O Mago do Kremlin | Thriller político estrelado por Jude Law como Vladimir Putin ganha trailer e estreia nos cinemas em abril

0

O thriller político O Mago do Kremlin acaba de ganhar trailer oficial, pôster e data de estreia confirmada no Brasil. Com distribuição da Imagem Filmes, o longa chega aos cinemas no dia 9 de abril e promete levar o público para dentro dos bastidores do poder russo em uma trama intensa, cheia de estratégia política, ambição e jogos de influência.

O filme marca o retorno do premiado diretor francês Olivier Assayas (Personal Shopper, Acima das Nuvens) a um cinema político sofisticado e provocativo. Conhecido por construir narrativas que exploram personagens complexos e contextos históricos marcantes, Assayas mergulha agora em um dos ambientes políticos mais enigmáticos do mundo: o Kremlin.

A produção reúne um elenco de peso liderado por Jude Law (Sherlock Holmes, Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore), que assume o desafiador papel de Vladimir Putin. Ao seu lado está Paul Dano (The Batman, Sangue Negro), responsável por interpretar o personagem central da história, Vadim Baranov.

A trama se passa no início dos anos 1990, um período turbulento marcado pela queda da União Soviética e pelas profundas transformações políticas que se seguiram na Rússia. Em meio a esse cenário de incertezas e disputas por poder, novas figuras começam a surgir nos bastidores do governo.

É nesse contexto que surge Vadim Baranov, um jovem estrategista de comunicação que acaba sendo recrutado para trabalhar no coração da política russa. Inteligente, observador e com grande habilidade para entender o funcionamento do poder, ele rapidamente se torna uma peça importante dentro do Kremlin.

A partir desse momento, o filme acompanha a trajetória de Baranov enquanto ele passa a atuar nos bastidores da construção da imagem pública de Vladimir Putin, que naquele momento começa a consolidar sua ascensão política.

A relação entre os dois personagens se torna o eixo central da história. Enquanto Putin ganha cada vez mais espaço no cenário político, Baranov trabalha nos bastidores elaborando discursos, estratégias de comunicação e narrativas capazes de moldar a percepção pública.

O longa revela justamente esse universo pouco visível da política, onde decisões aparentemente discretas podem influenciar rumos históricos. Mais do que mostrar reuniões e debates, o filme busca retratar como a comunicação e a estratégia podem ser tão poderosas quanto as decisões oficiais.

A história é inspirada no romance homônimo escrito por Giuliano da Empoli, autor franco-italiano que conquistou leitores ao redor do mundo com a obra. No livro, ele combina elementos de ficção e referências históricas para construir um retrato intrigante dos mecanismos de poder contemporâneos.

Para levar essa narrativa às telas, Olivier Assayas trabalhou no roteiro ao lado do escritor e cineasta Emmanuel Carrère (O Reino, Limonov). Juntos, eles buscaram transformar a densidade política do livro em uma experiência cinematográfica envolvente.

Segundo Assayas, o processo de adaptação exigiu algumas mudanças criativas. O desafio era traduzir para imagens e ritmo cinematográfico uma história originalmente construída em torno de diálogos, reflexões políticas e bastidores estratégicos.

Além da dupla protagonista, o filme reúne um elenco internacional de destaque. Entre os nomes confirmados está a vencedora do Oscar Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa, Ex Machina). Também participam da produção Tom Sturridge (Sandman, Longe Deste Insensato Mundo) e Jeffrey Wright (Westworld, 007 – Sem Tempo Para Morrer).

Antes de chegar aos cinemas brasileiros, o longa teve sua estreia mundial no tradicional Festival Internacional de Cinema de Veneza, um dos eventos mais importantes do cinema mundial. A produção integrou a seleção oficial do festival e foi indicada ao Leão de Ouro, principal prêmio da mostra.

A exibição chamou a atenção principalmente pela performance de Jude Law e pela forma como o filme constrói um retrato tenso e detalhado do funcionamento interno do poder político.

Ao longo da narrativa, “O Mago do Kremlin” conduz o espectador por corredores silenciosos, salas de reuniões e bastidores onde decisões estratégicas são tomadas longe dos holofotes. O filme sugere que muitas vezes a história não é escrita apenas por líderes visíveis, mas também por aqueles que atuam nas sombras do poder.

Sessão da Tarde desta terça, 10 de março, exibe “90 Minutos no Paraíso”, drama inspirado em história real de fé e superação

0

A TV Globo apresenta nesta terça-feira, 10 de março, na tradicional Sessão da Tarde, o drama 90 Minutes in Heaven, conhecido no Brasil como “90 Minutos no Paraíso”. O longa-metragem traz uma história profundamente emocional inspirada em um relato real que ganhou repercussão internacional ao abordar temas como fé, esperança e a força da família diante de uma tragédia inesperada.

Dirigido por Michael Polish (Big Sur, Twin Falls Idaho), o filme acompanha a jornada de um homem que vê sua vida mudar completamente após um grave acidente de carro. A trama mistura drama, espiritualidade e superação, convidando o público a refletir sobre a fragilidade da vida e a capacidade humana de recomeçar mesmo após momentos extremamente difíceis.

