AXN estreia “Sutura”, série brasileira que une drama médico e suspense criminal com Cláudia Abreu

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O AXN amplia sua presença no audiovisual nacional com a estreia de “Sutura”, nova série brasileira que chega à programação do canal no dia 31 de janeiro, às 22h40. Estrelada por Cláudia Abreu, a produção aposta em uma narrativa intensa que une o universo da medicina ao suspense criminal, explorando dilemas éticos, tensões sociais e escolhas que colocam vidas em risco dentro e fora da sala de cirurgia.

Ambientada em São Paulo, Sutura parte de um ponto de vista pouco convencional para o gênero médico ao deslocar parte de sua trama para fora do ambiente hospitalar tradicional. A série propõe um olhar crítico sobre o exercício da profissão em um contexto marcado por desigualdade, violência urbana e falhas estruturais, construindo uma história que dialoga diretamente com a realidade brasileira contemporânea.

Dois médicos, dois mundos, uma escolha perigosa

A trama acompanha Ícaro, interpretado por Humberto Morais, um jovem médico recém-formado que cresceu na periferia da capital paulista. Talentoso e determinado, ele vê seu futuro ameaçado ao descobrir que não poderá iniciar a residência médica devido a uma dívida acumulada ao longo da faculdade. Sem recursos e pressionado pelo tempo, Ícaro se vê encurralado por um sistema que dificulta o acesso de jovens profissionais às oportunidades que deveriam consolidar suas carreiras.

Em paralelo, o público conhece a Dra. Mancini, personagem de Cláudia Abreu, uma cirurgiã reconhecida e experiente que enfrenta um momento decisivo em sua vida pessoal e profissional. Após vivenciar um trauma recente, ela passa a questionar sua trajetória, sua relação com a medicina e o próprio sentido de continuar exercendo a profissão. Afastada do prestígio que construiu ao longo dos anos, Mancini tenta reconstruir sua identidade em meio a conflitos internos e perdas profundas.

O encontro entre Ícaro e Mancini acontece em um momento de fragilidade para ambos. O que começa como uma relação marcada pela necessidade e pela desconfiança se transforma em uma parceria arriscada, quando os dois decidem atuar como médicos clandestinos, prestando atendimento a criminosos que não podem procurar hospitais ou serviços oficiais de saúde.

Ética, sobrevivência e tensão constante

Ao assumirem essa vida dupla, os protagonistas entram em um território onde ética profissional e sobrevivência pessoal se chocam a todo momento. Cada atendimento realizado fora da lei representa uma ameaça: seja pela possibilidade de serem descobertos, seja pela violência do ambiente em que passam a circular. A série explora de forma gradual as consequências dessas escolhas, mostrando como decisões tomadas em momentos de desespero podem gerar efeitos irreversíveis.

Sutura utiliza o suspense criminal para intensificar o drama humano de seus personagens. As cirurgias improvisadas, realizadas sob pressão extrema, funcionam como elementos centrais da narrativa, ao mesmo tempo em que simbolizam a fragilidade dos limites morais que os protagonistas tentam preservar.

Produção nacional com identidade própria

Criada e roteirizada por Fabio Montanari, e dirigida por Diego Martins e Jessica Queiroz, Sutura é uma produção 100% brasileira que busca equilíbrio entre entretenimento e reflexão social. A série incorpora temas como endividamento estudantil, desigualdade de oportunidades, precarização do trabalho e violência urbana, sempre integrados à história de forma orgânica.

Ao mesclar características clássicas dos dramas médicos, gênero consagrado internacionalmente, com elementos de thrillers policiais, a produção constrói uma identidade própria, distante de fórmulas importadas e alinhada ao cotidiano das grandes cidades brasileiras. O resultado é uma narrativa dinâmica, marcada por tensão crescente e conflitos humanos profundos.

Cláudia Abreu em um papel de grande densidade dramática

A atuação de Cláudia Abreu é um dos destaques da série. Sua personagem transita entre a autoridade de uma cirurgiã experiente e a vulnerabilidade de alguém que enfrenta perdas e questionamentos internos. A Dra. Mancini surge como uma figura complexa, que carrega culpa, medo e ambição em igual medida, contribuindo para a força emocional da narrativa.

Humberto Morais, por sua vez, entrega um Ícaro intenso e realista, representando uma geração de jovens profissionais que se depara com barreiras estruturais mesmo após anos de dedicação. A relação entre os dois protagonistas sustenta o eixo dramático da série, alternando momentos de cumplicidade, conflito e tensão constante.

Terra da Padroeira (07/09) visita Roberta Miranda e recebe Marcelo Costa, Jayne, Maurício & Mauri e Wilson & Soraia

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Neste domingo, 7 de setembro, às 9h, o Terra da Padroeira, programa da TV Aparecida, promete levar os telespectadores a uma experiência única e intimista: uma visita à residência de Roberta Miranda, ícone da música sertaneja, localizada na capital paulista. Apresentado por Kleber Oliveira e Tonho Prado, o programa trará um encontro especial com a cantora, que dividirá histórias inéditas de sua carreira, memórias de grandes shows e momentos marcantes de sua trajetória.

Roberta Miranda, reconhecida por sua voz inconfundível e por sucessos que marcaram gerações, vai revelar detalhes sobre sua vida pessoal e profissional, compartilhando bastidores da carreira que atravessa mais de três décadas. O público terá a oportunidade de conhecer de perto a rotina da artista, suas inspirações e os desafios que enfrentou para se tornar uma das grandes representantes da música sertaneja no Brasil.

