Primeiras impressões de Supergirl | Nova aventura cósmica da DC impressiona pelo visual e pelos personagens

Imagem do filme "Supergirl". Foto: Reprodução/ DC Studios

O Almanaque Geek teve acesso a cerca de 30 minutos de cenas de Supergirl, novo filme da DC Studios estrelado por Milly Alcock. O material exibido reuniu sequências de diferentes momentos da trama e permitiu observar alguns dos principais elementos que definirão a produção quando ela chegar aos cinemas em 26 de junho de 2026.

Para quem gostou da expansão do lado mais fantástico do Universo DC em Superman, há motivos para ficar animado. O novo longa da super heroína amplia ainda mais esse conceito e mergulha de cabeça na ficção científica. A aventura leva Kara Zor-El para diferentes partes da galáxia, apresentando novos mundos, personagens e ameaças que ajudam a expandir o universo compartilhado da franquia.

O que mais chamou nossa atenção foi o fato de o filme não parecer interessado em repetir a fórmula tradicional das histórias do Superman. Kara é retratada como uma personagem com experiências de vida muito diferentes das de seu primo. Isso fica evidente em suas atitudes, na forma como se relaciona com outras pessoas e até na maneira como encara os desafios ao longo da jornada.

Milly Alcock transmite essa diferença com naturalidade. Nas cenas exibidas, a atriz entrega uma personagem forte e determinada, mas que também demonstra carregar marcas de seu passado. Essa abordagem torna Kara mais humana e ajuda a criar uma identidade própria para a heroína dentro do novo Universo DC.

Outro ponto importante para os fãs é a fidelidade ao espírito da HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, de Tom King e Bilquis Evely. Mesmo sem revelar detalhes importantes da trama, os trechos apresentados mantêm a sensação de aventura espacial e de jornada pessoal que fizeram a história original se tornar uma das versões mais elogiadas da personagem nos quadrinhos.

Visualmente, o filme impressiona. A direção de Craig Gillespie aproveita bem os cenários cósmicos e cria imagens que reforçam constantemente a escala da aventura. Os diferentes ambientes apresentados possuem características próprias e ajudam a fazer a galáxia parecer um lugar vivo, e não apenas um pano de fundo para a ação.

Os efeitos visuais também merecem destaque. Em um momento em que muitos blockbusters enfrentam críticas por CGI inacabado ou excessivamente artificial, Supergirl apresentou um nível técnico bastante consistente. Os efeitos vistos nas cenas exibidas parecem finalizados e integrados ao restante da produção, contribuindo para a imersão do público.

Nas sequências de ação, o filme demonstra personalidade. Os confrontos exibidos são bem coreografados, fáceis de acompanhar e aproveitam os poderes da protagonista de forma criativa. O material apresentado sugere que a ação terá um papel importante na narrativa, mas sem ofuscar o desenvolvimento dos personagens.

Entre as surpresas mais positivas está Jason Momoa como Lobo. A participação do personagem foi uma das que mais despertou curiosidade entre os fãs desde o anúncio do elenco, e os trechos exibidos ajudam a entender o motivo. Momoa parece perfeitamente confortável no papel e entrega exatamente a energia irreverente, exagerada e imprevisível que tornou o anti-herói tão popular nos quadrinhos.

Krypto também merece menção especial. O supercão não aparece apenas como um elemento fofo da história. Pelo que foi mostrado, ele tem participação relevante na dinâmica da protagonista e ajuda a construir alguns dos momentos mais divertidos e emocionantes da produção.

É importante destacar que ainda não vimos o filme completo. Questões fundamentais, como o desenvolvimento da narrativa, a construção dos conflitos e o impacto emocional da jornada de Kara, só poderão ser avaliadas após a exibição integral da obra. Ainda assim, os 30 minutos apresentados foram suficientes para indicar que a DC está apostando em algo diferente dentro de seu catálogo recente.

Sony Pictures distribuirá novo filme de Nárnia nos cinemas; Netflix confirma datas de estreia de O Sobrinho do Mágico

Depois de anos em desenvolvimento, o novo filme de As Crônicas de Nárnia finalmente ganhou datas de lançamento. Segundo a Variety, O Sobrinho do Mágico, dirigido por Greta Gerwig, chegará aos cinemas em 12 de fevereiro de 2027. A estreia na Netflix está marcada para 2 de abril do mesmo ano.

A plataforma também confirmou sessões antecipadas em IMAX a partir de 10 de fevereiro. Fora dos Estados Unidos, a distribuição ficará a cargo da Sony Pictures Entertainment. No mercado norte-americano, o lançamento será realizado pela própria Netflix.

