“Iracema” volta às telas: clássico censurado pela ditadura estreia restaurado em 4K em 13 estados do Brasil

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Quase cinco décadas após ter sido censurado e marginalizado pela ditadura militar, “Iracema – Uma Transa Amazônica”, clássico absoluto do cinema brasileiro dirigido por Jorge Bodanzky e Orlando Senna, volta a ocupar seu lugar de direito: a sala de cinema. Com estreia nacional marcada para esta quinta-feira, 24 de julho, a obra ganha agora uma versão restaurada em 4K, fruto de um trabalho técnico e histórico coordenado por Alice de Andrade, e será exibida em 13 estados do país, com distribuição da Gullane+.

Mais do que o resgate de uma obra-prima, o retorno de Iracema às telas é também uma reparação simbólica e um alerta ainda necessário. Em tempos de debates ambientais acalorados e memória histórica ameaçada, o filme se apresenta como um testemunho visual indispensável do Brasil dos anos 1970 — e do presente que ainda resiste em mudar.

Um Brasil ferido em 16 mm

Gravado originalmente em 16 mm, com um olhar quase documental sobre a construção da rodovia Transamazônica, o filme acompanha o percurso de Tião Brasil Grande (vivido por Paulo César Peréio), um caminhoneiro orgulhoso do “progresso” da estrada, e sua relação com Iracema (Edna de Cássia), uma adolescente indígena explorada como prostituta infantil.

Ao mesclar realidade e ficção, Iracema rompe com qualquer formato tradicional de narrativa. A câmera registra, em tempo real, o desmatamento voraz da floresta, a grilagem de terras, a exploração sexual de meninas, a devastação social. Não há metáforas nem suavizações. É o Brasil da ditadura sendo filmado por dentro, com todas as suas feridas abertas, enquanto ainda sangravam.

O choque visual e ético foi tão grande que o filme foi censurado por anos, acusado de “denegrir a imagem do Brasil” no auge do chamado “milagre econômico”. Mas era justamente essa a intenção dos cineastas: mostrar que o progresso vendido pelos militares era, na verdade, uma transa desigual — onde quem pagava a conta eram os mais vulneráveis.

Restauração: um gesto de memória e resistência

A restauração de Iracema – Uma Transa Amazônica não é apenas estética. É também política, ética, simbólica. Coordenada por Alice de Andrade, com apoio de instituições como o CTAV, a Cinemateca Brasileira, o Instituto Moreira Salles, a PUC-Rio, a Mnemosine e o Instituto Guimarães Rosa, o processo devolve ao filme a nitidez de suas cores e a força crua de suas imagens — que continuam, infelizmente, atuais.

Ver Iracema em 4K é redescobrir um cinema corajoso, comprometido, orgânico. Um cinema que não recua diante da realidade, por mais incômoda que ela seja.

Uma nova chance para um velho incômodo

Em tempos em que o país ainda discute direitos indígenas, políticas ambientais e as cicatrizes da ditadura, Iracema retorna como uma faca afiada cravada no presente. Mais do que memória, o filme é também profecia. Um lembrete incômodo do quanto o Brasil oficial ainda insiste em ignorar o Brasil real.

A presença da protagonista Edna de Cássia, uma atriz não profissional descoberta nas ruas de Fortaleza, dá ao longa um caráter cru, visceral, que poucos filmes ousaram tocar. Sua atuação, entre o improviso e a denúncia, é o coração de uma narrativa que não busca heróis, mas sim testemunhas.

Reconhecimento tardio, mas necessário

Apesar de censurado, Iracema colecionou prêmios e reconhecimento internacional. Foi destaque no Festival de Brasília de 1980, onde venceu quatro troféus, e mais recentemente brilhou em edições do Festival do Rio e do Festival de Berlim, já em sua versão restaurada. Também figura na lista da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) como um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

O retorno do longa aos cinemas representa mais que um relançamento: é a possibilidade de formar novas plateias, de mostrar aos jovens um Brasil que a história oficial tentou apagar — mas que resiste na arte, nos rolos de película, e agora nas telas de alta definição.

Onde assistir

Confira abaixo a lista de cinemas onde Iracema – Uma Transa Amazônica entra em cartaz a partir de quinta-feira (24/07):

Norte
📍 Belém (PA) – Cine Líbero Luxardo
📍 Manaus (AM) – Cine Casarão

Nordeste
📍 Recife (PE) – Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ)
📍 Salvador (BA) – Cine Glauber Rocha
📍 Maceió (AL) – Centro Cultural Arte Pajuçara
📍 Aracaju (SE) – Cine Walmir Almeida
📍 Fortaleza (CE) – Cine Dragão do Mar

Sudeste
📍 São Paulo (SP) – Espaço Petrobras de Cinema (Rua Augusta), CineSala, Reserva Cultural, Instituto Moreira Salles (Av. Paulista), Cinesystem Belas Artes (Frei Caneca)
📍 Rio de Janeiro (RJ) – Estação NET Rio (Botafogo)
📍 Belo Horizonte (MG) – Una Cine Belas Artes e Minas Tênis Clube
📍 Poços de Caldas (MG) – Instituto Moreira Salles

