Fábio Jr. chega a São Paulo com turnê emocionante Bem Mais Que os Meus 20 e Poucos Anos na Suhai Music Hall

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São Paulo se prepara para receber um dos maiores nomes da música brasileira: Fábio Jr. O artista sobe ao palco do Suhai Music Hall no dia 18 de outubro com sua nova turnê “Bem Mais Que os Meus 20 e Poucos Anos”, um espetáculo que celebra décadas de carreira e conquistas, mostrando a versatilidade de um artista que marcou gerações com sua voz única e carisma inconfundível.

A apresentação vai além da execução de grandes sucessos. Com uma produção moderna e cenários impactantes, o show é estruturado em blocos temáticos que contam a trajetória de Fábio Jr., reunindo momentos históricos de sua carreira como cantor, compositor, ator, apresentador e poeta. O público poderá vivenciar memórias afetivas por meio de vídeos de novelas, registros pessoais e imagens inéditas, criando uma experiência completa e envolvente.

O espetáculo apresenta hits que atravessaram décadas e continuam emocionando fãs de todas as idades. Canções como “Só Você”, “Pai”, “Alma Gêmea”, “Senta Aqui” e “20 e Poucos Anos” compõem o repertório, proporcionando uma verdadeira viagem pela história musical do artista. Cada música é acompanhada de elementos visuais e cenográficos que intensificam a emoção e a conexão com o público.

Além de revisitar sua carreira, a turnê também oferece reflexões sobre a vida e o amor, sempre com a leveza e a paixão que definem a essência de Fábio Jr. A combinação de música, imagens e lembranças cria uma narrativa afetiva, permitindo que fãs de todas as idades se conectem com a trajetória do artista de maneira profunda e emocionante.

Com mais de 30 álbuns lançados e inúmeras canções presentes em trilhas sonoras de novelas brasileiras, Fábio Jr. continua conquistando corações por onde passa. A turnê em São Paulo representa uma oportunidade única de acompanhar de perto a energia e o talento de um artista que permanece relevante e inspirador, consolidando sua posição como ícone da cultura nacional.

A apresentação tem duração aproximada de 1h30 e oferece ao público uma experiência completa, marcada por emoção, nostalgia e surpresas visuais que tornam a noite inesquecível. O espetáculo reforça a importância da música brasileira e celebra a trajetória de um artista que se mantém no coração do público há décadas.

Vermelho, Branco e Sangue Azul 2 | Prime Video divulga prévia do casamento que promete conquistar o público

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O universo da comédia romântica ganhou, nos últimos anos, uma obra que transcende o entretenimento e se transforma em um marco da representatividade LGBT+: Vermelho, Branco e Sangue Azul. Desde sua estreia em 2023 no Prime Video, o filme conquistou corações ao redor do mundo com a história do improvável romance entre Alex Claremont-Diaz, filho da primeira presidente mulher dos Estados Unidos, e o príncipe Henry, herdeiro da coroa britânica. E agora, fãs do casal mais icônico do cinema LGBTQIA+ têm motivos para celebrar: a sequência foi oficialmente confirmada, trazendo consigo o primeiro teaser que já anuncia o que todos esperavam — um casamento real.

O novo filme foi revelado pelo Prime Video sob o título em inglês Red, White & Royal Wedding, traduzido livremente como Vermelho, Branco e Casamento Real. O teaser é breve, mas suficiente para despertar a curiosidade de todos, oferecendo um vislumbre de um momento que promete ser tão emocionante quanto romântico: a união de Alex e Henry, agora consolidada, e as consequências políticas e pessoais que um casamento desse porte pode gerar em duas das famílias mais influentes do mundo. A expectativa é de que, assim como o primeiro filme, a sequência traga humor, emoção e uma celebração da diversidade de formas de amar.

Direção, roteiro e equipe criativa

Para assumir a direção do segundo filme, o Prime Video escolheu Jamie Babbit, conhecida por seu trabalho em Nuna Fui Santa e outros projetos que exploram narrativas queer com sensibilidade e autenticidade. A direção de Babbit promete trazer um olhar fresco e ao mesmo tempo respeitoso sobre personagens já estabelecidos, mantendo o tom romântico e cômico que fez o primeiro filme se destacar.

O roteiro será assinado por Gemma Burgess, Matthew López — que dirigiu o primeiro filme — e o autor do livro original, Casey McQuiston. Essa parceria sugere que a sequência manterá a fidelidade ao universo literário, enquanto expande os arcos dos personagens e explora novas dinâmicas, principalmente em torno do casamento, suas implicações políticas e o papel das famílias protagonistas. Apesar de detalhes específicos do enredo ainda serem mantidos em segredo, o anúncio oficial já é suficiente para gerar uma onda de entusiasmo entre fãs e críticos.

