Cine Espetacular 29/04/2025: SBT apresenta o filme Uma Noite em Banguecoque

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Se você curte adrenalina, perseguições noturnas e aquele clima de tensão que não deixa ninguém piscar, então já marca na agenda: nesta terça-feira, 29 de abril de 2025, o Cine Espetacular do SBT traz o filme “Uma Noite em Bangkok” (One Night in Bangkok, EUA/2020), um suspense eletrizante que promete transformar sua sala de estar em cenário de ação hardcore. A sessão começa logo depois do Programa do Ratinho, então já separa a pipoca!

Protagonizado pelo carismático e perigoso Mark Dacascos (sim, o mesmo de John Wick 3), o filme conta a história de Kai Kahale, um assassino profissional que chega na cidade tailandesa com um plano bem definido: matar, matar e… matar. Tudo com estilo, claro. Assim que ele desembarca em Bangkok, pega uma arma, chama um táxi e oferece uma bolada de dinheiro para que uma motorista o leve por aí durante a madrugada.

A motorista, vivida por Vanida Golten, só queria garantir uma graninha extra, mas acaba caindo numa verdadeira noite de terror sobre rodas. A cada parada, Kai elimina um novo alvo – e quando ela se dá conta da encrenca em que se meteu, já está até o pescoço em um roteiro sombrio de vingança e sangue.

Enquanto isso, o detetive Kane Kosugi entra em cena tentando juntar as peças de um quebra-cabeça sangrento. Mas será que vai dar tempo de impedir o próximo crime? Ou essa será a última corrida da motorista?

Com direção de Wych Kaosayananda, o filme tem aquele jeitão de ação raiz: ruas escuras, neon piscando, trilha sonora intensa e muito suspense no ar. O clima lembra os clássicos noir modernos, com toques de vingança e dilemas morais que deixam a gente questionando até onde vai o certo e o errado.

E o melhor: além de conferir no SBT, você também pode assistir “Uma Noite em Bangkok” no Prime Video, onde o filme está disponível para aluguel a partir de R$ 11,90. Mas cá entre nós… ver essa pancadaria toda de graça na TV aberta tem outro sabor, né?

Então já sabe: nesta terça, depois do Ratinho, cola no SBT e embarque nessa corrida mortal pelas ruas de Bangkok. Só não se esqueça: nessa viagem, o perigo é o passageiro do banco da frente.

Vai encarar essa carona? 😎🚖💥

Resumo da novela Êta Mundo Melhor de hoje (17) – Candinho corre contra o tempo para salvar Samir e Jasmin

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No capítulo de Êta Mundo Melhor que vai ao ar nesta quarta-feira, 17 de setembro, Sabiá acompanha Candinho, Zulma e Aladin em uma busca desesperada por Samir e Jasmin, tentando descobrir o paradeiro dos dois enquanto o perigo se aproxima. Samir, acuado, teme as atitudes cada vez mais perigosas de Marilda e Aderbal e clama pela ajuda de Candinho, sentindo-se sem saída. Estela visita Ernesto na delegacia, enquanto Samir, em desespero, ouve a voz de Asdrúbal e implora que o professor venha resgatá-lo. Ao mesmo tempo, Haydée sofre com a frieza de Lúcio, que ignora seus sentimentos e a deixa angustiada.

Policarpo guia Candinho, oferecendo informações cruciais para localizar Samir, enquanto Carneiro anuncia que Cunegundes deve ser internada, adicionando mais tensão à trama. Sandra, determinada a resolver seus próprios problemas, ignora o Barão e pede ajuda a Inês, mostrando sua independência. Por fim, Marilda e Aderbal aprisionam Asdrúbal, Picolé, Zé dos Porcos e Jasmin junto com Samir no galpão, consolidando a ameaça e colocando todos em grave perigo, aumentando a urgência da intervenção de Candinho e seus aliados.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Êta Mundo Melhor?

Samir mantém a esperança e afirma aos amigos que Candinho virá em socorro de todos, reforçando a confiança de que serão salvos. Enquanto isso, Carneiro cumpre sua função e leva Cunegundes para ser internada, causando desespero em Quinzinho, que desfalece ao descobrir que a esposa foi retirada de casa. Ernesto provoca Celso na delegacia, e o delegado anuncia que ele será transferido, aumentando a tensão entre os envolvidos. Sandra, por sua vez, confidencia a Inês seus conhecimentos sobre venenos, demonstrando inteligência e preparo em meio ao caos.

Candinho finalmente encontra o galpão e garante a Samir e aos amigos que os libertará, mesmo diante do medo de não conseguir cumprir sua missão. Tobias demonstra incômodo ao ver Lauro levando Sônia para comprar vestidos, e Simbá aproveita para mentir e intrigar Anabela contra Aladin. Celso discute com Estela, culminando no fim do relacionamento dos dois, enquanto Olímpia não perde a oportunidade de falar mal de Dita ao vivo na rádio, provocando mais conflitos.

O chefe de Marilda e Aderbal chega ao local de Samir e Jasmin, aumentando o risco para todos. Candinho, Zulma e Aladin, conscientes da dificuldade da situação, tentam abrir a porta do galpão antes que o carro de Marilda e Aderbal se aproxime. Com coragem e rapidez, Candinho consegue salvar os amigos, trazendo alívio momentâneo.

Enquanto isso, Rogério comunica a Dita que não poderá mais contratá-la na rádio, e ela decide confrontar Olímpia, que exige que Margarida expulse Dita da pensão, alimentando rivalidades e ressentimentos. Estela e Anabela sofrem pelas consequências da separação de Celso e Aladin, e Zulma se mostra preocupada com a proximidade crescente entre Candinho e Samir. Cunegundes, desesperada, tenta socorrer Quinzinho, ainda inconsciente, completando o cenário de tensão, alívio e intrigas que marcam a trama.

