John Cena está de volta! 2ª temporada de Pacificador ganha teaser eletrizante

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Explosões, sarcasmo e águias de estimação: a 2ª temporada de Pacificador (Peacemaker) acaba de ganhar um teaser inédito que promete elevar ainda mais o nível da série estrelada por John Cena. A prévia, recheada de ação e com o humor afiado característico da produção, mostra o retorno de todos os personagens centrais e dá pistas de como a trama se conectará diretamente ao novo Universo DC (DCU), que está sendo cuidadosamente reestruturado por James Gunn.

Com estreia marcada para 21 de agosto de 2025 na Max, a nova temporada marcará uma virada importante na trajetória do herói politicamente incorreto. Ao contrário da primeira fase — que foi concebida dentro do antigo DCEU —, os novos episódios acontecem oficialmente no mesmo universo do novo filme do Superman, interpretado por David Corenswet, que estreia em julho do mesmo ano. Isso significa que Pacificador passará a ser peça integrante do tabuleiro do novo DCU.

🔄 Do legado à renovação: o novo contexto de Pacificador

James Gunn, agora chefe da DC Studios ao lado de Peter Safran, retorna como roteirista e produtor da série. Ele já havia adiantado que, embora a primeira temporada de Pacificador tenha sido um sucesso e esteja disponível no streaming da Max, ela não será considerada canônica dentro da nova linha narrativa do DCU. A segunda temporada, por outro lado, será o ponto de partida para conectar a história do personagem ao restante dos novos heróis da editora.

Com isso, Pacificador se torna a primeira série a realmente fazer a transição do antigo universo para o novo — e servirá como ponte direta entre os eventos de Superman e os demais projetos já anunciados, como Lanterns e The Authority.

💥 O que o teaser revela?

No teaser divulgado, vemos o retorno de personagens queridos da primeira temporada, como Emilia Harcourt (Jennifer Holland), Leota Adebayo (Danielle Brooks) e Vigilante (Freddie Stroma), todos novamente envolvidos em missões intensas — e altamente desastrosas. Há também a sugestão de novos inimigos, conspirações governamentais e, claro, a presença marcante de Eagly, a fiel águia de estimação de Christopher Smith, que continua roubando a cena.

📈 Por que Pacificador se destacou?

Lançada em 2022 como um spin-off do filme O Esquadrão Suicida (2021), a série conquistou fãs ao unir violência estilizada, crítica social, referências à cultura pop e momentos de inesperada sensibilidade. John Cena surpreendeu ao entregar uma performance que mescla brutalidade cômica e vulnerabilidade emocional — tornando o Pacificador um dos personagens mais carismáticos do catálogo da DC na TV.

O sucesso da primeira temporada consolidou o tom irreverente que Gunn viria a expandir no DCU e abriu espaço para produções mais ousadas, com menos amarras ao padrão tradicional dos super-heróis.

Com Bill Murray, “Um Santo Vizinho” é o destaque da Sessão de Sábado de hoje (27) na TV Globo

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A Sessão de Sábado de hoje, 27 de dezembro, exibe na TV Globo o filme Um Santo Vizinho, uma comédia dramática sensível e tocante que encontra beleza justamente onde menos se espera. Lançado em 2014, o longa dirigido e escrito por Theodore Melfi conquistou público e crítica ao contar uma história simples, mas profundamente humana, sobre amizade, solidão e a capacidade de enxergar bondade além das aparências.

A trama acompanha Maggie, interpretada por Melissa McCarthy, uma mãe solo que se muda com o filho Oliver para o Brooklyn em busca de um recomeço. Enfrentando dificuldades financeiras e uma rotina exaustiva de trabalho, Maggie se vê sem alternativas quando precisa de alguém para cuidar do menino após a escola. É nesse contexto que surge Vincent MacKenna, o vizinho da porta ao lado, vivido por Bill Murray, um homem que, à primeira vista, parece tudo menos confiável. (Via: AdoroCinema)

Vincent é um aposentado ranzinza, beberrão, endividado e socialmente inadequado. Sua postura grosseira e seu jeito nada acolhedor fazem com que seja visto como alguém a ser evitado. Ainda assim, motivado mais pelo dinheiro do que por empatia, ele aceita tomar conta de Oliver. O acordo informal entre os dois começa de forma desajeitada, marcada por situações pouco convencionais e escolhas questionáveis por parte de Vincent.

Oliver, interpretado por Jaeden Lieberher, é um garoto de apenas 10 anos, tímido, inteligente e em processo de adaptação a uma nova escola e a uma nova realidade. Ele sofre bullying dos colegas e sente falta de estabilidade emocional, algo comum para uma criança que vive apenas com a mãe e enfrenta constantes mudanças. É justamente nessa vulnerabilidade que a amizade entre ele e Vincent começa a se formar.

Apesar de levar Oliver a lugares nada apropriados para sua idade, como bares, corridas de cavalos e até encontros com Daka, uma prostituta grávida interpretada por Naomi Watts, Vincent acaba se tornando uma figura importante na vida do garoto. Aos poucos, Oliver passa a enxergar além da superfície e descobre que, por trás da fachada áspera, existe um homem solitário, marcado por perdas e frustrações, mas ainda capaz de gestos sinceros de cuidado.

O grande mérito de Um Santo Vizinho está em não romantizar seus personagens. Vincent não é transformado em herói clássico, nem Oliver surge como um salvador ingênuo. A relação entre os dois se constrói a partir de falhas, erros e aprendizados mútuos. Oliver encontra em Vincent alguém que o trata como igual, sem condescendência, enquanto Vincent passa a lidar com sua própria solidão ao se permitir criar laços novamente.

