HBO Max apresenta primeiro teaser de “Lanternas”, nova série do universo DC estrelada por Kyle Chandler e Aaron Pierre

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Foto: Reprodução/ Internet

A plataforma HBO Max divulgou o primeiro teaser oficial de Lanternas, nova produção dramática baseada nos personagens da DC Comics. A série chega como parte do novo universo compartilhado da DC e é estrelada por Kyle Chandler, Aaron Pierre e Kelly Macdonald. A estreia está prevista para agosto, tanto na HBO quanto na plataforma de streaming. Abaixo, confira o vídeo:

A história acompanha dois personagens clássicos da mitologia da DC: o experiente Hal Jordan e o novo recruta John Stewart. Conhecidos como membros da famosa tropa intergaláctica dos Lanternas Verdes, eles atuam como uma espécie de força policial do universo, usando anéis capazes de canalizar energia pura a partir da força de vontade de quem os utiliza. Na série, os dois acabam sendo arrastados para um mistério inesperado na Terra enquanto investigam um assassinato ocorrido no coração dos Estados Unidos — um caso que, aos poucos, revela consequências muito maiores do que aparenta.

A proposta da produção mistura ficção científica, drama e investigação criminal, apostando em uma narrativa mais sombria do que o público costuma ver nas histórias tradicionais de super-heróis. A série pretende explorar não apenas a dimensão cósmica dos Lanternas Verdes, mas também o impacto de uma investigação complexa que se desenrola em território terrestre. Essa abordagem mais investigativa, inclusive, foi comparada pelos próprios criadores ao estilo da série True Detective, conhecida por suas histórias densas e trama de suspense.

Quem faz parte do elenco?

No elenco, Kyle Chandler assume o papel de Hal Jordan, retratado como um veterano da corporação que já enfrentou inúmeras missões pelo universo. Ao seu lado está Aaron Pierre, que interpreta John Stewart, um novo integrante da tropa que ainda está aprendendo a lidar com a responsabilidade de se tornar um Lanterna Verde. A atriz Kelly Macdonald também faz parte da produção, embora detalhes sobre sua personagem ainda estejam sendo mantidos em segredo.

A série é produzida pela DC Studios em parceria com a Warner Bros. Television, e faz parte do planejamento do novo Universo DC (DCU), comandado por James Gunn e Peter Safran. A dupla assumiu a liderança criativa da franquia em 2022 com a missão de reorganizar e expandir o universo da DC no cinema, televisão e streaming.

Quem asisna o primeiro episódio?

O episódio piloto da série foi coescrito por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, que também atuam como cocriadores do projeto. Mundy também assume o papel de showrunner, responsável por conduzir o desenvolvimento criativo da produção. A direção dos dois primeiros episódios fica por conta de James Hawes, enquanto Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov comandam outros capítulos da temporada.

Como a série foi desenvolvida?

Curiosamente, o caminho até a versão atual da série foi longo. O projeto começou a ser desenvolvido em 2019 pelo produtor Greg Berlanti, que inicialmente imaginava uma série mais ampla sobre a corporação dos Lanternas Verdes, apresentando diversos personagens espalhados pelo universo. Com a reestruturação da DC Studios em 2022, a ideia foi reformulada e passou a focar diretamente na parceria entre Hal Jordan e John Stewart, além de apostar em um tom mais investigativo e maduro.

Quando as gravações iniciaram?

As filmagens da primeira temporada aconteceram em Los Angeles entre fevereiro e julho de 2025. A produção terá oito episódios em sua temporada inicial e promete expandir a presença do universo DC na televisão com uma abordagem diferente da tradicional narrativa de super-heróis.

Laboon surge em Copacabana e transforma o Rio em cenário de One Piece para comemorar a nova temporada da série da Netflix

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Os fãs de One Piece: A Série já têm um encontro marcado com o universo dos Chapéus de Palha. Para celebrar a estreia da nova temporada da produção, a Netflix preparou uma experiência imersiva gratuita que promete levar o público diretamente para dentro da aventura. A atração principal é a aparição de Laboon, a icônica baleia da saga, que “emerge” na Praia de Copacabana em uma ativação especial aberta ao público.

Entre os dias 6 e 14 de março de 2026, cariocas e turistas poderão visitar uma instalação temática inspirada no universo da série e participar de diversas atividades interativas. A ação acontece na altura da Avenida Princesa Isabel, entre as barracas 44 e 45, e marca a segunda vez que a produção desembarca em Copacabana com uma experiência dedicada aos fãs brasileiros.

A iniciativa faz parte da campanha de lançamento da segunda temporada da série, intitulada “Rumo à Grand Line”, que estreia em 10 de março, exclusivamente na plataforma de streaming.

Uma baleia lendária no coração do Rio

No centro da experiência está uma gigantesca estrutura cenográfica representando Laboon, personagem que ocupa um lugar especial na memória dos fãs da obra criada por Eiichiro Oda.

Na narrativa original, Laboon é uma baleia solitária que aguarda, ano após ano, o retorno de um grupo de piratas com quem criou um forte laço no passado. A história do personagem se tornou uma das mais emocionantes do universo de One Piece, simbolizando temas como amizade, lealdade e esperança.

Inspirada nesse momento marcante da saga, a instalação criada pela Netflix permite que os visitantes explorem o interior da baleia e participem de diferentes etapas da experiência. A proposta é transportar o público para dentro da narrativa da série, criando um ambiente que mistura cenografia, interação e elementos visuais inspirados na produção.

