Dica no Viki – O Presidente da Minha Escola combina romance e rivalidade em drama BL tailandês

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Se você gosta de dramas BL com uma boa dose de comédia e romance adolescente, precisa conhecer O Presidente da Minha Escola, disponível na Viki. Essa série tailandesa de 2022 tem tudo: rivalidade, momentos fofos, decisões difíceis e até um clube de música em perigo — e vai te conquistar do início ao fim.

A história gira em torno de Gun (Fourth Nattawat Jirochtikul), que comanda o clube de música da escola com paixão e dedicação. Mas, claro, nada é tão simples: seu maior rival é Tinn (Gemini Norawit Titicharoenrak), filho do diretor, que quer acabar com vários clubes extracurriculares que considera “inúteis”, incluindo o clube de música. Para tentar salvar o seu espaço amado, Gun decide se candidatar a presidente do conselho estudantil.

O que começa como uma disputa de poder rapidamente se transforma em algo muito mais interessante. Entre provocações e desafios, Gun descobre que Tinn guarda um segredo: ele tem uma paixão secreta por Gun. E aí começa a mágica da série: rivalidade e romance andando de mãos dadas, com momentos engraçados, fofos e até de tensão, que vão fazer você torcer para que o amor floresça e o clube de música sobreviva.

O elenco ajuda muito a tornar essa história tão cativante. Gemini Norawit Titicharoenrak (Tinn) e Fourth Nattawat Jirochtikul (Gun) têm uma química incrível, conseguindo transmitir tanto a rivalidade quanto a ternura que vai surgindo entre os personagens. O time de apoio também é ótimo: Winny Thanawin Pholcharoenrat, Satang Kittiphop Sereevichayasawat, Ford Allan Asawasuebsakul e Prom Theepakon Kwanboon complementam a história, tornando o ambiente escolar ainda mais divertido e cheio de vida.

Por trás das câmeras, Au Kornprom Niyomsil dirige a série com cuidado, equilibrando cenas engraçadas com momentos mais dramáticos. E o resultado é uma narrativa leve, mas emocionante, que fala de amizade, amor, coragem e da luta para proteger aquilo que você ama. O clube de música não é apenas um detalhe da história: ele simboliza paixão, união e a importância de lutar pelo que importa.

Além da história e do elenco, a série também chama atenção pela produção caprichada. A escola, os uniformes, a fotografia e a trilha sonora ajudam a criar um clima envolvente que deixa o público imerso na narrativa. As apresentações do clube de música são um dos pontos altos, trazendo energia, emoção e momentos que ficam na memória.

“O Presidente da Minha Escola” é, acima de tudo, uma série sobre descobertas pessoais, crescimento e o poder do amor e da amizade. Mesmo sendo uma história de rivalidade escolar, ela consegue equilibrar leveza e profundidade, oferecendo risadas, suspiros e aquele quentinho no coração que só um bom romance BL consegue trazer.

Se você está buscando algo leve, divertido e que ainda traga emoção de sobra, essa série é uma ótima pedida. Gun e Tinn provam que às vezes, os maiores desafios podem trazer os momentos mais inesperados e bonitos da vida. Entre aulas, reuniões de conselho estudantil e música, a série mostra que rivalidade pode virar amizade… e talvez até amor.

Com US$ 991 milhões nas bilheterias, Super Mario Galaxy coloca a Nintendo a um passo de mais um marco histórico nos cinemas

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A Nintendo está muito perto de alcançar mais um resultado expressivo nas telonas. Super Mario Galaxy encerrou o último fim de semana com aproximadamente US$ 991,8 milhões em arrecadação mundial, valor que coloca a animação a menos de US$ 10 milhões da marca de US$ 1 bilhão. O longa somou cerca de US$ 4,4 milhões nos mercados internacionais durante o período e continua registrando resultados consistentes mesmo após várias semanas em exibição. As informações são do Box Office Report.

O desempenho chama atenção porque demonstra que o interesse pelo personagem permanece elevado mesmo após o enorme sucesso de “Super Mario Bros.: O Filme”, lançado em 2023. Em vez de repetir a mesma estrutura narrativa do primeiro longa, a continuação leva Mario e seus aliados para uma história baseada em uma das fases mais populares da franquia nos videogames, explorando cenários inspirados diretamente nos títulos “Super Mario Galaxy” e “Super Mario Galaxy 2”.

Para quem acompanha os jogos da Nintendo, uma das principais novidades da produção é a presença de Rosalina como figura central da trama. Introduzida originalmente no Nintendo Wii, a personagem se tornou uma das mais importantes do universo Mario ao longo dos anos. No filme, seu sequestro desencadeia os acontecimentos que colocam Mario, Luigi, Peach, Toad e Yoshi em uma jornada por diferentes regiões do espaço.

A escolha de Rosalina tem um papel importante para além da história principal. Sua participação permite que o filme apresente ao grande público elementos que durante muitos anos ficaram restritos aos videogames. O roteiro utiliza a personagem para explicar conceitos ligados aos Lumas, ao Observatório do Cometa e a outras partes da mitologia da franquia que raramente receberam destaque fora dos consoles.

