos anos separados, os dois precisam conviver durante a viagem e trabalhar juntos, mesmo que discordem de praticamente tudo. As tentativas de interferir no casamento acabam criando uma sequência de situações que aproxima novamente o ex-casal.

A viagem também faz os dois revisitarem a própria história. Afinal, a preocupação com Lily tem relação direta com o fracasso do casamento que eles tiveram. David e Georgia acreditam conhecer os perigos de uma decisão impulsiva, mas precisam lidar com uma diferença importante: a filha não é obrigada a repetir os erros dos pais.

Julia Roberts e George Clooney interpretam um casal divorciado

A principal força do longa está na dupla formada por Julia Roberts e George Clooney. Os atores já haviam trabalhado juntos em produções como Onze Homens e um Segredo e Jogo do Dinheiro, mas aqui interpretam personagens que vivem uma relação bem diferente.

David e Georgia se conhecem profundamente. Eles sabem exatamente como irritar um ao outro e carregam uma história de décadas. Por isso, as discussões entre os dois não parecem simples brigas entre desconhecidos. Existe intimidade, memória e uma relação que continua influenciando a vida de ambos.

A dinâmica entre os protagonistas conduz boa parte do humor do filme. Os dois passam a maior parte da história tentando provar que estão certos, mas a convivência também faz surgir sentimentos que pareciam enterrados junto com o casamento.

A produção aproveita essa situação para explorar uma questão simples: o que acontece quando duas pessoas que passaram anos tentando seguir em frente são obrigadas a olhar novamente para aquilo que ficou para trás?

Quem está no elenco de Ingresso Para o Paraíso?

Além de Julia Roberts e George Clooney, o filme conta com Kaitlyn Dever no papel de Lily, filha de David e Georgia. A atriz ficou conhecida por trabalhos como Fora de Série, Dopesick e Ninguém Vai Te Salvar.

Billie Lourd interpreta Wren Butler, melhor amiga de Lily, que acompanha a jovem durante a viagem. A personagem também desenvolve uma história própria ao longo da trama.

O elenco conta ainda com Lucas Bravo, conhecido por interpretar Gabriel em Emily em Paris. No filme, ele vive um médico local que se aproxima de Wren.

A direção é de Ol Parker, que também assina o roteiro ao lado de Daniel Pipski. Parker já havia trabalhado com histórias de romance e comédia em filmes como O Exótico Hotel Marigold 2 e Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo.

Soldado do Império decide desafiar seu próprio governo após encontrar duas crianças em Crônicas das Brumas Densas

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Valek cresceu dentro do exército do Império de Tharos. Desde muito jovem, aprendeu que obedecer era parte do trabalho e que o povo ao qual pertencia estava acima dos demais. Sob o comando do rei Varkonn, participou de campanhas militares e passou anos seguindo ordens sem questionar os motivos por trás delas.

Tudo muda quando ele recebe uma missão em Porthus. Em Crônicas das Brumas Densas, fantasia sombria de Rafael Mininel, o soldado é enviado até a cidade com uma ordem que coloca sua lealdade à prova: eliminar toda a população local.

A missão não faz distinção entre combatentes e civis. Mulheres, idosos e crianças também estão na lista.

O que faz Valek mudar de ideia?

Porthus está longe de parecer um campo de batalha. A cidade tem casas de barro, cercas de madeira e uma rotina simples. Há crianças pelas ruas, famílias seguindo suas vidas e o cheiro de pão e lenha espalhado pelo lugar.

Para o Império, porém, aquelas pessoas foram consideradas improdutivas e, por esse motivo, passaram a ser tratadas como descartáveis.

Durante a operação, Valek encontra duas crianças escondidas sob uma mesa. A menina tem três anos e o menino, sete. Diante daquela situação, ele decide não cumprir a ordem que recebeu.

A escolha muda completamente sua vida. Até aquele momento, Valek era um soldado do Império. Depois de desobedecer, passa a ser visto como uma ameaça pelo mesmo governo que serviu durante anos.

O que começa com uma decisão para proteger duas crianças acaba aproximando Valek dos grupos que resistem ao governo de Varkonn. Pela primeira vez, ele precisa olhar para o sistema ao qual dedicou sua vida e questionar as ideias que aprendeu a defender.

