Eita, Lucas! deste sábado (13) traz Carona da Sorte com David na feira de São Paulo

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Neste sábado, 13 de setembro, às 15h, o programa “Eita, Lucas!” volta à tela do SBT com uma edição repleta de emoção, solidariedade e surpresas. Lucas Guimarães conduz o programa em busca de personagens que inspirem e emocionem o público, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, a esperança e a solidariedade podem transformar vidas.

No quadro “Eita Glória”, Lucas percorre uma feira livre na capital paulista, conversando com feirantes, clientes e moradores locais em busca de histórias marcantes. Entre frutas, legumes e interações cheias de afeto, um sortudo terá a chance de ter suas dívidas quitadas, participando de um jogo de envelopes premiados.

A dinâmica exige que o participante confie na própria intuição para escolher os envelopes corretos. Nesta semana, a edição traz uma novidade emocionante: o envelope “Surpresa”, capaz de pagar todas as dívidas do mês, oferecendo um alívio completo para quem enfrenta dificuldades financeiras. A expectativa e a emoção se misturam enquanto os telespectadores acompanham cada decisão e reação dos participantes.

Na sequência, o programa apresenta o quadro “Carona da Sorte”, desta vez com David, um vendedor de tapiocas que luta diariamente para sustentar a família. Endividado e cansado de enfrentar obstáculos, ele chegou a pensar em desistir até o momento em que cruzou o caminho de Lucas.

Durante a carona, David enfrenta desafios valendo R$ 10 mil, respondendo às perguntas da Áurea, a Inteligência Artificial do programa. Entre tensão, entusiasmo e momentos de reflexão, ele precisa mostrar conhecimento e estratégia, enquanto o público acompanha cada instante com emoção. A história de David reforça a missão do programa: inspirar e transformar vidas através da solidariedade e da superação pessoal.

O programa combina diversão, suspense e emoção em um formato que aproxima os telespectadores da realidade dos participantes. Com Lucas Guimarães à frente, o programa valoriza o contato humano, as histórias reais e as reações genuínas daqueles que recebem apoio e reconhecimento.

A interação com o público vai além da tela: cada quadro desperta empatia, torcidas e emoções compartilhadas, mostrando que pequenas ações podem ter impacto profundo na vida de muitas pessoas. Entre sorrisos, lágrimas e momentos de tensão, o programa constrói uma narrativa envolvente que conecta espectadores e participantes.

Spin-off de Superman traz Jimmy Olsen e equipe do Planeta Diário como protagonistas

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O universo de Clark Kent está prestes a ganhar um novo capítulo, mas desta vez o destaque não será o próprio Homem de Aço. Segundo informações do The Hollywood Reporter, Dan Parrault e Tony Yacenda, criadores da aclamada série American Vandal, vão roteirizar, produzir executivamente e comandar um spin-off focado em Jimmy Olsen, interpretado por Skyler Gisondo.

A série promete mergulhar no dia a dia dos repórteres do Planeta Diário, explorando casos envolvendo vilões superpoderosos e ameaças que vão muito além das páginas do jornal. Enquanto Lois Lane (Rachel Brosnahan) e Clark Kent (David Corenswet) ficam de fora do foco principal, Olsen e sua equipe assumem o protagonismo, mostrando que há muito heroísmo por trás das câmeras e das notícias.

O repórter que conquistou gerações

Olsen é um dos personagens mais icônicos do universo do Homem de Aço. Criado nos quadrinhos da DC Comics, ele é geralmente retratado como um jovem fotojornalista do Planeta Diário, amigo próximo de Lois Lane e Clark Kent. Seu relacionamento com Perry White, o chefe exigente e carismático, combina respeito profissional com laços quase familiares, tornando Olsen um personagem cativante e fácil de se identificar.

Entre 1954 e 1982, Jimmy estrelou 222 edições de séries próprias, como Superman’s Pal Jimmy Olsen e Superman Family, além de aparecer nas histórias principais do Superman. Sua trajetória nos quadrinhos é marcada por curiosidade, coragem e uma certa ingenuidade, sempre misturando humor e suspense enquanto se envolve em investigações que vão muito além de simples reportagens.

