Rodrigo Tardelli fala sobre o impacto e os desafios da websérie “Estranho Jeito de Amar”

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Foto: Júlio Andrade/ Divulgação

Por trás de uma câmera ou mergulhado em um roteiro, Rodrigo Tardelli não apenas atua — ele se entrega. Conhecido por protagonizar e cocriar a websérie independente “Estranho Jeito de Amar”, sucesso no YouTube com mais de 11 milhões de visualizações, o ator deu rosto e alma a uma história que foge dos lugares-comuns do amor romântico para iluminar feridas que, por muito tempo, foram varridas para debaixo do tapete — especialmente dentro da comunidade LGBTQIAPN+.

Com duas temporadas já lançadas e uma terceira em desenvolvimento, a série tem chamado atenção em festivais internacionais pela forma sensível e corajosa com que trata relacionamentos abusivos, dependência emocional, traumas e identidade. Um mergulho denso e necessário, que nasceu da própria inquietação de Rodrigo com o silenciamento em torno de dinâmicas violentas entre homens gays — algo ainda pouco explorado no audiovisual brasileiro.

Em uma conversa franca e acolhedora, ele fala sobre os bastidores da produção, os desafios de dar vida a uma narrativa tão visceral e o impacto que a série tem causado na vida de quem assiste. Com a voz embargada em alguns momentos e o coração à flor da pele, Rodrigo deixa claro: o “estranho jeito de amar” pode até doer, mas também pode ser o início de uma libertação.

Foto: Júlio Andrade/ Divulgação

Como surgiu a ideia de criar “Estranho Jeito de Amar”? O que te motivou a contar essa história?

A ideia nasceu de uma inquietação muito verdadeira. Eu sentia falta de ver na tela narrativas LGBTQIAPN+ que abordassem as feridas mais profundas, aquelas que muitos evitam tocar. Estranho Jeito de Amar veio da necessidade de falar sobre as relações abusivas dentro da comunidade gay — um tema ainda pouco debatido e envolto em muito silêncio. Vi pessoas próximas passando por isso e percebi o quanto a arte pode ser um espaço de acolhimento e alerta. Quis transformar essa dor em diálogo, e foi assim que tudo começou.

A série conquistou público dentro e fora do Brasil. Como você explica esse alcance?

Acho que o sucesso está justamente na coragem de mostrar a realidade sem romantização. A gente não vende uma ideia idealizada do amor; mostramos como ele pode ser distorcido pela dependência, pelo controle e pelo medo. Mais do que isso, é uma produção feita com verdade, onde cada ator, cena e palavra do roteiro tem entrega total. As pessoas se veem ali, independente do país ou cultura. Emoção, dor, amor — tudo isso é universal. Quando a história é contada com alma, ela atravessa fronteiras.

Quais foram os maiores desafios durante a produção?

Desafios foram muitos. Fazer uma produção independente no Brasil já é complicado por si só. Agora, realizar uma série LGBTQIAPN+ com essa carga emocional, com cenas intensas, sem o suporte financeiro de grandes patrocinadores e ainda lutar contra os algoritmos das plataformas digitais… é uma batalha diária. Mas isso também é o que me move. Cada “não” que recebíamos só nos fazia entregar ainda mais. O maior desafio talvez tenha sido equilibrar toda essa estrutura enquanto eu atuava, dirigia, produzia e vivia essa história tão densa.

A série aborda temas delicados. Como foi lidar com essa responsabilidade?

Com muita escuta e cuidado. Não escrevemos pensando só em entreter, mas em causar impacto. Tudo foi construído com pesquisa, consultorias e conversas reais. A ideia nunca foi chocar, mas mostrar o que tantas pessoas vivem em silêncio. Eu sabia da responsabilidade de tocar nesses assuntos, principalmente dentro da comunidade, então meu compromisso sempre foi com a verdade e o respeito à dor do outro.

Você esperava a repercussão tão positiva?

Acreditei na força da história, sim, mas a dimensão que ela tomou superou minhas expectativas. No começo, eu só queria que alguém assistisse e dissesse “eu vivi isso” ou “isso me fez enxergar meu relacionamento de outro jeito”. Quando começaram a chegar mensagens assim, de todos os cantos do Brasil e até do exterior, percebi que a série tinha se tornado muito mais que um projeto — virou um espelho para muita gente.

Qual retorno do público mais te marcou até hoje?

O retorno tem sido muito forte. Recebi relatos de pessoas que passaram por situações parecidas e, graças à série, conseguiram se libertar. Também ouvi quem teve dificuldade de assistir até o fim, porque o conteúdo traz muitos gatilhos. O personagem Gael, por exemplo, seduz e prende o público, assim como essas personalidades fazem na vida real, mas também machuca. Muitas pessoas se viram ali, revivendo sentimentos e cicatrizes. É pesado, mas necessário. Quando um trabalho provoca esse tipo de reflexão e abre diálogos que estavam reprimidos, eu entendo que criamos algo que vai muito além do entretenimento — está ecoando dentro das pessoas.

“Estranho Jeito de Amar” abriu portas na sua carreira?

Sem dúvida. Me reconectou profundamente com minha essência artística. Trouxe visibilidade, me levou a festivais internacionais e colocou meu trabalho no radar de pessoas e lugares que antes pareciam distantes. Mas mais que isso, abriu portas internas. Cresci muito fazendo esse projeto, me redescobri como criador, ator e ser humano.

Existem planos para uma nova temporada ou projetos relacionados?

Sim! A série ainda tem muito para contar. Estamos desenvolvendo novos desdobramentos e possibilidades. Claro que tudo depende de estrutura e apoio, mas vontade não falta. O universo de Estranho Jeito de Amar é poderoso demais para acabar por aqui, e o público é quem mais nos inspira a continuar, com seu carinho, perguntas e teorias.

Como você vê o papel da série na representação LGBTQIAPN+ no audiovisual?

