“Para Sempre Minha” | Terror psicológico que promete te deixar desconfiando até de quem você ama ganha data de estreia no Brasil

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Você realmente conhece quem dorme ao seu lado?

Essa pergunta, tão simples e tão perturbadora, é o ponto de partida do novo filme de terror psicológico “Para Sempre Minha” (Keeper, no original), dirigido por Osgood Perkins, o mesmo responsável por pérolas sombrias como O Macaco (2025) e o perturbador Longlegs (2024). Com estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 13 de novembro, a produção traz no elenco a sempre intensa Tatiana Maslany (de Orphan Black e She-Hulk) e Rossif Sutherland (Possessor, Reign), em uma história onde o terror vem de dentro, do silêncio, do isolamento… e do outro.

Esqueça sustos fáceis e fantasmas barulhentos. Aqui, o medo é construído no olhar que dura tempo demais, no quarto que parece pequeno demais, na pergunta que fica no ar: o que eu não sei sobre a pessoa que amo?

Fim de semana romântico, só que não

A trama é relativamente simples — e esse é justamente o truque. Para Sempre Minha acompanha o casal Liz (Maslany) e Malcolm (Sutherland), que decide fazer uma escapada romântica até uma cabana isolada no meio do nada. O clima é intimista, tranquilo, e tudo parece correr bem. Mas, de repente, Malcolm recebe um chamado misterioso e precisa voltar à cidade às pressas, deixando Liz sozinha no local.

Até aí, nada que a gente já não tenha visto em outros filmes. Só que o que começa como um “momento de silêncio e vinho quente” se transforma rapidamente em uma descida ao desconhecido. Liz começa a perceber que não está sozinha naquela casa. Mas o que está ali com ela não é exatamente alguém. É algo. Um mal indescritível, quase invisível, que aos poucos vai revelando segredos enterrados — e perturbadores — sobre aquele lugar, sobre Malcolm e até sobre Liz mesma.

E aí fica a dúvida: o perigo está na cabana ou estava com ela o tempo todo?

O terror da dúvida (e da intimidade)

Em entrevista recente, o diretor Osgood Perkins — que, vale lembrar, é filho de Anthony Perkins, o eterno Norman Bates de Psicose — explicou que a essência de Para Sempre Minha está na desconfiança silenciosa que pode crescer dentro de uma relação. “É um filme sobre quem é seu parceiro, o que você acha que sabe sobre ele, e o desejo de voltar no tempo para quando tudo parecia mais simples”, disse Perkins. “É sobre intimidade e ilusão. E o quanto isso pode ser aterrorizante.”

A proposta do diretor não é entregar um “terror de sustos”, mas sim um terror psicológico sutil, que vai se enroscando no espectador como uma dúvida que não se resolve. É sobre se sentir preso em uma situação em que tudo parece normal — até que você começa a perceber que nada é o que parece.

E isso, convenhamos, é muito mais assustador do que qualquer espírito com cara deformada.

Tatiana Maslany: mais uma vez, entregue e vulnerável

Tatiana Maslany é daquelas atrizes que não têm medo de ir fundo. Em Orphan Black, ela interpretou quase uma dezena de personagens diferentes com uma entrega impressionante. Em Para Sempre Minha, ela carrega praticamente o filme inteiro nas costas — e na expressão.

Sua Liz é, ao mesmo tempo, sensível, esperta e assustada. Não é uma daquelas protagonistas que corre gritando pela floresta. Liz observa, pensa, tenta entender. E justamente por isso, quando o terror começa a se manifestar, ele é absorvido pelo espectador com a mesma intensidade emocional que ela sente. Não há alívio. Só inquietação.

Rossif Sutherland, por sua vez, entrega um Malcolm enigmático, com uma calma quase irritante. Ele é carinhoso, gentil, mas há algo nele que incomoda. Aquelas pequenas pausas antes de responder. A forma como ele evita certos assuntos. Como ele desaparece.

E quando ele vai embora da cabana… bom, as perguntas começam a gritar.

Uma produção discreta, mas promissora

O roteiro é assinado por Nick Lepard, e a produção ficou por conta de Chris Ferguson e Jesse Savath, pela produtora Oddfellows. O filme foi gravado de forma bastante contida — uma locação principal, elenco enxuto — mas isso só reforça a proposta: o horror vem da intimidade, não da grandiosidade.

As filmagens foram concluídas em julho de 2024, e o longa foi rapidamente apresentado ao mercado de Cannes, onde a Neon (mesma distribuidora de Parasita nos EUA) garantiu os direitos para o território americano e também para vendas internacionais. No Canadá, a distribuição será da Elevation Pictures. No Brasil, quem traz o filme para as telonas é a Diamond Films, que já confirmou: estreia em 13 de novembro de 2025.

Originalmente, o lançamento estava previsto para outubro, mas o estúdio decidiu adiar para novembro — provavelmente para fugir do congestionamento de estreias de Halloween e dar ao filme o espaço mais intimista que ele merece.

O estilo Osgood Perkins: terror que conversa baixinho (mas arrepia fundo)

Quem já viu outros filmes de Osgood Perkins sabe o que esperar — ou melhor, o que não esperar. Ele não gosta de pressa. Seus filmes são silenciosos, elegantes, quase poéticos. Ele faz o horror parecer uma lembrança triste. Ou um segredo mal resolvido.

O Macaco, lançado no início de 2025, dividiu opiniões, mas foi elogiado pela crítica por seu estilo atmosférico e sua narrativa introspectiva. Longlegs, com Nicolas Cage, foi um sucesso entre os fãs de terror mais hardcore, mas também se destacou pelo visual onírico e pelo desconforto crescente.

Para Sempre Minha parece unir o melhor desses dois mundos: uma narrativa de horror emocional com elementos sobrenaturais sutis, mas intensos. Um filme que não precisa gritar para te deixar com medo — ele só precisa olhar pra você de volta.