Além desse encontro exclusivo, o programa também vai oferecer um verdadeiro festival de música sertaneja no palco. Entre os destaques do dia está Marcelo Costa, cantor, compositor e apresentador natural de Andradas (MG). Com uma trajetória marcada por grandes sucessos como Festa Sertaneja, O Palco Caiu e Meus Tempos de Criança, Marcelo já se apresentou em programas especiais dedicados ao sertanejo e é reconhecido pela versatilidade e energia em suas performances.

Outro grande nome da música que participará do programa é Jayne, cantora de Paranapuã (SP). Desde os seis anos, Jayne já se destacava em apresentações locais e, ao longo do tempo, integrou diversas bandas que ajudaram a consolidar seu talento. Conhecida por suas apresentações em rodeios montada em seu cavalo branco adestrado, Jayne levou o público a se encantar com sucessos como Rainha de Rodeio, Amigos Para Sempre e Estrada da Esperança, tornando-se referência em shows de rodeio pelo país.

A dupla Maurício e Mauri também marcará presença. Irmãos de Chitãozinho e Xororó, ambos trazem a música sertaneja no sangue. Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal na banda dos irmãos por dez anos, enquanto Mauri se destacou na produção dos shows. Em 1991, os irmãos lançaram seu primeiro disco, com destaque para as canções Olhos nos Olhos e Paixão ou Loucura. Outros sucessos da dupla, como Namoro Escondido e Xonado Eu Tô, consolidaram o talento da dupla no cenário sertanejo.

Para encerrar a manhã de música, os irmãos Wilson e Soraia prometem uma performance emocionante. Celebrados nos anos 1990 com o hit Mais Uma Noite Sem Você, a dupla permanece relevante graças à qualidade vocal e ao carisma nas apresentações. Além do clássico, o público poderá ouvir Se Não For Por Amor e Pra Sempre Vou Te Amar (Forever by Your Side), esta última que fez parte da trilha sonora da novela Irmãos Coragem, da TV Globo, em 1995.

Emilia Clarke descarta retorno à fantasia e diz que Game of Thrones marcou o fim de um ciclo em sua carreira

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Em meio à divulgação da série Ponies, Emilia Clarke falou abertamente sobre os rumos de sua carreira e deixou claro que não pretende voltar ao universo da fantasia épica. Em entrevista ao The New York Times, a atriz afirmou que dificilmente o público voltará a vê-la em produções do gênero, especialmente após a experiência intensa que viveu em Game of Thrones, onde interpretou Daenerys Targaryen por oito temporadas.

Segundo Clarke, a jornada como a Mãe dos Dragões foi tão significativa e emocionalmente exigente que se tornou um ponto final natural em sua relação com histórias de fantasia. Com bom humor, mas de forma bastante direta, ela comentou que é improvável que volte a montar em um dragão ou a dividir cena com criaturas fantásticas no futuro. Para a atriz, repetir esse tipo de papel não faria sentido após um trabalho tão marcante e definitivo.

Essa decisão também se reflete em sua postura em relação a possíveis derivados de Game of Thrones. Questionada anteriormente sobre a possibilidade de retornar em projetos ligados ao personagem Jon Snow, Emilia Clarke descartou a ideia sem hesitar. Para ela, a história de Daenerys teve um encerramento claro, ainda que controverso, e revisitar a personagem seria desnecessário. A atriz afirmou que sente que “finalizou” esse capítulo de sua vida profissional e prefere preservá-lo como foi apresentado ao público.

O impacto emocional do desfecho da série teve peso significativo nessa escolha. Em entrevistas passadas, Clarke revelou que não tinha conhecimento prévio da transformação de Daenerys em sua fase final, quando a personagem passa a ser vista como uma figura tirânica. Ao ler os roteiros da última temporada, a atriz relatou ter sido tomada por choque e incredulidade. A morte da personagem, segundo ela, aconteceu de forma abrupta e profundamente dolorosa.

A reação foi tão intensa que Clarke contou ter chorado logo após a leitura e saído de casa sem rumo, caminhando por horas para tentar assimilar o que havia acabado de descobrir. Ao retornar, estava fisicamente exausta e emocionalmente abalada, refletindo sobre como lidaria com aquele encerramento e com a forma como o público reagiria ao destino de Daenerys. O envolvimento emocional era compreensível, já que a personagem acompanhou a atriz durante uma fase crucial de sua vida pessoal e profissional.

Em busca de conforto, Emilia chegou a ligar para a mãe, pedindo apoio emocional, mesmo sem revelar detalhes do que aconteceria na trama. Durante a conversa, fez perguntas incomuns, tentando entender se Daenerys ainda seria vista como uma boa pessoa aos olhos do público. A reação dos familiares foi de surpresa, questionando o quanto aquela situação estava afetando a atriz, o que reforça o nível de identificação e apego que ela desenvolveu pela personagem.

Game of Thrones estreou em 2011 e rapidamente se consolidou como um dos maiores fenômenos da televisão mundial. Baseada na saga literária As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin, a série apresentou um universo complexo, marcado por disputas políticas, batalhas épicas e personagens moralmente ambíguos. Ambientada nos continentes fictícios de Westeros e Essos, a produção se destacou pela ambição narrativa e pelo alto padrão técnico.

Ao longo de oito temporadas, a série se tornou uma das mais caras já produzidas para a televisão, com filmagens realizadas em diversos países e o envolvimento de múltiplas equipes de produção e efeitos visuais. O investimento foi recompensado com aclamação crítica e uma resposta massiva do público. A série acumulou 59 prêmios Emmy, tornando-se a produção mais premiada da história da televisão nesse quesito.

