A Universal Pictures oficializou o lançamento do trailer de “Obsessão”, nova aposta do gênero dirigida por Curry Barker (Milk & Serial / The Chair). O longa chega ao grande público após uma trajetória vitoriosa em 2025, onde acumulou elogios no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) e conquistou o prestigiado Grande Prêmio do Público no Festival de Sitges, na Espanha, consolidando-se como um fenômeno antes mesmo de sua estreia comercial, prevista para 2026. Abaixo, confira o vídeo:
A trama acompanha Bear, interpretado por Michael Johnston (Teen Wolf / Inversion / The Inbetweeners / Slash), um funcionário de uma loja de música que personifica o “romântico incurável”. Em um momento de desespero emocional, Bear adquire o “Salgueiro de Um Desejo”, um artefato místico que promete realizar sonhos. Ao danificar o objeto durante um pedido para que sua amiga de infância se apaixone por ele, o protagonista desencadeia uma distorção na realidade: o amor surge, mas manifesta-se como uma patologia violenta e sobrenatural.
O peso dramático da obra repousa em um elenco versátil. A contraparte de Johnston é Inde Navarrette (Superman e Lois / 13 Reasons Why / Wander Darkly / Kids of the Black Hole), que interpreta Nikki. A atriz é amplamente elogiada pela transição física exigida pelo papel, evoluindo de uma jovem solar para uma figura de obsessão absoluta.
O suporte narrativo conta com Cooper Tomlinson (Milk & Serial / The Chair / Prank / Tales from the Grill), que retoma a parceria de sucesso com o diretor Barker. Somam-se a ele Megan Lawless (O Ódio que Você Semeia / The Sound of Magic / Echoes / Mayans M.C.) e o veterano Andy Richter (Conan / Arrested Development / Madagascar / Elf / Santa Clarita Diet). A presença de Richter é uma das mais comentadas pela crítica, uma vez que o ator se afasta de sua persona cômica tradicional para explorar tons mais sombrios e enigmáticos.
A produção executiva de Jason Blum (Corra! / Atividade Paranormal / Uma Noite de Crime / Fragmentado / Sobrenatural) garante ao filme o selo de qualidade da Blumhouse Productions, conhecida por revitalizar o terror moderno com orçamentos inteligentes e conceitos originais. No time de produtores, figuram nomes experientes como James Harris (47 Metros Para Baixo / A Queda / Medo Profundo / O Barco do Medo) e Christian Mercuri (Atentado ao Hotel / Refém do Jogo / Plano de Invasão / O Estrangeiro).
A direção de Barker foca no desconforto psicológico derivado do livre-arbítrio violado. Ao contrário de vilões externos, o antagonismo em “Obsessão” nasce da própria afeição de Nikki. À medida que Bear tenta reverter o feitiço, ele descobre que o “Salgueiro de Um Desejo” cobra um preço que vai além da sanidade, afetando todos ao redor, incluindo os personagens de Tomlinson e Lawless.
O universo de Duna segue se expandindo — e, desta vez, é a televisão que assume o papel de guia nesse novo mergulho pelas areias do tempo. A HBO divulgou um vídeo inédito dos bastidores da segunda temporada de Duna: A Profecia, série que explora as origens da misteriosa irmandade Bene Gesserit. Com imagens e depoimentos sinceros de elenco e equipe, o vídeo revela o cuidado quase artesanal que a produção tem para construir um mundo que pareça, ao mesmo tempo, antigo e futurista. É uma viagem pelos bastidores que mistura fantasia, política e emoção — tudo aquilo que faz o universo de Duna ser uma experiência cinematográfica única, mesmo na TV. Abaixo, confira o vídeo:
Enquanto os filmes dirigidos por Denis Villeneuve exploram o destino épico de Paul Atreides (Timothée Chalamet), Duna: A Profecia retorna milhares de anos no passado, mostrando um tempo em que o nome “Atreides” ainda nem existia. A trama acompanha as irmãs Valya e Tula Harkonnen, interpretadas por Emily Watson e Olivia Williams, duas mulheres que se tornam peças-chave na criação do Bene Gesserit — uma organização secreta que viria a influenciar todo o curso da história humana. O vídeo dos bastidores da 2ª temporada mostra como essas personagens se desenvolvem ainda mais, ganhando camadas emocionais e novos conflitos.
Filmada em locações exuberantes e estúdios gigantes, a segunda temporada promete elevar o padrão visual que já impressionou os fãs no primeiro ano. No vídeo, é possível ver o trabalho minucioso do design de produção e dos figurinos, que combinam luxo e austeridade — uma marca do universo criado por Frank Herbert nos livros originais. Os bastidores também destacam o retorno da diretora Anna Foerster, que comandou episódios da primeira temporada e volta com uma visão ainda mais madura sobre os temas de poder e fé que permeiam a narrativa.
Enquanto a primeira temporada se concentrou em apresentar o contexto político e religioso das irmãs Harkonnen, a 2ª promete mergulhar mais fundo nas consequências de suas escolhas. O vídeo mostra flashes de rituais, conflitos internos e uma tensão crescente entre as líderes da futura irmandade. Há um clima de misticismo no ar — e de transformação. Os cenários mais escuros, a fotografia quase etérea e a trilha sonora imersiva sugerem uma narrativa mais densa, voltada para o questionamento da fé e do poder.
