Irmãos Duffer deixam o mundo invertido e embarcam em nova série criminal com toques de misticismo e vingança

0

Depois de nos fazer temer luzes piscando, demogorgons e um tal de Vecna, os irmãos Matt e Ross Duffer estão prontos para dar um novo passo (nada pequeno) na Netflix. A dupla criadora de Stranger Things firmou uma nova parceria com o streaming para produzir uma série inédita — e, dessa vez, a coisa promete ser ainda mais sombria.

O projeto é uma adaptação de The Savage, Noble Death of Babs Dionne, romance escrito por Ron Currie e lançado nos Estados Unidos em março deste ano. Ainda pouco conhecido do público brasileiro, o livro já nasceu com cara de série: tem uma protagonista magnética, uma cidadezinha cheia de segredos e um roteiro que mistura drama familiar, violência e uma pitada sobrenatural.

Quem é Babs Dionne?

Esqueça o estereótipo da vovó de casa de bonecas. Babs Dionne pode até parecer uma senhora simpática — e é, com seus netos — mas também comanda, com punho de ferro, um império de drogas no interior do Maine. Ela é a matriarca de uma rede de tráfico que movimenta Little Canada, seu território, ao lado de suas amigas de juventude (hoje suas tenentes leais) e de Lori, sua filha mais velha, uma veterana militar que trava uma guerra pessoal contra o vício.

Mas tudo muda quando a filha mais nova de Babs é encontrada morta. A partir daí, começa a verdadeira história: uma busca implacável por respostas — e, se preciso for, por vingança. Como diz o trecho mais forte da sinopse: “Seus ancestrais respiram através de você. Às vezes, eles clamam por vingança.” E, no caso de Babs, é melhor não ignorar esse chamado.

Os Duffer por trás das câmeras, Currie no roteiro

A adaptação de Babs Dionne marca um novo tipo de colaboração para os irmãos Duffer. Embora eles assinem como produtores executivos e estejam envolvidos criativamente, o roteiro ficará a cargo do próprio autor do livro, Ron Currie, que estreia como roteirista de TV, ao lado de seu parceiro criativo Joshua Mohr. A Netflix aposta alto nesse modelo de adaptação mais autoral — e, considerando o potencial da trama, faz todo sentido.

De Stranger Things para o submundo do crime

Quem espera algo na linha de Stranger Things pode se surpreender. Aqui, o tom é mais próximo de Ozark , Breaking Bad ou mesmo Mare of Easttown . Em comum, temos personagens femininas complexas, feridas abertas, cidadezinhas que escondem muito mais do que mostram — e um certo senso de destino inescapável.

Mas não se preocupe: os Duffer devem manter alguns dos elementos que tornaram sua marca tão única, como tensão crescente, traumas intergeracionais e toques sutis de algo que foge ao nosso controle racional. Em outras palavras: não vai faltar intensidade.

Expectativas (e rumores)

Ainda sem data oficial de estreia, a série está em fase de pré-produção, e os rumores sobre o elenco já começaram a circular nos bastidores. Nomes de peso estão sendo sondados para dar vida a Babs, personagem que deve roubar a cena e, quem sabe, garantir prêmios por aí. A promessa é de uma protagonista feminina poderosa, contraditória e inesquecível — daquelas que nos fazem torcer e temer ao mesmo tempo.

Se tudo correr como planejado, as filmagens devem começar entre o final de 2025 e o início de 2026. A julgar pela sinopse e pelos nomes envolvidos, a série tem tudo para se tornar o novo vício sombrio da Netflix.

Resumindo:

  • The Savage, Noble Death of Babs Dionne será a nova série produzida pelos irmãos Duffer para a Netflix.
  • A trama gira em torno de Babs, uma avó que comanda o tráfico local e parte em busca de vingança após a morte de sua filha mais nova.
  • O livro original é de Ron Currie, que também assina o roteiro da série.
  • Espere uma mistura de drama, crime, ancestralidade e muito suspense.

Eita, Lucas! deste sábado (16/08) celebra os 44 anos do SBT com estreia de novo quadro e prêmios para o público

0

No próximo sábado, 16 de agosto, o Eita, Lucas! vai transformar a tela do SBT em uma verdadeira festa para celebrar os 44 anos da emissora. E, desta vez, quem recebe o presente é o público, com a estreia do novo quadro “Eita Glória”, que promete levar emoção, surpresa e diversão às ruas de Osasco (SP) e aos bastidores do canal.

A programação especial começa às 15h, com Lucas levando sua energia contagiante para o centro de Osasco. A proposta do quadro é simples, mas impactante: notas de diferentes valores — R$ 2, R$ 20, R$ 50, R$ 100 e R$ 200 — são distribuídas aleatoriamente para pedestres e transeuntes. Mas há uma surpresa: a menor cédula, a nota de R$ 2, esconde a maior chance de prêmios. Quem a recebe poderá escolher entre quatro envelopes que guardam benefícios como o pagamento de 1, 2 ou 3 boletos, ou um envelope surpresa que transforma os R$ 2 em R$ 2.000.

