No Mega Sonho deste sábado (09), Marcelo de Carvalho recebe Adryana Ribeiro, Albert Bressan, Ana Paula e Antony Marquez

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Neste sábado, 9 de agosto, o Mega Sonho promete aquecer a noite da RedeTV! com uma edição especial que reunirá dois casais convidados para desafiar seus limites, testar sua sintonia e, claro, tentar levar para casa o prêmio milionário. Apresentado por Marcelo de Carvalho, o game show vai colocar lado a lado Adryana Ribeiro e Albert Bressan, e Ana Paula e Antony Marquez — casais que trazem histórias de vida inspiradoras e um misto de talento, estratégia e bom humor para a disputa.

Adryana Ribeiro é uma das vozes mais emblemáticas da música brasileira, especialmente no universo do samba e do pagode. Com uma trajetória que ultrapassa três décadas, a cantora conquistou seu espaço ao cantar as alegrias, dores e paixões do cotidiano brasileiro. Entre seus hits, “Fim de Noite” é um marco que não apenas embalou gerações, mas também reafirmou seu talento e carisma.

Ao seu lado, na disputa do Mega Sonho, está Albert Bressan, empresário e marido de Adryana, cuja história de amor desafia conceitos tradicionais de relacionamento. Apesar de casados, o casal opta por morar em apartamentos separados, uma escolha que muitos poderiam questionar, mas que para eles é sinônimo de respeito, liberdade e equilíbrio. “Dividir o mesmo teto não é sinônimo de sintonia”, afirmou Adryana em entrevistas recentes, mostrando que o que importa é a conexão emocional e a cumplicidade — algo que, no palco do game show, ficará evidente.

A participação dos dois no programa é uma oportunidade única de mostrar que o amor e a parceria podem ter múltiplas formas, e que a confiança entre duas pessoas é o que faz a diferença quando é hora de superar desafios.

Enquanto isso, do outro lado da disputa, Ana Paula e Antony Marquez chegam para provar que, mesmo em um relacionamento jovem, a sintonia pode ser muito forte. Ambos modelos, eles têm em comum o carisma e a experiência em trabalhar juntos em frente às câmeras, o que pode ser um diferencial importante no Mega Sonho.

Ana Paula vem conquistando seu espaço na moda brasileira, marcada pela elegância e uma postura firme diante das adversidades do mercado. Antony Marquez, por sua vez, tem se destacado não apenas por sua beleza, mas também por seu jeito descontraído e autêntico, conquistando uma legião de fãs nas redes sociais.

Com bom humor e espírito de equipe, o casal promete encarar as provas com leveza e determinação, mostrando que a diversão é tão importante quanto a vitória.

Entenda o formato dinâmico e desafiador do programa

O Mega Sonho é um game show que mistura raciocínio rápido, testes de memória, agilidade e, claro, um pouco de sorte. Com seis participantes a cada edição, o programa realiza uma série de dinâmicas eliminatórias que selecionam um finalista para o “Desafio do Milhão” — a etapa em que o prêmio máximo é disputado.

Apresentado por Marcelo de Carvalho, figura carismática e experiente, o programa se destaca por sua energia contagiante e pelo clima de camaradagem que cria entre os participantes e os convidados. Marcelo conduz o jogo com desenvoltura, estimulando a participação do público e incentivando a interação entre os casais e os demais jogadores.

A Melhor Mãe do Mundo acumula prêmios e fortalece candidatura ao Oscar 2026

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“A Melhor Mãe do Mundo”, novo longa da diretora Anna Muylaert, ainda nem chegou aos cinemas brasileiros, mas já conquistou um espaço importante no circuito internacional. Com estreia marcada para o dia 7 de agosto, o filme vem acumulando prêmios em festivais prestigiados e se destacando como um dos títulos mais fortes do ano. A trajetória sólida coloca a produção como um possível nome do Brasil para disputar uma vaga no Oscar 2026, na categoria de Melhor Filme Internacional.

Uma história de fuga, recomeço e amor incondicional

A trama acompanha Gal, uma mulher que vive nas ruas de São Paulo com os filhos Rihanna e Benin, depois de fugir de um relacionamento abusivo. Catadora de recicláveis, Gal luta para recomeçar a vida em meio à dureza da cidade e à marginalização social. Mas sua força está no afeto: a maternidade, mesmo em meio ao caos, é o elo que sustenta sua caminhada. A atuação de Shirley Cruz é o coração do filme — potente, real e absolutamente comovente.

Elenco diverso e participações especiais marcantes

Além de Cruz, o elenco é um ponto alto da produção. Rejane Faria brilha no papel coadjuvante, ao lado de nomes como Luedji Luna, Rubens Santos e os jovens Rihanna Barbosa e Benin Ayo, que interpretam os filhos de Gal. O longa ainda conta com participações especiais surpreendentes, como Katiuscia Canoro, Lourenço Mutarelli e o rapper Dexter, que dão ainda mais autenticidade e força narrativa à obra.

Reconhecimento em Guadalajara e Recife

No 40º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara (FICG), no México, A Melhor Mãe do Mundo conquistou três prêmios: Melhor Interpretação para Shirley Cruz, Melhor Roteiro para Anna Muylaert e Melhor Fotografia para Lílis Soares. Já no Cine PE, um dos principais festivais de cinema do Brasil, o filme foi a grande estrela da noite, vencendo em cinco categorias — incluindo Melhor Filme pelo Júri Oficial, Melhor Atriz (Shirley Cruz), Melhor Atriz Coadjuvante (Rejane Faria), Melhor Roteiro (Muylaert) e Melhor Montagem (Fernando Stutz).


