Demolidor: Renascido | Quando e que horas estreia o episódio 8, o último da 2ª temporada?

A segunda temporada de Demolidor: Renascido caminha para um encerramento que promete marcar profundamente o futuro do personagem dentro do Universo Cinematográfico da Marvel. Após uma sequência de episódios intensos, políticos e emocionalmente densos, o capítulo final surge não apenas como conclusão de uma história, mas como um verdadeiro ponto de virada na trajetória de Matt Murdock.

Mais do que batalhas físicas ou confrontos diretos, a temporada apostou em um conflito mais amplo — envolvendo poder, justiça e moralidade em um cenário onde as regras parecem ter sido completamente distorcidas. Agora, todas essas linhas narrativas convergem para um desfecho que pode redefinir o papel do Demolidor dentro do MCU.

Quando estreia o último episódio?

O capítulo final da temporada já tem lançamento confirmado: o episódio 8, intitulado “The Southern Cross”, estreia em 5 de maio de 2026, às 22h (horário de Brasília), no Disney+. Com duração ampliada em relação aos demais, o episódio foi estruturado para concentrar os principais desdobramentos da trama, incluindo o confronto direto entre Matt Murdock e Wilson Fisk, além da resolução dos eventos ligados à força-tarefa antivigilantes.

O que torna essa temporada diferente e quem é a principal ameaça?

A segunda temporada amplia o tom mais maduro da série ao colocar Matt Murdock em um cenário onde o conflito deixa de ser apenas físico e passa a ser estrutural. Interpretado por Charlie Cox, o personagem enfrenta um sistema em que leis e instituições são manipuladas, exigindo uma atuação mais estratégica tanto como advogado quanto como vigilante. Essa mudança de foco torna a narrativa mais densa e menos dependente de soluções simples.

Nesse contexto, Wilson Fisk, vivido por Vincent D’Onofrio, assume um papel ainda mais dominante. Como prefeito de Nova York, ele passa a exercer poder direto sobre a cidade, utilizando mecanismos oficiais para consolidar sua influência. A força-tarefa antivigilantes surge como peça central dessa estratégia, funcionando como ferramenta de controle e ampliando o alcance do antagonista. Isso transforma o confronto em algo mais amplo, colocando Matt diante de um adversário que opera dentro do próprio sistema.

Como a história evoluiu e por que o final gera tanta expectativa?

A temporada desenvolve sua trama a partir de uma investigação inicial que rapidamente se conecta a um esquema maior de corrupção. Ao longo dos episódios, Matt e seus aliados enfrentam obstáculos tanto nas ruas quanto no campo jurídico, enquanto a tensão cresce de forma contínua. Karen Page, interpretada por Deborah Ann Woll, assume um papel ativo nesse processo, participando diretamente das ações contra o sistema estabelecido.

O retorno de Benjamin Poindexter, vivido por Wilson Bethel, contribui para aumentar a instabilidade da narrativa, inserindo novos riscos e tornando os conflitos mais imprevisíveis. Com isso, o episódio final concentra a expectativa ao reunir esses elementos em um confronto que envolve não apenas ação, mas também decisões que impactam o futuro do personagem. A presença de Jessica Jones reforça essa transição, indicando a continuidade desse núcleo de histórias dentro do MCU.

Quem faz parte do elenco desta temporada?

O elenco central mantém seus principais nomes, com Charlie Cox retornando como Matt Murdock/Demolidor e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, agora atuando como prefeito de Nova York. Deborah Ann Woll reprisa Karen Page, diretamente envolvida nas investigações contra o sistema de Fisk, enquanto Elden Henson volta como Foggy Nelson, participando das estratégias legais contra o avanço político do antagonista. A temporada também marca o retorno de Krysten Ritter no papel de Jessica Jones, integrando-se aos eventos centrais da história e atuando em momentos-chave ligados ao confronto contra a estrutura de poder estabelecida por Fisk.