O legado de Duna continua crescendo
Com o sucesso dos filmes (Duna: Parte 1 em 2021 e Duna: Parte 2 em 2024), o público demonstrou que há espaço — e muito interesse — por histórias que combinem ficção científica, política e espiritualidade. Duna: A Profecia surge como uma ponte entre o cinema e a TV, expandindo o universo criado por Frank Herbert com um olhar mais intimista e feminino.
O vídeo dos bastidores da segunda temporada chega exatamente nesse momento em que os fãs estão mais curiosos do que nunca. Afinal, o terceiro filme, Duna: Parte 3, já encerrou as filmagens, e a série deve servir como um elo perfeito para entender o que move esse império que se sustenta em segredos, fé e ambição.
Quando estreia?
Ainda sem data oficial divulgada, a nova temporada de Duna: A Profecia deve chegar ao Max em 2026, após a conclusão da longa pós-produção. Mas, se o vídeo divulgado serve de termômetro, os fãs podem esperar algo grandioso — visualmente impressionante e, ao mesmo tempo, profundamente humano.
O Paramount+ confirmou a estreia da terceira temporada de Operação: Lioness para o dia 2 de agosto. A série de espionagem criada por Taylor Sheridan (Yellowstone, Tulsa King e 1923) retorna com novos episódios focados em uma ameaça que coloca em risco tanto as operações da CIA quanto a vida pessoal de seus agentes. As informações são do Deadline.
a nova temporada acompanha Joe, personagem de Zoe Saldaña (Avatar, Guardiões da Galáxia e Star Trek), enquanto investiga uma rede de agentes estrangeiros e operações clandestinas que começam a surgir em diferentes frentes. Durante a missão, desaparecimentos misteriosos e movimentações suspeitas indicam a existência de uma conspiração maior, obrigando a agente a identificar quem está por trás dos ataques antes que os danos se tornem irreversíveis.
Joe continuará trabalhando sob a supervisão de Kaitlyn Meade, personagem de Nicole Kidman (Big Little Lies, Os Outros e Moulin Rouge!), e de Byron Westfield, interpretado por Michael Kelly (House of Cards, Jack Ryan e Amanhecer Violento). Juntos, eles precisarão enfrentar adversários que atuam nas sombras e utilizam estratégias de infiltração para comprometer operações de inteligência.
A série estreou em 2023 e é inspirada no conceito real das equipes Lioness, grupos formados por mulheres militares norte-americanas que atuaram em missões no Iraque. Essas equipes foram criadas para interagir com mulheres locais em regiões onde barreiras culturais dificultavam a atuação de soldados homens. A produção utiliza essa premissa como base para desenvolver uma trama ficcional envolvendo espionagem internacional e contraterrorismo.
Além de Zoe Saldaña, Nicole Kidman e Michael Kelly, o elenco da terceira temporada inclui Laysla De Oliveira (Locke & Key e Código Preto) como Cruz Manuelos, uma ex-fuzileira naval recrutada para operações de infiltração. Também retornam Dave Annable (Brothers & Sisters e Yellowstone), Jill Wagner (Teen Wolf e Blade: The Series), LaMonica Garrett (1883 e Arrow), James Jordan (Wind River e Yellowstone), Austin Hébert (NCIS: New Orleans e The Last Ship), Jonah Wharton (The Rookie) e Thad Luckinbill (The Young and the Restless e Devotion).
Nas temporadas anteriores, Operação: Lioness acompanhou missões conduzidas pela CIA para infiltrar agentes em organizações ligadas ao terrorismo internacional. A série se destacou por abordar o trabalho de inteligência a partir da perspectiva de agentes que precisam criar identidades falsas, estabelecer relações de confiança com alvos estratégicos e atuar em ambientes de alto risco.
A terceira temporada vai dar continuidade aos acontecimentos recentes da trama, ampliando o foco para ameaças mais complexas e operações que envolvem múltiplos países. De acordo com a sinopse oficial, a investigação conduzida por Joe revelará conexões inesperadas entre diferentes eventos, tornando cada vez mais difícil distinguir aliados de inimigos.
A CBS confirmou oficialmente: O Rastreador, série estrelada por Justin Hartley, retorna para sua aguardada terceira temporada em 19 de outubro de 2025. A produção, que mistura investigação criminal com drama psicológico, promete expandir ainda mais o universo de Colter Shaw, um homem à margem da sociedade que transformou seu passado conturbado em ferramenta para salvar vidas.
Ao contrário dos dramas processuais tradicionais, a produção americana não foca apenas nos crimes em si, mas nas motivações humanas por trás deles — e no impacto emocional das buscas que Shaw realiza. A cada episódio, ele percorre um novo canto dos Estados Unidos, colocando seu conhecimento em rastreamento a serviço de causas urgentes: pessoas desaparecidas, vítimas de sequestros e casos que desafiam a lógica policial.