Outro ponto relevante para o público é a utilização de Yoshi como um dos personagens principais da aventura. Após aparecer apenas de forma breve no encerramento do filme anterior, o dinossauro passa a participar ativamente dos acontecimentos desta continuação. Para muitos espectadores, trata-se de uma das inclusões mais aguardadas desde o anúncio do projeto.

A narrativa também apresenta novos locais inspirados em fases conhecidas dos jogos Galaxy. Essa decisão ajuda a diferenciar a continuação da produção lançada em 2023, que concentrava grande parte de seus acontecimentos no Reino Cogumelo. Ao explorar diferentes planetas, galáxias e estruturas espaciais, o filme consegue apresentar uma variedade maior de cenários e desafios para seus personagens.

No elenco de vozes, Chris Pratt retorna como Mario, Charlie Day reprisa o papel de Luigi, Anya Taylor-Joy volta a interpretar Peach e Jack Black novamente assume Bowser. A continuação ainda incorpora nomes como Donald Glover, Glen Powell, Brie Larson e Benny Safdie, ampliando a quantidade de personagens disponíveis para futuras histórias dentro desse universo.

Além dos resultados financeiros, a trajetória de “Super Mario Galaxy” oferece um indicativo importante sobre os planos da Nintendo para o cinema. Nos últimos anos, a empresa passou a tratar suas propriedades intelectuais de forma mais estratégica fora dos videogames. O sucesso das adaptações recentes demonstra que existe espaço para transformar personagens tradicionais da companhia em protagonistas de produções cinematográficas de grande alcance.

Para o público, o desempenho da animação também ajuda a medir o tamanho atual da marca Mario. Poucos personagens criados nos videogames conseguem manter relevância por mais de quatro décadas e ainda atrair espectadores de diferentes faixas etárias. O resultado obtido por “Super Mario Galaxy” mostra que o encanador da Nintendo continua ocupando uma posição única dentro da cultura pop global.

Outro aspecto que merece atenção é o impacto que a arrecadação do filme pode ter sobre futuras adaptações da empresa. Quanto maior o sucesso comercial das produções atuais, maiores são as chances de outras franquias da Nintendo receberem tratamento semelhante nos próximos anos. Personagens de séries como Star Fox, Kirby, Donkey Kong e The Legend of Zelda frequentemente aparecem nas discussões sobre possíveis projetos futuros.

Crítica – Truque de Mestre: O 3º Ato é um espetáculo de ilusão que não tenta reinventar a mágica, apenas nos diverte com ela

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Os Cavaleiros voltaram — ou quase. Uma década após o primeiro Truque de Mestre conquistar o público com seu equilíbrio entre charme, truques impossíveis e tramas cheias de reviravoltas, a franquia retorna com uma energia renovada, mas consciente de que o verdadeiro segredo nunca foi a complexidade dos truques, e sim o prazer de vê-los acontecer. Truque de Mestre: O 3º Ato aposta em nostalgia e frescor, colocando as antigas e novas gerações de mágicos frente a frente — e o resultado é um espetáculo despretensioso, mas irresistivelmente divertido.

Nesta nova aventura, o mundo dos ilusionistas entra na era digital. O lendário grupo original — liderado por Atlas (Jesse Eisenberg) — é surpreendido ao ver uma nova geração de golpistas tomando seu lugar nas redes sociais. Charlie (Justice Smith), Bosco (Dominic Sessa) e June (Ariana Greenblatt) se autoproclamam os novos Cavaleiros e reproduzem os truques do passado com tanto carisma que o público mal nota a diferença. Essa releitura cheia de filtros e likes desperta o espírito competitivo do grupo original, forçando uma reunião inesperada e repleta de feridas antigas.

O grande antagonista da vez é Veronika Vanderberg (Rosamund Pike), herdeira de uma dinastia de diamantes e especialista em transformar lavagem de dinheiro em arte. Seu plano envolve um diamante em forma de coração, um símbolo de poder, cobiça e vaidade — um MacGuffin tão vistoso que parece saído de um heist clássico dos anos 2000. Naturalmente, os Cavaleiros decidem roubá-lo — não apenas pelo valor, mas pelo prazer de provar que ainda dominam o jogo.

Sob a direção de Ruben Fleischer, conhecido por Venom e Zumbilândia, o filme assume de vez seu caráter de espetáculo. Fleischer filma com ritmo ágil, cortes precisos e um senso de humor que transforma até os absurdos mais improváveis em momentos de pura diversão. A narrativa é construída como um número de mágica: o que importa não é entender o truque, mas se deixar enganar por ele. Quando as reviravoltas surgem, é quase impossível não sorrir — mesmo quando o roteiro desafia qualquer noção de lógica.

