The Town 2025 continua hoje (07) em Interlagos com Green Day, Pitty e Bruce Dickinson

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Foto: Mariano Regidor/Redferns

O The Town 2025, segunda edição do festival brasileiro, segue hoje, domingo, 7 de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), prometendo um dia repleto de música, energia e experiências únicas para os fãs. Com cinco dias de programação nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, o evento reúne artistas consagrados do rock, pop, hip-hop e música eletrônica, além de novos talentos nacionais e internacionais. Entre os destaques do dia estão Green Day, Pitty, Bruce Dickinson, Capital Inicial, Iggy Pop, Kamasi Washington e muitos outros.

O festival vem se consolidando como um dos principais eventos de música ao vivo do país, combinando shows, interatividade e cultura, e atraindo público de todas as regiões. A diversidade de gêneros e atrações é um dos pontos fortes do The Town, que busca oferecer experiências completas aos participantes, incluindo espaços gastronômicos, áreas de descanso e infraestrutura para facilitar o deslocamento entre os palcos.

Onde e como acompanhar

Os fãs que não puderem estar presentes em Interlagos poderão acompanhar as apresentações pela TV por assinatura e plataformas de streaming. No Multishow, a cobertura será focada nos palcos principais, Skyline e The One, enquanto o Canal Bis ficará responsável por transmitir as atrações do Palco Factory e do Palco Quebrada.

Para quem é assinante do Globoplay Premium, todas as transmissões estarão disponíveis na plataforma, permitindo acompanhar o festival de forma completa e simultânea. Já os não assinantes poderão conferir os shows de maneira alternada, com trechos selecionados e destaques das principais apresentações.

Programação completa por palco – 7 de setembro

O Palco Skyline recebe hoje algumas das principais atrações internacionais e nacionais do festival, com Capital Inicial às 15h50, Bruce Dickinson às 18h10, Bad Religion às 20h30 e o aguardado Green Day às 23h15.

No Palco The One, o público acompanha Supla & Inocentes às 14h40, CPM 22 às 17h00, Pitty às 19h20 e Iggy Pop às 21h55, trazendo clássicos do rock nacional e internacional.

O Palco Factory concentra apresentações alternativas e talentos emergentes, como The Mönic convida Raidol às 13h00, Ready to be Hated às 14h45, Karina Buhr às 17h05 e Tihuana às 19h25, promovendo diversidade sonora e energia no público.

No Palco Quebrada, a programação inclui batalhas e grupos independentes, começando com Batalha da Aldeia: Superliga The Town às 15h55, Punho de Mahin & MC Taya às 18h15 e Black Pantera às 20h35, reforçando o espaço para a música urbana e cultural local.

O Palco São Paulo Square traz experiências orquestrais e jazzísticas, com São Paulo Square Big Band às 14h00, SP Square Big Band com Clariana às 17h10, Orquestra Mundana Refugi às 19h30 e Kamasi Washington às 22h05, combinando música instrumental e grandes arranjos ao vivo.

Para os fãs de música eletrônica, a festa segue no The Tower, com Cat Dealers às 01h05, encerrando a programação noturna com muita energia e pista animada.

História e relevância do evento

O The Town nasceu em 2023, com a proposta de unir grandes artistas nacionais e internacionais em um único festival, e rapidamente conquistou destaque no calendário musical brasileiro. Após o sucesso da primeira edição, os organizadores confirmaram a segunda edição, reforçando o compromisso de criar um festival que seja referência em diversidade de gêneros, infraestrutura e experiência do público.

Durante os últimos dias do Rock in Rio 2023, a vice-presidente do festival, Roberta Medina, anunciou oficialmente as datas de 2025. Desde 20 de fevereiro, os ingressos foram disponibilizados e se tornaram rapidamente itens disputados pelos fãs, demonstrando a grande expectativa em torno do evento.

Dicas para aproveitar o festival

Com múltiplos palcos e atrações acontecendo ao mesmo tempo, a principal recomendação para os participantes é planejar a agenda do dia com antecedência. É importante chegar cedo para conferir os shows favoritos, usar o mapa oficial do Autódromo para se orientar e aproveitar as áreas de descanso e alimentação disponíveis no local.

Além disso, é fundamental se hidratar e estar atento aos horários das apresentações, já que alguns shows acontecem de forma simultânea em diferentes palcos. O The Town 2025 é uma oportunidade de vivenciar música de alta qualidade, interagir com fãs de diferentes estilos e acompanhar artistas consagrados e novas promessas do cenário musical.

Um Lobo Entre os Cisnes estreia nos cinemas em 24 de julho e revela a beleza da dança como instrumento de transformação

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Foto: Reprodução/ Internet

Nem sempre o caminho do balé começa entre espelhos e sapatilhas. Às vezes, ele nasce nas esquinas de um bairro popular, entre passos de hip hop, rodas de amigos e bailes sob o viaduto. É exatamente essa jornada improvável — e profundamente humana — que o filme “Um Lobo Entre os Cisnes” coloca em cena a partir do dia 24 de julho, com estreia nos cinemas pela Sessão Vitrine Petrobras.

Estrelado por Matheus Abreu (Pureza) e o consagrado ator argentino Darío Grandinetti (Fale com Ela, Relatos Selvagens), o longa é inspirado na trajetória real do bailarino Thiago Soares, nascido e criado em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, e que se tornou um dos maiores nomes da dança mundial. Dirigido por Marcos Schechtman e Helena Varvaki, o filme é, acima de tudo, uma homenagem à coragem de sonhar alto — mesmo quando tudo ao redor parece dizer o contrário.