O objetivo do quadro vai além do valor monetário: a ideia é transformar o dia de alguém em um verdadeiro “Eita Glória”, proporcionando momentos de leveza, alegria e até mesmo alívio financeiro, ao quitar contas que tiram o sono de muitas pessoas. Lucas, com seu carisma inconfundível, conduz a dinâmica com espontaneidade e bom humor, conquistando a simpatia de todos que cruzam seu caminho.

A celebração não fica restrita às ruas de Osasco. Nos estúdios do SBT, durante a gravação do Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel, Lucas invade os bastidores para um momento especial chamado “Carona da Sorte”. Neste quadro, a atenção se volta para o público feminino, homenageando as “mulheres animadas do auditório”. Uma delas é escolhida de forma inesperada e tem a chance de ganhar até R$ 10.000 em prêmios, transformando sua presença no programa em um momento inesquecível.

O “Carona da Sorte” mantém a essência do “Eita Glória”: surpresas que geram sorrisos, interações genuínas e o sentimento de que a felicidade pode surgir nos lugares mais inesperados. Ao longo do episódio, Lucas combina espontaneidade, energia positiva e sensibilidade para criar uma atmosfera de celebração verdadeira, que reflete o espírito do SBT e sua tradição de aproximar o público da tela da televisão.

O episódio especial de aniversário do SBT se encerra com um clássico da emissora: o corte do bolo, reunindo alegria, emoção e carinho em um gesto simbólico que atravessa gerações. A cena, que combina o clima festivo com a participação do público, reforça a imagem da emissora como “a TV mais feliz do Brasil”, capaz de unir famílias e espectadores em torno de momentos de celebração.

Ao longo de quatro décadas, o SBT construiu uma relação próxima com seu público, e o “Eita, Lucas!” se mostra mais uma extensão dessa tradição. Com quadros interativos, surpresas para os telespectadores e uma programação que mistura humor, emoção e entretenimento, o programa reforça a marca de alegria e acessibilidade que consolidou a emissora como referência na televisão brasileira.

O novo quadro é uma prova de como pequenas ações podem gerar grandes impactos na vida das pessoas. Ao transformar uma simples nota de R$ 2 em momentos de felicidade ou prêmios consideráveis, o programa estimula a empatia, a surpresa e a valorização do inesperado. Para o público, a experiência vai além do entretenimento: é uma oportunidade de se sentir parte da celebração, de viver a emoção junto com Lucas e de perceber que, às vezes, a alegria está nas pequenas coisas.

Além disso, a ação nas ruas de Osasco aproxima a televisão da vida real, mostrando pessoas comuns vivendo experiências únicas, compartilhando emoções genuínas e participando ativamente do espetáculo. Essa conexão direta entre programa e público é uma marca do SBT, que há décadas aposta na interação e na proximidade com os telespectadores.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça (6) na TV Globo

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na Sessão da Tarde desta terça-feira, 6 de janeiro de 2026, a TV Globo convida o público a embarcar em uma aventura que mistura ficção científica, ação e humor em escala global. O filme escolhido é “MIB: Homens de Preto – Internacional”, produção que expande o universo da clássica franquia Men in Black e apresenta uma nova geração de agentes encarregados de manter a ordem entre humanos e alienígenas, sempre longe dos olhos curiosos da população.

Lançado em 2019, o longa funciona como um spin-off da saga iniciada nos anos 1990, deixando de lado os icônicos agentes K e J para apostar em uma história inédita, novos personagens e cenários espalhados pelo mundo. O resultado é um filme que respeita a essência da franquia, mas busca atualizar sua linguagem para um público mais jovem e conectado com narrativas globais.

A trama começa de forma intimista, ainda na infância de Molly, interpretada por Tessa Thompson. Quando criança, ela testemunha algo que mudaria sua vida para sempre: a abordagem de dois agentes do MIB a seus pais, seguida do apagamento de suas memórias após um encontro inesperado com um ser extraterrestre. Enquanto os adultos seguem suas vidas sem qualquer lembrança do ocorrido, Molly não esquece. Pelo contrário: ela passa anos obcecada pelos mistérios do universo e pela existência de vida fora da Terra.

Essa obsessão se transforma em motivação. Molly cresce determinada a provar que o MIB existe e, mais do que isso, a fazer parte da organização secreta. Sua persistência e inteligência acabam sendo recompensadas quando ela consegue localizar a sede da agência e, após insistir incansavelmente, é aceita como agente. Assim nasce a agente M, uma das personagens mais determinadas já apresentadas na franquia.

Já como agente oficialmente reconhecida, M é enviada para a filial do MIB em Londres, onde algo extremamente estranho vem acontecendo. Diferente das ameaças tradicionais vindas do espaço, o perigo agora parece estar dentro da própria organização. Há indícios de traição, informações vazadas e ataques alienígenas cada vez mais coordenados.

É nesse cenário que entra o agente H, vivido por Chris Hemsworth. Carismático, confiante e com um histórico de grandes feitos dentro do MIB, H é designado para trabalhar ao lado de M. A dupla, inicialmente marcada por diferenças de postura e experiência, precisa aprender a confiar um no outro para enfrentar uma ameaça que pode colocar em risco não apenas a Terra, mas todo o equilíbrio entre as espécies.