Na história, o pastor Don Piper é interpretado por Hayden Christensen (Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones, Jumper). Don leva uma vida tranquila ao lado da família e dedica grande parte do tempo à comunidade religiosa. Tudo muda de forma abrupta quando ele sofre um terrível acidente de trânsito durante uma viagem.

Após a colisão violenta entre seu carro e um caminhão, Don fica preso entre as ferragens. A gravidade do impacto leva as equipes de resgate a concluírem que ele não sobreviveu ao acidente. No local, o pastor é oficialmente declarado morto.

Durante aproximadamente uma hora e meia, todos acreditam que não há mais nada que possa ser feito. No entanto, algo inesperado acontece. Cerca de 90 minutos depois, Don surpreende os socorristas ao voltar a apresentar sinais de vida, um acontecimento que deixa médicos e testemunhas perplexos.

Quando desperta, Don afirma ter vivido uma experiência espiritual enquanto estava sem vida. Segundo seu relato, ele teria visitado o céu durante aquele período em que foi considerado morto. A história rapidamente desperta curiosidade e emoção entre familiares, amigos e pessoas que acompanham seu testemunho.

Mas o retorno à vida traz consigo uma realidade extremamente dura. O acidente deixou sequelas graves em seu corpo, e Don precisa enfrentar um longo e doloroso processo de recuperação. Cirurgias, tratamentos intensivos e limitações físicas passam a fazer parte de sua nova rotina.

Enquanto luta para lidar com as dores e com as mudanças em sua vida, Don também precisa enfrentar conflitos emocionais. A experiência que ele diz ter vivido no céu contrasta com o sofrimento físico que passa a enfrentar diariamente.

Nesse momento difícil, sua esposa Eva, interpretada por Kate Bosworth (Superman Returns, Para Sempre Alice), se torna seu principal apoio. Determinada a manter a família unida, ela assume inúmeras responsabilidades e demonstra uma força impressionante para ajudar o marido a seguir em frente.

Ao longo da trama, o filme explora não apenas a recuperação física de Don, mas também o impacto emocional do acidente sobre toda a família. A história retrata os desafios enfrentados por quem precisa lidar com limitações inesperadas e mostra como o amor e a fé podem se tornar pilares fundamentais em momentos de crise.

O elenco também conta com a participação de Bobby Batson (Shiloh, A Onda), Hudson Meek (Baby Driver, MacGyver) e Elizabeth Hunter (The Resident, The Originals), que interpretam personagens importantes na trajetória da família.

Na versão brasileira exibida na televisão, o filme conta com dublagem de Leticia Quinto, Alfredo Rollo, Mariana Zink, Murilo Merino e Isabella Guarnieri.

Produzido com um orçamento estimado em cerca de 5 milhões de dólares, o longa arrecadou aproximadamente 4,8 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. Apesar de ter recebido avaliações negativas da crítica especializada em sites como Rotten Tomatoes e Metacritic, a produção encontrou um público fiel entre espectadores que buscam histórias inspiradoras e reflexivas.

Resenha – Os Três Mosqueteiros é uma aventura clássica que mistura amizade e intrigas políticas

0

Poucos livros de aventura são tão conhecidos quanto Os Três Mosqueteiros, romance de Alexandre Dumas que atravessou séculos conquistando leitores de diferentes gerações. Nesta adaptação de Ana Maria Machado, o clássico francês ganha uma versão mais acessível, pensada especialmente para novos leitores. O resultado é uma leitura dinâmica e envolvente, mas que inevitavelmente simplifica alguns dos aspectos mais complexos da obra original.

A história se passa na França do século XVII e acompanha D’Artagnan, um jovem impulsivo que deixa sua cidade natal rumo a Paris com o sonho de se tornar um mosqueteiro do rei. Logo no início da jornada ele conhece Athos, Porthos e Aramis, três soldados que dão nome à obra e que se tornam seus aliados em uma série de aventuras marcadas por duelos, intrigas políticas e disputas de poder.

O famoso lema “um por todos e todos por um” resume bem o espírito da narrativa. A amizade entre os quatro protagonistas é o grande motor da história e funciona como elemento central da trama. Alexandre Dumas constrói personagens carismáticos, cada um com características bem definidas, o que ajuda a tornar a leitura ágil e cheia de momentos memoráveis.

No entanto, ao revisitar o livro hoje, é possível perceber que parte do seu prestígio também vem da força do imaginário que ele construiu ao longo do tempo. A narrativa é divertida, mas em vários momentos se apoia mais na sucessão de aventuras do que em um aprofundamento real dos personagens ou dos conflitos políticos apresentados.

A presença do Cardeal Richelieu como antagonista político e da sedutora Milady de Winter como vilã principal adiciona tensão à história, mas esses personagens muitas vezes aparecem mais como figuras simbólicas do que como indivíduos complexos. Milady, por exemplo, é lembrada como uma das grandes vilãs da literatura, mas sua construção narrativa depende bastante de estereótipos clássicos de manipulação e traição.

Ao mesmo tempo, a trama romântica envolvendo D’Artagnan e Constance Bonacieux acrescenta um tom emocional à história, embora esse relacionamento também seja tratado de forma relativamente simples. A narrativa privilegia a ação e o ritmo acelerado das aventuras, o que faz com que algumas relações e motivações sejam desenvolvidas de maneira superficial.

