Resumo da novela A Sucessora de sexta-feira, 14/07/2023. A exibição está prevista para acontecer às 16h, no canal Viva.
Segundo informa o resumo de A Sucessora de 14 de julho de 2023, durante um momento de confronto, Roberto questiona os verdadeiros sentimentos de Miguel por Marina, gerando suspeitas e incertezas que afetam os relacionamentos dos personagens principais. Enquanto isso, Juliana decide tirar umas merecidas férias para se afastar dos conflitos que atingiram seu ápice na mansão.
Ainda em A Sucessora, Pedro Monte, com suas próprias intenções ocultas, captura uma imagem comprometedora de Luiza com sua câmera, aumentando ainda mais a tensão nos relacionamentos conturbados do enredo e despertando intensos ciúmes em Miguel. Todos esses eventos acontecem em meio a um turbilhão de emoções e acontecimentos.
O resumo da novela A Sucessora é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Neste sábado, 23/12/2023, prepare-se para um momento hilário e repleto de risadas no SuperCine. A atração da noite traz consigo uma comédia envolvente que promete entretenimento do início ao fim.
A trama gira em torno de Ned, um pai extremamente protetor e amoroso, que decide passar as férias com sua família. Durante a viagem, eles visitam a filha Stephanie, que apresenta a todos seu namorado, um jovem milionário. Contudo, a situação se complica quando o comportamento peculiar do rapaz gera inúmeros conflitos com Ned, que não consegue de forma alguma aprovar o relacionamento dos dois.
Sob o título original “Why Him?” e dirigido por John Hamburg, o elenco estelar composto por Bryan Cranston, Cedric Entertainer, James Franco e Zoey Deutch garante momentos de pura diversão. As vozes dos dubladores Alfredo Rollo, Armando Tiraboschi, Gaby Milani e Luiz Laffey adicionam um toque especial à experiência cinematográfica.
Curiosidades do filme Tinha Que Ser Ele?
“Tinha Que Ser Ele?” é uma comédia lançada em 2016, dirigida por John Hamburg, e traz à tona uma série de curiosidades fascinantes. No elenco principal, temos James Franco interpretando Laird Mayhew, Bryan Cranston no papel de Ned Fleming e Zoey Deutch como Stephanie Fleming.
Uma curiosidade intrigante é que a trama do filme foi inspirada em eventos da vida real, especificamente nas experiências do co-escritor Ian Helfer. Sua própria vivência ao apresentar sua namorada aos pais serviu como base para a hilariante dinâmica familiar explorada na história.
Outro ponto notável é a relação prévia entre os talentosos atores Bryan Cranston e Megan Mullally, que já haviam desempenhado papéis de marido e mulher na série de TV “Seinfeld”. A química entre eles, desenvolvida anteriormente, certamente contribuiu para a autenticidade das interações entre os personagens no filme.
James Franco e Bryan Cranston também tinham uma história cinematográfica conjunta anterior ao “Tinha Que Ser Ele?”, compartilhando o set de “Segurando as Pontas” (Pineapple Express), lançado em 2008.
A escolha de locações reais na Califórnia para as filmagens adicionou uma camada de autenticidade à produção, destacando-se especialmente na representação da casa da família Fleming. Esse toque de realismo é muitas vezes crucial para a imersão do público na trama.
Uma das cenas memoráveis do filme envolve a interação de James Franco com animais exóticos. Surpreendentemente, grande parte dessa cena foi improvisada, capturando as reações autênticas de Franco diante dos animais, o que adicionou um elemento espontâneo e engraçado à sequência.
A classificação etária R (Restrito) nos Estados Unidos, atribuída devido à linguagem vulgar e algumas cenas de nudez, ilustra o caráter irreverente e desinibido da comédia, que pode não ser adequada para todas as audiências.
Apesar das críticas mistas, “Tinha Que Ser Ele?” conseguiu conquistar um sucesso moderado nas bilheteiras, mostrando que a mistura de talento no elenco, enredos inspirados em experiências reais e o toque de improvisação podem resultar em uma fórmula cativante para a tela grande.
Horário de exibição do Supercine
Prepare-se para embarcar nessa comédia irresistível que promete arrancar gargalhadas e proporcionar um momento descontraído em sua noite. Não perca o SuperCine, que tem início logo após mais uma edição do Altas Horas. Garanta seu lugar no sofá e aproveite essa divertida sessão de cinema!
Na tarde deste sábado, 19/08/2023, o Cine Aventura da Record traz para sua tela o famoso filme de ação Caça-Fantasmas, uma produção que promete levar os telespectadores a uma jornada cheia de emoções e gargalhadas. Conheça todos os detalhes dessa história que conquistou corações ao redor do mundo.
