Perlimps estreia na Sessão Vip do Gloob nesta segunda-feira (11): Uma aventura mágica para toda a família!

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Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima segunda-feira, dia 11, o canal Gloob traz para as telas uma história que vai muito além do entretenimento. Perlimps, uma animação brasileira cheia de magia, emoção e aventura, chega para tocar o coração de crianças, jovens e adultos, mostrando que, mesmo em mundos diferentes, a união pode transformar tudo.

Esse filme é como um abraço apertado, daqueles que a gente sente quando se conecta com personagens que enfrentam desafios parecidos com os nossos. Em uma época em que o mundo vive tantas divisões e incertezas, a jornada de Claé e Bruô — dois seres que, apesar das diferenças, aprendem a caminhar juntos — é um convite a olhar o outro com mais empatia e esperança.

A animação não é só uma história de fantasia. É um reflexo sensível do que vivemos, contado através de uma floresta cheia de mistérios, cores vibrantes e criaturas que nos lembram da importância de cuidar do nosso próprio planeta. Claé, do Reino do Sol, e Bruô, do Reino da Lua, pertencem a mundos que, à primeira vista, parecem não ter nada em comum. E, no entanto, eles descobrem que juntos podem enfrentar os “gigantes” — forças que ameaçam destruir tudo o que amam.

Essa metáfora dos “gigantes” que avançam com suas máquinas monstruosas é tão atual quanto os desafios ambientais e sociais que nos cercam. Mas, em vez de uma história triste, o filme traz uma mensagem de esperança, mostrando que, quando nos unimos, mesmo os maiores obstáculos podem ser superados.

Um dos aspectos mais especiais da produção é a forma como ele foi criado. Ao contrário da maioria das animações digitais de hoje, este filme abraça a tradição da animação 2D feita à mão. Cada traço, cada movimento, carrega o carinho e a dedicação de uma equipe apaixonada — liderada pelo talentoso Alê Abreu.

Alê não é apenas um diretor; ele é um contador de histórias que usa cores e formas para tocar diretamente a alma de quem assiste. Depois do sucesso internacional de O Menino e o Mundo, ele volta a nos presentear com uma obra que resgata a simplicidade e a profundidade da infância — aquele lugar onde tudo é possível e a imaginação não tem limites.

Vozes que emocionam

Ao ouvir as vozes de Giulia Benite como Bruô e Lorenzo Tarantelli como Claé, somos levados para dentro da história. Eles dão vida a esses personagens com uma naturalidade que faz com que a gente quase esqueça que são desenhos na tela. Estênio Garcia, Nill Marcondes e Rosa Rosah completam esse time de talentos, trazendo emoção e humanidade aos demais personagens.

Essa equipe vocal não apenas interpreta; ela se conecta profundamente com a mensagem do filme, passando para o público aquela sensação de que não estamos sozinhos, e que juntos podemos criar um mundo melhor.

Mais que uma estreia: um convite para sentir e refletir

Quando Perlimps chegar ao Gloob, ele vai muito além de um filme para crianças. Ele será um momento para famílias se reunirem, para conversas surgirem e para olharmos para dentro de nós mesmos com mais gentileza.

Em tempos em que a velocidade do dia a dia muitas vezes nos afasta das coisas que realmente importam, assistir a essa animação é um lembrete do poder do cuidado, da amizade e da coragem. É um convite para todos — crianças e adultos — a voltarem a se maravilhar com o mundo e a se comprometerem com sua preservação.

O longa-metragem também celebra a força e a criatividade da animação brasileira, que vem conquistando espaço e reconhecimento ao redor do mundo. Produzido por Buriti Filmes e Filmes de Papel, em parceria com Gloob, Globo Filmes e Sony Pictures, o filme reafirma o talento nacional em contar histórias universais com alma e originalidade.

Uma Batalha Após a Outra rompe barreiras e se torna a maior bilheteria da carreira de Paul Thomas Anderson

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Paul Thomas Anderson nunca foi conhecido por filmes de grande faturamento. Seu prestígio vinha da sofisticação narrativa, dos personagens complexos e de um cinema que abraçava o risco, não a matemática do mercado. Mas Uma Batalha Após a Outra mudou esse cenário de forma definitiva. De acordo com informações do Omelete, o longa ultrapassou US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais, um resultado histórico para o diretor — e seu primeiro filme a romper essa marca. Até então, o recorde pertencia a Sangue Negro (2007), que somou US$ 76,4 milhões. Agora, esse número parece apenas uma nota de rodapé diante da enorme força global da nova produção.