A definição da estratégia de lançamento encerra uma das principais dúvidas que cercavam o projeto desde que a Netflix adquiriu os direitos de adaptação das obras de C.S. Lewis, em 2018. O filme terá uma passagem ampla pelos cinemas antes de chegar ao streaming, algo pouco comum entre as produções originais da plataforma.

O primeiro capítulo escolhido para abrir essa nova fase será O Sobrinho do Mágico. Embora tenha sido publicado depois de outros livros da série, o romance apresenta acontecimentos que antecedem toda a cronologia de Nárnia.

A história acompanha Digory Kirke e Polly Plummer, duas crianças que acabam atravessando diferentes mundos por causa dos experimentos conduzidos por Andrew Ketterley, tio de Digory. Durante a jornada, eles encontram Jadis e testemunham eventos que estão diretamente ligados à origem de Nárnia.

O elenco reúne David McKenna como Digory Kirke, Beatrice Campbell no papel de Polly Plummer, Emma Mackey como Jadis e Daniel Craig interpretando Andrew Ketterley. A produção também conta com Carey Mulligan, Ciarán Hinds, Meryl Streep, Denise Gough, Susan Wokoma, Kobna Holdbrook-Smith, Ava Jager e James Murray.

O longa marca o retorno de Greta Gerwig à direção após o sucesso de Barbie. Conhecida por trabalhos como Lady Bird e Adoráveis Mulheres, a cineasta assume agora uma adaptação de grande escala baseada em uma das séries literárias mais conhecidas do século XX.

Além de inaugurar a nova fase da franquia nas telas, o filme leva ao cinema uma história que nunca recebeu adaptação cinematográfica. Enquanto O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian e A Viagem do Peregrino da Alvorada já ganharam versões para o cinema, O Sobrinho do Mágico chegará às telas pela primeira vez em 2027.

Nárnia continua entre as franquias de fantasia mais populares do mundo

Quando a primeira adaptação da frnaquia chegou aos cinemas, em 2005, o mercado vivia um período marcado pelo sucesso de grandes sagas de fantasia. Mesmo diante da concorrência de franquias consolidadas, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa encontrou espaço e se transformou em um dos maiores lançamentos daquele ano, arrecadando mais de US$ 745 milhões nas bilheterias mundiais.

O resultado mostrou que as histórias criadas por C.S. Lewis continuavam encontrando público décadas após a publicação dos livros. O sucesso comercial levou à produção de Príncipe Caspian, em 2008, e A Viagem do Peregrino da Alvorada, em 2010. Juntos, os três filmes levaram milhões de espectadores aos cinemas e consolidaram Nárnia como uma das adaptações literárias mais bem-sucedidas dos anos 2000.

Mas a força da franquia não está ligada apenas às bilheterias. Os livros de C.S. Lewis permanecem entre os títulos de fantasia mais lidos do mundo, com mais de 100 milhões de exemplares vendidos ao longo das últimas décadas. Em muitos países, incluindo o Brasil, a coleção continua sendo reeditada regularmente e descoberta por novos leitores, seja por indicação escolar, por influência das adaptações cinematográficas ou pelo interesse em clássicos da literatura fantástica.

A escolha de O Sobrinho do Mágico para inaugurar a nova fase da franquia também tem um significado especial. Diferentemente dos filmes anteriores, que começaram por O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, a Netflix decidiu adaptar uma história que nunca chegou aos cinemas. Isso permite apresentar acontecimentos inéditos para grande parte do público e explorar um período do universo de Nárnia que até hoje existia apenas nas páginas dos livros.

Trailer de The Husband revela desaparecimento após pedido de divórcio e destaca novo papel de Namkoong Min

A SBS divulgou o primeiro trailer de The Husband, série sul-coreana que chega à televisão do país em 4 de julho. Estrelada por Namkoong Min, a produção acompanha a história de um médico que inicia uma busca pela ex-esposa depois que ela desaparece poucas horas após os dois concordarem em se divorciar.

A prévia apresenta Kang Tae-ju, um renomado neurocirurgião e diretor de hospital que vê sua rotina desmoronar quando Go Se-yoon, interpretada por Lee Seol, desaparece sem deixar rastros. O caso rapidamente se transforma em uma investigação que mistura crime, interesses ocultos e revelações sobre a vida do casal.

O trailer evita entregar muitos detalhes da trama, mas deixa claro que o desaparecimento de Se-yoon é apenas o início de uma história mais complexa. Enquanto tenta encontrá-la, Tae-ju passa a descobrir informações que colocam em dúvida tudo o que acreditava saber sobre seu casamento.

