Dupla Sena de Hoje | Resultado do concurso 2877 de sexta (24/10) – Prêmio estimado em R$ 1,3 mihão

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Nesta sexta-feira, 24 de outubro de 2025, milhões de brasileiros se preparam para mais uma noite de expectativa e emoção com o sorteio do concurso 2877 da Dupla Sena, uma das loterias mais aguardadas da Caixa Econômica Federal. A extração acontece às 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo. Para que nenhum detalhe passe despercebido, a transmissão será ao vivo pelos canais oficiais da Caixa e por portais parceiros, permitindo que jogadores de todas as regiões do país acompanhem cada número sorteado em tempo real.

Com um prêmio estimado em mais de R$ 1,3 milhão, o concurso desperta a imaginação de milhares de apostadores, que sonham em transformar suas vidas com apenas um bilhete premiado. O grande diferencial da Dupla Sena é oferecer duas oportunidades de vitória em um único concurso, com dois sorteios consecutivos, tornando cada aposta ainda mais emocionante e estratégica.

Resultados do concurso 2877

Primeiro Sorteio

162019
054425

Segundo Sorteio

144729
303425

Como funciona a Dupla Sena

A Dupla Sena se destaca por permitir que uma única aposta concorra a dois sorteios distintos, aumentando significativamente as chances de premiação. O primeiro sorteio define o prêmio principal da rodada, enquanto o segundo sorteio oferece uma nova oportunidade de vitória para quem não acertou todas as dezenas na primeira etapa.

Além do prêmio principal, destinado a quem acerta as seis dezenas, existem faixas de premiação para acertos de cinco, quatro ou três números em qualquer um dos dois sorteios. Essa estrutura garante múltiplas possibilidades de vitória, mantendo a expectativa renovada a cada etapa e transformando cada concurso em uma experiência única e envolvente.

Como apostar na Dupla Sena

Participar é simples e democrático. O jogador escolhe de 6 a 15 números entre os 50 disponíveis no volante. A aposta mínima de seis dezenas, no valor de R$ 3,00, já participa automaticamente dos dois sorteios, ampliando as chances de vitória.

A Caixa oferece ainda algumas ferramentas que tornam o jogo mais prático e divertido:

  • Surpresinha: os números são escolhidos aleatoriamente pelo sistema, ideal para quem prefere confiar na sorte.
  • Teimosinha: permite repetir a mesma aposta por até 12 concursos consecutivos, mantendo os números favoritos sempre em disputa.
  • Bolões oficiais: amigos, familiares ou colegas podem unir forças, dividir custos e aumentar as chances de vitória. Além de estratégica, essa modalidade transforma o jogo em momentos de confraternização, expectativa e emoção compartilhada.

História e curiosidades da Dupla Sena

Criada em 2001, a Dupla Sena rapidamente conquistou seu espaço entre as loterias mais populares do Brasil. O grande diferencial — dois sorteios em um único concurso — mantém o jogo sempre interessante, atraindo tanto apostadores veteranos quanto novos jogadores.

Alguns números se tornaram “queridinhos” dos apostadores, como 10, 23 e 34, embora todos os números tenham a mesma probabilidade de serem sorteados. Essa imprevisibilidade transforma cada concurso em uma experiência única, cheia de suspense e expectativa.

A emoção de concorrer duas vezes

O charme da Dupla Sena está na dupla emoção que proporciona. Cada sorteio é uma nova dose de adrenalina: o primeiro revela os primeiros vencedores, e o segundo oferece outra chance de mudança de vida. Para muitos, acompanhar os dois sorteios em sequência cria momentos intensos de tensão, expectativa e esperança.

Além da emoção, a possibilidade de premiações menores garante que, mesmo sem levar o grande prêmio, o jogador sinta o gosto da conquista e mantenha viva a magia de acreditar na sorte.

Aposte com responsabilidade

Apesar da empolgação, é importante lembrar que a Dupla Sena é um jogo de sorte e deve ser encarada como entretenimento. Definir limites, jogar com responsabilidade e valorizar a diversão acima do resultado é a melhor forma de aproveitar a experiência com segurança e equilíbrio.

Dupla Sena: mais que números, uma oportunidade de recomeço

Mais do que uma loteria, a Dupla Sena simboliza sonhos, possibilidades e esperança. Cada bilhete comprado representa desejos individuais — desde quitar dívidas até investir em projetos pessoais ou garantir estabilidade financeira.

A cada concurso, milhões de brasileiros se permitem imaginar uma vida diferente, sonhar com mudanças significativas e acreditar que a sorte pode sorrir a qualquer momento. A Dupla Sena prova que, mesmo em meio às dificuldades do cotidiano, a possibilidade de realizar sonhos mantém acesa a chama da esperança, unindo o país em torno da emoção de acreditar que tudo é possível.

Demi Lovato acelera o coração dos fãs com “Fast”, seu novo single pop e emocional

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Foto: Reprodução/ Internet

Demi Lovato está de volta — e, como sugere o título do novo single, voltou rápido. “Fast”, lançado nesta sexta-feira (1º), marca a estreia oficial de uma nova fase na carreira da cantora norte-americana, após o álbum de rock Holy Fvck (2022). Desta vez, o caminho escolhido é um pop mais melódico e emocional, embalado por batidas modernas, refrão forte e uma produção afinada por Zhone — o mesmo produtor que já trabalhou com Troye Sivan, Charli XCX e Kesha.

