Miranda ainda domina! O Diabo Veste Prada 2 passa dos US$ 600 milhões e mostra que a Runway continua viva nos cinemas

Quase duas décadas após o primeiro filme, O Diabo Veste Prada 2 voltou aos cinemas com força suficiente para ultrapassar US$ 600 milhões em bilheteria mundial. O resultado confirma que a história de Miranda Priestly e Andy Sachs ainda tem grande apelo, mesmo em um cenário completamente diferente daquele visto em 2006.

Mais do que nostalgia, o desempenho da sequência mostra como o universo criado no primeiro filme conseguiu se manter vivo na cultura pop. A continuação não depende apenas da memória afetiva do público, mas também de como atualiza seus personagens para um mercado de trabalho e mídia que mudou profundamente.

O que fez o público se interessar de novo pela história?

Parte do interesse vem do próprio legado do filme original, que ao longo dos anos deixou de ser apenas um sucesso de cinema e virou referência quando o assunto é moda, carreira e ambiente corporativo. Isso criou uma base de público que já conhecia os personagens e queria ver como eles seriam reinterpretados em uma nova realidade.

A continuação também acerta ao mudar o foco da narrativa. Em vez de repetir a relação entre chefe e assistente, o filme coloca todos os personagens em posições diferentes, lidando com um cenário em que a mídia impressa perdeu força e a disputa por atenção acontece em ritmo digital.

Como a história se transforma nesta sequência?

Andy Sachs deixa para trás a fase como assistente e constrói uma nova carreira como jornalista investigativa. O que parecia uma ascensão profissional sólida acaba sendo interrompido por uma demissão repentina, que muda completamente o rumo da sua vida e a força a reconsiderar suas escolhas.

Do outro lado, Miranda Priestly enfrenta uma realidade que ela nunca precisou encarar antes. A Runway perde relevância, passa por crises de credibilidade e precisa se adaptar a um mercado que já não responde da mesma forma ao seu estilo de comando. Isso obriga a personagem a lidar com mudanças que afetam diretamente sua autoridade.

Quando Andy retorna ao universo da revista, a relação entre ela e Miranda não é mais de conflito pessoal direto, mas de necessidade profissional. As duas passam a dividir o mesmo espaço em condições muito diferentes das do passado, agora com interesses que se cruzam em meio a disputas corporativas.

O que realmente move Andy e Miranda nesta nova fase?

Depois de ser desligada do jornal em que trabalhava, Andy se vê em uma posição instável dentro do mercado jornalístico. Mesmo reconhecida pelo seu trabalho, ela precisa lidar com a insegurança de uma indústria cada vez mais pressionada por velocidade e engajamento, o que entra em choque com sua forma mais analítica de escrever.

Enquanto isso, Miranda enfrenta uma perda gradual de controle dentro da própria revista. A crise envolvendo a imagem da Runway não afeta apenas os negócios, mas também a forma como ela precisa se posicionar diante de um sistema que agora exige flexibilidade e adaptação constante.

O reencontro entre as duas acontece por conveniência. Andy é chamada para um novo cargo editorial, mas logo percebe que sua visão de jornalismo mais aprofundado não se encaixa facilmente na lógica atual da revista. Isso cria um conflito silencioso entre manter princípios e sobreviver profissionalmente.

Quem retorna ao elenco principal?

O filme preserva o núcleo original como principal base emocional da história. Meryl Streep (A Escolha de Sofia, Mamma Mia!) retorna como Miranda Priestly, enquanto Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada, Interestelar) volta ao papel de Andy Sachs. Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, Oppenheimer) reprisa Emily Charlton e Stanley Tucci (Conclave, O Diabo Veste Prada) retorna como Nigel Kipling.

Por que essa continuação ainda conversa com o público?

O sucesso de O Diabo Veste Prada 2 vai além da nostalgia. O filme se conecta com mudanças reais do mercado de trabalho, especialmente na área de comunicação, onde a queda da mídia impressa e a pressão por conteúdo digital transformaram completamente a forma de produzir informação.

Sessão da Tarde aposta em história inspiradora e exibe “Shooting Stars – A Vida de LeBron James” nesta segunda-feira (26)

A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, leva ao público uma história real marcada por amizade, superação e sonhos gigantes. A TV Globo exibe “Shooting Stars – A Vida de LeBron James”, drama esportivo biográfico que acompanha os primeiros passos de um dos maiores atletas da história do basquete mundial muito antes da fama, dos contratos milionários e dos títulos na NBA.

Lançado em 2023, o filme apresenta um recorte pouco explorado da trajetória de LeBron James, concentrando-se em sua adolescência e nos anos decisivos do ensino médio, quando talento, pressão e escolhas começaram a moldar o futuro do jovem que sairia de Akron, Ohio, para se tornar um ícone global do esporte.