Um dos pontos mais interessantes mostrados nas primeiras imagens é que o protagonista acaba ocupando posições opostas ao mesmo tempo. Em sua tentativa de encontrar a ex-esposa, ele se torna alvo de suspeitas e precisa lidar com pessoas que parecem estar sempre um passo à frente de sua investigação.

O principal responsável pelo sequestro é Noh Man-hee, personagem vivido por Kim Dae-myung. Embora seja conhecido publicamente como diretor de uma academia local, ele esconde atividades criminosas que o colocam no centro dos acontecimentos.

Outra figura importante da história é Kim Kyung-ae, interpretada por Lee Sang-hee. Ela aparece ao lado de Se-yoon após o desaparecimento e parece conhecer detalhes importantes sobre o caso.

Além do mistério envolvendo o sequestro, a série também deve explorar a relação entre Tae-ju e Se-yoon. A decisão de se divorciar acontece antes do desaparecimento, o que levanta questões sobre segredos, ressentimentos e acontecimentos do passado que ainda não vieram à tona.

O projeto marca mais um trabalho de destaque para Namkoong Min, conhecido por interpretar personagens que enfrentam situações extremas e desafios psicológicos. Nos últimos anos, o ator se consolidou como um dos rostos mais reconhecidos dos dramas coreanos, especialmente em produções voltadas para suspense e ação.

Antes da estreia, A Odisseia já quebra recorde histórico em IMAX e mostra o tamanho da expectativa pelo novo filme de Christopher Nolan

Falta pouco mais de um mês para a estreia de A Odisseia, mas o novo filme de Christopher Nolan já começou a registrar números dignos de um grande evento cinematográfico. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa bateu o recorde de vendas antecipadas do BFI IMAX, em Londres, a maior tela de cinema do Reino Unido.

Em apenas 24 horas, cerca de 28 mil ingressos foram vendidos para sessões do filme, gerando uma arrecadação de aproximadamente £ 750 mil. O resultado representa a maior venda de ingressos no primeiro dia da história do complexo, um dos cinemas mais importantes do circuito IMAX mundial.

O dado chama atenção porque a estreia do longa-metragem está marcada apenas para 16 de julho de 2026. Na prática, o desempenho mostra que a combinação entre Christopher Nolan, o formato IMAX e uma das histórias mais famosas da literatura mundial já está mobilizando o público muito antes do lançamento.

O fenômeno também ajuda a medir o impacto que Nolan conquistou nos últimos anos. Depois do sucesso de Oppenheimer, que arrecadou quase US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e venceu sete Oscars, cada novo projeto do diretor passou a ser tratado como um acontecimento dentro da indústria cinematográfica.

Desta vez, o cineasta decidiu levar para as telas uma adaptação de A Odisseia, poema atribuído a Homero e considerado uma das obras mais importantes da literatura ocidental. A história acompanha Odisseu, rei de Ítaca, tentando voltar para casa após a Guerra de Troia. O que deveria ser uma viagem relativamente simples acaba se transformando em uma jornada marcada por batalhas, perdas e encontros com criaturas e personagens da mitologia grega.

Ao longo do caminho, o herói enfrenta desafios que incluem o Ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe, enquanto luta para reencontrar sua esposa Penélope e seu filho Telêmaco, que permanecem em Ítaca à espera de seu retorno.

O protagonista será interpretado por Matt Damon, colaborador frequente de Nolan nos últimos anos. Ao seu lado está um elenco que reúne alguns dos nomes mais conhecidos de Hollywood atualmente.

Tom Holland interpreta Telêmaco, filho de Odisseu. Anne Hathaway assume o papel de Penélope, enquanto Zendaya viverá a deusa Atena. O elenco também inclui Charlize Theron como Circe, Robert Pattinson como Antínoo, Jon Bernthal como Menelau, Benny Safdie como Agamenon e John Leguizamo como Eumeu.

Além dos personagens e da história, outro aspecto que desperta curiosidade é a escala da produção. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o longa é apontado como o filme mais caro da carreira de Christopher Nolan. A produção foi filmada em países como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental, aproveitando cenários naturais para recriar a longa viagem do herói grego.

O projeto também marca um passo importante para a tecnologia utilizada pelo diretor. Nolan filmou o longa inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, algo inédito em sua carreira. A escolha reforça sua conhecida defesa da experiência cinematográfica nas salas de exibição, especialmente nos formatos de tela gigante.

