“A Hora do Desespero” é o filme exibido no Cine Aventura deste sábado (7) na Record TV

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A Record TV apresenta neste sábado, 7 de março de 2026, mais uma edição do tradicional Cine Aventura. A atração da noite será o suspense The Desperate Hour, conhecido no Brasil como “A Hora do Desespero”, produção estrelada por Naomi Watts e dirigida por Phillip Noyce.

O filme acompanha a história de Amy Carr, uma mãe que tenta reorganizar a vida após a morte do marido. Vivendo em uma pequena cidade do interior com os dois filhos, ela busca recuperar a rotina da família e seguir em frente. No entanto, uma manhã aparentemente comum se transforma em um verdadeiro pesadelo.

Enquanto faz sua corrida matinal por uma trilha na floresta, Amy percebe que algo estranho está acontecendo na cidade. Aos poucos, ela descobre que a escola onde seu filho estuda entrou em lockdown após relatos de um atirador ativo no local. Longe da cidade e sem transporte, ela se vê em uma corrida desesperada contra o tempo para tentar descobrir o que está acontecendo.

Isolada na mata e com o sinal de celular instável, Amy tenta obter qualquer informação possível por meio de telefonemas e mensagens de texto. No meio do caos causado pela mobilização policial e pela cobertura da imprensa, ela tenta descobrir se seus filhos estão seguros. Sua filha Emily e seu filho adolescente Noah estudam na mesma escola onde o incidente está acontecendo.

Durante essa busca angustiante por respostas, a protagonista enfrenta diversos obstáculos. Além da distância que a separa da cidade, Amy também precisa lidar com ferimentos e com a falta de informações concretas. Cada nova notícia recebida aumenta a tensão e o medo sobre o que pode ter acontecido dentro da escola.

Ao longo da trama, o suspense cresce à medida que novas pistas surgem. Em meio à confusão e às versões desencontradas, Amy passa a enfrentar uma dúvida devastadora: a possibilidade de que seu próprio filho possa estar envolvido no incidente.

Com uma narrativa intensa e focada na perspectiva da personagem principal, o longa acompanha praticamente em tempo real a corrida desesperada da mãe para entender o que está acontecendo e encontrar uma forma de proteger seus filhos.

O elenco do filme conta ainda com Colton Gobbo e Michelle Johnston em papéis de destaque. O roteiro foi escrito por Chris Sparling, conhecido por histórias de suspense que exploram situações de grande tensão psicológica.

A produção foi filmada na região de North Bay, na província de Ontário, no Canadá, durante o ano de 2020. O longa teve sua primeira exibição pública no Toronto International Film Festival de 2021, onde foi apresentado inicialmente com o título “Lakewood”.

Posteriormente, o filme recebeu o nome definitivo de The Desperate Hour para seu lançamento comercial. A estreia nos cinemas aconteceu em fevereiro de 2022, com distribuição das empresas Roadside Attractions e Vertical Entertainment.

Com pouco mais de uma hora e meia de duração, a produção aposta em uma narrativa direta e cheia de tensão, explorando o desespero de uma mãe diante de uma situação extrema e imprevisível.

Intervalos, de Cléo Busatto, convida o leitor a redescobrir o silêncio e a beleza das pequenas pausas

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Foto: Reprodução/ Internet

Em meio ao ritmo acelerado da vida contemporânea, onde a pressa parece dominar até os gestos mais simples, a escritora Cléo Busatto lança Intervalos, um livro que se propõe a desacelerar o olhar e restaurar o encanto pelas miudezas do cotidiano. Longe de grandes acontecimentos, a obra é uma celebração das pausas, dos silêncios e das emoções que se escondem nas frestas do tempo.

Desde as primeiras páginas, o leitor é conduzido a um território de delicadeza e introspecção. Os textos de Busatto são curtos, mas densos; fragmentos que traduzem sentimentos universais com a precisão de quem enxerga poesia onde a maioria só vê rotina. O livro é um convite à contemplação — à escuta da própria alma e ao reencontro com o que é essencial.

Com essa passagem, Cléo sintetiza o espírito da obra: a busca por uma alma viva, alimentada por experiências simples e genuínas. Sua escrita mistura lirismo e reflexão, revelando uma autora que se dedica a capturar o invisível — as nuances do sentir, os gestos que escapam, os instantes que parecem insignificantes, mas que guardam profundidade.

Nos textos, emergem temas como amor, solidão, envelhecimento, espiritualidade, desejo, memória e pertencimento. Cada fragmento carrega um pedaço de humanidade: o cheiro do pão recém-assado, a lembrança da avó, o toque da água num banho ritual, o silêncio de um Ano-Novo introspectivo. São momentos aparentemente comuns, mas que, sob o olhar da autora, ganham força simbólica e emocional.

O livro é ilustrado por Karina Busquets, cuja arte visual dialoga com a prosa de forma orgânica e sensível. Os desenhos, delicados e minimalistas, não apenas acompanham os textos — eles os expandem. As ilustrações criam pausas visuais que reforçam a proposta de desaceleração e contemplação, tornando a leitura uma experiência estética completa.

Mais do que um conjunto de contos, a obra literária é uma jornada poética sobre o tempo e o autoconhecimento. Cléo Busatto escreve como quem oferece um abrigo: suas palavras acolhem e convidam à escuta, lembrando que há beleza no simples ato de existir. Em um mundo cada vez mais barulhento, seu livro surge como um gesto de resistência — uma pausa necessária para ouvir o sussurro da vida.