Se Holy Fvck foi raiva e catarse, Fast é vulnerabilidade e reflexão. A letra fala sobre o tempo que escapa, as dores que amadurecem e a urgência de se viver com autenticidade. E claro, como sempre, Demi entrega vocais poderosos, uma presença cativante e a honestidade que a transformou em uma das artistas mais queridas (e reais) da música pop contemporânea.

“Tudo passou rápido demais”

A música começa suave, quase como uma confissão: “Time slipped through my fingers / I blinked, and it was gone” (“O tempo escorregou entre meus dedos / Pisquei e já tinha ido embora”). Aos poucos, entra a batida — sintetizadores em camadas, baixos marcantes e um ritmo que remete à estética da era Confident, mas com nuances modernas do synthpop e uma pegada quase nostálgica dos anos 2010.

Na composição, Demi revisita sentimentos antigos, fala sobre amores que se foram, momentos que não voltam e decisões que hoje ela vê com mais clareza. Apesar do tom melancólico, a canção tem energia de superação — algo entre a maturidade de quem viveu muito e a liberdade de quem não precisa mais provar nada para ninguém.

É uma canção sobre seguir em frente, mesmo quando tudo parece estar correndo mais depressa do que conseguimos acompanhar.

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Pop com assinatura emocional

Embora seja um retorno ao pop, Fast não soa como um revival gratuito. Pelo contrário, soa como evolução. A produção de Zhone é sofisticada, polida e emocional sem ser melodramática. Ele mantém a essência pop que marcou os primeiros discos de Demi, mas insere texturas eletrônicas e arranjos sutis que ampliam o impacto da música.

Um novo álbum à vista?

A canção é o primeiro single de um novo álbum de estúdio que será lançado ainda em 2025. Este será o nono disco da carreira de Demi Lovato e já desperta grandes expectativas entre fãs e críticos. De acordo com o que a própria artista compartilhou nas redes sociais, o disco será mais “pop com conteúdo”, misturando batidas dançantes com letras intensas, que abordam desde amadurecimento até identidade pessoal.

O álbum tem produção executiva de Zhone e deve contar com colaborações importantes, incluindo nomes como Troye Sivan, Doja Cat e Rina Sawayama. Ao todo, mais de 40 faixas foram gravadas durante o processo de criação — o que indica que Demi esteve em uma fase altamente produtiva nos estúdios.

E sim, já se fala em turnê: rumores indicam datas internacionais em 2026, com passagens pela América Latina e uma possível apresentação no Brasil.

Por que “Fast” importa?

Em um mercado pop repleto de lançamentos semanais e algoritmos sedentos por viralizações, Demi entrega algo raro: um retorno com alma. “Fast” não é apenas mais uma música para dançar ou adicionar a uma playlist. É uma declaração artística sobre o tempo, a memória e a reconciliação consigo mesma.

Para fãs de longa data, a música ecoa como uma carta aberta. Para novos ouvintes, pode ser um convite para mergulhar no repertório de uma artista que sobreviveu às pressões da indústria e transformou dor em força criativa.

O que esperar daqui pra frente?

Se depender da nova música, o novo álbum da artista será pop, sim — mas longe de ser superficial. A artista parece pronta para retomar seu espaço nas paradas com consistência e profundidade. E tudo indica que essa será sua era mais coesa e consciente até agora.

Selena Gomez volta ao set de Os Feiticeiros Além de Waverly Place e confirma participação na 2ª temporada da série no Disney+

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Ela voltou — de novo! Selena Gomez confirmou que está de volta ao universo mágico de Os Feiticeiros de Waverly Place, agora com uma participação especial na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place, continuação da série original no Disney+.

A atriz e cantora, que viveu Alex Russo durante quatro temporadas e um filme entre 2007 e 2012, publicou nos Stories do Instagram uma imagem diretamente do set de gravações com a legenda: “Simplesmente parece certo.” Os fãs, claro, surtaram — e com razão. Afinal, a presença de Selena nesse revival tem um peso emocional gigantesco para toda uma geração que cresceu assistindo às confusões mágicas dos irmãos Russo.

Embora Selena tenha retornado brevemente na primeira temporada como Alex, sua nova participação ainda é envolta em mistério. Nenhum detalhe específico foi divulgado pela Disney, mas fontes próximas à produção indicam que a aparição deve ser pontual — embora significativa.

Uma nova geração de feiticeiros

A série de continuação tem como foco principal Justin Russo (vivido novamente por David Henrie), agora adulto, casado e pai de dois filhos. Ele tenta viver uma vida normal longe da magia, mas tudo muda quando cruza o caminho de Billie (Janice LeAnn Brown), uma jovem feiticeira promissora que precisa de orientação.

Além de Henrie e Selena, o elenco inclui Mimi Gianopulos como Giada, esposa de Justin; Alkaio Thiele como Roman, o filho mais velho do casal; Max Matenko como o caçula, Milo; Taylor Cora como Winter, melhor amiga de Billie; e Janice LeAnn Brown, a nova protagonista da história.