O título original “Ghostbusters” é sinônimo de diversão e ação desenfreada. O filme conta com um elenco talentoso, incluindo Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon, Leslie Jones, Zach Woods e Ed Begley Jr. Esses atores dão vida a personagens que tornam essa aventura sobrenatural ainda mais cativante.
Com distribuição da Sony Pictures, “Caça-Fantasmas” é um filme que combina elementos de ação e comédia de forma única. Seus efeitos visuais surpreendentes e trama envolvente têm conquistado espectadores de todas as idades.
A trama começa com Erin Gilbert (Kristen Wiig), uma respeitada professora da Universidade de Columbia. Ela escreveu um livro sobre a existência de fantasmas anos atrás, em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). No entanto, essa obra nunca foi levada a sério. Tudo muda quando o livro é descoberto por seus colegas acadêmicos, resultando na perda de seu emprego e em uma série de eventos inesperados.
Quando Patty Tolan (Leslie Jones), uma funcionária do metrô de Nova York, testemunha eventos misteriosos no subterrâneo da cidade, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem em uma equipe improvável. Juntas, elas embarcam em uma jornada repleta de desafios sobrenaturais para salvar a cidade e, possivelmente, o mundo inteiro.
Caça-Fantasmas é uma produção que mescla habilmente cenas de ação emocionantes com momentos hilariantes de comédia. As situações inusitadas, os diálogos afiados e as reações engraçadas dos personagens garantem risadas do começo ao fim.
Não perca a chance de se envolver nessa emocionante caçada aos fantasmas e rir com as trapalhadas de um grupo de heroínas improváveis. Marque em sua agenda: o “Cine Aventura” exibirá “Caça-Fantasmas” no dia 19 de agosto. Prepare-se para uma tarde repleta de ação, risadas e diversão garantida.
Neste Domingo Maior, 29/10/2023, que promete muita ação para sua noite, prepare-se para uma história envolvente que mergulha nas tensões sociais e desafios enfrentados por uma comunidade em um momento crítico.
Durante os tumultuosos protestos desencadeados pela injustiça flagrante no julgamento de Rodney King, um taxista negro brutalmente espancado sem motivo por policiais, a região marginalizada de South Central, em Los Angeles, se vê envolta em caos e agitação.
É nesse cenário turbulento que Ollie, um dos poucos brancos que ainda residem na comunidade, é compelido a romper com sua vida reclusa e tomar uma atitude corajosa. Ele se une a uma mãe determinada para proteger um grupo de crianças inocentes da crescente onda de violência que ameaça engolir a todos.
“Kings,” o filme em destaque, é uma narrativa que aborda não apenas a coragem e a solidariedade, mas também as complexas dinâmicas sociais e culturais que permeiam situações de crise. Com um elenco impressionante que inclui nomes como Halle Berry, Daniel Craig, Issac Ryan Brown, Lamar Johnson, Kaalan Walker e Rachel Hilson, a produção é um retrato poderoso de uma comunidade unida diante da adversidade.
Curiosidades do filme
Inspirado nos Distúrbios de Los Angeles de 1992: O filme é uma viagem no tempo, revisitando os tumultuosos distúrbios de 1992 em Los Angeles. Essa parte sombria da história da cidade é o pano de fundo para uma narrativa cativante que mescla elementos fictícios com eventos reais.
Desafio Emocional para Halle Berry: Halle Berry, uma atriz renomada, enfrentou um desafio emocionante em sua carreira ao interpretar Millie Dunbar. Para se preparar para o papel, ela não apenas estudou profundamente o contexto histórico, mas também mergulhou na comunidade de South Central, imersa na complexa vida daquele período turbulento.
Daniel Craig em um Novo Registro: Daniel Craig, famoso por seu papel icônico como James Bond, oferece uma atuação surpreendentemente diferente em “Kings: Los Angeles em Chamas”. Seu papel como Obie Hardison mostra sua versatilidade como ator ao mergulhar em situações de alta tensão durante os distúrbios.
A Diretora Deniz Gamze Ergüven: Deniz Gamze Ergüven, diretora franco-turca, trouxe sua visão única para o filme. Sua abordagem criativa permitiu que a narrativa fosse retratada de forma emocionante e envolvente, proporcionando uma perspectiva sensível e autêntica.
Recepção Divergente da Crítica: “Kings: Los Angeles em Chamas” recebeu opiniões divergentes tanto da crítica especializada quanto do público. Alguns elogiaram a ousadia do filme ao abordar um evento histórico de extrema importância, enquanto outros sentiram que não atingiu todo o seu potencial. Essa variedade de opiniões destaca a complexidade e o impacto da narrativa.
Cenários Autênticos de Los Angeles: A produção do filme se esforçou para usar cenários autênticos de Los Angeles e South Central. Isso não apenas contribuiu para a autenticidade visual do filme, mas também ajudou a capturar a atmosfera real desses locais durante os distúrbios de 1992.