A conquista impressiona porque o desempenho doméstico foi robusto, mas não gigantesco: cerca de US$ 70 milhões nos Estados Unidos. O que elevou o filme a esse patamar foi o mercado internacional, responsável por US$ 130 milhões, com destaque para Europa e Ásia. O longa, orçado entre US$ 130 e US$ 175 milhões, também se coloca como o projeto mais caro da filmografia de Anderson — e talvez o mais ousado em termos estéticos e narrativos.

O nascimento de um projeto ambicioso

A adaptação de Vineland, romance de Thomas Pynchon lançado em 1990, era um desejo antigo de Anderson. O diretor, que já demonstrara afinidade com a prosa caótica e labiríntica do escritor em Vício Inerente, encontrou no livro uma oportunidade de unir elementos da obra original a experiências pessoais acumuladas ao longo dos anos. Resultado: um híbrido que respeita a essência pynchoniana, mas carrega a assinatura emocional e cinematográfica típica de Anderson.

A trama acompanha um ex-revolucionário que tenta escapar do passado, mas se vê arrastado de volta a ele quando um militar corrupto passa a perseguir sua família. É uma história de perseguições, segredos e feridas que insistem em se abrir no momento em que deveriam cicatrizar. O elenco reforça o peso dramático: Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio Del Toro, Regina Hall, Teyana Taylor e Chase Infiniti conduzem o espectador por uma narrativa densa e cheia de camadas.

Uma experiência filmada como um épico moderno

As filmagens, realizadas na Califórnia, chamaram atenção por um detalhe técnico raro: o uso do VistaVision, formato amplamente utilizado entre os anos 1950 e 1960, famoso pela definição e profundidade excepcionais. Anderson reviveu o processo para dar ao longa uma textura visual particular — quase tátil — que destaca tanto a ação quanto a carga emocional da história.

Esse resgate estético transforma Uma Batalha Após a Outra em um épico contemporâneo que mistura tensão política, drama familiar e uma cadência cinematográfica que poucos diretores trabalham com tanta precisão.

Um passo rumo à consagração

A première mundial aconteceu em 8 de setembro de 2025, em Los Angeles, e despertou reações imediatas. Críticos e público destacaram o equilíbrio raro entre complexidade narrativa e vigor visual. Lançado comercialmente nos EUA em 26 de setembro pela Warner Bros., o filme recebeu elogios pela direção de Anderson, pela trilha sonora, pela fotografia intensa e pela maneira inesperada com que o diretor trabalha cenas de ação — um território pouco explorado em sua filmografia.

As atuações também chamaram atenção. DiCaprio entrega uma performance firme e contida, enquanto a jovem Chase Infiniti surge como revelação, trazendo verdade e força emocional ao papel da filha adolescente.

A narrativa se estende por décadas e mergulha em temas como extremismo político, racismo, vigilância estatal e como ideologias corroem — ou moldam — vínculos afetivos. Em sua juventude, “Ghetto” Pat Calhoun e Perfidia Beverly Hills compõem a organização revolucionária French 75. Vivem missões clandestinas, tensões internas e confrontos cada vez mais perigosos. Em meio a esse caos, Perfidia se envolve com Steven J. Lockjaw, um comandante militar cruel e obcecado por ela.

A militante engravida e dá à luz Charlene. Mesmo assim, não abandona a causa. Sua prisão leva a uma decisão extrema: entrar no programa de proteção a testemunhas. Nesse processo, Lockjaw inicia uma caçada violenta, enquanto Pat assume uma nova identidade para salvar a filha — agora uma bebê lançada ao mundo entre mentiras, violência e rupturas.

Anos passam. Pat vive como Bob, escondido em Baktan Cross, uma comunidade isolada na Califórnia. Sua vida gira em torno de manter Willa — nome que Charlene passa a usar — a salvo e distante de qualquer vestígio do passado. Ele carrega culpa, trauma e uma paranoia crescente, enquanto tenta dar à filha a normalidade que jamais teve.

Enquanto isso, Lockjaw ascende na estrutura militar dos EUA, tornando-se coronel e figura influente entre supremacistas brancos ligados ao Clube dos Aventureiros de Natal. Mas sua trajetória começa a ruir quando decide apagar de vez qualquer evidência de sua relação com Perfidia — incluindo a existência da filha mestiça.

A caça recomeça — e nada permanece escondido para sempre

A partir daqui, o filme assume a tensão de um thriller. Lockjaw envia tropas com o pretexto de uma operação anti-imigração, mas o objetivo real é capturar Bob e Willa. O que se segue é um percurso de fuga, violência e revelações. Bob tenta recorrer a antigos aliados, mas o trauma o impede até de lembrar a senha que poderia salvá-los.

Willa, por sua vez, é enviada para um convento de freiras revolucionárias, um dos tantos símbolos de resistência que o filme incorpora para reforçar seu comentário político.

