Sony Pictures apresenta novo trailer de Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado

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A contagem regressiva já começou: em um mês, os cinemas brasileiros vão receber o retorno arrepiante de uma das franquias de terror mais icônicas dos anos 1990. Com estreia marcada para 18 de julho de 2025, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” ganhou um novo trailer cheio de tensão e pistas sombrias sobre o que esperar da sequência. A produção marca a volta do universo criado por Lois Duncan e eternizado no cinema em 1997 — agora sob o comando da diretora Jennifer Kaytin Robinson, conhecida por trazer um olhar moderno e afiado aos dramas juvenis.

👻 Uma nova geração, o mesmo segredo

No centro da trama estão cinco jovens amigos, que, após um acidente de carro com consequências trágicas, decidem esconder a verdade. Eles fazem um pacto de silêncio, achando que podem enterrar o passado. Um ano depois, descobrem da pior forma que alguns segredos não ficam enterrados para sempre. Alguém sabe o que eles fizeram — e está sedento por vingança.

Conforme o mistério se aprofunda e os assassinatos começam, o grupo precisa correr contra o tempo para entender quem está por trás dos ataques. A grande virada? Eles não são os primeiros. Tudo isso já aconteceu antes — e para sobreviver, eles terão que encarar o passado literalmente, buscando ajuda nos sobreviventes do Massacre de Southport, o evento central do filme original lançado em 1997.

🩸 Sangue novo e velhas feridas

Com produção da Sony Pictures, o novo capítulo traz um elenco renovado, liderado por Madelyn Cline (de Outer Banks) e Chase Sui Wonders (de Morte, Morte, Morte), dois nomes em ascensão no cinema jovem contemporâneo. A proposta é clara: unir o clima slasher clássico, com todos os seus becos escuros, bilhetes ameaçadores e assassinos mascarados, ao drama psicológico e visual moderno do horror atual.

O trailer entrega uma combinação de nostalgia e reinvenção. Há easter eggs para os fãs da trilogia original, menções diretas ao enredo de 1997 e cenas que homenageiam a estética noventista — ao mesmo tempo em que joga luz sobre os traumas, culpas e paranoias da nova geração.

🕯️ Legado e reinvenção

O primeiro filme, lançado em 1997 e protagonizado por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr., virou símbolo do renascimento do terror adolescente e ajudou a moldar toda uma estética cinematográfica pós-Pânico (1996). Seu impacto cultural foi tão forte que virou referência em filmes, séries e até paródias.

Agora, quase três décadas depois, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” retorna com a missão de resgatar o legado do gênero slasher — mas sem abrir mão de discutir os dilemas morais, a pressão das redes sociais e o impacto do silêncio cúmplice entre jovens em tempos de vigilância constante.

No SuperPop desta quarta (10), Luciana Gimenez discute os riscos da adultização precoce de crianças e adolescentes

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Crédito: Divulgação/RedeTV!

Nesta quarta-feira, 10 de setembro, o programa “SuperPop”, transmitido ao vivo pela RedeTV!, volta a chamar atenção para um tema atual e preocupante: a adultização infantil. Sob a condução da apresentadora Luciana Gimenez, a atração promove um debate sobre os riscos que crianças e adolescentes enfrentam quando são expostos a comportamentos, responsabilidades e pressões típicas do universo adulto, muitas vezes precocemente e sem o suporte adequado.

A adultização infantil é um fenômeno que preocupa especialistas em educação, psicologia e direito. Ele pode se manifestar de diversas formas: desde a sexualização precoce na mídia e redes sociais até a cobrança por desempenho acadêmico ou profissional acima da idade. Especialistas alertam que esse processo impacta o desenvolvimento emocional e psicológico dos menores, aumentando o risco de ansiedade, depressão e dificuldade de lidar com frustrações.

Para enriquecer a discussão, Luciana Gimenez recebe convidados que conhecem a realidade de quem cresceu sob os olhos do público. Entre eles estão a ex-paquita Cátia Paganote, a ex-integrante do grupo “Mulekada” Julyana Lee e o ex-Polegar Rafael Ilha. Todos eles compartilham experiências pessoais sobre os desafios de lidar com a fama e a exposição desde a infância, revelando como a pressão social e profissional pode afetar a construção da identidade e das relações interpessoais.

A edição também traz um convidado especial, que será uma testemunha ocular do caso recente envolvendo o influenciador Hytalo Santos, cujo conteúdo direcionado a crianças gerou polêmica e levantou debates sobre limites na criação e na comunicação digital. Este relato serve para ilustrar como a adultização pode ocorrer mesmo em ambientes virtuais, reforçando a necessidade de atenção constante por parte de pais e responsáveis.