Sul
📍 Porto Alegre (RS) – Cinemateca Paulo Amorim
📍 Curitiba (PR) – Cine Ritz / Cine Passeio

Centro-Oeste
📍 Brasília (DF) – Cine Cultura Liberty Mall

Dica no Reserva Imovision: Sebastian — Um retrato cru e poético da identidade e desejo

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Foto: Reprodução/ Internet

Alguns filmes chegam de mansinho, mas deixam marcas profundas. Sebastian, dirigido por Mikko Mäkelä, é exatamente assim. Disponível no catálogo do Reserva Imovision, o longa é um mergulho sensível, corajoso e inquietante na vida de um jovem que tenta se entender em meio às próprias contradições.

A história acompanha Max, um escritor de 25 anos que vive em Londres. À primeira vista, ele parece um jovem comum — introspectivo, criativo, em busca de espaço no mundo literário. Mas, quando a noite cai, Max assume uma identidade paralela: ele se torna Sebastian, um trabalhador do sexo que atende homens por aplicativos, motéis e quartos alugados. O que começa como uma forma de sobreviver — e talvez até buscar inspiração — logo se transforma em algo mais complexo. Max começa a se perder na fronteira entre o personagem que criou e quem ele realmente é.

É difícil assistir a Sebastian e sair ileso. Não porque o filme é gráfico ou provocador à força, mas porque ele se entrega com uma honestidade rara. O diretor Mikko Mäkelä opta por uma narrativa íntima, quase confessional, em que tudo é sentido à flor da pele — do toque ao silêncio, da vulnerabilidade à tensão. Nada é gratuito: cada cena parece carregada de um peso emocional que se reconhece mesmo nos gestos mais sutis.

Mais do que falar sobre sexo, o longa fala sobre solidão, pertencimento, performance. Fala sobre o que acontece quando usamos máscaras por tanto tempo que esquecemos como era o rosto por trás delas. Max/Sebastian não é um herói, nem uma vítima — ele é humano. E é justamente isso que torna o filme tão tocante.

Indicado ao British Independent Film Awards e exibido no Sundance Film Festival, Sebastian é um daqueles filmes que não fazem concessões. É um retrato delicado da juventude queer, das rotas de fuga, das tentativas desesperadas de se conectar com o outro (ou consigo mesmo). É sobre a arte como forma de sobrevivência — mas também como armadilha. Sobre amar, desejar, se expor e, no fim, tentar juntar os pedaços da própria identidade.

🎧 Para quem é esse filme?

Pra quem já se sentiu dividido. Pra quem viveu (ou vive) tentando agradar todos, menos a si mesmo. Pra quem carrega dúvidas que não se encaixam em frases prontas. Pra quem entende que crescer, às vezes, significa perder um pouco o chão. E também pra quem acredita que cinema pode ser lugar de cura, de encontro, de verdade.


🎬 Ficha Técnica
Título original: Sebastian
Direção: Mikko Mäkelä
Duração: 110 minutos
Ano de lançamento: 2024
Classificação indicativa: 18 anos
Contém: Conteúdo sexual, uso de drogas ilícitas e cenas de violência

Vem aí Super Mario World! Continuação de Super Mario Bros. promete trazer personagens clássicos (e uns bem inusitados)

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Foto: Reprodução/ Internet

Agora é oficial: a sequência de Super Mario Bros. – O Filme já tem nome e data no radar. O título escolhido foi Super Mario World, e a revelação aconteceu durante o evento de upfront da NBCUniversal — aquele momento em que a galera da empresa mostra o que vem por aí nos cinemas e na TV.

O anúncio veio acompanhado de uma lista caprichada com os principais lançamentos da Universal para o próximo ano. Entre eles, estão M3GAN 2.0, o tão esperado live-action de Como Treinar o Seu Dragão e, claro, o retorno do encanador mais famoso do mundo dos games.

Mas a parte mais empolgante pra quem cresceu (ou ainda vive) jogando Nintendo é que Super Mario World promete expandir de vez o universo que a gente viu no primeiro filme. E quem deu uma prévia dessa novidade foi ninguém menos que Keegan-Michael Key, que dubla o Toad na animação. Em entrevista à Men’s Journal, ele deixou escapar que o segundo longa vai trazer muita coisa nova — inclusive rostos que os fãs vão reconhecer rapidinho:

“Eles realmente ampliaram o mundo onde esses personagens vivem. Vamos conhecer algumas pessoas novas — que, na verdade, são velhos favoritos dos fãs — e outras que são tipo ‘corte profundo’, sabe? Personagens mais obscuros, mas que se encaixam super bem na história. Vai ser muito legal!”

Ou seja, pode se preparar: vem aí um desfile de personagens que vai agradar quem jogou desde o Super Mario Bros. lá dos anos 80 até quem se apaixonou por Super Mario Odyssey no Nintendo Switch.

