MasterChef Brasil 2025 – Daniela e Felipe B. são os finalistas da 12ª temporada

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A 12ª temporada do MasterChef Brasil chega ao seu momento mais aguardado: a grande final. Após semanas de desafios intensos, provas emocionantes e eliminações surpreendentes, Daniela e Felipe B. conquistaram suas vagas na decisão, enquanto Rodrigo e Gloria foram eliminados na semifinal. Esta edição do reality culinário, exibida na Band, trouxe novamente à tona o talento de cozinheiros amadores que combinam criatividade, técnica e paixão pela gastronomia, mantendo o público grudado na tela a cada episódio.

A semifinal, exibida na terça-feira, 26 de agosto, foi marcada por provas que desafiaram os limites dos competidores. Na primeira etapa, os semifinalistas precisaram criar pratos autorais utilizando técnicas de gastronomia molecular, como esferificação, espumas e gelificação. O objetivo era transformar ingredientes em experiências sensoriais únicas, exigindo precisão, criatividade e domínio técnico. Sob o olhar atento de Henrique Fogaça, Helena Rizzo e Érick Jacquin, os quatro cozinheiros – Daniela, Felipe B., Gloria e Rodrigo – enfrentaram a pressão máxima para garantir sua vaga na final.

O segundo desafio da noite trouxe uma releitura do tradicional turducken, desta vez em versão marítima. A prova consistiu na preparação de três tipos de peixes e frutos do mar, desossados, recheados e montados em camadas, exigindo habilidade avançada de corte, montagem e equilíbrio de sabores. A complexidade do prato elevou a tensão na cozinha, colocando à prova não apenas a técnica dos competidores, mas também sua capacidade de trabalhar sob pressão e tomar decisões rápidas.

Rodrigo foi o primeiro a ser eliminado na semifinal. Apesar de sua trajetória marcada por criatividade, técnica e versatilidade, o prato apresentado não convenceu totalmente os jurados, encerrando sua participação a um passo da grande final. A despedida foi emocionante, com abraços, lágrimas e palavras de incentivo de colegas e jurados, reconhecendo seu talento e dedicação ao longo da temporada. Pouco depois, Gloria também deixou o programa após uma performance que não atingiu o nível exigido pelos jurados para avançar à final, consolidando Daniela e Felipe B. como os grandes finalistas da temporada.

Daniela chega à final com uma trajetória marcada por consistência, precisão e pratos visualmente elegantes. Ao longo da temporada, conquistou os jurados não apenas pelo equilíbrio de sabores, mas também pela capacidade de se reinventar a cada desafio, mostrando criatividade e domínio das técnicas culinárias mais complexas. Sua participação na semifinal reforçou sua presença na decisão, demonstrando confiança, atenção aos detalhes e capacidade de manter a calma sob pressão, consolidando-a como uma das favoritas ao título.

Felipe B., por sua vez, chega à final mostrando ousadia, versatilidade e domínio técnico. Ele se destacou em provas individuais e coletivas ao longo da temporada, impressionando os jurados com combinações de sabores criativas e soluções inteligentes para desafios complexos. Sua consistência, aliada à coragem de experimentar e ousar, faz dele um finalista capaz de rivalizar de igual para igual com Daniela na grande decisão, prometendo uma final eletrizante e repleta de emoção.

Resenha – Fios de Ferro e Sal narra a mitologia, resistência e o Brasil que (quase) esqueceram

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Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Fios de Ferro e Sal não é só um livro de fantasia histórica. É um mergulho profundo nas feridas abertas da nossa história, um convite para escutar as vozes que o tempo, o poder e o silêncio tentaram apagar. Escrito com lirismo e coragem, o livro resgata o Brasil do século XIX — mas não aquele que aparece nos livros didáticos, cheio de imperadores, corte e progresso. Aqui, a história é contada a partir das margens, das senzalas, das jangadas, dos terreiros e dos navios negreiros. É um Brasil de ferro, sal, suor e resistência.

A narrativa começa com Kayin, um homem negro cativo, acorrentado em um navio negreiro. Ele carrega em si o peso da dor, mas também a força de Ogum, o orixá da guerra e da tecnologia. Quando quebra suas correntes usando os dons aprendidos com o deus do ferro, não está apenas se libertando — está dando início a uma rebelião que desafia o sistema escravista com sangue, coragem e espiritualidade. É impossível não se arrepiar com esse começo. Kayin não é herói de capa, é herói de carne, cicatriz e alma.

Do outro lado da costa, nas areias do Aracati, no Ceará, vive Ekundayo, um griô — ou seja, um guardião da memória ancestral. Velho, sábio e ainda lutando por justiça, ele tenta conter o tráfico negreiro que continua devastando vidas naquela região. Um dia, ele recebe uma missão direta de Yemanjá: resgatar um grupo de pessoas à deriva no mar. Para isso, precisará reunir um grupo improvável: Tia Nanci, uma entidade em forma de aranha que se diz senhora de todas as histórias (e que transita entre o cômico, o assustador e o sábio com uma naturalidade impressionante); Afogado, um homem misterioso com um passado enterrado nas águas; e os jovens Iracema e Valentim, dois jangadeiros corajosos e sonhadores.

A viagem deles a bordo de uma jangada em mar aberto não é só física — é espiritual, política, mítica. Cada personagem carrega consigo não apenas um destino, mas uma ancestralidade. E o mar, tão presente e tão simbólico, deixa de ser apenas cenário e vira personagem também: ora mãe, ora inimigo, ora tumba, ora caminho para o renascimento.

O mais bonito do livro talvez seja como ele costura mitologia, fantasia e realidade de forma orgânica. Não se trata de “colocar orixás na história do Brasil”, mas de reconhecer que essas histórias já estavam aqui, antes mesmo de o Brasil ter nome. A fantasia aqui não foge da dor, ela a confronta — e, com isso, também cura.