Como Valek lida com o próprio passado?

A mudança do personagem não acontece de uma hora para outra. Valek passou anos servindo ao Império e não pode simplesmente apagar tudo o que fez antes de decidir enfrentá-lo.

Ao se aproximar da resistência, ele começa a entender como funciona o governo que ajudou a proteger. A perseguição de determinados grupos, a violência usada pelo Estado e a forma como o poder transforma pessoas em inimigos fazem parte desse processo.

O passado de Valek também pesa sobre suas escolhas. Ele precisa decidir se está realmente disposto a enfrentar o sistema ou se sua rebelião ficará restrita àquela única missão.

Por que a memória é tão importante na história?

A guerra contra o governo é apenas uma parte da história criada por Rafael Mininel. Crônicas das Brumas Densas também constrói uma mitologia própria, com entidades e forças que interferem na maneira como os personagens enxergam a realidade e lembram do passado.

Uma delas é o Arquivista Sombrio, entidade ligada às memórias e às diferentes versões de um mesmo acontecimento. Existe também a Primeira Voz, descrita como o princípio do mundo e uma existência que surgiu antes da própria linguagem.

Essas figuras ajudam a ampliar uma das principais questões do livro: o que acontece quando as pessoas já não conseguem ter certeza sobre aquilo que lembram?

Na história, a memória não está ligada apenas ao passado. Ela também pode ser usada como instrumento de controle. Quando diferentes versões dos acontecimentos entram em conflito, quem consegue definir qual delas será aceita também passa a ter influência sobre a forma como a sociedade entende sua própria história.

Quem acompanha Valek nessa história?

A narrativa tem cerca de mil páginas e apresenta outros personagens que ganham espaço conforme a resistência contra Varkonn cresce.

Mira começa como uma mulher comum, mas acaba assumindo uma posição de liderança no movimento contra o governo. Led é descrito como uma falha na ordem da criação, algo que interfere diretamente em sua existência e em seu papel na história. Já Lyra é uma artista que tenta manter sua sensibilidade mesmo vivendo em um mundo cada vez mais marcado pela violência.

O livro também conta com elfos, entidades sobrenaturais e outros elementos ligados à mitologia criada pelo autor. Todos esses personagens e conceitos se conectam aos conflitos políticos da trama e à transformação de Valek.

A história do soldado começa com uma ordem que ele decide não cumprir. Ao escolher proteger duas crianças, Valek deixa de ser apenas um homem que segue ordens e passa a questionar o governo que serviu durante toda a vida. A partir daí, sua trajetória se mistura a uma disputa maior, envolvendo poder, memória e as diferentes formas de contar a história de um povo.

Tomie Ohtake e Alice Shintani dividem espaço em nova exposição na CAIXA Cultural do Rio

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A arte de Tomie Ohtake e Alice Shintani vai ocupar o mesmo espaço a partir de 28 de julho, na exposição Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale, em cartaz na CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. A mostra reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações de duas artistas de gerações diferentes, criando uma conversa que passa por cor, espaço e pelas várias formas de entender a pintura.

Com curadoria de Ana Roman e Catalina Bergues, a exposição segue até 15 de novembro de 2026. A ideia central parte justamente das diferenças entre as duas artistas. O título faz referência às montanhas e aos vales, formações que existem em relação umas às outras e ajudam a pensar como os trabalhos de Tomie e Alice podem ser vistos juntos.

O que acontece quando duas artistas tão diferentes dividem a mesma exposição?

A mostra não tenta aproximar as duas trajetórias à força. A curadoria trabalha justamente com as distâncias entre elas.

Tomie Ohtake construiu uma carreira marcada pela síntese das formas e pela pesquisa contínua sobre cor e espaço. Alice Shintani segue um caminho mais aberto, levando a pintura para instalações, intervenções e diferentes situações de exposição.

A partir desse contraste, as obras ocupam as duas salas da CAIXA Cultural e também o espaço de passagem entre elas. O visitante vai encontrando as conexões aos poucos, conforme circula pela exposição.