A parceria entre M e H funciona como o coração do filme. Enquanto ele representa o agente veterano, acostumado a improvisar e quebrar regras, ela traz um olhar mais atento, curioso e questionador, algo que muitas vezes falta aos membros mais antigos da organização. Esse contraste gera conflitos, mas também momentos de humor e cumplicidade.

Diferente dos filmes anteriores, que se concentravam majoritariamente nos Estados Unidos, “MIB: Homens de Preto – Internacional” aposta em uma narrativa verdadeiramente global. A investigação leva os protagonistas a diferentes países, ampliando o escopo da franquia e reforçando a ideia de que a ameaça alienígena não conhece fronteiras.

Além disso, o longa apresenta novos alienígenas, tecnologias inéditas e criaturas visualmente marcantes, mantendo a tradição da série de misturar efeitos especiais com um toque de irreverência. Um dos destaques é a presença de Pawny, personagem dublado por Kumail Nanjiani, que funciona como alívio cômico e rapidamente se torna um dos mais carismáticos do filme.

O elenco reúne nomes conhecidos do grande público. Além de Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que já haviam contracenado juntos anteriormente, o filme conta com Liam Neeson no papel de High T, o chefe da filial londrina do MIB, trazendo uma aura de autoridade e mistério. Rebecca Ferguson interpreta Riza Stavros, uma traficante de armas alienígenas com passado enigmático, enquanto Rafe Spall vive um agente cuja lealdade é colocada em dúvida ao longo da trama.

A direção é assinada por F. Gary Gray, conhecido por seu trabalho em filmes de ação como Velozes e Furiosos 8 e Uma Saída de Mestre. Gray imprime um ritmo acelerado ao longa, equilibrando cenas de ação bem coreografadas com momentos de humor e desenvolvimento de personagens.

O roteiro fica por conta de Art Marcum e Matt Holloway, dupla responsável por outros sucessos do cinema de entretenimento. A produção executiva de Steven Spielberg, nome intimamente ligado à história da franquia, reforça o cuidado em manter a identidade de Men in Black, mesmo com tantas novidades.

As filmagens de “MIB: Homens de Preto – Internacional” começaram oficialmente em julho de 2018, com locações em Londres e outras cidades ao redor do mundo. O filme é uma produção conjunta da Columbia Pictures, Amblin Entertainment, Parkes + Macdonald, Image Nation e Tencent Pictures, com distribuição da Sony Pictures Releasing.

A pré-estreia aconteceu em 11 de junho de 2019, em Nova York. Poucos dias depois, o longa chegou aos cinemas do Brasil e de Portugal em 13 de junho, estreando nos Estados Unidos em 14 de junho de 2019, em formatos convencional, 3D e IMAX 3D. Mundialmente, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões, consolidando-se como um sucesso comercial, especialmente considerando seu caráter de spin-off.

Cine Aventura 12/04/2025: Mundo em Caos é atração deste sábado na Record

0

Neste sábado, 12 de abril de 2025, o Cine Aventura da Record TV promete muita adrenalina e suspense com a exibição do longa “Mundo em Caos” (Chaos Walking), estrelado por dois grandes nomes do cinema atual: Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa) e Daisy Ridley (Star Wars). A produção, que mistura ação e ficção científica em um cenário distópico, vai ao ar a partir das 15h, com classificação indicativa para maiores de 14 anos.

Um planeta silencioso, até demais

Baseado no livro “The Knife of Never Letting Go”, de Patrick Ness, o filme nos leva a um futuro pós-apocalíptico em um planeta colonizado pela humanidade. Lá, uma infecção misteriosa e devastadora eliminou todas as mulheres e deixou os homens com uma condição surreal: todos os seus pensamentos agora são audíveis, revelando medos, desejos e intenções sem qualquer filtro.

Neste cenário caótico, acompanhamos Todd Hewitt (Tom Holland), um jovem que cresceu acreditando que todas as mulheres haviam morrido – até que encontra Viola (Daisy Ridley), uma forasteira que desafia tudo o que ele pensava saber sobre seu mundo. Juntos, eles iniciam uma jornada cheia de perigos e descobertas, tentando escapar de forças que querem controlar a verdade e silenciar os que ousam questioná-la.

Direção de peso e elenco carismático

Com direção de Doug Liman, conhecido por comandar sucessos como No Limite do Amanhã e A Identidade Bourne, o filme entrega cenas de ação bem coreografadas, paisagens imersivas e um tom reflexivo sobre temas como controle, medo e a importância do silêncio em um mundo de ruídos.

Além de Holland e Ridley, o elenco conta com Demián Bichir, indicado ao Oscar, e Mads Mikkelsen em uma performance marcante como o antagonista do enredo.

Recepção dividida, mas uma trama instigante

Apesar das expectativas elevadas, Mundo em Caos teve recepção morna entre os críticos. No AdoroCinema, o longa recebeu nota 2,0/5, enquanto o público avaliou com uma média de 3,0/5. Muitos elogiam a premissa original e as atuações principais, mas apontam falhas no ritmo e no desenvolvimento do roteiro.

