Nosferatu vai ganhar versão estendida para mídia física

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Foto: Courtesy of Focus Features

O universo do terror está em festa. O remake de Nosferatu, o clássico de 1922, dirigido e roteirizado por Robert Eggers (A Bruxa, O Farol), terá uma aguardada versão estendida. A revelação foi feita pelo próprio diretor em um vídeo especial da revista Esquire, no qual ele analisou cenas do trailer do filme e compartilhou detalhes exclusivos do processo criativo.

No vídeo, Eggers revelou que uma cena presente no trailer foi intencionalmente omitida do corte final que chegou aos cinemas. Segundo ele, essa decisão visou amplificar o suspense e o mistério ao redor do icônico Conde Orlok, interpretado por Bill Skarsgård (It: A Coisa). “Essa sequência é fundamental para enriquecer a atmosfera de mistério e perigo que envolve o Conde”, explicou o diretor. Contudo, os fãs podem respirar aliviados: essa cena, juntamente com outras inéditas, estará na edição estendida, que será lançada em blu-ray. Eggers prometeu que a versão especial trará uma experiência ainda mais imersiva e rica para os espectadores.

O remake é uma homenagem ao clássico expressionista alemão de F.W. Murnau, que marcou a história do cinema com sua estética revolucionária e a introdução de um dos vampiros mais icônicos de todos os tempos. Nesta nova versão, a trama acompanha Thomas Hutter, vivido por Nicholas Hoult (Renfield, Mad Max: Estrada da Fúria), um corretor de imóveis que viaja à Transilvânia para negociar a venda de uma propriedade com o misterioso Conde Orlok. O que Hutter não sabe é que sua missão colocará sua cidade natal e sua amada Ellen, interpretada por Lily-Rose Depp (The Idol, Yoga Hosers), em grave perigo.

Eggers equilibra a fidelidade ao material original com uma abordagem inovadora, trazendo à narrativa novas camadas psicológicas e simbólicas. A fotografia, que evoca a estética do cinema mudo, e a atmosfera sombria são elementos que reforçam o tom assustador e intrigante do filme.

Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, o longa-metragem tem sido amplamente elogiado por sua direção visual impressionante e as atuações marcantes de seu elenco. A produção vai além de revisitar a história do Conde Orlok, oferecendo reflexões sobre medo, obsessão e os limites da humanidade diante do desconhecido.

O lançamento da versão estendida em blu-ray é um dos eventos mais aguardados pelos fãs. Além das cenas adicionais, Eggers promete incluir materiais inéditos que enriquecerão ainda mais a experiência cinematográfica. Essa edição especial é destinada não apenas aos entusiastas do terror, mas também aos apreciadores do cinema como arte.

Quer saber nossa opinião completa sobre o filme? Exploramos os aspectos mais marcantes do drama de terror, desde as atuações impactantes até a atmosfera envolvente criada por Robert Eggers. Clique aqui e leia nossa crítica detalhada!

Saiba a duração de Invocação do Mal 4: O Último Ritual, o filme mais longo da franquia

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo de Invocação do Mal está prestes a ganhar um novo capítulo — e não é qualquer capítulo. Com estreia marcada para o dia 5 de setembro de 2025, Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega prometendo ser o mais intenso e profundo filme da série até hoje. E não é só pela trama que isso acontece: o longa terá nada menos que 135 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 15 minutos de terror e emoção. As informações são do Digital Spy.

Para quem acompanha a franquia desde o começo, sabe que cada filme é uma experiência tensa e cheia de sustos, mas este novo tempo de tela é um sinal claro de que os realizadores querem ir além do simples susto: querem contar uma história mais completa, mais humana, mais complexa. É como se, dessa vez, o espectador fosse convidado a se sentar e acompanhar, passo a passo, uma jornada que vai misturar medo, fé e os laços familiares que unem os Warrens.

A espera por um desfecho com mais profundidade

O casal Ed e Lorraine Warren, interpretado mais uma vez por Patrick Wilson e Vera Farmiga, é a alma da franquia. Eles não são apenas caçadores de fantasmas: são pessoas reais, com medos, dúvidas, esperança e, acima de tudo, um amor que sustenta tudo o que fazem. Neste quarto filme, a presença deles se torna ainda mais humana e visceral.

Ao lado deles, personagens como Judy Warren, a filha do casal, interpretada por Mia Tomlinson, trazem uma nova camada emocional à trama. A jovem Judy está inserida em um universo que vai além do medo: é sobre proteger a família e enfrentar os horrores que ameaçam não só a casa, mas a própria alma.

Essa duração maior dá espaço para esse desenvolvimento, permitindo que o público realmente sinta o peso da missão que esses personagens carregam — algo que vai muito além das cenas de ação sobrenatural.

O que a duração diz sobre o filme

No cinema de terror, tempo é quase tudo. Um filme muito longo pode perder o ritmo, enquanto um muito curto pode deixar pontas soltas e personagens rasos. Aqui, o desafio foi usar essas 2 horas e 15 minutos para construir um ambiente onde o suspense cresce com calma, quase como um sussurro que vai ficando cada vez mais alto — até o grito final.

Essa escolha indica que a direção de Michael Chaves, que retorna depois de ter comandado o terceiro filme da franquia, está focada em uma narrativa mais cuidadosa, em que o terror não vem apenas dos sustos repentinos, mas da construção do medo dentro da história e dos próprios personagens.

Os roteiristas, entre eles David Leslie Johnson-McGoldrick, Ian Goldberg e Richard Naing, aproveitaram para desenvolver uma trama que respira. Eles se inspiraram nos relatos reais dos Warrens, o que dá ao filme uma autenticidade que ultrapassa o gênero e toca questões mais profundas sobre fé, dúvida e o mal em si.