Domingo Maior 03/03/2024 Globo exibe Parasita

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No próximo domingo, 03/03/2024, reserve um momento para uma experiência cinematográfica inesquecível com “Parasita”, o renomado filme sul-coreano que será destaque no programa “Domingo Maior”. Sob a direção magistral de Bong Joon-Ho, um cineasta aclamado por suas obras que exploram os dramas humanos e questões sociais, “Parasita” se destaca como uma das produções mais marcantes dos últimos anos.

Este filme excepcional apresenta um elenco talentoso liderado por nomes como Song Kang-Ho, Choi Woo-Sik, Jo Yeo-Jeong, Jang Hye-Jin e Park So-Dam. A história nos leva para dentro da vida da família de Ki-taek, todos desempregados e vivendo em condições precárias em um porão apertado. No entanto, o destino lhes oferece uma oportunidade improvável quando Ki-taek começa a dar aulas de inglês para a filha de uma família rica.

Fascinados pelo estilo de vida luxuoso dos abastados, os membros da família Ki-taek elaboram um plano para se infiltrar na casa e na rotina da família burguesa. No entanto, a busca desenfreada pela ascensão social os conduz por um caminho perigoso, repleto de segredos, mentiras e consequências imprevisíveis.

Curiosidades sobre o sucesso mundial “Parasita”:
“Parasita”, um filme sul-coreano dirigido por Bong Joon-ho, não apenas cativou audiências em todo o mundo, mas também se tornou um marco no cinema contemporâneo. Lançado em 2019, o filme rapidamente conquistou aclamação da crítica e ganhou inúmeros prêmios, incluindo a prestigiosa Palma de Ouro em Cannes e quatro Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor.

Uma das características mais notáveis de “Parasita” é a meticulosidade de seu roteiro. Bong Joon-ho e seu co-roteirista, Han Jin-won, passaram meses elaborando cada detalhe da trama, resultando em uma narrativa rica em camadas e repleta de simbolismo.

Uma das metáforas mais evidentes ao longo do filme é a das escadas, que representam as disparidades sociais e econômicas entre as famílias. Enquanto a família pobre habita um porão apertado, a família rica reside em uma casa no topo de uma colina, simbolizando o abismo entre os estratos sociais.

Uma das cenas mais desafiadoras de filmar foi a da chuva, onde a equipe de produção construiu uma rua inteira em um estúdio para criar a atmosfera necessária. Isso reflete o compromisso de Bong Joon-ho com a excelência visual e narrativa.

Além da impressionante escala de produção, “Parasita” é elogiado por sua exploração perspicaz de temas sociais, como a desigualdade de renda, a mobilidade social e a dinâmica de classe na sociedade sul-coreana.

O elenco excepcional entrega performances memoráveis, dando vida a personagens complexos e multifacetados, em um jogo de poder e influência que permeia a narrativa.

Horário de exibição do Domingo Maior

Não perca a exibição de “Parasita” no “Domingo Maior” às 00:30, logo após o término do programa “Big Brother Brasil 24”, na tela da TV Globo. Prepare-se para uma noite de cinema intensa e provocadora, mergulhando em uma obra-prima que desafia e transcende as fronteiras do cinema contemporâneo.

As informações são do AdoroCinema.

Saiba qual filme vai passar no Cinemaço 03/09/2023

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No próximo domingo, 03/09/2023, prepare-se para uma noite repleta de ação com o Cinemaço. O filme em destaque é Sniper Americano, uma adaptação do livro American Sniper: The Autobiography of The Most Lethal Sniper in U.S. Military History. Este filme traz uma história real de coragem e habilidade.

Sniper Americano narra a vida de Chris Kyle, um atirador de elite das Forças Especiais da marinha americana. Ao longo de aproximadamente uma década, Chris Kyle se destacou como um dos atiradores mais letais da história militar dos Estados Unidos. Ele é creditado com mais de 150 abates de inimigos e recebeu várias condecorações por sua coragem e atuação na Guerra do Iraque.

O elenco é liderado por Bradley Cooper, que interpreta o papel principal de Chris Kyle. O filme também conta com atuações de destaque de Kyle Gallner, Luke Grimes, Cory Hardrict, Jake McDorman e Sienna Miller. A direção fica por conta do renomado cineasta Clint Eastwood.

