Vought Rising | Série prequela de The Boys revela primeiras imagens dos atores caracterizados

0
Foto: Reprodução/ Internet

O universo de The Boys está prestes a ganhar uma nova dimensão com Vought Rising, a aguardada prequela que mergulha nas origens da enigmática Vought Enterprises. Ambientada na década de 1950, a série promete não apenas expandir a narrativa conhecida pelos fãs, mas também oferecer uma reflexão crítica sobre poder, ambição e a manipulação ética que sustentou a ascensão dos super-heróis corporativos, ou Supes, no mundo de Eric Kripke.

Com um elenco de peso liderado por Jensen Ackles e Aya Cash, a série tem a difícil missão de equilibrar a nostalgia de uma época histórica marcante com os tons sombrios e satíricos que fizeram The Boys se tornar um fenômeno global. Abaixo, confira as primeiras imagens oficiais do elenco. As fotos mostram Jensen Ackles como Soldier Boy em um uniforme que remete aos anos 1950, evocando o patriotismo e a estética da época, enquanto Aya Cash surge como Clara Vought, a ambiciosa fundadora da corporação.

O contexto histórico e a ascensão da Vought

A década de 1950 foi um período de grandes transformações para os Estados Unidos e para o mundo. O fim da Segunda Guerra Mundial trouxe esperança, mas também um clima de tensão, com a Guerra Fria se intensificando e a corrida armamentista e tecnológica contra a União Soviética em pleno auge. É nesse cenário que Vought Rising se situa, explorando como uma pequena empresa farmacêutica evoluiu para a gigante corporativa que dominaria o mercado de Supes décadas mais tarde.

A narrativa da série promete mostrar os primeiros passos da Vought Enterprises: experimentos científicos aparentemente inofensivos, investimentos em propaganda e marketing, e o desenvolvimento inicial do Composto V, substância responsável por conferir habilidades sobre-humanas. Esses elementos não apenas transformam pessoas comuns em heróis e vilões, mas também revelam o lado sombrio da ciência quando usada para lucro e poder, em vez de bem-estar social.

Segundo fontes envolvidas na produção, a série irá aprofundar como as decisões éticas questionáveis e a ambição desenfreada de Clara Vought, a fundadora da corporação, moldaram a trajetória da empresa e definiram os padrões morais que ainda seriam vistos em personagens como Homelander e companhia. A perspectiva histórica combina com a ficção de forma inteligente, permitindo que o público compreenda como eventos globais e interesses corporativos se entrelaçam na criação dos Supes.

O herói de guerra com segredos

Um dos destaques da série é o personagem Soldier Boy, interpretado por Jensen Ackles. Diferente de Homelander, cuja imagem de líder dos Sete é marcada pelo culto à personalidade, Soldier Boy representa uma era anterior, onde heróis estavam intimamente ligados à guerra, patriotismo e propaganda militar. Mas, como a série promete revelar, por trás da máscara heroica há segredos sombrios.

As primeiras imagens divulgadas mostram Ackles com um uniforme que remete diretamente aos anos 1950, adaptado para suas habilidades sobre-humanas. Esse visual não é apenas uma homenagem aos heróis da época, mas também uma representação da militarização e da disciplina que cercava os primeiros Supes. Soldier Boy será o elo entre a realidade histórica e a ficção fantástica, mostrando o impacto humano e psicológico de ser um “experimento vivo” da Vought.

Além disso, a série promete explorar a tensão entre imagem pública e realidade pessoal. Soldier Boy surge como um símbolo de heroísmo e sacrifício, mas também como um reflexo das consequências éticas da manipulação genética e da propaganda. O personagem será peça-chave para que o público compreenda como os Supes se tornaram ferramentas corporativas, ao mesmo tempo em que se questiona a moralidade de usar seres humanos como armas.

A visionária Clara Vought

Aya Cash, que retorna à franquia como Tempesta, terá a oportunidade de mostrar uma nova faceta de sua personagem: Clara Vought, a ambiciosa fundadora da corporação. Nesta fase da história, Clara ainda não é a figura totalmente vilanesca que os fãs conhecem, mas sim uma visionária determinada a consolidar seu legado, independentemente do preço ético.

Clara Vought representa a face corporativa da narrativa: manipuladora, estratégica e disposta a usar todos os recursos à sua disposição, incluindo a mídia e a opinião pública, para promover seus Supes. Sua trajetória em Vought Rising mostrará como a ambição e a visão de longo prazo podem ser usadas tanto para o progresso quanto para a corrupção, estabelecendo as bases para os eventos que moldariam o universo de The Boys.

A complexidade de Clara Vought também permitirá à série explorar temas de gênero, poder e liderança em um contexto historicamente dominado por homens. Ao mostrar uma mulher comandando os rumos da ciência e da mídia na década de 1950, a

Criatividade por trás das câmeras

A produção da série está sob o comando de Paul Grellong, conhecido por seu trabalho em The Boys, em parceria com Eric Kripke, criador da série original. A dupla promete manter o tom irreverente e satírico que tornou a franquia um sucesso global, enquanto mergulha nas complexidades morais e históricas da origem da Vought. A direção criativa visa equilibrar ação, drama e crítica social, criando uma experiência audiovisual única.

O design de produção, figurinos e ambientação refletem cuidadosamente a década de 1950, trazendo elementos que remetem ao contexto histórico, como a Guerra Fria, a propaganda política e o surgimento da cultura pop americana. Essa atenção aos detalhes não apenas cria autenticidade, mas também reforça a crítica social e cultural que permeia toda a franquia. narrativa amplia a discussão sobre ética, ambição e moralidade corporativa, sem perder o humor negro característico da franquia.