O legado dos Warrens e a força da verdade

Invocação do Mal sempre foi mais do que filmes de terror: é uma homenagem ao trabalho do casal Warren, que dedicou a vida a investigar fenômenos que desafiam a lógica. E é essa verdade, ainda que cercada de mistério, que torna a franquia tão cativante.

Neste filme, o casal não está sozinho. Ao lado deles, novas faces entram em cena para dar vida a uma das histórias mais marcantes do arquivo Warren — o caso da família Smurl, famosa por alegações de possessão demoníaca nos anos 80. A escolha desse enredo dá ao filme uma carga dramática pesada, porque o público sabe que não se trata só de ficção, mas de relatos que causaram sofrimento real.

Essa responsabilidade também é sentida no elenco que acompanha os protagonistas. Ben Hardy, como Tony Spera, e o grupo que interpreta os membros da família Smurl ajudam a dar humanidade e realismo às situações extremas vividas no filme.

Por dentro da produção: dedicação e paixão

Um filme desse porte não nasce do acaso. Foram meses de preparação, desde o desenvolvimento do roteiro até as filmagens que aconteceram em Londres, entre setembro e novembro de 2024. A escolha da cidade não foi apenas prática, mas estratégica: o clima, a arquitetura e a atmosfera da capital inglesa contribuem para criar o ambiente sombrio e opressor que o filme pede.

Michael Chaves teve a missão de guiar essa produção com delicadeza e firmeza, equilibrando a pressão de atender às expectativas dos fãs e a vontade de entregar algo novo. E um dos grandes acertos foi a trilha sonora, composta por Benjamin Wallfisch, que assume o lugar de Joseph Bishara. A música em filmes de terror é quase um personagem — e Wallfisch promete dar ao filme uma assinatura sonora que prende o espectador na cadeira.

O impacto emocional além do susto

Se existe algo que diferencia Invocação do Mal 4 dos demais filmes da franquia é a maneira como ele abraça o lado humano da história. Não é só sobre fantasmas e demônios: é sobre como uma família lida com o desconhecido, o perigo e o medo.

Essa sensibilidade ajuda a construir um terror que não está apenas no que é visto na tela, mas naquilo que o público sente no peito. O medo de perder quem amamos, a dúvida sobre o que é real e o que não é, a luta para manter a fé mesmo diante do inexplicável — tudo isso transforma o filme em uma experiência emocional profunda.

O que esperar da estreia

Com a data de estreia chegando, a ansiedade cresce entre os fãs e também entre os amantes do cinema de terror que ainda não conhecem o universo dos Warrens. O filme promete não só sustos e cenas de arrepiar, mas também um roteiro que respeita o espectador, dando espaço para a reflexão e a empatia.

No Brasil, embora a data oficial de lançamento ainda não esteja confirmada, é esperado que o longa chegue aos cinemas pouco tempo depois da estreia americana, permitindo que o público nacional também mergulhe nesse último ritual.

Domingo Legal 01/06/2025 – Hugo & Guilherme e Jaquelline, Passa ou Repassa ao lado de VH & Alexandre, Apoline, Rico Melquiades e Flavia Noronha

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Neste domingo, dia 1º de junho de 2025, o Domingo Legal entra em clima de festa para celebrar uma data muito especial: o aniversário de Celso Portiolli. Para marcar a ocasião, o programa preparou uma edição recheada de atrações imperdíveis, quadros consagrados e convidados animadíssimos, tudo isso ao vivo, com a energia contagiante que já virou marca registrada das manhãs de domingo no SBT.

Logo no início do programa, o palco se transforma em um verdadeiro show sertanejo com a presença da aclamada dupla Hugo & Guilherme, que chega com um repertório cheio de sucessos que estão entre os mais tocados do país. Com carisma de sobra, os cantores prometem levantar o público com hits que falam de amor, alegria e superação — criando o clima perfeito para comemorar o novo ciclo do apresentador.

Mas a participação dos sertanejos não para por aí. Eles também encaram o desafio do quadro Cardápio Surpresa, um dos mais inusitados e comentados do programa. Ao lado da influenciadora digital e campeã de reality show Jaquelline, a dupla se aventura em uma degustação às cegas das criações da chef Andreia Pimentel, conhecida por combinar ingredientes improváveis e provocar reações hilárias. Será que eles vão encarar todos os pratos até o fim?

A bagunça boa continua com uma edição animadíssima do tradicional Passa ou Repassa, que promete muita competitividade, tortadas na cara e gargalhadas para toda a família. No time azul, Hugo & Guilherme se juntam aos também sertanejos VH & Alexandre, unindo música, humor e parceria nos desafios. Do outro lado, o time amarelo traz uma verdadeira seleção de personalidades da internet e da televisão: Jaquelline, o irreverente Rico Melquiades, a influenciadora Apoline e a apresentadora Flavia Noronha. A disputa esquenta com perguntas que desafiam o conhecimento geral e as habilidades dos participantes — e a clássica torta na cara, é claro, segue sendo a estrela das provas.

Outro grande momento do programa é a participação da família Lima, de Belém do Pará, no quadro Comprar é Bom, Levar é Melhor. Em busca de transformar seus sonhos em realidade, os integrantes da família encaram uma maratona de perguntas valendo até R$ 80 mil em prêmios. A cada rodada, a emoção toma conta do estúdio — e a torcida do público de casa promete ser forte!

E não para por aí: Celso Portiolli também segue firme no comando do instigante Até Onde Você Chega?, um dos quadros mais eletrizantes da televisão. Nele, os participantes encaram uma sequência de perguntas de múltipla escolha com prêmios progressivos — e precisam decidir se continuam no jogo ou se param para garantir o que já conquistaram. A tensão aumenta a cada passo, e a busca pelo próximo grande vencedor do Brasil segue empolgando telespectadores de todas as idades.

