A tarde de segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, promete ser especial para quem estiver em casa. A TV Globo exibe na Sessão da Tarde o filme Gato de Botas 2: O Último Pedido, uma animação que vai muito além da aventura divertida e entrega uma história surpreendentemente emocional, capaz de conversar tanto com crianças quanto com adultos. As informações são do AdoroCinema.
Logo no começo, o público reencontra o Gato de Botas exatamente como ele sempre foi conhecido: confiante, barulhento e absolutamente convencido de que é invencível. Em Del Mar, ele resolve celebrar sua fama com uma grande festa, mas a comemoração acaba despertando um gigante adormecido. Mesmo conseguindo salvar a cidade, o herói paga um preço alto e acaba morrendo de forma inesperada. Quando acorda no hospital, recebe a notícia que muda tudo: ele já gastou oito de suas nove vidas.
A partir desse momento, o filme muda de tom. Pela primeira vez, o Gato sente medo de verdade. A ideia de não poder voltar à vida como sempre fez o abala profundamente, especialmente depois de cruzar o caminho de um lobo misterioso, silencioso e ameaçador. Assustado, ele decide abandonar a vida de aventuras e se esconder em um abrigo para gatos, tentando viver de forma anônima e segura.
É nesse período que surge Perrito, um cachorro pequeno, ingênuo e extremamente carinhoso, que enxerga o mundo com esperança, mesmo depois de tantas dificuldades. A amizade entre os dois nasce de forma simples, mas se torna essencial para a jornada emocional do protagonista. Perrito acaba sendo o coração do filme, lembrando o tempo todo que coragem também pode vir da vulnerabilidade.
A tranquilidade, no entanto, não dura muito. O Gato descobre a existência de uma estrela mágica capaz de realizar um único desejo, e vê ali a chance de recuperar suas vidas perdidas. Determinado a encontrá-la, ele acaba se reencontrando com Kitty Pata Mansa, sua antiga parceira e grande amor, com quem deixou muitas feridas abertas no passado. Ao mesmo tempo, outros personagens também entram na disputa pelo desejo, incluindo João Trombeta e a peculiar família de Cachinhos Dourados e os Três Ursos.
A busca pela estrela leva o grupo até a Floresta Sombria, um lugar mágico que muda de forma conforme quem carrega o mapa. Enquanto Gato e Kitty enfrentam cenários assustadores, Perrito caminha por paisagens coloridas e tranquilas. Essa diferença visual reforça o estado emocional de cada personagem e mostra como o medo, a culpa e a esperança moldam a forma como cada um enxerga o mundo.
Ao longo da jornada, o Gato é forçado a encarar não apenas inimigos externos, mas principalmente suas próprias falhas. Ele precisa lidar com o peso de ter sido egoísta, de ter fugido do compromisso com Kitty e de sempre acreditar que teria infinitas chances. O confronto com a Morte, que surge como um personagem marcante e simbólico, transforma a aventura em uma reflexão sobre escolhas, responsabilidade e o valor de cada vida.
Lançado nos cinemas em 2022, Gato de Botas 2: O Último Pedido surpreendeu ao conquistar público e crítica. O filme cresceu com o boca a boca, se destacou pelo visual estilizado e pelo roteiro sensível, e ultrapassou os 480 milhões de dólares em bilheteria mundial. Mais do que números, conquistou espaço por tratar temas profundos de forma acessível, sem perder o humor e o charme característicos da franquia.
Na tarde deste domingo, 4 de janeiro, a Globo aposta alto na faixa Campeões de Bilheteria e exibe Avatar, um daqueles filmes que quase todo mundo já ouviu falar — e que, mesmo anos depois, ainda impressiona. Lançado em 2009 e dirigido por James Cameron, o longa virou um verdadeiro divisor de águas no cinema, tanto pela história quanto pelo espetáculo visual que entregou ao público.
A trama nos leva até Pandora, um planeta (ou melhor, uma lua) completamente fora do comum, cheio de cores vibrantes, criaturas exóticas e uma natureza que parece viva o tempo todo. É lá que vivem os Na’vi, um povo que mantém uma ligação profunda com o ambiente ao redor e encara a vida de forma totalmente diferente dos humanos. O problema começa quando a humanidade decide explorar Pandora em busca de recursos valiosos, pouco se importando com quem já vive ali.