A Grande Viagem da Sua Vida | Sony Pictures revela cartaz do romance estrelado por Margot Robbie e Colin Farrell

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A Sony Pictures acaba de divulgar o cartaz oficial de A Grande Viagem da Sua Vida, filme que promete levar o público a uma jornada inesperada de autodescoberta, romance e fantasia. Estrelado por Margot Robbie (“Barbie”, Aves de Rapina) e Colin Farrell (“Os Banshees de Inisherin”, O Lobisomem), o longa é dirigido pelo cineasta sul-coreano Kogonada, conhecido pelo delicado olhar poético em produções como Columbus e After Yang.

O cartaz já transmite a essência da produção: Margot Robbie e Colin Farrell aparecem lado a lado, sugerindo uma conexão instantânea, enquanto o cenário evoca uma atmosfera mágica, marcada por cores vibrantes e uma estética que mistura realidade e fantasia. O elenco ainda conta com participações especiais de Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”, Solo: A Star Wars Story) e Kevin Kline (“Um Peixe Chamado Wanda”, In & Out), trazendo peso cênico e diversidade de estilos à narrativa. Essas escolhas reforçam o apelo do filme, unindo talentos consagrados do drama, comédia e fantasia em uma produção que promete equilíbrio entre emoção e encantamento visual.

Uma história sobre encontros e escolhas

Na trama, Sarah (Margot Robbie) e David (Colin Farrell) são dois solteiros que se conhecem durante o casamento de um amigo em comum. O encontro casual, que poderia ser apenas mais um na vida de ambos, se transforma em uma experiência extraordinária graças a uma reviravolta do destino. O antigo carro de David, guiado por um GPS aparentemente comum, leva a dupla a um campo isolado, onde encontram uma porta vermelha misteriosa.

Ao atravessá-la, Sarah e David entram em uma viagem única, capaz de conectá-los aos momentos decisivos de suas vidas. Cada passagem pelo passado permite que eles revivam memórias importantes, compreendam escolhas feitas e reflitam sobre possibilidades futuras. O filme, portanto, funciona como um convite à reflexão: se pudéssemos revisitar certas decisões da vida, quais mudanças faríamos?

Entre fantasia e emoção

O grande diferencial do longa está no equilíbrio entre drama humano e elementos fantásticos. Kogonada é mestre em transformar pequenas ações em experiências visuais e emocionais profundas, e em “A Grande Viagem da Sua Vida”, cada cena parece cuidadosamente planejada para despertar empatia e surpresa.

A química entre Robbie e Farrell é outro destaque. Margot, que recentemente conquistou o público com Barbie, mostra seu lado mais introspectivo, enquanto Farrell transita com naturalidade entre o humor sutil e a intensidade dramática. Essa combinação garante momentos leves, divertidos e, ao mesmo tempo, reflexivos, permitindo que o público se conecte com os personagens de forma genuína.

Phoebe Waller-Bridge e Kevin Kline completam o elenco com participações que acrescentam camadas de humor e experiência à história, tornando a narrativa ainda mais rica e envolvente.

A magia da narrativa

Mais do que uma viagem pelo tempo, o filme explora a complexidade das relações humanas e a força das memórias. Cada decisão tomada pelos protagonistas revela facetas de suas personalidades e reforça a ideia de que o passado e o presente estão profundamente conectados.

A porta vermelha que guia Sarah e David simboliza essa ligação entre experiências e escolhas. É um recurso narrativo que desperta curiosidade e fascínio, ao mesmo tempo em que oferece um espelho para o público refletir sobre sua própria vida.

Estreia e expectativa

O longa-metragem chega aos cinemas brasileiros em 18 de setembro, com previsão de ser uma das produções mais comentadas do semestre. A combinação de elenco internacional, direção sensível e roteiro que mistura fantasia e emoção promete atrair tanto fãs de dramas reflexivos quanto espectadores em busca de histórias envolventes e visuais impressionantes.

“Acumuladores” de quinta (24/07) mostra histórias impactantes de pessoas que perderam o controle e agora lutam por uma nova chance

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Toda casa guarda histórias. Em cada canto, um vestígio de quem somos, de onde viemos, do que amamos. Mas o que acontece quando os objetos tomam conta do espaço, da rotina e da própria identidade? Quando o medo de perder se transforma numa prisão feita de caixas, sacolas, bonecos, papéis velhos e memórias embaladas em poeira?

É esse mergulho profundo e doloroso que a série “Acumuladores”, exibida pela Record TV, propõe a cada novo episódio. Nesta quinta-feira (24 de julho de 2025), às 22h45, o público vai acompanhar três histórias reais, marcadas por perdas, traumas e a difícil jornada de desapego emocional.

Com apresentação de Rachel Sheherazade, o programa mostra que, por trás de pilhas de entulho, há sempre uma dor que se calou, um amor que ficou preso no tempo ou um medo que cresceu demais para ser ignorado.

Jackie: a menina que nunca deixou as bonecas

Entre tantos casos tocantes, o de Jackie chama atenção pela delicadeza de sua compulsão. Ela não acumula qualquer coisa — seu apego é direcionado a bonecas e bichos de pelúcia. A princípio, parece uma coleção como tantas outras. Mas, com o tempo, ficou claro que aquilo não era apenas nostalgia: era uma tentativa desesperada de reconstruir, em objetos, o afeto e a segurança que faltaram em algum momento da vida.

Hoje, sua casa mal tem espaço para caminhar. São milhares de bonecas empilhadas em corredores, quartos e até no banheiro. Jackie admite que perdeu o controle e que já gastou cerca de R$ 6 milhões em pelúcias ao longo dos anos. Para ela, cada boneca tem um nome, uma história, uma função emocional. Descartá-las seria como abandonar um pedaço de si mesma.