A audiência acompanhou esse sucesso. Com o avanço das temporadas, a série bateu recordes sucessivos de espectadores, culminando em uma temporada final que ultrapassou a marca de 44 milhões de espectadores por episódio em todas as plataformas. O episódio final se tornou um dos mais assistidos da história da HBO, consolidando o impacto cultural da série em escala global.

Mesmo com tamanha repercussão, Emilia Clarke demonstra olhar para trás com um misto de gratidão e encerramento. Para ela, a obra foi uma experiência única, que dificilmente será superada dentro do mesmo gênero. Ao optar por se afastar da fantasia, a atriz sinaliza o desejo de explorar novos caminhos artísticos, investir em personagens mais próximos da realidade e se reinventar profissionalmente.

Henry Freitas leva sua “terapia musical” para a Beira Mar de Fortaleza em ação da Skol nesta quarta-feira (23)

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Quem passa pela orla de Fortaleza nesta quarta-feira (23) pode se preparar para um encontro inesperado, vibrante e gratuito com um dos nomes mais promissores da música popular nordestina: Henry Freitas. O cantor, músico e compositor pernambucano será a atração surpresa da Skol, que promove um grande esquenta para o Fortal com um trio elétrico especial na Beira Mar, a partir das 17h.

A ação celebra o retorno da Skol ao Fortal – um dos maiores festivais de música do Brasil – e promete unir o pôr do sol, o calor cearense e uma multidão animada sob o comando de um artista que vem ganhando os holofotes do país.

Uma trajetória que começou cedo

Aos 27 anos, Henry Freitas já carrega uma bagagem musical digna de veteranos. Nascido em Recife (PE), mas criado no interior da Paraíba, ele sempre teve a música como companheira de vida. Desde pequeno, vivia cercado por instrumentos, ritmos e melodias que pulsavam nas feiras, festas e rádios locais. Ainda adolescente, fez parte de bandas da região, onde aprendeu os primeiros acordes da estrada artística.

Mas foi em 2017, no vizinho Rio Grande do Norte, que o sonho virou projeto profissional. Henry lançou seu trabalho solo e, desde então, tem trilhado um caminho de crescimento consistente no cenário nacional, sem pressa, mas com presença.

O poder da “Terapia do Henry”

Hoje, não é exagero dizer que Henry Freitas se tornou uma sensação. Dono de um carisma espontâneo, o cantor conquistou empresários, público e crítica com uma performance completa: ele canta, toca, interage, emociona. E é exatamente esse conjunto que ele batizou carinhosamente de “Terapia do Henry” – uma experiência ao vivo que mistura forró, sofrência, alegria e superação emocional.

Seu repertório vai de regravações que embalam multidões até canções autorais que já são hinos nos paredões e playlists Brasil afora. Entre elas, estão sucessos como “Me Bloqueia”, “Mantenha Distância”, “Eu Nem Lembro”, “Me Evita Mais”, “B.O Pro Coração”, “Novinha Bandida” e o estouro mais recente: “Tem Café”, que alcançou o Top 10 do Spotify Brasil, chegando à 9ª posição.

Uma vibe redonda como a Skol

A escolha de Henry como rosto e voz da ação surpresa da Skol é mais do que acertada: ele representa exatamente a leveza, a alegria e o espírito de curtição que a marca busca celebrar. O evento na Beira Mar será ao ar livre e gratuito, aberto a todos que quiserem viver um fim de tarde inesquecível ao som de muito forró, arrocha e música feita para dançar e sentir.

“O Henry tem essa energia contagiante que é a cara do verão nordestino. Essa parceria com a Skol celebra não só a música, mas a rua, o povo, a alegria do reencontro”, destaca a produção da ação.

Fortal começa com o pé direito

O show desta quarta-feira marca oficialmente o início da temporada do Fortal, um dos eventos mais aguardados do calendário nacional. Com trios elétricos, grandes artistas e um público fiel que lota a capital cearense todos os anos, o festival se consolida como um verdadeiro carnaval fora de época – e Henry Freitas chega para aquecer os corações logo na véspera.

Para os fãs, a apresentação na Beira Mar é um convite a cantar junto, registrar momentos únicos e se entregar ao ritmo de uma nova geração da música nordestina.

De Pernambuco para o Brasil

A história de Henry é também a de muitos jovens talentos do Nordeste que transformam a arte em ponte entre o interior e os grandes palcos. Seu sucesso não foi moldado em estúdios caros, mas sim nas vivências do sertão, nas madrugadas em banda, nas pequenas festas que exigiam fôlego e amor.

Hoje, com milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais e uma agenda lotada de shows, Henry se firma como representante de uma nova cena musical: mais autêntica, mais conectada com as dores e delícias do cotidiano brasileiro.

Conexão com o público é sua marca

Para além dos números e rankings, o que mais impressiona em Henry é a conexão que ele constrói com o público. Não à toa, seus shows têm sido descritos como momentos de cura coletiva. Entre um refrão e outro, há espaço para desabafo, riso, abraço, dança e memória afetiva.

“Cada música que eu faço ou canto tem um pedaço de mim, mas também tem um pedaço de quem ouve”, disse o artista em recente entrevista. “É isso que me move: saber que estou fazendo parte da história de alguém.”

Doramas em agosto – Saiba quais são os lançamentos imperdíveis para você maratonar!

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O mês de agosto de 2025 está repleto de novos doramas que prometem conquistar os fãs de romance, drama, fantasia e histórias históricas. Alguns títulos já estão disponíveis para maratona, enquanto outros chegam nos próximos dias, oferecendo uma agenda cheia de emoções e aventuras para quem acompanha o universo asiático. Se você ama mergulhar em histórias cativantes, prepare-se: há produções para todos os gostos neste mês.