Relevância Contemporânea: Embora a história se passe na década de 1990, muitos dos temas abordados, como tensões raciais e protestos contra a injustiça, permanecem pertinentes na sociedade atual. “Kings: Los Angeles em Chamas” atua como um lembrete impactante de que as questões sociais e políticas discutidas na trama ecoam até os dias de hoje. O filme transcende a ficção cinematográfica e oferece reflexões importantes sobre a realidade contemporânea.
“Kings: Los Angeles em Chamas” não apenas nos leva de volta a um momento histórico, mas também nos desafia a refletir sobre questões atemporais. É uma experiência cinematográfica que vai além da tela, provocando discussões e reflexões sobre nossa sociedade e nossa história.
A direção sensível de Deniz Gamze Ergüven, somada a atuações marcantes, promete proporcionar uma experiência cinematográfica memorável. Não perca o Domingo Maior, que começa logo após mais um episódio de “Vai Que Cola.” Uma noite de emoções intensas aguarda por você!
Quem cresceu nos anos 90 certamente guarda com carinho na memória o rosto do Nino, o aprendiz de feiticeiro de 300 anos que morava em um castelo cheio de criaturas excêntricas e passagens secretas. Pois é, Cassio Scapin, o ator por trás desse personagem icônico do Castelo Rá-Tim-Bum, reviveu essas lembranças cheias de magia, emoção e até tensão no programa Sensacional, apresentado por Daniela Albuquerque, que vai ao ar nesta segunda-feira, 21 de abril. E a conversa foi daquelas que misturam nostalgia, bastidores surpreendentes e reflexões profundas sobre a carreira e a vida.
Cassio contou como foi dar vida ao Nino durante os anos em que o seriado foi exibido pela TV Cultura, entre 1994 e 1997. Quase três décadas depois, ele ainda se emociona ao falar da conexão com o público — principalmente as crianças, que simplesmente o idolatravam. E não era só na telinha não: a peça “Castelo Rá-Tim-Bum em: Onde Está o Nino?”, lançada em 1997, arrastou multidões. “Às vezes, eu precisava de segurança pra sair do teatro. Tinha criança que fazia carreata atrás de mim! Era lindo, mas ao mesmo tempo, bem louco”, relembrou, ainda surpreso com o tamanho da devoção dos pequenos fãs.
Mas nem tudo eram sorrisos e varinhas mágicas. Cassio também abriu o jogo sobre um momento tenso que viveu nos bastidores: uma apresentação no Parque Ibirapuera, em São Paulo, terminou em susto. “A van em que a gente estava foi cercada e sacudida por uma multidão. A gente ficava muito apreensivo, porque tinha pai com criança no colo no meio da confusão. Era assustador ver a comoção virar algo perigoso”, contou, demonstrando o quanto a fama pode ser intensa — e até arriscada.
Apesar de nunca ter planejado atuar para o público infantil, ele admite que o desafio foi um divisor de águas na sua carreira. “Virou uma coisa absurda. O espetáculo ficou em cartaz por uns cinco, seis anos. Lotava estádios! Tinha dia que eu saía direto do palco pro banheiro, passando mal de nervoso. Era uma responsabilidade gigante”, revelou o ator, que está comemorando 40 anos de trajetória artística.
Mesmo com tanto carinho do público, Cassio tomou uma decisão que poucos teriam coragem de tomar: se afastou de Nino no auge da popularidade. “Eu precisava seguir em frente, buscar outras possibilidades. Não queria ficar preso a um único personagem. Rompi no auge. Loucura, né? Mas foi necessário. Eu precisava me reinventar”, explicou, mostrando que sua inquietação artística sempre falou mais alto.
Durante o bate-papo, ele também fez questão de levantar um ponto delicado: a forma como os contratos da época foram assinados. Cassio revelou que, apesar do sucesso estrondoso, ele e os colegas de elenco não viram um centavo pelos produtos licenciados ou pela revinculação do programa. “A gente assinou um contrato péssimo, que cedia nossos direitos de imagem de forma vitalícia. Ninguém explicou nada, não tínhamos advogado. Ganhamos para fazer o programa, e só”, disse, com um misto de frustração e desabafo. Rosi Campos, que interpretava a feiticeira Morgana, também já falou sobre isso em outra entrevista ao mesmo programa, reforçando a falta de respaldo jurídico dos atores naquela época.
Mesmo com as dores e aprendizados do passado, o olhar de Cassio sobre o Castelo continua repleto de gratidão. “O Nino continua vivo no coração das pessoas. Onde eu vou, tem sempre alguém que lembra com carinho. E isso… isso não tem preço”, finalizou, com aquele brilho nos olhos de quem sabe que marcou uma geração inteira — e continua encantando outras tantas, mesmo anos depois.