Além das experiências pessoais, o programa inclui a análise técnica de especialistas. O psicólogo e especialista em comportamento adolescente William Borghetti explica os sinais de que uma criança ou adolescente está sendo exposto a situações adultas de forma precoce e orienta sobre como lidar com essas situações de forma preventiva. Já a Dra. Lisandréa Salvariego, delegada e coordenadora do Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil de São Paulo, aborda o papel da família, da escola e da própria sociedade na proteção contra riscos digitais, como o compartilhamento de conteúdos inapropriados e o assédio virtual.

Durante o programa, Luciana Gimenez reforça a importância do diálogo aberto entre pais e filhos, do acompanhamento de atividades online e da criação de espaços seguros para o desenvolvimento infantil. A apresentadora também incentiva que responsáveis busquem orientação profissional sempre que perceberem mudanças de comportamento ou sinais de estresse emocional em crianças e adolescentes.

A abordagem do “SuperPop” sobre a adultização infantil chega em um momento crítico, em que dados de órgãos de proteção à criança e ao adolescente indicam aumento na exposição de menores a conteúdos adultos, tanto na televisão quanto nas redes sociais. Especialistas destacam que o debate é fundamental não apenas para conscientizar os pais, mas também para pressionar plataformas digitais, escolas e produtores de conteúdo a adotarem práticas mais seguras e responsáveis.

Pequenas Empresas & Grandes Negócios deste sábado (12) destaca o turismo pet friendly e o licenciamento de vídeos virais

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você é do tipo que adora ver boas ideias virando grandes negócios, prepare o coração e o caderninho de anotações: o Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) deste sábado, 12 de julho, chega com uma edição especial recheada de histórias que mostram como criatividade, tecnologia e paixão podem transformar sonhos em realidades rentáveis. Do interior de São Paulo às fazendas do Nordeste, o programa faz uma verdadeira expedição pelo empreendedorismo brasileiro em sua versão mais ousada — e promissora.

🐾 Check-in com o seu pet? Agora é tendência!

A repórter Deborah Morato desembarca em Socorro (SP) para mostrar um novo capítulo do turismo nacional: pousadas onde os pets são não só bem-vindos, mas tratados como reis e rainhas. Criada por Ana Luiza Russo, a hospedagem 100% pet friendly oferece de tudo um pouco — de café da manhã especial a massagens terapêuticas. A fórmula? Muito carinho, infraestrutura dedicada e um mercado bilionário de olho em quem trata os bichinhos como parte da família. Resultado: o faturamento da pousada dobrou na alta temporada e já tem projeto de franquia a caminho.

🍹 Caipirinha 5.0: quando a tradição encontra o TikTok

Ainda em São Paulo, conhecemos Karolyane e Hebert — o casal por trás do bar que está reinventando a bebida mais amada do Brasil. A caipirinha virou espetáculo: apresentações temáticas, sabores inusitados e um marketing afiado nas redes sociais colocaram o negócio no radar dos jovens e dos curiosos digitais. Mas o diferencial mesmo está no bastidor: pagamentos sem maquininha, direto pelo celular, e um atendimento ágil, graças a um sistema tech que agiliza tudo. O bar virou point em datas comemorativas — e prova que inovação pode (e deve) estar no copo.

💬 Atendimento Nota Dez: a experiência começa no clique

Quer conquistar o cliente antes mesmo de ele pisar na sua loja? No quadro Atendimento Nota Dez, Marcelo Baccarini entrega dicas valiosas para melhorar a experiência digital do consumidor. Desde um site rápido até chatbots bem programados, o papo é direto: quem quiser vender mais precisa pensar como o cliente — e isso começa com uma boa jornada online. Afinal, hoje em dia, o primeiro “olá” muitas vezes vem de uma tela.

🎥 De viral a negócio milionário: a startup que deu a volta por cima

Já pensou ter seu vídeo viralizado — e não ganhar nada com isso? Foi o que aconteceu com os irmãos Felipe e Alexandre Salvatore. Mas eles não ficaram no prejuízo: criaram uma startup que licencia vídeos virais e conecta criadores de conteúdo a marcas que querem bombar na internet, sem atropelar os direitos autorais. Com mais de 10 mil vídeos licenciados e um sistema de inteligência artificial que identifica tendências, eles já faturam R$ 1 milhão por ano. E o melhor: todo mundo ganha.

🦐 Camarões high-tech: inovação com sabor potiguar

No Rio Grande do Norte, o apresentador Pedro Lins apresenta uma história que mistura DNA nordestino com alta tecnologia. Roseli Pimentel e Daniel Lanza fundaram uma biotech que oferece análises genéticas e sanitárias para a produção de camarões — serviço que antes era inacessível para pequenos produtores. Com apoio técnico e soluções acessíveis, a startup tem impulsionado negócios locais, como o de Hailton Marinho, que modernizou a fazenda da família com sustentabilidade e inovação. É a tradição ganhando uma nova pele (ou melhor, uma nova carapaça).