O peso de Alex Russo

Mesmo que seja uma aparição rápida, a presença de Selena Gomez tem um valor simbólico forte: ela é a ponte direta com o fenômeno original da Disney. Sua personagem, Alex Russo, se tornou um dos ícones da programação teen dos anos 2000, e sua ironia, carisma e poder mágico conquistaram fãs pelo mundo todo.

A frase publicada por Selena nos Stories — “simplesmente parece certo” — parece dizer muito. Depois de anos focada em sua carreira musical, em produções como Only Murders in the Building e em seu trabalho como empresária e ativista, Gomez retorna ao lugar onde tudo começou. E os fãs não poderiam estar mais felizes.

Quando estreia?

A segunda temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ainda não tem data oficial de estreia, mas os episódios estão atualmente sendo gravados. A primeira temporada, lançada no Disney+, teve boa recepção e conseguiu unir o público nostálgico com uma nova geração que está conhecendo o universo mágico dos Russo.


Resumo rápido para quem chegou agora:

  • Selena Gomez está confirmada na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place.
  • A atriz revelou seu retorno com uma publicação nos Stories: “Simplesmente parece certo”.
  • Ela fará uma participação especial, assim como na 1ª temporada.
  • A série continua acompanhando Justin Russo e uma nova geração de feiticeiros no Disney+.

“Profissão Repórter” desta terça (22/07) investiga os avanços e os perigos do monitoramento por câmeras no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

Em São Paulo, o futuro parece já ter chegado. Mais de 30 mil câmeras espalhadas pela cidade observam, registram e, cada vez mais, decidem quem deve ser abordado, revistado, levado à delegacia. Em um contexto urbano de crescimento populacional, desigualdade e insegurança, a capital paulista se transformou em um imenso laboratório de vigilância, onde inteligência artificial e reconhecimento facial são apontados como promessas de eficiência na segurança pública.

Mas o que acontece quando a máquina erra o rosto? Quando a tecnologia se engana sobre quem você é?

Foi isso que o Profissão Repórter da última terça-feira (22) quis investigar. A equipe liderada por Chico Bahia, Talita Marchiori e outros jornalistas do programa mergulhou nas entranhas do sistema de videomonitoramento da cidade e descobriu que, entre capturas bem-sucedidas de foragidos da Justiça, há também falhas que mudam — e ferem — vidas inteiras.

A central do Smart Sampa: entre dados e decisões

O ponto de partida da reportagem é a central do Smart Sampa, programa da Prefeitura de São Paulo que concentra as câmeras públicas da cidade. As imagens, monitoradas em tempo real, são processadas por softwares de reconhecimento facial. Quando um rosto registrado no banco de dados das polícias é identificado, o sistema emite um alerta e aciona as forças de segurança.

Segundo dados da própria Prefeitura, o sistema já colaborou para prender 1.481 foragidos da Justiça. O número impressiona — mas 23 pessoas também foram presas por engano, e outras 1.212 foram abordadas de forma equivocada, sem chegar a ser detidas.

A frieza das estatísticas esconde dramas como o de Bárbara Maria Mendonça, 39 anos, produtora de eventos, moradora da Zona Oeste. “Em menos de uma hora, fui parada duas vezes. Saí de casa para ir ao posto de saúde e voltei tremendo. Nunca fui de sair muito, mas agora tenho medo até de ir na padaria”, conta, com os olhos cheios d’água. Desde o episódio, Bárbara tem evitado andar sozinha e passou a tomar medicamentos para ansiedade.

O trauma de um inocente: “Me confundiram com alguém que eu nunca vi”

O caso de Francisco Ferreira da Silva, de 80 anos, é ainda mais angustiante. Aposentado, voluntário em uma horta comunitária e morador da Zona Leste, Francisco foi levado à delegacia após ser identificado pelo sistema como um suposto criminoso. “Eu estava regando as plantas. Eles chegaram, perguntaram meu nome, mandaram eu subir na viatura. Nem entendi o porquê. Passei o dia preso, sem saber de nada.”

Foram quase dez horas de detenção até que o erro fosse reconhecido. O constrangimento público, a desconfiança de vizinhos e a vergonha permanecem. “Nunca passei por isso nem nos tempos difíceis da ditadura. Nunca imaginei que, com 80 anos, ia ser tratado como bandido.”

A família de Francisco relata que, após o ocorrido, ele passou a se isolar. “Ele parou de ir à horta. Disse que tem medo de ser confundido de novo. E agora?”, questiona a filha, Ana Cláudia.

Câmeras também vigiam do lado de dentro dos muros

A reportagem também revela que o reconhecimento facial não está restrito ao setor público. Os repórteres Everton Lucas e Francisco Gomes acompanharam reuniões em condomínios residenciais da capital paulista que discutem a instalação de câmeras com IA.

A promessa dos fornecedores é tentadora: portarias automatizadas, controle de acesso por biometria facial e até alerta automático para “pessoas suspeitas”. Mas o que define “suspeito”? Como é feito o cruzamento de dados? Para quem vai essa informação?

A reportagem aponta que as imagens privadas já estão sendo integradas ao sistema público de segurança, criando um enorme banco de dados que pode, eventualmente, escapar do controle dos próprios moradores.