Quando o balé encontra a periferia

No coração da história está Thiago, um jovem apaixonado por dança de rua que brilha nos bailes do Viaduto de Madureira com seu grupo de hip hop. Criado pela tia, ele nunca imaginou que poderia ocupar os palcos do Theatro Municipal, muito menos os salões do Royal Ballet de Londres. Mas tudo muda quando seu professor de dança urbana, Julio (vivido por Alan Rocha), enxerga em seu talento algo maior e o incentiva a tentar uma bolsa em uma escola profissional de balé.

Entre o medo de decepcionar os amigos e o desejo de construir algo novo, Thiago mergulha nesse novo universo em segredo. A disciplina rígida, os olhares tortos e os próprios preconceitos internos fazem parte do desafio. Mas é nesse novo cenário que ele conhece Dino Carrera (Darío Grandinetti), um coreógrafo cubano exigente, que vê no jovem algo raro: força e sensibilidade.

A relação entre os dois começa difícil — cheia de choques, cobranças e resistência. Mas o tempo e a dedicação transformam o conflito em parceria. O professor se torna mentor, amigo, quase família. E é nesse afeto que Thiago encontra a confiança para dar o salto definitivo.

Entre Paris e Rio, entre dor e beleza

Com locações deslumbrantes no Rio de Janeiro e em Paris — como a histórica Ópera Garnier, o bairro boêmio de Montmartre e o imponente Theatro Municipal — o filme mistura lirismo e realidade com uma fotografia que traduz em imagem o movimento interno do protagonista. O roteiro é de Camila Agustini (Manas) e a produção criativa leva a assinatura do aclamado roteirista Guillermo Arriaga (Babel, 21 Gramas, Amores Perros), conhecido por construir histórias emocionais e profundamente humanas.

Premiado e aplaudido por onde passa

Antes mesmo de chegar ao circuito comercial, Um Lobo Entre os Cisnes já emocionou plateias em festivais importantes. No 34º Cine Ceará, levou os prêmios de Melhor Ator (Matheus Abreu), Melhor Ator Coadjuvante (Darío Grandinetti) e Melhor Direção de Arte (Dina Salem Levy). Também representou o Brasil no 27º Festival de Cinema Brasileiro de Paris, reforçando o alcance internacional da produção.

Além de Abreu e Grandinetti, o elenco traz nomes como Margarida Vila-Nova, Giullia Serradas, Igor da Silva Fernandes, Elvira Helena e participação especial de Augusto Madeira.

Kevin James se reinventa em Família à Prova de Balas: Ação, comédia e um pai disposto a tudo pela família

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Foto: David Scott Holloway

Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:

Um pai comum, um herói improvável

No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.

É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.

Risadas no meio do caos

Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.

O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.

No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.

Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.

Na telona, uma experiência para todos

Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.

2ª temporada de Paradise encerra gravações e promete reviravoltas intensas

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A tão aguardada segunda temporada da série norte-americana Paradise finalmente encerrou suas filmagens, trazendo ao público uma expectativa renovada para os próximos episódios. A notícia foi compartilhada pelo astro Sterling K. Brown em suas redes sociais, com um vídeo dos bastidores que rapidamente viralizou, mostrando momentos de descontração entre o elenco e cenas de ação que prometem manter os fãs à beira do sofá. A série, que combina suspense político e drama intenso, consolidou-se como um dos grandes fenômenos televisivos recentes, tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente, e a segunda temporada surge como uma oportunidade de aprofundar os conflitos e segredos que já marcaram a primeira fase da produção.

A série foi criada por Dan Fogelman, responsável também pela produção executiva ao lado de Sterling K. Brown, John Requa, Glenn Ficarra, John Hoberg, Jess Rosenthal e Steve Beers. A série estreou no Hulu em 26 de janeiro de 2025 nos Estados Unidos e, desde então, conquistou a crítica e o público com seu enredo intrigante e personagens complexos. No Brasil, o público acompanha a trama pelo Disney+, o que permite que a série alcance fãs de diferentes partes do mundo e conquiste uma base sólida de espectadores fiéis.

A trama central gira em torno do agente do Serviço Secreto Xavier Collins, interpretado por Sterling K. Brown, que se vê envolvido em uma teia de intrigas após o assassinato do Presidente dos Estados Unidos, Cal “Wildcat” Bradford, vivido por James Marsden. À medida que a história se desenrola, Xavier se torna um dos principais suspeitos e precisa descobrir a verdade por trás da morte do presidente, enquanto lida com traições, conspirações e revelações que desafiam sua confiança nas pessoas ao seu redor. O suspense político, aliado a dramas pessoais e éticos, é o que torna a série um marco no gênero.

A segunda temporada traz novidades significativas no elenco e na narrativa. Entre os nomes confirmados, destacam-se Sterling K. Brown, Julianne Nicholson e James Marsden, que retornam em seus papéis centrais. Eles são acompanhados por Sarah Shahi, Nicole Brydon Bloom, Aliyah Mastin e Percy Daggs IV, reforçando a densidade do elenco. A grande novidade é a inclusão de Shailene Woodley, cuja entrada promete acrescentar ainda mais tensão e dinâmica emocional à trama. Cada personagem é construído com camadas de complexidade, tornando as relações interpessoais tão cruciais quanto os acontecimentos políticos que movem a história.