O que esperar da nova série

De acordo com as primeiras informações, o spin-off vai explorar Olsen como protagonista absoluto, acompanhado por outros repórteres do Planeta Diário. A série deve mergulhar em investigações jornalísticas envolvendo super-vilões e ameaças que desafiam até mesmo o Homem de Aço, mostrando que a coragem e a inteligência também existem fora do uniforme.

Parrault e Yacenda são conhecidos por American Vandal, série que combina humor, mistério e crítica social de forma inteligente e envolvente. Isso sugere que o novo projeto terá uma abordagem leve, mas sem perder o suspense e a tensão das situações de alto risco enfrentadas por Olsen e sua equipe.

Além disso, a série deve explorar o lado humano dos repórteres: os dilemas éticos de investigar crimes e vilões poderosos, a pressão de trabalhar sob o olhar crítico do público e as dinâmicas pessoais dentro do jornal. Em outras palavras, não será apenas sobre superpoderes, mas também sobre a coragem de quem está por trás das câmeras.

Um olhar diferente sobre o universo Superman

Enquanto o Super Homem e Lois Lane muitas vezes dominam o centro das atenções, a decisão de focar em Jimmy é uma oportunidade de expandir o universo de forma criativa. A série pode explorar histórias paralelas, novos personagens e vilões, e trazer uma narrativa mais intimista, mostrando como os bastidores do Planeta Diário também são palco de ação e drama.

O público poderá acompanhar Olsen enfrentando desafios que vão do jornalismo investigativo à luta contra ameaças sobre-humanas, tudo sem perder o carisma e o senso de humor que sempre fizeram do personagem um favorito entre os fãs.

Crítica – Truque de Mestre: O 3º Ato é um espetáculo de ilusão que não tenta reinventar a mágica, apenas nos diverte com ela

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Foto: Reprodução/ Internet

Os Cavaleiros voltaram — ou quase. Uma década após o primeiro Truque de Mestre conquistar o público com seu equilíbrio entre charme, truques impossíveis e tramas cheias de reviravoltas, a franquia retorna com uma energia renovada, mas consciente de que o verdadeiro segredo nunca foi a complexidade dos truques, e sim o prazer de vê-los acontecer. Truque de Mestre: O 3º Ato aposta em nostalgia e frescor, colocando as antigas e novas gerações de mágicos frente a frente — e o resultado é um espetáculo despretensioso, mas irresistivelmente divertido.

Nesta nova aventura, o mundo dos ilusionistas entra na era digital. O lendário grupo original — liderado por Atlas (Jesse Eisenberg) — é surpreendido ao ver uma nova geração de golpistas tomando seu lugar nas redes sociais. Charlie (Justice Smith), Bosco (Dominic Sessa) e June (Ariana Greenblatt) se autoproclamam os novos Cavaleiros e reproduzem os truques do passado com tanto carisma que o público mal nota a diferença. Essa releitura cheia de filtros e likes desperta o espírito competitivo do grupo original, forçando uma reunião inesperada e repleta de feridas antigas.

O grande antagonista da vez é Veronika Vanderberg (Rosamund Pike), herdeira de uma dinastia de diamantes e especialista em transformar lavagem de dinheiro em arte. Seu plano envolve um diamante em forma de coração, um símbolo de poder, cobiça e vaidade — um MacGuffin tão vistoso que parece saído de um heist clássico dos anos 2000. Naturalmente, os Cavaleiros decidem roubá-lo — não apenas pelo valor, mas pelo prazer de provar que ainda dominam o jogo.

Sob a direção de Ruben Fleischer, conhecido por Venom e Zumbilândia, o filme assume de vez seu caráter de espetáculo. Fleischer filma com ritmo ágil, cortes precisos e um senso de humor que transforma até os absurdos mais improváveis em momentos de pura diversão. A narrativa é construída como um número de mágica: o que importa não é entender o truque, mas se deixar enganar por ele. Quando as reviravoltas surgem, é quase impossível não sorrir — mesmo quando o roteiro desafia qualquer noção de lógica.