O cerco se fecha quando Lockjaw descobre o paradeiro da filha. A revelação de que Willa é seu sangue o faz perder prestígio e ser expulso do grupo supremacista. Ainda assim, sua obsessão permanece. Willa, devastada pela verdade sobre sua origem e pela ausência da mãe, exige respostas de Bob — e o confronta armada, em uma das cenas mais doloridas e intensas do filme.

É nesse ponto que Anderson faz a trama crescer não pelo espetáculo, mas pelo drama emocional. O diretor mostra que as batalhas centrais da narrativa são internas, ainda que cercadas por violência e perseguição.

Duna: Parte Dois retorna aos cinemas brasileiros em exibição especial

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Se você perdeu Duna: Parte Dois na primeira rodada ou quer reviver essa experiência épica na tela grande, aqui vai uma ótima notícia: o filme retorna aos cinemas brasileiros entre 27 de fevereiro e 6 de março para uma exibição especial! O relançamento chega em grande estilo, logo após a produção garantir cinco indicações ao Oscar 2025, incluindo Melhor Filme, Melhor Design de Produção e Melhores Efeitos Visuais.

Sob a direção de Denis Villeneuve, a sequência acompanha Paul Atreides (Timothée Chalamet) em sua jornada ao lado dos Fremen e de Chani (Zendaya), enquanto enfrenta desafios colossais para lutar pelo destino de Arrakis. O elenco ainda traz nomes de peso como Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Austin Butler, Florence Pugh, Léa Seydoux, Christopher Walken e Javier Bardem, tornando essa superprodução ainda mais grandiosa.

Com impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Duna: Parte Dois conquistou fãs e críticos, sendo aclamado por sua estética deslumbrante, narrativa intensa e performances marcantes. Essa reexibição é a chance perfeita para mergulhar de novo (ou pela primeira vez) nesse universo fascinante, agora no melhor formato possível: a tela do cinema.

Mas corre, porque essa volta é por tempo limitado e só em salas selecionadas! Para garantir seu ingresso, confira a programação da sua cidade.

“Clube da Luta” completa 30 anos e ganha edição de colecionador com novo projeto gráfico pela Editora Record

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Três décadas após seu lançamento original, “Clube da Luta” retorna às livrarias brasileiras em uma edição especial que celebra a força e a permanência de um dos romances mais impactantes da literatura contemporânea. Publicado pela Editora Record, o clássico de Chuck Palahniuk ganha capa dura, acabamento lenticular e um novo projeto visual desenvolvido pelo designer Leonardo Iaccarino, criando uma experiência estética à altura da potência narrativa da obra.

Lançado originalmente em 1996, o livro marcou a estreia literária de Palahniuk e rapidamente se consolidou como um retrato provocador do mal-estar moderno. Com linguagem direta, ácida e por vezes desconcertante, o autor construiu uma história que atravessou gerações ao questionar valores associados ao consumo, ao sucesso profissional e à construção da identidade masculina em uma sociedade movida pelo desempenho e pela aparência.

A nova edição comemorativa reforça o caráter icônico do romance. O acabamento lenticular da capa cria imagens que se transformam conforme o ângulo do olhar, recurso que dialoga simbolicamente com a fragmentação psicológica presente na narrativa. A publicação conta com 280 páginas, tradução de Érika Nogueira Vieira e preço sugerido de R$ 184,90. Mais do que uma reedição, trata-se de um convite à redescoberta de um texto que permanece inquietante e atual.

A trama acompanha um narrador anônimo, profissional estável e consumidor compulsivo, que vive mergulhado em uma rotina marcada pelo vazio existencial. Sua percepção de mundo começa a ruir quando conhece Tyler Durden, figura carismática e imprevisível que desafia frontalmente as convenções sociais. A amizade entre os dois dá origem a um clube secreto de lutas, onde homens se reúnem para confrontar suas frustrações por meio da violência física.

O que começa como uma tentativa de romper com a anestesia emocional da vida corporativa evolui para algo mais profundo e perigoso. No clube, a dor se transforma em ferramenta de autoconhecimento, e a agressividade surge como resposta ao sentimento de impotência diante de um sistema que promete felicidade por meio do consumo. Palahniuk constrói, assim, uma narrativa que mistura crítica social, humor corrosivo e tensão psicológica.

A personagem Marla Singer, igualmente deslocada e desiludida, intensifica os conflitos internos do protagonista. Sua presença evidencia as contradições emocionais da história e amplia o debate sobre solidão, dependência e identidade. A relação entre os personagens é marcada por ambiguidade e imprevisibilidade, conduzindo o leitor a um desfecho que se tornou um dos mais discutidos da ficção contemporânea.