Para quem é esse filme?

Se você gosta de histórias de casa assombrada, mas está cansado das fórmulas repetidas…

Se você curte filmes em que o medo cresce devagar, como uma rachadura no teto…

Se você já duvidou da pessoa que ama, mesmo sem motivo aparente…

Então Para Sempre Minha é pra você.

É aquele tipo de terror que não te deixa dormir porque faz você pensar demais, e não porque te deu um susto barato. É sobre como o amor pode esconder coisas feias, e como o medo às vezes mora bem ali, do lado da saudade.

Expectativas? Lá no alto.

Mesmo sem ser uma megaprodução de estúdio, Para Sempre Minha vem cercado de boas expectativas:

  • Um elenco forte e elogiado;
  • Um diretor que entende de terror como construção emocional;
  • Uma estreia em um mês estratégico, perto do Oscar (sim, filmes de terror andam entrando nessa briga também);
  • E uma temática que, de tão íntima, acerta onde dói.

Além disso, a distribuição pela Neon nos EUA é um ótimo sinal. A empresa tem apostado em narrativas autorais, arriscadas e com grande apelo entre público e crítica. Eles não compram qualquer coisa — e quando compram, geralmente entregam algo que vale a pena.

Premonição 6: Laços de Sangue lidera bilheteria e se torna o maior sucesso da franquia

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A Morte está mais popular do que nunca! Premonição 6: Laços de Sangue está provando que o público ainda adora um bom susto e uma sequência de acidentes insanos com efeito dominó. Em sua segunda semana em cartaz, o longa já acumula US$ 187 milhões ao redor do mundo, superando todos os filmes anteriores da franquia e se tornando, oficialmente, o maior sucesso de bilheteria da série.

Só nos Estados Unidos, o filme já soma impressionantes US$ 94,6 milhões, depois de um segundo fim de semana sólido com US$ 24,5 milhões arrecadados. Nada mal para um terror que carrega 24 anos de história (e de mortes improváveis).

💀 Um recorde com gosto de vingança (e nostalgia)

Lançado em meio ao fim de semana prolongado do Memorial Day, o sexto capítulo da saga de mortes inevitáveis conquistou a terceira posição nas bilheteiras americanas, ficando atrás apenas das estreias bombásticas de Lilo & Stitch (live-action) e do novo Missão: Impossível. Mesmo assim, o desempenho foi o suficiente para quebrar o recorde de 2011, quando Premonição 4 faturou US$ 186 milhões no total.

Com isso, Laços de Sangue crava seu nome na história da franquia como o maior sucesso comercial, coroando um retorno aguardado pelos fãs, que há mais de uma década esperavam por um novo capítulo digno do legado de absurdos criativos que a série sempre entregou.

🎬 Estreia acima das expectativas

Na estreia, Premonição 6 já havia dado sinais de que vinha com tudo. O longa chegou aos cinemas americanos com US$ 51 milhões no fim de semana de abertura, o melhor lançamento da franquia até hoje. O número superou (e com folga) as projeções iniciais, que apostavam em algo em torno de US$ 40 milhões nos EUA e US$ 70 milhões mundialmente.

Ao que tudo indica, o mix de nostalgia, novas tecnologias de efeitos especiais e uma trama que respeita a mitologia da franquia conquistou não só os veteranos do terror, mas também uma nova geração de fãs que nunca olhará para uma escada, um forno ou um ônibus da mesma forma.

🩸 Terror em alta — com fôlego para mais

O sucesso de Laços de Sangue reforça a boa fase do gênero de terror nas bilheteiras. Depois de anos sendo tratado como um “gênero de nicho”, o horror volta a ocupar espaços de destaque nos cinemas, competindo com gigantes de ação e live-actions da Disney. A boa recepção crítica e o boca a boca positivo também devem ajudar o filme a manter uma boa estabilidade nas próximas semanas.

E claro, com esse desempenho todo, já se fala em mais um capítulo. Afinal, se tem uma coisa que essa franquia ensinou ao público é: não dá para fugir do destino — e tampouco de uma sequência.


📊 Resumo:

  • Bilheteira global: US$ 187 milhões
  • Bilheteira EUA: US$ 94,6 milhões
  • Melhor estreia da franquia: US$ 51 milhões no 1º fim de semana
  • Recorde da franquia anterior: US$ 186 milhões (Premonição 4)
  • Segundo fim de semana nos EUA: US$ 24,5 milhões

Ponte Preta x Brusque: Onde assistir ao vivo o Campeonato Brasileiro Séria C neste domingo (14/09)

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O estádio Moisés Lucarelli será palco de mais uma noite de fortes emoções neste domingo (14). Às 19h, a Ponte Preta recebe o Brusque em jogo válido pela segunda rodada do quadrangular final da Série C do Campeonato Brasileiro 2025. O duelo coloca frente a frente duas equipes que carregam histórias diferentes, mas compartilham o mesmo objetivo: garantir uma das duas vagas do grupo C na Série B de 2026. Em Campinas, a expectativa é de casa cheia. A torcida da Macaca promete transformar o Majestoso em um verdadeiro caldeirão, com clima de decisão, em busca de mais uma vitória que pode encaminhar o retorno ao cenário mais competitivo do futebol nacional.

Momento da Ponte Preta

A Ponte chega embalada e em franca ascensão. Sob o comando do técnico Marcelo Fernandes, a equipe reencontrou a consistência e coleciona vitórias consecutivas. A mais emblemática delas foi a conquista diante do arquirrival Guarani, no dérbi campineiro da última rodada, vencido por 1 a 0 em pleno Brinco de Ouro da Princesa. O resultado não apenas somou três pontos valiosos na tabela, mas também fortaleceu o moral do grupo e reaproximou a torcida do time, criando um ambiente de confiança para a reta decisiva da competição. O aproveitamento de 100% desde a chegada de Fernandes — quatro vitórias em quatro jogos — dá ainda mais motivos para acreditar. Porém, o treinador sabe que não há espaço para relaxamento, especialmente diante de um Brusque que já complicou a vida da Macaca na fase inicial da Série C, aplicando uma goleada marcante. Esse sentimento de revanche também entra em campo como combustível para os atletas alvinegros.