Séries já disponíveis

Minha Querida Jornada

Adaptado do romance “Welcome Back, Traveler”, este dorama acompanha Kang Yeo Reum (Gong Seung Yeon), que, após não conseguir sucesso como cantora, decide se reinventar como repórter de viagens na agência “One Day Travel”. A história mostra o poder da resiliência e da autodescoberta, enquanto Yeo Reum percorre diferentes destinos, vivenciando experiências que a transformam pessoal e profissionalmente.

O personagem Sang Sik (Yoo Joon San), CEO da Ogu Entertainment, se vê parcialmente responsável pelo passado da protagonista e tenta ajudá-la a encontrar seu caminho, criando uma dinâmica de cuidado, empatia e crescimento mútuo. Entre cenários deslumbrantes, encontros emocionantes e desafios inesperados, o dorama inspira o público a refletir sobre escolhas, sonhos e a importância de se reinventar. Já disponível no Viki, é ideal para quem gosta de aventuras leves, mas carregadas de emoção e aprendizado.

Além do Direito

Para quem prefere tramas mais sérias e cheias de tensão, Além do Direito explora o universo jurídico através da relação entre Yoon Seok-Hun (Lee Jin-Uk), um advogado brilhante e frio, e Kang Hyo-Min (Jung Chae-Yeon), uma jovem advogada em busca de seu espaço. A dinâmica entre a experiência prática de Seok-Hun e a determinação de Hyo-Min cria momentos de conflito, aprendizado e, claro, romance sutil.

O dorama aborda ética, justiça e desenvolvimento pessoal, mostrando como o ambiente de trabalho pode moldar relações e desafiar crenças. A química entre os personagens, aliada a casos instigantes, mantém a narrativa envolvente do início ao fim. Já disponível na Netflix, é perfeito para quem gosta de dramas maduros, com combinações de romance e tensão intelectual.

Amor, Tomada Dois

Este dorama mistura romance e drama familiar de maneira sensível. Lee Ji An (Yum Jung Ah), mãe solteira, sempre colocou a filha Hyo Ri (Choi Yoon Ji) em primeiro lugar, garantindo uma educação repleta de cuidados, amor e disciplina. Ao crescer, Hyo Ri decide viajar sozinha, conhecendo Bo Hyeon (Kim Min Kyu), um jovem cultivador de flores, e seu pai Ryu Jeong Seok (Park Hae Joon), que guarda um passado romântico com Ji An.

O dorama trabalha com coincidências do destino, mostrando como o amor e as segundas chances podem surgir de maneiras inesperadas. Além disso, explora a relação entre pais e filhos, as diferenças geracionais e a importância de seguir o coração mesmo diante de desafios. Já disponível no Viki, é indicado para quem busca histórias emocionantes, que fazem refletir sobre amor, família e recomeços.

Lançamentos de hoje

Minha Estrela Problemática – disponível 18 de agosto

Im Se Ra retorna à carreira após um hiato de 25 anos causado por um acidente, enfrentando os desafios de reconstruir sua vida e carreira. O encontro com Dokgo Cheol, um detetive solteiro que perdeu a paixão pela vida, cria uma narrativa sobre recomeços, amor e autodescoberta.

O dorama aborda a maturidade, o impacto do tempo nas relações humanas e a coragem necessária para retomar sonhos e projetos que foram interrompidos. Entre encontros inesperados, conflitos internos e momentos de ternura, a história mostra que nunca é tarde para recomeçar. Já disponível no Viki, é indicado para quem gosta de dramas realistas, sensíveis e inspiradores.

Moonlit Reunion – disponível 18 de agosto

Misturando fantasia, ação e romance, Moonlit Reunion apresenta Mei Zhuyu, caçadora de demônios, e Wu Zhen, meio-demônio protetor. A história se desenvolve em meio a batalhas sobrenaturais e dilemas morais, questionando o que significa lealdade e sacrifício.

Além da ação, o dorama foca no desenvolvimento emocional dos protagonistas, nas escolhas entre dever e desejo, e na tensão entre mundos diferentes. A química entre Mei Zhuyu e Wu Zhen, junto aos efeitos visuais impressionantes, torna a experiência cinematográfica intensa. Disponível no WeTV e Disney+, é perfeito para os fãs de fantasia e romances épicos.

Lançamentos aguardados

Ligados pelo Pecado – 20 de agosto

Jiang Ying Xian enfrenta dilemas familiares e profissionais quando precisa lidar com consequências de um acidente envolvendo seu irmão. Ao contratar Fu Cheng como segurança, nasce uma atração complicada e intensa entre eles, marcada por obstáculos e escolhas difíceis.

A trama explora temas como responsabilidade, lealdade, perdão e o poder das segundas chances, mostrando que o amor muitas vezes precisa vencer barreiras do destino. Disponível no Viki, é ideal para quem gosta de romance dramático, cheio de tensão emocional.

Madame Aema – 22 de agosto

Situado na Coreia dos anos 1980, Madame Aema acompanha Hui-ran e Joo-ae, duas amigas que conquistam fama estrelando um filme polêmico, enfrentando censura e pressão da indústria cinematográfica. Entre rivalidades, amizades e dilemas pessoais, elas precisam equilibrar ambição e ética profissional.

O dorama oferece reflexões sobre poder, fama, perseverança e a complexidade das relações humanas, sendo ideal para quem gosta de histórias históricas e dramas de bastidores. Lançamento na Netflix.

