TYLA lança “IS IT” e inaugura nova fase com sensualidade, ritmo e autenticidade no verão global

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Tem algo de magnético em cada movimento de TYLA. Seja com um olhar direto para a câmera ou com uma batida que explode no momento certo, a artista sul-africana tem se firmado como uma das vozes mais autênticas do pop contemporâneo. E agora, com “IS IT”, seu novo single lançado na última sexta-feira (11), TYLA prova mais uma vez que sabe exatamente como transformar música em experiência — e pista de dança em catarse.

Produzida por Sammy Soso e com direção da talentosa Aerin Moreno (que já havia assinado o videoclipe de “Push 2 Start”), a nova faixa é uma jornada de desejo contido e entrega inevitável. Com o Amapiano — gênero sul-africano que pulsa em seu DNA — como base rítmica, a canção é um convite explícito à conexão: sensual, elegante e com uma batida que parece feita sob medida para noites quentes de verão.

“Is it wrong that I want to get right with you?”, sussurra TYLA, sem pressa, enquanto o beat cresce ao redor como se preparasse o terreno para algo íntimo, quase secreto.

Um videoclipe que pulsa com o corpo

O clipe, como tudo que TYLA toca, tem personalidade. Em um cenário de festa que nunca se expande além do necessário, ela domina o espaço com o corpo: dança sozinha com firmeza, se aproxima de um parceiro com intensidade quase teatral e, ao mesmo tempo, dissolve-se entre as luzes e os corpos da multidão. Tudo sem sair do mesmo lugar — como se a festa estivesse dentro dela.

A escolha estética da diretora é clara: deixar TYLA brilhar, não como uma estrela inalcançável, mas como uma mulher jovem, viva, que está redescobrindo o prazer da própria companhia, do toque, da liberdade.

“Estou me divertindo com essa nova versão de mim. É sobre isso: trazer de volta a diversão à música”, disse a artista em entrevista à NYLON.

Não é só música. É presença.

Para TYLA, este verão não é só uma estação — é um momento de afirmação. Nos últimos meses, ela esteve em todos os lugares: dos holofotes do Met Gala aos palcos do Coachella e do Governors Ball. Também brilhou apresentando o Nickelodeon’s Kids Choice Awards e estampou campanhas globais de marcas como Pandora, Erewhon e Coca-Cola — esta última com a música “Bliss” na trilha sonora do comercial “Road Trip”.

Mas talvez seja com “IS IT” que TYLA retome algo ainda mais valioso: a sensação de estar inteiramente no controle de sua arte. Sem pressa de agradar, sem fórmulas fáceis. Apenas ritmo, alma e conexão.

Maicon Clenk celebra 20 anos de magia com turnê nacional de “O Grande Show de Mágica”

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Se você ainda acha que mágica é só um coelho saindo da cartola ou uma carta desaparecendo entre os dedos, é porque ainda não viu Maicon Clenk em ação. Considerado um dos mais inovadores artistas da ilusão no Brasil, o ilusionista sobe aos palcos com uma superprodução à altura de seus 20 anos de trajetória artística: “O Grande Show de Mágica”, espetáculo que já arrancou suspiros e aplausos em Curitiba e, agora, se prepara para encantar o público de São Paulo no Teatro Sérgio Cardoso, entre os dias 11 e 21 de setembro. Depois, a mágica segue para Florianópolis.

Mas não se engane: esta não é apenas mais uma apresentação de truques. É um mergulho profundo na própria essência do ilusionismo, misturando teatro, dança, humor, história e tecnologia de ponta. É o que Clenk chama de “Teatro Ilusionista”, uma linguagem cênica autoral criada por ele que rompe as fronteiras do espetáculo tradicional e ressignifica a experiência de assistir a um show de mágica.

Uma jornada mágica pela história da ilusão

O ponto de partida da apresentação é tão grandioso quanto a proposta artística: a história do ilusionismo em si. Em cena, somos transportados pelos tempos — do misticismo do Egito Antigo, onde os primeiros truques nasceram como rituais sagrados, até os palcos brilhantes de Las Vegas, lar dos grandes mestres da mágica moderna.

Entre aparições, levitações e teleportes de tirar o fôlego, Maicon presta homenagem a figuras históricas como Merlim, Houdini — o mestre do escapismo —, e George Méliès, o pioneiro dos efeitos especiais no cinema. Tudo isso envolvido em uma cenografia imersiva, que abraça o espectador com luzes, fumaça, trilhas emocionantes e mais de 100 figurinos elaborados especialmente para o espetáculo.

Mais de 20 grandes ilusões… e incontáveis surpresas

É difícil prever o que virá a seguir quando as cortinas se abrem para “O Grande Show de Mágica”. Clenk coleciona mais de 20 ilusões mundialmente consagradas ao longo da apresentação, mas também reserva espaço para momentos que só poderiam nascer da sua mente criativa. Há espaço para criaturas míticas, enigmas astrais, objetos flutuando no ar — e, segundo rumores, até um dinossauro pode aparecer.

A sensação é de estar diante de algo vivo, pulsante, onde tudo pode acontecer. E acontece.

