Resumo da novela Celebridade de sexta-feira, 02/05 (Viva)

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Abaixo, confira o resumo do capítulo 035 da novela Celebridade – sexta, 02 de maio de 2025

O dia começa com uma promessa cheia de esperança. Fernando, com olhar firme e uma confiança que busca transmitir a Maria Clara, garante que, juntos, irão superar tudo e serão felizes pelo resto da vida. Seus olhos brilham com a certeza de que o amor deles é forte o suficiente para resistir ao tempo e aos desafios. Maria Clara, ainda com um leve sorriso nos lábios, sente conforto nas palavras do marido, mas um pressentimento estranho a invade, como se algo estivesse prestes a mudar.

Enquanto isso, Cristiano e Zeca se preparam para a reunião na escola. Zeca, com seu jeito descomplicado, tenta tirar o nervosismo de Cristiano, que parece ansioso e preocupado com o que ouvirá. A situação é tensa, mas ambos sabem que precisam estar juntos nessa caminhada. Eles trocam olhares cúmplices, tentando se apoiar, mesmo que de maneira silenciosa.

Quando Fernando chega em casa, algo no ar já parece diferente. A ligação que recebe é a notícia que todos temem, mas que ninguém quer acreditar: seus filhos sofreram um acidente. O coração dele acelera, e ele mal consegue processar a gravidade da situação. O medo toma conta de seu corpo, enquanto ele busca respostas rápidas e certeiras. Mas é difícil entender o que realmente aconteceu. A única coisa que ele sabe é que precisa estar ao lado de seus filhos a qualquer custo.

No hospital, Lineu, com uma expressão que revela toda a dor e preocupação, tenta explicar para Fernando o quão grave é o estado de Fábio. O traumatismo craniano é sério, e a situação exige urgência. As palavras de Lineu são pesadas, e Fernando se vê perdido, tentando compreender a profundidade da dor que está sentindo. O medo de perder o filho o consome, e ele luta contra as lágrimas, tentando manter a postura diante da tragédia.

Enquanto isso, Salvador permanece ao lado de Inácio, que se encontra em um estado de choque profundo, incapaz de reagir ou entender a realidade ao seu redor. Ele toca a cabeça de Inácio, com um gesto carinhoso, tentando confortá-lo de alguma forma. Mas, por mais que tente, não há palavras que possam aliviar o que Inácio está sentindo. A culpa, a dor e o medo se misturam dentro dele.

Em um canto da história, Vladimir, consumido pela raiva, não esconde sua indignação ao perceber que sua irmã, Beatriz, não está respeitando seus limites. Ela insiste em se envolver em sua vida, e isso o irrita profundamente. “Eu não preciso de ninguém me dizendo o que fazer!”, ele resmunga, mas Beatriz, implacável em sua preocupação com Fábio, não consegue pensar em outra coisa a não ser na saúde do irmão. Sua mente está turvada pela dor de não poder fazer nada para ajudar.

No hospital, Maria Clara chega rapidamente, com o coração batendo forte no peito, sem saber o que esperar. A angústia a consome enquanto ela caminha pelos corredores frios, buscando respostas. Quando encontra Lineu, ela se joga em seus braços, buscando abrigo e consolo em meio ao caos. Lineu, com um olhar compreensivo, a acolhe, tentando dividir a dor que ambos sentem. É um momento silencioso de solidariedade, onde as palavras são desnecessárias.

Corina, sempre pragmática, não perde a chance de dar uma bronca em Ana Paula. Ela a repreende duramente por tentar se aproximar de Beatriz na esperança de ganhar algum tipo de vantagem emocional com a tragédia. “Agora não é hora de joguinhos, Ana Paula!”, Corina a alerta, com o tom de quem não tem paciência para manipulações nesse momento de crise.

Noêmia, percebendo a urgência da situação, se oferece para ir à reunião escolar com Zeca, enquanto Fernando, tomado pela preocupação, tenta encontrar um lugar discreto para fazer uma ligação para Maria Clara. A necessidade de falar com ela, de compartilhar a dor, é imensa, mas ele não quer que a angustiante notícia o alcance ao telefone. O silêncio no hospital é opressor, e ele se afasta, procurando um canto onde possa se isolar por um momento.