O elenco de apoio e recorrente também desempenha um papel fundamental no desenrolar da narrativa. Cassidy Freeman interpreta a Primeira-Dama Jessica Bradford, Gerald McRaney dá vida a Kane Bradford, Matt Malloy atua como Henry Baines, e Richard Robichaux como Carl, todos complementando os conflitos centrais e oferecendo diferentes perspectivas sobre os eventos que assolam a Casa Branca e o círculo de pessoas que orbitam o poder. Essa diversidade de personagens permite que a série explore múltiplas dimensões do suspense político, incluindo ambições pessoais, dilemas éticos e decisões que têm impacto direto sobre vidas e carreiras.

A produção da série também merece destaque. As filmagens da segunda temporada começaram em fevereiro de 2024 em Los Angeles, sob o título provisório Paradise City, e seguiram intensamente até o encerramento, com cenas gravadas em locações internas e externas que capturam a atmosfera dramática e tensa da narrativa. A série é produzida pela 20th Television e pela Rhode Island Ave. Produções, com Dan Fogelman e Sterling K. Brown à frente da produção executiva. A colaboração criativa entre Fogelman e Brown é um dos pilares que fortalece a autenticidade da série, garantindo que cada episódio equilibre ação, suspense e emoção de maneira envolvente.

A narrativa da série não se limita apenas ao assassinato do presidente. Ela explora temas como lealdade, traição, corrupção política, ambição e o impacto do poder sobre as relações pessoais. Xavier Collins se vê constantemente em conflito entre seu dever como agente do Serviço Secreto e suas próprias convicções éticas, enquanto precisa lidar com figuras poderosas que estão prontas para manipular fatos e pessoas em prol de interesses próprios. Esse equilíbrio entre ação, mistério e drama pessoal é o que mantém a audiência engajada e ansiosa por cada novo episódio.

O que podemos esperar da nova temporada?

A segunda temporada, em especial, promete intensificar esses conflitos. Com a chegada de Shailene Woodley, espera-se que novas alianças e rivalidades transformem ainda mais a trama. A atriz trará um personagem que desafiará Xavier e outros membros do elenco principal, criando uma dinâmica de incerteza que promete prender o público. Além disso, a narrativa explorará consequências de decisões tomadas na primeira temporada, revelando segredos que podem mudar a trajetória de cada protagonista.

A questão da paternidade, alianças políticas secretas e estratégias de poder também ganham destaque. A complexidade da série permite que os roteiristas explorem múltiplas camadas de intriga, incluindo conspirações internas dentro da Casa Branca e ameaças externas que colocam todos em risco. A série não apenas entretém, mas também convida o público a refletir sobre questões de moralidade, responsabilidade e confiança em contextos de alta pressão.

O processo de produção da segunda temporada envolveu desafios significativos. Entre eles, a logística de gravações em múltiplas locações, a coordenação de um elenco extenso e a manutenção da consistência narrativa foram cruciais para garantir que a qualidade visual e dramática permanecesse elevada. O envolvimento de Sterling K. Brown como produtor executivo permitiu que houvesse uma visão integrada entre a atuação e o desenvolvimento da história, o que reforça a coesão da narrativa.

O lançamento da primeira temporada no Hulu, em janeiro de 2025, foi um sucesso de público e crítica, o que motivou a rápida renovação para a segunda temporada em fevereiro do mesmo ano. Internacionalmente, o Disney+ tornou possível que a série alcançasse um público mais amplo, incluindo espectadores brasileiros que acompanharam atentamente os acontecimentos da primeira temporada. O sucesso de audiência e o engajamento nas redes sociais refletem a capacidade da série em gerar discussões sobre política, ética e relações humanas em contextos de poder.

Entre os destaques da segunda temporada, os fãs podem esperar novas reviravoltas, confrontos inesperados e a exploração mais profunda dos dilemas internos de cada personagem. O suspense político continua sendo o fio condutor da trama, mas o foco em relações pessoais e segredos familiares garante que a série não perca sua dimensão humana. Essa combinação de elementos faz de Paradise uma experiência completa para quem aprecia drama, ação e narrativa complexa.

Quarta temporada da série The Traitors ganha trailer e promete elevar o jogo de alianças e traições

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Foto: Reprodução/ Internet

A Peacock divulgou o aguardado trailer da quarta temporada de The Traitors, confirmando que o reality psicológico mais tenso da atualidade retorna ainda mais afiado. Com estreia marcada para janeiro de 2026, a nova fase do programa chega ao Brasil no dia 9 de janeiro, pelo Universal+, apenas um dia após a exibição nos Estados Unidos. A proximidade entre os lançamentos reforça a força internacional do formato, que deixou de ser uma curiosidade europeia para se consolidar como um fenômeno global de entretenimento.

Criado originalmente nos Países Baixos, The Traitors conquistou o público justamente por ir além das provas tradicionais. Aqui, o jogo é emocional, silencioso e cruel. Não vence quem grita mais alto, mas quem observa melhor. A versão norte-americana soube explorar esse conceito ao máximo, transformando convivência e desconfiança em combustível narrativo, algo que o trailer da nova temporada deixa bem evidente.