Um filme brasileiro ganhando o mundo

A jornada do longa começou com sua estreia mundial no Festival de Berlim, e desde então ele vem ganhando espaço em importantes eventos internacionais. Na França, venceu no CinéLatino Toulouse, onde recebeu o Prêmio do Público, e no La Fiesta del Cine, em Nice. Também foi exibido no Canal+, aumentando sua visibilidade junto ao público europeu. Nos Estados Unidos, integrou a programação do San Francisco International Film Festival, reforçando sua presença global e alimentando expectativas em torno de uma possível campanha para o Oscar.

Agenda cheia antes da estreia nos cinemas

Antes da estreia oficial no Brasil, o filme ainda será exibido em dois eventos de peso. De 16 a 20 de julho, participa da Mostra Arte Caleidoscópio, e, entre 25 de julho e 2 de agosto, marca presença no Bonito CineSur. São exibições estratégicas que ajudam a manter o longa em evidência, aproximando-o de novos públicos e consolidando sua recepção crítica.

Anna Muylaert reafirma sua força no cinema nacional

Com A Melhor Mãe do Mundo, Anna Muylaert volta ao centro da discussão sobre o papel social e político do cinema brasileiro. Assim como em Que Horas Ela Volta?, ela dá protagonismo a mulheres que raramente são vistas com dignidade nas telas. Gal é sobrevivente, mãe, trabalhadora, mas, acima de tudo, é uma mulher que insiste em existir — mesmo quando o mundo insiste em apagá-la.

Nos cinemas a partir de 7 de agosto

Distribuído pela +Galeria, o longa estreia em circuito comercial no dia 7 de agosto. Se os prêmios já colocam o filme entre os destaques do ano, o que vem agora é o encontro com o público — aquele que sente, se identifica e se transforma diante de uma boa história. E A Melhor Mãe do Mundo tem tudo para ser uma das mais tocantes que o cinema brasileiro contou nos últimos tempos.

“Acumuladores” de quinta (24/07) mostra histórias impactantes de pessoas que perderam o controle e agora lutam por uma nova chance

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Toda casa guarda histórias. Em cada canto, um vestígio de quem somos, de onde viemos, do que amamos. Mas o que acontece quando os objetos tomam conta do espaço, da rotina e da própria identidade? Quando o medo de perder se transforma numa prisão feita de caixas, sacolas, bonecos, papéis velhos e memórias embaladas em poeira?

É esse mergulho profundo e doloroso que a série “Acumuladores”, exibida pela Record TV, propõe a cada novo episódio. Nesta quinta-feira (24 de julho de 2025), às 22h45, o público vai acompanhar três histórias reais, marcadas por perdas, traumas e a difícil jornada de desapego emocional.

Com apresentação de Rachel Sheherazade, o programa mostra que, por trás de pilhas de entulho, há sempre uma dor que se calou, um amor que ficou preso no tempo ou um medo que cresceu demais para ser ignorado.

Jackie: a menina que nunca deixou as bonecas

Entre tantos casos tocantes, o de Jackie chama atenção pela delicadeza de sua compulsão. Ela não acumula qualquer coisa — seu apego é direcionado a bonecas e bichos de pelúcia. A princípio, parece uma coleção como tantas outras. Mas, com o tempo, ficou claro que aquilo não era apenas nostalgia: era uma tentativa desesperada de reconstruir, em objetos, o afeto e a segurança que faltaram em algum momento da vida.

Hoje, sua casa mal tem espaço para caminhar. São milhares de bonecas empilhadas em corredores, quartos e até no banheiro. Jackie admite que perdeu o controle e que já gastou cerca de R$ 6 milhões em pelúcias ao longo dos anos. Para ela, cada boneca tem um nome, uma história, uma função emocional. Descartá-las seria como abandonar um pedaço de si mesma.

Quando aceita a ajuda da equipe de limpeza e psicólogos do programa, começa uma batalha silenciosa e cheia de resistência. Porque não é o lixo que se joga fora. É o medo. A saudade. A solidão.

Richard: o luto que não coube no coração, então ocupou a casa

Richard vive uma dor que muitos evitam nomear: a perda de um filho. Sua filha morreu ainda bebê, com apenas três meses de vida. A morte, inesperada e brutal, deixou nele uma ferida aberta que nunca cicatrizou. Sem conseguir elaborar o luto, ele encontrou no acúmulo de objetos uma forma de anestesiar a dor. Era como se, ao guardar, ele pudesse manter algo vivo. Um fio de conexão com aquilo que já não estava mais ali.

Com o tempo, o que começou como uma distração virou um estilo de vida. Sua casa se transformou em um amontoado de tralhas e lixo, onde mal se enxerga o chão. O local foi declarado inabitável. Os filhos, crescidos, tentaram ajudar, mas se viram derrotados por um pai preso ao passado, incapaz de se libertar daquilo que o sufoca.

A equipe de “Acumuladores” tenta, com sensibilidade, mostrar que o amor por um filho não se mede em objetos — e que, talvez, seja possível manter viva a lembrança sem manter o sofrimento.

Barbara: a mãe que construiu um muro de coisas para proteger os filhos

O terceiro caso da noite é, sem dúvida, um dos mais impactantes da temporada. Barbara, mãe de dez filhos, passou a vida tentando proteger a família do mundo — mas acabou protegendo demais. O trauma veio cedo: quando um de seus filhos tinha apenas cinco anos, um acidente doméstico provocou um incêndio que destruiu a casa inteira.

Desde então, Barbara passou a recolher compulsivamente qualquer objeto que encontrava pelas ruas. Caixas, sofás quebrados, brinquedos abandonados, garrafas, eletrodomésticos sem uso. Tudo era guardado. Tudo parecia ter uma utilidade futura, um valor emocional, uma missão.

