Resumo da novela O Rico e Lázaro de sexta, 25/04/2025 (Record TV)

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Capítulo 140 – Sexta-feira, 25 de abril de 2025

O clima em Babilônia é de tensão e incerteza. O desaparecimento repentino do rei Nabucodonosor abala os alicerces do palácio e provoca um efeito dominó entre nobres e servos. Beroso, inquieto e desconfiado, questiona Daniel sobre o paradeiro do monarca, mas suas palavras são cautelosas. Daniel, por sua vez, mantém a serenidade, mas carrega no olhar a preocupação com o que está por vir.

Enquanto isso, os sábios se reúnem em segredo, trocando suposições e temendo que a ausência do rei represente mais do que um simples desaparecimento. Nitócris, tomada por um pressentimento sombrio, não consegue disfarçar a angústia diante do sumiço do pai. Sua inquietação cresce à medida que as horas passam sem qualquer notícia.

Do lado de fora do palácio, Joana, Rebeca e Hurzabum seguem com sua missão de solidariedade. Movidos pela compaixão, deixam os muros da cidade para levar ajuda aos necessitados, mesmo em tempos tão conturbados. A fé e a esperança são suas armas silenciosas contra a dor que paira no ar.

Nebuzaradã, por sua vez, assume uma postura implacável. Ele ordena uma varredura total em toda a cidade. Os oficiais, sob sua liderança e também de Rabe-Sáris, espalham-se por todos os cantos, determinados a encontrar o rei a qualquer custo. Portas são abertas, casas reviradas, e o pânico começa a se espalhar entre os cidadãos.

No palácio, a situação de Sammu-Ramat se agrava. A sacerdotisa volta a sangrar, e Darice, já profundamente abalada, entra em estado de alerta. Quando Sammu começa a tossir sangue, o desespero toma conta. Darice tenta manter o controle, mas o medo de perder sua senhora a consome.

Enquanto isso, Nabonido dá sinais de apoio a Evil-Merodaque, o que pode indicar movimentos políticos silenciosos em meio à crise — alianças se formam nas sombras, e o trono, sem rei, torna-se cada vez mais vulnerável.

Joana, Rebeca e Hurzabum seguem sua missão além dos portões da cidade, levando conforto e alimentos a quem mais precisa. Em um momento de pausa, compartilham palavras de fé e lembranças dos profetas, fortalecendo uns aos outros.

Dalila e Raquel, em conversas íntimas, demonstram o desejo de deixar Babilônia ao lado dos maridos. O peso da opressão e os ventos de guerra despertam nelas o sonho de um recomeço longe da corrupção e do sofrimento.

Ebede, introspectivo, relembra as profecias de Jeremias, como se buscasse respostas no passado para compreender os sinais do presente. Cada palavra do profeta ressoa como um alerta silencioso sobre o futuro da cidade.

Na busca incessante pelo rei, os oficiais invadem a casa de Elga, provocando medo e indignação. Nada é poupado. Em outro ponto da cidade, Zac reencontra Malca na rua. O rapaz se oferece para ajudá-la e, em meio ao caos, um laço de gentileza começa a se formar entre eles.

Enquanto isso, na Casa da Lua, os soldados chegam sem aviso. O local é revistado com rigor, e Zabaia entra em pânico ao perceber que sua produção clandestina de cerveja corre o risco de ser descoberta. Seu segredo, se revelado, pode levá-lo à ruína.

Entre buscas frenéticas, alianças veladas e corações aflitos, o capítulo mostra que, em tempos de crise, cada escolha carrega o peso do destino. A cidade treme, o trono está vazio, e o futuro de Babilônia parece mais incerto do que nunca.

Qual filme vai passar hoje (13) na Temperatura Máxima?

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Neste domingo, 13 de julho de 2025, a Temperatura Máxima traz uma das produções mais vibrantes e divertidas dos últimos anos: Jumanji: Bem-Vindo à Selva. Lançado em 2017, o filme é um reboot moderno que traz ação, humor e uma boa dose de nostalgia para quem cresceu com o clássico original dos anos 90. Prepare-se para embarcar em uma jornada onde videogames e selvas perigosas se misturam de forma surpreendente.

O enredo: adolescentes no corpo de heróis improváveis

A premissa é simples, mas muito eficaz: quatro adolescentes — cada um com suas características e inseguranças — encontram um antigo videogame chamado Jumanji. Ao ligarem o console, são literalmente transportados para dentro do jogo, assumindo avatares que são completamente opostos às suas personalidades. O nerd tímido vira um guerreiro musculoso, a garota popular se transforma em um homem atlético, e assim por diante.

