Duna: Parte 3 ganha novidade importante para quem quer assistir ao filme nos cinemas

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A campanha de lançamento de Duna: Parte 3 já começou nos Estados Unidos. A pré-venda para as primeiras sessões em IMAX foi aberta, com exibições antecipadas marcadas para 14 de dezembro de 2026. A estreia oficial acontece três dias depois, em 17 de dezembro.

No Brasil, a situação ainda é outra. A pré-venda nacional não tem data anunciada, embora a estreia continue prevista para 17 de dezembro. Os cinemas brasileiros ainda devem divulgar horários, formatos disponíveis e informações sobre as sessões IMAX conforme a data se aproxima.

Quando começa a venda de ingressos no Brasil?

Até agora, não há uma data oficial para o início da pré-venda brasileira. A abertura antecipada nos Estados Unidos atende ao calendário daquele mercado e não indica necessariamente quando as redes nacionais liberarão os ingressos.

Quem pretende assistir ao filme em IMAX deve ficar atento à programação das redes que possuem salas com o formato. A quantidade de sessões pode variar de uma cidade para outra, principalmente nos primeiros dias de exibição.

O que muda nas sessões IMAX de Duna 3?

Denis Villeneuve volta a utilizar o formato em grande escala no terceiro filme. A produção terá sessões em IMAX 70mm em cinemas selecionados, uma opção diferente da projeção digital convencional.

O 70mm utiliza película e exige projetores compatíveis. Por esse motivo, poucas salas conseguem oferecer esse tipo de sessão. Nos Estados Unidos, a campanha também inclui uma ação promocional em determinados cinemas, com distribuição de pequenos pedaços da película utilizada no filme, limitada ao estoque disponível.

Para o público brasileiro, ainda falta saber quais salas receberão as sessões IMAX. Essa informação deve ser divulgada junto com a abertura da programação.

Qual será a história de Duna: Parte 3?

O novo filme parte dos acontecimentos de Duna: Parte Dois. Paul Atreides já assumiu o poder e se tornou o governante do Império, mas a conquista do trono não encerrou os conflitos iniciados nos capítulos anteriores.

A história é baseada em O Messias de Duna, segundo livro escrito por Frank Herbert e publicado em 1969. A narrativa se passa anos depois dos acontecimentos do primeiro romance e acompanha as consequências políticas da ascensão de Paul.

Essa mudança também altera a posição do protagonista. Nos dois primeiros filmes, Paul passou boa parte do tempo tentando sobreviver, entender seu papel entre os Fremen e recuperar o poder perdido pela Casa Atreides. Agora, ele precisa lidar com as decisões tomadas depois de chegar ao trono.

Chani continua ligada ao centro da história. A relação entre ela e Paul terminou em conflito no segundo filme, e essa situação terá consequências no novo capítulo.

Quem está no elenco?

Timothée Chalamet retorna como Paul Atreides, enquanto Zendaya volta como Chani. Florence Pugh reprisa o papel da Princesa Irulan e Rebecca Ferguson retorna como Lady Jessica.

Anya Taylor-Joy interpreta Alia Atreides, irmã de Paul. Já Jason Momoa retorna à franquia em um personagem diferente: Hayt, um ghola criado a partir da aparência de Duncan Idaho.

Também estão no elenco Javier Bardem, como Stilgar, Charlotte Rampling, como a Reverenda Madre Mohiam, e Isaach de Bankolé, que interpreta Farok.

A principal novidade é Robert Pattinson, escalado como Scytale. O personagem pertence aos Tleilaxu e participa de uma conspiração contra Paul, ocupando uma posição importante nos acontecimentos de O Messias de Duna.

Duna: Parte 3 será o último filme de Denis Villeneuve?

Para Villeneuve, sim. O diretor já havia explicado que pretendia adaptar O Messias de Duna depois dos dois primeiros filmes, mas também deixou claro que não queria permanecer na franquia por vários capítulos.

O terceiro longa fecha a trilogia iniciada em 2021, quando Duna chegou aos cinemas, e continuada em 2024, com Duna: Parte Dois. Os dois filmes foram dirigidos por Villeneuve e tiveram Timothée Chalamet no papel de Paul.

A saída do diretor não significa necessariamente o fim da franquia no cinema. Frank Herbert escreveu outros livros ambientados na mesma história, embora qualquer nova adaptação dependa de futuros acordos entre os estúdios e os responsáveis pelos direitos da obra.

Como foi a produção do terceiro filme?

As filmagens principais começaram em julho de 2025 e terminaram em novembro do mesmo ano. A produção passou por locações em Budapeste e Abu Dhabi, seguindo parte da estratégia utilizada nos filmes anteriores.

Hans Zimmer também retorna para a trilha sonora. O compositor trabalhou nos dois primeiros filmes e mantém a parceria com Villeneuve no capítulo final.

O roteiro foi escrito por Villeneuve em colaboração com Brian K. Vaughan, a partir do romance de Herbert. A equipe também preserva profissionais que participaram das produções anteriores, mantendo a continuidade visual estabelecida desde 2021.

Entenda o final de A Última Casa, novo filme da Netflix com Wagner Moura e Greta Lee

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A Última Casa chegou à Netflix em 7 de agosto e acompanha uma família que fica presa dentro de casa depois que uma chuva inexplicável transforma o mundo exterior em uma ameaça. Wagner Moura interpreta Jason Delgado, um engenheiro desempregado que vive em Seattle com a esposa Ann, papel de Greta Lee, os filhos Graham e Ruth e o cachorro Cassidy.

O que parecia ser apenas uma tempestade se transforma em um desastre de grandes proporções. Portas e janelas deixam de abrir, telefones e internet param de funcionar e uma barreira ligada à água impede qualquer tentativa de fuga. Quando criaturas aparecem durante as chuvas, os Delgado percebem que o problema não está restrito ao bairro: alguma coisa mudou no planeta inteiro.

O que aconteceu com o mundo?