Mas o que era tentativa de reconstrução virou uma armadilha. A casa, hoje, está à beira do colapso estrutural. O entulho acumulado ameaça desmoronar. E Barbara, soterrada emocionalmente, finalmente admite: precisa de ajuda. E precisa agora.

A câmera do programa capta um momento raro de vulnerabilidade — aquele instante em que a ficha cai, e a dor reprimida há décadas transborda. É nesse ponto que recomeçar se torna possível.

Muito mais do que bagunça: um retrato íntimo da dor humana

“Acumuladores” não é uma série sobre sujeira ou desordem. É uma série sobre o que acontece com as pessoas quando a dor se acumula mais rápido do que elas conseguem lidar. E, por isso, é tão relevante. Porque escancara, com coragem e sensibilidade, o lado invisível da saúde mental. Aquele que não aparece em diagnósticos rápidos, mas que se revela no cotidiano silencioso.

A cada episódio, a condução de Rachel Sheherazade dá o tom certo entre o acolhimento e a urgência. Ela não aponta dedos. Ela escuta. Ela traduz, para o telespectador, a complexidade desses casos. É uma mediadora entre o drama pessoal e a sociedade que ainda não sabe como lidar com esse tipo de sofrimento.

E a série acerta também ao trazer profissionais especializados — psicólogos, terapeutas, organizadores, engenheiros civis — que oferecem mais do que faxinas: oferecem escuta, estratégia e suporte.

Ajudar é mais difícil do que parece

O que impressiona em cada episódio é como o processo de intervenção não é linear. As pessoas resistem, hesitam, recuam. Muitas vezes, é preciso pedir licença para tocar em um objeto. Em outras, a equipe precisa negociar emocionalmente a saída de uma simples caixa.

Porque para quem acumula, aquilo que parece inútil para os olhos do outro tem um valor simbólico imenso. Pode ser o último presente de alguém amado, uma lembrança de tempos melhores ou o símbolo de uma promessa não cumprida. É preciso delicadeza, paciência e, acima de tudo, respeito.

Acúmulo é doença — e merece cuidado

É importante lembrar que o transtorno de acumulação é uma condição reconhecida pela medicina. Está ligada a distúrbios de ansiedade, depressão, traumas e até ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). No entanto, ainda é pouco discutido. E, muitas vezes, visto com deboche ou julgamento.

A série “Acumuladores” rompe esse silêncio. Expõe as feridas, mas também aponta os caminhos. Mostra que sim, é possível recomeçar. E que cada objeto descartado pode ser um passo rumo à liberdade interior.

Fantástico 13/04/2025: Carol Ribeiro fala sobre diagnóstico de esclerose múltipla

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Neste domingo, dia 14 de abril, o Fantástico exibe uma entrevista reveladora com a modelo e empresária Carol Ribeiro, que compartilha pela primeira vez com o público seu diagnóstico de esclerose múltipla, recebido há cerca de um ano. A doença, que compromete o funcionamento do sistema nervoso central, afeta aproximadamente 40 mil pessoas no Brasil, sendo majoritariamente mulheres, devido a fatores genéticos.

Em conversa com a repórter Giuliana Girardi, Carol relembra o impacto do diagnóstico e o medo inicial diante de uma condição ainda cercada de desinformação. “Eu chorava sem parar. O pouco que eu sabia era o que tinha visto em relatos na mídia, e aquilo me assustava muito”, afirma a modelo.

Carol encontrou apoio essencial na amiga Ana Claudia Michels, que deixou as passarelas para se dedicar à medicina. As duas aparecem juntas no programa, refletindo sobre o valor da amizade, da escuta e do acolhimento no enfrentamento de um problema de saúde delicado.

Após tornar público seu diagnóstico, Carol se surpreendeu com a quantidade de mensagens que recebeu. Muitas pessoas relataram identificação e revelaram medo de iniciar o tratamento. “Recebi muitas mensagens dizendo: ‘Que bom que você falou sobre isso’. Teve gente que nunca procurou ajuda por receio do que poderia enfrentar”, revela.

O programa também contará com a participação do médico Rodrigo Thomaz, especialista do Hospital Albert Einstein, que detalha os sintomas iniciais da doença e como ela interfere nas funções neurológicas.

Fantástico apresenta prévia de documentário sobre Sean ‘Diddy’ Combs

Outro destaque do programa é a pré-estreia de um documentário que promete repercussão global. A produção aborda a trajetória do magnata do hip-hop Sean ‘Diddy’ Combs, que atualmente responde a acusações graves envolvendo agressão, assédio e tráfico sexual.

Com depoimentos exclusivos e imagens de bastidores, o documentário traça o percurso do artista do estrelato à queda. A produção completa estará disponível no Globoplay a partir de domingo e será exibida também na segunda-feira (15), às 23h45, no canal GNT.

Estreia da nova temporada de “Quem Vive Ali”

O quadro “Quem Vive Ali” retorna ao Fantástico com destinos extremos e pouco conhecidos. No episódio de estreia, a equipe viaja até as Ilhas Faroé, um arquipélago isolado entre a Noruega e a Islândia. O cenário de clima severo e ventos tão intensos que fazem a água de uma cachoeira subir ao invés de cair revela um modo de vida único e resiliente.

Série “Trilhas da Mente” continua com casos impressionantes

O médico Dráuzio Varella dá sequência à série “Trilhas da Mente”, acompanhando pacientes e profissionais da saúde em um centro de referência em neurocirurgia. Nesta edição, o programa mostra o caso de uma mulher que sofre com espasmos no rosto e de uma grávida que precisou passar por uma cirurgia intrauterina delicada para salvar o bebê.