O Retorno | Épico moderno com Ralph Fiennes e Juliette Binoche ganha trailer

0

Vinte anos após partir para a Guerra de Troia, Odisseu retorna ao seu lar em Ítaca, mas o que encontra não é apenas seu reino, e sim um cenário marcado pelo caos, pela desordem e pelo peso do tempo. É nesse contexto que chega aos cinemas brasileiros O Retorno, dirigido por Uberto Pasolini, cineasta reconhecido por filmes como Ou Tudo ou Nada e Uma Vida Comum. O longa promete não apenas recontar a história clássica de Homero, mas também dar uma dimensão humana às feridas físicas e emocionais deixadas pela guerra. A estreia está marcada para 4 de setembro, com versões dubladas e legendadas, uma primeira iniciativa da O2 Play em lançamentos internacionais.

O trailer dublado do épico moderno já está disponível e traz um vislumbre intenso do longa-metragem. As imagens mostram Odisseu chegando a Ítaca marcado pela guerra, o reino em desordem e Penélope cercada por pretendentes gananciosos, enquanto Telêmaco enfrenta o peso de assumir responsabilidades cedo demais. Abaixo, assista ao trailer:

O que chama atenção logo de início é o reencontro de Ralph Fiennes e Juliette Binoche. A dupla, que conquistou o público mundial em O Paciente Inglês (1996), retorna às telas quase 30 anos depois. Em O Paciente Inglês, a química entre os atores rendeu a Binoche o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Antes disso, já haviam trabalhado juntos em O Morro dos Ventos Uivantes, mas foi na história do enfermeiro e da aristocrata que o público se apaixonou pela intensidade de suas interpretações.

Agora, Fiennes e Binoche exploram Odisseu e Penélope em uma fase madura, trazendo não apenas a habilidade técnica, mas também uma carga emocional construída ao longo de décadas de carreira. “Foi como revisitar velhos amigos, mas com personagens completamente diferentes, mais complexos e cheios de cicatrizes”, afirmou Binoche em entrevista recente. Fiennes complementa: “O que nos atraiu foi a possibilidade de mostrar o impacto humano de uma guerra, a ausência prolongada e as escolhas que moldam um lar e uma família.”

Humanizando a mitologia

Diferente de outras adaptações da Odisseia, o filme não inclui deuses, monstros ou intervenções sobrenaturais. Pasolini e os roteiristas John Collee e Edward Bond decidiram concentrar-se na dimensão humana da história, explorando as consequências da guerra sobre o corpo e a mente de Odisseu. “Nosso foco foi a vulnerabilidade e a força de um homem que, mesmo depois de vinte anos longe, precisa reencontrar seu lugar no mundo”, explica Pasolini.

O filme se destaca ao mostrar que os verdadeiros desafios de Odisseu não são enfrentados no campo de batalha, mas dentro de casa. Ele retorna para um reino em desordem, uma esposa cercada por pretendentes e um filho que precisa crescer rápido diante das ameaças de quem deseja usurpar o poder. A narrativa transforma o mito em algo palpável, próximo da experiência contemporânea de qualquer espectador que já enfrentou conflitos, perdas ou desafios familiares.

Sinopse oficial

Em O Retorno, Odisseu chega a Ítaca abatido, irreconhecível, e é recebido por Eumeu e Iias, que o ajudam a se recuperar. A guerra deixou marcas profundas, não apenas em seu corpo, mas também em sua mente. Penélope, esposa fiel, enfrenta a pressão de pretendentes gananciosos que acreditam que Odisseu está morto. Seu filho, Telêmaco, interpretado por Charlie Plummer, se vê diante de escolhas difíceis, tentando proteger a mãe e a integridade do reino.

Enquanto Penélope mantém sua estratégia de tecer a mortalha do sogro, ganhando tempo para decidir sobre um pretendente, Odisseu se disfarça de velho soldado e enfrenta humilhações e lutas forçadas pelos invasores. Em um dos momentos mais emocionantes, seu cão Argos o reconhece após anos de espera, simbolizando lealdade e a espera do lar perdido.

A descoberta de sua identidade por Euricléia, antiga ama, marca o ponto de virada da narrativa, enquanto a batalha final com os pretendentes evidencia a coragem, a estratégia e a determinação de Odisseu. Telêmaco, inicialmente ressentido com o abandono do pai, finalmente compreende a complexidade de sua experiência e ajuda a restabelecer a ordem em Ítaca. O filme culmina na reconciliação entre Odisseu e Penélope, trazendo à tona os temas universais do amor, da paciência e da reconstrução da família.

Produção e locações

As filmagens começaram na Grécia, nas regiões históricas de Corfu e Peloponeso, capturando a beleza natural e a autenticidade da ambientação. Depois, a equipe seguiu para locações na Itália, onde cenas complementares ajudaram a criar o cenário do reino em crise. As gravações principais se encerraram em junho de 2023.

Com um orçamento de US$ 20 milhões, O Retorno é uma produção relativamente modesta em comparação a outros épicos do mesmo gênero, como a adaptação de Christopher Nolan em 2026, que custou US$ 250 milhões. No entanto, a economia não compromete a grandiosidade emocional do filme, que se apoia em performances sólidas e narrativa intensa, em vez de efeitos visuais exuberantes.