Quando aceita a ajuda da equipe de limpeza e psicólogos do programa, começa uma batalha silenciosa e cheia de resistência. Porque não é o lixo que se joga fora. É o medo. A saudade. A solidão.

Richard: o luto que não coube no coração, então ocupou a casa

Richard vive uma dor que muitos evitam nomear: a perda de um filho. Sua filha morreu ainda bebê, com apenas três meses de vida. A morte, inesperada e brutal, deixou nele uma ferida aberta que nunca cicatrizou. Sem conseguir elaborar o luto, ele encontrou no acúmulo de objetos uma forma de anestesiar a dor. Era como se, ao guardar, ele pudesse manter algo vivo. Um fio de conexão com aquilo que já não estava mais ali.

Com o tempo, o que começou como uma distração virou um estilo de vida. Sua casa se transformou em um amontoado de tralhas e lixo, onde mal se enxerga o chão. O local foi declarado inabitável. Os filhos, crescidos, tentaram ajudar, mas se viram derrotados por um pai preso ao passado, incapaz de se libertar daquilo que o sufoca.

A equipe de “Acumuladores” tenta, com sensibilidade, mostrar que o amor por um filho não se mede em objetos — e que, talvez, seja possível manter viva a lembrança sem manter o sofrimento.

Barbara: a mãe que construiu um muro de coisas para proteger os filhos

O terceiro caso da noite é, sem dúvida, um dos mais impactantes da temporada. Barbara, mãe de dez filhos, passou a vida tentando proteger a família do mundo — mas acabou protegendo demais. O trauma veio cedo: quando um de seus filhos tinha apenas cinco anos, um acidente doméstico provocou um incêndio que destruiu a casa inteira.

Desde então, Barbara passou a recolher compulsivamente qualquer objeto que encontrava pelas ruas. Caixas, sofás quebrados, brinquedos abandonados, garrafas, eletrodomésticos sem uso. Tudo era guardado. Tudo parecia ter uma utilidade futura, um valor emocional, uma missão.

Mas o que era tentativa de reconstrução virou uma armadilha. A casa, hoje, está à beira do colapso estrutural. O entulho acumulado ameaça desmoronar. E Barbara, soterrada emocionalmente, finalmente admite: precisa de ajuda. E precisa agora.

A câmera do programa capta um momento raro de vulnerabilidade — aquele instante em que a ficha cai, e a dor reprimida há décadas transborda. É nesse ponto que recomeçar se torna possível.

Muito mais do que bagunça: um retrato íntimo da dor humana

“Acumuladores” não é uma série sobre sujeira ou desordem. É uma série sobre o que acontece com as pessoas quando a dor se acumula mais rápido do que elas conseguem lidar. E, por isso, é tão relevante. Porque escancara, com coragem e sensibilidade, o lado invisível da saúde mental. Aquele que não aparece em diagnósticos rápidos, mas que se revela no cotidiano silencioso.

A cada episódio, a condução de Rachel Sheherazade dá o tom certo entre o acolhimento e a urgência. Ela não aponta dedos. Ela escuta. Ela traduz, para o telespectador, a complexidade desses casos. É uma mediadora entre o drama pessoal e a sociedade que ainda não sabe como lidar com esse tipo de sofrimento.

E a série acerta também ao trazer profissionais especializados — psicólogos, terapeutas, organizadores, engenheiros civis — que oferecem mais do que faxinas: oferecem escuta, estratégia e suporte.

Ajudar é mais difícil do que parece

O que impressiona em cada episódio é como o processo de intervenção não é linear. As pessoas resistem, hesitam, recuam. Muitas vezes, é preciso pedir licença para tocar em um objeto. Em outras, a equipe precisa negociar emocionalmente a saída de uma simples caixa.

Porque para quem acumula, aquilo que parece inútil para os olhos do outro tem um valor simbólico imenso. Pode ser o último presente de alguém amado, uma lembrança de tempos melhores ou o símbolo de uma promessa não cumprida. É preciso delicadeza, paciência e, acima de tudo, respeito.

Acúmulo é doença — e merece cuidado

É importante lembrar que o transtorno de acumulação é uma condição reconhecida pela medicina. Está ligada a distúrbios de ansiedade, depressão, traumas e até ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). No entanto, ainda é pouco discutido. E, muitas vezes, visto com deboche ou julgamento.

A série “Acumuladores” rompe esse silêncio. Expõe as feridas, mas também aponta os caminhos. Mostra que sim, é possível recomeçar. E que cada objeto descartado pode ser um passo rumo à liberdade interior.

Superman chega às plataformas digitais – A nova era do herói que inspira esperança!

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O momento que os fãs da DC tanto esperavam finalmente chegou. O novo filme do Superman, que inaugura o ambicioso Universo DC de James Gunn, já está disponível para compra e aluguel nas principais plataformas digitais. Agora, qualquer pessoa pode vivenciar a ação, a emoção e os momentos de ternura do kryptoniano mais famoso do mundo, sem precisar sair de casa.

A chegada do longa ao ambiente digital marca não apenas um novo passo para o personagem, mas também o início de uma nova fase do cinema de super-heróis da DC, trazendo uma narrativa mais humana, divertida e emocionante, que promete encantar antigos fãs e conquistar novas gerações.

Um Superman mais humano e corajoso

Interpretado por David Corenswet, o filme apresenta Superman já consolidado como herói, admirado e respeitado globalmente. Mas mesmo o kryptoniano mais poderoso do mundo enfrenta desafios que vão além da força física. Quando Lex Luthor, vivido por Nicholas Hoult, cria uma crise que coloca sua reputação em dúvida, Clark Kent precisa provar que ser um herói é muito mais do que ter superpoderes: é ter coragem, integridade e empatia.