Dare You To Death | Gravações do novo BL de JoongDunk chegam ao fim e suspense promete abalar o gênero

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As filmagens de Dare You To Death, o novo BL tailandês estrelado por Joong Archen Aydin e Dunk Natachai Boonprasert, chegaram ao fim — e a sensação entre fãs e equipe é de que algo grande está vindo aí. Com uma mistura ousada de romance, tensão policial e um toque de thriller psicológico, o drama surge como o projeto mais maduro da dupla, famosa por conquistar o público em Star in My Mind e Hidden Agenda. Agora, porém, eles deixam para trás o ar leve das produções anteriores para mergulhar em uma trama densa, perigosa e cheia de camadas emocionais.

Sob a direção de Dome Jade Bunyoprakarn e com criação original de MTRD.S, a série aposta em um universo de investigação criminal que cresce em complexidade a cada episódio. O que começa como um caso aparentemente simples se transforma em território instável, marcado por segredos, rivalidades e um suspense crescente que exige muito dos protagonistas — e também do público.

Um crime misterioso que une uma dupla improvável

De acordo com informações do My Drama List, a narrativa toma forma a partir da morte repentina de Puifai, interpretada por Pahn Pathitta Pornhumroenrut. Após uma noite de festa com amigos, a jovem é encontrada morta em circunstâncias que não fazem sentido algum. A partir daí, a delegacia entra em alerta, e o caso é entregues a dois policiais que, sinceramente, preferiam estar em qualquer outro lugar.

De um lado está Khamin (Dunk), um inspetor recém-chegado, metódico e pouco disposto a dar voto de confiança a alguém. Do outro, Capitão Jade (Joong), experiente, exigente e conhecido por sua personalidade difícil — especialmente quando o assunto é trabalhar em dupla. Os dois já tinham um histórico problemático antes de dividir o caso, e a convivência forçada só faz reacender atritos antigos.

Mas basta uma olhada mais profunda no crime para que ambos percebam que estão diante de algo maior: um padrão oculto, um modus operandi suspeito e uma sensação incômoda de que a morte de Puifai não foi um evento isolado.

Um serial killer à solta — e um jogo psicológico mortal

À medida que mergulham no caso, novas vítimas começam a surgir, sempre com pistas sutis que apontam para o mesmo assassino. O suposto serial killer age com inteligência e crueldade, brincando com a polícia e mantendo-se sempre um passo à frente. O clima de tensão cresce a cada episódio, enquanto Jade e Khamin precisam encarar não apenas o perigo iminente, mas também seus próprios medos, frustrações e vulnerabilidades.

Aqui, o BL se mistura com o suspense policial de um jeito pouco comum para o gênero. A relação dos protagonistas não nasce de gestos fofos ou tropeços românticos, mas da convivência forçada em um ambiente hostil, onde cada erro pode custar vidas. Essa construção lenta, marcada por desconfiança e tensão emocional, cria um vínculo raro — e alimenta um romance que se desenvolve no limite entre o perigo e a intimidade.

Joong e Dunk em sua fase mais intensa e madura

A química entre Joong e Dunk nunca foi segredo, mas Dare You To Death dá à dupla a chance de explorar um lado completamente novo. Joong interpreta Jade com um tom mais rígido, carregado de traumas e um senso de responsabilidade que quase o destrói por dentro. Ele é o tipo de policial que prefere afastar as pessoas para não correr o risco de perdê-las.

Dunk, por sua vez, entrega um Khamin impulsivo, analítico e movido por feridas emocionais que moldaram sua forma dura de enxergar o mundo. O choque entre suas personalidades gera conflitos intensos — mas também momentos de conexão que, aos poucos, quebram as defesas de ambos. É uma interpretação carregada de nuances, que foge dos arquétipos clássicos do BL e aposta em complexidade emocional.

Um elenco de apoio que intensifica o suspense

O drama não se apoia apenas na dupla principal: o elenco de apoio funciona como uma engrenagem essencial para o avanço da trama. Gan Preeyaphat Lawsuwansiri (Bell) e Ohm Thipakorn Thitathan (Jay) ajudam a criar o clima de tensão dentro da delegacia, oferecendo perspectivas diferentes sobre o caso e aproximando o público do dia a dia dos investigadores.

Já Aungpao Ochiris Suwanacheep (Tar) e Chimon Wachirawit Ruangwiwat (Champion) ampliam o lado social do mistério, apresentando personagens que transitam entre suspeitos, testemunhas e vítimas — sempre levantando dúvidas sobre quem pode estar envolvido. Enquanto isso, Junho Wanwimol Jaenasavamethee (Cherene) e Prom Teepakron Kwanboon (Time) entram em momentos decisivos, trazendo pistas importantes ou comportamentos que soam estranhamente suspeitos.

Do lado técnico da investigação, dois personagens ganham destaque: os legistas Cinth Harit Cheewagaroon (Phut) e Fluke Jeeratch Wongpian (Thaenkhun Iriyasasanakul). Suas análises detalhadas e contribuições científicas funcionam como peças fundamentais no quebra-cabeça, aproximando o público do perfil psicológico do assassino e alimentando ainda mais o clima de urgência.

Direção afiada e trama sombria

A direção de Dome Jade Bunyoprakarn abraça sem medo o tom mais pesado da história. A estética escura, o ritmo investigativo e a construção de tensão contínua contrastam com a leveza típica dos BLs tradicionais — e esse contraste é justamente o que torna o projeto tão promissor. Cada cena parece carregada de significado, e cada detalhe narrativo é tratado como parte essencial para manter a atmosfera sombria que o público espera de um bom thriller.