Estreia internacional e recepção

O filme teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em setembro de 2024, recebendo elogios da crítica por sua abordagem humanizada e inovadora da Odisseia. Nos Estados Unidos, foi lançado em dezembro de 2024 pela Bleecker Street, seguido por estreias no Reino Unido e Irlanda em abril de 2025, com exibições especiais no Museu Britânico e no Curzon Mayfair.

Críticos destacaram a profundidade das interpretações e a capacidade do filme de transformar uma narrativa épica em um drama intimista. Como afirmou uma crítica do The Guardian, “O Retorno nos lembra que, mesmo nas histórias mais antigas, o maior conflito é humano e emocional.”

Lançamento no Brasil

A estreia nos cinemas nacionais em 4 de setembro promete reunir fãs de adaptações clássicas e espectadores interessados em dramas familiares e épicos modernos. O lançamento dublado amplia o alcance da produção e permite que o público jovem se conecte mais facilmente com a narrativa.

Temas universais

Apesar de ambientado há milênios, o filme aborda questões que continuam relevantes: a ausência prolongada, o impacto da guerra, a reconstrução de laços familiares e a responsabilidade de retomar o controle de uma vida desorganizada. Odisseu não enfrenta monstros mitológicos, mas as feridas da própria humanidade, mostrando que coragem, paciência e resiliência são universais.

Pasolini reforça: “O que nos interessa é a experiência humana. Odisseu pode ser uma figura épica, mas suas dores, perdas e escolhas são próximas de qualquer pessoa que luta para reconquistar seu lugar no mundo.”

Elenco e personagens

Além de Ralph Fiennes (Odisseu), Juliette Binoche (Penélope) e Charlie Plummer (Telêmaco), o filme conta com personagens como Eumeu e Iias, que representam lealdade e amizade, e Antínoo, símbolo da ambição e da corrupção. A interação entre os personagens é marcada por diálogos densos e cenas carregadas de emoção, que equilibram ação e reflexão.

Twisted Wonderland | Universo dos vilões da Disney ganha vida em anime com novo trailer

0

O universo da Disney está prestes a ser explorado de uma maneira completamente diferente. O anime Twisted Wonderland, baseado no popular jogo para celular do mesmo nome, acaba de ganhar um novo trailer, antecipando uma história que mistura magia, mistério e personagens sombrios, todos inspirados nos vilões mais icônicos da Disney. A série estreia na Disney+ em 29 de outubro de 2025, já com três temporadas confirmadas, prometendo expandir o universo que conquistou fãs ao redor do mundo.

Produzido pela Aniplex em parceria com a Walt Disney Japan, o anime acompanha Yuu, um jovem transportado para outro mundo por um espelho mágico. Ao chegar à Faculdade Corvo Noturno, uma escola mágica de ensino superior, ele se depara com sete dormitórios distintos, cada um baseado em um vilão clássico da Disney. Lá, Yuu é acolhido pelo enigmático diretor da escola e conhece alguns dos melhores alunos, mergulhando em desafios que testarão não apenas suas habilidades, mas também sua coragem e caráter.

Uma escola mágica e cheia de segredos

A Faculdade Corvo Noturno não é uma escola comum. Cada dormitório tem sua própria personalidade, refletindo a essência do vilão que o inspirou. De Heartslabyul, rebelde e charmoso, a Octavinelle, estratégico e calculista, cada ambiente apresenta desafios diferentes, revelando conflitos internos e oportunidades para crescimento. O anime promete explorar esses aspectos de forma profunda, transformando figuras tradicionalmente “más” em personagens tridimensionais com motivações complexas.

Os fãs do jogo já conhecem essa abordagem inovadora: os vilões deixam de ser antagonistas unidimensionais e ganham histórias, dilemas e sentimentos que os tornam cativantes. Para o anime, essa proposta será ampliada, combinando elementos visuais impressionantes com narrativas emocionais que exploram a amizade, a rivalidade e a busca de Yuu por um caminho de volta para casa.

Do celular para o streaming

Twisted Wonderland começou como um jogo para celular, lançado no Japão pela Aniplex e Walt Disney Japan, com Yana Toboso — criadora de Black Butler — responsável pelo conceito original, roteiro principal e design dos personagens. Com um estilo sombrio e elegante, Toboso conseguiu equilibrar a fantasia com o drama e a intriga, dando vida a um mundo que mescla beleza e tensão.

A versão em inglês do jogo foi lançada em 20 de janeiro de 2022 nos Estados Unidos e Canadá, conquistando rapidamente uma base de fãs dedicada. O sucesso do game se deve à narrativa envolvente, à complexidade dos personagens e à jogabilidade que combina aventura e estratégia. Agora, o anime busca traduzir essa experiência para uma narrativa televisiva, permitindo que novos públicos descubram a história de Yuu e seus colegas da Faculdade Corvo Noturno.

Jogabilidade que inspira a narrativa

O jogo é descrito como uma “Villains Academy ADV”, ou aventura acadêmica de vilões. Os jogadores interagem com três elementos principais: lições, histórias e testes. Nas lições, os personagens ganham experiência e aprimoram suas habilidades; nas histórias, os jogadores exploram o universo narrativo; e nos testes, enfrentam desafios para medir a força de seus personagens, recebendo recompensas de acordo com sua pontuação.

O jogo também opera com um sistema gacha, permitindo que os jogadores obtenham personagens aleatórios usando a moeda Magic Gems. Outra inovação é o “Quarto de Hóspedes”, lançado na versão japonesa em maio de 2022, que permite aos jogadores personalizar os dormitórios e convidar seus personagens favoritos para interações únicas, aproximando o público da narrativa e ampliando a imersão.

