Gabriel Coppola mergulha na pré-produção de “Olhos Em Mim”, um drama queer sobre identidade e coragem

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Entre cadernos rabiscados, videoconferências com diretores de fotografia e brainstormings madrugada adentro, Gabriel Coppola vive talvez o capítulo mais desafiador — e revelador — de sua trajetória artística. O ator e roteirista, conhecido por seus papéis carregados de entrega emocional em produções teatrais e independentes, agora se aventura como criador integral de um projeto que promete tocar em feridas profundas e universais: Olhos Em Mim, um drama psicológico com temática queer, que mergulha nas inquietações da identidade, do desejo reprimido e da coragem de se ver por inteiro.

Não é apenas mais um filme para Gabriel. É um gesto. Um grito. Um espelho.

Corpo, palavra e direção: a imersão total de um artista

Coppola não é apenas o protagonista. Ele escreveu o roteiro, acompanha cada etapa da produção e participa ativamente da construção estética do longa. A obra, prevista para estrear em 2026 nos principais circuitos de festivais de cinema autoral, é descrita por ele como “um filme sobre aquilo que nunca dizemos em voz alta, mas que vive dentro da gente, pulsando”.

Com um olhar cansado, mas firme, Gabriel compartilha: “Esse filme está me atravessando. Mais do que escrever ou atuar, estou vivendo isso. Estou me colocando inteiro ali. Às vezes dói. Mas é uma dor necessária.”

A pré-produção avança com intensidade. São semanas de conversas com diretores de arte, estudos de locação e testes de câmera que vão muito além da técnica. “A gente não está só montando um set. A gente está montando um universo psíquico”, resume Coppola.

O enredo: quando o desejo rompe o silêncio

Em Olhos Em Mim, conhecemos Rafael — um homem aparentemente ajustado à sua vida: um relacionamento estável, uma carreira respeitada, uma rotina previsível. Tudo começa a se fragmentar após um encontro que desperta um desejo inesperado. Não se trata apenas de uma paixão, mas de um confronto com tudo o que ele acreditava saber sobre si mesmo.

Gabriel faz questão de esclarecer: “Não é um filme sobre traição. É sobre ruptura interna. Sobre aquele momento em que algo nos desmonta e a gente se vê obrigado a se reconstruir. Nem sempre com respostas, mas com perguntas que não podem mais ser ignoradas.”

A narrativa flui entre cenas de realismo cru e momentos mais subjetivos, quase etéreos. A intenção é provocar mais sensações do que explicações. “Eu não quero que as pessoas apenas entendam o que está acontecendo com o Rafael. Quero que elas sintam o peso do silêncio, o calor do desejo, o incômodo da dúvida”, detalha o criador.

Roteiro como confissão e ato político

Coppola admite que, embora a história não seja literal, ela nasceu de um lugar muito íntimo. “Eu me inspirei em emoções que vivi. Em silêncios que guardei. Em perguntas que me fiz por anos”, diz. Escrever o roteiro foi, segundo ele, um processo quase terapêutico. Uma carta para si mesmo. Um pedido de escuta.

“Cresci sem ver histórias que refletissem minhas angústias. Ou, quando via, elas estavam sempre marcadas pela dor e pela punição. Era como se ser quem eu era viesse sempre com uma sentença. Com esse filme, eu quero propor outro olhar. Um olhar mais humano, mais terno, mais honesto.”

Essa honestidade também é, para Gabriel, um gesto político. “Quando um homem queer escreve sobre suas dores sem esconder sua sensibilidade, ele está desafiando tudo que disseram que ele não podia ser. Está dizendo que existe. Que merece ser visto — não como exceção, mas como parte da complexidade humana.”

Representatividade que vai além da superfície

A questão da representatividade é central para Olhos Em Mim, mas não da forma caricatural ou panfletária com que o cinema por vezes trata histórias queer. Gabriel quer sutileza, contradição, camadas.

“Ser queer não é uma cor única. É um espectro. É possível ser queer e ter medo, e se sentir deslocado, e ter desejo, e não saber como nomeá-lo. Eu não quero heróis ou mártires. Quero pessoas reais. Com dúvidas reais.”

Por isso, o projeto busca retratar uma experiência queer que não está necessariamente ligada a grandes gestos públicos ou narrativas épicas de aceitação. Ao contrário: Rafael, o protagonista, vive um drama íntimo, interno, quase mudo — mas ainda assim devastador.

Equipe e estética: o cinema como estado de espírito

Se o roteiro já aponta para uma proposta sensorial, a estética do filme segue a mesma lógica. A direção de fotografia está sendo construída com foco em luzes naturais, sombras densas, planos longos e uso dramático do silêncio. “Vai ter muito vazio em cena. Muito silêncio mesmo. Porque o silêncio, nesse filme, é um personagem”, explica Coppola.

A equipe, ainda que enxuta, foi escolhida a dedo. Pessoas que compartilham da sensibilidade do projeto. “Não dá pra fazer esse filme no automático. Ele exige presença, escuta, vulnerabilidade. Eu busquei artistas que entendessem isso.”

Quanto ao elenco, Gabriel mantém o mistério. “Está fechado, sim. Mas ainda é cedo pra anunciar. O que posso dizer é que as escolhas foram feitas com o coração. São pessoas que sentiram o filme antes de qualquer teste.”

A travessia até os festivais — e além

Com filmagens previstas para o segundo semestre de 2025 e pós-produção no início de 2026, Olhos Em Mim já tem planos de estreia em importantes mostras nacionais e internacionais. Mas para Gabriel, mais importante do que os prêmios ou holofotes é a possibilidade de tocar quem precisa se sentir visto.