E dá pra entender o motivo de tanta expectativa. O primeiro filme, lançado em 2023, foi um fenômeno absoluto, arrecadando mais de US$ 1,35 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Um sucesso que ninguém esperava tão grande — e que abriu portas pra novas aventuras animadas da Nintendo.

Pra completar, o time criativo continua o mesmo: Aaron Horvath e Michael Jelenic voltam na direção e o roteiro fica por conta de Matthew Fogel, que já mostrou que entende direitinho a essência dos jogos.

Se o primeiro filme foi uma carta de amor aos fãs, Super Mario World promete ser uma verdadeira viagem nostálgica (e divertida!) pelo Reino dos Cogumelos — com direito a surpresas, personagens icônicos e, claro, muita correria em canos verdes.

Fantástico de hoje (10) mostra três casos de violência no mesmo posto de saúde e a apreensão de 103 kg de ouro em uma caminhonete

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Foto reprodução internet

O Fantástico deste domingo, 10 de agosto, prepara uma edição que passeia por diferentes realidades: da rotina interrompida pela violência em um posto de saúde, à caçada ao criminoso mais procurado do Rio Grande do Norte; do mistério de mais de cem quilos de ouro encontrados numa estrada, à delicada cirurgia que separou duas irmãs que nasceram unidas. São histórias que revelam o quanto o Brasil pode ser, ao mesmo tempo, duro e surpreendente.

Quando o posto de saúde vira cenário de medo

Para quem precisa de atendimento médico, um posto de saúde deveria ser sinônimo de cuidado, paciência e acolhimento. Mas, em uma cidade brasileira, esse conceito foi virado de cabeça para baixo. Em apenas uma semana, três episódios de violência transformaram um local de cura em um espaço de tensão. No primeiro caso, um paciente, irritado com a espera, empurrou uma enfermeira contra a parede. Dias depois, um homem armado ameaçou destruir equipamentos e intimidou a equipe. O terceiro episódio envolveu uma tentativa de invasão, com gritos e ameaças.

Para médicos e enfermeiros, a sensação é de vulnerabilidade. “A gente está aqui para salvar vidas, mas ultimamente é a nossa vida que corre risco”, disse, com a voz embargada, uma funcionária que pediu para não ser identificada. As ocorrências já estão registradas na polícia. Enquanto autoridades prometem reforçar a segurança, o Fantástico traz relatos de quem continua trabalhando no local, movido por vocação, mas marcado pelo medo.

A perseguição que durou quase um dia inteiro

No interior do Rio Grande do Norte, a tranquilidade de uma madrugada foi substituída pelo som de helicópteros, sirenes e tiros. Foram 22 horas de cerco ao homem que a polícia considera o mais perigoso e procurado do estado. O suspeito é apontado como líder de uma facção envolvida em tráfico, assaltos e homicídios. Localizado em uma área rural, ele foi cercado por dezenas de policiais. A operação contou com apoio de drones, helicópteros e barreiras montadas em estradas vicinais.

Os moradores da região sentiram o peso da operação. Muitos tiveram que deixar suas casas ou se trancar por medo de se tornarem vítimas do confronto. “A gente nunca viu nada assim por aqui. Parecia cena de filme, só que de verdade”, contou um agricultor. O Fantástico exibirá imagens inéditas dessa caçada e mostrará como, cada vez mais, o crime organizado se infiltra em regiões distantes dos grandes centros, exigindo operações de alto risco.

Ouro escondido sob o banco de uma caminhonete

No meio de uma blitz de rotina, um achado que surpreendeu até policiais experientes: 103 quilos de ouro, embalados de forma discreta, estavam escondidos sob o banco traseiro de uma caminhonete. O valor da carga ultrapassa a casa dos milhões de reais. Mas o maior mistério não é o destino final e sim a origem.

A Polícia Federal suspeita que o metal tenha saído de garimpos ilegais na Amazônia, onde a extração descontrolada provoca danos ambientais e conflitos com comunidades indígenas. Segundo investigadores, o transporte do ouro ilegal envolve uma cadeia organizada que vai de pequenas pistas de pouso improvisadas até empresas de fachada que “esquentam” o material. O Fantástico vai acompanhar o caminho dessa riqueza, da extração clandestina até a tentativa de inseri-la no mercado formal, revelando o impacto humano e ambiental desse comércio.

Duas irmãs, um só corpo e uma jornada pela vida

Nem só de tensão e denúncia será feita a edição deste domingo. Uma das histórias mais emocionantes vem de uma comunidade isolada da Amazônia, onde nasceram duas irmãs unidas pelo tórax e pelo abdômen. Para chegar até a cirurgia que mudaria suas vidas, a família atravessou rios, enfrentou chuvas e se despediu temporariamente de casa. Foram horas de viagem em barco e depois em avião até alcançar um hospital especializado.

A operação mobilizou uma equipe médica numerosa e exigiu planejamento de meses. O procedimento foi longo e delicado, mas terminou com o que os pais mais sonhavam: ver as filhas respirando e se mexendo de forma independente. O reencontro das meninas com a família, já em recuperação, promete ser um dos momentos mais comoventes da noite.

