“O Agente Secreto” | Kleber Mendonça Filho transforma Recife no palco de um dos filmes mais esperados do ano

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Tem filmes que não são apenas filmes. São reencontros. Fragmentos de vida que voltam à tona por meio da câmera, da música, do silêncio e, sobretudo, da memória. O agente secreto, novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, é um desses casos raros em que o cinema deixa de ser só entretenimento e se torna também um gesto de retorno, escuta e resistência.

No dia 10 de setembro, essa história começa seu percurso em solo brasileiro — e o local escolhido para esse pontapé inicial é simbólico e carregado de emoção: o Cinema São Luiz e o Teatro do Parque, dois espaços históricos no coração do Recife, serão os palcos simultâneos das primeiras exibições do filme. E não é por acaso. Fundado em 1952, o São Luiz foi restaurado recentemente e, além de acolher a estreia, também serviu como locação para o próprio longa. O Teatro do Parque, inaugurado em 1919, compartilha o mesmo fôlego de resistência e memória. Ambos se tornaram mais do que lugares: são guardiões da história afetiva da cidade.

Essas sessões inaugurais contarão com a presença do diretor Kleber Mendonça Filho, da produtora Emilie Lesclaux, da distribuidora Silvia Cruz e de boa parte do elenco estelar do filme, incluindo nomes como Wagner Moura, Maria Fernanda Cândido, Tânia Maria, Carlos Francisco, Isabel Zuaa, Robério Diógenes e Laura Lufési. A pré-venda dos ingressos começa no dia 4 de agosto e, para quem conhece a força do cinema de Kleber, é bom garantir lugar logo: não há dúvidas de que será uma noite memorável para o Recife.

Recife como cenário, personagem e pulsação

O agente secreto se passa em 1977, período em que o Brasil vivia sob a sombra da ditadura militar. O protagonista Marcelo, interpretado por Wagner Moura, é um técnico em eletrônica que retorna à sua cidade natal, o Recife, após anos afastado. A busca por um recomeço, no entanto, se revela um mergulho em territórios instáveis — tanto na cidade quanto em sua própria alma. A trama se desenrola como um thriller político, tenso e atmosférico, mas sem perder a dimensão profundamente humana dos filmes de Kleber.

A escolha de ambientar a narrativa no Recife não é apenas geográfica. É existencial. A cidade não é pano de fundo — é corpo, tempo, cheiro, memória. Ela influencia as escolhas de Marcelo, suas angústias, suas fugas. O centro da cidade, com suas esquinas marcadas pelo abandono e pela beleza decadente, torna-se um espelho do próprio país naquele momento histórico.

Kleber, que já havia filmado o Recife com maestria em O som ao redor e Aquarius, volta a colocar a cidade no centro da discussão. E o faz sem idealizações: há beleza, mas também sujeira; há poesia, mas também tensão. É um Recife de carne e osso.

A estreia que é também um manifesto

Não é exagero dizer que o lançamento do filme no Cinema São Luiz e no Teatro do Parque tem um peso quase histórico. Em um Brasil onde cinemas de rua seguem fechando as portas e teatros são constantemente ameaçados por cortes de verba e abandono, reocupar esses espaços com uma obra que dialoga diretamente com o país e seu passado é, também, um ato político.

Kleber Mendonça Filho nunca escondeu seu compromisso com o cinema de resistência. Seja por suas escolhas estéticas ou por suas posturas públicas, ele é hoje uma das vozes mais potentes do audiovisual brasileiro. E nesse novo trabalho, a ideia de resistência aparece não só no conteúdo, mas na forma: ao estrear o filme nesses espaços emblemáticos, ele reafirma o valor da experiência coletiva da sala escura — aquela em que o público se emociona junto, em silêncio.

Além disso, o evento ganha contornos ainda mais emocionantes por acontecer na cidade onde tudo começou. Kleber nasceu e cresceu no Recife. Começou sua carreira como crítico, fez curtas-metragens experimentais e construiu sua filmografia de forma orgânica, quase artesanal, sempre com os pés fincados na cidade. O agente secreto, nesse sentido, é também uma volta para casa — mas uma volta crítica, inquieta, disposta a mexer nas feridas.

Um longa que já conquistou o mundo

Antes mesmo de estrear nos cinemas brasileiros, O agente secreto já coleciona prêmios e aplausos nos quatro cantos do mundo. O filme fez sua estreia mundial no Festival de Cannes, onde foi aclamado pela crítica e saiu com quatro prêmios importantes: Melhor Diretor, para Kleber Mendonça Filho; Melhor Ator, para Wagner Moura; o Prêmio FIPRESCI, da Federação Internacional de Críticos de Cinema; e o Prêmio Art et Essai, concedido pela AFCAE (Associação Francesa de Cinema de Arte).

Desde então, passou por festivais como o New Horizons, na Polônia; o Festival de Cinema de Sydney, na Austrália; o Cinéma Paradiso Louvre, na França, onde foi exibido ao ar livre nos jardins do museu; e mais recentemente, esgotou todas as sessões de pré-estreia em Portugal. O próximo passo da jornada internacional será o Festival de Toronto (TIFF), onde integra a cobiçada seleção Special Presentations — espaço dedicado a filmes com potencial artístico e impacto global.

O que torna tudo isso ainda mais impressionante é o fato de que o filme já tem lançamento garantido em nada menos que 94 países, incluindo gigantes como Estados Unidos, China, Coreia do Sul, México, Alemanha, Grécia, Índia, Nova Zelândia e Finlândia. A comercialização internacional está sendo feita pela MK2, uma das maiores distribuidoras da Europa, o que reforça o alcance da obra.