Homem-Aranha: Um Novo Dia surpreende e mostra Peter Parker refém de tanque de guerra em vídeo exclusivo

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Foto: Reprodução/ Internet

Na manhã desta segunda-feira, 8, um novo vídeo dos bastidores de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi divulgado, mostrando uma cena impactante: Peter Parker, vivido por Tom Holland, preso a um tanque de guerra. A imagem, carregada de tensão, já nos dá pistas de que essa nova fase trará desafios intensos, mas com um foco mais íntimo na jornada do herói. Abaixo, veja o vídeo:

Desde que a poeira caiu depois de Sem Volta para Casa, ficou claro que a vida de Peter Parker não seria mais a mesma. O garoto de Queens, que sempre tentou equilibrar os dilemas da juventude com os perigos de ser um herói, agora se encontra num lugar mais solitário, mais difícil. E é exatamente nesse cenário que Homem-Aranha: Um Novo Dia vem nos apresentar um Peter diferente — um Peter que precisa aprender a ser ele mesmo, mesmo quando tudo parece estar contra.

Imagine ter que reconstruir não só sua vida, mas sua identidade. É isso que o novo filme quer mostrar, trazendo um herói que está menos preocupado em lutar contra alienígenas e mais focado em cuidar da própria comunidade, enfrentando problemas que, embora menos espetaculares, são muito mais próximos do nosso cotidiano.

Foto: Reprodução/ Internet

Um herói mais humano, mais real

O que sempre tornou o Amigão da Vizinhança especial foi essa combinação rara: um superpoderoso que carrega dentro de si as inseguranças, os medos e as responsabilidades de qualquer jovem comum. Em Um Novo Dia, essa característica volta ao centro da narrativa. O filme aposta em um olhar íntimo, que privilegia as pequenas batalhas — aquelas que não aparecem nos jornais, mas que definem quem somos.

Peter não é mais aquele garoto impressionado e um pouco perdido diante dos Vingadores. Ele é um jovem que encara as ruas de Nova York com a coragem que nasce da necessidade de proteger o que ama, mesmo que isso signifique enfrentar o desconhecido e se reinventar.

A volta de MJ e as conexões que movem Peter

Zendaya retorna como MJ, a personagem que conquistou não só o coração de Peter, mas de milhões de fãs ao redor do mundo. Embora sua presença seja mais discreta devido à agenda da atriz, o impacto emocional da relação deles continua sendo um pilar fundamental para o herói.

O amor, o apoio e as dificuldades dessa relação são o que mantém Peter ancorado, especialmente em um momento em que ele parece mais perdido. MJ é mais do que uma parceira: é um espelho, uma motivação e, em muitos momentos, o lar para onde Peter pode voltar quando o mundo se torna muito pesado.

Sadie Sink: a novidade que intriga

Com a chegada de Sadie Sink ao elenco, o filme ganha uma camada de mistério e expectativa. Conhecida por sua intensidade e profundidade em papéis anteriores, Sadie traz consigo a promessa de um personagem que pode abalar o mundo do Aranha, seja como uma aliada inesperada, uma rival ou até mesmo algo mais complexo.

Enquanto a Marvel mantém silêncio sobre o papel exato dela, as teorias já florescem entre fãs, ansiosos para descobrir qual será o impacto dessa nova figura na vida de Peter.

Um novo olhar para o Homem-Aranha no MCU

Ao contrário das produções anteriores, onde Peter se via envolvido em grandes conflitos que abarcavam todo o universo, Um Novo Dia quer focar no essencial: a cidade, as pessoas comuns, os desafios reais. O filme promete um ritmo diferente, menos espetacular e mais próximo do cotidiano, mas sem perder a emoção e a intensidade que marcam o personagem.

Essa mudança é uma forma de reconectar o herói às suas origens e mostrar que, mesmo em um universo gigante e cheio de heróis poderosos, o Cabeça de Teia continua sendo alguém que entende o valor das pequenas coisas.

Quando o filme estreia?

Com estreia marcada para julho de 2026, Um Novo Dia abre as portas para a Fase Seis do MCU, uma fase cheia de promessas e que prepara o terreno para grandes eventos. Ainda assim, o filme mostra que é possível contar histórias impactantes mesmo com um foco mais intimista.

Peter Parker, com sua teia que conecta pessoas, lugares e emoções, segue sendo uma peça fundamental nesse quebra-cabeça colossal. Sua jornada de crescimento e autodescoberta será, sem dúvida, uma das narrativas mais emocionantes dessa nova etapa.


Yeonjun, do TXT, se lança como artista solo com mini-álbum “No Labels: part 01” em novembro

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Yeonjun, integrante do popular grupo sul-coreano TOMORROW X TOGETHER (TXT), está prestes a dar um importante passo em sua carreira: o lançamento de seu primeiro mini-álbum solo, intitulado NO LABELS: PART 01, previsto para 7 de novembro. O anúncio foi feito pela gravadora BIGHIT MUSIC na plataforma de fãs WeVerse, gerando grande expectativa entre os fãs de K-pop ao redor do mundo, conhecidos como MOA. A novidade promete revelar uma nova faceta do artista, mostrando sua versatilidade musical e presença de palco de maneira ainda mais intensa e pessoal.