Um mágico falido? Sim, com muito humor

Entre um truque de ilusão e outro, surge um Clenk bem diferente: um mágico brasileiro falido, que tenta — sem muito sucesso — impressionar a plateia com truques que insistem em dar errado. É um dos pontos altos do espetáculo e mostra o lado cômico do artista, que sabe rir de si mesmo e das expectativas do público.

“Essa parte é quase uma conversa com o público. Um momento de descompressão, de lembrar que a mágica também pode ser engraçada, caótica, e ainda assim encantadora”, conta Clenk, que interpreta o personagem com um misto de improviso, técnica e sensibilidade cômica.

Teatro Ilusionista: uma linguagem que mistura artes

É aí que está o diferencial da obra. Criador da linguagem artística chamada Teatro Ilusionista, Maicon Clenk não se contenta em ser apenas um mágico no palco. Ele é também diretor, bailarino, coreógrafo, ator e contador de histórias. E essa multidisciplinaridade aparece em cada momento do espetáculo.

A magia não vem sozinha. Ela caminha lado a lado com a dança, a música, a iluminação detalhista e até mesmo com acrobacias. Os truques se tornam metáforas visuais sobre o tempo, o mistério e a beleza do inexplicável. É uma celebração da arte como um todo — e uma homenagem à capacidade humana de se maravilhar.

Para todos os públicos, de todas as idades

A proposta de Clenk também é inclusiva e acessível. No palco, a figura tradicional do mágico é substituída por uma pluralidade de personagens interpretados não só por ele, mas também por atores, bailarinos e acrobatas. Em vez de ser o dono do mistério, Clenk compartilha o palco com sua trupe de ilusionistas modernos — todos parte ativa da criação daquele universo.

“Quero que todo mundo se sinta parte da mágica. Desde a criança que está vendo um show pela primeira vez até o adulto que talvez já tenha esquecido como é se encantar com o impossível”, diz Clenk.

20 anos de estrada e 20 milhões de espectadores

Com duas décadas de carreira, Maicon Clenk tem um currículo que impressiona. Suas obras já foram assistidas por mais de 20 milhões de pessoas e ele esteve em destaque em programas como Domingão do Faustão, Tudo É Possível e Eliana. Também foi um dos destaques da série internacional “Mestres do Ilusionismo”.

Entre seus trabalhos de maior sucesso está POLARIS, espetáculo dentro de um gigantesco globo de cristal, que virou referência no gênero e rendeu prêmios como o Troféu ABRASCE, o Troféu Gralha Azul de melhor espetáculo e o recente Troféu Picadeiro 2024 de ilusionismo.

O que podemos esperar da turnê?

A turnê nacional começa por Curitiba, segue para São Paulo e Florianópolis, com a promessa de outras datas ainda a serem divulgadas. Em cada cidade, o espetáculo é adaptado aos palcos locais, mantendo o rigor técnico e visual que já virou marca registrada de Clenk.

No Teatro Sérgio Cardoso, o espetáculo acontece entre os dias 11 e 21 de setembro, com sessões para o público geral e também para escolas e projetos sociais. Os ingressos variam de acordo com o setor, mas há opções com meia-entrada e acessibilidade para pessoas com deficiência.

Zoopocalipse – Uma Aventura Animal chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de setembro

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No próximo dia 25 de setembro, as salas de cinema de todo o Brasil receberão uma novidade cheia de cores, ação e muita diversão: a animação Zoopocalipse – Uma Aventura Animal. Produzido com a expertise de grandes nomes da animação mundial e distribuído pela Diamond Films, a produção promete conquistar públicos de todas as idades ao levar para as telas uma história envolvente que mistura aventura, suspense leve e, acima de tudo, uma celebração da amizade e da diversidade.

Uma história que nasce no coração do zoológico Colepepper

A trama se passa no zoológico fictício Colepepper, um ambiente tranquilo onde os animais levam suas rotinas com naturalidade e harmonia. Essa calmaria, porém, é repentinamente interrompida quando um meteoro cai no local, desencadeando uma reação inesperada: alguns bichos passam a se transformar em zumbis coloridos, criando uma situação caótica e desafiadora.

Diante desse cenário, a protagonista Gracie, uma loba corajosa, porém atrapalhada, interpretada pela influenciadora Viih Tube, assume a missão de salvar o zoológico. Gracie não está sozinha nessa: seu parceiro de aventura é Xavier, um lêmure fã de cinema, dublado por Ed Gama, que traz uma personalidade cheia de curiosidade e inteligência para a narrativa.

Além deles, um grupo diverso de animais com personalidades marcantes compõe o time que embarca nessa jornada. Entre eles, Dan, um leão-da-montanha que esconde seu coração valente sob uma aparência ranzinza; Frida, uma capivara confiante que representa a força feminina e a liderança natural; Ash, o avestruz cheio de estilo e atitude, e Felix, o macaquinho atrapalhado que garante o alívio cômico durante as cenas de tensão.

Direção que une tradição e inovação

O filme tem à frente dois nomes que conhecem muito bem o universo da animação: Ricardo Curtis e Rodrigo Perez-Castro. Ricardo traz em seu currículo produções icônicas como Os Incríveis e Monstros S.A., filmes que marcaram gerações e revolucionaram a animação mundial. Já Rodrigo é reconhecido por trabalhos em Festa no Céu e O Touro Ferdinando, que também conquistaram público e crítica com narrativas emotivas e visualmente impressionantes.

