Crepúsculo | Kristen Stewart avalia dirigir um reboot e reacende debate sobre o legado da saga

0
Foto: Reprodução/ Internet

Quase vinte anos após Crepúsculo transformar um romance adolescente em um fenômeno global, a saga voltou ao centro das atenções por um motivo inesperado. Em entrevista à Entertainment Weekly, Kristen Stewart — eternamente associada à personagem Bella Swan — revelou que adoraria dirigir um reboot da história que marcou sua carreira e definiu uma geração inteira de espectadores. A declaração, espontânea e carregada de afeto, rapidamente ganhou repercussão e levantou uma questão inevitável: como revisitar Crepúsculo em um mundo e em uma indústria cinematográfica tão diferentes daqueles de 2008?

Mais do que uma simples ideia hipotética, a fala de Stewart simboliza um encontro entre passado e maturidade artística. Hoje reconhecida como uma das atrizes mais versáteis de sua geração e cada vez mais respeitada como cineasta, ela olha para a saga não com ironia ou distanciamento, mas com curiosidade, respeito e vontade de ressignificação.

Uma reflexão que nasceu da nostalgia

Segundo Kristen Stewart, a possibilidade surgiu durante uma conversa casual com uma amiga, motivada pelo hábito recorrente de assistir a Crepúsculo na televisão durante as festas de fim de ano. Para muitas famílias e fãs, o longa se tornou parte de uma tradição afetiva, exibido ano após ano como um símbolo de conforto e nostalgia.

“Eu fiquei pensando em como esse filme envelheceu”, comentou a atriz. A observação vai além da estética ou dos efeitos visuais e toca em algo mais profundo: como aquela história, seus personagens e seus conflitos dialogam com o público atual, que cresceu, amadureceu e passou a enxergar a obra sob novas lentes.

Foi nesse momento que Stewart admitiu que adoraria assumir a direção de um remake, caso tivesse liberdade criativa, apoio e um grande investimento. “Imagine se tivéssemos um orçamento enorme, amor e suporte de verdade. Eu adoraria fazer. Sim, eu faria. Estou comprometida”, afirmou, de forma direta e empolgada.

Respeito aos filmes originais e aos seus criadores

Apesar do entusiasmo, Kristen Stewart fez questão de destacar que sua vontade de revisitar Crepúsculo não nasce de uma rejeição às produções originais. Pelo contrário: ela elogiou abertamente o trabalho de Catherine Hardwicke, diretora do primeiro filme, e de Chris Weitz, responsável pelo segundo capítulo da saga.

Segundo Stewart, os filmes carregam uma autenticidade difícil de reproduzir, justamente por terem sido feitos em um momento em que elenco e realizadores ainda estavam descobrindo quem eram. “Eles eram excêntricos, peculiares e muito presentes naquele momento específico. Antes de tudo explodir”, afirmou.

Esse reconhecimento reforça a ideia de que um possível reboot não seria uma tentativa de apagar o passado, mas de dialogar com ele. Stewart demonstra compreender que Crepúsculo é fruto de um contexto cultural, emocional e industrial muito específico — e que parte de seu charme reside exatamente nisso.

O nascimento de um fenômeno cultural

Lançado em 2008 e dirigido por Catherine Hardwicke, Crepúsculo foi adaptado do primeiro livro da série homônima de Stephenie Meyer, com roteiro de Melissa Rosenberg. O filme apresentou ao mundo a história de Isabella Swan, uma adolescente introspectiva e deslocada que se muda da ensolarada Phoenix para a chuvosa cidade de Forks, no estado de Washington, para viver com o pai, Charlie, chefe da polícia local.

A mudança, motivada pela preocupação com a mãe, marca o início de uma jornada emocional profunda. Em Forks, Bella se depara com um ambiente estranho, silencioso e quase melancólico — cenário ideal para a chegada de personagens que parecem não pertencer inteiramente ao mundo humano.

Entre eles está Edward Cullen, interpretado por Robert Pattinson, um jovem misterioso que desperta imediatamente a atenção de Bella. Seu comportamento contraditório — ora distante, ora protetor — alimenta a curiosidade da protagonista e do público. O primeiro encontro entre os dois estabelece uma tensão que se tornaria a base de toda a saga.

Vampiros sob uma nova perspectiva

A grande virada narrativa acontece quando Bella descobre que Edward e sua família são vampiros. No entanto, Crepúsculo subverte a mitologia clássica ao apresentar os Cullen como vampiros “vegetarianos”, que se alimentam apenas de sangue animal e buscam coexistir com os humanos sem causar danos.

Essa abordagem foi um dos principais diferenciais da saga e ajudou a redefinir a imagem dos vampiros para o público jovem. Edward Cullen não é apenas um predador sobrenatural, mas um personagem profundamente dividido entre seus instintos e sua moral. O romance com Bella, portanto, não é apenas proibido — é perigoso.

A relação entre os dois passa a ser marcada por escolhas difíceis, autocontrole e sacrifício, temas que ressoaram fortemente entre adolescentes e jovens adultos da época.

O perigo que transforma o romance em suspense

O tom romântico da história ganha contornos mais sombrios com a chegada de vampiros nômades, entre eles James, um rastreador implacável que se alimenta de sangue humano. Ao perceber o vínculo entre Edward e Bella, James transforma a jovem em alvo de uma caçada cruel, motivada tanto pelo desafio quanto pelo prazer do perigo.