O elenco veterano retorna com energia familiar. Jesse Eisenberg continua impecável como Atlas, mesclando arrogância e genialidade com naturalidade irritante. Woody Harrelson rouba cenas com seu sarcasmo e olhar de “já vi de tudo”, equilibrando o tom cômico e cínico que a franquia sempre cultivou. O restante da equipe segue a fórmula: carisma acima de profundidade. É um time que brilha mais quando está junto do que quando tenta brilhar sozinho.

Já os novos integrantes, liderados por Justice Smith, representam o contraste entre gerações. São influenciadores digitais transformados em mágicos, com truques moldados pela estética das redes — rápidos, superficiais e impressionantes. Essa atualização traz fôlego à narrativa, mas também reforça o subtexto irônico do filme: na era dos filtros e das deepfakes, a verdadeira mágica é fazer alguém acreditar em algo real.

O roteiro, por sua vez, não busca surpreender com originalidade. A estrutura segue o padrão da franquia — um golpe dentro de um golpe, revelações que mudam tudo no último ato, e aquele toque de “ah, era isso o tempo todo”. Mas o que poderia soar repetitivo ganha graça pelo ritmo e pela autopercepção. Truque de Mestre: O 3º Ato sabe rir de si mesmo, e isso o torna mais leve, mais honesto e até mais coerente do que muitos blockbusters que se levam a sério demais.

Visualmente, o longa é um deleite. As cenas de ilusionismo são coreografadas como balés visuais, com truques que misturam tecnologia, edição e efeitos práticos de forma fluida. Fleischer entende que o público não quer realismo, quer deslumbramento — e entrega isso com sobras. Mesmo os momentos mais inverossímeis têm estilo o bastante para justificar sua existência.

No campo temático, o filme toca brevemente em discussões sobre autenticidade, legado e relevância — questões que poderiam render um drama mais denso, mas que aqui aparecem apenas como pano de fundo para a diversão. O recado é simples: em um mundo saturado de ilusões digitais, a magia ainda pode ser uma arte genuína.

O primeiro Truque de Mestre (2013) foi um sucesso inesperado justamente por entender essa simplicidade. Entre críticas mornas e elogios ao ritmo, conquistou o público por ser puro entretenimento — um show de escapismo, brilho e ilusão. A sequência tentou expandir o universo, mas perdeu parte do encanto. Agora, o terceiro capítulo encontra o meio-termo perfeito: nem tão sério quanto o segundo, nem tão inocente quanto o primeiro. Apenas divertido, charmoso e consciente de suas próprias limitações.

Em tempos em que franquias buscam justificar cada sequência com drama e peso excessivo, o terceiro filme faz o oposto: assume que seu papel é entreter. E faz isso com a mesma confiança de um mágico que já conhece as reações da plateia. O truque pode ser o mesmo, mas a execução continua impecável.

Renovada para a 4ª Temporada: O Poder e a Lei promete muito drama e justiça nos tribunais!

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A Netflix surpreendeu seus assinantes com a notícia da renovação de O Poder e a Lei para uma quarta temporada, que chega rapidinho, apenas três meses após a estreia da terceira. A série, que conquistou uma base fiel de fãs, segue como um dos maiores sucessos da plataforma, com sua mistura de drama jurídico e personagens cativantes. Agora, a produção se prepara para trazer 10 novos episódios que prometem seguir a fórmula vencedora, com uma dose extra de tensão, reviravoltas e disputas legais acirradas. As gravações começam no mês que vem e a expectativa só aumenta, principalmente para ver o retorno do carismático Manuel Garcia-Rulfo, que dá vida ao advogado Mickey Haller, protagonista da trama.