A trajetória solo de Yeonjun começou a ganhar forma em 2024 com o single “GGUM”, que destacou sua capacidade vocal e seu carisma, além de uma colaboração especial com o grupo feminino KATSEYE no remix do hit “Touch”. Esses trabalhos demonstraram seu talento em explorar diferentes gêneros e estilos, deixando claro que sua identidade artística vai muito além do grupo. Com NO LABELS: PART 01, Yeonjun promete entregar ao público músicas inéditas, performances cativantes e visuais cuidadosamente elaborados, mostrando que sua carreira solo será tão impactante quanto sua jornada com o TXT.

Desde sua estreia com o TXT em 4 de março de 2019, Yeonjun se destacou no cenário global do K-pop. O grupo estreou com o EP The Dream Chapter: Star, conquistando rapidamente o topo das paradas da Gaon Album Chart e da Billboard World Albums. O single de estreia, “Crown”, chegou à primeira posição na Billboard World Digital Songs, estabelecendo o TXT como um dos grupos emergentes mais promissores do K-pop. O grupo também marcou presença na Billboard 200, alcançando a 140ª posição — uma façanha histórica para um grupo masculino estreante. Ao longo dos anos, o TXT conquistou prêmios importantes, como Rookie of the Year no Golden Disc Awards e no Melon Music Awards, New Artist of the Year no Gaon Chart Music Awards, e Best New Male Artist no Mnet Asian Music Awards 2019.

Além do sucesso musical, Yeonjun se destacou internacionalmente por sua presença em grandes eventos. Em 2019, o TXT realizou sua primeira turnê pelos Estados Unidos, com seis shows em cidades como Nova York, Los Angeles, Chicago, Dallas, Orlando e Atlanta, todos com ingressos esgotados em menos de 24 horas. Esses eventos não apenas consolidaram o grupo globalmente, mas também evidenciaram o talento de Yeonjun em performances ao vivo e sua capacidade de conectar-se com diferentes públicos.

Nascido Choi Yeon-jun em 13 de setembro de 1999, em Seongnam, Gyeonggi, Coreia do Sul, Yeonjun se formou como cantor, rapper, compositor e dançarino, mostrando habilidades multifacetadas desde cedo. Ele foi o primeiro membro a ser anunciado como integrante do TXT em janeiro de 2019, e o vídeo de apresentação alcançou 500 mil visualizações em apenas duas horas, rapidamente entrando nos trending topics do Twitter e gerando enorme repercussão. Sua estreia oficial com o grupo aconteceu em 4 de março de 2019, com o mini-álbum The Dream Chapter: Star, que definiu seu estilo musical e o consolidou como performer de destaque.

Além da música, Yeonjun também se aventurou no mundo da moda. Em fevereiro de 2021, ele participou da New York Fashion Week como modelo da marca sul-coreana ul:kin, integrando o desfile digital Fall/Winter 2021 da Concept Korea at NYFW. O evento, patrocinado pelo governo sul-coreano, tinha como objetivo promover jovens designers do país, e a participação de Yeonjun reforçou sua influência não apenas como artista musical, mas também como ícone de estilo e tendência global.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta segunda (11/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo dia 11 de agosto de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo traz para o público uma versão intensa, épica e cheia de surpresas do clássico conto de fadas que atravessa gerações: Branca de Neve e o Caçador (2012). Longe da delicadeza e inocência que associamos tradicionalmente à história da princesa dos irmãos Grimm, este filme traz uma Branca de Neve que se reinventa como uma heroína de coragem, luta e transformação, cercada de personagens complexos e cenários de tirar o fôlego.

Para quem gosta de uma narrativa que mescla fantasia, ação, drama e aventura, esta exibição promete não apenas entreter, mas também inspirar reflexões sobre poder, beleza, resistência e autoconhecimento — temas que ecoam fortemente nos tempos atuais.

Uma trama de poder, traição e redenção

A história começa com o rei Magnus, interpretado por Noah Huntley, que, viúvo, se apaixona pela misteriosa e bela Ravenna (Charlize Theron). Sem saber, o monarca entrega seu reino a uma mulher de intenções sombrias. Com a morte do rei, Ravenna assume o trono, usando de magia negra e crueldade para manter seu domínio absoluto. Para isso, aprisiona a filha do rei, Branca de Neve (Kristen Stewart), numa masmorra, condenando-a a anos de isolamento.

Mas a força da jovem princesa não se dobra. Após anos presa, ela consegue fugir e inicia uma jornada para recuperar seu reino e libertar seu povo. Nesse caminho, Branca de Neve encontra aliados inesperados, entre eles Eric (Chris Hemsworth), o caçador contratado para capturá-la, mas que acaba se tornando seu protetor e companheiro de luta.

Ao lado de Branca de Neve, sete anões — humanos com características e personalidades distintas — se unem para enfrentar os exércitos da rainha malvada. Juntos, eles formam uma resistência determinada a pôr fim à tirania de Ravenna.

Foto: Reprodução/ Internet

Personagens que fogem do clichê

Um dos grandes méritos do filme é a profundidade dada aos seus personagens, que vão muito além do maniqueísmo que costuma marcar adaptações desse tipo.

Charlize Theron cria uma Rainha Ravenna complexa: bela, sedutora e ao mesmo tempo aterrorizante. Sua obsessão pela beleza e pela juventude, aliada à sede de poder, cria uma antagonista que, apesar de cruel, desperta empatia por suas inseguranças e medos. Não é apenas uma vilã caricata, mas uma mulher marcada por suas próprias dores, o que a torna assustadoramente humana.

Kristen Stewart entrega uma Branca de Neve que não espera ser salva — ela é a própria salvadora de seu povo. Combinando inocência e força, Stewart interpreta uma personagem que descobre sua identidade e capacidade de liderar, mesmo diante da adversidade.