Dirigido por Chris Robinson (ATL, Everybody Hates Chris) e baseado no livro Shooting Stars, escrito por LeBron James em parceria com o jornalista Buzz Bissinger, o longa aposta menos no espetáculo das grandes arenas e mais na construção humana por trás do atleta. O roteiro, assinado por Frank E. Flowers, Tony Rettenmaier e Juel Taylor, prioriza relações, conflitos internos e o peso das expectativas impostas a adolescentes talentosos.

Na trama, conhecemos LeBron ainda criança, crescendo ao lado de seus melhores amigos Dru Joyce III, Willie McGee e Sian Cotton. Unidos desde muito novos pelo amor ao basquete, os quatro formam um grupo inseparável dentro e fora das quadras. Mais do que companheiros de time, eles se tornam uma família improvisada em meio a realidades sociais difíceis, encontrando no esporte um caminho de foco e esperança.

Treinados por Dru Joyce Sr., pai de Dru, os garotos se destacam desde cedo e passam a ser conhecidos como o Fab Four. O filme constrói essa fase inicial com sensibilidade, mostrando como a amizade e a disciplina foram fundamentais para manter os jovens longe de problemas comuns em sua comunidade. O basquete surge não apenas como um sonho profissional, mas como uma âncora emocional.

Ao concluírem o ensino fundamental, o grupo enfrenta seu primeiro grande obstáculo. Dru descobre que, por questões físicas, não poderá atuar no time principal da escola pública local. Para evitar que o grupo seja separado, ele toma uma atitude ousada: procura a escola católica St. Vincent-St. Mary e tenta convencer o técnico Keith Dambrot a aceitar todos os quatro jogadores. A insistência, aliada ao talento evidente, acaba abrindo portas que mudariam o destino do time.

Os testes na nova escola são longos, desgastantes e cheios de tensão. O Fab Four precisa provar seu valor diante de jogadores mais velhos e experientes, que inicialmente resistem à presença dos novatos. O filme retrata bem o choque de egos, as disputas silenciosas e o desafio de conquistar respeito em um ambiente competitivo.

A virada acontece quando veteranos e calouros decidem resolver as diferenças em uma partida informal no bairro. A vitória dos mais jovens muda a percepção do time e chama a atenção definitiva do técnico Dambrot. A partir daí, começa uma trajetória vitoriosa que levaria a equipe a uma temporada invicta e ao título estadual, consolidando o grupo como uma potência do basquete escolar.

No segundo ano do ensino médio, o time ganha um novo integrante, Romeo Travis, ex-aluno de uma escola pública expulso por problemas disciplinares. Inicialmente visto com desconfiança, ele acaba se tornando peça-chave da equipe, tanto dentro quanto fora das quadras. Com isso, o Fab Four se transforma em Fab Five, simbolizando a evolução do grupo e a ampliação de seus laços.

Paralelamente ao sucesso esportivo, o filme mostra o impacto crescente da fama sobre LeBron. As capas de revistas, o assédio da mídia e os primeiros sinais de celebridade começam a interferir em sua vida pessoal. Um dos momentos mais simbólicos é quando LeBron aparece na capa da Sports Illustrated, enquanto sua mãe o presenteia com um Hummer, gesto que mais tarde se tornaria motivo de controvérsia.

A narrativa também aborda o início do relacionamento de LeBron com Savannah, sua futura esposa, trazendo à tona conflitos entre sonho, maturidade e responsabilidade. Quando ela sugere que ele mantenha um plano alternativo por meio dos estudos, LeBron demonstra confiança absoluta de que seguirá direto para a NBA, evidenciando a tensão entre ambição e prudência.

Com o avanço dos campeonatos, o nível de competição se intensifica. O time passa a enfrentar seleções nacionais e a viajar com frequência. A sequência invicta só é quebrada após uma derrota marcante para a poderosa Oak Hill, resultado de uma noite mal dormida e decisões impulsivas de LeBron. A derrota funciona como um choque de realidade e expõe fragilidades internas do grupo.

No último ano do ensino médio, conflitos de comunicação e vaidade quase colocam tudo a perder. A pressão atinge seu auge quando LeBron é suspenso sob a acusação de ter aceitado benefícios indevidos, ficando proibido de interagir com o time durante toda a temporada. Mesmo assim, os Shooting Stars seguem até os playoffs, mostrando que o coletivo havia se tornado maior do que qualquer estrela individual.

O clímax do filme acontece na final do campeonato estadual, quando LeBron consegue autorização para jogar aquela que seria a última partida do grupo junto. A vitória não apenas sela o tricampeonato, como consagra os Shooting Stars como um dos times de ensino médio mais vitoriosos da história.