Melissa McCarthy entrega uma atuação contida e emocionalmente honesta, fugindo do tom exagerado de algumas de suas comédias mais conhecidas. Maggie é retratada como uma mulher cansada, mas determinada, que tenta equilibrar trabalho, maternidade e as próprias dores. Já Naomi Watts surpreende em um papel delicado e cheio de humanidade, dando profundidade a uma personagem que poderia facilmente cair em estereótipos.

Bill Murray, por sua vez, é o coração do filme. Sua interpretação de Vincent mistura humor ácido, melancolia e fragilidade, criando um personagem que provoca risos e incômodo na mesma medida. Murray constrói um homem falho, longe de qualquer ideal de perfeição, mas extremamente real. É justamente essa imperfeição que torna Vincent tão cativante.

O roteiro de Theodore Melfi se destaca por tratar temas delicados com leveza e respeito. Questões como abandono, envelhecimento, solidão, julgamento social e empatia são abordadas de forma acessível, sem discursos moralistas. O título do filme ganha sentido ao longo da narrativa, quando a ideia de “santidade” é apresentada não como perfeição, mas como a capacidade de fazer o bem, mesmo carregando inúmeros defeitos.

As filmagens tiveram início em julho de 2013 e foram realizadas majoritariamente no Brooklyn, em Nova York, cenário que contribui para o tom acolhedor e cotidiano da história. A ambientação urbana reforça o contraste entre a dureza da vida adulta e a sensibilidade do olhar infantil de Oliver.

Para quem deseja assistir a Um Santo Vizinho além da exibição na TV, o filme também está disponível no formato SVOD, por streaming, no catálogo da Amazon Prime Video.

A Hora do Mal vai ter continuação? Zach Cregger comenta planos e fãs já especulam futuro da franquia

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Quando A Hora do Mal chegou aos cinemas brasileiros no dia 7 de agosto de 2025, distribuído pela Warner Bros. Pictures, havia uma expectativa clara: receber um suspense denso, sombrio e perturbador, digno do histórico recente do diretor Zach Cregger. O que ninguém imaginava era que, poucos dias após a estreia, o longa não só se transformaria em um fenômeno de bilheteria para o gênero de terror, como também plantaria a semente para especulações sobre um possível universo expandido.

O impacto foi tão imediato que, já nas primeiras entrevistas pós-lançamento, começaram a surgir indícios de que a história poderia ir além. Em conversa exclusiva com a Variety, Cregger deixou escapar uma informação que mexeu com os fãs: ele já tem uma nova trama no mesmo universo de A Hora do Mal. Embora tenha enfatizado que esse não será seu próximo projeto, a simples ideia foi suficiente para colocar as redes sociais em ebulição.

“Tenho outra ideia para algo neste mundo que me empolga bastante. Não vou fazer isso agora, e provavelmente não farei depois do meu próximo filme, mas tenho um e gostaria de vê-lo nas telas um dia”, contou o cineasta.

Um universo sombrio que pede mais respostas

O sucesso do terror não se resume a cenas de violência gráfica ou a sustos pontuais. A construção de seu prestígio está no mosaico de histórias interligadas, que formam um retrato sufocante de uma comunidade marcada por segredos.

O ponto de partida é chocante: 17 crianças da mesma sala de aula desaparecem misteriosamente, todas saindo de casa na calada da noite, como se atendessem a um chamado silencioso. A partir daí, Cregger conecta fios narrativos que envolvem corrupção policial, traumas familiares, abuso religioso, bruxaria e rituais de sangue.

O filme não entrega respostas fáceis. Pelo contrário, deixa o público com mais perguntas do que certezas, criando um campo fértil para novas histórias — sejam continuações ou prelúdios. Essa ausência de amarras no roteiro final é um recurso narrativo que Cregger já havia usado em Barbarian (2022), mas aqui ele amplia a escala e a profundidade.

Outro ponto alto está no elenco. Nomes como Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Benedict Wong e Amy Madigan se revezam em atuações intensas e convincentes. Essa mistura de veteranos com talentos de gerações mais jovens dá ao longa um equilíbrio dramático raro no gênero.

O prelúdio que pode acontecer

Segundo informações do The Hollywood Reporter, a Warner Bros. e a New Line Cinema já iniciaram conversas com Cregger para desenvolver um prelúdio focado na personagem Gladys Lilly, interpretada por Amy Madigan.

Gladys é tia de Alex (Cary Christopher), a única criança que não desaparece junto com os colegas. Apesar de seu tempo de tela relativamente curto, ela carrega uma aura de mistério que sugere uma bagagem muito maior do que a mostrada.

Fontes próximas à produção revelaram que Cregger chegou a escrever um extenso capítulo sobre o passado de Gladys, mas optou por cortar o material para manter o ritmo do longa. Esse conteúdo, no entanto, não foi descartado — e pode servir de base para o prelúdio.

Por que os fãs estão empolgados?

Quem acompanha o gênero sabe identificar quando um filme tem potencial para se expandir. O mesmo aconteceu com Invocação do Mal, que deu origem a um verdadeiro ecossistema de spin-offs, ou com Hereditário, que, embora não tenha ganhado continuação, deixou marcas profundas no terror moderno.

No caso de A Hora do Mal, a narrativa tem um toque quase antológico. Cada núcleo de personagem é denso o suficiente para sustentar seu próprio filme. Um prelúdio sobre Gladys seria apenas uma das portas possíveis — há outras tramas dentro do mesmo universo que também poderiam ser exploradas.

