Com a estreia de Jurassic World: Recomeço, a rede Cinesystem apresenta um combo exclusivo para os fãs da saga. A novidade inclui uma pipoca grande, refrigerante de 700ml e um copo personalizado de 960ml, estampado com imagens oficiais do novo longa. O item colecionável está disponível por tempo limitado nas bombonieres da rede, enquanto durarem os estoques.
O copo traz artes que remetem aos principais elementos do filme, incluindo as criaturas pré-históricas que são marca registrada da franquia. A ação promocional visa agregar valor à ida ao cinema, ampliando a experiência do público com um produto exclusivo.
Nova fase da franquia
Jurassic World: Recomeço marca uma nova etapa na narrativa da série. Passados cinco anos desde os eventos de Jurassic World: Domínio, os dinossauros sobreviventes agora vivem confinados em zonas equatoriais, onde o ambiente climático se assemelha ao de eras passadas.
Neste cenário, uma equipe embarca em uma missão arriscada: obter amostras de DNA de três das maiores criaturas que já habitaram a Terra, o mar e o céu. O objetivo é desenvolver um medicamento com potencial para salvar milhares de vidas humanas. A tarefa, no entanto, exige atravessar territórios hostis, onde os limites da ciência são constantemente testados diante da força bruta da natureza.
Com a ação promocional, a Cinesystem reforça seu compromisso em oferecer ao público um produto diferenciado, que complementa a programação dos lançamentos mais aguardados do ano. Algumas unidades contarão ainda com ambientações especiais para destacar o universo do filme, como decorações temáticas e ativações no espaço do cinema.
Adaptando o romance homônimo de Stephen King, Edgar Wright reconstrói O Sobrevivente com a seriedade que a história pede, sem jamais abandonar seu estilo autoral inconfundível. O humor afiado, o dinamismo narrativo e a pitada de excentricidade continuam presentes, mas agora combinados a uma ambição dramática mais madura. Desde os primeiros minutos, Wright nos conduz com precisão a um futuro distópico em que os Estados Unidos se tornaram um estado autoritário guiado por conglomerados midiáticos, enquanto uma população empobrecida e desassistida é mantida sob controle através de reality shows brutais transformados em espetáculo nacional.
É nesse cenário sufocante que surge Ben Richards, um homem comum obrigado a participar de um desses programas mortais para conseguir dinheiro e tentar salvar a filha gravemente doente. Embora o enredo pudesse facilmente se limitar à jornada de um herói injustiçado, Wright transforma Richards em um reflexo das falhas estruturais daquele mundo — e, inevitavelmente, do nosso.
Mais do que ação: Uma crítica contundente ao entretenimento manipulador
O Sobrevivente não se contenta em ser um filme de ação estiloso. Wright constrói uma obra inquieta e provocativa, que utiliza o espetáculo para falar justamente sobre o próprio espetáculo. A crítica à desigualdade, ao controle político e à espetacularização da violência é ácida e precisa. O show business é apresentado como um mecanismo fraudulento, inteiramente premeditado, feito para distrair, manipular e anestesiar.
O público dentro do filme exige mais sangue e violência sem perceber que nada é espontâneo: cada movimento é roteirizado, cada morte é planejada e cada emoção é cuidadosamente orquestrada pelos produtores. Uma das decisões mais inteligentes da direção é deslocar parte da ação para ambientes abertos, onde qualquer pessoa pode se tornar “caçador” em troca de uma recompensa ilusória. Esse elemento transforma cidadãos comuns em participantes voluntários de um jogo brutal, gerando um clamor coletivo perturbador: “Caçem-no!”.
Edgar Wright em seu auge: ritmo, estilo e substância
É verdade que o longa leva um pouco de tempo para engrenar — característica frequente em filmes do diretor, que prefere construir terreno, aprofundar personagens e preparar emocionalmente o espectador. No entanto, quando a narrativa dispara, ela simplesmente não desacelera. O ritmo se torna eletrizante, com cenas de ação coreografadas com precisão, humor pontual e momentos de quietude reflexiva que enriquecem a trajetória do protagonista.