Se você gosta de histórias que misturam romance, juventude e aquele toque de drama emocional, O Valor Absoluto do Amorprovavelmente já entrou no seu radar. A produção sul-coreana de 2026, disponível no Amazon Prime Video, vem conquistando espaço justamente por fugir um pouco do óbvio e apostar em uma trama criativa, leve em alguns momentos, mas também cheia de conflitos internos.
A série combina comédia romântica com ambiente escolar e ainda mergulha no universo BL (Boys’ Love), criando uma narrativa que conversa diretamente com o público mais jovem, mas que também pode surpreender quem busca algo diferente dentro dos doramas.
Quando estreiam os episódios 7 e 8?
Para quem já está acompanhando a história e quer saber quando saem os próximos capítulos, a espera não será longa. Os episódios 7 e 8 chegam ao catálogo do Amazon Prime Video no dia 1º de maio de 2026.
A série segue aquele formato que muita gente já se acostumou: lançamentos semanais em blocos de dois episódios. Isso mantém o público sempre engajado, mas também cria aquele suspense gostoso entre uma semana e outra.
Calendário completo dos episódios
Episódios
Data de estreia
Episódios 1 a 4
Já disponíveis
Episódios 5 e 6
Já disponíveis
Episódios 7 e 8
1º de maio
Episódios 9 e 10
8 de maio
Episódios 11 e 12
15 de maio
Episódios 13 e 14
22 de maio
Episódios 15 e 16
29 de maio (final)
Sobre o que é O Valor Absoluto do Amor?
A trama gira em torno de Yeo Eui-ju, uma estudante que, à primeira vista, não tem nada de especial. Ela é daquelas que passam despercebidas na escola, sem chamar atenção, sem grandes destaques. Mas essa imagem “comum” esconde um segredo bem curioso.
Fora do ambiente escolar, Eui-ju leva uma vida dupla: ela escreve romances BL voltados para o público adulto e publica tudo anonimamente na internet, usando o pseudônimo “Imuk”. É nesse universo que ela realmente se expressa, criando histórias intensas e cheias de emoção.
O problema? Quase ninguém lê.
Apesar do talento e da dedicação, suas histórias não fazem sucesso no começo. E isso mexe com ela mais do que parece, principalmente porque Eui-ju é extremamente sensível — alguém que entende bem os sentimentos dos outros, mas trava completamente quando o assunto é viver suas próprias experiências amorosas.
A virada que muda tudo
Tudo começa a mudar quando quatro novos professores chegam à escola. E não são professores comuns: todos jovens, carismáticos e com personalidades bem marcantes.
Como se não bastasse, eles acabam se tornando vizinhos de Eui-ju.
É aí que a história ganha um novo fôlego. Observadora como é, ela começa a usar esses professores como inspiração para seus personagens. Aos poucos, suas histórias ficam mais reais, mais envolventes — e finalmente começam a chamar atenção do público.
Só que esse crescimento vem acompanhado de um problema: quanto mais sucesso ela faz, maior é o risco de alguém descobrir sua identidade secreta.
Entre imaginação e realidade
Um dos pontos mais interessantes da série é justamente essa mistura entre o que é real e o que é inventado. As histórias que Eui-ju escreve começam a se confundir com sua própria vida, e ela passa a enxergar situações do dia a dia com um novo olhar.
Ao mesmo tempo, isso traz uma pressão enorme. Ela precisa esconder quem realmente é, lidar com a possibilidade de ser descoberta e ainda tentar entender os próprios sentimentos, algo que nunca foi seu ponto forte.
Essa dualidade deixa a narrativa mais rica e também mais próxima da realidade de muita gente, principalmente quem já sentiu dificuldade em se expressar ou em lidar com emoções.
Quem está no elenco?
O elenco é outro ponto que ajuda a série a se destacar. Kim Hyang-gi dá vida à protagonista com uma atuação que equilibra bem timidez, humor e intensidade emocional. Ao lado dela estão Cha Hak-yeon, Kim Jae-hyun, Son Jeong-hyeok e Kim Dong-gyu, que interpretam os professores que acabam virando peças-chave na história. Cada um traz uma energia diferente, o que deixa a dinâmica entre os personagens mais interessante.
Por trás de lutas intergalácticas e um multiverso recheado de inteligência artificial, mitologia e desigualdade social, Max Oliver: O Protetor das Galáxias guarda algo muito mais íntimo: a história de um homem que usou a imaginação como forma de sobrevivência. Escrita por Jonatas Aragão, a saga não nasceu em meio ao conforto de um escritório silencioso, mas sim em um porão improvisado, onde a esperança era o único alicerce possível.
Na conversa a seguir, Jonatas compartilha como deu vida ao seu protagonista em um dos momentos mais difíceis da própria trajetória — e como a ficção virou abrigo, motivação e caminho de transformação. Max, afinal, não é apenas um herói de fantasia. É reflexo da luta de quem, mesmo sem superpoderes, decide continuar tentando.