O desfecho mostra LeBron dando o salto para a NBA, enquanto seus amigos seguem caminhos diversos, entre universidades, ligas europeias e carreiras fora do esporte. A mensagem final reforça que, antes de ser um astro global, LeBron foi parte de uma história coletiva construída com amizade, sacrifício e lealdade.

Euphoria | 3ª temporada quebra recordes de visualização antes mesmo da estreia e consolida a série como fenômeno global

O fenômeno Euphoria retorna às telas com sua terceira temporada e já demonstra força recorde antes mesmo de estrear. O trailer oficial, lançado recentemente, alcançou 157 milhões de visualizações em apenas 48 horas, estabelecendo um novo marco para a HBO, segundo informações do portal Deadline. Este número representa um aumento de 57% em relação ao teaser anterior da própria série, que havia atingido 100 milhões de visualizações no mesmo período.

Com esse desempenho, a série se consolida como a série original da HBO mais assistida antes da estreia de uma temporada, superando inclusive outras produções de grande porte da emissora. Para efeito de comparação, o trailer da segunda temporada de The Last of Us atingiu 158 milhões de visualizações, mas em três dias — mostrando que o engajamento em Euphoria foi mais intenso e imediato.

Criada por Sam Levinson e inspirada na minissérie israelense de 2012, a trama acompanha a vida de adolescentes do ensino médio, explorando suas relações, dilemas e conflitos internos. O elenco reúne talentos como Zendaya (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, Malcolm & Marie), Maude Apatow (Ligue os Fogs, The King of Staten Island), Angus Cloud (The Line of Duty, The Beach Bum), Eric Dane (Grey’s Anatomy, Elysium), Alexa Demie (Bones and All, Mid90s), Jacob Elordi (O Poço, Barraca do Beijo), Barbie Ferreira (Divorce, Unpregnant), Nika King (Selah and the Spades, The Last Days of Ptolemy Grey), Storm Reid (Os Novos Mutantes, A Wrinkle in Time), Hunter Schafer (The Chair, Manic), Algee Smith (The Hate U Give, Detroit), Sydney Sweeney (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, The White Lotus), Colman Domingo (Fear the Walking Dead, Ma Rainey’s Black Bottom), Javon “Wanna” Walton (The Umbrella Academy, Samaritan), Austin Abrams (Dash & Lily, Chemical Hearts) e Dominic Fike (Licorice Pizza).

A terceira temporada não chega sem desafios. Após o sucesso das duas primeiras temporadas, Levinson enfrentou críticas e obstáculos nos bastidores. A HBO inicialmente rejeitou os roteiros apresentados, exigindo revisões significativas. O processo de reescrita causou meses de adiamento nas gravações e atrasou a estreia. Paralelamente, o criador produziu a série The Idol, que gerou controvérsias e repercussão negativa, aumentando ainda mais a pressão para o retorno de Euphoria com qualidade e consistência.

Apesar das dificuldades, a série se mantém como referência no cenário televisivo moderno. O trabalho de Sam Levinson, aliado às performances de seu elenco, especialmente Zendaya e Hunter Schafer, tem sido amplamente elogiado. A narrativa visual, combinada à trilha sonora e à direção de fotografia diferenciada, confere à série um estilo reconhecível e provocativo, capaz de retratar a adolescência de forma intensa e realista.

O impacto de Euphoria não se limita à audiência: a série também conquistou reconhecimento crítico e prêmios. Zendaya, intérprete da protagonista Rue, recebeu o Primetime Emmy Award e o Satellite Award de Melhor Atriz em Série Dramática. A produção foi indicada ao British Academy Television Award de Melhor Programa Internacional e ao TCA Award de Melhor Série Notável. A combinação de aclamação da crítica e popularidade entre o público consolidou Euphoria como um fenômeno cultural global.

O trailer da terceira temporada indica que a série manterá seu tom ousado e provocativo. Sequências visuais intensas, com elementos de dança, música eletrônica e cenas emocionalmente carregadas, prometem aprofundar os conflitos já conhecidos, além de explorar consequências mais complexas das escolhas dos personagens. Os fãs, cada vez mais engajados, compartilham teorias, memes e reações nas redes sociais, ampliando o alcance do conteúdo e transformando o trailer em um verdadeiro evento cultural.

A série também é transmitida em Portugal e no Brasil pelo HBO local, garantindo que a recepção internacional acompanhe de perto cada desenvolvimento. Em meio a debates sobre nudez, sexualidade e temas sensíveis, a série continua a desafiar limites e a provocar discussões sobre como a adolescência é retratada na televisão, equilibrando a polêmica com profundidade narrativa.