Sniper Americano é um filme de ação que promete prender a atenção do público com sua narrativa envolvente e emocionante. A história de um atirador de elite que enfrenta desafios extraordinários e toma decisões difíceis em meio à brutalidade da guerra é uma verdadeira jornada de heroísmo e sacrifício.

Curiosidades do filme Sniper Americano

  1. Baseado em eventos reais: O filme “Sniper Americano” adapta a história real do atirador de elite das Forças Especiais da marinha dos EUA, Chris Kyle, a partir de sua autobiografia intitulada “American Sniper: The Autobiography of The Most Lethal Sniper in U.S. Military History”. O filme retrata acontecimentos verídicos da vida de Kyle.
  2. Direção de Clint Eastwood: A película foi dirigida por Clint Eastwood, um renomado cineasta de Hollywood. A habilidosa direção de Eastwood contribuiu para a autenticidade e o impacto emocional do filme.
  3. Bradley Cooper como Chris Kyle: Bradley Cooper passou por uma transformação surpreendente para encarnar Chris Kyle. Ele ganhou peso e se submeteu a um treinamento intensivo para retratar adequadamente o atirador de elite, tanto fisicamente quanto emocionalmente.
  4. Indicações ao Oscar: “Sniper Americano” recebeu várias indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Bradley Cooper. O filme conquistou o Oscar de Melhor Edição de Som.
  5. Sucesso nas bilheteiras: O filme alcançou enorme sucesso nas bilheteiras, tornando-se o filme mais lucrativo de 2014 nos Estados Unidos. Além disso, recebeu elogios da crítica e gerou discussões profundas sobre a guerra no Iraque e o impacto psicológico sobre os soldados.
  6. Consultoria de Chris Kyle: Chris Kyle, antes de seu trágico falecimento em 2013, atuou como consultor no filme, garantindo a precisão das cenas de combate e a autenticidade da narrativa.
  7. Treinamento de tiro real: Bradley Cooper passou por um treinamento de tiro intensivo, trabalhando com instrutores de tiro profissionais para se preparar para o papel. Ele desenvolveu habilidades de tiro precisas, semelhantes às de Chris Kyle.
  8. Mensagem anti-guerra: Embora o filme destaque a história de um atirador de elite militar, também aborda as complexidades e as devastadoras consequências da guerra em nível emocional e moral. O filme não glorifica a guerra, mas explora seu impacto humano.
  9. Repercussão internacional: Além do sucesso nos Estados Unidos, “Sniper Americano” também obteve êxito nas bilheteiras internacionais, cativando audiências em todo o mundo.
  10. Legado de Chris Kyle: O filme contribuiu significativamente para elevar o reconhecimento público de Chris Kyle e sua reputação como um herói militar americano. Além disso, estimulou debates sobre questões como o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e o tratamento de veteranos de guerra.

Que horas vai passar o Cinemaço?

Portanto, não perca o “Cinemaço” deste domingo e embarque nessa emocionante aventura com “American Sniper”. O filme começa logo após mais um episódio de “The Town”. Prepare-se para uma noite cheia de adrenalina e suspense.

Crítica | Se Não Fosse Você é um drama familiar que conecta e emociona o espectador

Quando uma história marcada por segredos e dores familiares chega às telonas, o desafio é transformar a intensidade emocional do livro em cinema sem perder a sutileza. Se Não Fosse Você, adaptação do romance de Colleen Hoover, dirigida por Josh Boone (A Culpa É das Estrelas), consegue traduzir com sensibilidade a complexidade do luto, do perdão e das relações familiares, oferecendo momentos de grande emoção e identificação.

O filme acompanha Morgan Grant (Allison Williams) e sua filha Clara (Mckenna Grace) após um acidente que muda suas vidas para sempre. A perda simultânea do marido/pai e da irmã/tia revela uma traição que abala profundamente a família. Essa premissa, carregada de potencial dramático, é explorada com atenção às nuances do luto, da culpa e da reconciliação. Boone e a roteirista Susan McMartin apostam em um drama psicológico que mergulha no impacto de segredos revelados e relações tensionadas, sem perder de vista o lado humano de cada personagem.