A série ocupa um espaço que até então ninguém havia ocupado dessa forma. Falamos de amor, mas também de violência, abuso emocional e traumas. Representar a comunidade não é só mostrar beijo ou finais felizes; é mostrar suas complexidades, suas sombras e feridas. E, ao fazer isso com profundidade, ajudamos o público LGBTQIAPN+ a olhar para si mesmo de maneira mais honesta. Para mim, isso é revolucionário.

O que você aprendeu, pessoal e profissionalmente, com essa experiência?

Que a vulnerabilidade é uma força. Que coragem não é ausência de medo, mas agir apesar dele. Aprendi a confiar na minha intuição e a defender uma história mesmo quando parecia impossível realizá-la. Entendi que o afeto cura, mas também pode adoecer, e reconhecer isso é o primeiro passo para quebrar ciclos. Como artista, aprendi que não precisamos esperar permissão para criar. Quando temos algo urgente a dizer, a arte sempre encontra um caminho.

Na Sessão da Tarde desta segunda (04/08), TV Globo exibe “Paternidade” – História real sobre dor e recomeços

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda-feira, 4 de agosto de 2025, a TV Globo quebra o padrão leve da tradicional Sessão da Tarde para exibir um drama profundo e sensível. “Paternidade” (Fatherhood), filme estrelado por Kevin Hart, mergulha em uma história real sobre perda, superação e o amor incondicional entre um pai e sua filha recém-nascida.

Segundo o AdoroCinema, o filme é inspirado no livro de memórias Two Kisses for Maddy, de Matthew Logelin, e acompanha a comovente trajetória de um homem que, apenas um dia após se tornar pai, perde sua esposa de forma inesperada. Em meio ao luto profundo e à insegurança, ele se vê diante do maior desafio de sua vida: criar a filha sozinho — uma missão para a qual nenhum manual, conselho ou preparação emocional seria suficiente.

Um novo Kevin Hart — mais humano, mais vulnerável

Conhecido mundialmente por seu humor acelerado e papéis cômicos, Kevin Hart surpreende ao mostrar um lado mais contido e emocional. No papel de Matthew, ele abandona as piadas fáceis para entregar uma atuação comovente, sincera e profundamente humana. Seu olhar diz tanto quanto suas falas, e cada gesto revela um homem tentando ser forte quando tudo ao seu redor desaba.

Ao seu lado, a pequena Melody Hurd (Maddy) conquista o público com naturalidade. A química entre os dois — pai e filha na tela — é o coração do filme. Já a veterana Alfre Woodard, no papel da sogra de Matthew, entrega uma atuação poderosa, representando o outro lado da dor: o da mãe que perde a filha e teme que a neta não tenha o cuidado necessário.

Da dor à reconstrução: uma história que nasceu da vida real

O longa vai além da ficção. A história de Matthew Logelin é real — e por isso, tão potente. Em 2008, um dia após o nascimento da filha, Liz, sua esposa, faleceu de uma embolia pulmonar. Sem chão, Matthew encontrou força na própria filha para continuar. E decidiu contar essa história ao mundo. Primeiro, por meio de um blog. Depois, em um livro. Agora, nas telas.

A versão cinematográfica, dirigida por Paul Weitz (de “Um Grande Garoto”), trata esse enredo com a sensibilidade que ele exige. O roteiro, assinado por Weitz em parceria com Dana Stevens, evita exageros ou fórmulas prontas. Aqui, o drama está nos detalhes do cotidiano: a troca de fraldas feita entre lágrimas, as madrugadas solitárias, o primeiro dia de escola. E, principalmente, os silêncios — aqueles que só quem já perdeu alguém conhece.

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Da Netflix para a Globo

Mas não é só a trama que chama atenção. A exibição do filme na emissora da família Marinho também marca um momento inédito na história da Globo: o longa, lançado originalmente pela Netflix em 2021, chega à emissora mesmo com exclusividade da plataforma de streaming.

Produzido pela Columbia Pictures, o filme teve sua distribuição negociada diretamente com a Globo — com o aval da própria Netflix. É mais um passo no movimento crescente de integração entre televisão aberta e plataformas digitais. E uma nova forma de levar histórias emocionantes para públicos que, muitas vezes, não têm acesso fácil ao streaming.

Antes dele, produções como “Cabras da Peste” já haviam seguido um caminho semelhante. Mas o filme é uma das primeiras obras internacionais da Netflix exibidas na maior emissora do Brasil. Um marco simbólico da nova era de consumo de conteúdo audiovisual — onde as barreiras entre plataformas se tornam cada vez mais fluidas.

O retrato possível (e real) da paternidade solo

Em “Paternidade”, não há super-heróis. Não há soluções mágicas. O que vemos é um homem tentando fazer o seu melhor todos os dias. Errando, aprendendo, tentando de novo. E isso é o que o torna tão comovente. Matthew não sabe amarrar o laço do vestido da filha. Não entende de cólicas, brinquedos ou penteados. Mas sabe acolher, ouvir, estar presente. Sabe transformar a ausência em presença. E isso, por si só, já é um ato de heroísmo. Em um mundo onde a responsabilidade pelos filhos ainda recai, em sua maioria, sobre as mães, filmes como esse mostram que o afeto paterno pode — e deve — ser ativo, sensível e fundamental.

Representatividade importa — e emociona

Mais do que uma história de superação, a trama é um filme sobre presença. E é poderoso ver um homem negro ocupando esse lugar de protagonista amoroso, vulnerável e comprometido com a filha. Kevin Hart falou sobre isso em diversas entrevistas: “Eu queria mostrar um pai real. Alguém que ama, que falha, que insiste. Mostrar que homens também sentem, também choram, também educam.” Essa representação é importante. E necessária. Em um cenário cinematográfico onde a masculinidade ainda é, muitas vezes, retratada como fria ou distante, filmes como “Paternidade” ajudam a reconfigurar imaginários — e, quem sabe, inspirar novas formas de ser pai.