“Quero que esse filme chegue onde ele for necessário. Pode ser em um grande festival em Berlim ou numa sessão especial numa escola de artes do interior. Se uma pessoa se reconhecer, já valeu.”

Ele menciona, com olhos úmidos, o desejo de alcançar “jovens LGBTQIA+ em cidades onde ser diferente ainda é motivo de isolamento”. Ou “homens que foram ensinados a sentir vergonha de sua sensibilidade”. Pessoas que, como ele mesmo em outros tempos, ainda estão tentando se olhar no espelho sem medo.

Uma obra que pulsa antes mesmo de existir

É impossível conversar com Gabriel Coppola sobre Olhos Em Mim sem perceber que o filme já existe — ainda que não tenha uma cena gravada. Ele está vivo nas palavras, nas hesitações, nos sonhos e nas dores de seu criador.

Mais do que uma produção audiovisual, trata-se de um manifesto íntimo. Uma afirmação de existência. Um convite para o outro olhar.

“Fazer esse filme é um ato de coragem. Mas também é um pedido de acolhimento. E eu acredito que, quando a gente se coloca com verdade no mundo, o mundo responde.”

Talvez seja essa, afinal, a maior força de Olhos Em Mim: ele não busca apenas contar uma história. Ele quer abrir espaço. Para o silêncio, para o desejo. Para quem, tantas vezes, foi ensinado a não existir por completo — agora, enfim, poder se olhar. E ser olhado.

Black Doves | 2ª temporada da série da Netflix ganha trailer com Keira Knightley de volta à espionagem

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A Netflix apresentou nesta quinta, 24 de setembro, o trailer oficial da 2ª temporada de Black Doves, série britânica de espionagem estrelada por Keira Knightley e Ben Whishaw. A nova leva terá seis episódios e estreia em 5 de novembro na plataforma.

A prévia retoma a história de Helen Webb, espiã infiltrada no governo britânico, e Sam Young, seu antigo amigo e assassino de aluguel. Depois dos acontecimentos da primeira temporada, os dois seguem caminhos diferentes, mas acabam novamente envolvidos em uma conspiração que ameaça a organização Black Doves.

A situação de Helen ficou ainda mais delicada. Seu marido, Wallace Webb (Andrew Buchan), está se preparando para assumir o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, colocando a personagem ainda mais perto do centro das decisões políticas que ela secretamente monitora. Helen continua fornecendo informações governamentais para os Black Doves, mas sua posição dentro da organização começa a ficar menos segura.

O que acontece na 2ª temporada de Black Doves?

A nova temporada parte das consequências deixadas pelo final do primeiro ano. Helen conseguiu sobreviver aos acontecimentos envolvendo o assassinato de seu amante, Jason Davies, mas sua vida dupla continua cercada de riscos. A relação com Wallace também entra em uma zona mais complicada, já que o político passou a desconfiar que a esposa esconde informações importantes sobre seu passado.

Do outro lado está Sam. Depois de matar Alex Clark e Trent, integrantes do submundo londrino, ele se afastou de Michael, seu namorado, e voltou a circular pelo ambiente criminoso. Segundo Joe Barton, criador, roteirista e produtor executivo da série, Sam atravessa um período difícil no início da nova temporada e acaba envolvido em problemas com a Justiça.

A situação muda quando Reed (Sarah Lancashire), chefe de Helen dentro dos Black Doves, passa a ser alvo de uma conspiração dentro da própria organização. Helen e Sam acabam trabalhando juntos novamente para descobrir quem está por trás da trama e entender até onde chega a ameaça.

A busca coloca os dois diante de antigos aliados, novos inimigos e conflitos internos que podem comprometer a organização de espionagem à qual Helen pertence.

Novos personagens entram na história

A segunda temporada também amplia o elenco. Entre as novas adições está Ambika Mod, conhecida por Um Dia, como Laila, uma agente dos Black Doves descrita pela Netflix como irreverente e caótica.

Babou Ceesay, de Alien: Earth, interpreta Sr. Conteh, um executivo dos Black Doves cujas intenções não parecem tão simples. Sam Riley, de O Jogo da Rainha, aparece como Patrick, representante de uma organização misteriosa que oferece uma possível saída para Sam.

O elenco ainda recebe Neve Campbell, conhecida principalmente pela franquia Pânico, no papel de Cecile Mason, representante da área de defesa dos Estados Unidos. Sylvia Hoeks (Blade Runner 2049) interpreta Katia Chernov, Goran Kostić (Canário Negro) vive Alexi Chernov e Samuel Barnett (Lee) aparece como Jerry.

Entre os nomes que retornam estão Kathryn Hunter como Lenny Lines, Ella Lily Hyland como Williams, Gabrielle Creevy como Eleanor, Agnes O’Casey como Dani e Molly Chesworth como Marie.

Keira Knightley volta ao papel de Helen

A série marcou uma incursão de Keira Knightley em uma produção de espionagem televisiva. A atriz interpreta Helen, uma mulher que mantém uma identidade secreta enquanto ocupa publicamente a posição de esposa de um importante político britânico.

Na primeira temporada, a morte de Jason Davies coloca essa identidade em risco e leva Helen a investigar uma rede de crimes que envolve diferentes grupos criminosos e interesses políticos internacionais. Sam entra nessa investigação para protegê-la, dando início à parceria que sustenta boa parte da série.

Ben Whishaw interpreta Sam, personagem que combina o trabalho de assassino profissional com uma relação de amizade de longa data com Helen. A dinâmica entre os dois continua sendo um dos eixos da produção.

Sarah Lancashire também retorna como Reed, a responsável por intermediar o trabalho de Helen para os Black Doves. Na nova temporada, a própria personagem passa a ocupar uma posição vulnerável dentro da organização, o que serve de ponto de partida para a nova investigação.