No Brasil, a estreia oficial está marcada para o dia 6 de novembro, em circuito comercial. Mas as exibições especiais — que começam por Recife — seguirão por outras capitais em setembro e outubro.

Uma rede de talentos por trás e diante das câmeras

O elenco de O agente secreto é um espetáculo à parte. Além de Wagner Moura, um dos atores brasileiros mais reconhecidos internacionalmente, o filme conta com nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Hermila Guedes, Carlos Francisco, Isabel Zuaa, Alice Carvalho, Tânia Maria, entre muitos outros. É um elenco diverso, comprometido, que entrega atuações densas e carregadas de subtexto.

E não é só na frente das câmeras que a força se revela. A produção é assinada por Emilie Lesclaux, parceira de Kleber desde os primeiros projetos, e é uma coprodução entre o Brasil (CinemaScópio), a França (MK Productions), a Holanda (Lemming Film) e a Alemanha (One Two Films). No Brasil, o filme será distribuído pela Vitrine Filmes, responsável por trazer ao público nacional alguns dos títulos mais relevantes do cinema contemporâneo. No exterior, os direitos foram adquiridos por distribuidoras de peso como NEON (nos EUA e Canadá) e MUBI (no Reino Unido, Irlanda, Índia e América Latina, com exceção do Brasil).

Mais que um filme, um convite ao olhar

Com O agente secreto, Kleber Mendonça Filho mais uma vez prova que é possível fazer cinema autoral e, ao mesmo tempo, impactante. O filme não oferece respostas fáceis, não cai em maniqueísmos. Ele provoca. Cutuca. Incomoda. E talvez por isso mesmo seja tão necessário.

Num país que insiste em esquecer, Kleber filma para lembrar. Filma para costurar as brechas da história com poesia, crítica e humanidade. E se o cinema ainda é uma forma de enxergar o mundo — e de transformar esse olhar em ação —, então O agente secreto chega na hora certa.

Elenco completo

Albert Tenório (Olho por Olho, O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias), Alice Carvalho (O Som ao Redor, Bacurau, Marighella), Aline Marta (O Grande Circo Místico, O Outro Lado do Paraíso), Buda Lira (Cidade dos Homens, Dois Irmãos), Carlos Francisco (Tatuagem, Bacurau, Marighella), Edilson Silva (Bacurau, O Doutrinador), Enzo Nunes (Cidade Invisível), Erivaldo Oliveira (O Outro Lado do Paraíso), Fabiana Pirro (Bacurau), Fafá Dantas (Tatuagem), Gabriel Leone (Dom, Bacurau, Onde Está Meu Coração), Geane Albuquerque (Cidade Invisível), Gregorio Graziosi (Sessão de Terapia, Malhação), Hermila Guedes (O Auto da Compadecida, O Som ao Redor), Igor de Araújo (Sob Pressão), Isabel Zuaa (Bacurau, Marighella), Isadora Ruppert (Aruanas), Ítalo Martins (Malhação, Desalma), João Vitor Silva (Filhos da Pátria), Joalisson Cunha (Marighella), Kaiony Venancio (Cidade dos Homens), Laura Lufési (O Som ao Redor, Bacurau), Licínio Januário (Bacurau), Luciano Chirolli (Marighella), Marcelo Valle (Sob Pressão, Dom), Márcio de Paula (Bacurau), Maria Fernanda Cândido (O Outro Lado do Paraíso, A Muralha), Nivaldo Nascimento (Bacurau, Marighella), Robério Diógenes (Bacurau), Robson Andrade (Bacurau), Roney Villela (Bacurau), Rubens Santos (Marighella), Suzy Lopes (Amor de Mãe), Tânia Maria (Cinema Novo), Thomás Aquino (Bacurau, O Som ao Redor), Udo Kier (Melancolia, Drácula de Bram Stoker) e Wilson Rabelo (Marighella).

Saiba qual filme vai passar no Cinemaço deste domingo, 18 de janeiro, na TV Globo

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O Cinemaço deste domingo, 18 de janeiro de 2026, promete transportar o público para um futuro tão grandioso quanto devastador. A TV Globo exibe “Máquinas Mortais”, uma superprodução de aventura e ficção científica que imagina um planeta transformado em um enorme campo de batalha sobre rodas. Lançado em 2018, o filme aposta em um universo visualmente impressionante para contar uma história sobre sobrevivência, poder, desigualdade e as consequências extremas das guerras humanas.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama se passa anos após a chamada Guerra dos Sessenta Minutos, um conflito global tão destrutivo que mudou completamente a forma como a humanidade vive. A Terra está devastada, os recursos naturais são escassos e a antiga organização das cidades deixou de existir. Para sobreviver, os seres humanos criaram as chamadas Cidades Tração, enormes metrópoles montadas sobre rodas gigantes, capazes de se locomover pelos continentes em busca de matéria-prima. Nesse novo mundo, as cidades menores são caçadas e “engolidas” pelas maiores, em uma lógica brutal de dominação e sobrevivência.

É nesse cenário caótico que surge Londres, uma das maiores e mais poderosas cidades móveis do planeta. No centro da história está Tom Natsworthy, um jovem historiador vivido por Robert Sheehan, que leva uma vida simples trabalhando nos níveis mais baixos da cidade. Tom é curioso, sonhador e fascinado pelas histórias do mundo antigo, aquele que existia antes da destruição. Sua vida muda radicalmente quando ele se envolve em um ataque que o lança para fora de Londres, jogando-o em um território hostil e desconhecido.