Uma pintura de Tomie Ohtake volta a ocupar um espaço pensado para ela

Na primeira sala, trabalhos de Tomie Ohtake dividem espaço com Menas, instalação de Alice Shintani formada por estruturas leves e reconfiguráveis. A montagem cria uma relação interessante entre a presença mais concentrada das pinturas e gravuras de Tomie e a estrutura mais aberta da instalação de Alice.

Um dos trabalhos de maior destaque é uma pintura monumental de Tomie Ohtake instalada em uma parede curva. A obra recupera uma configuração espacial relacionada à sua apresentação original, realizada durante a exposição inaugural do Instituto Tomie Ohtake, em 2001.

A escolha ajuda a perceber uma característica importante da produção da artista: seus trabalhos muitas vezes foram pensados para dialogar diretamente com o lugar onde estão instalados.

A obra de Alice Shintani acompanha o caminho do visitante

No espaço entre as duas salas está Cru e Cozido, série de Alice Shintani formada por 19 pinturas e um chassi sem tela. O conjunto funciona como uma espécie de passagem dentro da exposição e reúne uma pesquisa que a artista desenvolve há cerca de dez anos.

Formas, cores e estruturas reaparecem ao longo das obras, mas sem seguir uma configuração fixa. A série muda conforme suas relações internas também mudam, mantendo a ideia de uma pintura que pode ser reorganizada e vista de diferentes maneiras.

Na segunda sala, Shintani ocupa as paredes com uma grande instalação pictórica. O ambiente deixa de funcionar apenas como suporte e passa a fazer parte do próprio trabalho.

No centro da sala estão esculturas tubulares de Tomie Ohtake. As peças criam novas relações de equilíbrio e movimento com a instalação ao redor, fazendo com que as produções das duas artistas voltem a se encontrar.

Quem foi Tomie Ohtake?

Nascida em 1913, em Quioto, no Japão, Tomie Ohtake chegou ao Brasil em 1936 e se tornou um dos nomes fundamentais da arte brasileira.

Ela começou a pintar aos 39 anos e, a partir dos anos 1950, desenvolveu uma pesquisa ligada à abstração. Seus trabalhos em tinta a óleo partiam muitas vezes de estudos, recortes e colagens que ajudavam a definir formas e áreas de cor.

Com o passar dos anos, a artista também passou a trabalhar com tinta acrílica, gravura e escultura. Na década de 1980, sua produção ganhou novas dimensões com obras públicas e projetos de grande escala instalados em diferentes cidades.

Tomie continuou trabalhando até o fim da vida e morreu em 2015, aos 101 anos.

Alice Shintani começou na engenharia antes de seguir para a arte

A trajetória de Alice Shintani é bem diferente. Nascida em 1971, na região entre Diadema e São Paulo, ela se formou em engenharia da computação e trabalhou na área antes de iniciar sua carreira artística, no começo dos anos 2000.

Sua produção parte da pintura, mas não fica presa à tela. Ao longo dos anos, Shintani desenvolveu instalações, ações coletivas, intervenções urbanas e trabalhos que discutem a relação entre arte, espaço e público.

Entre 2013 e 2016, a artista trabalhou como vendedora ambulante de brigadeiros em ruas e feiras livres do centro financeiro de São Paulo. A vivência acabou incorporada à sua pesquisa e influenciou trabalhos posteriores, incluindo as séries Mata e Menas, apresentadas na 34ª Bienal de São Paulo, entre 2020 e 2021.

Quando e onde visitar a exposição?

Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale abre ao público em 28 de julho e permanece em cartaz até 15 de novembro de 2026, na CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro.

A abertura acontece no dia 28 de julho, das 19h às 21h. A exposição é realizada pelo Instituto Tomie Ohtake na CAIXA Cultural, com curadoria de Ana Roman e Catalina Bergues.

Retorno a Buenos Aires coloca o Brasil na disputa pelo Leão de Ouro em Veneza com história sobre ditadura e memória

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O cinema brasileiro estará novamente na disputa principal do Festival de Cinema de Veneza com Retorno a Buenos Aires, novo filme dirigido por Marco Bechis, cineasta argentino-italiano conhecido por obras como Garage Olimpo, Terra Vermelha e Alambrado. A produção é uma coprodução entre Brasil e Itália e integra a competição oficial da edição de 2026, concorrendo ao Leão de Ouro.