Mas o que torna a série única é que, enquanto resolve os mistérios dos outros, Colter também tenta desvendar o seu próprio. A série vem aprofundando, temporada após temporada, as feridas deixadas por uma infância isolada, marcada por traumas familiares, e pelo desaparecimento do pai — um mistério que ainda ecoa nas decisões do protagonista.
Foto: Reprodução/ Internet
Justin Hartley em nova fase
Conhecido por seu papel marcante em This Is Us, Justin Hartley não apenas é o grande astro da série como também atua como produtor executivo. Em O Rastreador, ele assume uma performance mais contida, física e estratégica. Shaw não é um herói tradicional: ele desconfia de todos, não confia em ninguém e, muitas vezes, parece mais motivado por redenção pessoal do que por altruísmo.
“Colter é um personagem cheio de zonas cinzentas. Ele quer fazer a coisa certa, mas muitas vezes não sabe o que isso significa”, afirmou Hartley em entrevistas anteriores.
O que podemos esperar da 3ª temporada?
Poucos detalhes foram revelados, mas fontes ligadas à produção indicam que os novos episódios irão mergulhar mais fundo no passado da mãe de Colter, personagem enigmática que pode guardar segredos sobre a verdadeira natureza da família Shaw. Além disso, o protagonista deve enfrentar um novo antagonista recorrente, alguém que parece conhecer sua história melhor do que ele próprio.
Os roteiristas também prometem um equilíbrio entre tramas episódicas — com casos que se resolvem em uma única semana — e arcos maiores que vão evoluindo ao longo da temporada, incluindo a possibilidade de um aliado se tornar uma ameaça.
Quando será lançada no Brasil?
No Brasil, a série é distribuída exclusivamente pelo Disney+, onde as temporadas anteriores estão disponíveis. Ainda não há uma data oficial para o lançamento da 3ª temporada no streaming nacional, mas a expectativa é que os episódios cheguem com pequena diferença em relação à exibição americana.
Nem toda série chega com a proposta de ser confortável de assistir e Sem Salvação deixa isso bem claro desde os primeiros minutos. Disponível na Netflix, a minissérie combina drama e suspense psicológico para contar uma história que incomoda muito mais pelo realismo do que por grandes reviravoltas.
Criada por Julie Gearey, a produção se passa em um ambiente fechado, onde regras rígidas e crenças absolutas ditam a rotina de todos. A sensação constante é de sufocamento, e isso é intencional. A série constrói esse clima para fazer o espectador sentir de perto como funciona esse tipo de realidade.
Qual é a história de Sem Salvação?
A trama acompanha Rosie, vivida por Molly Windsor, uma mulher que construiu sua rotina em torno da família e da comunidade religiosa onde vive. Tudo parece organizado e seguro à primeira vista, mas essa “proteção” vem acompanhada de controle total sobre suas escolhas, pensamentos e até emoções.
O marido, interpretado por Asa Butterfield, reforça esse modelo de vida o tempo todo, acreditando que o isolamento é necessário para manter a família longe dos perigos do mundo exterior. Só que esse equilíbrio começa a ruir quando um elemento inesperado entra em cena.
A chegada de Sam, personagem de Fra Fee, muda completamente a dinâmica. Ex-detento, ele aparece de forma misteriosa e rapidamente se torna uma presença desconfortável. Ao mesmo tempo em que representa ameaça, também desperta questionamentos em Rosie, que começa a enxergar fissuras na realidade em que sempre acreditou.
A série é baseada em fatos reais?
Mesmo sem adaptar um caso específico, Sem Salvação tem um pé firme na realidade. A criadora Julie Gearey buscou inspiração em relatos de ex-integrantes de seitas religiosas, o que explica por que tudo parece tão plausível.
A série não exagera para chocar. O desconforto vem justamente da forma como situações de manipulação, abuso emocional e controle psicológico são mostradas de maneira direta, quase cotidiana. É o tipo de narrativa que prende porque parece possível.
Final explicado: O que realmente acontece?
O desfecho foge do padrão tradicional. Rosie consegue sair da comunidade com a filha, o que em outro contexto poderia ser tratado como uma vitória definitiva. Aqui, não é tão simples assim.
A saída representa um recomeço, mas também evidencia o tamanho das marcas deixadas. Ela precisa lidar com traumas, reconstruir a própria identidade e reaprender a confiar nas pessoas. Ou seja, o fim da fuga marca, na verdade, o início de um processo muito mais complexo.
Outro ponto importante é que a comunidade continua existindo. A estrutura que sustentava aquele sistema permanece ativa, o que reforça a ideia de que o problema vai além de indivíduos isolados.
O que o final quer dizer?
Mais do que entregar justiça, a série fala sobre sobrevivência. Rosie consegue sair, mas o ciclo que aprisiona outras pessoas continua.
A mensagem é direta e pouco confortável: escapar é possível, mas romper completamente com esse tipo de sistema é muito mais difícil. A série evita soluções fáceis e aposta em um olhar mais realista sobre o tema.
Vale a pena assistir?
Para quem busca algo leve, talvez não seja a melhor escolha. Mas se a ideia é assistir a uma história que provoca e fica na cabeça depois que termina, Sem Salvação entrega exatamente isso.