Tom Holland faz declaração inesperada sobre “o dia do casamento” e reforça rumores de que união com Zendaya já aconteceu

Uma declaração de Tom Holland durante uma entrevista à revista Esquire colocou novamente os holofotes sobre sua relação com Zendaya. Segundo destacou a Variety, o ator britânico mencionou o “dia do casamento” ao falar sobre sua família, comentário que rapidamente chamou a atenção da imprensa internacional.

A fala ganhou repercussão porque, até hoje, Holland e Zendaya nunca confirmaram publicamente que tenham se casado. Apesar disso, os rumores sobre uma possível união acompanham o casal há meses.

Durante a entrevista, o astro de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa afirmou que todos os seus familiares estavam presentes no dia do casamento. O trecho não foi acompanhado de explicações adicionais, nem de qualquer confirmação direta sobre um casamento com Zendaya. Ainda assim, a observação foi suficiente para reacender uma discussão que começou no início deste ano.

Em janeiro, Law Roach, estilista e amigo próximo de Zendaya, surpreendeu ao afirmar durante o Globo de Ouro que o casamento entre os atores já havia acontecido. A declaração repercutiu em diversos veículos especializados, mas nem Holland nem Zendaya comentaram o assunto na ocasião.

O relacionamento dos dois se tornou um dos mais acompanhados de Hollywood desde que dividiram a tela pela primeira vez em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, lançado em 2017. Na época, os rumores de romance surgiram ainda durante a divulgação do filme, mas ambos negavam qualquer envolvimento além da amizade.

Nos anos seguintes, os atores voltaram a trabalhar juntos em Homem-Aranha: Longe de Casa e Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Conforme a proximidade entre eles se tornava mais evidente fora dos sets, as especulações sobre o relacionamento passaram a fazer parte da cobertura da imprensa especializada.

Ao contrário de muitos casais famosos, porém, Holland e Zendaya sempre adotaram uma postura reservada. Os dois raramente falam sobre a relação em entrevistas e costumam manter longe do público momentos importantes da vida pessoal. Essa discrição ajuda a explicar por que uma única frase dita pelo ator acabou gerando tantas interpretações.

A nova repercussão acontece em um momento de destaque para ambos. Holland está envolvido nas próximas produções da Marvel, incluindo um novo filme do Homem-Aranha e Vingadores: Doomsday, além de integrar o elenco do aguardado projeto dirigido por Christopher Nolan.

Zendaya também segue acumulando projetos de peso na indústria. Depois do sucesso de Euphoria, a atriz ampliou ainda mais sua presença no cinema com títulos como Duna, Duna: Parte Dois e Rivais, consolidando-se como um dos nomes mais requisitados de Hollywood.

Por enquanto, a entrevista não esclarece quando o suposto casamento teria acontecido nem traz qualquer informação sobre uma possível cerimônia. Também não houve manifestação dos representantes dos artistas após a publicação da reportagem.

Ainda assim, a declaração de Holland chamou atenção por um motivo simples: diferentemente dos rumores anteriores, desta vez a referência partiu do próprio ator. Sem confirmar nem negar qualquer informação, ele acabou acrescentando um novo elemento a uma história que continua despertando interesse desde que os primeiros rumores sobre uma possível união começaram a circular.

Até que o casal decida se pronunciar oficialmente, o comentário seguirá sendo tratado como mais uma peça de um quebra-cabeça que, ao longo dos últimos meses, tem alimentado especulações sobre um dos relacionamentos mais conhecidos da indústria do entretenimento.

Mortal Kombat 2 chega ao digital após arrecadar US$ 128 milhões nos cinemas e leva o torneio da franquia para o centro da história

Depois de arrecadar cerca de US$ 128 milhões nas bilheterias mundiais, Mortal Kombat 2 estreia nas plataformas digitais em 21 de junho. O filme, produzido com orçamento estimado em US$ 80 milhões, encerra sua passagem pelos cinemas levando para o streaming e para os serviços de compra e aluguel uma história construída em torno de personagens que há anos ocupam posição importante nos videogames da franquia.

A continuação retoma os acontecimentos do longa lançado em 2021, mas segue por um caminho diferente. Enquanto o primeiro filme dedicava boa parte de seu tempo a apresentar personagens, explicar a existência dos reinos e estabelecer o conflito entre Plano Terreno e Exoterra, a sequência concentra a narrativa no torneio Mortal Kombat, elemento que sempre esteve no centro dos jogos, mas que acabou ficando de fora da produção anterior.

A mudança afeta diretamente o ritmo da história. Em vez de acompanhar apenas a formação da equipe liderada por Raiden, o público passa a ver os combates que determinarão o futuro dos reinos. Caso os campeões da Terra sejam derrotados, Shao Kahn poderá consolidar o domínio da Exoterra e ampliar sua influência sobre outros mundos.