O filme adota uma narrativa não linear, alternando passado e presente, o que permite ao espectador vivenciar gradualmente os traumas e as revelações da família Grant. Essa abordagem aumenta o suspense e a profundidade emocional, revelando detalhes que enriquecem a compreensão dos personagens e das escolhas que moldam suas vidas. Embora o ritmo por vezes exija atenção, essa alternância cria um efeito de descoberta que mantém o público engajado e emocionalmente conectado.

Performances que encantam

Allison Williams entrega uma atuação emocionante, equilibrando vulnerabilidade e força, enquanto Mckenna Grace brilha como Clara, transmitindo toda a complexidade de uma adolescente lidando com dor, raiva e desejo de compreensão. O elenco de apoio, incluindo Dave Franco, Mason Thames e Willa Fitzgerald, contribui para o drama com interpretações sólidas, mesmo que alguns personagens tenham espaço mais restrito. A química entre Williams e Grace é especialmente cativante, tornando os momentos de confronto e reconciliação memoráveis.

Direção sensível e técnica competente

Josh Boone demonstra seu talento em conduzir cenas de diálogo intenso e confrontos familiares, preservando a emoção sem cair em exageros. A fotografia diferencia claramente passado e presente, utilizando paletas de cores que reforçam a atmosfera emocional de cada sequência. A trilha sonora acompanha a narrativa de forma elegante, realçando momentos-chave sem se sobrepor às atuações. Tecnicamente, o filme é sólido, equilibrando estética, ritmo e emoção.

Um filme que conecta com o público

Apesar de alguns momentos de maior intensidade dramática, Se Não Fosse Você mantém seu coração centrado na experiência humana. Escândalos familiares e revelações chocantes são apresentados de forma a impactar emocionalmente, sem perder o foco na construção das personagens. O resultado é um drama familiar que emociona, faz refletir e convida o público a acompanhar de perto a complexidade das relações familiares.

Herança de Sangue | O filme do Cine Aventura que coloca um ex-presidiário contra um cartel para salvar a própria filha

Foto: Reprodução/ Internet

O Cine Aventura deste sábado, 6 de junho, exibe Herança de Sangue, produção dirigida por Jean-François Richet e estrelada por Mel Gibson. Lançado em 2016, o longa adapta o romance Blood Father, escrito por Peter Craig, que também participou do roteiro da versão para o cinema.

Na história, John Link é um ex-presidiário que vive em liberdade condicional no deserto do Arizona. Após cumprir pena por tráfico de armas, ele tenta manter uma rotina longe do crime, participando de reuniões para dependentes químicos e trabalhando como tatuador. O maior problema de sua vida, porém, não está ligado ao passado criminal, mas ao afastamento da filha Lydia, com quem perdeu contato durante anos. (Via: AdoroCinema)

A situação muda quando Lydia, agora com 17 anos, entra em contato pedindo ajuda. Ela está fugindo depois de se envolver em um caso relacionado a Jonah, seu namorado e integrante de uma família ligada ao narcotráfico. Sem conhecer todos os detalhes do ocorrido, John decide encontrá-la imediatamente.

Ao reencontrar a filha, ele descobre que ela se tornou alvo de criminosos armados. A perseguição começa quando homens ligados a Jonah chegam até o local onde John mora. A partir desse momento, pai e filha passam a viajar pelo Arizona tentando escapar de pessoas interessadas em encontrá-los antes da polícia.

Durante a fuga, John descobre que o problema é maior do que imaginava. Jonah faz parte de uma rede ligada a um cartel mexicano e desapareceu com uma grande quantia em dinheiro. Para evitar represálias, ele atribui a responsabilidade a Lydia. A jovem passa então a ser procurada tanto pelos criminosos quanto por integrantes da organização que desejam recuperar o dinheiro desaparecido.

Sem recursos e sem aliados influentes, John utiliza contatos de seu passado para reunir informações. Entre eles está Arturo Rios, um conhecido que cumpre pena em uma prisão local e ajuda a esclarecer a ligação de Jonah com o cartel. As descobertas mostram que Lydia está no centro de uma disputa envolvendo dinheiro, traições e interesses dentro da organização criminosa.