O longa se aprofunda na humanidade de Superman, mostrando que, por trás da capa, existe um homem que lida com dúvidas, perdas e responsabilidades enormes. É uma abordagem que permite ao público se conectar emocionalmente com o personagem, vendo nele reflexos das próprias lutas e decisões da vida real.

Aliados que fazem a diferença

Ao longo da trama, Superman não está sozinho. Ele conta com a ajuda de Lois Lane (Rachel Brosnahan), seu amor e parceira incondicional, e de Krypto, o Supercão, que rouba a cena com momentos adoráveis e heroicos. Inspirado no próprio cachorro do diretor James Gunn, o personagem conquistou fãs e até influenciou o aumento de buscas por adoção de cães nos Estados Unidos.

Além disso, heróis da Liga da Justiça aparecem para enfrentar vilões inéditos, incluindo o próprio Ultraman e a misteriosa Engenheira, criando batalhas épicas que unem forças, estratégias e laços afetivos. A presença desses aliados reforça a ideia de que o heroísmo verdadeiro envolve conexão, confiança e solidariedade, não apenas força física.

Uma história cheia de desafios e superações

A narrativa começa com Superman já três anos atuando como herói. Ao intervir em um conflito internacional, ele se vê vítima de uma trama elaborada por Luthor, que usa um clone chamado Ultraman para incriminá-lo. Ferido e desacreditado, Superman se retira para a Fortaleza da Solidão, apenas para descobrir que a batalha será maior do que ele imaginava.

Preso em uma dimensão artificial, junto de Krypto e outros aliados, ele enfrenta obstáculos que testam não só sua força, mas também sua resiliência e inteligência emocional. Com a ajuda da Liga da Justiça e de aliados inesperados, Superman consegue superar a manipulação de Luthor, derrotar os vilões e restaurar sua reputação.

É uma história que mistura ação, suspense e emoção, mostrando que mesmo um super-herói precisa de apoio, amizade e coragem para superar adversidades.

O impacto de Krypto e do toque humano de James Gunn

Um dos destaques do filme é a relação entre Superman e Krypto. As cenas do Supercão trazem momentos de ternura, humor e leveza, equilibrando a tensão das batalhas. James Gunn revelou que se inspirou em seu cachorro pessoal, Ozu, para criar o personagem, e que treinar o animal durante as filmagens trouxe desafios e aprendizados que influenciaram a narrativa.

A inclusão de Krypto não só conquistou o público, mas também gerou um efeito cultural: as buscas por adoção de cachorros cresceram significativamente após a estreia do filme. Esse detalhe reforça como histórias de super-heróis podem inspirar gestos de empatia e compaixão na vida real, conectando o entretenimento com valores humanos universais.

Recepção e sucesso de bilheteria

Antes mesmo do lançamento digital, o filme foi um sucesso nos cinemas. No Brasil, ultrapassou 4 milhões de espectadores, tornando-se o 4º maior sucesso de bilheteria de 2025 e arrecadando mais de R$ 90 milhões. Mundialmente, o longa já soma mais de US$ 579 milhões, sendo a produção baseada em quadrinhos mais lucrativa do ano até agora.

Críticos elogiaram o equilíbrio entre ação e humor, destacando a profundidade emocional e a construção sólida dos personagens. Enquanto alguns apontaram que o filme traz uma quantidade grande de informações e eventos, a narrativa se mantém coesa, permitindo ao público se envolver plenamente com a história.

O que torna este Superman especial

Este filme não se limita a mostrar poderes extraordinários. Ele explora temas universais: responsabilidade, coragem, empatia, amizade e justiça. É uma narrativa que permite ao público refletir sobre valores pessoais e coletivos, reforçando a ideia de que o heroísmo está acessível a todos, mesmo sem superpoderes.

James Gunn trouxe para o filme seu olhar particular sobre o mundo dos super-heróis, misturando elementos clássicos da DC com toques modernos e emocionais, criando um longa que agrada tanto aos fãs de quadrinhos quanto a novos espectadores.

Disponível para todos

Agora, o público pode assistir ao filme quando quiser. Seja em um momento de descontração com amigos, em família ou sozinho, o longa está disponível nas principais plataformas digitais para compra ou aluguel, permitindo que cada um escolha sua forma de vivenciar a aventura do kryptoniano.

Com cenas de ação épicas, momentos emocionantes e pitadas de humor, Superman é um convite para se emocionar, se inspirar e se encantar com um dos personagens mais icônicos da história do entretenimento.

São Paulo x Botafogo: Onde assistir ao vivo o Campeonato Brasileiro Séria A neste domingo (14/09)

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O Campeonato Brasileiro chega a um momento decisivo, e a 23ª rodada reserva um confronto que carrega peso muito além da tabela. Neste domingo, dia 14 de setembro de 2025, às 17h30 (horário de Brasília), São Paulo e Botafogo se enfrentam no Estádio do Morumbis, em São Paulo, em uma partida que promete ser marcada pela intensidade dentro de campo e pela pressão fora dele.

De um lado, o São Paulo tenta consolidar sua caminhada rumo à parte de cima da tabela, apostando no apoio massivo de sua torcida e no trabalho de reconstrução comandado por Hernán Crespo. Do outro, o Botafogo encara a difícil missão de se recompor após a eliminação na Copa do Brasil diante do Vasco da Gama, resultado que mexeu com a confiança do elenco e trouxe críticas intensas da torcida alvinegra.

O duelo é visto como um verdadeiro teste de caráter para os dois clubes, que têm em comum a necessidade de provar força, equilíbrio emocional e capacidade de reação em um campeonato cada vez mais competitivo.