Como nasceu o universo de Max Oliver? Há quanto tempo essa história te acompanha?
Tudo começou entre 2019 e 2020, quando me mudei para São Paulo em busca de uma vida melhor. Chegando na Baixada Santista, enfrentei uma realidade dura: desemprego, dificuldades financeiras e, mais tarde, a pandemia, que agravou ainda mais a situação. Como meu relacionamento com a esposa do meu pai não era bom, acabei sendo expulso de casa.
Passei a viver em um porão, dormindo em uma cama feita de blocos de cimento e pedaços de madeira, coberta por uma espuma fina. Me sentia completamente derrotado.
Foi num desses dias tristes que ouvi, pelo celular emprestado do dono da casa, a música Tente Outra Vez, de Raul Seixas. Aquela canção despertou algo dentro de mim — um desejo quase esquecido de recomeçar. Ao lado da cama, havia um caderno velho. Peguei uma caneta e rabisquei os primeiros personagens: um garoto com dois braceletes e uma menina misteriosa. Eles viriam a ser Max Oliver e Sarah Blake.
Ali, naquele instante, eu entendi que a escrita poderia me resgatar. Aquela história se tornaria minha força. Assim nasceu o primeiro volume da saga, que hoje sei que terá doze. Foi o meu jeito de transformar dor em criação.
Seu livro mistura multiversos, desigualdade, IA e mitologia. Como costurou tudo isso sem perder o lado emocional?
A desigualdade social foi o ponto de partida. No primeiro volume, ela está muito presente. Me inspirei no bairro do Bronx, nos EUA — lugar de abandono e sobrevivência. Max é um garoto criado no pior bairro de Nova York, vivendo com a mãe, Bárbara, uma mulher guerreira. Do outro lado da balança está Sarah Medellín Blake, uma jovem multibilionária de uma das famílias mais influentes do mundo. A distância entre eles não é só financeira — é um abismo de experiências.
Mas não queria contar apenas uma história sobre contrastes sociais. Quis sonhar maior. Quis criar um multiverso onde tudo fosse possível: raças inéditas, tecnologias imaginárias, culturas próprias e até civilizações inteiras.
A mitologia entrou depois, por sugestão do coautor Jorge Miguel, que viu na mitologia um elo simbólico capaz de aprofundar ainda mais a trama. Ela trouxe camadas, significados, pontes entre passado e futuro.
Apesar da variedade de elementos, a emoção sempre foi meu norte. Queria tocar o coração das pessoas — crianças, adultos ou idosos. Escrevo de forma simples, direta, mas com espaço para quem quiser mergulhar fundo.
A nostalgia geek é muito presente. Qual foi o papel das referências dos anos 90 e 2000 na construção da saga?
Essas referências foram fundamentais. Não como adorno, mas como essência. As produções geek da minha infância e adolescência — Ben 10, Liga da Justiça, Super Choque, Homem-Aranha, Batman do Futuro — todas elas me ensinaram valores.
Mais do que ação, elas falavam sobre coragem, empatia, sacrifício, amizade. Eram verdadeiras aulas de humanidade disfarçadas de aventura.
Ao colocar essas influências em Max Oliver, meu objetivo foi duplo: prestar uma homenagem afetiva e apresentar essas vibrações a uma nova geração. Muitos jovens de hoje não conheceram essas obras, então quis trazer, com minha própria linguagem, um pouco daquela mágica de volta.
Qual é, no fim das contas, a mensagem que você gostaria que os leitores levassem de Max Oliver?
Espero que os leitores entendam que Max Oliver é mais do que ficção científica — é uma história sobre gente. Sobre nós. Sobre dor, escolhas e recomeços.
Quero que cada pessoa que leia o livro perceba que também carrega dentro de si um potencial enorme, ainda que adormecido. E que esse potencial, às vezes, só desperta nos momentos mais escuros da vida.
Não são os superpoderes que tornam alguém especial. São as decisões que tomamos quando tudo parece perdido. Max não é invencível. Ele sofre, erra, cai. Mas segue em frente — e isso o transforma.
No fim, meu desejo é que Max Oliver seja, para quem lê, o que ele foi para mim: uma fagulha de esperança. Uma lembrança de que ainda dá pra tentar. Ainda dá pra recomeçar.
Programa traz confeiteira que descobriu seu talento em um projeto apoiado pelo Criança Esperança
Neste domingo, 13 de outubro, o programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) traz uma edição emocionante e inspiradora, repleta de histórias de brasileiros que transformaram suas paixões em empreendimentos de sucesso. Os protagonistas deste episódio são exemplos brilhantes de criatividade, inovação e resiliência, abrangendo uma gama diversificada de setores, desde técnicas artesanais e sustentáveis até soluções tecnológicas que promovem impacto social. Entre os destaques, estão letristas que revolucionaram o mercado de comunicação visual, uma família que se reinventou por meio da agricultura, uma empresária que lidera um movimento de reciclagem com impacto social e uma confeiteira que descobriu sua vocação de uma forma surpreendente.