O elenco veterano retorna com energia familiar. Jesse Eisenberg continua impecável como Atlas, mesclando arrogância e genialidade com naturalidade irritante. Woody Harrelson rouba cenas com seu sarcasmo e olhar de “já vi de tudo”, equilibrando o tom cômico e cínico que a franquia sempre cultivou. O restante da equipe segue a fórmula: carisma acima de profundidade. É um time que brilha mais quando está junto do que quando tenta brilhar sozinho.

Já os novos integrantes, liderados por Justice Smith, representam o contraste entre gerações. São influenciadores digitais transformados em mágicos, com truques moldados pela estética das redes — rápidos, superficiais e impressionantes. Essa atualização traz fôlego à narrativa, mas também reforça o subtexto irônico do filme: na era dos filtros e das deepfakes, a verdadeira mágica é fazer alguém acreditar em algo real.

O roteiro, por sua vez, não busca surpreender com originalidade. A estrutura segue o padrão da franquia — um golpe dentro de um golpe, revelações que mudam tudo no último ato, e aquele toque de “ah, era isso o tempo todo”. Mas o que poderia soar repetitivo ganha graça pelo ritmo e pela autopercepção. Truque de Mestre: O 3º Ato sabe rir de si mesmo, e isso o torna mais leve, mais honesto e até mais coerente do que muitos blockbusters que se levam a sério demais.

Visualmente, o longa é um deleite. As cenas de ilusionismo são coreografadas como balés visuais, com truques que misturam tecnologia, edição e efeitos práticos de forma fluida. Fleischer entende que o público não quer realismo, quer deslumbramento — e entrega isso com sobras. Mesmo os momentos mais inverossímeis têm estilo o bastante para justificar sua existência.

No campo temático, o filme toca brevemente em discussões sobre autenticidade, legado e relevância — questões que poderiam render um drama mais denso, mas que aqui aparecem apenas como pano de fundo para a diversão. O recado é simples: em um mundo saturado de ilusões digitais, a magia ainda pode ser uma arte genuína.

O primeiro Truque de Mestre (2013) foi um sucesso inesperado justamente por entender essa simplicidade. Entre críticas mornas e elogios ao ritmo, conquistou o público por ser puro entretenimento — um show de escapismo, brilho e ilusão. A sequência tentou expandir o universo, mas perdeu parte do encanto. Agora, o terceiro capítulo encontra o meio-termo perfeito: nem tão sério quanto o segundo, nem tão inocente quanto o primeiro. Apenas divertido, charmoso e consciente de suas próprias limitações.

Em tempos em que franquias buscam justificar cada sequência com drama e peso excessivo, o terceiro filme faz o oposto: assume que seu papel é entreter. E faz isso com a mesma confiança de um mágico que já conhece as reações da plateia. O truque pode ser o mesmo, mas a execução continua impecável.

Resumo semanal A Infância de Romeu e Julieta 14/09/2023 a 15/09/2023

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A seguir, apresentamos o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta, que está programada para ser transmitida na tela do SBT entre os dias 14/09/2023 e 15/09/2023, com início às 21h. Este resumo semanal oferece uma visão abrangente dos acontecimentos que irão cativar os telespectadores durante esses três emocionantes episódios.

A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 14 de setembro a 15 de setembro de 2023

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 14/09/2023

O jovem Enzo toma uma decisão que pode abalar profundamente seu futuro profissional. Em uma reunião franca com Leandro, ele finalmente decide abrir seu coração e revela seu amor incondicional pelo esporte. Além disso, surpreende a todos ao contar que recebeu uma oferta de trabalho de Hélio, oferecendo-lhe uma oportunidade de atuar no CEC, um clube esportivo renomado. A coragem de Enzo ao tomar essa decisão deixa Leandro visivelmente preocupado, e ele prontamente propõe cobrir a oferta de Hélio para manter Enzo ao seu lado. No entanto, Enzo ainda está indeciso sobre qual será seu próximo passo nessa jornada repleta de escolhas cruciais. Enquanto isso, o clima no bairro de Castanheiras se torna mais complexo quando Rosalina, uma figura discreta, confessa a Nando que está começando a sentir as faíscas de um novo amor por Romeu. Ela pede a ajuda de Nando para se aproximar do rapaz. Além disso, Dimitri oferece conselhos calorosos a Nando, lembrando-o de que ele é um bom irmão e uma pessoa incrível. A trama se aprofunda ainda mais quando ocorre uma exposição no Instituto Casa de Castanheiras. Nesse evento, Romeu tem um encontro surpreendente com Julieta, e os dois compartilham uma conversa emocional ao contemplarem uma foto tirada quando eram apenas bebês, reacendendo sentimentos profundos. Em paralelo, a revelação de que Mariana está se envolvendo com Mauro deixa Fausto, um dos personagens mais intensos da trama, completamente furioso. Ele adverte sua filha, Pórcia, sobre as más companhias, criando uma situação de tensão. Enquanto isso, Daniel, preocupado com a situação, tenta iniciar uma conversa com Bassânio. Telma, uma personagem que traz humanidade à história, revela a Karen sua solidão e a necessidade de encontrar um companheiro para ajudá-la em sua casa. O Armazém, local de muitos encontros e desencontros na trama, é palco de um acontecimento inusitado quando Fausto elabora uma lista de compras gigantesca e envia Bassânio para adquirir todos os produtos necessários. No entanto, após Bassânio reunir todos os itens, Fausto muda de ideia e, com sinceridade, admite que agiu de maneira precipitada devido à sua aversão pessoal por Bassânio. Este episódio emocionante e repleto de reviravoltas promete manter os espectadores ansiosos por mais, enquanto os personagens enfrentam desafios, exploram seus sentimentos e navegam pelos altos e baixos da vida em Castanheiras.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 15/09/2023 –