Enquanto isso, Inácio, completamente destruído pela culpa, confessa a Beatriz que acredita ser o responsável pelo acidente. “Eu fui um covarde. Se tivesse sido mais forte, nada disso teria acontecido”, ele diz, com os olhos marejados. Beatriz, tocada pela dor de Inácio, tenta acalmá-lo, mas a culpa parece estar presa em suas palavras, imensa e intransponível.

Maria Clara e Corina chegam ao hospital, com o coração apertado, e se deparam com Lineu, que as recebe com um olhar que mistura dor e esperança. A família está unida no sofrimento, aguardando notícias de Fábio, mas a tensão no ar é palpável. Cada minuto que passa parece uma eternidade, e as horas se arrastam como se o tempo tivesse se tornado um inimigo silencioso. O destino de Fábio ainda é incerto, e todos sentem a angústia de não saber o que o futuro lhes reserva.

Dragões invadem o Brasil: turnê especial do live-action de Como Treinar o Seu Dragão terá elenco em São Paulo

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Mason Thames (right) as Hiccup with his Night Fury dragon, Toothless, in Universal Pictures’ live-action How to Train Your Dragon, written and directed by Dean DeBlois.

Pode preparar o grito de guerra viking (e uma caixa de lenços): a mágica e emocionante história de Como Treinar o Seu Dragão está prestes a ganhar vida nas telonas — agora em versão live-action. E os fãs brasileiros têm um motivo extra para comemorar. A Universal Pictures acaba de anunciar que São Paulo será palco de uma turnê especial para promover o novo filme, que estreia nos cinemas do Brasil no dia 12 de junho.

De 24 a 28 de maio, o diretor Dean DeBlois e os atores Gerard Butler (Stoico), Mason Thames (Soluço) e Nico Parker (Astrid) desembarcam na capital paulista para uma série de encontros com a imprensa, fãs e eventos promocionais. Uma rara e imperdível chance de ver de perto os rostos por trás dessa história que já conquistou corações ao redor do mundo.

Uma nova era para Berk — e para os fãs

Depois de mais de uma década encantando plateias com sua versão animada, Como Treinar o Seu Dragão ganha uma nova roupagem: um espetáculo em live-action que promete manter a essência mágica da trilogia da DreamWorks Animation, mas com um toque ainda mais épico e visceral. E a melhor parte? O responsável pela trilogia original, o aclamado Dean DeBlois — indicado três vezes ao Oscar e vencedor do Globo de Ouro — está de volta à direção, garantindo fidelidade à alma da saga.

Com mais de US$ 1,6 bilhão arrecadados nas bilheterias globais e milhões de fãs ao redor do mundo, a franquia baseada na obra da autora britânica Cressida Cowell é considerada uma das mais queridas da animação moderna. Agora, o desafio é transformar esse carinho em algo palpável — com atores de carne e osso, cenários reais e dragões mais vivos do que nunca (obrigado, CGI!).

Reencontros e novas apostas

No novo filme, o público reencontrará o carismático e impulsivo Soluço, interpretado agora por Mason Thames (O Telefone Preto), e a destemida Astrid, vivida por Nico Parker, que já brilhou em The Last of Us. Mas a nostalgia atinge em cheio com o retorno de Gerard Butler como Stoico, o chefe viking e pai de Soluço. Ele, que já havia dublado o personagem nas animações, agora assume o papel fisicamente, dando vida — e imponência — ao líder de Berk.

Ao lado deles está o sempre divertido Nick Frost, como o atrapalhado e excêntrico ferreiro Bocão Bonarroto, que traz alívio cômico e sabedoria rústica à jornada.

Dragões, tradição e uma amizade que muda tudo

A trama continua sendo um conto atemporal sobre coragem, descoberta e transformação. Ambientado na isolada e acidentada Ilha de Berk — onde vikings e dragões travam batalhas há gerações —, o filme acompanha a improvável amizade entre Soluço, um jovem subestimado por todos, e Banguela, um misterioso e temido dragão da raça Fúria da Noite.