O longa tem Adriano Giannini como protagonista e conta ainda com Paula Cohen, Eduardo Hoy, Ana Celentano, Vero Gerez e Olivia Nuss no elenco. Bechis divide o roteiro com Vijaya Bechis Boll.

Qual é a história do filme?

A trama acompanha Mariano Guerra, um homem que passou 33 anos vivendo na Itália e decide voltar à Argentina em 2008. O motivo da viagem está ligado a um dos períodos mais violentos da história recente do país: a ditadura militar.

Mariano retorna a Buenos Aires para testemunhar no julgamento dos militares responsáveis por seu sequestro, tortura e escravização durante o regime. Hospedado nas instalações do Ministério da Justiça ao lado de outros sobreviventes, ele passa os dias esperando pelo momento de prestar seu depoimento.

O reencontro com pessoas que viveram situações semelhantes faz com que lembranças antigas voltem a ocupar espaço na vida de Mariano. O julgamento representa uma tentativa de responsabilizar os envolvidos, mas a história do personagem também levanta uma questão mais difícil: como seguir vivendo depois de sobreviver a algo que matou ou destruiu tantas outras pessoas?

Por que a história tem uma ligação tão pessoal com Marco Bechis?

O tema está diretamente relacionado à trajetória do próprio diretor. Bechis foi preso político durante a ditadura argentina e já abordou os efeitos daquele período em outros trabalhos de sua carreira.

Em Retorno a Buenos Aires, porém, ele optou por contar a história de um personagem fictício. Mariano não é uma representação direta do cineasta, embora carregue uma situação que Bechis conhece de perto.

O diretor explicou que escolheu a ficção porque ela permitia abordar uma questão que continua presente em sua vida: o chamado sentimento de culpa do sobrevivente. A história se passa décadas depois dos crimes, mas o tempo não apaga necessariamente aquilo que aconteceu.

A produção também ganhou um significado especial por ter encerrado suas filmagens no período que marcou os 50 anos do início da ditadura argentina, instaurada em março de 1976.

Como foi a produção entre Brasil e Itália?

O filme teve três meses de preparação antes das gravações. As filmagens passaram quatro semanas por Porto Alegre, no Brasil, e depois seguiram para Turim, no norte da Itália, onde foram realizadas outras três semanas de trabalho.

A produção brasileira ficou a cargo da 34 Filmes, de Brasília, em parceria com as italianas Fandango, 39Films, Karta Film e Rai Cinema. O projeto também contou com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), administrados pelo BRDE, por meio do edital de coprodução internacional de 2024.

Profissionais brasileiros participaram de diferentes áreas da produção. Entre eles estão Eduardo Antunes, responsável pela direção de arte; Alessandra Tosi, na produção de elenco; Coca Serpa, no figurino; e Beto Rodrigues, como line producer. André Ristum e Patrick de Jongh assinam a produção executiva.

Para a 34 Filmes, o projeto também representa um momento importante para o cinema produzido fora do eixo tradicional do audiovisual brasileiro. A produtora destacou que Retorno a Buenos Aires é o primeiro filme da região CONNE, que reúne Centro-Oeste, Norte e Nordeste, selecionado para a competição principal do Festival de Veneza.

Quem está no elenco?

Adriano Giannini interpreta Mariano Guerra. O elenco também reúne Eduardo Hoy, que vive a versão jovem do protagonista, e Paula Cohen, no papel da juíza Desideria Losada.

Completam o elenco Ana Celentano como Amalia Mendez, Veronica Gerez como Evelyn, Olivia Nuss como Muneca, Adrian Fondari como Doctor K, Marcelo Chaparro como o advogado Enrique Caseros, Vijaya Bechis Boll como Sofia Guerra, Marcela Serli como a advogada dos militares e Maria Layla Fernandez como a promotora pública.

Quando o filme chega a Veneza?

A participação na competição oficial coloca Retorno a Buenos Aires novamente o cinema brasileiro entre os concorrentes ao principal prêmio do Festival de Veneza. A produção chega ao evento com uma história centrada em memória, julgamento e nas marcas deixadas pela ditadura argentina, mas sem transformar seu protagonista em um simples símbolo histórico.

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