O objetivo? Sobreviver a um mundo selvagem cheio de armadilhas, animais ferozes e inimigos perigosos, enquanto procuram uma saída para voltar ao mundo real. O filme mistura aventura e suspense com momentos de leveza e humor, explorando o desconforto e a transformação dos personagens ao longo da jornada.

Um elenco estrelado que rouba a cena

Parte do sucesso do filme está em seu elenco de peso, que entrega performances que vão muito além do esperado para uma aventura familiar. Dwayne Johnson, com sua presença imponente, lidera como Spencer, o nerd que ganha um corpo de herói. Sua química com Jack Black — que vive o avatar de um adolescente popular — rende momentos hilários e é um dos grandes destaques do filme. Black, conhecido por seus papéis cômicos e sua expressividade única, se destaca ao interpretar uma garota no corpo de um homem, trazendo humor e sensibilidade ao personagem.

Kevin Hart adiciona ainda mais energia à trama como o avatar impaciente e nervoso, equilibrando ação e comédia. Karen Gillan, a destemida Ruby Roundhouse, combina força e agilidade com um toque geek, o que dá um frescor à heroína tradicional. Além deles, Rhys Darby atua como o guia excêntrico dentro do jogo, oferecendo alívio cômico com seu humor nonsense e sotaque peculiar. Alex Wolff interpreta Spencer no mundo real, enquanto Nick Jonas tem um papel estratégico que complica e movimenta a trama.

Por que ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’ conquistou o público?

Além do elenco talentoso, o filme acerta ao combinar efeitos visuais de alta qualidade, cenas de ação bem coreografadas e um roteiro que mistura aventura e comédia sem perder o ritmo. Ele também aborda temas contemporâneos como autoaceitação, superação de medos e a importância do trabalho em equipe, tudo embalado por um tom leve e descontraído.

A narrativa ressoa tanto com jovens, que se identificam com os personagens adolescentes e suas dificuldades, quanto com adultos, que apreciam a nostalgia e a dinâmica dos atores. É um filme que entretém diferentes gerações sem perder sua identidade.

Como assistir e aproveitar

Depois da exibição na Temperatura Máxima, você pode conferir Jumanji: Bem-Vindo à Selva nas principais plataformas digitais. Está disponível para streaming na Netflix para assinantes e também pode ser alugado no Prime Video a partir de R$ 11,90, garantindo opções para todos os perfis de público.

Seja pela TV ou pelo streaming, a selva de Jumanji continua a ser um convite irrecusável para quem quer se divertir, rir e sentir a adrenalina de uma aventura épica sem sair de casa.

Saiba qual filme vai passar na Tela Quente 14/04/2025

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Nesta segunda-feira, 14 de abril, a Tela Quente convida o público para uma viagem emocionante e divertida pela vida de um dos maiores ícones do humor brasileiro com a exibição da cinebiografia “Mussum, O Filmis”. A produção retrata, com sensibilidade, leveza e bom humor, a trajetória marcante de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o inesquecível Mussum, mostrando não apenas o artista consagrado, mas também o homem por trás da fama.

Com direção de Silvio Guindane e roteiro de Paulo Cursino, o longa é inspirado no livro “Mussum – Uma História de Humor e Samba”, de Juliano Barreto, e acompanha desde a infância simples de Mussum, como filho de empregada doméstica e ex-militar, até sua consagração como músico e humorista. O filme lança luz sobre os bastidores de sua carreira e as dores e conquistas pessoais que moldaram sua personalidade carismática.

Na pele do protagonista, Ailton Graça entrega uma atuação poderosa, que emociona e diverte na medida certa. Sua interpretação vai além do caricato, destacando o lado humano de Mussum — suas lutas, seus sonhos e sua dedicação à arte. A história passa por sua passagem pelo exército, sua fundação do grupo Os Originais do Samba, e culmina no auge da fama com sua entrada no lendário quarteto Os Trapalhões, ao lado de Renato Aragão (Gero Camilo), Dedé Santana (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader).

O elenco de apoio também brilha, com Thawan Lucas Bandeira e Yuri Marçal interpretando Mussum em diferentes fases da vida. Cacau Protásio, Neusa Borges, Jennifer Dias, Cinnara Leal e outros grandes nomes completam a produção, enriquecendo a narrativa com interpretações sensíveis e marcantes.

“Mussum, O Filmis” equilibra com maestria o drama e a comédia, fazendo rir e chorar ao mesmo tempo. É uma homenagem sincera e merecida a um artista que revolucionou o humor brasileiro, com seu vocabulário irreverente, seu jeito único e, claro, seu amor pelo “mé”. A produção também evidencia a importância de Mussum para a representatividade negra na mídia brasileira, e como ele abriu caminhos com sua autenticidade e talento.