O peso do momento para o Botafogo

A eliminação para o Vasco na Copa do Brasil deixou feridas abertas no Botafogo. O time, que vinha em ascensão e ocupava posições entre os primeiros no Brasileirão, viu seu planejamento para a temporada sofrer um duro golpe. Perder para um rival em um torneio eliminatório gera impactos que vão muito além do placar: abala a confiança, amplia a cobrança da torcida e exige respostas rápidas dentro de campo.

Davide Ancelotti, técnico alvinegro, tem consciência desse cenário. Jovem, mas já testado em diferentes contextos, ele sabe que o futebol brasileiro não perdoa momentos de instabilidade. Contra o São Paulo, a missão será clara: reorganizar o time, retomar a confiança e mostrar que o grupo segue competitivo.

Para muitos jogadores, a partida no Morumbis é também uma chance de virar a página. Atletas como Savarino, Montoro e Cabral, fundamentais no setor ofensivo, precisam reencontrar o protagonismo. Ao mesmo tempo, o sistema defensivo, liderado por Barboza e Pantaleão, será exigido ao máximo diante da velocidade do ataque tricolor.

São Paulo e o desafio da regularidade

Enquanto o Botafogo busca reconstrução após a queda, o São Paulo encara o desafio da regularidade. A equipe de Hernán Crespo tem oscilado ao longo da competição: alterna boas atuações, especialmente em casa, com jogos em que o rendimento deixa a desejar.

A torcida, apaixonada e exigente, cobra uma postura mais firme do time, especialmente no Morumbis. O estádio se tornou um símbolo da retomada de confiança do clube, e o apoio em massa no jogo deste domingo será crucial para pressionar o adversário e empurrar os jogadores.

No campo, Crespo aposta em um elenco que mescla juventude e experiência. O zagueiro Rafael Tolói traz liderança à defesa, enquanto Pablo Maia e Rodriguinho simbolizam a nova geração do meio-campo tricolor. Na frente, Ferreira e Rigoni aparecem como peças capazes de desequilibrar com velocidade e criatividade.

Confronto de estilos: Crespo x Ancelotti

Um dos grandes atrativos da partida será o duelo de ideias entre os técnicos. Hernán Crespo e Davide Ancelotti representam escolas diferentes do futebol mundial, e cada um carrega sua própria filosofia de jogo.

O argentino Crespo valoriza a posse de bola, o controle territorial e a construção paciente das jogadas. Seu São Paulo gosta de ocupar os espaços, explorar os lados do campo e buscar triangulações rápidas para abrir defesas fechadas.

Já Ancelotti tem uma visão mais pragmática. Formado em um contexto europeu, aposta na disciplina tática e na transição rápida. Seu Botafogo não hesita em se fechar e explorar contra-ataques letais, aproveitando a velocidade de Montoro e Santi para acionar Cabral.

Esse choque de estilos promete deixar a partida ainda mais eletrizante: de um lado, o Tricolor tentando propor o jogo; de outro, o Alvinegro explorando os erros e espaços deixados.

Resistência: o jogo além da bola

O Brasileirão é conhecido como uma competição de resistência. Chegar à 23ª rodada significa lidar não apenas com adversários difíceis, mas também com o desgaste físico e mental acumulado ao longo da temporada.

O São Paulo, embalado pelo apoio da torcida, precisa mostrar que tem fôlego para sustentar a intensidade durante os 90 minutos. O desafio será manter a concentração mesmo em momentos de pressão adversária.

O Botafogo, por sua vez, encara a necessidade de superar a fadiga emocional. Depois de uma eliminação dolorosa, o risco é que o time entre em campo sem a mesma confiança. A partida será, portanto, um verdadeiro teste de maturidade para o elenco alvinegro.

Prováveis escalações

  • São Paulo (técnico Hernán Crespo): Rafael; Ferraresi, Rafael Tolói e Alan Franco; Cédric Soares, Pablo Maia, Marcos Antônio, Rodriguinho e Enzo Díaz; Ferreira e Rigoni (ou Tapia).
  • Botafogo (técnico Davide Ancelotti): Neto; Vitinho, Barboza, Pantaleão e Telles; Newton, Freitas e Savarino; Montoro, Santi e Cabral.

As formações indicam times equilibrados, com os dois técnicos apostando em consistência defensiva e velocidade nos momentos ofensivos.

Torcida como combustível

Se dentro de campo os jogadores decidem, fora dele a torcida é quem dá o tom. No Morumbis, o São Paulo contará com dezenas de milhares de vozes empurrando a equipe. A atmosfera promete ser de pressão constante sobre o Botafogo, especialmente se o Tricolor abrir o placar cedo.

Ainda assim, o Botafogo terá apoio. Pequenos grupos de torcedores viajaram até a capital paulista para incentivar o time e demonstrar que, mesmo nos momentos difíceis, o amor pelo clube segue inabalável. A presença deles pode ser simbólica: mostrar aos jogadores que há confiança e esperança em uma virada de cenário.

Marty Supreme | Timothée Chalamet encanta como protagonista no trailer oficial

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A A24, estúdio que há anos se consolidou como sinônimo de inovação e qualidade cinematográfica, acaba de divulgar o primeiro trailer de Marty Supreme, produção que promete ser um marco em sua história. Dirigido por Josh Safdie, conhecido por trabalhos como Joias Brutas, o longa traz Timothée Chalamet no papel principal e já desperta grande expectativa, tanto pela qualidade do elenco quanto pelo investimento histórico do estúdio, estimado em impressionantes US$ 70 milhões. Abaixo, veja o trailer:

O filme acompanha a trajetória fictícia de Marty Mauser, um jovem talentoso no pingue-pongue, esporte muitas vezes subestimado, que encontra na determinação e na coragem a chave para realizar seus sonhos. Apesar de ter inspiração em Marty Reisman, jogador profissional de tênis de mesa, Marty Supreme não se configura como uma biografia. A narrativa, cuidadosamente construída pelo roteiro de Ronald Bronstein — colaborador frequente de Safdie —, mistura ficção, comédia e aventura esportiva, criando um universo próprio, leve e ao mesmo tempo emocionante.

