Temperatura Máxima 02/03: Mulan é grande destaque de domingo

0

No próximo domingo, dia 2 de março, a Temperatura Máxima traz uma superprodução repleta de ação, emoção e heroísmo para as telas da TV Globo. A partir das 13h55, os telespectadores poderão conferir a versão live-action de “Mulan” (2020), uma das adaptações mais ambiciosas da Disney nos últimos anos.

Uma história de coragem e honra

Baseado na lenda chinesa de Hua Mulan, o filme acompanha a trajetória de uma jovem destemida (interpretada por Liu Yifei) que decide se disfarçar de homem e assumir o lugar de seu pai doente no exército imperial. Com o reino sob ameaça de invasores liderados pelo guerreiro Bori Khan (Jason Scott Lee), Mulan adota o nome de Hua Jun e parte para um rigoroso treinamento, onde precisa provar seu valor e esconder sua verdadeira identidade.

Diferente da animação lançada em 1998, esta versão dirigida por Niki Caro adota um tom mais realista, trazendo intensas sequências de batalha, cenários grandiosos e uma abordagem mais séria da história. Embora alguns elementos icônicos da animação, como o dragão Mushu e as músicas cantadas, tenham ficado de fora, o filme compensa com coreografias de luta impressionantes e efeitos visuais deslumbrantes.

O elenco do longa-metragem conta com grandes nomes do cinema asiático, incluindo Donnie Yen (Rogue One: Uma História Star Wars, O Grande Mestre) como o comandante Tung, Jet Li (O Templo Shaolin, Máquina Mortífera 4) no papel do Imperador, Gong Li (Memórias de uma Gueixa, Lanterna Vermelha) como a enigmática vilã Xian Lang e Tzi Ma (O Preço da Verdade, A Chegada) interpretando o pai de Mulan.

Onde assistir?

Para quem deseja embarcar nessa jornada épica, além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível para streaming no Disney+, permitindo que os fãs revivam a história dessa guerreira sempre que quiserem.

Entre a batina e o amor proibido: O romance A Voz do Tempo revela escândalo envolvendo ex-padre nos anos 40

0

Por trás de muitas histórias de família repousam segredos silenciados por décadas. Às vezes, eles estão escondidos em cartas antigas, fotografias desbotadas ou em peças de roupa guardadas em baús. No caso da escritora Lenah Oswaldo Cruz, o segredo estava em uma batina branca com detalhes dourados e em três cadernos manuscritos encontrados entre os pertences do pai. A descoberta, ao mesmo tempo íntima e perturbadora, deu origem ao romance A Voz do Tempo (Leitura Coletiva), que narra o amor proibido entre um padre beneditino e uma jovem da elite carioca, nos anos 1930 e 40.

Misturando memória pessoal, pesquisa histórica e reconstrução ficcional, o livro parte da trajetória real de Dom Xavier, um respeitado professor de filosofia e sacerdote da ordem beneditina que, em determinado momento de sua vida, decide abandonar o sacerdócio ao se apaixonar por Dora, uma jovem de beleza marcante, pertencente a uma família tradicional do Rio de Janeiro. O relacionamento, vivido em segredo até a ruptura definitiva com a Igreja, logo se tornaria público — e escandaloso.

“Quando encontrei os diários, percebi que precisava contar essa história. Não só pela minha família, mas pelo que ela dizia sobre fé, desejo e o peso das escolhas em tempos mais duros”, conta a autora, em entrevista.

Amor, culpa e silêncio: as consequências de uma decisão radical

A união entre Xavier e Dora, selada sob o impulso de um sentimento arrebatador, não trouxe apenas o alívio da libertação. A renúncia de Xavier à vida religiosa foi duramente julgada pela comunidade católica e pela própria família, e o casamento, idealizado como fuga e recomeço, logo revelou rachaduras profundas.

“Eles pagaram um preço alto por terem escolhido o amor. Só que o amor, às vezes, não basta.” Essa é uma das frases recorrentes no romance, que acompanha a evolução da relação do casal ao longo das décadas — da paixão inicial aos conflitos conjugais, das expectativas frustradas à violência doméstica, do sonho romântico à dor cotidiana.

Ao contar a história de seus pais, Lenah não tenta redimi-los. O que ela oferece ao leitor é uma narrativa profundamente humana, em que a coragem de romper com as estruturas tradicionais também abre espaço para o desencanto. Dora, antes musa inspiradora de uma mudança de vida radical, torna-se uma mulher ressentida e melancólica. Xavier, por sua vez, vê-se prisioneiro de uma decisão que o distancia da fé e da vocação, mas não lhe oferece a paz que imaginava encontrar fora da batina.

A memória como reconstrução do que foi (e do que poderia ter sido)

Escrito em primeira pessoa, o romance oscila entre o relato memorialístico e a ficção histórica. Ao longo das páginas, Lenah costura trechos dos diários paternos com lembranças da infância, cenas reconstruídas a partir de relatos familiares e referências ao contexto político e cultural da época. A narrativa atravessa cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Washington e Lisboa, acompanhando os deslocamentos e transformações do casal e de seus descendentes.

Eventos históricos como a Revolução Constitucionalista de 1932, o surgimento de movimentos intelectuais católicos no Brasil e a vida universitária nos anos 50 servem de pano de fundo para a trama. Mas é na dimensão afetiva que o livro encontra sua força. Ao relatar os impactos do casamento conturbado dos pais em sua própria formação emocional, Lenah revela também o esforço de reconstrução — da memória, da identidade e, sobretudo, da escuta.