Outro diferencial é o tipo de horror que Cregger pratica: menos dependente de “jump scares” e mais voltado para um desconforto crescente, sustentado pela sensação de que algo insidioso está se infiltrando no cotidiano. Essa abordagem mantém viva a chama de curiosidade do público.

O obstáculo no caminho

Apesar da empolgação, é importante conter a ansiedade. O próprio Cregger afirmou que o prelúdio não será seu próximo trabalho. O motivo é simples: ele já está comprometido com um projeto de peso — o reboot da franquia Resident Evil.

Previsto para chegar aos cinemas em 18 de setembro de 2026, o longa promete uma abordagem mais fiel aos jogos da Capcom, mas sem abrir mão da assinatura narrativa do diretor. A produção exigirá meses de pré-produção, filmagens e pós-produção, o que torna improvável qualquer lançamento de A Hora do Mal antes de 2027.

Zach Cregger: de comédia ao terror

Curiosamente, Cregger iniciou sua carreira na comédia, integrando o grupo The Whitest Kids U’ Know. Essa bagagem se reflete no terror de forma surpreendente: diálogos mais naturais, personagens tridimensionais e subversão de expectativas.

Seu trabalho anterior, Barbarian, já havia mostrado sua capacidade de quebrar regras e surpreender o público. O filme consolida essa reputação e o coloca como um dos nomes mais promissores do terror contemporâneo.

“Uma Batalha Após a Outra” | Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio entregam ação, sátira e estilo em novo épico pop

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Em tempos de grandes franquias, universos compartilhados e fórmulas repetidas, há algo quase reconfortante — e também provocador — em ver um cineasta como Paul Thomas Anderson lançar um filme que soa como uma viagem à contramão. “Uma Batalha Após a Outra” (One Battle After Another), que estreia nos cinemas no próximo dia 25 de setembro, parece brincar com o caos de uma América em transformação, colocando no centro da ação um improvável herói: um ex-hippie de meia-idade chamado Zoyd Wheeler, interpretado com vigor por Leonardo DiCaprio. As informações são do Omelete e AdoroCinema.

O longa, classificado como uma “comédia de ação”, é mais do que uma etiqueta de gênero. Ele transita entre sátira política, drama familiar e aventuras que beiram o absurdo — tudo isso embalado por uma estética visual ousada, filmada no clássico formato VistaVision, o mesmo usado recentemente em O Brutalista. É uma escolha que não apenas homenageia os filmes do passado, mas também reforça a grandiosidade de um projeto que, apesar do nome, é tão íntimo quanto épico.

Uma missão tão absurda quanto urgente

A história se passa em uma versão ficcional da Califórnia dos anos 1980, numa cidade costeira chamada Vineland. Zoyd Wheeler vive uma rotina peculiar: para manter um benefício do governo, ele precisa realizar um ato público de insanidade uma vez por ano. É exatamente esse começo inusitado que dá o tom de Uma Batalha Após a Outra. Um homem que se atira por uma vitrine apenas para agradar a burocracia já nos diz que estamos diante de algo fora do comum.

Mas o verdadeiro conflito começa quando Zoyd é procurado por um promotor misterioso que lhe propõe um acordo: ajudar a investigar um grupo de criminosos com conexões profundas no submundo local. Em troca, ele pode conseguir informações sobre o paradeiro de sua ex-companheira — e mãe de sua filha — desaparecida há mais de uma década. O dilema pessoal se transforma em uma jornada repleta de encontros improváveis, conspirações quase surreais e uma avalanche de críticas ao sistema político, jurídico e até cultural dos EUA.

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Leonardo DiCaprio em nova fase

Quem conhece a trajetória de Leonardo DiCaprio sabe o quanto ele escolhe seus projetos com cuidado. Depois de personagens densos como o de Não Olhe Para Cima e o agente infiltrado de Os Infiltrados, aqui ele se entrega a um tipo de papel que raramente assume: o do anti-herói caricato, vulnerável, quase cômico. Zoyd Wheeler é uma figura que poderia facilmente cair no estereótipo, mas nas mãos de DiCaprio ganha camadas emocionais inesperadas. É um homem que já esteve no centro de um movimento cultural (o hippismo) e agora sobrevive às margens, criando a filha sozinho, assistindo o mundo mudar à sua revelia.

DiCaprio, como de costume, se entrega com intensidade. Em uma das cenas do trailer recém-divulgado, seu personagem tenta escapar de uma emboscada em uma lavanderia, usando sabão em pó como distração. Em outra, tenta ensinar a filha a andar de skate enquanto discute política com um policial corrupto. São momentos que mesclam ação, comédia e uma pontada de melancolia, ingredientes típicos do cinema de Paul Thomas Anderson.

O toque autoral de Paul Thomas Anderson

Conhecido por filmes como Sangue Negro, O Mestre e Licorice Pizza, Paul Thomas Anderson já provou ser um dos cineastas mais inventivos da atualidade. Seus filmes têm um ritmo próprio, uma estética marcada e um olhar sempre curioso sobre as contradições humanas. Em Uma Batalha Após a Outra, ele revisita os anos 80 com uma lente crítica, mas também nostálgica. A trilha sonora carrega ecos de synthpop, o figurino mistura o desleixo dos hippies tardios com o brilho cafona da era Reagan, e a direção de fotografia — assinada por Robert Elswit — cria cenas que parecem tiradas de álbuns de família distorcidos por delírios ideológicos.