A adaptação realizada por Ana Maria Machado cumpre bem o papel de apresentar esse universo para leitores mais jovens. A linguagem é clara e direta, e a estrutura da história é organizada de forma a manter o ritmo da leitura. No entanto, como acontece em muitas adaptações de clássicos, parte da riqueza do texto original acaba sendo reduzida para tornar a narrativa mais ágil.

Isso não significa que a obra perca completamente seu valor. Os Três Mosqueteiros continua sendo um marco da literatura de aventura justamente porque criou personagens icônicos e um universo cheio de energia. A mistura de duelos, conspirações e amizades inquebráveis ainda funciona como entretenimento literário.

Por outro lado, a leitura contemporânea também revela que o romance reflete muitos dos padrões narrativos de sua época. A divisão clara entre heróis e vilões, a idealização da honra e da coragem masculina e a presença limitada de personagens femininas mais complexas são elementos que hoje podem parecer um pouco datados.

Mesmo com essas limitações, o livro mantém seu charme. Alexandre Dumas conseguiu criar uma narrativa que valoriza o espírito de aventura e a lealdade entre amigos, elementos que continuam despertando o interesse de leitores ao redor do mundo.

O livro está disponível para leitura e compra em livrarias e também no site oficial da Global Editora responsável pela publicação. A nova edição permite que leitores contemporâneos tenham acesso a essa adaptação do clássico de Alexandre Dumas, apresentada por Ana Maria Machad.

Resenha – O Estudante é um retrato duro e necessário sobre juventude e silêncio familiar

0

Publicado originalmente em 1975, O estudante, de Adelaide Carraro, consolidou-se como uma das obras mais marcantes da literatura infantojuvenil brasileira ao abordar, com franqueza e sensibilidade, um tema que continua atual: a vulnerabilidade dos jovens diante das drogas e a dificuldade de diálogo dentro das famílias. Décadas depois de seu lançamento, o livro retorna ao público em nova edição pela Global Editora, reafirmando sua relevância social e literária.

A nova publicação integra o projeto de revitalização da trilogia O estudante, que reúne três volumes da autora. A proposta editorial apresenta capas atualizadas e preserva as ilustrações clássicas de Dave Santana e Mauricio Paraguassu, elementos que ajudam a manter a identidade visual da obra enquanto aproximam o livro das novas gerações de leitores.

No centro da narrativa está Roberto Lopes Mascarenhas, um jovem que vê sua rotina e a estabilidade de sua família serem abaladas ao descobrir o envolvimento do irmão com drogas. A história é narrada em primeira pessoa, recurso que aproxima o leitor das emoções e conflitos do protagonista. Ao acompanhar os pensamentos de Roberto, o público é levado a compartilhar suas angústias, dúvidas e o sentimento de impotência diante de uma situação que parece escapar ao controle da família.

A escolha por uma linguagem simples e direta é uma das características mais marcantes da escrita de Adelaide Carraro. A autora opta por uma narrativa acessível, voltada especialmente ao público jovem, sem abrir mão da intensidade emocional. Essa abordagem contribui para que a obra dialogue com leitores de diferentes idades, ao mesmo tempo em que facilita sua utilização em contextos educacionais.

Ao tratar do impacto das drogas no ambiente familiar, o livro não se limita a apresentar um drama individual. A história de Roberto funciona como um reflexo de uma realidade social mais ampla, marcada pela dificuldade de reconhecer e enfrentar problemas que afetam diretamente a juventude. Nesse sentido, a obra assume também um papel de alerta, convidando o leitor a refletir sobre a importância do diálogo entre pais, filhos e escola.

Um dos pontos mais relevantes do livro está justamente na maneira como expõe o silêncio que muitas vezes cerca situações de dependência química. A narrativa evidencia como o medo, a vergonha e a falta de comunicação podem agravar conflitos familiares, tornando ainda mais difícil encontrar caminhos para enfrentar o problema. Ao trazer essa discussão para o centro da história, Adelaide Carraro demonstra uma sensibilidade social que contribuiu para tornar a obra um marco na literatura voltada ao público jovem.

A nova edição também inclui um texto de contextualização histórica que ajuda a compreender o momento em que o livro foi escrito. Esse material amplia as possibilidades de leitura crítica e oferece ao leitor contemporâneo uma visão mais clara sobre o cenário social da década de 1970, período em que o debate público sobre drogas e juventude começava a ganhar maior visibilidade.

Mesmo após quase cinco décadas desde sua primeira publicação, O estudante permanece atual. A obra continua relevante porque aborda questões que ainda fazem parte da realidade de muitas famílias. Ao apresentar o drama de Roberto de forma honesta e emocional, o livro reafirma o papel da literatura como instrumento de conscientização e reflexão social.

O livro está disponível para compra no site oficial da Global Editora, onde os leitores podem encontrar a nova edição da obra com o projeto gráfico atualizado e as ilustrações clássicas preservadas.

Terror em estilo found footage “POV: Presença Oculta” chega aos cinemas e aposta em narrativa claustrofóbica vista pelas câmeras de policiais

0

O terror POV: Presença Oculta estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 12 de março, com distribuição da Imagem Filmes. O longa aposta em uma proposta narrativa intensa e imersiva ao acompanhar acontecimentos assustadores a partir do ponto de vista das câmeras corporais de policiais, recurso que coloca o espectador diretamente no centro da história.