O filme não revela uma causa definitiva para o desastre, mas deixa pistas ao longo da história. Ruth é quem chega mais perto de uma explicação ao perceber que as criaturas têm características associadas ao ambiente marinho. Para ela, os animais não estão simplesmente invadindo a cidade: o oceano está recuperando territórios que antes não pertenciam mais a ele.

Essa ideia ajuda a explicar a imagem de Seattle no final, praticamente coberta pela água. Também esclarece por que as criaturas aparecem sempre associadas às chuvas.

Ainda assim, o roteiro deixa algumas perguntas em aberto. Não sabemos exatamente o que provocou a inundação, por que as casas ficaram isoladas ou como a barreira de água surgiu. O filme trabalha mais com as consequências do fenômeno do que com uma explicação científica detalhada.

Por que a família passou cinco anos presa?

Nos primeiros dias, Jason e Ann conseguem organizar a sobrevivência. Eles racionam comida, reaproveitam água, cultivam vegetais dentro da casa e ensinam os filhos a lidar com a nova realidade. Quando a energia elétrica desaparece, a rotina fica ainda mais dependente do que eles conseguem produzir e guardar.

A passagem de cinco anos mostra o quanto aquela situação se tornou permanente. O jardim de Ann toma conta da sala, os canos de irrigação passam pela casa e cada espaço disponível vira parte do sistema de sobrevivência. Graham e Ruth crescem sem escola, amigos ou contato normal com outras pessoas e começam a questionar se existe alguma razão para continuar esperando.

Nesse período, a família também perde Cassidy. Quando os medicamentos do cachorro acabam e não há como tratá-lo, Jason decide sacrificá-lo. Mais tarde, os restos do animal são usados como isca para capturar pequenos animais, uma escolha que resume o nível de escassez enfrentado pelos Delgado.

O que faz a família finalmente tentar sair?

A situação muda quando Ruth é mordida por um furão e desenvolve uma infecção. Como não há antibióticos em casa, Jason procura uma abertura na estrutura do imóvel e percebe que a barreira que mantinha a família isolada começou a se deslocar à medida que a casa afunda.

Ann usa os canos de esgoto para chegar à residência do dentista Max Richardson e encontra os medicamentos necessários. Durante o caminho, ela encontra uma criatura e precisa voltar rapidamente. Jason fecha a passagem para impedir que o animal entre, mas a família entende que aquela abertura pode ser a única chance de deixar a casa.

Eles passam a preparar armas e armadilhas para a próxima chuva, sabendo que sair significa enfrentar diretamente as criaturas que passaram anos tentando evitar.

Por que Ruth não deixa Jason matar a criatura?

Durante uma nova tempestade, a água começa a invadir a casa pelos canos e os Delgado se refugiam no sótão. Uma criatura consegue entrar no imóvel, mas a família consegue prendê-la.

Jason pretende matá-la, mas Ruth pede que ele não faça isso. Depois de tantos anos vendo criaturas matarem pessoas, a decisão parece perigosa. Mesmo assim, Jason recua.

É essa escolha que muda o destino da família.

A criatura abre a porta da frente e impede que as outras ataquem os Delgado, permitindo que eles deixem a casa antes que ela desabe em uma cratera. O filme não explica se existe uma comunicação consciente entre os animais ou se aquilo é algum comportamento instintivo, mas a cena deixa claro que as criaturas não são apresentadas apenas como monstros sem qualquer lógica.

Então as criaturas não eram os vilões?

O final muda a forma como os acontecimentos anteriores podem ser interpretados.

Até aquele momento, Jason e Ann tratam os animais como uma ameaça que precisa ser evitada ou eliminada. Ruth, porém, é a primeira a considerar que eles simplesmente podem estar reagindo a um planeta que também mudou para eles.

A criatura que ajuda a família reforça essa leitura. Ela continua sendo perigosa, mas o filme sugere que humanos e animais estão tentando ocupar e sobreviver em um mundo que deixou de funcionar como antes.

Isso também explica por que a escolha de Ruth é tão importante para o encerramento. Em vez de repetir o padrão de violência, ela tenta outra saída e acaba conseguindo escapar.

O que acontece quando os Delgado finalmente deixam a casa?

Depois que a criatura abre a porta, a família consegue sair e encontra uma Seattle praticamente submersa. O bairro onde Jason e Ann viveram desapareceu sob a água, e a casa que serviu como abrigo durante cinco anos não existe mais como lugar seguro.

Eles encontram um barco e começam a navegar pelo novo cenário. Pela primeira vez desde o início do desastre, não estão esperando a próxima chuva dentro de quatro paredes.

O filme também confirma que existem outros sobreviventes. Essa descoberta é importante porque os Delgado passaram anos sem saber se havia mais alguém vivo.

O que significa o final?

O título ganha outro peso no encerramento.

Durante cinco anos, a casa representa proteção, rotina e controle. Jason tenta resolver tudo com ferramentas e cálculos; Ann usa o espaço disponível para plantar alimentos e reaproveitar recursos; os filhos aprendem a viver dentro daqueles limites.

No final, a família precisa abandonar justamente o lugar que garantiu sua sobrevivência.

Ruth é quem quebra a lógica construída pelos pais ao escolher não matar a criatura. A decisão permite que eles saiam e mostra que sobreviver não significa necessariamente destruir tudo que parece ameaçador.

Quando os Delgado entram no barco, não existe uma solução para a inundação nem uma promessa de que o planeta voltará ao normal. Existe apenas uma oportunidade de seguir em frente.

O filme deixa espaço para uma continuação?

Sim, embora isso não signifique que uma sequência esteja confirmada.

O encerramento deixa questões importantes sem resposta, como a origem do desastre, o motivo da inundação, a natureza das criaturas e o que aconteceu com outras regiões do planeta. A descoberta de outros sobreviventes também cria espaço para uma história maior, agora fora da casa.

Na Tela Quente desta segunda (17/08), Globo exibe Vítimas do Dia, drama brasileiro sobre uma família atingida pela violência urbana

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A Tela Quente desta segunda, 17 de agosto de 2026, exibe Vítimas do Dia, telefilme brasileiro estrelado por Jéssica Ellen e Amaury Lorenzo. A história acompanha Daiane e Elder, um casal que está nos últimos dias da primeira gravidez quando um episódio de violência urbana muda completamente a rotina dos dois.