A narrativa é envolvente sem precisar de exageros, os personagens são bem construídos e o clima de tensão cresce de forma natural. É uma série que não só prende, mas também faz refletir, e esse é justamente o seu maior acerto.
No próximo domingo, dia 24/09/2023, os amantes de cinema estão prestes a embarcar em uma emocionante jornada repleta de suspense e ação com a exibição de “Sem Saída” no Cine Maior. Este filme, que originalmente estreou em 23 de setembro de 2011, é uma produção de tirar o fôlego, dirigida magistralmente por John Singleton, e conta com um roteiro tenso escrito por Shawn Christensen. Com um elenco estelar liderado por Taylor Lautner, Lily Collins e Alfred Molina, esta película de 1 hora e 40 minutos promete envolver o público do início ao fim.
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno de Nathan, interpretado brilhantemente por Taylor Lautner, um jovem que aparentemente leva uma vida tranquila ao lado de seus pais, Kevin e Mara, interpretados respectivamente por Jason Isaacs e Maria Bello. Além disso, ele nutre sentimentos pela sua vizinha Karen, vivida por Lily Collins. No entanto, tudo muda drasticamente quando, durante um trabalho de sociologia com Karen, eles acessam um site de crianças desaparecidas e Nathan se depara com uma foto que abala sua própria identidade. Rapidamente, ele descobre que Kevin e Mara não são seus pais biológicos, mas antes que possam esclarecer a situação, uma tragédia se abate sobre eles quando sua casa é invadida e ambos são mortos.
Nathan, interpretado por Lautner, consegue escapar ao lado de Karen, mas logo eles se veem na mira da CIA e de um implacável agente sérvio chamado Kozlow, interpretado por Michael Nyqvist. A razão pela qual todos estão atrás de Nathan está relacionada a algo que seu verdadeiro pai havia roubado. Portanto, prepare-se para uma montanha-russa de emoções enquanto acompanhamos Nathan e Karen fugindo desesperadamente e desvendando segredos obscuros em “Sem Saída”.
A produção do filme também é repleta de curiosidades fascinantes. Taylor Lautner se submeteu a um intenso regime de treinamento físico para o papel, transformando seu corpo e aprimorando suas habilidades em artes marciais para as cenas de ação exigentes. Além disso, o título original do filme é “Abduction”, mas no Brasil e em alguns outros países, foi alterado para “Sem Saída” para criar um clima de mistério e suspense em relação à trama.
Embora Taylor Lautner tenha realizado a maioria de suas próprias cenas de ação, houve momentos em que ele contou com a ajuda de um dublê, especialmente em sequências mais arriscadas. O filme também marcou o início de uma carreira de destaque para Lily Collins, que interpretou o papel de Karen, a protagonista feminina, ajudando a solidificar sua carreira em Hollywood.
O diretor John Singleton enriqueceu o filme com referências a outros filmes de espionagem e ação, como a franquia “Identidade Bourne”, criando uma atmosfera de suspense semelhante à desses filmes renomados. Grande parte das cenas de perseguição do filme foi filmada em Pittsburgh, Pensilvânia, aproveitando a variedade de locações urbanas e paisagens cênicas que contribuíram para a estética do filme.
A trilha sonora do filme, composta por músicas de artistas populares como Donora e Hot Bodies in Motion, contribuiu para o ritmo emocionante do filme. Taylor Lautner e Lily Collins até foram indicados ao Teen Choice Award na categoria “Melhor Beijo em Filme” por uma das cenas românticas de “Sem Saída”.
Além das cenas de ação física, o filme também se destaca pelos efeitos visuais notáveis, incluindo a criação digital de um estádio de beisebol que desempenha um papel importante em uma das cenas-chave do filme.
Portanto, marque em seu calendário: “Sem Saída” será exibido no Cine Maior a partir das 13h30 do próximo domingo, logo após o término do programa Record Kids – “Todo Mundo Odeia o Chris”. Não perca a chance de mergulhar em um thriller cheio de reviravoltas e ação no Cine Maior deste domingo!
Neste sábado, 16 de agosto, o programa Paulistarconvida o público para uma viagem diferente pela cidade de São Paulo, explorando o coração pulsante de Paraisópolis, a maior favela da capital paulista, localizada na Zona Sul e lar de quase 60 mil habitantes. Sob o olhar atento da fotógrafa Marcela Novais, natural da comunidade, a apresentadora Valéria Almeida conduz o espectador por ruas, feiras, ateliês e espaços culturais, revelando que Paraisópolis é muito mais do que os noticiários costumam mostrar sobre violência. É um território de trabalho, arte, solidariedade e diversão.
A jornada começa cedo, com o cheiro inconfundível de comida de feira no ar. Val e Marcela se perdem entre barracas coloridas e o burburinho típico da comunidade, chegando a um clássico paulistano: pastel com caldo de cana. É nesse cenário que conhecem Adriana Dias, que há 23 anos comanda uma barraca junto da família. A experiência de Adriana vai além do comércio: seu sorriso acolhedor e a tradição passada de geração em geração transformam o simples lanche em um ponto de encontro comunitário. “Aqui a gente conhece gente, troca histórias e se fortalece”, conta Adriana, enquanto prepara com habilidade os pastéis que já viraram marca registrada do local.