Três temporadas, três histórias

O anime será dividido em três temporadas, cada uma adaptando um capítulo do jogo: Episódio de Heartslabyul, Episódio de Savanaclaw e Episódio de Octavinelle. Cada temporada explorará a vida nos dormitórios, os conflitos entre os alunos, os desafios mágicos e o crescimento de Yuu em sua jornada.

Segundo a equipe de produção, a intenção é manter a fidelidade ao jogo, mas expandir aspectos emocionais e de desenvolvimento de personagens. O público poderá acompanhar a evolução de relações complexas, rivalidades intensas e momentos de ternura e humor, proporcionando uma experiência completa e envolvente.

Vilões como protagonistas

Uma das maiores inovações da história é transformar vilões tradicionais em personagens com profundidade emocional. Eles deixam de ser simplesmente “o mal” e ganham histórias pessoais, dilemas e características que despertam empatia. Cada dormitório reflete a personalidade do vilão em que foi inspirado, criando um microcosmo com regras, valores e desafios próprios.

Essa abordagem não apenas cativa os jogadores do jogo, mas também promete conquistar fãs de anime e Disney que procuram histórias mais complexas e envolventes. A narrativa consegue equilibrar momentos de tensão, humor e emoção, permitindo que cada personagem se destaque e que o público se conecte com suas jornadas individuais.

Eita, Lucas! deste sábado (13) traz Carona da Sorte com David na feira de São Paulo

0

Neste sábado, 13 de setembro, às 15h, o programa “Eita, Lucas!” volta à tela do SBT com uma edição repleta de emoção, solidariedade e surpresas. Lucas Guimarães conduz o programa em busca de personagens que inspirem e emocionem o público, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, a esperança e a solidariedade podem transformar vidas.

No quadro “Eita Glória”, Lucas percorre uma feira livre na capital paulista, conversando com feirantes, clientes e moradores locais em busca de histórias marcantes. Entre frutas, legumes e interações cheias de afeto, um sortudo terá a chance de ter suas dívidas quitadas, participando de um jogo de envelopes premiados.

A dinâmica exige que o participante confie na própria intuição para escolher os envelopes corretos. Nesta semana, a edição traz uma novidade emocionante: o envelope “Surpresa”, capaz de pagar todas as dívidas do mês, oferecendo um alívio completo para quem enfrenta dificuldades financeiras. A expectativa e a emoção se misturam enquanto os telespectadores acompanham cada decisão e reação dos participantes.

Na sequência, o programa apresenta o quadro “Carona da Sorte”, desta vez com David, um vendedor de tapiocas que luta diariamente para sustentar a família. Endividado e cansado de enfrentar obstáculos, ele chegou a pensar em desistir até o momento em que cruzou o caminho de Lucas.

Durante a carona, David enfrenta desafios valendo R$ 10 mil, respondendo às perguntas da Áurea, a Inteligência Artificial do programa. Entre tensão, entusiasmo e momentos de reflexão, ele precisa mostrar conhecimento e estratégia, enquanto o público acompanha cada instante com emoção. A história de David reforça a missão do programa: inspirar e transformar vidas através da solidariedade e da superação pessoal.

O programa combina diversão, suspense e emoção em um formato que aproxima os telespectadores da realidade dos participantes. Com Lucas Guimarães à frente, o programa valoriza o contato humano, as histórias reais e as reações genuínas daqueles que recebem apoio e reconhecimento.

A interação com o público vai além da tela: cada quadro desperta empatia, torcidas e emoções compartilhadas, mostrando que pequenas ações podem ter impacto profundo na vida de muitas pessoas. Entre sorrisos, lágrimas e momentos de tensão, o programa constrói uma narrativa envolvente que conecta espectadores e participantes.

Cinesystem oferece cinema com preço especial em todas as salas no Dia do Cliente

0

O Dia do Cliente, celebrado hoje, 15 de setembro, é uma oportunidade especial para homenagear quem torna qualquer negócio possível: o consumidor. Mais do que promoções, a data é sobre reconhecimento e proximidade, e a Cinesystem resolveu transformar essa comemoração em uma verdadeira experiência cinematográfica. Neste ano, todas as unidades da rede oferecem preço de meia-entrada em todas as sessões, de norte a sul do Brasil, tornando a cultura do cinema mais acessível a todos.

Durante o Dia do Cliente 2025, as sessões 2D e 3D nas salas convencionais terão ingressos por R$ 15, enquanto as salas Cinépic e IMAX, conhecidas por suas tecnologias de ponta, custarão R$ 20. A iniciativa garante que qualquer pessoa, seja amante do cinema há anos ou alguém que queira descobrir a magia da telona, possa vivenciar a experiência sem se preocupar com o bolso. “Nosso objetivo é proporcionar momentos únicos, com conforto e emoção, para que cada visitante se sinta valorizado e acolhido”, afirma Samara Vilvert, gerente de marketing da Cinesystem.

Mais do que cinema: uma experiência para compartilhar

A promoção não é apenas uma oportunidade financeira: é uma chance de compartilhar histórias, emoções e memórias com amigos, família ou parceiros. As salas Cinépic e IMAX, por exemplo, oferecem imagens impressionantes e som imersivo, elevando cada sessão a uma experiência única. Ao democratizar o acesso, a Cinesystem transforma o cinema em um espaço para convivência, diversão e cultura, mostrando que momentos simples podem se tornar inesquecíveis.