“É uma sensação estranha. Ao mesmo tempo em que você se sente mais seguro, começa a se perguntar se a sua casa virou parte de um sistema maior que você não entende bem”, comenta Marcos, síndico de um condomínio na Vila Mariana. “E quando o rosto confundido for o do meu filho voltando da escola?”

A tecnologia também é usada para enganar — e lucrar

No interior do estado, o reconhecimento facial foi instrumento de um golpe perverso. A equipe de Esther Radaelli e João Lucas Martins acompanhou investigações em cidades como Júlio Mesquita e Guarantã, onde idosos foram vítimas de estelionatários que utilizaram suas imagens para contrair empréstimos falsos em bancos digitais.

As imagens eram captadas por redes sociais, documentos digitalizados ou câmeras públicas. “Bastava uma foto bem iluminada para burlar o sistema de verificação facial”, explica o delegado Gustavo Pozzer, responsável pelo caso.

Entre as vítimas, Pedro Nunes, 77 anos, descobriu que seu nome estava sujo no SPC por uma dívida que nunca contraiu. “Disseram que eu pedi um empréstimo de R$ 20 mil. Eu nem sei usar aplicativo de banco, quanto mais pedir dinheiro.”

O caso expõe um novo risco: o sequestro da identidade biométrica. Ao contrário de uma senha, o rosto de alguém não pode ser alterado. E se a tecnologia que deveria proteger acaba servindo para enganar, o problema é ainda mais grave.

Inteligência artificial pode reproduzir desigualdades

Especialistas ouvidos pela reportagem ressaltam que a inteligência artificial não é neutra. Ela aprende com dados — e se esses dados forem enviesados, o resultado também será. Pessoas negras, pobres ou periféricas, historicamente mais expostas a abordagens policiais, são também as mais vulneráveis aos erros da tecnologia.

“A gente costuma pensar que o computador é imparcial, mas ele apenas repete padrões. Se os bancos de dados usados no reconhecimento facial forem baseados em abordagens históricas injustas, isso será reproduzido sem filtro”, alerta a pesquisadora Bruna Freitas, doutora em direitos digitais.

Em outros países, como Reino Unido e Estados Unidos, cidades suspenderam o uso de reconhecimento facial após protestos e denúncias de abusos. No Brasil, a ausência de uma regulação clara preocupa especialistas, que alertam para o risco de um sistema de vigilância descontrolado, alimentado por interesses públicos e privados.

Entre o medo e a eficiência: o dilema da segurança moderna

O que o Profissão Repórter desta semana revela é que a tecnologia, quando usada sem critérios humanos, pode deixar de proteger para passar a punir. A eficiência do sistema é inegável — foragidos são capturados, desaparecidos localizados, investigações aceleradas.

Mas ao mesmo tempo, as falhas têm rostos, histórias e traumas. E muitas vezes, essas falhas não têm quem as responda.

O futuro nos observa — mas quem observa o futuro?

A matéria termina com um questionamento inevitável: quem vigia os vigilantes? Em uma cidade onde câmeras estão em cada esquina, e onde os rostos são processados por algoritmos que ninguém entende completamente, a linha entre segurança e abuso pode ser tênue.

A tecnologia está entre nós — e cada vez mais, sobre nós. Mas se ela for adotada sem transparência, sem justiça e sem humanidade, não estaremos apenas entregando nosso rosto ao Estado e ao mercado. Estaremos renunciando ao direito de sermos tratados como pessoas, e não como suspeitos.

Retratos no Espelho | Um romance construído em vozes, memórias e segredos — José Cristovam transforma diálogos em cinema para o papel

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Foto: Reprodução/ Internet

Em Retratos no Espelho, o escritor José Cristovam entrega uma obra que parece respirar como um filme — não apenas pelo ritmo, mas pela forma como cada diálogo carrega luz, sombra, tensão e silêncio. O romance, inteiramente construído por conversas, abre com um psicólogo revisitando um caso que marcou sua carreira: a história fragmentada, intensa e cheia de cicatrizes emocionais da família Lebazi Estevam. A partir desse ponto, o leitor é convidado a atravessar décadas em uma narrativa que se move como lembrança: nunca em linha reta, mas em curvas, flashes, retornos e cortes abruptos que lembram a montagem de um longa-metragem.

A trama salta dos anos 1960 ao início de 2020, reconstruindo momentos-chave na vida dos personagens como quem revira uma caixa antiga de fotografias. Cada diálogo funciona como uma imagem revelada — ora nítida, ora tremida, ora desgastada pelo tempo. Surgem discussões entre marido e mulher, confrontos entre pais e filhos, expectativas quebradas, reencontros marcados por emoções mal resolvidas, decisões adiadas e dores que se recusam a ser esquecidas. Não há linha cronológica confortável: há apenas memória, com toda sua subjetividade. O leitor decifra os fatos como quem monta um quebra-cabeça emocional, juntando pistas, tons de voz, hesitações e palavras não ditas.