É nesse cenário que surge Johnny Cage, interpretado por Karl Urban. Ausente do filme de 2021, o personagem era uma das inclusões mais aguardadas pelos jogadores. Nos games, Johnny faz parte da franquia desde o título original lançado em 1992 e se tornou um dos rostos mais reconhecidos da série ao lado de nomes como Scorpion, Sub-Zero, Liu Kang e Sonya Blade.

No longa, ele é apresentado como um ator cuja carreira atravessa uma fase difícil quando recebe o convite para integrar os campeões escolhidos por Raiden. A decisão de colocá-lo como uma das figuras centrais da narrativa aproxima o filme da estrutura tradicional dos jogos, nos quais Johnny costuma desempenhar papel importante nos acontecimentos envolvendo o Plano Terreno.

Outra adição relevante é Kitana, personagem interpretada por Adeline Rudolph. Sua participação ajuda a desenvolver uma das regiões mais importantes da mitologia da franquia: Edênia. Embora o reino seja frequentemente citado nos jogos, esta é uma das primeiras vezes em que ele recebe atenção mais ampla em uma adaptação cinematográfica da série.

A relação entre Kitana e Shao Kahn também ocupa espaço considerável na trama. O conflito não envolve apenas a disputa pelo torneio, mas também as consequências da dominação exercida pelo imperador sobre Edênia ao longo dos anos. Essa abordagem acrescenta um componente político à narrativa e amplia a importância dos acontecimentos para além das arenas de combate.

Jade, interpretada por Tati Gabrielle, também passa a integrar a história. Conhecida dos jogadores por sua ligação com Kitana, a personagem participa diretamente dos eventos que envolvem a resistência ao domínio da Exoterra.

O elenco reúne ainda vários nomes que retornam do filme anterior. Jessica McNamee volta ao papel de Sonya Blade, Ludi Lin interpreta novamente Liu Kang, Mehcad Brooks retorna como Jax Briggs, Josh Lawson reaparece como Kano e Lewis Tan reprisa o papel de Cole Young.

A produção também dedica mais tempo à exploração de locais frequentemente mencionados nos jogos. Exoterra, Edênia e Mundo Inferior deixam de funcionar apenas como referências e passam a fazer parte da construção da narrativa. Essa escolha ajuda a explicar as alianças, rivalidades e disputas que movem a história da franquia há mais de três décadas.

Nas sequências de ação, o filme preserva características que ajudaram a tornar Mortal Kombat uma das séries mais populares dos videogames de luta. Fatalities, golpes especiais e confrontos inspirados diretamente nos jogos aparecem com frequência ao longo da trama, muitas vezes reproduzindo movimentos reconhecidos pelos jogadores desde os primeiros títulos da franquia.

Obsessão já arrecadou US$ 286,5 milhões e se torna o filme adquirido em festival de cinema mais lucrativo de todos os tempos

Nem sempre os maiores sucessos de Hollywood começam com grandes estrelas ou orçamentos milionários. Em alguns casos, tudo começa com uma boa ideia, um cineasta pouco conhecido e uma recepção positiva do público. É exatamente esse o caminho percorrido por Obsessão, terror psicológico sobrenatural que acaba de alcançar um feito histórico nas bilheterias mundiais.

Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa já acumula US$ 286,5 milhões em todo o mundo, tornando-se o filme de maior arrecadação já adquirido após sua estreia em um festival de cinema. O recorde anteriormente pertencia a “A Bruxa de Blair”, fenômeno do terror lançado em 1999 que encerrou sua trajetória nos cinemas com cerca de US$ 248,6 milhões.

O resultado chama atenção não apenas pelo valor arrecadado, mas pelo tamanho da produção. O longa-metragem custou aproximadamente US$ 750 mil, valor extremamente baixo para os padrões da indústria americana. Isso significa que o filme arrecadou centenas de vezes mais do que seu orçamento inicial, um desempenho raro até mesmo entre os maiores sucessos comerciais do gênero.

Para o público que ainda não conhece a produção, a história acompanha Bear Bailey, um jovem funcionário de uma loja de música que está apaixonado por sua melhor amiga, Nikki. A situação muda quando ele encontra um objeto sobrenatural capaz de realizar desejos. Em um momento de frustração, Bear deseja que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo. O problema é que o pedido funciona — e as consequências se tornam cada vez mais perturbadoras.

Embora a premissa pareça simples à primeira vista, o filme utiliza elementos sobrenaturais para abordar temas bastante atuais. Questões como obsessão emocional, dependência afetiva, idealização de relacionamentos e dificuldade em lidar com rejeições aparecem constantemente ao longo da narrativa. Esse é um dos fatores que ajudaram a diferenciar o longa de outros lançamentos recentes do gênero.