Situação do Brusque

Do outro lado, o Brusque chega a Campinas pressionado após a derrota por 1 a 0 em casa para o Náutico na estreia do quadrangular. O resultado trouxe certo desconforto, já que a equipe havia conquistado sua vaga para esta fase apenas na última rodada da etapa anterior, ao vencer o CSA por 2 a 0 e decretar o rebaixamento do rival alagoano. A campanha irregular ao longo da Série C acendeu alertas no Quadricolor, mas o grupo comandado por Bernardo Franco aposta na união e no espírito de superação para enfrentar a pressão que vem pela frente. Pontuar fora de casa neste momento é vital para não deixar a concorrência disparar e manter vivas as chances de acesso. O jogo contra a Ponte é encarado como decisivo: um triunfo no Majestoso pode mudar o rumo da equipe catarinense na competição, enquanto uma derrota pode complicar muito os planos do clube para a sequência.

Onde assistir

O confronto, por sua relevância no quadrangular, terá grande visibilidade. A partida será transmitida ao vivo pelo DAZN e também pelo SportyNet+, garantindo que torcedores de todo o Brasil acompanhem cada lance diretamente de Campinas. A expectativa é de grande audiência, já que tanto a Ponte quanto o Brusque carregam torcidas apaixonadas que vivem intensamente o momento decisivo da temporada.

Ponte Preta: provável escalação

Marcelo Fernandes deve manter a mesma formação que iniciou no clássico contra o Guarani. O treinador aposta em uma proposta ofensiva, com três atacantes, o que tem se mostrado eficiente para explorar a velocidade e a movimentação de peças como Jonas Toró e Jeh, artilheiro e referência técnica da equipe. No meio, nomes como Elvis e Luiz Felipe dão a cadência e a inteligência tática necessária para controlar o ritmo do jogo. Ainda assim, o time sofre com baixas importantes. O volante Rodrigo Souza segue entregue ao departamento médico, assim como outros jogadores que poderiam ser opções no banco, como Serginho e Danilo Barcelos. Apesar das limitações, a confiança é de que o elenco atual tenha condições de manter o ritmo e dar mais um passo em direção ao acesso.

  • Provável escalação: Diogo Silva; Pacheco, Wanderson, Saimon e Artur; Léo Oliveira, Luiz Felipe e Elvis; Bruno Lopes, Jonas Toró e Jeh.
  • Desfalques: Rodrigo Souza, Serginho, Éverton Brito, Danilo Barcelos e Sérgio Raphael (lesionados).

Brusque: provável escalação

O Brusque, por sua vez, encara uma série de dificuldades para montar a equipe. O técnico Bernardo Franco deve repetir a base que atuou contra o Náutico, mas terá ao menos cinco desfalques confirmados por problemas físicos. A lista inclui nomes importantes como Jordan, que passou por cirurgia no joelho, e Álvaro, em recuperação de uma lesão no tendão. Apesar das baixas, o Quadricolor ainda conta com a experiência de jogadores como Jean Mangabeira, que dá solidez ao meio-campo, e a força ofensiva de Olávio, responsável por liderar o ataque e tentar furar a sólida defesa da Ponte. A aposta do Brusque será em um time compacto, que valorize a posse de bola e busque explorar os contra-ataques, estratégia considerada essencial para surpreender fora de casa.

  • Provável escalação: Matheus Nogueira; Mateus Pivô (Danielzinho), Éverton Alemão, Jhan Pool Torres e Ailton; Jean Mangabeira, Alex Paulino; Diego Mathias, Thomaz (Biel) e Guilherme Pira; Olávio.
  • Desfalques: Jordan, Álvaro, Lucas Moura, Alex Ruan e Robson Signorini.

O que está em jogo

A partida tem peso de decisão logo na segunda rodada do quadrangular. Para a Ponte Preta, vencer significa manter os 100% de aproveitamento, abrir vantagem sobre os rivais e se aproximar cada vez mais do retorno à Série B. O clube carrega a tradição de uma torcida exigente e sabe que um tropeço em casa pode gerar pressão, mas o momento positivo traz confiança. Já para o Brusque, o duelo é uma oportunidade de recuperação imediata após o tropeço na estreia.

“Mega Sonho” deste sábado (26/07) promete muita música e emoção com MC Kekel e Jaque Ciocci

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Neste sábado, 26 de julho de 2025, a RedeTV! convida o público para uma noite de pura energia, música boa e desafios que fazem o coração acelerar. O game show “Mega Sonho”, apresentado pelo carismático Marcelo de Carvalho, retorna com tudo para animar o fim de semana, reunindo gente comum, histórias inspiradoras e aquela dose certeira de adrenalina.

Para dar ainda mais brilho à noite, o programa recebe dois convidados especiais: o cantor MC Kekel, que chega com seu ritmo contagiante e o sucesso “Amor de Verdade” para colocar todo mundo para cantar junto, e a apresentadora e influenciadora Jaque Ciocci, que traz sua simpatia e alto astral para participar das provas e dividir a emoção com os competidores.

Uma mistura que conquista o público

O “Mega Sonho” é muito mais do que um simples jogo de perguntas e respostas. É uma celebração dos sonhos, uma oportunidade para pessoas que têm histórias reais, desafios e esperanças, mostrarem sua garra em busca de um prêmio que pode transformar suas vidas.

A cada sábado, seis participantes entram na disputa, enfrentando provas que testam não só o conhecimento, mas também a agilidade, a coragem e a criatividade. As eliminatórias são intensas, cheias de suspense e momentos de pura emoção, até que um único finalista emerge para encarar o tão sonhado “Desafio do Milhão”.