“Durante anos, essa história foi tratada como tabu na minha família. Escrevê-la foi uma forma de escavar não só o passado, mas o silêncio que ele impôs.”

O poder do romance como lugar de revelação

A Voz do Tempo chega aos leitores não apenas como uma história de amor impossível, mas como um retrato sensível das consequências emocionais de decisões radicais em uma sociedade ainda profundamente marcada pela moral religiosa. Ao dar voz a personagens reais — com todas as suas imperfeições, falhas e contradições —, Lenah Oswaldo Cruz propõe uma reflexão sobre os limites entre vocação e desejo, fé e liberdade, família e ferida.

Ramo: Entre o Amor e o Poder estreia no Globoplay com episódios intensos e paixões proibidas

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda-feira, 14, o Globoplay dá as boas-vindas a mais uma produção turca de tirar o fôlego. Chega ao catálogo a novela Ramo: Entre o Amor e o Poder, uma história que atravessa as fronteiras do crime, da paixão e da coragem de mudar o próprio destino. Com 130 capítulos, a saga promete conquistar o público com um enredo vibrante, cheio de conflitos emocionais, reviravoltas e escolhas difíceis. Para quem quiser maratonar, os 19 primeiros episódios já estão disponíveis. Os próximos chegam sempre às segundas-feiras, até 25 de agosto.

Sinopse da trama

Na linha de frente da trama está Ramo (vivido por Murat Yıldırım), um homem criado em um bairro pobre da cidade de Adana, na Turquia, onde comanda uma rede criminosa ligada ao contrabando de combustível. Apesar da vida dura, Ramo nunca perdeu o senso de justiça — e começa a se incomodar com as regras do jogo: enquanto o trabalho é dividido entre todos, o lucro fica concentrado nas mãos do poderoso Cengiz (Kerem Atabeyoğlu), seu chefe.

Movido pela indignação e pelo desejo de garantir uma vida melhor para sua família, ele decide romper com o sistema e desafiar quem está no topo. Só que o destino tem um golpe inesperado: Ramo se apaixona por Sibel (Esra Bilgiç), justamente a filha de seu maior inimigo. O que era uma luta por justiça vira também uma batalha interna entre o amor e a lealdade.

Ramo: Entre o Amor e o Poder não é apenas uma novela sobre o submundo do crime. É, acima de tudo, uma história sobre pessoas em conflito consigo mesmas, entre o que sentem e o que acreditam ser certo. Ramo é um protagonista que erra, se desespera, ama, se vinga — tudo em intensidade máxima. A cada capítulo, o público acompanha seus dilemas entre proteger quem ama, manter sua honra e seguir em frente com o plano de derrubar um sistema corrupto que domina sua vida. A relação com Sibel, envolta em desejo, medo e tensão, é o fio condutor que atravessa essa jornada cheia de suspense, romance e dor.

Produção grandiosa

Com direção de Yağız Alp Akaydın e roteiro de Deniz Karaoglu e Toprak Karaoglu, a novela é visualmente impactante, com fotografia que valoriza tanto os contrastes das cidades turcas quanto os olhares silenciosos dos personagens. O elenco traz nomes consagrados como Cemre Baysel, İlhan Şen, Görkem Sevindik, İdil Fırat, İlker Aksum, İlkay Kayku, Yiğit Özşener e Sacide Taşaner, que completam a narrativa com atuações densas e sensíveis.

Wicked: Parte 2 surpreende antes mesmo da estreia e conquista um lugar entre os maiores sucessos de pré-bilheteria nos EUA

0
Foto: Reprodução/ Internet

Antes mesmo de chegar oficialmente às telas, Wicked: Parte 2 já havia conquistado o público norte-americano. O filme arrecadou 30,8 milhões de dólares apenas em suas sessões de pré-estreia nos Estados Unidos. O número coloca o longa entre os dez maiores desempenhos desse tipo na história do cinema do país, um feito raro para produções do gênero musical. Mesmo antes do lançamento, a conclusão da saga já despontava como um fenômeno cultural. As informações são do Omelete.

Esse impacto imediato não surpreende quem acompanha o caminho que Wicked percorreu até aqui. A adaptação do amado musical da Broadway, estrelada por Ariana Grande e Cynthia Erivo, combina nostalgia, espetáculo visual, vozes poderosas e uma história que atravessa gerações. O que se vê agora é o resultado de uma expectativa construída ao longo de mais de uma década, sustentada por uma base de fãs apaixonada e por um investimento artístico ambicioso.

Um retorno aguardado à Terra de Oz

A jornada de “Wicked” até o cinema é quase tão cheia de curvas quanto a própria estrada de tijolos amarelos. A Universal Pictures anunciou o projeto em 2012 e, desde então, enfrentou mudanças criativas, ajustes de roteiro, indefinições no elenco e atrasos provocados pela pandemia. Somente em 2021 a produção finalmente ganhou forma definitiva.

A confirmação de Ariana Grande e Cynthia Erivo nos papéis de Glinda e Elphaba marcou um dos momentos mais celebrados dessa fase. As duas artistas carregam perfis distintos, públicos diferentes e uma força vocal reconhecida mundialmente. A repercussão imediata nas redes sociais mostrou que o público estava pronto para abraçar a nova versão da história.