Ao cair no mundo exterior, Tom cruza o caminho de Hester Shaw, interpretada por Hera Hilmar, uma fora-da-lei marcada física e emocionalmente por um passado violento. Hester carrega no rosto cicatrizes que simbolizam muito mais do que feridas de batalha. Elas representam as marcas de um mundo que não teve piedade e de uma infância roubada pela guerra e pela ambição dos poderosos. Inicialmente desconfiados um do outro, Tom e Hester formam uma aliança improvável, unidos pela necessidade de sobreviver.

A jornada dos dois rapidamente deixa de ser apenas uma fuga. Conforme avançam, eles descobrem uma ameaça muito maior do que as cidades predatórias. Um antigo armamento, capaz de destruir o que resta do planeta, ameaça desequilibrar ainda mais esse mundo já frágil. No centro desse perigo está Thaddeus Valentine, vivido por Hugo Weaving, uma figura carismática, elegante e profundamente perigosa. Valentine acredita que o uso dessa arma é a única forma de garantir a supremacia de Londres, mesmo que isso custe milhares de vidas.

Hugo Weaving entrega um vilão complexo, que não se enxerga como mal, mas como necessário. Seu personagem simboliza a lógica do poder extremo, onde fins justificam quaisquer meios. Ao lado dele, a atriz e cantora Jihae interpreta Anna Fang, uma líder rebelde que representa a resistência contra o sistema das Cidades Tração. Forte, determinada e idealista, Anna surge como uma das figuras mais interessantes do filme, trazendo uma visão de mundo que se opõe diretamente à lógica da destruição contínua.

Dirigido por Christian Rivers, em sua estreia como diretor de longa-metragem, “Máquinas Mortais” carrega fortemente a influência de Peter Jackson, que assina o roteiro ao lado de Fran Walsh e Philippa Boyens, os mesmos nomes por trás das trilogias O Senhor dos Anéis e O Hobbit. Jackson, inclusive, adquiriu os direitos do livro homônimo de Philip Reeve ainda em 2009. O projeto passou anos em desenvolvimento até ser oficialmente anunciado em 2016.

Rivers, que venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho em “King Kong”, traz para o filme um olhar extremamente técnico e detalhista. As cidades em movimento são o grande espetáculo da produção. Londres sobre rodas, avançando sobre paisagens destruídas, é uma imagem que impressiona pela escala e pelo nível de detalhamento. As sequências de perseguição e captura entre cidades são ambiciosas e visualmente impactantes, criando um verdadeiro espetáculo para quem gosta de mundos fantásticos.

As filmagens ocorreram entre abril e julho de 2017, na Nova Zelândia, aproveitando paisagens naturais que ajudaram a construir a sensação de um planeta devastado e inóspito. O cuidado técnico é evidente em cada cena, desde os figurinos até os cenários digitais, reforçando o caráter épico da obra.

Apesar de todo o investimento visual, “Máquinas Mortais” teve uma recepção dividida. O filme estreou mundialmente em Londres em novembro de 2018 e chegou aos cinemas de vários países em dezembro do mesmo ano. A crítica reconheceu o impacto dos efeitos especiais, mas apontou falhas no desenvolvimento dos personagens, no ritmo da narrativa e em uma certa dificuldade do filme em criar uma identidade própria dentro do gênero pós-apocalíptico.

Esse conjunto de fatores refletiu no desempenho comercial. Com um orçamento estimado entre 100 e 150 milhões de dólares, o longa arrecadou cerca de 82,9 milhões de dólares em bilheteria mundial, sendo considerado um fracasso financeiro. Os prejuízos para o estúdio foram estimados em até 150 milhões de dólares, encerrando as possibilidades de uma continuação cinematográfica direta da saga literária.

Mesmo assim, o universo de “Máquinas Mortais” continuou a despertar interesse. Em 2020, uma série de jogos em primeira pessoa ambientados nesse mesmo mundo foi desenvolvida, ampliando a experiência para outros formatos e mantendo viva a mitologia criada por Philip Reeve.

Crítica | Se Não Fosse Você é um drama familiar que conecta e emociona o espectador

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Quando uma história marcada por segredos e dores familiares chega às telonas, o desafio é transformar a intensidade emocional do livro em cinema sem perder a sutileza. Se Não Fosse Você, adaptação do romance de Colleen Hoover, dirigida por Josh Boone (A Culpa É das Estrelas), consegue traduzir com sensibilidade a complexidade do luto, do perdão e das relações familiares, oferecendo momentos de grande emoção e identificação.

O filme acompanha Morgan Grant (Allison Williams) e sua filha Clara (Mckenna Grace) após um acidente que muda suas vidas para sempre. A perda simultânea do marido/pai e da irmã/tia revela uma traição que abala profundamente a família. Essa premissa, carregada de potencial dramático, é explorada com atenção às nuances do luto, da culpa e da reconciliação. Boone e a roteirista Susan McMartin apostam em um drama psicológico que mergulha no impacto de segredos revelados e relações tensionadas, sem perder de vista o lado humano de cada personagem.

O filme adota uma narrativa não linear, alternando passado e presente, o que permite ao espectador vivenciar gradualmente os traumas e as revelações da família Grant. Essa abordagem aumenta o suspense e a profundidade emocional, revelando detalhes que enriquecem a compreensão dos personagens e das escolhas que moldam suas vidas. Embora o ritmo por vezes exija atenção, essa alternância cria um efeito de descoberta que mantém o público engajado e emocionalmente conectado.