Quem criou Black Doves?

Black Doves foi criada por Joe Barton, que também retorna como roteirista e produtor executivo. A série é produzida pela SISTER e pela Noisy Bear, produtora de Barton, para a Netflix.

A primeira temporada estreou em 5 de dezembro de 2024, com seis episódios. A produção combina espionagem, ação e humor ácido em uma história ambientada principalmente em Londres.

A nova temporada terá direção de Julian Farino, de Amadeus e Giri/Haji, e Kieron Hawkes, responsável por episódios de Red Eye e Fortitude.

Resumo semanal da novela A Usurpadora 31/03/2025 a 04/04/2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 011 – Segunda, 31 de março

Paulina está cada vez mais angustiada com essa confusão toda. Como pode ser tão parecida com Paola? Essa dúvida não sai da cabeça dela, e o medo do que isso pode significar só aumenta. Enquanto isso, Rodrigo flagra Carlos Daniel e Leda se beijando, e o clima entre eles fica ainda mais pesado. Mas a tensão não para por aí! Luciano está determinado a conhecer os Bracho e começa a pressionar Leda para que o leve até a mansão.

Na fábrica, a situação sai do controle quando os operários entram em greve. Mas Paulina mostra que não está para brincadeira! Com muita coragem, ela enfrenta o problema de frente, deixando Rodrigo e Carlos Daniel completamente surpresos. Diante da crise, Dona Piedade decide agir e resolve intervir pessoalmente.

Enquanto isso, do outro lado do oceano, em Mônaco, Paola continua internada na UTI, lutando pela vida. Leda começa a achar estranho o interesse excessivo de Luciano na família Bracho, e Paulina quase tem um surto ao descobrir que ele pode aparecer na mansão a qualquer momento. Como se não bastasse, Estephanie entra em cena com um plano ardiloso: quer desmoralizar “Paola” diante de Dona Piedade e já começa a angariar aliados, incluindo Rodrigo e Patrícia. E a bomba do dia? O primeiro encontro entre Carlos Daniel e Luciano!


Capítulo 012 – Terça, 01 de abril

Paulina encontra o diário de Paola e, ao folhear as páginas, sente um frio na espinha. Ela descobre os planos diabólicos e todas as manipulações da sósia. Enquanto tenta digerir essa enxurrada de revelações, Leda aparece na mansão, e Carlos Daniel não perde a chance de humilhar “Paola” na frente dela. O clima esquenta, e a discussão entre o casal é intensa! O resultado? Carlos Daniel sai da casa furioso e resolve passar a noite no apartamento de Leda.

Dona Piedade, sempre observadora, começa a desconfiar que “Paola” não é quem diz ser. E o pior: ela fala isso na cara de Paulina, que quase entra em pânico. Enquanto isso, Luciano está impaciente para se aproximar da família Bracho e decide partir para a chantagem. Ele faz uma proposta a Leda: se conseguir conquistar “Paola”, o que ela estaria disposta a dar em troca? Sem pestanejar, Leda aceita o jogo e promete recompensá-lo muito bem.

Na fábrica, Dona Piedade age rápido para acalmar os ânimos. Ela organiza uma festa para os operários e garante que ninguém perderá o emprego. Com isso, a crise começa a se dissipar, e Paulina segue firme em sua missão de salvar a empresa. Para garantir novos negócios, ela viaja ao interior atrás de clientes. Mas nem tudo são boas notícias: Donato dá as caras na mansão e choca Estephanie ao se apresentar como um dos amantes de Paola. E Carlos Daniel? Incapaz de lidar com a rejeição de “Paola”, ele procura conforto nos braços de Leda…


Capítulo 013 – Quarta, 02 de abril

Carlos Daniel não quer que Paulina viaje, mas ela está decidida a buscar novos clientes para salvar a fábrica. Enquanto isso, Leda vê na fragilidade dele uma chance de se aproximar ainda mais. Mas a grande confusão do dia fica por conta de Donato! Incentivado por Estephanie, ele vai até a fábrica atrás de Carlos Daniel, e o encontro termina em uma briga feia! Mesmo irritado com Paola, Carlos Daniel se recusa a acreditar na suposta traição e parte para cima de Donato.

Lá em Mônaco, Paola finalmente acorda e recebe uma notícia devastadora: Alexandre jamais voltará a andar. O choque é imenso, mas ela já começa a maquinar seu próximo passo.

Enquanto isso, Paulina avisa que está voltando, mas Carlos Daniel, ainda magoado, se recusa a ir buscá-la no aeroporto. O pior acontece quando Paulina chega à mansão e descobre que ele está na casa de Leda…


Capítulo 014 – Quinta, 03 de abril

Paulina e Carlos Daniel têm um embate daqueles! No calor da discussão, ela solta que sente ciúmes de Leda, e ele não perde a chance de provocá-la ainda mais. Enquanto isso, Carlos Daniel e Rodrigo correm atrás de um investidor para salvar a fábrica. Eles tentam uma reunião com Douglas Maldonado, um milionário excêntrico, mas são recebidos com portas fechadas.

Paulina e Dona Piedade decidem assumir as negociações e surpreendem todo mundo ao conseguir um acordo vantajoso com o governo. A dupla mostra que sabe o que está fazendo, e Rodrigo e Carlos Daniel ficam sem ter o que argumentar.

Já Luciano não desiste de sua chantagem! Ele envia duas cartas a Paulina exigindo um encontro. Quando finalmente se encontram, ele solta a bomba: diz que Paola morreu em um acidente e pede uma fortuna para manter segredo.


Capítulo 015 – Sexta, 04 de abril

Luciano quer nada menos que cem mil dólares para não contar a verdade. Paulina fica completamente desnorteada com a suposta morte de Paola. Isso significa que ela teria que viver como Paola Bracho para sempre?