Um dos grandes destaques da quarta temporada é o elenco, que reúne personalidades de diferentes universos da cultura pop e da televisão. Estão confirmados Colton Underwood, conhecido por The Bachelor; Donna Kelce, mãe dos astros da NFL Travis e Jason Kelce; o cantor e compositor Eric Nam, um dos nomes mais respeitados do k-pop internacional; Lisa Rinna, figura marcante de The Real Housewives; Monét X Change, vencedora e ícone de RuPaul’s Drag Race; e o ator Stephen Colletti, eternizado pelo público em One Tree Hill. A diversidade de perfis reforça um dos maiores trunfos do programa: ninguém está preparado para o tipo de jogo que se desenrola dentro do castelo.

A dinâmica permanece fiel ao que consagrou o formato. Um grupo de competidores chega a um castelo isolado nas Terras Altas da Escócia com o objetivo de conquistar um prêmio em dinheiro, que é construído ao longo da temporada por meio de missões coletivas. Todos entram como Fiéis, mas entre eles estão os Traidores, escolhidos secretamente pelo anfitrião logo no início do jogo. Cabe aos Fiéis descobrir quem mente, enquanto os Traidores precisam eliminar adversários sem levantar suspeitas. Se todos os Traidores forem banidos, o prêmio é dividido entre os Fiéis restantes. Caso contrário, basta um Traidor chegar ao final para levar todo o dinheiro.

As noites são sempre decisivas. Em encontros secretos, os Traidores escolhem um competidor para ser “assassinado”, eliminando-o imediatamente do jogo. O impacto vem no dia seguinte, quando os participantes se reúnem para o café da manhã e percebem, pouco a pouco, quem não voltou ao castelo. O primeiro assassinato acontece antes mesmo do primeiro banimento, mergulhando o grupo em um clima constante de paranoia desde o início da competição.

Entre eliminações e suspeitas, os jogadores participam de missões que aumentam o valor do prêmio final. Alguns desafios oferecem ainda a chance de visitar o arsenal, onde um participante pode receber secretamente o escudo, item que garante imunidade contra assassinatos noturnos. O escudo, porém, não protege contra o voto de banimento, o que mantém todos vulneráveis. Quando os Traidores tentam matar alguém protegido, ninguém é eliminado naquela noite, aumentando ainda mais a confusão e as teorias entre os jogadores.

Ao final de cada dia, acontece a temida mesa redonda, o verdadeiro centro do jogo. É ali que alianças são testadas, acusações ganham voz e estratégias são expostas. Os votos para banimento são feitos em segredo e revelados publicamente. O eliminado precisa revelar se era Fiel ou Traidor, informação que pode mudar completamente o rumo da competição. Quando um Traidor é banido, os Traidores restantes ainda têm a chance de recrutar um novo aliado, garantindo que o jogo nunca fique previsível.

Quando restam apenas quatro finalistas, o jogo entra em sua fase mais delicada. Após o desafio final, os jogadores precisam decidir se continuam banindo ou se encerram a competição. Para finalizar o jogo, a decisão deve ser unânime. Caso contrário, novos banimentos acontecem. Se o jogo termina apenas com Fiéis, o prêmio é dividido. Se um Traidor permanecer, ele leva tudo.

Cine Aventura 19/04/2025: Record exibe Alice e Peter – Onde Nascem os Sonhos

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Se você está procurando um bom motivo pra ficar no sofá neste sábado à tarde, a Record TV tem a dica perfeita: o Cine Aventura do dia 19 de abril de 2025 vai exibir o filme “Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos”, uma fantasia com cara de conto de fadas, mas com um toque de drama familiar que promete mexer com o coração.

Estrelado pela poderosa Angelina Jolie e pelo talentoso David Oyelowo, o longa mistura elementos das histórias de Peter Pan e Alice no País das Maravilhas, só que de um jeito totalmente diferente: e se eles fossem irmãos na vida real, antes de viverem suas aventuras em mundos mágicos?

Uma história antes dos contos de fadas

Em “Alice e Peter” (título original: Come Away), conhecemos uma versão inédita desses personagens tão clássicos. Antes de voar para a Terra do Nunca ou cair na toca do coelho, Peter (Jordan Nash) e Alice (Keira Chansa) vivem com os pais e o irmão mais velho em uma casa no campo, cercados de amor, natureza e muitas brincadeiras. Mas tudo muda quando uma tragédia abala a família: a morte do irmão mais velho transforma completamente a dinâmica do lar.

Para escapar da dor — e tentar ajudar os pais, Rose (Angelina Jolie) e Jack (David Oyelowo), a seguirem em frente — os dois irmãos mergulham em seus próprios mundos imaginários. E é aí que começa a mistura de realidade com fantasia: espadas, navios piratas, criaturas mágicas e coelhos apressados entram em cena, construindo as pontes entre o luto e a criatividade infantil.

Angelina Jolie brilha em papel sensível

Apesar do tom mais melancólico, o filme tem momentos de pura ternura e cenas visuais lindas. Angelina Jolie, que já encantou o público como a sombria Malévola, aqui surge em uma versão mais contida e dolorida: uma mãe em luto, tentando manter a família unida. Ao lado dela, David Oyelowo traz profundidade e empatia para o papel do pai.

A direção é de Brenda Chapman, que também dirigiu a animação vencedora do Oscar “Valente”, e o roteiro é assinado por Marissa Kate Goodhill. A dupla propõe um olhar mais humano e poético sobre o nascimento da fantasia — como se dissesse: “antes da aventura, vem a dor. E da dor, nasce a imaginação.”