É ali, naquela reta final, que a emoção alcança o ápice. Com a chance de mudar sua história, o competidor luta com toda sua determinação para conquistar o prêmio que muitos desejam, mas poucos alcançam. É um momento de tensão, expectativa e, claro, muita torcida.

O fenômeno que saiu da periferia para conquistar o Brasil

Keldson William da Silva, ou simplesmente Kekel, tem uma trajetória de superação e talento que inspira. Nascido no bairro de Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, ele começou a cantar funk em 2012, enfrentando as dificuldades que muitos jovens da periferia conhecem bem.

Mas foi em 2016 que Kekel estourou no cenário nacional com a música “Quer Andar de Meiota?” — um verdadeiro hit que falou diretamente para a juventude, com um ritmo vibrante e um clipe que conquistou milhões de views. Desde então, sua carreira só cresceu.

Com parcerias de peso, como com o produtor KondZilla, ele lançou sucessos que embalaram verões inteiros: “Partiu” e “Namorar pra que?” se tornaram hinos, presentes nas rádios, festas e playlists por todo o país.

E não é só festa: Kekel também mostrou seu lado solidário e respeitoso. Em 2016, lançou a “Homenagem à Chapecoense”, após a tragédia do acidente aéreo que comoveu o Brasil, emocionando fãs e familiares.

Hoje, além da música, Kekel é pai dedicado, companheiro da nutricionista Sabrina Lacerda, e compartilha a rotina de suas duas filhas, Helena e Heloisa, com seus seguidores, mostrando um lado humano e acessível.

Alegria e representatividade no palco

Jaque Ciocci não é só apresentadora e influenciadora; ela representa uma geração que valoriza a diversidade, o diálogo aberto e a autenticidade. Sua participação no “Mega Sonho” não é apenas para animar a plateia, mas para mostrar que todos têm espaço para brilhar, independente de suas diferenças.

Com seu sorriso fácil e uma energia contagiante, Jaque encara os desafios ao lado dos competidores, tornando o programa ainda mais leve, divertido e cheio de boas vibrações.

Na TV Aparecida, Sula Miranda é a convidada do “Terra da Padroeira” deste domingo (20/07)

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Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 9h da manhã, a TV Aparecida exibe mais uma edição especial do programa “Terra da Padroeira”, apresentado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira. Desta vez, o palco da atração matinal será ocupado por grandes nomes da música sertaneja e por grupos que celebram a tradição do interior do Brasil. Entre os destaques da semana está Sula Miranda, a eterna Rainha dos Caminhoneiros, que retorna ao programa com todo o carisma e repertório que marcaram gerações.

A atração, já tradicional na grade da emissora, segue firme na missão de valorizar os artistas que mantêm viva a música de raiz, as expressões culturais do campo e o jeito autêntico do povo caipira de ser. Com um clima de festa e acolhimento, a edição deste domingo promete emocionar o público com nostalgia, talento e cultura popular.

Sula Miranda: a Rainha dos Caminhoneiros volta ao palco do Terra

A presença de Sula Miranda no programa é motivo de celebração para os fãs da música sertaneja. Com mais de quatro décadas de carreira, Sula iniciou sua trajetória artística no final dos anos 1970 ao lado das irmãs em um grupo que se tornou um verdadeiro fenômeno: As Melindrosas. Com uma estética ousada e músicas animadas, o trio conquistou o Brasil e foi responsável por abrir caminhos para a presença feminina na música popular da época.

Mas foi no universo sertanejo que Sula construiu sua identidade artística mais forte. Em 1986, lançou seu primeiro disco solo e, com ele, a canção “Caminhoneiro do Amor” — um hino que lhe rendeu o título carinhoso de Rainha dos Caminhoneiros, reconhecimento que ela carrega com orgulho até hoje.

No “Terra da Padroeira”, Sula promete interpretar esse e outros sucessos de sua carreira, como “Seu Olhar”, “Com o Pé na Estrada”, “Filme Triste” e “Rumo Certo”. Carismática e experiente, ela também deve compartilhar um pouco de sua história com os apresentadores, em um bate-papo descontraído e cheio de afeto com o público.

Alcino Alves: talento de compositor e guardião da música de raiz

Outro nome de peso na edição deste domingo é Alcino Alves, cantor, compositor e produtor musical paranaense que fez história na música sertaneja. Nascido em São Sebastião da Amoreira (PR), Alcino integrou a famosa dupla Teodoro & Sampaio, com quem gravou de 1996 a 2010. Após a separação da dupla, formou o duo Alcino Alves & Rocha, que permaneceu ativo até 2015.

Além de intérprete, Alcino é dono de um acervo impressionante de composições. São mais de 600 músicas gravadas, entre elas clássicos como “As Andorinhas”, “Vestido de Seda” e “E Se a Casa Cair” — faixas que se tornaram referência no repertório sertanejo romântico e raiz. No palco da TV Aparecida, ele reencontra o público com sua voz marcante e canções que atravessam gerações.

Com a serenidade de quem conhece a estrada da música como poucos, Alcino deve emocionar com sua interpretação sincera e suas histórias de bastidores. Mais do que um show, sua presença é uma aula de história da música sertaneja brasileira.

Lucas & Luan: irmãos que marcaram o sertanejo romântico dos anos 90

A dupla Lucas & Luan também marca presença no “Terra da Padroeira”. Naturais de Guará (SP), os irmãos José Lucas de Ângelo e Josué de Ângelo começaram cedo na música, vencendo festivais e gravando discos regionais. O reconhecimento nacional veio em 1996, quando lançaram a música “Horizonte Azul”, que rapidamente se tornou uma das mais tocadas daquele ano em todo o Brasil — exceto, curiosamente, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Desde então, a dupla se consolidou no circuito sertanejo, com agenda cheia de shows e um repertório que combina romantismo e estilo próprio. No palco da TV Aparecida, Lucas & Luan devem reviver seus maiores sucessos e aquecer a manhã dos fãs nostálgicos.