Logo depois, a equipe do programa segue para o Batukebrada, projeto social criado por Odair Veríssimo, conhecido como Dáda. O espaço reúne crianças e adolescentes, oferecendo aulas de música, percussão e disciplina, com ensaios abertos ao público todos os sábados. Entre o ritmo contagiante dos tambores e o entusiasmo dos jovens, Marcela Novais registra cada detalhe com sua câmera, mostrando seu olhar sensível e artístico, que já lhe rendeu prêmios internacionais. Dáda explica que o projeto não é apenas sobre música: “É sobre ensinar valores, criar oportunidades e mostrar que cada um pode ser protagonista da própria história”. Para Val, a experiência é uma lição de humanidade: “É inspirador ver como a arte transforma vidas aqui em Paraisópolis.”
O passeio cultural continua na galeria criada por Marcela, um espaço que se tornou ponto de referência para artistas locais. Ali, o público encontra trabalhos que narram a história da comunidade, retratando cotidiano, festas, rituais e sonhos. Val se encanta com a riqueza visual e simbólica das obras, enquanto Marcela compartilha histórias de resistência e criatividade que moldam a identidade do bairro. “Não é apenas sobre arte, é sobre memória, pertencimento e orgulho de onde viemos”, explica a fotógrafa.
A visita artística não termina ali. A equipe se desloca até a oficina do escultor Antônio Ednaldo da Silva, mais conhecido como Berbela. Com sucata, ferro velho e muita imaginação, Berbela cria esculturas que já chamaram atenção de todo o país. Suas peças foram destaque na abertura da novela I Love Paraisópolis e na icônica Casa de Pedra, projeto arquitetônico inspirado em Antoni Gaudí. Para Berbela, cada obra é uma forma de dialogar com o espaço urbano e mostrar que, mesmo diante da escassez, a criatividade pode florescer. “Minha arte é feita do que a cidade me oferece. É transformar o que sobra em algo que emociona”, explica, enquanto Val e Marcela observam atentamente suas esculturas.
O programa também destaca iniciativas esportivas que fortalecem a comunidade. Entre elas, o projeto social Rugby para Todos, que há 21 anos forma atletas e cidadãos, promovendo valores como disciplina, trabalho em equipe e autoestima. Bianca e Leila, jogadoras que hoje defendem a Seleção Brasileira de Rugby, compartilham suas trajetórias e lembram que o esporte foi decisivo para transformar vidas. Para elas, Paraisópolis não é apenas casa, mas também campo de sonhos e conquistas. O futebol de várzea também ganha destaque com o tradicional time Palmeirinha, fundado há mais de 50 anos, que segue reunindo moradores para partidas de fim de semana e reforçando a união local.
Entre uma visita e outra, Val e Marcela se rendem à gastronomia da comunidade. No ateliê de Tânia Soares, confeiteira e empreendedora, provam bolos artesanais que se tornaram referência em Paraisópolis. Tânia começou com poucos recursos, mas transformou seu talento em um negócio de sucesso. Hoje, sua loja é ponto de encontro e celebração: “Minha cozinha é meu espaço de amor, onde cada bolo leva um pedaço da minha história e da nossa comunidade”, explica a doceira. Entre risadas e degustações, Val destaca como a culinária se torna uma forma de conectar gerações e compartilhar memórias.
O dia se encerra em grande estilo, em um espaço criado por Kauê Oliveira, que oferece uma vista panorâmica de Paraisópolis e promove shows ao vivo. Kauê transformou seu sonho em ponto turístico e cultural, incentivando a música e a convivência entre os moradores. “Quis criar um lugar onde arte, música e natureza se encontram. Aqui, cada pôr do sol é uma festa e cada apresentação é uma celebração da vida”, diz o idealizador. Entre notas musicais e aplausos, Val reflete sobre a intensidade e a diversidade de Paraisópolis, percebendo que a comunidade pulsa com criatividade, afeto e energia.
O programa reserva ainda uma surpresa emocionante. O fotógrafo Cristiano Mascaro, referência nacional, visita a galeria de Marcela e presenteia a artista com uma de suas obras para exposição. O momento é de reconhecimento e emoção, evidenciando que Paraisópolis é um celeiro de talentos que merece visibilidade e respeito. Marcela, visivelmente emocionada, afirma que o gesto representa a valorização da arte produzida na comunidade e o reconhecimento do potencial criativo local. “É uma confirmação de que nosso olhar e nossa história têm valor, e que arte é linguagem universal”, comenta.
Ao longo do episódio, o Paulistar constrói um retrato humano e sensível de Paraisópolis, desconstruindo estereótipos e mostrando que, por trás das manchetes sobre violência, existe um território vibrante, repleto de histórias, projetos e pessoas que fazem a diferença. O programa evidencia como a arte, o esporte, a gastronomia e a música transformam vidas e fortalecem a identidade comunitária. Mais do que um passeio turístico, a experiência conduz o público a enxergar Paraisópolis sob uma nova perspectiva, valorizando a diversidade cultural e a força de seus moradores.