Crítica e recepção

Lançado em junho de 2021, o longa-metragem recebeu críticas positivas por sua sensibilidade e pelo bom equilíbrio entre emoção e humor leve. No Rotten Tomatoes, mantém 67% de aprovação da crítica e 71% do público. O consenso é de que, embora não traga grandes surpresas narrativas, o longa emociona com honestidade e atuações sólidas.

Para Sempre Minha | Novo terror com Tatiana Maslany e Rossif Sutherland estreia nos cinemas em novembro

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Foto: Reprodução/ Internet

A distribuidora Diamond Films acaba de anunciar a chegada de mais um suspense psicológico aos cinemas brasileiros: Para Sempre Minha (Keeper, no original), novo longa dirigido por Osgood Perkins, que estreia em novembro deste ano. O filme promete ser um dos destaques do gênero terror em 2025 e já teve seu teaser oficial divulgado, revelando um clima tenso, soturno e emocionalmente perturbador.

Com um elenco liderado por Tatiana Maslany (She-Hulk, Orphan Black) e Rossif Sutherland (Possessor, Reign), o longa mergulha em um suspense íntimo e arrepiante, onde as fronteiras entre amor, obsessão e terror se confundem.

O teaser, que você pode conferir logo acima, entrega pouco da trama — e justamente por isso, deixa uma impressão poderosa. Com cortes secos, cenas silenciosas e imagens repletas de tensão emocional, o vídeo antecipa um filme psicológico, com atmosfera melancólica e crescente sensação de claustrofobia. Tatiana Maslany, como Liz, parece viver uma mulher em luto, isolada emocionalmente, enquanto Malcolm, personagem de Rossif Sutherland, sugere uma figura ambígua entre protetor e ameaça. Em poucas imagens, a narrativa já se desenha como uma história onde o amor e a escuridão caminham lado a lado.

Uma história de dor, segredos e possessão emociona

Escrito por Nick Leopard — roteirista de Animais Perigosos —, Para Sempre Minha promete explorar os limites do luto, da vulnerabilidade e das relações tóxicas. Embora os detalhes da trama estejam sendo mantidos em sigilo, o longa já vem sendo descrito nos bastidores como um “terror silencioso e psicológico”, com foco na desconstrução da intimidade. Além de Maslany e Sutherland, o elenco conta com Claire Friesen, Birkett Turton e Erin Boyes, todos em papéis ainda não revelados, mas que, segundo a produção, terão funções-chave para o desfecho impactante da trama.

O retorno de Osgood Perkins ao terror

Osgood Perkins, diretor do filme, tem se consolidado como um dos nomes mais autorais do terror contemporâneo. Com um estilo marcado por atmosferas densas, construção lenta e fotografia meticulosamente sombria, ele já dirigiu títulos cultuados como O Filho de Rosemary (2015), A Enviada do Mal (2016) e o recente Longlegs – Vínculo Mortal (2024), também distribuído pela Diamond Films.

Neste novo projeto, Perkins retoma sua obsessão por personagens femininas complexas e isoladas, envolvidas em dilemas emocionais tão profundos quanto perturbadores. Segundo a distribuidora, a trama será um filme sobre a dor da perda e os monstros que surgem quando o amor é deturpado pelo desespero.

Parceria contínua com a Diamond Films

A Diamond Films, que distribuiu o elogiado Longlegs – Vínculo Mortal no ano passado — atraindo mais de meio milhão de espectadores aos cinemas brasileiros —, continua investindo em produções autorais e ousadas dentro do gênero do terror. A aposta em Para Sempre Minha reafirma o compromisso da distribuidora em trazer ao público brasileiro filmes que equilibram qualidade estética, profundidade narrativa e tensão emocional.

Esse será o segundo filme de Osgood Perkins lançado pela Diamond, que tem se destacado no mercado nacional como uma das principais plataformas para a exibição de thrillers e suspenses psicológicos fora do circuito hollywoodiano mais tradicional.

Tatiana Maslany em papel intenso e desafiador

Conhecida por seu trabalho multifacetado em Orphan Black — pelo qual recebeu o Emmy de Melhor Atriz — e mais recentemente no universo Marvel como She-Hulk, Tatiana Maslany retorna agora ao drama psicológico com um papel que promete explorar camadas emocionais profundas e uma performance silenciosamente devastadora.

Em Para Sempre Minha, Maslany interpreta uma mulher aparentemente em processo de reconstrução pessoal, após uma perda marcante. À medida que o enredo avança, sua personagem se vê envolvida em um relacionamento perturbador, onde afeto e manipulação se entrelaçam perigosamente.

O filme marcará também o reencontro da atriz com o gênero do horror, onde ela já demonstrou domínio nas nuances entre o humano e o monstruoso.

O que esperar de “Para Sempre Minha”?

Embora a sinopse oficial ainda não tenha sido divulgada, o teaser e as primeiras informações sobre o longa indicam que estamos diante de uma obra intimista, minimalista e carregada de tensão emocional — característica marcante da filmografia de Osgood Perkins. É esperado que o filme siga a estética dos terrores psicológicos que priorizam clima, atmosfera e desenvolvimento de personagem, ao invés de sustos fáceis ou violência gráfica. A abordagem sensível e ao mesmo tempo angustiante de Perkins atrai não apenas os fãs do gênero, mas também o público interessado em narrativas sobre o trauma, a dor e a psique humana.

É De Casa deste sábado (09) comemora 10 anos com Susana Vieira, Luís Miranda e homenagem a Arlindo Cruz

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 9 de agosto, o programa matinal É De Casa marcará uma data muito especial: uma década de sucesso e conexão com o público brasileiro. Para celebrar os 10 anos no ar, a produção preparou uma edição especial que promete emocionar, divertir e inspirar os telespectadores, reunindo convidados ilustres, reencontros emocionantes e conteúdos que destacam o papel do programa como um verdadeiro ponto de encontro da cultura, informação e histórias de vida.