Dona Piedade decide animar o ambiente e organiza uma festa de aniversário para Carlos Daniel. Mas a comemoração vira um campo de batalha quando Leda aparece acompanhada de Luciano e não perde tempo em provocar Paulina. Para piorar a noite, Félix, um velho amigo de Donato, liga anonimamente para Carlos Daniel e insinua que “Paola” teve vários amantes. Sem pensar duas vezes, ele revira os pertences da esposa e encontra uma foto de Osvaldo, ex-namorado de Paulina.

Enquanto isso, Paulina segue lutando para evitar a falência dos Bracho e consegue uma audiência com Douglas Maldonado. O milionário se encanta por ela e considera emprestar os dois milhões de dólares necessários para salvar a empresa. Mas ao voltar para casa, Paulina é surpreendida por um Carlos Daniel furioso! Ele está com a foto de Osvaldo em mãos e exige saber quem é esse homem e o que ele significa para ela.

Resumo semanal da novela Amor na Ilha 24/10/2024 a 25/10/2024

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Foto: Reprodução/ Internet

Episódio 69 – Quinta-feira, 24 de outubro

Boreas está radiante com a expectativa de surpreender Junho, e a ansiedade está em alta. Ele se preparou com cuidado para criar um momento inesquecível. Com a permissão e os sábios conselhos da avó, Boreas toma coragem para fazer uma proposta de casamento, mesmo diante de suas próprias hesitações e medos de como Junho reagiria. Ele sabe que este é um passo importante e decide buscar a ajuda de seus amigos para tornar tudo perfeito.

Os amigos de Boreas se reúnem para reencenar momentos especiais da história deles, desde o primeiro encontro até as risadas compartilhadas. Cada reencontro traz uma nova onda de emoção, reforçando o amor que eles construíram ao longo do tempo. Ao final do espetáculo, em meio a aplausos e alegria, Boreas se ajoelha e, com um anel de herança de família nas mãos, faz a pergunta que mudará suas vidas: “Junho, você aceita se casar comigo?” Com lágrimas nos olhos, Junho sorri e concorda, deixando Boreas aliviado e radiante.

Episódio 70 – Sexta-feira, 25 de outubro

O dia tão esperado finalmente chegou: o casamento de Helder e Melissa. As famílias dos noivos, que viajaram para a ilha, estão repletas de emoção e nervosismo, criando uma atmosfera festiva e eletrizante. O evento promete ser uma celebração memorável, e todos os detalhes foram planejados com esmero.

Enquanto isso, Boreas e Junho, ainda embriagados pela felicidade de seu noivado, ficam intrigados com uma série de acontecimentos estranhos no hotel onde o casamento está sendo realizado. No meio da cerimônia, Selma e Fabio surpreendem todos ao aparecerem de surpresa, revelando que também estão se casando naquele dia. As duas cerimônias, que ocorrem em paralelo, misturam-se em um clima de festa e descontração, envolvendo todos os convidados em uma celebração única e inesperada.

Além disso, Bianca e Beyazit finalmente decidem parar de esconder seu relacionamento, anunciando publicamente seu amor durante os festejos. Os convidados ficam encantados com a sinceridade e a alegria do casal, criando um clima ainda mais festivo.

No entanto, a verdadeira surpresa vem quando Boreas e Junho se deparam com algo inusitado: dois bebês chorando, abandonados em um canto do hotel. A situação deixa todos atônitos, e Boreas e Junho rapidamente se unem para descobrir o que aconteceu, decidindo que, independentemente da situação, eles não deixarão que a felicidade do dia se transforme em preocupação. A união dos casais e a aparição dos bebês prometem um desdobramento emocionante para os próximos episódios, à medida que todos tentam entender a nova dinâmica que se apresenta.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima 24/03/2024

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, marcado para o dia 24/03/2024, reserve um tempo especial para mergulhar em uma tarde repleta de aventuras emocionantes na “Temperatura Máxima” da TV Globo. Prepare-se para ser envolvido pela magia da telona com a exibição do filme croata ‘Robin Hood – A Origem’, uma releitura contemporânea e eletrizante da lendária saga do herói dos desfavorecidos. Com um elenco que conta com nomes de peso como Ben Mendelsohn, Eve Hewson e Jamie Dornan, este filme promete transportar os telespectadores a uma jornada épica carregada de ação e emoção.

Sob a direção de Otto Bathurst e lançado em 2018, ‘Robin Hood – A Origem’ traz uma interpretação singular da lenda, explorando a narrativa sobre como o corajoso Robin Hood, interpretado por Taron Egerton, regressa das Cruzadas apenas para encontrar sua terra natal assolada pela corrupção e injustiça. Determinado a fazer a diferença, ele une forças com aliados improváveis, como John, papel desempenhado por Jamie Foxx, e Marian, interpretada por Eve Hewson, numa luta incansável pela justiça e pelo bem-estar dos oprimidos.

Saiba mais sobre o filme Robin Hood – A Origem

“Robin Hood – A Origem” é um filme de aventura e ação que traz uma nova perspectiva à lendária história do herói do folclore inglês. Lançado em 2018 e dirigido por Otto Bathurst, o filme mergulha nas origens de Robin Hood, explorando sua transformação de um nobre abastado a um símbolo de resistência contra a opressão e injustiça.

A trama gira em torno de Robin de Loxley, um lorde inglês que, após servir nas Cruzadas, retorna para casa apenas para descobrir que sua propriedade foi confiscada e sua amada Marian está envolvida com os rebeldes que lutam contra a tirania do Xerife de Nottingham e do regime corrupto que domina a Inglaterra medieval. Determinado a retomar sua vida e lutar pelos ideais de justiça, Robin se une aos rebeldes, liderados pelo habilidoso e carismático Little John.