O episódio também reforça a importância de iniciativas locais que incentivam jovens a sonhar, aprender e transformar a realidade ao seu redor. Projetos como o Batukebrada e Rugby para Todos mostram que, com orientação, dedicação e apoio, é possível abrir caminhos e criar oportunidades que ultrapassam os limites do bairro. Da mesma forma, artistas como Marcela Novais e Berbela demonstram que a arte não conhece barreiras e pode se tornar instrumento de expressão, resistência e diálogo com o mundo.
Ao final do passeio, Valéria Almeida compartilha com os espectadores suas impressões: “O que vemos aqui é a força do cotidiano, a criatividade que nasce da simplicidade e o amor que move cada pessoa que faz Paraisópolis existir. É um lembrete de que cada comunidade tem suas riquezas e que olhar para elas com atenção e respeito transforma nossa percepção do mundo.”
O retorno de Frank Castle já tem horário definido e deve movimentar a noite desta terça-feira (12) entre os fãs da Marvel. O especial O Justiceiro: Uma Última Morte estreia às 22h (horário de Brasília) no catálogo do Disney+, repetindo a estratégia da plataforma de concentrar grandes lançamentos no período noturno.
Essa escolha de horário não é aleatória. O Disney+ vem transformando estreias em eventos coletivos, criando uma experiência quase simultânea entre os assinantes. Em vez de liberar conteúdos ao longo do dia, a plataforma aposta em um momento único, em que todos assistem juntos, comentam e reagem em tempo real.
O que acontece com Frank Castle nesta nova fase da história?
Frank Castle retorna em um momento diferente da sua trajetória. Interpretado por Jon Bernthal, ele surge tentando se afastar da vida violenta que marcou sua existência como o Justiceiro, conhecido no universo Marvel como Punisher.
A história mostra um personagem mais silencioso, tentando viver longe da guerra que sempre o acompanhou. Não é uma mudança simples, nem definitiva. É mais uma tentativa de respirar fora do caos, como alguém que tenta descobrir quem é quando não está lutando o tempo todo.
Esse momento de aparente calmaria, porém, dura pouco. O crime volta a crescer em Nova York e Frank acaba sendo puxado novamente para a violência. O especial trabalha essa virada de forma mais emocional do que explosiva, mostrando o desgaste interno de alguém que nunca consegue realmente se afastar do próprio passado.
Quem está por trás da produção e qual é o foco dessa nova abordagem?
A direção do especial fica com Reinaldo Marcus Green, que também assina o roteiro ao lado de Jon Bernthal. Essa colaboração dá um tom mais pessoal à produção, como se a narrativa tivesse sido construída com mais atenção às emoções do personagem do que apenas à ação.
O projeto faz parte da nova linha de especiais da Marvel Studios, que aposta em histórias mais curtas e focadas. A proposta é contar narrativas fechadas, sem a necessidade de grandes conexões imediatas com outras produções, permitindo um olhar mais direto sobre personagens específicos.
No caso do Justiceiro, isso abre espaço para uma abordagem mais íntima, explorando não apenas suas ações, mas principalmente suas consequências emocionais.
O anti-herói ainda faz parte do MCU ou está isolado dentro dele?
Frank Castle continua inserido no Universo Cinematográfico Marvel, mas sua presença dentro desse universo funciona de maneira mais independente. Ele não ocupa o centro das grandes histórias, mas circula em regiões mais sombrias e urbanas da narrativa.
Após suas participações em produções como Demolidor: Renascido, o personagem passou a atuar em um espaço mais realista, lidando com o crime de forma mais direta e menos ligada ao lado fantástico da Marvel. Isso reforça a identidade do vigilante como alguém que existe na borda desse universo, sempre conectado, mas nunca totalmente integrado.
Por que esse retorno chama tanta atenção do público?
O Justiceiro sempre foi um personagem que gera interesse justamente por fugir do padrão tradicional de heróis. Ele não age movido por esperança ou idealismo, mas por dor, perda e um senso de justiça extremamente pessoal. Isso faz com que cada nova história carregue um peso diferente.
A interpretação de Jon Bernthal também se tornou um dos pontos centrais dessa conexão com o público. Ele conseguiu trazer mais humanidade ao personagem sem suavizá-lo, mostrando tanto a brutalidade quanto a fragilidade de Frank Castle. Isso ajudou a consolidar uma das versões mais marcantes do anti-herói nas adaptações recentes.
Outro fator que aumenta a expectativa é a participação direta do ator no desenvolvimento da história. Isso sugere uma narrativa menos engessada e mais próxima de uma visão autoral, o que pode trazer uma abordagem mais emocional e menos previsível.
O que esse especial pode indicar para o futuro do personagem?
Mesmo sendo tratado como uma história fechada, “Uma Última Morte” pode funcionar como um ponto de transição dentro do MCU. A Marvel vem testando novos formatos para entender melhor como certos personagens podem ser explorados em narrativas menores antes de possíveis expansões.
Isso abre espaço para diferentes caminhos. O Justiceiro pode continuar aparecendo em histórias urbanas mais isoladas ou até ser integrado em novos conflitos dentro do universo Marvel. No entanto, tudo depende da recepção do público a essa fase mais introspectiva.