Dirigido por Brandon Christensen (Superhost, Z), o filme se apoia na estética do found footage, subgênero do terror que utiliza imagens supostamente captadas por personagens da própria trama. A abordagem cria uma atmosfera de realismo e tensão crescente, característica que tem atraído fãs do estilo nas últimas décadas.

A produção tem sido bem recebida pela crítica internacional. O portal especializado Flickering Myth chegou a apontar o longa como “o melhor filme de found footage da década”, destacando a forma como a narrativa utiliza o ponto de vista das câmeras para construir suspense.

O elenco é liderado por Jaime M. Callica (The Imperfects, Altered Carbon), Sean Rogerson (Grave Encounters, Travelers), Catherine Lough Haggquist (Motherland: Fort Salem, Supernatural) e Angel Prater (Riverdale, Charmed).

A história começa quando os policiais Jackson e Bryce são chamados para atender a uma ocorrência aparentemente comum. A dupla precisa investigar uma briga doméstica que acabou resultando na morte de um homem e de uma criança. O caso, que inicialmente parece apenas mais um episódio trágico de violência familiar, rapidamente toma um rumo inesperado.

Toda a narrativa é construída a partir das imagens registradas pelas câmeras presas aos uniformes dos dois policiais. Esse recurso coloca o público na mesma perspectiva dos personagens, acompanhando cada detalhe da investigação conforme os acontecimentos se desenrolam.

O roteiro foi escrito por Brandon Christensen em parceria com seu irmão, Ryan Christensen. Juntos, eles desenvolvem uma trama que mistura suspense policial com elementos sobrenaturais, criando um clima de crescente inquietação ao longo da noite.

A tensão aumenta quando a principal suspeita do crime, a mãe da família envolvida no incidente, morre durante a ocorrência. O acontecimento leva Jackson e Bryce a tomarem uma decisão que mudará completamente o rumo da investigação.

Temendo as consequências do que aconteceu no local, os dois policiais tentam ocultar evidências e apagar rastros da tragédia. No entanto, o que parecia uma tentativa de encerrar o caso rapidamente acaba se transformando em um pesadelo.

Conforme a noite avança, eventos cada vez mais perturbadores começam a acontecer. A dupla passa a perceber que algo inexplicável parece estar ligado ao local do crime. A sensação de que não estão sozinhos cresce a cada novo momento registrado pelas câmeras.

A atmosfera do filme aposta em ambientes fechados, iluminação limitada e um ritmo crescente de tensão para criar um terror psicológico intenso. Ao utilizar apenas o ponto de vista das câmeras corporais, a produção reforça a sensação de confinamento e vulnerabilidade dos personagens.

Outro elemento importante da narrativa é o tema da culpa. À medida que os acontecimentos sobrenaturais se intensificam, os protagonistas percebem que apagar as imagens de suas ações pode não ser suficiente para escapar das consequências do que aconteceu naquela noite.

Entre revelações inquietantes e situações cada vez mais perigosas, Jackson e Bryce se veem diante de algo que parece impossível de controlar. O que começou como uma investigação policial se transforma em uma experiência aterrorizante, marcada por mistério e forças que fogem à compreensão.

O estilo found footage já foi explorado em diversos títulos do cinema de terror, mas POV: Presença Oculta procura renovar a fórmula ao adotar exclusivamente o olhar das câmeras policiais como recurso narrativo. Essa escolha cria uma experiência mais direta e imersiva para o público.

Sessão da Tarde desta segunda-feira (9) exibe “Agente 86”, comédia de espionagem estrelada por Steve Carell e Anne Hathaway

0

A TV Globo apresenta nesta segunda-feira, 9 de março, mais uma edição da tradicional Sessão da Tarde. O filme escolhido para a programação é Get Smart, conhecido no Brasil como “Agente 86”, uma comédia de ação lançada em 2008 que mistura espionagem, humor e aventura.

Dirigido por Peter Segal (Como Se Fosse a Primeira Vez, Tratamento de Choque), o longa é inspirado na clássica série de televisão homônima exibida originalmente nos anos 1960 e estrelada por Don Adams. A produção atualiza o universo da história para o cinema, mantendo o tom satírico que marcou a série original.

Na trama, o protagonista Maxwell Smart é interpretado por Steve Carell (The Office, O Virgem de 40 Anos). Ele trabalha como analista na agência secreta C.O.N.T.R.O.L.E., uma organização de espionagem responsável por proteger os Estados Unidos contra ameaças internacionais. Apesar de ser extremamente dedicado ao trabalho, Smart sempre sonhou em se tornar um agente de campo.

A oportunidade surge quando a sede da organização sofre um ataque que compromete a identidade de vários agentes secretos. Com a segurança da agência ameaçada e sem muitos profissionais disponíveis para missões externas, o chefe da C.O.N.T.R.O.L.E. decide promover Maxwell Smart e conceder a ele o código de agente 86.