Ao desafiar as tradições violentas do seu povo, Soluço inicia uma revolução silenciosa que pode mudar para sempre a relação entre humanos e dragões. Em um mundo dividido pelo medo, essa aliança improvável é posta à prova quando uma ameaça ancestral ressurge, forçando todos a escolherem entre a guerra ou um novo caminho de coexistência.

Emoção garantida — para todas as idades

Além de efeitos visuais impressionantes e cenas de voo que prometem tirar o fôlego, o longa aposta em mensagens universais sobre empatia, coragem e aceitação. É entretenimento de primeira, mas também um lembrete de que crescer significa, muitas vezes, aprender a ouvir o outro — mesmo quando esse “outro” cospe fogo.

John Cena está de volta! 2ª temporada de Pacificador ganha teaser eletrizante

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Foto: Reprodução/ Internet

Explosões, sarcasmo e águias de estimação: a 2ª temporada de Pacificador (Peacemaker) acaba de ganhar um teaser inédito que promete elevar ainda mais o nível da série estrelada por John Cena. A prévia, recheada de ação e com o humor afiado característico da produção, mostra o retorno de todos os personagens centrais e dá pistas de como a trama se conectará diretamente ao novo Universo DC (DCU), que está sendo cuidadosamente reestruturado por James Gunn.

Com estreia marcada para 21 de agosto de 2025 na Max, a nova temporada marcará uma virada importante na trajetória do herói politicamente incorreto. Ao contrário da primeira fase — que foi concebida dentro do antigo DCEU —, os novos episódios acontecem oficialmente no mesmo universo do novo filme do Superman, interpretado por David Corenswet, que estreia em julho do mesmo ano. Isso significa que Pacificador passará a ser peça integrante do tabuleiro do novo DCU.

🔄 Do legado à renovação: o novo contexto de Pacificador

James Gunn, agora chefe da DC Studios ao lado de Peter Safran, retorna como roteirista e produtor da série. Ele já havia adiantado que, embora a primeira temporada de Pacificador tenha sido um sucesso e esteja disponível no streaming da Max, ela não será considerada canônica dentro da nova linha narrativa do DCU. A segunda temporada, por outro lado, será o ponto de partida para conectar a história do personagem ao restante dos novos heróis da editora.

Com isso, Pacificador se torna a primeira série a realmente fazer a transição do antigo universo para o novo — e servirá como ponte direta entre os eventos de Superman e os demais projetos já anunciados, como Lanterns e The Authority.

💥 O que o teaser revela?

No teaser divulgado, vemos o retorno de personagens queridos da primeira temporada, como Emilia Harcourt (Jennifer Holland), Leota Adebayo (Danielle Brooks) e Vigilante (Freddie Stroma), todos novamente envolvidos em missões intensas — e altamente desastrosas. Há também a sugestão de novos inimigos, conspirações governamentais e, claro, a presença marcante de Eagly, a fiel águia de estimação de Christopher Smith, que continua roubando a cena.

📈 Por que Pacificador se destacou?

Lançada em 2022 como um spin-off do filme O Esquadrão Suicida (2021), a série conquistou fãs ao unir violência estilizada, crítica social, referências à cultura pop e momentos de inesperada sensibilidade. John Cena surpreendeu ao entregar uma performance que mescla brutalidade cômica e vulnerabilidade emocional — tornando o Pacificador um dos personagens mais carismáticos do catálogo da DC na TV.

O sucesso da primeira temporada consolidou o tom irreverente que Gunn viria a expandir no DCU e abriu espaço para produções mais ousadas, com menos amarras ao padrão tradicional dos super-heróis.

Quilos Mortais 11/05/2025: Público conhece Robin, uma mulher que pesa 294 quilos

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo de Dia das Mães, 11 de maio de 20254, o Quilos Mortais chega com uma história que promete tocar fundo o coração de quem assiste. Em edição especial, às 18h15, logo depois do Acerte ou Caia!, o público vai acompanhar a jornada de Robin, uma mulher que carrega não só o peso físico de seus 294 quilos, mas também o peso emocional de uma perda devastadora: a morte da irmã, vítima de complicações cardíacas causadas pela obesidade.