Para conseguir circular pelo planeta sem morrer por causa da atmosfera tóxica, os humanos criam os chamados avatares: corpos híbridos, controlados à distância. É assim que Jake Sully entra em cena. Ex-fuzileiro naval e paraplégico, ele aceita a missão achando que será apenas mais um trabalho. Só que tudo muda quando ele passa a conviver com os Na’vi e conhece Neytiri, que o apresenta à cultura, às crenças e à força daquele povo.
O que começa como uma missão militar logo vira um grande conflito interno. Jake se vê dividido entre cumprir ordens ou proteger Pandora, um lugar que passa a significar liberdade, pertencimento e até amor. A jornada do personagem é um dos pontos altos do filme, misturando ação, romance e uma boa dose de reflexão sobre ganância, colonialismo e respeito à natureza.
Mas Avatar não ficou famoso só pela história. O filme chocou o mundo pelo visual. James Cameron esperou anos até ter tecnologia suficiente para fazer tudo do jeito que imaginava, e o resultado foi um espetáculo que popularizou o 3D no cinema e elevou o nível dos efeitos visuais. Na época, parecia que o público estava realmente “entrando” em Pandora.
O sucesso foi gigantesco. O filme quebrou recordes de bilheteria, se tornou o mais lucrativo da história por anos e ainda voltou ao topo com relançamentos. Ganhou prêmios importantes, foi indicado ao Oscar e até hoje é lembrado como um marco da cultura pop. Claro, também surgiram polêmicas e acusações de plágio, mas nada disso diminuiu o impacto que Avatar teve — e ainda tem.
Avatar: Fogo e Cinzas amplia o universo de Pandora e eleva a franquia a um novo patamar
Depois de anos de espera, tecnologia inédita e expectativas altíssimas, Avatar: Fogo e Cinzas finalmente chegou aos cinemas e prova que James Cameron continua disposto a ir além dos limites do cinema. Lançado em dezembro de 2025, o longa é o terceiro capítulo da franquia Avatar e dá sequência direta aos eventos de Avatar: O Caminho da Água (2022), aprofundando ainda mais o mundo de Pandora — agora com tons mais sombrios, intensos e emocionalmente complexos.
Dirigido por James Cameron, que também assina o roteiro ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver, o filme traz uma história construída ao longo de anos, pensada em conjunto com Josh Friedman e Shane Salerno. Produzido pela Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Studios, Fogo e Cinzas deixa claro que essa saga sempre foi planejada como algo grandioso, tanto em escala quanto em ambição narrativa.
No elenco, o público reencontra rostos já conhecidos e queridos da franquia. Sam Worthington volta como Jake Sully, enquanto Zoë Saldaña retoma o papel de Neytiri. Também retornam Stephen Lang, Sigourney Weaver, Kate Winslet, Cliff Curtis e Giovanni Ribisi, entre outros. A novidade fica por conta da entrada de Oona Chaplin, que adiciona uma nova camada de mistério e tensão à trama. A química entre os personagens continua sendo um dos pontos fortes do filme, equilibrando bem ação, drama e emoção.
A produção de Avatar: Fogo e Cinzas é, por si só, uma história impressionante. Cameron já falava em sequências desde 2006, mas o projeto só ganhou forma após o sucesso estrondoso do primeiro Avatar. O que parecia um plano simples acabou se transformando em uma jornada épica: atrasos, reestruturações de roteiro e o desenvolvimento de tecnologias inéditas — especialmente para cenas de captura de movimento subaquática — fizeram com que o filme levasse anos para sair do papel.
As filmagens começaram em 2017, na Nova Zelândia, e se estenderam até o fim de 2020, somando mais de três anos de trabalho intenso. O resultado é um espetáculo visual que justifica o orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões, colocando o longa entre os filmes mais caros já produzidos na história do cinema.
Estreando mundialmente no Dolby Theatre, em Hollywood, em 1º de dezembro de 2025, Avatar: Fogo e Cinzas chegou aos cinemas brasileiros no dia 18 do mesmo mês. Desde então, vem acumulando elogios da crítica e do público, sendo incluído nas listas de melhores filmes do ano pelo American Film Institute e pelo National Board of Review. O longa também recebeu indicações importantes ao Globo de Ouro, incluindo a categoria de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria.