Fios de Ferro e Sal é sobre resistência, sim, mas também sobre afeto, sobre escuta, sobre o poder das palavras e das memórias que resistem mesmo quando tudo parece querer apagá-las. Não é uma leitura leve — mas é necessária, urgente, transformadora. É um desses livros que deixam marcas. Que fazem a gente querer aprender mais, ouvir mais, contar mais. E que lembram que às vezes, contar uma história é um ato de salvação.

Se você procura uma fantasia verdadeiramente brasileira, cheia de alma, com personagens complexos e uma trama que pulsa com vida e ancestralidade, esse livro é pra você. E mesmo que não esteja procurando, talvez você precise dele. Porque algumas histórias precisam ser ouvidas. Porque algumas dores precisam virar mar.

TV Brasil exibe episódio inédito de Samba na Gamboa com Mingo Silva neste domingo (30)

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Neste domingo, 30 de novembro, às 13h, a TV Brasil leva ao ar mais um episódio inédito do programa Samba na Gamboa, e a atração promete emocionar os fãs do gênero. Sob o comando afetuoso de Teresa Cristina, o convidado desta semana é o sambista Mingo Silva, artista que carrega consigo a força do samba de raiz e uma trajetória construída com dedicação, história e muita música.

O encontro entre Teresa e Mingo cria um clima de celebração, memória e partilha, elementos que tornaram o programa uma referência entre os admiradores do samba. E, desta vez, o público terá a chance de conhecer de perto a caminhada de um artista que ajudou a escrever capítulos importantes da cultura carioca.

Natural de Niterói, no Rio de Janeiro, Mingo Silva cresceu cercado pelas tradições do samba. Foi nas rodas de bairro, nos encontros informais e nos palcos improvisados que ele descobriu seu lugar no mundo. Desde os primeiros passos na música, esteve próximo de grandes nomes do gênero, como Luiz Carlos da Vila, Monarco, Noca da Portela e Ratinho. Esse convívio não apenas influenciou sua formação artística, mas também moldou seu olhar sobre a importância de preservar a memória do samba.

Mingo também se tornou conhecido por construir espaços culturais que fortalecem o gênero. Ele é um dos fundadores da roda de samba do Beco do Rato, no Rio de Janeiro, um ponto de encontro para sambistas e admiradores da música de raiz. Em Niterói, ajudou a criar o Samba da Amendoeira, que se transformou em referência local e palco para artistas consagrados. Nessas vivências, o músico abriu shows de cantores como Diogo Nogueira e Jorge Aragão, consolidando seu espaço na cena contemporânea do samba.

Durante o programa, Mingo conversa com Teresa Cristina sobre o processo criativo e emocional por trás de seu primeiro álbum solo, Arte do Povo. Lançado em 2020, o disco representa um marco em sua carreira, por reunir composições autorais que refletem sua vivência nas rodas e sua relação afetiva com os mestres que o acompanharam ao longo dos anos. O álbum traz participações importantes, como Zeca Pagodinho, Moacyr Luz e João Martins, ampliando ainda mais o alcance e o significado do projeto.

No bate-papo descontraído, Mingo revela detalhes da produção, fala sobre parcerias e destaca como cada faixa do álbum foi construída para homenagear o povo, a cultura e as histórias que influenciaram sua caminhada. Teresa Cristina, sempre sensível às narrativas de seus convidados, conduz a conversa com leveza e profundidade, permitindo que o público conheça não apenas o artista, mas também o homem por trás da música.

Além do diálogo inspirador, o episódio oferece um repertório especial preparado para a ocasião. Entre as canções apresentadas pelos dois artistas estão clássicos como “Olhando-me no Espelho”, “Leviana”, “Impossível Recomeçar” e “Sem Compromisso”. Mingo e Teresa também interpretam faixas marcantes como “Amor Não É Brinquedo”, “Doce Mistura”, “É Lenha” e “Agora É Cinza”.

O público ainda poderá desfrutar de músicas que evocam ancestralidade e força cultural, como “Povo do Ayê”, além de composições emblemáticas como “Rei da Madrugada” e “Boiadeiro Navizala”. O repertório abrange diferentes fases e estilos do samba, criando um mosaico musical que conversa com espectadores de todas as idades.

Com o carisma de Teresa Cristina e a autenticidade de Mingo Silva, o episódio deste domingo reafirma o propósito do Samba na Gamboa: valorizar o samba, seus artistas e sua história. A atração segue como um importante espaço de encontro entre gerações, preservando tradições e abrindo caminho para novas narrativas dentro do gênero.

Doramas em agosto – Saiba quais são os lançamentos imperdíveis para você maratonar!

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O mês de agosto de 2025 está repleto de novos doramas que prometem conquistar os fãs de romance, drama, fantasia e histórias históricas. Alguns títulos já estão disponíveis para maratona, enquanto outros chegam nos próximos dias, oferecendo uma agenda cheia de emoções e aventuras para quem acompanha o universo asiático. Se você ama mergulhar em histórias cativantes, prepare-se: há produções para todos os gostos neste mês.

Séries já disponíveis

Minha Querida Jornada

Adaptado do romance “Welcome Back, Traveler”, este dorama acompanha Kang Yeo Reum (Gong Seung Yeon), que, após não conseguir sucesso como cantora, decide se reinventar como repórter de viagens na agência “One Day Travel”. A história mostra o poder da resiliência e da autodescoberta, enquanto Yeo Reum percorre diferentes destinos, vivenciando experiências que a transformam pessoal e profissionalmente.