Para quem gosta de histórias com toque emocional, universos mágicos e atuações sensíveis, vale a pena dar uma chance.

Não vai estar em casa no sábado? Calma que tem streaming!

Se não der pra assistir ao filme na hora da exibição na Record, dá pra ver depois com calma nas plataformas digitais. “Alice e Peter” está disponível no Telecine e na Netflix, além de poder ser alugado no Prime Video.

🎬 Anota aí:
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
📺 Cine Aventura – Record TV
🎞 Filme: Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos
⏰ Duração: 1h34min
📊 Classificação indicativa: 12 anos

“Roda Viva” desta segunda (28/07) recebe Miguel Nicolelis para debate sobre ciência, tecnologia e futuro

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Foto: Reprodução/ Internet

“Nem inteligente, nem artificial.” A frase, carregada de sarcasmo e ceticismo, resume em poucas palavras a visão provocadora de Miguel Nicolelis sobre o que hoje é considerado uma das maiores revoluções tecnológicas do século: a Inteligência Artificial. Mas, para ele, não passa de um nome pomposo dado a um conjunto de estatísticas sofisticadas. Essa crítica, direta e desconcertante, já dá o tom do que promete ser uma das edições mais incendiárias do Roda Viva em 2025.

Na próxima segunda-feira, 28 de julho, às 22h, a TV Cultura transmite ao vivo a entrevista com um dos neurocientistas mais renomados — e controversos — do mundo. Conhecido por romper fronteiras entre ciência, filosofia e política, Nicolelis não mede palavras quando o assunto é o futuro da humanidade, a ética na tecnologia ou o papel da ciência na transformação social. Seu retorno ao centro da roda acontece em um momento crucial de debates sobre o avanço da IA, o papel do cérebro humano no século digital e o lugar do pensamento crítico em um mundo hiperconectado, mas nem sempre lúcido. As informações são da TV Cultura.

A entrevista poderá ser acompanhada também pelo app Cultura Play e nas redes sociais oficiais da emissora — YouTube, X (antigo Twitter), TikTok e Facebook. E, como manda a tradição do programa, o cartunista Luciano Veronezi estará ao vivo registrando em traços os momentos mais emblemáticos da conversa.

Um brasileiro que ouviu o cérebro

Miguel Ângelo Laporta Nicolelis nasceu em São Paulo, em 27 de março de 1961. Filho da escritora Giselda Laporta Nicolelis e do juiz Ângelo Nicolelis, cresceu em um ambiente que valorizava o conhecimento e o pensamento crítico. Desde cedo, aprendeu a questionar verdades prontas — uma postura que carregaria consigo ao longo da vida.

Formado em Medicina pela USP, Nicolelis escolheu um caminho pouco convencional: queria ouvir o cérebro, entender como os neurônios se comunicavam em tempo real, e, mais ousadamente, como essa comunicação poderia ser decodificada e traduzida em ação física. Na virada dos anos 1990, seu trabalho com neuroengenharia começou a ganhar visibilidade nos Estados Unidos, onde se estabeleceu como pesquisador e professor na Duke University.

Foi pioneiro no desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina, tecnologia que permite a pacientes com paralisia movimentarem membros robóticos ou próteses a partir da leitura da atividade elétrica cerebral. Um feito que rompeu com paradigmas científicos e colocou seu nome entre os mais citados da neurociência global.

O chute que o mundo nunca esqueceu

Se há um momento que sintetiza a ousadia de Nicolelis e sua visão de futuro, ele aconteceu em 12 de junho de 2014. Na abertura da Copa do Mundo, no estádio do Corinthians, em São Paulo, um jovem paraplégico deu o chute simbólico inicial da partida com o auxílio de um exoesqueleto robótico controlado por sinais do próprio cérebro.

Foi a concretização do projeto Andar de Novo, coordenado por Nicolelis no Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra, em Natal (RN). A imagem correu o mundo: um brasileiro, usando um aparato futurista, demonstrando que era possível caminhar — ainda que simbolicamente — sem movimentar os próprios músculos.

Mas a comunidade científica, como de costume, dividiu-se. Algumas revistas classificaram a demonstração como “limitada” ou “publicitária”. Houve quem aplaudisse o avanço da interface, e quem a visse como sensacionalismo. Nicolelis, no entanto, permaneceu fiel ao seu objetivo: “Foi um passo simbólico para milhões de pessoas no mundo que precisam saber que a ciência pode oferecer esperança.”

A política da ciência

Não é de hoje que Miguel ultrapassa as barreiras do laboratório. Durante a pandemia de Covid-19, foi uma das vozes mais ativas na imprensa, em redes sociais e em artigos de opinião. Seu posicionamento crítico frente às políticas públicas negacionistas do governo Bolsonaro o transformou em alvo de ataques, mas também em referência para setores que defendiam a ciência como pilar das decisões emergenciais.

Nicolelis coordenou, junto a outros pesquisadores, estudos epidemiológicos no Brasil e ofereceu alternativas ao colapso do sistema de saúde, propondo lockdowns regionais e testagens em massa. Em muitos momentos, sentiu que sua voz foi ignorada — algo que, segundo ele, custou vidas. “Fomos preteridos por um governo que escolheu o caos como política”, declarou em entrevistas à época.

Essa atuação reforçou uma faceta pouco explorada da ciência brasileira: a de cientistas que não se escondem em publicações técnicas, mas que falam à sociedade com clareza, assumindo os custos e riscos da exposição pública.