Em vez de construir sua história apenas com sustos e cenas violentas, o filme investe no desconforto psicológico. A sensação de que algo está errado cresce gradualmente, acompanhando a deterioração da relação entre os personagens principais. O resultado é um terror que busca inquietar o espectador muito além dos momentos de choque.

Outro aspecto que torna o sucesso do filme ainda mais interessante é a trajetória de seu diretor. Curry Barker ficou conhecido inicialmente por vídeos produzidos para a internet e por curtas-metragens publicados no YouTube. Seu trabalho chamou a atenção de produtores de Hollywood, abrindo espaço para que desenvolvesse projetos maiores. Hoje, poucos meses após a estreia de Obsessão, ele se tornou um dos nomes mais observados do terror contemporâneo.

A confiança da indústria no projeto também cresceu rapidamente. Após sua exibição no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), o filme despertou interesse imediato dos distribuidores. A Focus Features adquiriu os direitos de distribuição por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões, uma das negociações mais relevantes já registradas para um filme de gênero dentro do evento.

Michael se aproxima de US$ 950 milhões e prova que o legado do rei do Pop continua atraindo multidões aos cinemas em todo o mundo

Mais de uma década após a morte de Michael Jackson, o interesse do público por sua trajetória continua impressionando. A prova mais recente vem das bilheterias. A cinebiografia do rei do Pop segue registrando números expressivos ao redor do mundo e está prestes a alcançar mais um marco importante: a arrecadação global do longa já chegou a US$ 932,2 milhões, aproximando-se rapidamente da marca de US$ 950 milhões. As informações são da Variety.

O resultado coloca o filme entre os maiores sucessos de 2026 e reforça algo que a indústria do entretenimento conhece há décadas: poucos artistas conseguiram construir uma conexão tão duradoura com o público quanto Michael. Mesmo para quem não acompanhou sua carreira de perto, músicas como Billie Jean, Beat It, Thriller e Smooth Criminal continuam presentes na cultura popular, atravessando gerações.

Parte do interesse pelo filme está justamente na oportunidade de conhecer os bastidores de uma trajetória que ajudou a transformar a música pop. A produção acompanha o rei do Pop desde a infância, quando ainda se apresentava ao lado dos irmãos no Jackson 5, até sua consagração como uma das figuras mais famosas do planeta durante os anos 1980.

A história mostra um garoto talentoso que saiu de uma família humilde de Gary, em Indiana, para se tornar um fenômeno global. Ao longo do caminho, o público acompanha os desafios enfrentados pelo artista dentro e fora dos palcos, incluindo a relação complexa com seu pai, Joseph Jackson, a busca constante pela perfeição artística e a pressão de viver sob os holofotes desde criança.

Um dos pontos que mais despertaram curiosidade antes da estreia foi a escalação de Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, para viver o cantor na fase adulta. Sem experiência anterior no cinema, ele carregava a responsabilidade de interpretar um dos artistas mais conhecidos da história. O resultado acabou chamando atenção não apenas pela semelhança física, mas também pela forma como reproduz movimentos, expressões e performances que marcaram a carreira do astro.

O filme também recria alguns dos momentos mais importantes da música pop moderna. Entre eles estão a gravação de Off the Wall, a explosão mundial de Thriller, o sucesso dos videoclipes que revolucionaram a indústria musical e a famosa apresentação de Billie Jean no especial Motown 25, quando Michael apresentou ao mundo o moonwalk.

Outro momento de destaque é a recriação do acidente ocorrido durante as filmagens de um comercial da Pepsi em 1984. O episódio, que causou queimaduras graves no cantor, é apresentado como um dos acontecimentos que influenciaram diferentes aspectos de sua vida nos anos seguintes.

Além de Jaafar Jackson, o elenco reúne nomes conhecidos como Miles Teller, Colman Domingo, Nia Long, Laura Harrier, Jessica Sula e Mike Myers, que ajudam a reconstruir diferentes fases da vida do artista.

Nem tudo, porém, foi simples durante a produção. O projeto passou por mudanças importantes antes de chegar aos cinemas. Questões jurídicas envolvendo a representação de episódios controversos da vida de Michael levaram os produtores a revisarem partes do roteiro e até mesmo refilmarem algumas cenas. Essas alterações acabaram gerando debates entre críticos e espectadores após o lançamento.

A recepção da crítica foi dividida. Muitos elogiaram as apresentações musicais, a caracterização dos personagens e o trabalho de Jaafar Jackson. Por outro lado, parte da imprensa considerou que o filme evita aprofundar alguns dos temas mais delicados relacionados à vida do cantor.