Ainda assim, a obra conquista pela proposta ousada e pelo carisma de seus protagonistas – especialmente Tom Holland, que mais uma vez mostra sua versatilidade em papéis que exigem fisicalidade e emoção.

Homens Sem Lei | A&E estreia série que revisita o nascimento das milícias no Brasil com olhar jornalístico e humano

0
Foto: Reprodução/ Internet

A partir do dia 14 de agosto, o canal A&E convida o público a mergulhar em uma das páginas mais sombrias — e ainda pouco confrontadas — da história brasileira. A nova produção documental em cinco episódios revisita os bastidores da Scuderie Le Cocq, grupo de extermínio criado nos anos 1960 no Rio de Janeiro e considerado por estudiosos como o embrião das milícias modernas.

Com um olhar sensível e ao mesmo tempo rigoroso, a trama de Homens Sem Lei investigativa reconstrói os anos em que a justiça era feita à margem da lei, sustentada por discursos de vingança e por um sistema que, em nome da “segurança pública”, tolerava (ou até incentivava) execuções sumárias. O pano de fundo: o assassinato do policial Milton Le Cocq, morto pelo criminoso conhecido como Cara de Cavalo, que desencadeou a formação do grupo que pretendia “limpar as ruas da cidade”.

A série aposta em um registro jornalístico contundente, entrelaçando reportagens da época com depoimentos inéditos e emocionantes de quem viveu — ou sobreviveu — àquele período. Entre os entrevistados estão o ex-delegado Sivuca, famoso pela frase “Bandido bom é bandido morto”, a escritora Nélida Piñon, o músico Jards Macalé, além de familiares de policiais lendários como Lúcio Flávio e Mariel Mariscot.

Uma história contada por quem esteve lá

Mais do que relatar os fatos, a produção se destaca pela maneira como escuta seus personagens. O jornalista Luarlindo Ernesto, por exemplo, revive o trauma de ter presenciado — e até participado — da execução de Cara de Cavalo. Em um dos relatos mais impactantes da obra, ele revela ter sido obrigado a disparar contra o corpo do criminoso, numa tentativa brutal de transformar jornalistas em cúmplices da barbárie.

Outro nome de peso que aparece nos episódios é o do autor Aguinaldo Silva, que, antes de se tornar referência na dramaturgia brasileira, atuou como repórter policial nos anos em que a violência urbana se misturava ao folclore midiático. Seu olhar crítico sobre a glorificação de justiceiros e os bastidores das delegacias cariocas ajuda a costurar o tecido social da época com rara profundidade.

Ecos do passado no presente

Ao abordar o surgimento de um grupo que, em plena ditadura militar, ganhou o apoio da população, da imprensa e até de celebridades — segundo os próprios fundadores, nomes como Pelé e Frank Sinatra chegaram a se associar à Scuderie — a série levanta uma pergunta urgente: quando foi que passamos a aceitar a violência como resposta legítima ao medo?

Mais do que um registro histórico, a programação busca compreender as raízes da estrutura paralela que, décadas depois, se consolidaria nas milícias que hoje comandam comunidades inteiras. Em vez de condenar de forma simplista, a narrativa convida à reflexão sobre os mecanismos que mantêm esse tipo de poder vivo e intocado até hoje.

Super Tela 12/04/2025: Os Suspeitos é o grande destaque da noite na Record!

0

Neste sábado, 12 de abril de 2025, o Super Tela da Record traz um suspense psicológico de tirar o fôlego para a tela da sua casa: Os Suspeitos (título original Prisoners), um filme de 2h33min que promete deixar os telespectadores com os nervos à flor da pele. Dirigido por Denis Villeneuve e com roteiro de Aaron Guzikowski, o filme se destaca pela sua trama tensa, repleta de mistérios, dilemas morais e atuações excepcionais.

A história se passa em Boston e começa com Keller Dover (Hugh Jackman), que leva uma vida tranquila com sua esposa Grace (Maria Bello) e seus filhos, Ralph (Dylan Minnette) e Anna (Erin Gerasimovich). No entanto, tudo vira um pesadelo quando Anna e sua amiga Joy (Kyla Drew Simmons) desaparecem misteriosamente enquanto estão em uma visita à casa dos amigos Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis). Desesperadas, as famílias recorrem à polícia, e o caso é rapidamente entregue ao detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Logo, Alex (Paul Dano), um homem com o QI de uma criança, é preso, mas, devido à falta de evidências, ele é liberado após 48 horas. Convencido de que Alex é o responsável pelo desaparecimento das meninas, Keller decide agir por conta própria, sequestrando o suspeito e tentando extrair dele a verdade, independentemente das consequências.

A direção de Villeneuve, conhecida por sua habilidade em criar atmosferas de tensão, é impecável. Cada cena é construída para aumentar o suspense, enquanto o roteiro de Guzikowski explora questões éticas complexas e o limite do que alguém está disposto a fazer quando se encontra em uma situação desesperadora. A atuação de Hugh Jackman como o pai afligido é de tirar o fôlego, com um desempenho que transmite a angústia e o desespero do personagem de forma visceral. Jake Gyllenhaal, como o detetive Loki, também brilha, com uma interpretação mais introspectiva e cheia de nuances.