Wicked 3 é confirmado pela Universal Pictures, que já planeja expandir o universo da franquia musical

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O fenômeno de Wicked continua rendendo frutos. Após o sucesso de Wicked (2024) e de sua continuação, Wicked: Parte 2, a Universal Pictures confirmou que está desenvolvendo novos projetos ambientados nesse universo. A notícia surge no embalo da estreia de segunda parte, que chegou aos cinemas acumulando US$ 150 milhões e se tornou a maior adaptação da Broadway nas telonas, superando o desempenho do primeiro filme. As informações são do The Ankler.

Essa expansão do universo não é apenas desejo do estúdio. Stephen Schwartz, compositor e letrista do musical original, revelou que ele e Winnie Holzman, coautora do espetáculo e roteirista dos filmes, já trabalham em novas ideias que não serão uma continuação direta da história de Elphaba e Glinda. A declaração reacendeu o entusiasmo dos fãs e abriu especulações sobre qual será o próximo capítulo de Oz no cinema.

Entenda o caminho da adaptação

A Parte 2 mantém a fusão de fantasia, drama e musical sob a direção de Jon M. Chu. A produção adapta a segunda metade do famoso musical da Broadway, inspirado no romance de Gregory Maguire. Cynthia Erivo e Ariana Grande voltam aos papéis centrais, acompanhadas por Michelle Yeoh, Jeff Goldblum, Jonathan Bailey, Ethan Slater e outros nomes de destaque.

A chegada do filme às telas foi resultado de uma longa trajetória iniciada ainda em 2012, quando a Universal e o produtor Marc Platt anunciaram oficialmente a adaptação. Entre atrasos, mudanças criativas e dificuldades impostas pela pandemia, o projeto ganhou forma definitiva apenas em 2021, quando Jon M. Chu assumiu a direção e as protagonistas foram escaladas. As filmagens ocorreram entre 2022 e 2024 na Inglaterra, com uma interrupção durante a greve do SAG-AFTRA em 2023.

Wicked: For Good, título da versão exibida no Brasil, fez sua primeira apresentação no Suhai Music Hall, em São Paulo, antes de chegar aos cinemas em 20 de novembro de 2025. Já nos Estados Unidos, o lançamento ocorreu no dia seguinte. A recepção crítica foi mista, com elogios ao visual e às performances, mas de forma mais contida do que no filme anterior.

Ainda assim, a força emocional do musical e seu impacto cultural permanecem evidentes, especialmente entre o público mais jovem, que encontrou nos filmes uma porta de entrada para o universo criado originalmente nos palcos da Broadway.

Cinco anos após desafiar o Mágico de Oz, Elphaba Thropp vive escondida na floresta e continua lutando pelos direitos dos animais. Glinda Upland assume o papel de porta-voz oficial do Mágico e mantém um noivado arranjado com Fiyero Tigelaar, que ainda guarda sentimentos por Elphaba. Enquanto isso, a tensão política em Oz aumenta e antigas feridas começam a se abrir.

A história aprofunda a relação de Elphaba com a irmã Nessarose, agora governante de Munchkinland. Em uma das sequências mais marcantes, Elphaba usa seus poderes para encantar os sapatos de Nessa, tentando devolver a ela alguma independência. A tentativa de Nessarose de lançar um feitiço de amor acaba mal e transforma Boq no Homem de Lata, uma tragédia que redefine o destino dos personagens.

O conflito atinge seu ápice quando Elphaba confronta o Mágico e testemunha a crueldade com que os animais são tratados. A fuga dramática do casamento de Glinda e Fiyero marca o início da ruptura definitiva entre os dois lados. Fiyero então se sacrifica para salvar Elphaba e acaba transformado em espantalho.

No clímax, Glinda descobre que o tornado que matou Nessarose foi criado por Morrible. Ao mesmo tempo, Elphaba decide se entregar para proteger seus aliados e pede que Glinda guarde o segredo de sua sobrevivência. A aproximação entre Dorothy e Elphaba culmina na famosa cena da água, que o público acredita ser o fim da Bruxa Má.

Ao final, Glinda expõe a verdade sobre o Mágico, que foge de Oz em um balão. Ela assume o comando e restaura os direitos dos animais. Em segredo, Elphaba foge com Fiyero, agora o Espantalho, deixando Oz para sempre.

Qual será o futuro da franquia?