Twelve – 23 de agosto

Com elementos de fantasia e ação, Twelve acompanha Taesan, um dos Doze Anjos do zodíaco coreano, que precisa impedir que O Gwi transforme o mundo em caos. Para isso, precisa encontrar Mir, reencarnação de uma entidade poderosa.

A história combina batalhas épicas, dilemas morais e decisões estratégicas, explorando amizade, coragem e responsabilidade. Disponível no Disney+, é indicado para fãs de fantasia, aventura e narrativas épicas.

“Profissão Repórter” desta terça (29/07) mostra como Belém está mudando para receber a COP-30: esperança, desafios e cicatrizes de uma transformação acelerada

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, o programa Profissão Repórter estreia uma reportagem especial que vai além dos números e obras, para contar as histórias que estão sendo escritas nas ruas, nas comunidades e nos canteiros de obras de Belém. A cidade se prepara para receber a COP-30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, marcada para novembro deste ano — um evento que colocará a capital do Pará no centro das atenções do planeta. As informações são da TV Globo.

Com a expectativa da chegada de cerca de 50 mil visitantes — entre autoridades, cientistas, ativistas e jornalistas —, Belém vive um momento de pressa, transformação e também de questionamentos. Quais os reais impactos dessa mudança acelerada? Para quem a cidade está sendo preparada?

Obras, promessas e um ritmo frenético

Se você andar pelas ruas de Belém hoje, vai perceber o quanto a cidade está sendo transformada. São dezenas de canteiros de obra espalhados pela capital, obras que envolvem bilhões de reais e que buscam preparar a infraestrutura para o grande evento.

O Parque da Cidade, que será o centro das negociações da COP-30, está passando por uma verdadeira revolução. Centenas de trabalhadores se revezam entre estruturas, equipamentos e instalações, tentando deixar tudo pronto para o mês de novembro. A revitalização da Nova Doca, antiga área portuária, também avança — com a ideia de criar um novo cartão-postal, que traga vida e turistas para a região.

Mas as obras não se limitam ao centro. Novas avenidas estão sendo abertas, ruas reformadas e o sistema de transporte passa por mudanças, numa tentativa de dar conta da demanda que virá com o evento e, de quebra, melhorar o cotidiano dos moradores.

O brilho das obras e o peso da transformação

Para muitos moradores, as obras representam a possibilidade de emprego, de renda e até de mudança de vida. Na construção civil, quem estava há meses desempregado agora encontra uma chance real de trabalhar, receber salário e ter uma rotina mais estável. No comércio e serviços, o movimento já começa a esquentar, com a expectativa da chegada dos visitantes.

Mas, junto com as oportunidades, vêm também as perdas. Em vários bairros, especialmente em áreas ribeirinhas e periféricas, famílias já foram obrigadas a sair de suas casas para que projetos considerados estratégicos sejam realizados. Muitas dessas pessoas vivem da pesca, do extrativismo ou do pequeno comércio e agora enfrentam a difícil tarefa de recomeçar em outro lugar, muitas vezes longe da comunidade e sem garantias sólidas.

Um exemplo emblemático é a construção da Avenida Liberdade, uma via expressa que atravessa reservas ambientais e áreas tradicionais, gerando o deslocamento de centenas de famílias. Esse é um dos pontos mais sensíveis da preparação para a COP-30, pois envolve equilíbrio delicado entre desenvolvimento e respeito à vida das pessoas.

O saneamento básico: um nó que ainda precisa ser desatado

Enquanto a cidade tenta se preparar para o mundo, parte da sua população ainda enfrenta problemas básicos, que a maioria considera direitos fundamentais.

Belém está entre as capitais brasileiras com pior cobertura de saneamento, um dado preocupante diante do discurso ambiental que será protagonista da COP-30. Em áreas como a Vila da Barca — uma das maiores comunidades de palafitas do país — as condições sanitárias são precárias, com esgoto a céu aberto e dificuldade no acesso à água limpa, colocando em risco a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas.

Essa situação mostra que sustentabilidade não é só questão de investimento em obras sofisticadas, mas também de garantir qualidade de vida para todos.

A movimentação do turismo e o impacto na cidade

Com a aproximação da COP, a expectativa de receber milhares de turistas movimenta a economia local. Muitos moradores, percebendo essa oportunidade, investem em melhorias em suas casas para oferecer hospedagem. Quartos reformados, imóveis anunciados em plataformas digitais, tudo para captar o movimento que deve chegar.

Esse boom pode significar um alívio financeiro para algumas famílias, mas também acende um alerta: a valorização imobiliária pode afastar moradores antigos das áreas centrais, aumentando a desigualdade e expulsando aqueles que construíram a cidade.

E depois da festa, o que fica?

Um dos grandes questionamentos que surgem é: qual será o legado da COP-30 para Belém? Será que as melhorias serão permanentes e beneficiarão a população mais vulnerável? Ou a cidade vai voltar à rotina de sempre, com os problemas estruturais ignorados depois que as luzes do evento se apagarem?

É comum que grandes eventos tragam avanços pontuais, mas nem sempre consigam transformar de forma duradoura as desigualdades e desafios que já existiam.

O desafio de fazer diferente

Para que a COP-30 deixe um impacto real, é necessário pensar no futuro da cidade de forma inclusiva. Isso significa escutar e atender às necessidades das comunidades ribeirinhas, indígenas e das populações periféricas, garantindo que o desenvolvimento aconteça de forma justa e sustentável.