Para Chalamet, o novo filme representa um novo desafio em sua carreira. Após a vitória no SAG Awards e a indicação ao Oscar por sua interpretação de Bob Dylan em Um Completo Desconhecido, o ator retorna às telonas em um papel que exige não apenas presença dramática, mas também habilidades físicas aprimoradas.

“Josh me encorajou a realizar algumas das minhas próprias acrobacias, o que tornou a experiência incrivelmente imersiva”, revelou Chalamet em entrevista recente. Além disso, o ator precisou adaptar sua visão para algumas cenas: o diretor optou por fazê-lo usar óculos de grau com lentes de contato por baixo, criando um efeito visual que deixava seus olhos aparentarem menores — algo que, segundo Chalamet, atrapalhou temporariamente sua visão, mas acrescentou autenticidade ao personagem.

O comprometimento do ator foi intenso. Durante meses, ele treinou rigorosamente com ex-jogadores de tênis de mesa Diego Schaaf e Wei Wang, aperfeiçoando reflexos, movimentos e a precisão necessária para tornar as partidas de pingue-pongue críveis nas telonas. O resultado, visível no trailer, promete impressionar não apenas fãs de cinema, mas também apreciadores de esportes.

O longa ainda conta com Gwyneth Paltrow no papel de Carol Dunne, interesse amoroso de Marty, além de Odessa A’Zion, Kevin O’Leary, Tyler Okonma, Abel Ferrara e Fran Drescher, que interpreta a mãe de Marty, a Sra. Mauser. A presença de atores veteranos como Fran Drescher e nomes inusitados, como o artista francês Philippe Petit, demonstra a ousadia da produção em mesclar diferentes universos artísticos.

Segundo Safdie, a escolha de um elenco diversificado foi intencional. “Queríamos criar uma tapeçaria de personagens que refletisse a riqueza do mundo ao redor do nosso protagonista. Cada presença traz algo inesperado, seja humor, tensão ou emoção”, explicou o diretor.

Conhecido por seu estilo único de direção, Josh Safdie assina Marty Supreme com a experiência adquirida em longas como Joias Brutas, Bom Comportamento e Amor, Drogas e Nova York. O diretor mantém sua assinatura, mas agora em um projeto que combina comédia, drama e aventura esportiva, criando uma experiência cinematográfica inédita para o público.

A fotografia de Darius Khondji, filmada em 35 mm, reforça a proposta visual do filme. Khondji, que acumula experiência em projetos como Se7en e O Grande Gatsby, trouxe textura, profundidade e cores que valorizam tanto as cenas intimistas quanto as partidas de pingue-pongue, transformando cada ponto em um espetáculo visual. O veterano designer de produção Jack Fisk colaborou para criar cenários que equilibram realismo e fantasia, com locais que remetem à Nova York clássica e espaços inesperados do mundo do esporte.

Além da fotografia e do design, Safdie integrou cerca de 140 não-atores ao elenco, trazendo uma autenticidade crua e espontânea às cenas cotidianas. Essa escolha aproxima o público da realidade do protagonista, tornando cada vitória e cada desafio ainda mais palpáveis.

A história gira em torno de Marty Mauser, um jovem determinado a se destacar em um esporte tradicionalmente ignorado: o pingue-pongue. Enquanto lida com a pressão da competição, Marty inicia um romance com Carol Dunne, uma estrela de cinema interpretada por Gwyneth Paltrow. A trama combina momentos de humor, romance e tensão esportiva, explorando temas como perseverança, paixão e autodescoberta.

Embora inspirado em Marty Reisman, o roteiro evita se prender a fatos biográficos, optando por criar uma narrativa que mistura realidade e ficção. “Queríamos capturar a essência da coragem e do talento, sem nos limitar à cronologia de um atleta real”, explicou Ronald Bronstein, co-roteirista.

O filme também destaca a jornada pessoal de Marty, suas inseguranças e desafios familiares, incluindo a relação com a mãe, Sra. Mauser, interpretada por Fran Drescher. A dinâmica familiar e as relações afetivas são tão importantes quanto os jogos em si, criando um enredo rico em emoções e nuances.

Produção: história e desafios

O projeto foi anunciado em dezembro de 2023, quando Timothée Chalamet revelou que seu próximo trabalho seria um filme envolvendo pingue-pongue. No ano seguinte, a Variety confirmou que Josh Safdie dirigiria Marty Supreme, marcando seu primeiro projeto solo desde The Pleasure of Being Robbed (2008).

O orçamento de US$ 70 milhões torna o filme o mais caro da história da A24, superando Guerra Civil (2024). Essa cifra reflete não apenas o investimento em elenco e cenários, mas também a ambição de criar um filme que seja visualmente impressionante e narrativamente envolvente.

A fotografia principal começou em Nova York, em 23 de setembro de 2024, e se estendeu até 5 de dezembro do mesmo ano. Filmagens adicionais ocorreram no Japão, em fevereiro de 2025, garantindo diversidade de cenários e autenticidade em cenas que envolvem competições internacionais.

Expectativa e lançamento

A data de estreia nos Estados Unidos está marcada para 25 de dezembro de 2025, período estratégico que visa aproveitar o fluxo de público durante as festas de fim de ano. Além disso, a A24 contou com a Nordisk Film para cuidar da distribuição nos países nórdicos, incluindo Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia.