Essa nova temporada vai ser baseada em The Law of Innocence (A Lei da Inocência), o sexto livro da aclamada série The Lincoln Lawyer, de Michael Connelly. Quem acompanha as aventuras de Mickey Haller sabe que cada temporada é uma nova chance para ele se envolver em casos mais complexos e desafiadores, e dessa vez não será diferente. O enredo promete trazer novos dilemas jurídicos e uma série de reviravoltas que vão manter os fãs grudados na tela, enquanto Mickey e sua equipe enfrentam um cenário cheio de complicações legais, onde cada decisão pode significar a diferença entre a liberdade e a prisão.

Os fãs também podem esperar o retorno de personagens queridos, como Lorna (interpretada por Becki Newton), Izzy (Jazz Raycole) e Cisco (Angus Sampson), que estarão novamente ao lado de Mickey em sua jornada por justiça. E, claro, a grande novidade da temporada: a atriz Neve Campbell, que fez uma participação especial na terceira temporada, agora vai ter um papel bem mais amplo. Ela vai interpretar Maggie McPherson em todos os episódios da quarta temporada, trazendo mais complexidade à trama e ampliando seu envolvimento na história.

A temporada anterior, que adaptou o quinto livro da série, The Gods of Guilt (Os Deuses da Culpa), trouxe nomes como Yaya DaCosta, Elliott Gould, Krista Warner, Fiona Rene e Devon Graye ao elenco, além do já mencionado Manuel Garcia-Rulfo e Neve Campbell. A receptividade da crítica e do público foi positiva, consolidando ainda mais a série como uma das mais queridas do catálogo da Netflix. A química entre os personagens e o ritmo acelerado das tramas continuam a ser um dos maiores atrativos da produção, e a quarta temporada promete intensificar tudo o que os fãs mais amam na série.

Além das grandes expectativas sobre os novos episódios, a continuidade de figuras como Lorna, Izzy e Cisco sugere que a temporada vai manter a tradição de equilibrar drama jurídico com o lado mais pessoal e humano dos personagens. Mickey Haller, como sempre, estará no centro de tudo, mas os laços que ele mantém com sua equipe, e as dinâmicas entre eles, devem ganhar ainda mais destaque, trazendo momentos emocionantes para a tela.

Crítica – A Verdadeira Dor mostra um mergulho intenso nas contradições do amor e da humanidade

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A Verdadeira Dor mergulha na complexidade emocional de ser visto e amado por quem realmente somos, como o título já sugere. O filme aborda, de forma crua e desprovida de glamour, o desconforto – e, às vezes, o horror – de enfrentar partes de nós mesmos que preferiríamos esconder. Contudo, é exatamente nesse confronto que reside a essência do amor verdadeiro.

Jesse Eisenberg e Kieran Culkin entregam atuações excepcionais. Com uma seriedade comovente, ambos transformam uma história que poderia ser apenas estranha, embaraçosa e dolorosa em algo inesperadamente otimista e profundamente humano.

O maior fascínio deste estudo de personagens está na forma como a relação entre eles expõe suas vulnerabilidades, forçando-os a enfrentar as raízes de seus conflitos internos. David e Benji encontram um no outro o reflexo do que falta em si mesmos. Sem grandes reviravoltas ou arcos narrativos chamativos, o filme acompanha um processo íntimo: dois homens aprendendo a lidar com as emoções que provocam um no outro e, no meio disso, descobrindo um tipo de paz.

A narrativa conecta o público de forma natural aos dilemas apresentados. A dinâmica entre David e Benji – uma mistura de amor, ódio e inveja – é desconcertantemente familiar. Eles simbolizam lados opostos de todos nós: o leão ativo e o leão adormecido, em uma batalha interna constante.

O filme também explora temas universais como trauma, luto, dinâmicas emocionais e sociais, além de questões como classe e privilégio, com uma profundidade que toca o espectador. É difícil não se reconhecer nas nuances dos personagens.

Com um roteiro brilhante e atuações impactantes, A Verdadeira Dor não apenas emociona, mas também desafia o público a refletir sobre quem somos e como nos conectamos uns com os outros. É um convite à introspecção que permanece com você muito depois do final.