A experiência dessa dupla não só garante uma qualidade técnica de alto nível, mas também uma direção sensível que sabe equilibrar humor, emoção e ação, resultando em um filme que é, ao mesmo tempo, divertido e com profundidade.

Dublagem que dá vida aos personagens

Outro destaque da produção é o elenco de dubladores, que reúne talentos como Luiz Feier, Manolo Rey, Valentina Pawlowna, Jorge Vasconcellos, Carina Eiras, Mauro Horta, Mariangela Cantú, Eduardo Drummond, Jessica Dannemann, Marianna Alexandre, Maurício Berger, Rafinha Lima e Telma da Costa. Essa equipe diversa consegue transmitir as nuances de cada personagem, dando-lhes vozes marcantes que ampliam o apelo emocional da animação.

A presença de Viih Tube como a loba Gracie, além de aproximar o filme do público jovem, também reforça o compromisso da produção em dialogar com as novas gerações de forma autêntica e conectada com suas referências culturais.

Por que Zoopocalipse é um filme para todas as idades

Apesar do tema dos “zumbis” poder soar assustador, a animação equilibra esse elemento com uma abordagem leve, divertida e cheia de criatividade. O resultado é um filme que diverte as crianças, entretém os adolescentes e ainda agrada o público adulto com suas mensagens de união, coragem e superação.

A dinâmica dos personagens, com suas personalidades tão distintas, reforça a importância da diversidade e do trabalho em equipe para enfrentar desafios. O filme mostra que, mesmo em meio ao caos, a solidariedade e a amizade podem ser as armas mais poderosas.

Um olhar brasileiro com alcance internacional

Zoopocalipse – Uma Aventura Animal também se destaca por ser uma produção que une talentos brasileiros com profissionais experientes do mercado internacional, o que eleva a qualidade da obra e amplia seu potencial de sucesso.

A distribuição pela Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, reforça o compromisso de levar o filme para todas as regiões do país, democratizando o acesso a uma produção nacional que dialoga com temáticas universais e valores positivos.

O que esperar do lançamento

Com estreia marcada para 25 de setembro, a animação chega ao público brasileiro para consolidar uma tendência de animações que combinam diversão com reflexão. O filme promete não só entreter, mas também sensibilizar espectadores de todas as idades, com um roteiro inteligente, personagens cativantes e uma animação que reflete o melhor da técnica contemporânea.

Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil | O documentário que mostra os craques que enxergam com o coração

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Tem som de bola, eco de vozes e o barulho inconfundível de chuteiras batendo na quadra. É assim que começa Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil, novo documentário dirigido por André Bushatsky, que estreia no Globoplay e no SporTV no dia 24 de novembro. A produção acompanha de perto a seleção brasileira de futebol de cegos — o time que fez história ao conquistar cinco ouros paralímpicos consecutivos (Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020) e que agora mira Paris 2024 com a mesma garra e sintonia de sempre.

O time que nunca para de vencer

Se o Brasil é o país do futebol, esses caras são a alma do jogo. No centro da narrativa está Ricardo Alves, o “Ricardinho”, capitão e líder natural da equipe. Gaúcho, ele é lembrado pelo gol do ouro nos Jogos do Rio e pelo faro de artilheiro no Mundial de 2018. Ao lado dele, está o lendário Jeferson Gonçalves, o “Jefinho”, baiano de reflexos rápidos e dribles tão afiados que lhe renderam o apelido de “Pelé de Cegos”.

Outro nome que brilha é Raimundo Nonato, responsável pelo gol decisivo que garantiu o título mundial de 2018. A geração mais nova chega com força — Cássio Reis, Jardiel Vieira, Jonatan Silva, Maicon Júnior e Tiago “Paraná” da Silva trazem juventude, velocidade e novas estratégias para o grupo. E, como em todo time vitorioso, há os guardiões do gol: Luan Lacerda e Matheus Costa, dois paraibanos que dão um show de reflexo e foco.

No comando, Fábio Vasconcelos, técnico e ex-jogador, que entende o jogo como poucos e sabe que o segredo está na confiança entre os atletas. Afinal, em campo, ninguém joga sozinho.

O som que guia o jogo

Em Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil, o som é o verdadeiro protagonista. O diretor transforma cada ruído — o toque da bola, o apito, os gritos de orientação — em uma trilha emocional. O espectador é convidado a “enxergar” como os atletas veem: com os ouvidos, com o corpo, com a percepção aguçada de quem vive o jogo de dentro pra fora.

As imagens captadas em João Pessoa, nas quadras e praias onde a equipe treina, mostram a intensidade física e a conexão entre os jogadores. Há cenas de suor, cansaço e superação, mas também momentos leves — risadas, brincadeiras e aquela resenha que só o futebol brasileiro tem.

Bushatsky não busca o heroísmo clássico. Ele prefere a humanidade. O documentário mostra que o futebol de cegos é muito mais do que medalhas: é sobre confiança e pertencimento. Cada atleta confia na voz do outro, no som da bola, no silêncio do instante antes do chute. É poesia em movimento.