Onde assistir:

Além de ser exibido na Tela Quente, o filme também pode ser visto nas seguintes plataformas de streaming, mediante assinatura:

  • Globoplay
  • Telecine

Segredos e um verão inesquecível: Por que “Luca” é a escolha perfeita da Tela Quente desta segunda (29)

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Nesta segunda-feira, 29 de dezembro, a Tela Quente aposta em um filme que foge do óbvio e entrega algo raro: aconchego. Luca, animação da Pixar exibida pela TV Globo, é daquelas histórias que parecem simples à primeira vista, mas que, aos poucos, vão ganhando camadas emocionais e ficando com a gente mesmo depois dos créditos finais. Não é só um filme infantil. É uma lembrança de infância, um abraço de verão e uma metáfora delicada sobre crescer, se descobrir e pertencer.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama nos apresenta Luca Paguro, um jovem monstro marinho curioso, daqueles que vivem olhando para o horizonte e se perguntando o que existe além. Ele mora no fundo do mar com os pais superprotetores e a avó, que reforçam constantemente uma regra inegociável: nada de chegar perto da superfície. O mundo dos humanos, segundo eles, é perigoso, hostil e mortal para criaturas como eles. Mas Luca, como todo bom protagonista sonhador, sente que existe algo lá em cima que ele precisa conhecer.

Tudo muda quando ele cruza o caminho de Alberto Scorfano, um monstro marinho completamente diferente dele. Destemido, impulsivo e cheio de ideias malucas, Alberto revela um segredo que vira o mundo de Luca de cabeça para baixo: fora da água, monstros marinhos se transformam em humanos. É a partir desse momento que Luca se transforma em uma deliciosa aventura de verão, daquelas cheias de descobertas, pequenos medos e grandes sonhos.

Ao subir à superfície, Luca e Alberto chegam a Portorosso, uma pequena cidade litorânea na Riviera Italiana, nos anos 1950. O lugar parece ter saído de um cartão-postal: ruas coloridas, cheiro de massa fresca no ar, bicicletas cortando a praça e moradores que vivem em um ritmo tranquilo. É nesse cenário que eles conhecem Giulia Marcovaldo, uma garota humana determinada, inteligente e cheia de personalidade. O trio forma uma amizade improvável, mas extremamente verdadeira, daquelas que só acontecem quando a gente é jovem e acredita que o verão pode durar para sempre.

O grande charme de Luca está justamente nessas relações. A amizade entre Luca, Alberto e Giulia é construída de forma natural, com conflitos, ciúmes, risadas e momentos de silêncio. Luca, aos poucos, começa a se sentir parte de algo maior. Ao mesmo tempo, carrega o medo constante de ser descoberto, rejeitado ou expulso por ser diferente. Esse sentimento, tratado com tanta delicadeza pelo filme, é um dos motivos pelos quais Luca conversa tão bem com públicos de todas as idades.

Dirigido por Enrico Casarosa, o filme nasce de uma memória afetiva muito pessoal. O cineasta se inspirou na própria infância em Gênova, na Itália, para criar Portorosso e toda a atmosfera do longa. Isso fica evidente em cada detalhe: no jeito como as crianças vivem intensamente cada dia, na importância das pequenas coisas e naquela sensação única de que o verão é um período de transformação. Luca é, acima de tudo, um filme sobre crescer e perceber que o mundo é maior — e mais complexo — do que a gente imaginava.

Visualmente, a animação foge do padrão ultra-realista que muita gente associa à Pixar. Aqui, o traço é mais suave, quase artesanal. As influências vão do cinema italiano clássico ao estilo poético de Hayao Miyazaki, criando um visual acolhedor e cheio de personalidade. Portorosso não parece um cenário artificial, mas um lugar onde dá vontade de morar, mesmo que só por algumas horas.

As vozes do elenco original ajudam a dar vida a esse universo. Jacob Tremblay entrega um Luca sensível e genuíno, enquanto Jack Dylan Grazer faz de Alberto um personagem carismático, que usa a bravata como forma de esconder suas próprias inseguranças. Emma Berman, como Giulia, traz equilíbrio ao trio, representando coragem, curiosidade e empatia. Juntos, eles formam um conjunto que funciona de maneira orgânica e emocionante.

Por trás da fantasia e do humor leve, o longa-metragem fala sobre temas muito reais. A ideia dos monstros marinhos que precisam esconder quem realmente são funciona como uma metáfora poderosa sobre se sentir diferente, deslocado ou fora do padrão. O filme aborda aceitação, medo do julgamento, amadurecimento e a importância de encontrar pessoas que nos enxerguem de verdade. Tudo isso sem discursos pesados ou explicações óbvias — Luca prefere mostrar, sentir e deixar que o público interprete.

A trilha sonora de Dan Romer acompanha esse tom com precisão. As músicas ajudam a criar o clima italiano e reforçam as emoções da história, sem nunca roubar a cena. É o tipo de trilha que você talvez não perceba conscientemente o tempo todo, mas que faz toda a diferença na experiência.