O roteiro concentra grande parte da narrativa na relação entre pai e filha. O reencontro ocorre em meio à perseguição, obrigando os dois a conviverem após anos de distância. Enquanto tentam escapar dos criminosos, surgem conversas sobre abandono, arrependimentos e decisões tomadas ao longo da vida.

A produção também utiliza diferentes cenários do Arizona para acompanhar a fuga dos protagonistas. Estradas isoladas, pequenos motéis, oficinas e áreas desérticas servem como pano de fundo para os confrontos que acontecem durante a jornada. Essa escolha ajuda a manter a sensação de que os personagens possuem poucas opções de esconderijo e praticamente nenhum local seguro para permanecer.

Mel Gibson interpreta um personagem distante dos papéis de ação que marcaram parte de sua carreira. John Link é apresentado como alguém que carrega consequências de escolhas passadas e que não possui estrutura para enfrentar uma organização criminosa. Sua principal motivação é impedir que a filha tenha o mesmo destino de pessoas que ele viu serem destruídas pelo crime.

Com orçamento estimado em cerca de 15 milhões de dólares, Herança de Sangue arrecadou aproximadamente 6,9 milhões durante sua passagem pelos cinemas.

Super Tela 19/04/2025: Até o Limite é o grande destaque da noite!

A Super Tela da Record TV deste sábado, 19 de abril de 2025, promete emocionar o público com uma história poderosa e cheia de sensibilidade. O destaque da noite é o filme “Até o Limite” (MBF: Man’s Best Friend), um drama de guerra e família que foge dos clichês e mergulha fundo nas cicatrizes — físicas e emocionais — que a vida pode deixar.

Lançado em 2020 e dirigido por Anthony Hornus, o longa tem no elenco nomes como DJ Perry, Garry Nation e Melissa Anschutz, e foi destaque nas plataformas de streaming pela sua abordagem delicada sobre o retorno à vida civil de um ex-combatente.

A trama

No centro da história está Paul Landing (DJ Perry), um ex-fuzileiro que serviu no Afeganistão e voltou para casa ferido, carregando muito mais do que apenas as marcas visíveis da guerra. Agora, dez anos depois, ele tenta manter em pé um abrigo de cães — um espaço que, mais do que um trabalho, é uma forma de terapia, de conexão e de propósito.

Mas nem tudo são flores. O abrigo está prestes a ser reduzido por uma ordem oficial, e Paul ainda precisa lidar com o preconceito e a exclusão social por conta de sua condição. Em meio à luta burocrática e emocional, o personagem encontra apoio e força em seus cães — seus verdadeiros companheiros — e em algumas pessoas que se recusam a julgá-lo pelo passado.

Drama com alma e coração

“Até o Limite” é daqueles filmes que tocam fundo. Sem grandes efeitos, ele aposta no realismo, no silêncio das feridas emocionais e na força dos vínculos criados com os animais. A relação entre Paul e os cães vai muito além do carinho: representa cura, resiliência e empatia — tudo o que muitas vezes falta no mundo lá fora.

Com 2h09min de duração, o filme é ideal pra quem curte histórias mais humanas, com personagens imperfeitos tentando se reconstruir. O roteiro evita soluções fáceis e entrega momentos sinceros que ressoam com muita gente — especialmente com quem já enfrentou alguma perda, injustiça ou invisibilidade.

Onde mais assistir?

Se você curtir a exibição na Record ou quiser rever com calma depois, “Até o Limite” está disponível nas plataformas digitais. Ele pode ser visto por assinatura no Looke e também está disponível para aluguel na Amazon Prime Video, a partir de R$ 4,90.


📺 Super Tela – Record TV
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
🎞 Filme: Até o Limite (MBF: Man’s Best Friend)
🎬 Duração: 2h09min
📚 Gênero: Drama / Guerra / Família
🔞 Classificação indicativa: 12 anos
💡 Ideal para quem ama histórias de superação e companheirismo verdadeiro.