Uma história de escuta e sensibilidade

Em tempos em que o esporte é cada vez mais sobre performance e estatísticas, Futebol de Cegos vem lembrar que o jogo também é feito de sensibilidade. Bushatsky filma de perto, quase como um amigo no banco de reservas, captando detalhes que passam despercebidos: a respiração concentrada antes de um pênalti, a tensão nos dedos que seguram o colete, o riso tímido depois de um erro.

A fotografia é intimista, e o design de som é o fio condutor da narrativa — porque, aqui, o som é o olhar. O público escuta o que os jogadores escutam, sente o ritmo do jogo, entende o peso da confiança que move cada passo em direção ao gol.

Rumo a Paris 2024

Enquanto os atletas treinam firme para defender o ouro em Paris, o documentário se transforma em um retrato do presente e uma carta de amor ao futuro. É o registro de um time que não se acomoda, que quer mais, que sonha alto.

E se há uma mensagem que Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil deixa, é que o esporte é capaz de transformar tudo — inclusive o modo como vemos o mundo. O filme nos faz perceber que enxergar não é apenas uma questão de visão, mas de percepção, escuta e empatia.

Muito além do pódio

Com produção da Conspiração Filmes e distribuição da Globo Filmes, o documentário é uma celebração à diversidade no esporte e à força do coletivo. Ele mostra que o futebol de cegos é mais do que um jogo: é uma metáfora sobre acreditar no outro, sobre confiar na voz que vem de dentro e na vibração que move o corpo.

Lotofácil de Hoje | Resultado do concurso 3516 de sábado (18/10) – Prêmio estimado em R$ 5 milhões

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Neste sábado, 18 de outubro de 2025, o Brasil inteiro volta seus olhos e corações para um dos momentos mais esperados da semana: o sorteio do concurso 3516 da Lotofácil, promovido pela Caixa Econômica Federal. O evento acontece às 20h (horário de Brasília), diretamente do Espaço da Sorte, localizado na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo, e promete mais uma noite de pura emoção. A cada novo concurso, cresce a expectativa entre os apostadores, que acompanham ansiosos a revelação das quinze dezenas que podem mudar destinos — e fazer novos milionários. O prêmio estimado é de R$ 5 milhões, valor que reacende a esperança de quem acredita que a sorte pode bater à porta a qualquer momento.

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🎯 Lotofácil: o sucesso da simplicidade

Desde sua criação, em 29 de setembro de 2003, a Lotofácil se tornou uma das loterias mais populares e queridas do Brasil. O próprio nome resume seu conceito: ela é fácil de jogar, acessível a qualquer pessoa e oferece boas probabilidades de ganho. Diferente de outras modalidades com regras complexas, a Lotofácil conquistou apostadores de todos os perfis — dos veteranos que analisam padrões matemáticos aos jogadores ocasionais, movidos apenas por intuição e esperança.

O mecanismo é direto e sem mistérios: o jogador escolhe de 15 a 20 números entre os 25 disponíveis no volante. Quanto mais dezenas marcadas, maiores as chances de acerto — e também o custo da aposta. O diferencial está na ampla distribuição de prêmios: além da faixa principal para quem acerta os 15 números, há recompensas para quem acerta de 11 a 14. Isso cria uma sensação de inclusão, fazendo da Lotofácil uma loteria “democrática”, onde o sonho é acessível a todos.

A combinação de regras simples, custo baixo e sorteios frequentes transformou a Lotofácil em uma verdadeira tradição nacional. É comum ouvir conversas sobre ela em bares, filas de supermercado, grupos de WhatsApp e reuniões de família — sempre acompanhadas do clássico comentário: “Dessa vez, vai sair pra mim!”

💰 Como apostar na Lotofácil

Participar da Lotofácil é simples e prático. O apostador pode preencher o volante físico em qualquer casa lotérica credenciada ou optar por apostar online, no site oficial da Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa (disponível para Android e iOS).

O valor mínimo da aposta é de R$ 3,50, correspondente à marcação de 15 números. É possível selecionar mais dezenas (até 20), o que aumenta as chances de acerto, mas também o valor do bilhete.

Para facilitar a vida dos jogadores, a Caixa oferece duas modalidades bastante populares:

Surpresinha – O sistema escolhe os números de forma aleatória, ideal para quem acredita que o destino deve decidir.

Teimosinha – Permite repetir a mesma combinação de números por até 24 concursos consecutivos, sem precisar preencher o volante novamente.

Essas opções democratizam o acesso ao jogo, permitindo que cada apostador escolha o estilo que mais combina com sua personalidade: seja o supersticioso que confia em datas especiais, seja o espontâneo que prefere deixar a sorte agir sozinha.

🤝 Bolões: mais chances e mais emoção

Poucas coisas unem tanto os brasileiros quanto o espírito coletivo dos bolões. E na Lotofácil, essa prática se tornou quase uma instituição. Em grupos de amigos, empresas, condomínios e até famílias, o bolão representa a união entre fé e diversão.

O valor mínimo de um bolão é de R$ 12, com cotas a partir de R$ 4, o que permite participar sem comprometer o orçamento. Além de aumentar as chances de vitória, o bolão cria um sentimento de cumplicidade e parceria: todos torcem juntos, vibram com cada número revelado e, em caso de vitória, celebram como um time campeão.