Lançado originalmente em 2021, em meio à pandemia, o filme acabou chegando direto ao streaming em muitos países, onde rapidamente se tornou um fenômeno. Foi o filme mais assistido do ano nas plataformas digitais e recebeu elogios da crítica, além de indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar de Melhor Animação. Com o tempo, ganhou relançamento nos cinemas e até um curta derivado, Ciao Alberto, mostrando que o público realmente se conectou com aquele universo.

Na Tela de Sucessos de sexta (16/05), o SBT traz o clássico Fogo Contra Fogo

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Se você curte um bom filme policial que mistura ação, tensão e um drama daqueles que prende a atenção do começo ao fim, sua sexta-feira (16 de maio de 2025) já está garantida! A Tela de Sucessos do SBT vai exibir o mega clássico “Fogo Contra Fogo” (Heat), dirigido pelo mestre Michael Mann, que também assina o roteiro. A sessão começa às 22h e vai durar quase três horas de pura adrenalina — são 2h50min de muita emoção!

Por que você não pode perder?

O filme é daqueles que fazem história, sabe? Tem Al Pacino e Robert De Niro — dois ícones do cinema — numa disputa que é mais do que um simples jogo de gato e rato. É um duelo de mentes, estratégias e, no fundo, uma reflexão sobre escolhas, solidão e destino.

A história acontece em Los Angeles, onde uma quadrilha de ladrões profissionais, liderada pelo frio e calculista Neil McCauley (De Niro), dá um golpe de tirar o fôlego: rouba títulos ao portador no valor de US$ 1,6 milhão. Mas não é só isso, porque no meio da ação, três policiais acabam perdendo a vida, e o caso fica nas mãos do detetive Vincent Hanna (Pacino).

O que torna tudo tão interessante é que os dois lados são muito parecidos — cada um com suas regras e códigos, cada um tentando sobreviver em um mundo difícil. Enquanto Hanna tenta desvendar o crime e manter sua vida pessoal funcionando, McCauley planeja o próximo passo sem deixar espaço para erros.

Ah, e vale dizer que o filme tem aquela cena antológica que todo mundo comenta: os dois gigantes do cinema, Pacino e De Niro, finalmente se enfrentam cara a cara, em uma conversa tensa e carregada de significado, que é simplesmente imperdível.

Quer assistir onde mais?

Além de passar na TV aberta, “Fogo Contra Fogo” também está disponível no Disney+, para quem prefere assistir no conforto de casa, na hora que quiser.

Cinemaço deste domingo (13): TV Globo exibe O Relatório — quando a verdade se torna um campo de batalha

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Neste domingo, 13 de julho, o Cinemaço da TV Globo exibe um desses que não se esquece fácil: “O Relatório”, estrelado por Adam Driver e baseado em uma história real que ainda ecoa — talvez porque ela nunca tenha realmente terminado.

É sobre guerra, poder e política? Sim. Mas, mais do que isso, é sobre gente tentando fazer a coisa certa quando o mundo todo parece conspirar para que não façam.

Uma investigação que custou anos — e quase a própria alma

Daniel J. Jones (vivido com entrega por Adam Driver) não é um herói no molde clássico. Ele não tem capa, nem frases de efeito. É um homem comum — com senso de dever incomum.

Analista do Senado dos EUA, ele recebe a missão de investigar as ações da CIA após os atentados de 11 de setembro. Descobre, então, um sistema que legalizou a tortura, apagou rastros, destruiu fitas e contou com o silêncio de muita gente que preferiu “seguir ordens”.

Mas Daniel não recua. Mesmo quando a pressão aumenta. Mesmo quando ninguém mais acredita. Mesmo sem saber se alguém vai ouvir sua verdade.

E é aí que o filme se torna menos sobre política, e mais sobre coragem.

Uma história real contada sem efeitos — só com impacto

Dirigido e roteirizado por Scott Z. Burns, O Relatório é direto, denso, incômodo. Não tenta ser fácil — e não precisa. Ele aposta no poder do conteúdo, no peso dos documentos, na atuação contida e brilhante de um elenco que entende que menos é mais.

Annette Bening está impressionante como a senadora Dianne Feinstein, e Jon Hamm oferece a ambiguidade perfeita em um mundo onde quase ninguém é 100% inocente.

Silêncio, negação e uma pergunta que ainda paira

O que o filme mostra com precisão assustadora é o modo como a verdade incomoda quem se beneficia da mentira. Jones passa quase uma década montando o chamado “relatório da tortura” — e ainda assim não sabe se alguém vai lê-lo. Ou se vai fazer diferença.