A entrada na ficção: “Nada Mais Será Como Antes”

Em 2025, Nicolelis surpreendeu ao lançar seu primeiro romance de ficção: Nada Mais Será Como Antes. A obra, um thriller distópico recheado de reflexões filosóficas e críticas sociais, mostra um futuro no qual a humanidade se vê refém de uma tecnocracia global controlada por algoritmos.

Inspirado em experiências reais e em sua leitura crítica do presente, o livro propõe uma reflexão inquietante: e se estivermos entregando nosso destino a máquinas que não pensam, mas decidem? O título, emprestado da canção de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, é um manifesto: não há retorno possível quando cruzamos certos limiares éticos e tecnológicos.

A recepção foi positiva. Além de garantir uma adaptação cinematográfica em fase inicial, a obra consolidou Nicolelis como um intelectual multifacetado, que transita entre ciência, política e arte com fluidez — algo cada vez mais raro em um mundo de especialistas isolados.

Uma crítica à inteligência que não pensa

Um dos pontos mais controversos — e mais aguardados — da entrevista no Roda Viva será o debate sobre Inteligência Artificial. Nicolelis tem sido uma das vozes mais contundentes contra o “fetichismo tecnológico” em torno da IA. Para ele, atribuir inteligência a algoritmos é um erro conceitual grave.

“Não há nada de artificial na inteligência, e muito menos inteligência nesses sistemas”, afirma. “Eles apenas identificam padrões estatísticos. Não têm consciência, não têm emoção, não sabem que existem. Nós, humanos, sabemos. Essa é a diferença fundamental.”

Ele reconhece os avanços da IA em tarefas específicas, como diagnósticos por imagem ou previsões de tráfego. Mas alerta para o risco de projetarmos nesses sistemas capacidades que eles não possuem. “O problema não é o que a IA pode fazer. É o que as pessoas acreditam que ela possa fazer. Esse descompasso pode custar caro.”

A participação de Nina da Hora, pesquisadora de tecnologia com foco em ética e inclusão, promete tensionar e enriquecer essa discussão. Nina tem pautado o debate sobre racismo algorítmico e governança digital no Brasil e no exterior, e deve trazer contrapontos à visão de Nicolelis, ainda que ambos partam de preocupações semelhantes sobre os rumos da tecnologia.

A bancada que pensa

O programa desta segunda reunirá uma bancada plural e qualificada para entrevistar Nicolelis. Além de Nina da Hora, estarão presentes:

  • Denis Russo Burgierman, jornalista e escritor, conhecido por traduzir ciência com linguagem acessível;
  • Pedro Teixeira, repórter da Folha de S.Paulo especializado em tecnologia e inovação;
  • Petria Chaves, da CBN, com uma abordagem mais sensível e humanizada;
  • Rafael Garcia, jornalista de ciência do jornal O Globo, com olhar técnico e preciso.

A presença desses nomes sugere uma entrevista que deve ir além do factual. Espera-se que temas como espiritualidade, paternidade, desigualdade social e o papel do Brasil na ciência global também estejam na pauta.

O cérebro coletivo como modelo de civilização

Entre as contribuições mais ousadas de Nicolelis está a ideia do “cérebro coletivo”. Ele propõe que, assim como neurônios operam em conjunto para formar pensamentos, emoções e ações, sociedades humanas deveriam aprender a agir como redes neurais complexas, em sincronia.

Essa teoria, que extrapola a biologia e entra no campo da filosofia política, defende a cooperação como elemento central da evolução humana. Em tempos de hiperindividualismo e tribalismo digital, sua proposta soa quase utópica — mas profundamente necessária.

“O futuro da humanidade depende da nossa capacidade de pensar em conjunto, não de competir uns com os outros. A natureza do cérebro é coletiva. E nós esquecemos disso”, afirma.

Um legado que inspira

Nicolelis é um cientista, mas também é um educador. Em Natal, no Instituto Santos Dumont, ele investe há mais de uma década na formação de jovens de comunidades periféricas. Lá, ciência é também afeto, inclusão e cidadania. O Instituto oferece desde atendimento em reabilitação até cursos técnicos e oficinas de robótica.

Esse lado menos visível de sua atuação talvez seja o mais transformador. Ele não quer apenas construir máquinas comandadas por pensamento — quer construir uma sociedade em que todos tenham acesso ao pensamento crítico. E, para isso, aposta na educação, na ciência cidadã e na autonomia local.

Ivana Chubbuck traz ao Brasil nova edição de O Poder do Ator, livro que moldou astros como Brad Pitt e Beyoncé

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Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Halle Berry com um Oscar nas mãos. Brad Pitt na melhor fase da carreira. Charlize Theron se transformando (literalmente) para viver papéis inesquecíveis. O que todos eles — e muitos outros — têm em comum? Uma mulher por trás das câmeras: Ivana Chubbuck.

Com mais de duas décadas lapidando os maiores talentos de Hollywood, a preparadora de elenco desembarca no Brasil com uma novidade que vai interessar atores, fãs de cinema e até profissionais de fora das artes. Trata-se da nova edição revista e ampliada do seu best-seller “O Poder do Ator”, lançado pela Editora Civilização Brasileira — agora com ainda mais ensinamentos, histórias reais e um mergulho intenso nas emoções humanas.