Histórias de sucesso não faltam. Há grupos que começaram apenas como brincadeira e acabaram dividindo prêmios milionários, fortalecendo amizades e até mudando vidas. Para muitos, o verdadeiro encanto do bolão está nisso — no sonho compartilhado e na alegria coletiva que ele proporciona.

🌟 Um símbolo de esperança e renovação

Mais do que uma simples loteria, a Lotofácil é um símbolo da esperança brasileira. Em um país onde milhões enfrentam desafios econômicos e sonham com um recomeço, o ato de preencher um volante vai muito além do jogo: é um gesto simbólico de fé no futuro.

A cada sorteio, pessoas de todas as idades e classes sociais se permitem imaginar um novo capítulo de vida: pagar dívidas, comprar uma casa, abrir um negócio, ajudar os pais, viajar ou simplesmente viver com tranquilidade. É essa fantasia, profundamente humana, que mantém viva a chama da Lotofácil há mais de duas décadas.

No fim das contas, a verdadeira magia da Lotofácil não está apenas nos números sorteados, mas no que eles representam: a eterna capacidade do brasileiro de sonhar, acreditar e, acima de tudo, nunca desistir da sorte.

Sucesso! Um Filme Minecraft explode nas bilheterias e se torna a maior bilheteria do ano

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Quem diria que um mundo feito de bloquinhos pixelados conquistaria também as telonas? Pois é, Um Filme Minecraft chegou chegando nos cinemas e já está quebrando recordes: em apenas uma semana em cartaz, o longa ultrapassou os impressionantes US$ 200 milhões de arrecadação nos Estados Unidos e assumiu o posto de maior bilheteria do ano no país. Sim, você leu certo — até Capitão América: Admirável Mundo Novo ficou para trás!

Segundo informações da Variety, a produção ainda promete faturar mais US$ 80 milhões neste fim de semana, mesmo com uma queda natural de 50% em relação à estreia. Nada mal para um filme que muita gente duvidava que fosse dar certo, né?

De jogo para o cinema — e com um elenco de peso!

Baseado no jogo mais vendido da história, Minecraft, o filme traz uma trama cheia de aventura, humor e (claro!) referências ao universo dos cubos e crafting. A história gira em torno de um grupo de heróis nada convencionais que precisa impedir uma ameaça misteriosa que ameaça destruir tudo — e que surge literalmente do Nada.

E se o enredo parece divertido, o elenco só reforça o carisma da produção: Jason Momoa (Aquaman) lidera o time de protagonistas ao lado de Jack Black, que já é quase um veterano em adaptações de games depois do sucesso como Bowser em Super Mario Bros. O Filme. Completam o elenco Emma Myers (Wandinha), Jennifer Coolidge (The White Lotus), Danielle Brooks (O Pacificador) e o jovem Sebastian Eugene Hansen, de Luta por Justiça.

Crítica dividida, público apaixonado

Apesar de opiniões mistas da crítica — alguns amaram a vibe nostálgica e o humor leve, outros acharam a história simples demais — o que importa é que o público comprou a ideia. A combinação de uma base de fãs gigante com uma pegada divertida para todas as idades parece ter sido a receita ideal para esse sucesso inesperado.

E tem mais: o visual do filme é uma atração à parte. Com efeitos que misturam live-action e estética fiel ao game, os criadores conseguiram transportar o universo de Minecraft para o cinema sem perder o charme dos bloquinhos que encantaram gerações.

E agora, vem continuação por aí?

Com esse desempenho todo, já tem gente apostando alto numa franquia. A Warner Bros. ainda não confirmou nada, mas fica difícil imaginar que esse seja um projeto único. Afinal, quando um filme de videogame bate os heróis da Marvel, é sinal de que o terreno tá mais do que fértil pra seguir explorando.

Enquanto isso, Um Filme Minecraft segue em cartaz nos cinemas do Brasil e do mundo. Se você ainda não viu, talvez seja hora de montar seu próprio plano e correr pro cinema — porque esse bloquinho está se tornando um gigante nas telonas! 🧱🎬

Globo Repórter de hoje (11) viaja ao coração selvagem da África e revela o teatro invisível do Delta do Okavango

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Sexta-feira é dia de travessia. E hoje, 11 de julho, o Globo Repórter não só cruza oceanos, mas também atravessa os limites da natureza como raramente se vê na TV aberta. Com exclusividade no Brasil, a atração exibe uma superprodução da BBC sobre o Delta do Okavango, em Botswana — um dos últimos redutos verdadeiramente selvagens do planeta, onde cada gota d’água dita o destino de leões, antílopes e guepardos.

Durante seis meses, documentaristas se misturaram à poeira, ao calor, às sombras e ao instinto. Com lentes que enxergam o invisível e paciência que beira a devoção, eles flagraram rituais de caça, nascimentos, disputas silenciosas e alianças improváveis. Tudo isso, em um cenário que se transforma o tempo todo — como se a própria terra respirasse com pulmões gigantes.

Um ecossistema onde o tempo não tem pressa (mas os felinos, sim)

No Okavango, cada estação vira outro planeta. Quando as cheias chegam, aquilo que parecia deserto vira uma espécie de miragem real: um labirinto aquático repleto de cores, cheiros e presas. Quando a seca domina, o chão racha, e os animais precisam reaprender a sobreviver com o mínimo. Não há pausa. Não há conforto. Só a necessidade de continuar.