O Dia do Cliente vai além de descontos: é uma forma de reforçar a importância do cinema como parte da vida cultural. A Cinesystem entende que cada ingresso vendido representa mais do que uma entrada em uma sala escura: é uma história sendo contada, uma emoção compartilhada e uma memória sendo criada. Com preços acessíveis, novos públicos têm a oportunidade de conhecer diferentes gêneros, estreias e até clássicos que podem se perder na correria do dia a dia.

Netflix divulga trailer oficial do live-action Last Samurai Standing, combinando ação intensa e drama histórico

0

A Netflix prepara uma das estreias mais aguardadas de 2025 com Last Samurai Standing, adaptação em live-action do aclamado anime e do romance homônimo de Shogo Imamura, ilustrado por Katsumi Tatsuzawa. Com estreia global marcada para 13 de novembro, a série já ganhou um trailer eletrizante, prometendo sequências de ação intensas, drama emocional e sutis críticas sociais ambientadas no turbulento período Meiji, no final do século XIX. A expectativa é alta, e não é à toa: a produção combina uma narrativa envolvente com visuais impactantes e um elenco de peso. Abaixo, confira o vídeo divulgado pela plaforma de streaming:

A trama gira em torno de 292 guerreiros reunidos no Templo Tenryūji, em Kyoto, após o pôr do sol, todos em busca de um prêmio monumental de ¥100 bilhões. O que parecia ser apenas um torneio de habilidades rapidamente se transforma em uma corrida mortal: cada competidor deve arrancar a etiqueta de madeira dos rivais e seguir até Tóquio para conquistar a recompensa. No centro dessa competição letal está Shujiro Saga, interpretado por Junichi Okada, um samurai movido por uma missão pessoal — salvar sua esposa e filho doentes. Essa combinação de drama familiar e ação extrema dá à série uma tensão imediata, onde cada confronto é carregado não só de risco físico, mas de emoção intensa.

O elenco é outro ponto forte da produção. Junichi Okada, além de protagonista, assina a produção e coreografia das cenas de ação, garantindo autenticidade e intensidade a cada duelo. Ao lado dele, Yumia Fujisaki vive Futaba Katsuki e Kaya Kiyohara interpreta Iroha Kinugasa, personagens que acrescentam camadas de emoção à narrativa. Nomes consagrados como Masahiro Higashide, Shota Sometani e Taichi Saotome completam o elenco, reforçando a imersão histórica e o peso dramático das competições. Cada guerreiro da série tem motivações próprias, criando uma dinâmica complexa de rivalidade, estratégia e dilemas éticos, elevando a história muito além das simples exibições de combate.

A produção, de fato, é monumental. Com quase 300 atores envolvidos, figurinos detalhados e cenários meticulosamente recriados, Last Samurai Standing exigiu esforço comparável ao de três longas-metragens. Dirigida por Michihito Fujii e Kento Yamaguchi, a série preserva os temas centrais do romance original — honra, sacrifício e sobrevivência — enquanto reforça o apelo visual e dramático da narrativa. Locais reais em Kyoto e recriações minuciosas de ambientes históricos transportam o público diretamente para o Japão do século XIX, com o Templo Tenryūji ganhando vida em cada plano, sombra e movimento.

Antes mesmo de chegar à Netflix, os dois primeiros episódios foram exibidos no 30º Festival Internacional de Cinema de Busan, na seção “Na Tela”, em 18 de setembro de 2025. O feedback inicial foi positivo, destacando a qualidade das coreografias, a profundidade emocional dos personagens e a estética geral da série. Alguns críticos alertaram que a complexidade de tantos personagens e motivações poderia ser desafiadora para quem não conhece o material original, mas a promessa de uma experiência intensa e visualmente impressionante parece ter convencido.

O grande diferencial de Last Samurai Standing é seu equilíbrio entre ação e drama. As lutas são mais do que espetáculos visuais; cada golpe e cada confronto revelam medos, passados e motivações profundas dos personagens. Shujiro, por exemplo, não combate apenas por glória, mas para proteger sua família, dando às cenas de ação uma carga emocional que transcende a coreografia. Paralelamente, a série explora o choque entre tradições e modernidade durante o período Meiji, incluindo tensões políticas, pressões sociais e conflitos internos dos guerreiros, evitando que a produção se limite a um simples show de espadas.

Rodrigo Tardelli compartilha bastidores e emoção de “Estranho Jeito de Amar” em painel no Rio Webfest

0

Rodrigo Tardelli chegou ao Rio Webfest no último sábado, 29 de novembro, com a serenidade de quem já conhece bem o festival, mas também com o brilho nos olhos de quem entende o peso e a responsabilidade de concorrer novamente. Sua atuação como Gael em Estranho Jeito de Amar rendeu ao ator sua quarta indicação ao prêmio de Melhor Ator no evento, um reconhecimento que ele considera simbólico não apenas para sua carreira, mas para todo o time por trás da produção. É um marco que reafirma seu espaço no audiovisual independente e celebra uma trajetória construída com persistência, afetos e histórias que atravessam quem assiste.

O ator participou do painel de criadores do festival ao lado do roteirista Leonardo Torres e da diretora Mariana Berardinelli, com quem divide a assinatura da série. A conversa se transformou rapidamente em um encontro de bastidores, memórias e reflexões sobre como uma produção nascida de forma independente conseguiu furar bolhas, mobilizar públicos e gerar debates urgentes sobre saúde emocional e relacionamentos contemporâneos. Ali, diante de uma plateia formada por criadores, fãs e profissionais do setor, Rodrigo parecia revisitar cada silêncio, cada cena e cada vulnerabilidade que Gael o exigiu.