Mesmo sem experiência prática em operações de campo, Smart recebe a missão de investigar e impedir os planos da organização criminosa K.A.O.S., grupo internacional responsável por diversas ameaças à segurança global. A nova função representa exatamente o que ele sempre quis, mas também o coloca diante de desafios muito maiores do que imaginava.

Para a missão, Smart é designado para trabalhar ao lado da Agente 99, interpretada por Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada, Interestelar). Diferente do novo parceiro, ela é uma agente experiente, habilidosa e conhecida por sua eficiência em operações secretas.

Inicialmente, a dupla precisa lidar com as diferenças de estilo e personalidade. Enquanto Smart se destaca pelo entusiasmo e pela criatividade, sua falta de experiência frequentemente o coloca em situações inesperadas. Já a Agente 99 tenta manter o foco na missão, mesmo quando as ações do parceiro tornam tudo mais complicado.

Ao longo da investigação, os dois descobrem que a organização K.A.O.S. está preparando um plano ambicioso que envolve ameaças de ataques terroristas e chantagens internacionais. O objetivo do grupo é lucrar e ampliar sua influência por meio do medo e da instabilidade política.

Entre os principais responsáveis pelo esquema está Siegfried, um dos líderes da K.A.O.S., que comanda as operações ao lado de seu assistente Starker. Para impedir o avanço do plano criminoso, Smart e a Agente 99 precisam correr contra o tempo enquanto enfrentam perseguições, armadilhas e uma série de situações inusitadas.

Mesmo sendo sua primeira missão oficial, Maxwell Smart conta com um elemento que nunca lhe falta: confiança. Armado com equipamentos tecnológicos típicos do mundo da espionagem e um otimismo quase inabalável, ele tenta provar que pode se tornar um verdadeiro agente secreto.

Além de Steve Carell e Anne Hathaway, o elenco reúne diversos nomes conhecidos do cinema. Entre eles está Dwayne Johnson (Velozes e Furiosos, Jumanji), que interpreta o Agente 23, um dos espiões mais respeitados da C.O.N.T.R.O.L.E. Também participa do filme Alan Arkin (Argo, Pequena Miss Sunshine), que vive o Chefe da organização secreta.

O longa conta ainda com participações de Terence Stamp (Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma), Terry Crews (Brooklyn Nine-Nine), David Koechner (O Âncora) e James Caan (O Poderoso Chefão). Outro detalhe curioso é a presença de Bernie Kopell, ator que interpretou Siegfried na série original e faz uma participação especial na versão cinematográfica.

O roteiro foi escrito por Tom J. Astle e Matt Ember, enquanto a produção ficou a cargo de Leonard B. Stern, que também esteve envolvido com a série de televisão original.

Lançado nos cinemas da América do Norte em junho de 2008, Agente 86 recebeu críticas mistas da imprensa especializada. Apesar das avaliações divididas, o filme conseguiu conquistar o público e teve bom desempenho comercial.

A produção teve um orçamento estimado em cerca de 80 milhões de dólares e arrecadou aproximadamente 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um sucesso financeiro para o estúdio.

Sequência de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” encerra filmagens e ganha novo título; Elenco celebra fim da produção do romance do Prime Video

0

A continuação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul“, sucesso romântico lançado em 2023, acaba de concluir mais uma etapa importante de sua produção. As filmagens de “Red, White & Royal Wedding”, título escolhido para a sequência, foram finalizadas oficialmente e o anúncio foi feito diretamente por um dos protagonistas do projeto. As informações são do Omelete.

O ator Taylor Zakhar Perez (A Barraca do Beijo) compartilhou nas redes sociais um vídeo gravado nos bastidores celebrando o encerramento das gravações. A publicação, feita na sexta-feira, 6 de março, rapidamente chamou a atenção dos fãs que aguardam novidades sobre o novo capítulo da história.

No vídeo divulgado no TikTok, Perez aparece ao lado de Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, Cinderella) e Rachel Hilson (Love, Victor, This Is Us). O trio segura o tradicional clapperboard utilizado nas filmagens enquanto comemora o fim da produção. A diretora Jamie Babbit (But I’m a Cheerleader, Only Murders in the Building) também aparece na gravação e confirma que as gravações foram concluídas. Em tom descontraído, ela anuncia que todos os membros da equipe terminaram oficialmente seus trabalhos no set.

A sequência do romance foi anunciada em maio de 2024 pelo Prime Video, plataforma responsável pela distribuição do primeiro filme. Desde então, o projeto vem sendo desenvolvido discretamente, com poucas informações divulgadas ao público. O encerramento das filmagens representa agora um passo importante rumo ao lançamento da nova produção.

O roteiro da continuação foi escrito por Matthew López (The Inheritance, Red, White & Royal Blue) em parceria com Gemma Burgess (Brooklyn Girls, Lovebites) e com a própria Casey McQuiston (One Last Stop, I Kissed Shara Wheeler), autora do romance original que inspirou a franquia. Desta vez, porém, López participa apenas da escrita, enquanto a direção do longa fica sob responsabilidade de Jamie Babbit.

O primeiro filme foi dirigido por Matthew López e marcou sua estreia como diretor de longas-metragens. A produção foi baseada no livro publicado em 2019 por Casey McQuiston e rapidamente se tornou um dos romances contemporâneos mais populares entre leitores e fãs de comédias românticas.