A direção é um espetáculo à parte. Wright imprime energia, inventividade e fluidez a cada sequência. A fotografia explora com intensidade o contraste entre o brilho artificial da TV e a decadência real das ruas. A montagem, veloz e calculada, dita o pulso emocional da narrativa. E a trilha sonora — sempre um ponto alto na filmografia do diretor — surge novamente como elemento essencial, com canções escolhidas a dedo que ampliam tensões, ironias e significados.
Um elenco em perfeita sintonia
Glenn Powell entrega uma das melhores atuações de sua carreira, equilibrando força física e vulnerabilidade emocional para construir um Ben Richards sólido, carismático e profundamente humano. Ele se transforma em um herói improvável que conquista o público pela sinceridade e pela resistência moral.
Josh Brolin se destaca como o produtor cruel e estrategista do programa, exibindo uma combinação assustadora de charme e frieza corporativa. Colman Domingo, sempre magnético, brilha como o apresentador manipulador, elevando ainda mais o impacto das cenas televisivas. Já Michael Cera e Emilia Jones formam uma dupla improvável, sensível e carismática, trazendo humanidade para dentro de um mundo dominado pelo absurdo.
Uma reinvenção audaciosa e necessária
Ao final, o longa-metragem se revela mais do que uma simples reinterpretação do romance de Stephen King. É uma atualização ousada, inteligente e profundamente conectada ao nosso tempo. Wright entrega um filme que satiriza o consumo de violência como entretenimento, denuncia a manipulação midiática e expõe o vazio moral de uma sociedade condicionada a transformar sofrimento em espetáculo.
Ao mesmo tempo, oferece uma aventura vibrante, tecnicamente impecável e conduzida por personagens que lutam contra um sistema esmagador. O Sobrevivente é um filme que reafirma Edgar Wright como um dos cineastas mais inventivos da atualidade — e confirma que, quando distopia, crítica social e estética autoral se encontram, o resultado pode ser explosivo, envolvente e surpreendentemente revelador.
As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.
Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.
Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.
Foto: Reprodução/ Internet
O impacto do MCU e o que Doomsday representa
Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.
Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.
A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.
Elenco confirmado do filme
Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.
Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.
Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.
Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.
Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.
Desafios, mudanças e bastidores
A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.
Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.
Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.
Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.
Entenda a sinopse do filme
O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.
Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.
Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.
O futuro do MCU começa agora
Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.
Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.
O NCT Wish, a subunidade mais nova do supergrupo NCT, lançou hoje, 1º de setembro, o clipe da faixa “Color”, que integra seu terceiro mini-álbum. No vídeo, os artistas dançam em cenários urbanos transformados por desenhos feitos em giz, criando uma atmosfera vibrante que mistura movimento, cor e energia. A produção visual, cuidadosamente planejada, valoriza tanto a coreografia quanto a expressão individual de cada integrante, mostrando que o grupo vem investindo em inovação e estética para se destacar.
O disco Color conta com sete canções, incluindo “Surf”, já disponível anteriormente, e evidencia a evolução artística do sexteto formado por Sion, Riku, Yushi, Jaehee, Ryo e Sakuya. A obra combina estilos variados, transitando entre ritmos dançantes, pop melódico e elementos de R&B, e reflete a diversidade de talentos do conjunto.
O nascimento do NCT Wish
A ideia de criar uma unidade japonesa do NCT começou a ser trabalhada pela SM Entertainment em parceria com a Avex Trax, com o objetivo de expandir a atuação do grupo para além da Coreia. A subunidade, inicialmente conhecida como NCT Tokyo, recebeu o nome oficial NCT Wish em janeiro de 2024. A escolha do título carrega uma mensagem de otimismo e compromisso com os fãs: a sigla do grupo, Neo Culture Technology, se une à palavra Wish, traduzindo a ideia de realizar sonhos em conjunto por meio da música.