Em meio à troca de experiências, Tardelli falou sobre o impacto pessoal do projeto. “Participar do painel de criadores do Rio Webfest falando sobre ‘Estranho Jeito de Amar’ foi especial. A série nasceu de forma independente e hoje move pessoas no Brasil inteiro. Estar indicado a Melhor Ator reforça a importância dessa história e o quanto ela toca quem assiste. É bonito ver esse impacto ganhar espaço e reconhecimento”, disse, deixando evidente que o peso da indicação vai muito além do simbolismo de um troféu.

A conversa entre o trio destacou aquilo que o público muitas vezes não vê: as dificuldades de filmar com recursos limitados, a necessidade de equilibrar sensibilidade e responsabilidade ao tratar de temas como dependência emocional e relações abusivas, e o cuidado para construir personagens que não sejam apenas retratos, mas pontes para quem vive situações semelhantes na vida real. Leonardo Torres, por exemplo, comentou como o roteiro nasceu de inquietações pessoais sobre afeto e autocuidado. Mariana Berardinelli relatou que dirigir atores em estados emocionais tão complexos é sempre um desafio, mas também um exercício de confiança e parceria artística.

Ao centro dessa engrenagem está Gael, personagem que deu a Rodrigo Tardelli não apenas indicações e prêmios, mas oportunidades de explorar camadas mais profundas de sua arte. A intensidade de Gael, marcada por traumas, fragilidades e tentativas de reconstrução, exige do ator uma entrega contínua que vai além do set. Talvez por isso sua interpretação tenha repercutido tão fortemente entre espectadores e críticos. A investigação emocional que Tardelli projeta no personagem é delicada, honesta e, em muitos momentos, desconfortavelmente real. É impossível sair ileso depois de acompanhar sua trajetória.

Essa conexão não se restringe à tela. Com mais de 15 milhões de visualizações, Estranho Jeito de Amar se tornou uma das webséries independentes mais comentadas dos últimos anos, especialmente por oferecer uma abordagem sincera de temas que costumam ser invisibilizados. A produção combina drama, introspecção e uma estética que valoriza o silêncio e a subjetividade, aproximando o público de dores e reflexões que muitas vezes vivem guardadas. O impacto pode ser medido tanto pela audiência quanto pelas mensagens que chegam diariamente aos criadores, vindas de pessoas que se viram refletidas ali, entre cenas e diálogos.

Para Rodrigo Tardelli, a indicação no Rio Webfest 2025 é mais uma etapa dessa caminhada. Já são 12 indicações como Melhor Ator em festivais internacionais, com quatro troféus conquistados e uma presença constante em mostras na Nova Zelândia, Ásia, Los Angeles e outros países que abraçaram a série. Cada premiação, no entanto, parece ganhar um novo significado à medida que o ator constrói uma carreira em que a sensibilidade é a base do trabalho.

Se o audiovisual independente tem desafios imensos, também tem a liberdade criativa de permitir que histórias como Estranho Jeito de Amar existam — histórias que surgem de inquietações reais, se alimentam de experiências humanas e encontram no público um espelho generoso. E é exatamente nesse lugar, entre arte e afeto, que a trajetória de Rodrigo Tardelli se fortalece. Sua presença no festival não é apenas a de um ator indicado, mas a de um criador que entende que contar histórias é, antes de tudo, tocar pessoas.

Saiba qual filme vai passar na Supercine deste sábado (3) na TV Globo

0

Se você gosta de histórias cheias de reviravoltas, personagens suspeitos e diálogos afiados, o Supercine deste sábado, 3 de janeiro de 2026, entrega exatamente isso. A TV Globo exibe Entre Facas e Segredos, um dos filmes policiais mais elogiados dos últimos anos, que revitalizou o gênero do “quem matou?” com inteligência, humor ácido e um elenco afiadíssimo.

Lançado originalmente em 2019 e dirigido por Rian Johnson, o longa conquistou crítica e público ao misturar investigação clássica com comentários sociais atuais, tudo embalado por uma narrativa elegante e surpreendente. Não à toa, o filme se tornou um fenômeno mundial e deu origem a uma bem-sucedida franquia estrelada por Daniel Craig no papel do excêntrico detetive Benoit Blanc.

Um crime elegante no coração de uma família disfuncional

A trama começa logo após a comemoração dos 85 anos de Harlan Thrombey, um renomado escritor de romances policiais vivido por Christopher Plummer. O cenário é uma mansão imponente em Massachusetts, repleta de objetos antigos, segredos e ressentimentos silenciosos. Na manhã seguinte à festa, Harlan é encontrado morto, com a garganta cortada.

À primeira vista, tudo indica suicídio. A polícia local está pronta para encerrar o caso rapidamente, mas a chegada inesperada do detetive particular Benoit Blanc muda completamente o rumo da investigação. Contratado de forma anônima, Blanc não se contenta com respostas fáceis e passa a observar com atenção cada detalhe, cada contradição e cada olhar desconfortável dos presentes.

E motivos não faltam. A família Thrombey é um verdadeiro campo minado emocional: filhos ressentidos, netos mimados, disputas por dinheiro e um histórico de relações quebradas. Todos tinham algo a ganhar — ou a perder — com a morte do patriarca.

Benoit Blanc: um detetive fora do comum

Daniel Craig entrega uma de suas performances mais divertidas e inesperadas da carreira. Distante da imagem de James Bond, seu Benoit Blanc é teatral, meticuloso e dono de um sotaque sulista carregado, que se tornou uma das marcas registradas do personagem.