Criatividade no Mercado de Letrismo: Uma Jornada Pessoal
No quadro “Que Negócio É Esse?”, o programa se aprofunda no universo do letrismo, apresentando como dois empreendedores transformaram a arte de criar letreiros em negócios rentáveis, cada um com seu estilo e abordagem únicos. Isabela, originária de Belém (PA), encontrou na caligrafia manual a chave para seu sucesso. Seus letreiros personalizados, elaborados à mão com um cuidado artístico excepcional, conquistaram um público fiel que busca estética e sofisticação para lojas, eventos e celebrações.
Enquanto isso, Ricardo, de Campo Grande (MS), apostou na modernidade dos letreiros em neon. Suas criações iluminadas e vibrantes trouxeram um toque contemporâneo ao mercado, atraindo clientes que desejam se destacar e chamar a atenção para seus negócios. Ambos os empreendedores demonstram como a personalização e a originalidade são elementos essenciais para se diferenciar em um ambiente competitivo e dinâmico como o design gráfico.
Retorno às Raízes: A Reinvenção na Agricultura Familiar
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher Rural, que acontece em 15 de outubro, o programa faz uma viagem até Marechal Floriano, no Espírito Santo, para contar a inspiradora trajetória de Tatiane Gilles. Após a perda de um de seus irmãos, Tatiane decidiu retornar às suas origens e assumir a gestão da fazenda da família, com foco no cultivo de morangos em estufas. Esse retorno à agricultura foi um processo de redescobrimento e inovação, permitindo que Tatiane integrasse novas tecnologias sustentáveis e práticas agrícolas modernas, aumentando assim a produtividade e a qualidade de seus produtos.
Atualmente, a produção de Tatiane não só abastece a região, mas também se tornou um exemplo de como o empreendedorismo pode transformar vidas no campo. Sua história é um testemunho de que voltar às raízes pode se traduzir em oportunidades de crescimento e superação, além de contribuir para o desenvolvimento de comunidades rurais.
Reciclagem com Impacto Social: O Movimento Moeda Verde
Outra narrativa emocionante vem de Igarapé-Açu, no Pará, onde a empresária Carolina conseguiu transformar a reciclagem em uma iniciativa de grande impacto social. Em 2018, ela fundou o Movimento Moeda Verde, um projeto inovador que incentiva a reciclagem, permitindo que os moradores troquem materiais recicláveis por uma “moeda verde”, equivalente a R$ 1,00. Esta moeda pode ser utilizada em comércios locais cadastrados, promovendo não apenas a preservação ambiental, mas também o fortalecimento da economia local.
Além disso, Carolina expandiu sua iniciativa com a criação de um Banco Social, que oferece microcrédito para mulheres em situação de vulnerabilidade, permitindo que elas iniciem seus próprios negócios. A ação tem gerado uma transformação positiva na vida de muitas pessoas, demonstrando que é possível unir sustentabilidade e empreendedorismo de forma a criar um impacto social significativo e duradouro.
Paixão Descoberta no Show de Talentos
O episódio deste domingo também apresenta a comovente história de Carla, uma confeiteira de Itapecerica da Serra (SP), que descobriu sua vocação de maneira inusitada. Aos 14 anos, durante um show de talentos em sua escola, apoiada pelo projeto Criança Esperança, Carla decidiu confeitar um bolo pela primeira vez. O sucesso foi tão grande que sua paixão pela confeitaria emergiu ali, diante de amigos e familiares.
Em 2020, Carla deu um passo audacioso e fundou seu próprio ateliê de bolos e docinhos, transformando sua paixão de infância em um negócio próspero e respeitado. Com criações artísticas e deliciosas, ela conquistou uma clientela fiel, provando que talento, dedicação e amor pelo que se faz são ingredientes essenciais para o sucesso.
O episódio deste domingo de Pequenas Empresas & Grandes Negócios é um convite imperdível para conhecer histórias de superação, inovação e empreendedorismo em setores diversos. Seja no design, na agricultura, na reciclagem ou na confeitaria, esses empreendedores demonstram que, com criatividade e determinação, é possível transformar sonhos em realidades de sucesso.
Sintonize no programa, que vai ao ar no domingo, 13 de outubro, às 7h30 da manhã na Rede Globo, e deixe-se inspirar por essas narrativas poderosas que ressaltam a força e a resiliência do espírito empreendedor brasileiro. Uma verdadeira aula de inovação e esperança que promete emocionar e motivar todos os espectadores.
Os planos da Lucasfilm para o universo de Ahsoka mudaram oficialmente. Durante o Disney Upfront, evento realizado pela Disney para apresentar suas próximas apostas ao mercado, foi confirmado que a segunda temporada da série estrelada por Rosario Dawson não chegará tão cedo. Os novos episódios agora estão previstos apenas para o começo de 2027.