O personagem Sang Sik (Yoo Joon San), CEO da Ogu Entertainment, se vê parcialmente responsável pelo passado da protagonista e tenta ajudá-la a encontrar seu caminho, criando uma dinâmica de cuidado, empatia e crescimento mútuo. Entre cenários deslumbrantes, encontros emocionantes e desafios inesperados, o dorama inspira o público a refletir sobre escolhas, sonhos e a importância de se reinventar. Já disponível no Viki, é ideal para quem gosta de aventuras leves, mas carregadas de emoção e aprendizado.

Além do Direito

Para quem prefere tramas mais sérias e cheias de tensão, Além do Direito explora o universo jurídico através da relação entre Yoon Seok-Hun (Lee Jin-Uk), um advogado brilhante e frio, e Kang Hyo-Min (Jung Chae-Yeon), uma jovem advogada em busca de seu espaço. A dinâmica entre a experiência prática de Seok-Hun e a determinação de Hyo-Min cria momentos de conflito, aprendizado e, claro, romance sutil.

O dorama aborda ética, justiça e desenvolvimento pessoal, mostrando como o ambiente de trabalho pode moldar relações e desafiar crenças. A química entre os personagens, aliada a casos instigantes, mantém a narrativa envolvente do início ao fim. Já disponível na Netflix, é perfeito para quem gosta de dramas maduros, com combinações de romance e tensão intelectual.

Amor, Tomada Dois

Este dorama mistura romance e drama familiar de maneira sensível. Lee Ji An (Yum Jung Ah), mãe solteira, sempre colocou a filha Hyo Ri (Choi Yoon Ji) em primeiro lugar, garantindo uma educação repleta de cuidados, amor e disciplina. Ao crescer, Hyo Ri decide viajar sozinha, conhecendo Bo Hyeon (Kim Min Kyu), um jovem cultivador de flores, e seu pai Ryu Jeong Seok (Park Hae Joon), que guarda um passado romântico com Ji An.

O dorama trabalha com coincidências do destino, mostrando como o amor e as segundas chances podem surgir de maneiras inesperadas. Além disso, explora a relação entre pais e filhos, as diferenças geracionais e a importância de seguir o coração mesmo diante de desafios. Já disponível no Viki, é indicado para quem busca histórias emocionantes, que fazem refletir sobre amor, família e recomeços.

Lançamentos de hoje

Minha Estrela Problemática – disponível 18 de agosto

Im Se Ra retorna à carreira após um hiato de 25 anos causado por um acidente, enfrentando os desafios de reconstruir sua vida e carreira. O encontro com Dokgo Cheol, um detetive solteiro que perdeu a paixão pela vida, cria uma narrativa sobre recomeços, amor e autodescoberta.

O dorama aborda a maturidade, o impacto do tempo nas relações humanas e a coragem necessária para retomar sonhos e projetos que foram interrompidos. Entre encontros inesperados, conflitos internos e momentos de ternura, a história mostra que nunca é tarde para recomeçar. Já disponível no Viki, é indicado para quem gosta de dramas realistas, sensíveis e inspiradores.

Moonlit Reunion – disponível 18 de agosto

Misturando fantasia, ação e romance, Moonlit Reunion apresenta Mei Zhuyu, caçadora de demônios, e Wu Zhen, meio-demônio protetor. A história se desenvolve em meio a batalhas sobrenaturais e dilemas morais, questionando o que significa lealdade e sacrifício.

Além da ação, o dorama foca no desenvolvimento emocional dos protagonistas, nas escolhas entre dever e desejo, e na tensão entre mundos diferentes. A química entre Mei Zhuyu e Wu Zhen, junto aos efeitos visuais impressionantes, torna a experiência cinematográfica intensa. Disponível no WeTV e Disney+, é perfeito para os fãs de fantasia e romances épicos.

Lançamentos aguardados

Ligados pelo Pecado – 20 de agosto

Jiang Ying Xian enfrenta dilemas familiares e profissionais quando precisa lidar com consequências de um acidente envolvendo seu irmão. Ao contratar Fu Cheng como segurança, nasce uma atração complicada e intensa entre eles, marcada por obstáculos e escolhas difíceis.

A trama explora temas como responsabilidade, lealdade, perdão e o poder das segundas chances, mostrando que o amor muitas vezes precisa vencer barreiras do destino. Disponível no Viki, é ideal para quem gosta de romance dramático, cheio de tensão emocional.

Madame Aema – 22 de agosto

Situado na Coreia dos anos 1980, Madame Aema acompanha Hui-ran e Joo-ae, duas amigas que conquistam fama estrelando um filme polêmico, enfrentando censura e pressão da indústria cinematográfica. Entre rivalidades, amizades e dilemas pessoais, elas precisam equilibrar ambição e ética profissional.

O dorama oferece reflexões sobre poder, fama, perseverança e a complexidade das relações humanas, sendo ideal para quem gosta de histórias históricas e dramas de bastidores. Lançamento na Netflix.

Twelve – 23 de agosto

Com elementos de fantasia e ação, Twelve acompanha Taesan, um dos Doze Anjos do zodíaco coreano, que precisa impedir que O Gwi transforme o mundo em caos. Para isso, precisa encontrar Mir, reencarnação de uma entidade poderosa.

A história combina batalhas épicas, dilemas morais e decisões estratégicas, explorando amizade, coragem e responsabilidade. Disponível no Disney+, é indicado para fãs de fantasia, aventura e narrativas épicas.

Crítica – Five Nights at Freddy’s 2 é um avanço divertido, nostálgico e limitado por suas próprias escolhas

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“Quero ver o que tem dentro da sua cabeça.” A frase ecoa no escuro e sintetiza bem o espírito de Five Nights at Freddy’s 2, um filme que busca acessar o imaginário de quem cresceu com a franquia, explorando memórias, sustos e aquela combinação inconfundível de pânico e fascínio que marcou milhões de jogadores. Dentro dessa proposta, o longa dirigido por Emma Tammi dá um passo mais seguro em relação ao filme anterior. Não é mais ousado, mas é mais consciente do material que tem em mãos.