Jon M. Chu, diretor conhecido por unir espetáculo visual e sensibilidade emocional, tomou a decisão de dividir o longa em duas partes. Seu objetivo era preservar as nuances da narrativa original e evitar cortes bruscos. O primeiro filme, lançado em 2024, conquistou crítica e público, criando a base perfeita para o desfecho agora entregue em Wicked: Parte 2.

Elenco afiado e atuações que dão vida ao espetáculo

Grande e Erivo retornam ainda mais conectadas às personagens. Glinda vive o auge da popularidade, mas carrega uma inquietação crescente sobre os rumos de Oz. Elphaba, por sua vez, se vê cada vez mais isolada e perseguida, lutando para manter seus princípios em um mundo que insiste em demonizá-la.

O elenco de apoio colabora para manter a força emocional e o brilho visual do filme. Jonathan Bailey aprofunda a complexidade de Fiyero, agora colocado diante de escolhas dolorosas. Michelle Yeoh entrega uma performance firme e intensa. Jeff Goldblum encarna um Mágico ao mesmo tempo sedutor e perigoso, preso entre charme e manipulação política.

Ethan Slater, Bowen Yang, Marissa Bode e Udo Kier ampliam a diversidade de tons e texturas do universo de Oz. Nesta segunda parte, Colman Domingo se junta ao elenco e adiciona uma presença dramática poderosa, elevando ainda mais as tensões da história.

Uma narrativa que mergulha no profundo

A segunda parte abandona a leveza predominante do primeiro filme e leva o público a temas mais densos. A história percorre caminhos de política, moralidade e preconceito, sempre equilibrando fantasia e crítica social. Elphaba, agora marcada como ameaça, luta para proteger os animais e aqueles que ainda acreditam em sua bondade. Glinda, em sentido oposto, vive aprisionada pela responsabilidade pública e pelo desejo de agradar um sistema que cobra perfeição.

Outros personagens atravessam seus próprios conflitos. Fiyero inicia uma busca pela verdade que desafia seu passado. O Leão Covarde e o Homem de Lata ganham contexto emocional, revelando origens que dialogam com a obra clássica de 1939. Nessa assume a liderança de Munchkinland, enquanto o Mágico intensifica seu domínio político.

Por que Wicked desperta tanta devoção

O desempenho extraordinário das pré-estreias tem explicação. O público do musical original é fiel e acompanha a obra há mais de vinte anos. Para muitos, ver essa história ganhar vida no cinema é um reencontro com memórias afetivas.

A presença de Ariana Grande e Cynthia Erivo reforça o impacto. São artistas em seus melhores momentos, com imenso alcance cultural e grande respeito entre críticos e fãs. A divisão em duas partes também teve papel fundamental. O primeiro filme terminou com perguntas importantes e deixou a expectativa pelo desfecho em alta.

A campanha da Universal Pictures foi intensa e bem alinhada ao comportamento digital do público moderno. Trailers, teasers, cenas exclusivas e bastidores foram divulgados de forma estratégica, alimentando a antecipação por meses.

Truque de Mestre – O 3º Ato | Pré-venda de ingressos ganha data e promete o maior espetáculo de ilusionismo do cinema moderno

0

O palco está pronto, as cartas foram embaralhadas e o truque final começa a se revelar. Truque de Mestre – O 3º Ato, nova sequência da aclamada franquia de suspense e ilusionismo, estreia nos cinemas brasileiros em 13 de novembro de 2025, com a pré-venda de ingressos marcada para 6 de novembro, conforme anúncio oficial da Paris Filmes. O retorno dos lendários Quatro Cavaleiros — grupo de mágicos que desafia as leis da lógica e o poder das grandes corporações — promete uma nova rodada de reviravoltas, tramas engenhosas e, claro, truques que deixam o público sem fôlego.

Dirigido por Ruben Fleischer, conhecido por “Venom” e “Zumbilândia”, o filme marca o reencontro de Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco, Isla Fisher e Morgan Freeman, nomes que consolidaram o sucesso da saga. A eles se juntam Ariana Greenblatt, Dominic Sessa, Rosamund Pike e Justice Smith, ampliando o universo de personagens e adicionando uma nova camada de mistério à narrativa.

Um retorno aguardado há quase uma década

Desde o lançamento de “Truque de Mestre 2”, em 2016, fãs ao redor do mundo aguardam ansiosamente o próximo capítulo da série. O segundo longa terminou deixando pontas soltas — especialmente sobre o destino da misteriosa organização O Olho, entidade que supervisiona os ilusionistas e controla os bastidores do poder por meio de truques e manipulação.

A nova história retoma o ponto em que os Cavaleiros haviam se consagrado como mestres da ilusão, mas agora enfrentam um desafio ainda maior: um assalto de proporções globais. A sinopse oficial revela que o grupo se une a três novos mágicos para roubar o maior diamante do mundo, conhecido como o Diamante Rainha, das mãos de um poderoso sindicato do crime.

Mais do que um simples golpe, a trama promete explorar os limites entre realidade e ilusão, poder e corrupção — temas que sempre estiveram no cerne da franquia.