Performances que encantam

Allison Williams entrega uma atuação emocionante, equilibrando vulnerabilidade e força, enquanto Mckenna Grace brilha como Clara, transmitindo toda a complexidade de uma adolescente lidando com dor, raiva e desejo de compreensão. O elenco de apoio, incluindo Dave Franco, Mason Thames e Willa Fitzgerald, contribui para o drama com interpretações sólidas, mesmo que alguns personagens tenham espaço mais restrito. A química entre Williams e Grace é especialmente cativante, tornando os momentos de confronto e reconciliação memoráveis.

Direção sensível e técnica competente

Josh Boone demonstra seu talento em conduzir cenas de diálogo intenso e confrontos familiares, preservando a emoção sem cair em exageros. A fotografia diferencia claramente passado e presente, utilizando paletas de cores que reforçam a atmosfera emocional de cada sequência. A trilha sonora acompanha a narrativa de forma elegante, realçando momentos-chave sem se sobrepor às atuações. Tecnicamente, o filme é sólido, equilibrando estética, ritmo e emoção.

Um filme que conecta com o público

Apesar de alguns momentos de maior intensidade dramática, Se Não Fosse Você mantém seu coração centrado na experiência humana. Escândalos familiares e revelações chocantes são apresentados de forma a impactar emocionalmente, sem perder o foco na construção das personagens. O resultado é um drama familiar que emociona, faz refletir e convida o público a acompanhar de perto a complexidade das relações familiares.

Bake Off Brasil deste sábado (16) homenageia o abraço de vó em edição cheia de emoção e criatividade

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Neste sábado, 16 de agosto, o Bake Off Brasil traz uma edição emocionante que combina técnica, criatividade e afeto. O tema da vez é uma homenagem aos laços mais doces da vida: o abraço de vó, traduzido em bolos que misturam sabor, memória afetiva e delicadeza na decoração. Mais do que testar habilidades na cozinha, o episódio desafia os confeiteiros a transformar lembranças em verdadeiras obras comestíveis, mostrando que a confeitaria é, acima de tudo, uma forma de contar histórias e celebrar emoções.

Na prova criativa, os participantes têm três horas para criar um bolo que homenageie suas avós, trazendo elementos tradicionais e toques de criatividade pessoal. A apresentadora Nadja Haddad detalha: “O bolo deve ter no mínimo 20cm de diâmetro e 10cm de altura, com ao menos um recheio inspirado em uma receita de vó.” A chef confeiteira Beca Milano reforça que a decoração é tão importante quanto o sabor: “A missão de vocês hoje é transformar um doce de vó em um bolo delicioso. Além dos sabores, a decoração é essencial, porque é através dela que vocês vão contar suas histórias.” O chef jurado Giuseppe Gerundino complementa, destacando a importância do equilíbrio: “É fundamental construir o sabor com atenção, usando especiarias que criem contraste e realcem os demais ingredientes.” Para tornar o desafio ainda mais especial, cada participante recebe um presente que promete inspirar e emocionar, tornando o trabalho mais pessoal e afetivo.

O segundo desafio do dia coloca à prova a precisão e o domínio técnico dos confeiteiros, que deverão reproduzir uma árvore de madeleines composta por um tronco de chocolate meio amargo e uma copa formada por 40 madeleines banhadas em chocolate branco e tingidas de rosa. As raspas de laranja e a água de flor de laranjeira garantem aromas delicados, enquanto flores de açúcar finalizadas com corante em pó completam a apresentação, tornando a criação visualmente impressionante. Durante a execução, os jurados compartilham dicas preciosas sobre a temperagem do chocolate, passo essencial para que o resultado final tenha brilho e acabamento impecáveis.

O episódio combina criatividade, memória afetiva e habilidade manual, proporcionando momentos de emoção e surpresa para o público. Na prova criativa, cada bolo se torna uma homenagem que mistura ternura e sabor; na técnica, a precisão e a delicadeza são levadas ao limite, exigindo foco e domínio das técnicas mais refinadas da confeitaria. A edição evidencia que cada detalhe — do sabor ao recheio, da textura à decoração — é capaz de transformar uma sobremesa em uma experiência sensorial completa, que vai muito além do paladar. O Bake Off Brasil deste sábado mostra, mais uma vez, que confeitar é uma forma de tocar corações, resgatar memórias e celebrar os laços afetivos que tornam a vida mais doce.

Clássico do terror O Iluminado retorna aos cinemas brasileiros em dezembro para celebrar 45 anos de sua estreia

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Um dos filmes mais inquietantes e enigmáticos da história do cinema está prestes a voltar às telonas. A Warner Bros. Pictures anunciou o relançamento de O Iluminado, obra-prima dirigida por Stanley Kubrick, que retorna aos cinemas de todo o Brasil entre os dias 11 e 17 de dezembro. A reestreia faz parte das comemorações pelos 45 anos do lançamento do longa, em 2025 — uma oportunidade rara para o público reviver (ou descobrir) o terror psicológico que redefiniu o gênero.

Lançado originalmente em 1980, o filme americano é inspirado no livro homônimo de Stephen King e apresenta uma história que, mesmo décadas depois, continua provocando medo, fascínio e discussões. A trama acompanha Jack Torrance, vivido por Jack Nicholson, um escritor em crise que aceita o cargo de zelador de inverno no isolado Overlook Hotel, localizado nas montanhas do Colorado. Ao lado da esposa Wendy (Shelley Duvall) e do filho Danny (Danny Lloyd), ele acredita que o isolamento será a chance perfeita para reencontrar a inspiração. Mas o silêncio e a solidão se transformam em um pesadelo — e o que começa como tranquilidade logo se torna uma descida brutal à loucura.