Chris Hemsworth, no papel do caçador Eric, também surpreende ao trazer nuances a um personagem que, em outras versões, poderia ser apenas um ajudante ou interesse amoroso. Ele começa como um homem endurecido pela vida, mas sua jornada ao lado de Branca de Neve o transforma, trazendo à tona sua humanidade e coragem.

Os sete anões, interpretados por atores como Ian McShane, Nick Frost e Toby Jones, têm destaque e características próprias, cada um com seu jeito de contribuir para a luta contra o mal, o que humaniza ainda mais o grupo.

Produção caprichada e visual impressionante

Filmado majoritariamente no Reino Unido, o filme conta com paisagens naturais deslumbrantes — a praia de Marloes Sands, em Pembrokeshire, é uma das locações mais marcantes, que conferem realismo e beleza aos cenários de fantasia. A ambientação medieval foi cuidadosamente construída, com figurinos indicados ao Oscar, que ajudam a compor a atmosfera sombria e épica da história.

O uso de efeitos visuais, também reconhecido com indicações ao Oscar, trouxe vida ao reino mágico, às batalhas e à magia que permeia a narrativa, garantindo que o espectador sinta a grandiosidade e o perigo que cercam Branca de Neve e seus aliados.

A trilha sonora, com músicas exclusivas como “Breath of Life” da banda Florence and the Machine, adiciona emoção e intensidade às cenas, complementando a experiência audiovisual.

O impacto cultural e o legado do filme

Desde seu lançamento em 2012, o longa marcou uma mudança na forma como contos de fadas podem ser adaptados para o cinema contemporâneo. Ao trazer uma protagonista ativa e empoderada, o filme dialoga com debates atuais sobre representatividade feminina e autonomia.

Com uma bilheteria que ultrapassou os 390 milhões de dólares mundialmente, o filme conquistou seu público mesmo diante da concorrência com outra adaptação do mesmo conto — Espelho, Espelho Meu (Mirror Mirror), lançada no mesmo ano, mas com tom mais leve e cômico.

Além disso, o sucesso levou à produção da sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016), que aprofundou o universo criado, ampliando o debate sobre poder, escolha e redenção.

Foto: Reprodução/ Internet

A importância dos contos de fadas para a cultura contemporânea

Contos de fadas são parte essencial da cultura humana há séculos, servindo como metáforas, ensinamentos e formas de entretenimento que atravessam gerações. O que Branca de Neve e o Caçador faz de especial é revisitar esse legado e atualizá-lo para um público que busca mais do que magia e romance — deseja personagens com os quais possa se identificar, lutas que façam sentido no mundo real e narrativas que empoderem.

Em uma época marcada por discussões sobre igualdade, diversidade e justiça, essa releitura é um convite para olhar para o passado com outros olhos e perceber que histórias antigas podem ter novos significados, que nos inspiram a sermos protagonistas de nossas próprias jornadas.

Curiosidades que você talvez não saiba

Antes da escolha final, vários atores foram considerados para o papel do caçador Eric, entre eles Tom Hardy, Johnny Depp, Viggo Mortensen e Hugh Jackman. Chris Hemsworth acabou ficando com o papel, consolidando sua versatilidade após o sucesso como Thor.

Charlize Theron foi a primeira atriz confirmada no elenco, após Angelina Jolie e Winona Ryder serem cogitadas para o papel da rainha Ravenna.

A produção consultou acadêmicos da Universidade de Oxford e da Universidade de Chichester para garantir a autenticidade das cenas de batalhas e ambientação medieval.

Bob Hoskins, que interpreta Muir, viveu seu último papel no cinema neste filme antes de se aposentar da atuação.

O filme teve que acelerar sua data de estreia para competir com a outra adaptação do conto, Mirror Mirror, gerando uma disputa interessante entre os estúdios Universal e Relativity Media.

Peter Stormare revela bastidores da sequência de Constantine — e Keanu Reeves estaria insatisfeito com o rumo do roteiro

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Quase 20 anos após o lançamento de Constantine, os fãs do cultuado filme estrelado por Keanu Reeves continuam na expectativa por uma sequência. Mas, ao que tudo indica, a jornada para tirar o projeto do papel está longe de ser fácil — e quem trouxe novas luzes (ou melhor, sombras) sobre o assunto foi Peter Stormare, o icônico Lúcifer do longa original.

Durante entrevista ao site The Direct, para divulgar seu novo filme Stand Your Ground, Stormare comentou abertamente sobre os bastidores do tão falado Constantine 2, e deixou escapar que Keanu Reeves estaria insatisfeito com os rumos criativos da continuação.

“É muita troca de ideias, porque… acho que o Keanu, que eu conheço muito bem, não está muito satisfeito com os roteiros e, geralmente, com o que sai dos estúdios”, revelou Stormare. “O primeiro [filme] não fez tanto sucesso no começo, virou um filme cult, e agora é um dos maiores filmes cult de todos os tempos. Mas, para fazer uma sequência, os estúdios querem ter, sabe, carros voando. Eles querem pessoas dando mortais e lutando em cenas de ação”.

“Já fiz John Wick

O ator foi além, afirmando que Reeves deseja preservar o tom sombrio e espiritual que tornou o primeiro Constantine tão único. “Acho que o Keanu diz: ‘Já fiz John Wick. Este filme é espiritual. É sobre demônios e pessoas comuns. E eu queria que continuasse assim’”, contou Stormare.