Retorno do elenco principal

Um dos grandes pontos de animação para a sequência é a confirmação do retorno de Nicholas Galitzine e Taylor Zakhar Perez como príncipe Henry e Alex Claremont-Diaz, respectivamente. A notícia foi divulgada pelo portal Deadline e representa um alívio para os fãs que temiam mudanças no elenco devido aos compromissos prévios de Galitzine com Mestres do Universo. Com as filmagens desse projeto concluídas, o ator está livre para se dedicar à sequência de Vermelho, Branco e Sangue Azul, garantindo a continuidade da química entre os protagonistas, elemento que se tornou marca registrada do primeiro filme.

A presença do elenco principal reforça não apenas a fidelidade à obra original, mas também a aposta do Prime Video em manter o charme e o carisma que conquistaram milhões de espectadores. Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine trouxeram vida e nuance aos personagens, equilibrando o humor leve com momentos de vulnerabilidade emocional, o que deverá se aprofundar na sequência.

Um olhar sobre o primeiro filme

Para entender a relevância da continuação, é importante relembrar a jornada que tornou Vermelho, Branco e Sangue Azul um fenômeno em 2023. O filme, baseado no romance homônimo de Casey McQuiston publicado em 2019, trouxe à tela uma história inovadora: Alex Claremont-Diaz, filho da primeira mulher presidente dos Estados Unidos, se envolve em um incidente inesperado durante uma visita ao Reino Unido, onde um confronto físico com o príncipe Henry é fotografado e amplamente divulgado.

Para evitar uma crise diplomática e midiática que poderia prejudicar a reeleição da mãe de Alex, os dois jovens são obrigados a fingir amizade. No entanto, com o tempo, essa relação forçada evolui para algo muito mais profundo. O que começa como uma “amizade colorida” se transforma em romance, trazendo à tona questões de identidade, expectativas familiares e responsabilidade pública. A história combinou romance, humor e comentários políticos sutis, conquistando tanto críticos quanto o público, e se tornando uma referência moderna de cinema queer.

O elenco que marcou a produção

O sucesso do primeiro filme não seria possível sem o talento do elenco diversificado que o acompanhou. Além de Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine, Uma Thurman interpretou Ellen Claremont, a primeira presidente mulher dos Estados Unidos e mãe de Alex, trazendo gravitas e presença à narrativa. Stephen Fry desempenhou o papel do rei James III, avô de Henry, equilibrando a trama com humor britânico refinado.

Sarah Shahi, Rachel Hilson, Ellie Bamber, Clifton Collins Jr., Aneesh Sheth, Akshay Khanna e Thomas Flynn compuseram o restante do elenco, cada um contribuindo para a riqueza das relações e o desenvolvimento dos personagens. Rachel Maddow ainda fez uma participação especial interpretando a si mesma, trazendo um toque de realidade política à narrativa ficcional. Essa combinação de talentos estabeleceu um padrão alto para a sequência, aumentando as expectativas do público.

Produção e desenvolvimento

O desenvolvimento do primeiro filme começou em 2019, quando a Amazon Studios adquiriu os direitos cinematográficos do livro após um leilão acirrado. Greg Berlanti foi anunciado como produtor, trazendo sua experiência em projetos que abordam temas LGBTQIA+ de forma inclusiva e popular. Em 2021, Matthew Lopez assumiu a direção, marcando sua estreia em longas-metragens, e co-escreveu o roteiro com Ted Malawer.

As filmagens ocorreram na Inglaterra entre junho e agosto de 2022, um período marcado por planejamento meticuloso para capturar a essência da história e a ambientação dos locais reais que compõem o universo britânico e americano da narrativa. A fotografia, os figurinos e a direção de arte trabalharam em conjunto para criar uma estética moderna e sofisticada, enquanto o roteiro equilibrava humor, romance e questões políticas e sociais.

O filme estreou no BFI IMAX de Londres em 22 de julho de 2023 e chegou ao Prime Video em 11 de agosto do mesmo ano. Desde então, tornou-se um sucesso instantâneo, gerando debates sobre representatividade, amor queer e a abordagem de temas políticos no cinema comercial.

A sinopse do primeiro filme

A história gira em torno de Alex Claremont-Diaz e do príncipe Henry. Alex é filho de Ellen Claremont, a primeira presidente mulher dos Estados Unidos, que está concorrendo à reeleição. Durante uma visita ao Reino Unido para um casamento real, ele se envolve em uma briga física com Henry, que é capturada pela mídia. Para evitar uma crise diplomática e um escândalo público que pudesse prejudicar a campanha da mãe de Alex, os dois jovens precisam fingir amizade.