O medo de ter o mesmo destino assombra Robin. Ela sabe que está em uma encruzilhada — e que precisa fazer uma escolha urgente: continuar se afundando na dor ou tentar reconstruir sua vida antes que seja tarde demais. É aí que começa sua batalha por saúde, por dignidade, por tempo com a família… e por si mesma.

Robin não está sozinha. Ao seu lado, o marido é um parceiro leal, que segue firme nos momentos mais difíceis. E quem também mergulha nessa jornada é Garrett, seu jovem sobrinho de apenas 20 anos, que também luta contra a obesidade. Com mais de 270 quilos, Garrett é uma mistura de força e fragilidade. Ele vê na jornada da tia uma chance de mudar sua própria história — e talvez inspirar Robin a não desistir.

Enquanto Garrett se entrega ao processo, passa pelas etapas exigidas e conquista a tão sonhada aprovação para a cirurgia bariátrica, Robin enfrenta altos e baixos. Ela tenta, cai, se levanta. O medo do fracasso, a culpa e a saudade da irmã formam uma corrente difícil de quebrar. Sua história é um lembrete de que a obesidade não é apenas uma questão de aparência ou vaidade — é, muitas vezes, o reflexo de traumas, dores emocionais e ciclos difíceis de romper.

E é por isso que este episódio é tão especial. Ele vai muito além da balança. Mostra como o apoio familiar pode ser determinante, como o amor salva, como cada pequeno avanço é uma vitória. É uma narrativa de perdas, mas também de reencontros — principalmente com a esperança.

Apresentado por Celso Zucatelli, com direção-geral de Bruno Gomes e direção artística de Cesar Barreto, Quilos Mortais se consolida como um dos programas mais emocionantes da TV brasileira, por mostrar com sensibilidade e verdade as batalhas silenciosas que tantas pessoas enfrentam todos os dias.

📺 Anote aí:

  • Sexta-feira (9), às 23h – episódio inédito
  • Domingo (11), às 18h15 – edição especial, logo após o Acerte ou Caia!

Resumo da novela O Rico e Lázaro de sexta, 16/05/2025

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Capítulo 155 – Sexta-feira, 16 de maio de 2025 –

Nas sombras do deserto, Asher, cansado e com o coração aflito, pede a Lior que vá até Joana e a informe de que ele está vivo. É uma missão urgente, pois o tempo se torna um inimigo cruel quando o amor está em risco. Determinado, Lior parte imediatamente, sem imaginar o impacto que sua chegada causará.

Enquanto isso, Joana, com um misto de inquietação e resignação, confessa a Malca que foi pedida em casamento por Zac. A amiga ouve com atenção e se mostra compreensiva, revelando que, apesar de tudo, aceitaria viver ao lado de Zac se isso garantisse estabilidade e conforto. Joana, no entanto, ainda tem dúvidas, e decide procurar Matias para um desabafo.

Em outro ponto da cidade, Absalom toma coragem e se abre com Zelfa, revelando o amor sincero que sente por Dana. É um momento tocante, de vulnerabilidade e esperança. Pouco depois, Ravina, após ouvir o pedido de Levi, concede a mão de Dana em casamento, oficializando a união diante da família.

Na casa de Ravina, Zac aparece, seguro de si, para fortalecer seu compromisso com Joana. O clima, no entanto, muda repentinamente com a chegada inesperada de Lior. O jovem entra sem cerimônia e todos se voltam para ele. Joana, surpresa, corre em sua direção. Zac, visivelmente tenso, tenta manter a compostura. Lior, confuso e espantado, descobre que Joana ficou noiva de Zac. Um silêncio constrangedor domina o ambiente.

Joana se emociona ao rever o amigo, enquanto Zac respira aliviado ao ver Lior ir embora sem revelar nada sobre Asher. Mas o mal-estar fica no ar, e a dúvida começa a se instalar no coração da jovem.

Em paralelo, no palácio, os jogos de poder seguem seu curso. Belsazar, impetuoso e arrogante, propõe uma luta contra Davi, o filho de Daniel, provocando tensão na corte. O rei Nabucodonosor, por sua vez, vive um momento raro de ternura ao conversar com seus netos, tentando, por instantes, esquecer a pressão do trono.