Daiane espera pelo nascimento de Davi e pede que Elder vá ao mercado comprar uma fruta. Ele sai de casa e, enquanto está na fila do caixa, acaba atingido por uma bala perdida durante um tiroteio. Daiane descobre o que aconteceu ao receber um vídeo no celular e entra em trabalho de parto. O filme passa a acompanhar, ao mesmo tempo, a chegada do bebê e a luta de Elder pela própria vida.

O que acontece em Vítimas do Dia?

O filme começa com Daiane e Elder vivendo os últimos momentos antes do nascimento do primeiro filho. A gravidez está praticamente no fim, e os dois aguardam a chegada de Davi enquanto seguem a rotina em uma região periférica do Rio de Janeiro.

A saída de Elder para comprar uma fruta parece um detalhe comum do dia, mas termina em uma situação grave. Durante um tiroteio nas proximidades, ele é atingido por uma bala perdida e precisa ser levado às pressas para atendimento médico.

Daiane não presencia o disparo. Ela recebe um vídeo pelo celular, descobre que o marido foi baleado e entra em desespero. Pouco depois, começa o trabalho de parto.

Por que o nascimento de Davi acontece em meio à tragédia?

A partir do momento em que Daiane entra em trabalho de parto, a história passa a acompanhar duas situações que acontecem simultaneamente. Enquanto ela se prepara para dar à luz, Elder permanece hospitalizado e em estado grave.

O filme concentra a ação nesse período de espera, mostrando Daiane tentando obter informações sobre o marido enquanto enfrenta o nascimento do filho. O que deveria ser o momento mais aguardado pelo casal acontece sem Elder ao lado dela, o que altera completamente a experiência da personagem.

A situação também envolve familiares e pessoas próximas, que precisam lidar com a emergência e, ao mesmo tempo, acompanhar a chegada de Davi.

O filme fala sobre violência urbana de que maneira?

Vítimas do Dia não trata o tiroteio como uma investigação policial. O foco está nas consequências para quem não tinha qualquer relação com o confronto.

Elder estava apenas fazendo uma compra quando foi atingido. O disparo muda a vida dele, de Daiane e do bebê em poucas horas. A escolha de acompanhar a família, em vez de colocar criminosos ou policiais no centro da narrativa, deixa a história concentrada no impacto causado por uma violência que pode atingir pessoas fora do conflito.

Ambientado na periferia do Rio de Janeiro, o telefilme usa essa situação para discutir como um episódio aparentemente distante pode atingir uma família em um dos momentos mais importantes de sua vida.

Quem está no elenco?

Jéssica Ellen interpreta Daiane e Amaury Lorenzo vive Elder. Também fazem parte do elenco Belize Pombal, Gi Fernandes, Marina Provenzzano, Guilherme Piva, Pablo Sanábio e João Pedro Zappa. A direção é de Bruno Safadi, com roteiro de Dino Cantelli. A produção foi realizada pelos Estúdios Globo em parceria com o Globoplay.

Vítimas do Dia já estava disponível no Globoplay?

Sim. O telefilme foi lançado originalmente no Globoplay em 11 de janeiro de 2025 e agora chega à televisão aberta por meio da Tela Quente. A produção foi criada como uma história fechada, então não é necessário assistir a outras obras antes para acompanhar a trama.

Primetime, novo filme de Robert Pattinson, quebra recorde da A24 com trailer que já passou de 100 milhões de visualizações

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Foto: Reprodução/ Internet

O novo filme de Robert Pattinson já conseguiu uma marca importante antes mesmo de chegar aos cinemas. Primetime, produção da A24, ultrapassou 35 milhões de visualizações no YouTube em dez dias e passou dos 100 milhões de visualizações quando todas as redes sociais são somadas. Segundo os números divulgados pela produção, é o maior desempenho de um trailer da A24 nesse período.

Boa parte da curiosidade vem do personagem de Pattinson. O ator interpreta uma versão ficcional de Chris Hansen, jornalista que ficou conhecido nos Estados Unidos por apresentar To Catch a Predator, programa que registrava operações para identificar homens que tentavam marcar encontros com menores de idade.

O que Primetime conta?

A história se passa em 2006 e acompanha Chris Hansen no momento em que ele tenta transformar To Catch a Predator em um fenômeno ainda maior de audiência. Para isso, ele trabalha ao lado de uma equipe que organiza operações secretas, grava os encontros e leva os resultados para a televisão.

O filme não é uma biografia de Hansen nem uma reprodução exata do programa. A trama foi construída a partir daquele período e também se inspira na reportagem “Tonight on Dateline This Man Will Die”, publicada pela Esquire em 2007 e escrita por Luke Dittrich.

A diferença está no foco. Primetime não quer apenas mostrar o que acontecia diante das câmeras. A história também acompanha a equipe responsável pelas operações e o peso que a audiência começa a ter sobre as decisões tomadas nos bastidores.

Robert interpreta Chris Hansen?

Sim, mas dentro de uma versão dramatizada do jornalista. A ideia não é transformar o filme em uma reprodução fiel da vida de Hansen, e sim usar sua figura e o fenômeno de To Catch a Predator como ponto de partida para uma história de ficção.

Pattinson também assume a função de produtor. O papel chama atenção porque foge bastante dos personagens ligados às grandes franquias e aos dramas de fantasia que marcaram parte da carreira recente do ator.

Quem está no elenco?

Ao lado de Pattinson, estão Merritt Wever, como Lynn Keller, produtora de Chris; e Skyler Gisondo, como Dan Plumb, um jovem aspirante a ator contratado para participar das operações do programa.

O elenco ainda reúne Anna Faris como Mary Joan Hansen, esposa de Chris, além de Phoebe Bridgers, Matthew Maher, Bokeem Woodbine, Jonathan Lipnicki, Tony Revolori e Alex Winter.