Danny, o pequeno filho, tem um dom especial — a habilidade de “iluminar”, enxergando presenças e acontecimentos do passado e do futuro. É por meio de seus olhos que o espectador testemunha o verdadeiro horror que habita o hotel. Conforme as visões se intensificam e Jack sucumbe a uma força invisível, o Overlook deixa de ser apenas um cenário: torna-se um personagem vivo, repleto de ecos, fantasmas e traumas.

Mais do que um simples filme de terror, o longa-metragem é uma experiência sensorial e psicológica. Kubrick transformou o suspense em arte, criando uma atmosfera densa e claustrofóbica. Suas câmeras percorrem corredores intermináveis, capturam o silêncio das montanhas nevadas e mergulham o público em uma tensão crescente que nunca se desfaz completamente.

O longa também marcou a história da técnica cinematográfica. Foi um dos primeiros a utilizar a Steadicam, tecnologia que permite movimentos de câmera fluidos, responsável por algumas das sequências mais icônicas do cinema — como a perseguição de Danny pelo corredor em seu triciclo. Cada detalhe, da arquitetura do hotel ao uso das cores e da trilha sonora, foi pensado para provocar desconforto e fascínio.

Curiosamente, quando foi lançado, o filme dividiu a crítica. Muitos o consideraram lento ou enigmático demais, e o próprio Stephen King criticou as mudanças feitas por Kubrick em relação ao seu livro. Mas o tempo se encarregou de colocá-lo no lugar que merece: hoje, O Iluminado é considerado uma das maiores obras do terror psicológico, referência obrigatória para cineastas, estudiosos e fãs do gênero.

Sua influência atravessou gerações. Cenas, falas e imagens do filme — como a enigmática frase “Here’s Johnny!” — entraram para a cultura pop, inspirando produções, análises e teorias. Em 2018, o longa foi incluído no National Film Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, reconhecimento reservado a obras consideradas “cultural, histórica ou esteticamente significativas”.

O retorno aos cinemas brasileiros promete uma experiência renovada, com exibição em alta qualidade e som remasterizado. É uma chance de vivenciar, na tela grande, a grandiosidade do Overlook Hotel e toda a atmosfera que Kubrick construiu com precisão milimétrica — algo impossível de reproduzir em casa.

Para quem nunca assistiu, é o momento ideal para entender por que o filme se tornou um divisor de águas no terror. E, para quem já conhece, é a oportunidade de redescobrir detalhes que só o cinema é capaz de revelar: o som do machado cortando o ar, o eco dos passos no corredor, o olhar enlouquecido de Nicholson e o frio que parece atravessar a tela.

Lotofácil de Hoje | Confira o Resultado do Concurso 3490 desta quinta (18/09)

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Nesta quinta-feira, 18 de setembro de 2025, a Caixa Econômica Federal realiza o sorteio do concurso 3490 da Lotofácil, oferecendo aos apostadores brasileiros a chance de conquistar um prêmio estimado em R$ 6,5 milhões. O sorteio acontece às 20h (horário de Brasília), diretamente do Espaço da Sorte, localizado na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo, local que recebe regularmente os sorteios e eventos oficiais das loterias.

A Lotofácil é conhecida por sua praticidade e por oferecer boas chances de premiação, atraindo jogadores de todas as regiões do país. Com uma combinação de estratégia, sorte e expectativa, milhões de brasileiros participam de cada concurso na esperança de transformar suas vidas com um prêmio milionário.

Confira o resultado da Lotofácil 3490 desta quinta (18)

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Como participar e aumentar as chances

Para apostar na Lotofácil, o jogador deve escolher entre 15 e 20 números, dentro de um total de 25 disponíveis no volante. A aposta mínima, com 15 números, custa R$ 3,50, sendo uma das loterias mais acessíveis do Brasil.

Além da escolha manual dos números, a Caixa oferece ferramentas que facilitam a vida de quem deseja apostar de forma prática:

  • Surpresinha: o sistema seleciona os números aleatoriamente, criando combinações únicas.
  • Teimosinha: permite repetir a mesma aposta automaticamente por até 24 concursos consecutivos, aumentando a chance de acerto ao longo do tempo.

Outra estratégia popular entre os apostadores é participar de bolões, que possibilitam jogar com mais combinações de números, dividindo o custo da aposta entre amigos, familiares ou colegas de trabalho, e aumentando a expectativa coletiva do grupo.

Premiação e próximos concursos

Os jogadores podem ganhar prêmios acertando 11, 12, 13, 14 ou 15 números, sendo que a faixa principal de 15 dezenas garante o prêmio milionário estimado em R$ 6,5 milhões para o concurso 3490. Caso ninguém acerte todas as dezenas, o prêmio acumula, e o próximo sorteio, marcado para sexta-feira, 19 de setembro de 2025, terá estimativa de R$ 1,8 milhão, mantendo a expectativa de grandes premiações.

A Lotofácil, como o próprio nome indica, é uma loteria que combina facilidade e chances relativamente altas de ganhar, tornando-se ideal para quem deseja participar sem precisar investir valores altos. Os prêmios menores também representam uma oportunidade de alegria e surpresas para apostadores assíduos.

Dicas e curiosidades para apostadores

Embora a Lotofácil seja um jogo de sorte, algumas estratégias podem tornar a experiência mais interessante:

  • Evite sequências muito previsíveis ou padrões comuns, como números consecutivos simples, que concentram apostas de muitos jogadores.
  • Apostar em bolões aumenta as chances de vitória coletiva e torna a participação mais divertida.
  • Conferir sempre os resultados após o sorteio, pois muitos prêmios menores podem passar despercebidos, mas ainda assim oferecem recompensa.