E nós tivemos acesso antecipado à obra. O que descobrimos? Que atuar, na visão de Chubbuck, não tem nada a ver com fingir. Tem a ver com acessar a verdade — mesmo que isso signifique encarar seus maiores medos, dores e fragilidades.

A técnica que virou culto em Hollywood — e não só lá

Criada a partir de sua própria trajetória de vida e estudo, a Técnica Chubbuck se tornou uma febre entre os atores que buscavam mais do que performance: queriam presença. Não à toa, o método é usado por estrelas como Jake Gyllenhaal, Jim Carrey, Sylvester Stallone e até Beyoncé, que recorreu à abordagem emocional da autora para se preparar para papéis desafiadores em sua carreira como atriz.

Mas o impacto do livro extrapolou o set de filmagem. De forma surpreendente, a Técnica Chubbuck passou a ser utilizada também no mundo corporativo: executivos da lista da Fortune 500 têm aplicado os 12 passos desenvolvidos por Ivana para aprimorar habilidades como liderança, tomada de decisão e inteligência emocional.

Mais do que um manual de atuação

Em “O Poder do Ator”, Chubbuck apresenta uma proposta ousada: transformar vulnerabilidade em potência. O livro orienta o leitor a mergulhar em si mesmo, encarar cicatrizes, entender gatilhos e usar tudo isso para criar — ou viver — com mais verdade. A atuação, nesse sentido, vira ferramenta de cura, transformação e conquista.

Com forte embasamento psicológico, o método convida o artista a deixar de representar para, de fato, existir em cena. Ivana evoca nomes como Stanislavski, Meisner e Uta Hagen, mas leva a atuação para um território mais íntimo, quase terapêutico — algo raro em obras do tipo.

Um presente para atores, criadores e curiosos

A nova edição brasileira, agora com conteúdo ampliado, chega em um momento oportuno: nunca se falou tanto em autenticidade, conexão emocional e saúde mental. Para artistas em formação ou profissionais em busca de reinvenção, Chubbuck entrega mais do que conselhos técnicos. Ela oferece um caminho. E cobra entrega.

Quase Deserto marca nova fase de José Eduardo Belmonte e estreia nos cinemas em 27 de novembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Após uma passagem elogiada por dois dos maiores eventos de cinema do país, a Première Brasil do Festival do Rio 2025 e a 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Quase Deserto finalmente chega às salas brasileiras em 27 de novembro. O novo longa-metragem de José Eduardo Belmonte carrega o espírito de descoberta que sempre acompanhou sua filmografia, mas desta vez amplia fronteiras, geográficas e simbólicas.

A produção foi inteiramente filmada em Detroit, cidade que se tornou quase um personagem dentro da história. Ali, entre prédios vazios e ruas que parecem suspensas no tempo, o diretor constrói um cenário que dialoga com abandono, memória e sobrevivência. A narrativa ganha vida através do trio formado por Angela Sarafyan, atriz armênio-americana conhecida por sua presença magnética em Westworld, pelo uruguaio Daniel Hendler, lembrado por seu trabalho sensível em O Abraço Partido, e pelo brasileiro Vinícius de Oliveira, que marcou gerações com Central do Brasil e aqui apresenta um novo amadurecimento artístico.

Belmonte descreve o filme como um “noir distorcido”, uma expressão que traduz a mistura de sombras, silêncios e tensões que compõem o enredo. Quase Deserto acompanha dois imigrantes latinos sem documentos e uma mulher americana que, por acaso, testemunham um assassinato em uma Detroit pós-pandemia. A cidade parece desprovida de vida humana, como se observasse seus próprios fantasmas. Diante da violência inesperada, os três personagens partem em uma jornada de fuga e reinvenção, carregando segredos, medos antigos e um desejo silencioso de recomeçar.

A força emocional do longa nasce tanto de sua trama quanto do significado que ele representa dentro da trajetória do diretor. Belmonte vive um momento de virada artística e profissional, motivado pela busca por novos modelos de coprodução que aproximem criadores de países diferentes. Essa ideia surge do desejo de expandir o alcance das histórias brasileiras, permitindo que temas, conflitos e sensibilidades do país encontrem ressonância em outros territórios. O diretor explica que compreender o Brasil de fora pode revelar nuances que, de perto, muitas vezes passam despercebidas. Para ele, comentar o país a partir de outra geografia amplia o olhar e cria pontes culturais que antes pareciam distantes.

Essa proposta de integração está presente em cada etapa do filme. A produção foi realizada em três idiomas, português, espanhol e inglês, refletindo os encontros e desencontros dos personagens. O longa é produzido por Rodrigo Sarti Werthein e Rune Tavares, com assinatura da ACERE, e conta com a participação da norte-americana We Are Films, da Filmes do Impossível e da Paramount Pictures. O roteiro, por sua vez, nasceu de uma colaboração criativa entre Belmonte, Carlos Marcelo e Pablo Stoll, roteirista conhecido pelo sucesso uruguaio Whisky.

Game dos 100 deste domingo (10) traz boliche gigante, empilhar latas, separar balas, avião de papel, pilhas na lanterna, mega vôlei, cereja na cabeça, cesta na bicicleta e tampa do pote

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 10, a partir das 14h, o Game dos 100 retorna com tudo, trazendo um episódio que promete fazer a temperatura subir e a ansiedade bater forte para quem está na disputa — e para quem assiste de casa. Depois de uma série de desafios e eliminações, agora são 70 competidores que encaram uma sequência intensa de provas, cada uma mais imprevisível que a outra.