Nitócris, no entanto, continua demonstrando desdém por Nabonido, tratando-o com frieza e desprezo. Enquanto isso, Elga declara com firmeza que se casará com Fassur, apesar dos comentários. Fassur, longe dali, busca se divertir com uma prostituta, demonstrando a hipocrisia de sua conduta como sacerdote.

No campo das reconciliações, Matias procura Gadise e, com humildade, pede perdão. Ela ouve, ainda magoada, mas um fio de esperança parece se acender entre eles.

E, por fim, o momento mais doloroso da noite: Asher, ainda ferido e sujo de estrada, descobre que Joana está noiva de Zac. O impacto é devastador. Seus olhos se enchem de lágrimas, não de fraqueza, mas de dor profunda. O reencontro que tanto sonhara agora se transforma em uma nova batalha — desta vez, contra o tempo e contra as escolhas que não pôde impedir.

Conheça o Skyglass, a passarela de vidro mais insana de Canela (RS)

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Se você está planejando um passeio pela Serra Gaúcha e quer algo que vá além de fondue e passeio de maria-fumaça, segura essa dica: o Skyglass Canela é o tipo de lugar que vai te fazer questionar suas escolhas… especialmente se você tem medo de altura.

Uma passarela no céu? Sim, e de vidro!

Imagina só: você, a mais de 360 metros de altura, pisando numa passarela de vidro transparente, com o Vale da Ferradura inteirinho se estendendo bem debaixo dos seus pés. Parece cena de filme? Parece. Mas é real e fica em Canela, no Rio Grande do Sul. O Skyglass é simplesmente a maior plataforma de vidro da América Latina, e olha… não é pra cardíaco.

A estrutura é tão resistente que aguenta até furacão (literalmente: suportaria ventos de mais de 200 km/h), mas mesmo assim, dá aquele frio na barriga que faz parte da diversão. O visual é de cair o queixo — isso, claro, se você conseguir parar de olhar pra baixo por um segundo.

E se andar no vidro não for o suficiente?

Aí entra o Abusado. E o nome não é à toa. Trata-se de um monotrilho suspenso com cadeirinhas penduradas sob a passarela. Isso mesmo: você fica com os pezinhos no ar, balançando bem acima do vale. Adrenalina pura! Ideal pra quem quer sair com aquele vídeo épico pro Instagram e, claro, testar os próprios limites.

Ah, mas tem museu também!

Se você quiser algo mais pé no chão (literalmente), o parque abriga o Memorial do Ferro de Passar. É isso mesmo, uma coleção de mais de 300 ferros de passar roupa de várias épocas e lugares do mundo. Pode parecer aleatório, mas é bem interessante e rende fotos curiosas. E olha: depois de enfrentar o Skyglass, até ferro de passar parece emocionante.

Onde fica esse paraíso dos corajosos?

O Skyglass está cravado em Canela, mais precisamente na Rua Constante Félix Orsolin, número 9800. O parque abre todos os dias, das 9h30 às 18h, e o ideal é chegar cedo — tanto pra evitar filas quanto pra aproveitar a luz do dia na melhor hora.

Os ingressos variam: a entrada básica dá acesso à passarela e ao museu, mas se quiser incluir o Abusado, prepare-se pra desembolsar um pouco mais. Dá pra comprar online e ainda garantir um descontinho camarada.

Dica de ouro: vá de tênis, leve uma blusa (o vento ali em cima não perdoa) e não esquece o celular — vai por mim, você vai querer registrar tudo.

Se Canela já era conhecida pelo charme europeu e pelo Natal Luz, agora pode se orgulhar também de ser o lugar onde você literalmente anda nas nuvens. O Skyglass é aquele tipo de experiência que mistura medo, euforia e beleza natural num só pacote. E se você sobreviver (brincadeira… ou não), vai sair de lá querendo repetir.

Bora encarar?
Mais infos e ingressos: skyglasscanela.com.br

📸 Dica bônus: Vai com roupa bonita, porque as fotos lá em cima ficam simplesmente cinematográficas. E quem sabe você não viraliza?