Durante esses 10 anos, o programa se firmou como um espaço de convivência para toda a família, trazendo desde dicas de bem-estar e saúde até receitas, entretenimento e relatos que mostram o cotidiano e os desafios do brasileiro. Para comemorar esse marco, o programa contará com a participação de nomes que carregam uma relação especial com a atração, como os atores Susana Vieira e Luís Miranda. Além disso, o cantor Dudu Nobre animará a celebração com um musical em homenagem ao sambista Arlindo Cruz, reforçando a tradição musical e o afeto presente na programação.

Mais do que uma festa, a edição especial será um momento para relembrar e valorizar as histórias que o É De Casa ajudou a transformar ao longo dos anos. Um exemplo é Fernanda Gheling, que foi destaque no quadro ‘Belezas da Terra’ durante a pandemia. À época, Fernanda, que havia deixado a carreira de modelo para se dedicar à fazenda da família, encontrou no programa uma nova inspiração para abraçar a vida rural com confiança e entusiasmo. Hoje, mãe e líder no agronegócio familiar, ela simboliza como o programa contribui para empoderar e transformar vidas, conectando pessoas às suas raízes e sonhos.

A comemoração também será marcada por dicas valiosas e conteúdos especiais. O quadro ‘Viva o Verde’, apresentado por Murilo Soares, especialista em jardinagem que colabora com o programa desde 2016, ensinará como cultivar rosas em vasos, trazendo conhecimento prático e estimulando o contato com a natureza no dia a dia. Esse momento reforça o compromisso do programa com a qualidade de vida e o bem-estar dos telespectadores.

Na culinária, a já tradicional disputa do ‘Duelo de Receitas’ promete aquecer o paladar. Thiago Oliveira mostrará suas habilidades preparando um churrasco com cortes nobres como ancho, picanha e linguiça toscana, enquanto Talitha Morete apresentará uma torta salgada de frango feita com pão de forma, prato que remete às memórias afetivas de muitas famílias brasileiras. Essa diversidade gastronômica evidencia a pluralidade cultural e a importância do alimento como elemento de conexão.

Além das celebrações, o programa também reservará um momento para homenagear o Dia dos Pais com uma história que emocionará o público. Orlete, do Espírito Santo, adotou Rodrigo quando ele tinha apenas cinco meses. Décadas depois, diante de um grave problema de saúde, o filho adotivo foi o único doador compatível para salvar a vida da mãe, revelando a profundidade do amor e da solidariedade que ultrapassam os laços biológicos.

Com um conteúdo equilibrado entre informação, entretenimento e emoção, o É De Casa segue firme como uma referência da televisão brasileira, que acolhe, aproxima e valoriza os brasileiros em sua diversidade e singularidade. Esta edição especial dos 10 anos será uma celebração de tudo aquilo que o programa representa: um verdadeiro lar na tela, onde histórias reais são contadas e celebradas.

Vale a pena assistir Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda? A comédia que une gerações com humor

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Mais de duas décadas após o lançamento de Sexta-Feira Muito Louca (2003), um filme que marcou toda uma geração, a Disney resolveu apostar numa sequência que, ao mesmo tempo, resgata a nostalgia e se reinventa para conquistar públicos novos e antigos. Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda chegou aos cinemas em 2025, com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan de volta aos papéis que as consagraram como mãe e filha, Tess e Anna Coleman.

Mas será que essa continuação consegue manter o frescor e a diversão do original? Será que o clássico “troca de corpos” ainda funciona, mais de 20 anos depois? A resposta, felizmente, é um sonoro “sim” — mas com algumas surpresas a mais que fazem desse filme uma experiência não só engraçada, mas também tocante e atual.

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Reencontro com personagens que marcaram época

Para quem cresceu assistindo Sexta-Feira Muito Louca, a mera ideia de ver Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan juntas novamente já é motivo de emoção. A dupla tem uma química inegável, que ultrapassa a tela, e voltou a brilhar sob a direção da talentosa Nisha Ganatra, conhecida por seu trabalho que mistura comédia e sensibilidade em filmes como The High Note.

No novo filme, Anna Coleman não é mais aquela adolescente atrapalhada que troca de corpo com a mãe. Agora, ela é uma produtora musical e mãe de Harper, uma garota que está no meio das turbulências da pré-adolescência. Já Tess, que continua sua trajetória marcante, é avó e mantém aquela personalidade forte, com um tempero de sabedoria que só a idade traz.

O filme não só revive essas personagens, mas também acrescenta novas camadas. Ver a evolução delas é um dos pontos altos, porque mostra como as relações familiares mudam e se adaptam com o tempo, sem perder o afeto que as une.

A trama que mistura gerações e conflitos reais

A história de Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda se passa 22 anos após os acontecimentos do primeiro filme. Anna agora tem uma filha, Harper, que está passando pelas descobertas e conflitos típicos da idade. Ao mesmo tempo, Anna está prestes a se casar com Eric, pai de Lily, uma nova personagem britânica que será a futura meia-irmã de Harper.

Esse cenário cria um terreno fértil para atritos típicos de famílias modernas e reconstituídas: as meninas não se dão bem, a mãe de uma teme ser deixada para trás, enquanto a outra deseja voltar para Londres. Essas tensões familiares são muito reais e atuais, mostrando que comédia não precisa ser rasa para funcionar — muito pelo contrário.

O ponto alto é quando, durante a despedida de solteira de Anna, um terremoto sobrenatural faz com que Tess, Anna, Harper e Lily troquem de corpos entre si. Isso reativa a velha fórmula de “se colocar no lugar do outro”, mas com um toque muito mais complexo e divertido, envolvendo duas gerações e duas adolescentes lidando com suas próprias inseguranças.

Humor com coração e toques de emoção

Ao contrário do que muitos poderiam temer, o filme não se limita a repetir as piadas do passado. O roteiro de Jordan Weiss investe em situações cômicas — claro! —, mas também fala sobre temas profundos como envelhecimento, maternidade, luto e aceitação.