Uma jornada interativa para os fãs

Ao longo da experiência, os visitantes poderão percorrer diferentes estações temáticas dentro e ao redor da estrutura de Laboon. Cada espaço foi projetado para recriar o espírito de aventura que caracteriza a jornada dos Piratas do Chapéu de Palha.

Entre cenários fotográficos, atividades interativas e momentos pensados para o compartilhamento nas redes sociais, o público poderá registrar a visita e se sentir parte da tripulação liderada por Monkey D. Luffy.

Um dos pontos altos da experiência é a criação de um cartaz personalizado inspirado nos famosos “Wanted Posters” — os cartazes de procurados do universo da série.

Durante a visita, aqueles que completarem todas as etapas da ativação poderão gerar seu próprio cartaz de procurado, com nome e imagem personalizados. O item funciona como lembrança do evento e também como um convite para que os fãs compartilhem a experiência nas redes sociais, ampliando o alcance da campanha.

O sucesso global da adaptação live-action

Desde sua estreia em 2023, One Piece: A Série se consolidou como um dos maiores sucessos recentes da Netflix. Inspirada no mangá criado por Eiichiro Oda — considerado o mais vendido da história do Japão — a produção acompanha as aventuras de Luffy e sua tripulação em busca do lendário tesouro conhecido como One Piece.

A primeira temporada rapidamente conquistou público e crítica, permanecendo por oito semanas no Top 10 global da Netflix e alcançando o primeiro lugar em mais de 75 países.

Outro feito histórico foi ter se tornado a primeira série em língua inglesa da plataforma a estrear em primeiro lugar no Japão, país de origem da obra.

Com quase 100 milhões de visualizações, a série também recebeu reconhecimento da indústria televisiva, incluindo 11 indicações ao Children’s & Family Emmy Awards, com destaque para a categoria de Melhor Série para Jovens.

Além da audiência expressiva, a produção foi amplamente elogiada por sua fidelidade ao material original, pelas performances do elenco e pelo cuidado na recriação do universo visual do mangá.

Rumo à Grand Line

A segunda temporada da série marca um novo capítulo na jornada dos Chapéus de Palha. Como sugere o subtítulo “Rumo à Grand Line”, os novos episódios devem acompanhar a tripulação enfrentando mares ainda mais perigosos enquanto se aproximam do território mais temido e misterioso do mundo de One Piece.

Na mitologia da saga, a Grand Line é um oceano repleto de desafios, criaturas gigantescas e piratas lendários. É também onde se acredita estar escondido o tesouro deixado pelo antigo Rei dos Piratas, Gol D. Roger.

A nova temporada promete ampliar o universo apresentado no primeiro ano da série, introduzindo novos personagens, cenários e conflitos que aproximam a história do arco clássico do mangá.

Uma franquia em expansão

O sucesso da adaptação live-action também impulsionou novas iniciativas relacionadas à marca One Piece. Além da série, o universo da franquia tem sido expandido por meio de produtos licenciados, experiências imersivas e colaborações com marcas internacionais.

Entre elas estão coleções especiais de brinquedos, itens colecionáveis e experiências temáticas que permitem aos fãs explorar ainda mais o mundo criado por Eiichiro Oda.

A confiança no potencial da série é tão grande que a Netflix já confirmou uma terceira temporada, mesmo antes da estreia do segundo ano da produção. O projeto é desenvolvido em parceria com a editora japonesa Shueisha e com a Tomorrow Studios.

Crítica – “A Noiva” aposta no caos criativo e revela a força autoral de Maggie

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Eu sempre me sinto atraído por filmes que abraçam o caos — obras que parecem estar constantemente à beira de explodir. Há algo fascinante quando um diretor ou diretora ainda em início de carreira decide apostar em uma proposta ambiciosa. Esse tipo de escolha costuma revelar uma disposição rara: a de experimentar sem medo, mesmo correndo riscos.

Em “A Noiva”, Maggie conduz o filme com um espírito quase anárquico. Sua direção imprime uma energia descontrolada e provocativa que, embora pudesse ser sustentada com maior consistência ao longo de toda a narrativa, surge em momentos marcantes — barulhentos, intensos e deliberadamente excessivos. Quando essa abordagem aparece, ela domina a tela com força.

No campo das atuações, Christian entrega uma performance completamente excêntrica. Seu personagem é estranho, deslocado, quase caricatural — e funciona exatamente por isso. O ator parece cada vez menos interessado em interpretar figuras “normais”, e essa escolha artística acaba se tornando uma de suas maiores qualidades. Há algo de magnético em sua estranheza, que combina perfeitamente com o tom peculiar do filme.

Jessie, por sua vez, oferece uma atuação poderosa e intensa. É daquelas interpretações que alguns espectadores podem considerar “exageradas”, tamanha a carga emocional e dramática presente em cada cena. No entanto, dentro da proposta estética e narrativa de “A Noiva”, essa intensidade encontra seu lugar. A própria encenação abraça esse registro mais exagerado, o que legitima e sustenta a performance da atriz. Ainda assim, em determinados momentos ao lado de Christian, fica a impressão de que Jessie poderia ter ido ainda mais longe na intensidade dramática.