Cine Espetacular 05/12/2023 SBT exibe Tolerância Zero

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Na noite desta terça-feira, 05/12/2023, esteja preparado para uma injeção de emoção, ação e suspense, pois uma nova e empolgante edição do Cine Espetacular está prestes a iniciar. O programa apresentará o filme “Tolerância Zero”, uma envolvente trama que promete capturar a atenção dos telespectadores do princípio ao fim.

Sob a direção hábil de Wych Kaosayananda, “Tolerância Zero” é uma produção que nos conduz por uma jornada repleta de mistérios e reviravoltas. O enredo gira em torno de Johnny, um ex-agente paramilitar determinado a desvendar a enigmática morte de sua filha. Com a assistência de um parceiro, embarca em uma busca por pistas que o conduzam à verdade por trás desse trágico evento.

A narrativa se desenvolve em um cenário repleto de perigos e desafios, nos quais Johnny não hesita em enfrentar tudo o que for necessário para alcançar seus objetivos. Mesmo diante de obstáculos aparentemente intransponíveis, sua determinação não vacila, e ele avança com coragem.

O elenco estelar do filme apresenta nomes como Scott Adkins, Dustin Nguyen e Gary Daniels, dando vida aos personagens desta trama emocionante. “Bangkok” aborda temas como investigação, mistério e a incansável busca pela verdade, mantendo o público intrigado a cada reviravolta.

Classificado para maiores de 16 anos, o filme promete proporcionar uma experiência intensa e repleta de adrenalina. Os telespectadores podem aguardar cenas de ação eletrizantes e uma trama habilmente elaborada, que manterá a atenção do começo ao fim.

A renomada Tela de Sucessos, célebre programa de cinema do SBT, oferece uma oportunidade única para os amantes do cinema desfrutarem de uma noite repleta de entretenimento e diversão. “Bangkok” certamente se tornará mais uma produção memorável na trajetória dos telespectadores.

Que horas vai passar o Cine Espetacular?

Se você está se perguntando sobre o horário da exibição do Cine Espetacular, não se preocupe. O filme “Tolerância Zero” começará imediatamente após mais uma edição do Programa do Ratinho, apresentando um enredo cativante e repleto de reviravoltas. Não perca a chance de acompanhar a emocionante jornada de Johnny em busca da verdade e justiça. Prepare-se para uma noite eletrizante na Tela de Sucessos!

Resumo semanal de A Promessa 11/09/2024 a 13/09/2024

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No capítulo da próxima quarta, 11 de setembro, Curro intervém para salvar a vida de Leonor, e os marqueses ficam profundamente preocupados com a saúde da filha. Enquanto isso, Jana investiga o assassinato de sua mãe. A equipe da cozinha se prepara para o importante jantar de pedido de casamento, que contará com a presença dos duques do Infantado. Rómulo e Pía continuam seus esforços para afastar Teresa do Barão, o que causa irritação em ambos. Teresa, por sua vez, ainda vê o Barão como um cavalheiro. Camilo percebe que algo está acontecendo com a empregada e tenta convencê-la e a Petra a falar. Leonor, devastada, não consegue ser consolada por Curro. As marquesas começam a investigar a tristeza de Leonor. Rómulo avisa o Barão sobre os planos de Teresa, enquanto Jana continua sua investigação, convencida de que o Barão, identificado pelo anel com o selo da Promessa, é o responsável pela morte de sua mãe. Sem sucesso, ela decide enfrentar a situação de frente.

No capítulo da próxima quinta, 12 de setembro, Eugenia revela a verdade sobre sua família a Curro. Miguel, para não comprometer seus amigos, decide se entregar à Guarda Civil. Simona e Candela observam que Lope está negligenciando suas responsabilidades como cozinheiro para proteger Miguel, que está escondido no palácio enquanto a Guarda o procura. María Fernández descobre Miguel e decide ajudá-lo. O progresso no planejamento do casamento de Jimena e Manuel causa um choque em Jana, que, ao encontrar Manuel dormindo na Biblioteca, se vê tentada a beijá-lo.