Entre o choque e a esperança

Cada reportagem dessa edição revela um pedaço do Brasil. A violência no posto de saúde mostra o esgotamento de quem deveria ter paz para trabalhar. O cerco policial no Rio Grande do Norte revela a força e os riscos do combate ao crime organizado. O ouro apreendido escancara a riqueza ilegal que atravessa estradas e fronteiras. E a cirurgia das gêmeas reforça que, mesmo em meio a tantas dificuldades, ainda existem histórias que nos lembram da capacidade de superação e cuidado.

Cinesystem apresenta promoção que vai levar clientes para Disney

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Se você precisava de um empurrãozinho para sair de casa e curtir um cineminha, aqui vai uma notícia: a Semana do Cinema tá rolando com ingressos a R$ 10 na Cinesystem até o dia 12 de fevereiro. E, como se isso já não fosse incrível, a rede decidiu deixar a brincadeira ainda mais interessante com a promoção “Destino dos Sonhos – Das salas do cinema para Orlando”.

Sim, você não leu errado! Um sortudo vai ganhar uma viagem com mais três acompanhantes para a Disney. Imagina sair da sala de cinema e já começar a planejar seu passeio na terra do Mickey? E se Orlando não for muito a sua vibe, sem crise: dá pra trocar o prêmio por nada menos que R$ 50 mil. Tá bom ou quer mais?

Como participar dessa aventura? 🎟️

Fácil, fácil: a cada R$ 30 em compras na Cinesystem, seja de ingressos ou na bomboniere (quem nunca gastou tudo na pipoca?), você ganha um número da sorte. A promoção vai de 06 de fevereiro a 18 de maio, então ainda dá tempo de garantir várias chances de ser o felizardo.

Segundo Samara Vilvert, Gerente de Marketing da Cinesystem, o objetivo é fazer parte das memórias do público: “Queremos juntar a magia das telonas com o lugar mais lúdico do planeta: a Disney! Vai ser incrível proporcionar essa experiência.”


Além disso, tem mais promoções irresistíveis:

🔥 Combo bomboniere: Pipoca grande + dois refrigerantes de 500ml por R$ 29,90.
🔥 Salas VIP, Imax e Cinepic: Preço especial de R$ 15,00.
🔥 Pontos turbinados para membros do Clube da Pipoca: Triplo de pontos para trocar por ingressos e produtos!

E claro, a programação tá cheia de filmes nacionais e internacionais pra agradar todo mundo — e tudo isso por só R$ 10.

Então já sabe: chama a galera, pega aquele balde de pipoca e bora viver essa Semana do Cinema em grande estilo. Quem sabe você ainda termina essa história em Orlando, hein? 🌟

Netflix confirma segunda temporada de O Verão em que Hikaru Morreu após sucesso do anime

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O anime O Verão em que Hikaru Morreu conquistou fãs e críticos e recebeu confirmação oficial de renovação para uma segunda temporada. Disponível na Netflix, a produção se destacou entre os conteúdos mais assistidos no Japão, liderando o ranking da plataforma entre 7 e 20 de julho de 2025. Com uma narrativa que mistura suspense, drama e elementos sobrenaturais, o anime rapidamente se consolidou como um fenômeno cultural, atraindo um público diversificado e ávido por acompanhar a trajetória de seus personagens.

Para celebrar o anúncio da segunda temporada, a co-produtora CyberAgent divulgou ilustrações especiais do mangaká Mokumokuren e do diretor de animação Yuichi Takahashi, além de mensagens emocionadas dos dubladores japoneses Chiaki Kobayashi, que interpreta Yoshiki Tsujinaka, e Shuichiro Umeda, que dá voz a Hikaru.

Kobayashi compartilhou sua empolgação em suas redes: “Não é exagero dizer que o verão de 2025 foi definido por essa série para mim. Estou extremamente feliz que a história continuará e que poderei interpretar Yoshiki novamente. Mesmo diante dos desafios que ele enfrenta, é emocionante acompanhar sua jornada. Espero que todos continuem conosco e obrigado pelo apoio constante!”

Origem do mangá e trajetória de sucesso

O Verão em que Hikaru Morreu é uma obra de Mokumokuren, que começou a serializar o mangá no site Young Ace Up, da Kadokawa Shoten, em agosto de 2021. Até julho de 2025, a série já contava com sete volumes tankōbon, cada um reunindo capítulos que combinam suspense, desenvolvimento de personagens e elementos sobrenaturais, conquistando público e crítica.

O mangá narra a história de Yoshiki, um adolescente do interior do Japão, que descobre que seu melhor amigo, Hikaru, morreu de forma trágica. Antes de desaparecer, Hikaru é possuído por uma entidade sobrenatural que assume sua forma física, mantendo memórias e sentimentos do amigo, mas alterando sua essência. Essa situação cria conflitos emocionais e sobrenaturais que desafiam Yoshiki a preservar a amizade enquanto enfrenta perigos inesperados.