Domingo Espetacular 13/04/2025: Xuxa Meneghel fala sobre transplante capilar e alopecia em entrevista

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Neste domingo (13), a eterna Rainha dos Baixinhos, Xuxa Meneghel, abre o coração em uma entrevista reveladora ao programa Domingo Espetacular, da RECORD. Em uma conversa franca e emocionante, a apresentadora fala sobre seu novo projeto profissional e compartilha com o público uma questão pessoal que tem afetado homens e mulheres ao redor do mundo: a alopecia.

A entrevista especial vai ao ar em edição antecipada do programa, às 18h, e promete surpreender os telespectadores com a sinceridade e o carisma de Xuxa ao abordar um tema ainda cercado de tabu e desinformação.

Vaidade, autoestima e saúde capilar

Durante o bate-papo, Xuxa revela que precisou passar por um transplante capilar após perceber a progressão da queda de cabelo causada pela alopecia — condição que provoca falhas e rarefação dos fios, podendo atingir desde áreas localizadas até todo o couro cabeludo. A apresentadora conta que, mesmo com sua trajetória marcada por confiança e autenticidade, enfrentou momentos difíceis ao lidar com as mudanças visíveis na aparência.

“É algo que mexe com a gente de um jeito profundo. Não é só sobre vaidade, é sobre como nos enxergamos e como o mundo nos enxerga”, desabafa Xuxa na entrevista.

Ela também destaca a importância de falar abertamente sobre o tema para ajudar outras pessoas que passam pela mesma situação. “Não é fraqueza procurar ajuda ou fazer um procedimento. A gente precisa se cuidar, física e emocionalmente”, afirma.

Novo trabalho e reencontro com o público

Além da saúde, Xuxa também fala sobre seu novo trabalho, que marca mais uma fase especial de sua carreira. Mesmo após décadas sob os holofotes, ela segue se reinventando e conquistando diferentes gerações. Embora os detalhes do projeto ainda estejam sendo mantidos em sigilo, a apresentadora garante que será uma produção que une entretenimento e afeto — marcas registradas de sua trajetória.

Domingo Espetacular mais cedo

Para não perder essa entrevista exclusiva e cheia de revelações, o público deve ficar atento: o Domingo Espetacular vai ao ar mais cedo nesta semana, às 18h, na tela da RECORD. Além da participação de Xuxa, o programa traz outras reportagens de destaque, abordando temas de saúde, comportamento e curiosidades do Brasil e do mundo.

Apple TV+ cancela Mythic Quest, mas episódio inédito promete encerramento digno para os fãs

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Se você é fã de Mythic Quest e estava esperando ansiosamente por uma quinta temporada… temos más notícias. A Apple TV+ anunciou oficialmente o cancelamento da série após quatro temporadas. E como todo bom “game over”, a notícia pegou muita gente de surpresa. Mas calma, que nem tudo está perdido: um episódio final atualizado, com uma despedida de verdade (e não um final abrupto), está vindo aí!

O fim de uma era nos bastidores do mundo gamer

Criada por Rob McElhenney (It’s Always Sunny in Philadelphia), Charlie Day e Megan Ganz (Community), Mythic Quest surgiu em 2020 como uma comédia afiada e cheia de personalidade, que mergulhava no universo por trás do desenvolvimento de jogos. Mas, diferente do que se poderia imaginar, a série não era apenas sobre códigos e servidores — era sobre egos gigantes, amizades improváveis, crises de criatividade e, claro, muito caos corporativo.

Ao longo de quatro temporadas, o público acompanhou o dia a dia do estúdio fictício que criou o jogo “Mythic Quest”, liderado pelo excêntrico e narcisista Ian Grimm (Rob McElhenney) e a brilhante e intensa Poppy Li (Charlotte Nicdao). A dinâmica entre os dois foi o coração da série, equilibrando momentos hilários com debates profundos sobre inovação, insegurança, ambição e fracasso.

Cancelada, mas sem explicações

O motivo exato do cancelamento não foi divulgado. Nenhum comunicado oficial da Apple detalhou se a decisão teve a ver com audiência, orçamento, agenda dos criadores ou mudanças na estratégia do streaming. Mas, ao que tudo indica, não se trata de uma ruptura amarga — até porque a Apple TV+ liberou um último “extra” para os fãs.