Estrelado por Angelina Jolie, Maria Callas estreia nos cinemas nesta quinta, 16 de janeiro

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A partir desta quinta-feira, 16 de janeiro, os cinemas brasileiros recebem um dos filmes mais esperados do ano: Maria Callas. Dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie, essa cinebiografia promete emocionar e impressionar quem for assistir. Distribuído pela Diamond Films, o maior nome independente da América Latina, o longa mergulha na vida e carreira de uma das sopranos mais icônicas da história.

O filme não se limita a contar a história de Maria Callas. Ele vai fundo na alma da artista, mostrando sua força, suas fragilidades e os desafios que marcaram sua vida. Angelina Jolie entrega uma performance incrível, cheia de emoção e intensidade, que já arrancou aplausos no Festival de Veneza e garantiu indicações a prêmios importantes, como o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards. É atuação digna de Oscar!

A visão única de Pablo Larraín

Com Maria Callas, Pablo Larraín fecha sua trilogia sobre mulheres que marcaram a história. Antes de Callas, ele dirigiu os aclamados Jackie (2016), sobre Jacqueline Kennedy, e Spencer (2021), sobre a Princesa Diana. Larraín tem o dom de mostrar o lado humano de grandes figuras, e aqui não é diferente: ele captura tanto o brilho da soprano quanto a solidão que vinha junto com o estrelato.

Um elenco e produção que encantam

Além de Jolie, o filme conta com nomes como Kodi Smit-McPhee, Alba Rohrwacher, Pierfrancesco Favino e Valeria Golino, todos entregando performances que dão ainda mais força à história. E o que dizer da produção? Figurinos de tirar o fôlego e uma direção de arte que transportam você diretamente para a época dourada de Callas. Cada detalhe foi pensado para mostrar não só o glamour, mas também os momentos difíceis da vida dela.

Muito mais que um filme

Maria Callas não é só sobre música ou fama. É uma história de resistência, solidão e legado – temas que tocam todo mundo de alguma forma. É um convite para refletir sobre os desafios enfrentados por mulheres que ousam brilhar em um mundo cheio de julgamentos.

Influenciadora literária Vitória Souza lança o livro “Círculos Não São Infinitos”

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O fim do amor. A pausa forçada. O silêncio criativo. Trinta dias afastada do trabalho e tudo o que Maeve Lee tem é um vazio — no papel, no peito, no casamento. Mas é justamente desse espaço de dor que nasce a trama de Círculos não são infinitos, novo romance da paraense Vitória Souza, que chega às livrarias em agosto e promete conversar diretamente com os leitores que já se perguntaram como (re)começar.

Com uma carreira consolidada como influenciadora literária e uma escrita marcada pela sensibilidade emocional, Vitória entrega aqui sua obra mais íntima. Um livro que, embora não seja autobiográfico, carrega a vivência de quem já passou pela sensação de estar longe de si mesma — e precisou voltar.

Uma protagonista quebrada (e profundamente real)

Maeve, a protagonista, é uma jovem escritora no auge do sucesso editorial e no limite do colapso emocional. Casada, premiada e aparentemente no controle, ela se vê desmoronando por dentro. Tudo o que ela tenta esconder — as dúvidas, o cansaço, a desconexão espiritual — transborda de repente. E é nesse vórtice que um pequeno objeto muda tudo: um caderno antigo encontrado ao acaso em um sebo silencioso de bairro.

O caderno, com páginas rabiscadas e capa azul desbotada, não carrega fórmulas nem profecias, mas provoca nela algo ainda mais incômodo: memórias. Fragmentos do passado. Instantes que ela tentou esquecer ou romantizar. Reencontros com versões suas que ficaram para trás. Aos poucos, ela entende que talvez não esteja sendo “levada de volta no tempo”, mas sim convocada a olhar para sua história com outros olhos — com verdade.

Fé como reencontro, não como pregação

Ao contrário de muitas narrativas que abordam espiritualidade com rigidez, Vitória opta por um caminho mais sutil e sensível. Aqui, a fé cristã não é uma bandeira ou um discurso pronto — é um lugar de retorno. Um espaço de silêncio, de escuta, de rendição.

“Eu não quis escrever sobre religião, mas sobre o que acontece dentro da gente quando a fé parece ter sumido. O livro é sobre o momento em que a gente para de fingir que está bem e começa, finalmente, a procurar a cura”, diz a autora, em entrevista.

Ao invés de oferecer respostas, Círculos não são infinitos oferece espaço: para dúvidas, para orações tímidas, para tentativas imperfeitas de perdão — inclusive do perdão a si mesma. A escrita de Vitória caminha nesse fio delicado entre o drama e a esperança, sem nunca soar artificial.

Quando o passado não é um lugar, mas uma chave

Entre as memórias que Maeve revê estão o início da faculdade, a paixão por Liam (o marido de quem ela se afasta), o sucesso precoce que a isolou, e o afastamento doloroso dos pais. Cada episódio surge como uma chance de fazer as pazes com alguma versão esquecida de si — não para consertar o que foi, mas para entender onde ela deixou de se ouvir.

E é aí que mora a potência do livro: não há viagem no tempo literal, mas há deslocamento emocional real. Um mergulho que confronta, sim, mas também limpa. Cicatriza. E aponta caminhos.

Círculos não são infinitos chega ao mercado como uma das apostas mais sensíveis do ano no gênero healing fiction, trazendo representatividade emocional para jovens e adultos que convivem com a sensação de falhar consigo mesmos. A estética minimalista da narrativa, os capítulos breves e a linguagem afetiva criam uma experiência quase confessional.