Enzo toma uma decisão ousada em relação ao seu futuro profissional. Ele decide se encontrar separadamente com Hélio e Leandro, propondo a ideia de trabalhar meio período na Monter Holding e meio período no CEC. Essa decisão audaciosa promete impactar profundamente seu destino e cria um dilema emocionante para todos os envolvidos. As famílias Campos e Monteiro, que têm influência significativa na vida de Enzo, expressam suas respectivas opiniões sobre essa proposta, lançando um debate acalorado sobre o que é melhor para o jovem e sua carreira. Paralelamente, Rosalina busca o apoio de Nando, compartilhando seus sentimentos crescentes em relação a Romeu. Ela está decidida a conquistar o coração do rapaz, e sua busca por amor e felicidade é uma parte fundamental dessa trama repleta de emoções. Dimitri, sempre presente como um mentor e amigo, continua a oferecer conselhos sábios a Nando, reforçando sua autoestima e sua capacidade de ser um bom irmão e uma pessoa incrível. Durante a exposição no Instituto Casa de Castanheiras, Gláucia e Fred, irmãos com personalidades diferentes, começam a gravar conteúdo no local, o que causa desconforto em Bernardo, que não aprecia o comportamento expansivo de sua irmã. Gláucia, entretanto, enfrenta um incidente inesperado que é flagrado pelo público presente, adicionando um elemento de surpresa à trama. Daniel, preocupado com a situação, confessa a Julieta suas inquietações em relação a Mariana, que está se aproximando cada vez mais de Mauro. Enquanto isso, Enzo compartilha suas dúvidas sobre o futuro profissional com Amanda, revelando uma ideia brilhante para resolver sua indecisão e moldar o caminho de sua carreira. Telma, uma personagem que representa a sinceridade e a humanidade na história, compartilha com Karen sua solidão e sua necessidade de encontrar um companheiro para ajudá-la em casa, criando laços emocionais entre os personagens. No Armazém, Fausto repete seu comportamento inconstante ao elaborar uma lista de compras extensa e enviar Bassânio para coletar todos os produtos necessários. No entanto, assim como no episódio anterior, Fausto muda de ideia após a ação de Bassânio, admitindo sua atitude impulsiva, que foi influenciada por sua aversão pessoal. Este capítulo final da semana promete revelações surpreendentes e momentos impactantes, enquanto os personagens enfrentam desafios pessoais, exploram seus sentimentos e navegam pelos altos e baixos da vida em Castanheiras, mantendo os espectadores ansiosos para descobrir o que o futuro reserva para eles.

A responsabilidade pelo resumo semanal da novela “A Infância de Romeu e Julieta” é inteiramente da emissora. O Almanaque Geek não tem influência sobre eventuais mudanças na programação e, portanto, não assume qualquer responsabilidade por essas alterações.

O terror de baixo orçamento que saiu do anonimato e se transformou em um fenômeno de US$ 171 milhões nos cinemas

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Em um período em que o cinema de terror é dominado por franquias conhecidas, continuações e produções com orçamentos milionários, poucos imaginavam que um filme feito com apenas US$ 750 mil conseguiria competir com grandes lançamentos. Mas foi exatamente isso que aconteceu com Obsessão, longa dirigido por Curry Barker, que se tornou uma das maiores surpresas de 2026 ao arrecadar impressionantes US$ 171 milhões nas bilheterias mundiais.

O sucesso não surgiu apenas por causa dos números. O filme conquistou atenção ao apresentar uma premissa simples, mas capaz de provocar desconforto desde os primeiros minutos. Em vez de apostar em monstros, espíritos ou assassinos mascarados, a produção transforma um desejo aparentemente inocente em uma situação cada vez mais perturbadora.

A história acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem que trabalha em uma loja de música e guarda sentimentos por sua melhor amiga, Nikki Freeman, personagem de Inde Navarrette. Como acontece com muitas pessoas, Bear passa boa parte do tempo imaginando como seria se a amizade entre os dois se transformasse em algo mais. O problema é que, quando surge a oportunidade de tornar esse desejo realidade, ele não pensa nas consequências.