A perseguição culmina em um dos momentos mais tensos do filme, quando Bella é atraída para um antigo estúdio de balé sob a falsa promessa de que sua mãe foi capturada. O ataque de James deixa Bella gravemente ferida e à beira da transformação em vampira.

A intervenção de Edward e de sua família impede o pior, mas não sem consequências. O momento em que Edward suga o veneno do corpo de Bella simboliza, ao mesmo tempo, amor, controle e o risco constante que define a relação dos dois.

Amor eterno ou perda da humanidade?

Após se recuperar, Bella retorna à rotina escolar e participa do baile de primavera, onde compartilha um momento de aparente normalidade com Edward. No entanto, a tranquilidade é ilusória. Bella expressa seu desejo de se tornar vampira, para que possam permanecer juntos para sempre.

Esse pedido, longe de ser apenas romântico, levanta questões centrais da saga: até que ponto vale a pena abrir mão da própria humanidade por amor? Quem toma essa decisão — e com quais consequências?

Esses dilemas, vistos hoje, ganham novas camadas de interpretação, especialmente quando considerados sob a ótica de uma Kristen Stewart adulta, consciente e criativamente inquieta.

O que um reboot dirigido por Kristen Stewart poderia representar

Imaginar Crepúsculo sob a direção de Kristen Stewart é imaginar uma obra mais introspectiva, talvez menos idealizada e mais ancorada em conflitos internos. Como cineasta, Stewart tem demonstrado interesse por narrativas autorais, personagens complexos e atmosferas menos convencionais.

Um reboot poderia aprofundar a subjetividade de Bella, explorar com mais densidade suas escolhas e dar maior protagonismo à sua voz. Em vez de apenas repetir fórmulas, a nova versão poderia dialogar com temas contemporâneos como identidade, consentimento, amadurecimento emocional e relações de poder.

Não se trata de corrigir o passado, mas de reinterpretá-lo com a bagagem de quem viveu o impacto da saga por dentro — e agora enxerga suas nuances com distanciamento crítico e sensibilidade artística.

MasterChef Celebridades desta terça (6) entra em clima de semifinal com prova de moqueca criativa e sobremesas carregadas de memória

0
Foto: Melissa Haidar/Band

A próxima terça, 6 de janeiro de 2026, promete fortes emoções para os fãs do MasterChef Celebridades. A Band exibe, a partir das 22h20, o oitavo episódio da temporada, que marca a entrada definitiva do reality em sua fase mais decisiva. Restando apenas cinco competidores, qualquer erro pode ser fatal, e cada prato passa a valer muito mais do que elogios: está em jogo uma vaga direta na semifinal. Dodô, Gilmelândia, Julianne Trevisol, Maurren Maggi e Valesca Popozuda formam o Top 5 e sabem que, a essa altura da competição, não há espaço para improvisos sem estratégia.

Caixa Misteriosa desafia criatividade e identidade dos participantes

Logo no início da noite, a famosa Caixa Misteriosa surge como o primeiro grande obstáculo. Dentro dela, ingredientes que exigem sensibilidade e domínio técnico, como diferentes tipos de peixes, frutas e frutos do mar. A regra é simples, mas estratégica: cada participante deve escolher um insumo diferente para criar uma moqueca totalmente autoral. Os jurados esperam pratos que respeitem a tradição da moqueca, mas que também revelem o estilo e a assinatura de cada celebridade. Com o tempo correndo e escolhas difíceis pela frente, o clima de tensão toma conta da cozinha.

Uma vaga na semifinal muda completamente o jogo

O peso da prova aumenta ainda mais com a recompensa em disputa. O dono do melhor prato da noite garante a primeira vaga direta na semifinal, um privilégio que pode redefinir o rumo da competição. Para isso, será preciso agradar o paladar criterioso de Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça, atentos a cada detalhe de sabor, textura e apresentação.

Doce favorito vira teste de empatia e estratégia

Na etapa decisiva, o episódio ganha um tom ainda mais emocional. Os chefs recebem a visita especial de Diego Lozano, jurado do MasterChef Confeitaria, que chega para reforçar a análise técnica das sobremesas e compartilhar dicas valiosas.

A proposta inicial parece simples: preparar uma sobremesa favorita, daquelas que carregam memórias afetivas. No entanto, como já virou tradição no programa, a dinâmica sofre uma reviravolta. Em vez de cozinhar o próprio doce preferido, os participantes descobrem que terão de preparar a sobremesa favorita de um adversário.

Degustação às cegas coloca o paladar à prova

Antes mesmo de ligar os fogões, os famosos enfrentam um desafio surpresa: uma degustação às cegas de cupcakes com sabores exóticos e combinações inusitadas. A prova testa a sensibilidade gustativa dos competidores e pode render uma vantagem estratégica importante.

Cronômetro zerando, emoções à flor da pele

Com o relógio em contagem regressiva, a cozinha se transforma em um verdadeiro campo de batalha emocional. Cada sobremesa precisa equilibrar técnica, sabor e fidelidade ao gosto do colega homenageado. Errar o ponto, exagerar no açúcar ou descuidar da apresentação pode ser determinante.

Uma despedida amarga às portas da semifinal

Ao final do episódio, apenas um participante terá o pior desempenho e se despedirá da competição, ficando a um passo da semifinal. Para os que seguem na disputa, a sensação é de alívio momentâneo, misturada à consciência de que o nível da competição só tende a aumentar.