Narrativamente, o filme começa com grande fôlego. Sua primeira hora é marcada por um ritmo pulsante e energético, que mantém o espectador constantemente envolvido. Entretanto, na parte intermediária — cerca de meia hora — o ritmo desacelera e a narrativa parece perder parte de sua força. Nesse momento, o filme passa a dar a sensação de estar apenas caminhando em direção ao desfecho, em vez de construir eventos realmente envolventes.

Felizmente, o final consegue recuperar boa parte da potência emocional da história. Os elementos narrativos encontram seu espaço e funcionam de forma satisfatória, demonstrando que, mesmo em meio ao excesso de ideias e à estética caótica, o roteiro nunca perde totalmente o foco na relação central entre os protagonistas. Vale destacar que a própria Maggie assina o roteiro, o que reforça sua identidade autoral e serve como um promissor cartão de visitas para sua carreira.

No fim das contas, “A Noiva” pode não ser um filme perfeitamente equilibrado em todos os aspectos. Ainda assim, sua personalidade marcante, sua coragem estética e sua energia criativa tornam a experiência cinematográfica difícil de ignorar. Maggie talvez ainda esteja no início de sua trajetória como diretora, mas já demonstra possuir uma voz própria — alguém disposto a arriscar, exagerar e experimentar sem medo de ultrapassar limites.

Sessão da Tarde: Globo exibe o musical “Annie” nesta quinta-feira (5), estrelado por Jamie Foxx e Cameron Diaz

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A programação da Sessão da Tarde desta quinta-feira, 5 de março de 2026, aposta em uma história emocionante, cheia de música, humor e esperança. O filme escolhido pela TV Globo é Annie, releitura moderna de um dos musicais mais conhecidos da cultura pop.

Lançado em 2014, o longa traz uma versão contemporânea da clássica história da pequena órfã que acredita que dias melhores estão por vir. Com direção de Will Gluck, o filme mistura comédia, drama e números musicais para contar uma história sobre família, amizade e esperança.

O elenco reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Jamie Foxx, Cameron Diaz, Bobby Cannavale, David Zayas e a jovem estrela Quvenzhané Wallis, que interpreta a protagonista.

Uma história clássica reinventada

A trama acompanha Annie Bennett, uma garota órfã cheia de energia e otimismo que vive em um orfanato administrado pela rígida e pouco carinhosa Srta. Hannigan. Apesar das dificuldades do dia a dia, Annie mantém o espírito positivo e acredita que seus pais voltarão algum dia para buscá-la.

A vida da menina muda completamente quando ela cruza o caminho de Will Stacks, um empresário bilionário que decide entrar para a política e concorrer ao cargo de prefeito da cidade. Durante um incidente nas ruas, ele acaba salvando Annie de um acidente, gesto que chama a atenção da mídia.

Percebendo o potencial da situação para sua campanha eleitoral, Stacks decide levar Annie para passar alguns dias em sua luxuosa mansão. O que começa como uma estratégia de marketing político acaba se transformando em algo muito maior.

Ao chegar à casa do milionário, Annie passa a conviver com funcionários que rapidamente se afeiçoam a ela. Sua personalidade carismática e seu olhar otimista começam a transformar o ambiente — inclusive a forma como Will Stacks enxerga a própria vida.

Música, humor e emoção

Por se tratar de uma adaptação de um musical clássico, “Annie” traz diversas canções que ajudam a contar a história e reforçam o clima leve da produção. As músicas acompanham os momentos mais marcantes da jornada da protagonista, desde as dificuldades no orfanato até as descobertas em sua nova realidade.

O filme é inspirado no musical da Broadway de 1977, que por sua vez foi baseado na famosa história em quadrinhos Little Orphan Annie, criada por Harold Gray em 1924.

Essa versão de 2014 atualiza a narrativa para os tempos modernos e também trouxe mudanças importantes na representação dos personagens principais. Na nova adaptação, Annie e Will Stacks são interpretados por atores afro-americanos, reforçando a diversidade e oferecendo uma nova leitura da história para as novas gerações.

Produção e bastidores

A produção do filme contou com nomes de peso da indústria do entretenimento. Entre os produtores estão o rapper e empresário Jay-Z e o ator Will Smith, que ajudaram a trazer uma abordagem contemporânea para o projeto.

Com orçamento estimado em cerca de 65 milhões de dólares, “Annie” arrecadou mais de 130 milhões mundialmente, mostrando que a história ainda tem grande apelo junto ao público.

Nos cinemas da América do Norte, o longa chegou às telas em dezembro de 2014 e disputou espaço nas bilheterias com grandes produções da época, como O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos e Uma Noite no Museu 3.

Mesmo com a forte concorrência, o filme conseguiu conquistar seu público, especialmente entre famílias e fãs de musicais.

Um filme sobre esperança

No centro da narrativa está a ideia de que pequenos gestos podem transformar vidas. Annie representa o olhar inocente e otimista de quem acredita que sempre existe uma chance de recomeçar.

Ao mesmo tempo, o filme mostra a transformação de Will Stacks, que começa a história focado apenas em sua carreira política e termina descobrindo que existem coisas muito mais importantes do que fama e poder.

Essa combinação de humor, emoção e música faz de “Annie” um filme leve e inspirador — perfeito para a proposta da Sessão da Tarde, conhecida por exibir produções voltadas para toda a família.