O que começa como uma obrigação se transforma em um romance genuíno, mostrando não apenas a evolução do relacionamento entre Alex e Henry, mas também explorando temas de identidade, responsabilidade familiar e os desafios de estar sob os holofotes do mundo político e da realeza. A narrativa é uma celebração do amor em sua diversidade, abordando questões contemporâneas de forma leve, divertida e emocionante.

Crítica | Caramelo transforma um vira-lata em símbolo de redenção e humanidade

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O mais recente sucesso nacional da Netflix, Caramelo, dirigido por Diego Freitas, chega com a aura de um “filme que emociona” — e, de fato, emociona. Mas por trás da superfície acolhedora e das belas paisagens praianas, há uma obra que tenta equilibrar ambição estética, crítica social e um apelo popular que beira o previsível. O resultado é um longa sensível e tecnicamente competente, ainda que, por vezes, excessivamente dependente do afeto fácil.

O enredo gira em torno de Pedro (Rafael Vitti), um chef de cozinha que, ao receber um diagnóstico de saúde inesperado, se vê obrigado a rever suas prioridades. Sua jornada — que parte do concreto sufocante de São Paulo rumo ao litoral — é construída como um espelho emocional: o cinza urbano traduz o colapso interior, enquanto o mar se torna símbolo de renascimento. Essa estrutura visual funciona bem, mas também evidencia certa obviedade simbólica.

Freitas faz da geografia um componente narrativo, e nisso demonstra domínio visual. No entanto, a transição entre os dois mundos — o da culpa e o da cura — é menos orgânica do que o filme gostaria. Em muitos momentos, Caramelo parece mais interessado em “parecer profundo” do que em deixar que suas camadas existenciais se revelem de forma natural.

A força da contenção — e o risco da melancolia excessiva

A direção acerta ao adotar uma estética intimista, com câmera próxima, luz natural e silêncios que sugerem mais do que dizem. Essa escolha confere autenticidade ao drama, especialmente nas cenas que evitam o melodrama explícito. Contudo, a busca por sutileza às vezes resvala no contrário: um ritmo contemplativo que enfraquece a progressão dramática.

Freitas parece admirar o cinema de observação — e, de fato, há ecos de Cuarón e Dolan em suas escolhas formais —, mas o resultado é irregular. O filme brilha quando se contém, mas tropeça quando tenta sublinhar o óbvio: a fragilidade humana e o poder do afeto não precisam ser reiterados em cada gesto ou olhar.

Amendoim: mais símbolo do que personagem

O título e o cão Amendoim, um típico vira-lata caramelo, são o coração e a metáfora do longa. Ele representa o afeto puro, a segunda chance, a simplicidade que salva o homem moderno de si mesmo. É uma leitura válida e emocionalmente eficaz, mas também previsível. O filme trata o animal quase como uma entidade redentora, sem lhe conceder uma verdadeira presença narrativa.

Ainda assim, a relação entre Pedro e Amendoim é o ponto mais genuíno da obra. Há ternura sem pieguice e uma química natural que evita o sentimentalismo barato. O cão, mesmo simbólico, ancora o protagonista em algo real — e é justamente essa troca silenciosa que salva o filme de mergulhar de vez na autoindulgência.

Atuações sólidas, mas roteiro hesitante

Rafael Vitti entrega talvez sua atuação mais madura até aqui, fugindo de gestos fáceis e encontrando no silêncio o peso da transformação. Arianne Botelho e Kelzy Ecard complementam o elenco com presença discreta, mas eficiente. O problema está menos nas performances e mais na condução do texto: há um esforço nítido em criar um cinema “universal”, que fale de amor, perda e reconciliação, mas em alguns trechos o roteiro perde o foco entre o íntimo e o simbólico.

“Caramelo” quer ser poesia visual, mas em certos momentos se aproxima de um manual de autoajuda ilustrado — uma armadilha comum a dramas existenciais recentes. Falta-lhe a coragem de abraçar o desconforto, de explorar com mais contundência o que há de feio e contraditório no processo de cura.

Entre o doce e o amargo

É inegável, contudo, que o filme encontra ressonância no público. Ao alcançar o Top 10 global da Netflix, Caramelo comprova que há espaço para produções brasileiras sensíveis e autorais, ainda que feitas sob o olhar de um streaming que exige apelo universal. É um produto bem acabado, com fotografia belíssima e um discurso emocional acessível — qualidades que explicam sua popularidade, mas que também limitam sua ousadia artística.

Um passo adiante, mas ainda seguro demais

No fim, Caramelo é um filme que fala de humanidade com sinceridade, embora sem arriscar o desconforto que o tema mereceria. É doce, visualmente encantador e conduzido com competência, mas falta-lhe o amargor que tornaria sua reflexão realmente inesquecível.