Além dos dois grandes nomes, o elenco ainda conta com a presença de Viola Davis, que entrega uma performance emocionalmente rica, e Paul Dano, que interpreta o enigmático Alex com uma intensidade única. A química entre os atores e a construção de seus personagens é um dos maiores trunfos do filme, tornando a trama ainda mais envolvente.

Onde posso assistir?

Os Suspeitos está disponível para streaming no MUBI, onde é possível assistir ao filme por meio de uma assinatura. Não perca esta noite de mistério e tensão! Sintonize na Record e acompanhe a exibição de Os Suspeitos, um dos melhores thrillers psicológicos da última década, e prepare-se para um turbilhão de emoções que só um filme como esse pode proporcionar.

Netflix divulga trailer eletrizante de Good News, novo suspense sul-coreano

0

O universo cinematográfico sul-coreano continua a se consolidar como referência mundial em suspense e ação, e o lançamento do trailer de Good News, divulgado pela Netflix no domingo, 7 de setembro, prova exatamente isso. A prévia, que você pode conferir logo abaixo, deixou os fãs em clima de tensão, mostrando que o filme promete ser uma experiência eletrizante, combinando drama, ação e suspense político ambientado nos anos 1970.

Dirigido e coescrito por Byun Sung-hyun, responsável pelo sucesso Kill Boksoon, o filme mergulha em um sequestro aéreo que desafia não apenas a habilidade dos personagens, mas também a diplomacia internacional da época. A produção traz um elenco estrelado, com Sul Kyung-gu (Memórias de um Assassino, Doce de Menta), Hong Kyung (Classe dos Heróis Fracos) e Ryu Seung-beom (Novo Mundo, Mau Negócio), que prometem performances intensas e carregadas de emoção.

Um sequestro que desafia a história

O enredo se passa em 1970, quando um avião sul-coreano, pouco depois de decolar do Aeroporto de Haneda, em Tóquio, com destino a Itazuke, é tomado por sequestradores ligados à Facção do Exército Vermelho. Armados e determinados, os invasores exigem que a aeronave siga para Pyongyang. A situação, no entanto, rapidamente se complica, pois os países envolvidos não estavam preparados para lidar com uma emergência desse tipo.

É nesse cenário crítico que entra Nobody (Ninguém), uma figura misteriosa que atua nos bastidores, mas cujas decisões têm impacto direto sobre a operação de resgate. Ele recruta Seo Go-myung, um jovem e habilidoso tenente da Força Aérea, para ajudá-lo a negociar e agir em meio a uma situação de risco extremo. A tensão cresce a cada cena, com o público sendo levado a acompanhar cada decisão estratégica, cada negociação e cada risco enfrentado pelos personagens.

Elenco de destaque

Sul Kyung-gu, como Nobody, assume um papel central, interpretando um personagem que combina discrição e eficiência, quase invisível, mas decisivo em todos os momentos (Memórias de um Assassino, Doce de Menta). Hong Kyung, por sua vez, traz energia e sensibilidade ao papel do tenente Seo Go-myung, mostrando tanto sua habilidade estratégica quanto seu lado humano diante do perigo (Classe dos Heróis Fracos).

Ryu Seung-beom interpreta Park Sang-hyeon, diretor da inteligência coreana, um personagem complexo que atua como elo entre a ação militar e a inteligência secreta, adicionando camadas de tensão à narrativa (Novo Mundo, Mau Negócio). O elenco conta ainda com atores japoneses renomados, como Yamada Takayuki e Shiina Kippei, e com o veterano Kim Seung-o, reforçando o caráter internacional da trama e destacando a colaboração entre países que tentam evitar um desastre maior.

Direção e narrativa

Byun Sung-hyun não é apenas diretor, mas também roteirista de Good News. Ele é conhecido por construir narrativas intensas, com personagens complexos e dilemas morais profundos. No filme, ele mantém o equilíbrio entre ação, suspense e drama humano, mostrando que o risco não afeta apenas a vida dos passageiros, mas também a consciência e as escolhas daqueles que tentam salvá-los.

Ambientar a história nos anos 1970 permite que o diretor explore não só os desafios técnicos de um sequestro aéreo, mas também a tensão política entre Coreia do Sul, Japão e Coreia do Norte. A abordagem histórica enriquece a narrativa, mostrando como decisões estratégicas e negociações podem ter consequências imprevisíveis em nível internacional.

Produção e cenários

A produção do filme começou em setembro de 2024 e se estendeu até fevereiro de 2025. Locações e cenários foram cuidadosamente planejados para garantir autenticidade histórica. O Aeroporto Internacional de Gimpo, em Seul, foi transformado para se parecer com o Aeroporto Internacional de Pyongyang, criando um ambiente realista para as cenas de tensão envolvendo a aeronave.

A direção de fotografia aposta em cores sóbrias e iluminação dramática, reforçando a atmosfera de perigo e urgência. A edição e o design de som intensificam o suspense: o ruído constante de aviões, comunicações militares e alarmes mantém o espectador imerso na ação, aumentando a sensação de que cada decisão pode ser decisiva para a sobrevivência dos personagens.