O conceito do grupo é reforçado por sua formação internacional e pela estratégia de mesclar culturas japonesa e coreana. Cada integrante traz experiências únicas: Yushi iniciou sua trajetória em outro grupo infantil japonês antes de se tornar trainee da SM, Riku foi descoberto por meio de uma audição global, enquanto Sion foi recrutado diretamente do Instagram. Ryo e Jaehee também passaram por longos períodos de treinamento intensivo, refletindo o padrão de excelência da empresa.
Trajetória até a estreia oficial
O caminho do NCT Wish começou com uma série de apresentações de pré-lançamento, incluindo o single “Hands Up”, lançado em outubro de 2023 sob o nome provisório NCT New Team. O sexteto fez sua estreia formal em fevereiro de 2024, com o single “Wish”, em versões japonesa e coreana, consolidando rapidamente sua base de fãs. A recepção foi imediata: em menos de um mês, o grupo conquistou sua primeira vitória em um programa musical, evidenciando seu potencial dentro da cena asiática.
Antes mesmo do lançamento oficial, os jovens artistas já se apresentavam em shows do NCT pelo Japão, servindo como abertura de espetáculos e participando de turnês de pré-estreia que percorreram diversas cidades, permitindo ao público acompanhar de perto suas habilidades de canto, dança e performance.
Exploração visual e musical
O clipe de “Color” destaca-se por unir estética urbana e criatividade. As ruas e construções servem de tela para traços de giz que se movimentam com os performers, criando efeitos quase cinematográficos. Cada integrante combina técnica e emoção, resultando em uma apresentação que vai além da música e transforma o vídeo em uma verdadeira obra de arte visual.
O álbum, com faixas originais e singles já lançados, também reflete maturidade na escolha de ritmos e temas. O projeto reforça a ideia de que o NCT Wish não é apenas uma extensão do supergrupo, mas um projeto próprio, com identidade própria e capacidade de inovar artisticamente.
Reconhecimento e interação com fãs
Além da produção musical, o grupo conquistou espaço em eventos de moda e encontros com fãs, como o School of Wish, realizado em Seul, que esgotou ingressos em minutos. A interação direta com o público é parte fundamental da proposta do conjunto, reforçando o vínculo afetivo e permitindo que cada lançamento seja acompanhado de perto.
Os singles subsequentes, como “Songbird” e “Make You Shine”, mostram a diversidade sonora e a habilidade de alternar entre músicas animadas e baladas emotivas, consolidando o sexteto como um dos destaques da nova geração de artistas. O álbum completo Wishful, lançado em novembro de 2024, apresenta treze faixas e confirma a capacidade do grupo de manter consistência e qualidade em sua discografia.
Impacto na indústria e perspectivas
O NCT Wish representa uma renovação dentro do universo NCT, conectando fãs japoneses e coreanos e aproximando diferentes culturas através da música. O grupo é exemplo de planejamento estratégico, treinamento rigoroso e construção de identidade artística sólida, elementos que têm sido determinantes para o sucesso de novos artistas na Ásia.
Com cada lançamento, o sexteto mostra que, mesmo sendo a unidade mais jovem do NCT, possui maturidade para enfrentar desafios da indústria, engajar fãs e explorar novas linguagens visuais e sonoras. O conceito de “wish” vai além do nome: reflete o desejo de inspirar, criar experiências emocionantes e transformar sonhos em realidade, tanto para o público quanto para os próprios integrantes.
Próximos passos
Após “Color”, o grupo planeja lançar novas músicas ainda em setembro de 2025, continuando a trajetória ascendente e consolidando seu espaço na cena musical. Com cada clipe, apresentação ao vivo e single, o NCT Wish reforça sua identidade como unidade inovadora, dinâmica e atenta às tendências globais, mantendo o equilíbrio entre entretenimento e conexão emocional com os fãs.
O cinema europeu tem um talento raro para tratar de temas delicados com leveza, verdade e silêncio. Corações Jovens, dirigido por Anthony Schatteman em sua estreia como cineasta, é exatamente esse tipo de filme: um drama de amadurecimento que não precisa de grandes gestos ou discursos para emocionar. Basta um olhar, um gesto contido, uma pausa — e o espectador entende tudo.