Por exemplo, há cenas em que Tess, no corpo da filha, se atrapalha com redes sociais e tenta acompanhar a vida digital da geração mais nova, causando situações hilárias e muito atuais. Por outro lado, Anna, no corpo da filha Harper, precisa encarar a responsabilidade de ser mãe e produtora, além de lidar com o novo contexto familiar.

Esse equilíbrio entre humor e emoção é a grande sacada do filme. Não é só rir pelo riso — é rir com propósito, se emocionar e, de quebra, refletir sobre a importância de escutar o outro, mesmo quando as diferenças parecem intransponíveis.

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Novos rostos que brilham e dão fôlego à trama

Além da volta dos personagens originais, o filme apresenta um elenco jovem e talentoso que acrescenta frescor à narrativa.

Julia Butters, que chamou a atenção em Era Uma Vez em… Hollywood, interpreta Harper, a filha de Anna. Ela consegue transmitir o conflito típico da pré-adolescência, a mistura de sarcasmo, insegurança e sabedoria precoce, trazendo uma nova camada para o enredo.

Sophia Hammons dá vida à Lily, a garota britânica que também enfrenta seus próprios dilemas e tem uma relação difícil com Harper. Manny Jacinto, conhecido por seu carisma, interpreta Eric, o pai de Lily e futuro marido de Anna, trazendo um charme despretensioso ao papel.

Esse mix gera uma dinâmica de família moderna, que é parte do que torna o filme tão atual e relevante para o público de hoje.

Produção caprichada que valoriza os detalhes

As filmagens aconteceram entre junho e agosto de 2024, em locações que variam entre Los Angeles e outros cenários que ajudam a construir o universo do filme. A direção de arte é um capítulo à parte, com espaços que refletem as personalidades das personagens: a casa de Tess é elegante, controlada, com toques clássicos; já o lar de Anna é mais descontraído, moderno e desorganizado, cheio de vida.

O figurino acompanha essa ideia, diferenciando gerações e estilos com sutileza. É possível sentir o cuidado da produção para que cada detalhe conte algo sobre as personagens, mesmo sem precisar de diálogo.

Outro destaque é a trilha sonora, que mistura canções atuais com músicas que remetem aos anos 2000, criando uma ponte afetiva entre passado e presente. A banda fictícia Pink Slip, que apareceu no filme original, ganha uma nova versão da música “Take Me Away”, que funciona como um elo emocional entre as gerações.

O que o filme traz de novo para o gênero?

Embora a fórmula de troca de corpos seja um clássico das comédias de fantasia, o novo longa-metragem consegue se destacar porque trata a situação como uma oportunidade para explorar questões complexas, sem perder a leveza.

Ele fala sobre envelhecer, sobre como o amor familiar se transforma e precisa ser constantemente reaprendido. Também mostra que a comunicação entre gerações é cheia de ruídos e mal-entendidos — mas que o diálogo e a empatia podem ressignificar tudo.

Por isso, o filme não é só para quem é fã da franquia ou da Disney, mas para qualquer pessoa que já tenha enfrentado conflitos familiares, dúvidas sobre seu papel na vida ou simplesmente goste de rir com histórias que emocionam.

Nostalgia com respeito e frescor

Um ponto que merece ser destacado é como o filme lida com a nostalgia. Ele não cai no fan service exagerado, que muitas vezes atrapalha sequências. As referências ao original estão lá, sim — a banda Pink Slip, os personagens clássicos, algumas piadas internas — mas sempre com equilíbrio.

Isso permite que o filme seja acessível para quem nunca viu Sexta-Feira Muito Louca e também para os fãs de longa data, que vão se divertir e se emocionar sem se sentir presos a um roteiro datado.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan provam que a química entre elas é atemporal, assim como o carisma. O retorno de ambas aos seus papéis é, mais do que um resgate, uma celebração do que essas personagens representam para várias gerações.

Para quem é esse filme?

Se você é fã do gênero comédia familiar, de histórias que misturam fantasia e emoção, ou apenas procura uma produção leve e divertida para assistir com a família, o filme é uma excelente escolha.

Ele conversa tanto com o público mais velho, que vai se identificar com as nuances da relação entre mãe e filha, quanto com os mais jovens, que encontrarão personagens com as quais se reconhecem — sem falar nas situações engraçadas que só uma troca de corpos pode proporcionar.

Além disso, o filme traz uma mensagem importante: não importa a idade, sempre é possível aprender com o outro, se reconectar e crescer. É uma celebração do afeto familiar e da aceitação das diferenças.

Perlimps estreia na Sessão Vip do Gloob nesta segunda-feira (11): Uma aventura mágica para toda a família!

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Na próxima segunda-feira, dia 11, o canal Gloob traz para as telas uma história que vai muito além do entretenimento. Perlimps, uma animação brasileira cheia de magia, emoção e aventura, chega para tocar o coração de crianças, jovens e adultos, mostrando que, mesmo em mundos diferentes, a união pode transformar tudo.

Esse filme é como um abraço apertado, daqueles que a gente sente quando se conecta com personagens que enfrentam desafios parecidos com os nossos. Em uma época em que o mundo vive tantas divisões e incertezas, a jornada de Claé e Bruô — dois seres que, apesar das diferenças, aprendem a caminhar juntos — é um convite a olhar o outro com mais empatia e esperança.

A animação não é só uma história de fantasia. É um reflexo sensível do que vivemos, contado através de uma floresta cheia de mistérios, cores vibrantes e criaturas que nos lembram da importância de cuidar do nosso próprio planeta. Claé, do Reino do Sol, e Bruô, do Reino da Lua, pertencem a mundos que, à primeira vista, parecem não ter nada em comum. E, no entanto, eles descobrem que juntos podem enfrentar os “gigantes” — forças que ameaçam destruir tudo o que amam.

Essa metáfora dos “gigantes” que avançam com suas máquinas monstruosas é tão atual quanto os desafios ambientais e sociais que nos cercam. Mas, em vez de uma história triste, o filme traz uma mensagem de esperança, mostrando que, quando nos unimos, mesmo os maiores obstáculos podem ser superados.