O primeiro trailer revela um filme que combina ritmo acelerado, humor afiado e emoção intensa. Desde o treinamento rigoroso de Chalamet até as interações familiares e românticas, o filme promete se destacar como uma experiência cinematográfica completa, capaz de atrair tanto amantes de esportes quanto fãs de dramas humanos e comédias sofisticadas.

O impacto da A24 e a aposta em Marty Supreme

A A24 construiu sua reputação ao longo dos anos com produções inovadoras e cultuadas, como Hereditário, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo e Moonlight. Cada filme do estúdio carrega a marca de ousadia narrativa, estética diferenciada e, muitas vezes, orçamentos modestos.

Mart Supreme, com seu investimento recorde, mostra que a A24 está pronta para expandir seus horizontes, mesclando a ousadia artística de sempre com um projeto ambicioso e comercialmente mais robusto. Essa produção pode marcar uma nova fase do estúdio, consolidando seu nome não apenas no circuito de festivais, mas também no mercado mainstream.

Arashi Gaiden chega à Steam com trailer inédito e oferta especial de lançamento

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Foto: Reprodução/ Internet

O mercado de jogos nacionais avança de forma consistente, e Arashi Gaiden, lançado hoje na Steam, representa uma nova demonstração dessa evolução. Spin-off do premiado Pocket Bravery — primeiro jogo brasileiro indicado ao The Game Awards —, o título aposta em uma combinação inovadora: a integração da estratégia por turnos com ação em tempo real.

Desenvolvido em parceria pelos estúdios Statera Studio e Wired Dreams Studio, e publicado pela Nuntius Games, Arashi Gaiden oferece uma experiência dinâmica que desafia os jogadores a agir com rapidez e precisão, utilizando power-ups e estratégias em um ambiente em constante transformação. São sete fases principais, compostas por 20 cenários cada, totalizando mais de 140 desafios que exigem foco e habilidade.

Jonathan Silva, produtor do jogo e CEO da Nuntius Games, define o projeto como “mais que um jogo de ação por turnos; Arashi Gaiden combina ação estilizada, estratégia acelerada e uma narrativa carregada de emoção e profundidade”. Essa declaração evidencia a ambição da equipe: entregar não apenas mecânicas inovadoras, mas também uma história capaz de estabelecer uma conexão emocional com o jogador.

Entretanto, essa ousadia traz desafios. A mescla entre tempo real e estratégia por turnos exige uma curva de aprendizado considerável, que pode não agradar a todos os públicos. Encontrar o equilíbrio entre fluidez e profundidade tática representa um desafio especialmente relevante para o mercado brasileiro, ainda em processo de consolidação.

A oferta de lançamento com preço promocional é uma estratégia inteligente para ampliar o alcance do título, sobretudo diante da forte concorrência global. Além disso, Arashi Gaiden está previsto para ser lançado em breve para PlayStation, Xbox e Nintendo Switch, o que pode ampliar sua visibilidade, mas também aumentará as exigências técnicas e de adaptação.

Terra da Padroeira (07/09) visita Roberta Miranda e recebe Marcelo Costa, Jayne, Maurício & Mauri e Wilson & Soraia

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Neste domingo, 7 de setembro, às 9h, o Terra da Padroeira, programa da TV Aparecida, promete levar os telespectadores a uma experiência única e intimista: uma visita à residência de Roberta Miranda, ícone da música sertaneja, localizada na capital paulista. Apresentado por Kleber Oliveira e Tonho Prado, o programa trará um encontro especial com a cantora, que dividirá histórias inéditas de sua carreira, memórias de grandes shows e momentos marcantes de sua trajetória.

Roberta Miranda, reconhecida por sua voz inconfundível e por sucessos que marcaram gerações, vai revelar detalhes sobre sua vida pessoal e profissional, compartilhando bastidores da carreira que atravessa mais de três décadas. O público terá a oportunidade de conhecer de perto a rotina da artista, suas inspirações e os desafios que enfrentou para se tornar uma das grandes representantes da música sertaneja no Brasil.

Além desse encontro exclusivo, o programa também vai oferecer um verdadeiro festival de música sertaneja no palco. Entre os destaques do dia está Marcelo Costa, cantor, compositor e apresentador natural de Andradas (MG). Com uma trajetória marcada por grandes sucessos como Festa Sertaneja, O Palco Caiu e Meus Tempos de Criança, Marcelo já se apresentou em programas especiais dedicados ao sertanejo e é reconhecido pela versatilidade e energia em suas performances.

Outro grande nome da música que participará do programa é Jayne, cantora de Paranapuã (SP). Desde os seis anos, Jayne já se destacava em apresentações locais e, ao longo do tempo, integrou diversas bandas que ajudaram a consolidar seu talento. Conhecida por suas apresentações em rodeios montada em seu cavalo branco adestrado, Jayne levou o público a se encantar com sucessos como Rainha de Rodeio, Amigos Para Sempre e Estrada da Esperança, tornando-se referência em shows de rodeio pelo país.

A dupla Maurício e Mauri também marcará presença. Irmãos de Chitãozinho e Xororó, ambos trazem a música sertaneja no sangue. Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal na banda dos irmãos por dez anos, enquanto Mauri se destacou na produção dos shows. Em 1991, os irmãos lançaram seu primeiro disco, com destaque para as canções Olhos nos Olhos e Paixão ou Loucura. Outros sucessos da dupla, como Namoro Escondido e Xonado Eu Tô, consolidaram o talento da dupla no cenário sertanejo.

Para encerrar a manhã de música, os irmãos Wilson e Soraia prometem uma performance emocionante. Celebrados nos anos 1990 com o hit Mais Uma Noite Sem Você, a dupla permanece relevante graças à qualidade vocal e ao carisma nas apresentações. Além do clássico, o público poderá ouvir Se Não For Por Amor e Pra Sempre Vou Te Amar (Forever by Your Side), esta última que fez parte da trilha sonora da novela Irmãos Coragem, da TV Globo, em 1995.