A história é simples, mas profundamente humana. Elias, um garoto de 14 anos, vê sua rotina mudar quando Alexander, da mesma idade, se muda para a casa ao lado. Aos poucos, a amizade entre os dois cresce e se transforma em algo mais: uma afeição que desafia o medo, as inseguranças e os códigos rígidos da adolescência. Quando Alexander revela ser gay e questiona Elias sobre sua vida amorosa, o garoto se vê dividido entre o sentimento e o receio do julgamento. O medo o faz mentir, afastar quem ama e mergulhar na solidão. Até que, inspirado por uma conversa com o avô sobre amor e coragem, Elias entende que esconder o que sente é o mesmo que abrir mão de viver.
Um retrato autêntico da adolescência
Diferente de tantas produções que romantizam a juventude, o drama aposta na autenticidade. Schatteman filma os adolescentes como eles são: confusos, vulneráveis, inseguros e cheios de desejo por pertencimento. A relação entre Elias e Alexander nunca é tratada como “um grande drama gay”, e sim como a descoberta do primeiro amor — algo universal, que todos podem reconhecer, independentemente de gênero ou orientação.
Essa abordagem naturalista é o maior mérito do filme. Não há cenas forçadas ou apelos melodramáticos. O roteiro confia no público e deixa espaço para o não dito, para os silêncios entre as palavras. O resultado é uma narrativa íntima, quase sensorial, que se apoia mais nas emoções do que nos acontecimentos.
Visualmente, o filme é impecável. A fotografia é suave e contemplativa, alternando cores frias e tons quentes que refletem o estado emocional dos personagens. Cada enquadramento parece construído para capturar o despertar interior de Elias — uma câmera que observa, mas não invade. A trilha sonora discreta reforça essa sensação de introspecção e melancolia.
A força das atuações
Os jovens atores Marius De Saeger (Elias) e Elias Vandenbroucke (Alexander) são um achado. Ambos entregam atuações de uma naturalidade desarmante, fugindo completamente dos estereótipos que muitas vezes marcam histórias de amadurecimento queer. Há química, cumplicidade e, acima de tudo, verdade em cada troca de olhar.
De Saeger constrói Elias com uma vulnerabilidade que emociona — um menino dividido entre o desejo e o medo, entre a necessidade de aceitação e a descoberta de si mesmo. Já Vandenbroucke faz de Alexander o contraponto perfeito: ousado, direto, dono de uma autoconfiança que Elias ainda busca. Juntos, formam um retrato belíssimo da juventude em conflito com o mundo e consigo mesma.
Um filme sobre amor e coragem
O grande tema do filme não é apenas a descoberta da sexualidade — é o medo de amar em um mundo que julga. O roteiro entende que o amor na adolescência é, antes de tudo, um ato de coragem: o primeiro passo para se afirmar como pessoa. Quando Elias decide correr atrás de Alexander, o gesto é pequeno, mas carregado de significado. É o início de uma libertação emocional, de um amadurecimento silencioso, que não precisa de grandes declarações para tocar o espectador.
Schatteman trata tudo com uma delicadeza comovente. Não há vilões, apenas pessoas tentando entender o que sentem. O preconceito existe, mas está nas entrelinhas — nas atitudes, nos olhares, nas omissões. É um filme que acredita na empatia como ferramenta de mudança, e na sensibilidade como força transformadora.
Por que vale a pena assistir
Corações Jovens é um sopro de frescor. É um daqueles filmes pequenos, mas cheios de significado, que ficam com você depois que os créditos sobem. Ele não tenta ser “importante” — e justamente por isso se torna essencial.
Assistir a Corações Jovens é um lembrete de que o amor, em sua forma mais pura, nasce do olhar, da cumplicidade e da coragem de se mostrar vulnerável. É uma história que conversa não só com o público jovem, mas com qualquer um que já tenha sentido medo de amar — e ainda assim amou.
Com uma narrativa sensível, atuações inspiradas e uma direção que valoriza o silêncio tanto quanto a palavra, Corações Jovens se firma como uma das obras mais bonitas e sinceras do cinema europeu recente.