Um dos aspectos mais especiais da produção é a forma como ele foi criado. Ao contrário da maioria das animações digitais de hoje, este filme abraça a tradição da animação 2D feita à mão. Cada traço, cada movimento, carrega o carinho e a dedicação de uma equipe apaixonada — liderada pelo talentoso Alê Abreu.

Alê não é apenas um diretor; ele é um contador de histórias que usa cores e formas para tocar diretamente a alma de quem assiste. Depois do sucesso internacional de O Menino e o Mundo, ele volta a nos presentear com uma obra que resgata a simplicidade e a profundidade da infância — aquele lugar onde tudo é possível e a imaginação não tem limites.

Vozes que emocionam

Ao ouvir as vozes de Giulia Benite como Bruô e Lorenzo Tarantelli como Claé, somos levados para dentro da história. Eles dão vida a esses personagens com uma naturalidade que faz com que a gente quase esqueça que são desenhos na tela. Estênio Garcia, Nill Marcondes e Rosa Rosah completam esse time de talentos, trazendo emoção e humanidade aos demais personagens.

Essa equipe vocal não apenas interpreta; ela se conecta profundamente com a mensagem do filme, passando para o público aquela sensação de que não estamos sozinhos, e que juntos podemos criar um mundo melhor.

Mais que uma estreia: um convite para sentir e refletir

Quando Perlimps chegar ao Gloob, ele vai muito além de um filme para crianças. Ele será um momento para famílias se reunirem, para conversas surgirem e para olharmos para dentro de nós mesmos com mais gentileza.

Em tempos em que a velocidade do dia a dia muitas vezes nos afasta das coisas que realmente importam, assistir a essa animação é um lembrete do poder do cuidado, da amizade e da coragem. É um convite para todos — crianças e adultos — a voltarem a se maravilhar com o mundo e a se comprometerem com sua preservação.

O longa-metragem também celebra a força e a criatividade da animação brasileira, que vem conquistando espaço e reconhecimento ao redor do mundo. Produzido por Buriti Filmes e Filmes de Papel, em parceria com Gloob, Globo Filmes e Sony Pictures, o filme reafirma o talento nacional em contar histórias universais com alma e originalidade.

Shrek 5 é adiado para 2027 e marca o aguardado retorno do ogro mais querido do cinema

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Foto: Reprodução/ Internet

A espera vai ser um pouco mais longa para os fãs do ogro mais querido do cinema. A Universal Pictures e a DreamWorks Animation anunciaram que o lançamento do tão aguardado Shrek 5 foi adiado para 30 de junho de 2027, afastando-se do calendário original previsto para o fim de 2026. As informações são da Variety.

O comunicado oficial não detalhou os motivos do adiamento, mas indicou que a estratégia da Universal nos últimos anos tem sido concentrar esforços nas suas produções animadas de maior sucesso, como Meu Malvado Favorito, Como Treinar o Seu Dragão e Super Mario Bros. – O Filme — que têm tido destaque nos meses de verão do hemisfério norte.

Um retorno esperado, mas envolto em mistério

A nova produção promete trazer de volta as vozes que marcaram gerações: Mike Myers como Shrek, Eddie Murphy como Burro, e Cameron Diaz na princesa Fiona. A grande novidade do elenco é Zendaya, que dará voz a Felicia, filha de Shrek, ampliando o universo familiar do ogro e trazendo uma nova camada à história.

Nos bastidores, o filme será dirigido por Walt Dohrn e Conrad Vernon, veteranos da franquia e experientes em animações de sucesso. Dohrn tem uma ligação profunda com a série — já atuou como roteirista, artista e dublador na franquia, enquanto Vernon dirigiu Shrek 2 e Madagascar 2, além de emprestar sua voz ao famoso Biscoito de Gengibre.

Apesar de todo o alvoroço, os detalhes da trama de Shrek 5 continuam um mistério bem guardado, aumentando a expectativa do público para descobrir que nova aventura está reservada para Shrek e seus amigos.

Uma franquia que marcou gerações

Para entender a importância desse adiamento, vale lembrar que Shrek não é apenas uma animação qualquer: desde o seu lançamento em 2001, revolucionou o gênero com sua combinação de humor irreverente, personagens carismáticos e uma história que brinca com contos de fadas clássicos, mas com um toque moderno. A franquia teve até agora quatro filmes principais, sendo Shrek para Sempre (2010) o último, que na época foi anunciado como o encerramento da saga. Mas a história do ogro e seu universo nunca parou de gerar interesse — e os fãs mantiveram viva a chama por mais aventuras.

O percurso conturbado do quinto filme

Na verdade, a ideia de um quinto filme não é nova. Desde o lançamento do segundo filme em 2004, o então CEO da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, já vislumbrava uma história contada em cinco capítulos, onde cada filme responderia perguntas e revelaria novas facetas do personagem principal. Originalmente, o plano era que Shrek 5 fosse lançado em 2013.

No entanto, a DreamWorks decidiu encerrar a série após o quarto filme, que foi visto como o capítulo final da jornada de Shrek. Isso fez com que os planos para uma sequência fossem temporariamente descartados.

Mas a história de Shrek nunca foi esquecida. Em 2014, o desenvolvimento de um novo filme voltou a ganhar força, especialmente após a compra da DreamWorks pela NBCUniversal em 2016. A partir daí, Shrek 5 começou a ser oficialmente retomado, com diversas atualizações ao longo dos anos e a confirmação do elenco original.

O que esperar do novo filme?

Segundo Michael McCullers, roteirista do filme, Shrek 5 promete uma “grande reinvenção” para a série. O produtor executivo Chris Meledandri, CEO da Illumination — estúdio responsável pelo sucesso da franquia Minions — afirmou que o objetivo é identificar e honrar os elementos que os fãs mais amam em Shrek, trazendo-os de forma renovada, à semelhança do que fizeram com Super Mario Bros. – O Filme.