O grande mérito desta continuação é sua habilidade de transformar referências em atmosfera. A produção não insere apenas easter eggs; ela recria sensações. Os sons metálicos dos animatrônicos, os movimentos bruscos, as luzes defeituosas e os enquadramentos que remetem diretamente às câmeras do jogo ajudam a construir um ambiente que parece genuinamente pertencente ao universo de FNAF. Para quem considera o segundo jogo o ponto alto da franquia, existe uma nostalgia palpável. Cada detalhe visual e sonoro parece projetado para provocar aquele frio familiar na espinha, como se a infância – ou adolescência – retornasse por alguns instantes.

Ainda assim, o filme permanece preso a uma limitação importante. Five Nights at Freddy’s sempre foi conhecido pela combinação de tensão psicológica com violência explícita. Aqui, novamente, o gore é evitado de forma evidente. Cenas que deveriam atingir um impacto mais duro são interrompidas antes do auge, e a estética permanece cuidadosamente controlada para não ultrapassar uma classificação indicativa acessível ao público mais jovem. Essa escolha, embora compreensível do ponto de vista comercial, reduz parte do potencial do terror. Falta peso ao que deveria ser aterrorizante.

Apesar disso, FNAF 2 apresenta avanços narrativos em relação ao primeiro filme. O roteiro é mais coeso, a mitologia é desenvolvida com maior clareza e há mais atenção à lógica interna da história. O percurso dramático ainda é previsível, mas funciona melhor justamente porque a obra abandona qualquer timidez e assume sua vocação de fan service. Em vez de tentar agradar a todos, o filme se concentra em agradar quem realmente importa: o fã que conhece os jogos, acompanha teorias e aguarda há anos para ver determinadas cenas ganharem vida.

Essa honestidade acaba sendo um dos pontos altos. Five Nights at Freddy’s 2 não tenta reinventar o terror. Não pretende ser mais profundo do que realmente é. Sua intenção é divertir, provocar sustos moderados e alimentar o entusiasmo da base de fãs. Para quem nunca teve contato com os jogos, o longa pode soar como um terror adolescente convencional, com criaturas bizarras e enredo por vezes confuso. Para quem jogou, porém, é como revisitar um espaço temido, mas curiosamente acolhedor.

O elenco também funciona melhor nesta continuação, beneficiado por um roteiro que permite mais tensão e interação entre os personagens. Os animatrônicos continuam sendo o grande chamariz visual da franquia e, aqui, parecem ainda mais presentes, expressivos e ameaçadores.

Crítica | Drácula – Uma História de Amor Eterno mostra um monstro sem alma e uma redenção forçada

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Foto: Reprodução/ Internet

Antes de mergulhar na análise do novo Drácula (2025), é impossível ignorar a figura por trás da câmera: Luc Besson. O cineasta francês, que já foi celebrado por títulos como O Quinto Elemento e Nikita, hoje carrega uma sombra pesada. Envolvido em acusações sérias, incluindo agressão sexual, Besson tornou-se uma presença incômoda no cenário cinematográfico internacional. Essa bagagem ética não apenas contamina a percepção de suas obras, mas também lança um holofote desconfortável sobre os significados e intenções por trás de seus novos projetos — especialmente quando se tenta reescrever a trajetória de um monstro.

Deixando essa questão ética como pano de fundo — por mais incômoda que seja — resta analisar o filme em si. E a verdade é que o filme é, sob praticamente todos os aspectos, um desastre cinematográfico. Um equívoco de concepção, execução e propósito, que beira o desrespeito tanto ao legado de Bram Stoker quanto ao público que ainda se interessa por boas histórias de horror gótico.

Desde os primeiros minutos, percebe-se que há algo profundamente desalinhado. A trama, que bem poderia receber o subtítulo “A Redenção”, entrega de imediato sua proposta problemática: transformar o vampiro mais icônico da literatura em uma figura romântica, trágica, quase heróica. Ao tentar humanizar o Príncipe das Trevas, o roteiro esvazia não apenas a mitologia do personagem, mas todo o simbolismo que fez de Drácula um ícone imortal do medo.

Os personagens clássicos — Mina, Jonathan Harker e Van Helsing — são reduzidos a caricaturas desprovidas de alma, motivação ou impacto dramático. Suas presenças em cena não passam de adereços narrativos. Não há vínculos, não há desenvolvimento, não há empatia. São figuras tão descoladas da trama que, em dado momento, torcemos para que desapareçam, tamanha a irrelevância de suas existências.

A ausência de tensão, elemento vital em qualquer adaptação da obra de Stoker, é gritante. O filme se arrasta por um enredo superficial, onde acompanhamos um Drácula melancólico em jornada existencial ao lado de um padre caçador de vampiros — uma premissa que até poderia render algo, se houvesse densidade emocional, camadas simbólicas ou qualquer vestígio de ambiguidade moral. Mas o que se vê é uma sucessão de cenas previsíveis, frias, destituídas de qualquer pulsação narrativa. Não há sedução, não há mistério, não há horror.

A ambientação, que deveria ser um dos trunfos do longa, é outro desastre. Em vez de mergulhar o espectador em um universo opressor e gótico, o filme opta por cenários genéricos e iluminação genérica. Não há identidade visual, não há atmosferas memoráveis. Em alguns momentos, o longa até tenta introduzir elementos de humor, mas o faz de maneira tão fora de tom que o resultado é constrangedor. Rimos, sim — mas nunca pelas razões certas.