Mokumokuren começou a conceber a história enquanto se preparava para exames escolares e publicou desenhos no Twitter, atraindo a atenção do departamento editorial da Young Ace Up. Posteriormente, o mangá foi adaptado para anime pelo estúdio CygamesPictures, estreando de julho a setembro de 2025. O sucesso imediato da primeira temporada levou à confirmação da segunda temporada logo após o fim da exibição.

O sucesso comercial também é notável: o primeiro volume do mangá vendeu 200 mil cópias em apenas três meses, sendo elogiado pela qualidade da arte, profundidade dos personagens e abordagem sensível de temas complexos.

Trama e desenvolvimento dos personagens

A história se passa em uma cidade rural fictícia inspirada na cidade natal da avó de Mokumokuren, localizada na região montanhosa de Tokai, na província de Mie. Essa ambientação oferece um cenário intimista e autêntico, em que vizinhos conhecem-se profundamente e as relações comunitárias influenciam diretamente o desenvolvimento dos personagens. Mokumokuren escolheu um dialeto ligeiramente diferente do Kansai para os diálogos, reforçando a identidade cultural da narrativa.

O enredo central acompanha Yoshiki e Hikaru, amigos com personalidades opostas, que compartilham momentos intensos de amizade. Após a morte de Hikaru e a substituição pelo ser sobrenatural, Yoshiki se vê em um dilema emocional: aceitar o “novo” Hikaru ou confrontar a perda de seu amigo verdadeiro. A trama explora sentimentos de luto, confiança e identidade, misturando suspense, terror psicológico e drama adolescente.

Além da relação entre os protagonistas, o anime introduz outros seres sobrenaturais e caçadores de criaturas, ampliando o universo e colocando Yoshiki diante de desafios que testam seu caráter e maturidade. Mokumokuren descreve a obra como um “terror de amadurecimento” com temas queer, enfatizando que a narrativa vai além do romance tradicional e se concentra no desenvolvimento emocional e na construção de laços humanos em situações extraordinárias.

Estilo artístico e escolhas criativas

Mokumokuren combina uma estética visual cuidadosa com elementos narrativos que causam impacto emocional sem depender de sustos baratos. O mangaká utiliza onomatopeias incomuns e experimenta com técnicas visuais para transmitir emoções e tensão, criando uma experiência de leitura envolvente e única.

O autor também buscou inspiração em mangás de ação populares da Weekly Shōnen Jump e da Weekly Young Jump, como Tokyo Ghoul, adaptando elementos de suspense, combate e desenvolvimento de personagens para sua narrativa emocionalmente carregada. Ao longo da série, o equilíbrio entre terror psicológico, drama e fantasia sobrenatural tornou-se uma das características mais elogiadas pelos leitores e críticos.

Recepção e impacto cultural

A primeira temporada do anime conquistou rapidamente um público fiel, não apenas no Japão, mas internacionalmente, graças à Netflix. A série se destacou por sua abordagem sensível e madura, abordando temas de perda, amizade, identidade e pertencimento, de maneira que ressoou com jovens e adultos.

A renovação da segunda temporada é vista como um reflexo do sucesso de público e crítica, além de consolidar O Verão em que Hikaru Morreu como uma obra capaz de combinar entretenimento, reflexão emocional e suspense de qualidade. Comentários nas redes sociais e análises especializadas destacaram o equilíbrio entre momentos de tensão sobrenatural e profundidade dramática dos personagens, elementos que se tornaram a marca registrada da produção.

Expectativas para a segunda temporada

Com a renovação confirmada, a expectativa é que a segunda temporada explore ainda mais a complexidade do relacionamento entre Yoshiki e Hikaru, enquanto introduz novos mistérios e perigos sobrenaturais. Os fãs aguardam respostas sobre os dilemas morais e existenciais apresentados na primeira temporada, assim como novos desafios que testarão a amizade, a confiança e a coragem dos protagonistas.

A segunda temporada também promete aprofundar o universo criado por Mokumokuren, expandindo a mitologia sobrenatural da série e oferecendo maior imersão no ambiente rural japonês e nas relações humanas complexas que permeiam a história.

Crítica – O Sobrevivente é uma distopia explosiva e incrivelmente relevante

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Foto: Reprodução/ Internet

Adaptando o romance homônimo de Stephen King, Edgar Wright reconstrói O Sobrevivente com a seriedade que a história pede, sem jamais abandonar seu estilo autoral inconfundível. O humor afiado, o dinamismo narrativo e a pitada de excentricidade continuam presentes, mas agora combinados a uma ambição dramática mais madura. Desde os primeiros minutos, Wright nos conduz com precisão a um futuro distópico em que os Estados Unidos se tornaram um estado autoritário guiado por conglomerados midiáticos, enquanto uma população empobrecida e desassistida é mantida sob controle através de reality shows brutais transformados em espetáculo nacional.