A MUBI, plataforma global de streaming, distribuidora e produtora, lança com exclusividade Grand Tour, novo longa-metragem do renomado diretor português Miguel Gomes. O filme, que rendeu ao cineasta o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 2024, estará disponível na plataforma a partir de 18 de abril.
Representante de Portugal para o Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional, Grand Tour poderá ser assistido exclusivamente na MUBI em diversos territórios, incluindo Brasil, América do Norte, Reino Unido, Irlanda, América Latina, Turquia e Índia.
Um épico itinerante sobre amor e fuga
Protagonizado por Gonçalo Waddington, Crista Alfaiate, Cláudio da Silva e Lang Khê Tran, Grand Tour mescla romance, comédia screwball e uma jornada visualmente impactante. O roteiro, assinado por Miguel Gomes em parceria com Mariana Ricardo, Telmo Churro e Maureen Fazendeiro, conduz os espectadores por uma narrativa que transita entre o melodrama e o documentário.
A trama se passa em 1917, na então colônia britânica de Burma, onde Edward, um funcionário do Império Britânico, decide fugir no dia da chegada de sua noiva, Molly, pouco antes do casamento. No entanto, sua tentativa de escapar o coloca em uma jornada inesperada pela Ásia, enquanto Molly segue seu rastro, transformando a história em uma perseguição romântica cheia de reviravoltas.
Com um estilo visual marcante, Grand Tour alterna cenas em preto e branco com imagens documentais contemporâneas, oferecendo ao público uma experiência cinematográfica imersiva. O filme foi rodado em locações na China, Filipinas, Japão, Tailândia e Vietnã, trazendo uma ambientação autêntica para a jornada dos personagens. A direção de fotografia ficou a cargo de Guo Liang, Rui Poças e Sayombhu Mukdeeprom, elevando a grandiosidade estética da produção.
Com um enredo cativante e uma direção consagrada, Grand Tour promete ser um dos destaques cinematográficos de 2024. A estreia exclusiva na MUBI reforça o compromisso da plataforma em trazer obras autorais e premiadas para o público global. A partir de 18 de abril, os amantes do cinema poderão embarcar nessa jornada cinematográfica única.
O anime My Hero Academia acaba de entrar oficialmente em sua reta final. A produção revelou nesta semana um novo pôster promocional e confirmou que a temporada derradeira estreia em outubro de 2024 no Japão. Ao mesmo tempo, fãs brasileiros também receberam uma boa notícia: as primeiras temporadas da série chegaram ao Prime Video com dublagem em português, ampliando o acesso a uma das histórias mais queridas do gênero shonen.
A arte inédita do material promocional antecipa um clima tenso, com os heróis da U.A. prontos para enfrentar seus maiores desafios. O protagonista, Izuku Midoriya, aparece ao centro com expressão determinada, cercado por aliados e inimigos, em um claro anúncio de que o embate final está prestes a começar.
Chegada da dublagem reforça carinho do público nacional
A inclusão das vozes brasileiras na plataforma da Amazon foi recebida com entusiasmo nas redes sociais. Desde o dia 22 de maio, os episódios iniciais da jornada de Deku estão disponíveis com áudio em português, após um período em que apenas a versão legendada era oferecida. A mudança faz parte de um movimento crescente da plataforma para tornar animes mais acessíveis — algo que também ocorreu com Jujutsu Kaisen e outras produções do gênero.
Uma história de superação em um mundo de poderes
A narrativa acompanha um jovem sem habilidades especiais em uma sociedade onde quase todos nascem com superpoderes, conhecidos como “individualidades”. Determinado a seguir o caminho dos grandes heróis, ele acaba herdando uma das forças mais lendárias do universo, o One for All, e embarca em uma jornada marcada por batalhas intensas e amadurecimento emocional.
Ao longo das temporadas, o anime construiu um forte vínculo com o público ao explorar temas como amizade, sacrifício e responsabilidade — tudo isso sem perder o ritmo das lutas espetaculares que o tornaram mundialmente famoso.