O impacto cultural do romance foi amplificado em 1999 com a adaptação cinematográfica dirigida por David Fincher, estrelada por Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter. O filme transformou “Clube da Luta” em fenômeno mundial e consolidou frases e imagens que permanecem vivas no imaginário popular. Ainda que tenha dividido opiniões à época do lançamento, a produção conquistou status de cult ao longo dos anos, ampliando o alcance da obra literária.

Passados 30 anos, o romance mantém relevância ao abordar questões que continuam presentes no cotidiano contemporâneo. A exaustão provocada pela cultura da produtividade, a sensação de isolamento em meio à hiperconectividade e a busca por pertencimento são temas que dialogam com novas gerações de leitores. O texto de Palahniuk, ao expor fragilidades e contradições humanas, revela-se surpreendentemente atual.

A edição comemorativa surge, portanto, como uma celebração da permanência cultural do livro e como reconhecimento de sua influência na literatura e no cinema. Ao investir em acabamento sofisticado e identidade visual renovada, a Editora Record reforça o caráter atemporal da obra e amplia seu apelo junto ao público colecionador.

Na Sessão de Sábado, TV Globo exibe “Plano B”, com Jennifer Lopez, neste 28 de fevereiro

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A tarde deste sábado, 28 de fevereiro de 2026, promete ser leve e romântica na TV Globo. A emissora exibe na faixa Sessão de Sábado o filme Plano B, produção estrelada por Jennifer Lopez e Alex O’Loughlin. Lançado originalmente nos cinemas como The Back-Up Plan, o longa aposta em uma premissa simples, mas carregada de identificação, ao contar a história de uma mulher que decide não esperar mais pelo amor ideal para realizar o sonho de ser mãe.

Na trama, Zoe é uma mulher independente, bem resolvida profissionalmente e cercada de amigos. Apesar de ter uma vida estável, ela sente que o tempo está passando e que o desejo de construir uma família não pode mais ficar em segundo plano. Depois de muitos relacionamentos frustrados e encontros que não deram em nada, ela toma uma decisão corajosa. Resolve fazer inseminação artificial e assumir sozinha a maternidade. (Via AdoroCinema)

A escolha representa autonomia e força, mas também revela uma certa decepção com a busca por um parceiro que nunca pareceu chegar na hora certa. No mesmo dia em que realiza o procedimento, o destino resolve brincar com seus planos. Zoe conhece Stan, um homem charismático, gentil e diferente dos outros com quem já se envolveu. A conexão entre os dois acontece de maneira espontânea e cheia de química, como nos clássicos romances de cinema.

O início do relacionamento é marcado por entusiasmo e descobertas. Stan demonstra interesse genuíno, conquista Zoe com seu jeito simples e se mostra disposto a investir na relação. O problema surge quando ela precisa contar que já está grávida. A revelação muda completamente o rumo da história, porque o romance que estava apenas começando passa a lidar com uma responsabilidade enorme.

O filme explora com leveza as inseguranças que surgem quando duas pessoas ainda estão se conhecendo e, de repente, precisam discutir futuro, filhos e compromisso. Zoe teme que Stan se afaste ao descobrir que ela já está esperando um bebê. Stan, por sua vez, precisa refletir se está preparado para assumir um papel tão importante na vida de alguém que acabou de conhecer.

A narrativa encontra humor justamente nessas situações delicadas. As consultas médicas, os grupos de gestantes e os preparativos para o parto rendem momentos divertidos e constrangedores. A presença de coadjuvantes como Melissa McCarthy ajuda a dar ainda mais ritmo às cenas, trazendo comentários afiados e situações inusitadas que equilibram emoção e comédia.

Sob a direção de Alan Poul, o longa mantém o tom leve característico das comédias românticas da década de 2010. O roteiro aposta em conflitos previsíveis, mas eficientes, que dialogam com um público que gosta de histórias sobre segundas chances e recomeços inesperados. Jennifer Lopez conduz a trama com carisma e entrega uma personagem vulnerável e determinada ao mesmo tempo. Sua atuação foi um dos pontos mais elogiados na época do lançamento, mesmo com a recepção crítica dividida em relação ao roteiro.

Nos cinemas, o filme teve desempenho comercial sólido. Produzido com orçamento estimado em 35 milhões de dólares, arrecadou cerca de 77,5 milhões mundialmente, garantindo retorno financeiro satisfatório e consolidando seu espaço entre as comédias românticas populares daquele período. O público abraçou a proposta, principalmente por enxergar na protagonista uma mulher moderna que decide assumir o controle da própria história.