E é justamente nisso que o livro se destaca. Em cada conversa, o autor trabalha temas universais — traumas que moldam a vida adulta, culpa que pesa mais do que deveria, a urgência de pedir perdão antes que seja tarde, a fragilidade dos vínculos familiares e o amor que, mesmo desgastado, insiste em permanecer. É um romance sobre como carregamos o passado no corpo, sobre como nossas versões antigas nunca desaparecem completamente.

Ambientado no ABC paulista, o livro se diferencia por não oferecer descrições físicas extensas ou cenários detalhados. Cristovam escolhe confiar na capacidade imaginativa do leitor, permitindo que cada um visualize rostos, espaços e gestos de acordo com sua própria bagagem emocional. É como assistir a um filme no escuro, onde a imagem se forma dentro da mente — uma composição íntima, quase secreta, entre leitor e narrativa. Sem narradores intermediários, sem capítulos que interrompem o fluxo, a sensação é de estar sentado ao lado dos personagens, ouvindo suas confissões, presenciando suas fraquezas, entendendo suas dores.

Outro ponto que torna Retratos no Espelho uma experiência singular é a trilha sonora integrada ao texto por meio de QR codes. Canções icônicas como “Exagerado” (Cazuza), “Se Eu Quiser Falar com Deus” (Gilberto Gil), “Como Uma Onda” (Lulu Santos), “Eduardo e Mônica” (Legião Urbana) e “Caso Sério” (Rita Lee) surgem como extensão das emoções expressas nos diálogos. A música entra como personagem invisível, dando textura às cenas e servindo como ponte afetiva entre o leitor e a atmosfera do momento. É uma escolha que reforça não apenas o caráter cinematográfico do romance, mas também o compromisso da obra em provocar sensações — e não apenas contar uma história.

Ao descrever Retratos no Espelho como um “filme escrito”, José Cristovam não exagera. O romance avança e recua apenas pelas vozes que o compõem, revelando camadas que só aparecem quando personagens se permitem olhar sem filtros, sem máscaras, sem escudos. É uma narrativa sobre o peso da memória e a coragem necessária para encarar o próprio reflexo — e, ao mesmo tempo, um convite para que o leitor faça o mesmo.

Sabadou com Virginia 14/06/2025 – Pedro Sampaio, Eri Johnson e Ju Knust, Bobeou, Chocou e Se Beber, Não Fale

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No Sabadou com Virginia deste sábado, 14 de junho de 2025, prepare-se para um programa repleto de música, histórias emocionantes, humor e muitas surpresas. Recebendo grandes nomes do entretenimento como Pedro Sampaio, Eri Johnson e Ju Knust, a apresentadora Virginia Fonseca promete agitar a noite com sua energia contagiante — e, pela primeira vez, entra no estúdio acompanhada dos três filhos: Maria Alice, Maria Flor e o caçula José Leonardo, em um momento especial e familiar que promete encantar o público.

Durante o programa, os convidados se divertem nos quadros “Bobeou, Chocou” e “Se Beber, Não Fale”, onde o improviso e o bom humor ditam o ritmo. Entre risadas e brincadeiras, também há espaço para conversas íntimas e revelações surpreendentes.

Pedro Sampaio celebra nova fase internacional

O DJ e cantor Pedro Sampaio compartilha os bastidores de sua mais recente parceria com ninguém menos que o astro colombiano J Balvin, com quem lançou a música Perversa.

“Sou muito fã do J Balvin. Ele é um dos maiores artistas latinos da atualidade e tem uma presença muito forte no Brasil. Quando criei Perversa, sabia que queria algo que fosse do Brasil para o mundo. Fiz questão de que ele cantasse o refrão em português — e mesmo com o sotaque, ele topou na hora. Foi incrível!”, revela Pedro, empolgado com o alcance do projeto.

Ao relembrar sua trajetória, o artista detalha como decidiu assumir os vocais de suas faixas autorais:
“Comecei como DJ e achava que meu trabalho era produzir e tocar. Mas quando ninguém queria cantar as músicas que eu compunha, pensei: ‘Por que não eu?’. E assim nasceu essa minha versão cantor, que hoje é uma das minhas maiores paixões.”

Ele ainda destaca seu envolvimento direto em todas as etapas da carreira:
“Eu boto a mão na massa em tudo: show, repertório, cenário… Sou muito trabalhador e acho que o público percebe isso. A conexão é mais verdadeira quando o artista está presente em cada detalhe.”

Eri Johnson e Ju Knust revivem sucesso do teatro

Na conversa com Virginia, Eri Johnson e Ju Knust falam sobre o sucesso da comédia Aluga-se um Namorado, em cartaz no Teatro Multiplan, em São Paulo. A peça é uma remontagem do clássico que Eri estrelou há duas décadas e continua conquistando plateias.

“É uma das comédias mais respeitosas em cartaz hoje. A trama gira em torno de uma jovem judia que decide alugar um namorado que finja ser judeu para agradar os pais. O que ela não sabe é que ele não é judeu, e isso desencadeia uma confusão hilária — mas cheia de respeito e empatia”, explica Eri.

Ju Knust, celebrando uma nova fase na carreira, se mostra entusiasmada com o convite para integrar o elenco:
“O Eri teve essa ideia de remontar a peça, que foi um sucesso absoluto, e me chamou. Estou muito feliz, porque além do humor, é uma peça com mensagem e sensibilidade.”