Phantom Lawyer | Yoo Yeon-seok e Esom vivem romance sobrenatural em novo trailer do k-drama jurídico

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O aguardado k-drama Phantom Lawyer ganhou um novo trailer que destaca aquilo que os fãs mais queriam ver: a química entre seus protagonistas. Yoo Yeon-seok e Esom assumem o centro da narrativa em uma história que mistura fantasia, tribunal e romance com uma dose generosa de mistério.

A prévia aposta em momentos de tensão sobrenatural intercalados com trocas afetuosas e provocações sutis entre os personagens, deixando claro que o relacionamento entre os dois será tão importante quanto os casos jurídicos que enfrentam.

A série estreia em 13 de março de 2026, com exibição na SBS TV, sempre às sextas e sábados, às 21h50 (horário da Coreia do Sul). No Brasil, a produção será disponibilizada pela Netflix e pelo Rakuten Viki, com episódios lançados semanalmente.

Fantasia jurídica com toque romântico

“Phantom Lawyer” é descrita como uma fantasia jurídica que acompanha Shin Yi-rang, um advogado que herda o antigo escritório de um xamã e, a partir desse momento, passa a enxergar fantasmas. Longe de serem apenas aparições assustadoras, esses espíritos surgem como “clientes”, pedindo ajuda para resolver injustiças que ficaram pendentes em vida.

Yi-rang acredita que seu dom pode ser usado para fazer justiça de uma forma inédita. No entanto, sua vida profissional ganha um novo rumo quando ele cruza o caminho de Han Na-hyeon.

Han Na-hyeon é uma advogada renomada, conhecida por nunca ter perdido um caso — até que, inesperadamente, sofre uma derrota que abala sua confiança e reputação. Cética e racional, ela não acredita na história de fantasmas contada por Yi-rang. Porém, conforme eventos estranhos começam a acontecer ao seu redor, sua descrença passa a ser desafiada.

Yoo Yeon-seok, conhecido por papéis intensos e carismáticos, interpreta um protagonista sensível, com olhar atento e postura determinada. Já Esom dá vida a uma personagem forte, competitiva e inteligente, que precisa lidar com a frustração de não ser infalível.

Nas cenas divulgadas, os dois dividem momentos de tensão no tribunal e diálogos carregados de ironia fora dele. O contraste entre o advogado que conversa com fantasmas e a profissional pragmática cria uma dinâmica envolvente, que vai do confronto ao apoio mútuo.

O romance parece surgir de forma gradual, construído entre investigações sobrenaturais e batalhas jurídicas. O equilíbrio entre drama e leveza pode ser um dos grandes trunfos da produção.

A série é escrita por Kim Ga-young e Kang Cheol-gyu, com direção de Shin Jung-hoon. A combinação de fantasia com ambientação jurídica reforça uma tendência recente dos dramas sul-coreanos: misturar gêneros tradicionais com elementos sobrenaturais para criar narrativas mais ousadas.

Inicialmente prevista para estrear no segundo semestre de 2025, a produção sofreu alterações no calendário e foi transferida para o primeiro semestre de 2026. Em novembro de 2025, surgiram rumores de que a estreia aconteceria em janeiro. No entanto, um teaser especial divulgado em 31 de dezembro confirmou o lançamento para março de 2026. Em fevereiro, a emissora oficializou a data de 13 de março, consolidando a expectativa dos fãs.

Justiça para vivos e mortos

Além do romance, “Phantom Lawyer” promete explorar casos incomuns e emocionalmente impactantes. A ideia de fantasmas buscando resolução judicial amplia o conceito tradicional de tribunal, transformando cada episódio em uma investigação que atravessa o limite entre vida e morte.

O conflito central gira em torno da pergunta: é possível fazer justiça quando a vítima já não está mais entre os vivos? Para Yi-rang, a resposta é sim. Para Na-hyeon, essa lógica desafia tudo o que ela acredita.

Essa tensão entre razão e sobrenatural não apenas movimenta os casos da semana, mas também influencia o relacionamento do casal principal, que precisará aprender a confiar um no outro — e talvez, no invisível.

A Maldição da Múmia | Novo clipe revela transformação perturbadora e aumenta expectativa pelo terror da New Line

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A New Line Cinema divulgou nesta terça-feira (03) um novo e inquietante clipe de Lee Cronin’s The Mummy, intitulado no Brasil como A Maldição da Múmia. A prévia mergulha ainda mais no clima sombrio da produção e apresenta uma cena carregada de tensão, espiritualidade e horror psicológico.

No vídeo, vemos uma mulher — aparentemente a avó da menina que carrega a maldição — orando intensamente por sua neta. À medida que a reza ganha força e desespero, a atmosfera se torna cada vez mais sufocante. Em cortes rápidos e perturbadores, o público vislumbra a transformação gradual da criança em algo monstruoso, assumindo traços que remetem a uma múmia antiga e amaldiçoada.

As imagens são propositalmente fragmentadas. A edição ágil impede que se compreenda completamente o que está acontecendo, criando um efeito ainda mais angustiante. A sensação é de que algo está muito errado — e que a oração, em vez de proteger, pode estar acelerando um destino aterrador.

 
 
 
 
 
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Um reencontro que vira pesadelo

Dirigido e roteirizado por Lee Cronin, o longa apresenta uma abordagem contemporânea para o mito da múmia, apostando mais no terror emocional e familiar do que em aventuras arqueológicas tradicionais.