Giba revive glórias e mostra novos caminhos no The Noite com Danilo Gentili desta segunda (5)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Um dos maiores ícones do esporte brasileiro, Giba é o convidado especial do The Noite desta segunda-feira, 5 de janeiro, em uma entrevista que mistura emoção, bom humor e muita memória afetiva para os fãs do vôlei. Ídolo de uma geração, o ex-atleta chega ao palco do SBT disposto a revisitar conquistas históricas, contar bastidores pouco conhecidos da Seleção Brasileira e mostrar que sua trajetória vencedora não terminou com a aposentadoria das quadras.

Logo nos primeiros minutos do bate-papo com Danilo Gentili, fica evidente que o carisma que marcou sua carreira permanece intacto. Giba fala com brilho nos olhos sobre os anos mais intensos de sua vida, quando vestia a camisa da Seleção e carregava a responsabilidade de representar um país inteiro apaixonado pelo vôlei. Em tom leve, ele relembra a convivência diária com Bernardinho, técnico que se tornou sinônimo de disciplina, cobrança extrema e vitórias consecutivas.

Segundo Giba, a relação com Bernardinho nunca foi simples, mas sempre foi verdadeira. Ele descreve o treinador como alguém que enxergava além do talento, exigindo entrega total, foco mental e espírito coletivo. Para o ex-jogador, essa combinação foi determinante para transformar a Seleção Brasileira em uma potência mundial quase imbatível por mais de uma década. “A gente não entrava em quadra para participar, entrava para ganhar”, relembra, deixando claro o espírito competitivo que moldou aquele time histórico.

Entre as lembranças mais marcantes, não poderia faltar o famoso bordão “Giba neles”, eternizado nas arquibancadas e nas transmissões esportivas. Mais do que um simples grito da torcida, a frase se tornou um símbolo de confiança e identificação com o atleta. Giba conta que ouvir seu nome ecoando em ginásios lotados era, ao mesmo tempo, motivador e desafiador. Cada ponto exigia intensidade máxima, porque o público acreditava que algo especial estava prestes a acontecer.

O clima descontraído da entrevista abre espaço para histórias curiosas e situações inesperadas vividas ao longo da carreira. Giba compartilha episódios de viagens internacionais, momentos de tensão antes de decisões importantes e até situações engraçadas que só quem viveu a rotina do esporte de alto rendimento conhece. Em um dos momentos mais divertidos do programa, ele transforma os corredores do SBT em quadra improvisada e dá uma verdadeira aula prática de saque, mostrando que técnica e precisão não se perdem com o tempo.

Nascido em Londrina, no Paraná, em 23 de dezembro de 1976, Giba construiu uma trajetória que vai muito além das estatísticas impressionantes. Ainda na infância, enfrentou um dos maiores desafios de sua vida ao ser diagnosticado com leucemia. A doença quase interrompeu seus sonhos antes mesmo que eles ganhassem forma, mas a superação dessa fase difícil se tornou um marco definitivo em sua história. Para Giba, vencer o câncer foi a primeira grande vitória de muitas que ainda estavam por vir.

Após mudar-se para Curitiba, onde concluiu o ensino fundamental no Colégio Estadual Conselheiro Zacarias, ele iniciou oficialmente sua carreira esportiva em 1991, atuando pelo Círculo Militar do Paraná. A evolução foi rápida, e o talento logo o levou às seleções de base e, posteriormente, à equipe principal do Brasil. Atuando como atacante de ponta, Giba se destacou pela explosão física, inteligência tática e capacidade de decidir partidas em momentos cruciais.

Com ele em quadra, a Seleção Brasileira viveu um período praticamente ininterrupto de sucesso. Foram oito medalhas de ouro na Liga Mundial, três títulos mundiais, o ouro olímpico em Atenas 2004 e três pratas olímpicas conquistadas em Pequim 2008 e Londres 2012. O currículo ainda inclui conquistas em Copas do Mundo, Copas dos Campeões, Jogos Pan-Americanos e Campeonatos Sul-Americanos, consolidando um dos maiores legados da história do vôlei.

O reconhecimento individual também veio em momentos decisivos. Em 2006, após a conquista do Campeonato Mundial com uma vitória incontestável sobre a Polônia, Giba foi eleito o melhor jogador de vôlei do mundo. Anos depois, em 2018, seu nome foi eternizado no Hall da Fama do Vôlei, honra reservada apenas aos atletas que marcaram época e ajudaram a transformar o esporte globalmente.

Após longos anos atuando no exterior, Giba retornou ao Brasil em 2009 como grande reforço do Pinheiros/Sky. No entanto, uma sequência de lesões acabou limitando seu desempenho. Mesmo assim, ele ainda passou por equipes como Cimed, Vôlei Taubaté, além de experiências internacionais na Argentina e nos Emirados Árabes. Em agosto de 2014, anunciou oficialmente sua aposentadoria, encerrando uma carreira de 23 anos e tendo conquistado todos os títulos possíveis no vôlei.

Hoje, longe das quadras profissionais, Giba segue ativo em novos projetos. Ele se dedica a palestras motivacionais, iniciativas esportivas e ações voltadas à formação de jovens atletas, compartilhando aprendizados que vão além do esporte. No The Noite, ele deixa claro que sua missão agora é inspirar pessoas, usando sua história como exemplo de superação, disciplina e paixão.

Curta! revisita a vida e os contrastes de Cássia Eller em documentário premiado

0
Foto: Reprodução/ Internet

Ícone da música brasileira e dona de uma presença de palco arrebatadora, Cássia Eller volta ao centro das atenções com a exibição do documentário Cássia Eller no canal Curta!. A produção, dirigida por Paulo Henrique Fontenelle, propõe um mergulho sensível e profundo na trajetória da cantora, que morreu precocemente aos 39 anos, em 2001, deixando um legado artístico que atravessa gerações.