Mais do que falar sobre maternidade, Plano B discute expectativas. Muitas pessoas crescem acreditando que existe uma ordem ideal para a vida acontecer, primeiro o namoro estável, depois o casamento, em seguida os filhos. Zoe rompe com essa sequência tradicional ao escolher ser mãe antes de encontrar o parceiro definitivo. A chegada de Stan coloca em xeque essa decisão e mostra que nem sempre o amor surge no momento mais organizado ou planejado.

Ao longo da trama, o casal aprende que relacionamentos exigem diálogo e disposição para enfrentar medos. A proximidade do nascimento do bebê intensifica emoções, provoca discussões e revela diferenças de personalidade. Ainda assim, também fortalece o vínculo entre os dois, que começam a construir algo mais sólido do que uma paixão inicial.

Bridgerton expande seu universo e aposta em podcast oficial para aprofundar bastidores e emoções da quarta temporada

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Existem séries que a gente assiste. E existem aquelas que a gente vive. Bridgerton pertence claramente ao segundo grupo. Desde que estreou na Netflix, em dezembro de 2020, a produção criada pela Shondaland deixou de ser apenas um romance de época para se tornar um verdadeiro fenômeno cultural. Agora, ao chegar à quarta temporada, a série dá mais um passo importante nessa relação com o público ao lançar “Bridgerton: O Podcast Oficial”, um espaço criado para ouvir, sentir e compreender a história para além dos episódios.

A estreia do podcast acontece nesta quinta-feira, 29 de janeiro, exatamente no mesmo dia em que a Parte 1 da quarta temporada chega ao catálogo da Netflix. A escolha da data não é coincidência. A ideia é clara: acompanhar o público nessa nova fase da narrativa, criando uma experiência mais íntima, próxima e emocional. O conteúdo já está disponível no YouTube da Netflix Brasil, com legendas em português, reforçando o carinho especial da franquia com os fãs brasileiros.

Quem conduz essa jornada é Alison Hammond, apresentadora querida da televisão britânica e conhecida por seu carisma espontâneo. Mais do que uma mediadora de entrevistas, Alison assume o papel de fã assumida. Ela faz perguntas curiosas, reage com entusiasmo e conduz conversas que soam menos como entrevistas formais e mais como encontros sinceros entre pessoas apaixonadas pela mesma história.

Ao longo de seis episódios, o podcast se propõe a revelar o que acontece quando as câmeras se desligam. Bastidores, inseguranças do elenco, decisões criativas difíceis, cenas que quase não aconteceram e reflexões sobre os temas centrais da temporada fazem parte das conversas. Entre os convidados estão Luke Thompson, que finalmente assume o protagonismo como Benedict Bridgerton, Yerin Ha, que dá vida à enigmática Sophie Baek, além de Shonda Rhimes e Jess Brownell, duas das principais mentes por trás da série.

O formato semanal ajuda a criar expectativa e acompanhamento contínuo. Os três primeiros episódios vão ao ar nos dias 29 de janeiro, 5 de fevereiro e 12 de fevereiro, sempre às 10h da manhã. Os episódios finais chegam após a estreia da Parte 2 da temporada, prevista para 26 de fevereiro, estendendo a conversa e mantendo o público conectado ao universo da série mesmo entre um lançamento e outro.

A quarta temporada marca um momento especial dentro da narrativa de Bridgerton. Depois de acompanhar os romances intensos de Daphne, Anthony, Colin e Penelope, a história agora se volta para Benedict, o irmão artista, inquieto e avesso às regras rígidas da sociedade londrina. Diferente dos outros Bridgertons, ele nunca demonstrou real interesse em se casar ou cumprir expectativas sociais. Pelo contrário: Benedict sempre pareceu buscar algo que nem ele mesmo sabia nomear.

Tudo muda durante um baile de máscaras organizado por Lady Violet Bridgerton, sua mãe, quando ele se apaixona por uma mulher misteriosa, conhecida apenas como a Dama de Prata. O encanto é imediato, quase mágico. Mas o que começa como um romance digno de conto de fadas logo se transforma em um conflito emocional profundo, porque essa mulher não pertence ao mundo de privilégios que Benedict conhece.

A grande revelação da temporada está em Sophie Baek, uma jovem criada que luta diariamente para sobreviver em uma sociedade que a ignora. Trabalhando para a severa Araminta Gun, Sophie carrega uma força silenciosa e uma dignidade que contrastam com a superficialidade da alta sociedade. Ao cruzar novamente com Benedict, agora sem máscaras, ela desperta nele sentimentos reais, que entram em choque com a fantasia que ele construiu da Dama de Prata — sem que ele perceba que ambas são a mesma pessoa.