O fim de uma era
Com o anúncio da última temporada, os fãs se preparam para se despedir de uma geração de personagens que marcou presença no coração de milhões. A expectativa é que o desfecho entregue não apenas grandes confrontos, mas também resoluções emocionais à altura do que foi construído até aqui.
(from left) Isaiah White (Marlon Wayans) and Cameron Cade (Tyriq Withers) in HIM, directed by Justin Tipping.
A Universal Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer de GOAT (HIM), um dos filmes mais aguardados para quem ama suspense psicológico e histórias de terror que vão além do óbvio. Produzido pelo visionário Jordan Peele — responsável por redefinir o terror moderno com obras como Corra!, Nós e Não! Não Olhe! — o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 18 de setembro e promete deixar o público sem fôlego.
🌟 Um mergulho no lado sombrio da fama
Dirigido por Justin Tipping, GOAT (HIM) é mais do que um simples filme de terror. Ele propõe uma reflexão intensa sobre a obsessão pela perfeição, a cultura da idolatria e a tênue linha que separa admiração e destruição.
O enredo acompanha Cameron Cade (interpretado por Tyriq Withers), um jovem quarterback cuja vida inteira foi moldada em torno do futebol americano. Às vésperas do Combine — o evento que determina o futuro de jovens atletas no profissional —, Cam é atacado por um fã perturbado e sofre um grave trauma cerebral 🧠, colocando em risco toda a sua carreira.
É nesse momento crítico que surge Isaiah White (vivido por Marlon Wayans), uma lenda viva do esporte e ídolo máximo de Cameron. Isaiah oferece ao jovem uma oportunidade única: treiná-lo pessoalmente em seu luxuoso e misterioso ginásio isolado. O que parecia ser a salvação, no entanto, logo revela camadas muito mais sombrias.
⚡ Da inspiração ao pesadelo
À medida que o treinamento se intensifica, Cameron começa a perceber que seu mentor não é exatamente o herói que ele imaginava. Preso em uma atmosfera sufocante, onde a pressão, a manipulação e o terror psicológico se tornam cada vez mais palpáveis, o jovem atleta entra em uma espiral de paranoia e dúvida.
A transformação de Isaiah — do ídolo carismático ao manipulador inquietante — é o coração pulsante do filme. A trama explora como a busca pelo status de “GOAT” (Greatest Of All Time) pode se tornar um caminho solitário, perigoso e, muitas vezes, autodestrutivo.
🎥 A assinatura Jordan Peele: terror com crítica social
Produzido por Jordan Peele através de sua Monkeypaw Productions, GOAT (HIM) carrega a marca registrada do cineasta: usar o terror como ferramenta para discutir problemas sociais. Assim como em Corra! e Nós, aqui o medo é tão psicológico quanto cultural.
A direção de Justin Tipping promete visuais intensos e uma atmosfera carregada de tensão, onde nada é o que parece. O trailer já adianta imagens hipnotizantes, claustrofóbicas e uma trilha sonora inquietante que deve deixar o espectador à beira da poltrona 🎞️.
📅 Data de estreia
GOAT (HIM) estreia nos cinemas do Brasil em 18 de setembro, com cópias em versões acessíveis, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.
No coração de um dos bairros mais nobres de São Paulo, entre prédios luxuosos e carros importados, há uma casa em ruínas que virou símbolo de um mistério incômodo. Uma mansão que parece ter parado no tempo — e que por muito tempo escondeu uma história perturbadora, ignorada por vizinhos, desconhecida por muitos, mas carregada de consequências reais. Agora, o que era apenas sussurro de rua e escândalo nas redes ganha uma nova dimensão com a chegada da série A Mulher da Casa Abandonada, que estreia no Prime Video no dia 15 de agosto. Abaixo, confira o novo trailer divulgado pela plataforma de streaming.
Qual é o principal foco da série?
Baseada no podcast de Chico Felitti, sucesso absoluto de audiência e repercussão, a série documental dá rosto, voz e imagem a um dos casos mais delicados do jornalismo investigativo recente. Ao longo de seis episódios, o público é convidado a mergulhar fundo em uma narrativa que fala sobre aparências, privilégios, impunidade — e o peso de uma culpa enterrada debaixo do luxo e da omissão.