A sonoridade marcante da dupla, somada à sintonia de irmãos que cantam juntos há décadas, faz deles um dos grandes representantes do sertanejo romântico dos anos 90, um estilo que até hoje emociona o público.

Raízes do Catira: tradição e cultura passadas de geração em geração

Completando o elenco do programa, o grupo Raízes do Catira chega diretamente de Atibaia (SP) com sua proposta de preservar e divulgar a cultura caipira através da música e da dança. O projeto é mantido pelo Centro de Tradições Caipiras da cidade e envolve artistas e famílias que se dedicam à valorização de um dos estilos mais autênticos do interior paulista.

Sob a liderança de Gustavo Maiolli e de seu avô Marcelino Ribas, o grupo apresenta músicas caipiras clássicas acompanhadas por coreografias características do catira, dança marcada por sapateados e palmas, passada de pai para filho há gerações. O repertório inclui composições eternizadas por duplas como Vieira & Vieirinha, entre outros ícones da música rural.

A apresentação promete ser uma aula viva de tradição, reforçando o compromisso do “Terra da Padroeira” com a preservação das raízes culturais brasileiras. É uma oportunidade para o público conhecer — ou reencontrar — as expressões culturais que mantêm pulsando o coração do interior.

Celebração da fé, da música e do Brasil profundo

O “Terra da Padroeira” não é apenas um programa de televisão — é um espaço de encontro entre gerações, estilos e histórias. Com uma linguagem leve e respeitosa, a atração valoriza os artistas que, longe dos holofotes comerciais, mantêm viva a cultura popular, especialmente aquela ligada à fé, ao campo e às tradições familiares.

Neste domingo, a união entre nomes consagrados e novos protagonistas da cena sertaneja reafirma o compromisso da TV Aparecida com um conteúdo que respeita o público, promove a identidade brasileira e emociona quem assiste.

“The Voice Brasil” tem inscrições encerradas no SBT e inicia nova era sob o comando de Tiago Leifert e Boninho

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Um novo capítulo está prestes a ser escrito na história de um dos realities musicais mais queridos da televisão brasileira. O “The Voice Brasil”, agora sob a chancela do SBT, teve suas inscrições encerradas neste sábado (19), marcando oficialmente o início da contagem regressiva para uma temporada histórica. Com estreia prevista para setembro, a nova versão promete manter a essência do formato, mas com tempero inédito: produção renovada, transmissão multiplataforma e o retorno de nomes emblemáticos que fizeram parte da trajetória do programa.

A notícia do fim do período de inscrições foi compartilhada pelas redes sociais do SBT e por Boninho, agora confirmado como showrunner e co-produtor do programa. “As inscrições para o ‘The Voice Brasil’ estão encerradas! Em menos de duas semanas, milhares de vozes de todo o país se inscreveram para viver esse sonho. Agora é cruzar os dedos e torcer para brilhar nas audições às cegas!”, celebrou a legenda da publicação, que rapidamente viralizou entre os fãs.

A nova casa do talento brasileiro

Depois de 12 temporadas exibidas pela TV Globo, o reality musical inicia um novo ciclo em outra emissora, pela primeira vez em sua história. A 13ª temporada marcará a estreia da atração no SBT, resultado de um acordo firmado com a Disney+, que também transmitirá o programa em sua plataforma de streaming.

A estreia está marcada para setembro de 2025, com a promessa de manter a emoção das famosas audições às cegas, mas trazendo novidades estruturais e tecnológicas que devem atrair tanto os fãs antigos quanto novos públicos.

Tiago Leifert volta ao comando

O nome mais simbólico dessa nova era talvez seja o retorno de Tiago à apresentação do programa. Após sair da Globo e se afastar da TV por um período, o jornalista e apresentador retoma o posto que ocupou por 10 temporadas, sendo parte essencial da consolidação do reality no Brasil.

Tiago será o rosto que vai conduzir os participantes, jurados e o público em mais uma jornada de vozes emocionantes, histórias de vida tocantes e, claro, disputas acirradas que culminam na escolha de uma nova estrela da música brasileira.

“Voltar ao ‘The Voice’ é como voltar para casa. Mas agora em uma casa nova, com ares de recomeço e muitas ideias diferentes. O público pode esperar uma temporada mais moderna, mais conectada e com a mesma paixão pela música que sempre esteve no DNA do programa”, declarou Leifert em recente entrevista.

Boninho assume nos bastidores com liberdade criativa

Outro nome que promete causar impacto nos bastidores é Boninho, que assume o cargo de showrunner e co-produtor da atração. Conhecido por sua mente criativa e por ter sido um dos arquitetos do sucesso do “The Voice” na TV Globo, Boninho chega com carta branca para repaginar o formato.

Ele será responsável por liderar a adaptação do programa ao estilo do SBT, respeitando sua identidade leve e popular, mas também mantendo o alto nível técnico que fez do reality um dos mais assistidos da TV aberta. Boninho já adiantou que o programa terá mais interatividade, quadros inéditos e até uma repaginação visual nos palcos e na edição.

Multiplataforma: SBT + Disney+

Pela primeira vez, o “The Voice Brasil” será exibido simultaneamente na TV aberta e em uma plataforma de streaming, com todos os episódios indo ao ar no SBT e sendo disponibilizados no Disney+, por meio de um acordo inédito de co-produção.

A parceria com o Disney+ permitirá, ainda, a criação de conteúdos exclusivos, como bastidores, entrevistas e até um especial de 20 minutos ao final de cada episódio, trazendo um olhar mais íntimo e humanizado sobre os participantes e técnicos. O conteúdo sob demanda também permitirá que o público maratone os episódios, conheça as histórias por trás das vozes e acompanhe a evolução dos candidatos de forma ainda mais aprofundada.