Ela também compartilha uma curiosidade sobre sua recente mudança no nome artístico:
“Consultei uma numeróloga e ela disse que o nome Juliana estava ótimo, mas que se eu usasse Ju, a energia poderia fluir ainda melhor. E, desde que mudei, realmente senti uma diferença positiva. Estou em uma fase muito boa.”

Amizade com Roberto Carlos

No encerramento do bate-papo, Eri ainda emociona ao falar sobre sua amizade com Roberto Carlos, a quem reverencia não apenas como ídolo da música, mas como ser humano.

“Tenho um carinho imenso pelo Roberto. Ele é uma pessoa incrível, generosa. Há mais de uma década que a gente navega junto, literalmente e figurativamente. Ele é um mestre, em todos os sentidos.”

Com emoção, leveza e muitos momentos marcantes, o Sabadou com Virginia promete ser uma edição imperdível — reunindo talento, amizade e histórias que tocam o coração.

Sem meias palavras! Guilherme Boulos enfrenta debate direto no No Alvo desta segunda (25/08)

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Nesta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, o programa No Alvo recebe um convidado que não costuma medir palavras: o deputado federal Guilherme Boulos. Conhecido por sua trajetória política marcada por combatividade e posicionamentos claros, Boulos se depara com um formato que privilegia perguntas diretas e um debate sem rodeios, testando sua capacidade de lidar com críticas, provocações e questões delicadas sobre a cena política brasileira.

O programa, exibido em horário nobre, tem como proposta justamente esse confronto franco: não há espaço para respostas evasivas ou discursos ensaiados. Desde os primeiros minutos, Boulos mostra que está pronto para entrar no jogo. Com postura firme e tom incisivo, o político deixa claro que veio para dizer o que pensa e não se intimidar diante de rivais ou do público que assiste ao debate.

Ao longo da conversa, Boulos demonstra conforto com a exposição. Ele fala abertamente sobre adversários políticos, analisa os movimentos da direita brasileira e não poupa críticas a colegas de cena política que considera oportunistas ou descompromissados com causas sociais. Entre declarações fortes, o deputado não hesita em comentar apelidos e provocações que recebeu ao longo da carreira, sempre com uma pitada de ironia ou crítica direta.

Em um dos momentos mais comentados da entrevista, ele afirma que “o caminho mais fácil na política é se aliar, se vender ao sistema”, refletindo sua visão sobre aquilo que considera compromissos vazios ou alianças oportunistas. A frase resume bem a postura de Boulos diante de um cenário político que, segundo ele, valoriza mais acordos pragmáticos do que ideais ou projetos de impacto social.

Outro ponto que chamou atenção foi a avaliação de nomes em ascensão na política ou na internet, como Pablo Marçal, que Boulos classificou sem hesitar como “um picareta”. A declaração gerou repercussão imediata nas redes sociais, evidenciando a disposição do deputado de expor sua opinião sem receio de críticas ou polêmicas.

Críticas Diretas à Imprensa

O deputado também aproveitou o espaço para fazer uma análise crítica da imprensa, ressaltando que, muitas vezes, os meios de comunicação reforçam narrativas convenientes para determinados grupos políticos e econômicos. “A mídia tradicional tem um papel relevante, mas não é neutra. É preciso que o cidadão esteja atento a isso”, comentou.

Segundo Boulos, o debate público e a imprensa deveriam fomentar a reflexão e a pluralidade de opiniões, mas acabam, em alguns casos, reforçando discursos polarizados ou superficialmente sensacionalistas. Ele defende que a política, quando reduzida a manchetes rápidas ou análises superficiais, perde espaço para discussões de fundo que realmente impactam a vida das pessoas.

Essa postura crítica não é novidade na trajetória do deputado. Desde suas primeiras campanhas, Boulos se posiciona como alguém que desafia o status quo, questiona estruturas consolidadas e busca dar voz a grupos historicamente marginalizados, como movimentos sociais e organizações populares.

Avaliação da Direita Brasileira

O tema da direita política também dominou boa parte do debate. Boulos não poupou análises e críticas sobre o que considera estratégias populistas ou manobras políticas que, segundo ele, visam apenas conquistar votos sem apresentar propostas consistentes. Para o deputado, parte da direita brasileira se apoia em discursos inflamados, polarização e campanhas midiáticas, deixando de lado discussões estruturantes sobre políticas públicas, educação e desigualdade social.

“É mais fácil gritar slogans do que construir um projeto político sério. E isso acaba sendo prejudicial para o país como um todo”, afirmou. A declaração reflete um dos eixos centrais da entrevista: a crítica à superficialidade política e à adoção de discursos convenientes em detrimento de ações concretas.

Personalidade e Combatividade

Mais do que comentar adversários ou estratégias políticas, Boulos também revelou um pouco de sua personalidade. O deputado demonstrou ser alguém que valoriza a coerência e o compromisso com princípios, mesmo em um ambiente de debate acirrado. Ele comentou sobre a pressão constante que acompanha quem decide se expor publicamente e sobre a necessidade de manter firmeza diante de ataques, provocações ou polêmicas.