Quem é a protagonista?
Margarida Bonetti, uma mulher que vive reclusa em uma mansão tomada pelo abandono, mas que já foi acusada de manter uma empregada em condições análogas à escravidão nos Estados Unidos. Enquanto o tempo passou, ela permaneceu intocável, protegida por muros, sobrenome e silêncio. A história, contada inicialmente por Felitti com uma escuta sensível e inquieta, agora ganha novos contornos com imagens, entrevistas inéditas e documentos que aprofundam ainda mais o impacto desse caso.
Para Javiera Balmaceda, Head de Originais do Amazon MGM Studios para América Latina, a série tem uma missão que vai além do entretenimento. “É o resultado de uma investigação jornalística séria, que busca as informações mais precisas, os depoimentos mais relevantes. Vai além do podcast. Com o poder das imagens, conseguimos mostrar como esse caso reverbera até hoje, dentro e fora do Brasil”, afirma.
Com uma direção precisa e respeitosa, a série evita sensacionalismos e aposta em uma construção narrativa que convida à reflexão. As imagens da casa em ruínas, os depoimentos das vítimas, o contraste entre a decadência do lar e o passado de opulência de sua moradora revelam muito mais do que uma biografia curiosa: expõem um sistema que permite que histórias como essa se repitam, em silêncio.
Na próxima sexta-feira, 1º de agosto, o SBT exibe um dos thrillers aquáticos mais comentados dos últimos anos na sua “Tela de Sucessos”: Do Fundo do Mar 2 (Deep Blue Sea 2), sequência espiritual do cultuado longa lançado em 1999. Com direção de Darin Scott e protagonizado por Danielle Savre e Michael Beach, o filme mergulha em águas perigosas onde a ciência se transforma em ameaça, e a sobrevivência passa a ser a única missão possível.
Com pouco mais de 1h30 de duração, a produção entrega ação, tensão e um alerta que reverbera além da ficção: até onde a humanidade está disposta a ir quando o lucro e o ego se sobrepõem à ética científica?
O retorno ao terror das profundezas
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme começa como uma visita de rotina a uma instalação científica localizada abaixo da superfície do oceano. Lá, conhecemos a Dra. Misty Calhoun (interpretada com intensidade por Danielle Savre), uma especialista em preservação marinha e pesquisadora dedicada ao estudo dos tubarões. Convidada pelo misterioso bilionário Carl Durant (Michael Beach) para atuar como consultora em um projeto sigiloso, Misty é atraída pela promessa de um avanço científico: a ideia de utilizar anticorpos de tubarões como chave para o tratamento de doenças humanas.
Mas rapidamente essa proposta idealista se mostra apenas a superfície de algo muito mais sombrio. O que Misty descobre ao chegar na base submersa é alarmante: Durant está conduzindo experimentos com tubarões-cabeça-chata — espécies notoriamente imprevisíveis e agressivas — geneticamente modificados para se tornarem mais inteligentes, rápidos e mortais.
Aos poucos, o espectador é conduzido por uma espiral de horror tecnológico. A cada cena, fica mais evidente que os limites da ética foram deixados para trás, substituídos por uma obsessão com o poder, o controle e a ideia de dominação por meio da engenharia genética. O que era para ser uma missão científica se transforma em um jogo mortal de sobrevivência.
Carl Durant: o vilão contemporâneo
Interpretado com presença marcante por Michael Beach, Carl Durant é o típico antagonista moderno. Inteligente, carismático e convicto de suas ideias, ele não se vê como um vilão. Ao contrário, acredita estar à frente de seu tempo.
Durant representa uma figura cada vez mais comum na ficção contemporânea: o magnata da tecnologia movido por um narcisismo intelectual, que acredita ter todas as respostas e o direito de brincar de Deus. Seus experimentos com os tubarões modificados não têm limites morais. Para ele, o sofrimento de outras espécies — e até de seres humanos — é apenas um efeito colateral de um bem maior: o progresso.