O filme oferece uma abordagem visualmente arrojada e estilizada, combinando elementos de ação, intriga política e romance. As cenas de ação são coreografadas de forma impressionante, oferecendo sequências empolgantes e cheias de adrenalina. A estética moderna e os efeitos visuais proporcionam uma nova camada à atmosfera clássica da lenda de Robin Hood, cativando o público com sua energia vibrante.

O elenco estelar inclui Taron Egerton no papel principal, retratando um Robin Hood determinado e destemido, enquanto Jamie Foxx traz uma intensidade marcante ao papel de Little John, o mentor de Robin na arte da resistência. Eve Hewson interpreta Marian, uma figura forte e independente que se torna um ponto de apoio crucial para Robin em sua jornada. Completando o elenco, Ben Mendelsohn personifica o Xerife de Nottingham, retratando-o como um vilão implacável e astuto.

Embora “Robin Hood – A Origem” tenha recebido uma recepção mista por parte da crítica e do público, é inegável o impacto visual e a energia contagiante que o filme traz à tela. Sua abordagem moderna e reimaginada da história clássica de Robin Hood continua a capturar a imaginação do público, reafirmando o apelo duradouro desse icônico conto de coragem, justiça e heroísmo.

Horário de exibição da Temperatura Máxima

O espetáculo tem início pontualmente às 14:05, logo após a conclusão da série americana Magnum P.I., prometendo uma tarde repleta de emoções intensas e reviravoltas na tela da TV Globo. Esteja preparado para se emocionar, torcer e se maravilhar com ‘Robin Hood – A Origem’.

As informações são do AdoroCinema.

O Refúgio Atômico | Novo thriller dos criadores de La Casa de Papel ganha trailer e data de estreia na Netflix

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A Netflix acaba de levantar ainda mais expectativas entre os fãs de suspense e dramas sofisticados ao divulgar o primeiro trailer de O Refúgio Atômico, nova série criada por Álex Pina e Esther Martínez Lobato, nomes consagrados por trás de sucessos mundiais como La Casa de Papel, Berlim e Sky Rojo. Com uma premissa que mistura tensão, intrigas e luxo extremo, a produção promete transformar o conceito de isolamento em uma experiência eletrizante para os espectadores. Abaixo, confira o vídeo:

A trama se passa em um futuro próximo marcado por crises globais e um clima de constante instabilidade. Enquanto o mundo exterior enfrenta um colapso iminente, um grupo de bilionários decide se isolar em um bunker de luxo, projetado para oferecer conforto absoluto, segurança máxima e anonimato completo. Mas o que poderia ser um refúgio seguro rapidamente se transforma em uma armadilha emocional e psicológica.

A assinatura de Álex Pina e Esther Martínez Lobato

Álex Pina e Esther Martínez Lobato são nomes que carregam peso dentro do universo das séries espanholas e internacionais. Com La Casa de Papel, eles conquistaram uma audiência global, transformando uma história de assalto em um fenômeno cultural que misturava ação, estratégia e dramas humanos intensos. Já com Berlim e Sky Rojo, exploraram temas de sobrevivência, relações complexas e confrontos extremos entre personagens em situações-limite.

Agora, em O Refúgio Atômico, Pina e Martínez Lobato se propõem a explorar a natureza humana quando confrontada com medo, isolamento e poder. A dupla não apenas assina a criação da série, mas também atuará como showrunners, garantindo que sua visão e assinatura narrativa estejam presentes em cada detalhe da produção.

Um elenco talentoso e diversificado

O elenco reúne uma combinação de atores renomados e talentos em ascensão, capazes de dar vida a personagens multifacetados e emocionalmente complexos. Entre os nomes confirmados estão Miren Ibarguren, conhecida por sua versatilidade em papéis cômicos e dramáticos, trazendo profundidade e carisma à narrativa; Joaquín Furriel, ator argentino que se destaca pela intensidade e nuances em seus personagens; e Natalia Verbeke, cuja experiência em produções espanholas e argentinas promete adicionar camadas de sofisticação à trama.

Além deles, Carlos Santos, Montse Guallar, Pau Simon, Alicia Falcó, Agustina Bisio e Álex Villazán completam o elenco, cada um pronto para construir um universo de personagens onde confiança e traição caminham lado a lado. A escolha do elenco indica que a série vai além do espetáculo visual, priorizando a construção de personagens ricos, capazes de gerar empatia e tensão simultaneamente.

Entre suspense psicológico e intrigas de poder

O grande trunfo da série está na combinação de suspense psicológico com intrigas de poder. Diferente de produções que focam apenas na ação externa, o drama central se desenrola dentro de um espaço fechado – o bunker – onde as limitações físicas ampliam o conflito interno de cada personagem.

O trailer mostra momentos de tensão intensa: discussões acaloradas, segredos revelados, e a constante sensação de que ninguém está realmente seguro. Esse clima de paranoia, aliado a uma direção de fotografia sofisticada, cria um ambiente em que o luxo do isolamento contrasta com o terror emocional que habita os personagens. O resultado é um thriller moderno, que explora as profundezas da psicologia humana em situações extremas.

Quando chega na Netflix?

Para quem não vê a hora de conferir essa nova produção, a boa notícia é que a espera será curta. O Refúgio Atômico estreia em 19 de setembro, exclusivamente na Netflix. Com oito episódios planejados, a série promete entregar uma experiência completa de suspense e drama, mantendo a assinatura dos criadores que conquistaram o público mundial com suas obras anteriores.