Curiosidades da Lotofácil incluem a frequência de alguns números que historicamente são mais sorteados, criando debates e expectativas entre apostadores. Além disso, os maiores prêmios pagos pela loteria já transformaram a vida de pessoas comuns, gerando histórias de superação, emoção e mudanças significativas de vida.

O impacto do sorteio na vida dos brasileiros

Mais do que um simples jogo de azar, o sorteio da Lotofácil representa um momento de expectativa e esperança para milhões de brasileiros. Casas lotéricas em todo o país, redes sociais e transmissões ao vivo acompanham de perto o evento, transformando-o em um verdadeiro fenômeno cultural.

No Espaço da Sorte, a atmosfera é de emoção e suspense. O local é preparado para receber os sorteios de maneira transparente, com transmissão ao vivo que garante credibilidade e confiança para os participantes. Cada número sorteado desperta curiosidade e ansiedade, mantendo vivo o sonho de quem acredita que a sorte pode sorrir a qualquer momento.

Netflix confirma segunda temporada de O Verão em que Hikaru Morreu após sucesso do anime

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O anime O Verão em que Hikaru Morreu conquistou fãs e críticos e recebeu confirmação oficial de renovação para uma segunda temporada. Disponível na Netflix, a produção se destacou entre os conteúdos mais assistidos no Japão, liderando o ranking da plataforma entre 7 e 20 de julho de 2025. Com uma narrativa que mistura suspense, drama e elementos sobrenaturais, o anime rapidamente se consolidou como um fenômeno cultural, atraindo um público diversificado e ávido por acompanhar a trajetória de seus personagens.

Para celebrar o anúncio da segunda temporada, a co-produtora CyberAgent divulgou ilustrações especiais do mangaká Mokumokuren e do diretor de animação Yuichi Takahashi, além de mensagens emocionadas dos dubladores japoneses Chiaki Kobayashi, que interpreta Yoshiki Tsujinaka, e Shuichiro Umeda, que dá voz a Hikaru.

Kobayashi compartilhou sua empolgação em suas redes: “Não é exagero dizer que o verão de 2025 foi definido por essa série para mim. Estou extremamente feliz que a história continuará e que poderei interpretar Yoshiki novamente. Mesmo diante dos desafios que ele enfrenta, é emocionante acompanhar sua jornada. Espero que todos continuem conosco e obrigado pelo apoio constante!”

Origem do mangá e trajetória de sucesso

O Verão em que Hikaru Morreu é uma obra de Mokumokuren, que começou a serializar o mangá no site Young Ace Up, da Kadokawa Shoten, em agosto de 2021. Até julho de 2025, a série já contava com sete volumes tankōbon, cada um reunindo capítulos que combinam suspense, desenvolvimento de personagens e elementos sobrenaturais, conquistando público e crítica.

O mangá narra a história de Yoshiki, um adolescente do interior do Japão, que descobre que seu melhor amigo, Hikaru, morreu de forma trágica. Antes de desaparecer, Hikaru é possuído por uma entidade sobrenatural que assume sua forma física, mantendo memórias e sentimentos do amigo, mas alterando sua essência. Essa situação cria conflitos emocionais e sobrenaturais que desafiam Yoshiki a preservar a amizade enquanto enfrenta perigos inesperados.

Mokumokuren começou a conceber a história enquanto se preparava para exames escolares e publicou desenhos no Twitter, atraindo a atenção do departamento editorial da Young Ace Up. Posteriormente, o mangá foi adaptado para anime pelo estúdio CygamesPictures, estreando de julho a setembro de 2025. O sucesso imediato da primeira temporada levou à confirmação da segunda temporada logo após o fim da exibição.

O sucesso comercial também é notável: o primeiro volume do mangá vendeu 200 mil cópias em apenas três meses, sendo elogiado pela qualidade da arte, profundidade dos personagens e abordagem sensível de temas complexos.

Trama e desenvolvimento dos personagens

A história se passa em uma cidade rural fictícia inspirada na cidade natal da avó de Mokumokuren, localizada na região montanhosa de Tokai, na província de Mie. Essa ambientação oferece um cenário intimista e autêntico, em que vizinhos conhecem-se profundamente e as relações comunitárias influenciam diretamente o desenvolvimento dos personagens. Mokumokuren escolheu um dialeto ligeiramente diferente do Kansai para os diálogos, reforçando a identidade cultural da narrativa.

O enredo central acompanha Yoshiki e Hikaru, amigos com personalidades opostas, que compartilham momentos intensos de amizade. Após a morte de Hikaru e a substituição pelo ser sobrenatural, Yoshiki se vê em um dilema emocional: aceitar o “novo” Hikaru ou confrontar a perda de seu amigo verdadeiro. A trama explora sentimentos de luto, confiança e identidade, misturando suspense, terror psicológico e drama adolescente.

Além da relação entre os protagonistas, o anime introduz outros seres sobrenaturais e caçadores de criaturas, ampliando o universo e colocando Yoshiki diante de desafios que testam seu caráter e maturidade. Mokumokuren descreve a obra como um “terror de amadurecimento” com temas queer, enfatizando que a narrativa vai além do romance tradicional e se concentra no desenvolvimento emocional e na construção de laços humanos em situações extraordinárias.

Estilo artístico e escolhas criativas

Mokumokuren combina uma estética visual cuidadosa com elementos narrativos que causam impacto emocional sem depender de sustos baratos. O mangaká utiliza onomatopeias incomuns e experimenta com técnicas visuais para transmitir emoções e tensão, criando uma experiência de leitura envolvente e única.