Por que o trailer de Primetime fez tanto barulho?

O assunto já era conhecido, mas o filme juntou esse material com um ator de grande alcance e uma produção da A24, estúdio que costuma chamar atenção por projetos fora do padrão dos grandes lançamentos de Hollywood.

O número mais forte, porém, está na velocidade. Foram 35 milhões de visualizações apenas no YouTube em dez dias e mais de 100 milhões considerando as outras plataformas. Para a A24, esse resultado coloca Primetime em uma posição inédita em sua divulgação.

Também pesa o próprio tema. To Catch a Predator virou um fenômeno nos Estados Unidos justamente por transformar investigações em televisão, e o filme parte dessa contradição para construir sua história: existe uma operação policial de um lado e, do outro, uma equipe preocupada com câmera, audiência e repercussão.

Quem dirige?

Primetime é dirigido por Lance Oppenheim, que faz sua estreia na direção de um longa de ficção. O roteiro é assinado por Ajon Singh. A produção reúne Oppenheim, Robert Pattinson, Ari Aster, Lars Knudsen e outros produtores ligados ao projeto.

Quando estreia?

O filme terá sua estreia mundial na competição do Festival de Veneza, em setembro de 2026, onde concorrerá ao Leão de Ouro. Nos Estados Unidos, Primetime chega aos cinemas em 25 de setembro de 2026 pela A24.

No Domingo Maior de hoje (16/08), Globo exibe Legado Explosivo, com Liam Neeson no papel de um ladrão que tenta começar de novo

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O Domingo Maior de hoje, 16 de agosto de 2026, exibe Legado Explosivo, filme de ação de 2020 estrelado por Liam Neeson. A trama acompanha Tom Dolan, um assaltante de bancos conhecido por nunca ter matado ninguém e que decide entregar o dinheiro dos roubos ao FBI para tentar apagar o passado e construir uma vida ao lado de Annie, interpretada por Kate Walsh.

A tentativa de recomeço, porém, dá errado quando os agentes responsáveis pelo acordo percebem que podem ficar com a fortuna. O que deveria ser uma negociação acaba em uma armação envolvendo assassinato, corrupção e uma perseguição que coloca Tom no papel de suspeito. Para provar que foi enganado, ele precisa voltar a usar justamente as habilidades que queria deixar para trás.

O que acontece em Legado Explosivo?

Tom passou anos roubando bancos e guardando o dinheiro dos assaltos. Quando decide mudar de vida, procura o FBI e propõe devolver toda a quantia em troca de um acordo judicial. Ele acredita que, ao entregar o dinheiro, poderá finalmente seguir em frente sem precisar esconder sua identidade ou continuar praticando crimes.

Os agentes John Nivens, vivido por Jai Courtney, e Sean Meyers, interpretado por Jeffrey Donovan, enxergam a oportunidade de ficar com a fortuna. Depois de cometerem um assassinato para encobrir o esquema, os dois tentam fazer com que Tom leve a culpa. O plano coloca o protagonista contra os próprios investigadores e ainda ameaça Annie, que acaba envolvida na confusão.

A partir daí, Tom deixa de ser apenas alguém tentando fugir do passado. Ele precisa reunir provas, descobrir até onde vai a corrupção dentro do FBI e escapar dos homens que deveriam estar ajudando a resolver o caso.

Por que Tom entrega o dinheiro roubado?

O dinheiro é justamente a parte que torna a decisão do personagem diferente de outros criminosos do gênero. Tom não procura o FBI para fazer um novo acordo vantajoso; ele quer se livrar da fortuna e da vida que construiu por meio dos assaltos.

A relação com Annie também pesa na decisão. O objetivo dele é viver de forma mais tranquila, sem continuar olhando para trás e esperando que algum crime antigo volte a aparecer.

Quando os agentes transformam esse plano em uma armadilha, Tom percebe que a saída não será tão simples. Para provar sua inocência, ele precisa enfrentar policiais que têm treinamento, acesso a informações e uma vantagem importante: ninguém desconfia deles.

Quem está no elenco?

Liam Neeson interpreta Tom Dolan, enquanto Kate Walsh vive Annie Wilkins. O elenco ainda reúne Jai Courtney como John Nivens, Jeffrey Donovan como Sean Meyers, Anthony Ramos como Ramon Hall e Robert Patrick como Sam Baker.

Jasmine Cephas Jones também participa da produção como Beth Hall.

Quem dirigiu o filme?

Legado Explosivo foi dirigido por Mark Williams, que também escreveu o roteiro ao lado de Steve Allrich. O longa teve orçamento estimado em US$ 30 milhões e arrecadou cerca de US$ 32,6 milhões nas bilheterias mundiais.

O filme chegou aos cinemas em 2020 e segue uma estrutura direta de ação: um homem tentando deixar a criminalidade para trás é obrigado a voltar a agir quando percebe que foi colocado no centro de um crime que não cometeu.

Ahsoka retorna em janeiro com nova temporada e trailer revela o próximo capítulo da guerra contra Thrawn

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Depois de quase três anos de espera, Ahsoka finalmente está pronta para continuar sua história no Disney+. A plataforma divulgou o primeiro trailer oficial da 2ª temporada, que estreia em 20 de janeiro. A nova fase retoma os acontecimentos deixados em aberto no fim do primeiro ano e coloca o Grande Almirante Thrawn no centro de uma ameaça que pode mudar o equilíbrio de poder na galáxia.

A história também deve avançar com Ahsoka Tano, Sabine Wren e Huyang presos em Peridea, enquanto Ezra Bridger conseguiu retornar à galáxia. Com Thrawn de volta ao território da Nova República, a série passa a trabalhar com dois núcleos que inevitavelmente precisarão se reencontrar.

O que aconteceu no final da primeira temporada?

A primeira temporada terminou com Thrawn conseguindo deixar Peridea a bordo do destróier estelar Chimaera, acompanhado pelas Grandes Mães. O personagem passou anos desaparecido depois de ser levado para outra galáxia junto com Ezra Bridger, e seu retorno representa uma ameaça para a Nova República.