Falando em bilheteria, o desempenho do filme é sólido: mais de US$ 760 milhões arrecadados mundialmente, garantindo um lugar entre as maiores bilheterias de 2025. Embora os números ainda estejam abaixo do fenômeno absoluto que foi o primeiro Avatar, o resultado confirma que o interesse pelo universo de Pandora segue muito vivo.
Após quase quatro anos de pausa nas atividades em grupo, o BTS finalmente deu aos fãs a notícia que muitos aguardavam desde o início do serviço militar obrigatório dos integrantes. A BigHit Music confirmou oficialmente o lançamento de um novo álbum e anunciou a chegada de uma nova turnê mundial, marcando o retorno completo do septeto ao cenário musical global.
O anúncio foi feito por meio do Weverse, plataforma oficial de comunicação entre o grupo e o ARMY, e rapidamente repercutiu nas redes sociais e na imprensa internacional. Não se trata apenas de mais um comeback: é o reencontro de sete artistas que atravessaram um período de transformações pessoais e profissionais e agora retornam com novas histórias para contar.
Um álbum que reflete amadurecimento e vivências
O novo álbum do BTS tem lançamento marcado para 20 de março e contará com 14 faixas inéditas. Segundo a BigHit Music, os integrantes estiveram profundamente envolvidos em todas as etapas criativas do projeto, desde a composição até a construção conceitual das músicas. A proposta é clara: traduzir, em letras e melodias, as emoções, reflexões e desafios enfrentados durante o tempo afastados dos palcos como grupo.
Em comunicado oficial, a empresa destacou que o disco reúne “histórias honestas que o BTS deseja compartilhar com o ARMY”, reforçando a identidade artística que sempre acompanhou o grupo desde a estreia. O álbum promete abordar sentimentos de crescimento, resiliência, vulnerabilidade e reencontro, elementos que dialogam diretamente com a trajetória recente dos artistas e de seus fãs.
A pré-venda terá início no dia 15 de janeiro, às 23h (horário de Brasília). A expectativa do mercado é de números expressivos já nas primeiras horas, considerando o histórico do grupo, que acumula recordes de vendas tanto na Coreia do Sul quanto internacionalmente.
Turnê mundial reacende expectativa global
Além do novo álbum, outro anúncio de grande impacto já tem data definida. No dia 13 de janeiro, ao meio-dia (horário de Brasília), será revelada oficialmente a nova turnê mundial do BTS. Até o momento, a BigHit Music informou apenas que os shows terão início após o lançamento do álbum, sem divulgar países, cidades ou datas específicas.
Ainda assim, a confirmação foi suficiente para movimentar o fandom global. Fãs de diferentes partes do mundo já especulam possíveis destinos da turnê, que deve marcar o retorno do grupo aos grandes estádios e arenas internacionais, repetindo o sucesso de turnês anteriores como Love Yourself e Speak Yourself.
Uma trajetória que mudou a indústria musical
Formado por Jin, Suga, J-Hope, RM, Jimin, V e Jungkook, o BTS estreou em 2013 sob a então Big Hit Entertainment e, ao longo dos anos, redefiniu os limites da música pop sul-coreana. Inicialmente voltado ao hip hop, o grupo expandiu seu repertório para uma ampla gama de gêneros, sempre mantendo letras autorais que abordam temas como saúde mental, juventude, identidade, amor-próprio e os impactos da fama.
O sucesso global veio acompanhado de feitos históricos: o BTS foi o primeiro grupo sul-coreano a liderar a Billboard 200, a conquistar o topo da Billboard Hot 100, a receber certificações da RIAA e a esgotar apresentações em palcos icônicos como o Wembley Stadium e o Rose Bowl. Em 2020, o grupo também se tornou o ato mais rápido desde os Beatles a alcançar quatro álbuns número um nos Estados Unidos em menos de dois anos.