E ele parece estar do lado do colega de elenco. “Conversamos sobre isso. Quero fazer Deus descendo exatamente da mesma forma, mas de terno preto e parecendo mais ou menos com o Lúcifer do primeiro filme”, brincou. “Sou 12 anos mais velho, então vai ser difícil, sabe, imitar completamente o primeiro filme. Mas acho que o Keanu quer fazer uma sequência muito próxima do original.”

O dilema: alma ou espetáculo?

O impasse criativo escancarado por Stormare reflete uma velha tensão entre arte e indústria. Enquanto os estúdios parecem querer transformar Constantine em mais um blockbuster com cenas de ação estilizadas, Keanu Reeves — assim como muitos fãs — enxerga a saga do detetive sobrenatural como uma narrativa mais introspectiva, focada em temas espirituais, fé, redenção e o eterno embate entre céu e inferno.

O Constantine original (2005), embora subestimado em seu lançamento, conquistou um status cult ao longo dos anos graças à sua estética noir, subtexto religioso e à atuação carismática de Reeves. A personificação elegante e sinistra de Lúcifer feita por Stormare também se tornou memorável, contribuindo para o fascínio duradouro pelo universo sombrio do filme.

Vai sair ou não vai?

Apesar do entusiasmo de fãs e elenco, o futuro da sequência ainda é incerto. O projeto já foi anunciado oficialmente diversas vezes, com o diretor Francis Lawrence (também responsável pelo primeiro filme) frequentemente ligado ao retorno. Mas os conflitos criativos e a pressão dos estúdios parecem atrasar — ou até ameaçar — o andamento da produção.

O que é certo, por ora, é que Keanu Reeves só deve voltar se o tom do filme respeitar a essência do original. E, cá entre nós, não tem como imaginar um Constantine 2 com carros voadores e tiroteios acrobáticos. Esse lugar já é de John Wick.

E os fãs?

Se depender dos fãs, a sequência não precisa de pirotecnia. Só queremos mais inferno, mais dilemas morais, e Keanu Reeves de sobretudo enfrentando criaturas das sombras com aquele olhar melancólico que só ele sabe fazer. E claro, Peter Stormare descendo dos céus de terno preto, como o diabo (literalmente) gosta.

10DANCE faz história ao se tornar o primeiro filme BL a estrear no Top 10 da Netflix Brasil

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O cinema Boys’ Love alcançou um marco inédito no mercado brasileiro. 10DANCE se tornou o primeiro filme do gênero BL a debutar diretamente no Top 10 da Netflix Brasil, consolidando um avanço significativo na visibilidade de produções asiáticas com narrativas LGBTQIA+ no país. O feito foi registrado poucos dias após o lançamento do longa na plataforma, ocorrido em 18 de dezembro de 2025, e reflete não apenas o interesse do público, mas também a ampliação do espaço para histórias que exploram afetos, identidade e relações humanas de forma sensível e madura.

Baseado no mangá homônimo, o longa-metragem acompanha a trajetória de dois dançarinos profissionais que compartilham o mesmo nome, mas vivem realidades e estilos completamente distintos. Shinya Sugiki é reconhecido como um mestre da dança de salão standard, conhecido por sua técnica rigorosa, disciplina extrema e postura clássica. Já Shinya Suzuki carrega o título de rei da dança latina, destacando-se pela intensidade, expressividade corporal e liberdade criativa. Ambos são figuras consagradas em seus respectivos estilos, mas separados por uma rivalidade silenciosa e por visões opostas sobre a arte da dança.

A narrativa ganha força quando os dois se veem diante de um desafio quase inalcançável: competir na exigente modalidade das dez danças, que reúne tanto o repertório standard quanto o latino. Para alcançar esse objetivo, Sugiki e Suzuki precisam fazer algo que jamais imaginaram: abandonar o orgulho, compartilhar conhecimentos e construir uma parceria verdadeira. A convivência forçada expõe não apenas diferenças técnicas, mas também conflitos emocionais, inseguranças e feridas mal resolvidas.

Apesar do choque inicial entre personalidades tão contrastantes, o filme desenvolve sua trama com atenção aos detalhes e às transformações internas dos protagonistas. O que começa como uma relação baseada em conveniência e tensão profissional gradualmente se transforma em algo mais profundo. A sintonia entre os dois passa a ultrapassar os limites do palco e da competição, revelando sentimentos que desafiam tanto a lógica do esporte quanto as barreiras emocionais que ambos construíram ao longo da vida.

O grande mérito de 10DANCE está na forma como equilibra o romance com o rigor técnico do universo da dança profissional. As sequências coreografadas não funcionam apenas como espetáculo visual, mas como linguagem narrativa. Cada movimento, cada ensaio e cada apresentação servem para expressar conflitos internos e aproximar os personagens, substituindo diálogos excessivos por gestos e olhares carregados de significado.

A direção fica a cargo de Keishi Otomo, cineasta experiente que conduz a história com precisão e sensibilidade. Otomo também assina o roteiro ao lado de Satoh Inoue, garantindo uma adaptação cuidadosa, que respeita o material original e, ao mesmo tempo, dialoga com o formato cinematográfico. O resultado é um filme que evita caricaturas comuns ao gênero e aposta em uma abordagem mais realista, centrada na evolução emocional dos protagonistas.

No elenco, Ryoma Takeuchi e Keita Machida entregam performances consistentes e complementares, sustentadas por um intenso trabalho corporal. A química entre os atores é construída de forma gradual, refletindo o próprio desenvolvimento da relação entre seus personagens. Shiori Doi completa o elenco principal, contribuindo para o equilíbrio dramático da narrativa e ampliando o contexto competitivo em que a história se desenvolve.