É nesse cenário sufocante que surge Ben Richards, um homem comum obrigado a participar de um desses programas mortais para conseguir dinheiro e tentar salvar a filha gravemente doente. Embora o enredo pudesse facilmente se limitar à jornada de um herói injustiçado, Wright transforma Richards em um reflexo das falhas estruturais daquele mundo — e, inevitavelmente, do nosso.

Mais do que ação: Uma crítica contundente ao entretenimento manipulador

O Sobrevivente não se contenta em ser um filme de ação estiloso. Wright constrói uma obra inquieta e provocativa, que utiliza o espetáculo para falar justamente sobre o próprio espetáculo. A crítica à desigualdade, ao controle político e à espetacularização da violência é ácida e precisa. O show business é apresentado como um mecanismo fraudulento, inteiramente premeditado, feito para distrair, manipular e anestesiar.

O público dentro do filme exige mais sangue e violência sem perceber que nada é espontâneo: cada movimento é roteirizado, cada morte é planejada e cada emoção é cuidadosamente orquestrada pelos produtores. Uma das decisões mais inteligentes da direção é deslocar parte da ação para ambientes abertos, onde qualquer pessoa pode se tornar “caçador” em troca de uma recompensa ilusória. Esse elemento transforma cidadãos comuns em participantes voluntários de um jogo brutal, gerando um clamor coletivo perturbador: “Caçem-no!”.

Edgar Wright em seu auge: ritmo, estilo e substância

É verdade que o longa leva um pouco de tempo para engrenar — característica frequente em filmes do diretor, que prefere construir terreno, aprofundar personagens e preparar emocionalmente o espectador. No entanto, quando a narrativa dispara, ela simplesmente não desacelera. O ritmo se torna eletrizante, com cenas de ação coreografadas com precisão, humor pontual e momentos de quietude reflexiva que enriquecem a trajetória do protagonista.

A direção é um espetáculo à parte. Wright imprime energia, inventividade e fluidez a cada sequência. A fotografia explora com intensidade o contraste entre o brilho artificial da TV e a decadência real das ruas. A montagem, veloz e calculada, dita o pulso emocional da narrativa. E a trilha sonora — sempre um ponto alto na filmografia do diretor — surge novamente como elemento essencial, com canções escolhidas a dedo que ampliam tensões, ironias e significados.

Um elenco em perfeita sintonia

Glenn Powell entrega uma das melhores atuações de sua carreira, equilibrando força física e vulnerabilidade emocional para construir um Ben Richards sólido, carismático e profundamente humano. Ele se transforma em um herói improvável que conquista o público pela sinceridade e pela resistência moral.

Josh Brolin se destaca como o produtor cruel e estrategista do programa, exibindo uma combinação assustadora de charme e frieza corporativa. Colman Domingo, sempre magnético, brilha como o apresentador manipulador, elevando ainda mais o impacto das cenas televisivas. Já Michael Cera e Emilia Jones formam uma dupla improvável, sensível e carismática, trazendo humanidade para dentro de um mundo dominado pelo absurdo.

Uma reinvenção audaciosa e necessária

Ao final, o longa-metragem se revela mais do que uma simples reinterpretação do romance de Stephen King. É uma atualização ousada, inteligente e profundamente conectada ao nosso tempo. Wright entrega um filme que satiriza o consumo de violência como entretenimento, denuncia a manipulação midiática e expõe o vazio moral de uma sociedade condicionada a transformar sofrimento em espetáculo.

Ao mesmo tempo, oferece uma aventura vibrante, tecnicamente impecável e conduzida por personagens que lutam contra um sistema esmagador. O Sobrevivente é um filme que reafirma Edgar Wright como um dos cineastas mais inventivos da atualidade — e confirma que, quando distopia, crítica social e estética autoral se encontram, o resultado pode ser explosivo, envolvente e surpreendentemente revelador.

Aaron Pierre, Margaret Qualley e Patrick Schwarzenegger juntos no novo romance misterioso da Amazon MGM

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Segurem esse trio de talentos: Aaron Pierre, Margaret Qualley e Patrick Schwarzenegger vão dividir as telas no novo longa Love of Your Life, produção do Amazon MGM Studios que já está dando o que falar — mesmo sem ninguém saber direito sobre o que se trata. O projeto é dirigido por ninguém menos que Rachel Morrison, a diretora de fotografia indicada ao Oscar por Mudbound e que agora assume mais uma vez a cadeira de direção.

O roteiro está nas mãos de Julia Cox, mas, até agora, a trama segue envolta em um véu de mistério mais denso que final de novela das nove. Só sabemos que vem romance por aí — ou pelo menos o título promete: Love of Your Life. Vai ser fofo? Tenso? Trágico? Um pouco de tudo? A gente ainda não sabe, mas com esse elenco, vale ficar de olho.

E o elenco? É puro brilho ✨

Aaron Pierre está numa fase que só melhora: depois de mostrar talento em Rebel Ridge da Netflix e ser a voz (e alma) de Mufasa em Mufasa: O Rei Leão — filme que já passou da casa dos US$ 700 milhões de bilheteria —, o ator ainda mergulha no universo da DC como o icônico Lanterna Verde John Stewart na série Lanternas Verdes. Ou seja: ele está basicamente em todas as telas, gêneros e franquias possíveis. Não tem como ignorar.