Tudo começa quando Bear encontra um objeto misterioso chamado One Wish Willow, uma espécie de brinquedo sobrenatural que promete realizar um desejo. Movido pela frustração de nunca conseguir revelar seus sentimentos, ele faz um pedido impulsivo: que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo.

O que inicialmente parece um sonho realizado logo se transforma em um pesadelo. Nikki realmente passa a demonstrar amor por Bear, mas de uma maneira extrema e completamente desequilibrada. O carinho rapidamente dá lugar a uma necessidade obsessiva de atenção, aprovação e proximidade. Aos poucos, a personagem perde qualquer limite emocional, transformando a vida de todos ao seu redor em um caos.

É justamente nesse ponto que Obsessão encontra sua principal força. O filme utiliza um elemento sobrenatural para discutir algo bastante humano: a diferença entre amor e posse. O roteiro mostra que sentimentos só possuem valor quando nascem de forma espontânea. Quando alguém tenta controlar ou manipular aquilo que outra pessoa sente, o resultado dificilmente pode ser chamado de amor.

Essa abordagem faz com que a produção se destaque dentro do gênero. Embora existam momentos violentos e cenas de forte impacto, o verdadeiro desconforto surge da relação entre os personagens. O público acompanha Bear percebendo, pouco a pouco, que conseguiu exatamente aquilo que queria, mas da pior maneira possível.

Outro aspecto interessante é a forma como o filme trabalha a culpa do protagonista. Diferentemente de muitas histórias de terror, nas quais o perigo aparece sem aviso, aqui os acontecimentos são consequência direta de uma decisão tomada por ele. Isso torna a experiência mais envolvente, porque o espectador entende que a tragédia poderia ter sido evitada desde o início.

A interpretação de Inde Navarrette também tem papel fundamental no resultado final. Nikki passa por mudanças emocionais intensas ao longo da narrativa, alternando momentos de afeto, fragilidade, desespero e violência. A atriz consegue transmitir todas essas camadas sem transformar a personagem em uma simples vilã, o que ajuda a tornar a situação ainda mais desconfortável.

O sucesso do longa-metragem é uma vitória para uma nova geração de realizadores independentes. Antes de dirigir o longa, Curry Barker era conhecido principalmente por produzir conteúdo para a internet. Seu curta-metragem The Chair, lançado em 2023, chamou atenção de produtores e abriu caminho para que ele desenvolvesse um projeto maior.

A aposta deu certo. Durante sua exibição no Toronto International Film Festival, o filme rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do evento. O interesse dos distribuidores foi tão grande que a produção acabou protagonizando uma disputa pelos direitos de exibição, algo raro para um terror independente com orçamento tão reduzido.

Para quem está pensando em assistir ao filme, vale destacar que ele não segue a fórmula tradicional dos sustos constantes. A narrativa é construída de forma gradual, permitindo que a tensão aumente aos poucos. O foco está muito mais na deterioração psicológica dos personagens e nas consequências do desejo de Bear do que em aparições repentinas ou cenas criadas apenas para provocar choque.

Um Lobo Entre os Cisnes estreia nos cinemas em 24 de julho e revela a beleza da dança como instrumento de transformação

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Nem sempre o caminho do balé começa entre espelhos e sapatilhas. Às vezes, ele nasce nas esquinas de um bairro popular, entre passos de hip hop, rodas de amigos e bailes sob o viaduto. É exatamente essa jornada improvável — e profundamente humana — que o filme “Um Lobo Entre os Cisnes” coloca em cena a partir do dia 24 de julho, com estreia nos cinemas pela Sessão Vitrine Petrobras.

Estrelado por Matheus Abreu (Pureza) e o consagrado ator argentino Darío Grandinetti (Fale com Ela, Relatos Selvagens), o longa é inspirado na trajetória real do bailarino Thiago Soares, nascido e criado em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, e que se tornou um dos maiores nomes da dança mundial. Dirigido por Marcos Schechtman e Helena Varvaki, o filme é, acima de tudo, uma homenagem à coragem de sonhar alto — mesmo quando tudo ao redor parece dizer o contrário.

Quando o balé encontra a periferia

No coração da história está Thiago, um jovem apaixonado por dança de rua que brilha nos bailes do Viaduto de Madureira com seu grupo de hip hop. Criado pela tia, ele nunca imaginou que poderia ocupar os palcos do Theatro Municipal, muito menos os salões do Royal Ballet de Londres. Mas tudo muda quando seu professor de dança urbana, Julio (vivido por Alan Rocha), enxerga em seu talento algo maior e o incentiva a tentar uma bolsa em uma escola profissional de balé.

Entre o medo de decepcionar os amigos e o desejo de construir algo novo, Thiago mergulha nesse novo universo em segredo. A disciplina rígida, os olhares tortos e os próprios preconceitos internos fazem parte do desafio. Mas é nesse novo cenário que ele conhece Dino Carrera (Darío Grandinetti), um coreógrafo cubano exigente, que vê no jovem algo raro: força e sensibilidade.