Mesmo diante de atrasos e controvérsias, a série demonstra um poder de atração que transcende obstáculos. O desempenho recorde do trailer confirma que a série continua relevante, impactante e capaz de gerar engajamento global. A terceira temporada, portanto, representa não apenas a continuidade da história de Rue e seus colegas, mas também a reafirmação do valor cultural e televisivo de Euphoria no cenário contemporâneo.

Rolê nas Gerais chega com a história da Working Girl

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O lugar de uma mulher é onde ela quiser, e o programa Rolê nas Gerais deste sábado, 24, está aqui para comprovar essa afirmação poderosa!

Renata do Carmo e Zu Moreira estão prontos para se envolver em histórias inspiradoras de mulheres que conquistaram seu espaço em profissões tradicionalmente dominadas pelos homens. Prepare-se para presenciar algo verdadeiramente extraordinário!

Não perca esta oportunidade única de mergulhar nas histórias da “Working Girl“, uma mulher que se dedica a projetos e reformas, oferecendo serviços de manutenção e instalação com maestria. Além disso, elas também proporcionam cursos e oficinas para aqueles que desejam aprender e se capacitar.

Marque na sua agenda! O programa será exibido neste sábado, imediatamente após o programa Terra de Minas, na Globo Minas, a partir das 14h40. Não deixe escapar essa chance de se inspirar e se surpreender com a incrível determinação e sucesso dessas mulheres excepcionais.

A Caverna Encantada | Resumo semanal de 18 a 20 de setembro

Foto: Divulgação/ SBT

Capítulo 038 – Quarta-feira, 18 de setembro

O capítulo começa com um clima festivo, onde Anna conquista o tão cobiçado prêmio de melhor fantasia. No entanto, para o espanto de todos, ela misteriosamente desaparece no exato momento em que iria receber o troféu, deixando a festa envolta em uma atmosfera de tensão e incerteza. O que os convidados não sabem é que, ao mesmo tempo, Anna está sendo hipnotizada novamente na misteriosa caverna, e a presença invisível e sobrenatural que a ronda lança Moleza para longe, aumentando ainda mais o mistério. Com o desaparecimento de Anna, os professores da escola ficam alarmados e o caso começa a gerar grande preocupação. Enquanto isso, Thomas, decidido a esclarecer alguns mistérios, informa Wanda e Shirley sobre o caso do hotel, revelando que a polícia finalmente solucionou o enigma. No entanto, o ambiente escolar não está livre de novas tensões. César, um palestrante convidado, causa desconforto em Gabriel, que se opõe à presença dele na escola. A desconfiança de Gabriel adiciona mais uma camada de suspense à narrativa, tornando o ambiente ainda mais tenso e misterioso.

Capítulo 039 – Quinta-feira, 19 de setembro

O desaparecimento de Anna e os segredos em torno da caverna encantada continuam a mexer com os personagens. Anna, temendo a reação de sua amiga Isadora, decide esconder o que descobriu sobre a caverna, mantendo o mistério para si mesma. Ao mesmo tempo, Pedro e André se envolvem em uma discussão acalorada, com Pedro insinuando que os Luíses podem estar envolvidos em um grupo secreto, algo que André rejeita veementemente. A discussão entre os dois amigos evidencia um crescente desentendimento, criando divisões entre eles. Enquanto isso, Wanda, em uma conversa com Shirley, decide que precisa de uma pausa e anuncia que deixará temporariamente seu trabalho como detetive. Ela se muda para a casa de Goma, buscando descansar e se afastar do estresse. Isadora, ao descobrir que Anna encontrou a caverna sem sua ajuda, se sente traída e expressa seu descontentamento de maneira contundente, o que abala ainda mais a relação entre as duas. No entanto, a situação piora quando Maldonado, um morcego mágico e guardião da caverna, exige que Anna e Isadora deixem o local imediatamente. Em meio a esses eventos, Norma, ao observar as meninas saindo apressadamente da biblioteca, começa a desconfiar de que algo está acontecendo em segredo, aumentando o clima de mistério.