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (9) na Sessão de Sábado e Supercine da TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 9 de agosto de 2025, a TV Globo apresenta na sua Sessão de Sábado um filme que emociona e inspira: À Procura da Felicidade (2006). Baseado na trajetória real de Chris Gardner, o longa protagonizado por Will Smith e seu filho Jaden Smith é um convite para refletirmos sobre a força do amor, a coragem diante das adversidades e a importância de nunca desistir dos nossos sonhos — mesmo quando tudo parece conspirar contra nós.

Chris Gardner era um homem comum, pai de família, com uma vida que, à primeira vista, parecia tranquila. Porém, quando as dificuldades financeiras começaram a apertar, tudo mudou. Sua esposa, Linda, não aguenta a pressão e decide ir embora, deixando Chris sozinho para cuidar do pequeno Christopher, de apenas cinco anos.

A partir daí, a luta de Chris se torna muito mais do que simplesmente pagar as contas. É uma batalha diária para garantir que o filho não sinta o peso da crise, que continue sonhando, que tenha um teto e comida na mesa, mesmo que, por vezes, o abrigo deles seja um banco de praça ou um banheiro público.

Entre despejos e estações de trem: a realidade dura da falta de moradia

O filme mostra, com um olhar sensível e realista, o que significa ser pai e filho vivendo nas ruas. Chris consegue uma vaga de estágio numa corretora de valores — uma oportunidade que pode mudar o futuro dos dois, mas que não oferece salário e exige dedicação total.

É uma corrida contra o tempo e a sorte, com muitos momentos de tensão, medo e incerteza. Ser despejado, procurar um lugar para dormir, alimentar um filho pequeno e tentar manter a dignidade em meio ao caos: tudo isso é parte da dura rotina retratada no filme.

A atuação que toca fundo

Will Smith dá vida a Chris Gardner com uma intensidade rara, mostrando as várias facetas de um homem que, apesar do cansaço, do medo e das dúvidas, não perde a ternura nem a esperança. Seu filho Jaden, interpretando Christopher Jr., rouba a cena com uma naturalidade tocante, tornando o vínculo entre pai e filho o centro emocional da narrativa.

Essa química entre os dois atores reais se traduz numa relação que vai muito além das telas — é um reflexo do amor incondicional e da força que uma família pode ter, mesmo nas circunstâncias mais adversas.

Uma história que vai além do filme

A trama não é apenas uma biografia dramatizada. É um testemunho vivo da capacidade humana de resistir. Chris Gardner, que hoje é empresário de sucesso, não apenas viu sua história ser levada para as telas, mas também participou da produção, garantindo que a mensagem fosse fiel à sua experiência.

O título, com a palavra “happyness” escrita de forma incorreta, aparece no filme em um desenho feito na creche do filho. Essa imperfeição simboliza que a felicidade não é perfeita, nem linear — é construída dia após dia, com erros, quedas e recomeços.

Por que esse filme ainda emociona tantos anos depois?

Vivemos tempos difíceis, em que a desigualdade e o desemprego afetam muitas famílias. A história de Chris Gardner toca em questões universais: medo do fracasso, desejo de proteger quem amamos, luta por dignidade.

Assistir a esse filme é um convite para se colocar no lugar do outro, para entender que por trás de cada rosto há uma história de esperança e desafio. É também uma lição sobre empatia, sobre o valor da perseverança e da coragem.

Onde e como assistir

Se você quer assistir ou rever À Procura da Felicidade, a Sessão de Sábado é a oportunidade perfeita para isso. Além disso, o filme está disponível em plataformas de streaming como Telecine, para quem é assinante, e pode ser alugado no Prime Video por preços acessíveis.

Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, o Supercine convida você para uma aventura divertida e cheia de emoção com o filme Amanhã é Hoje. Se você gosta de histórias que misturam humor, viagens no tempo e aquela boa e velha confusão familiar, essa é a pedida certa para a sua noite.

A gente conhece bem aquelas férias em família que começam cheias de planos, música boa no rádio, e aquela sensação gostosa de liberdade que só o verão traz. Em Amanhã é Hoje, acompanhamos exatamente isso: uma família espanhola curtindo o calor e a rotina de 1991. Mas, claro, nada que envolva adolescentes e discussões fica simples.

Quando Lulu, a filha rebelde, decide fugir com o namorado, uma tempestade fora do comum vira tudo de cabeça para baixo — literalmente. Seus pais, no meio desse furacão, são catapultados para o ano de 2022, um mundo que para eles é praticamente ficção científica.

Imagine só o que é acordar em um mundo onde os telefones são todos inteligentes, todo mundo vive grudado nas redes sociais, e o jeito de se comunicar mudou tanto que parece outro idioma. É esse choque cultural que o filme explora com muito humor e delicadeza.

Os pais de Lulu, perdidos no tempo, precisam lidar com esse presente cheio de tecnologia, regras novas e costumes diferentes. Entre confusões hilárias, mal-entendidos e descobertas, o filme mostra que o tempo muda tudo — menos o amor e a importância da família.

Quem lidera essa aventura são os incríveis Carmen Machi e Javier Gutiérrez, que trazem à tona toda a comédia e o drama de quem está perdido num tempo que não reconhece. Eles dão vida a personagens que são ao mesmo tempo engraçados e humanos, cheios de dúvidas e vontade de se adaptar.

Silvia Abril completa o trio com sua energia contagiante, garantindo momentos leves e divertidos que fazem o espectador rir e se emocionar ao mesmo tempo.