A escolha de adaptar o livro Vineland, de Thomas Pynchon, é também uma provocação. Pynchon é um autor notoriamente complexo, cujas obras raramente foram adaptadas para o cinema. Anderson já havia mergulhado nesse universo com Vício Inerente (2014), e volta agora com mais liberdade, mais humor e um senso de timing refinado. Ao contrário do clima mais sombrio e arrastado de seu filme anterior, aqui há ritmo, ação, piadas absurdas e até cenas que beiram o slapstick — tudo amarrado por diálogos afiados e uma estrutura narrativa engenhosa.

Destaques do elenco e da técnica

Além de DiCaprio, o filme conta com Teyana Taylor, que vive uma jornalista local envolvida em investigações paralelas, e Sean Penn, como o enigmático promotor que manipula Zoyd com promessas vazias e um carisma venenoso. O elenco ainda traz participações pontuais de nomes como Jesse Plemons, Maya Hawke e Benicio Del Toro — em papéis que, por enquanto, estão sendo mantidos em segredo.

Outro grande destaque é o uso do VistaVision, processo de filmagem com negativos em 35mm horizontalmente expostos, permitindo resolução altíssima e uma profundidade de campo impressionante. Essa escolha confere ao filme uma textura visual que remete aos clássicos de Hitchcock e aos épicos de David Lean, mas com uma pegada moderna e ousada. É cinema com C maiúsculo, mesmo quando está rindo de si mesmo.

Política, paternidade e paranoia

No fundo, Uma Batalha Após a Outra é um filme sobre como viver em meio à paranoia — e tentar manter alguma sanidade diante do absurdo. Zoyd Wheeler representa uma geração desiludida, que viu o idealismo dos anos 60 ruir diante da repressão, da ganância e da burocracia. Mas ele também é pai, e sua relação com Prairie — interpretada por uma jovem estreante ainda não anunciada — é o coração emocional do filme. Entre uma perseguição e outra, há espaço para conversas sobre abandono, perdão e sobre como se reinventar quando tudo parece perdido.

Anderson não tem pressa em resolver as tramas. Como em seus melhores trabalhos, ele prefere deixar os personagens respirarem, falharem, se contradizerem. O filme não oferece respostas fáceis, mas entrega momentos de beleza inesperada — como um jantar improvisado sob as estrelas, uma dança ao som de Prince ou uma fuga por entre árvores vermelhas de outono.

Um filme feito para ser visto no cinema

Em um momento em que muitos lançamentos importantes vão direto para o streaming, Uma Batalha Após a Outra faz questão de chegar primeiro às salas de cinema. Não apenas porque seu escopo visual merece a tela grande, mas também porque a experiência coletiva — rir, se surpreender e até se perder um pouco junto com a plateia — faz parte da proposta. É um filme que conversa com a história do cinema, com a cultura pop e com a bagunça política de qualquer época.

MUBI traz com exclusividade Grand Tour, premiado longa de Miguel Gomes

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A MUBI, plataforma global de streaming, distribuidora e produtora, lança com exclusividade Grand Tour, novo longa-metragem do renomado diretor português Miguel Gomes. O filme, que rendeu ao cineasta o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 2024, estará disponível na plataforma a partir de 18 de abril.

Representante de Portugal para o Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional, Grand Tour poderá ser assistido exclusivamente na MUBI em diversos territórios, incluindo Brasil, América do Norte, Reino Unido, Irlanda, América Latina, Turquia e Índia.

Um épico itinerante sobre amor e fuga

Protagonizado por Gonçalo Waddington, Crista Alfaiate, Cláudio da Silva e Lang Khê Tran, Grand Tour mescla romance, comédia screwball e uma jornada visualmente impactante. O roteiro, assinado por Miguel Gomes em parceria com Mariana Ricardo, Telmo Churro e Maureen Fazendeiro, conduz os espectadores por uma narrativa que transita entre o melodrama e o documentário.

A trama se passa em 1917, na então colônia britânica de Burma, onde Edward, um funcionário do Império Britânico, decide fugir no dia da chegada de sua noiva, Molly, pouco antes do casamento. No entanto, sua tentativa de escapar o coloca em uma jornada inesperada pela Ásia, enquanto Molly segue seu rastro, transformando a história em uma perseguição romântica cheia de reviravoltas.

Com um estilo visual marcante, Grand Tour alterna cenas em preto e branco com imagens documentais contemporâneas, oferecendo ao público uma experiência cinematográfica imersiva. O filme foi rodado em locações na China, Filipinas, Japão, Tailândia e Vietnã, trazendo uma ambientação autêntica para a jornada dos personagens. A direção de fotografia ficou a cargo de Guo Liang, Rui Poças e Sayombhu Mukdeeprom, elevando a grandiosidade estética da produção.

Com um enredo cativante e uma direção consagrada, Grand Tour promete ser um dos destaques cinematográficos de 2024. A estreia exclusiva na MUBI reforça o compromisso da plataforma em trazer obras autorais e premiadas para o público global. A partir de 18 de abril, os amantes do cinema poderão embarcar nessa jornada cinematográfica única.

Jennifer Lopez e Josh Duhamel enfrentam tiros e crises amorosas em “Casamento Armado”, atração da Tela Quente desta segunda (15)

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A Tela Quente desta segunda-feira, 15 de dezembro, convida o público a desligar a cabeça e se divertir com “Casamento Armado”, uma comédia romântica que começa como um conto de fadas moderno e rapidamente vira uma confusão deliciosa, cheia de ação, humor e reviravoltas. Estrelado por Jennifer Lopez (As Golpistas, Encontro Explosivo) e Josh Duhamel (Transformers, Idas e Vindas do Amor), o filme transforma o famoso “dia mais feliz da vida” em uma prova de fogo para um casal à beira do colapso.