Ezra, por outro lado, conseguiu voltar para casa e reencontrou Hera Syndulla e Chopper. Ahsoka, Sabine e Huyang não tiveram a mesma sorte e ficaram presos em Peridea após a partida de Thrawn.

O desfecho ainda deixou Baylan Skoll seguindo uma força misteriosa no planeta. O antigo Jedi demonstrava interesse pelos chamados deuses de Mortis, figuras ligadas a uma parte bastante antiga da mitologia de Star Wars. Esse arco ficou entre as maiores questões deixadas pela primeira temporada.

Por que o retorno de Thrawn é tão importante?

A volta de Thrawn muda a situação política apresentada nas produções recentes de Star Wars. A Nova República ainda está tentando se estabelecer após a queda do Império e, durante a primeira temporada, alguns de seus representantes demonstraram dificuldade em acreditar que uma nova ameaça imperial pudesse surgir.

Thrawn também não é um vilão que depende de combates com sabres de luz ou do uso da Força. Sua principal arma é a inteligência. O personagem observa seus adversários, identifica padrões e utiliza essas informações para antecipar seus movimentos.

Com recursos imperiais e o apoio das Grandes Mães, Thrawn agora possui condições para agir de maneira mais ampla. A segunda temporada pode, portanto, mostrar como sua chegada afeta não apenas Ahsoka, mas toda a estrutura da Nova República.

Ahsoka e Sabine ainda precisam resolver uma história mal resolvida?

Sim, e esse deve ser um dos pontos mais interessantes da continuação.

A relação entre Ahsoka e Sabine começou de maneira complicada. A antiga Padawan abandonou o treinamento e as duas passaram um período afastadas. Quando finalmente voltaram a trabalhar juntas, a busca por Ezra colocou Sabine diante de decisões que acabaram ajudando Thrawn a escapar.

A primeira temporada também mostrou Sabine tentando compreender sua própria relação com a Força. Mesmo sem possuir o mesmo domínio de outros Jedi, ela conseguiu desenvolver uma conexão importante com esse poder.

Agora, presa em Peridea ao lado de Ahsoka, Sabine terá de lidar com as consequências de suas escolhas enquanto tenta encontrar uma maneira de voltar para casa.

O que acontece com Ezra depois de seu retorno?

O retorno de Ezra Bridger é outro ponto que merece atenção.

O personagem passou anos desaparecido depois de se sacrificar para derrotar Thrawn. Seu retorno à galáxia encerrou uma das principais histórias de Star Wars Rebels, mas também abriu uma nova fase para o personagem.

Ezra agora precisa se adaptar a uma galáxia que mudou completamente desde seu desaparecimento. Ao mesmo tempo, ele volta a ter contato com Hera, Sabine e outros personagens que fizeram parte de sua antiga vida.

A relação entre Ezra e Sabine deve ganhar ainda mais importância, principalmente porque os dois chegaram ao fim da primeira temporada em situações completamente diferentes.

Baylan Skoll será substituído ou sua história continuará?

Essa é uma das questões mais delicadas da nova temporada.

Ray Stevenson, intérprete de Baylan Skoll, morreu em 2023, pouco antes da estreia da série. O personagem, entretanto, terminou a primeira temporada seguindo uma trama própria, distante dos planos de Thrawn.

Baylan estava procurando uma força misteriosa em Peridea e demonstrava interesse em romper o ciclo de ascensão e queda que marcou a história dos Jedi e do Império.

A continuação terá de decidir como avançar com esse arco. A ausência de Stevenson também faz com que o destino de Baylan seja uma das partes mais aguardadas da história.

Anakin Skywalker pode voltar?

A primeira temporada trouxe um dos encontros mais importantes da trajetória de Ahsoka ao colocar Anakin Skywalker diante de sua antiga aprendiz no Mundo Entre Mundos.

O momento serviu para Ahsoka confrontar o próprio passado e entender que o legado de Anakin não precisava ser definido apenas pela transformação dele em Darth Vader. A personagem conseguiu seguir em frente depois desse confronto.

Hayden Christensen participou desse arco, mas ainda não se sabe qual será a extensão de seu envolvimento na segunda temporada. Mesmo assim, a relação entre Anakin e Ahsoka continua sendo uma das peças mais importantes para entender a personagem.

É preciso assistir a Star Wars Rebels antes da nova temporada?

Não é obrigatório, mas conhecer Star Wars Rebels deixa Ahsoka muito mais fácil de entender.

A série live-action funciona como uma continuação direta de várias histórias apresentadas na animação. Sabine Wren, Ezra Bridger, Hera Syndulla e Thrawn possuem relações e conflitos que foram desenvolvidos durante anos antes de aparecerem em live-action.

Quem acompanha apenas as produções mais recentes de Star Wars consegue entender a trama principal, mas algumas decisões dos personagens e referências terão um peso muito maior para quem conhece a animação.

Quem está no elenco da 2ª temporada?

Rosario Dawson retorna como Ahsoka Tano, com Natasha Liu Bordizzo novamente como Sabine Wren. Também estão confirmados Eman Esfandi como Ezra Bridger, Mary Elizabeth Winstead como Hera Syndulla e Lars Mikkelsen como Grande Almirante Thrawn.

David Tennant também continua associado ao projeto como a voz de Huyang, enquanto Genevieve O’Reilly retorna como Mon Mothma.

A ausência de Ray Stevenson como Baylan Skoll será uma das principais mudanças em relação à primeira temporada.

A Odisseia estreia com força na China e arrecada US$ 26,6 milhões em apenas dois dias nos cinemas

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A Odisseia, novo épico de Christopher Nolan, começou sua carreira nos cinemas chineses com um resultado expressivo. O filme arrecadou US$ 26,6 milhões em apenas dois dias, mesmo tendo passado por aproximadamente 58 mil sessões no período.

O número ganha importância quando colocado em perspectiva: a quantidade de sessões é considerada relativamente modesta para o tamanho do mercado chinês, o que indica uma procura consistente pelo longa. As primeiras projeções apontam para uma arrecadação entre US$ 35 milhões e US$ 37 milhões ao fim do fim de semana de estreia.