Diego Freitas demonstra domínio técnico e sensibilidade narrativa — o que já é muito. Mas ao tentar equilibrar arte e apelo popular, o longa acaba preso entre duas intenções: ser um drama universal ou um retrato verdadeiramente humano.

Crítica | Até o Céu se Engana é uma sátira inteligente que transforma humor em crítica social

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Foto: Reprodução/ Internet

Em Até o Céu se Engana, Aziz Ansari prova mais uma vez que o humor pode ser um instrumento poderoso para provocar reflexão. Dirigido, roteirizado e protagonizado por ele mesmo, o longa equilibra comédia, drama e fantasia para explorar um tema urgente: as desigualdades sociais e o autoengano que sustenta o mito da meritocracia.

A trama parte de uma premissa engenhosa: Gabriel (Keanu Reeves), um anjo encarregado de salvar motoristas distraídos, decide interferir na vida de um homem pobre e desiludido (Ansari). Movido pela curiosidade e por um impulso de compaixão, ele troca o destino do rapaz com o de um milionário inconsequente (Seth Rogen). O gesto, que deveria trazer justiça, acaba revelando as contradições do próprio sistema — e do céu que o observa de cima.

Ansari, com seu estilo característico de humor inteligente e autocrítico, constrói uma narrativa que lembra clássicos como Feitiço do Tempo e Quero Ser Grande, mas com uma pegada muito mais ácida e contemporânea. Aqui, a fantasia não serve como fuga, e sim como lente: por meio da troca de lugares, o filme desnuda a fragilidade dos discursos otimistas e a superficialidade das soluções mágicas para problemas estruturais.

Keanu Reeves é uma das grandes surpresas do elenco. Seu anjo Gabriel mistura serenidade e vaidade, o que o torna um personagem fascinante — um ser celestial que, ao tentar fazer o bem, acaba expondo o quanto até o altruísmo pode ser atravessado por ego. Já Seth Rogen, no papel do homem rico desconectado da realidade, encarna o privilégio com naturalidade desconcertante.

Mas é Keke Palmer quem oferece o contraponto mais potente da história. Como Elena, uma trabalhadora que tenta criar um sindicato e vê seus esforços frustrados, ela representa a voz da consciência coletiva. Em uma das cenas mais marcantes, quando o protagonista tenta consolá-la com frases de autoajuda, Elena o interrompe com uma resposta seca e lúcida: “É fácil falar quando se está no topo.” Essa fala resume o coração do filme — a crítica à ilusão de que basta acreditar para vencer um sistema que foi feito para poucos.

Visualmente, Até o Céu se Engana é simples e eficaz. Ansari evita o espetáculo e aposta em uma direção contida, focada nas relações e nos diálogos. A trilha sonora acompanha esse tom, alternando momentos de leveza e melancolia, enquanto o roteiro alterna o riso e o desconforto com precisão.

O grande mérito do filme está na sua coragem de rir daquilo que normalmente é doloroso. Ansari não oferece soluções fáceis, tampouco vilões caricatos — apenas pessoas tentando encontrar sentido em um mundo desigual. O resultado é uma comédia existencial, crítica e humana, que diverte sem deixar o público escapar ileso.

Até o Céu se Engana é uma sátira social disfarçada de comédia leve, uma fábula sobre empatia e poder que nos lembra: às vezes, o céu erra — mas é nos erros, e nas trocas improváveis, que a humanidade pode se reconhecer.

Cine Aventura deste sábado (20) exibe “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”, produção australiana cheia de emoção

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A Record TV aposta em emoção, aventura e consciência ambiental para a programação deste sábado, 20 de dezembro, ao exibir no Cine Aventura Especial o filme “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”. A produção australiana de 2013 convida o público a revisitar um universo repleto de paisagens exuberantes, desafios intensos e uma protagonista determinada a proteger tudo aquilo que ama. Mais do que uma simples continuação, o longa apresenta uma Nim mais madura, consciente e pronta para enfrentar ameaças reais ao seu mundo particular.

Nesta nova fase da história, Nim, agora com 14 anos, não é mais apenas a menina curiosa que explorava a ilha guiada pela imaginação. Ela se tornou uma jovem firme, responsável e profundamente conectada ao ambiente em que vive. A ilha deixou de ser apenas um refúgio encantado e passou a representar um território ameaçado pela ganância humana. É nesse contexto que o filme constrói sua narrativa, equilibrando entretenimento e reflexão de forma acessível para toda a família. (Via AdoroCinema)

O conflito central surge quando empreendedores implacáveis e caçadores ambiciosos passam a enxergar a ilha como uma oportunidade de lucro. A exploração ilegal e a destruição iminente colocam em risco não apenas o ecossistema local, mas também os animais que Nim considera sua família. Diante desse cenário, a jovem percebe que sua coragem, embora essencial, não será suficiente para enfrentar sozinha forças tão poderosas e organizadas.