Na história, segundo a sinopse do AdoroCinema, Darcy e Tom decidiram fazer tudo do jeito certo. Reuniram família, amigos e sonhos em uma ilha paradisíaca para celebrar um casamento digno de cinema. O problema é que, antes mesmo de trocarem os votos, a cerimônia é interrompida por homens armados que fazem todos os convidados reféns. De repente, o amor deixa de ser apenas um sentimento e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Obrigados a agir juntos, Darcy e Tom precisam enfrentar não só os sequestradores, mas também as próprias inseguranças, mágoas e diferenças que vinham sendo empurradas para debaixo do tapete. Entre perseguições improvisadas, discussões sinceras e situações completamente absurdas, o filme mostra que amar alguém também significa saber lutar ao lado dessa pessoa quando tudo dá errado.

Dirigido por Jason Moore (A Escolha Perfeita, Operação Cupido), “Casamento Armado” sabe exatamente o que quer ser: um entretenimento leve, divertido e sem grandes pretensões. O roteiro, assinado por Mark Hammer e Liz Meriwether (New Girl), aposta no exagero e no humor físico para equilibrar ação e romance, criando cenas que brincam com os clichês do gênero sem perder o charme.

O elenco de apoio é um dos grandes trunfos do longa. Jennifer Coolidge (The White Lotus, American Pie) rouba a cena sempre que aparece, garantindo algumas das sequências mais engraçadas do filme. Sônia Braga (Aquarius, O Beijo da Mulher-Aranha) traz elegância e presença, enquanto Lenny Kravitz (Jogos Vorazes, Precious) e Cheech Marin (Um Drink no Inferno, Cars) completam o time com personagens excêntricos e carismáticos.

Filmado em Boston e na República Dominicana, o longa aproveita cenários tropicais para criar um contraste visual curioso: um paraíso natural tomado pelo caos. Inicialmente planejado para chegar aos cinemas, “Casamento Armado” acabou estreando diretamente no streaming, onde encontrou seu público e se consolidou como uma opção perfeita para quem busca diversão despretensiosa.

Além da exibição na Tela Quente, quem quiser rever ou assistir a “Casamento Armado” a qualquer momento pode encontrar o filme disponível no Amazon Prime Video. A produção integra o catálogo do serviço de streaming por assinatura, oferecendo ao público a opção de acompanhar essa mistura de ação, romance e comédia no conforto de casa, sem depender do horário da TV.

Prédio Vazio, novo terror de Rodrigo Aragão, ganha trailer sangrento e data de estreia

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Se você curte um bom filme de terror que mistura suspense, medo genuíno e aquele toque brazuca que só o Rodrigo Aragão sabe entregar, segura essa novidade: Prédio Vazio, o novo longa do diretor capixaba que ficou famoso com Mangue Negro, acaba de ganhar um trailer novinho, sangrento e cheio de mistérios — e já tem data certa para te deixar acordado à noite nos cinemas: 12 de junho!

O que rola em Prédio Vazio?

A trama acompanha Luna, uma jovem corajosa que está numa missão nada fácil: encontrar sua mãe, desaparecida no último dia de Carnaval em Guarapari, cidade litorânea linda, mas que nesse filme virou palco de um pesadelo. Logo no começo da busca, Luna esbarra num prédio antigo que parece abandonado, todo empoeirado, esquecido — só que nem de longe ele está vazio. No interior daquela construção rolam coisas muito estranhas, porque o local é habitado por almas atormentadas que guardam segredos obscuros, assombrações e histórias que grudam na pele.

A tensão cresce enquanto Luna vai mergulhando mais fundo no mistério do prédio. E é nesse clima sufocante, de portas que rangem, corredores escuros e sussurros inesperados que o filme ganha força, trazendo aquele terror psicológico que te faz olhar para trás até quando você vai no banheiro de madrugada.

O toque Rodrigo Aragão

Quem já conhece o trabalho do Aragão sabe que o cara não brinca em serviço. Com Mangue Negro, ele mostrou que o horror nacional pode ser visceral, com sangue, monstros e efeitos práticos caprichados — tudo feito para deixar o espectador grudado na cadeira. Agora, com Prédio Vazio, ele eleva o nível, entregando um filme que não é só grito e susto, mas também um suspense que cresce a cada cena, com uma atmosfera pesada e uma história que se encaixa perfeitamente na cultura brasileira.

O trailer que saiu recentemente já deixa claro que o filme vai explorar o medo de um jeito intenso: imagens rápidas, muita sombra, sangue escorrendo e aquele clima claustrofóbico que deixa qualquer um de cabelo em pé. Se prepare para entrar em um mundo onde nada é o que parece e o perigo pode estar ali, bem ao lado, esperando o momento certo para atacar.

Um elenco de peso para sustentar o terror

O filme traz nomes que já são sinônimos de talento na nossa TV e cinema. Gilda Nomacce, conhecida pelo seu trabalho em Cidade Invisível, aparece como uma personagem fundamental, carregando uma presença forte e misteriosa. Ao lado dela, Rejane Arruda (Primavera) e Caio Macedo (Ruas da Glória) completam o trio principal com atuações que prometem dar ainda mais corpo ao suspense.

Juntos, eles ajudam a construir a tensão crescente da história, fazendo com que a gente sinta a angústia e o medo da Luna enquanto ela enfrenta o desconhecido.