A notícia caiu como um balde de água fria para os fãs de Star Wars. Caso o calendário seja mantido, o intervalo entre a estreia da primeira temporada e o retorno da produção será de quase quatro anos. Até o momento, o Disney+ ainda não divulgou uma data oficial para o lançamento.
Mesmo com a demora, a série continua ocupando uma posição importante dentro da atual fase da franquia. A trama faz parte do núcleo de histórias conectadas iniciado por The Mandalorian e expandido em produções como O Livro de Boba Fett e Star Wars: Skeleton Crew. O objetivo da Lucasfilm é transformar essas narrativas em um grande arco compartilhado, algo semelhante ao modelo utilizado pelos universos cinematográficos modernos.
Por que a Lucasfilm decidiu adiar a série?
A empresa ainda não explicou oficialmente o motivo do adiamento, mas o cenário indica uma reorganização interna do calendário de Star Wars. Nos últimos anos, a franquia passou por mudanças constantes de estratégia, alternando prioridades entre cinema e streaming. Com isso, alguns projetos acabaram ganhando mais tempo de desenvolvimento.
Nos bastidores, a segunda temporada da trama é tratada como uma produção de grande escala. Além de continuar eventos importantes da série, os próximos episódios também devem preparar o terreno para o futuro filme comandado por Dave Filoni, que promete reunir personagens das séries do Disney+ em um conflito galáctico ainda maior.
Filoni, inclusive, segue como uma das figuras centrais da atual fase de Star Wars. Depois de conquistar o público com animações como Star Wars: The Clone Wars e Star Wars Rebels, o produtor assumiu um papel criativo decisivo dentro da Lucasfilm. Ahsoka é considerada praticamente uma extensão desse legado, já que a personagem foi criada pelo próprio cineasta anos atrás.
Como a moça se transformou em uma das personagens mais populares da saga?
Quando surgiu pela primeira vez em The Clone Wars, Ahsoka Tano dividia opiniões entre os fãs mais antigos da franquia. Com o passar do tempo, porém, a personagem deixou de ser apenas a aprendiz impulsiva de Anakin Skywalker para se tornar uma das figuras mais importantes do universo expandido.
A trajetória da personagem atravessou diferentes fases da cronologia de Star Wars, desde as Guerras Clônicas até o período pós-queda do Império. Isso permitiu que o público acompanhasse sua evolução de forma mais profunda do que muitos protagonistas da franquia.
A chegada de Rosario Dawson ao papel em live-action ajudou ainda mais a ampliar a popularidade da heroína. Sua estreia em The Mandalorian rapidamente virou um dos assuntos mais comentados entre os fãs, levando a Lucasfilm a acelerar o desenvolvimento de uma série própria.
O que aconteceu na primeira temporada?
A trama da primeira temporada girou em torno do desaparecimento do Grande Almirante Thrawn, um dos estrategistas mais perigosos já ligados ao antigo Império Galáctico. Ahsoka acreditava que encontrá-lo poderia impedir o surgimento de uma nova ameaça militar na galáxia.
Ao mesmo tempo, a protagonista também buscava Ezra Bridger, desaparecido desde os eventos finais de Star Wars Rebels. Essa missão acabou levando a personagem para uma jornada marcada por reencontros, traições e descobertas envolvendo outras galáxias.
Durante a história, o público conheceu Baylan Skoll e Shin Hati, dois guerreiros ligados à Força que atuavam como mercenários ao lado de Morgan Elsbeth. Baylan rapidamente chamou atenção por sua postura diferente dos tradicionais vilões da saga. Em vez de buscar poder absoluto, o personagem parecia interessado em quebrar ciclos antigos que conectavam Jedi, Sith e Império.
Grande parte da carga emocional da temporada também esteve na relação entre Ahsoka e Sabine Wren. Após um passado conturbado, as duas precisaram reconstruir a confiança enquanto enfrentavam novas ameaças.
A série ainda mergulhou em conceitos mais espirituais da franquia, especialmente no episódio em que Ahsoka reencontra Anakin Skywalker no chamado “Mundo Entre Mundos”. O retorno de Hayden Christensen emocionou fãs antigos e ajudou a aprofundar os conflitos internos da protagonista.
Como terminou o primeiro ano da série?
O último episódio deixou claro que a história está longe de acabar. Depois de anos desaparecido, Thrawn finalmente conseguiu retornar à galáxia principal acompanhado pelas Grandes Mães de Dathomir e seus soldados sobreviventes.
A volta do personagem representa uma enorme ameaça para a Nova República, principalmente porque parte do governo ainda se recusa a acreditar na possibilidade de um novo levante imperial.