Último episódio atualizado: um “patch” para dizer adeus

Segundo informações da Variety, a Apple lançará na próxima semana uma versão estendida do último episódio da 4ª temporada, com um desfecho revisado para amarrar as pontas soltas e dar um verdadeiro encerramento à série. Ou seja: ao invés de deixar os personagens no limbo (ou no menu de pausa eterno), os produtores decidiram presentear o público com uma despedida feita sob medida.

“Finais são difíceis. Mas depois de quatro temporadas incríveis, Mythic Quest está chegando ao fim. Estamos orgulhosos da série e todo o universo que construímos — e somos profundamente gratos ao elenco e equipe, que participaram do projeto com muito carinho. Para todos os nossos fãs, agradecemos por terem jogado com a gente. Aos nossos parceiros na Apple, agradecemos por acreditarem na nossa visão desde o início. Porque finais são difíceis e, com a autorização da Apple, fizemos uma atualização no último episódio para podermos dizer ‘adeus’ em vez de apenas um ‘game over’”, escreveram os produtores Megan Ganz, David Hornsby e Rob McElhenney em comunicado oficial.

Uma série que valeu cada respawn

Mythic Quest talvez nunca tenha sido o carro-chefe da Apple TV+, mas certamente conquistou um lugar especial entre os fãs de boas comédias e do mundo gamer. A série foi elogiada pela crítica por sua originalidade, pelos episódios experimentais (como o tocante “A Dark Quiet Death” e o nostálgico “Backstory!”), e pela forma como tratou temas como machismo na indústria dos games, rivalidade criativa, saúde mental no trabalho e representatividade.

Além disso, o elenco afiado também ganhou destaque: além de McElhenney e Nicdao, estavam presentes nomes como Danny Pudi (o inesquecível Brad), Ashly Burch, David Hornsby, Imani Hakim e Jessie Ennis, que deram vida a personagens únicos, sarcásticos e, no fundo, profundamente humanos.

Fica o legado (e o desejo de um spin-off?)

Apesar do cancelamento, Mythic Quest deixa um legado importante dentro do streaming: foi uma das primeiras séries originais da Apple a mostrar que o serviço podia ir além do drama e apostar em comédias com DNA próprio. A série também abriu espaço para produções mais autorais e experimentais — algo que se refletiu em outras obras do catálogo da plataforma.

Com a promessa de um episódio final “refinado”, há quem aposte que talvez esse não seja o fim definitivo. Afinal, se o público reagir bem, nada impede que algum spin-off ou episódio especial reapareça no futuro. Vai que o jogo recomeça…

Tela de Sucessos 18/04/2025: À Espera de um Milagre é o destaque da sexta-feira Santa

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Na sexta-feira santa de 2025, 18 de abril, o Tela de Sucessos exibe um dos maiores clássicos do cinema contemporâneo: À Espera de um Milagre (The Green Mile). O longa-metragem, com 3 horas e 9 minutos de pura emoção, mistura elementos de drama, fantasia e mistério, levando o telespectador a uma jornada de reflexão sobre a vida, a morte e os milagres.

A História

Ambientado em 1935, na prisão sulista dos Estados Unidos, o filme conta a história de Paul Edgecomb, interpretado por Tom Hanks, o chefe de guarda do corredor da morte. Ele e sua equipe estão encarregados de cuidar dos prisioneiros condenados à pena capital, mas suas vidas tomam um rumo inesperado quando conhecem John Coffey, interpretado por Michael Clarke Duncan. Coffey, apesar de sua aparência intimidadora, é um homem com um dom sobrenatural que transforma a realidade ao seu redor de maneiras que desafiam a lógica humana.

À medida que Paul e Coffey estabelecem uma conexão única, Paul começa a se questionar sobre a verdadeira natureza dos acontecimentos que cercam os presos e os milagres misteriosos que surgem em sua prisão. A relação entre os dois homens é a alma da narrativa, explorando temas como redenção, compaixão e os limites do entendimento humano.