Com influências que vão de Taylor Jenkins Reid a Henri Nouwen, Vitória constrói uma protagonista vulnerável sem torná-la frágil, religiosa sem ser doutrinária, e corajosa sem ser heroína. Maeve apenas tenta. Cai. Levanta. Ora. Silencia. E volta.

Mesmo antes do lançamento oficial, leitores vêm se mobilizando online para discutir os temas do livro — como culpa, reconciliação, reconexão familiar e espiritualidade contemporânea. Clubes de leitura começam a se formar de forma espontânea e sessões de autógrafos já estão marcadas para São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

A expectativa é que o romance dialogue não apenas com o público jovem adulto, mas com qualquer leitor que já sentiu que algo dentro de si precisava de atenção — e não sabia por onde começar.

O título do livro já antecipa o que Maeve (e muitos de nós) precisa entender: nem todo ciclo precisa ser eterno. Nem toda dor precisa se repetir. Há tempo para refazer, redizer, refazer. Porque os círculos só parecem infinitos quando a gente anda em círculos dentro de si.

Frank Grillo entra em cena em “Pacificador” com sinceridade, suor e bom humor: “Fui um guerreiro”

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Quando você pensa em Frank Grillo, a última coisa que vem à mente é uma coreografia sincronizada ao som de glam rock dos anos 80. A gente imagina o cara socando vilões, perseguindo bandidos, explodindo coisas e mantendo o olhar sério em cenas de ação, não girando os bracinhos em ritmo de música. Mas foi exatamente isso que aconteceu — ou quase — nos bastidores da segunda temporada de “Pacificador“, a série da DC que conseguiu o improvável: fazer todo mundo se importar com um herói babaca, cheio de problemas e vestindo um capacete ridículo.

De acordo com informações do Entertainment Weekly, durante o evento Comic-Con, Grillo contou sem nenhum filtro que a ideia de dançar na abertura da nova temporada não o deixou nem um pouco animado. “Sou péssimo nisso”, confessou, com aquele tom de sinceridade que só alguém calejado por Hollywood e por muitos rounds de jiu-jitsu pode ter. E ele não estava sozinho: Tim Meadows, outro novato no elenco, também sofreu. “Eu fui horrível. Todo mundo achou que eu seria bom, e não quero nem dizer o porquê”, disse, rindo — e deixando no ar um mistério que só o elenco parece entender.

James Gunn, o cérebro por trás da série (e agora chefão do universo DC), não perdoou: “Ele é um péssimo dançarino. Mas foi um guerreiro!”. E pronto: estava armado o clima de zoeira e camaradagem que parece definir os bastidores desse novo ano da produção.

Menos glamour e mais insanidade

Pra quem ainda não mergulhou nesse universo bizarro, a trama não é só mais uma série de super-herói. Longe disso. É uma mistura de tiroteio, piada de mau gosto, drama familiar mal resolvido, trilha sonora nostálgica e personagens que você ama odiar — e depois simplesmente ama. Estrelada por John Cena (num papel que, convenhamos, nasceu pra ele), a série surgiu como um spin-off de O Esquadrão Suicida e acabou ganhando vida própria.

O personagem principal, Christopher Smith, é um sujeito que acredita em alcançar a paz a qualquer custo. Literalmente. Se precisar matar meia dúzia no caminho, tudo bem. O cara é como um Rambo com consciência zero e coração escondido em algum lugar bem fundo — que, aos poucos, vai aparecendo. No meio do sarcasmo, da ação exagerada e dos dilemas existenciais, Pacificador conseguiu ser original, engraçada e surpreendentemente emocional.

E agora, com a estreia da segunda temporada marcada pro dia 21 de agosto, os fãs mal conseguem conter a ansiedade. Afinal, além do retorno dos personagens já queridos (como Harcourt, Adebayo, Vigilante e Economos), ainda teremos a adição de rostos novos, como Frank Grillo, que promete agitar — e muito — essa nova fase.

Grillo na dança e no tapa

A verdade é que ver Frank Grillo dançando já seria um evento à parte. Mas ele não veio só pra isso. O ator entra na série com o peso de uma carreira cheia de testosterona. Ele já foi antagonista em filme chinês bilionário (Lobo Guerreiro 2), vilão da Marvel (Capitão América: O Soldado Invernal), protagonista em filmes como The Purge: Anarchy, e ainda arrumou tempo pra fazer séries marcantes como Kingdom e Billions.

Se você o viu em cena, sabe: ele é daqueles que chegam botando pressão. Sempre com cara de quem acabou de sair de uma luta ou tá prestes a entrar em uma. Nascido e criado no Bronx, Grillo é ítalo-americano raiz. Começou a lutar cedo, estudou com Rickson Gracie, virou faixa-marrom de jiu-jitsu e quase virou executivo de Wall Street antes de a vida dar uma guinada num comercial de cerveja.

Agora, aos quase 60 anos (acredite, ele não aparenta), Grillo mostra que ainda tem fôlego — mesmo que não tenha tanto ritmo na dança. “Foi estranho, mas divertido. E o Tim, coitado, sofreu mais que eu”, brincou ele, mostrando que entrou no espírito da coisa. E esse é justamente o segredo da série: não se levar a sério demais.

A abertura que virou lenda

Vale lembrar que a abertura da primeira temporada virou um fenômeno. A coreografia ridícula, feita com todo mundo sério e duro como estátua, ao som de “Do Ya Wanna Taste It?” da banda Wig Wam, viralizou. Virou TikTok, virou cosplay, virou festa temática. E James Gunn, sabendo do impacto, decidiu repetir a dose na nova temporada — só que agora com mais gente e mais caos.