Capítulo 040 – Sexta-feira, 20 de setembro

Norma, temendo pela segurança das crianças e intrigada pelo comportamento suspeito de Anna e Isadora, decide suspender o acesso à biblioteca, aumentando o senso de isolamento e perigo em torno do local. Enquanto isso, Goma, sempre atenciosa, oferece a Wanda um refúgio em sua casa, preocupada com o bem-estar emocional da amiga, que enfrenta um grande desgaste. Em outra parte da história, Tonico revela um lado mais possessivo de sua personalidade ao demonstrar ciúmes ao ver Dalete examinando fotos de outros homens, o que traz à tona um comportamento controlador que antes estava oculto. Ao mesmo tempo, Shirley, ainda preocupada com o desaparecimento de Anna, realiza uma busca incansável pela irmã, mas seus esforços acabam sendo em vão, o que a deixa ainda mais frustrada. O mistério envolvendo Anna se intensifica quando Manu e Isadora discutem a possibilidade de que uma força misteriosa esteja manipulando a hipnose de Anna, transformando-a em uma figura cada vez mais agressiva. A tensão em torno da caverna encantada aumenta, e os eventos sobrenaturais que envolvem os personagens continuam a escalar, deixando todos à beira de novas descobertas e perigos.

O Deserto de Akin estreia em 31 de julho e ganha cartaz oficial, imagens inéditas e nova versão do trailer

Foto: Reprodução/ Internet

Com estreia marcada para 31 de julho, o novo filme de Bernard Lessa mistura política, afeto e pertencimento ao contar a jornada de um médico cubano deslocado no Brasil. O longa teve sua estreia na abertura do Festival de Vitória e já deixou claro: é um daqueles filmes que ficam ecoando depois dos créditos finais.

Por trás de cada deserto existe uma travessia — geográfica, emocional ou política. Em O Deserto de Akin, o que se atravessa é o Brasil, mas também os afetos, os silêncios e as fronteiras entre quem chega e quem já está à deriva. Com direção do capixaba Bernard Lessa, o filme chega aos cinemas em 31 de julho, depois de uma estreia de prestígio na abertura do 32º Festival de Vitória, onde concorre na categoria de Melhor Longa Nacional.

A história acompanha Akin, médico cubano vivido pelo premiado Reynier Morales (vencedor de Melhor Ator no Festival do Rio 2024), que desembarca em uma comunidade indígena no Espírito Santo como parte do (agora extinto) programa Mais Médicos. Mas o filme não se limita à função profissional. Akin é um estrangeiro num país à beira do colapso político e afetivo — e o que ele encontra aqui não são só pacientes, mas um espelho: do próprio deslocamento, da solidão e do desejo de se enraizar.O Deserto de Akin

Um filme sobre acolhimento — e suas rachaduras

Durante sua permanência, Akin é acolhido por Érica (Ana Flavia Cavalcanti) e Sérgio (Guga Patriota), dois brasileiros que também carregam suas próprias lacunas, memórias partidas e zonas de silêncio. Não é romance, necessariamente. É algo mais tênue, mais humano. Talvez amizade, talvez afeto suspenso, talvez uma tentativa de pertencimento compartilhado entre quem já não sabe onde — ou com quem — está.

O filme, no fundo, é sobre isso: sobre encontros possíveis em tempos difíceis. E sobre como, às vezes, o gesto de permanecer é um ato de resistência. Entre consultas médicas, caminhadas na mata e conversas atravessadas pelo idioma e pela hesitação, O Deserto de Akin constrói um retrato silencioso e delicado de uma experiência real vivida por centenas de profissionais estrangeiros que atuaram no Brasil — e que, com a mudança de governo em 2018, viram seus contratos encerrados de forma abrupta, em um cenário que flertava com xenofobia institucional.

Do Espírito Santo para o mundo: paisagens, corpos e política

Rodado entre Nova Almeida, Aracruz, Vitória e Vila Velha, o filme valoriza os cenários capixabas com uma fotografia que mistura rusticidade e lirismo. Mas, acima de tudo, valoriza os rostos. Os corpos em trânsito. As vozes contidas. A atuação de Morales impressiona justamente pela contenção — ele diz muito com o olhar, com a hesitação no português, com o desconforto de quem precisa se adaptar sem ser convidado.

Ana Flavia Cavalcanti entrega mais uma performance potente e ao mesmo tempo terna. Érica é uma mulher com dores acumuladas, mas que oferece espaço. E esse gesto, no filme, tem um peso enorme: acolher alguém, mesmo com medo, é também se permitir ser transformado.

No elenco ainda estão Welket Bungué (A Viagem de Pedro) e Patricia Galleto, ampliando a dimensão humana da narrativa com presenças igualmente marcantes.

A estética de um cinema que observa mais do que grita

Bernard Lessa já vinha se destacando por filmes como A Mulher e o Rio (2019) e A Matéria Noturna (2021), premiado no Festival de Brasília. Mas em O Deserto de Akin, ele talvez tenha encontrado seu filme mais maduro. Há uma calma no olhar — mas uma calma inquieta, que observa as rachaduras das instituições, a falência das promessas políticas, e a força dos pequenos gestos de cuidado.