Tela de Sucessos 25/08/2023 SBT exibe O Motorista

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 25/08/2023, os aficionados por emoções de ação e suspense serão agraciados com uma empolgante oportunidade: a exibição exclusiva do filme O Motorista (The Driver – Tailândia/2019) na programação eletrizante da Tela de Sucessos. Proveniente dos estúdios Lionsgate, essa produção tem a promessa de transportar os telespectadores para um mundo apocalíptico, onde zumbis velozes e letais desafiam a tenacidade da sobrevivência humana.

Num cenário pós-apocalíptico onde zumbis ágeis e ameaçadores deambulam, o protagonista Tony e sua família enfrentam uma luta inclemente pela sobrevivência em meio ao caos. Quando sua esposa é brutalmente atacada e perde a vida para essas criaturas aterrorizantes, Tony se encontra enredado numa corrida frenética contra o tempo para assegurar a proteção de sua filha. Sua missão imperativa é escoltá-la até um santuário lendário, um abrigo alegadamente seguro contra a ameaça iminente dos zumbis. Entretanto, paira uma sombra de incerteza: será que esse refúgio é realidade ou mera fantasia?

Além da atuação hábil de Mark Dacascos, que infunde seu domínio tanto na ação quanto na interpretação para dar vida a Tony, o elenco também é enriquecido por Julie Condra no papel da esposa de Tony. A participação de Noelani Dacascos acrescenta uma dimensão peculiar de familiaridade à trama, visto que ela interpreta a filha de Tony. A dinâmica entre esses membros familiares em meio ao turbilhão zumbi promete amplificar as emoções e profundidades do filme.

Sob a direção perspicaz de Wych Kaosayananda, um cineasta tailandês enraizado em filmes de ação e suspense, o enredo de “O Motorista” é habilmente tecido. Seu olhar afiado para cenas de ação e sua maestria na criação de atmosferas carregadas de tensão transparecem no desenrolar da trama. Kaosayananda não só capta com destreza o cenário apocalíptico, como também constrói sequências marcantes que seguram o público beirando a beira de seus assentos, ansioso pelo próximo desdobramento.

Prepare-se para mergulhar em uma experiência cinematográfica singular, saturada de adrenalina e suspense, à medida que “O Motorista” desenrola-se na telinha da Tela de Sucessos. Vale lembrar que a classificação etária é de 16 anos, garantindo um conteúdo vibrante e fascinante para a audiência adulta.

Agora, quanto ao horário da exibição, você pode sintonizar a Tela de Sucessos no dia 25 de agosto de 2023, a partir das 23h45, logo após o programa do Ratinho, no SBT. Essa é uma oportunidade imperdível para mergulhar em um mundo infundido de ação, suspense e enigmas, enquanto a luta pela sobrevivência diante do apocalipse zumbi se desenrola diante dos seus olhos, proporcionando uma experiência eletrizante que permanecerá contigo muito depois dos créditos finais.

Gotham vive! Batman: Parte 2 será filmado em 2026 com Robert Pattinson e Matt Reeves de volta

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando o céu de Gotham ainda parecia escuro demais para vislumbrar alguma luz, surgiu uma nova versão do Cavaleiro das Trevas para reescrever as regras. E agora, ele está voltando. Segundo uma carta do CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, enviada aos acionistas da empresa, “The Batman: Part II” — ou Batman: Parte 2, no título nacional — começará suas filmagens na primavera de 2026 no hemisfério norte, ou seja, entre março e junho daquele ano.

A informação foi divulgada pelo portal Deadline, e para os fãs do personagem, já soa como um marco no calendário. Afinal, o retorno de Robert Pattinson ao papel de Bruce Wayne promete expandir ainda mais o universo sombrio, psicológico e urbano criado por Matt Reeves no primeiro longa.

Mas mais do que uma simples data de filmagem, a confirmação sinaliza o ressurgimento de uma Gotham que conquistou público e crítica por sua abordagem realista e ao mesmo tempo sensorial. Uma cidade que sangra e respira angústia. E um Batman que ainda busca se entender como símbolo — de medo, de justiça ou de redenção.

O retorno de um herói imperfeito

O primeiro The Batman, lançado em março de 2022, foi um respiro criativo em meio a um universo cinematográfico da DC que se fragmentava com reboots, retcons e incertezas. Dirigido por Matt Reeves, o filme abandonou o estilo grandioso e mitológico das versões anteriores para mergulhar numa atmosfera mais contida, inspirada por thrillers policiais dos anos 1970 e pelo lado detetivesco do personagem.

Robert Pattinson entregou um Bruce Wayne atormentado, introspectivo, que mais parecia uma sombra do que um milionário. Essa escolha, longe de desagradar, fez eco junto a uma geração que se identifica com anti-heróis mais humanos e quebrados. O resultado? Sucesso crítico, bilheteria global de US$ 772 milhões e três indicações ao Oscar. Nada mal para um projeto que enfrentou pandemia, paralisações e mudanças internas na Warner.

Mais do que isso: The Batman marcou o início da chamada Batman Epic Crime Saga, uma nova trilogia planejada por Matt Reeves que será independente do novo DCU de James Gunn. Esse universo paralelo, separado do Superman de David Corenswet e do futuro Supergirl de Milly Alcock, poderá desenvolver tramas adultas, intensas e mais voltadas ao suspense e à corrupção sistêmica de Gotham.

Uma produção com alma de cinema noir

Embora os detalhes da trama de Batman: Parte 2 ainda sejam guardados a sete chaves, é possível deduzir algumas pistas a partir do que Reeves construiu anteriormente. Inspirado em quadrinhos como Ano Um, O Longo Dia das Bruxas e Batman: Ego, o primeiro filme colocou o Charada (interpretado de forma perturbadora por Paul Dano) como um catalisador de verdades incômodas sobre a elite e o passado dos Wayne.