Jacarés à solta! Predadores Assassinos é a atração do Cinemaço deste domingo, 25/05

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de filme com adrenalina pura, respiração presa e aquele suspense que faz até o sofá parecer perigoso… pode preparar a pipoca! O Cinemaço deste domingo, 25 de maio de 2025, vai te deixar grudado na TV com Predadores Assassinos — um daqueles filmes em que tudo que pode dar errado… dá errado mesmo!

A história é o seguinte: durante um furacão poderoso que devasta uma cidade da Flórida, uma jovem (vivida por Kaya Scodelario) ignora os alertas de evacuação e volta à sua antiga casa para tentar resgatar o pai (interpretado por Barry Pepper), que está ferido e preso no porão. Até aí já seria uma missão complicada, certo?

Mas a coisa piora. MUITO.

Além da água subindo rapidamente e da casa desmoronando aos poucos, eles descobrem que não estão sozinhos: jacarés gigantes e famintos invadiram o local, trazidos pela enchente, e estão sedentos… por mais do que água. A partir daí, começa uma batalha desesperadora por sobrevivência, com cenas que vão fazer você dar aquele gritinho interno (ou externo mesmo, tá tudo bem!).

O filme, no original chamado Crawl, foi dirigido por Alexandre Aja, que já tem um histórico respeitável no gênero terror e suspense. Ele sabe como prender a atenção do começo ao fim, e em “Predadores Assassinos” entrega um verdadeiro show de tensão, com direito a água até o pescoço — literalmente.

No elenco, além de Scodelario e Pepper, temos também Morfydd Clark, completando o trio de rostos conhecidos. Mas a grande estrela mesmo são os jacarés digitais que parecem saídos de um pesadelo molhado.

Então, se você curte um bom filme de desastre com pitadas de terror e muito aperto no coração, essa é a pedida certa pra fechar o domingo com emoção.

Acerte ou Caia! de hoje (10) recebe Carlinhos Aguiar, Ceará, Duda Nagle, Fernando Caruso, Gustavo Moura e Rafael, Naldo Benny, Regis Danese e Rezende

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O Dia dos Pais é, para muita gente, aquele domingo com cheiro de almoço de família, mesa cheia, histórias repetidas que ainda arrancam risadas e uma sensação gostosa de pausa na correria do dia a dia. Neste 10 de agosto, a Record decidiu transformar essa data em algo ainda mais divertido: um encontro de personalidades queridas do público no palco do Acerte ou Caia!, o game show que mistura conhecimento, improviso e — claro — a temida queda pelo buraco mais famoso da televisão brasileira.

E desta vez, a disputa promete mexer com a nostalgia, o humor e até com o coração do público. Afinal, quem está no palco são artistas, cantores, comediantes e influenciadores que carregam histórias marcantes na TV e na internet. Todos com um objetivo em comum: vencer a disputa e levar para casa um prêmio de até R$ 300 mil.

A graça do Acerte ou Caia! não está apenas nas respostas corretas. Está nos olhares aflitos, nas risadas espontâneas e nas reações inesperadas quando o chão se abre e o participante desaparece, deixando plateia e telespectadores em polvorosa. É o tipo de programa que não se assiste sozinho: cada pergunta é uma oportunidade para testar o próprio conhecimento, e cada queda é motivo para comentários entre a família.

Nesta edição especial de Dia dos Pais, a emissora juntou um elenco que poderia facilmente ser o centro das atenções em qualquer mesa de domingo. E conhecer as histórias de cada um deles só deixa a torcida mais calorosa. Abaixo, confira os participantes deste domingo:

Carlinhos é daqueles rostos que a gente reconhece instantaneamente. Entre pegadinhas que marcaram época no Sorria, Você Está na Record e participações memoráveis no Show do Tom, ele se tornou sinônimo de humor popular, aquele que conversa diretamente com o público.

Wellington Muniz, o Ceará, é um camaleão do humor. Sua imitação de Silvio Santos é tão afiada que chega a confundir quem ouve de longe. Mas o palco do Acerte ou Caia! não é para interpretações teatrais — é para respostas rápidas e estratégias certeiras.

Filho da jornalista Leda Nagle, Duda construiu uma carreira sólida como ator, com papéis marcantes em novelas e séries. No Acerte ou Caia!, porém, ele já provou que também é bom de raciocínio rápido: venceu uma edição anterior e levou R$ 44 mil para casa.

Nascido em uma família circense, Edy sabe como é se equilibrar na corda bamba — literalmente. Como palhaço, aprendeu que o erro e a queda fazem parte do espetáculo, e no Acerte ou Caia!, isso pode ser uma vantagem.

“Sabe o que é mais engraçado? No circo, a gente cai para fazer o público rir. Aqui, a gente cai porque errou. A diferença é que no circo eu levanto depois. Aqui, só Deus sabe onde eu vou parar”, disse, arrancando gargalhadas de quem estava no camarim.

Ator, humorista, dublador… Caruso é um verdadeiro canivete suíço do entretenimento. Acostumado a ter o controle do palco nos shows de stand-up, ele reconhece que no Acerte ou Caia! a dinâmica muda completamente.

Com sucessos que atravessaram gerações, como Aquela Nuvem e Nosso Juramento, Gilliard é conhecido por sua voz suave e sua presença tranquila. Mas não se engane: ele está determinado a não cair antes da hora.