A relação entre os dois começa difícil — cheia de choques, cobranças e resistência. Mas o tempo e a dedicação transformam o conflito em parceria. O professor se torna mentor, amigo, quase família. E é nesse afeto que Thiago encontra a confiança para dar o salto definitivo.

Entre Paris e Rio, entre dor e beleza

Com locações deslumbrantes no Rio de Janeiro e em Paris — como a histórica Ópera Garnier, o bairro boêmio de Montmartre e o imponente Theatro Municipal — o filme mistura lirismo e realidade com uma fotografia que traduz em imagem o movimento interno do protagonista. O roteiro é de Camila Agustini (Manas) e a produção criativa leva a assinatura do aclamado roteirista Guillermo Arriaga (Babel, 21 Gramas, Amores Perros), conhecido por construir histórias emocionais e profundamente humanas.

Premiado e aplaudido por onde passa

Antes mesmo de chegar ao circuito comercial, Um Lobo Entre os Cisnes já emocionou plateias em festivais importantes. No 34º Cine Ceará, levou os prêmios de Melhor Ator (Matheus Abreu), Melhor Ator Coadjuvante (Darío Grandinetti) e Melhor Direção de Arte (Dina Salem Levy). Também representou o Brasil no 27º Festival de Cinema Brasileiro de Paris, reforçando o alcance internacional da produção.

Além de Abreu e Grandinetti, o elenco traz nomes como Margarida Vila-Nova, Giullia Serradas, Igor da Silva Fernandes, Elvira Helena e participação especial de Augusto Madeira.

Sessão da Tarde desta terça (31/03) exibe “Nosso Amor” – Um drama delicado sobre os desafios da vida a dois

Nesta terça, 31 de março, a Globo apresenta na Sessão da Tarde o comovente drama Nosso Amor, uma obra que vai muito além do simples cotidiano de um casal. O filme britânico-irlandês, dirigido por Lisa Barros D’Sa e Glenn Leyburn, nos convida a mergulhar na vida de Joan e Tom, um casal de meia-idade que precisa enfrentar um diagnóstico inesperado de câncer de mama, mostrando que o amor verdadeiro se revela nos detalhes mais simples da convivência diária.

Um olhar sensível sobre a vida a dois

Nosso Amor acompanha Joan (Lesley Manville) e Tom (Liam Neeson), cujo cotidiano tranquilo é repentinamente transformado pelo diagnóstico de câncer de Joan. A narrativa não se apoia em grandes reviravoltas ou efeitos dramáticos exagerados; pelo contrário, ela encontra força nas pequenas coisas: um olhar, uma conversa silenciosa, o apoio mútuo diante da incerteza.

O roteiro de Owen McCafferty captura com delicadeza a intimidade do casal, mostrando que o amor não é apenas feito de momentos felizes, mas também da coragem de enfrentar o inesperado lado a lado. Cada gesto simples se torna carregado de significado, fazendo com que o público se conecte profundamente com Joan e Tom.

O peso de um elenco que emociona

Lesley Manville entrega uma interpretação intensa e genuína, transmitindo com sensibilidade a fragilidade e a força de uma mulher que precisa lidar com a doença. Liam Neeson oferece um Tom cheio de ternura e preocupação silenciosa, uma presença constante que sustenta a narrativa sem chamar atenção para si. A química entre os dois atores transforma o filme em uma experiência real e tocante, capaz de provocar lágrimas e reflexões.

David Wilmot (O Segredo de Marrowbone) e Amit Shah (Boiling Point) completam o elenco, oferecendo apoio à narrativa e humanizando ainda mais a história, mostrando diferentes formas de amizade, solidariedade e empatia em momentos de dificuldade.

Dublagem brasileira que mantém a emoção

Para o público brasileiro, o longa-metragem conta com vozes de dublagem experientes: Armando Tiraboschi, Marcelo Campos, Alessandra Araújo e Charles Dalla. A escolha cuidadosa garante que a sensibilidade da narrativa seja transmitida com fidelidade, tornando a experiência igualmente emocionante para quem prefere assistir à versão em português.

Uma trajetória internacional e reconhecimento

Nosso Amor estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Toronto, em setembro de 2019, sendo aclamado pela crítica por seu retrato honesto da vida e do amor. Lançado oficialmente no Reino Unido em dezembro de 2019 pela Universal Pictures e Focus Features, e nos Estados Unidos em fevereiro de 2020 pela Bleecker Street, o filme conquistou público e crítica com sua abordagem realista e delicada sobre desafios universais, sem recorrer a sentimentalismos baratos.

Uma história que faz refletir

Mais do que um simples drama, Nosso Amor nos leva a refletir sobre o valor do cotidiano compartilhado. A vida de Joan e Tom nos lembra que, mesmo em meio a dificuldades imprevistas, é o amor e a parceria que nos dão força para seguir em frente. Cada gesto de cuidado, cada conversa silenciosa e cada momento de apoio se tornam pequenos atos heroicos, mostrando que a verdadeira coragem está na perseverança e na empatia.