Foto: Reprodução/ Internet

O roteiro também comete o pecado de violar, sem justificativa, as próprias regras do universo vampírico. Elementos fundamentais da mitologia de Stoker são descartados ou modificados conforme a conveniência da cena. A luz do sol, por exemplo, é mortal em um momento, mas inofensiva no seguinte. Essa inconsistência não apenas destrói a suspensão de descrença, como também escancara uma preguiça narrativa que mina qualquer chance de imersão.

Os diálogos são outro ponto fraco. Soam artificiais, sem lirismo, sem a densidade filosófica ou melancólica que se espera de um bom Drácula. Falas genéricas, superficiais, que poderiam estar em qualquer outro filme — e que não revelam nada sobre os personagens ou seus dilemas. Falta peso, falta ritmo, falta alma.

Mas talvez o aspecto mais perturbador do filme seja sua subtexto. É difícil não enxergar na jornada de redenção de Drácula uma tentativa de reescrever, ainda que metaforicamente, a própria imagem do diretor. Ao transformar o monstro em alguém digno de amor, compreensão e perdão, Besson parece buscar para si mesmo uma catarse artística. A obra se torna, assim, um espelho torto onde o monstro e o criador se confundem. E o desconforto vem não da ficção, mas da intenção por trás dela.

Claro, personagens clássicos podem — e devem — ser revisitados sob novas perspectivas. Reinvenções são bem-vindas quando feitas com propósito, inteligência e respeito. Mas o que Besson entrega aqui não é uma releitura. É uma tentativa rasa de suavizar as arestas do horror, de transformar a escuridão em romance barato, de apagar o subtexto gótico em favor de uma fábula emocionalmente manipulativa.

No fim das contas, o longa-metragem falha como adaptação, falha como filme de horror, falha como romance e falha, sobretudo, como cinema. É uma obra sem alma, sem ritmo, sem poesia. Um produto que parece existir apenas como plataforma para intenções questionáveis, e que trata sua audiência com desdém — como se qualquer história fosse suficiente, desde que envolta em figurino de época e discursos sobre amor e redenção.

Ao sair da sessão, a sensação não é apenas de tempo perdido, mas de frustração diante de uma oportunidade desperdiçada. Drácula, mesmo após mais de um século, segue sendo uma das figuras mais complexas da literatura. Reduzir essa complexidade a um melodrama artificial, conduzido por um diretor com pendores narcisistas, é mais do que um erro artístico — é um desserviço ao mito.

TOHO Animation revela trailer da terceira temporada de Jujutsu Kaisen, prevista para 2026

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O universo de Jujutsu Kaisen acaba de ganhar novos ares de expectativa. A TOHO Animation divulgou, neste fim de semana, o primeiro trailer oficial da terceira temporada do anime, uma das produções mais populares dos últimos anos. A prévia confirmou aquilo que milhares de fãs já aguardavam com ansiedade: a adaptação do arco Jogos de Extermínio (Culling Game), considerado um dos momentos mais intensos e transformadores da obra escrita e ilustrada por Gege Akutami.

A estreia foi marcada para janeiro de 2026, e, pela primeira vez, a temporada será dividida em duas partes, sinalizando que a narrativa ganhará o tratamento detalhado que a complexidade do arco exige. O vídeo divulgado pela produtora trouxe uma prévia carregada de tensão e emoção. Entre cenas rápidas, é possível notar a atmosfera sombria que dominará a nova fase da história, marcada pelo desespero, pela luta pela sobrevivência e pela transformação de personagens que os fãs já conhecem bem.

Do papel às telas: a jornada de Jujutsu Kaisen

O caminho até aqui revela como Jujutsu Kaisen se consolidou como fenômeno cultural global. A série nasceu em março de 2018, quando Gege Akutami começou a publicar seus capítulos na revista Weekly Shōnen Jump, a mesma que lançou clássicos como Naruto, One Piece e Bleach.

Ao longo de seis anos, a obra conquistou uma legião de leitores, chegando ao fim em setembro de 2024, com 30 volumes compilados. O mangá não apenas figurou entre os mais vendidos do Japão, como também ganhou espaço internacional, especialmente no Brasil, onde é publicado pela editora Panini e rapidamente se tornou um dos títulos mais procurados pelos leitores de quadrinhos japoneses.

O salto definitivo aconteceu em 2020, quando o estúdio MAPPA, conhecido por sua excelência técnica e envolvimento em obras como Attack on Titan: The Final Season e Chainsaw Man, adaptou a série para anime. A primeira temporada, exibida naquele mesmo ano, foi um sucesso imediato, conquistando crítica e público. A qualidade da animação, aliada à intensidade da história, impulsionou ainda mais a popularidade da franquia.

No ano seguinte, em 2021, o lançamento do longa “Jujutsu Kaisen 0” ampliou a dimensão do sucesso. O filme, que funciona como prelúdio da trama principal, apresentou ao público o personagem Yuta Okkotsu, que mais tarde se tornaria peça fundamental no arco dos Jogos de Extermínio.

O que são os Jogos de Extermínio?

O arco que guiará a terceira temporada é considerado um dos mais complexos e emocionantes da obra de Gege Akutami. Nele, feiticeiros e maldições se veem presos em uma espécie de jogo mortal, regido por regras cruéis e arbitrárias. Os participantes precisam lutar uns contra os outros, acumulando pontos e enfrentando escolhas que colocam em xeque não apenas sua sobrevivência, mas também seus valores e crenças.

A brutalidade das batalhas é apenas parte da tensão. O arco mergulha profundamente no desenvolvimento psicológico dos personagens, revelando traumas, motivações e dilemas éticos. Para o público, isso significa uma narrativa densa, onde não há espaço para soluções fáceis ou vitórias sem sacrifícios.