Patrick Schwarzenegger, por sua vez, anda roubando a cena desde sua participação marcante como o riquíssimo e nem um pouco confiável Saxon Ratliff na terceira temporada de The White Lotus. Playboy com cara de bom moço é com ele mesmo — e o público comprou.

E Margaret Qualley, claro, dispensa apresentações. Desde Maid, a atriz tem mostrado uma versatilidade impressionante e já se firmou como uma das queridinhas da crítica. Com ela, emoção e intensidade estão garantidas.

Quando estreia?

Boa pergunta! Ainda não há previsão de lançamento, mas com esse nível de talento reunido, dá pra apostar que Love of Your Life vai chegar com força, seja no streaming ou direto nas premiações.

Enquanto isso, vamos acompanhando cada passo desse projeto promissor — e cruzando os dedos pra que o tal “amor da sua vida” não vire só mais um problema dramático entre os protagonistas. Ou vire, né? Porque a gente adora um bom drama romântico.

Superman lidera bilheteria nacional e consolida sucesso nos cinemas brasileiros

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Foto: Reprodução/ Internet

Sob a direção de James Gunn, Superman chega aos cinemas com força e sensibilidade, conquistando tanto o público quanto a crítica especializada. Com mais de 2,2 milhões de espectadores e uma bilheteria de R$ 47,1 milhões — incluindo sessões antecipadas nos dias 8 e 9 de julho — o longa já se consagra como o filme mais assistido do momento no Brasil.

A nova produção apresenta uma versão mais jovem de Clark Kent, em um momento de transição e descoberta. Trinta anos após ser enviado à Terra para escapar da destruição de Krypton, Kal-El vive como repórter em Metrópolis. Três anos após estrear como herói, ele se vê no centro de um conflito internacional, interferindo em uma guerra entre Borávia e Jarhanpur. A partir daí, passa a ser alvo de uma grande conspiração liderada por Lex Luthor, que utiliza um clone chamado Ultraman para incriminá-lo e virar a opinião pública contra ele.

Foto: Reprodução/ Internet

O protagonista é vivido por David Corenswet (Pearl, The Politician), que traz camadas de humanidade ao herói. Sua atuação equilibra fragilidade e força, especialmente quando Clark se vê forçado a se esconder na Fortaleza da Solidão, enquanto sua imagem é distorcida diante do mundo. A situação se intensifica quando Luthor invade o local e divulga uma mensagem manipulada dos pais kryptonianos de Superman, dando a entender que ele teria a intenção de dominar o planeta.

Enquanto isso, Lois Lane, interpretada por Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel), emerge como uma figura de coragem e inteligência. Sua investigação, ao lado de Jimmy Olsen (Skyler Gisondo, de Licorice Pizza), revela a verdadeira natureza do plano de Luthor e ajuda a limpar o nome do herói. A química entre Clark e Lois é construída com delicadeza, revelando os dilemas emocionais de ambos.

O filme também marca o início de uma nova fase do universo DC nos cinemas, ao introduzir diversos personagens que compõem a futura Liga da Justiça. Entre eles estão o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion, de Castle), a Mulher-Gavião (Isabela Merced, de Dora e a Cidade Perdida), o Senhor Incrível (Edi Gathegi, de The Blacklist), Metamorfo (Anthony Carrigan, de Barry) e Supergirl (Milly Alcock, de House of the Dragon), prima de Clark. Juntos, eles ajudam a conter um buraco negro ativado por Luthor sobre Metrópolis, em uma sequência de ação com grande impacto visual e emocional.

O roteiro vai além da grandiosidade dos confrontos. Há espaço para momentos de introspecção, como as memórias de infância de Clark com seus pais adotivos, interpretados por Pruitt Taylor Vince (Agentes da S.H.I.E.L.D.) e Neva Howell (Stargirl). A aparição de Supergirl, em uma cena que mistura humor e frustração, revela uma família kryptoniana imperfeita e cheia de nuances.

Nicholas Hoult (The Great, Mad Max: Estrada da Fúria) entrega um Lex Luthor calculista e obcecado, que busca manipular não apenas os fatos, mas também a percepção coletiva sobre o que é ou não heroico. Sua atuação dá peso ao conflito ideológico do filme, que contrapõe os ideais de verdade e justiça com o cinismo do poder.

Outros nomes do elenco incluem Sara Sampaio (Crisis) como Eve Teschmacher, María Gabriela de Faría (Deadly Class) como Engenheira, Frank Grillo (Capitão América: O Soldado Invernal) como Rick Flagg Sr., Wendell Pierce (The Wire) como Perry White, Mikaela Hoover (The Suicide Squad) como Cat Grant, além de participações marcantes de Terence Rosemore, Christopher MacDonald, Beck Bennett e Anthony Carrigan.