A proposta, segundo o próprio diretor, nunca foi dançar bem. Era parecer esquisito mesmo. Um jeito de dizer: “Aqui não tem glamour. Aqui tem bizarrice.” E deu certo. Quando você vê John Cena dançando com a expressão de quem está pagando uma promessa, entende que Pacificador não está tentando se encaixar em nenhum molde de super-herói tradicional.

E agora, com Grillo e Meadows entrando pra essa dança esquisita, a promessa é de mais vergonha alheia e diversão.

Bastidores de um universo em expansão

A série é mais um fruto do casamento entre James Gunn e a HBO Max (agora só Max), numa fase de reorganização do universo DC. Gunn escreveu todos os episódios da primeira temporada durante a pandemia, no meio da pós-produção de O Esquadrão Suicida, e filmou a série em Vancouver. O resultado foi uma produção enxuta, criativa e com personalidade.

Além disso, a série serviu como um laboratório pro estilo que Gunn quer implementar no novo DCU, do qual ele agora é o comandante-mor. A série não tem medo de mexer com temas pesados: abuso paterno, lealdade cega, fanatismo político e emocional. Tudo isso embalado em piadas escatológicas e violência estilizada.

É esse equilíbrio entre escracho e profundidade que tornou a série um sucesso. E a nova temporada promete manter — ou até exagerar — essa pegada.

John Cena no centro do furacão

John segue como o coração (e o músculo) da série. O ex-lutador de WWE mostrou um timing cômico surpreendente e uma entrega emocional que ninguém esperava. Seu Pacificador é arrogante, impulsivo e, às vezes, detestável — mas também carrega um peso emocional que o torna mais real do que muita gente vestida de capa por aí.

Na primeira temporada, vimos ele confrontar seu passado tóxico, seus medos, suas perdas. E tudo isso sem perder a piada, o soco ou a dancinha. Na segunda temporada, o personagem parece pronto para encarar novas feridas e novos inimigos — inclusive internos. E, com Frank Grillo no elenco, pode apostar que vai ter porrada das boas.

Tim Meadows e o tempero da comédia

Outro reforço importante pro elenco é Tim Meadows, um veterano da comédia americana. Conhecido por anos de Saturday Night Live, ele entra com o charme do “tio engraçado que se mete em confusão”. E, pelo que ele mesmo contou, não foi nada fácil acompanhar a galera na tal abertura dançante. “Todo mundo achava que eu tinha talento, e eu decepcionei bonito”, disse, rindo de si mesmo.

E o que mais vem por aí?

Se os detalhes da trama ainda estão sendo guardados a sete chaves, o que já se sabe é que James Gunn continua no comando criativo da série, mesmo agora assumindo o leme de todo o universo DC. A temporada deve mergulhar ainda mais fundo nas consequências das escolhas do anti héroi, nos dilemas éticos (ou falta deles) e nas maluquices que só esse grupo de desajustados é capaz de viver.

A Max já prepara um esquema de divulgação pesado para o lançamento, e os fãs estão sedentos por qualquer teaser, pôster ou rumor. E com razão: depois de uma primeira temporada que ninguém esperava amar tanto, a expectativa agora é altíssima.

Nair Nany vem ao Brasil pela primeira vez para participação especial em gravação de DVD gospel em São Paulo

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A espera terminou. A cantora angolana Nair Nany, que se tornou uma sensação entre os admiradores da música gospel com sucessos como “Melhor Amigo / O Que Seria de Mim”, finalmente vem ao Brasil — e a data já está marcada. No dia 10 de setembro, ela desembarca em São Paulo para participar da gravação do novo DVD do pastor e cantor Marcos Freire, em um evento que promete marcar a história da música cristã contemporânea.

Com voz potente, carisma marcante e uma fé que transborda em suas ministrações, Nair Nany será uma das atrações principais de uma noite de celebração, comunhão e adoração, ao lado de grandes nomes do cenário gospel nacional, como Aline Barros, Fernanda Brum, Anderson Freire, Camila Vieira e Paulo Vieira.

A filha de Angola conquista o Brasil

Natural de Angola, Nair Nany tem conquistado uma legião de admiradores brasileiros por meio das redes sociais e plataformas de streaming. Seu estilo emocional, carregado de espiritualidade e entrega, encontrou eco entre fiéis e ouvintes que se identificam com letras que falam sobre intimidade com Deus, superação, dor e consolo.

O dueto com Eunice Zumbuca e Dimy Francisco, em “Melhor Amigo / O Que Seria de Mim”, tornou-se viral, rendendo centenas de milhares de execuções nas plataformas e compartilhamentos em vídeos de testemunhos e pregações. Em um momento em que a música gospel angolana ganha projeção internacional, Nair Nany se destaca como uma das principais vozes dessa nova geração.

Um convite especial e histórico

A vinda da artista a solo brasileiro foi idealizada pelo próprio Marcos Freire, que fez o convite para que ela participasse da gravação de seu novo DVD. O evento reunirá diferentes vertentes da música cristã e promete unir culturas e sotaques num só propósito: exaltar a fé e o amor de Deus.

Nas palavras do pastor, essa será uma “noite profética” — e não é para menos. A presença de Nair Nany marca uma aproximação ainda maior entre os ministérios africanos e brasileiros, fortalecendo laços espirituais e culturais. “Estamos trazendo a filha de Angola para, juntos, declararmos nas horas escuras que Deus é a nossa luz”, disse Marcos Freire em publicação nas redes.

A nova fase do gospel internacional

A participação de Nair Nany em eventos no Brasil também simboliza um novo capítulo na relação do país com artistas internacionais da música gospel. Por muito tempo, nomes norte-americanos ocuparam esse espaço, mas agora vozes africanas, como a de Nany, vêm ganhando mais representatividade, ampliando o repertório, os ritmos e as narrativas de fé compartilhadas entre os continentes.