Inspirado em fatos reais

Embora seja uma obra de ficção, Good News se inspira em um sequestro aéreo real ocorrido em março de 1970, envolvendo um avião de passageiros japonês. Ao dramatizar o episódio histórico, o filme consegue equilibrar fidelidade aos fatos com elementos cinematográficos que aumentam a tensão e o impacto emocional. A narrativa explora o que estava em jogo: vidas humanas, estabilidade política e decisões éticas sob pressão extrema.

Essa abordagem permite que o público não apenas acompanhe um thriller de ação, mas também compreenda a complexidade das relações internacionais da época e os dilemas morais enfrentados por agentes, militares e civis em situações de risco.

Estreia e exibição

O longa-metragem teve sua estreia mundial na seção Apresentações Especiais do Festival Internacional de Cinema de Toronto, em 5 de setembro de 2025. O filme recebeu elogios da crítica por sua tensão crescente, atuações consistentes e fidelidade histórica, além de ter sido destacado como uma produção de suspense envolvente e internacionalmente relevante.

O lançamento global na Netflix está marcado para 17 de outubro de 2025, permitindo que espectadores de todos os cantos do mundo acompanhem a história simultaneamente. A plataforma tem sido fundamental na difusão do cinema sul-coreano, oferecendo visibilidade para produções que, de outra forma, poderiam ter circulação limitada.

Oshi no Ko volta com tudo! Nova temporada estreia em janeiro na Crunchyroll e promete virar o jogo

0
Foto: Reprodução/ Internet

Pode preparar o coração, porque o drama, o glamour e o caos dos bastidores do showbiz japonês estão de volta! A terceira temporada de Oshi no Ko acaba de ganhar um trailer eletrizante e data oficial de estreia: janeiro de 2026, exclusivamente na Crunchyroll. Depois de deixar os fãs em suspense com reviravoltas dignas de novela das 10, o anime promete mergulhar ainda mais fundo nas feridas (e nos segredos) da indústria do entretenimento. E, se depender das cenas do novo trailer, ninguém vai sair ileso — nem os personagens, nem o público. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Reencarnação, fama e vingança: o pop nunca foi tão trágico

Pra quem ainda não embarcou nessa montanha-russa emocional, Oshi no Ko começa com uma premissa que parece simples, mas rapidamente vira um redemoinho de dor e obsessão. Gorou Amamiya, um médico obstetra fã da idol Ai Hoshino, é assassinado por um fã desequilibrado — e renasce como Aquamarine Hoshino, o filho da própria Ai. Só que a ironia do destino não para aí: sua irmã gêmea, Ruby, é a reencarnação de uma de suas pacientes.

Anos depois, o brilho da fama se apaga quando Ai é morta pelo mesmo fã, e Aqua jura encontrar o responsável — custe o que custar. Ruby, por outro lado, decide seguir os passos da mãe e se tornar uma idol, tentando reviver o sonho que a tragédia interrompeu.

É aí que Oshi no Ko brilha: ele mistura o brilho artificial dos palcos com o lado obscuro do sucesso, mostrando como o amor, a fama e a vingança podem andar lado a lado.

O passado volta à tona — e vai ser intenso

Na nova temporada, os gêmeos Hoshino estão mais maduros, mas também mais distantes. Enquanto Ruby se torna o rosto de um filme inspirado na vida de Ai, Aqua continua sua jornada sombria atrás da verdade — e o alvo é claro: Hikaru Kamiki, o ator misterioso que pode ser seu pai… e o grande vilão da história.

O trailer mostra que as máscaras vão começar a cair. Há flashes de tensão, lágrimas, e uma energia de “ponto sem retorno” no ar. Os fãs já estão teorizando sobre um final que pode mudar tudo o que sabemos sobre os personagens — e, conhecendo o estilo de Oshi no Ko, é melhor se preparar para o emocional ser testado.

Sucesso que não sai dos holofotes

Desde a estreia em 2023, Oshi no Ko virou um fenômeno. A mistura de drama psicológico, crítica à fama e visual deslumbrante conquistou fãs no mundo todo. E não é só no anime: o mangá, escrito por Aka Akasaka (sim, o mesmo de Kaguya-sama: Love is War) e ilustrado por Mengo Yokoyari, é um sucesso de vendas — publicado no Brasil pela Panini e em Portugal pela Devir. Pra completar o pacote, a história também ganhou um live-action no Prime Video, mostrando que a febre da trama veio pra ficar.

O grande charme do anime é como ele transforma um enredo sobre idols e fama em algo muito mais profundo — uma reflexão sobre identidade, trauma e o preço da visibilidade. Nenhum personagem é totalmente bom ou mau. Todos estão tentando sobreviver em um mundo onde cada sorriso pode esconder uma cicatriz.