Onde posso assistir?

Para quem não quiser perder a exibição na TV, o longa-metragem será transmitido na Sessão da Tarde a partir das 15h10, na Globo, garantindo uma tarde de emoções sobre o amor e os desafios da vida a dois. Para quem prefere assistir no conforto de casa ou em outro horário, o filme também está disponível no Prime Video, em HD, podendo ser alugado a partir de R$ 6,90.

Mark rebate boatos sobre fim de ship com Ohm em Sweet Tooth, Good Dentist

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O ator tailandês Pakin Kuna-anuvit, mais conhecido como Mark, se pronunciou recentemente após rumores de que seu ship com o colega Ohm estaria chegando ao fim circularem nas redes sociais. Os fãs da série BL Sweet Tooth, Good Dentist, que acompanha a relação entre os personagens principais, ficaram surpresos com a notícia, que rapidamente se espalhou entre comunidades de seguidores.

Durante uma transmissão ao vivo, Mark respondeu aos boatos com bom humor e firmeza: “Qual é o rumor? Farei questão de contatar o meu superior e perguntar se é verdadeiro ou não. Eu irei entrar em contato com ele pessoalmente. Vamos, digam logo, que rumor é esse!”, declarou o ator, deixando claro que não pretende deixar especulações infundadas circularem sem resposta.

Nascido em 2 de junho de 1998, Mark iniciou sua carreira como jogador de badminton antes de se tornar ator. Atualmente, é contratado pela GMMTV, uma das principais produtoras tailandesas de séries e conteúdos voltados ao público jovem. Como ator, Mark conquistou reconhecimento internacional com papéis em produções como My School President (2022) e Only Friends (2023). Além disso, participou de outras séries populares, incluindo Last Twilight (2023–2024), Rivais do Ensino Médio (2024), Midnight Series: Moonlight Chicken (2023) e Bad Buddy, consolidando-se como um dos nomes mais promissores da cena BL tailandesa.

O ship entre Mark e Ohm em Sweet Tooth, Good Dentist conquistou rapidamente fãs ao redor do mundo, que acompanham com entusiasmo cada interação entre os personagens. A química na tela e a interpretação cativante dos atores transformaram o casal em um dos ships mais comentados da temporada. Boatos sobre o fim do relacionamento fictício, portanto, provocaram intensa repercussão nas redes, gerando debates entre fãs sobre os limites entre ficção e vida real.

Apesar das especulações, Mark deixou claro que a relação profissional e a amizade com Ohm permanecem sólidas. Ao falar diretamente aos fãs, ele reforçou a importância de esclarecer rumores antes que se tornem fontes de desinformação ou causam ansiedade entre os seguidores. Essa postura transparente foi recebida com elogios por parte da comunidade, que reconheceu a maturidade do ator diante de um cenário potencialmente delicado.

Além de sua atuação, Mark é ativo nas redes sociais, compartilhando momentos de bastidores, treinos e interações com colegas de elenco. Esse contato direto com o público contribui para fortalecer sua imagem de artista acessível e autêntico, característica valorizada especialmente em produções BL, onde a relação entre atores e fãs costuma ser intensa e engajada.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 11/07/2023 terça

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Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 11/07/2023, terça-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No resumo do capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta – Ellen e Ian se divertem com suas brincadeiras imaginativas, o que deixa Nath incomodada com a falta de seriedade. Enquanto isso, o carrinho de pipoca de Bassânio é roubado enquanto ele está dormindo, deixando-o desesperado e preocupado com sua fonte de renda. Em um momento de descontração, Vera decide questionar Romeu sobre a identidade da garota de quem ele gosta, fazendo referência à história de Julieta. Essa pergunta inesperada coloca Romeu em uma posição desconfortável e desperta a curiosidade dos personagens ao seu redor. No entanto, outros incidentes misteriosos ocorrem na comunidade. A bandeira do Pedalzera desaparece misteriosamente, causando confusão e acusações entre os membros do grupo. Ao mesmo tempo, Téo esquece sua chuteira na casa de Lívia, e Karen, movida por inveja e ressentimento, decide pegá-la para Alex, com a intenção de danificá-la. Alex, por sua vez, rasga a chuteira e a joga nas mãos de Romeu, criando uma situação de confronto e desentendimento.