É nesse cenário que o programa mostra os felinos em sua forma mais crua — não como monstros, nem como mitos —, mas como mães, caçadores, filhotes e sobreviventes. As leoas, por exemplo, são vistas protegendo os pequenos em clareiras frágeis, enquanto o guepardo dispara como se o tempo corresse junto com ele. E corre.

As imagens — captadas com câmeras térmicas de última geração — mostram o que os olhos humanos não veem: o calor de um corpo em fuga, o silêncio que antecede o bote, a sinfonia dos bichos que só tocam de madrugada.

Água que salva, fogo que ameaça

Entre os grandes momentos do episódio está o contraste brutal entre o ciclo das inundações e o avanço das queimadas. A água, quando chega, parece milagre. Forma lagos temporários, chama de volta espécies migratórias, reveste de verde o que era cinza. Já o fogo, acelerado pelas mudanças climáticas, engole territórios, expulsa filhotes e silencia cantos. O documentário não foge dessa tensão: mostra que a natureza é maravilhosa — e frágil.

Não é só um documentário. É uma carta de amor (e alerta)

O Globo Repórter desta sexta vai além do retrato visual. Ele é quase um poema audiovisual sobre a beleza bruta da vida, feito com esmero, paciência e senso de urgência. Urgência para olhar, para entender, para proteger. Enquanto muita gente corre para os centros urbanos atrás de conexão, o programa convida a se desconectar do barulho humano — e ouvir o que diz a terra, o rio e o rugido ao longe.

KJ Apa revela segredos dos bastidores de Riverdale e fala sobre convivência intensa no elenco

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O ator KJ Apa, famoso por interpretar Archie Andrews na série Riverdale entre 2017 e 2023, trouxe à tona detalhes inéditos sobre os bastidores da produção. Em entrevista recente ao lado da atriz Madelyn Cline, com quem estrela o filme O Mapa Que Leva Até Você (Prime Video), Apa comentou sobre a proximidade entre os jovens integrantes do elenco e revelou que havia envolvimento amoroso e sexual entre alguns colegas de trabalho.

Amizade ou romance?

Segundo KJ Apa, o ambiente de gravação da série era intenso e carregado de convivência próxima. “É como a família que você nunca pediu. Você se envolve com eles, e as pessoas se envolvem [amorosamente] umas com as outras”, declarou ao Entertainment Weekly. A declaração evidencia como o elenco jovem, ao mesmo tempo que criava laços profundos de amizade, também se permitia viver experiências íntimas dentro e fora do set.

Apa foi direto ao comentar sobre relações sexuais entre os colegas: “Você faz sexo com eles [colegas] e tudo o mais, e aí as coisas ficam um pouco complicadas.” O ator também relembrou que era virgem ao iniciar na série, ressaltando seu contexto pessoal e religioso: “Eu também era virgem quando comecei naquele programa, durante os primeiros anos. Era um garoto cristão orgulhoso.”

Mistério e drama adolescente

Riverdale é uma série americana de drama adolescente baseada nos clássicos personagens da Archie Comics. Desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa, diretor criativo da Archie Comics, a produção foi realizada pela Warner Bros. Television, CBS Television Studios e Berlanti Productions, em parceria com a Archie Comics. Inicialmente pensada como um filme, a ideia foi reimaginada para televisão e acabou sendo encomendada pela The CW em 2015. As filmagens ocorreram em Vancouver, British Columbia.

A narrativa começa com a misteriosa morte de Jason Blossom, um jovem popular e membro de uma das famílias mais influentes da cidade de Riverdale. Archie Andrews e seus amigos decidem investigar o caso, desvendando segredos obscuros da comunidade local e mostrando que a cidade, apesar de parecer pacata, esconde intrigas e perigos.

Talentos que marcaram uma geração

O elenco da série combina jovens atores promissores e veteranos, criando química e intensidade nas interações. KJ Apa interpretou Archie Andrews, enquanto Lili Reinhart deu vida a Betty Cooper e Camila Mendes assumiu o papel de Veronica Lodge. Cole Sprouse narrava a história como Jughead Jones, oferecendo uma visão crítica dos acontecimentos da cidade.

O grupo principal também contava com Madelaine Petsch como Cheryl Blossom, Ashleigh Murray como Josie McCoy, Casey Cott como Kevin Keller, Charles Melton e Ross Butler como Reggie Mantle, e Vanessa Morgan no papel de Toni Topaz. Entre os atores veteranos, destaque para Luke Perry (Fred Andrews), Mädchen Amick (Alice Cooper), Marisol Nichols e Mark Consuelos (Hermione e Hiram Lodge) e Skeet Ulrich (FP Jones). A combinação de experiência e juventude no elenco contribuiu para a construção de personagens cativantes e para a química entre os atores, elemento fundamental para o sucesso da série.

O impacto da série e a conexão com os fãs

Desde sua estreia em 26 de janeiro de 2017, Riverdale conquistou fãs por reinventar os personagens clássicos da Archie Comics com uma abordagem mais sombria e madura. A série mescla mistério, romance adolescente e drama familiar, criando um universo cativante que manteve os espectadores engajados durante sete temporadas. A última temporada estreou em 29 de março de 2023, com o episódio final exibido em 23 de agosto de 2023.