Direção e Roteiro

Dirigido por Frank Darabont, que também assina o roteiro, À Espera de um Milagre é uma adaptação do livro de Stephen King. Darabont traz toda a sua sensibilidade para a construção de uma atmosfera tensa e ao mesmo tempo profundamente emocional. O diretor é conhecido por sua habilidade em explorar a complexidade humana, e, neste filme, ele se supera ao criar um ambiente onde o fantástico e o real se entrelaçam de forma única.

Elenco

O filme conta com um elenco de peso. Tom Hanks, em um de seus papéis mais emocionantes, entrega uma performance comovente e cheia de nuances como Paul Edgecomb, um homem que busca entender o mistério por trás de Coffey. Michael Clarke Duncan, que deu vida a John Coffey, foi amplamente reconhecido por sua interpretação imponente e cheia de humanidade, que conquistou os corações do público e da crítica.

David Morse também se destaca como o chefe de Paul, com um papel que adiciona camadas à história, ampliando as complexidades da moralidade e da justiça dentro do sistema prisional.

Onde Assistir

O filme estará disponível para aluguel no Prime Video a partir de R$ 11,90. Quem preferir ver o clássico do conforto de sua casa pode conferir À Espera de um Milagre na plataforma de streaming e mergulhar nas emoções e lições que este drama atemporal proporciona.

Resumo semanal da novela Cara e Coroa 25/04 a 26/04

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 203 – Sexta-feira, 25 de abril de 2025
A repercussão dos jornais abala profundamente Mauro. As manchetes estampam o apoio popular a Fernanda e não poupam críticas aos atos cruéis e desesperados dele. Enfurecido e sentindo-se acuado, Mauro ordena com veemência que Amorim encontre Fernanda e a traga de volta, custe o que custar. Em paralelo, ele entra em contato com Antenor, impondo duas exigências inegociáveis: quer dinheiro e também Belinha, como moeda de troca para encerrar o conflito — ou reacendê-lo de vez.

Enquanto isso, na casa de Dinda, ela e Vivi retomam uma antiga teoria: a de que Belinha estaria escondida de alguma forma dentro da misteriosa pintura feita por Geninho. As duas se emocionam ao lembrar dos detalhes e passam a acreditar, mais do que nunca, que a jovem ainda está por perto, talvez aguardando o momento certo para voltar. O quadro se torna um símbolo de esperança.

Juan, inquieto com a saúde mental de Cacilda, decide esconder o jornal do dia. Ele teme que, ao ler sobre o caos que tomou conta de Porto do Céu, ela decida retornar antes da hora — e se coloque em risco.

Já Miguel desconfia da ausência repentina de Antenor. O veterano deixou a casa sem dar explicações, e isso acende um alerta no coração do neto. Preocupado, ele tenta descobrir o paradeiro do avô.

Do outro lado, Geninho se aproxima de Belinha mais uma vez. Com sua sensibilidade e ternura únicas, o garoto consegue tocar o coração da menina, dizendo que a hora de voltar chegou — não apenas por ela, mas para salvar seu avô de uma possível tragédia.

Com o dinheiro exigido por Mauro em mãos, Antenor segue para o encontro marcado, tomado por uma angústia crescente e o temor do que poderá acontecer se tudo der errado.

Capítulo 204 – Sábado, 26 de abril de 2025
Mauro aguarda ansioso e impaciente no esconderijo. Quando finalmente vê Antenor chegar, o clima pesa — não há sinal de Belinha ao lado dele. A decepção se transforma em raiva explosiva. Fora de si, Mauro grita com o pai, o acusando de traição e covardia. A tensão atinge o auge: os dois estão à beira de um confronto físico, quando, de repente, uma voz firme e emocionada ecoa pelo galpão.

Belinha surge, decidida e com os olhos marejados. Ela se coloca entre os dois, implorando para que parem com aquela guerra absurda. Seu gesto desarma os ânimos. Com lágrimas nos olhos, ela pede que Antenor volte para casa e se afaste daquele ambiente de violência. Apesar da dor no olhar, ele obedece à neta e vai embora, deixando Mauro visivelmente abalado.