A trama acompanha a filha de um jornalista que desaparece misteriosamente em um deserto, sem deixar qualquer pista. A família mergulha em luto e incerteza. Oito anos depois, quando todos já acreditavam não haver mais esperança, a jovem reaparece repentinamente.

O que deveria ser um reencontro emocionante se transforma em um verdadeiro pesadelo. A garota não parece mais a mesma — algo antigo, obscuro e inexplicável parece ter se apoderado dela. A partir desse ponto, o filme se desenvolve como uma escalada de tensão, misturando drama familiar e horror sobrenatural.

O elenco conta com Jack Reynor, Laia Costa e Veronica Falcon, que interpretam os membros da família devastada pelo desaparecimento — e pelo retorno perturbador.

Terror atmosférico e transformação física

Pelo que o novo clipe sugere, a produção deve investir fortemente em efeitos práticos e maquiagem para construir a transformação da menina na criatura amaldiçoada. Ainda que as imagens sejam rápidas, é possível perceber detalhes de pele ressecada, rachaduras e um visual que remete a algo ancestral.

A escolha de mostrar pouco e sugerir mais reforça o suspense. Em vez de entregar o monstro por completo, o estúdio aposta na imaginação do espectador — estratégia clássica do terror psicológico.

Lee Cronin, conhecido por trabalhos que equilibram tensão e intensidade visual, parece trazer para o projeto uma estética mais sombria e visceral. O clima do clipe é pesado, com iluminação baixa e trilha sonora crescente, ampliando a sensação de que forças antigas estão sendo despertadas.

Não confundir com o clássico de 1944

É importante destacar que esta nova produção não deve ser confundida com The Mummy’s Curse, lançado no Brasil como A Maldição da Múmia, filme dirigido por Leslie Goodwins e integrante da clássica franquia da Universal Pictures nos anos 1940. O longa estrelado por Lon Chaney Jr. marcou o encerramento da saga original da múmia Kharis naquele período.

A versão atual representa uma releitura moderna do mito, com narrativa independente e proposta estética completamente distinta da produção clássica.

“Surda” conquista três prêmios Goya e marca história com Miriam Garlo, primeira mulher surda premiada na maior honraria do cinema espanhol

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O cinema espanhol viveu um momento histórico na mais recente edição do Prêmio Goya. O longa Surda saiu consagrado com três estatuetas e protagonizou um marco de representatividade: Miriam Garlo tornou-se a primeira mulher surda a vencer um Goya, ao receber o prêmio de Melhor Atriz Revelação.

Dirigido por Eva Libertad, irmã da protagonista, o filme também garantiu à cineasta o troféu de Melhor Direção Estreante. Já Álvaro Cervantes, que interpreta Héctor, levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. A produção chega aos cinemas brasileiros em 14 de maio, com distribuição da Retrato Filmes.

Mais do que uma vitória artística, “Surda” simboliza um avanço importante na discussão sobre inclusão, identidade e protagonismo de pessoas com deficiência no audiovisual.

Um discurso que ecoou além do teatro

A cerimônia foi marcada por discursos emocionantes. Ao subir ao palco para receber seu prêmio, Miriam Garlo fez uma fala que rapidamente repercutiu nas redes e na imprensa internacional:

“Nenhuma pessoa surda é muda. Somos pessoas surdas, temos nossa própria identidade e nossa própria voz, mas nem sempre é oral.”

A declaração foi recebida com aplausos de pé e reforçou um ponto central do filme: a necessidade de romper estereótipos e ampliar a compreensão sobre a comunidade surda.

Eva Libertad também compartilhou suas inquietações iniciais. Segundo a diretora, havia o receio de que o longa fosse rotulado como um filme “de nicho”, restrito a um público específico. O que aconteceu foi o oposto. “Encontramos um público que nos acolheu de braços abertos”, afirmou. A recepção calorosa confirma que histórias particulares podem, sim, alcançar dimensão universal quando contadas com honestidade e sensibilidade.

Álvaro Cervantes, por sua vez, aproveitou o momento para refletir sobre o capacitismo estrutural presente na sociedade. “As pessoas surdas que conheci nesse filme me fizeram entender que a empatia não pode se basear apenas em boas intenções, mas sim em analisar nossos próprios privilégios”, declarou o ator.

Da vivência pessoal para as telas

Baseado em um curta-metragem homônimo, “Surda” nasce de uma experiência profundamente íntima. A história acompanha Ângela, uma mulher surda que engravida de seu parceiro ouvinte, Héctor. A chegada do bebê, que deveria ser apenas motivo de celebração, revela tensões invisíveis no relacionamento e expõe as barreiras impostas por uma sociedade pouco preparada para acolher pessoas com deficiência.

A maternidade surge como ponto central da narrativa. Ângela precisa lidar com inseguranças, julgamentos externos e o desafio de criar sua filha em um mundo estruturado majoritariamente para ouvintes. O filme não romantiza a situação, mas também não a transforma em um drama excessivamente sombrio. Há delicadeza, contradições e momentos de afeto que equilibram a intensidade do tema.

A escolha de Miriam Garlo para interpretar uma personagem inspirada em sua própria vivência confere autenticidade à produção. A atuação é construída a partir de gestos, olhares e silêncios que comunicam tanto quanto qualquer diálogo falado.