Para um filme com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o desempenho internacional tem papel importante na trajetória comercial. A China é um dos maiores mercados cinematográficos do mundo e, quando uma produção de Hollywood consegue encontrar público por lá, o resultado pode fazer diferença significativa na bilheteria global.

O desempenho não está apenas no valor arrecadado, mas na velocidade com que o dinheiro entrou no caixa. A Odisseia precisou de somente dois dias para ultrapassar a marca de US$ 26 milhões, antes mesmo de completar seu primeiro fim de semana no país.

Outro ponto relevante é que a recepção chinesa acontece em um mercado com características próprias, no qual o espaço disponível nas salas e a distribuição dos horários podem influenciar diretamente o resultado de uma superprodução. Por isso, acompanhar a quantidade de sessões e a arrecadação ajuda a entender melhor o tamanho da procura.

Se a projeção de até US$ 37 milhões se confirmar, o filme terá construído uma estreia bastante sólida no país, acrescentando uma parcela importante à sua bilheteria internacional.

Qual é a história de A Odisseia?

Baseado na Odisseia, poema atribuído a Homero, o filme acompanha Odisseu, rei de Ítaca, durante o difícil retorno para casa depois da Guerra de Troia.

Matt Damon interpreta o protagonista, que passa anos longe de sua terra enquanto enfrenta perigos, criaturas mitológicas e intervenções dos deuses. Entre os personagens encontrados nesse percurso estão Polifemo, Circe, Calipso e as Sereias.

Enquanto Odisseu tenta sobreviver e encontrar o caminho de volta, sua família também enfrenta as consequências de sua ausência. Em Ítaca, Penélope, interpretada por Anne Hathaway, precisa lidar com diversos pretendentes que ocupam seu palácio, enquanto Telêmaco, vivido por Tom Holland, procura respostas sobre o paradeiro do pai.

A história, portanto, não se resume a uma aventura marítima. O retorno de Odisseu também envolve família, poder, lealdade e a disputa pelo futuro de Ítaca.

Quem interpreta os principais personagens?

O filme reúne um elenco particularmente extenso. Matt Damon interpreta Odisseu, enquanto Anne Hathaway vive Penélope e Tom Holland aparece como Telêmaco.

Robert Pattinson interpreta Antínoo, um dos homens que disputam a mão de Penélope. Zendaya vive Atena, deusa que possui uma relação importante com Odisseu na narrativa original. Charlize Theron interpreta Calipso e Samantha Morton aparece como Circe.

O elenco ainda inclui Lupita Nyong’o, Jon Bernthal, Benny Safdie, John Leguizamo, Mia Goth, Himesh Patel, Corey Hawkins, Bill Irwin e Travis Scott, entre outros nomes.

Onde A Odisseia foi filmado?

A produção teve uma escala internacional compatível com o tamanho da história. As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025, passando por locais como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia e Islândia.

A escolha dessas regiões não está ligada apenas à estética. Como a história atravessa diferentes territórios e ambientes, a produção precisou encontrar paisagens capazes de representar desde os cenários associados à Grécia Antiga até os locais fantásticos encontrados durante a viagem de Odisseu.

Por que o filme é tão caro?

O orçamento estimado de US$ 250 milhões coloca A Odisseia entre os projetos mais ambiciosos da carreira de Nolan. Parte desse investimento está relacionada à escala das filmagens, ao elenco e à decisão de trabalhar com um formato cinematográfico de grande porte.

Nolan também optou por uma abordagem técnica bastante específica: todo o filme foi captado com câmeras IMAX de 70 mm, algo que aumenta a exigência tanto durante a produção quanto na distribuição para salas equipadas com esse formato.

A escolha faz sentido dentro da proposta do diretor, conhecido por priorizar a exibição em telas grandes e incentivar o público a assistir a seus filmes no cinema.

Quando chegou aos cinemas?

A Odisseia estreou no Brasil e em Portugal em 16 de julho de 2026. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, o lançamento aconteceu em 17 de julho.

A estreia chinesa acrescenta um mercado importante à trajetória do filme e será um dos números a acompanhar nas próximas semanas. Com US$ 26,6 milhões já arrecadados em dois dias, o longa começa sua passagem pelo país em uma posição bastante favorável.

Super Tela deste sábado (15/08) exibe Midway: Batalha em Alto-Mar, filme de guerra sobre a batalha que mudou o rumo do Pacífico

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A Record TV exibe neste sábado, 15 de agosto de 2026, Midway: Batalha em Alto-Mar na Super Tela. Lançado em 2019, o filme dirigido por Roland Emmerich acompanha os primeiros meses da participação dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, passando pelo ataque a Pearl Harbor e chegando à decisiva Batalha de Midway.

O que acontece em Midway: Batalha em Alto-Mar?

A história começa em 7 de dezembro de 1941, quando o Japão ataca Pearl Harbor e muda completamente a posição dos Estados Unidos no conflito. A partir daí, a Marinha norte-americana tenta entender os próximos movimentos japoneses enquanto prepara uma resposta no Pacífico.

Entre os personagens centrais está o tenente Richard “Dick” Best, interpretado por Ed Skrein, um piloto ligado ao porta-aviões USS Enterprise. Ao lado dele estão figuras como o oficial de inteligência Edwin Layton (Patrick Wilson), o piloto Wade McClusky (Luke Evans) e o comandante Jimmy Doolittle (Aaron Eckhart).

Um dos pontos mais interessantes do filme está justamente na importância da inteligência militar. Antes da Batalha de Midway, os norte-americanos conseguem interceptar mensagens japonesas e descobrir que o próximo grande alvo seria identificado como “AF”. Para confirmar a suspeita, a inteligência americana arma uma estratégia simples envolvendo uma falsa mensagem sobre falta de água em Midway. Os japoneses respondem à informação e acabam revelando a localização do ataque.

Por que a Batalha de Midway era tão importante?