É também nesse momento que a rivalidade – ou possível aliança – entre Itadori e Yuta ganha destaque. Enquanto o primeiro carrega o fardo de ser hospedeiro da maldição mais poderosa de todas, Sukuna, o segundo representa a promessa de um feiticeiro que aprendeu a lidar com dores do passado, carregando o peso de uma história marcada pelo luto e pela redenção.

Números que impressionam

Se os personagens conquistam corações, os números comprovam o impacto da obra. Em fevereiro de 2019, apenas um ano após seu lançamento, o mangá já contava com 1,1 milhão de cópias em circulação. Esse número cresceu exponencialmente: em 2020, já eram 8,5 milhões, e, com a estreia do anime, o sucesso disparou, chegando a 60 milhões de cópias em dezembro de 2021.

O mangá foi também a quinta série mais vendida do ano de 2020, com 6,7 milhões de exemplares comercializados. Em janeiro de 2021, um feito histórico: 15 dos 16 volumes mais vendidos da Oricon eram de Jujutsu Kaisen, superados apenas por um volume de Shingeki no Kyojin.

Além das vendas, vieram os prêmios e reconhecimentos. Em 2019, a obra ficou em primeiro lugar na lista de recomendações de livreiros japoneses e foi indicada ao 65º Shogakukan Manga Award, uma das premiações mais prestigiadas da indústria.

O fim do mangá e o futuro do anime

Embora Akutami tivesse planejado encerrar a série em 2023, mudanças de rumo e a popularidade avassaladora prolongaram a narrativa até 2024. O desfecho, publicado em setembro daquele ano, dividiu opiniões, mas consolidou Jujutsu Kaisen como uma das obras mais marcantes do gênero shōnen na última década.

Agora, com a chegada da terceira temporada, fãs terão a oportunidade de revisitar momentos cruciais da reta final em versão animada. O fato de a produção ser dividida em duas partes indica que o estúdio MAPPA pretende se aprofundar no material original, evitando cortes bruscos e entregando uma experiência mais fiel ao mangá.

Zootopia 2 ganha trailer dublado com retorno das vozes brasileiras e novos personagens adoráveis

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Foto: Reprodução/ Internet

A cidade dos bichos mais amada do cinema está de volta! A Disney lançou na manhã desta segunda-feira (4) o novo trailer dublado de Zootopia 2, e os fãs já estão em festa. O vídeo, que você pode conferir logo abaixo, traz de volta a energia vibrante, o humor afiado e aquele toque de emoção que marcaram o primeiro filme — e, claro, mostra que Judy Hopps e Nick Wilde continuam sendo uma das duplas mais carismáticas das animações modernas.

E a boa notícia para o público brasileiro é que as vozes originais da dublagem nacional estão confirmadas: Rodrigo Lombardi (Verdades Secretas e Velho Chico) retorna como o malandro e irresistível Nick Wilde, enquanto Monica Iozzi (Vossa Excelência e A Dona do Pedaço) volta a dar vida à corajosa coelha Judy Hopps. Mas não para por aí — o elenco de vozes ganhou dois reforços de peso: Danton Mello (A Grande Família e Um Lugar ao Sol) e Thaila Ayala (Malhação e O Matador), que farão suas estreias em produções da Disney. Mello será o carismático Gary, a Cobra, e Thaila interpretará a divertida e excêntrica Dra. Fuzzby, uma quokka cientista que promete arrancar boas risadas do público.

O retorno a uma cidade cheia de diversidade

A sequência chega quase uma década depois do sucesso estrondoso do primeiro filme, lançado em 2016, e que se tornou um verdadeiro fenômeno mundial. Misturando aventura, comédia e uma boa dose de crítica social, o filme conquistou corações e levou o Oscar de Melhor Animação, além de arrecadar mais de US$ 1 bilhão nas bilheteiras.

Agora, no novo filme, o público vai reencontrar Judy e Nick em uma nova fase de suas carreiras como policiais — e, claro, prontos para enfrentar mais uma missão maluca. O trailer sugere que a dupla será envolvida em um mistério que ameaça a harmonia da cidade, e que vai levá-los a lugares que nunca exploraram antes. A promessa é de muita ação, piadas afiadas e aquele tipo de mensagem inspiradora que a Disney sabe entregar como ninguém.

A sequência é dirigida e roteirizada por Jared Bush, o mesmo responsável pelo primeiro filme e pelo sucesso “Encanto”. Ele divide o comando com Byron Howard, garantindo que a produção mantenha o mesmo espírito criativo e o visual deslumbrante que conquistaram o público.

Novos rostos (ou melhor, focinhos)

Além dos personagens que o público já ama, o novo filme apresenta várias figuras inéditas que devem agitar a trama. Gary, a Cobra, dublado por Danton Mello na versão brasileira (e por Ke Huy Quan, vencedor do Oscar, na versão original), surge como um personagem espirituoso e cheio de tiradas. Já a Dra. Fuzzby, dublada por Thaila Ayala (e por Quinta Brunson no original), é uma cientista maluca que parece ter a resposta — ou o problema — para tudo.

O elenco internacional também vem recheado de estrelas: Jason Bateman e Ginnifer Goodwin retornam como as vozes originais de Nick e Judy; Idris Elba volta como o impaciente Chefe Bogo; e Shakira retorna como a diva pop Gazella, que deve embalar o filme com novas músicas. A sequência ainda traz participações de Patrick Warburton, Andy Samberg, Macaulay Culkin, Brenda Song e Danny Trejo — sim, ele mesmo!

Uma cidade que continua a refletir o mundo real

O que sempre fez Zootopia se destacar foi sua maneira inteligente e leve de falar sobre temas sérios. O primeiro filme tratou de preconceito, diversidade e empatia de um jeito acessível para todas as idades — e tudo indica que a sequência vai seguir o mesmo caminho.