James Gunn, que assina também a produção ao lado de Peter Safran, imprime seu estilo na condução da história, equilibrando ação, crítica política e emoção. A direção é segura, criativa e sensível, sem perder o ritmo ou o tom ao longo do filme. O longa inaugura uma nova fase da DC nos cinemas, com personalidade própria e uma visão coerente sobre o papel dos heróis em um mundo cético e em constante transformação.

Mais do que um retorno triunfante do Superman, o filme é um manifesto sobre a importância da esperança em tempos de desilusão. Em meio ao caos, o personagem de Clark Kent reafirma sua crença na humanidade — e, talvez, nos faça acreditar nela também.

Acerte ou Caia 13/04/2025: Tom Cavalcante recebe Matheus Ceará, Nizo Neto e Thayse Teixeira

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Neste domingo, dia 13 de abril de 2025, o Acerte ou Caia! entra em clima de stand-up comedy com uma edição pra lá de especial! Sob o comando do irreverente Tom Cavalcante, o palco será tomado por um verdadeiro esquadrão do riso, reunindo alguns dos nomes mais hilários do humor nacional. É gargalhada na certa — mas com um toque de adrenalina! Afinal, os comediantes terão que provar que além de arrancar risos, também sabem se virar nos desafios do game.

E não pense que vai ser fácil! Eles vão precisar de muito raciocínio rápido, agilidade e improviso para se manterem na disputa e fugir das quedas inesperadas do game. No fim, o grande vencedor será aquele que conseguir equilibrar piada boa com concentração total. E o público, claro, é quem sai ganhando com tanto talento reunido no mesmo palco!

Confira quem promete dominar a noite com humor afiado:


Ana Maria Brisa – A estrela carismática de Maicon Sales

Um dos momentos mais esperados da noite é a participação da queridíssima Ana Maria Brisa, personagem icônica criada por Maicon Sales. Inspirada na eterna Ana Maria Braga, a personagem não é apenas uma imitação — é uma recriação hilária, com trejeitos exagerados, figurino inconfundível e aquele jeitinho meigo e espontâneo que conquistou a internet.

Maicon tem lotado teatros com seu show solo e viraliza diariamente com vídeos engraçadíssimos nas redes sociais. No rádio, ele também marca presença com um programa de sucesso. Agora, Ana Maria Brisa troca a cozinha matinal por um cenário de competição: será que ela vai temperar o jogo com seu humor afiado e ainda levar o prêmio?


Aurineide Camurupim – A força cearense do riso

Direto do Ceará, assim como Tom, a divertida Aurineide Camurupim é veterana quando o assunto é fazer rir. A humorista conquistou o país após vencer o concurso de piadas do Show do Tom em 2006 e, desde então, não parou mais. Já dividiu palco com lendas do entretenimento, incluindo Silvio Santos, e segue rodando o Brasil com shows que arrancam gargalhadas por onde passa.

Agora, ela encara mais um desafio no Acerte ou Caia! Será que sua experiência e irreverência serão suas armas para vencer a disputa?


Criss Paiva – A segunda chance de uma gigante do humor

Criss Paiva é daquelas artistas multifacetadas: humorista, youtuber, palestrante e uma das vozes mais conhecidas da podosfera brasileira. Ela também brilha nos palcos com seu stand-up direto e afiado. Já participou do programa anteriormente, mas não levou o troféu para casa.

Agora, com uma nova oportunidade em mãos, Criss volta com tudo — pronta para mostrar que, além de conteúdo, também tem jogo de cintura. Será que a revanche vem aí?


Gustavo Mendes – O talento que une teatro, TV e muita piada boa

Gustavo Mendes já mostrou seu talento ao lado de Tom Cavalcante nos tempos do Show do Tom na RECORD, onde brilhou em festivais de piadas. Desde então, expandiu sua carreira: atuou em novelas, séries e segue firme nos palcos com shows de stand-up sempre lotados.

Hoje, Gustavo também pilota um podcast de sucesso, compartilhando os melhores momentos com sua base fiel nas redes sociais. Agora, a pergunta é: será que ele vai conseguir rir e raciocinar ao mesmo tempo para levar a melhor no game?


Matheus Ceará – A certeza de risada (e talvez de vitória)

Com uma trajetória marcada por conquistas no humor, Matheus Ceará começou ganhando destaque ainda em 2008, no festival de piadas do Show do Tom. Pouco depois, venceu o concurso “O Mais Novo Humorista do Brasil” e se consolidou em um programa humorístico onde ficou por mais de uma década.

Autor de livro, apresentador e sucesso no palco, Matheus atualmente segue em turnê pelo país e recentemente apresentou o quadro “Talk Rua” no Domingo Record. No palco do Acerte ou Caia!, diversão é garantida com ele — mas será que o prêmio também vem?


Com esse elenco de peso, o episódio promete ser um verdadeiro show de humor e agilidade. Prepare a pipoca, o sorriso e a torcida, porque o Acerte ou Caia! deste domingo vai ser daqueles para não perder por nada!

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