Com o encerramento da história principal, o caminho está aberto para novas produções que explorem diferentes recantos de Oz. Stephen Schwartz e Winnie Holzman já confirmaram que trabalham em novos conceitos que não seguem diretamente o final de Wicked: Parte 2. Isso indica uma ampliação do universo, e não apenas uma continuação.

Netshoes Run Tour 2026 expande circuito e leva corrida de rua para Brasília, São Paulo e Recife com apresentação da adidas

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A temporada 2026 da Netshoes Run Tour promete colocar milhares de corredores nas ruas de três importantes capitais brasileiras. A Netshoes anunciou a abertura das inscrições para a nova edição do evento proprietário de corrida de rua, que neste ano passa por Brasília, São Paulo e Recife. Com apresentação da adidas, o circuito reforça a proposta de celebrar o ritmo individual de cada atleta e incentivar hábitos ligados à saúde e ao bem-estar.

Em seu quarto ano, a Netshoes Run Tour consolida o formato itinerante iniciado na edição anterior, quando o modelo “Tour” ampliou o alcance da iniciativa e fortaleceu a conexão com a comunidade de corredores. Agora, a marca aposta novamente na diversidade regional para aproximar ainda mais o evento do público. Pela primeira vez, as inscrições e a venda de kits para todas as etapas já estão disponíveis simultaneamente no site oficial, facilitando o planejamento dos participantes.

Segundo Gabriele Claudino, diretora de marketing da Netshoes, a edição passada superou as expectativas e posicionou o circuito como um dos eventos proprietários mais relevantes da empresa. A executiva destaca que a corrida é um esporte democrático, no qual cada pessoa estabelece suas próprias metas, desafios e conquistas. A proposta para 2026 é ampliar esse movimento e estar presente em momentos simbólicos da jornada esportiva dos participantes, especialmente na linha de chegada, onde a superação individual ganha protagonismo.

Três capitais, múltiplos percursos

O calendário começa por Brasília, em 17 de maio. Em seguida, São Paulo recebe o circuito no dia 23 de agosto, e Recife encerra a temporada em 18 de outubro. Em todas as cidades, os corredores poderão escolher entre percursos de 5 km, 10 km e 15 km. A etapa paulistana terá ainda a opção de meia maratona, ampliando o desafio para atletas mais experientes, além de uma corrida infantil, pensada para incentivar a prática esportiva desde cedo.

Os kits de inscrição foram estruturados em duas categorias. O kit básico inclui camiseta oficial, medalha, adesivos, número de peito e bolsa. Já o kit premium oferece uma experiência mais completa, com camiseta, casaco corta-vento, garrafa soft flask, boné, medalha, adesivos, cinto porta-número, número de peito e bolsa. Em São Paulo, as crianças inscritas na prova infantil terão um kit exclusivo com camiseta, medalha, boné, adesivos, número de peito e bolsa.

No primeiro lote, os valores variam entre R$ 99 e R$ 259, dependendo da cidade e do tipo de kit escolhido. Os locais de retirada serão divulgados próximo à data de cada etapa.

adidas amplia presença como patrocinadora

A edição 2026 marca o terceiro ano consecutivo de parceria entre a Netshoes Run e a adidas, que desta vez assume a cota de apresentação do circuito — a mais relevante dentro do projeto. A marca esportiva garantirá camisetas oficiais nos kits e promoverá ativações especiais nas três cidades, reforçando a experiência do corredor antes, durante e depois da prova.

De acordo com Rhebeka Grippa, gerente sênior da categoria Running da adidas Brasil, a parceria é resultado de um relacionamento consolidado entre as duas marcas, que compartilham o foco em oferecer produtos e experiências de qualidade ao público. A executiva ressalta que a nova edição representa uma oportunidade de estreitar ainda mais os laços com a comunidade da corrida, segmento que cresce de forma consistente no país.

Estratégia além do digital

Mais do que um evento esportivo, a Netshoes Run Tour integra a estratégia da empresa de fortalecer sua presença física e criar pontos de contato diretos com consumidores. Reconhecida como o maior e-commerce de lifestyle esportivo do Brasil, a Netshoes aposta no circuito como uma extensão da experiência digital, transportando para as ruas o relacionamento construído no ambiente online.

A iniciativa também dialoga com a crescente busca por qualidade de vida e bem-estar. A corrida de rua tem se consolidado como uma das modalidades mais acessíveis do país, exigindo poucos equipamentos e permitindo que pessoas de diferentes idades e níveis de condicionamento participem. Ao oferecer múltiplas distâncias, o evento contempla desde iniciantes até atletas mais experientes.