Em entrevistas, Jared revelou que o novo longa deve explorar as mudanças sociais dentro da própria Zootopia, mostrando como a convivência entre espécies diferentes continua sendo um desafio, mesmo depois dos eventos do primeiro filme. A ideia é mostrar que, embora o mundo evolua, ainda há muito o que aprender sobre convivência, aceitação e trabalho em equipe.

Essa mistura entre humor, aventura e reflexão sempre foi o segredo do sucesso da franquia — e é justamente o que torna “Zootopia” uma das animações mais queridas da Disney nos últimos anos.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa-metragem chega aos cinemas dos Estados Unidos em 26 de novembro de 2025, com estreia confirmada no Brasil e em Portugal um dia depois, em 27 de novembro de 2025. A distribuição, claro, fica por conta da Walt Disney Studios Motion Pictures.

Stuart Fails To Save The Universe | Spin-off de The Big Bang Theory revela elenco oficial

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Foto: Reprodução/ Internet

A HBO Max deu um presente para os fãs de The Big Bang Theory com o anúncio oficial do elenco de sua série derivada, Stuart Fails To Save The Universe. A produção promete resgatar o charme geek da sitcom que conquistou milhões ao redor do mundo, desta vez em uma aventura que se desenrola por múltiplos universos, cheia de confusões, referências nerds e personagens inesperados. A notícia gerou grande empolgação, especialmente porque a série original deixou um legado de humor peculiar, diálogos inteligentes e personagens inesquecíveis.

Entre os protagonistas já confirmados estão Ryan Cartwright (conhecido por Bones), Josh Brener (Silicon Valley; The Last of Us) e Tommy Walker (Danger Force), além de retornos especiais de Kevin Sussman, Lauren Lapkus, Brian Posehn e John Ross Bowie. Vale destacar que Cartwright e Brener já tiveram participações na série original, mas não reprisam os mesmos papéis: Cartwright interpretou um estudante britânico em um episódio da sexta temporada, enquanto Brener deu vida a Dale, amigo e colega de Stuart, em dois episódios. Essa escolha indica que a produção está buscando novas interpretações e permitindo aos atores explorar personagens inéditos dentro do mesmo universo.

O enredo da nova série gira em torno de Stuart Bloom (interpretado por Kevin Sussman), o dono de uma icônica loja de quadrinhos que, inadvertidamente, quebra um dispositivo experimental criado por Sheldon e Leonard. O incidente desencadeia um verdadeiro caos multiverso, ameaçando desestabilizar toda a realidade conhecida. Para corrigir a situação, Stuart conta com a ajuda de sua namorada Denise (Lauren Lapkus), do amigo geólogo Bert (Brian Posehn) e do físico quântico nem sempre amigável Barry Kripke (John Ross Bowie). Ao longo da trama, o grupo encontra versões alternativas de personagens clássicos da série original, criando situações hilárias, inesperadas e, por vezes, absurdas, em que nada é o que parece. Como o título sugere, a missão será repleta de obstáculos e surpresas, mantendo os fãs na expectativa do primeiro episódio.

Embora ainda não haja data definida para a estreia, o anúncio já gerou grande repercussão nas redes sociais. Para os fãs de longa data, trata-se de uma oportunidade de revisitar o universo de The Big Bang Theory, agora explorando dimensões paralelas, reviravoltas criativas e um humor que mistura nostalgia com inovação. A expectativa é que o spin-off consiga equilibrar a homenagem aos personagens clássicos com a introdução de novos rostos e novas histórias, mantendo a essência da comédia nerd que tornou a série original um fenômeno global.

Um pouco sobre a série original

Para compreender a importância de Stuart Fails To Save The Universe, é fundamental lembrar o impacto de The Big Bang Theory. Estreando em 24 de setembro de 2007 na CBS e encerrando suas atividades em 16 de maio de 2019, a série totalizou 12 temporadas e 279 episódios, conquistando um espaço único na televisão. Criada por Chuck Lorre e Bill Prady, a sitcom acompanha cinco personagens que vivem em Pasadena, na Califórnia, cada um com características únicas e personalidades marcantes:

Sheldon Cooper, físico teórico com comportamento excêntrico, mente brilhante e um senso de lógica extremo que frequentemente entra em conflito com as convenções sociais. Leonard Hofstadter, físico experimental, amigo e colega de apartamento de Sheldon, que tenta equilibrar o lado racional com a convivência social. Penny, vizinha dos dois, inicialmente aspirante a atriz e depois representante farmacêutica, trazendo o contraste do senso comum com a vida geek dos rapazes. Howard Wolowitz, engenheiro aeroespacial com um humor peculiar e uma grande dose de autoconfiança. Rajesh Koothrappali, astrofísico tímido e socialmente desajeitado, cuja interação com o grupo frequentemente gera momentos cômicos memoráveis.

O humor da série nasce do contraste entre os quatro rapazes e suas habilidades intelectuais com a realidade prática e social representada por Penny, criando diálogos engraçados e situações que se tornaram icônicas. Além disso, a produção frequentemente incluía referências à cultura pop, quadrinhos, videogames, filmes de ficção científica e teorias científicas complexas, aproximando a série de um público geek e, ao mesmo tempo, generalista.

Produzida pela Warner Bros. Television em parceria com a Chuck Lorre Productions, a produção rapidamente se tornou um fenômeno cultural. Em 2009, a série recebeu o prêmio TCA de “Melhor Série de Comédia”, enquanto Jim Parsons, intérprete de Sheldon, conquistou quatro Emmy Awards de melhor ator em série de comédia e um Globo de Ouro. Além do reconhecimento crítico, a audiência também foi impressionante: a terceira temporada, lançada em 2009, consolidou a série como o programa de maior audiência da CBS na época. No Brasil, a estreia ocorreu no SBT em 2011, passando posteriormente pelo Warner Channel, o que ajudou a expandir a base de fãs no país.