Em vários momentos, sua fala mesclou seriedade e leveza, mostrando que é possível criticar e confrontar sem perder a humanidade. Essa combinação de combatividade e autenticidade é um dos elementos que cativa parte do público que acompanha sua trajetória, seja no Congresso Nacional, nas redes sociais ou em entrevistas e debates como o “No Alvo”.

Super Tela deste sábado (26/07): Record TV exibe o intrigante thriller “Nefarious”

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Foto: Reprodução/ Internet

No meio de tantos blockbusters que apostam em efeitos especiais e grandes franquias, às vezes o cinema independente traz algo diferente — um filme que vai além do entretenimento para fazer a gente pensar. Nefarious, que vai passar na Super Tela da Record TV neste sábado, 26 de julho de 2025, é exatamente isso. Um thriller de terror com uma pegada espiritual, que mexe com a nossa cabeça e desafia as certezas.

Dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, o longa é baseado no livro A Nefarious Plot, de Steve Deace, e conta uma história que, apesar de simples, tem camadas profundas. É um filme que não foge de temas polêmicos e que pode dividir opiniões — mas que, com certeza, vai deixar marca.

Um enredo que mistura dúvida, fé e medo

A história gira em torno do psiquiatra Dr. James Martin (interpretado por Jordan Belfi), que é chamado para avaliar um preso no corredor da morte, Edward Wayne Brady (Sean Patrick Flanery). Edward foi condenado por uma série de assassinatos, mas ele diz que não é ele mesmo — na verdade, é um demônio chamado Nefarious que tomou seu corpo.

A missão de Martin é descobrir se Edward está realmente louco ou só tentando enganar o sistema para escapar da execução. Só que essa avaliação acaba mexendo com muito mais do que a vida do condenado: desafia as próprias crenças do psiquiatra e joga o espectador num jogo de sombras entre ciência, religião e psicologia.

Nefarious não tenta dar respostas fáceis, pelo contrário. Ele faz a gente questionar o que é real e o que não é, o que é maldade humana e o que pode ser algo maior — e deixa a dúvida pairando durante todo o filme.

Personagens vivos e intensos

Um dos pontos fortes do filme é o elenco, que dá vida a essa trama pesada de um jeito muito natural e convincente. Sean Patrick Flanery, que já fez vários papéis marcantes, está simplesmente brilhante como Edward/Nefarious. Ele consegue ser assustador, sedutor e cheio de nuances, o tipo de vilão que a gente não esquece fácil.

Jordan Belfi, no papel do psiquiatra Martin, segura muito bem o filme, mostrando um homem que tenta ser racional e firme, mas que vai se desmoronando à medida que o confronto com Edward avança. Ele traz humanidade para um personagem que poderia facilmente virar apenas um clichê do médico cético. O restante do elenco também dá um suporte sólido, ajudando a construir aquela atmosfera de tensão e confinamento que permeia toda a história.

Um filme que fala sobre fé e dúvida

O que mais chama atenção em Nefarious é a forma direta como ele aborda a fé, o sobrenatural e o mal. Não é só mais um filme de terror com fantasmas e monstros — aqui, o mal tem voz, opinião, e até crítica social.

Em vários momentos, o tal “Nefarious” fala sobre como o mundo está pior do que nunca, citando problemas reais como o aumento da escravidão moderna e o aborto, temas que aparecem no filme e mexem com o espectador de forma bastante direta.

Isso pode incomodar quem prefere um filme mais neutro ou que não toque nesses assuntos. Por outro lado, traz uma autenticidade que é rara, especialmente no gênero terror, e mostra um lado pouco explorado: o confronto entre crença e ceticismo.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma produção modesta, mas eficiente

Gravado em Oklahoma City, o filme usa um cenário simples — quase todo dentro da prisão — para criar um clima claustrofóbico que ajuda a aumentar o suspense. Não tem efeitos especiais mirabolantes, mas a fotografia, os sons e a direção de arte funcionam juntos para deixar tudo tenso e envolvente.

Essa simplicidade acaba favorecendo a história, que não perde o foco nos personagens e na luta psicológica que está no centro do filme.

Como o público e a crítica reagiram

O longa-metragem não fez muito barulho nas bilheterias — arrecadou cerca de US$ 1,3 milhão, número modesto perto dos grandes lançamentos. A crítica especializada foi dividida, com alguns apontando que o filme exagera na mensagem religiosa e que falha em algumas partes do roteiro. Já o público, especialmente aqueles que gostam de histórias que mexem com a mente e o espírito, deu uma resposta bem mais positiva, com nota B+ no CinemaScore e 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Por que vale a pena assistir

Se você está cansado de filmes de terror que se resumem a sustos fáceis e efeitos visuais, o longa pode ser uma surpresa. Ele desafia o espectador a pensar sobre o que é maldade, sobre o que acreditamos e como lidamos com o desconhecido. Além disso, é uma história que toca no humano, nos medos que todo mundo tem, mesmo quando tenta esconder. E isso faz toda a diferença.

Super Tela de sábado (17/05/2025) Record exibe o filme Mente Criminosa

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Se você curte filmes de ação com um toque de ficção científica, drama psicológico e aquele elenco de peso que dá gosto de ver em cena, a dica para o sábado à noite já está dada: a Super Tela da Record TV exibe no dia 17 de maio de 2025 o longa “Criminal”, um thriller eletrizante com Kevin Costner, Gary Oldman, Tommy Lee Jones e até uma pontinha de Ryan Reynolds e Gal Gadot para fechar o pacote com chave de ouro.