Para o público, a expectativa é grande. Comentários nas redes sociais expressam alegria, emoção e ansiedade pela chegada da cantora. “Nunca pensei que veria Nair Nany aqui, pessoalmente. Vai ser uma noite para glorificar!”, escreveu uma seguidora

Um momento para ser vivido com o coração

Mais do que um show, a gravação será um grande culto musical, em que diferentes gerações de adoradores se reunirão para louvar, orar e agradecer. A estreia da cantora no Brasil não será apenas uma apresentação: será o início de uma nova etapa na carreira da cantora e, possivelmente, o ponto de partida para novas conexões entre igrejas, ministérios e públicos ao redor do mundo.

Sessão da Tarde desta segunda (1º) exibe Kong – A Ilha da Caveira e leva uma aventura épica à tela da Globo

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A segunda-feira, 1º de dezembro, promete ser mais movimentada na telinha da Globo. A Sessão da Tarde traz uma das aventuras mais empolgantes do MonsterVerse: Kong: A Ilha da Caveira, produção que reinventou o mito do gorila gigante e apresentou ao público uma experiência visual grandiosa, cheia de ação, mistérios e criaturas colossais. Lançado em 2017, o filme marcou uma nova fase para a franquia King Kong e abriu caminho para os futuros embates com Godzilla nos cinemas.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama começa em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Dois pilotos inimigos – um americano e um japonês – caem em uma ilha desconhecida após seus aviões serem abatidos em combate. Mesmo diante do isolamento e das circunstâncias extremas, eles continuam a lutar como se a guerra nunca tivesse acabado. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que aquela ilha reservava algo ainda mais assustador do que o conflito entre nações: um macaco gigante que surge para interromper o duelo e redefinir todas as noções de perigo que eles tinham.

A narrativa então avança para 1973, período marcado por tensões políticas, avanços científicos e a curiosidade crescente sobre regiões do planeta ainda pouco exploradas. É nesse cenário que conhecemos Bill Randa, interpretado por John Goodman, um homem determinado a provar que a Ilha da Caveira guarda segredos que vão além de lendas ou folclore. Ele acredita na existência de criaturas colossais e está disposto a arriscar sua reputação – e até sua vida – para encontrar as provas definitivas.

Randa consegue financiamento governamental e monta uma expedição ambiciosa, reunindo militares experientes e profissionais estratégicos. Entre eles estão o coronel Preston Packard, vivido por Samuel L. Jackson, um líder rígido e extremamente comprometido com seus códigos de honra; James Conrad, interpretado por Tom Hiddleston, um rastreador habilidoso que conhece bem os perigos de territórios desconhecidos; e Mason Weaver, brilha nas mãos de Brie Larson, uma fotojornalista que enxerga na missão uma oportunidade de revelar verdades que muitos preferem esconder.

Ao chegarem à ilha, a expedição rapidamente percebe que aquele território não segue nenhuma lógica. A natureza parece viva, pulsante e indomável. As paisagens, belíssimas e brutais ao mesmo tempo, escondem criaturas gigantes que desafiam as leis da biologia e qualquer compreensão humana. Kong surge como o protetor da ilha, uma força da natureza que desperta tanto temor quanto fascínio. Ele não é apenas um monstro – é um guardião, um sobrevivente, um símbolo de equilíbrio em um lugar onde tudo possui seu próprio papel dentro daquele ecossistema misterioso.

O choque entre os militares e Kong dá início a uma sequência de conflitos intensos, enquanto a equipe tenta sobreviver e entender a verdadeira dinâmica da ilha. No caminho, eles encontram Hank Marlow, vivido por John C. Reilly, um piloto perdido desde a Segunda Guerra Mundial. Seu humor e sua visão peculiar sobre a ilha trazem leveza à jornada, ao mesmo tempo em que revelam verdades profundas sobre Kong e os perigos que realmente habitam aquele solo isolado.

A direção de Jordan Vogt-Roberts dá ao filme uma estética marcante. Cada cena parece construída para mergulhar o espectador em um mundo onde a grandiosidade reina. As cores vibrantes, a fotografia inspirada nos filmes de guerra da década de 70 e a escala monumental das criaturas criam uma experiência visual que se destaca entre produções do gênero. Vogt-Roberts equilibra ação com momentos mais contemplativos, onde o público pode observar a força e a vulnerabilidade de Kong, um personagem que desperta empatia mesmo sem pronunciar uma única palavra.

Kong: A Ilha da Caveira também marca um capítulo importante dentro do MonsterVerse, o universo compartilhado de monstros criado pela Legendary Pictures. O filme estabelece as bases para o reencontro histórico entre Kong e Godzilla, colocando o gorila gigante como uma das peças centrais desse mundo cinematográfico. Além de ser o primeiro da cronologia oficial, ele é responsável por apresentar conceitos e personagens que influenciam diretamente os eventos posteriores.

Com um orçamento de US$ 185 milhões, o filme impressionou não apenas pela proposta ambiciosa, mas também pelo resultado nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 568 milhões ao redor do mundo. Parte desse sucesso se deve ao elenco poderoso, que reúne nomes de peso como Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, Brie Larson e John C. Reilly, todos entregando performances intensas que ajudam a dar humanidade ao caos épico da ilha.

Typhoon Family | Saiba a data de lançamento do 2º episódio da 1ª temporada na Netflix

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O mundo dos k-dramas ganhou mais um destaque nesta semana com a chegada do segundo episódio de Typhoon Family à Netflix. A série sul-coreana, que estreou oficialmente na tvN no último sábado, dia 11 de outubro de 2025, já conquista espectadores ao redor do globo com uma narrativa envolvente sobre família, responsabilidade e resiliência em tempos de crise. No Brasil, a Netflix disponibiliza o segundo episódio nesta domingo, 12 de outubro, permitindo que o público acompanhe de perto a trajetória de Kang Tae-poong, um jovem CEO que precisa assumir uma empresa à beira da falência durante a crise financeira de 1997. O terceiro episódio já tem data marcada: chega ao catálogo da plataforma no próximo sábado, 18 de outubro.