O formato que atravessa gerações

Desde que estreou no Brasil, em 23 de setembro de 2012, o programa arrebatou audiências e corações ao trazer o talento bruto do povo brasileiro para os holofotes. Ao longo de 185 episódios e 12 temporadas, o reality revelou grandes vozes e se tornou referência entre os programas de calouros da era moderna.

O programa é baseado no formato holandês “The Voice of Holland”, criado por John de Mol, e ganhou versões em dezenas de países. Aqui no Brasil, o sucesso foi imediato, impulsionado por uma combinação de jurados carismáticos, performances emocionantes e o emblemático botão vermelho das audições às cegas.

Técnicos da nova temporada: Mumuzinho, Duda Beat e Matheus & Kauan

A nova fase também chega com um time renovado de técnicos, responsáveis por orientar os participantes durante a competição. Os primeiros nomes anunciados para os famosos “tronos giratórios” foram:

  • Mumuzinho – com sua voz marcante e trajetória no samba, promete trazer emoção e sensibilidade ao programa.
  • Duda Beat – aclamada como a “rainha da sofrência pop”, estreia no reality apostando em seu carisma e olhar moderno para a música brasileira.
  • Matheus & Kauan – a dupla sertaneja entra como representação da força popular e do alcance do sertanejo nas grandes massas.

Esses nomes substituem um legado de estrelas como Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Lulu Santos, Michel Teló, Carlinhos Brown, Iza e outros gigantes que já passaram pelas cadeiras giratórias ao longo da trajetória do reality.

Diversidade e emoção: marcas registradas do programa

Mais do que um programa de competição, o “The Voice Brasil” se destacou desde o início por valorizar histórias de vida inspiradoras, representatividade, inclusão e a força da música como ferramenta de transformação social. Candidatos das mais variadas idades, estilos, regiões e histórias já passaram pelo palco da atração — e emocionaram o público com suas trajetórias.

Com a mudança para o SBT, essa vertente humanizada do programa promete ganhar ainda mais destaque. A emissora, conhecida por apostar em formatos que falam com o coração da audiência, deve dar ainda mais espaço às histórias dos participantes, suas famílias e suas jornadas pessoais.

Aposta de renovação para o SBT

A chegada do novo reality ao SBT representa também uma estratégia importante da emissora de Silvio Santos para renovar sua grade de programação e atrair novos públicos. Em tempos de mudanças no consumo de mídia, trazer um produto consolidado, com projeção internacional e apelo emocional, pode ser um trunfo valioso para a emissora.

“O SBT está passando por uma transformação. Nosso público é fiel, mas sabemos que precisamos dialogar com a nova geração. Trazer o ‘The Voice Brasil’ é uma maneira de mostrar que estamos atentos ao futuro, sem esquecer o carinho e a identidade popular que construímos ao longo dos anos”, afirmou Daniela Beyruti, CEO da emissora e filha de Silvio Santos.

Universal+ estreia nova temporada da premiada série Poker Face

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Poker Face, série criada por Rian Johnson, está de volta com sua aguardada segunda temporada, que estreia no Brasil no dia 9 de maio, com exclusividade na plataforma Universal+. Após conquistar fãs e prêmios com seu formato inovador, a produção retorna prometendo elevar ainda mais o nível de mistério, comédia e reviravoltas imprevisíveis.

O projeto leva a assinatura completa de Rian Johnson, indicado ao Oscar e responsável por sucessos como Entre Facas e Segredos e Glass Onion. Na nova leva de 12 episódios inéditos, o cineasta mantém a fórmula que virou marca registrada da série: episódios autônomos, roteiros afiados e uma protagonista carismática que desafia convenções do gênero policial com seu faro infalível para detectar mentiras.

Charlie Cale está de volta — e mais afiada do que nunca

Interpretada pela brilhante Natasha Lyonne (Russian Doll), a detetive amadora Charlie Cale retorna aos holofotes, ainda pilotando seu icônico Plymouth Barracuda e cruzando estradas norte-americanas em busca de respostas para crimes que surgem em sua trajetória errante. Cada episódio a coloca diante de criminosos excêntricos, situações inesperadas e dilemas morais que testam não apenas sua habilidade única de perceber quando alguém está mentindo, mas também sua empatia e senso de justiça.

Durante um painel no tradicional PaleyFest, realizado em março no lendário Dolby Theatre, em Los Angeles, Johnson celebrou o retorno da produção com entusiasmo. “Essa nova temporada tem algo realmente especial. Mal posso esperar para ver esses episódios nas telas de vocês”, afirmou o criador diante de uma plateia animada.

Episódios independentes e narrativa imprevisível: a força da série

Enquanto muitas produções atuais apostam em narrativas contínuas e arcos complexos que exigem fidelidade semanal, Poker Face vai na contramão: cada capítulo é uma nova história, com começo, meio e fim, mas sempre guiada pela presença magnética de Charlie. Segundo Johnson, esse formato é o coração do projeto:

“Não queríamos mergulhar em uma mitologia extensa nem tornar a trajetória da Charlie excessivamente complicada. O foco era simples: fazer episódios excelentes, com algo novo a cada vez. Queremos que o público seja constantemente surpreendido.”

Temporada 2: mais intensa, mais ousada — e cheia de surpresas

De acordo com o próprio criador, a segunda temporada aprofunda os elementos que tornaram a série um sucesso. “Na primeira temporada, nos divertimos muito. Na segunda, meu foco foi repetir o que funcionou — só que com mais intensidade”, revelou Johnson. A promessa é de tramas mais elaboradas, reviravoltas ainda mais surpreendentes e dilemas que exigirão da protagonista mais do que apenas seu dom de perceber mentiras.

Além disso, o novo ano contará com participações especiais de peso e referências elegantes a clássicos do gênero “whodunit”, misturando nostalgia policial, sátira social e pitadas generosas de humor mordaz — características que ajudaram a série a se destacar entre tantas outras.