Sozinha com o pai, Belinha respira fundo e encara Mauro de frente. Em um diálogo sincero, ela revela o quanto deseja continuar morando com o avô, em busca de paz e proteção — algo que o próprio Mauro já não consegue oferecer. Surpreendendo até a si mesmo, Mauro não reage com fúria. Em um raro momento de humanidade, ele baixa a guarda e consente, vencido pelo amor que ainda sente por ela.

Enquanto isso, Nadine leva um sopro de esperança à casa de Laurinha e Rômulo. Ela revela que Heitor está vivo, para alívio e comoção do casal, que já temia o pior.

Do outro lado da cidade, Fernanda toma uma decisão difícil, mas necessária. Cansada de fugir e determinada a enfrentar seu destino, ela pede a Rubinho que volte para casa. Explica que quer resolver tudo com Mauro sozinha, do seu jeito. Rubinho, embora preocupado, respeita a escolha da amiga e parte, deixando-a com o coração apertado.

Mas o perigo se aproxima silenciosamente. Amorim, seguindo ordens diretas de Mauro, invade a casa onde Fernanda está escondida. Frio e implacável, ele elimina os policiais encarregados de protegê-la. Os tiros ecoam pela casa e Fernanda, paralisada por um segundo, entende: a guerra não acabou — está apenas começando, e agora ela está mais sozinha do que nunca.

Quilos Mortais 11/05/2025: Público conhece Robin, uma mulher que pesa 294 quilos

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo de Dia das Mães, 11 de maio de 20254, o Quilos Mortais chega com uma história que promete tocar fundo o coração de quem assiste. Em edição especial, às 18h15, logo depois do Acerte ou Caia!, o público vai acompanhar a jornada de Robin, uma mulher que carrega não só o peso físico de seus 294 quilos, mas também o peso emocional de uma perda devastadora: a morte da irmã, vítima de complicações cardíacas causadas pela obesidade.

O medo de ter o mesmo destino assombra Robin. Ela sabe que está em uma encruzilhada — e que precisa fazer uma escolha urgente: continuar se afundando na dor ou tentar reconstruir sua vida antes que seja tarde demais. É aí que começa sua batalha por saúde, por dignidade, por tempo com a família… e por si mesma.

Robin não está sozinha. Ao seu lado, o marido é um parceiro leal, que segue firme nos momentos mais difíceis. E quem também mergulha nessa jornada é Garrett, seu jovem sobrinho de apenas 20 anos, que também luta contra a obesidade. Com mais de 270 quilos, Garrett é uma mistura de força e fragilidade. Ele vê na jornada da tia uma chance de mudar sua própria história — e talvez inspirar Robin a não desistir.

Enquanto Garrett se entrega ao processo, passa pelas etapas exigidas e conquista a tão sonhada aprovação para a cirurgia bariátrica, Robin enfrenta altos e baixos. Ela tenta, cai, se levanta. O medo do fracasso, a culpa e a saudade da irmã formam uma corrente difícil de quebrar. Sua história é um lembrete de que a obesidade não é apenas uma questão de aparência ou vaidade — é, muitas vezes, o reflexo de traumas, dores emocionais e ciclos difíceis de romper.

E é por isso que este episódio é tão especial. Ele vai muito além da balança. Mostra como o apoio familiar pode ser determinante, como o amor salva, como cada pequeno avanço é uma vitória. É uma narrativa de perdas, mas também de reencontros — principalmente com a esperança.

Apresentado por Celso Zucatelli, com direção-geral de Bruno Gomes e direção artística de Cesar Barreto, Quilos Mortais se consolida como um dos programas mais emocionantes da TV brasileira, por mostrar com sensibilidade e verdade as batalhas silenciosas que tantas pessoas enfrentam todos os dias.

📺 Anote aí:

  • Sexta-feira (9), às 23h – episódio inédito
  • Domingo (11), às 18h15 – edição especial, logo após o Acerte ou Caia!

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