No capítulo da próxima sexta, 13 de setembro, Miguel retorna a La Promesa para anunciar que precisa fugir. Enquanto isso, Leonor está com o coração partido, e sua saúde continua a deteriorar. Cruz toma a decisão de enviar Eugênia para o sanatório sem avisar ninguém, nem mesmo Curro, que fica sem a oportunidade de se despedir da mãe. Catalina critica a ação de Cruz na frente de todos, inclusive de Jana, que tenta consolar Curro. O Barão chega e repreende o jovem por sua fraqueza. Em seguida, o enigmático Miguel volta a La Promesa e aconselha Lope e Salvador a também fugirem, explicando que não há outra opção para ele.

Coringa 2 é classificado para maiores por cenas de violência

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Joker: Folie à Deux, também nacionalmente conhecido como Coringa 2, acabou de ter sua classificação indicativa revelada nos Estados Unidos, e desde já fica evidente que não é um filme adequado para o público infantil. Estrelado pelo aclamado ator Joaquin Phoenix (Beau Tem Medo e Napoleão) e pela cantora Lady Gaga (Nasce Uma Estrela e Casa Gucci), esta obra cinematográfica recebeu a classificação “R”, reservada para maiores de 18 anos, devido à sua forte presença de violência, linguagem adulta, insinuações sexuais e breves momentos de nudez.

Vale lembrar que se seu antecessor, Coringa (2019), também possui a mesma classificação e continua a ser o filme de maior bilheteria dentro dessa categoria até o momento desta redação.

De acordo com a curta sinopse, a trama de Joker: Folie à Deux permanece envolta em mistério, porém sabe-se que dará seguimento à história de Arthur Fleck, agora entrelaçado com outros icônicos personagens da cidade de Gotham. Este novo filme será um musical, possivelmente incluindo até mesmo canções originais. Além dos talentos de Phoenix e Gaga, o elenco conta com nomes de peso como Catherine Keener (O Virgem de 40 Anos e Um Crime Americano), Brendan Gleeson (Os Banshees de Inisherin e Coração Valente) e Zazie Beetz (Deadpool 2 e Deadpool 2), prometendo uma experiência cinematográfica repleta de performances memoráveis.

Embora ainda não tenha sido divulgado um título oficial para o público brasileiro, Joker: Folie à Deux está marcado para estrear nos cinemas brasileiros em 3 de outubro de 2024. Os fãs aguardam com ansiedade pelo lançamento do trailer em 9 de abril, esperando por mais detalhes sobre essa aguardada continuação.

“Cais” cruza fronteiras e estreia nos EUA: documentário brasileiro ganha espaço no BlackStar Film Festival, na Filadélfia

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O coração de uma filha enlutada encontra espaço para respirar entre as margens de dois rios, nos interiores da Bahia e do Maranhão. Foi assim, em um movimento delicado de escuta e travessia, que nasceu “Cais“, o filme de Safira Moreira que estreia no próximo dia 31 de julho nos Estados Unidos, integrando a programação do BlackStar Film Festival, na Filadélfia.

A sessão será realizada às 19h (horário local) no Suzanne Roberts Theatre, marcando a abertura da mostra de longas-metragens do festival, que se tornou referência global por celebrar criações audiovisuais de artistas negros e racializados. A exibição internacional consolida o impacto do longa, que já havia arrebatado três importantes prêmios no Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba: escolha do júri oficial, da crítica e do público.

Quando a ausência guia o caminho

O que impulsiona a diretora à frente da câmera não é a vontade de contar uma história linear. É o desejo, íntimo e silencioso, de compreender a ausência de sua mãe, Angélica, falecida dois meses antes do início das filmagens. Em vez de parar, Safira decidiu partir: cruzou o Rio Paraguaçu, na Bahia, e o Rio Alegre, no Maranhão, em uma busca não por respostas, mas por sinais, por memórias vivas nas pessoas, nos rostos, nas águas e nas paisagens que a cercavam.

Esse percurso revela um cinema sensível, onde o tempo não é cronológico, mas emocional. A diretora se permite sentir antes de narrar, captando com delicadeza os detalhes que a maioria não vê: o modo como alguém olha para o rio, o silêncio entre duas frases, a forma como uma lembrança escapa de quem tenta contê-la. Cais se constrói assim: na borda entre o visível e o que se carrega por dentro.