O objetivo? Simples e cruel: não ser o último a cumprir cada tarefa, para continuar firme na briga pelo grande prêmio de R$ 300 mil. A tensão já é palpável, porque, para esses jogadores, um erro pode significar o fim dos sonhos naquele instante.

Primeiro desafio: força e mira no boliche gigante

Para abrir o dia, os competidores enfrentam um boliche nada convencional — aqui, a bola é uma caçamba pesada, e o pino, uma gigante estrutura que parece desafiadora de derrubar. Cada participante tem que empurrar com toda a força para tentar fazer um strike logo de cara.

Quem acerta o pino na primeira tentativa fica tranquilo, mas os que erram precisam esperar sua vez novamente, sob pressão crescente. O último a conseguir derrubar o pino deixa o jogo ali mesmo — e a fila dos eliminados já começa a crescer.

Construção e equilíbrio: o desafio das latas sobre a água

Não há espaço para pressa quando a missão é empilhar latas vazias em cima de um prato que flutua em um recipiente cheio d’água. Essa prova é quase uma dança silenciosa: mãos firmes, respiração controlada e um equilíbrio que desafia até os mais pacientes.

A tensão toma conta porque, a qualquer momento, uma pilha pode desabar e o competidor terá que recomeçar. No final, quem não conseguir levantar sua torre de cinco latas em tempo perde a chance de continuar.

Habilidade e paciência: transportar bolinhas numa raquete furada

Agora, a missão é transportar cinco bolinhas usando apenas uma mão — e, para complicar, a raquete tem um furo no meio! Cada bolinha que cai no chão obriga o participante a voltar e tentar de novo.

Essa prova vira um verdadeiro teste de coordenação e persistência, com jogadores apertando os dentes para não deixar a bolinha escapar, enquanto o tempo passa implacável.

Cor e velocidade: a separação das balas

Parece fácil separar balas por cor, certo? Mas a pressão do relógio e o medo de ficar para trás tornam essa tarefa um verdadeiro pesadelo. Cada competidor recebe um pote cheio de balas coloridas e deve organizar tudo corretamente em recipientes diferentes.

À medida que o tempo avança, mãos tremem, dúvidas aparecem, e a velocidade é tudo. O último que terminar deixa o Game dos 100 e seus sonhos para trás.

Criatividade na ponta dos dedos: construindo e lançando aviãozinhos de papel

Aqui, o talento manual e a mira se encontram. Primeiro, os jogadores têm que dobrar seus papéis para montar um aviãozinho — simples na teoria, difícil na prática quando a pressão está alta. Depois, o lançamento precisa ser certeiro para que o aviãozinho pouse em uma pista delimitada.

Quem conseguir acertar segue firme, mas o grupo vai encolhendo à medida que um após outro falha no pouso. O último a errar dá adeus à competição.

Tateando no escuro: encaixando pilhas em lanternas sem enxergar

Essa prova desafia o tato e a concentração. Sentados diante de caixas fechadas, com apenas os braços livres para mexer dentro do espaço escuro, os competidores precisam encaixar as pilhas dentro de uma lanterna até fazê-la acender.

Quem acende primeiro garante sua vaga, enquanto o último a completar a tarefa sente o peso da eliminação.

Trabalho em equipe e estratégia: o mega vôlei gigante

A competição ganha uma dinâmica diferente quando os jogadores se dividem em dois times para uma partida de vôlei com uma bola gigante em uma quadra enorme. Mais do que força, o jogo exige estratégia, agilidade e, claro, muita coordenação para evitar que a bola toque no chão do próprio lado.

A equipe derrotada não está fora na hora, mas precisa disputar mais rodadas para não ver seus integrantes serem eliminados um a um até restar um único representante.

Equilíbrio e boca: mordendo cerejas sem usar as mãos

Um desafio que mistura graça e dificuldade: capacetes com “cerejas” presas em hastes ficam penduradas na cabeça dos participantes. A missão? Morder todas as quatro cerejas sem ajuda das mãos.

O desafio parece engraçado, mas o equilíbrio e a persistência são fundamentais para quem não quer ser o último a conseguir, e consequentemente, ser eliminado.

Precisão em movimento: acertando a lata na cesta da bicicleta

Na prova seguinte, o corpo em movimento precisa se sincronizar com a mira. Uma bicicleta com cesta na frente percorre a arena, enquanto o competidor tenta acertar sua lata dentro dela.

A concentração é total — errar o alvo pode custar caro.

Desafio final: o clássico quebra-cabeça das tampas e potes

Para fechar com chave de ouro, o programa traz um desafio que muitos brasileiros conhecem bem na rotina: encontrar a tampa certa para o pote certo.

Mas, para os competidores, a tarefa não é tão simples. Os potes e tampas estão espalhados, e só quem consegue achar as peças certas e encaixá-las a tempo garante a permanência.

Quem vai resistir?

O Game dos 100 é um verdadeiro teste de nervos, habilidades e resistência física e mental. A cada domingo, o programa mostra que aqui não basta sorte — é preciso foco, estratégia, rapidez e, às vezes, aquela pitada de improviso que só a pressão extrema consegue extrair.

Rafa Brites e Felipe Andreoli seguem no comando, garantindo o clima animado e aquela energia contagiante que tornam o programa uma das atrações mais queridas da faixa da tarde. A participação especial de Márcia Fu só deixa tudo ainda mais divertido e imprevisível.

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