É urgente que saneamento básico, moradia digna e proteção ambiental deixem de ser apenas promessas para se tornarem realidade palpável para todos.

Belém entre o ontem e o amanhã

A COP-30 pode ser um momento histórico para Belém, uma oportunidade para que a cidade se mostre para o mundo e para si mesma. Mas, para que isso aconteça de verdade, é preciso que as mudanças alcancem todos, não só as áreas nobres ou os setores econômicos mais poderosos.

A história que está sendo escrita agora é cheia de desafios, incertezas, mas também de esperança. A decisão que a cidade tomar poderá ser um exemplo de como unir desenvolvimento, justiça social e sustentabilidade, ou um alerta sobre o preço que pagamos quando deixamos muitos para trás.

My Hero Academia | Netflix garante fidelidade ao mangá com supervisão de Kohei Horikoshi no live-action

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A Netflix anunciou recentemente a produção de um filme live-action de My Hero Academia, e a notícia tem gerado grande expectativa entre fãs e críticos. O ponto central que diferencia esta adaptação de outras produções similares é o envolvimento direto de Kohei Horikoshi, criador do mangá, que supervisiona cada etapa do projeto, garantindo que a essência da obra original seja preservada.

Jason Fuchs, roteirista do filme, afirmou em entrevista à Entertainment Weekly que Horikoshi está “muito envolvido” no processo. “Não há tratamento, não há esboço, não há cenas que ele não revise, com polegares para cima ou para baixo”, explicou Fuchs. Ele acrescenta que essa participação reforça a confiança da equipe em entregar uma obra que os fãs reconhecerão e apreciarão, respeitando a história e os personagens que conquistaram o mundo.

O fenômeno que conquistou o mundo

My Hero Academia é um mangá escrito e ilustrado por Kohei Horikoshi, publicado na revista Weekly Shōnen Jump entre julho de 2014 e agosto de 2024, totalizando 42 volumes. No Brasil, a série é publicada pela JBC, enquanto em Portugal a responsabilidade é da Devir. Desde o início, a obra conquistou uma base sólida de fãs, graças à combinação de ação, humor, drama e a construção de um universo de super-heróis extremamente rico.

A história acompanha Izuku Midoriya, um jovem que nasce sem superpoderes — conhecidos no universo como “individualidades” — em um mundo em que a maioria das pessoas os possui. Apesar de sua condição, Midoriya sonha em se tornar um grande herói, inspirado pelo lendário All Might, o Símbolo da Paz.

Uma trajetória marcada por coragem e superação

O ponto de virada na vida de Izuku ocorre quando ele ajuda All Might em uma situação de perigo. Reconhecendo sua coragem e determinação, All Might decide compartilhar com ele seu poder, o One for All, permitindo que Midoriya ingresse na Escola de Heróis U.A. — uma instituição que treina jovens para se tornarem super-heróis.

A narrativa acompanha sua evolução, desde os desafios do treinamento até os conflitos com colegas e vilões poderosos. Personagens como Katsuki Bakugo, Ochaco Uraraka e Shoto Todoroki são parte essencial da trama, cada um com motivações próprias, dilemas morais e histórias de crescimento que tornam o universo da trama tão completa e cativante.

Do mangá ao anime

O sucesso do mangá impulsionou a produção de um anime pelo estúdio Bones. A primeira temporada estreou em abril de 2016, seguida por novas temporadas que expandiram o universo da história e aprofundaram o desenvolvimento dos personagens. No Brasil, o anime ganhou espaço na TV aberta em 2021, pelo canal Loading, enquanto em Portugal foi transmitido pelo Biggs em 2019.

A adaptação animada manteve a fidelidade à obra original, equilibrando momentos de ação intensa com tramas emocionais e cenas de construção de caráter. Esse cuidado ajudou a consolidar My Hero Academia como um fenômeno internacional, reconhecido tanto por críticos quanto por fãs.

Desafios da adaptação live-action

Adaptar um mangá e anime de sucesso para live-action é um desafio notório. Os personagens possuem habilidades únicas, cenas de ação extremamente dinâmicas e um estilo visual marcante. A supervisão de Horikoshi, contudo, promete minimizar erros de adaptação, garantindo que elementos essenciais da narrativa, do visual e da personalidade dos personagens sejam mantidos.

Jason Fuchs enfatiza que cada detalhe do roteiro será analisado, desde diálogos até as coreografias de combate. O objetivo é criar um filme que seja, ao mesmo tempo, fiel ao material original e capaz de dialogar com um público novo, que talvez nunca tenha lido o mangá ou assistido ao anime.

Por que My Hero Academia conquista fãs

O que diferencia My Hero Academia de outras histórias de super-heróis é a profundidade de seus personagens. Izuku Midoriya representa coragem, empatia e perseverança, valores que ressoam com o público de forma universal. Personagens como Bakugo e Uraraka acrescentam camadas de complexidade, mostrando que até os heróis enfrentam medos, inseguranças e conflitos internos.

Essa abordagem humana é parte do motivo pelo qual a obra conquistou leitores e espectadores em todo o mundo. O filme live-action terá a missão de transmitir essas nuances, equilibrando ação, drama e humor de maneira convincente.

“Só Vivendo”: Fiorella, Kaique & Felipe se unem em um hino sobre recomeços e o amor que (finalmente) faz sentido

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Foto: Reprodução/ Internet

Algumas músicas não nascem para tocar no fundo da alma — elas vêm de lá. É o caso de “Só Vivendo”, a nova colaboração entre a cantora Fiorella e a dupla Kaique & Felipe, que chega com a delicadeza de um abraço depois de tempos difíceis. A canção fala sobre dores passadas, amores que não deram certo e a coragem de seguir em frente até encontrar um sentimento real — sem pressa, sem máscaras, sem medo.