Reconhecida como uma das vozes femininas mais marcantes da MPB, Cássia construiu uma carreira pautada pela intensidade. No palco, era explosiva, carismática e entregue à música. Fora dele, no entanto, revelava uma personalidade introspectiva, marcada pela timidez e por conflitos internos. Esse contraste entre a artista e a mulher é um dos fios condutores do documentário, que busca apresentar Cássia de forma humana, longe de idealizações.

Ao longo do filme, são abordados temas delicados e fundamentais para compreender sua trajetória: a relação conturbada com as drogas, o impacto do sucesso repentino, a pressão da fama, a maternidade inesperada e os desafios emocionais que acompanharam sua vida pessoal e profissional. Tudo isso é apresentado com cuidado e respeito, sem sensacionalismo, permitindo que o público se aproxime da artista de maneira honesta.

Premiado pelo público como Melhor Documentário na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2014, o longa se apoia em uma rica combinação de depoimentos, imagens de arquivo e registros íntimos. Entre os entrevistados estão familiares, amigos, jornalistas e parceiros de estrada que ajudam a construir um retrato multifacetado de Cássia Eller.

A companheira Maria Eugênia Martins, com quem a cantora manteve um relacionamento de 14 anos, compartilha relatos emocionantes sobre a convivência com Cássia e sobre a transformação quase espiritual que ela vivia ao subir no palco. Já o filho Chicão, hoje conhecido artisticamente como Chico Chico, aparece como parte fundamental dessa história, representando a continuidade do legado musical deixado pela mãe.

O documentário também reúne depoimentos de nomes importantes da música e do jornalismo cultural brasileiro, como Zélia Duncan, Nando Reis, Oswaldo Montenegro, Tárik de Souza e Arthur Dapieve. Cada um contribui com memórias, análises e observações que ajudam a contextualizar a importância de Cássia no cenário musical dos anos 1990 e início dos anos 2000.

Imagens de shows históricos, ensaios, entrevistas e momentos do cotidiano da cantora se misturam aos relatos, criando uma narrativa fluida e envolvente. Em um dos trechos mais marcantes, a própria Cássia fala sobre sua dificuldade de lidar com as pessoas e como a música se tornou um refúgio. Para ela, cantar era mais do que uma profissão: era uma forma de existir no mundo e de enfrentar seus medos.

Além da exibição no canal Curta!, o documentário também está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, acessível por meio do Prime Video Channels, da Amazon, da Claro TV+ e pelo site oficial da plataforma. Essa ampla distribuição permite que novas gerações descubram — ou redescubram — a força, a vulnerabilidade e a genialidade de Cássia Eller.

O que vem por aí no universo de Stranger Things? Spin-offs prometem novos mistérios após o final da série

0
Foto: Reprodução/ Internet

Após quase uma década moldando a cultura pop e conquistando fãs ao redor do mundo, Stranger Things encerrou oficialmente sua trajetória com a estreia da quinta e última temporada. O desfecho marcou o fim da história central ambientada em Hawkins, mas está longe de representar o encerramento definitivo desse universo que se tornou um dos maiores fenômenos da Netflix. Pelo contrário: os irmãos Matt e Ross Duffer já confirmaram que novas histórias estão a caminho, prometendo expandir ainda mais a mitologia do Mundo Invertido e responder a questões que ficaram em aberto após o episódio final.

Desde sua estreia, Stranger Things sempre foi pensada como uma narrativa maior do que apenas uma série. Ao longo dos anos, os criadores demonstraram interesse em explorar esse mundo sob diferentes perspectivas, formatos e linhas do tempo. Agora, com a conclusão da trama principal, esse plano começa a se concretizar de forma mais clara, com projetos derivados já anunciados e outros em fase inicial de desenvolvimento.

Atualmente, dois spin-offs da série estão confirmados. O primeiro deles é Stranger Things: Tales from ’85, uma animação que se passa entre os eventos da segunda e da terceira temporadas. A produção acompanha Eleven, Mike, Will, Dustin, Lucas e Max durante novas investigações envolvendo o Mundo Invertido, apresentando mistérios inéditos que se desenrolam paralelamente à narrativa já conhecida pelo público. O formato animado permite uma abordagem mais livre, tanto visualmente quanto narrativamente, abrindo espaço para criaturas, situações e conceitos que talvez não fossem possíveis em live-action.

O segundo projeto derivado, que vem despertando grande curiosidade entre os fãs, ainda não teve muitos detalhes revelados, mas já foi confirmado pelos irmãos Duffer como prioridade. Segundo os criadores, os trabalhos nesse novo spin-off devem começar ainda em janeiro, indicando que a expansão do universo de Stranger Things será rápida e estratégica. A proposta é explorar histórias que não dependam diretamente dos protagonistas originais, mas que mantenham a essência da série: suspense, terror, ficção científica e forte carga emocional.

Criada, escrita e dirigida por Matt e Ross Duffer, a trama é uma série estadunidense de ficção científica, terror, suspense e drama adolescente produzida para a Netflix. Além dos irmãos Duffer, a produção executiva conta com nomes como Shawn Levy e Dan Cohen. O elenco principal reúne atores que se tornaram ícones da televisão contemporânea, como Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Cara Buono e Matthew Modine. Ao longo das temporadas, o elenco foi expandido com adições marcantes, como Sadie Sink, Maya Hawke, Jamie Campbell Bower e até mesmo Linda Hamilton.