Essa abordagem reforça a expectativa de que o novo filme será, ao mesmo tempo, uma homenagem aos clássicos que marcaram os anos 2000 e uma aposta para conquistar as novas gerações, com uma narrativa atualizada e novos personagens.

A trajetória dos diretores Walt Dohrn e Conrad Vernon

Para além da nostalgia e da nostalgia, o envolvimento de Walt Dohrn e Conrad Vernon na direção é um fator promissor para o novo Shrek. Dohrn já mostrou sua versatilidade ao longo da franquia, inclusive emprestando sua voz ao icônico vilão Rumpelstiltskin, em Shrek para Sempre.

Conrad Vernon, por sua vez, é conhecido por seu trabalho em filmes populares, como Madagascar 2, que também combinam humor e emoção em doses equilibradas.

Juntos, eles prometem trazer uma direção cuidadosa e criativa, que valorize tanto a comédia quanto os aspectos mais emocionais da narrativa.

Novo trailer de Beast of War mostra tubarão gigante ameaçando soldados australianos

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O novo trailer de Beast of War, dirigido pelo australiano Kiah Roache-Turner, já está disponível e promete deixar os fãs de suspense e terror em alerta. Nas cenas divulgadas, um grupo de jovens soldados australianos luta pela sobrevivência no meio do oceano Pacífico, após seu navio ser destruído em um ataque aéreo japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Mas além de enfrentar fome, sede e o clima hostil, eles precisam encarar um inimigo ainda mais mortal: um tubarão branco de proporções gigantescas, que se mostra obstinado em caçá-los. Abaixo, confira o vídeo:

O trailer revela a atmosfera tensa do longa, com sequências de alto impacto que combinam efeitos visuais e ação em alto-mar. A mistura de animatrônico de meia tonelada com computação gráfica torna o predador extremamente realista, aumentando a sensação de perigo iminente e suspense constante. Cada movimento do tubarão, desde a aproximação silenciosa até o ataque devastador, é mostrado com detalhes que prometem fazer o público prender a respiração.

O filme se passa em 1942, e explora não apenas a luta contra a natureza, mas também a pressão psicológica e o medo enfrentados pelos soldados isolados. Os protagonistas precisam encontrar força e estratégia para sobreviver, enquanto o oceano se torna um campo de batalha onde cada decisão pode ser fatal.

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema australiano, como Mark Coles Smith, Joel Nankervis, Sam Delich, Lee Tiger Halley, Sam Parsonson, Maximillian Johnson e Steve Le Marquand. A presença de Masa Yamaguchi como o comandante japonês Tetsuo Harada e Lauren Grimson como Hazel acrescenta profundidade ao drama humano que se desenrola em meio ao horror do ataque do tubarão.

Nos bastidores, a equipe técnica mostra cuidado extremo com a ambientação e realismo. A direção de fotografia é assinada por Mark Wareham, o design de produção por Esther Rosenberg, e a direção de arte por Meiko Wong, garantindo que tanto o ambiente quanto os efeitos do tubarão sejam convincentes e imersivos. A maquiagem e o figurino, liderados por Natalie Stanfield e Tracey Rose Sparke, completam a recriação histórica do período da Segunda Guerra Mundial.

Beast of War marca mais uma aposta de Kiah Roache-Turner em gêneros de tensão e criaturas ameaçadoras, seguindo o estilo que ele já demonstrou em produções anteriores, como Wyrmwood: Road of the Dead. O filme combina thriller psicológico, drama de guerra e terror marítimo, criando uma experiência única para os amantes do suspense e da ação.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa tem estreia confirmada nos Estados Unidos em 10 de outubro de 2025, mas ainda não há previsão de lançamento nos cinemas brasileiros. Com o trailer já circulando, o público internacional já começa a se preparar para um filme que promete suspense co

Jensen Ackles retorna à 3ª temporada de O Rastreador e promete encontros eletrizantes com Justin Hartley

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A terceira temporada de O Rastreador chega com novidades que prometem animar os fãs da série de ação e suspense. Um dos maiores destaques é o retorno de Jensen Ackles como Russell Shaw, irmão mais velho afastado de Colter. De acordo com informações do site TVLine, Ackles estará presente em múltiplos episódios, trazendo à narrativa uma dinâmica familiar cheia de tensão, drama e momentos memoráveis.

O retorno do ator não é simples. Jensen está atualmente ocupado com projetos na Amazon, incluindo Countdown, The Boys e seu derivado Vought Rising. Apesar da agenda apertada, o showrunner Elwood Reid garantiu aos fãs que a presença de Ackles será explorada ao máximo. “Jensen está ocupado na Amazon, mas vamos tê-lo em O Rastreador o máximo que pudermos. Ele é um velho conhecido, já trabalhamos juntos em Big Sky. Ele é um cara muito, muito ocupado, mas conseguir trazê-lo de volta para dois episódios. Ele é incrível. Eu acabei de editar o segundo episódio da terceira temporada, e ele e o Justin Hartley estão ótimos juntos. É muito divertido”, declarou Reid.

O reencontro entre Russell e Colter promete ser um dos pontos altos da temporada. Intitulado The Process, o primeiro episódio mostra Colter lidando com a chocante verdade sobre a morte do pai, enquanto Russell une forças com o irmão para rastrear a esposa e a filha desaparecidas de um dos clientes de Reenie Greene, personagem interpretada por Fiona Rene. O episódio dá início a uma série de eventos ligados a uma operação subterrânea conhecida como “O Processo”, mergulhando o público em uma narrativa de suspense intenso e drama familiar.

O Rastreador é uma série americana de ação e drama desenvolvida por Ben H. Winters, baseada no romance The Never Game de Jeffery Deaver, publicado em 2019. A produção acompanha Colter Shaw, interpretado por Justin Hartley, um sobrevivente solitário e habilidoso rastreador que viaja pelo país auxiliando policiais e cidadãos comuns em troca de recompensas em dinheiro. O elenco conta ainda com Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene, consolidando uma equipe de personagens complexos e interessantes.