Nas edições anteriores, a Netshoes Run Tour passou por cidades como Franca, no interior de São Paulo, e capitais como Florianópolis, Salvador e Porto Alegre. Em 2025, a etapa de São Paulo registrou recorde de público, com 8,5 mil participantes ocupando a Marginal Pinheiros, um dos principais cartões-postais da capital paulista.

Comunidade e superação como pilares

O conceito central da Netshoes Run Tour permanece o mesmo: celebrar o ritmo individual. Em vez de focar apenas na performance ou no tempo de prova, o evento valoriza a experiência coletiva e o percurso pessoal de cada corredor. Para muitos, completar 5 km já representa uma conquista significativa; para outros, a meia maratona simboliza meses de preparação e disciplina.

Ao expandir o circuito para três grandes capitais em 2026, a organização reforça seu compromisso com a democratização do esporte e com a construção de uma comunidade ativa e engajada. A expectativa é reunir milhares de participantes ao longo do ano, promovendo não apenas competição, mas também convivência, incentivo mútuo e celebração do movimento.

Péricles revisita sua história no samba em reencontro especial no Samba na Gamboa, da TV Brasil

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A TV Brasil reapresenta neste domingo, dia 18, às 13h, uma edição especial do Samba na Gamboa dedicada a Péricles, um dos intérpretes mais queridos do samba e do pagode nacional. Mais do que um show televisivo, o episódio funciona como um encontro afetivo entre gerações, no qual música, memória e conversa se entrelaçam de forma leve e espontânea.

Ao lado da apresentadora Teresa Cristina, Péricles revisita canções que marcaram sua trajetória e que permanecem vivas na lembrança do público. Com sua voz grave e acolhedora, o cantor conduz o programa por um repertório que passeia por sucessos como “Jogo de Sedução”, “Dança do Bole Bole” e “Se Eu Largar o Freio”, reafirmando a força de um estilo que transformou o pagode em trilha sonora da vida cotidiana de milhões de brasileiros.

Teresa Cristina, por sua vez, estabelece um diálogo musical sensível com o convidado ao interpretar músicas como “Eu e Você, Sempre”, “Valeu Demais”, “Supera” e “Lucidez”. O momento mais simbólico do programa acontece quando os dois dividem os vocais em “O Show Tem que Continuar”, clássico do samba que ganha nova camada emocional na troca de olhares e vozes no palco.

Entre uma música e outra, o público é convidado a conhecer o lado mais pessoal de Péricles. Em conversa franca com Teresa Cristina, o artista relembra as influências musicais da infância, fala sobre os bailes que frequentava na juventude e compartilha histórias do início da carreira, quando o Exaltasamba ainda dava seus primeiros passos acompanhando nomes consagrados como Jovelina Pérola Negra. As memórias surgem sem pressa, como quem revisita o passado com carinho e gratidão.

O cantor também comenta os rumos atuais de sua trajetória e projetos que mantêm sua ligação direta com o público, como o Pagode do Pericão, iniciativa que reforça a essência coletiva e festiva do samba. A conversa revela um artista consciente de sua história, mas atento às transformações do gênero e às novas formas de se conectar com os fãs.

Gravado no Teatro Ruth de Souza, no Parque Glória Maria, em Santa Teresa, o Samba na Gamboa ganhou uma atmosfera ainda mais acolhedora na temporada de 2025, marcada pela estreia de Teresa Cristina como apresentadora. O cenário, inspirado em uma praça da Gamboa, bairro histórico da zona portuária do Rio de Janeiro, cria um ambiente íntimo, onde música e diálogo fluem naturalmente. A presença de plateia reforça esse clima de proximidade e celebração.

A qualidade musical do programa é garantida por uma banda de excelência liderada por Paulão Sete Cordas, referência absoluta do violão no samba. Ao seu lado, músicos como Eduardo Neves, João Callado, Paulino Dias, Rodrigo Jesus e Waltis Zacarias constroem uma base sonora rica, respeitosa às tradições e aberta à improvisação.

Angel’s Egg renasce nos cinemas brasileiros em uma restauração deslumbrante em 4K HDR

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Quase quatro décadas após sua estreia silenciosa e enigmática no Japão, o cultuado Angel’s Egg, dirigido por Mamoru Oshii com direção de arte e conceitos visuais de Yoshitaka Amano, finalmente chega aos cinemas brasileiros como sempre deveria ter sido visto: em uma restauração impecável em 4K HDR, realizada a partir dos negativos originais em 35mm. O lançamento nacional acontece nesta quinta-feira, 20 de novembro, sob distribuição da Sato Company, marcando um momento significativo para fãs de animação, colecionadores e amantes do cinema autoral.