O autor também buscou inspiração em mangás de ação populares da Weekly Shōnen Jump e da Weekly Young Jump, como Tokyo Ghoul, adaptando elementos de suspense, combate e desenvolvimento de personagens para sua narrativa emocionalmente carregada. Ao longo da série, o equilíbrio entre terror psicológico, drama e fantasia sobrenatural tornou-se uma das características mais elogiadas pelos leitores e críticos.

Recepção e impacto cultural

A primeira temporada do anime conquistou rapidamente um público fiel, não apenas no Japão, mas internacionalmente, graças à Netflix. A série se destacou por sua abordagem sensível e madura, abordando temas de perda, amizade, identidade e pertencimento, de maneira que ressoou com jovens e adultos.

A renovação da segunda temporada é vista como um reflexo do sucesso de público e crítica, além de consolidar O Verão em que Hikaru Morreu como uma obra capaz de combinar entretenimento, reflexão emocional e suspense de qualidade. Comentários nas redes sociais e análises especializadas destacaram o equilíbrio entre momentos de tensão sobrenatural e profundidade dramática dos personagens, elementos que se tornaram a marca registrada da produção.

Expectativas para a segunda temporada

Com a renovação confirmada, a expectativa é que a segunda temporada explore ainda mais a complexidade do relacionamento entre Yoshiki e Hikaru, enquanto introduz novos mistérios e perigos sobrenaturais. Os fãs aguardam respostas sobre os dilemas morais e existenciais apresentados na primeira temporada, assim como novos desafios que testarão a amizade, a confiança e a coragem dos protagonistas.

A segunda temporada também promete aprofundar o universo criado por Mokumokuren, expandindo a mitologia sobrenatural da série e oferecendo maior imersão no ambiente rural japonês e nas relações humanas complexas que permeiam a história.

Resumo da novela Reis de segunda-feira, 19/05

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Foto: Reprodução/ Internet

O capítulo desta segunda-feira, 19 de maio de 2025, promete fortes emoções e momentos intensos na trama bíblica de Reis. Prepare-se para traições, desespero e um Davi encurralado mais uma vez pelo destino…

😢 Urias entra em desespero ao saber o que aconteceu com Agé. A dor o abala profundamente, e o clima entre os guerreiros fica pesado.

🧭 Enquanto isso, Davi segue tentando manter sua fé e seu propósito, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando é capturado pelos filisteus e levado até Áquis, o rei inimigo. Mais uma provação difícil no caminho do futuro rei de Israel.

👑 Do outro lado, Saul está cada vez mais perdido e tomado pelo rancor. Em um ato extremo, o rei ordena algo cruel e impiedoso contra os sacerdotes — uma decisão que pode selar seu destino de vez.

🙏 Em meio a tanta tensão, Davi busca consolo em oração. Mas no silêncio do momento com Deus, ele sente a presença de alguém se aproximando… Quem será? Um aliado ou mais um inimigo?

Resumo da novela As Filhas da Senhora Garcia de hoje (2) – Luis Portilla exige que a família acolha Mar e Ofélia de volta

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No capítulo de As Filhas da Senhora García que vai ao ar hoje, terça-feira, 2 de setembro, Luis Portilla manifesta aos filhos sua profunda decepção, deixando claro o quanto espera mais responsabilidade e maturidade deles. O retorno de Luis à casa provoca mudanças imediatas: os irmãos Portilla precisam acolher Mar e Ofelia de volta, reorganizando a rotina familiar e enfrentando sentimentos conflituosos que surgem com essa reconciliação. Rocío procura Valeria em busca de ajuda para se aproximar de Arturo e Nicolás, mostrando sua determinação em criar novas conexões e aprofundar relacionamentos, mesmo diante das tensões familiares.

O que vai acontecer nos próximos capítulos de As Filhas da Senhora Garcia?

Valéria enfrenta dificuldades para se concentrar no trabalho devido à presença de Arturo e, incomodada, pede que ele se mantenha distante. Enquanto isso, Ofélia alerta Camila para vigiar Juan, pois ele ainda está à procura de sua filha, demonstrando preocupação com os acontecimentos ao redor. Mar, por sua vez, decide contar a Valéria a verdade sobre seu filho, revelando segredos que alteram as relações entre os personagens.

Susana procura Ofélia com uma pergunta direta: se o filho de Mar é de Juan, buscando esclarecer dúvidas que impactam o núcleo familiar. Rocío tenta se aproximar de Arturo no escritório de Portilla, mas acaba encontrando Nicolás, que reage de forma brusca, pedindo que ela se afaste e nunca mais retorne.

A tensão aumenta com a morte de Graciela, deixando a família Portilla devastada. Rocío comparece ao funeral, mas é confrontada por Ofélia, que a acusa de atitudes impróprias. Susana sugere que Camila tenha um filho para proteger Juan, evidenciando estratégias e preocupações com a segurança familiar.

No meio desse turbilhão, Arturo consegue se aproximar de Valéria, reacendendo o relacionamento entre os dois, enquanto Nicolás sofre em silêncio, lidando com suas próprias emoções. Valéria, por sua vez, visita o apartamento onde irá morar, consolidando mudanças em sua vida. Rocío tenta se aproximar de Valéria para ter contato com Nicolás e Arturo, mas respeita a delicadeza da situação e evita se intrometer.

Luis exige que Ofélia trate Mar com respeito e sem qualquer tipo de maltrato, reforçando sua autoridade e impondo limites na convivência familiar. Valéria encontra Nicolás no prédio e anuncia que agora serão vizinhos, um detalhe que aproxima os personagens e cria novas possibilidades de interação. Paula, preocupada com Mar, dá conselhos sobre como ser uma boa esposa para Luis e a acompanha em compras de roupas, tentando ajudá-la a se adaptar ao novo contexto.