A batalha aconteceu em junho de 1942, apenas seis meses depois do ataque a Pearl Harbor. O confronto colocou porta-aviões americanos e japoneses frente a frente e terminou com uma derrota pesada para a Marinha Imperial Japonesa.

No filme, os bombardeiros americanos conseguem atingir os porta-aviões Akagi, Kaga e Soryu. O Hiryu, último porta-aviões japonês ainda em condições de combate, também acaba destruído depois de atacar o USS Yorktown.

A operação é apresentada como uma sequência de decisões tomadas em poucos minutos, com pilotos tentando localizar a frota inimiga enquanto os comandantes trabalham com informações incompletas. É esse jogo entre estratégia, espionagem e combate aéreo que conduz boa parte da história.

Quem está no elenco?

Além de Ed Skrein, o elenco reúne nomes conhecidos de Hollywood e da música. Patrick Wilson interpreta Edwin Layton, enquanto Luke Evans vive Wade McClusky e Aaron Eckhart aparece como Jimmy Doolittle.

O filme também conta com Nick Jonas, como Bruno Gaido; Mandy Moore, como Anne Best; Dennis Quaid, como William “Bull” Halsey; Woody Harrelson, como Chester W. Nimitz; Tadanobu Asano, como Tamon Yamaguchi; e Darren Criss, como Eugene Lindsey.

Delegado estreia no Festival de Brasília antes de chegar ao Canal Brasil com trama policial ambientada no Recife

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A série Delegado, nova produção do Canal Brasil, será apresentada pela primeira vez no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, antes de chegar à televisão. A produção terá três episódios exibidos em 12 de setembro, às 18h, no Cine Brasília, em uma sessão aberta ao público e convidados.

No dia 13 de setembro, às 14h, diretores e integrantes da equipe participam de uma coletiva no mesmo espaço. A produção completa terá sete episódios e estreia no Canal Brasil em 30 de outubro.

O que acontece em Delegado?

A história acompanha Felipe, interpretado por Johnny Massaro, um jovem de classe média que entra para a Polícia Civil acreditando que poderá fazer diferença dentro da instituição. Quando assume uma delegacia no Recife, ele encontra uma realidade bem mais complicada do que imaginava.

A falta de estrutura, os conflitos entre policiais, casos de corrupção e a dificuldade de implementar mudanças passam a fazer parte da rotina do protagonista. Felipe precisa entender rapidamente como funcionam as relações dentro da delegacia enquanto tenta preservar a maneira como enxerga o próprio trabalho.

A situação fica ainda mais delicada quando uma nova liderança do tráfico começa a ganhar espaço. Ao mesmo tempo, informações relacionadas ao passado do pai de Felipe ameaçam interferir diretamente em sua carreira.

Por que o Recife é importante para a história?

A série não usa o Recife apenas como cenário. A cidade está ligada à construção da narrativa e ao modo como a produção aborda a Polícia Civil.

Delegado parte de uma realidade regional pouco explorada em séries policiais brasileiras e coloca o cotidiano de uma delegacia nordestina no centro da trama. O roteiro combina situações de investigação com conflitos internos e questões sociais ligadas à desigualdade, ao poder e às relações entre diferentes grupos.

O humor também aparece como parte da linguagem da série, especialmente nas situações envolvendo os personagens e a rotina da delegacia. A proposta é equilibrar momentos mais tensos com características próprias do ambiente recifense.

O que a série discute além dos casos policiais?

O principal conflito não está apenas nos crimes investigados por Felipe. A produção usa a rotina da delegacia para discutir como classe social, poder e ideologia interferem nas decisões dentro da Polícia Civil.

Felipe começa a história acreditando que sua função será determinada principalmente pelo trabalho que realiza. Conforme conhece a instituição, percebe que sua posição também depende das relações que estabelece, dos interesses envolvidos em cada situação e da estrutura que encontra para trabalhar.

O passado familiar amplia esse conflito. Quanto mais Felipe tenta se firmar profissionalmente, mais precisa lidar com informações que podem alterar a forma como colegas e superiores enxergam sua trajetória.

Quem está no elenco?

Além de Johnny Massaro, Delegado conta com Alice Carvalho, Hermila Guedes, Tânia Maria, Virginia Cavendish, Nataly Rocha, Rubens Santos e Igor de Araújo.

A série foi criada e escrita por Leonardo Lacca, Tião e Marcelo Lordello. Lacca e Lordello também dividem a direção dos episódios.

A produção é assinada por Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho, nomes ligados ao cinema pernambucano. A presença da equipe ajuda a explicar a escolha do Recife como ponto de partida para uma história policial que pretende fugir do cenário mais comum das produções brasileiras do gênero.

Quando Delegado chega ao Canal Brasil e ao Globoplay?

A estreia oficial acontece em 30 de outubro no Canal Brasil. Os episódios serão exibidos semanalmente.

No Globoplay, a série estará disponível para assinantes do Plano Premium a partir do dia seguinte à exibição de cada capítulo no canal. Os sete episódios não serão liberados de uma vez, seguindo o mesmo ritmo semanal da televisão.

Sessão da Tarde exibe Podres de Ricos nesta sexta (14/08): Descubra qual é o segredo da mãe de Rachel

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A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 14 de agosto, exibe Podres de Ricos, com Constance Wu, Henry Golding e Michelle Yeoh no elenco. Dirigido por Jon M. Chu, o filme acompanha Rachel Chu, uma professora de economia de Nova York que viaja para Singapura com o namorado, Nick Young, sem imaginar que está prestes a conhecer uma das famílias mais ricas do país.

O problema é que Nick nunca contou à namorada o tamanho da fortuna da família. A viagem, que deveria servir para Rachel conhecer os parentes e participar do casamento do melhor amigo dele, rapidamente se transforma em uma disputa familiar. Eleanor, mãe de Nick, não aprova o relacionamento e deixa claro que considera Rachel inadequada para fazer parte da família.

Por que Nick escondeu a fortuna da família?