Sony Pictures apresenta novo trailer de Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado

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A contagem regressiva já começou: em um mês, os cinemas brasileiros vão receber o retorno arrepiante de uma das franquias de terror mais icônicas dos anos 1990. Com estreia marcada para 18 de julho de 2025, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” ganhou um novo trailer cheio de tensão e pistas sombrias sobre o que esperar da sequência. A produção marca a volta do universo criado por Lois Duncan e eternizado no cinema em 1997 — agora sob o comando da diretora Jennifer Kaytin Robinson, conhecida por trazer um olhar moderno e afiado aos dramas juvenis.

👻 Uma nova geração, o mesmo segredo

No centro da trama estão cinco jovens amigos, que, após um acidente de carro com consequências trágicas, decidem esconder a verdade. Eles fazem um pacto de silêncio, achando que podem enterrar o passado. Um ano depois, descobrem da pior forma que alguns segredos não ficam enterrados para sempre. Alguém sabe o que eles fizeram — e está sedento por vingança.

Conforme o mistério se aprofunda e os assassinatos começam, o grupo precisa correr contra o tempo para entender quem está por trás dos ataques. A grande virada? Eles não são os primeiros. Tudo isso já aconteceu antes — e para sobreviver, eles terão que encarar o passado literalmente, buscando ajuda nos sobreviventes do Massacre de Southport, o evento central do filme original lançado em 1997.

🩸 Sangue novo e velhas feridas

Com produção da Sony Pictures, o novo capítulo traz um elenco renovado, liderado por Madelyn Cline (de Outer Banks) e Chase Sui Wonders (de Morte, Morte, Morte), dois nomes em ascensão no cinema jovem contemporâneo. A proposta é clara: unir o clima slasher clássico, com todos os seus becos escuros, bilhetes ameaçadores e assassinos mascarados, ao drama psicológico e visual moderno do horror atual.

O trailer entrega uma combinação de nostalgia e reinvenção. Há easter eggs para os fãs da trilogia original, menções diretas ao enredo de 1997 e cenas que homenageiam a estética noventista — ao mesmo tempo em que joga luz sobre os traumas, culpas e paranoias da nova geração.

🕯️ Legado e reinvenção

O primeiro filme, lançado em 1997 e protagonizado por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr., virou símbolo do renascimento do terror adolescente e ajudou a moldar toda uma estética cinematográfica pós-Pânico (1996). Seu impacto cultural foi tão forte que virou referência em filmes, séries e até paródias.

Agora, quase três décadas depois, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” retorna com a missão de resgatar o legado do gênero slasher — mas sem abrir mão de discutir os dilemas morais, a pressão das redes sociais e o impacto do silêncio cúmplice entre jovens em tempos de vigilância constante.

O Agente Secreto emociona Paris com frevo, público lotado e homenagem a Wagner Moura no Louvre

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite de 5 de julho, o cinema brasileiro viveu mais um de seus momentos históricos. Sob o céu de Paris, nos emblemáticos jardins do Museu do Louvre, uma sessão especial de O Agente Secreto encantou 2.500 espectadores, que lotaram o espaço ao ar livre do Festival Cinéma Paradiso Louvre. O evento uniu cultura, política e emoção — com direito a frevo, homenagem e a consagração de um dos maiores nomes do audiovisual nacional.

🏆 Palma de Ouro com sotaque baiano

O momento mais aguardado da noite foi a entrega oficial da Palma de Ouro de Melhor Ator a Wagner Moura, pela interpretação de Marcelo, protagonista do longa. A premiação havia sido anunciada em maio, durante o Festival de Cannes, mas Moura não pôde comparecer. O diretor Kleber Mendonça Filho recebeu o prêmio em seu nome na ocasião.

Agora, a honraria foi entregue diretamente a Moura, das mãos da atriz francesa Juliette Binoche, que presidiu o júri de Cannes este ano. Aplaudido de pé por um público emocionado, o ator agradeceu ao lado de Kleber e da produtora Emilie Lesclaux, em uma celebração marcada também pela apresentação vibrante dos Guerreiros do Passo, grupo que levou o frevo pernambucano para o coração da capital francesa.