Por que assistir Amanhã é Hoje?

Mais do que uma comédia, o filme é uma conversa sobre o que acontece quando o passado encontra o presente. A tecnologia, as mudanças sociais, as gerações diferentes — tudo isso rende boas piadas, claro, mas também provoca aquele sentimento de que, apesar das transformações, o essencial permanece: a família, a conexão humana, o amor que atravessa qualquer barreira.

Onde ver?

Você pode conferir essa história divertida e emocionante no Supercine na noite de hoje, 9. Para quem prefere streaming, o filme também está disponível no Amazon Prime Video para assinantes, garantindo a você assistir quando e onde quiser.


Trailer de Coração de Lutador – The Smashing Machine revela a intensa vida de Mark Kerr

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A Diamond Films divulgou o trailer oficial de Coração de Lutador – The Smashing Machine, aguardado longa estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e Emily Blunt, com estreia marcada para 2 de outubro em todos os cinemas do Brasil. Dirigido por Benny Safdie, vencedor do Leão de Prata no Festival de Veneza e conhecido por produções intensas como Joias Brutas e Bom Comportamento, o filme acompanha a trajetória do lendário lutador de MMA Mark Kerr, também conhecido como “The Smashing Machine”. A prévia já revela o tom visceral da produção, misturando cenas de combates extremos com momentos de tensão emocional e vulnerabilidade, mostrando não apenas o campeão invencível no octógono, mas o homem por trás do mito, lidando com vícios, crises e dilemas pessoais profundos.

O longa é resultado de uma parceria criativa entre Kerr e Safdie, que assinam o roteiro juntos, garantindo fidelidade às experiências reais vividas pelo lutador. A narrativa explora a dualidade do atleta: por um lado, vitórias históricas, troféus e reconhecimento; por outro, o desgaste físico e emocional, o vício em analgésicos e os conflitos em seus relacionamentos. O trailer enfatiza essa tensão, alternando momentos de conquista com sequências dramáticas que revelam a complexidade de sua vida, aproximando o público da experiência humana de Kerr, além de sua carreira esportiva.

Uma carreira marcada por glórias e desafios

Mark Kerr se destacou como um dos principais nomes do MMA nas décadas de 1990 e 2000, colecionando vitórias e construindo uma reputação de força e técnica incomparáveis. Apesar disso, sua trajetória pessoal foi marcada por altos e baixos intensos, que incluíram dependência química, conflitos familiares e pressão constante do esporte de alto impacto. Coração de Lutador – The Smashing Machine retrata essa dualidade, mostrando que os desafios enfrentados dentro do ringue são apenas parte da história. O trailer evidencia essas camadas, oferecendo ao público um retrato fiel da vida de um atleta que precisa lidar tanto com adversários quanto com os limites de seu próprio corpo e mente.

O filme se inspira diretamente no documentário da HBO The Smashing Machine: The Life and Times of Extreme Fighter Mark Kerr (2002), dirigido por John Hyams. A obra original chocou o público por sua honestidade brutal, mostrando Kerr vulnerável e lutando contra vícios em analgésicos enquanto mantinha a aparência de super-herói. Safdie traduziu esses elementos para a narrativa cinematográfica, equilibrando cenas de ação intensas com drama humano profundo. Momentos-chave do documentário, como o uso de opioides, a overdose no quarto de hotel e a relação conturbada com Dawn Staples, são refletidos no filme e aparecem de forma impactante no trailer, reforçando a dimensão emocional da história.

Elenco que une Hollywood e MMA

Além de Dwayne Johnson, que se transforma física e emocionalmente para interpretar Kerr, o filme conta com Emily Blunt como Dawn Staples, parceira do lutador, cuja relação intensa e conturbada é central para a narrativa. O longa também inclui nomes do MMA real, como Roberto “Cyborg” Abreu, Ryan Bader e Igor Vovchanchyn, interpretando adversários históricos do próprio Kerr. Essa combinação de atores e atletas profissionais garante autenticidade às cenas de luta, tornando cada confronto visualmente impressionante e emocionalmente crível.

O trailer apresenta essas interações de forma impactante: vemos Kerr enfrentando rivais, treinando exaustivamente e lidando com crises emocionais, ao mesmo tempo em que sua vida pessoal se desenrola de forma complexa. Essa abordagem permite que o público entenda a profundidade do desafio enfrentado pelo lutador, mostrando que o verdadeiro combate vai além do octógono.

Direção, roteiro e autenticidade narrativa

Benny Safdie imprime ao longa um ritmo intenso e visceral, característico de seu trabalho, enquanto o roteiro, coescrito com Kerr, mantém a veracidade da história. O filme não é apenas uma narrativa biográfica sobre vitórias esportivas, mas uma exploração do preço da fama, do vício e das pressões de um atleta de elite. O trailer destaca esses elementos ao mostrar Kerr em momentos de triunfo e queda, revelando o peso emocional que acompanha uma carreira de sucesso no MMA.

Dwayne Johnson, cuja carreira já é marcada por personagens fortes, se entrega totalmente ao papel, equilibrando ação física com vulnerabilidade emocional. Emily Blunt também se destaca, trazendo intensidade e complexidade ao papel de Dawn Staples, retratando a co-dependência e os conflitos que moldam a vida de Kerr. A fidelidade aos eventos históricos e a presença de lutadores profissionais no elenco elevam ainda mais a autenticidade da narrativa, tornando o longa uma experiência imersiva tanto para fãs de MMA quanto para o público geral.

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