O encerramento da 12ª temporada marcou o final de uma era para a televisão multicâmera, com The Big Bang Theory se tornando uma das sitcoms mais longas da história. A decisão de concluir a série veio principalmente porque Jim Parsons desejava se despedir do icônico Sheldon Cooper, personagem que definiu sua carreira. A última temporada estreou em setembro de 2018 e concluiu a história em maio de 2019, deixando um legado de humor, inteligência, nerdice e personagens inesquecíveis que ainda permanecem vivos na memória do público. O fim da série também abriu espaço para que spin-offs e novas aventuras pudessem explorar o universo de forma criativa, sem se prender à narrativa original.

Expectativas para o Spin-off

Com o novo lançamento, a HBO Max busca expandir o universo original, misturando referências conhecidas com novas aventuras e universos alternativos. O conceito de revisitar personagens clássicos em versões alternativas oferece uma oportunidade de explorar o que poderia ter acontecido “se” certos eventos fossem diferentes, permitindo que fãs antigos e novos espectadores compartilhem da experiência. A premissa multiverso permite que o roteiro explore o absurdo, o improvável e o inesperado, sem perder a essência geek que tornou a série original tão amada.

O spin-off promete manter o humor característico da série original, mas agora em um contexto mais ousado e imaginativo. Situações surreais, encontros inusitados e referências escondidas, conhecidas como easter eggs, deverão garantir aos fãs momentos de reconhecimento e nostalgia, enquanto novos elementos narrativos apresentam surpresas e desafios inéditos. A ideia é que a série se torne um ponto de encontro entre o velho e o novo, celebrando a memória afetiva dos fãs e, ao mesmo tempo, oferecendo uma aventura fresca e divertida.

O elenco talentoso, a abordagem criativa e a promessa de aventuras multiversais indicam que Stuart Fails To Save The Universe tem potencial para se tornar um sucesso, assim como a série original. A expectativa é que o spin-off combine humor inteligente, personagens carismáticos e a magia do universo geek que conquistou o público global, trazendo de volta a sensação de pertencimento e diversão que só uma série como The Big Bang Theory consegue gerar.

Além de homenagear o legado da série, a nova produção também abre espaço para novas histórias e interpretações, algo que a audiência moderna valoriza. Combinando nostalgia e inovação, a série promete explorar aspectos cômicos, emocionais e até filosóficos do multiverso, mantendo Stuart no centro de uma narrativa que é tanto divertida quanto cheia de surpresas. A forma como a produção equilibrará referências clássicas com novos personagens será fundamental para atrair tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

Golpe de Mestre é atração do Cinemaço de hoje, 16/02/2025

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Neste domingo, 16 de fevereiro de 2025, o Cinemaço da TV Globo traz para as telinhas um thriller imperdível: Golpe de Mestre (Ma-Seu-Teo), um filme sul-coreano repleto de ação, mistério e grandes reviravoltas. Com uma trama envolvente que gira em torno de uma fraude financeira e uma perseguição nacional, a produção promete prender o público do começo ao fim. O filme transporta você para uma trama de pura adrenalina, onde o limite entre a moralidade e o crime se mistura de maneira surpreendente.

A história de Golpe de Mestre começa quando um habilidoso vigarista consegue realizar um golpe financeiro de grandes proporções, roubando uma quantia impressionante de dinheiro. Após o crime, ele foge, assume uma nova identidade e desaparece, deixando as autoridades sul-coreanas em alerta. Em resposta, uma unidade especializada em crimes financeiros inicia uma caçada implacável para capturá-lo e recuperar o dinheiro roubado. O filme, portanto, se desenrola como um verdadeiro jogo de gato e rato, onde cada movimento pode ser a diferença entre a vitória ou a derrota.

A narrativa de Golpe de Mestre não se limita a uma simples perseguição. Ao contrário, o enredo explora a complexidade de seus personagens, revelando suas motivações, dilemas éticos e os desafios enfrentados na busca por justiça. A medida que a história avança, os espectadores são apresentados a reviravoltas inesperadas e momentos de pura tensão, que aumentam ainda mais o suspense da trama. A cada cena, o público é mantido à beira do assento, torcendo pelos heróis e desconfiando das intenções dos vilões.

O filme é estrelado por um elenco de peso, com Dong-Won Gang, Woo-Bin Kim, Byung-Hun Lee e Ji-Won Uhm dando vida a personagens complexos e cheios de nuances. As atuações são intensas e emocionantes, e os atores conseguem capturar a tensão de seus papéis, tornando a experiência cinematográfica ainda mais envolvente. Cada personagem traz uma camada adicional de mistério à trama, o que torna cada interação e cada decisão crucial para o desenrolar da história.

Sob a direção de Ui-Seok Jo, Golpe de Mestre se destaca pela forma como mistura ação e suspense psicológico. O diretor cria um clima de constante incerteza, onde a linha entre o bem e o mal se torna cada vez mais turva. Com cenas de ação eletrizantes e momentos de grande tensão, o filme mantém o público imerso na história, até o último segundo. A direção de Jo é precisa e mantém o ritmo acelerado, o que garante que o filme nunca perca o interesse, levando os espectadores em uma jornada que não dá trégua.

Se você está em busca de um filme de ação e mistério, Golpe de Mestre é a escolha ideal para o seu domingo. A trama instigante, o elenco talentoso e a direção competente fazem deste thriller uma produção imperdível. Não deixe de conferir a exibição de Golpe de Mestre neste domingo, 16 de fevereiro, no Cinemaço da TV Globo.

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