Essa dualidade é o coração da temporada. Mais do que um romance proibido, a história fala sobre identidade, pertencimento e a dificuldade de enxergar o outro por completo quando estamos presos a expectativas sociais. É uma trama que conversa diretamente com o presente, mesmo ambientada em uma Londres alternativa do século XIX.

Enquanto Benedict e Sophie vivem esse jogo de encontros e desencontros, a série também acompanha as transformações dos outros membros da família. Francesca Bridgerton inicia sua vida como mulher casada, enquanto Colin e Penelope enfrentam as consequências de um amor agora exposto ao olhar público, especialmente após a revelação da identidade de Penelope como a famosa cronista de fofocas da cidade.

O podcast se torna, então, um espaço para aprofundar essas emoções. Em vez de apenas explicar a trama, ele convida o público a entender as escolhas dos personagens, ouvir o elenco falar sobre seus próprios processos emocionais e perceber como temas como amor, classe social, desejo e liberdade continuam atuais.

Desde sua estreia, Bridgerton sempre se destacou por desafiar convenções. Ao apresentar uma Londres onde a diversidade racial faz parte da nobreza, a série propôs uma releitura ousada da história, abrindo espaço para novos imaginários dentro do gênero de época. Esse olhar contemporâneo é um dos motivos que explicam o sucesso da franquia, que já quebrou recordes de audiência e acumulou prêmios e indicações importantes, incluindo Emmy e Grammy.

Domingo Maior exibe “Duro de Matar” na noite de hoje (21), um dos maiores clássicos do cinema de ação

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Foto: Reprodução/ Internet

O Domingo Maior de hoje, 21 de dezembro, traz à programação da TV Globo um dos filmes de ação mais emblemáticos da história do cinema. Lançado em 1988, “Duro de Matar” será exibido em rede nacional e promete prender a atenção do público com uma trama intensa, marcada por suspense, ação contínua e um protagonista que se tornou símbolo do gênero.

Estrelado por Bruce Willis, o longa acompanha a história de John McClane, um detetive da polícia de Nova York que viaja a Los Angeles na tentativa de passar o Natal ao lado da esposa, Holly Gennaro, interpretada por Bonnie Bedelia. Ela trabalha em uma grande empresa japonesa instalada em um moderno arranha-céu da cidade. O que deveria ser apenas uma visita familiar se transforma em um pesadelo quando o prédio é invadido por um grupo de criminosos altamente organizados durante uma festa corporativa. (Via AdoroCinema)

Preso dentro do edifício e praticamente sem recursos, McClane se vê obrigado a agir sozinho para enfrentar os invasores e tentar salvar os reféns, incluindo sua própria esposa. Descalço, ferido e em clara desvantagem numérica, o policial usa inteligência, improviso e coragem para atrapalhar os planos do grupo, liderado pelo carismático e calculista Hans Gruber, papel que marcou a carreira de Alan Rickman.

A tensão do filme se constrói a partir do isolamento do protagonista e da sensação constante de perigo. Diferente de outros heróis de ação da época, John McClane não é apresentado como alguém invencível. Ele sente dor, comete erros e demonstra medo, características que ajudaram o personagem a se conectar com o público e a redefinir o arquétipo do herói no cinema de ação dos anos 1980.

Além de Bruce Willis e Alan Rickman, o elenco conta ainda com Bonnie Bedelia, Alexander Godunov, Reginald VelJohnson e Paul Gleason, que ajudam a dar profundidade à trama e sustentação emocional à narrativa. A química entre os personagens e os diálogos bem construídos contribuem para o ritmo ágil do filme, que mantém a tensão do início ao fim.

O longa-metragem foi dirigido por John McTiernan, cineasta que se tornaria referência no gênero após também comandar produções como “Predador” e “Caçada ao Outubro Vermelho”. Sua direção é marcada por cenas de ação bem coreografadas, uso eficiente dos espaços fechados e uma narrativa que equilibra momentos de suspense com explosões e confrontos intensos.

O filme é baseado no romance “Nothing Lasts Forever”, lançado em 1979 pelo escritor Roderick Thorp. A adaptação para o cinema modernizou a história e ampliou seu alcance, transformando-a em um sucesso de bilheteria e crítica. Com o passar dos anos, “Duro de Matar” deixou de ser apenas um filme de ação para se tornar um verdadeiro fenômeno cultural, frequentemente associado às exibições de fim de ano na televisão.