A nova versão do longa foi exibida neste ano no Festival de Cannes, dentro da seção Cinéma de la Plage, como parte da seleção oficial de clássicos — um reconhecimento que reafirma a importância estética e histórica de uma obra que, durante muito tempo, permaneceu restrita a círculos específicos de cinéfilos.

Em São Paulo, a chegada do filme será celebrada com uma pré-estreia especial no dia 19 de novembro, às 19h30, no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca, com mediação da jornalista e influenciadora de cultura pop asiática Miriam Castro (Mikannn).

Um filme que desafiou seu próprio tempo

Quando Angel’s Egg foi lançado, em 1985, a recepção não poderia ter sido mais ambígua. O público acostumado à explosão criativa do anime comercial — repleto de ação, diálogos rápidos e narrativas acessíveis — encontrou em Oshii algo muito diferente.
Era um filme contemplativo, quase silencioso, movido por símbolos religiosos, imagens de ruínas e criaturas fantasmagóricas que pareciam existir apenas na fronteira entre sonho, fé e esquecimento.

O resultado, na época, foi um estranhamento profundo. A bilheteria foi tímida, a crítica não sabia como definir o longa e muitos espectadores deixaram a sessão com mais perguntas do que respostas. Mas foi justamente essa estranheza que transformou Angel’s Egg na obra que ele é hoje: um marco cult inclassificável, estudado por acadêmicos, adorado por artistas visuais e reverenciado como uma das animações mais ousadas já produzidas. O tempo — sempre ele — tratou de colocar o filme no lugar certo. De obscuro, Angel’s Egg tornou-se essencial.

A poética do silêncio

O enredo do filme é simples apenas na superfície. A trama acompanha uma menina solitária que protege um misterioso ovo enquanto vaga por um mundo em ruínas. Ela é observada por um viajante, cuja presença desperta dúvidas, conflitos e um sentimento constante de incerteza.

Não há pressa. Não há explicação.
O filme se constrói na pausa, no gesto, na textura da luz, na sombra que recorta os cenários decadentes. Cada quadro parece uma pintura animada por algo mais profundo do que técnica — talvez fé, talvez melancolia, talvez o desejo de compreender o que resta quando tudo já se perdeu.

É justamente essa densidade que transformou o longa em objeto de culto. Angel’s Egg não se limita a ser visto: ele precisa ser sentido.

Um marco para a animação no Brasil

O lançamento nacional da animação é, em muitos sentidos, uma reparação histórica. Durante décadas, o longa permaneceu inacessível ao grande público, circulando apenas entre colecionadores, críticos especializados e fãs obstinados.

A exibição nos cinemas brasileiros não é apenas um evento de nostalgia: é a chance de apresentar o filme para uma nova geração, em sua forma definitiva.
E fazê-lo no momento em que o interesse por animação japonesa está em seu auge torna esta estreia ainda mais simbólica.

A Sato Company, responsável pelo lançamento, reforça a importância de trazer ao País obras que marcaram o imaginário de criadores do mundo inteiro. Angel’s Egg não é apenas um filme — é um capítulo fundamental da história da animação autoral.

Crítica | Brick é um thriller psicológico que prende pela tensão, mas tropeça na profundidade

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Foto: Reprodução/ Internet

Imagine acordar e perceber que o mundo sumiu. Não há mais sinal de celular, nem internet, nem vizinhos batendo à porta. Apenas um muro preto de tijolos cercando seu prédio, isolando você de tudo que existia lá fora. Esse é o ponto de partida de Brick, novo longa alemão da Netflix, dirigido por Philip Koch, que mistura suspense, drama conjugal e ficção científica em um experimento claustrofóbico sobre o medo — do outro, do silêncio e de si mesmo.

A trama acompanha Olivia (Ruby O. Fee) e Tim (Matthias Schweighöfer), um casal que já vinha se afastando antes mesmo do confinamento começar. Eles estão no limite do desgaste emocional quando se veem obrigados a permanecer juntos — não por escolha, mas por sobrevivência. Um muro inexplicável ergue-se ao redor do prédio, transformando a rotina cinzenta em uma prisão silenciosa. Lá dentro, a comida começa a faltar, a esperança se dissolve e a relação entre os moradores se deteriora aos poucos, como os mantimentos na despensa.

O que poderia soar como mais um filme de suspense pós-pandêmico se revela, aos poucos, uma metáfora poderosa sobre isolamento e convivência, costurada com tensão crescente e dilemas profundamente humanos. Koch, também roteirista, opta por não oferecer explicações fáceis: não há inimigo visível, governo opressor ou experimento científico para racionalizar o absurdo. O mistério do muro, ao fim, é menos importante do que o que ele revela: o que sobra de nós quando o mundo nos some?