A dupla sertaneja formada por Gustavo Moura e Rafael cresceu cercada de música e histórias de estrada. Agora, eles trocam os palcos por um cenário onde não basta cantar em sintonia — é preciso pensar em sintonia. “Se a gente começar a discutir sobre qual resposta é certa, aí já viu… O buraco nos engole”, brincou Rafael.

Naldo é pura energia. Desde os tempos do funk carioca até os sucessos pop, ele aprendeu a se reinventar e a lidar com pressão. “Esse jogo é igual show: tem que entrar no ritmo, sentir o momento e não perder o tempo. E se cair, a gente levanta cantando”, garantiu.

Conhecido no Brasil todo por suas músicas gospel, Régis Danese acredita que a fé ajuda não apenas na vida, mas também em jogos como esse. “Eu venho tranquilo. Se ganhar, glória a Deus. Se cair, glória a Deus também”, afirmou, com um sorriso sereno.

Com mais de 33 milhões de inscritos, Rezende é um fenômeno digital. Mas, no Acerte ou Caia!, não dá para cortar o erro e gravar de novo. “Aqui é na hora. Errou, caiu. É bem diferente, mas é isso que me atrai”, confessou.

Netflix anuncia “Guerreiras do K-Pop” como sua animação original mais assistida

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Quando o universo da música pop encontra a fantasia de um mundo habitado por caçadores de demônios, o resultado é algo único e inesquecível. Essa é a essência de Guerreiras do K-Pop, a animação original da Netflix que, desde seu lançamento em 20 de junho de 2025, não para de bater recordes e arrebanhar fãs ao redor do globo. Com 61,1 milhões de visualizações oficiais, o longa tornou-se o filme de animação original mais assistido da plataforma, superando marcas consolidadas e conquistando um espaço especial no coração dos espectadores.

Um fenômeno que vai além da tela

O sucesso de Guerreiras do K-Pop vai muito além da quantidade impressionante de visualizações. O filme alcançou com facilidade a atenção da crítica, da indústria do entretenimento e, principalmente, do público jovem, que vê ali um reflexo de suas próprias batalhas e sonhos. O título une o encanto da cultura pop coreana com uma trama envolvente, carregada de emoção, ação e, claro, muita música.

Por trás dessa produção vibrante está a Sony Pictures Animation, conhecida por seus projetos inovadores, e a Netflix, que reforça sua posição como plataforma que aposta na diversidade cultural e em histórias que dialogam com a atualidade global. O filme não apenas celebra o K-pop como fenômeno mundial, mas o reinventa em uma narrativa que mistura fantasia, mitologia e o poder transformador da música.

Nasce de uma paixão: a visão de Maggie Kang

A inspiração para o filme veio de uma vontade muito pessoal de Maggie Kang, diretora e co-roteirista da obra. Coreana-americana, Maggie desejava contar uma história que falasse sobre suas raízes de maneira autêntica, sem perder a universalidade que a cultura pop pode proporcionar. Em parceria com Chris Appelhans, Danya Jimenez e Hannah McMechan, ela criou um universo onde o K-pop se torna a arma mais poderosa contra o mal.

Essa busca por uma narrativa verdadeira e impactante levou a equipe a investir em uma animação que fizesse jus à riqueza visual dos shows de K-pop, à energia dos videoclipes e à delicadeza dos dramas coreanos. O resultado é uma estética única, que mistura iluminação de palco, fotografia editorial e a dinâmica característica dos animes japoneses.

Uma história que mistura fantasia, música e emoção

A trama se passa em um mundo onde o mal se manifesta em demônios que roubam as almas humanas para alimentar seu tirano, Gwi-Ma. Para conter essa ameaça, um trio de caçadoras de demônios, que ao longo das gerações usa o poder da voz para selar esses seres, mantém a barreira mágica chamada Honmoon. Hoje, essa missão é assumida pelo grupo feminino de K-pop Huntr/x, composto por Rumi, Mira e Zoey.

Enquanto brilham nos palcos com coreografias impecáveis e músicas contagiantes, as meninas vivem uma vida dupla como caçadoras de demônios. Mas o segredo mais difícil de Rumi guardar é sua própria origem: meio demônio, ela teme que essa verdade possa destruir tudo o que construíram.

Quando a rivalidade com a boy band demoníaca Saja Boys começa a ameaçar a segurança da barreira e a estabilidade do mundo, Rumi é forçada a confrontar seus medos, seu passado e sua verdadeira identidade. É uma narrativa carregada de temas profundos, como a vergonha cultural, a aceitação e a força da amizade.

Personagens complexos para uma geração que busca identificação

Um dos grandes acertos do filme está no elenco de vozes que dão vida a esses personagens tão ricos. Arden Cho, conhecida por suas atuações em séries de sucesso como Chicago Med e Teen Wolf, interpreta Rumi, a líder vocal do Huntr/x. Sua voz consegue transmitir a dualidade da personagem, dividida entre seu lado humano e demoníaco, enquanto sua voz de canto, feita por Ejae, dá o brilho necessário às cenas musicais.

May Hong, Audrey Nuna, Ji-young Yoo, Rei Ami e Andrew Choi completam o grupo, cada um trazendo sua personalidade e talento para compor o trio principal e seus antagonistas, como Ahn Hyo-seop no papel de Jinu, líder da boy band rival. O passado complexo de Jinu adiciona camadas de drama e empatia ao personagem, rompendo com clichês do “vilão unidimensional”.

Outro destaque do elenco são nomes como Yunjin Kim, Ken Jeong e Daniel Dae Kim, que interpretam personagens coadjuvantes essenciais, equilibrando humor, mistério e emoção na narrativa.

A diversidade do elenco e o envolvimento de dubladores e cantores de várias origens refletem a vontade da produção de fazer algo culturalmente rico, acessível e, ao mesmo tempo, fiel às suas raízes coreanas.