O novo romance do streaming

O Amazon Prime lançou em 20 de agosto de 2025 o filme O Mapa Que Me Leva Até Você, um romance que mistura aventura, autodescoberta e encontros inesperados. Dirigido por Lasse Hallström, conhecido por clássicos como Chocolat e Querido John, o longa traz uma narrativa envolvente que explora como a vida pode mudar em um instante, quando caminhos se cruzam de forma inesperada.

A história acompanha Heather (interpretada por Madelyn Cline), uma jovem que decide embarcar em uma viagem pela Europa com suas amigas para fugir da rotina meticulosamente organizada que leva. Durante essa jornada, Heather conhece Jack (KJ Apa), um rapaz misterioso que desperta sentimentos intensos e, aos poucos, torna-se parte importante de sua vida.

Conforme a relação entre Heather e Jack se desenvolve, eles precisam lidar com segredos pessoais e escolhas difíceis que podem transformar o futuro de ambos. A narrativa mostra como encontros inesperados podem provocar mudanças profundas, ao mesmo tempo em que desafia os personagens a refletirem sobre amor, confiança e coragem para seguir seus próprios caminhos.

O filme conta com Madelyn Cline e KJ Apa, atores que já conquistaram o público jovem com performances em séries de sucesso. A interação entre os protagonistas é o ponto central da trama, transmitindo emoção, vulnerabilidade e intensidade romântica. Madison Thompson também integra o elenco, contribuindo para a narrativa com momentos que reforçam o crescimento pessoal e as relações de amizade da protagonista.

Sob a direção de Lasse Hallström, o filme explora a beleza da Europa como pano de fundo para a história, utilizando paisagens, cidades históricas e pequenos detalhes do cotidiano para reforçar o clima de descoberta e encanto. O roteiro, assinado por Les Bohem e Vera Herbert, equilibra romance e drama, mostrando tanto momentos de leveza quanto situações de tensão emocional.

“Avatar: Fogo e Cinzas” ultrapassa meio bilhão de dólares e reafirma o domínio de James Cameron nas bilheteiras

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Mesmo após mais de uma década desde o lançamento do primeiro Avatar, o universo criado por James Cameron segue demonstrando um fôlego raro no cinema contemporâneo. O terceiro capítulo da franquia, Avatar: Fogo e Cinzas, já ultrapassou a marca de US$ 500 milhões em arrecadação mundial, consolidando mais um desempenho expressivo para a saga ambientada em Pandora. Segundo dados do Box Office Mojo, o filme acumula US$ 544 milhões desde sua estreia nos cinemas.

Desse total, aproximadamente US$ 153 milhões foram registrados no mercado doméstico, enquanto a bilheteria internacional responde por cerca de US$ 390 milhões, confirmando o forte apelo global da franquia. O longa estreou oficialmente em 19 de dezembro e rapidamente se posicionou entre os maiores lançamentos do período, repetindo um padrão já conhecido dos filmes assinados por Cameron.

Distribuído pela 20th Century Studios e produzido pela Lightstorm Entertainment, Fogo e Cinzas é a continuação direta de Avatar: O Caminho da Água (2022) e amplia ainda mais o escopo narrativo da série. James Cameron, diretor e idealizador da franquia, segue no comando criativo do projeto, reforçando sua assinatura autoral marcada por ambição técnica e narrativa, como já visto em títulos como Titanic (1997), O Exterminador do Futuro (1984) e Aliens, o Resgate (1986).

O elenco reúne nomes que se tornaram indissociáveis do universo de Pandora. Sam Worthington retorna como Jake Sully (Fúria de Titãs, Até o Último Homem), enquanto Zoe Saldaña reprisa o papel de Neytiri (Guardiões da Galáxia, Star Trek). Stephen Lang volta como o implacável Quaritch (Don’t Breathe, Terra Nova), e Sigourney Weaver segue presente na franquia após sua trajetória icônica em filmes como Alien e Os Caça-Fantasmas.

Também retornam Kate Winslet (Titanic, O Leitor), Giovanni Ribisi (Ted, O Resgate do Soldado Ryan), Joel David Moore (Dodgeball, Grandma’s Boy), CCH Pounder (The Shield, The Good Wife), Edie Falco (Família Soprano, Nurse Jackie) e Cliff Curtis (Fear the Walking Dead, O Piano). Entre os personagens mais jovens, o filme conta com Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion e Bailey Bass, reforçando o foco na nova geração da família Sully.

A principal novidade do elenco é Oona Chaplin (Game of Thrones, Taboo), que assume um papel central como Varang, líder do Povo das Cinzas. A personagem surge como uma figura decisiva no novo conflito de Pandora, trazendo uma presença ameaçadora e ampliando o leque cultural das tribos Na’vi apresentadas até aqui.

O sucesso de Fogo e Cinzas é resultado de um planejamento iniciado ainda em meados de 2006, quando Cameron já expressava o desejo de expandir o universo de Avatar, caso o primeiro filme fosse bem recebido. Após o sucesso histórico do longa de 2009, as sequências foram oficialmente anunciadas em 2010. O terceiro filme, inicialmente previsto para 2015, acabou sendo adiado diversas vezes.