Saiba qual filme vai passar no Cinemaço 27/08/2023

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Prepare-se para uma noite repleta de adrenalina e ação com a exibição do filme Fúria em Duas Rodas no Cinemaço deste domingo, 27/08/2023. Prepare-se para uma experiência cinematográfica emocionante, projetada para animar e cativar os espectadores com sua trama cheia de reviravoltas e emoções intensas.

Nesta obra eletrizante, mergulhamos em um enredo que coloca em cena o motoqueiro Cary Ford e o gângster Henry James como protagonistas de uma rivalidade explosiva. A narrativa se desenrola quando James injustamente acusa Ford pela morte do irmão do líder de uma gangue de motoqueiros temida. Diante dessa acusação falsa, Ford se vê enredado em uma luta para limpar seu nome, enquanto precisa escapar tanto da gangue implacável quanto da perseguição incansável do FBI.

Os espectadores são levados em uma montanha-russa de ação e emoção enquanto acompanham Ford em sua busca frenética por justiça e redenção. As cenas de perseguição vertiginosas, reviravoltas surpreendentes e confrontos eletrizantes são o coração pulsante deste longa-metragem.

A trama, habilmente dirigida por Joseph Khan, promete manter você à beira do assento, ansioso para descobrir como Ford irá desvendar a teia de enganos e injustiças que o cercam. Com um elenco estelar, incluindo nomes como Adam Scott, Ice Cube, Jay Hernandez, Martin Henderson, Monet Mazur e Will Yun Lee, a performance dos atores eleva ainda mais a intensidade do enredo.

A ação é temperada com toques de suspense e drama, criando uma narrativa multifacetada e envolvente. Os dubladores brasileiros, como Alexandre Moreno, Clécio Souto, Ettore Zuim, José Luiz Barbeito, Marco Antônio Costa e Priscila Amorim, trazem vida e emoção aos personagens, aprofundando a experiência dos espectadores.

Este filme de origem americana é um verdadeiro mergulho no gênero de ação, prometendo prender a atenção do início ao fim. Não deixe de conferir o trailer que promete uma prévia das cenas de tirar o fôlego que o aguardam.

Fique sintonizado no Cinemaço, que tem início logo após mais uma edição empolgante do Vai Que Cola. Esteja pronto para uma noite repleta de emoções, reviravoltas e ação de alta octanagem. Prepare-se para ser transportado para o mundo implacável de “Fúria em Duas Rodas” e desfrute de uma jornada cinematográfica eletrizante

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet ganha vídeo de bastidores e chega aos cinemas nesta quinta, 15 de janeiro

A Universal Pictures divulgou nesta semana um novo vídeo de bastidores de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, longa-metragem dirigido por Chloé Zhao, vencedora do Oscar por Nomadland. O material promocional chega em um momento estratégico, às vésperas da estreia oficial do filme nos cinemas brasileiros, marcada para esta quinta-feira, 15 de janeiro, e amplia a expectativa em torno de uma das produções mais celebradas da atual temporada de premiações.

O vídeo oferece um olhar íntimo sobre o processo criativo da obra e destaca a relação entre seus protagonistas, Jessie Buckley e Paul Mescal. Ambos comentam como foi construir, juntos, personagens atravessados pela dor, pelo silêncio e por uma conexão emocional profunda. Chloé Zhao também aparece compartilhando detalhes do processo de escalação do elenco, ressaltando que a escolha dos atores foi determinante para alcançar a intensidade emocional que a história exigia. Segundo a diretora, mais do que talento individual, era essencial que houvesse confiança e entrega mútua entre os intérpretes.

Inspirado no romance homônimo de Maggie O’Farrell, vencedor de importantes prêmios literários, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet propõe uma abordagem sensível e pouco convencional sobre a figura de William Shakespeare. Em vez de retratar o dramaturgo a partir de sua genialidade artística, o filme se concentra na dimensão íntima e familiar de sua vida, especialmente no impacto devastador da perda de seu filho, Hamnet. A narrativa acompanha Agnes, esposa de Shakespeare, enquanto ela tenta sobreviver ao luto e ressignificar a própria existência após a tragédia.

Jessie Buckley entrega uma atuação amplamente elogiada pela crítica internacional. Sua interpretação de Agnes é marcada por força contida, dor silenciosa e uma presença que domina a tela mesmo nos momentos de maior introspecção. O reconhecimento veio em forma de prêmios importantes, incluindo o Globo de Ouro 2026 de Melhor Atriz em Filme de Drama e o Critics Choice Awards na mesma categoria. A personagem se torna o verdadeiro centro emocional da história, conduzindo o espectador por uma jornada de sofrimento, memória e resistência.