A pergunta que O Relatório nos faz, sem gritar, é essa:
Quanto vale a verdade quando ninguém quer ouvi-la?

Uma noite para pensar, não só assistir

A TV aberta tem o poder de colocar histórias como essa nas casas de milhões. E nesse domingo, o Cinemaço oferece mais do que um filme: entrega uma reflexão necessária sobre ética, dever e o que resta de nós quando escolhemos o caminho certo — mesmo sozinhos.

Se você busca mais do que entretenimento, não perca.

Sequência confirmada! Guy Ritchie assume continuação de Matador de Aluguel com Jake Gyllenhaal

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Depois de conquistar os assinantes do Prime Video, Matador de Aluguel vai ganhar uma sequência — e com um reforço de peso nos bastidores. O renomado cineasta Guy Ritchie, conhecido por sucessos como Snatch: Porcos e Diamantes (2000), Sherlock Holmes (2009) e O Agente da U.N.C.L.E. (2015), foi escalado para dirigir o novo capítulo da história, segundo apuração da Variety.

Ritchie entra no projeto para substituir Doug Liman, diretor do remake original lançado neste ano. Liman, vale lembrar, demonstrou publicamente sua insatisfação com a decisão da Amazon de lançar o longa direto no streaming, sem exibição nos cinemas. Apesar da polêmica, o filme estrelado por Jake Gyllenhaal surpreendeu com ótima repercussão e audiência, o que pavimentou o caminho para uma sequência — agora sob a batuta de um diretor com estilo marcante e muita experiência em ação.

Ainda não há detalhes sobre a trama do novo longa, nem informações sobre quem mais do elenco original retorna ao lado de Gyllenhaal. Mas é certo que a expectativa está alta, especialmente após o sucesso da nova versão, que deu uma cara moderna ao clássico cult dos anos 1980.

Para quem não lembra, Matador de Aluguel (2024) é uma releitura do longa de 1989 estrelado por Patrick Swayze, um ícone do cinema da época. Na nova versão, Gyllenhaal interpreta Dalton, um ex-lutador do UFC que aceita trabalhar como segurança de um bar violento na Flórida, e acaba se envolvendo em uma rede de perigos, corrupção e ação desenfreada. O remake conseguiu equilibrar homenagem e inovação, entregando cenas de luta intensas, carisma e um bom ritmo narrativo.

Com o talento visual e narrativo de Guy Ritchie à frente do próximo capítulo, os fãs podem esperar sequências ainda mais estilizadas, diálogos afiados e, claro, muita pancadaria coreografada com classe. Resta saber agora se a continuação seguirá no streaming ou se a Amazon, diante do sucesso, vai repensar sua estratégia e levar o filme também para as telonas.

Enquanto novidades não chegam, você pode assistir ao Matador de Aluguel no Prime Video — e começar a se preparar para o que vem por aí. Guy Ritchie promete agitar a franquia!

Chico César será o convidado de Ronnie Von no Companhia Certa desta quarta-feira (06/08)

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Na madrugada desta quarta-feira, dia 6 de agosto, o programa Companhia Certa, da RedeTV!, exibirá uma entrevista emocionante e reveladora com um dos maiores poetas da música popular brasileira: Chico César. Com apresentação de Ronnie Von, o programa recebe o cantor e compositor para uma conversa intimista, marcada por reflexões sobre a vida, amor, arte e a força da música como linguagem universal.

Aos 61 anos, Chico César não precisa mais provar nada a ninguém. Sua obra fala por si. Mas, ao abrir o coração para Ronnie Von, o artista mostra que ainda tem muito a dizer — e principalmente a sentir.

O amor como bússola: Chico revela mudança de vida

Logo no início da entrevista, Chico César surpreende o apresentador e os telespectadores ao compartilhar, pela primeira vez em rede nacional, uma novidade sobre sua vida pessoal. “Me mudei para Brasília. O amor me chamou, fui morar com a minha namorada”, revelou o cantor, em tom leve e emocionado. A mudança para a capital federal aconteceu recentemente, e marca um novo capítulo em sua história.

O relacionamento com Larissa Furtado, advogada com quem está desde 2023, parece ter trazido não apenas estabilidade afetiva, mas também inspiração. “É a primeira vez que estou dizendo isso em público, mas é para você, que é um amigo”, confidenciou Chico, selando um momento de cumplicidade com Ronnie Von, que recebeu a notícia com carinho e entusiasmo.

Após quatro décadas vivendo em São Paulo, onde consolidou sua carreira e criou raízes artísticas profundas, Chico se permitiu recomeçar — um gesto raro, generoso e corajoso, que só os artistas verdadeiros ousam fazer: transformar a vida em arte, e a arte em vida.