“The Rookie” revela teaser impactante na SDCC 2025 e prepara terreno para sua temporada mais sombria

0
Foto: Reprodução/ Internet

Durante o painel da série The Rookie na San Diego Comic-Con 2025, realizado neste sábado (26), fãs de todo o mundo foram surpreendidos com a exibição do teaser da oitava temporada, que estreia ainda este ano nos Estados Unidos. E pelo que foi mostrado, os próximos episódios prometem misturar ação internacional, romance e suspense policial com a intensidade que só The Rookie sabe entregar.

Com Nathan Fillion de volta ao papel de John Nolan, o recruta mais velho da história do LAPD, a série chega ao seu oitavo ano reafirmando sua força como uma das produções policiais mais queridas da atualidade. O teaser deixou claro que a nova temporada apostará em arcos mais sombrios e ousados, além de expandir seus cenários para fora dos Estados Unidos — com direito a gravações em Praga e uma perseguição a um serial killer que fugiu da cadeia.

Romance e adrenalina: o que revela o teaser da 8ª temporada

O trailer inédito começa em ritmo acelerado, com uma montagem de cenas de ação intensa, tiroteios, explosões e confrontos físicos, tudo intercalado com momentos de cumplicidade entre Lucy Chen (Melissa O’Neil) e John Nolan (Nathan Fillion). O relacionamento dos dois, que vem se desenhando lentamente ao longo das últimas temporadas, parece finalmente ocupar o centro da narrativa.

Mas o clima logo muda. O grande antagonista da temporada promete ser Jason Wyler (Steve Kazee), um serial killer que aparentemente conseguiu fugir da prisão. A caçada ao criminoso se tornará o fio condutor da trama nos primeiros episódios.

No teaser, vemos Monica (personagem ainda não confirmada no elenco regular) em um corredor branco, sozinha, quando um homem armado aparece atrás dela. A imagem escurece abruptamente, e ouvimos o som seco de um tiro — encerrando o vídeo com um gancho eletrizante que provocou suspiros e murmúrios entre os fãs presentes no painel.

A nova fase de The Rookie: internacionalização e amadurecimento

Gravado parcialmente em Praga, na República Tcheca, o primeiro episódio da oitava temporada traz um cenário inédito na trajetória da série. A aposta em locações internacionais demonstra o crescimento narrativo da trama, que agora deixa o solo californiano para envolver seu protagonista em missões mais complexas, com alcance global.

Segundo os produtores, a escolha por Praga não foi apenas estética: “Queríamos testar Nolan em um ambiente completamente diferente. Ele já enfrentou gangues, corrupção interna e terrorismo doméstico. Agora, vai precisar lidar com ameaças fora da sua zona de conforto — e isso o levará ao limite”, comentou Alexi Hawley, criador da série.

A força de Nathan Fillion e um elenco que amadurece junto com a série

Desde sua estreia em 2018, The Rookie tem como centro o carisma e a versatilidade de Nathan Fillion, conhecido por seus papéis em Castle e Firefly. Como o recruta John Nolan, ele equilibra com maestria o humor sarcástico e a carga dramática de alguém que decidiu mudar de vida aos 45 anos, largando tudo para seguir um propósito.

Ao longo das temporadas, Fillion ajudou a transformar Nolan de um novato inseguro em um oficial experiente, agora mentor de novos recrutas e envolvido em missões cada vez mais arriscadas.

O elenco, que conta com nomes como Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil, Eric Winter, Mekia Cox e Shawn Ashmore, também evoluiu de maneira orgânica. As relações interpessoais — dentro e fora do departamento — ganharam camadas emocionais, tornando-se parte essencial do apelo da série.


Representatividade e histórias reais: o DNA de The Rookie

Um dos grandes trunfos de The Rookie é o fato de ser inspirada em uma história real. O personagem de John Nolan é baseado em William “Bill” Norcross, que aos 44 anos decidiu se tornar policial em Los Angeles. Norcross, que ainda trabalha no LAPD, atua como produtor executivo da série, garantindo que a narrativa mantenha uma conexão autêntica com a realidade.

Essa conexão se reflete nos episódios, que frequentemente abordam temas sociais urgentes, como racismo sistêmico, brutalidade policial, saúde mental, questões LGBTQIA+ e desigualdade social. A série não tem medo de provocar o espectador — e isso a distingue de outros dramas policiais mais genéricos.

Em declarações recentes, o showrunner Alexi Hawley reafirmou esse compromisso: “Nosso objetivo é entreter, mas também provocar reflexão. Nolan não é o herói tradicional. Ele é falho, aprende com os erros e está sempre buscando entender o mundo à sua volta.”

O legado de sete temporadas bem construídas

Lançada em 16 de outubro de 2018, The Rookie encontrou sua base de fãs rapidamente, com uma combinação eficiente de casos da semana e arcos contínuos. A primeira temporada apresentou Nolan como o “peixe fora d’água”, cercado por instrutores rígidos e parceiros céticos.

Nas temporadas seguintes, vimos Nolan enfrentar traições internas, quase perder a carreira após ser incriminado por corrupção e construir uma reputação sólida dentro da corporação. Ao mesmo tempo, desenvolveu relações afetivas complexas com colegas e superiores — e recentemente com Lucy Chen, que se tornou uma das favoritas do público.