Lançada em todas as plataformas de áudio e vídeo, a faixa é uma composição de Felipe KEF, Ray Ferrari e Anderson Marreta, e ganha ainda mais potência com o clipe oficial dirigido por Rafa Costakent, filmado em São Paulo. Mas mais do que um lançamento, “Só Vivendo” é quase um diário emocional compartilhado com quem já errou, chorou e recomeçou — de cabeça erguida.

Uma música que vem do chão, não da vitrine

Fiorella não canta como quem quer brilhar — ela canta como quem já caiu e agora ilumina o próprio caminho. “Essa música carrega uma energia muito viva, muito verdadeira. E fazer isso com o Kaique & Felipe, que têm uma sensibilidade musical rara, foi muito especial. A gente se conectou logo de cara, sem esforço. Foi natural, como a própria mensagem da música pede”, compartilha a artista.

E a mensagem é direta, sem rodeios: não tem como viver um amor de verdade sem antes ter encarado os amores errados. A dor é parte da estrada. E essa estrada, quando bem vivida, pode levar a algo leve, bom — real.

Sertanejo com maturidade, sem vitimismo

Kaique & Felipe não escondem a empolgação com a parceria. “A Fiorella é uma artista que a gente sempre respeitou. Mas mais do que isso, ela entende o que está cantando. A letra de ‘Só Vivendo’ fala de gente real, que se lascou muito até entender o que é um amor de verdade. E ela trouxe isso com uma entrega absurda”, comenta Kaique.

Felipe reforça que o feat representa uma espécie de manifesto: “Tem espaço sim pra um sertanejo que não seja só sobre dor ou festa. A gente queria falar de reconstrução, de sentimento limpo. De alguém que caiu, aprendeu e agora ama melhor — e isso a gente só descobre… vivendo.”

Um clipe que não atua, sente

O videoclipe que acompanha o lançamento dispensa grandes narrativas. Em vez disso, foca no olhar, no gesto, na respiração de quem canta. Gravado em locações urbanas e com uma fotografia que valoriza o real e o íntimo, o diretor Rafa Costakent constrói uma estética sóbria e emocional, onde cada cena carrega a mesma verdade contida na música.

Fiorella aparece em momentos de introspecção e entrega, enquanto o trio divide planos que reforçam a sensação de que essa história não é só deles — é nossa também.

Um passo fora da fórmula — e muito além do previsível

“Só Vivendo” não tenta viralizar com coreografias nem frases de efeito. Sua força está no que ela não grita: a sutileza de aceitar os erros, a coragem de tentar de novo e o alívio de descobrir que o amor certo não machuca — ele acolhe.

Fiorella, Kaique & Felipe entregam um feat que não é só uma colaboração musical, mas uma conversa madura entre três artistas que, cada um à sua maneira, entenderam que a estrada da vida amorosa pode ser esburacada — mas vale a pena.

E a beleza está justamente aí: em aprender, cair, levantar… só vivendo.

Terror The Ugly Stepsister tem estreia oficial nos cinemas brasileiros anunciada

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema de hoje está cada vez mais ousado ao revisitar histórias clássicas, mostrando que os contos de fadas podem ter lados inesperados e sombrios. É exatamente isso que o público brasileiro vai descobrir com The Ugly Stepsister, filme de terror e drama que estreia nos cinemas em 23 de outubro de 2025, com distribuição da Mares Filmes e da Alpha Filmes. Exibido no Festival de Sundance 2025, o longa chega após conquistar a crítica internacional com sua visão inovadora do clássico conto de Cinderela.

Dirigido e escrito pela cineasta Emilie Blichfeldt, o filme não se limita a repetir o que já conhecemos. Pelo contrário, ele nos coloca dentro da mente de Elvira, uma das “irmãs feias” do conto, mostrando seus desejos, frustrações e a pressão de viver à sombra da meia-irmã Agnes. Esta abordagem transforma um clássico infantil em uma experiência intensa, cheia de tensão, drama psicológico e até horror.

Enquanto a Cinderela tradicional é celebrada por sua bondade e beleza, Elvira é apresentada como uma personagem complexa, vulnerável e, ao mesmo tempo, ambiciosa. Interpretada por Lea Myren, ela sonha em ser perfeita e conquistar o coração do príncipe Julian (Isac Calmroth), mas enfrenta obstáculos impostos tanto pela madrasta Rebekka (Ane Dahl Torp) quanto pela própria irmã, Agnes (Thea Sofie Loch Næss).

O filme explora de maneira sensível e brutal a pressão para se encaixar em padrões de beleza e perfeição. Elvira passa por tratamentos dolorosos e métodos extremos, desde cirurgias improvisadas até dietas extremas, que colocam sua saúde e sanidade em risco. Essa abordagem torna a história mais próxima da realidade, mostrando como a ambição e a pressão podem transformar relações familiares e afetar a autoestima.

A história começa com a união das famílias de Rebekka e Otto, motivada por interesses financeiros. Mas a promessa de riqueza se desfaz com a morte inesperada de Otto, deixando todos diante de dificuldades inesperadas. É nesse cenário que se desenrola a tensão entre as irmãs: Agnes, privilegiada e naturalmente confiante, e Elvira, pressionada pela mãe a ser perfeita e a superar a irmã.

Enquanto Elvira luta para conquistar o príncipe e provar seu valor, Agnes mantém sua postura firme e independente. O confronto entre as irmãs é o motor do filme, e cada gesto, cada olhar e cada decisão carregam uma carga emocional que faz o espectador torcer e sofrer junto com as personagens.