A música como alma do filme

Não seria exagero dizer que a trilha sonora de Guerreiras do K-Pop é protagonista tanto quanto os personagens. Com composições originais do renomado Marcelo Zarvos, o filme mistura pop, hip-hop e baladas de uma forma que amplifica a emoção e o ritmo da história.

Músicas como “Golden” e “Takedown” são mais que faixas para embalar cenas; elas são armas narrativas, que impulsionam o desenvolvimento dos personagens e das relações entre eles. O sucesso da trilha sonora nas paradas da Billboard, Spotify e outras plataformas comprova o impacto da produção no cenário musical atual.

Esse casamento perfeito entre imagem e som elevou o filme a um patamar de sucesso multidimensional — não apenas entretendo, mas criando uma experiência sensorial completa.

O legado de uma produção que respeita e inova

O cuidado com que a equipe de criação abordou o projeto desde seu início, em 2021, é visível em cada detalhe. O desafio de contar uma história tão culturalmente específica para um público global foi enfrentado com respeito, pesquisa e muita paixão.

A Sony Pictures Animation, com sua experiência em filmes inovadores como Homem-Aranha no Aranhaverso, trouxe um alto padrão técnico e criativo. A Netflix, por sua vez, deu o suporte necessário para que a produção tivesse alcance internacional, reforçando seu compromisso com narrativas diversas e inclusivas.

O resultado não é apenas um filme de entretenimento, mas um marco para a indústria da animação e para a representação cultural na mídia.

Aclamado por crítica e público

Desde sua estreia, a recepção foi esmagadoramente positiva. Críticos destacaram a qualidade da animação, o roteiro equilibrado entre ação e emoção, a profundidade dos personagens e, claro, a trilha sonora que conquistou as paradas musicais.

Fãs da cultura coreana, do K-pop e da animação encontraram na obra uma produção digna e emocionante. Além disso, o filme atingiu audiências que normalmente não estariam tão próximas, aproximando mundos e fortalecendo pontes culturais.

Por que você precisa ver essa animação?

Se você gosta de histórias com protagonistas femininas fortes, música envolvente e temas atuais, este filme é para você. Ele combina batalhas épicas e dilemas pessoais com a energia contagiante do K-pop, criando uma experiência única que fica na memória e no coração. Mais que um entretenimento, é um convite para refletir sobre quem somos, de onde viemos e o poder que temos para superar nossos medos.

No Mega Sonho deste sábado (16/08), Marcelo de Carvalho recebe Maike Cruz e a dupla Julya e Maryana

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Neste sábado, 16 de agosto, o palco do Mega Sonho promete ser palco de emoção, desafios e diversão, com a presença do empresário e atleta Maike Cruz, conhecido do grande público por sua participação no Big Brother Brasil 25 (BBB25), e da dupla musical Julya e Maryana, fenômeno do TikTok e representantes da cultura sertaneja contemporânea. Apresentado por Marcelo de Carvalho, o game show da RedeTV! mantém seu formato dinâmico, reunindo celebridades e participantes comuns em provas que misturam raciocínio, agilidade e momentos de pura descontração, com a grande promessa de um prêmio milionário no final da noite.

O programa, que vai ao ar aos sábados, às 23h10, segue atraindo público fiel graças à sua mistura única de entretenimento, desafios e interação direta entre participantes e celebridades. E neste episódio, a presença de Maike Cruz e da dupla de Lucas do Rio Verde, Julya e Maryana, acrescenta ainda mais brilho e energia ao palco, unindo personalidades de diferentes áreas do entretenimento e reforçando a proposta do show: transformar sonhos em realidade com emoção e leveza.

Maike Allan Cruz, nascido em 7 de maio de 1994, em São Paulo, capital, conquistou notoriedade nacional após sua participação no BBB25, quando integrou o famoso Time Pipoca. Aos 30 anos, o representante comercial e atleta mostrou personalidade, competitividade e carisma que rapidamente cativaram o público. Fora da casa mais vigiada do Brasil, Maike mantém uma rotina ligada ao esporte, aos negócios e ao engajamento digital, com o perfil oficial no Instagram.

No programa, ele promete trazer toda a garra que demonstrou no reality show para as provas, ajudando os participantes a se manterem focados e engajados, além de encarar desafios que testam raciocínio rápido, estratégia e habilidade. Segundo Maike, a experiência de participar do BBB25 o ensinou a lidar com pressão e a valorizar a colaboração, elementos que, sem dúvida, serão importantes para o episódio deste sábado.

Além de sua carreira televisiva, Maike Cruz se destaca como atleta, participando de competições que exigem disciplina e resistência física. Essa combinação de características, aliada à sua simpatia, torna sua participação no programa um ponto de interesse não apenas para fãs do reality show, mas também para o público que acompanha o Mega Sonho em busca de emoção e identificação com histórias de superação.

Completando o time de convidados especiais, a dupla Julya e Maryana traz ritmo, autenticidade e a energia típica do sertanejo contemporâneo. Nativas de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, elas conquistaram fama nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde acumulam mais de 140 mil seguidores e 1,1 milhão de curtidas. A presença das artistas no palco do “Mega Sonho” representa a fusão entre música, entretenimento e a proximidade com o público jovem, conectado às tendências digitais.

Durante o programa, Julya e Maryana animam a plateia ao som de “Cowboyzona”, música que reflete a ligação da dupla com o campo, suas raízes e seu projeto artístico, que valoriza autenticidade e storytelling musical. Mas a participação delas não se limita à música: ao lado de Maike Cruz, elas encaram provas e desafios que exigem raciocínio ágil e criatividade, interagindo com os participantes de forma leve, divertida e inesperada.