🌍 Um filme brasileiro que fala várias línguas

A força do longa não se resume aos prêmios. O Agente Secreto já garantiu distribuição em 94 países nas Américas, Europa, Ásia e Oceania, graças à MK2 Films, responsável pela comercialização internacional. Entre os territórios já confirmados estão grandes polos cinematográficos como Estados Unidos, China, México, Reino Unido, Coreia do Sul, Índia, Grécia e Nova Zelândia.

A turnê internacional segue em julho com pré-estreias em Portugal: no Cinema São Jorge, em Lisboa (dia 23), e no Cinema Trindade, no Porto (dia 25), ambas com a presença de Kleber Mendonça Filho. O filme também passou recentemente pelo Festival de Sydney, depois de estrear em Cannes, onde conquistou quatro prêmios importantes: Melhor Diretor, Melhor Ator (Wagner Moura), o Prêmio FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema) e o Art et Essai, concedido pela AFCAE (Associação Francesa de Cinema de Arte e Ensaio).

🕵️‍♂️ Suspense político com sotaque, suor e memórias

Ambientado no Recife de 1977, durante os anos sombrios da ditadura militar, o longa traz um retrato tenso e realista de um país sob vigilância, censura e desconfiança. Moura interpreta Marcelo, um especialista em tecnologia que retorna à sua cidade natal tentando reconstruir a vida após um passado turbulento — mas logo percebe que o Recife que reencontra é um campo minado, onde nada é o que parece.

Com direção precisa e fotografia carregada de simbolismo, o filme mistura thriller político, drama psicológico e crônica urbana para contar uma história nacional com ressonância universal. A trilha sonora, os detalhes de época e a tensão crescente tornam O Agente Secreto um filme potente e necessário — uma verdadeira carta política em forma de cinema.

🎭 Um elenco poderoso para uma história densa

O elenco reúne grandes nomes do audiovisual brasileiro, como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Alice Carvalho e Roberto Diogenes. A produção é de Emilie Lesclaux, com coprodução internacional da CinemaScópio (Brasil), MK Productions (França), Lemming Film (Holanda) e One Two Films (Alemanha).

A distribuição no Brasil é da Vitrine Filmes, enquanto no mercado internacional o longa será lançado pela NEON (EUA e Canadá) e pela MUBI (Reino Unido, Irlanda, Índia e América Latina — com exceção do Brasil).

🎟️ Sessões especiais e estreia no Brasil

Embora o filme já tenha conquistado plateias internacionais, o público brasileiro terá a chance de vivê-lo nos cinemas a partir de setembro, com sessões especiais antecipadas em várias cidades. A estreia comercial está marcada para o dia 6 de novembro, quando O Agente Secreto finalmente chegará em circuito nacional.

“Isto aqui está incrível! Mas estou muito ansioso para mostrar o filme no Brasil”, disse Kleber Mendonça Filho no palco do Louvre. “Vamos começar a exibir o longa em sessões especiais já em setembro.”

90 Minutos: nova série do Universal+ mistura futebol, drama, romance e um time de desajustados que vai te conquistar

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Nem sempre o jogo começa no apito do juiz — às vezes, ele começa com um campo prestes a virar cassino, um time quebrado e um ex-jogador problemático tentando dar jeito em tudo. Essa é a vibe de 90 Minutos, a nova série do Universal+, que estreia no dia 16 de julho com os 10 episódios liberados de uma vez só. Sim: é para maratonar sem culpa (e com muita emoção).

Criada por Joe Rendón (Tudo por Lucy) e Julio Berthely (Yo Fausto), a série é tipo aquela final de campeonato que ninguém esperava nada — mas que entrega reviravolta, gritaria e até romance nas arquibancadas.

Um time na pior. Um treinador improvável. E a cidade inteira na torcida.

Tudo gira em torno do Las Navajas, um time local que, convenhamos, está mais pra lanterna do que pra líder. Mas eles têm um motivo forte pra tentar ganhar o campeonato: o dinheiro do prêmio é a única forma de salvar o campo onde todos cresceram — ameaçado por um ricaço que quer transformar tudo num cassino cheio de luzes, roletas e zero raiz.