Uma fusão entre o antigo e o novo

Um dos grandes atrativos de “Truque de Mestre – O 3º Ato” é justamente o retorno do elenco original. Jesse Eisenberg volta como J. Daniel Atlas, o carismático e arrogante líder dos Cavaleiros, cuja ambição e ego frequentemente o colocam em conflito com os próprios companheiros. Ao seu lado, Woody Harrelson reprisa o papel de Merritt McKinney, o hipnotizador excêntrico e imprevisível; Dave Franco retorna como Jack Wilder, o mais jovem e ágil do grupo; e Isla Fisher, ausente do segundo filme, volta a interpretar Henley Reeves, especialista em escapismo e ex-parceira amorosa de Atlas.

A presença de Morgan Freeman como Thaddeus Bradley também chama atenção. Ex-mágico e agora desmistificador de truques, Bradley se vê novamente envolvido em um jogo de manipulação e vingança, com motivações ambíguas que desafiam a moralidade dos protagonistas.

Entre as novas adições, Rosamund Pike interpreta Veronika Vanderberg, uma magnata enigmática e matriarca de um sindicato criminoso que se torna a grande antagonista do filme. Pike, indicada ao Oscar por “Garota Exemplar”, promete trazer uma performance fria e calculista — o contraponto perfeito à ousadia dos Cavaleiros. Já Ariana Greenblatt, revelação de “Barbie” e “Ahsoka”, assume o papel de June, uma jovem ilusionista talentosa que se torna peça-chave no novo plano do grupo. Dominic Sessa e Justice Smith completam o elenco como novos aliados e possíveis traidores, mantendo a aura de incerteza que sempre permeou a saga.

Bastidores e desenvolvimento: uma produção cheia de truques

O terceiro filme da franquia foi anunciado em 2015, logo após o sucesso comercial do segundo capítulo, que arrecadou mais de US$ 330 milhões mundialmente. No entanto, o desenvolvimento enfrentou uma série de reviravoltas nos bastidores. Inicialmente, Jon M. Chu (diretor de “Truque de Mestre 2”) retornaria ao comando, mas o projeto foi reestruturado em 2022, quando Ruben Fleischer assumiu a direção.

O roteiro também passou por diversas mãos até chegar à versão final. A história original foi escrita por Eric Warren Singer, posteriormente revisada por Seth Grahame-Smith, Michael Lesslie, e a dupla de roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese — conhecidos por “Deadpool” e “Zumbilândia”. Essa combinação promete equilibrar o humor característico da franquia com uma dose maior de tensão e ação cinematográfica.

Produzido por Bobby Cohen e Alex Kurtzman, “Now You See Me: Now You Don’t” foi filmado em Londres, Nova York e Veneza, locais escolhidos para refletir a escala global da trama. Fontes ligadas à produção descrevem o longa como “a mistura perfeita entre espetáculo e espionagem”, com cenas de ação elaboradas e truques filmados com o mínimo possível de efeitos digitais — um esforço para resgatar a sensação de realismo que marcou o primeiro filme.

Um truque final à altura da expectativa

Com estreia prevista para 14 de novembro nos Estados Unidos e 13 de novembro no Brasil, “Truque de Mestre – O 3º Ato” promete ser o ponto culminante da saga, reunindo os elementos que a tornaram um fenômeno: mistério, carisma e espetáculo.

Enquanto os fãs se preparam para garantir seus ingressos na pré-venda, o estúdio Lionsgate aposta em uma campanha de marketing repleta de enigmas e experiências interativas, estimulando o público a “entrar no jogo”. Rumores indicam que uma sequência já está em fase inicial de desenvolvimento, sugerindo que o “terceiro ato” pode, na verdade, ser apenas o início de uma nova trilogia.

Na TV Aparecida, Sula Miranda é a convidada do “Terra da Padroeira” deste domingo (20/07)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 9h da manhã, a TV Aparecida exibe mais uma edição especial do programa “Terra da Padroeira”, apresentado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira. Desta vez, o palco da atração matinal será ocupado por grandes nomes da música sertaneja e por grupos que celebram a tradição do interior do Brasil. Entre os destaques da semana está Sula Miranda, a eterna Rainha dos Caminhoneiros, que retorna ao programa com todo o carisma e repertório que marcaram gerações.

A atração, já tradicional na grade da emissora, segue firme na missão de valorizar os artistas que mantêm viva a música de raiz, as expressões culturais do campo e o jeito autêntico do povo caipira de ser. Com um clima de festa e acolhimento, a edição deste domingo promete emocionar o público com nostalgia, talento e cultura popular.

Sula Miranda: a Rainha dos Caminhoneiros volta ao palco do Terra

A presença de Sula Miranda no programa é motivo de celebração para os fãs da música sertaneja. Com mais de quatro décadas de carreira, Sula iniciou sua trajetória artística no final dos anos 1970 ao lado das irmãs em um grupo que se tornou um verdadeiro fenômeno: As Melindrosas. Com uma estética ousada e músicas animadas, o trio conquistou o Brasil e foi responsável por abrir caminhos para a presença feminina na música popular da época.

Mas foi no universo sertanejo que Sula construiu sua identidade artística mais forte. Em 1986, lançou seu primeiro disco solo e, com ele, a canção “Caminhoneiro do Amor” — um hino que lhe rendeu o título carinhoso de Rainha dos Caminhoneiros, reconhecimento que ela carrega com orgulho até hoje.

No “Terra da Padroeira”, Sula promete interpretar esse e outros sucessos de sua carreira, como “Seu Olhar”, “Com o Pé na Estrada”, “Filme Triste” e “Rumo Certo”. Carismática e experiente, ela também deve compartilhar um pouco de sua história com os apresentadores, em um bate-papo descontraído e cheio de afeto com o público.