A série estreou em 15 de julho de 2016 e permaneceu em exibição até 31 de dezembro de 2025. A primeira temporada se passa na fictícia cidade de Hawkins, nos Estados Unidos, durante os anos 1980, e acompanha o misterioso desaparecimento do garoto Will Byers. Pouco depois, surge Eleven, uma menina com poderes telecinéticos que foge de um laboratório secreto e acaba ajudando os amigos de Will em sua busca. Esse ponto de partida simples rapidamente se transforma em algo muito maior, revelando a existência do Mundo Invertido e de experimentos governamentais obscuros.

A segunda temporada, lançada em 27 de outubro de 2017, se passa um ano após os acontecimentos iniciais e explora as tentativas dos personagens de retomar uma vida normal, enquanto lidam com as consequências deixadas pelo contato com o Mundo Invertido. Will, em especial, passa a sofrer sequelas físicas e psicológicas, tornando-se uma peça central na continuidade da ameaça sobrenatural.

Já a terceira temporada, lançada em 4 de julho de 2019, é ambientada no verão de 1985 e marca uma mudança significativa no tom da série. Com a inauguração de um shopping center em Hawkins e a introdução de uma conspiração envolvendo agentes russos, a trama mistura amadurecimento dos personagens, romance adolescente e um novo nível de perigo, consolidando Stranger Things como um espetáculo cada vez mais ambicioso.

Em 2019, a Netflix renovou a série para uma quarta temporada, que acabou sendo lançada apenas em 2022, dividida em dois volumes. Essa fase aprofundou ainda mais a mitologia do Mundo Invertido, apresentou o vilão Vecna e preparou o terreno para o confronto final. Pouco depois, foi confirmado que a quinta temporada seria a última, dividida em três volumes lançados entre novembro e dezembro de 2025, culminando no episódio final exibido na virada do ano.

O sucesso foi imediato. A série recebeu aclamação do público e da crítica especializada, que destacou as atuações, o clima nostálgico, a trilha sonora marcante e a habilidade dos criadores em equilibrar terror e emoção. Esse impacto transformou Stranger Things em uma franquia multimídia, com livros, quadrinhos, jogos, produtos licenciados, uma peça teatral prelúdio (Stranger Things: The First Shadow) e agora uma nova fase focada em spin-offs.

The Beauty revela trailer perturbador e transforma a busca pela perfeição em um pesadelo mortal

0
Foto: Reprodução/ Internet

O universo da moda, tradicionalmente associado ao glamour, à elegância e à busca incessante pela perfeição, ganha contornos sombrios e perturbadores em The Beauty, nova produção criada por Ryan Murphy em parceria com Matt Hodgson. Teve seu trailer oficial revelado nesta segunda-feira (5), a série é baseada na aclamada HQ homônima escrita por Jeremy Haun e Jason A. Hurley e promete ser um dos lançamentos mais impactantes da televisão em 2026. Misturando drama, suspense, terror psicológico e crítica social, a obra mergulha fundo nos limites da vaidade humana e nos perigos de uma sociedade obcecada pela aparência. Abaixo, confira o vídeo:

A trama se inicia quando o mundo da alta costura é abalado por uma sequência de mortes misteriosas e extremamente macabras envolvendo supermodelos internacionais. O que, a princípio, parece uma série de crimes isolados logo se revela parte de algo muito maior e mais perigoso. Para investigar o caso, o FBI envia a Paris os agentes Cooper Madsen e Jordan Bennett, dois profissionais experientes que rapidamente percebem que estão lidando com uma ameaça que ultrapassa fronteiras, leis e até mesmo conceitos básicos de ética e humanidade.

À medida que a investigação avança, os agentes descobrem a existência de um vírus sexualmente transmissível capaz de transformar pessoas comuns em versões fisicamente perfeitas de si mesmas. Corpos esculturais, rostos simétricos e juventude quase eterna passam a ser possíveis graças a essa “benção” científica. No entanto, o que parece um milagre moderno cobra um preço alto e brutal. As consequências da infecção são tão devastadoras quanto imprevisíveis, levando a deformações, surtos violentos e, em muitos casos, à morte.

No centro desse pesadelo está uma figura conhecida apenas como “A Corporação”, um bilionário da tecnologia interpretado por Ashton Kutcher. Misterioso, frio e extremamente calculista, ele é o criador da droga revolucionária apelidada de “A Beleza”. Por trás de um discurso de progresso, inovação e liberdade estética, esconde-se um império trilionário construído sobre experimentos ilegais, manipulação genética e exploração humana. Para proteger seus segredos e manter o controle absoluto sobre o mercado da perfeição, A Corporação não hesita em recorrer à violência extrema, acionando seu executor pessoal conhecido apenas como O Assassino, vivido por Anthony Ramos.

Enquanto Cooper e Jordan tentam juntar as peças desse quebra-cabeça mortal, a narrativa se expande para outros personagens igualmente impactados pela epidemia. Um deles é Jeremy, interpretado por Jeremy Pope, um forasteiro perdido e desesperado que se vê envolvido no caos causado pela disseminação da droga. Em busca de um propósito e tentando sobreviver em um mundo que valoriza apenas a aparência, ele representa o olhar mais humano e vulnerável da história, funcionando como um contraponto emocional à frieza das grandes corporações e ao cinismo da indústria da beleza.