Segundo dados do Circle Chart, o BTS é o artista mais bem-sucedido da história da Coreia do Sul, com mais de 40 milhões de álbuns vendidos. O álbum Map of the Soul: 7 permanece como um dos mais vendidos de todos os tempos no país, consolidando o impacto cultural e comercial do grupo.
Retorno após a pausa militar
Em junho de 2022, o BTS anunciou uma pausa programada para que os integrantes pudessem cumprir o serviço militar obrigatório sul-coreano. Jin foi o primeiro a se alistar, em dezembro daquele ano, seguido pelos demais membros ao longo de 2023. Todos concluíram suas obrigações até junho de 2025, permitindo que o grupo se reunisse novamente para planejar o futuro.
A Sessão da Tarde desta segunda, 5 de janeiro, na TV Globo, leva ao ar uma das animações mais elogiadas dos últimos anos: “Gato de Botas 2: O Último Pedido”. Lançado como sequência direta do spin-off da franquia Shrek, o filme surpreendeu público e crítica ao unir aventura, humor e uma reflexão inesperadamente madura sobre medo, mortalidade e escolhas pessoais.
Dirigido por Joel Crawford, o longa apresenta uma nova abordagem visual, com animação estilizada e dinâmica, que se distancia do padrão clássico da DreamWorks e aproxima o filme de uma estética mais artística e expressiva. O resultado é uma obra vibrante, repleta de personalidade, que conversa tanto com o público infantil quanto com espectadores adultos.
A história começa na cidade de Del Mar, onde o famoso fora da lei e herói lendário Gato de Botas vive como se fosse imortal. Durante uma festa extravagante na casa do governador, ele enfrenta o Gigante Adormecido e salva a cidade mais uma vez. No entanto, o triunfo termina de forma inesperada: o herói é fatalmente atingido por um sino e acorda em um hospital, onde recebe uma notícia chocante — ele já gastou oito de suas nove vidas.
O médico da aldeia recomenda que Gato abandone sua vida aventureira e se aposente, adotando uma existência mais tranquila. Inicialmente, ele rejeita a ideia, mas um encontro perturbador muda tudo. Em uma cantina local, Gato cruza o caminho de um misterioso lobo encapuzado de preto, que o derrota facilmente em um duelo e o fere, algo que nunca havia acontecido antes. Abalado, Gato foge e decide se esconder em um abrigo para gatos comandado pela excêntrica Mamãe Luna, onde enterra simbolicamente seu traje de herói.
Durante sua estadia no abrigo, ele conhece Perrito, um cachorro órfão extremamente otimista e carente de afeto, que rapidamente se apega ao Gato. Ao mesmo tempo, a família criminosa formada por Cachinhos Dourados e os Três Ursos surge à procura do herói, mas encontra apenas seu suposto túmulo. Sem que saibam, Gato escuta a conversa do grupo sobre uma estrela mágica capaz de conceder um único desejo a quem possuir seu mapa.
Movido pelo medo de morrer, Gato decide que precisa recuperar suas nove vidas. Ele invade a padaria do vilão João Trombeta, um confeiteiro corrupto e colecionador de artefatos mágicos, com o objetivo de roubar o mapa da estrela. No local, ele reencontra sua antiga parceira e ex-noiva, Kitty Pata Mansa, que ainda guarda ressentimentos por ter sido abandonada no altar. Após um confronto caótico envolvendo Cachinhos e João, Gato, Kitty e Perrito acabam fugindo juntos com o mapa.
A jornada os leva até a Floresta Sombria, um local encantado que muda de forma conforme o estado emocional de quem carrega o mapa. Enquanto Gato e Kitty veem paisagens sombrias e ameaçadoras, Perrito enxerga um mundo colorido e acolhedor. Ao longo do caminho, conflitos do passado vêm à tona, especialmente quando Gato revela seu medo da morte e Kitty admite sua dificuldade em confiar nele novamente.
O tom do filme se aprofunda quando o lobo encapuzado retorna e se revela como a própria Morte, determinada a caçar o Gato pessoalmente por ele ter desperdiçado suas vidas com arrogância. O antagonista se destaca como um dos vilões mais marcantes das animações recentes, não apenas por sua presença ameaçadora, mas pelo simbolismo que carrega.