É nesse momento que entra em cena Edmund, um jovem que fugiu do continente buscando isolamento e uma nova chance de recomeçar. Diferente de Nim, Edmund carrega suas próprias dores e conflitos internos, o que inicialmente gera desconfiança entre os dois. No entanto, ao longo da trama, a relação se transforma em uma parceria baseada na confiança, no respeito e no objetivo comum de proteger a ilha. A união dos dois personagens reforça uma das principais mensagens do filme: grandes batalhas só podem ser vencidas quando há colaboração e empatia.

“De Volta à Ilha da Imaginação Nim” se destaca por ir além da aventura tradicional. Embora traga cenas de ação, perseguições e momentos de tensão, o longa aposta fortemente em uma mensagem ambiental clara e necessária. A preservação da natureza, o respeito aos animais e a responsabilidade humana diante dos recursos naturais são temas abordados de forma direta, porém sensível, tornando o filme educativo sem ser didático demais.

A ambientação é um dos grandes trunfos da produção. Gravado na Austrália, país conhecido por sua biodiversidade única, o filme utiliza cenários naturais exuberantes que ajudam a construir uma atmosfera envolvente e autêntica. As paisagens não funcionam apenas como pano de fundo, mas como parte essencial da narrativa, reforçando a importância da ilha como personagem viva dentro da história.

Dirigido por Brendan Maher, o longa conta com roteiro assinado por Ray Boseley e Cathy Randall, que souberam adaptar a história para um público que cresceu junto com a personagem Nim. A transição da infância para a adolescência é retratada com sensibilidade, mostrando uma protagonista que aprende a lidar com responsabilidades maiores, escolhas difíceis e consequências reais.

O elenco contribui significativamente para a força do filme. Bindi Irwin, filha do lendário ambientalista Steve Irwin, entrega uma atuação natural e carismática, que ganha ainda mais força por sua ligação real com a causa ambiental. Sua presença confere autenticidade à personagem e reforça o discurso de preservação defendido pela narrativa. Ao seu lado, Matthew Lillard acrescenta experiência e versatilidade ao elenco, enquanto Toby Wallace, no papel de Edmund, traz profundidade emocional ao personagem. John Waters completa o time principal, ajudando a sustentar a trama com atuações consistentes.

Lançado oficialmente em 28 de março de 2013, na Austrália, o filme se consolidou como uma continuação que dialoga tanto com o público jovem quanto com adultos. Ele mantém o espírito aventureiro do primeiro longa, mas adiciona camadas mais complexas, tornando a experiência mais rica e reflexiva.

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na TV ou desejar rever essa jornada emocionante, o filme também está disponível em Video On Demand. É possível assistir a “De Volta à Ilha da Imaginação Nim” no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 6,90, tornando o acesso fácil e acessível.

A Odisseia | Novo filme de Christopher Nolan ganha primeiro trailer e promete redefinir o épico mitológico no cinema

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Foto: Reprodução/ Internet

O aguardado novo projeto de Christopher Nolan finalmente começou a tomar forma pública. A Odisseia, adaptação cinematográfica do clássico poema épico de Homero, teve seu primeiro trailer divulgado e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre cinéfilos e fãs de grandes produções. A prévia apresenta imagens grandiosas e impactantes, revelando vislumbres de Odisseu, do icônico cavalo de Troia, do temido Ciclope e de outros elementos fundamentais da mitologia grega, deixando claro que Nolan pretende entregar uma experiência cinematográfica épica, ambiciosa e visualmente arrebatadora. Abaixo, confira o vídeo:

Conhecido por sua abordagem autoral, narrativas complexas e domínio técnico incomparável, Christopher Nolan assume o desafio de adaptar uma das histórias mais antigas e influentes da humanidade. Escrita há quase três mil anos, A Odisseia, de Homero, é considerada um dos pilares da literatura ocidental e já inspirou inúmeras releituras em diferentes mídias. No entanto, esta será a primeira vez que a jornada de Odisseu ganhará uma superprodução contemporânea assinada por um dos cineastas mais respeitados do cinema moderno.

O filme é escrito e dirigido por Nolan e traz Matt Damon no papel principal, interpretando Odisseu, o astuto rei de Ítaca. A trama acompanha sua longa e perigosa jornada de retorno ao lar após o fim da Guerra de Troia. Enquanto tenta reencontrar sua esposa, Penélope, Odisseu enfrenta desafios que vão muito além dos campos de batalha, lidando com deuses, monstros e forças sobrenaturais que colocam à prova sua inteligência, resistência e humanidade.