Uma mente, dois homens — e o mundo em jogo

Dirigido por Ariel Vromen, o mesmo de “O Homem de Gelo”, “Criminal” (lançado originalmente em 2016) tem uma premissa digna de ficção científica, mas com o pé fincado na ação e na espionagem clássica. A história começa com Bill Pope (Ryan Reynolds), um agente da CIA que está no meio de uma missão delicadíssima envolvendo a proteção de uma testemunha que tem informações explosivas. Mas tudo vai por água abaixo quando Pope é assassinado misteriosamente.

Só que em vez de enterrar o caso junto com o agente, a CIA resolve dar um passo ousado (e um tanto perturbador): transferir as memórias, sentimentos e habilidades de Pope para o cérebro de um condenado perigoso, o instável Jerico Stewart, vivido por Kevin Costner em uma de suas atuações mais “fora da caixinha”. O responsável pela cirurgia cerebral meio sci-fi é o médico vivido por Tommy Lee Jones, enquanto Gary Oldman interpreta o chefão da CIA que topa essa loucura desesperada para impedir um desastre global.

Costner em modo bruto e sensível

Costner entrega um personagem instável, violento e imprevisível — afinal, ele é um criminoso com zero empatia — mas que, aos poucos, começa a ser afetado pelas memórias e sentimentos do antigo agente. E é aí que o filme ganha camadas mais emocionais: Jerico passa a sentir um carinho genuíno pela viúva de Pope, interpretada por Gal Gadot, e pela filha do agente morto. A partir daí, o que era apenas uma missão para salvar o mundo também vira uma jornada de redenção, ainda que cheia de tiroteios e explosões.

Ação clássica com um toque sci-fi

Apesar da ideia meio mirabolante de transplante de memórias, “Criminal” aposta na fórmula já conhecida do cinema de espionagem: perseguições, dilemas morais, vilões ameaçadores e uma boa dose de pancadaria. A crítica especializada não foi muito gentil com o filme, que tem nota 2,0 entre os jornalistas e algumas ressalvas sobre o roteiro um pouco batido. Mas o público se mostrou mais generoso: com nota 3,8 entre os usuários, é aquele típico filme de ação pipoca que diverte e entretém quem está em busca de adrenalina e reviravoltas.

Vai perder?

Se por algum motivo você não conseguir assistir na Super Tela, dá para conferir “Criminal” em streaming nas plataformas Paramount+ e Adrenalina Pura, ambas por assinatura.

Mas se quiser uma dica: deixe o controle remoto de lado, avise a família e aproveite a sessão do sofá.
📺 Super Tela – sábado, 17 de maio
🎬 “Criminal”
🕗 Record TV, após o programa da noite

Luciana comanda debate intenso sobre Mentes Criminosas no SuperPop desta quarta, 05/02

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025, o ‘SuperPop‘ promete uma edição impactante, trazendo à tona um tema que sempre provoca reflexões e fascina o público: os bastidores das mentes criminosas. Sob o comando de Luciana Gimenez, a atração vai ao ar às 22h45 na RedeTV! e reúne especialistas e convidados para uma análise profunda sobre casos que marcaram a história criminal brasileira.

O jornalista e escritor Ulisses Campbell é um dos destaques da noite. Autor de livros investigativos que narram crimes de grande repercussão, como os envolvendo o Maníaco do Parque, Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, Campbell oferece um olhar detalhado sobre os fatos que chocaram o país. Com acesso a bastidores e entrevistas exclusivas, ele explicará como se deu a construção desses retratos criminais em suas obras e abordará as estratégias narrativas que utiliza para capturar a complexidade das histórias.

A conversa será enriquecida com a presença do criminólogo e psicanalista Rubens Correia Junior, que mergulha no perfil psicológico dos criminosos e explica as motivações por trás de comportamentos violentos e antissociais. Correia Junior também fará uma reflexão sobre os padrões comuns encontrados em muitos desses casos e discutirá o impacto psicológico gerado por crimes violentos na sociedade.

Complementando o debate, o jornalista Beto Ribeiro, com vasta experiência na cobertura de casos policiais, trará um panorama das investigações jornalísticas e a forma como a imprensa desempenha um papel crucial para manter a sociedade informada, muitas vezes lidando com situações emocionais intensas.

Entre os momentos mais aguardados da edição está a participação de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, vítima de um dos casos mais emblemáticos do país. Em uma conversa franca e emocionante, Ana Carolina falará sobre os desafios de seguir em frente após a perda de sua filha e como tem transformado a dor em uma missão de conscientização sobre a importância da justiça e da resiliência. Sua presença promete tocar o público com uma mensagem de força e superação.

Com uma abordagem que une jornalismo investigativo, análises psicológicas e depoimentos emocionantes, o ‘SuperPop’ desta semana se apresenta como uma edição imperdível para aqueles que buscam entender mais sobre a complexidade das mentes criminosas e os impactos sociais e emocionais deixados por crimes violentos.

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