A trajetória de Julya e Maryana é marcada por dedicação, persistência e proximidade com o público. Antes do sucesso nas redes, a dupla trabalhava com projetos regionais, conciliando vida pessoal, shows e gravações caseiras. Hoje, elas se tornaram referência para artistas em início de carreira, mostrando que talento, disciplina e presença digital podem abrir portas no cenário musical brasileiro.

O programa é um game show que combina entretenimento, competição e emoção, apresentado por Marcelo de Carvalho, uma das vozes mais conhecidas da televisão brasileira. A cada episódio, seis participantes comuns disputam fases eliminatórias que testam habilidade mental, rapidez de raciocínio e resistência emocional, com a chance de chegar ao “Desafio do Milhão”, a etapa final que oferece o prêmio milionário da noite.

Hungria recebe alta hospitalar após suspeita de intoxicação por metanol no Distrito Federal

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O rapper Gustavo da Hungria Neves, mais conhecido como Hungria, recebeu alta hospitalar neste domingo, 5 de outubro, após apresentar melhora significativa em seu estado de saúde. Internado desde quinta-feira (2) em um hospital particular de Brasília, o cantor havia dado entrada com sintomas que levantaram suspeita de intoxicação por metanol, substância altamente tóxica encontrada em bebidas alcoólicas adulteradas.

Em comunicado oficial, o Hospital DF Star informou que o artista apresentou “excelente evolução clínica” e destacou a importância de seguir acompanhamento médico ambulatorial. “O Hospital DF Star informa que o paciente Gustavo da Hungria Neves apresentou excelente evolução clínica, recebendo alta hospitalar no dia de hoje. Deverá seguir cuidados clínicos e reavaliação médica ambulatorialmente”, declarou a unidade de saúde.

Nas redes sociais, Hungria compartilhou sua gratidão pelo atendimento recebido e pelo apoio dos fãs. “Hoje é um dia de vitória e gratidão! Obrigado a todos que estiveram comigo nesse momento”, escreveu o artista em sua conta no Instagram. A postagem rapidamente repercutiu, com centenas de comentários de fãs e colegas de profissão demonstrando alívio e carinho.

A suspeita de intoxicação por metanol chamou atenção das autoridades de saúde, já que Hungria se tornou o primeiro caso suspeito registrado no Distrito Federal. Os sintomas apresentados pelo cantor — náusea intensa, tontura, dor abdominal e alterações na visão — são típicos da exposição à substância química, que pode provocar complicações graves, incluindo cegueira e falência de órgãos.

Segundo informações das autoridades de saúde locais, exames laboratoriais foram coletados para confirmar a presença de metanol no organismo do cantor. Os resultados estavam previstos para divulgação nesta segunda-feira (6). Enquanto isso, médicos reforçam que o acompanhamento clínico é essencial, pois efeitos tardios podem surgir mesmo após a alta hospitalar.

Um laudo pericial divulgado recentemente, porém, indicou que as bebidas consumidas por Hungria em Brasília não continham metanol. O exame físico-químico apontou que o teor de álcool anidro estava dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Essa constatação sugere que os sintomas apresentados pelo cantor podem ter origem em outros fatores, como intoxicação leve por consumo excessivo de álcool, desidratação ou uma reação adversa individual.

Apesar disso, o episódio integra uma investigação mais ampla conduzida pelo Ministério da Saúde, que monitora suspeitas de intoxicação por bebidas alcoólicas adulteradas em diferentes regiões do país. Nos últimos anos, casos de contaminação por metanol têm causado preocupação, especialmente entre jovens que frequentam festas e bares, reforçando a necessidade de fiscalização rigorosa e conscientização sobre os riscos do consumo de bebidas de procedência duvidosa.

Outro caso suspeito de intoxicação por metanol também foi registrado no Distrito Federal, envolvendo um paciente que sofreu complicações graves, incluindo um acidente vascular cerebral (AVC). As autoridades seguem investigando a relação entre os casos e a possível origem das substâncias ingeridas, com o objetivo de prevenir novos incidentes.

Especialistas ouvidos pela imprensa alertam que nem todos os sintomas atribuídos à ingestão de metanol são necessariamente causados pela substância. Infecções, problemas gastrointestinais, desidratação ou excesso de álcool podem mimetizar o quadro clínico, tornando fundamental a realização de exames detalhados para diagnóstico preciso.

A recuperação de Hungria foi acompanhada de perto pelos fãs e pela mídia, evidenciando a preocupação do público com a saúde do artista. O rapper, que tem uma trajetória marcada por sucessos no cenário do rap nacional, conquistou notoriedade com letras que abordam superação, desafios urbanos e experiências de vida. Seus seguidores se mobilizaram rapidamente após a notícia da internação, enviando mensagens de apoio e orações, demonstrando a conexão intensa entre cantor e público.

Agora em casa, Hungria deve seguir orientações médicas que incluem hidratação adequada, alimentação balanceada e monitoramento de sintomas remanescentes. Médicos ressaltam a importância de observar sinais como fadiga intensa, alterações na visão ou tontura persistente, que podem indicar complicações tardias, mesmo após a alta hospitalar.

O caso também reacende debates sobre consumo consciente de bebidas alcoólicas. Autoridades de saúde recomendam atenção à procedência dos produtos, evitando compras em locais informais e preços muito abaixo do mercado, que podem indicar adulteração. Campanhas educativas têm reforçado a importância de consumir álcool com responsabilidade, principalmente em ambientes de festa ou celebrações, onde a ingestão excessiva é mais frequente.