Apesar disso, o público demonstrou uma reação bem diferente. Desde a estreia, a produção manteve uma trajetória sólida nas bilheterias e se transformou em um dos filmes mais comentados do ano. O desempenho também mostra que existe um interesse crescente por histórias inspiradas em grandes nomes da música, especialmente quando elas apresentam bastidores pouco conhecidos da fama.

Domingo Maior exibe Viajantes: Instinto e Desejo, ficção científica que coloca o futuro da humanidade em risco durante uma missão espacial

O Domingo Maior leva ao ar Viajantes: Instinto e Desejo, ficção científica lançada em 2021 que acompanha uma missão espacial destinada a preservar a espécie humana. Ambientado em um futuro marcado pela degradação ambiental, o filme examina como isolamento, poder e liberdade podem influenciar o comportamento de uma nova geração criada longe da Terra. A sessão começa às 1h10, após o confronto entre Suécia e Tunísia pela Copa do Mundo.

Dirigido por Neil Burger, responsável por títulos como Sem Limites e Divergente, o longa apresenta uma história ambientada em um futuro em que a Terra enfrenta graves problemas ambientais. Com os recursos naturais cada vez mais escassos e as condições de vida em deterioração, cientistas elaboram um plano para garantir a continuidade da espécie humana: enviar uma missão rumo a um planeta distante capaz de abrigar uma nova civilização. As informações são do AdoroCinema.

O grande desafio é que a viagem levaria décadas para ser concluída. Por esse motivo, os ocupantes da nave não são astronautas experientes, mas jovens criados desde a infância para cumprir essa função. Eles crescem dentro da espaçonave seguindo uma rotina rigorosamente planejada, sem contato com o mundo exterior e sem conhecer outra realidade além daquela em que vivem.

A aparente estabilidade da missão começa a ruir quando os passageiros entram na adolescência. Conforme amadurecem, eles passam a questionar as regras impostas pelos responsáveis do projeto e descobrem informações que haviam sido mantidas em segredo durante toda a vida. A partir desse momento, disputas internas, conflitos de liderança e decisões impulsivas colocam em risco um projeto construído para durar gerações.

O protagonista Christopher é interpretado por Tye Sheridan, conhecido por trabalhos como Jogador Nº 1 e pela franquia X-Men, na qual viveu o jovem Ciclope. Ao seu lado está Lily-Rose Depp, que interpreta Sela, uma das personagens centrais na transformação dos rumos da missão. O elenco ainda reúne Colin Farrell (The Batman), Fionn Whitehead (Dunkirk), Isaac Hempstead Wright (Game of Thrones), Chanté Adams, Viveik Kalra, Archie Renaux, Archie Madekwe e Quintessa Swindell.

Um dos aspectos mais interessantes do filme está justamente na forma como a narrativa desloca o foco da tecnologia para os personagens. Embora a história aconteça em uma nave espacial avançada, as principais questões envolvem comportamento, poder e convivência. O roteiro procura responder a uma pergunta simples, mas complexa: o que acontece quando uma geração inteira cresce sem liberdade para fazer escolhas sobre o próprio destino?

Essa proposta aproxima o longa de obras que fizeram sucesso entre os fãs de ficção científica e distopias juvenis durante a última década. Quem gostou de produções como Jogos Vorazes, Maze Runner ou Divergente pode encontrar em Viajantes discussões semelhantes sobre autoridade, obediência e autonomia individual.

Outro elemento que chama atenção é o contexto em que a história foi concebida. Embora se passe em um futuro distante, o filme aborda preocupações cada vez mais presentes no mundo real, como mudanças climáticas, escassez de recursos e a busca por alternativas para a continuidade da vida humana. Nos últimos anos, temas relacionados à colonização espacial e à possibilidade de habitar outros planetas passaram a ocupar espaço não apenas na ficção, mas também em debates científicos.

Para o público que gosta de histórias que levantam questões filosóficas, a produção oferece material para reflexão. O filme explora até que ponto uma sociedade pode abrir mão da liberdade individual em nome de um objetivo coletivo. Também questiona se o comportamento humano pode ser controlado artificialmente ou se determinados impulsos inevitavelmente encontram formas de se manifestar.

Apesar das ideias apresentadas, a trajetória comercial do longa ficou muito abaixo do esperado. Produzido com um orçamento estimado em 29 milhões de dólares, o filme arrecadou cerca de 4,2 milhões de dólares nos cinemas mundiais. O resultado transformou a obra em um dos fracassos de bilheteria mais comentados entre os lançamentos de ficção científica daquele ano.