Com 16 episódios previstos, “Typhoon Family” combina drama familiar, tensão corporativa e elementos históricos, transportando o público para a Coreia do Sul dos anos 90, uma época marcada por mudanças culturais e desafios econômicos. O enredo acompanha não apenas as dificuldades de Tae-poong em manter a empresa que herdou do pai, mas também o impacto dessas dificuldades sobre sua família, funcionários e amigos próximos.

Um olhar humano sobre a crise de 1997

A série acompanha Kang Tae-poong, interpretado por Lee Jun-ho, um jovem que, antes da crise, levava uma vida despreocupada como membro da chamada “Tribo Laranja” de Apgujeong, um fenômeno cultural juvenil da década de 1990. Com a crise financeira de 1997, Tae-poong se vê forçado a amadurecer rapidamente para assumir o controle da Typhoon Company, uma pequena empresa sem recursos financeiros, funcionários ou produtos prontos para venda.

O drama mostra a transformação do protagonista, de um jovem de espírito livre para um líder determinado, e, ao mesmo tempo, retrata a luta de todos ao seu redor para sobreviver a tempos incertos. Entre eles está Oh Mi-seon, contadora interpretada por Kim Min-ha, cuja dedicação e ética profissional são essenciais para a manutenção da empresa. Filha mais velha responsável, ela trabalha longas jornadas para sustentar sua família, mostrando como crises econômicas afetam não apenas empresas, mas também vidas humanas.

Um elenco talentoso e diversificado

O sucesso de “Typhoon Family” também se deve ao seu elenco cuidadosamente selecionado. Além de Lee Jun-ho e Kim Min-ha, a série conta com nomes de peso que enriquecem a narrativa. Kim Ji-young interpreta Jeong Jeong-mi, mãe de Tae-poong, cuja presença reforça a importância da família nas decisões do protagonista. Kim Min-seok dá vida a Wang Nam-mo, melhor amigo de Tae-poong, trazendo leveza e apoio emocional em meio aos conflitos.

Por outro lado, Mu Jin-sung assume o papel de Pyo Hyeon-jun, rival de Tae-poong e filho de Pyo Bak-ho, interpretado por Kim Sang-ho, CEO de uma empresa concorrente. Essa dinâmica cria tensões que vão além do ambiente familiar, explorando a competitividade do mundo corporativo. O elenco se completa com Park Sung-yeon, Yang Byung-yeol, Lee Chang-hoon, Lee Sang-jin, Kim Song-il e Kim Jae-hwa, cada um contribuindo para a profundidade da trama, seja como familiares, amigos ou funcionários da Typhoon Company.

Direção e roteiro: construindo uma narrativa envolvente

A série é dirigida por Lee Na-jeong e Kim Dong-hwi, com roteiro assinado por Jang Hyun-sook. A produção é uma coprodução entre Imaginus, Studio PIC e Tree Studio, garantindo um resultado técnico e narrativo de alto nível. Segundo a própria roteirista, a inspiração para a série veio de suas experiências enquanto vendedora, em uma época em que telefones celulares ainda não eram comuns. Ela buscou retratar a resiliência das pessoas em situações difíceis, e esse cuidado transparece em cada episódio.

O roteiro equilibra momentos de tensão com instantes de emoção e humor, criando uma narrativa envolvente que mantém o público ansioso por cada novo capítulo. A história não foca apenas nos negócios, mas também nas relações humanas, nos dilemas familiares e na importância da amizade e da ética, mesmo diante de dificuldades econômicas.

Bastidores e curiosidades do elenco

O processo de escalagem do elenco teve suas particularidades. Inicialmente, Lee Jun-ho estava em negociações desde setembro de 2024 e mostrou grande interesse no papel principal. A protagonista feminina originalmente seria Keum Sae-rok, que acabou desistindo devido a conflitos de agenda. Em janeiro de 2025, Kim Min-ha foi considerada para o papel e, em fevereiro, a dupla foi oficialmente confirmada.

Outros membros do elenco também foram cuidadosamente escolhidos para garantir química e autenticidade nas relações. Sung Dong-il e Kim Ji-young interpretam os pais de Tae-poong, enquanto Kim Min-seok e Mu Jin-sung assumem os papéis de melhor amigo e rival. Esse cuidado reflete a preocupação da produção em criar personagens críveis, capazes de cativar o público e transmitir emoção de forma convincente.

A estética e o retrato da década de 1990

Um dos grandes diferenciais de “Typhoon Family” é o cuidado com a ambientação. Figurinos, cenários e trilha sonora transportam o público diretamente para os anos 90, criando uma atmosfera nostálgica que dialoga com os elementos da trama. Desde o estilo da “Tribo Laranja” até o cotidiano das pequenas empresas da época, cada detalhe contribui para a imersão do espectador, reforçando a autenticidade histórica e emocional da série.

O impacto da crise financeira no enredo

Mais do que um pano de fundo histórico, a crise de 1997 é um elemento central da narrativa. Ela força Tae-poong e todos ao seu redor a tomar decisões difíceis, lidar com perdas e encontrar soluções criativas para problemas aparentemente insolúveis. A série mostra como eventos econômicos podem afetar vidas humanas, relações familiares e estruturas empresariais, mas também evidencia a força da solidariedade e da perseverança.

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