Alcino Alves: talento de compositor e guardião da música de raiz

Outro nome de peso na edição deste domingo é Alcino Alves, cantor, compositor e produtor musical paranaense que fez história na música sertaneja. Nascido em São Sebastião da Amoreira (PR), Alcino integrou a famosa dupla Teodoro & Sampaio, com quem gravou de 1996 a 2010. Após a separação da dupla, formou o duo Alcino Alves & Rocha, que permaneceu ativo até 2015.

Além de intérprete, Alcino é dono de um acervo impressionante de composições. São mais de 600 músicas gravadas, entre elas clássicos como “As Andorinhas”, “Vestido de Seda” e “E Se a Casa Cair” — faixas que se tornaram referência no repertório sertanejo romântico e raiz. No palco da TV Aparecida, ele reencontra o público com sua voz marcante e canções que atravessam gerações.

Com a serenidade de quem conhece a estrada da música como poucos, Alcino deve emocionar com sua interpretação sincera e suas histórias de bastidores. Mais do que um show, sua presença é uma aula de história da música sertaneja brasileira.

Lucas & Luan: irmãos que marcaram o sertanejo romântico dos anos 90

A dupla Lucas & Luan também marca presença no “Terra da Padroeira”. Naturais de Guará (SP), os irmãos José Lucas de Ângelo e Josué de Ângelo começaram cedo na música, vencendo festivais e gravando discos regionais. O reconhecimento nacional veio em 1996, quando lançaram a música “Horizonte Azul”, que rapidamente se tornou uma das mais tocadas daquele ano em todo o Brasil — exceto, curiosamente, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Desde então, a dupla se consolidou no circuito sertanejo, com agenda cheia de shows e um repertório que combina romantismo e estilo próprio. No palco da TV Aparecida, Lucas & Luan devem reviver seus maiores sucessos e aquecer a manhã dos fãs nostálgicos.

A sonoridade marcante da dupla, somada à sintonia de irmãos que cantam juntos há décadas, faz deles um dos grandes representantes do sertanejo romântico dos anos 90, um estilo que até hoje emociona o público.

Raízes do Catira: tradição e cultura passadas de geração em geração

Completando o elenco do programa, o grupo Raízes do Catira chega diretamente de Atibaia (SP) com sua proposta de preservar e divulgar a cultura caipira através da música e da dança. O projeto é mantido pelo Centro de Tradições Caipiras da cidade e envolve artistas e famílias que se dedicam à valorização de um dos estilos mais autênticos do interior paulista.

Sob a liderança de Gustavo Maiolli e de seu avô Marcelino Ribas, o grupo apresenta músicas caipiras clássicas acompanhadas por coreografias características do catira, dança marcada por sapateados e palmas, passada de pai para filho há gerações. O repertório inclui composições eternizadas por duplas como Vieira & Vieirinha, entre outros ícones da música rural.

A apresentação promete ser uma aula viva de tradição, reforçando o compromisso do “Terra da Padroeira” com a preservação das raízes culturais brasileiras. É uma oportunidade para o público conhecer — ou reencontrar — as expressões culturais que mantêm pulsando o coração do interior.

Celebração da fé, da música e do Brasil profundo

O “Terra da Padroeira” não é apenas um programa de televisão — é um espaço de encontro entre gerações, estilos e histórias. Com uma linguagem leve e respeitosa, a atração valoriza os artistas que, longe dos holofotes comerciais, mantêm viva a cultura popular, especialmente aquela ligada à fé, ao campo e às tradições familiares.

Neste domingo, a união entre nomes consagrados e novos protagonistas da cena sertaneja reafirma o compromisso da TV Aparecida com um conteúdo que respeita o público, promove a identidade brasileira e emociona quem assiste.

Halloween na Reserva Imovision! The Creep Tapes, Booger, Um Pedaço do Céu e Dragula: Titans prometem uma semana de terror e ousadia

0
Foto: Reprodução/ Internet

O Halloween chegou à Reserva Imovision com uma programação intensa e cheia de contrastes. Entre o medo visceral, o drama humano e o espetáculo visual, a plataforma reúne produções que ultrapassam os limites do entretenimento e exploram o que há de mais profundo na experiência emocional do público. São histórias sobre o medo, a perda, o amor e a transformação — cada uma delas revelando uma face diferente do terror contemporâneo.

Os criadores do cultuado Creep (2014) retornam com The Creep Tapes, uma antologia de terror em formato found footage que transforma a câmera em instrumento de medo. O protagonista é Peachfuzz, um assassino que atrai vítimas com falsas promessas de emprego e as convence a filmar sua rotina “normal”.

Os episódios finais da primeira temporada — “Brandt” e “Mãe (e Albert)” — encerram esse ciclo com intensidade crescente. Em “Brandt”, uma jovem aceita gravar um homem em um quarto de hotel por mil dólares e descobre tarde demais o preço da ingenuidade. Já “Mãe (e Albert)” leva o horror ao espaço doméstico, quando uma mulher recebe a visita inesperada do próprio filho — uma aparição que transforma uma noite comum em um pesadelo íntimo e devastador.

The Creep Tapes é mais do que uma série de sustos. É um retrato do medo como consequência da confiança, uma reflexão sobre até onde se vai em busca de aceitação e segurança em um mundo cada vez mais isolado.