Rocío descobre que a pessoa que pensava ser Glória é, na verdade, Ofélia, revelando mais um segredo que muda a dinâmica entre os personagens. Enquanto isso, os filhos de Luis reclamam dos excessos de Mar, mas ele impõe restrições, mostrando que o equilíbrio familiar ainda depende de limites claros. Por fim, a grande soma de dinheiro de Ofélia levanta dúvidas sobre a humildade e as reais intenções de Mar, acrescentando ainda mais tensão e mistério à trama.



Homem-Aranha 4 – Um Novo Dia | Foto dos bastidores do filme reúne Tom Holland, Jacob Batalon e Zendaya

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Poucos heróis dos quadrinhos alcançaram tamanha conexão emocional com o público quanto o Homem-Aranha. Desde sua criação por Stan Lee e Steve Ditko, em 1962, Peter Parker tornou-se um espelho das fragilidades humanas, representando aquele jovem que precisa equilibrar problemas cotidianos com a responsabilidade de salvar o mundo. Essa essência se mantém viva nas telas, e cada nova produção do herói reacende a paixão de milhões de fãs. Agora, o aguardado quarto filme da franquia estrelada por Tom Holland começou a ganhar vida, e uma simples foto do set já foi suficiente para movimentar a internet.

Na imagem, que podemos ver logo acima, vemos Tom Holland ao lado de Zendaya e Jacob Batalon, os intérpretes de MJ e Ned Leeds, respectivamente. A presença do trio, que conquistou plateias em De Volta ao Lar (2017), Longe de Casa (2019) e Sem Volta Para Casa (2021), confirma que, mesmo após os eventos dramáticos que redefiniram suas trajetórias, o elo entre eles segue sendo um dos pilares narrativos da franquia. O detalhe mais comentado foi a camiseta do MIT usada por Ned, lembrando o momento em que Peter, no filme anterior, abriu mão de tudo para garantir que os amigos pudessem realizar o sonho de estudar na prestigiada universidade.

Reencontros aguardados e reforços de peso

Zendaya retorna como MJ, papel que a consolidou como uma das intérpretes mais versáteis de sua geração, com trabalhos marcantes em Euphoria, Duna e Malcolm & Marie. Sua química com Tom Holland continua evidente, mas agora enfrenta um novo desafio: interpretar uma personagem que perdeu suas memórias afetivas mais profundas. O reencontro com Peter promete ser carregado de sentimentos contraditórios, adicionando camadas emocionais intensas ao filme.

Jacob Batalon também retorna como Ned Leeds, em uma versão renovada do personagem. Estudando no MIT, Ned explorará novas facetas de inteligência e ambição, abrindo espaço para caminhos narrativos diferentes. Nos quadrinhos, o personagem chega a assumir a identidade do Duende Macabro, e fãs especulam se o MCU poderá introduzir elementos dessa trajetória no futuro.

Entre os reforços do elenco, Jon Bernthal retorna como o Justiceiro. Depois de conquistar fãs com sua interpretação intensa em Demolidor e O Justiceiro (séries da Netflix), Bernthal traz agora a tensão entre o idealismo de Peter Parker e a violência extrema de Frank Castle, criando dinâmicas dramáticas únicas.

O elenco ainda inclui Sadie Sink (Stranger Things), interpretando uma personagem inédita e misteriosa, Liza Colón-Zayas (The Bear) e Tramell Tillman (Severance), além do retorno de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk, oferecendo um contraponto mais experiente ao jovem herói. E, embora já esteja confirmado o núcleo principal, os fãs continuam atentos aos rumores sobre a possível volta de Charlie Cox como Matt Murdock/Demolidor, que se encaixaria perfeitamente na proposta urbana do filme.

A Europa como palco da Nova York de Peter

O início das filmagens em Glasgow transformou pontos icônicos da cidade escocesa em ruas movimentadas de Nova York. Locais como Merchant City, George Square e Trongate receberam placas, letreiros e veículos que recriaram a atmosfera da Big Apple com perfeição. Essa escolha não é inédita: a arquitetura de Glasgow já foi utilizada em outras produções para simular cenários americanos, oferecendo autenticidade com mais controle logístico.

Enquanto isso, o Pinewood Studios, em Buckinghamshire, Inglaterra, abriga as cenas gravadas em soundstage, incluindo sequências complexas que dependem fortemente de efeitos visuais. Essa alternância entre locações reais e tecnologia de ponta reforça o cuidado da equipe em entregar uma obra que seja tanto grandiosa quanto fiel à essência do herói.

Entenda o significado do título filme

O título oficial, Um Novo Dia, carrega um simbolismo poderoso. Ele sugere renovação, mas também solidão e desafios. Depois do feitiço que apagou a identidade de Peter da mente de todos em Sem Volta Para Casa, o herói se encontra em um recomeço doloroso.

Para muitos fãs, o nome remete à polêmica saga dos quadrinhos One More Day, na qual Peter faz um pacto para salvar a vida de Tia May, em troca de apagar seu casamento com Mary Jane da realidade. Embora o filme não deva seguir esse arco literalmente, a referência está clara: trata-se de um novo início, mas construído sobre o sacrifício de laços profundos.

Ao invés de enfrentar ameaças cósmicas, como nas últimas fases do MCU, o Homem-Aranha retorna às suas raízes urbanas. A proposta é mostrar um Peter Parker solitário, reconstruindo sua vida em Nova York, equilibrando trabalho, estudos e a proteção da cidade. É o retorno ao espírito original do personagem: um jovem comum enfrentando problemas extraordinários.

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