Paul Mescal, por sua vez, constrói um Shakespeare distante da imagem romantizada do gênio literário. Seu personagem é introspectivo, emocionalmente reprimido e incapaz de verbalizar plenamente a dor que carrega. A dinâmica entre Mescal e Buckley se sustenta mais nos gestos, nos olhares e nos silêncios do que nos diálogos, reforçando a proposta intimista da direção. O vídeo de bastidores evidencia essa troca cuidadosa entre os atores, que se reflete diretamente na força das cenas.

A direção de Chloé Zhao imprime ao filme uma estética contemplativa e profundamente humana. Conhecida por seu olhar sensível para personagens à margem e histórias de introspecção, a cineasta utiliza paisagens naturais, luz suave e enquadramentos prolongados para criar uma atmosfera de melancolia e reflexão. A fotografia assinada por Łukasz Żal contribui para esse tom ao transformar ambientes rurais e espaços domésticos em extensões do estado emocional dos personagens.

O longa foi o grande vencedor do Festival Internacional de Cinema de Toronto, conquistando o prêmio do público, um dos mais prestigiados do evento. A escolha reforçou o apelo emocional da obra junto a diferentes públicos e consolidou sua trajetória na corrida de premiações. No Brasil, o filme também teve destaque ao ser exibido como o título de encerramento do Festival do Rio de 2025, ampliando sua visibilidade no país antes do lançamento comercial.

A produção reúne nomes de peso nos bastidores. Steven Spielberg e Sam Mendes, ambos vencedores do Oscar, assinam a produção do longa, enquanto o roteiro foi desenvolvido pela própria Maggie O’Farrell em parceria com Chloé Zhao. Essa colaboração direta garantiu uma adaptação fiel ao espírito do livro, sem abrir mão da linguagem cinematográfica autoral da diretora. O resultado é um filme que respeita a obra literária, mas encontra sua própria identidade nas imagens e no ritmo narrativo.

O caminho de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet até os cinemas começou em 2022, quando foi anunciada uma adaptação teatral do romance. Em março de 2023, os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Neal Street Productions. No mês seguinte, Chloé Zhao foi oficialmente confirmada como diretora e co-roteirista do projeto. Em maio, Paul Mescal e Jessie Buckley entraram em negociações para protagonizar o filme, participação que foi confirmada publicamente em janeiro de 2024.

As filmagens estavam inicialmente previstas para Londres, mas acabaram sendo realizadas no País de Gales. A produção teve início em 29 de julho de 2024 e foi concluída em 30 de setembro do mesmo ano. Durante esse período, Joe Alwyn e Emily Watson foram incorporados ao elenco, ampliando o peso dramático da narrativa. Steven Spielberg passou a integrar formalmente o projeto como produtor, reforçando a dimensão internacional da produção.

O filme teve sua estreia mundial no 52º Festival de Cinema de Telluride e chegou aos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá em lançamento limitado em 27 de novembro de 2025, com expansão nacional em dezembro. Desde então, tem acumulado críticas majoritariamente positivas, com elogios recorrentes às atuações centrais, à direção sensível de Zhao e à forma respeitosa e profunda com que o luto é retratado.

Retratos no Espelho | Um romance construído em vozes, memórias e segredos — José Cristovam transforma diálogos em cinema para o papel

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Em Retratos no Espelho, o escritor José Cristovam entrega uma obra que parece respirar como um filme — não apenas pelo ritmo, mas pela forma como cada diálogo carrega luz, sombra, tensão e silêncio. O romance, inteiramente construído por conversas, abre com um psicólogo revisitando um caso que marcou sua carreira: a história fragmentada, intensa e cheia de cicatrizes emocionais da família Lebazi Estevam. A partir desse ponto, o leitor é convidado a atravessar décadas em uma narrativa que se move como lembrança: nunca em linha reta, mas em curvas, flashes, retornos e cortes abruptos que lembram a montagem de um longa-metragem.

A trama salta dos anos 1960 ao início de 2020, reconstruindo momentos-chave na vida dos personagens como quem revira uma caixa antiga de fotografias. Cada diálogo funciona como uma imagem revelada — ora nítida, ora tremida, ora desgastada pelo tempo. Surgem discussões entre marido e mulher, confrontos entre pais e filhos, expectativas quebradas, reencontros marcados por emoções mal resolvidas, decisões adiadas e dores que se recusam a ser esquecidas. Não há linha cronológica confortável: há apenas memória, com toda sua subjetividade. O leitor decifra os fatos como quem monta um quebra-cabeça emocional, juntando pistas, tons de voz, hesitações e palavras não ditas.