Vencedor de aplausos em Berlim e indicado ao Urso de Ouro, Um Pedaço do Céu é o contraponto sensível da programação. Ambientado em uma vila nos Alpes, o longa acompanha o relacionamento entre Anna e Marco, um casal jovem que vê o amor se fragilizar diante da doença. Um tumor cerebral altera o comportamento de Marco, colocando em xeque não apenas a relação, mas também a maneira como a comunidade os enxerga.

O filme fala de resistência — a resistência de amar alguém quando o amor se torna uma forma de dor. Anna tenta preservar o vínculo que os uniu, mesmo quando o homem que ela conhecia começa a desaparecer aos poucos. O resultado é um drama comovente, de uma delicadeza rara, que transforma a tragédia em poesia.

Em Booger: Instinto Felino, o luto se manifesta literalmente. Anna, devastada pela morte da melhor amiga, vê sua realidade ruir quando o gato de Izzy foge e a morde. A partir daí, transformações físicas e psicológicas começam a surgir, revelando um processo de mutação que mistura culpa, dor e instinto.

O longa combina o horror corporal com uma reflexão sobre a perda e a identidade. Ao mesmo tempo em que o corpo de Anna muda, sua percepção da amizade e da vida também se altera. O grotesco serve como metáfora do que o luto provoca — uma lenta dissolução daquilo que se era, até que reste apenas o que é possível suportar.

Encerrando a programação de Halloween, Dragula: Titans retorna em sua segunda temporada com a competição mais sombria e exuberante da cultura drag. No episódio “Casamento Gótico”, as queens enfrentam provas insanas em um universo que mistura horror, performance e ironia.

A nova edição conta com participações especiais de Bonnie Aarons, a icônica “Freira” dos filmes de terror, e da roteirista Akela Cooper (Maligno, M3gan, A Freira 2). O episódio celebra o grotesco como arte e o sangue como metáfora da criação. Cada desafio é uma performance de resistência, onde o corpo se torna palco de libertação e desafio.

Jumanji 3 já está em jogo! Primeira foto do elenco esquenta a sequência mais maluca do cinema recente

0
Foto: Reprodução/ Internet

Tem franquia que a gente acompanha como quem acompanha amigo em rede social: some um tempinho, mas basta uma foto nova pra todo mundo voltar a comentar, teorizar, mandar print no grupo.
É exatamente isso que está acontecendo com Jumanji 3.

A produção do novo filme já começou oficialmente e, como prova de vida, a Sony divulgou a primeira imagem do elenco principal reunido. Na foto, lá estão eles: Dwayne Johnson, Kevin Hart, Karen Gillan e Jack Black, de volta aos seus avatares de sempre, prontos para encarar novamente o jogo mais perigoso (e divertido) do cinema.

A imagem é simples, mas cheia de recado: figurino repaginado, clima de aventura estampado no rosto dos quatro e aquele cenário de selva que a gente já reconhece de longe. É como se o filme dissesse: “relaxa, o caos está de volta”.

A sensação de reencontro que vai além da nostalgia

Olhar para essa primeira foto de Jumanji 3 não é só lembrar dos filmes anteriores; é lembrar de como a franquia conseguiu se reinventar sem perder o encanto.

Quem viu Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017) no cinema lembra bem da surpresa: parecia só mais um reboot, e acabou virando um dos filmes de aventura mais carismáticos da década. Depois veio Jumanji: Próxima Fase (2019), que misturou ainda mais as peças, trocando as personalidades dos avatares entre os personagens e deixando tudo deliciosamente confuso.

Agora, com a foto do elenco reunido de novo, dá uma sensação de reencontro mesmo. Tipo esbarrar com colegas de escola depois de anos e perceber que a energia continua a mesma. Dwayne Johnson com aquela postura de herói exagerado, Kevin Hart com cara de quem vai reclamar da missão inteira, Karen Gillan pronta pra liderar e Jack Black com aquele olhar de “eu vou aprontar”.

Mais do que promover filme, a foto acende uma memória afetiva recente. Jumanji virou, em pouco tempo, aquele tipo de franquia que as famílias assistem juntas, que os amigos maratonam e que sempre rende meme novo.

Jake Kasdan no comando de novo: quando o diretor vira “dono do jogo”

Se tem alguém que já pode pedir chave do jogo emprestada, é Jake Kasdan. O diretor volta para comandar Jumanji 3, depois de ter dirigido os dois longas que relançaram a franquia nos cinemas: Bem-Vindo à Selva e Próxima Fase.

Kasdan entendeu uma coisa que fez toda a diferença: Jumanji não é só sobre monstros, selva e dados amaldiçoados. É sobre gente problemática tentando sobreviver a uma situação absurda. E ele sempre filma esse absurdo com um pé no humor e outro na emoção.

Ao lado dele, retornam nomes já familiares nos bastidores: Matt Tolmach, Dany Garcia, Hiram Garcia, o próprio The Rock, entre outros produtores que ajudaram a transformar Jumanji numa máquina de bilheteria sem perder a graça.

É aquela sensação boa de ver que ninguém está “testando fórmula” do zero. É o mesmo time criativo, com mais experiência, mais confiança e, provavelmente, mais liberdade pra ousar.

O mistério da trama: o que o jogo vai aprontar agora?

Até agora, o estúdio joga no modo silencioso: a sinopse oficial ainda não foi divulgada. Nenhuma linha. Nada. Zero.