A série adota uma narrativa global, levando os personagens a uma corrida contra o tempo por cidades icônicas como Paris, Veneza, Roma e Nova Iorque. Cada cenário não serve apenas como pano de fundo estético, mas também reforça a crítica central da obra: a padronização da beleza e o culto ao corpo perfeito são fenômenos globais, alimentados por redes de poder, consumo e influência midiática. Ryan Murphy utiliza essas paisagens para criar um contraste constante entre o belo e o grotesco, o luxo e a decadência.

No elenco, Evan Peters, colaborador frequente de Murphy, assume o papel do agente Cooper Madsen, entregando mais uma atuação intensa e complexa. Rebecca Hall interpreta Jordan Bennett, uma investigadora inteligente, pragmática e emocionalmente marcada pelos horrores que descobre ao longo do caso. Isabella Rossellini surge como Franny Forst, uma figura influente e enigmática ligada ao mundo da moda, cuja presença adiciona ainda mais camadas de mistério à trama. Bella Hadid, supermodelo na vida real, interpreta Ruby, personagem que dialoga diretamente com a crítica à indústria fashion e ao culto à imagem.

Do ponto de vista temático, a série se encaixa perfeitamente na filmografia e no estilo narrativo de Ryan Murphy. Conhecido por explorar os limites da sociedade contemporânea em séries como American Horror Story, Nip/Tuck e Pose, o criador volta a provocar o público ao questionar até onde a humanidade está disposta a ir em nome da perfeição. A série aborda questões como bioética, capitalismo extremo, exploração do corpo, identidade e o impacto psicológico da busca incessante por aceitação e reconhecimento.

O desenvolvimento da série foi anunciado oficialmente em 30 de setembro de 2024, quando o canal FX confirmou que estava trabalhando em uma adaptação da HQ com Ryan Murphy e Matt Hodgson à frente do projeto. Em agosto de 2025, a emissora revelou que a estreia estava prevista para 2026, informação reforçada pelo próprio Murphy em outubro do mesmo ano, quando indicou janeiro como o mês escolhido. Finalmente, em 3 de dezembro de 2025, o FX confirmou a data oficial de estreia: 21 de janeiro de 2026.

As filmagens aconteceram entre novembro de 2024 e junho de 2025, passando por diversas locações internacionais, o que reforça a ambição visual e narrativa da série. O cuidado com a fotografia, o figurino e a ambientação já é evidente no trailer, que apresenta uma estética elegante, perturbadora e altamente estilizada, alinhada ao tom crítico e provocador da história.

Streams de Prince disparam no Spotify após final de Stranger Things e provam o poder duradouro da música dos anos 80

0
Foto: Reprodução/ Internet

O fim de Stranger Things não marcou apenas o encerramento de uma das séries mais influentes da era do streaming, mas também provocou um impacto imediato no consumo musical ao redor do mundo. Exibido na véspera de Ano Novo, em 31 de dezembro de 2025, o episódio final da produção da Netflix emocionou fãs e reforçou a forte ligação da série com a cultura pop dos anos 1980, especialmente por meio de sua trilha sonora cuidadosamente escolhida.

Entre os destaques musicais do último episódio, duas canções icônicas de Prince ganharam protagonismo: “When Doves Cry” e “Purple Rain”, ambas lançadas em 1984. As músicas embalaram a cena final da série e ajudaram a construir o clima de despedida, melancolia e reflexão que marcou o encerramento da história ambientada em Hawkins. A escolha do artista não foi casual, já que Prince é um dos maiores símbolos musicais da década que inspira toda a estética de Stranger Things.

O impacto dessa escolha foi rapidamente percebido no Spotify. De acordo com dados da plataforma, já no dia seguinte à estreia do episódio final, os streams das músicas de Prince registraram um crescimento expressivo em escala global. “Purple Rain” teve um aumento de 577% nos streams da Geração Z e de 243% no total global, enquanto “When Doves Cry” cresceu 128% entre ouvintes mais jovens e 200% no volume total de reproduções.

O fenômeno não se limitou às faixas utilizadas na série. Todo o catálogo de Prince também apresentou alta significativa, com crescimento de 88% nos streams globais da Geração Z e 190% no total geral. Os números consideram a comparação entre o dia da estreia do episódio final, em 31 de dezembro de 2025, e o dia 1º de janeiro de 2026, evidenciando o efeito quase imediato da exibição.

Esse movimento reforça o papel de Stranger Things como uma poderosa ponte entre gerações. Ao longo de suas cinco temporadas, a série se destacou por resgatar músicas clássicas dos anos 80 e apresentá-las a um público jovem, muitas vezes transformando canções esquecidas ou restritas a nichos em sucessos contemporâneos. O caso de Prince se soma a outros exemplos emblemáticos, como o retorno de Kate Bush às paradas globais na quarta temporada.

Criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer, a série estreou em 2016 e se consolidou como um fenômeno cultural ao misturar ficção científica, terror e drama adolescente, sempre permeados por referências diretas ao cinema, à música e à cultura pop da década de 1980. A série acompanhou o crescimento de seus personagens — e de seu público — ao longo de quase dez anos.

Ao encerrar sua trajetória ao som de Prince, Stranger Things reafirma que seu legado vai além da narrativa televisiva. A série termina, mas continua ecoando na música, na memória afetiva dos fãs e nas playlists de uma nova geração, provando que grandes histórias — assim como grandes canções — nunca desaparecem por completo.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça (6) na TV Globo

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na Sessão da Tarde desta terça-feira, 6 de janeiro de 2026, a TV Globo convida o público a embarcar em uma aventura que mistura ficção científica, ação e humor em escala global. O filme escolhido é “MIB: Homens de Preto – Internacional”, produção que expande o universo da clássica franquia Men in Black e apresenta uma nova geração de agentes encarregados de manter a ordem entre humanos e alienígenas, sempre longe dos olhos curiosos da população.