Uma escuta que transcende o individual

Ainda que parta de uma experiência íntima, o filme atinge algo coletivo. Safira Moreira convida o público a atravessar com ela esse processo, não com explicações, mas com presença. O impacto disso foi sentido com intensidade em Curitiba, onde o longa foi exibido pela primeira vez. Plateias emocionadas permaneceram em silêncio após os créditos finais — como se o filme pedisse um tempo para ser absorvido antes que qualquer palavra pudesse quebrar sua vibração.

E não é por acaso que Cais encontra acolhimento em um festival como o BlackStar. Criado em 2012, o evento se tornou símbolo de resistência e visibilidade para produções independentes criadas por cineastas negros e indígenas. A escolha de exibir o filme logo no primeiro dia do festival evidencia o reconhecimento internacional de uma narrativa que, mesmo profundamente enraizada no Brasil, ecoa além das fronteiras geográficas.

Uma rede por trás do filme

Por trás da potência emocional da obra, existe uma equipe alinhada com os mesmos valores de escuta, cuidado e representatividade. A produção executiva ficou a cargo de Flávia Santana, e o filme é fruto da colaboração entre a baiana Mulungu Realizações Culturais, a Omnirá Filmes e a Giro Planejamento Cultural.

A Mulungu, com sede em Salvador, tem desempenhado um papel fundamental no fortalecimento do audiovisual protagonizado por mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. Seu portfólio reúne títulos como “Como Nasce um Rio”, “Menarca”, “Receba!” e a produção internacional “Mulheres Negras em Rotas de Liberdade”, que reúne nomes como Sueli Carneiro, Conceição Evaristo, Luedji Luna, Erica Malunguinho, Mirtes Renata e Carla Akotirene.

A realização do projeto também foi possível graças a incentivos de destaque no cenário nacional e internacional, como o Rumos Itaú Cultural, o Fundo Avon Mulheres no Audiovisual (FAMA) e o prestigiado Sundance Documentary Fund, que reconheceu o valor e a originalidade da obra ainda em fase de desenvolvimento.

Safira Moreira e a construção de um cinema com alma

O trabalho de Safira já havia chamado atenção em “Travessia”, curta-metragem de 2017 no qual ela refletia sobre a ausência de fotografias de famílias negras em acervos públicos e privados no Brasil. Em seus filmes, a diretora parece sempre propor a mesma pergunta: o que acontece com a memória quando ela não pode ser vista?

Com Cais, essa questão se transforma. Agora, a memória não precisa ser visual para existir — ela pulsa nas águas, nos gestos herdados, nos rostos que lembram outros rostos. A câmera de Safira não busca o espetáculo. Ela prefere o murmúrio, o sopro, o resíduo que fica depois que o momento já passou.

Seu cinema é o da escuta e da espera. E isso, em tempos acelerados, se torna revolucionário.

O que o público leva consigo

Não é exagero dizer que muitos espectadores deixam a sala de exibição diferentes de como entraram. O filme não oferece uma catarse imediata, mas convida à introspecção. Há quem lembre da própria mãe, da avó, da infância. Há quem se reconheça no silêncio da diretora, na fluidez dos rios, na tentativa de reorganizar o mundo interno depois de uma perda.

Ao fim, Cais entrega muito mais do que uma narrativa: entrega uma experiência sensorial. Seu maior valor talvez esteja em tudo que não é dito. No tempo que se leva para compreender o que foi sentido. E nos ecos que o filme deixa mesmo depois de encerrada a sessão.

Um porto seguro para histórias que resistem

A estreia em solo americano marca não apenas a conquista de um espaço no circuito internacional, mas também a confirmação de que o cinema brasileiro tem, sim, histórias urgentes a serem ouvidas — especialmente quando contadas por mulheres negras, com autonomia estética, política e emocional.

Safira Moreira representa essa geração que filma a partir do próprio corpo, da própria história, da própria escuta. E o filme que ela oferece ao mundo agora atravessa o oceano não como produto, mas como ritual. Um gesto íntimo que encontra abrigo no outro. Um barco que carrega saudade, mas também possibilidade de reencontro.

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