O baile real, cena central do conto, é reimaginado de forma sombria e intensa. Elvira consegue inicialmente chamar a atenção do príncipe, mas Agnes, com sua naturalidade e elegância, rouba o momento, mostrando que a autenticidade muitas vezes supera a aparência forçada. O suspense e o desconforto presentes nesta sequência tornam o filme único, lembrando que o terror não precisa vir apenas de monstros ou sangue, mas também das pressões humanas e familiares.

O sucesso do filme se deve muito às atuações do elenco. Lea Myren entrega uma Elvira cheia de nuances, alternando entre inocência, ambição e desespero. Thea Sofie Loch Næss oferece uma Agnes segura e encantadora, servindo como contraponto perfeito para o drama de sua meia-irmã. Ane Dahl Torp, como Rebekka, interpreta a madrasta com firmeza e frieza, lembrando que o verdadeiro horror muitas vezes vem das relações humanas, e não apenas das situações sobrenaturais.

Outros personagens, como Alma (Flo Fagerli), irmã mais nova de Elvira, e Isak (Malte Myrenberg Gårdinger), amigo de Agnes, contribuem para a profundidade da narrativa, trazendo humanidade e complexidade ao enredo. Cada personagem tem seu espaço, sua história e sua influência nos acontecimentos, tornando o filme rico e completo.

Terror psicológico e simbolismo

Diferente de filmes de terror convencionais, o longa-metragem trabalha o medo de forma psicológica. A violência não está apenas em eventos externos, mas nas pressões, na competição entre irmãs e na obsessão por perfeição. O desconforto do espectador vem do que é familiar e próximo: relações familiares tensas, expectativas esmagadoras e conflitos internos.

O simbolismo do filme é forte. O vestido destruído, os sapatos do baile e as cirurgias dolorosas são metáforas da pressão social e do preço da vaidade. Cada elemento visual reforça a narrativa e nos conecta às emoções das personagens, permitindo uma experiência de cinema intensa e reflexiva.

A coprodução envolvendo Noruega, Polônia, Suécia e Dinamarca trouxe riqueza cultural e diversidade estética ao filme. As locações e figurinos criam um mundo visualmente impressionante, que combina elementos de conto de fadas com um toque sombrio e realista.

A direção de Emilie Blichfeldt equilibra fantasia e realidade, criando cenas visualmente belas, mas carregadas de tensão. Desde o túmulo do pai de Agnes até o baile real, cada detalhe é pensado para intensificar a experiência emocional e psicológica do espectador.

Recepção internacional

O filme foi aplaudido no Festival de Sundance 2025 e também no Festival Internacional de Cinema de Berlim, recebendo elogios por sua abordagem ousada e inovadora. Críticos destacaram a coragem de revisitar um clássico infantil sob uma perspectiva sombria e madura, transformando um conto de fadas em uma reflexão sobre ambição, pressão social e relações familiares.

A recepção positiva aumenta as expectativas para a estreia brasileira, mostrando que o público pode esperar muito mais do que um simples filme de terror: é uma obra que mistura suspense, drama e crítica social de maneira envolvente e impactante.

Too Much | Netflix encerra minissérie de Lena Dunham após uma temporada, mas seu impacto permanece

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A Netflix confirmou que Too Much não ganhará uma segunda temporada. A decisão, tomada pelo próprio time criativo por trás da produção, encerra oficialmente a comédia romântica criada por Lena Dunham e Luis Felber, lançada em 10 de julho de 2025. Mesmo com vida curta, a série deixou sua marca com um romance moderno, imperfeito e profundamente humano, exatamente o tipo de história que Dunham sabe contar. As informações são do Omelete.

Na trama, conhecemos Jessica, interpretada por Megan Stalter, uma produtora de comerciais de Nova York que tenta juntar os restos do coração depois de um término traumático. Em busca de novos ares (e talvez de si mesma), ela aceita uma transferência de trabalho para Londres. Só que o recomeço que parecia romântico na teoria rapidamente se revela um choque de realidade: apartamento apertado, rotina solitária, e uma cidade que não acolhe tão fácil quanto os filmes de época prometem.

É nesse cenário que Jessica, tentando se provar corajosa, sai sozinha para um pub e acaba cruzando caminhos com Felix, vivido por Will Sharpe, um músico indie londrino com charme tímido, talento evidente e seus próprios conflitos internos. O encontro, despretensioso no início, marca o início de um romance que cresce devagar, com hesitações, vulnerabilidades e aquela dose de confusão emocional que faz qualquer relação parecer real.

O coração de Too Much está justamente nesse crescimento lento. Jessica e Felix precisam enfrentar diferenças culturais, expectativas incompatíveis, feridas antigas e dinâmicas familiares complicadas. Não é um conto de fadas. É sobre aprender a gostar de alguém enquanto ainda se tenta reaprender a gostar de si mesmo.

Por isso, o cancelamento (mesmo planejado) deixa um certo gosto agridoce no público. A produção nunca prometeu se estender, mas sua sinceridade emocional, seu humor desajeitado e a química delicada entre Stalter e Sharpe fizeram a minissérie se destacar no catálogo da Netflix.

A série se despede como chegou: pequena, honesta e cheia de verdades incômodas sobre amar, recomeçar e se permitir ser vulnerável. Uma temporada foi suficiente para contar essa história, mas não para impedir que ela continue ecoando em quem se viu, mesmo que um pouquinho nos passos incertos de Jessica e Felix.

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