Blanc não investiga apenas fatos, mas comportamentos. Ele observa silêncios, hesitações e pequenas falhas morais. Sua presença funciona quase como um espelho, refletindo o que cada personagem tenta esconder — inclusive de si mesmo.

Ao lado dele, a investigação ganha camadas cada vez mais complexas, especialmente quando a enfermeira de Harlan, Marta Cabrera (Ana de Armas), entra em cena.

Marta Cabrera e o peso da consciência

Marta é, à primeira vista, a pessoa menos suspeita da história. Gentil, dedicada e extremamente competente, ela cuidava de Harlan com atenção quase familiar. No entanto, o filme rapidamente revela que Marta acredita ter cometido um erro fatal na noite da morte do escritor: a troca acidental de medicamentos que teria levado à overdose de morfina.

A partir daí, Entre Facas e Segredos subverte as expectativas do público. Em vez de esconder a verdade do espectador, o filme nos coloca dentro do dilema moral de Marta, acompanhando suas tentativas desesperadas de fazer a coisa certa enquanto tenta escapar de uma condenação que acredita merecer.

Ana de Armas brilha no papel, entregando uma personagem profundamente humana, cuja incapacidade física de mentir — ela vomita sempre que tenta — se torna um símbolo poderoso de sua integridade em contraste com a hipocrisia da família Thrombey.

Herança, ganância e luta de classes

Um dos pontos mais afiados do roteiro de Rian Johnson surge na leitura do testamento. Contra todas as expectativas, Harlan deixa toda a sua fortuna para Marta, excluindo completamente os familiares. O gesto funciona como uma bomba narrativa e escancara o verdadeiro caráter de cada membro da família.

A partir desse momento, o filme assume também um tom de crítica social. Questões como desigualdade de riqueza, privilégio, imigração e oportunismo passam a ocupar o centro da narrativa. Os Thrombeys, que antes se diziam progressistas e afetuosos com Marta, rapidamente revelam preconceitos e ameaças veladas, incluindo a possibilidade de deportação da mãe da jovem.

É nesse ponto que Entre Facas e Segredos deixa claro que seu mistério vai além do crime: trata-se de uma investigação sobre moralidade, poder e quem realmente merece ocupar certos espaços.

Reviravoltas até o último minuto

Sem entrar em spoilers excessivos, o filme constrói sua reta final com uma sucessão de revelações engenhosas. O personagem Ransom Drysdale, vivido por Chris Evans em um de seus papéis mais deliciosamente detestáveis, ganha destaque como uma peça-chave no quebra-cabeça.

O desfecho é um verdadeiro exercício de roteiro bem amarrado, onde cada detalhe apresentado ao longo do filme encontra seu propósito. Nada está ali por acaso — uma marca clara do cuidado de Rian Johnson na construção da narrativa.

Sucesso absoluto e legado garantido

Entre Facas e Segredos estreou mundialmente no Festival de Toronto e chegou aos cinemas com excelente recepção. Com um orçamento de cerca de US$ 40 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 312 milhões ao redor do mundo, tornando-se um dos maiores sucessos originais de sua década.

O reconhecimento veio também em forma de prêmios e indicações, incluindo uma nomeação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e o prêmio de Melhor Elenco pelo National Board of Review.

O sucesso foi tão grande que, em 2021, a Netflix investiu pesado na franquia, garantindo duas continuações. Glass Onion chegou em 2022, e o terceiro filme, Wake Up Dead Man, tem estreia prevista para dezembro de 2025.

Adrenalina nas alturas! Alerta de Emergência é o destaque do Domingo Maior

0

Neste domingo, 4 de janeiro de 2026, a TV Globo apresenta no Domingo Maior o filme Alerta de Emergência, um thriller sul-coreano que combina suspense, drama e ação em uma narrativa intensa e bem construída, mantendo o espectador atento do início ao fim.

A trama acompanha o voo KI501, que parte do Aeroporto Internacional de Incheon com destino ao Havaí. Antes da decolagem, o experiente detetive Koo In-ho recebe uma denúncia alarmante sobre um possível ataque terrorista a bordo da aeronave. A situação se torna ainda mais delicada quando ele descobre que sua esposa está entre os passageiros, obrigando-o a conduzir a investigação com extrema urgência a partir do solo.

Entre os viajantes está Jae-hyuk, um homem que enfrenta o medo de voar para acompanhar a filha em uma viagem essencial para a saúde da criança. No aeroporto, ele se envolve em um episódio inquietante com um passageiro de comportamento suspeito, que posteriormente embarca no mesmo voo. Pouco após a decolagem, um passageiro morre em circunstâncias misteriosas, elevando o nível de tensão e colocando tripulação e passageiros diante de uma ameaça real.

Com o agravamento da crise, o copiloto é forçado a emitir uma declaração de emergência, enquanto, em terra, autoridades e equipes especializadas tentam evitar uma catástrofe aérea. O longa constrói seu suspense ao alternar os acontecimentos dentro da aeronave com as decisões tomadas fora dela, explorando o impacto humano de uma situação extrema.

Dirigido por Han Jae-rim (The Face Reader), Alerta de Emergência se destaca pela abordagem realista e pela condução cuidadosa do suspense. O elenco reúne nomes de peso do cinema sul-coreano, como Song Kang-ho (Parasita), Lee Byung-hun (Round 6) e Kim Nam-gil (The Fiery Priest), que entregam atuações consistentes e carregadas de emoção.