Com tudo isso, Poker Face reforça sua posição como uma das séries mais originais, ousadas e instigantes da atualidade, provando que o crime perfeito pode até não existir — mas a série perfeita para investigá-lo, sim.

Saiba qual filme vai passar na Tela Quente 14/04/2025

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Nesta segunda-feira, 14 de abril, a Tela Quente convida o público para uma viagem emocionante e divertida pela vida de um dos maiores ícones do humor brasileiro com a exibição da cinebiografia “Mussum, O Filmis”. A produção retrata, com sensibilidade, leveza e bom humor, a trajetória marcante de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o inesquecível Mussum, mostrando não apenas o artista consagrado, mas também o homem por trás da fama.

Com direção de Silvio Guindane e roteiro de Paulo Cursino, o longa é inspirado no livro “Mussum – Uma História de Humor e Samba”, de Juliano Barreto, e acompanha desde a infância simples de Mussum, como filho de empregada doméstica e ex-militar, até sua consagração como músico e humorista. O filme lança luz sobre os bastidores de sua carreira e as dores e conquistas pessoais que moldaram sua personalidade carismática.

Na pele do protagonista, Ailton Graça entrega uma atuação poderosa, que emociona e diverte na medida certa. Sua interpretação vai além do caricato, destacando o lado humano de Mussum — suas lutas, seus sonhos e sua dedicação à arte. A história passa por sua passagem pelo exército, sua fundação do grupo Os Originais do Samba, e culmina no auge da fama com sua entrada no lendário quarteto Os Trapalhões, ao lado de Renato Aragão (Gero Camilo), Dedé Santana (Felipe Rocha) e Zacarias (Gustavo Nader).

O elenco de apoio também brilha, com Thawan Lucas Bandeira e Yuri Marçal interpretando Mussum em diferentes fases da vida. Cacau Protásio, Neusa Borges, Jennifer Dias, Cinnara Leal e outros grandes nomes completam a produção, enriquecendo a narrativa com interpretações sensíveis e marcantes.

“Mussum, O Filmis” equilibra com maestria o drama e a comédia, fazendo rir e chorar ao mesmo tempo. É uma homenagem sincera e merecida a um artista que revolucionou o humor brasileiro, com seu vocabulário irreverente, seu jeito único e, claro, seu amor pelo “mé”. A produção também evidencia a importância de Mussum para a representatividade negra na mídia brasileira, e como ele abriu caminhos com sua autenticidade e talento.

Onde assistir:

Além de ser exibido na Tela Quente, o filme também pode ser visto nas seguintes plataformas de streaming, mediante assinatura:

  • Globoplay
  • Telecine

Warner Bros divulga trailer de Eles Vão Te Matar, novo terror da produtora de Andy e Barbara Muschietti

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Foto: Reprodução/ Internet

A Warner Bros. divulgou o trailer oficial de Eles Vão Te Matar, primeiro longa-metragem da Nocturna, produtora fundada por Andy e Barbara Muschietti, dupla responsável por alguns dos maiores sucessos recentes do terror, como It: A Coisa (2017), It: Capítulo Dois (2019) e a aguardada série It: Bem-Vindos a Derry. Com estreia prevista para março, o filme aposta em uma combinação explosiva de horror sangrento, ação acelerada e comédia sombria para conquistar o público.

O longa é protagonizado por Zazie Beetz, atriz indicada ao Emmy e conhecida por papéis marcantes em produções como Atlanta, Coringa (2019), Deadpool 2, Bullet Train, Nine Days e The Harder They Fall. Versátil e carismática, Beetz se consolidou como um dos nomes mais interessantes de sua geração, transitando com facilidade entre o cinema autoral, o blockbuster e a televisão de prestígio.

Ao seu lado está Tom Felton, eternamente lembrado por interpretar Draco Malfoy na franquia Harry Potter, papel que o projetou mundialmente. Após o fim da saga, Felton construiu uma carreira diversificada, com participações em filmes como Planeta dos Macacos: A Origem, A Ressurreição, Ophelia, Belle, Against the Sun e A Babysitter: Killer Queen, além de séries como The Flash, Origin e Murder in the First.

Outro grande destaque do elenco é Patricia Arquette, vencedora do Oscar por Boyhood – Da Infância à Juventude. A atriz possui uma carreira sólida e respeitada, com trabalhos memoráveis em filmes como Estrada Perdida, True Romance, Ed Wood, Alguém Tem que Ceder, Bringing Out the Dead e Little Nicky. Na televisão, Arquette ganhou nova projeção com séries aclamadas como Medium, The Act e Ruptura (Severance), reafirmando sua relevância artística ao longo das décadas.

Eles Vão Te Matar convida o público a mergulhar em uma noite de puro caos dentro do Hotel Virgil, um local sombrio e decadente que funciona como o covil de um culto demoníaco. A história acompanha uma jovem que, ao se ver presa nesse ambiente hostil, precisa sobreviver a uma sucessão de ataques brutais, armadilhas cruéis e personagens perturbadores antes de se tornar a próxima vítima do grupo.

A proposta do filme combina violência gráfica, ritmo acelerado e um humor negro afiado, criando uma experiência que não se limita ao terror tradicional. Mortes exageradas, situações absurdas e diálogos perversamente irônicos fazem parte da identidade do longa, que promete entregar entretenimento intenso do início ao fim.

Além do trio principal, o elenco conta com Myha’La, atriz em ascensão que chamou atenção em Morte Morte Morte, Leave the World Behind, She’s Gotta Have It e na série Industry, da HBO, onde ganhou destaque por sua presença magnética e atuações contundentes.

Outro nome de peso é Paterson Joseph, conhecido por seu trabalho em produções como Wonka, The Beach, Aeon Flux, In the Name of the Father e The World’s End. Na televisão, Joseph é amplamente reconhecido por suas atuações em séries como The Leftovers, Peep Show, Vigil e Timeless.