Na terça, 6 de janeiro, a emissora aposta em ação, ficção científica e humor com “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Lançado em 2019, o filme expande o universo da consagrada franquia Homens de Preto, apresentando novos personagens, cenários globais e uma abordagem que mistura aventura e espionagem em escala mundial.
Dirigido por F. Gary Gray, conhecido por produções de ação de grande apelo comercial, o longa funciona como um spin-off da saga iniciada nos anos 1990. A história se passa após os acontecimentos de Homens de Preto 3 e acompanha uma nova geração de agentes, mantendo o espírito da franquia, mas apostando em uma dinâmica diferente da clássica dupla interpretada por Will Smith e Tommy Lee Jones.
A trama começa em Londres, onde o Men in Black mantém uma importante filial responsável por proteger o planeta de ameaças alienígenas. É nesse cenário que conhecemos Molly Wright (Tessa Thompson), uma jovem determinada que, desde a infância, sonha em fazer parte da organização secreta após ter tido um encontro com extraterrestres. Sua persistência a leva até a base do MIB, onde finalmente é aceita e recebe o codinome de Agente M.
Já integrada à agência, Molly passa a trabalhar sob o comando de High T (Liam Neeson), o enigmático chefe do setor londrino. Sua missão inicial é formar dupla com o experiente e confiante Agente H (Chris Hemsworth), conhecido por seu talento em campo, mas também por sua postura irreverente e pouco disciplinada. A parceria começa de forma conturbada, marcada por diferenças de personalidade e métodos.
Rapidamente, os dois agentes se veem envolvidos em uma série de ataques alienígenas que levantam suspeitas sobre a existência de um traidor dentro da própria organização. A investigação leva a dupla a viajar por diferentes partes do mundo, passando por locais como Paris, Marrocos e Itália, ampliando o escopo da franquia e reforçando seu caráter internacional.
O filme aposta fortemente na química entre Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que já haviam contracenado juntos em produções anteriores. Enquanto Hemsworth assume o papel do agente confiante e carismático, Thompson constrói uma protagonista curiosa, inteligente e determinada, trazendo frescor ao universo do MIB. O contraste entre os dois sustenta boa parte do humor e da dinâmica da narrativa.
O elenco de apoio também chama atenção. Kumail Nanjiani dá voz a Pawny, um pequeno alienígena falante que se torna o principal alívio cômico do filme. Rebecca Ferguson, Rafe Spall e Emma Thompson — que retorna ao papel apresentado em Homens de Preto 3 — completam o time, ajudando a expandir o universo da franquia com novos rostos e conflitos.
Produzido pela Columbia Pictures, Amblin Entertainment, Parkes + Macdonald, Image Nation e Tencent Pictures, o longa conta ainda com Steven Spielberg como produtor executivo, reforçando o peso do projeto dentro da indústria. Visualmente, o filme mantém os elementos clássicos da série, como gadgets futuristas, criaturas alienígenas criativas e sequências de ação bem coreografadas.
A pré-estreia de “MIB: Homens de Preto – Internacional” aconteceu em 11 de junho de 2019, em Nova York. O lançamento oficial ocorreu no Brasil e em Portugal em 13 de junho, chegando aos cinemas dos Estados Unidos no dia seguinte, em formatos convencional, 3D e IMAX 3D. Mundialmente, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões, alcançando um desempenho sólido nas bilheterias.
A Sessão da Tarde desta quarta, 7 de janeiro, o canal exibe “Tempestade: Planeta em Fúria”, um filme que mistura ficção científica, ação e suspense ao imaginar um futuro em que a humanidade decide enfrentar a força da natureza com a arma mais poderosa que possui: a tecnologia. A produção aposta em um cenário extremo e em ritmo acelerado para contar uma história de conspiração global e conflitos pessoais.
Na trama, o planeta passa a sofrer com desastres climáticos cada vez mais violentos e imprevisíveis. Furacões, ondas de calor e tempestades mortais se tornam tão frequentes que ameaçam a sobrevivência humana. Diante desse cenário, 17 países se unem para criar o Dutch Boy, um sofisticado sistema de satélites capaz de monitorar e até intervir no clima em escala global, evitando tragédias antes que elas aconteçam.