Onde posso assistir?

Além da exibição no Domingo Maior, na TV Globo, Alerta de Emergência também pode ser assistido no streaming. O filme está disponível no Globoplay e no Telecine, ambas as plataformas por assinatura. Assim, quem perder a sessão na TV aberta ou quiser rever a produção pode escolher assistir online, com qualidade e comodidade, a qualquer momento.

Mais detalhes sobre a produção do filme

O desenvolvimento de Alerta de Emergência começou oficialmente em 29 de agosto de 2019, quando a distribuidora Showbox confirmou a participação de Song Kang-ho (Parasita) e Lee Byung-hun (Round 6) no novo projeto do diretor Han Jae-rim (O Leitor de Faces). Com a pandemia de COVID-19, a produção enfrentou desafios significativos: em março de 2020, as filmagens precisaram ser temporariamente suspensas. Ainda assim, em maio do mesmo ano, o elenco foi finalizado, reunindo nomes de peso do cinema sul-coreano, como Jeon Do-yeon (Secret Sunshine), Kim Nam-gil (The Fiery Priest), Yim Si-wan (Strangers from Hell), Kim So-jin (The King) e Park Hae-joon (The World of the Married), com as gravações sendo retomadas naquele mês.

Um dos grandes destaques técnicos do filme foi a construção do cenário principal. Para dar realismo às cenas dentro da aeronave, a equipe transportou dos Estados Unidos um avião Boeing 777 sucateado, que serviu de base para o set. O modelo foi montado sobre um gimbal de 7 metros de diâmetro e 12 metros de comprimento, capaz de girar 360 graus, permitindo simular turbulências e situações extremas com precisão impressionante. Mesmo assim, as gravações voltaram a ser interrompidas em agosto de 2020, devido a um novo surto da pandemia, sendo retomadas em setembro e concluídas em 24 de outubro de 2020. Na pós-produção, Han Jae-rim destacou que, mais do que o cenário, o que realmente desejava evidenciar era a força das atuações, especialmente nas cenas de maior tensão emocional dentro do avião.

O reconhecimento internacional veio rapidamente. Alerta de Emergência foi convidado para a seleção fora de competição do 74º Festival de Cannes, onde teve sua estreia mundial em 16 de julho de 2021. Inicialmente previsto para janeiro de 2022, o lançamento comercial foi adiado por conta da pandemia, chegando finalmente aos cinemas da Coreia do Sul em agosto de 2022, seguido pela estreia nos Estados Unidos e em diversos países asiáticos. O filme também integrou a seção competitiva Órbita do Festival de Sitges, reforçando seu apelo entre os fãs de suspense e cinema de gênero.

Nas bilheterias, o longa estreou em primeiro lugar na Coreia do Sul, superando a marca de 1 milhão de espectadores em apenas quatro dias e alcançando 2 milhões em menos de três semanas. Até setembro de 2022, figurava entre os dez filmes coreanos de maior bilheteria do ano, com arrecadação de aproximadamente US$ 14,7 milhões. Embora o custo de produção elevado exigisse números ainda maiores para o ponto de equilíbrio, a venda dos direitos de exibição exclusiva para o Coupang Play garantiu a recuperação do investimento, consolidando Alerta de Emergência como um projeto ambicioso, tecnicamente arrojado e bem-sucedido dentro e fora da Coreia do Sul.

Estrelado por Angelina Jolie, Maria Callas estreia nos cinemas nesta quinta, 16 de janeiro

0

A partir desta quinta-feira, 16 de janeiro, os cinemas brasileiros recebem um dos filmes mais esperados do ano: Maria Callas. Dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie, essa cinebiografia promete emocionar e impressionar quem for assistir. Distribuído pela Diamond Films, o maior nome independente da América Latina, o longa mergulha na vida e carreira de uma das sopranos mais icônicas da história.

O filme não se limita a contar a história de Maria Callas. Ele vai fundo na alma da artista, mostrando sua força, suas fragilidades e os desafios que marcaram sua vida. Angelina Jolie entrega uma performance incrível, cheia de emoção e intensidade, que já arrancou aplausos no Festival de Veneza e garantiu indicações a prêmios importantes, como o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards. É atuação digna de Oscar!

A visão única de Pablo Larraín

Com Maria Callas, Pablo Larraín fecha sua trilogia sobre mulheres que marcaram a história. Antes de Callas, ele dirigiu os aclamados Jackie (2016), sobre Jacqueline Kennedy, e Spencer (2021), sobre a Princesa Diana. Larraín tem o dom de mostrar o lado humano de grandes figuras, e aqui não é diferente: ele captura tanto o brilho da soprano quanto a solidão que vinha junto com o estrelato.

Um elenco e produção que encantam

Além de Jolie, o filme conta com nomes como Kodi Smit-McPhee, Alba Rohrwacher, Pierfrancesco Favino e Valeria Golino, todos entregando performances que dão ainda mais força à história. E o que dizer da produção? Figurinos de tirar o fôlego e uma direção de arte que transportam você diretamente para a época dourada de Callas. Cada detalhe foi pensado para mostrar não só o glamour, mas também os momentos difíceis da vida dela.

Muito mais que um filme

Maria Callas não é só sobre música ou fama. É uma história de resistência, solidão e legado – temas que tocam todo mundo de alguma forma. É um convite para refletir sobre os desafios enfrentados por mulheres que ousam brilhar em um mundo cheio de julgamentos.

almanaque recomenda