Mais do que apontar para o futuro, o especial parece interessado em olhar para dentro do próprio personagem.
Quem preferiu esperar para assistir ao novo Moana em casa já tem uma data para ficar de olho. A Disney confirmou nesta terça-feira (1º) que o live-action poderá ser comprado ou alugado digitalmente nos Estados Unidos a partir de 8 de setembro.
A novidade chega poucos meses depois da estreia do filme nos cinemas e representa a próxima etapa da distribuição da produção. Por enquanto, a data vale apenas para o mercado norte-americano. No Brasil, a Disney ainda não revelou quando o longa estará disponível para aluguel ou compra digital.
A confirmação também não significa que o filme estará automaticamente liberado no Disney+. O lançamento digital para compra e aluguel costuma acontecer antes da chegada ao catálogo de streaming por assinatura, então os fãs brasileiros ainda terão que esperar por um anúncio específico sobre as próximas plataformas.
Quando Moana poderá ser assistido em casa?
Nos Estados Unidos, a partir de 8 de setembro, o público poderá escolher entre comprar o filme ou fazer uma locação digital. O modelo permite assistir à produção sem precisar esperar pela chegada ao catálogo de um serviço de streaming.
Para quem está no Brasil, a situação ainda é diferente. A Disney não informou uma data para o lançamento digital por aqui, portanto não é possível afirmar que 8 de setembro será também o dia em que o filme estará disponível para o público brasileiro.
A expectativa agora fica em torno de um anúncio da Disney sobre a distribuição nacional.
E quando Moana chega ao Disney+?
Essa é justamente a informação que ainda falta.
A Disney não anunciou a data de estreia do live-action no Disney+. A confirmação do aluguel e da compra digital nos Estados Unidos indica que o filme entrou em uma nova fase de distribuição, mas não estabelece automaticamente quando ele será incluído no catálogo da plataforma.
Para quem não pretende pagar pela locação ou compra, será necessário esperar a confirmação oficial do streaming.
Quem interpreta Moana e Maui?
A nova Moana é interpretada por Catherine Laga’aia, atriz escolhida para assumir o papel principal na adaptação.
Ao lado dela está Dwayne Johnson, que retorna como Maui. O ator já havia interpretado o personagem na animação de 2016 e também participa da nova produção como produtor.
O elenco principal ainda conta com John Tui, como o chefe Tui, pai de Moana; Frankie Adams, como Sina, mãe da protagonista; e Rena Owen, como a avó Tala.
A escalação de Laga’aia foi anunciada em 2024 e marcou uma das etapas mais importantes da produção, já que a Disney precisava encontrar uma nova atriz para assumir uma personagem que já tinha uma identidade muito forte na animação.
O que muda na versão live-action?
A história continua sendo familiar para quem assistiu à animação.
Moana vive em uma ilha e sente uma forte ligação com o oceano. Quando seu povo passa a enfrentar uma ameaça, ela embarca em uma jornada pelo mar para tentar encontrar uma solução. Durante a viagem, conhece Maui, um semideus com seus próprios interesses e problemas.
A grande mudança está na forma como essa história é apresentada. Em vez da animação criada pela Disney, o novo filme aposta em atores reais, cenários físicos, efeitos visuais e uma reconstrução cinematográfica das ilhas e do oceano.
O projeto também permite que a Disney revisite personagens e acontecimentos conhecidos por uma nova perspectiva, sem abandonar os elementos que fizeram o filme original se tornar um dos títulos mais populares do estúdio.
Por que Dwayne Johnson voltou para o papel?
A relação de Johnson com o projeto começou antes mesmo de o elenco ser definido.
Foi o próprio ator quem anunciou o desenvolvimento do live-action em abril de 2023. Além de voltar a interpretar Maui, ele também assumiu uma função na produção do filme.
O retorno é uma das principais conexões entre as duas versões de Moana. Na animação original, Johnson foi responsável pela voz de Maui, personagem que ganhou bastante destaque graças à combinação entre humor, força e uma relação complicada com a própria imagem de herói.
No live-action, ele volta a ocupar esse espaço, agora aparecendo fisicamente como o semideus.
Quanto custou o novo Moana?
O filme teve um orçamento estimado em US$ 250 milhões, uma quantia que coloca a produção entre os projetos mais caros da Disney.
Até o momento, a arrecadação informada está em aproximadamente US$ 265 milhões. A diferença entre orçamento e bilheteria ajuda a explicar por que as próximas etapas de distribuição são tão importantes para o longa.
Depois da passagem pelos cinemas, o filme ainda pode gerar receita com aluguel e compra digital, mídia física, licenciamento e, posteriormente, streaming.
Onde Moana foi filmado?
As filmagens aconteceram entre julho e novembro de 2024, passando por Atlanta, nos Estados Unidos, e pelo Havaí.
A produção começou em Atlanta em 29 de julho e terminou no Havaí em 22 de novembro. O local teve importância especial para o projeto por causa da relação da história com o oceano e com culturas do Pacífico.
A direção ficou nas mãos de Thomas Kail, enquanto Jared Bush e Dana Ledoux Miller trabalharam no roteiro.
O filme teve uma mudança envolvendo inteligência artificial?