Isso pode ser frustrante pra quem quer spoiler, mas faz todo o sentido pra uma franquia que usa o fator surpresa como combustível. Se nos filmes anteriores a graça estava em descobrir as novas regras do jogo durante a sessão, a expectativa é que Jumanji 3 siga o mesmo caminho.

O final de Jumanji: Próxima Fase deixou uma pista importante: o jogo parecia estar “vazando” para o mundo real — algo muito próximo do que vimos lá atrás, em 1995, com o filme original estrelado por Robin Williams. Se essa ideia for levada adiante, a franquia pode entrar numa fase ainda mais caótica: não é mais só entrar no jogo; é lidar com o jogo invadindo a nossa realidade.

Um jogo que sempre revela quem a gente é

Uma das razões de Jumanji ter atravessado gerações é bem simples: por trás de toda correria, piada e CGI, a franquia sempre fala sobre identidade.

Lá em 1995, com o primeiro Jumanji, Alan Parrish enfrentava traumas da infância, abandono, medo de crescer. Em Bem-Vindo à Selva e Próxima Fase, o foco se deslocou para um grupo de adolescentes e adultos em crise, inseguros com o próprio corpo, com a vida, com o futuro. Dentro do jogo, cada um deles vira uma versão exagerada de si mesmo. Ou o oposto.

O garoto tímido vira montanha de músculos.
A popular bonita vira professor desajeitado.
A insegura descobre uma lutadora dentro de si.
O cara popular precisa aprender a ser mais do que só aparência.

Lançamento marcado e ansiedade em contagem regressiva

Antes mesmo de qualquer trailer, cartaz ou sinopse, a sequência já tem algo muito claro: é um dos títulos grandes do calendário de estreia de 2026. A previsão é que o filme chegue aos cinemas em 10 de dezembro de 2026, ou seja, bem naquela época do ano em que o público procura algo divertido, leve, grandioso e com cara de evento.

Ponte Preta x Brusque: Onde assistir ao vivo o Campeonato Brasileiro Séria C neste domingo (14/09)

0

O estádio Moisés Lucarelli será palco de mais uma noite de fortes emoções neste domingo (14). Às 19h, a Ponte Preta recebe o Brusque em jogo válido pela segunda rodada do quadrangular final da Série C do Campeonato Brasileiro 2025. O duelo coloca frente a frente duas equipes que carregam histórias diferentes, mas compartilham o mesmo objetivo: garantir uma das duas vagas do grupo C na Série B de 2026. Em Campinas, a expectativa é de casa cheia. A torcida da Macaca promete transformar o Majestoso em um verdadeiro caldeirão, com clima de decisão, em busca de mais uma vitória que pode encaminhar o retorno ao cenário mais competitivo do futebol nacional.

Momento da Ponte Preta

A Ponte chega embalada e em franca ascensão. Sob o comando do técnico Marcelo Fernandes, a equipe reencontrou a consistência e coleciona vitórias consecutivas. A mais emblemática delas foi a conquista diante do arquirrival Guarani, no dérbi campineiro da última rodada, vencido por 1 a 0 em pleno Brinco de Ouro da Princesa. O resultado não apenas somou três pontos valiosos na tabela, mas também fortaleceu o moral do grupo e reaproximou a torcida do time, criando um ambiente de confiança para a reta decisiva da competição. O aproveitamento de 100% desde a chegada de Fernandes — quatro vitórias em quatro jogos — dá ainda mais motivos para acreditar. Porém, o treinador sabe que não há espaço para relaxamento, especialmente diante de um Brusque que já complicou a vida da Macaca na fase inicial da Série C, aplicando uma goleada marcante. Esse sentimento de revanche também entra em campo como combustível para os atletas alvinegros.

Situação do Brusque

Do outro lado, o Brusque chega a Campinas pressionado após a derrota por 1 a 0 em casa para o Náutico na estreia do quadrangular. O resultado trouxe certo desconforto, já que a equipe havia conquistado sua vaga para esta fase apenas na última rodada da etapa anterior, ao vencer o CSA por 2 a 0 e decretar o rebaixamento do rival alagoano. A campanha irregular ao longo da Série C acendeu alertas no Quadricolor, mas o grupo comandado por Bernardo Franco aposta na união e no espírito de superação para enfrentar a pressão que vem pela frente. Pontuar fora de casa neste momento é vital para não deixar a concorrência disparar e manter vivas as chances de acesso. O jogo contra a Ponte é encarado como decisivo: um triunfo no Majestoso pode mudar o rumo da equipe catarinense na competição, enquanto uma derrota pode complicar muito os planos do clube para a sequência.

Onde assistir

O confronto, por sua relevância no quadrangular, terá grande visibilidade. A partida será transmitida ao vivo pelo DAZN e também pelo SportyNet+, garantindo que torcedores de todo o Brasil acompanhem cada lance diretamente de Campinas. A expectativa é de grande audiência, já que tanto a Ponte quanto o Brusque carregam torcidas apaixonadas que vivem intensamente o momento decisivo da temporada.