O elenco também inclui Heather Graham, atriz que marcou os anos 1990 e 2000 com filmes como Boogie Nights, Austin Powers: O Agente Internacional do Mistério, From Hell, Se Beber, Não Case!, Bowfinger, Drugstore Cowboy e License to Drive. Nos últimos anos, Graham tem alternado entre produções independentes, thrillers e comédias, mantendo uma carreira constante no cinema e na televisão.

A estreia da Nocturna no cinema

O longa-metragem marca a estreia da Nocturna como produtora de longas-metragens, consolidando o interesse de Andy e Barbara Muschietti em expandir sua atuação para além da direção. Conhecidos por revitalizar o terror mainstream com It, os irmãos agora apostam em uma abordagem mais irreverente, violenta e autoral, mesclando gêneros e explorando narrativas extremas.

Predador: Terras Selvagens | Último trailer revela nova visão da icônica franquia

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Foto: Reprodução/ Internet

A franquia Predator está prestes a ganhar mais um capítulo emocionante. Intitulado Predador: Terras Selvagens, o filme acaba de lançar seu último trailer pré-lançamento, oferecendo aos fãs uma primeira visão de um universo que expande a mitologia do caçador alienígena de forma ousada e inovadora. Com estreia marcada para 6 de novembro no Brasil e 7 de novembro nos Estados Unidos, o longa promete misturar ação, ficção científica e aventura em um cenário futurista e selvagem.

Diferente de qualquer filme anterior da franquia, Predador: Terras Selvagens coloca o foco em um jovem Predador, chamado Dek, que foi rejeitado por seu próprio clã. Interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi, Dek não é apenas um antagonista ou um caçador frio; ele é um protagonista com sentimentos, conflitos internos e uma trajetória própria. A mudança de perspectiva representa um passo ousado para a franquia, que historicamente coloca o Predador como ameaça letal aos humanos.

No enredo, Dek encontra uma aliada improvável em Thia, interpretada por Elle Fanning, uma andróide criada pela famosa empresa fictícia Weyland-Yutani, conhecida dos filmes da franquia Alien. Juntos, eles embarcam em uma jornada traiçoeira em busca do maior adversário de Dek, que promete testar não apenas suas habilidades de sobrevivência, mas também sua própria identidade.

Elenco principal: talentos que elevam a narrativa

O filme conta com um elenco enxuto, mas cuidadosamente selecionado para dar vida a essa nova visão da franquia. Elle Fanning como Thia representa uma presença humana dentro de um mundo alienígena hostil. Sua atuação explora a dualidade entre programação e emoção, mostrando que até máquinas podem se tornar companheiras de jornada.

Por outro lado, Dimitrius Schuster-Koloamatangi como Dek desafia o modelo clássico da franquia. Para dar autenticidade ao personagem, o ator passou por treinamento específico para aprender a linguagem dos Predadores, desenvolvida por um linguista que também criou a língua Na’vi de Avatar (2009). A química entre os protagonistas é um dos pontos mais comentados após o lançamento do trailer, prometendo misturar ação intensa com momentos de drama e empatia, algo raramente visto em filmes anteriores.

Produção e influências artísticas

O desenvolvimento de Predador: Terras Selvagens começou em fevereiro de 2024, quando foi anunciado que um filme independente da franquia estava em produção. O diretor Dan Trachtenberg, responsável por Prey (2022) e Predador: Assassino de Assassinos (2025), assumiu a direção e coescreveu o roteiro com Patrick Aison, que também trabalhou em Prey.

Trachtenberg trouxe uma visão cinematográfica própria, inspirando-se em referências que vão além do universo de ficção científica. Entre elas estão obras de Frank Frazetta, filmes clássicos como Shane (1953) e Mad Max 2 (1981), além de títulos mais recentes como O Livro de Eli (2010). Videogames icônicos, como Shadow of the Colossus (2005), também influenciaram a estética do filme.

Além disso, elementos de western e fantasia foram incorporados, criando uma estética única que mistura desolação, vastas paisagens e tensão constante. Trachtenberg também deixou claro que queria explorar a cultura do mundo natal dos Predadores, algo que até então havia sido apenas sugerido nas obras anteriores da franquia.

Novidades técnicas e efeitos visuais

A produção trouxe inovação tanto nos efeitos práticos quanto digitais. Para dar vida ao Predador Dek, o Studio Gillis desenvolveu um traje detalhado, enquanto o rosto de Dek foi aprimorado digitalmente usando captura de movimento, permitindo transmitir emoções sutis — algo inédito para a franquia.

O Wētā Workshop, renomado estúdio de efeitos, também contribuiu para a criação de armaduras, armas e ambientes alienígenas, reforçando a autenticidade do mundo imaginado para o longa. A empresa Weyland-Yutani, já conhecida dos fãs de Alien, também aparece, estabelecendo conexões interessantes com o universo expandido.

Outro destaque técnico é a linguagem dos Predadores. Um linguista desenvolveu uma linguagem verbal e escrita completa, garantindo que os diálogos de Dek e de outros Predadores soem consistentes e verossímeis, reforçando o realismo do filme e a imersão do público.

Filmagens na Nova Zelândia

As filmagens ocorreram na Nova Zelândia, começando em 27 de agosto de 2024 e terminando no final de outubro do mesmo ano. O filme foi rodado sob o título provisório Backpack, mas a equipe manteve segredo sobre detalhes do enredo para preservar a surpresa.

O diretor de fotografia, Jeff Cutter, colaborou novamente com Trachtenberg, garantindo que a estética visual de Predador: Terras Selvagens mantivesse coerência com os elementos visuais e narrativos apresentados em Prey. O resultado são cenas de tirar o fôlego, com paisagens áridas, selvas alienígenas e sequências de ação intensas, que prometem envolver o público do início ao fim.

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