Milan x Pisa: Onde assistir o confronto do Campeonato Italiano ao vivo nesta sexta (24/10)

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O AC Milan recebe o Pisa nesta sexta-feira, 24 de outubro, às 15h45 (horário de Brasília), no Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, em jogo válido pela 8ª rodada do Campeonato Italiano 2025. A partida marca um confronto inédito entre as equipes, já que o Pisa não disputa a primeira divisão há 34 anos. O retorno à elite representa um marco histórico para o clube toscano, que busca provar seu valor diante de um dos gigantes do futebol italiano.

O Milan, atual líder do Campeonato Italiano com 16 pontos em sete partidas — cinco vitórias, um empate e uma derrota — chega embalado por uma sequência sólida de resultados, tanto na Série A quanto na Copa da Itália, onde venceu Bari e Lecce em casa. Jogando no Giuseppe Meazza, o time mantém forte domínio, com três vitórias em quatro partidas pelo campeonato, reforçando o favoritismo para o duelo contra o Pisa. Apesar disso, a equipe enfrenta desafios significativos, com desfalques de jogadores importantes como o artilheiro Christian Pulisic e os meio-campistas Adrien Rabiot e Ruben Loftus-Cheek, todos lesionados.

Do outro lado, o Pisa ainda busca sua primeira vitória na temporada. Com empates e derrotas acumuladas até o momento, a equipe precisa de um resultado positivo para se afastar da zona de rebaixamento e recuperar confiança. O clube aposta em organização defensiva e transições rápidas para explorar possíveis falhas do Milan, mas terá grande desafio diante de um adversário consistente, ofensivamente ativo e motivado para manter a liderança.

Este duelo representa também um marco histórico para o Pisa, que há mais de três décadas não disputa a primeira divisão. O clube possui uma trajetória modesta, mas com momentos de destaque, como o bicampeonato da antiga Copa Mitropa nos anos 1980. O confronto contra o Milan é, portanto, mais do que uma partida: é uma oportunidade de afirmar seu retorno à elite e competir contra os principais clubes do país.

A expectativa é de um jogo intenso, com o Milan controlando a posse de bola e impondo ritmo, enquanto o Pisa buscará aproveitar os contra-ataques e espaços deixados pelo adversário. A força ofensiva do Milan será um dos principais fatores para o resultado, mesmo com os desfalques, e a capacidade do Pisa de se manter organizado defensivamente poderá definir momentos críticos da partida. O controle do meio-campo será outro ponto decisivo, influenciando quem ditará o ritmo do jogo e criará oportunidades de gol.

Onde assistir

Os torcedores terão diferentes formas de acompanhar a partida ao vivo. A transmissão será feita pela ESPN, na TV por assinatura, e pelo Disney+, em streaming, garantindo que cada lance, gol e momento decisivo possa ser acompanhado em tempo real. A disponibilidade em múltiplas plataformas permite que fãs do futebol italiano assistam ao duelo, tanto em casa quanto em trânsito, sem perder nenhum detalhe da partida.

Expectativa e panorama do confronto

O confronto entre AC Milan e Pisa não se limita apenas à busca pelos pontos. Para o Milan, a vitória significa manter a liderança e consolidar sua fase positiva, mostrando consistência no início da temporada. Para o Pisa, conquistar pontos contra um gigante da Série A é essencial para ganhar confiança e estabilidade na elite do futebol italiano.

Além do resultado, a partida servirá para avaliar jogadores-chave, testar estratégias táticas e medir a capacidade de adaptação das equipes a situações de pressão. Cada gol, defesa e decisão individual poderá influenciar diretamente o resultado final, tornando o jogo de sexta-feira uma verdadeira prova de resistência, habilidade e planejamento estratégico.

Em resumo, AC Milan x Pisa promete ser um duelo emocionante, com contraste de trajetórias, intensidade em campo e oportunidades para os destaques individuais brilharem. A partida combina história, expectativa e competição, consolidando-se como um dos confrontos mais interessantes da 8ª rodada do Campeonato Italiano 2025.

Gotham vive! Batman: Parte 2 será filmado em 2026 com Robert Pattinson e Matt Reeves de volta

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando o céu de Gotham ainda parecia escuro demais para vislumbrar alguma luz, surgiu uma nova versão do Cavaleiro das Trevas para reescrever as regras. E agora, ele está voltando. Segundo uma carta do CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, enviada aos acionistas da empresa, “The Batman: Part II” — ou Batman: Parte 2, no título nacional — começará suas filmagens na primavera de 2026 no hemisfério norte, ou seja, entre março e junho daquele ano.

A informação foi divulgada pelo portal Deadline, e para os fãs do personagem, já soa como um marco no calendário. Afinal, o retorno de Robert Pattinson ao papel de Bruce Wayne promete expandir ainda mais o universo sombrio, psicológico e urbano criado por Matt Reeves no primeiro longa.

Mas mais do que uma simples data de filmagem, a confirmação sinaliza o ressurgimento de uma Gotham que conquistou público e crítica por sua abordagem realista e ao mesmo tempo sensorial. Uma cidade que sangra e respira angústia. E um Batman que ainda busca se entender como símbolo — de medo, de justiça ou de redenção.

O retorno de um herói imperfeito

O primeiro The Batman, lançado em março de 2022, foi um respiro criativo em meio a um universo cinematográfico da DC que se fragmentava com reboots, retcons e incertezas. Dirigido por Matt Reeves, o filme abandonou o estilo grandioso e mitológico das versões anteriores para mergulhar numa atmosfera mais contida, inspirada por thrillers policiais dos anos 1970 e pelo lado detetivesco do personagem.