A sétima temporada, exibida nos Estados Unidos entre janeiro e abril de 2025, foi marcada por uma série de episódios sombrios e uma conclusão tensa, com a introdução do vilão Jason Wyler e um ataque coordenado contra membros da força policial. Essa trama deixou o terreno fértil para o início explosivo da oitava temporada.

Quando e onde assistir?

A oitava temporada de The Rookie ainda não tem data oficial de estreia confirmada no Brasil, mas deverá chegar ao catálogo do Universal+, que já disponibiliza todas as sete primeiras temporadas completas.

Nos Estados Unidos, a série permanece como carro-chefe da emissora ABC, com previsão de retorno entre setembro e outubro de 2025. Com o sucesso do teaser na SDCC e a promessa de episódios gravados em locações internacionais, a expectativa dos fãs é de que esta seja uma das temporadas mais impactantes da série até agora

Novo pôster de Pacificador revela os heróis da segunda temporada na HBO Max

0
Foto: Reprodução/ Internet

Se você já achava que Christopher Smith, o Pacificador, era imprevisível na primeira temporada, o novo pôster da segunda temporada da série, lançado hoje na HBO Max, prova que a loucura, a ação e a comédia estão prestes a atingir um novo nível. A imagem, vibrante e caótica, reúne os principais personagens ao redor de Smith, oferecendo pistas visuais sobre os conflitos, alianças e reviravoltas que irão marcar os oito episódios desta sequência. Para os fãs do DC Universe, o pôster é mais que um teaser: é um convite para mergulhar novamente no mundo de um dos anti-heróis mais complexos e divertidos da televisão.

O novo pôster da segunda temporada captura a essência do que James Gunn, criador e showrunner da série, pretende explorar: ação intensa, humor ácido e dilemas morais. Christopher Smith está em destaque, cercado pelos membros da equipe que vão acompanhá-lo em suas novas missões. O design visual consegue transmitir o tom único da série, equilibrando elementos de comédia, perigo e absurdos típicos do personagem.

John Cena retorna como o Pacificador

No centro do pôster está, naturalmente, John Cena, que reprisa seu papel do filme O Esquadrão Suicida (2021). O ator volta a interpretar Christopher Smith, um anti-herói complexo, que mistura traços de supervilão e herói, com doses generosas de sarcasmo e bravura. Nesta segunda temporada, o Pacificador precisa lidar com seu passado conturbado e a responsabilidade de suas ações, enquanto enfrenta novos inimigos em missões que prometem ser mais desafiadoras e moralmente ambíguas.

A equipe que rodeia o Pacificador

O pôster também evidencia os personagens de apoio que retornam ou se destacam nesta temporada. Danielle Brooks volta como Leota Adebayo, contraponto político e moral de Smith; Steve Agee retorna como John Economos, fornecendo equilíbrio e racionalidade à equipe; e Jennifer Holland volta como Emilia Harcourt, uma agente da NSA que atua ao lado de Amanda Waller.

Outros nomes importantes incluem Freddie Stroma como Adrian Chase/Vigilante, Chukwudi Iwuji como Clemson Murn e Robert Patrick como Auggie Smith, o pai racista de Christopher, cuja presença continua sendo um fator determinante nas decisões do protagonista. A composição do pôster sugere que essas relações serão exploradas ainda mais nesta temporada, com conflitos internos e confrontos externos se entrelaçando.

James Gunn e a visão criativa

O que torna Pacificador diferente de qualquer outra série de super-heróis é a habilidade de Gunn de mesclar violência absurda com críticas sutis à sociedade. O pôster reflete exatamente isso: há armas, máscaras e ação à vista, mas também expressões, posturas e cores que brincam com o senso de humor e ironia.

Enquanto filmes de super-heróis muitas vezes focam na grandiosidade, Pacificador humaniza o caos. Gunn transforma explosões e perseguições em reflexões sobre política, moralidade e relações humanas, e o pôster é o primeiro indicativo de que esta temporada continuará a equilibrar esses elementos de maneira magistral.

Conexões com o DC Universe

Uma novidade que aumenta ainda mais o fascínio pelo pôster é a promessa de integração com o novo DCU. A segunda temporada vai incluir referências e aparições de personagens icônicos, como Superman, Aquaman e o Comando das Criaturas. Essa conexão visual é reforçada no pôster, onde pequenas pistas sugerem que o mundo de Smith está prestes a se expandir para dimensões maiores, trazendo desafios ainda mais complexos e dilemas éticos mais profundos.

Expectativas da segunda temporada

A segunda temporada se passa logo após os eventos de O Esquadrão Suicida, explorando o crescimento de Christopher Smith como personagem e suas tentativas de reconciliar passado e propósito. O pôster reforça essa narrativa, mostrando o Pacificador cercado por aliados e inimigos, indicando que a linha entre certo e errado será mais tênue do que nunca.

Os fãs podem esperar que o humor, as cenas de ação e os dilemas morais estejam ainda mais presentes, refletindo a intenção de Gunn de criar uma série “mais realística e mais silenciosa”, mas sem perder a crítica social e os momentos absurdos que definem a série.

almanaque recomenda