Ponte Preta: provável escalação

Marcelo Fernandes deve manter a mesma formação que iniciou no clássico contra o Guarani. O treinador aposta em uma proposta ofensiva, com três atacantes, o que tem se mostrado eficiente para explorar a velocidade e a movimentação de peças como Jonas Toró e Jeh, artilheiro e referência técnica da equipe. No meio, nomes como Elvis e Luiz Felipe dão a cadência e a inteligência tática necessária para controlar o ritmo do jogo. Ainda assim, o time sofre com baixas importantes. O volante Rodrigo Souza segue entregue ao departamento médico, assim como outros jogadores que poderiam ser opções no banco, como Serginho e Danilo Barcelos. Apesar das limitações, a confiança é de que o elenco atual tenha condições de manter o ritmo e dar mais um passo em direção ao acesso.

  • Provável escalação: Diogo Silva; Pacheco, Wanderson, Saimon e Artur; Léo Oliveira, Luiz Felipe e Elvis; Bruno Lopes, Jonas Toró e Jeh.
  • Desfalques: Rodrigo Souza, Serginho, Éverton Brito, Danilo Barcelos e Sérgio Raphael (lesionados).

Brusque: provável escalação

O Brusque, por sua vez, encara uma série de dificuldades para montar a equipe. O técnico Bernardo Franco deve repetir a base que atuou contra o Náutico, mas terá ao menos cinco desfalques confirmados por problemas físicos. A lista inclui nomes importantes como Jordan, que passou por cirurgia no joelho, e Álvaro, em recuperação de uma lesão no tendão. Apesar das baixas, o Quadricolor ainda conta com a experiência de jogadores como Jean Mangabeira, que dá solidez ao meio-campo, e a força ofensiva de Olávio, responsável por liderar o ataque e tentar furar a sólida defesa da Ponte. A aposta do Brusque será em um time compacto, que valorize a posse de bola e busque explorar os contra-ataques, estratégia considerada essencial para surpreender fora de casa.

  • Provável escalação: Matheus Nogueira; Mateus Pivô (Danielzinho), Éverton Alemão, Jhan Pool Torres e Ailton; Jean Mangabeira, Alex Paulino; Diego Mathias, Thomaz (Biel) e Guilherme Pira; Olávio.
  • Desfalques: Jordan, Álvaro, Lucas Moura, Alex Ruan e Robson Signorini.

O que está em jogo

A partida tem peso de decisão logo na segunda rodada do quadrangular. Para a Ponte Preta, vencer significa manter os 100% de aproveitamento, abrir vantagem sobre os rivais e se aproximar cada vez mais do retorno à Série B. O clube carrega a tradição de uma torcida exigente e sabe que um tropeço em casa pode gerar pressão, mas o momento positivo traz confiança. Já para o Brusque, o duelo é uma oportunidade de recuperação imediata após o tropeço na estreia.

As Filhas da Senhora Garcia | Resumo semanal da novela de 21/08 a 22/08

0

Capítulo 034 da novela As Filhas da Senhora Garcia | Quinta-feira, 21 de agosto

A luta por justiça ganha novos contornos. Leonardo e Arturo unem forças para armar uma cilada contra Saúl, convictos de que ele deve finalmente responder por todas as manipulações e crimes que espalhou ao longo do tempo. Mais do que uma simples revanche, a trama revela que, muitas vezes, é a inteligência e a coragem de quem busca a verdade que acabam equilibrando as contas quando a lei parece insuficiente.

Enquanto isso, a tensão também cresce dentro da família. Graciela, preocupada com o futuro dos filhos, pede a Luis que coloque um ponto final em seu casamento com Mar. Para ela, essa ruptura seria a única forma de ele assumir, com foco total, as responsabilidades de pai e de chefe da família.

No mesmo cenário, Leonardo passa a observar os passos de Paula com atenção redobrada. Sua visita à casa de Saúl desperta desconfiança: estariam seus gestos movidos apenas pela amizade, ou haveria algo oculto por trás de sua aproximação?

Longe dos conflitos, Nicolás celebra uma conquista. Orgulhoso do avanço de Valeria em suas aulas de modelo, ele prepara um jantar especial para comemorar. O gesto não apenas reforça os laços entre os dois, mas também dá a Valeria a confiança necessária para acreditar em seu talento e seguir sonhando, mesmo diante das incertezas que a cercam.

Capítulo 035 | Sexta-feira, 22 de agosto

O dia começa com lembranças e emoções à flor da pele. Nicolás visita o túmulo de Cecília e, diante do silêncio do cemitério, mergulha em reflexões profundas. Dividido entre a dor das lembranças e a necessidade de reconstruir sua vida, ele questiona as próprias escolhas, tentando encontrar forças para seguir em frente.

Enquanto isso, Graciela abre o coração para Luis e compartilha uma nova preocupação: o olhar curioso e insistente de Ofelia. Ela teme que tanta intromissão desestabilize os filhos e provoque rupturas dolorosas dentro da família.

Do outro lado, Mar mostra maturidade e generosidade. Em um gesto de empatia, ela se aproxima de Paula e lhe oferece apoio verdadeiro. Essa amizade inesperada traz a Paula coragem para enfrentar os desafios que ainda virão, criando um elo de confiança entre as duas mulheres.

Em meio a tantas tensões, Graciela também encontra espaço para um ato de desprendimento: ela dá a Rocío a chance de se afastar de vez da família Portilla, permitindo que a jovem reconstrua sua vida longe das rivalidades e ressentimentos que tanto a feriram.

O capítulo se encerra entre revelações e decisões importantes, deixando no ar a sensação de que o destino da família Portilla está prestes a ser redefinido. Cada escolha, cada gesto e cada silêncio poderá abrir um novo caminho – ou selar de vez as feridas do passado.

almanaque recomenda