Um dos assuntos que chamou atenção nos bastidores foi uma ideia envolvendo a utilização de inteligência artificial para algumas cenas de Maui.
A produção chegou a considerar o uso de uma tecnologia capaz de reproduzir digitalmente o rosto de Dwayne Johnson sobre o corpo de um dublê. A proposta seria utilizada em tomadas específicas e contaria com a autorização do próprio ator.
A ideia, porém, foi abandonada antes de chegar ao filme final. O assunto ganhou repercussão em um período em que Hollywood discutia intensamente os limites do uso de inteligência artificial na produção audiovisual e os direitos relacionados à imagem dos artistas.
Quando o live-action começou a ser produzido?
A Disney anunciou oficialmente o projeto em 2023, com Dwayne Johnson entre os nomes ligados à produção. Thomas Kail assumiu a direção naquele mesmo ano, e Catherine Laga’aia foi anunciada como a nova Moana em 2024.
As filmagens precisaram ser ajustadas em relação ao planejamento inicial por causa das paralisações que atingiram Hollywood. Quando as câmeras finalmente começaram a rodar, a produção passou por Atlanta e pelo Havaí antes de entrar na etapa de pós-produção.
O filme chegou aos cinemas em 2026 e agora começa a deixar o circuito de exibição tradicional para alcançar o público doméstico.
A história de Ray e Manny chegou ao fim antes do esperado. A Apple TV+decidiu não produzir uma segunda temporada de Ladrões de Drogas, encerrando oficialmente a adaptação do livro de Dennis Tafoya.
A informação foi confirmada pelo produtor David W. Zucker em entrevista ao ScreenRant. Embora a plataforma ainda não tenha explicado publicamente os motivos da decisão, o cancelamento coloca um ponto final na série lançada em 2025, que reuniu Wagner Moura e Brian Tyree Henry como protagonistas.
Durante sua exibição, a produção chamou atenção por construir um thriller criminal sem recorrer às fórmulas tradicionais do gênero. Em vez de focar apenas em perseguições e confrontos, o roteiro dedicou boa parte do tempo às consequências das escolhas dos personagens e ao desgaste provocado pela vida no crime.
Como começa a história de Ladrões de Drogas?
A série acompanha Ray Driscoll (Brian Tyree Henry) e Manny Carvalho (Wagner Moura), amigos desde a infância que encontram uma maneira incomum de ganhar dinheiro. Os dois se passam por agentes da DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos, para invadir pontos de tráfico e roubar drogas e dinheiro dos criminosos.
O esquema parece funcionar até que uma operação dá completamente errado.
Ao invadirem uma propriedade afastada da Filadélfia, eles descobrem que entraram, sem saber, em uma das maiores rotas clandestinas de narcóticos da costa leste americana. A partir daquele momento, deixam de ser apenas golpistas e passam a ocupar o centro de uma disputa envolvendo cartéis, agentes federais corruptos e organizações criminosas muito mais perigosas do que imaginavam.
A cada episódio, a situação foge ainda mais do controle, obrigando os dois protagonistas a lidar com perdas, traições e decisões que mudam completamente seus destinos.
O que diferencia a série de outros thrillers policiais?
Embora tenha muita ação, a trama concentra boa parte de sua força nos personagens.
Ray é um ex-dependente químico tentando manter a sobriedade enquanto convive com os erros do passado. Manny, interpretado por Wagner Moura, sonha em abandonar o mundo do crime e construir uma vida tranquila ao lado da noiva, mas percebe rapidamente que sair desse ciclo é muito mais difícil do que imaginava.
Essa relação de amizade sustenta a narrativa durante toda a temporada. Em vez de criar protagonistas infalíveis, a série acompanha pessoas que acumulam escolhas ruins e precisam conviver com as consequências delas.
Quem faz parte do elenco?
Além da dupla formada por Wagner Moura e Brian Tyree Henry, o elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão.
Marin Ireland interpreta Mina, uma agente veterana da DEA que sobrevive ao ataque que desencadeia toda a investigação. Amir Arison vive o supervisor Mark Nader, enquanto Kate Mulgrew aparece como Theresa Bowers, mãe adotiva de Ray.
Outro destaque é Ving Rhames, que interpreta Bart Driscoll, pai do protagonista e uma figura importante para compreender o passado da família.
A série foi criada por Peter Craig, roteirista de produções como The Batman e Top Gun: Maverick, levando para a televisão um estilo narrativo marcado por personagens moralmente complexos e conflitos que raramente oferecem soluções simples.
Por que a Apple TV+ decidiu cancelar a série?
Até agora, a plataforma não divulgou uma justificativa oficial para o cancelamento.
O produtor David W. Zucker apenas confirmou que Ladrões de Drogas não voltará para novos episódios. Também não há qualquer indicação de que outra empresa esteja interessada em dar continuidade ao projeto.
Nos últimos anos, serviços de streaming têm encerrado diversas produções logo após a primeira temporada, principalmente quando o desempenho de audiência não alcança as metas internas estabelecidas pelas plataformas. A Apple TV+ não costuma divulgar números oficiais de visualizações, o que torna difícil medir exatamente o desempenho da série.