Reconhecimento internacional

Antes mesmo de conquistar o Goya, “Surda” já vinha trilhando uma trajetória consistente em festivais. O filme teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde integrou a Mostra Panorama e conquistou o Prêmio do Público — um indicativo da conexão imediata com espectadores de diferentes culturas.

Ao longo do circuito internacional, também foi premiado em festivais como Seattle, Málaga e Guadalajara. No Brasil, a primeira exibição ocorreu no Festival do Rio, onde despertou atenção pela abordagem sensível e pela força da protagonista.

Esse percurso reforça a dimensão global da obra. Ainda que trate de uma realidade específica, o filme dialoga com questões universais: pertencimento, comunicação, preconceito e amor.

Acessibilidade como prioridade

Coerente com sua temática, a estreia brasileira de “Surda” contará com recursos de acessibilidade em todas as sessões. O longa terá legenda descritiva, audiodescrição e interpretação em Libras por meio do aplicativo Conecta (@conectaacessibilidade), que permite o download desses recursos diretamente no celular, dentro da sala de cinema.

A iniciativa amplia o alcance da produção e reforça a importância de tornar o cinema um espaço verdadeiramente inclusivo. Não se trata apenas de contar histórias sobre pessoas com deficiência, mas de garantir que elas também possam acessar plenamente essas narrativas.

Saiba qual filme é destaque na Sessão da Tarde desta terça, 3 de março, na Globo

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A programação da TV Globo traz nesta terça-feira, 3 de março de 2026, um drama baseado em fatos reais que promete emocionar o público da Sessão da Tarde. O longa Father Stu, exibido no Brasil com o título Luta Pela Fé: A História do Padre Stu, acompanha a trajetória intensa e surpreendente de Stuart Long — um homem que saiu dos ringues de boxe para os altares da Igreja Católica.

Com direção de Rosalind Ross, o filme mergulha na jornada de autodestruição, fé e redenção de um personagem real que marcou a vida de muitas pessoas nos Estados Unidos.

De boxeador promissor a sacerdote

Baseado na história real de Stuart Long (1963–2014), o longa apresenta um protagonista que parece viver em constante conflito consigo mesmo. Interpretado por Mark Wahlberg, Stu é um jovem determinado, de personalidade forte e espírito competitivo. Sua vida toma um rumo inesperado quando uma lesão o obriga a abandonar o sonho de se tornar um boxeador profissional.

Sem saber exatamente qual caminho seguir, ele decide se mudar para Los Angeles com a intenção de tentar a carreira de ator. É nesse período que conhece Carmen, professora católica vivida por Teresa Ruiz. Encantado por ela, Stu começa a frequentar a igreja inicialmente para impressioná-la — mas o que parecia apenas uma estratégia de conquista acaba se transformando em algo muito maior.

Após sofrer um grave acidente de moto, ele passa por uma profunda reflexão sobre sua própria existência. O episódio funciona como um divisor de águas em sua vida. O homem impulsivo e muitas vezes autodestrutivo começa a enxergar um propósito diferente para si: tornar-se padre.

A decisão de seguir o sacerdócio não é recebida com entusiasmo por todos, especialmente por sua família. O pai de Stu, Bill Long, interpretado por Mel Gibson, representa uma figura dura, cética e emocionalmente distante. Já sua mãe, Kathleen Long, vivida por Jacki Weaver, demonstra um olhar mais sensível, ainda que também carregado de preocupação.

O filme constrói esses relacionamentos de forma humana, mostrando que a conversão de Stu não acontece de maneira instantânea ou idealizada. Ele continua sendo imperfeito, questionador e, por vezes, explosivo. O diferencial está justamente nisso: sua fé não apaga suas falhas, mas o ajuda a enfrentá-las.

Ao longo da narrativa, o público acompanha sua luta não apenas espiritual, mas também física. Diagnosticado com uma doença degenerativa, Stu passa a conviver com limitações severas enquanto exerce o ministério sacerdotal. Mesmo diante da dor, ele se torna fonte de inspiração para a comunidade ao seu redor.

Um drama direto e sem romantizações

Diferente de produções religiosas mais tradicionais, Luta Pela Fé: A História do Padre Stu adota um tom mais cru e realista. O roteiro não transforma o protagonista em um santo intocável. Pelo contrário: evidencia seus erros, recaídas e conflitos internos.

Essa abordagem torna a história mais próxima do espectador. Stu não é apresentado como alguém perfeito, mas como alguém que encontrou sentido justamente em meio às próprias fragilidades. Sua transformação não é marcada por discursos grandiosos, e sim por pequenas decisões e atitudes que demonstram crescimento.

Além de Wahlberg, Gibson, Weaver e Teresa Ruiz, o elenco conta ainda com nomes como Niko Nicotera, Chiquita Fuller e Cody Fern. Na versão exibida na TV brasileira, o filme traz dublagem com vozes de Armando Tiraboschi, Gabriel Noya, Gabriela Milani, Marcus Jardym e Marlene Costa.

Produzido com um orçamento estimado em US$ 4 milhões, o longa arrecadou cerca de US$ 21,8 milhões mundialmente, superando expectativas e consolidando-se como um projeto de forte apelo emocional. Mark Wahlberg, inclusive, esteve diretamente envolvido na produção do filme e demonstrou interesse pessoal em contar essa história, destacando a importância de retratar personagens reais que enfrentaram desafios profundos.