Premiado e com verba para a estreia

E não é só o público que já está de olho em Prédio Vazio. O filme foi o grande vencedor do Prêmio Retrato Filmes na 28ª Mostra de Tiradentes, evento super importante para o cinema independente brasileiro, que aconteceu no começo deste ano. Além do troféu, o filme levou um contrato de distribuição e R$ 100 mil para a campanha de lançamento, um baita incentivo que deve garantir uma boa divulgação e uma estreia caprichada.

Isso mostra que o terror nacional tem crescido e ganhado espaço, provando que histórias brasileiras podem, sim, assustar e encantar no mesmo nível das produções gringas.

Prepare o coração (e a coragem)

Se você é daqueles que adora um bom filme de terror que não se limita só a sustos fáceis, Prédio Vazio é um prato cheio. A mistura de mistério, horror sobrenatural e aquela pitada cultural brasileira fazem o filme ser diferente e ao mesmo tempo aterrorizante.

Além disso, o fato da história ser ambientada em Guarapari, um lugar real que muitos conhecem e amam, dá um toque especial — o terror ali fica ainda mais próximo da gente, sabe? Dá aquela sensação de que a qualquer momento, aquele prédio abandonado da sua cidade pode esconder algo muito, muito estranho…

Fique de olho

Anote aí: 12 de junho de 2025 é o dia para marcar no calendário e garantir seu ingresso para uma das estreias mais aguardadas do cinema nacional neste ano. Depois de ver o trailer, duvido que você não fique com um frio na barriga só de pensar em andar por um corredor escuro.

Ah, e se você gosta de filmes que combinam suspense com aquela narrativa cheia de camadas e personagens fortes, Prédio Vazio promete não decepcionar. Bora se preparar para ter alguns pesadelos — porque o Rodrigo Aragão vai fazer você lembrar dele por muito tempo.

Superman ganha nova linha de brinquedos licenciados – Herói da DC chega ao varejo com novidades para fãs de todas as idades

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Com o sucesso de Superman nos cinemas, a icônica figura do herói mais famoso da DC Comics agora também ocupa as prateleiras do varejo brasileiro. A Sunny Brinquedos, uma das principais importadoras e distribuidoras de produtos licenciados no Brasil, anunciou a chegada de uma linha inédita de brinquedos baseada no novo longa da Warner Bros. Pictures, que estreou oficialmente nos Estados Unidos em 11 de julho de 2025.

A produção, dirigida por James Gunn e estrelada por David Corenswet, Rachel Brosnahan e Nicholas Hoult, marca o início oficial do Universo DC (DCU) sob a nova gestão criativa de Gunn e Peter Safran. Inspirada na HQ All-Star Superman, a trama acompanha um Clark Kent mais jovem, dividido entre sua origem extraterrestre e sua humanidade enquanto repórter em Metrópolis e símbolo de esperança para o mundo. Com um visual repaginado, narrativa emocional e conflitos contemporâneos, o filme já ultrapassou os US$ 400 milhões em bilheteria global, reforçando a popularidade do personagem e abrindo caminho para novos produtos licenciados.

Nova linha de brinquedos

A linha oficial de brinquedos do novo Superman já está disponível nas principais lojas físicas e e-commerce do país. Os produtos licenciados foram desenvolvidos com base nos elementos visuais e personagens apresentados no filme e contam com bonecos articulados, acessórios interativos, playsets temáticos e itens de roleplay.

Voltada tanto para o público infantil quanto para colecionadores e fãs de cultura pop, a linha permite reviver — ou reinventar — cenas do filme por meio da brincadeira e da imaginação.

Confira os destaques:

🦸‍♂️ Figura de Ação Superman (R$119,99)

Inspirado diretamente no visual do novo filme, o boneco articulado do Superman apresenta detalhes no uniforme e uma escultura que remete à versão de David Corenswet. Ideal para crianças e fãs que desejam recriar as aventuras do herói.

🐶 Boneco Krypto (R$599,99)

O supercão Krypto chega em versão articulada com tecnologia que permite “flutuar” acima da mão utilizando sensores. Sem necessidade de controle remoto, o brinquedo proporciona uma experiência interativa e lúdica.

👿 Figura de Ação Ultraman (R$119,99)

Personagem antagonista do novo longa, Ultraman é apresentado como um clone criado por Lex Luthor. O boneco segue a mesma proposta da figura do Superman, com articulações e acabamento detalhado.

💥 Pack de Batalha Superman vs Kaiju (R$599,99)

Representando um dos confrontos do filme, este pack reúne Superman e um Kaiju para batalhas em escala reduzida. Uma peça ideal para recriar cenas de ação ou ampliar a coleção.

❄️ Playset Fortaleza da Solidão (R$499,99)

Inspirado no esconderijo do herói, o cenário vem com elementos interativos, espaço para os bonecos e detalhes que remetem à Fortaleza apresentada nas produções da DC.

🦸‍♂️ Roleplay Superman Clássico (R$249,99)

Com capa e símbolo do herói, o kit de roleplay permite que crianças se transformem no Superman e entrem em aventuras imaginárias como seu personagem favorito.