Raízes, caminhos e a estreia tardia na música

Durante o bate-papo, Chico também relembra sua trajetória até se tornar um dos nomes mais respeitados da MPB. Natural de Catolé do Rocha, na Paraíba, ele sempre foi um apaixonado por palavras. Antes de se lançar como cantor, trabalhou como jornalista, diagramador e editor. Foi apenas em 1995, aos 31 anos, que lançou seu primeiro álbum, o marcante “Aos Vivos”, gravado ao vivo com voz e violão.

“Comecei relativamente tarde na música”, admite Chico, sem pesar. Pelo contrário: ele enxerga esse caminho como parte do processo que o forjou como artista. “A vida vai ensinando, vai moldando a gente. Eu já carregava muito dentro de mim quando comecei a compor e cantar.”

E esse “muito” que ele carrega se revela nas dezenas de músicas que compôs ao longo das últimas três décadas. Algumas se tornaram hinos populares, como “Mama África”, “À Primeira Vista” e “Estado de Poesia”. Outras, menos conhecidas do grande público, mas igualmente densas, são apreciadas por músicos e críticos como joias da canção brasileira.

Voz de muitos: canções que ganham novas camadas

Chico César é um artista que compreende o poder da interpretação. Ao longo da entrevista, ele comenta com orgulho o fato de ver suas músicas ganhando novas roupagens nas vozes de grandes nomes da música brasileira. Maria Bethânia, Elba Ramalho, Zizi Possi, Daniela Mercury — todos já gravaram canções suas.

“É muito lindo quando o intérprete se apropria e leva a música além, mostrando camadas que o próprio compositor não acessava”, reflete Chico. Para ele, esse é um dos maiores prazeres de ser compositor: ver sua obra crescer nas mãos (e vozes) dos outros, expandindo seu significado, sua emoção, seu alcance.

Essa generosidade artística — de entender que a música não é possessão, mas partilha — talvez seja um dos traços mais marcantes de sua personalidade. E fica evidente em cada resposta, cada acorde, cada sorriso durante a conversa com Ronnie Von.

Mama África: o grito poético das mulheres invisibilizadas

Entre uma lembrança e outra, Chico toca no violão um dos maiores sucessos de sua carreira: “Mama África”. Lançada no início da sua trajetória, a música é um verdadeiro manifesto poético. Nela, o cantor homenageia as mulheres que sustentam o mundo com trabalho invisível, cansadas e silenciadas, mas ainda assim fortes.

“Faz homenagem às mulheres que têm dupla jornada, cuidando do filho, da casa, do emprego, do marido”, explica. E completa: “Faço esse paralelo entre a mulher e a África, que deu muito ao mundo e recebe pouco.”

É esse olhar sensível, comprometido com a justiça social, que atravessa boa parte de sua obra. Chico nunca se furtou a tratar de temas complexos em suas letras: racismo, desigualdade, amor, espiritualidade, política. E o faz com lirismo, com poesia, sem abrir mão da crítica.

Uma entrevista em forma de canção

Durante todo o programa, a conversa flui como uma canção. Chico canta trechos de suas músicas, compartilha bastidores, revela influências e fala de fé, de ancestralidade, de resistência. E também de afeto. Ele não tem medo de se emocionar, nem de mostrar fragilidades — e talvez por isso mesmo seja tão forte.

Ronnie Von, por sua vez, se mostra um anfitrião à altura: respeitoso, curioso, sensível. O encontro entre os dois é mais do que uma entrevista. É uma celebração da arte, da amizade e da humanidade que une dois homens apaixonados por música e por palavras.

Pacificador | Novo trailer da 2ª temporada promete ação intensa e amplia conexões no DCU

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O universo de super-heróis da DC está prestes a ganhar mais uma peça fundamental: a segunda temporada de Pacificador. O novo trailer da série, divulgado recentemente, finalmente revelou os primeiros vislumbres dos episódios que chegam à HBO Max em 21 de agosto de 2025, marcando um capítulo essencial na construção do renovado DC Universe (DCU).

Para os fãs, a expectativa não poderia ser maior. Desde os primeiros filmes do DCEU, o público acompanha uma trajetória de altos e baixos na forma como os personagens e histórias se conectam. Agora, com a DC Studios adotando uma abordagem mais consistente e interligada, produções como a do anti-herói deixam de ser simples spin-offs para se tornarem elementos centrais de um universo compartilhado mais sólido, repleto de referências, conexões e consequências diretas entre filmes e séries.

Um anti-herói que conquista pela complexidade

O charme da série sempre esteve no equilíbrio entre brutalidade e humanidade. John Cena retorna como Chris Smith, um anti-herói que, apesar de seu comportamento ríspido e sarcasmo constante, revela vulnerabilidades profundas. Essa complexidade foi um dos grandes trunfos da primeira temporada, que conquistou fãs não apenas por cenas de ação impactantes, mas pelo mergulho psicológico no personagem.