Robert Pattinson entregou um Bruce Wayne atormentado, introspectivo, que mais parecia uma sombra do que um milionário. Essa escolha, longe de desagradar, fez eco junto a uma geração que se identifica com anti-heróis mais humanos e quebrados. O resultado? Sucesso crítico, bilheteria global de US$ 772 milhões e três indicações ao Oscar. Nada mal para um projeto que enfrentou pandemia, paralisações e mudanças internas na Warner.

Mais do que isso: The Batman marcou o início da chamada Batman Epic Crime Saga, uma nova trilogia planejada por Matt Reeves que será independente do novo DCU de James Gunn. Esse universo paralelo, separado do Superman de David Corenswet e do futuro Supergirl de Milly Alcock, poderá desenvolver tramas adultas, intensas e mais voltadas ao suspense e à corrupção sistêmica de Gotham.

Uma produção com alma de cinema noir

Embora os detalhes da trama de Batman: Parte 2 ainda sejam guardados a sete chaves, é possível deduzir algumas pistas a partir do que Reeves construiu anteriormente. Inspirado em quadrinhos como Ano Um, O Longo Dia das Bruxas e Batman: Ego, o primeiro filme colocou o Charada (interpretado de forma perturbadora por Paul Dano) como um catalisador de verdades incômodas sobre a elite e o passado dos Wayne.

Com isso, a imagem pública de Bruce como bilionário intocável se desfez. A cada pista deixada por Nashton, o Charada, revelava-se também o trauma, a culpa e a desconfiança de um homem que usa a máscara mais como refúgio do que como símbolo. Esse é o Batman de Pattinson: menos herói, mais humano. Menos justiceiro, mais reflexo da cidade que tenta salvar.

A fotografia dessaturada, a trilha sonora hipnótica de Michael Giacchino e os planos de câmera que espreitam o protagonista em meio à escuridão compõem uma linguagem que se aproxima muito mais de Seven ou Zodíaco do que de qualquer blockbuster tradicional. E a tendência é que Parte 2 aprofunde ainda mais esse estilo.

O que esperar do novo filme?

Ainda que o roteiro esteja em sigilo, algumas peças do tabuleiro já estão visíveis. Sabe-se que Robert Pattinson retorna como Bruce Wayne/Batman, e Matt Reeves reassume tanto a direção quanto o roteiro, agora ao lado de Mattson Tomlin. Andy Serkis também deve voltar como Alfred Pennyworth — e há grande expectativa quanto à participação de Barry Keoghan, que apareceu nos minutos finais do primeiro longa como um misterioso detento do Asilo Arkham que pode, ou não, ser o Coringa.

Essa última aparição, ainda sutil e envolta em sombras, deu o tom da ameaça latente que pode dominar a sequência. Keoghan, indicado ao Oscar por Os Banshees de Inisherin, é conhecido por seu talento para personagens inquietos e imprevisíveis. Caso o Coringa seja mesmo o vilão central de Parte 2, pode-se esperar uma abordagem bem diferente das versões anteriores vividas por Heath Ledger ou Joaquin Phoenix — e muito mais próxima de uma mente doentia que espelha as rachaduras psicológicas do próprio Batman.

Há também a possibilidade de Selina Kyle (Zoë Kravitz) retornar, embora no fim do primeiro filme ela decida deixar Gotham por considerá-la “além da salvação”. Com ou sem ela, Gotham estará em estado de reconstrução após os eventos catastróficos promovidos pelo Charada e seus seguidores.

Outro elemento importante é a expansão do universo via séries derivadas. The Penguin, estrelada por Colin Farrell e já lançada na HBO Max em 2024, acompanha o personagem Oswald Cobblepot após o vácuo de poder deixado pela morte de Carmine Falcone. A série prepara o terreno para o novo filme, e insere a criminalidade de Gotham em um contexto ainda mais enraizado e visceral.

O peso da expectativa: Batman entre a arte e o mainstream

Poucos personagens da cultura pop carregam um legado tão pesado quanto o Batman. Desde a atuação icônica de Adam West nos anos 1960, passando pela revolução sombria de Tim Burton, o realismo de Christopher Nolan e o Batman brutal de Ben Affleck, o herói sempre foi um espelho do seu tempo.

Matt Reeves, no entanto, optou por algo diferente: trazer o Batman para um tempo onde a verdade é líquida, a confiança é frágil e os heróis parecem tão perdidos quanto os vilões. The Batman não é um filme sobre salvar a cidade — é sobre tentar entender por que ela está tão condenada.

Essa escolha tornou o filme mais difícil, talvez menos palatável para quem espera ação desenfreada ou fan service. Mas também o tornou mais profundo, mais cinematográfico e, para muitos, mais relevante. O desafio agora será expandir esse universo sem perder sua identidade — e isso exigirá um equilíbrio delicado entre o blockbuster e o drama noir.

De onde viemos — e para onde vamos?

A jornada até The Batman: Parte II não foi fácil. Originalmente, o personagem deveria ganhar um filme solo estrelado e dirigido por Ben Affleck, dentro do universo do DCEU. O projeto, anunciado em 2014, sofreu inúmeras reviravoltas. Affleck deixou a direção, depois o elenco, e finalmente abandonou o personagem.

Foi aí que Matt Reeves entrou em cena, redesenhando o projeto do zero e propondo um reboot independente do universo compartilhado. Em 2019, Robert Pattinson foi escalado — e muitos torceram o nariz. Mas a aposta deu certo. O ator, antes criticado por seu passado em Crepúsculo, provou ser o Batman que ninguém sabia que precisava.

Agora, com a nova liderança criativa da DC Studios (James Gunn e Peter Safran), o estúdio aposta em uma dualidade estratégica: o universo principal será mais integrado e leve, enquanto projetos alternativos — como Joker e The Batman — poderão explorar tons e linguagens mais adultas.

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