Lançado em 2019, o longa funciona como um spin-off da saga iniciada nos anos 1990, deixando de lado os icônicos agentes K e J para apostar em uma história inédita, novos personagens e cenários espalhados pelo mundo. O resultado é um filme que respeita a essência da franquia, mas busca atualizar sua linguagem para um público mais jovem e conectado com narrativas globais.

A trama começa de forma intimista, ainda na infância de Molly, interpretada por Tessa Thompson. Quando criança, ela testemunha algo que mudaria sua vida para sempre: a abordagem de dois agentes do MIB a seus pais, seguida do apagamento de suas memórias após um encontro inesperado com um ser extraterrestre. Enquanto os adultos seguem suas vidas sem qualquer lembrança do ocorrido, Molly não esquece. Pelo contrário: ela passa anos obcecada pelos mistérios do universo e pela existência de vida fora da Terra.

Essa obsessão se transforma em motivação. Molly cresce determinada a provar que o MIB existe e, mais do que isso, a fazer parte da organização secreta. Sua persistência e inteligência acabam sendo recompensadas quando ela consegue localizar a sede da agência e, após insistir incansavelmente, é aceita como agente. Assim nasce a agente M, uma das personagens mais determinadas já apresentadas na franquia.

Já como agente oficialmente reconhecida, M é enviada para a filial do MIB em Londres, onde algo extremamente estranho vem acontecendo. Diferente das ameaças tradicionais vindas do espaço, o perigo agora parece estar dentro da própria organização. Há indícios de traição, informações vazadas e ataques alienígenas cada vez mais coordenados.

É nesse cenário que entra o agente H, vivido por Chris Hemsworth. Carismático, confiante e com um histórico de grandes feitos dentro do MIB, H é designado para trabalhar ao lado de M. A dupla, inicialmente marcada por diferenças de postura e experiência, precisa aprender a confiar um no outro para enfrentar uma ameaça que pode colocar em risco não apenas a Terra, mas todo o equilíbrio entre as espécies.

A parceria entre M e H funciona como o coração do filme. Enquanto ele representa o agente veterano, acostumado a improvisar e quebrar regras, ela traz um olhar mais atento, curioso e questionador, algo que muitas vezes falta aos membros mais antigos da organização. Esse contraste gera conflitos, mas também momentos de humor e cumplicidade.

Diferente dos filmes anteriores, que se concentravam majoritariamente nos Estados Unidos, “MIB: Homens de Preto – Internacional” aposta em uma narrativa verdadeiramente global. A investigação leva os protagonistas a diferentes países, ampliando o escopo da franquia e reforçando a ideia de que a ameaça alienígena não conhece fronteiras.

Além disso, o longa apresenta novos alienígenas, tecnologias inéditas e criaturas visualmente marcantes, mantendo a tradição da série de misturar efeitos especiais com um toque de irreverência. Um dos destaques é a presença de Pawny, personagem dublado por Kumail Nanjiani, que funciona como alívio cômico e rapidamente se torna um dos mais carismáticos do filme.

O elenco reúne nomes conhecidos do grande público. Além de Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que já haviam contracenado juntos anteriormente, o filme conta com Liam Neeson no papel de High T, o chefe da filial londrina do MIB, trazendo uma aura de autoridade e mistério. Rebecca Ferguson interpreta Riza Stavros, uma traficante de armas alienígenas com passado enigmático, enquanto Rafe Spall vive um agente cuja lealdade é colocada em dúvida ao longo da trama.

A direção é assinada por F. Gary Gray, conhecido por seu trabalho em filmes de ação como Velozes e Furiosos 8 e Uma Saída de Mestre. Gray imprime um ritmo acelerado ao longa, equilibrando cenas de ação bem coreografadas com momentos de humor e desenvolvimento de personagens.

O roteiro fica por conta de Art Marcum e Matt Holloway, dupla responsável por outros sucessos do cinema de entretenimento. A produção executiva de Steven Spielberg, nome intimamente ligado à história da franquia, reforça o cuidado em manter a identidade de Men in Black, mesmo com tantas novidades.

As filmagens de “MIB: Homens de Preto – Internacional” começaram oficialmente em julho de 2018, com locações em Londres e outras cidades ao redor do mundo. O filme é uma produção conjunta da Columbia Pictures, Amblin Entertainment, Parkes + Macdonald, Image Nation e Tencent Pictures, com distribuição da Sony Pictures Releasing.

A pré-estreia aconteceu em 11 de junho de 2019, em Nova York. Poucos dias depois, o longa chegou aos cinemas do Brasil e de Portugal em 13 de junho, estreando nos Estados Unidos em 14 de junho de 2019, em formatos convencional, 3D e IMAX 3D. Mundialmente, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões, consolidando-se como um sucesso comercial, especialmente considerando seu caráter de spin-off.

Katherine Center apresenta “The Love Haters” e reforça seu lugar entre os grandes nomes do romance contemporâneo

0
Foto: Reprodução/ Internet

Katherine Center já provou mais de uma vez que sabe falar sobre amor sem cair em clichês vazios. Agora, a autora best-seller do New York Times volta a encantar o público brasileiro com “Haters do Amor”, novo romance lançado no país pela Editora Jangada. A obra chega com a promessa de equilibrar humor afiado, emoção genuína e aquele tipo de romance que aquece o coração sem perder a honestidade.