O público aprendeu a acompanhar um homem imperfeito, que acredita em sua própria versão distorcida de justiça. Ao mesmo tempo em que provoca risadas com sua postura exagerada, Chris Smith também desperta reflexões sobre moralidade, responsabilidade e os limites entre certo e errado. Esse dualismo é o que torna a série única no universo de adaptações de quadrinhos, e a segunda temporada promete expandir ainda mais essas nuances.

Humor negro e ação: a marca de James Gunn

Além da construção do protagonista, Pacificador se destaca por sua combinação de comédia negra e ação de super-herói. James Gunn, criador, roteirista e diretor da série, imprime seu estilo característico, com diálogos afiados, timing cômico perfeito e cenas de ação coreografadas com intensidade cinematográfica.

Essa mescla de gêneros garante que a série seja ao mesmo tempo divertida, crítica e emocionalmente envolvente. Não se trata apenas de explosões e lutas: cada episódio explora a humanidade dos personagens, suas falhas e dilemas, criando uma narrativa que dialoga com o público de maneira madura e sofisticada, sem perder o tom leve que tornou a primeira temporada um sucesso.

Desafios e bastidores da produção

A segunda temporada, embora aguardada, não surgiu sem desafios. James Gunn, agora co-presidente da DC Studios, precisou dividir seu tempo entre funções executivas e o trabalho criativo direto nas produções, o que atrasou parcialmente o cronograma inicial. Além disso, a produção do spin-off Waller teve prioridade, mas acabou adiada devido às disputas trabalhistas que afetaram Hollywood em 2023.

Com esses ajustes, a equipe retomou a produção de Pacificador no início de 2024, garantindo que a série tivesse foco total. As filmagens aconteceram entre junho e novembro no Trilith Studios, em Atlanta, e foram conduzidas em paralelo com o novo filme do Superman, reforçando a ideia de um universo compartilhado interconectado.

Elenco robusto e novas conexões

John Cena retorna como Pacificador, e a série mantém um elenco sólido e diversificado. Entre os destaques estão Danielle Brooks (Orange Is the New Black), Freddie Stroma (Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Bridgerton), Jennifer Holland (Birds of Prey), Steve Agee (The Suicide Squad), Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, Wayne), Sol Rodríguez (Soy Luna), David Denman (The Office, Mamma Mia! Here We Go Again), Tim Meadows (Saturday Night Live, Scream Queens) e Michael Rooker (Guardiões da Galáxia, The Walking Dead). A presença de Frank Grillo, interpretando Rick Flag Sr. (Esquadrão Suicida, Capitão América: O Soldado Invernal), adiciona um elemento de peso, conectando diretamente a série aos filmes do Esquadrão Suicida e ao novo filme do Superman.

Essa teia narrativa é uma prova do cuidado da DC Studios em criar coerência e continuidade dentro do DCU. Cada personagem, mesmo os secundários, tem potencial de influenciar acontecimentos em outras produções, criando um universo interligado que recompensa fãs atentos e permite múltiplos níveis de engajamento.

O que esperar da segunda temporada

Embora muitos detalhes da trama ainda estejam guardados, algumas pistas já são visíveis no trailer: Chris Smith continua navegando entre sua missão violenta e as situações cômicas que surgem de seu comportamento impulsivo. A série promete explorar novas ameaças, personagens misteriosos e dilemas morais ainda mais complexos, aprofundando a jornada do anti-herói que conquistou o público na primeira temporada.

O humor ácido permanece, mas agora com maior inserção de drama e ligação direta com o universo maior da DC. Essa abordagem cria um equilíbrio dinâmico: ação de alto impacto, momentos cômicos bem-humorados e desenvolvimento psicológico consistente, mantendo os fãs engajados e curiosos sobre o que vem a seguir.

Pacificador como peça-chave do DCU

A segunda temporada não é apenas entretenimento: é um movimento estratégico da DC Studios para solidificar o DCU como um universo coeso. Com o lançamento de filmes como Superman abrindo portas para novos personagens e tramas, séries como Pacificador ajudam a estabelecer um alicerce narrativo interconectado, preparando o terreno para futuras histórias e spin-offs.

Essa integração reforça a ideia de que cada produção tem peso dentro do universo compartilhado, tornando cada episódio uma oportunidade para entender conexões, relações e consequências que vão além da tela.

Desconhecidos estreia no Telecine: Suspense e tensão imersiva na selvagem floresta do Oregon

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O universo do suspense e do terror psicológico ganha um novo capítulo intenso e envolvente com a chegada do filme Desconhecidos (Strange Darling, 2023) ao catálogo do Telecine no streaming nesta sexta-feira, dia 8 de agosto. A produção também terá sua estreia na TV paga no sábado, 9, às 22h, pelo canal Telecine Premium, e será reapresentada no domingo, 10, às 20h, no Telecine Pipoca.