Segunda temporada de Hell’s Paradise ganha pôster impactante e chega em janeiro

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A espera finalmente começou a diminuir. Hell’s Paradise volta às telas em 11 de janeiro pela Crunchyroll, acompanhado de um pôster oficial que caiu como faísca em um público que já estava ansioso. A imagem, intensa e delicada ao mesmo tempo, resume bem o espírito da série, com violência e poesia convivendo lado a lado, como se o mundo de Shinsenkyo respirasse por conta própria.

Desde que o anime estreou em 2023, o interesse pelo universo criado por Yuji Kaku só cresceu. O mangá já era querido por muitos leitores, mas a animação produziu algo diferente e trouxe textura para sentimentos que antes estavam apenas nas páginas. Agora, com a segunda temporada confirmada, a sensação é de reencontro com o mundo, com os personagens e com a maneira como a obra questiona vida, morte, culpa e redenção.

A sinopse oficial prepara o terreno. Gabimaru, o ninja mais temido de Iwagakure, está à beira da execução. Sua última chance de sobreviver é uma missão improvável: viajar até uma ilha misteriosa e recuperar o Elixir da Vida, uma substância envolta em lendas e associada ao paraíso budista de Sukhavati. É ali, em meio a criaturas impossíveis, estátuas vivas e eremitas de poderes estranhos, que ele tenta sobreviver ao mesmo tempo em que alimenta a esperança de rever a esposa. Acompanhado pela carrasca Yamada Asaemon Sagiri, ele descobre que a ilha não pune apenas o corpo, mas também a alma.

O que sempre chamou atenção na obra é o contraste entre brutalidade e humanidade. Mesmo em um cenário onde ninguém está seguro e tudo soa ameaçador, há momentos profundamente humanos que surgem sem aviso. Gabimaru, por exemplo, é letal, frio e experiente, mas carrega um amor tão sincero que quase contradiz sua aparência. Sagiri, por outro lado, enfrenta dúvidas sobre sua força, seu papel e seu lugar no mundo, dilemas que ecoam muito além da ficção e se conectam diretamente com questões contemporâneas.

O mangá, publicado entre 2018 e 2021 na Shōnen Jump+, sempre foi sobre isso: a colisão entre violência e sensibilidade. Kaku contou que a estrutura original da história era completamente diferente, ambientada até mesmo em um centro de detenção juvenil. O que permaneceu intacto foi o interesse em observar pessoas colocadas em situações extremas e obrigadas a cooperar mesmo quando seus valores se chocam. Esse elemento humano, esse atrito inevitável entre caráter, medo, desejo e sobrevivência, é o coração pulsante de Hell’s Paradise. Ao transportar essa essência para o período Edo, o autor encontrou o equilíbrio perfeito entre fantasia e reflexão.

Outro ponto fascinante é o processo criativo por trás da obra. Kaku queria desenhar personagens que, mesmo vivendo em um período distante do nosso, carregassem conflitos modernos. Sagiri, por exemplo, é uma mulher que enfrenta pressões sociais, expectativas rígidas e dúvidas internas, temas atuais traduzidos em uma figura que vive séculos atrás. Gabimaru, ainda que seja um ninja treinado para matar, reflete sobre o amor, sobre dignidade e sobre o que significa viver sem um propósito. Esses detalhes ajudaram o mangá a conquistar leitores que talvez não se identificassem de imediato com prisioneiros e carrascos, mas que reconheceram neles fragilidades muito humanas.

Quando o anime chegou pelas mãos do estúdio MAPPA, o desafio era enorme. A ilha de Shinsenkyo precisava ganhar vida sem perder sua aura de mistério, perigo e beleza quase sagrada. A produção conseguiu entregar algo visualmente marcante, com criaturas assustadoras, cenários surreais e um cuidado minucioso na expressão dos personagens. A adaptação não apenas ampliou a intensidade das batalhas, mas também preservou os silêncios, aqueles instantes em que um olhar diz mais do que uma fala.

Agora, com a segunda temporada, o público se prepara para uma fase ainda mais densa. Os próximos arcos do mangá são mais filosóficos, mais violentos e mais complexos emocionalmente. Há personagens que mudam drasticamente, antagonistas que expandem a mitologia da ilha e perguntas que finalmente começam a ganhar respostas. A expectativa é que o MAPPA mantenha a qualidade visual e narrativa da primeira temporada, especialmente porque a nova fase é decisiva para o arco emocional de Gabimaru e Sagiri.

O pôster divulgado recentemente acompanha esse clima. Ele traz um traço mais maduro, com personagens que carregam no olhar as consequências do caminho percorrido. É como se cada detalhe da arte dissesse que a história não será mais a mesma. E talvez seja exatamente isso que deixa o público tão animado: a promessa de uma temporada que não só continua a jornada, mas aprofunda sua razão de existir.

O retorno de Hell’s Paradise não representa apenas mais episódios, representa um reencontro. É a chance de acompanhar novamente uma narrativa que equilibra ação intensa com questionamentos íntimos, fantasia com emoção real, misticismo com humanidade. Para alguns fãs, é revisitar a brutalidade poética de Shinsenkyo; para outros, é descobrir como personagens tão quebrados conseguem encontrar algo parecido com esperança em um lugar que não oferece nada além de dor.

Se a primeira temporada abriu a porta para o inferno, esta segunda promete conduzir o público pelos corredores mais profundos dele e talvez mostrar que, mesmo no pior dos cenários, ainda existe espaço para laços inesperados, escolhas difíceis e um tipo muito particular de beleza.

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