Além de Matt Damon, o elenco de A Odisseia chama atenção pelo peso e diversidade de talentos. O filme conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Zendaya, Lupita Nyong’o, Robert Pattinson, Charlize Theron e Jon Bernthal, entre outros nomes de destaque. Embora os detalhes sobre os personagens interpretados por cada ator ainda estejam sendo mantidos em sigilo, a expectativa é de que o elenco dê vida a figuras centrais da mitologia, como deuses, aliados e antagonistas que cruzam o caminho de Odisseu ao longo de sua jornada.

A produção é assinada por Christopher Nolan e sua esposa e parceira de longa data, Emma Thomas, por meio da produtora Syncopy. A distribuição ficará a cargo da Universal Pictures, estúdio com o qual Nolan já colaborou anteriormente em Oppenheimer (2023), filme que se tornou um enorme sucesso de crítica e público, além de conquistar importantes prêmios da indústria cinematográfica.

O desenvolvimento de A Odisseia começou a ser comentado em outubro de 2024, quando foi revelado que Nolan estava trabalhando em um novo projeto para a Universal. Nos meses seguintes, rumores sobre o elenco e o escopo da produção aumentaram a curiosidade do público. Em dezembro de 2024, a confirmação de que se tratava de uma adaptação direta do poema de Homero consolidou o interesse global em torno do filme.

As filmagens ocorreram entre fevereiro e agosto de 2025 e se destacam pela escala internacional. A equipe passou por diversos países e paisagens impressionantes, incluindo Marrocos, Grécia, Itália, Escócia, Islândia e o Saara Ocidental. Essa diversidade de locações reforça a proposta de criar um mundo visualmente autêntico e grandioso, capaz de traduzir a sensação de uma jornada épica que atravessa mares desconhecidos, ilhas misteriosas e territórios hostis.

Com um orçamento estimado em US$ 250 milhões, o longa se torna o filme mais caro da carreira de Christopher Nolan. O investimento elevado reflete não apenas a ambição narrativa, mas também a aposta em inovação técnica. A produção marca a primeira vez que Nolan realiza um longa-metragem filmado inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, garantindo imagens de altíssima resolução e uma experiência imersiva sem precedentes nas salas de cinema.

Narrativamente, o filme promete respeitar a essência do poema original, acompanhando os encontros de Odisseu com figuras míticas como as Sereias, a feiticeira-deusa Circe e outros seres que representam tentações, perigos e desafios morais. Mais do que uma simples aventura, o filme é uma história sobre perseverança, identidade, saudade e o desejo humano de retornar ao lar, temas que permanecem universais mesmo após milênios.

Na Tela Quente desta segunda (5), Globo exibe Ingresso para o Paraíso, comédia romântica ensolarada com Julia Roberts e George Clooney

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A Tela Quente desta segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, leva o público direto para as paisagens exuberantes de Bali com a exibição de Ingresso para o Paraíso, uma comédia romântica que mistura humor afiado, conflitos familiares e a química irresistível de Julia Roberts (Comer, Rezar, Amar) e George Clooney (Onze Homens e um Segredo).

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história gira em torno de Lily (Kaitlyn Dever, Booksmart), uma jovem recém-formada que decide comemorar o fim da faculdade em uma viagem ao lado da melhor amiga, Wren (Billie Lourd, Star Wars: A Ascensão Skywalker). O que deveria ser apenas uma pausa divertida antes da vida adulta toma um rumo inesperado quando Lily se apaixona por um morador local e anuncia um casamento relâmpago, decidido no calor do momento.

A notícia faz seus pais, David e Georgia, deixarem de lado — ao menos temporariamente — décadas de ressentimento. Divorciados e especialistas em discutir, eles correm para Bali determinados a impedir que a filha repita o que consideram ter sido o maior erro de suas próprias vidas. Entre tentativas atrapalhadas de sabotagem, planos que dão errado e diálogos recheados de ironia, o ex-casal acaba se vendo obrigado a conviver novamente, reacendendo lembranças e sentimentos que nunca desapareceram por completo.

Sob a direção de Ol Parker (Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo), o filme encontra seu charme justamente no contraste entre o cenário paradisíaco e as tensões emocionais dos personagens. Mais do que uma história sobre impedir um casamento, Ingresso para o Paraíso fala sobre segundas chances, amadurecimento e a coragem de rever escolhas feitas no passado — tudo isso embalado por leveza, romance e bom humor.