Michael Beach, veterano de séries e filmes de ação e drama, consegue dar profundidade ao personagem, evitando caricaturas. Seu Durant é complexo, inquietante e, acima de tudo, humano em sua falibilidade, o que o torna ainda mais perigoso.
Danielle Savre e uma heroína realista
Do outro lado dessa equação moral está Misty Calhoun, vivida por Danielle Savre — atriz que já demonstrou versatilidade em séries como Station 19. Sua performance em Do Fundo do Mar 2 é marcada por uma entrega física e emocional que confere credibilidade à personagem.
Misty não é uma heroína com superpoderes. Ela é uma cientista, movida por ética, empatia e racionalidade. Quando se vê encurralada em um ambiente claustrofóbico e hostil, sua força não está em armas ou explosões, mas na inteligência, no conhecimento sobre os animais e na resistência diante do absurdo.
A atriz consegue equilibrar o lado técnico da personagem com a vulnerabilidade necessária para que o público se identifique com ela. Misty é alguém que luta não só pela própria sobrevivência, mas pela preservação da vida marinha — mesmo diante da morte.
O terror subaquático como crítica social
Embora seja um filme de entretenimento, repleto de cenas de ação, tensão e criaturas assassinas, Do Fundo do Mar 2 também convida o público à reflexão.
Assim como outros filmes do subgênero “terror científico”, como Esfera, O Enigma do Horizonte ou o próprio primeiro Do Fundo do Mar, esta continuação expande o debate sobre os limites da ciência e os perigos de ultrapassá-los sem responsabilidade.
A ideia de manipular a genética de tubarões — animais já naturalmente poderosos e imprevisíveis — para potencializar suas habilidades é uma metáfora para o desequilíbrio da relação entre ciência e ética. A mensagem é clara: quando o conhecimento é usado apenas como instrumento de poder, o resultado é o caos.
Ambientação claustrofóbica e cenas impactantes
Grande parte da tensão do longa-metragem vem de sua ambientação. A base subaquática onde se passa a maior parte da trama é opressiva, cheia de corredores estreitos, portas automáticas que podem trancar a qualquer momento e sons constantes de água e metal se comprimindo.
A sensação de confinamento, somada à ameaça invisível dos tubarões espreitando pelas janelas e túneis de acesso, cria um ambiente de paranoia crescente. A qualquer momento, tudo pode ruir — literalmente.
A direção de Darin Scott aposta em planos fechados e câmeras em movimento para transmitir a instabilidade emocional dos personagens e a insegurança do ambiente. As cenas de ataques são bem coreografadas, equilibrando sustos com efeitos especiais relativamente modestos, mas eficientes.
O destaque vai para uma sequência em que os personagens precisam atravessar um corredor parcialmente inundado, sabendo que há algo à espreita. A tensão é real, construída sem pressa, e culmina em um momento de brutalidade surpreendente.
Uma sequência que não tenta superar o original, mas segue outro caminho
Lançado em 1999, o primeiro Do Fundo do Mar conquistou o público com uma mistura inusitada de suspense, ação e cenas memoráveis — como o ataque repentino que levou um dos protagonistas no meio de um discurso inspirador.
A sequência de 2018, no entanto, não tenta emular completamente o estilo do original. Ela caminha por sua própria trilha, mais voltada ao terror psicológico e à crítica tecnológica. Ainda que não tenha o mesmo impacto cultural, Do Fundo do Mar 2 consegue manter o espírito de perigo constante, enquanto atualiza o enredo para dialogar com os medos contemporâneos: inteligência artificial, manipulação genética, ganância corporativa e negligência científica.
Um elenco eficiente e funcional
Além de Savre e Beach, o elenco conta com Rob Mayes como Trent, um dos técnicos de segurança da base; Kim Syster como a corajosa Leslie; e Darron Meyer como Craig, um cientista dividido entre a lealdade à pesquisa e o medo crescente do que está por vir.
Embora os personagens secundários não sejam tão desenvolvidos, cada um cumpre bem seu papel no jogo de tensão da narrativa. As interações entre eles ajudam a construir o senso de urgência e a noção de que qualquer um pode não sair vivo dali.