Uma história sobre propósito

Mais do que um filme religioso, Luta Pela Fé é uma narrativa sobre propósito. A trajetória de Stuart Long mostra que mudanças radicais podem surgir de momentos de crise. O acidente de moto, que poderia ser apenas mais um capítulo trágico, torna-se o ponto de partida para uma transformação espiritual.

A produção convida o espectador a refletir sobre escolhas, recomeços e sobre a possibilidade de encontrar sentido mesmo após fracassos. Ao retratar a passagem de um homem do universo competitivo do boxe para o compromisso espiritual do sacerdócio, o filme cria um contraste poderoso entre força física e força interior.

Emergência Radioativa | Netflix revela trailer de minissérie sobre o maior acidente radiológico do Brasil

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A Netflix divulgou o primeiro trailer de Emergência Radioativa, nova minissérie brasileira que revisita um dos episódios mais marcantes — e dolorosos — da história recente do país: o acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia, em 1987. Com estreia marcada para 18 de março de 2026, a produção promete lançar luz sobre os impactos humanos, sociais e científicos de uma tragédia que mobilizou o Brasil e repercutiu internacionalmente.

Produzida pela Gullane em parceria com a Netflix, a minissérie aposta em uma abordagem sensível e realista para contar a história de um desastre que começou de forma quase banal: a abertura de um aparelho de radioterapia abandonado em um ferro-velho. O que parecia apenas sucata escondia um material altamente radioativo — o Césio-137 — que acabaria contaminando centenas de pessoas e marcando para sempre a memória coletiva do país.

Uma tragédia que começou com um brilho azul

O enredo parte do momento em que a máquina de radioterapia é desmontada, liberando o pó brilhante que despertou curiosidade e encantamento em quem o encontrou. O que ninguém imaginava era que aquele brilho azul escondia uma ameaça invisível e letal.

A partir daí, a série acompanha a rápida disseminação da contaminação pela cidade de Goiânia. Pessoas entram em contato com o material sem qualquer noção do perigo. Casas, objetos e roupas passam a carregar traços da radiação. O que se segue é uma corrida contra o tempo para identificar focos de contaminação, isolar áreas afetadas e salvar vidas.

Mas “Emergência Radioativa” não se limita a reconstruir fatos históricos. A proposta é mergulhar no drama humano por trás dos números: o medo, a desinformação, o preconceito e a solidariedade que emergiram em meio ao caos.

Heróis anônimos em meio ao desastre

Um dos eixos centrais da narrativa é o trabalho de médicos, físicos, cientistas e agentes públicos que atuaram na linha de frente do desastre. Muitos deles enfrentaram a radiação, a pressão da opinião pública e a falta de estrutura adequada para conter um acidente de proporções inéditas no Brasil.

A série destaca esses profissionais como heróis anônimos — figuras que, mesmo sem reconhecimento amplo, foram fundamentais para conter o avanço da contaminação e organizar uma resposta emergencial. Ao mesmo tempo, a produção também acompanha o drama de uma família diretamente atingida pela tragédia, trazendo uma perspectiva íntima e emocional à história.

Esse equilíbrio entre o olhar técnico e o humano é o que promete diferenciar a minissérie. Não se trata apenas de recontar um acidente, mas de explorar suas consequências na vida de pessoas comuns que tiveram suas rotinas abruptamente interrompidas.

Bastidores e equipe criativa

A minissérie foi criada por Gustavo Lipsztein, que desenvolveu o projeto com o objetivo de transformar o episódio histórico em uma narrativa acessível e impactante para o grande público. A direção geral fica por conta de Fernando Coimbra, conhecido por trabalhos de forte carga dramática e abordagem realista. Ele divide a direção com Iberê Carvalho.

No elenco principal estão nomes como Johnny Massaro, Paulo Gorgulho, Tuca Andrada, Bukassa Kabengele, Alan Rocha, Antonio Saboia, Clarissa Kiste e Douglas Simon. O time reúne intérpretes experientes e reconhecidos por performances intensas, o que reforça a expectativa de atuações marcantes.

Revisitando 1987 sob uma nova perspectiva

O acidente com o Césio-137 é considerado o maior desastre radiológico em área urbana fora de uma usina nuclear. O episódio revelou fragilidades na fiscalização de equipamentos médicos, falhas na destinação de resíduos hospitalares e a necessidade de protocolos mais rígidos para lidar com materiais radioativos.

“Emergência Radioativa” surge, portanto, não apenas como entretenimento, mas como um exercício de memória histórica. Ao dramatizar os acontecimentos, a série convida o público a refletir sobre responsabilidade, informação e os impactos de decisões negligentes.

O trailer divulgado pela Netflix já antecipa uma trama tensa, com cenas que alternam entre o brilho hipnotizante do material radioativo e o clima de urgência nos hospitais e centros de pesquisa. A trilha sonora e a fotografia reforçam o tom dramático, enquanto diálogos intensos apontam para conflitos éticos e emocionais.

Drama histórico com relevância contemporânea

Em tempos em que debates sobre ciência, informação e políticas públicas estão cada vez mais presentes, a minissérie ganha ainda mais relevância. O acidente de Goiânia foi também uma crise de comunicação: o desconhecimento sobre os efeitos da radiação gerou pânico, estigmatização de vítimas e desinformação em larga escala.