A história apresentada no longa acompanha Alex Claremont-Diaz, interpretado por Taylor Zakhar Perez. O personagem é filho da presidente dos Estados Unidos e acaba se envolvendo em uma situação inesperada durante uma visita oficial ao Reino Unido.

Durante um evento da família real britânica, Alex se desentende publicamente com o príncipe Henry, papel de Nicholas Galitzine. O confronto entre os dois acaba sendo fotografado e divulgado pela imprensa internacional, criando uma crise diplomática e um enorme constrangimento político.

Para evitar que o incidente prejudique as relações entre os dois países e afete a campanha de reeleição da presidente norte-americana, as equipes de comunicação decidem que Alex e Henry precisarão fingir uma amizade diante do público e da mídia.

O plano de relações públicas, no entanto, acaba tomando um rumo inesperado. Ao passarem mais tempo juntos, os dois começam a se conhecer de verdade e desenvolvem uma relação cada vez mais próxima. O que inicialmente parecia apenas uma estratégia política acaba se transformando em um romance genuíno, capaz de desafiar protocolos diplomáticos e expectativas sociais.

Além dos protagonistas, o primeiro filme contou com a participação de Uma Thurman (Kill Bill, Pulp Fiction), que interpretou a presidente dos Estados Unidos na trama. O elenco também incluiu Stephen Fry (V de Vingança, The Hobbit), Sarah Shahi (Sex/Life, Person of Interest), Rachel Hilson e Ellie Bamber (Animais Noturnos, Willow).

Antes de chegar às telas, o projeto passou por um processo de desenvolvimento relativamente longo. Em 2019, a Amazon Studios adquiriu os direitos de adaptação do livro após uma disputa entre diferentes estúdios interessados na história.

A produção ficou sob responsabilidade da Berlanti Productions, empresa fundada pelo produtor Greg Berlanti, conhecido por seu trabalho em séries populares da televisão norte-americana.

O desenvolvimento do roteiro começou oficialmente em 2021, quando Matthew López foi contratado para dirigir o projeto e trabalhar em uma nova versão do script, inicialmente desenvolvido por Ted Malawer (Halston, The Fosters).

O elenco principal começou a ser anunciado em junho de 2022. Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine foram confirmados nos papéis centrais, seguidos pela participação de Uma Thurman como a presidente Ellen Claremont. Nas semanas seguintes, o restante do elenco foi gradualmente revelado.

As filmagens do primeiro longa aconteceram principalmente na Inglaterra entre junho e agosto de 2022, com diversas locações utilizadas para recriar o ambiente político e diplomático da história.

O filme teve uma exibição especial de estreia no BFI IMAX, em Londres, em julho de 2023. Pouco tempo depois, a produção foi lançada globalmente no catálogo do Prime Video, onde rapidamente conquistou popularidade entre os assinantes.

Outro elemento importante da produção foi sua trilha sonora. A música do filme foi composta pela artista Drum & Lace, responsável por criar a ambientação sonora da história. O álbum oficial da trilha foi lançado pela Lakeshore Records e incluiu músicas de artistas como Vagabon e Oliver Sim.

Com o sucesso alcançado pelo primeiro filme, a decisão de produzir uma sequência acabou sendo considerada natural pelo estúdio. A nova produção promete continuar explorando o relacionamento entre Alex e Henry, além de expandir o universo político e familiar apresentado anteriormente.

“A Hora do Desespero” é o filme exibido no Cine Aventura deste sábado (7) na Record TV

0

A Record TV apresenta neste sábado, 7 de março de 2026, mais uma edição do tradicional Cine Aventura. A atração da noite será o suspense The Desperate Hour, conhecido no Brasil como “A Hora do Desespero”, produção estrelada por Naomi Watts e dirigida por Phillip Noyce.

O filme acompanha a história de Amy Carr, uma mãe que tenta reorganizar a vida após a morte do marido. Vivendo em uma pequena cidade do interior com os dois filhos, ela busca recuperar a rotina da família e seguir em frente. No entanto, uma manhã aparentemente comum se transforma em um verdadeiro pesadelo.

Enquanto faz sua corrida matinal por uma trilha na floresta, Amy percebe que algo estranho está acontecendo na cidade. Aos poucos, ela descobre que a escola onde seu filho estuda entrou em lockdown após relatos de um atirador ativo no local. Longe da cidade e sem transporte, ela se vê em uma corrida desesperada contra o tempo para tentar descobrir o que está acontecendo.

Isolada na mata e com o sinal de celular instável, Amy tenta obter qualquer informação possível por meio de telefonemas e mensagens de texto. No meio do caos causado pela mobilização policial e pela cobertura da imprensa, ela tenta descobrir se seus filhos estão seguros. Sua filha Emily e seu filho adolescente Noah estudam na mesma escola onde o incidente está acontecendo.

Durante essa busca angustiante por respostas, a protagonista enfrenta diversos obstáculos. Além da distância que a separa da cidade, Amy também precisa lidar com ferimentos e com a falta de informações concretas. Cada nova notícia recebida aumenta a tensão e o medo sobre o que pode ter acontecido dentro da escola.