O projeto foi oficialmente anunciado em 26 de fevereiro de 2021, já chamando atenção por reunir novamente George Clooney e Julia Roberts, um dos pares mais carismáticos de Hollywood. A dupla já havia dividido a tela em sucessos como Ocean’s Eleven (2001), Ocean’s Twelve (2004) e Money Monster (2016), e o reencontro foi tratado pelo mercado como um verdadeiro evento. À época, o site Deadline Hollywood destacou que a Universal fazia questão de manter o lançamento nos cinemas, enxergando o filme como um símbolo da força das grandes estrelas na retomada das salas após a pandemia — inclusive barrando investidas de plataformas de streaming interessadas em adquirir os direitos de distribuição.

Para viver David, Clooney chegou a adotar uma dieta cetogênica durante a preparação para o papel, buscando um visual mais alinhado ao personagem. O elenco foi sendo montado ao longo de 2021: Billie Lourd entrou em negociações em março, enquanto Kaitlyn Dever foi confirmada oficialmente em abril. Já Lucas Bravo (Emily em Paris) juntou-se ao time em outubro do mesmo ano, ampliando o apelo internacional do longa.

As filmagens principais começaram em novembro de 2021 e aconteceram majoritariamente na Austrália, que serviu como cenário para representar a paradisíaca Bali. Locações como Queensland, Ilhas Whitsunday, Gold Coast, Brisbane, além do Tangalooma Island Resort, na Ilha de Moreton, e o Palm Bay Resort, em Long Island, ajudaram a construir a atmosfera ensolarada e romântica do filme. O governo australiano apoiou fortemente a produção, concedendo uma bolsa de AU$ 6,4 milhões, com expectativa de gerar 270 empregos diretos e movimentar cerca de AU$ 47 milhões na economia local.

Nem tudo, porém, ocorreu sem obstáculos. Em janeiro de 2022, quando restavam apenas duas semanas para o encerramento das gravações, a produção precisou ser interrompida por três meses devido ao avanço dos casos de covid-19 em Queensland, adiando o cronograma e exigindo ajustes logísticos. Ainda assim, o projeto foi concluído com sucesso, mantendo seu espírito leve e escapista — algo que se reflete diretamente no tom final do filme.

Onde assistir

Além da exibição na Tela Quente, da TV Globo, o longa também está disponível no Prime Video, no formato VOD, com aluguel a partir de R$ 9,90. Uma ótima pedida para quem busca um filme confortável, romântico e com clima de férias, perfeito para relaxar e sorrir.

Sonic 3: O Filme se torna o maior sucesso da franquia e chega às plataformas digitais este mês!

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Foto: Reprodução/ Internet

O ouriço azul mais amado dos videogames e do cinema continua voando alto (ou melhor, correndo rápido!). Sonic 3: O Filme, da Paramount Pictures, acaba de atingir um marco histórico: tornou-se o filme mais lucrativo da franquia, superando todos os recordes estabelecidos pelos dois primeiros longas.

Com uma arrecadação global de incríveis US$ 422 milhões, o terceiro capítulo da saga deixou para trás os números já impressionantes de Sonic 2: O Filme (US$ 405 milhões) e do pioneiro Sonic: O Filme (US$ 319 milhões). Só nos Estados Unidos, o longa faturou US$ 218 milhões, enquanto os mercados internacionais contribuíram com US$ 203 milhões. Dá pra perceber que Sonic tem fãs espalhados pelos quatro cantos do mundo!

E não é só nas bilheterias que o filme está bombando. Com uma trama que equilibra ação, humor e muitas referências aos jogos clássicos, Sonic 3 conquistou o coração do público e da crítica. A adição de novos personagens e a promessa de um confronto épico com vilões icônicos da franquia levaram os fãs à loucura. E se você ainda não viu, fica tranquilo: o filme está prestes a chegar às plataformas digitais.

Quando e onde assistir Sonic 3 em casa?

Nos Estados Unidos, Sonic 3: O Filme estará disponível para compra e aluguel digital a partir do dia 21 de janeiro. Aqui no Brasil, ainda não temos uma data exata, mas tudo indica que o lançamento deve acontecer na mesma época. Aliás, a loja do Prime Video já confirmou que o longa estará em seu catálogo ainda neste mês. Ou seja, é só questão de tempo até podermos reviver (ou assistir pela primeira vez!) todas as emoções dessa aventura diretamente do sofá.

O segredo do sucesso: nostalgia e inovação

Mas o que explica esse sucesso estrondoso? Sonic já era um ícone da cultura pop desde os anos 1990, mas os filmes conseguiram renovar o personagem, conquistando tanto os fãs de longa data quanto uma nova geração. Além disso, a franquia tem acertado em cheio no tom: humor na medida certa, cenas de ação eletrizantes e uma boa dose de emoção, que faz com que o público se conecte ainda mais com Sonic e seus amigos.