Ainda assim, o desempenho financeiro não impediu que o filme encontrasse espaço entre espectadores interessados em narrativas mais reflexivas. Com o passar do tempo, o longa-metragem passou a ser redescoberto por quem procura produções de ficção científica menos centradas na ação e mais interessadas em explorar dilemas humanos.

Quem não conseguir acompanhar a exibição no Domingo Maior também encontra Viajantes: Instinto e Desejo em plataformas digitais. Atualmente, o filme está disponível para assinantes do Amazon Prime Video e do Diamond Films+, além de poder ser alugado sob demanda no Prime Video, com preços a partir de R$ 11,90.

Obsessão ultrapassa US$ 248 milhões nas bilheterias e se consolida como o maior sucesso da história da Focus Features

O terror psicológico Obsessão continua surpreendendo a indústria cinematográfica. Produzido com um orçamento estimado em apenas US$ 750 mil, o longa já arrecadou mais de US$ 248 milhões em bilheteria mundial e se tornou o filme de maior sucesso comercial da história da Focus Features. As informações são do Deadline.

Em seu quinto fim de semana em cartaz nos Estados Unidos, o filme arrecadou cerca de US$ 21 milhões, registrando uma queda de apenas 17% em relação ao período anterior. O resultado é considerado incomum para produções de terror, que normalmente concentram grande parte de sua arrecadação nas primeiras semanas de exibição.

Os números colocam o terror americano ao lado de raros fenômenos do gênero. Analistas do mercado têm comparado sua trajetória à de O Sexto Sentido (1999), que também permaneceu forte nas bilheterias por várias semanas graças ao interesse contínuo do público. A diferença é que o novo longa alcançou esse resultado partindo de uma produção independente e de baixo orçamento.

Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, o filme acompanha Bear Bailey (Michael Johnston), um jovem funcionário de uma loja de música que decide utilizar um artefato sobrenatural para fazer com que sua amiga Nikki Freeman (Inde Navarrette) se apaixone por ele. O desejo aparentemente inofensivo desencadeia uma série de acontecimentos violentos e imprevisíveis, transformando a vida dos dois em um pesadelo.

A premissa ajudou a diferenciar o filme de outros lançamentos recentes do gênero. Em vez de focar apenas em sustos ou criaturas sobrenaturais, a história explora temas como obsessão, dependência emocional e os limites éticos de tentar controlar os sentimentos de outra pessoa. Esse elemento psicológico tem sido apontado como um dos principais fatores por trás da boa recepção entre público e crítica.

Outro aspecto que chama atenção é a trajetória de Curry Barker. Antes de chegar aos cinemas, o cineasta era conhecido por produzir conteúdo para o YouTube. O reconhecimento veio após o lançamento do curta de terror The Chair em 2023, projeto que abriu portas para que ele desenvolvesse um longa-metragem original.

A produção do filme foi realizada em Los Angeles durante 2024. Apesar dos recursos limitados, o projeto chamou atenção ainda antes da estreia comercial. Durante sua exibição no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), em setembro de 2025, o filme gerou uma disputa entre distribuidoras interessadas em seus direitos de exibição.

A Focus Features acabou adquirindo o longa por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões, uma das maiores negociações envolvendo um filme de gênero na história do festival. Pouco depois, Jason Blum, fundador da Blumhouse Productions e responsável por sucessos como Corra!, M3GAN e Sobrenatural, passou a integrar o projeto como produtor executivo.

Além de Michael Johnston e Inde Navarrette nos papéis principais, o elenco conta com Cooper Tomlinson, Megan Lawless, Andy Richter e Haley Fitzgerald. Embora formado majoritariamente por nomes pouco conhecidos do grande público, o grupo recebeu avaliações positivas pela construção dos personagens e pela intensidade das interpretações.

O sucesso do longa-0metragem também reforça uma tendência observada nos últimos anos: filmes de terror originais continuam encontrando espaço em um mercado cada vez mais dominado por franquias, continuações e adaptações de propriedades já conhecidas. Produções como Corra!, Fale Comigo, Longlegs e agora Obsessão demonstram que conceitos inéditos ainda conseguem atrair grandes audiências quando apresentam uma proposta forte e uma execução eficiente.

Para quem está pensando em assistir ao filme, é importante saber que a obra se aproxima mais do terror psicológico do que do terror tradicional. A narrativa prioriza a construção gradual da tensão e o comportamento dos personagens, utilizando elementos sobrenaturais para impulsionar a trama. O resultado é uma história que combina suspense, violência e drama emocional.

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