Enquanto isso, Ahsoka, Sabine e o droide Huyang acabaram presos em Peridea, um planeta distante localizado em outra galáxia. Sem uma maneira imediata de retornar, o trio ficou isolado enquanto Thrawn recuperava espaço político e militar.
Ezra Bridger, por outro lado, conseguiu escapar e voltar para casa, reencontrando Hera Syndulla após anos desaparecido. O momento marcou um dos encerramentos mais emocionais da temporada.
O episódio final ainda deixou várias perguntas em aberto envolvendo Baylan Skoll e Shin Hati. A última aparição de Baylan sugeriu que o personagem havia encontrado algo extremamente antigo e poderoso em Peridea, possivelmente ligado aos misteriosos Deuses Mortis, figuras conhecidas pelos fãs mais atentos das animações.
A cerimônia do Academy Awards 2026 chegou ao fim com uma noite marcada por grandes vitórias, recordes de indicações e algumas surpresas. Entre os destaques da premiação, o longa “Uma Batalha Após a Outra” se consagrou como o principal vencedor, levando seis estatuetas e consolidando seu domínio em uma edição bastante disputada. Para o Brasil, porém, o resultado foi agridoce: apesar de indicações importantes, nenhum dos representantes do país conseguiu levar o prêmio para casa.
O filme brasileiro O Agente Secreto concorria em quatro categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional. A produção chegou à cerimônia cercada de expectativa e representava uma das maiores presenças brasileiras na premiação nos últimos anos. Ainda assim, acabou superada pelos concorrentes em todas as categorias. Na disputa internacional, o prêmio ficou com Valor Sentimental, que também apareceu em outras categorias importantes da noite.
Outro nome brasileiro que chamou atenção na premiação foi o diretor de fotografia Adolpho Veloso, indicado na categoria de Melhor Fotografia pelo trabalho em Sonhos de Trem. A indicação representou um reconhecimento significativo para o profissional, mas o prêmio acabou indo para Pecadores, que teve um desempenho forte ao longo da cerimônia e terminou a noite com quatro estatuetas.
O grande vencedor da noite
O maior destaque do Oscar deste ano foi, sem dúvida, Uma Batalha Após a Outra. O longa chegou à premiação com 13 indicações e confirmou o favoritismo ao conquistar seis prêmios, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Paul Thomas Anderson e Melhor Roteiro Adaptado. A produção também venceu em categorias técnicas importantes, como Montagem e Direção de Elenco.
O reconhecimento consolidou o filme como uma das obras mais celebradas da temporada de premiações. Além do prêmio principal, o longa também garantiu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Sean Penn, que interpretou um dos personagens mais marcantes da narrativa.
Recordista de indicações
Outro título que dominou a conversa ao longo da temporada foi Pecadores. O filme chegou ao Oscar com impressionantes 16 indicações, um recorde para esta edição. Embora não tenha levado o prêmio principal, terminou a noite com quatro vitórias importantes.
Entre elas está o Oscar de Melhor Ator para Michael B. Jordan, cuja performance foi amplamente elogiada pela crítica ao longo do ano. O filme também venceu em categorias como Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora, consolidando seu peso artístico e técnico dentro da premiação.
Vitórias importantes em outras categorias
Entre os demais destaques da noite, o filme Frankenstein conquistou três prêmios, incluindo Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Maquiagem e Penteado. A produção chamou atenção pelo cuidado estético e pela recriação visual do clássico personagem da literatura.
Na categoria de animação, o prêmio ficou com Guerreiras do K-Pop, que também levou a estatueta de Melhor Canção Original com a música “Golden”. A vitória reforça a crescente presença de produções animadas que dialogam diretamente com a cultura pop global.
Já na disputa por efeitos visuais, o grande vencedor foi Avatar: Fogo e Cinzas, que impressionou a Academia com seu espetáculo técnico e visual.
Interpretações consagradas
Nas categorias de atuação, além da vitória de Michael B. Jordan, o prêmio de Melhor Atriz ficou com Jessie Buckley por sua performance em Hamnet. A atriz entregou uma atuação intensa e emocional que foi considerada uma das mais marcantes da temporada.
Entre as atrizes coadjuvantes, quem levou a estatueta foi Amy Madigan por A Hora do Mal. A vitória foi considerada uma das surpresas da noite, já que a disputa incluía nomes bastante comentados ao longo da campanha do Oscar.
Destaques técnicos e outras categorias
A cerimônia também premiou produções em diversas áreas técnicas e artísticas. O filme F1: O Filme levou o prêmio de Melhor Som, enquanto o documentário vencedor foi Um Zé Ninguém Contra Putin, que chamou atenção pela abordagem política e pelo impacto de seu tema.
Entre os curtas-metragens, os vencedores incluíram “The Girl Who Cried Pearls” na categoria de animação, “Quartos Vazios” no documentário e “Os Cantores”, que dividiu a vitória com “Two People Exchanging Saliva” na categoria de curta de ficção.