Foto: Reprodução/ Internet

A força do filme está justamente nesse retrato íntimo da vulnerabilidade. Olivia, analítica e resiliente, tenta manter o controle emocional em meio ao caos. Tim, impulsivo e inquieto, oscila entre o instinto de proteção e o desespero. A dinâmica entre os dois é viva, cheia de fraturas antigas e silêncios pesados, o que dá ao filme um toque de realismo emocional que muitas vezes falta em thrillers do gênero.

O elenco de apoio, embora com boa presença, é tratado mais como pano de fundo do que como força narrativa. Há vizinhos que surgem com potencial dramático — o paranoico, a enfermeira, o cético —, mas eles desaparecem antes que possamos conhecê-los de fato. É uma escolha que mantém o foco no casal protagonista, mas que limita a complexidade da comunidade enclausurada. Em um cenário onde a convivência poderia gerar grandes confrontos éticos e morais, o roteiro opta por resoluções mais contidas, quase apressadas.

Visualmente, o filme se destaca. A fotografia acinzentada e o uso de luz natural reforçam o tom opressivo da história, enquanto o próprio prédio — com seus corredores abafados, janelas fechadas e portas trancadas — se transforma em um personagem. A câmera se move com parcimônia, quase como se hesitasse junto aos personagens, criando uma atmosfera densa, sufocante.

Mas talvez o aspecto mais desconcertante de Brick seja o desconforto silencioso que ele provoca. O espectador, assim como os moradores do prédio, é privado de respostas. Por que o muro surgiu? Quem está por trás disso? Vamos sair algum dia? Essas perguntas ficam no ar, sem promessas de resolução. E, curiosamente, isso não soa como uma falha, mas como parte da proposta.

Porque, no fundo, o longa não é sobre o muro. É sobre o que ele revela quando não podemos mais fugir de quem somos. Ele nos obriga a encarar o outro — parceiro, vizinho, estranho — como espelho, e isso, por si só, já é mais aterrorizante do que qualquer invasão alienígena ou conspiração apocalíptica.

Em tempos em que o isolamento deixou de ser ficção, “Brick” ressoa com uma força incômoda e atual. É um filme sobre confinamento, mas também sobre os limites do amor, da empatia e da própria sanidade. Uma obra que, mesmo tropeçando em algumas escolhas narrativas, nos prende pela alma antes de prender pelos olhos.

Wicked | Primeiro filme retorna aos cinemas com sessões especiais antes da estreia da aguardada segunda parte

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Os fãs de Wicked terão uma oportunidade especial de reviver a magia de Oz antes de conhecer o desfecho da história. O primeiro filme, lançado em 2024, será reexibido em sessões exclusivas nos cinemas brasileiros nos dias 16 e 19 de novembro. Os ingressos já estão à venda pelo ingresso.com, com valores que variam de R$ 15,14 a R$ 64,97, permitindo que o público escolha entre diferentes horários e formatos de exibição.

A segunda parte do musical cinematográfico dá continuidade à narrativa da primeira adaptação, explorando os desdobramentos da trajetória de Elphaba, a jovem de pele verde que se torna a Bruxa Má do Oeste. A trama aprofunda os conflitos internos e externos da protagonista, mostrando sua luta contra as injustiças do reino de Oz e seu relacionamento complexo com Glinda, agora a Bruxa Boa do Sul. A sequência promete expandir ainda mais o universo fantástico, com novas alianças, desafios e surpresas para os espectadores.

Um elenco de peso e personagens memoráveis

O filme mantém o elenco central que conquistou os fãs e introduz personagens inéditos que prometem enriquecer a história. Cynthia Erivo retorna como Elphaba, trazendo força, vulnerabilidade e uma presença marcante. Ariana Grande interpreta Galinda, agora Glinda, equilibrando charme, humor e maturidade enquanto a personagem enfrenta novas responsabilidades como a Bruxa Boa do Sul.

Michelle Yeoh interpreta Madame Morrible, diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum retorna como o carismático Mágico de Oz. Jonathan Bailey vive Fiyero Tigelaar, Ethan Slater é Boq, Marissa Bode interpreta Nessarose Thropp, Bowen Yang é Pfannee, Bronwyn James é ShenShen, e Keala Settle assume Miss Coddle, uma personagem criada exclusivamente para esta sequência. Além disso, novos rostos como Aaron Teoh, Grecia de la Paz, Colin Michael Carmichael e Adam James ajudam a ampliar o universo do filme. A presença de Dorothy Gale e seu cachorro Totó também conecta a narrativa à história clássica de Oz, preparando o terreno para interações memoráveis entre personagens antigos e novos.