E é justamente nisso que o livro se destaca. Em cada conversa, o autor trabalha temas universais — traumas que moldam a vida adulta, culpa que pesa mais do que deveria, a urgência de pedir perdão antes que seja tarde, a fragilidade dos vínculos familiares e o amor que, mesmo desgastado, insiste em permanecer. É um romance sobre como carregamos o passado no corpo, sobre como nossas versões antigas nunca desaparecem completamente.

Ambientado no ABC paulista, o livro se diferencia por não oferecer descrições físicas extensas ou cenários detalhados. Cristovam escolhe confiar na capacidade imaginativa do leitor, permitindo que cada um visualize rostos, espaços e gestos de acordo com sua própria bagagem emocional. É como assistir a um filme no escuro, onde a imagem se forma dentro da mente — uma composição íntima, quase secreta, entre leitor e narrativa. Sem narradores intermediários, sem capítulos que interrompem o fluxo, a sensação é de estar sentado ao lado dos personagens, ouvindo suas confissões, presenciando suas fraquezas, entendendo suas dores.

Outro ponto que torna Retratos no Espelho uma experiência singular é a trilha sonora integrada ao texto por meio de QR codes. Canções icônicas como “Exagerado” (Cazuza), “Se Eu Quiser Falar com Deus” (Gilberto Gil), “Como Uma Onda” (Lulu Santos), “Eduardo e Mônica” (Legião Urbana) e “Caso Sério” (Rita Lee) surgem como extensão das emoções expressas nos diálogos. A música entra como personagem invisível, dando textura às cenas e servindo como ponte afetiva entre o leitor e a atmosfera do momento. É uma escolha que reforça não apenas o caráter cinematográfico do romance, mas também o compromisso da obra em provocar sensações — e não apenas contar uma história.

Ao descrever Retratos no Espelho como um “filme escrito”, José Cristovam não exagera. O romance avança e recua apenas pelas vozes que o compõem, revelando camadas que só aparecem quando personagens se permitem olhar sem filtros, sem máscaras, sem escudos. É uma narrativa sobre o peso da memória e a coragem necessária para encarar o próprio reflexo — e, ao mesmo tempo, um convite para que o leitor faça o mesmo.

Cine Aventura 10/05/2025 – Record apresenta Ender’s Game: O Jogo Do Exterminador

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Neste sábado, 10 de maio de 2025, o Cine Aventura, da Record, apresenta Ender’s Game: O Jogo do Exterminador, um filme de ação e ficção científica que vai prender sua atenção do começo ao fim! Se você é fã de histórias com um toque de aventura, batalhas épicas e um futuro cheio de incertezas, essa é uma ótima oportunidade de reviver esse clássico que conquistou o público quando estreou nos cinemas.

Uma trama futurística e cheia de tensão

Lançado no final de 2013, Ender’s Game é baseado no famoso romance de Orson Scott Card e traz uma trama ambientada em um futuro não muito distante. A história começa com uma ameaça alienígena que já atacou a Terra uma vez, deixando o planeta em um clima de constante alerta. Para se preparar para a possível volta dos inimigos, a terra cria um programa de treinamento militar secreto, recrutando as mentes mais brilhantes, ou seja, crianças prodígios, para que se tornem os futuros comandantes de guerra.

O filme tem uma pegada emocionante, com muita ação e cenas de tirar o fôlego, mas também abre espaço para reflexões sobre os dilemas morais que surgem quando jovens são forçados a participar de um treinamento de combate tão intenso. No centro de tudo está o personagem Ender Wiggin, interpretado por Asa Butterfield, um garoto tímido, mas extremamente inteligente, que é escolhido para fazer parte dessa elite de jovens estrategistas. Ender, com seu senso aguçado de tática, logo se torna a última esperança da humanidade para enfrentar a ameaça alienígena.

Elenco de peso

No filme, Harrison Ford dá vida ao Coronel Graff, um personagem sério e dedicado, que lidera o programa de treinamento militar, enquanto Hailee Steinfeld interpreta Petra, uma das melhores amigas de Ender na escola de guerra. E claro, não podemos esquecer de Ben Kingsley, que brilha no papel de Mazer Rackham, um herói de guerra que desempenha um papel fundamental na luta contra os alienígenas.

A experiência de assistir ao filme

Assistir Ender’s Game: O Jogo do Exterminador em casa, no conforto do sofá, é uma experiência e tanto, especialmente quando o filme é exibido no Cine Aventura da Record. Com todo o contexto de guerra, estratégia e ação, a trama também aborda questões filosóficas e emocionais que vão fazer você refletir sobre os limites da guerra e o papel da juventude nas batalhas do futuro.

E para quem preferir ver o filme sob demanda, Ender’s Game também está disponível para aluguel no Prime Video, com preços a partir de R$ 6,90. Ou seja, tem sempre um jeito de assistir!

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