Aí vem o combo caótico: o técnico morre, o time sofre um roubo, o presidente da liga não ajuda em nada… e o capitão do time, num último suspiro de esperança, decide chamar El Veneno pra assumir o comando. Ex-craque, cheio de traumas, sumido há anos — e, claro, dono de um passado mal resolvido com a ex-namorada da cidade, Alma. Isso mesmo: além de tentar ganhar o campeonato, o novo técnico ainda vai ter que lidar com lembranças, saudade e umas faíscas que nunca se apagaram.

Futebol raiz, amores antigos e vilões sem escrúpulos

El Veneno é vivido por José María de Tavira, e Alma por Teresa Ruiz. Os dois mandam bem e carregam a carga emocional da história, mas o tempero tá mesmo na mistura de personagens: tem o veterano cabeça-dura (Don Gil), o ricaço malvado (Yuriel, vivido por Raúl Méndez) e um grupo de jogadores que parece ter saído direto de um time de várzea com roteiro próprio — Zindedin, Dany, Ghandi, Equis Equis… nomes tão absurdos quanto divertidos.

O resultado? Uma série que fala de futebol sem ser só sobre futebol. Fala de comunidade, amizade, escolhas, saudade e recomeços. E tudo isso com aquela trilha sonora boa, ritmo gostoso de acompanhar e clima de série que a gente assiste sorrindo — e termina com o coração quentinho.

HBO estreia minissérie brasileira sobre a epidemia de AIDS nos anos 80: solidariedade, coragem e resistência em Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente

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Foto: Reprodução/ Internet

Em tempos de incerteza, quem cuida de quem cuida? A nova minissérie nacional da HBO, Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente, estreia no dia 31 de agosto no canal e na HBO Max, trazendo à tona uma história real de coragem silenciosa, vivida longe dos holofotes — mas que salvou vidas.

Com direção geral de Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) e direção de Carol Minêm, a produção da Morena Filmes mergulha em um dos períodos mais sombrios da história recente do Brasil: a crise da AIDS nos anos 1980, quando o medo, o preconceito e o abandono estatal criaram uma tempestade perfeita contra uma geração já vulnerabilizada.

Uma rede de solidariedade contra o silêncio

Dividida em cinco episódios, a minissérie acompanha um grupo de comissários de bordo que, diante do colapso institucional e da perda de amigos e colegas, decide agir. Eles passam a contrabandear o medicamento AZT do exterior — o único com algum efeito conhecido contra o HIV naquela época — em uma operação clandestina, mas guiada por um senso de dever maior: salvar vidas, mesmo fora da lei.

Mais do que uma trama de tensão, é uma história sobre cuidado coletivo, afeto político e resistência anônima. A série levanta uma pergunta incômoda, mas necessária: quantas pessoas só estão vivas hoje porque alguém, no passado, desobedeceu?

Elenco potente, memória viva

Com um trio protagonista ainda mantido em sigilo pela produção, o elenco já confirmado traz nomes de peso da dramaturgia brasileira: Eli Ferreira, Hermila Guedes, Kika Sena, Igor Fernandez, Duda Matte, Andréia Horta e Carla Ribas, entre outros. Eles dão corpo a personagens inspirados em figuras reais, muitas vezes apagadas da memória oficial.

A proposta é clara: resgatar histórias de coragem silenciosa e escancarar o descaso do poder público diante de uma epidemia que matou — e ainda mata — milhões, especialmente em comunidades LGBTQIAPN+ e periféricas.

Reconhecimento internacional e impacto cultural

Antes mesmo da estreia, a minissérie já conquistou o olhar atento da crítica internacional. Máscaras de Oxigênio foi exibida com destaque no Festival de Berlim, onde recebeu uma Menção Honrosa da Queer Media Society, reconhecimento que ressalta o compromisso da obra com a representatividade e a verdade histórica.

Além disso, a produção foi premiada no Festival Luna de Valência como Melhor Série de TV, além de levar o prêmio do júri jovem e menções honrosas em Melhor Roteiro e Melhor Som e Trilha Sonora Original.

Uma história que continua pulsando

Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente não é apenas uma reconstituição de época. É um chamado à empatia, uma homenagem a quem lutou (e ainda luta) para que o cuidado seja um direito e não um privilégio. A série lança luz sobre uma geração marcada pela perda, mas também pela força de se levantar — mesmo quando o ar parecia faltar.

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