Dirigido e roteirizado por JT Mollner, o filme é um thriller que desafia o espectador a acompanhar uma caçada implacável através das densas florestas do Oregon, nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que explora as nuances psicológicas de uma mulher perseguida por um assassino em série cruel e calculista.

A trama: uma luta pela sobrevivência entre a selva e o medo

No centro da narrativa está uma mulher — interpretada de forma intensa pela atriz Willa Fitzgerald — que se encontra ferida, vulnerável e isolada no meio da vasta e hostil floresta do Oregon. Ela é caçada por um homem cujo único objetivo é capturá-la a qualquer custo, um predador frio, implacável e cruel.

O longa inicia mostrando um crime aparentemente isolado, mas conforme a trama avança, essa ocorrência se transforma em uma onda de assassinatos brutais, compondo o retrato dos últimos meses conhecidos de um assassino em série, que aterroriza a região.

À medida que a perseguição se intensifica, o público é conduzido por um jogo de gato e rato onde a sobrevivência é a única motivação da protagonista — que, apesar da dor e do desgaste físico, tenta a todo custo se manter um passo à frente de seu agressor. A cada cena, o suspense cresce, com a narrativa trazendo reviravoltas e uma tensão quase palpável que culmina num desfecho impactante.

O diretor e roteirista JT Mollner: um nome a acompanhar

JT Mollner é um cineasta que vem ganhando destaque na cena do cinema de suspense e terror por sua habilidade em construir atmosferas densas e histórias emocionalmente envolventes. Sua abordagem tem como marca a criação de universos sombrios, onde os personagens são colocados em situações extremas, explorando seus limites psicológicos.

Com Desconhecidos, Mollner consolida seu estilo, trazendo um roteiro que não se apoia apenas nos sustos fáceis, mas aposta numa narrativa tensa, imersiva e psicológica. A escolha de ambientar a caçada na natureza selvagem do Oregon acrescenta uma camada extra de isolamento e perigo, transformando a floresta num personagem adicional que amplia a sensação de vulnerabilidade da protagonista.

Willa Fitzgerald: uma protagonista que transmite força e fragilidade

A atriz Willa Fitzgerald, que vem se destacando em produções de suspense e terror na televisão e no cinema, entrega uma performance multifacetada em Desconhecidos. Sua personagem é ao mesmo tempo forte, determinada e humana — alguém que não desiste mesmo diante das adversidades extremas.

Willa tem em seu currículo trabalhos importantes em séries como Scream (2015-2016) e Dare Me (2019), onde desenvolveu papéis que exigem profundidade emocional e capacidade de carregar o peso da narrativa. No longa-metragem, sua atuação foi elogiada pela crítica por conseguir transmitir as nuances da luta pela sobrevivência de forma convincente e com intensidade crescente.

Como assistir Desconhecidos no Telecine

O filme está disponível a partir de 8 de agosto no streaming do Telecine, acessível por meio do Globoplay e das operadoras de TV por assinatura que oferecem o serviço. Para quem prefere a experiência da televisão, o longa será exibido no sábado, 9, às 22h, no canal Telecine Premium, e no domingo, 10, às 20h, no Telecine Pipoca.

Essa variedade de opções permite que o público escolha a forma mais confortável de assistir ao thriller, seja no conforto do sofá com a qualidade do Telecine Premium, seja em dispositivos móveis via streaming.

Por que Desconhecidos merece sua atenção?

Em um mercado saturado de filmes de suspense que muitas vezes se apoiam em fórmulas desgastadas, o filme se destaca por oferecer uma narrativa que equilibra o psicológico e o visceral, o instinto de sobrevivência e o medo primal.

A jornada da protagonista, em meio a um cenário natural hostil e um inimigo implacável, é um convite para o espectador refletir sobre os limites humanos, a força interior e a luta constante pela vida.

Além disso, o filme se insere em um contexto contemporâneo em que produções que exploram o thriller psicológico ganham mais espaço, especialmente aquelas que valorizam personagens complexos e histórias que fogem do maniqueísmo tradicional.

JT Mollner e a evolução do cinema de suspense contemporâneo

Para além do filme, a trajetória do diretor JT Mollner é um ponto importante para entender o potencial de Desconhecidos. Seu trabalho vem sendo notado por trazer frescor e originalidade ao cinema de suspense, investindo em roteiros que privilegiam a imersão emocional do público e personagens tridimensionais. Mollner representa uma nova geração de cineastas que valorizam a construção de atmosferas e o desenvolvimento psicológico, afastando-se dos artifícios excessivos e da violência gratuita que por vezes marcam o gênero.

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