Com isso, a imagem pública de Bruce como bilionário intocável se desfez. A cada pista deixada por Nashton, o Charada, revelava-se também o trauma, a culpa e a desconfiança de um homem que usa a máscara mais como refúgio do que como símbolo. Esse é o Batman de Pattinson: menos herói, mais humano. Menos justiceiro, mais reflexo da cidade que tenta salvar.

A fotografia dessaturada, a trilha sonora hipnótica de Michael Giacchino e os planos de câmera que espreitam o protagonista em meio à escuridão compõem uma linguagem que se aproxima muito mais de Seven ou Zodíaco do que de qualquer blockbuster tradicional. E a tendência é que Parte 2 aprofunde ainda mais esse estilo.

O que esperar do novo filme?

Ainda que o roteiro esteja em sigilo, algumas peças do tabuleiro já estão visíveis. Sabe-se que Robert Pattinson retorna como Bruce Wayne/Batman, e Matt Reeves reassume tanto a direção quanto o roteiro, agora ao lado de Mattson Tomlin. Andy Serkis também deve voltar como Alfred Pennyworth — e há grande expectativa quanto à participação de Barry Keoghan, que apareceu nos minutos finais do primeiro longa como um misterioso detento do Asilo Arkham que pode, ou não, ser o Coringa.

Essa última aparição, ainda sutil e envolta em sombras, deu o tom da ameaça latente que pode dominar a sequência. Keoghan, indicado ao Oscar por Os Banshees de Inisherin, é conhecido por seu talento para personagens inquietos e imprevisíveis. Caso o Coringa seja mesmo o vilão central de Parte 2, pode-se esperar uma abordagem bem diferente das versões anteriores vividas por Heath Ledger ou Joaquin Phoenix — e muito mais próxima de uma mente doentia que espelha as rachaduras psicológicas do próprio Batman.

Há também a possibilidade de Selina Kyle (Zoë Kravitz) retornar, embora no fim do primeiro filme ela decida deixar Gotham por considerá-la “além da salvação”. Com ou sem ela, Gotham estará em estado de reconstrução após os eventos catastróficos promovidos pelo Charada e seus seguidores.

Outro elemento importante é a expansão do universo via séries derivadas. The Penguin, estrelada por Colin Farrell e já lançada na HBO Max em 2024, acompanha o personagem Oswald Cobblepot após o vácuo de poder deixado pela morte de Carmine Falcone. A série prepara o terreno para o novo filme, e insere a criminalidade de Gotham em um contexto ainda mais enraizado e visceral.

O peso da expectativa: Batman entre a arte e o mainstream

Poucos personagens da cultura pop carregam um legado tão pesado quanto o Batman. Desde a atuação icônica de Adam West nos anos 1960, passando pela revolução sombria de Tim Burton, o realismo de Christopher Nolan e o Batman brutal de Ben Affleck, o herói sempre foi um espelho do seu tempo.

Matt Reeves, no entanto, optou por algo diferente: trazer o Batman para um tempo onde a verdade é líquida, a confiança é frágil e os heróis parecem tão perdidos quanto os vilões. The Batman não é um filme sobre salvar a cidade — é sobre tentar entender por que ela está tão condenada.

Essa escolha tornou o filme mais difícil, talvez menos palatável para quem espera ação desenfreada ou fan service. Mas também o tornou mais profundo, mais cinematográfico e, para muitos, mais relevante. O desafio agora será expandir esse universo sem perder sua identidade — e isso exigirá um equilíbrio delicado entre o blockbuster e o drama noir.

De onde viemos — e para onde vamos?

A jornada até The Batman: Parte II não foi fácil. Originalmente, o personagem deveria ganhar um filme solo estrelado e dirigido por Ben Affleck, dentro do universo do DCEU. O projeto, anunciado em 2014, sofreu inúmeras reviravoltas. Affleck deixou a direção, depois o elenco, e finalmente abandonou o personagem.

Foi aí que Matt Reeves entrou em cena, redesenhando o projeto do zero e propondo um reboot independente do universo compartilhado. Em 2019, Robert Pattinson foi escalado — e muitos torceram o nariz. Mas a aposta deu certo. O ator, antes criticado por seu passado em Crepúsculo, provou ser o Batman que ninguém sabia que precisava.

Agora, com a nova liderança criativa da DC Studios (James Gunn e Peter Safran), o estúdio aposta em uma dualidade estratégica: o universo principal será mais integrado e leve, enquanto projetos alternativos — como Joker e The Batman — poderão explorar tons e linguagens mais adultas.

Menos de 10 anos após a animação, Moana retorna aos cinemas em live-action com projeção de estreia milionária

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A Disney ainda não lançou o live-action de Moana, mas as primeiras projeções de bilheteria indicam que o filme pode chegar aos cinemas em posição confortável. Segundo estimativas publicadas pelo Deadline, a adaptação deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá.

O número colocaria o longa entre as maiores estreias do estúdio em 2026 e oferece um primeiro indicativo sobre o interesse do público por uma releitura que chega relativamente cedo. A animação original estreou em 2016, arrecadou mais de US$ 680 milhões mundialmente e permaneceu entre os títulos mais consumidos da Disney nos anos seguintes graças ao streaming.

A escolha de revisitar a história tão rapidamente chamou atenção quando o projeto foi anunciado em 2023. A maior parte dos live-actions da Disney revisitou obras lançadas décadas antes. Moana seguiu um caminho diferente. O estúdio decidiu transformar em filme uma propriedade que ainda ocupa espaço relevante dentro de seu catálogo e continua alcançando novas audiências.