Outro destaque são as referências aos jogos clássicos, que deixam os fãs atentos a cada detalhe. Seja um movimento, um cenário ou até mesmo uma música, tudo parece ser pensado para agradar quem cresceu jogando as aventuras do ouriço azul no Mega Drive.

Paul Rudd e Tim Robinson se metem em altas confusões na comédia Friendship — e o trailer já está no ar!

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Imagina conhecer um vizinho que te arrasta para uma noite insana de exploração urbana, shows punk e até umas discussões sobre antiguidades paleolíticas (pois é, bem aleatório mesmo). Essa é a vibe de Friendship, a nova comédia estrelada por Paul Rudd (Homem-Formiga) e Tim Robinson (Pânico 5) que já ganhou seu primeiro trailer. E olha… parece que vem coisa boa por aí!

Dirigido e roteirizado por Andrew DeYoung (Caçadoras de Recompensas), o filme traz ainda Kate Mara (Quarteto Fantástico), Meredith Garretson, Jack Dylan Grazer, Josh Segarra e Jon Glaser no elenco. A produção é da queridinha A24, que dispensa apresentações com seus sucessos diferentões, como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo.

Uma amizade que dá ruim

A trama gira em torno de Craig Waterman (Robinson), um pai de família que leva uma vida sossegada até cruzar o caminho do novo vizinho Austin Carmichael (Rudd), um cara misterioso e absurdamente carismático. O bromance entre eles parece promissor, até que Craig começa a agir de forma… digamos, intensa demais. E como já era de se esperar, a amizade desanda com direito a tretas hilárias e situações completamente fora do controle.

Quando chega?

A estreia rola em maio nos Estados Unidos. Por aqui, ainda não tem previsão — mas bora torcer para a A24 não fazer a gente esperar muito, né? Se não for nos cinemas, que venha pelo streaming.

Sem dúvidas! Paul Rudd é sempre garantia de diversão, e Tim Robinson tem um humor caótico que casa perfeitamente com essa premissa meio absurda. Com a assinatura da A24, é quase certo que Friendship vai misturar boas risadas com aquele toque de “pera, o que eu acabei de assistir?”.

Se você curte uma comédia fora do padrão com pitadas de caos e bizarrices, coloca Friendship no seu radar. Porque, convenhamos: amizades improváveis e desastres hilários são sempre uma boa pedida. 🎸

MUBI traz com exclusividade Grand Tour, premiado longa de Miguel Gomes

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Foto: Reprodução/ Internet

A MUBI, plataforma global de streaming, distribuidora e produtora, lança com exclusividade Grand Tour, novo longa-metragem do renomado diretor português Miguel Gomes. O filme, que rendeu ao cineasta o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 2024, estará disponível na plataforma a partir de 18 de abril.

Representante de Portugal para o Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional, Grand Tour poderá ser assistido exclusivamente na MUBI em diversos territórios, incluindo Brasil, América do Norte, Reino Unido, Irlanda, América Latina, Turquia e Índia.

Um épico itinerante sobre amor e fuga

Protagonizado por Gonçalo Waddington, Crista Alfaiate, Cláudio da Silva e Lang Khê Tran, Grand Tour mescla romance, comédia screwball e uma jornada visualmente impactante. O roteiro, assinado por Miguel Gomes em parceria com Mariana Ricardo, Telmo Churro e Maureen Fazendeiro, conduz os espectadores por uma narrativa que transita entre o melodrama e o documentário.

A trama se passa em 1917, na então colônia britânica de Burma, onde Edward, um funcionário do Império Britânico, decide fugir no dia da chegada de sua noiva, Molly, pouco antes do casamento. No entanto, sua tentativa de escapar o coloca em uma jornada inesperada pela Ásia, enquanto Molly segue seu rastro, transformando a história em uma perseguição romântica cheia de reviravoltas.

Com um estilo visual marcante, Grand Tour alterna cenas em preto e branco com imagens documentais contemporâneas, oferecendo ao público uma experiência cinematográfica imersiva. O filme foi rodado em locações na China, Filipinas, Japão, Tailândia e Vietnã, trazendo uma ambientação autêntica para a jornada dos personagens. A direção de fotografia ficou a cargo de Guo Liang, Rui Poças e Sayombhu Mukdeeprom, elevando a grandiosidade estética da produção.

Com um enredo cativante e uma direção consagrada, Grand Tour promete ser um dos destaques cinematográficos de 2024. A estreia exclusiva na MUBI reforça o compromisso da plataforma em trazer obras autorais e premiadas para o público global. A partir de 18 de abril, os amantes do cinema poderão embarcar nessa jornada cinematográfica única.

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