Os atrasos ocorreram principalmente devido à decisão de transformar Avatar em uma saga de cinco filmes e ao desenvolvimento de tecnologias inéditas, especialmente para a captura de movimento subaquática em larga escala. Esse avanço técnico exigiu anos de pesquisa e testes, impactando diretamente o cronograma, mas também elevando o padrão visual da franquia.

As filmagens do longa-metragem começaram em 25 de setembro de 2017, na Nova Zelândia, e ocorreram simultaneamente às de O Caminho da Água. O processo de produção se estendeu até o final de dezembro de 2020, totalizando mais de três anos de trabalho. Com orçamento estimado em US$ 400 milhões, o filme figura entre as produções mais caras já realizadas, refletindo a escala e a complexidade do projeto.

A estreia mundial aconteceu em 1º de dezembro de 2025, no Dolby Theatre, em Hollywood. O lançamento comercial ocorreu em Portugal no dia 17 de dezembro e no Brasil em 18 de dezembro, com forte presença em salas premium, como IMAX e Dolby Cinema, formatos pensados para potencializar a experiência visual e sonora característica da franquia.

Na narrativa, a história se passa um ano após a consolidação de Jake e Neytiri junto ao Clã Metkayina. A família Sully enfrenta o luto pela morte de Neteyam, enquanto um novo conflito começa a se formar em Pandora. O surgimento do Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi agressiva liderada por Varang, altera o equilíbrio do planeta. A aliança dessa nova facção com Quaritch intensifica a guerra e leva a consequências profundas e devastadoras.

Crítica | Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito é um espetáculo visual que nem sempre equilibra a narrativa

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Kimetsu no Yaiba: Castelo Infinito confirma por que a franquia se tornou um dos maiores fenômenos da animação japonesa moderna. Sob a direção meticulosa da Ufotable, o filme entrega um espetáculo visual impressionante, elevando o padrão técnico da indústria. Cada quadro é cuidadosamente elaborado, com cores vibrantes, efeitos de luz dinâmicos e movimentos de câmera que conferem profundidade e realismo às batalhas, transformando cada confronto em um evento cinematográfico que vai muito além do que se espera de um anime. A atenção aos detalhes é quase obsessiva: respingos de sangue, chamas, respirações e expressões faciais são animados com precisão quase hipnótica, criando uma imersão rara mesmo para os padrões japoneses mais elevados.

Ação intensa, mas às vezes excessiva

A ação é o ponto alto do filme. Cada combate é coreografado com perfeição, unindo velocidade, impacto e criatividade visual. As técnicas de luta se misturam a efeitos estilizados que ressaltam a força e a determinação dos personagens. Entretanto, essa intensidade quase contínua pode se tornar cansativa. A sequência de batalhas, embora eletrizante, gera um ritmo acelerado que deixa pouco espaço para respiro, tornando o filme potencialmente desgastante para espectadores que buscam um equilíbrio entre narrativa e ação.

Personagens secundários subaproveitados

Um dos pontos críticos do filme é a subutilização de personagens secundários. Embora a história seja fiel ao mangá, muitos personagens que poderiam enriquecer a trama com camadas emocionais e interações significativas acabam relegados a papéis funcionais ou participações rápidas. Esse desequilíbrio evidencia que, por mais espetaculares que sejam as cenas de luta, o desenvolvimento humano e as relações interpessoais ficaram em segundo plano, criando uma sensação de potencial não totalmente explorado.

Tanjiro: o coração emocional do filme

Mesmo assim, Tanjiro brilha como o eixo central da narrativa. Sua evolução emocional, marcada por empatia, determinação e crescimento moral, cria um fio condutor que sustenta o enredo. Momentos de vulnerabilidade, cenas familiares e atos de coragem diante do perigo proporcionam respiros dramáticos que equilibram o ritmo frenético das batalhas. É nesse contraste entre ação e emoção que o filme encontra sua força, permitindo que o público se conecte com os dilemas e triunfos do protagonista.

O Castelo Infinito como personagem

O filme também se destaca ao expandir a escala épica do universo de Kimetsu no Yaiba. O próprio Castelo Infinito funciona quase como um personagem vivo: seus labirintos, armadilhas e inimigos aumentam a sensação de perigo e urgência. A montagem ágil, a trilha sonora envolvente e o design de som detalhado reforçam a tensão e a emoção, mantendo o público imerso mesmo em cenas longas de combate. A construção do espaço, com suas camadas visuais e desafios constantes, amplia a sensação de aventura e ameaça que permeia todo o filme.

Fidelidade ao mangá e impacto emocional

Em termos de fidelidade à obra original, o filme preserva os elementos centrais do mangá — amizade, coragem, superação e sacrifício — ao mesmo tempo em que entrega sequências visuais que superam qualquer expectativa. Apesar da narrativa comprimida e do ritmo intenso, o impacto emocional das batalhas e o desenvolvimento de Tanjiro tornam o filme memorável. Mesmo com seus pontos críticos, “Castelo Infinito” demonstra como a Ufotable domina a arte de transformar uma obra em experiência cinematográfica, consolidando Kimetsu no Yaiba como um fenômeno cultural incontestável.

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