Sobre o filme

O novo “Superman” (2025) marca uma renovação ousada do universo DC, e o elenco escolhido por James Gunn reflete esse novo fôlego criativo. David Corenswet, que assume o papel de Clark Kent / Superman, tem no currículo uma ascensão notável com papéis em “The Politician” (2019), da Netflix, e “Hollywood” (2020), de Ryan Murphy, além de estrelar “Pearl” (2022), prequela do aclamado terror de Ti West. Rachel Brosnahan, como a intrépida Lois Lane, é amplamente reconhecida por sua atuação premiada como protagonista em “The Marvelous Mrs. Maisel” (2017–2023), além de participações expressivas em “House of Cards” (2013–2015) e “I’m Your Woman” (2020). Nicholas Hoult, no papel de Lex Luthor, já tem uma sólida carreira com destaque em franquias como “X-Men” (onde interpretou o Fera em filmes como “X-Men: Primeira Classe”, “Dias de um Futuro Esquecido” e “Apocalipse”), além de atuações elogiadas em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Tolkien” (2019), “The Menu” (2022) e na série “The Great” (2020–2023).

Skyler Gisondo, escalado como o carismático Jimmy Olsen, é conhecido por seu trabalho em “Santa Clarita Diet” (2017–2019), “Booksmart” (2019), “Licorice Pizza” (2021) e na aclamada série “The Righteous Gemstones” (2019–2024). Isabela Merced, que interpretará a heroína Kendra Saunders / Mulher-Gavião, já demonstrou versatilidade em papéis como a jovem Dora em “Dora e a Cidade Perdida” (2019), em “Sweet Girl” (2021), “Let It Snow” (2019) e no recente “Madame Teia” (2024), onde interpretou Anya Corazon. Nathan Fillion, sempre querido pelo público nerd, será Guy Gardner / Lanterna Verde — um papel que parece feito sob medida para ele, veterano de séries como “Firefly” (2002–2003), “Castle” (2009–2016) e “The Rookie” (2018–presente), além de várias participações no universo DC em animações e na franquia Guardiões da Galáxia, também sob a direção de Gunn.

Edi Gathegi, como Michael Holt / Senhor Incrível, já passou por franquias como “Crepúsculo” (como Laurent), “X-Men: Primeira Classe” (2011), “StartUp” (2016–2018) e “The Harder They Fall” (2021), da Netflix. Anthony Carrigan, que viverá o mutável Rex Mason / Metamorfo, é amplamente celebrado por seu papel como NoHo Hank na premiada série “Barry” (2018–2023), além de participar de “Gotham” (2014–2019), onde interpretou Victor Zsasz, e do recente “Bill & Ted: Encare a Música” (2020). María Gabriela de Faría, como a engenheira tecnopunk Angela Spica, já integrou o elenco de “Deadly Class” (2018–2019), produzida pelos irmãos Russo, e teve destaque em produções latinas como “Yo Soy Franky” (2015–2016).

O filme também inclui Frank Grillo como o implacável Coronel Rick Flagg Sr., personagem que amplia as conexões com o Esquadrão Suicida — e Grillo é veterano de ação, tendo interpretado Brock Rumlow / Ossos Cruzados no Universo Marvel (“Capitão América: O Soldado Invernal”, “Guerra Civil”, “Vingadores: Ultimato”), além de protagonizar a franquia “Uma Noite de Crime”. A portuguesa Sara Sampaio, escalada como Eve Teschmacher, tem feito a transição do mundo da moda para a atuação, participando de filmes como “Crisis” (2021), ao lado de Gary Oldman, e “Caddle Call” (2023). Por fim, a australiana Milly Alcock, que dará vida à jovem Kara Zor-El / Supergirl, conquistou o mundo com sua interpretação de Rhaenyra Targaryen jovem na primeira temporada de “House of the Dragon” (2022), além de estrelar séries como “Upright” (2019–2022) e “Reckoning” (2019).

Um convite ao imaginário

Ao trazer os brinquedos do Superman para o varejo, a Sunny Brinquedos oferece aos fãs brasileiros a oportunidade de se conectarem mais profundamente com o universo cinematográfico, além de promover o valor simbólico do brincar. A linha alia qualidade, acessibilidade e representatividade para diferentes idades, ampliando o alcance cultural do herói da DC Comics.

Os brinquedos licenciados também reforçam a aposta da Warner Bros. Discovery em fortalecer as marcas do novo DCU por meio de produtos oficiais, mantendo viva a relação emocional entre personagens e fãs.

Onde encontrar

Todos os produtos da linha Superman já estão disponíveis nas principais lojas físicas e plataformas digitais, incluindo o e-commerce oficial da Sunny Brinquedos. A expectativa é que a linha se destaque entre os lançamentos mais procurados do ano, especialmente com a repercussão positiva do filme.

Saiba qual filme vai passar no Cine Maior deste domingo (4) na Record TV

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A programação do Cine Maior deste domingo, 4 de janeiro, na Record TV, traz uma opção leve e divertida para quem busca entretenimento descompromissado no início do ano. O filme escolhido é “Policial em Apuros” (Ride Along), comédia de ação lançada em 2014 que combina perseguições, humor rápido e a química carismática de seus protagonistas. A produção se tornou um sucesso comercial e ajudou a consolidar uma das duplas mais populares do gênero na última década.

Dirigido por Tim Story, o longa aposta em uma narrativa simples, mas eficiente, focada no contraste entre dois personagens completamente diferentes. O roteiro é assinado por Greg Coolidge, Jason Mantzoukas e pela dupla Phil Hay & Matt Manfredi, responsáveis por equilibrar cenas de ação com piadas constantes, tornando o filme acessível tanto para fãs de comédia quanto para quem gosta de histórias policiais mais leves.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Ben Barber, interpretado por Kevin Hart, um segurança cheio de boa vontade, mas pouco preparo, que sonha em se tornar policial. Determinado a provar seu valor, ele precisa enfrentar o maior teste de sua vida: passar um dia inteiro em patrulha ao lado de James Payton (Ice Cube), um detetive experiente, rígido e extremamente desconfiado — além de ser o irmão de sua namorada, Angela (Tika Sumpter).