Ao longo da trama, o suspense cresce à medida que novas pistas surgem. Em meio à confusão e às versões desencontradas, Amy passa a enfrentar uma dúvida devastadora: a possibilidade de que seu próprio filho possa estar envolvido no incidente.

Com uma narrativa intensa e focada na perspectiva da personagem principal, o longa acompanha praticamente em tempo real a corrida desesperada da mãe para entender o que está acontecendo e encontrar uma forma de proteger seus filhos.

O elenco do filme conta ainda com Colton Gobbo e Michelle Johnston em papéis de destaque. O roteiro foi escrito por Chris Sparling, conhecido por histórias de suspense que exploram situações de grande tensão psicológica.

A produção foi filmada na região de North Bay, na província de Ontário, no Canadá, durante o ano de 2020. O longa teve sua primeira exibição pública no Toronto International Film Festival de 2021, onde foi apresentado inicialmente com o título “Lakewood”.

Posteriormente, o filme recebeu o nome definitivo de The Desperate Hour para seu lançamento comercial. A estreia nos cinemas aconteceu em fevereiro de 2022, com distribuição das empresas Roadside Attractions e Vertical Entertainment.

Com pouco mais de uma hora e meia de duração, a produção aposta em uma narrativa direta e cheia de tensão, explorando o desespero de uma mãe diante de uma situação extrema e imprevisível.

“Eragon” ganhará nova adaptação em série no Disney+ e criador revela atualizações sobre a produção

0

O universo de fantasia de Christopher Paolini está prestes a ganhar uma nova adaptação para as telas. O autor revelou recentemente atualizações sobre a aguardada série live-action baseada no livro Eragon, que está sendo desenvolvida pelo Disney+. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Paolini comentou o estágio atual do projeto e destacou que a produção vem avançando gradualmente nos bastidores. As informações são do Omelete.

Segundo o escritor, a equipe responsável pela série trabalha há cerca de dois anos no desenvolvimento dos roteiros. Além da escrita dos episódios, outras áreas importantes da pré-produção também já estão em andamento, incluindo a criação da direção de arte e a definição de elementos visuais que ajudarão a construir o universo da história para a televisão.

De acordo com Paolini, o planejamento detalhado é fundamental para garantir que a adaptação consiga transmitir a dimensão épica do mundo criado nos livros. A estratégia da produção tem sido estruturar cuidadosamente cada etapa antes de iniciar oficialmente as filmagens.

A nova série promete apresentar novamente ao público o universo de Alagaësia, cenário central da saga literária. A história acompanha Eragon, um jovem camponês cuja vida muda completamente após encontrar um misterioso ovo de dragão. Quando a criatura finalmente nasce, ele descobre que foi escolhido para integrar a antiga ordem dos Cavaleiros de Dragão — guerreiros que, no passado, protegiam o equilíbrio do reino.

Ao lado da dragão Saphira, Eragon inicia uma jornada de aprendizado e enfrentamento contra forças que dominam o território. O protagonista acaba envolvido em uma luta maior do que imaginava, enfrentando um império governado por um tirano e descobrindo o verdadeiro peso de seu destino.

A adaptação televisiva está sendo conduzida pelos produtores e roteiristas Todd Harthan e Todd Helbing, que assumem o cargo de co-showrunners da série. Ambos serão responsáveis por liderar o desenvolvimento criativo da produção e supervisionar a construção da narrativa ao longo dos episódios.

Além de participar como produtor executivo, Christopher Paolini também integra a equipe de roteiristas, colaborando diretamente na adaptação de sua própria obra para a televisão. A equipe de escrita conta ainda com a roteirista Kelly Williamson, conhecida por trabalhos recentes em produções de Hollywood.

A participação ativa do autor é vista como um dos pontos mais promissores do projeto. Fãs da saga literária esperam que a presença de Paolini ajude a garantir maior fidelidade ao material original, algo que foi alvo de críticas em adaptações anteriores.

Publicada originalmente em 2002, a obra Eragon rapidamente se tornou um fenômeno editorial entre leitores jovens e adultos. O livro deu início à série literária conhecida como O Ciclo da Herança, que expandiu o universo da história ao longo de diversos volumes e consolidou Paolini como um dos autores de fantasia mais populares de sua geração.

Apesar do sucesso dos livros, a história já teve uma tentativa de adaptação para o cinema. Em 2006, foi lançado o filme Eragon, dirigido por Stefen Fangmeier. A produção contou com Edward Speelers no papel principal e reuniu um elenco que incluía nomes como Jeremy Irons, Sienna Guillory, Robert Carlyle e John Malkovich. A voz da dragão Saphira foi interpretada por Rachel Weisz.

O longa-metragem foi distribuído internacionalmente pela 20th Century Fox e arrecadou aproximadamente 250 milhões de dólares em bilheteria mundial. No entanto, a produção enfrentou forte recepção negativa por parte da crítica especializada e de fãs da obra literária.

Entre os principais pontos criticados estavam as alterações significativas na história original e a simplificação de diversos elementos importantes do universo criado por Paolini. Como consequência, o projeto cinematográfico não chegou a receber continuações, mesmo com o potencial de expansão da saga.

A nova adaptação em formato de série surge justamente como uma oportunidade de revisitar esse universo com mais tempo para explorar sua narrativa. Diferentemente de um filme, uma produção seriada permite desenvolver personagens, conflitos políticos e aspectos da mitologia da história com maior profundidade.