Ainda na novela A Infância de Romeu e Julieta, enquanto caminha pelo Residencial Verona, Téo fica chocado ao encontrar sua chuteira destruída nas mãos de Romeu, sem entender como isso aconteceu. Essa descoberta inesperada aumenta a tensão entre os personagens e gera questionamentos sobre quem é o verdadeiro responsável pelos incidentes recentes. No Monter Mercado, Glaucia comenta com Vera sobre a atitude mentirosa de Romeu no CEC, revelando informações que podem afetar sua reputação. Enquanto isso, Bassânio procura Pórcia, preocupado e angustiado com o desaparecimento de seu carrinho de pipoca, buscando sua ajuda para resolver o problema. As acusações voam quando o Pedalzera aponta o dedo para Ellen, Ian e Nath, suspeitando que eles tenham roubado sua bandeira. Essa situação gera conflitos e tensões entre os personagens, testando suas amizades e a confiança mútua. Enquanto isso, Mariana e Vera se encontram na praça central e iniciam mais uma discussão acalorada, reacendendo suas diferenças e a rivalidade existente entre elas. Diante dessa situação, Daniel e Bernardo tentam acalmar os ânimos e mediar a disputa, buscando uma solução pacífica para o conflito.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Larissa Lair volta ao cenário literário com a envolvente fantasia “Me Acalenta”

Depois de conquistar leitoras com narrativas sensíveis e personagens que vivem dilemas tão reais quanto encantados, a jornalista e escritora Larissa Lair retorna com um romance que promete mexer com o coração de quem ama histórias de época, fantasia e amor entre príncipes.

Seu novo livro, “Me Acalenta”, recém-lançado pela editora Violeta, é uma fantasia romântica que transita entre o drama político e o conto de fadas queer, tudo isso com uma prosa envolvente que lembra os melhores momentos de Jane Austen – mas com um toque de magia e representatividade que faltava nesse gênero. A obra estará disponível na Bienal do Livro do Rio, e já chega cercada de expectativa entre fãs de “Boys’ Love” e leitores de fantasia com alma.

Dois reinos, um casamento e um plano que não sai como o esperado

A história se passa na fictícia Terra de Helikon, onde o pequeno e delicado reino Vesnat luta para sobreviver diante das ameaças de seu vizinho mais poderoso, o vasto e militarizado reino de Kwon. É nesse contexto que surge o protagonista Aurean Vesnat, jovem herdeiro forçado a aceitar um casamento por conveniência para evitar a ruína de seu povo.

O problema? Seus pretendentes oficiais são tudo menos desejáveis: de um lado, o primogênito de Kwon, arrogante e repulsivo; do outro, um duque ríspido e quarentão que parece mais interessado em controle do que em parceria. Em uma última cartada, Aurean volta seus olhos para um terceiro nome improvável: Yunjae Kwon, o segundo príncipe de Kwon, ainda adolescente, sonhador e completamente desinteressado em política.

Existe um encanto nos romances de época – na linguagem, nas entrelinhas, no jogo de olhares”, explica Larissa. “Quis trazer essa estética cortês para um universo com guerras, magia e dilemas de poder. E mostrar que o amor pode surgir onde menos se espera – mesmo em meio ao caos.

Um pedido, um tropeço, um novo destino

Yunjae é tudo o que Aurean não estava preparado para encontrar: jovem demais, romântico demais, puro demais. Mas é justamente essa doçura que desarma o príncipe de Vesnat. Quando, em um gesto impensado, Aurean pede a mão de Yunjae em casamento, não imagina que está abrindo não só uma nova rota diplomática, mas também as portas para sentimentos que nem ele sabia que poderia sentir.

“Aurean busca uma saída pragmática. Mas Yunjae não é alguém que se encaixa em jogos de poder – ele é idealista, gentil, e isso desestabiliza tudo”, conta Larissa. “A relação deles se constrói com dúvidas, tropeços, ternura – e muito crescimento.”

Entre espadas, magias e afetos: o charme de um “Boys’ Love” épico

Mais do que um romance, Me Acalenta é uma jornada. Larissa Lair constrói uma narrativa que respeita o tempo do afeto, os medos dos personagens, os silêncios entre uma decisão e outra. E faz isso com um ritmo que mistura o lirismo da fantasia com o drama dos palácios, tudo embalado em uma escrita que cativa.

É um livro que fala de amor, mas também de heranças, pressões familiares, sacrifícios políticos e escolhas difíceis. Não por acaso, a autora já é conhecida no universo Boys’ Love brasileiro por dar profundidade emocional aos seus casais e oferecer ao leitor bem mais do que “romance fofo”.

Em Me Acalenta, você não torce apenas para que os príncipes fiquem juntos. Você torce para que eles sobrevivam, amadureçam, quebrem os ciclos de opressão que herdaram, e possam amar com liberdade em um mundo que insiste em colocar coroas acima do coração.

Magia, realeza e representatividade: Larissa Lair no auge

“Me Acalenta” representa um marco na carreira de Larissa. É seu projeto mais ambicioso até agora, combinando representatividade LGBTQIA+ com fantasia política e atmosfera de conto de fadas. O universo é rico, cheio de códigos, pequenas magias, florestas que sussurram e castelos cheios de intrigas. Tudo isso serve como pano de fundo para uma história que é, antes de tudo, sobre conexão humana.

A obra não tem medo de ser delicada – e é justamente isso que a torna forte. O amor entre príncipes, que em outras mãos poderia parecer idealizado ou superficial, aqui ganha camadas, conflitos, inseguranças, vulnerabilidade verdadeira.

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