Para quem já conhece o trabalho da escritora, o clima é familiar. Center ficou mundialmente conhecida após os sucessos The Lost Husband e Happiness for Beginners, que ganharam adaptações na Netflix e ampliaram seu alcance para além das livrarias. Em seu novo livro, ela mantém a marca registrada: personagens imperfeitos, diálogos espirituosos e histórias que falam sobre recomeços de forma leve, mas profunda.

A protagonista da vez é Katie Vaughn, uma mulher que já se decepcionou o suficiente para decidir que o amor não vale mais o risco. Descrente de romances e finais felizes, ela aposta todas as fichas em sua carreira como produtora de vídeo. O problema é que, quando seu emprego entra em perigo, Katie aceita um trabalho de última hora que muda completamente seus planos e a leva até Key West, na Flórida.

É lá que ela cruza o caminho de Tom “Hutch” Hutcheson, um nadador-salvador da Guarda Costeira tão confiante quanto irresistível. O choque de mundos é imediato, principalmente porque Katie guarda um segredo nada pequeno: ela não sabe nadar. Mesmo assim, decide fingir que sabe, dando início a uma sequência de situações constrangedoras, caóticas e extremamente divertidas. Para completar o pacote de tensão, ainda precisa conviver com Cole, o irmão de Hutch, que deixa claro desde o início que não simpatiza nem um pouco com ela.

O que poderia ser apenas mais um romance de verão se transforma em uma verdadeira montanha-russa emocional. Entre aulas de natação improvisadas, voos de helicóptero, festas exageradas, tempestades tropicais e até um dogue alemão que rouba a cena, Katie começa a perceber que o amor costuma aparecer justamente quando menos se espera — e, muitas vezes, na forma da pessoa que mais desafia nossas certezas.

O grande mérito de “Haters do Amor” está na humanidade de seus personagens. Katherine Center não idealiza relações nem cria protagonistas inalcançáveis. Pelo contrário, ela aposta em inseguranças reais, medos reconhecíveis e sentimentos contraditórios, fazendo com que o leitor se veja refletido nas páginas. É um romance que faz rir, mas também convida à reflexão sobre confiança, vulnerabilidade e segundas chances.

Com 360 páginas e preço sugerido de R$ 66,90, o livro se posiciona como uma leitura perfeita para quem busca algo envolvente, leve e emocionalmente honesto. Fãs de autoras como Ali Hazelwood, Lynn Painter e Jenna Evans Welch certamente vão se sentir em casa.

Dinheiro Suspeito | Novo thriller da Netflix reúne Matt Damon e Ben Affleck em jogo perigoso de corrupção e desconfiança

0

A Netflix divulgou nesta segunda-feira, 5 de janeiro, o trailer oficial e o pôster de Dinheiro Suspeito, novo filme original da plataforma que marca mais uma colaboração de peso entre Matt Damon (Perdido em Marte, Jason Bourne) e Ben Affleck (Argo, Garota Exemplar), agora não apenas como protagonistas, mas também como produtores. O longa tem estreia global marcada para 16 de janeiro e promete entregar um thriller policial intenso, marcado por tensão, dilemas morais e jogos de confiança.

Dirigido e roteirizado por Joe Carnahan (A Perseguição, Esquadrão Classe A), o filme mergulha no submundo da corrupção e da ambição a partir de uma situação aparentemente simples, mas cheia de consequências. Ambientada em Miami, a história acompanha um grupo de policiais que se depara com milhões de dólares escondidos em um local abandonado. O que poderia ser tratado como uma grande apreensão logo se transforma em um gatilho para suspeitas, mentiras e disputas internas.

À medida que a quantia encontrada chama a atenção de outras forças e autoridades, a versão oficial dos fatos começa a ruir. A confiança entre os integrantes da equipe entra em colapso, e o filme passa a explorar até que ponto cada personagem está disposto a ir para proteger seus próprios interesses. Em um cenário onde todos parecem ter algo a esconder, a pergunta central se impõe: em quem é possível confiar quando o dinheiro fala mais alto?

Além de Damon e Affleck, Dinheiro Suspeito conta com um elenco de destaque. Steven Yeun (The Walking Dead, Treta), Teyana Taylor (Creed II, Um Príncipe em Nova York 2), Sasha Calle (The Flash, On My Block) e Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça, The Affair) integram o time principal. O elenco ainda traz Scott Adkins (John Wick 4, Os Mercenários 2) e Kyle Chandler (Friday Night Lights, Godzilla vs. Kong), ampliando o peso dramático e a intensidade da produção.

Nos bastidores, o projeto também chama atenção. A produção fica a cargo de Ben Affleck (Argo, Air: A História por Trás do Logo), Matt Damon (Ford vs Ferrari, O Talentoso Ripley), Dani Bernfeld (Air, Instinto Assassino) e Luciana Damon (Manchester à Beira-Mar, Stillwater). A produção executiva é assinada por Kevin Halloran (Air, Argo) e Michael Joe (The Big Cigar, Air), nomes ligados à Artists Equity, empresa fundada por Affleck e Damon.

A história do filme foi desenvolvida por Joe Carnahan (Smokin’ Aces, Stretch) em parceria com Michael McGrale (A Perseguição, Narc), reforçando a assinatura autoral do diretor, conhecido por explorar personagens moralmente ambíguos e narrativas onde o perigo não está apenas nas ruas, mas dentro dos próprios protagonistas.

almanaque recomenda