Nos últimos anos, serviços de streaming têm investido cada vez mais em produções de fantasia de grande escala. Universos literários conhecidos se tornaram uma aposta estratégica das plataformas, que buscam atrair tanto novos espectadores quanto fãs já estabelecidos dessas franquias.

No caso de Eragon, o projeto do Disney+ pretende justamente aproveitar o potencial expansivo do mundo de Alagaësia, que inclui diferentes povos, sistemas de magia e histórias paralelas que podem ser exploradas ao longo de várias temporadas.

Daemons of the Shadow Realm | Novo anime da criadora de Fullmetal Alchemist ganha trailer cheio de ação

0

A indústria dos animes já começa a olhar com atenção para uma das estreias mais aguardadas de 2026. “Daemons of the Shadow Realm”, nova adaptação animada baseada no mangá criado por Hiromu Arakawa, ganhou recentemente um trailer oficial que revela um pouco mais do universo de fantasia e ação que promete conquistar o público. A autora, conhecida mundialmente por obras de enorme sucesso como Fullmetal Alchemist, retorna agora com uma história inédita que mistura elementos sobrenaturais, drama familiar e batalhas intensas.

A estreia da série está marcada para 4 de abril de 2026, com exibição inicial às 23h30 no Japão pela emissora Tokyo MX e outros canais locais. A produção do anime é assinada pelo estúdio Bones Film, responsável por diversos projetos de destaque na animação japonesa e conhecido por entregar trabalhos visualmente sofisticados e sequências de ação bem elaboradas.

A trama apresenta um mundo onde alguns humanos possuem a capacidade de controlar criaturas sobrenaturais chamadas Daemons. Esses seres surgem sempre em duplas e estabelecem uma ligação direta com seus mestres, criando um sistema de poder que influencia profundamente o equilíbrio daquele universo. É nesse cenário que a narrativa acompanha os irmãos gêmeos Yuru e Asa, separados ainda na infância por circunstâncias misteriosas.

Anos depois, cada um segue seu próprio caminho sem saber exatamente o destino do outro. No entanto, conforme crescem, os dois começam a descobrir que possuem habilidades incomuns e que podem estar ligados a uma antiga profecia. Segundo essa lenda, eles teriam o potencial de controlar todos os Daemons existentes — um poder capaz de mudar completamente o rumo daquele mundo.

A busca pelo reencontro acaba levando os dois protagonistas a atravessar diferentes territórios e enfrentar inimigos perigosos. Durante essa jornada, novas revelações surgem e indicam que o destino dos irmãos está diretamente ligado a uma ameaça muito maior. Aos poucos, Yuru e Asa percebem que somente unidos poderão impedir uma possível destruição que se aproxima.

O trailer divulgado recentemente oferece um primeiro vislumbre da atmosfera da série. As imagens destacam cenários amplos, criaturas sobrenaturais impressionantes e sequências de combate intensas. Ao mesmo tempo, o material também sugere que a relação entre os protagonistas será um dos pilares emocionais da história, explorando temas como destino, família e responsabilidade.

O mangá que inspira o anime começou a ser publicado em dezembro de 2021 na revista japonesa Monthly Shōnen Gangan, publicação tradicional da editora Square Enix. O anúncio da obra ocorreu alguns meses antes, em 2021, como parte das celebrações pelos 20 anos de Fullmetal Alchemist, um dos títulos mais influentes da carreira de Arakawa.

Desde então, a série vem construindo uma base sólida de leitores. Os capítulos são reunidos em volumes encadernados e, até novembro de 2025, onze volumes já haviam sido publicados no Japão. O crescimento constante do mangá e a popularidade da autora acabaram tornando a adaptação animada praticamente inevitável.

A confirmação do anime veio durante um painel especial da Anime Expo, realizado em julho de 2025. O anúncio gerou grande repercussão entre fãs e especialistas do setor, principalmente pela combinação de um estúdio respeitado com uma obra que já demonstrava potencial narrativo.

Na parte técnica, o projeto reúne nomes experientes da indústria. A direção é assinada por Masahiro Andō, enquanto a composição da série e o roteiro ficam a cargo de Noboru Takagi. O design dos personagens foi desenvolvido por Nobuhiro Arai, e a trilha sonora é composta por Kenichiro Suehiro, responsável por criar a ambientação musical da história.

Outro detalhe importante é que a produção já confirmou que o anime terá duas temporadas exibidas de forma consecutiva, permitindo que a adaptação explore a história com mais profundidade e acompanhe de perto o desenvolvimento dos personagens.

A trilha musical também promete ter papel marcante na experiência da série. A abertura será a canção “Tobu Toki” (“Hora de Voar”), interpretada pelo artista japonês Vaundy. Já o tema de encerramento será “Tobō yo” (“Vamos Voar”), cantado por Yama.

Para o público internacional, a distribuição já está garantida. A plataforma de streaming Crunchyroll confirmou que transmitirá a série para diversos países, permitindo que fãs acompanhem os episódios próximos à exibição japonesa. No Sudeste Asiático, a licença da produção foi adquirida pela empresa Muse Communication.

almanaque recomenda