A série é produzida pela 20th Television e recebeu encomenda de série em dezembro de 2022, após um piloto inicial em julho do mesmo ano. As gravações ocorrem na Colúmbia Britânica, Canadá, explorando cenários da região metropolitana de Vancouver e nos Vancouver Film Studios, criando um pano de fundo perfeito para as sequências de ação e suspense que marcaram a produção desde sua estreia.

A primeira temporada de O Rastreador estreou em 11 de fevereiro de 2024, logo após o Super Bowl LVIII na CBS, garantindo grande visibilidade. Em março do mesmo ano, a série foi renovada para a segunda temporada, exibida a partir de 13 de outubro de 2024. A terceira temporada, confirmada em fevereiro de 2025, está programada para estrear em 19 de outubro de 2025, prometendo elevar ainda mais a intensidade narrativa.

O elenco principal é liderado por Justin Hartley, que interpreta Colter Shaw, um rastreador experiente que combina habilidades físicas, estratégicas e de sobrevivência. Prestyn Bates dá vida ao jovem Colter em flashbacks, enquanto Robin Weigert, Abby McEnany e Eric Graise interpretam figuras-chave que ajudam Colter em suas investigações, seja encontrando casos, oferecendo suporte técnico ou auxiliando juridicamente. Fiona Rene completa o grupo como Reenie Greene, advogada que garante apoio legal durante os casos de Colter.

Além do núcleo principal, a série conta com personagens recorrentes e participações especiais que enriquecem a narrativa. Floriana Lima retorna como Camille Picket, Pej Vahdat interpreta Leonard Sharf, e Peter Stormare volta como Valts. O destaque, no entanto, é Jensen Ackles, cuja presença promete não apenas confrontos emocionais com Colter, mas também momentos de parceria e tensão que vão movimentar a trama.

As filmagens da terceira temporada começaram em 17 de julho de 2025 e estão previstas para se encerrar em 17 de abril de 2026. Mantendo a tradição das temporadas anteriores, a produção aproveita cenários reais da Colúmbia Britânica combinados com estúdios de alta tecnologia, criando uma ambientação autêntica para as sequências de ação e os momentos de suspense que marcam a série.

A Queda 2 | Sequência é confirmada com Harriet Slater e Arsema Thomas em aventura de sobrevivência ainda mais perigosa

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O cinema de sobrevivência extrema ganhará um novo capítulo em 2026 com A Queda 2, prometendo superar os limites de tensão e testar a resistência emocional e física de seus personagens. A produção dará continuidade à narrativa iniciada em 2022, quando duas mulheres ficaram presas no topo de uma torre de 600 metros, enfrentando não apenas a gravidade, mas também o medo, a culpa e o luto.

O primeiro longa, dirigido por Scott Mann, destacou-se por equilibrar suspense físico com drama psicológico, conquistando tanto público quanto crítica. A trama original combinava isolamento extremo, riscos reais e soluções engenhosas, criando momentos memoráveis que permaneceram na memória dos espectadores.

Harriet Slater, conhecida por Outlander: Sangue do Meu Sangue, assume o papel de Jax, irmã da personagem falecida, cuja morte marca o ponto de partida da sequência. Ao lado dela, Arsema Thomas (Queen Charlotte: A Bridgerton Story) interpreta Luce, amiga próxima de Hunter, que se une a Jax em uma jornada de superação e sobrevivência. Tom Brittney (Grantchester) completa o trio principal, trazendo experiência dramática e presença em cena.

A escolha de atores jovens e talentosos garante performances capazes de transmitir vulnerabilidade, medo e coragem de forma convincente. A relação entre Jax e Luce adiciona profundidade emocional, criando tensão não apenas pelo perigo físico, mas também pelo vínculo que se estabelece em situações extremas.

Cenário e produção realista

A Tailândia foi escolhida como locação para as filmagens, com o Monte Kwan servindo de palco para a “caminhada de prancha”, sequência que promete tensão contínua. Penhascos íngremes, trilhas instáveis e ventos fortes transformam cada passo em uma ameaça real, enquanto a natureza funciona como antagonista silencioso, imprevisível e letal.

Os irmãos Michael e Peter Spierig, conhecidos por Jogos Mortais: Jigsaw e O Predestinado, assumiram a direção, trazendo experiência em criar suspense intenso e atmosferas sombrias. O roteiro é resultado da colaboração entre Scott Mann e Jonathan Frank, garantindo continuidade narrativa e incorporando novos elementos que aumentam a complexidade dos desafios enfrentados pelos protagonistas.

A História e os desafios

No enredo, Jax e Luce enfrentam um deslizamento de pedras que as deixa presas em uma prancha instável a 910 metros de altura. O perigo físico se combina com o peso emocional da perda de Hunter, forçando a protagonista a confrontar medos profundos e tomar decisões críticas para garantir a sobrevivência de ambas.

A narrativa mantém a tradição do primeiro longa ao mesclar suspense físico com tensão psicológica. A combinação de cenários extremos e estratégias improvisadas reforça a sensação de risco constante, enquanto o relacionamento entre as personagens proporciona momentos de vulnerabilidade e humanização.

Suspense e estratégia

O primeiro filme destacou-se por soluções criativas diante do perigo. Momentos icônicos, como o uso do corpo de Hunter para enviar um sinal de socorro, mostraram como a narrativa conseguia equilibrar tensão, drama e engenhosidade. A continuação mantém essa abordagem, adicionando riscos naturais imprevisíveis, falhas de terreno e desafios ambientais que exigem raciocínio rápido e coragem.

Além da ação física, o longa explora a dimensão psicológica da sobrevivência. Luto, confiança e resiliência são temas centrais, lembrando que o suspense não depende apenas de cenários vertiginosos, mas também da capacidade humana de lidar com medo e perda.

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