Ao trazer essa história para o streaming, a Netflix amplia o alcance de um episódio que muitas novas gerações conhecem apenas superficialmente. A produção promete contextualizar os fatos e humanizar as estatísticas, mostrando como o impacto ultrapassou números oficiais e afetou emocionalmente toda uma comunidade.

Disney confirma “Zombies 5” e inaugura nova fase da franquia com vampiros e mudança de protagonistas

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A cidade fictícia de Rayburn está prestes a enfrentar mais um desafio sobrenatural — e musical. A Disney confirmou oficialmente a produção de Zombies 5, quinto capítulo da franquia que se tornou um dos maiores fenômenos teen do estúdio nos últimos anos. Com lançamento previsto para o verão de 2027 no Disney Channel dos Estados Unidos e estreia mundial no Disney+, o novo longa promete expandir o universo da saga ao introduzir sereias misteriosas em meio a uma paz ainda frágil entre vampiros e diúrnos.

A confirmação do projeto encerra meses de especulação entre fãs e consolida o sucesso contínuo da franquia, que começou explorando a convivência entre humanos e zumbis e evoluiu, ao longo dos anos, para um universo cada vez mais diverso e simbólico. Desta vez, porém, a principal novidade não está apenas nas criaturas que chegam à trama, mas também na transição de protagonismo.

Uma nova geração assume o centro da história

Os atores Malachi Barton e Freya Skye retornam como Victor e Nova, personagens apresentados anteriormente e que agora assumem o foco principal da narrativa. A mudança marca o início de uma nova fase para a franquia, que passa a acompanhar o amadurecimento desses jovens líderes em um cenário cada vez mais instável.

Os protagonistas originais, Milo Manheim e Meg Donnelly, não voltam a interpretar Zed e Addison nas telas. No entanto, continuam envolvidos no projeto como produtores executivos, ao lado de Skot Bright. A decisão reforça o compromisso do estúdio em manter a essência da franquia, mesmo diante da renovação do elenco principal.

Quem também retorna é Trevor Tordjman, reprisando o papel de Bucky, personagem que se tornou um dos favoritos do público e que ajuda a preservar a conexão com os primeiros filmes.

A trama: sereias ameaçam a harmonia em Rayburn

Ambientado após os acontecimentos de Zombies 4: Dawn of the Vampires — conhecido no Brasil como Zombies 4: A Era dos Vampiros — o novo filme mostra que a paz conquistada entre diúrnos (daywalkers) e vampiros está longe de ser definitiva.

Quando um grupo de sereias ferozes chega à cidade, Rayburn volta a mergulhar em incertezas. Essas novas criaturas trazem consigo uma canção sedutora e persuasiva, capaz de influenciar decisões e conquistar aliados. A harmonia construída com tanto esforço começa a balançar, colocando em risco o equilíbrio entre as espécies.

Victor e Nova precisam, então, unir forças mais uma vez para investigar as verdadeiras intenções das sereias e proteger o que foi conquistado. A narrativa mantém o tom característico da franquia: criaturas fantásticas servindo como metáforas para conflitos reais, como convivência, diferenças culturais e disputa por poder e influência.

Equipe criativa consolidada

A direção de Zombies 5 ficará novamente sob responsabilidade de Paul Hoen, vencedor do DGA e nome recorrente na franquia. Hoen também atua como produtor executivo, garantindo continuidade estética e narrativa.

O roteiro é assinado por David Light e Joseph Raso, que já contribuíram para capítulos anteriores da saga. A equipe criativa ainda conta com os roteiristas Chris Hazzard, Michael Fontana e Eydie Faye, ampliando as perspectivas dramáticas e musicais da história.

As coreografias, um dos pontos altos da franquia, serão comandadas por Dondraico Johnson, prometendo sequências de dança mais elaboradas e impactantes. A trilha sonora original ficará a cargo de Tom Howe, reforçando a identidade musical que sempre foi marca registrada da série.

Produção internacional e ambição visual

As filmagens começam em março de 2026, na Nova Zelândia, com previsão de término em junho do mesmo ano. A escolha do país como locação sugere que o filme pode explorar cenários naturais mais amplos e visualmente grandiosos — uma decisão que dialoga com a introdução das sereias e com a possibilidade de cenas ambientadas em regiões costeiras.

A aposta em uma produção internacional também indica que a Disney pretende elevar o padrão visual do projeto, mantendo o apelo televisivo, mas ampliando o escopo cinematográfico da franquia.

Um fenômeno que se reinventa

Desde o lançamento do primeiro filme, Zombies construiu uma base sólida de fãs ao combinar romance adolescente, trilhas contagiantes e mensagens sobre inclusão e diversidade. Cada novo capítulo adicionou uma camada diferente ao universo da história, usando criaturas sobrenaturais como metáforas para questões sociais contemporâneas.

A introdução das sereias representa mais um passo nessa evolução. Diferentemente dos conflitos físicos vistos em capítulos anteriores, a presença de uma “canção de sereia” sugere uma narrativa que pode explorar manipulação emocional, persuasão e influência coletiva — temas que dialogam diretamente com o universo jovem e digital.

Ao mesmo tempo, a transição de protagonistas permite que a franquia continue relevante para um público que cresce e muda ao longo dos anos. Victor e Nova simbolizam essa renovação, trazendo novas perspectivas e conflitos para Rayburn.

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