A patrulha de 24 horas pelas ruas de Atlanta rapidamente sai do controle. O que começa como uma tentativa de intimidação se transforma em uma sucessão de situações perigosas, perseguições intensas e encontros inesperados com criminosos. Enquanto James tenta manter o controle da situação, Ben se vê obrigado a enfrentar seus medos e provar, ainda que de forma atrapalhada, que pode ser mais do que aparenta.

Grande parte do sucesso de “Policial em Apuros” está na dinâmica entre Ice Cube e Kevin Hart. O humor nasce do choque entre o temperamento sério e intimidador de James e a personalidade falante, exagerada e impulsiva de Ben. Essa oposição cria momentos cômicos naturais, sustentando o ritmo do filme do início ao fim e garantindo identificação imediata com o público.

Além dos protagonistas, o elenco de apoio contribui para enriquecer a narrativa. John Leguizamo, Bruce McGill, Bryan Callen e outros nomes conhecidos ajudam a expandir o universo da história, trazendo diferentes camadas ao ambiente policial e reforçando o tom de comédia sem comprometer a ação.

Curiosamente, o projeto passou por mudanças importantes antes de chegar aos cinemas. Em versões iniciais, os papéis principais chegaram a ser cogitados para Dwayne Johnson, como o policial, e Ryan Reynolds, como o segurança. A escolha final por Ice Cube e Kevin Hart acabou se mostrando decisiva para o sucesso do longa, especialmente pela química entre os atores e pela forte resposta do público.

A confiança no potencial do filme era tão grande que, ainda antes da estreia, os produtores já anunciavam planos para uma continuação. O bom desempenho de bilheteria confirmou a aposta e abriu caminho para “Policial em Apuros 2” (Ride Along 2), oficialmente anunciado em abril de 2013. A sequência manteve os protagonistas e ampliou a escala da história.

As filmagens do segundo longa começaram em julho de 2014, passando por locações em Miami, na Flórida, e Atlanta, na Geórgia. Lançado nos cinemas em janeiro de 2016, o filme reforçou o sucesso da franquia e consolidou a parceria entre Ice Cube e Kevin Hart como uma das mais rentáveis da comédia de ação contemporânea.

Para quem perder a exibição na Record TV ou preferir assistir quando quiser, o filme também está disponível em plataformas digitais. Atualmente, o longa-metragem pode ser encontrado no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 9,90, permitindo que o público reassista às cenas mais divertidas no conforto de casa.

Rodrigo Sant’Anna e Flávia Reis prometem emoção e gargalhadas no Conversa com Bial desta quinta (17)

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, 17 de julho, o Conversa com Bial abre espaço para uma dupla que domina a arte do riso com talento, verdade e generosidade: Rodrigo Sant’Anna e Flávia Reis. Em um bate-papo inédito que vai ao ar na TV Globo e no GNT, os dois humoristas compartilham histórias que ultrapassam os palcos e refletem sobre o impacto do humor na construção de suas trajetórias pessoais e profissionais.

Veteranos da comédia e amigos de longa data, Rodrigo e Flávia prometem emocionar o público com relatos de bastidores, memórias de superação e homenagens marcantes — em especial, a nomes como Paulo Gustavo e Maurício Sherman, figuras fundamentais na vida de ambos.

Do subúrbio ao estrelato: humor como ferramenta de ascensão

Rodrigo Sant’Anna, conhecido por personagens inesquecíveis como a Valéria do Zorra Total e atualmente no ar com Tô de Graça, no Multishow, relembra como o sucesso o surpreendeu de forma avassaladora. “Quando a Marília Gabriela me convidou para uma entrevista, eu entendi que aquilo era muito maior do que eu imaginava”, revela, em um dos trechos mais aguardados da conversa.

Ele também recorda o início da carreira no teatro, com a montagem de Os Suburbanos. “Era tudo feito na raça. A banda tocava ao vivo entre os esquetes e eu precisava pegar empréstimo com a minha mãe pra conseguir pagar a galera. Mas foi ali que tudo começou”, antecipa.

Flávia Reis: da palhaçaria hospitalar ao riso na televisão

A atriz e comediante Flávia Reis traz à tona uma visão delicada e profunda sobre o riso como acolhimento — especialmente em seu trabalho voluntário em hospitais. “No hospital, o limite do humor é o outro. Às vezes, o maior presente é só estar presente”, diz ela, em um dos momentos mais sensíveis do programa.

Além disso, Flávia compartilha os bastidores do convite de Maurício Sherman para integrar o Zorra, e também conta como Paulo Gustavo a impulsionou a criar a personagem Vanda da Van. “Ele disse: ‘Abre meu stand up com a Vanda’. Aquilo foi um divisor de águas pra mim”, revela.

Reconexão e identidade: o humor como espelho da vida

Tanto Rodrigo quanto Flávia falam sobre o desafio e a responsabilidade de fazer humor em um país com tantas realidades distintas. Rodrigo destaca a importância de se reconectar com as próprias raízes como forma de manter o humor autêntico. “Sempre que fico travado, volto pra minha infância. É onde tudo começa e tudo faz sentido”, diz.

Já Flávia destaca que o riso, quando nasce do afeto, é mais do que piada: é escuta. É presença. “Humor não é só fazer rir. É saber o que o outro precisa naquele momento.”

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