Rachel acredita que Nick teve uma criação confortável, mas só descobre a dimensão do patrimônio dos Young quando chega a Singapura. A primeira pista aparece ainda durante a viagem, quando ela percebe que o namorado tem acesso a uma suíte de primeira classe e trata aquilo como algo completamente normal.

Em Singapura, a diferença fica impossível de ignorar. A família de Nick possui propriedades, negócios e conexões com pessoas da elite local, enquanto Rachel vem de uma realidade completamente diferente. O contraste não serve apenas para criar situações engraçadas: ele vira o principal motivo do conflito entre Rachel e Eleanor.

A mãe de Nick acredita que o relacionamento pode colocar em risco os valores e a reputação da família. Rachel, por outro lado, precisa descobrir como lidar com pessoas que já decidiram que ela não pertence àquele círculo antes mesmo de conhecê-la.

O que acontece quando Rachel conhece a família Young?

A chegada a Singapura coloca Rachel no meio de uma família que conhece Nick desde criança e sabe exatamente o que espera dele. Ela conhece a avó do namorado, Shang Su Yi, além de primos e outros parentes que vivem cercados por dinheiro e tradição.

A situação fica ainda mais complicada durante as festas que antecedem o casamento de Colin e Araminta. Rachel é colocada em situações desconfortáveis pelas outras mulheres próximas à família, algumas interessadas em Nick e outras simplesmente interessadas em vê-la fracassar.

Amanda, antiga namorada de Nick, chega a se aproximar de Rachel antes de revelar que também teve um relacionamento com ele. Em outro momento, Rachel encontra um peixe morto na cama acompanhado de uma mensagem ofensiva. Mesmo diante das provocações, ela tenta não transformar a viagem em uma guerra aberta.

Quem ajuda Rachel a atravessar esse período é Peik Lin, sua amiga de faculdade, interpretada por Awkwafina. A personagem funciona como uma espécie de guia para Rachel dentro daquele mundo e participa de algumas das cenas mais engraçadas do filme.

Eleanor realmente quer impedir o relacionamento?

Sim. Eleanor não trata a relação como uma simples preocupação de mãe. Ela deixa claro para Rachel que não acredita que a jovem consiga se adaptar à família Young.

Durante uma conversa enquanto fazem bolinhos, Eleanor conta que ela própria precisou conquistar espaço dentro da família. A relação com a sogra nunca foi simples, e a joia de família que ela usa tem uma história ligada à desaprovação da geração anterior.

Rachel entende que não está apenas disputando a aprovação de uma futura sogra. Ela está enfrentando uma estrutura familiar que valoriza tradição, reputação e continuidade.

A situação chega ao limite quando a família descobre um detalhe sobre a origem de Rachel. Eleanor e a avó de Nick revelam que a mãe dela, Kerry, deixou a China após engravidar de outro homem. A informação é usada para tentar separar o casal.

Qual é o segredo da mãe de Rachel?

A revelação sobre Kerry muda a maneira como Rachel entende a própria história. Ela descobre que a mãe deixou a China porque sofria com um marido abusivo e temia as consequências de ter se apaixonado por outra pessoa.

Kerry decidiu recomeçar a vida longe dali para proteger a filha. A história também explica por que Rachel cresceu nos Estados Unidos e por que ela não conhecia todos os detalhes sobre a própria origem.

O conflito entre as duas famílias, portanto, não envolve apenas dinheiro. As decisões tomadas pelos pais de Rachel e Nick décadas antes continuam afetando os filhos.

O que acontece com Rachel e Nick?

Depois da pressão da família, Rachel deixa Singapura e vai para a casa de Peik Lin. Nick, porém, não desiste do relacionamento. Ele procura Rachel e pede que ela se case com ele.

Rachel inicialmente recusa porque acredita que aceitar significaria fazer Nick escolher entre ela e a própria família. Em vez de simplesmente aceitar a situação, ela decide conversar diretamente com Eleanor.

O encontro acontece em uma partida de mahjong, e a cena funciona como o confronto definitivo entre as duas. Rachel explica que não quer obrigar Nick a abandonar a família e que está disposta a abrir mão do relacionamento para que ele não precise fazer essa escolha.

A decisão também muda a postura de Eleanor. Depois da conversa, ela percebe que Rachel não está tentando tomar Nick dela.

Como o filme termina?

Depois de deixar Singapura, Rachel recebe uma nova visita de Nick. Dessa vez, ele aparece com um pedido de casamento diferente e usando o anel de Eleanor.

Rachel aceita, e os dois decidem permanecer em Singapura para comemorar o noivado. O encontro entre Rachel e Eleanor no final deixa claro que o conflito entre as duas não desapareceu completamente, mas a relação ganhou outra direção.

O filme ainda reserva uma breve cena após os créditos envolvendo Astrid, prima de Nick interpretada por Gemma Chan, e seu ex-noivo, Charlie Wu, vivido por Harry Shum Jr. A sequência funciona como uma pequena indicação de que a história daquela família poderia continuar acompanhando outros personagens.

Por que Podres de Ricos foi importante para Hollywood?

Lançado em 2018, Podres de Ricos chamou atenção por colocar um elenco majoritariamente asiático-americano no centro de uma grande produção de Hollywood ambientada nos dias atuais. O longa chegou aos cinemas dos Estados Unidos em 15 de agosto daquele ano e arrecadou mais de US$ 238 milhões mundialmente.

A história é baseada no romance homônimo de Kevin Kwan, publicado em 2013. O roteiro foi escrito por Peter Chiarelli e Adele Lim, enquanto Jon M. Chu assumiu a direção.

Além de Constance Wu e Henry Golding, o elenco reúne Michelle Yeoh, Gemma Chan, Awkwafina, Nico Santos, Ken Jeong, Lisa Lu, Sonoya Mizuno e Harry Shum Jr.

Quem dubla Podres de Ricos na Sessão da Tarde?

Na versão exibida pela Globo, o filme conta com dublagem brasileira de Amazyles Almeida, Andressa Andreatto, Cecilia Lemes, Cássia Bisceglia, Fernanda Bullara, Glauco Marques, Jussara Marques e Thiago Longo, entre outros profissionais.