Para quem quiser assistir além da exibição na TV aberta, “Duro de Matar” também está disponível no catálogo do Disney+, por meio de assinatura. A presença do filme no streaming reforça sua relevância contínua e permite que novas gerações conheçam a obra ou que fãs revisitem um dos títulos mais marcantes do cinema de ação.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura 17/05/2025

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Separe o balde de pipoca, ajeite o sofá e respire fundo — porque neste sábado, 17 de maio de 2025, o Cine Aventura da Record TV promete tirar o fôlego (literalmente!) dos telespectadores com a exibição do filme “Além das Profundezas” (Breaking Surface, no original), um suspense dramático sueco-norueguês que mistura adrenalina, emoções familiares e muito perigo debaixo d’água.

Um mergulho que vira pesadelo

Com apenas 1h21min de duração, a produção de Joachim Hedén é daquelas que não enrola para te jogar direto na tensão. O enredo é simples, mas angustiante: duas irmãs, Tuva e Ida, interpretadas com intensidade por Moa Gammel e Madeleine Martin, decidem fazer um mergulho no Mar da Noruega em pleno inverno. Mas o que era para ser um reencontro emocionante entre familiares vira um pesadelo gelado quando Tuva fica presa no fundo do mar após um deslizamento de pedras.

Sozinha na superfície e com o tempo jogando contra — já que o oxigênio da irmã está acabando — Ida precisa superar seus próprios medos, pensar rápido e fazer o impossível para resgatar Tuva. Tudo isso em um ambiente hostil, sombrio e gelado, onde cada segundo conta. E se você tem claustrofobia, já avisamos: algumas cenas são de dar calafrios até em quem respira bem fundo!

Suspense minimalista e humano

Apesar de ter poucos personagens e ser ambientado em cenários praticamente isolados, o filme entrega tensão na medida certa. O diretor e roteirista Joachim Hedén usa bem a geografia natural e o isolamento das protagonistas para criar uma atmosfera opressiva. É o tipo de produção que mostra que não precisa de monstros marinhos ou efeitos especiais mirabolantes para prender a atenção — o verdadeiro terror está no realismo da situação e na conexão entre as personagens.

Além disso, “Além das Profundezas” também é um drama sobre relações familiares, culpa e superação. A tensão física é só metade do desafio: o peso emocional entre as irmãs e as decisões que precisam ser tomadas num piscar de olhos dão um toque humano e dolorosamente verossímil à narrativa.

Para quem curte emoção sem enrolação

Se você curte filmes como “Gravidade”, “127 Horas” ou “Águas Rasas” — histórias em que uma única pessoa precisa lutar contra o impossível — esse é o seu tipo de aventura. A produção recebeu avaliações medianas, com nota 2,8 entre usuários, mas é inegável que cumpre o papel de prender o público na frente da TV. E com menos de uma hora e meia de duração, a história não cansa, não enjoa e nem tem tempo para barriga no roteiro.

Onde assistir depois?

Se perder a exibição no Cine Aventura, não se preocupe. “Além das Profundezas” também está disponível em plataformas como Telecine (por assinatura) e Prime Video (aluguel). É uma boa pedida para quem curte tramas curtas, intensas e que exploram situações-limite com um pé na realidade.

Então, marque aí na agenda:
🕒 Sábado, 17 de maio
📺 Cine Aventura – Record TV
🎬 “Além das Profundezas”

“Aoashi” confirma 2ª temporada e retorna em outubro com novos desafios para o jovem talento do futebol japonês

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O anime Aoashi está oficialmente de volta. A produção ganhou um novo trailer e teve sua estreia confirmada para 4 de outubro, marcando o retorno de uma das adaptações esportivas mais elogiadas da animação japonesa nos últimos anos. A nova temporada dará continuidade à trajetória de Ashito Aoi, protagonista que tenta transformar talento bruto em uma carreira promissora dentro do futebol profissional.

A história acompanha Ashito, um jovem jogador do interior do Japão conhecido tanto por sua habilidade em campo quanto pelo comportamento impulsivo. No início da narrativa, o talento do adolescente chama atenção, mas sua dificuldade em controlar emoções acaba comprometendo partidas importantes para sua equipe escolar. É nesse momento que surge Tatsuya Fukuda, técnico da base do clube Tokyo City Esperion, que enxerga no garoto algo que vai além da técnica: potencial estratégico e visão de jogo.

Fukuda decide convidá-lo para integrar o programa de formação do clube, uma das academias juvenis mais competitivas do país. A partir daí, a série passa a acompanhar a adaptação de Ashito a um ambiente de alto rendimento, onde disciplina, tática e trabalho coletivo passam a ser tão importantes quanto talento individual.

Diferente de muitos animes esportivos que apostam em exageros dramáticos ou habilidades quase sobrenaturais, Aoashi construiu sua reputação justamente pela abordagem mais realista do futebol. O desenvolvimento dos jogadores é apresentado de forma gradual, com atenção especial a aspectos como posicionamento em campo, leitura de jogo e dinâmica coletiva — elementos centrais no futebol moderno.