A protagonista será interpretada por Catherine Laga’aia, atriz australiana de ascendência samoana que fará seu primeiro trabalho em uma produção desse porte. A escalação foi anunciada em junho de 2024 após meses de testes conduzidos pela Disney.

Dwayne Johnson retorna como Maui, personagem que já havia interpretado como dublador nos longas animados. Desta vez, o ator assume a versão em live-action e também participa da produção através da Seven Bucks Productions.

A relação de Johnson com o projeto vai além da franquia. Filho de pai canadense e mãe samoana, o ator esteve envolvido desde as primeiras etapas de desenvolvimento e frequentemente destaca a importância da representação das culturas polinésias em produções de alcance global.

Na direção está Thomas Kail, conhecido principalmente por seu trabalho nos palcos da Broadway. Seu currículo inclui a montagem original de Hamilton, musical criado por Lin-Manuel Miranda que se tornou um dos maiores sucessos do teatro norte-americano neste século. Embora tenha experiência em televisão, Moana representa sua primeira grande superprodução para os cinemas.

O roteiro foi escrito por Jared Bush e Dana Ledoux Miller. Bush trabalhou em produções como Zootopia e Encanto, duas das animações mais bem-sucedidas da Disney nos últimos anos. Ledoux Miller integrou a equipe criativa de Moana 2, lançado em 2024.

O elenco também conta com John Tui, Frankie Adams e Rena Owen, nomes conhecidos do cinema e da televisão da Nova Zelândia. A presença de artistas ligados à Oceania segue uma diretriz adotada desde a animação original, que contou com consultores culturais e pesquisadores especializados nas tradições dos povos do Pacífico.

As filmagens ocorreram entre julho e novembro de 2024. A produção utilizou locações no Havaí e estruturas de estúdio em Atlanta, cidade que concentra parte significativa das grandes produções da Disney e de outros estúdios de Hollywood.

A trilha sonora reúne novamente dois profissionais associados ao sucesso do primeiro filme. Mark Mancina retorna como compositor da música instrumental, enquanto Lin-Manuel Miranda volta a colaborar com a franquia após ficar de fora de Moana 2 por conflitos de agenda.

O retorno de Miranda possui peso considerável para a produção. Canções como “How Far I’ll Go” e “You’re Welcome” continuam entre as músicas mais populares já lançadas pela Disney na última década e desempenharam papel importante na expansão da marca muito além de sua exibição nos cinemas.

Quilos Mortais Brasil ganha trailer e anuncia nova temporada com histórias intensas de transformação na HBO Max

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A nova temporada de Quilos Mortais Brasil teve seu primeiro trailer divulgado e já dá uma ideia clara do que vem pela frente. A prévia apresenta trechos das histórias que serão acompanhadas ao longo dos episódios, destacando momentos de tensão, decisões difíceis e mudanças que vão além do aspecto físico. A estreia está marcada para o dia 7 de maio na HBO Max, com exibição na TV a partir de 12 de maio, às 20h30, no Discovery Home & Health.

Serão seis episódios inéditos, cada um focado em um participante diferente. A proposta segue acompanhando pessoas que enfrentam a obesidade severa e decidem buscar uma transformação completa em suas vidas, com apoio médico e mudanças profundas na rotina.

Histórias individuais e acompanhamento médico

A estrutura da temporada mantém o foco em jornadas individuais. Cada episódio acompanha um paciente desde o início do processo, incluindo consultas, metas de perda de peso e a preparação para a cirurgia bariátrica.

Os médicos que participam do programa são especialistas brasileiros em áreas como metabolismo, aparelho digestivo e cirurgia bariátrica. Ao longo dos episódios, eles orientam os pacientes e acompanham de perto cada etapa, desde os primeiros exames até o período posterior ao procedimento.

Essa relação entre médico e paciente se torna central na narrativa, já que muitas decisões precisam ser tomadas ao longo do caminho. Nem sempre o processo segue como planejado, e isso acaba refletindo diretamente na evolução de cada caso.

Mudanças que vão além da balança

Embora o emagrecimento seja um dos objetivos principais, a série dedica espaço para mostrar como a obesidade afeta outras áreas da vida. O trailer já indica momentos em que os participantes enfrentam limitações físicas, dificuldades emocionais e conflitos pessoais.

Ao longo da temporada, o público acompanha como essas pessoas lidam com inseguranças, hábitos antigos e a necessidade de construir uma nova rotina. O período pós-cirúrgico também ganha destaque, com relatos sobre adaptação, disciplina e os desafios de manter os resultados.

A transformação, nesse contexto, não acontece apenas no corpo. Ela envolve também mudanças na forma como os participantes se enxergam e se relacionam com o mundo ao redor.

Formato brasileiro tem abordagem própria

A versão nacional de Quilos Mortais Brasil segue uma linha diferente da produção original My 600-lb Life. Aqui, não existe um peso mínimo exigido para participação, o que permite apresentar histórias mais diversas.

Essa escolha amplia o perfil dos pacientes e abre espaço para diferentes níveis da condição, mostrando que o impacto da obesidade pode variar de pessoa para pessoa. Além disso, a série brasileira investe mais tempo no contexto de vida dos participantes, incluindo família, rotina e histórico pessoal.

Esse recorte ajuda a construir episódios mais próximos da realidade do público, com situações que vão além do ambiente clínico.

Produção reúne equipe especializada

A série é produzida pela Endemol Shine Brasil em parceria com a Warner Bros. Discovery. A direção geral é de Marília Portella, enquanto Allan Lico assina a direção criativa.

A supervisão de produção fica por conta de Adriana Cechetti e Luciana Soligo, responsáveis por acompanhar o desenvolvimento dos episódios e garantir que a proposta da série seja mantida ao longo da temporada.