Origem e legado do musical

Wicked nasceu como um musical criado por Stephen Schwartz e Winnie Holzman, baseado no livro de Gregory Maguire, que reimagina a história clássica de O Mágico de Oz. A obra original desafia a visão simplista de “bem” e “mal”, humanizando personagens como a Bruxa Má do Oeste e apresentando suas motivações, medos e dilemas.

Desde sua estreia na Broadway, em 2003, o musical se tornou um fenômeno global, quebrando recordes de bilheteria e conquistando críticos e fãs. A produção viajou pelo mundo, sendo encenada em países como Reino Unido, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Finlândia, Dinamarca, Singapura, Países Baixos, México e Brasil. Sua mistura de drama, música e fantasia conquistou diferentes gerações, consolidando Wicked como um marco da cultura pop contemporânea.

Preparando o terreno para a continuação

A segunda parte do filme tem lançamento previsto para 20 de novembro de 2025 nos Estados Unidos e promete expandir a mitologia do universo de Oz. Novos personagens, como Dorothy Gale, e situações inéditas trazem desafios e conflitos ainda maiores, mantendo a combinação de fantasia, música e drama emocional que consagrou o primeiro filme. O público pode esperar cenas de tirar o fôlego, números musicais marcantes e momentos de introspecção que aprofundam o arco de cada personagem.

Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil estreia em 24 de julho com aventura ecológica para toda a família

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Sabe aquele tipo de filme que faz a criançada se encantar na poltrona do cinema, os pais se emocionarem e todo mundo sair com vontade de abraçar uma árvore? Pois é exatamente isso que Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil promete entregar a partir do dia 24 de julho, nas telonas de todo o país.

Dirigido por João Amorim, o longa mistura animação, live-action e fantoches supercarismáticos para contar a história dos irmãos Thiago e Ísis, que embarcam com o pai numa verdadeira jornada pelo coração da natureza brasileira. No caminho, eles vão cruzar o Cerrado, o Pantanal e a Mata Atlântica, conhecer bichos incríveis, encarar desafios e aprender — junto com o público — o valor imenso dos nossos ecossistemas.

Mas calma, não é um documentário chato! A proposta aqui é encantar, divertir, informar e emocionar tudo ao mesmo tempo, com música, humor, aventuras e aquele jeitinho brasileiro de contar boas histórias com coração.

Uma história que começa com curiosidade… e vira missão de vida

O filme é inspirado na série de sucesso exibida no Canal Futura, TV Brasil, Canal Educação e também disponível na Globoplay, que já encantou milhares de crianças pelo país. Só que agora, nas telonas, tudo ganha mais cor, mais som, mais emoção. Thiago e Ísis não são apenas irmãos aventureiros — são nossos guias nessa expedição cheia de descobertas, segredos da natureza e dilemas reais sobre preservação, espécies ameaçadas e o papel de cada um na proteção do planeta.

A trama chega às salas de cinema em um momento simbólico: o ano da COP30, que acontecerá no Brasil. Ou seja, além de divertido, o filme também é um convite — leve, criativo e acessível — para pensarmos sobre o futuro do meio ambiente. E, principalmente, sobre como educar as próximas gerações para amar e cuidar daquilo que é nosso.

Música boa, personagens cativantes e um universo que vai muito além da tela

Não bastasse o filme em si, o projeto se desdobra em outras plataformas. As canções originais, que fazem parte da trilha sonora do longa, estarão disponíveis no Spotify, perfeitas para os pequenos ouvirem em casa, no carro ou na escola. E a história também chega às livrarias, em versão literária lançada pela Editora Franco — ou seja, Thiago e Ísis vão conquistar a criançada não só nas telas, mas também nas páginas e nas playlists.

E sabe o que é ainda mais incrível? O filme já é multipremiado! Antes mesmo da estreia oficial nos cinemas, Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil passou por 25 festivais nacionais e internacionais, levando sete prêmios importantes, incluindo:

🏆 Melhor Filme Infantojuvenil – FESTin (Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa)
🏆 Melhor Longa-Metragem Documentário Ambiental – New York Documentary Film Awards 2024
🏆 Melhor Diretor de Longa-Metragem – Portugal Indie Film Festival 2024

Não é pouca coisa, hein?


Para rir, refletir e se reconectar com a natureza

Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil é daquelas produções que mostram que entretenimento infantil pode (e deve!) ser inteligente, criativo e engajado. É um filme que diverte sem subestimar a inteligência da criança e emociona sem ser piegas. Um conteúdo que funciona tão bem para o pequeno de cinco anos quanto para o adulto que o acompanha na sessão.

É sobre olhar a natureza com mais atenção, sobre valorizar o Brasil que existe fora dos grandes centros urbanos, e sobre entender que cada animal salvo, cada floresta preservada, é um passo rumo a um futuro mais bonito — e mais possível.

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