O anime é baseado no mangá Aoashi, escrito e ilustrado por Yūgo Kobayashi a partir de um conceito original de Naohiko Ueno. A obra começou a ser publicada em janeiro de 2015 na revista Weekly Big Comic Spirits, da editora Shogakukan, uma das principais publicações voltadas ao público jovem adulto no Japão.

Ao longo de quase uma década de publicação, o mangá se consolidou como um dos títulos esportivos mais relevantes do mercado japonês contemporâneo. Em 2022, a série já ultrapassava a marca de 15 milhões de cópias em circulação, refletindo a popularidade da história entre leitores e fãs de futebol. A narrativa foi encerrada recentemente após a publicação de 410 capítulos, concluindo a jornada iniciada em 2015.

A adaptação para anime ficou sob responsabilidade do estúdio Production I.G, conhecido por produções de destaque como Haikyu!! e Ghost in the Shell: Stand Alone Complex. A primeira temporada estreou em abril de 2022 e rapidamente chamou atenção por manter a essência tática da obra original, algo que agradou tanto fãs de animes quanto admiradores do esporte.

Outro aspecto curioso está no significado do próprio título da série. Em japonês, “Ao” (青) significa azul — cor tradicional da seleção japonesa de futebol — enquanto “ashi” (足) significa pé. A junção das palavras pode ser interpretada como “pés azuis”, uma referência simbólica ao futebol japonês e ao processo de amadurecimento de jovens atletas.

O universo da obra também ganhou uma história derivada, o mangá Aoashi Brotherfoot, publicado em 2021 e focado em personagens paralelos da narrativa. No Brasil, o mangá é publicado pela Editora JBC, ampliando o alcance da obra entre leitores interessados em histórias esportivas mais realistas.

Em Fortaleza, Shopping Iguatemi Bosque recebe Bob Esponja – A Experiência pela primeira vez

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Um abacaxi no fundo do mar agora também tem endereço em Fortaleza. Pela primeira vez na capital cearense, Bob Esponja – A Experiência convida o público a mergulhar — literalmente — no mundo encantado da Fenda do Biquíni. A mostra interativa ocupa o piso L1 do Shopping Iguatemi Bosque até o dia 24 de agosto e transforma as férias em um passeio repleto de cor, memória afetiva e descoberta para toda a família.

Entre conchas, hambúrgueres de siri e muita nostalgia

Quem passar pelo espaço vai se deparar com ambientes cenográficos que parecem saídos diretamente da tela da televisão. Do restaurante Siri Cascudo à casa de Patrick Estrela, da autoescola da exigente Sra. Puff ao guarda-roupa excêntrico de Bob Esponja, a exposição transporta o visitante para dentro da série que marcou gerações.

Com mais de mil metros quadrados de área, a experiência vai além da contemplação. O público pode tocar, explorar e interagir com cada cenário. Há também figurinos originais usados em musicais e até peças desfiladas pela grife Moschino em Milão, além de roteiros autografados por Wendel Bezerra — voz oficial de Bob Esponja no Brasil.

A origem de tudo: do laboratório à TV

Entre as surpresas da exposição está a versão digital da HQ educativa “The Intertidal Zone”, criada por Stephen Hillenburg antes mesmo do nascimento oficial do personagem. O material, raramente visto pelo público, revela como o criador misturou sua formação em biologia marinha com sua paixão pela animação para dar vida a uma das esponjas mais famosas do mundo.

E sim, a famigerada fórmula secreta do hambúrguer de siri também está lá. Mas, como era de se esperar, continua envolta em mistério.

Sucesso nacional chega ao Ceará com estrutura inédita

Depois de passar por São Paulo e Recife, onde conquistou multidões, a maior mostra imersiva já feita sobre Bob Esponja estreia em Fortaleza com toda sua estrutura original. Desenvolvida pela YDreams Global em parceria com a Paramount, a exposição propõe uma leitura contemporânea e artística do universo do personagem, misturando humor, tecnologia e cultura pop.

Para os organizadores, trazer o projeto ao Nordeste é também uma forma de democratizar o acesso a grandes experiências interativas, tornando a arte e a diversão acessíveis a diferentes públicos.

Diversão para todas as idades — e sentidos

Com classificação livre e uma ambientação pensada para encantar crianças, jovens e adultos, “Bob Esponja – A Experiência” é mais do que uma simples homenagem a um ícone da TV. É uma celebração sensorial, onde o tato, a visão e a imaginação caminham juntos. É também um espaço de encontro entre pais e filhos, onde histórias se cruzam e lembranças ganham novas formas.

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