O responsável pelo desenvolvimento e funcionamento desse projeto é Jake Lawson (Gerard Butler), um engenheiro brilhante, obstinado e pouco diplomático. Apesar de ser o cérebro por trás do Dutch Boy, Jake acaba afastado do comando por divergências políticas. A liderança do sistema passa então para seu irmão mais novo, Max Lawson (Jim Sturgess), alguém mais alinhado com os jogos de poder e as decisões institucionais, o que aprofunda um distanciamento já existente entre os dois.
Alguns anos depois, quando o controle do Dutch Boy está prestes a ser transferido dos Estados Unidos para a ONU, eventos estranhos começam a acontecer. Uma nevasca mortal atinge uma região desértica do Afeganistão, enquanto temperaturas insuportáveis provocam mortes em Hong Kong. O que parecia ser uma falha isolada logo revela sinais de algo muito mais grave.
Com o mundo à beira do colapso, Jake é chamado de volta para investigar as anomalias. Enviado à estação espacial onde o sistema é operado, ele percebe que o Dutch Boy pode ter sido sabotado. Enquanto tenta impedir uma catástrofe climática global capaz de devastar o planeta, Jake se vê forçado a enfrentar não apenas ameaças externas, mas também os conflitos mal resolvidos com o irmão, que agora ocupa uma posição estratégica na Terra.
O filme constrói sua tensão ao alternar cenas no espaço e em diferentes pontos do globo, mostrando como decisões políticas, ambição e interesses ocultos podem transformar uma ferramenta criada para salvar vidas em uma arma de destruição em massa. As sequências de ação são marcadas por efeitos visuais grandiosos, com cidades ameaçadas por fenômenos climáticos extremos.
Além de Gerard Butler e Jim Sturgess, o elenco conta com Abbie Cornish e Alexandra Maria Lara, que ajudam a dar mais peso emocional à narrativa. A direção de Dean Devlin mantém o foco no entretenimento, apostando em uma história direta, repleta de reviravoltas e momentos de tensão constante.
Mesmo com seu tom de blockbuster, “Tempestade: Planeta em Fúria” levanta reflexões atuais sobre os limites do controle humano sobre a natureza e os riscos de concentrar tanto poder nas mãos erradas. A ideia de manipular o clima para evitar tragédias soa tentadora, mas o filme deixa claro que nem toda solução tecnológica está livre de consequências.
Já na quinta, a TV Globo leva ao ar uma das comédias nacionais de maior sucesso da última década: “Tô Ryca”. Lançado em 2016, o filme conquistou o público ao misturar humor popular, crítica social e uma protagonista carismática, resultando em uma história leve, divertida e cheia de situações inusitadas.
A trama acompanha Selminha Oléria Silva, mais conhecida como SOS, interpretada por Samantha Schmütz. Ela é uma frentista batalhadora, que vive contando moedas para pagar as contas e enfrenta uma rotina marcada por dificuldades financeiras. Sua vida muda completamente quando descobre ser herdeira de uma fortuna deixada por um tio distante. No entanto, a herança vem acompanhada de uma condição nada comum.
Para ter acesso ao dinheiro, Selminha precisa cumprir um desafio quase impossível: gastar R$ 30 milhões em apenas 30 dias, sem guardar nenhum centavo, sem adquirir bens que possam ser revendidos e, principalmente, sem contar a ninguém sobre o acordo. A missão transforma o cotidiano da personagem em uma verdadeira maratona de gastos, marcada por extravagâncias, escolhas impulsivas e situações cômicas.
Ao longo dessa jornada, Selminha se envolve em uma série de confusões, passando por experiências que vão desde compras exageradas até tentativas desesperadas de torrar o dinheiro dentro do prazo estipulado. Em meio a festas, viagens e decisões absurdas, ela começa a perceber que lidar com riqueza repentina não é tão simples quanto imaginava.
Mais do que rir das trapalhadas da protagonista, o filme constrói uma reflexão bem-humorada sobre o valor do dinheiro, as relações humanas e os limites entre ambição e felicidade. À medida que o prazo se aproxima do fim, Selminha entende que nem tudo pode ser resolvido com cifras altas e que algumas conquistas não estão à venda.
Até o momento, a TV Globo ainda não divulgou qual será o filme exibido na Sessão da Tarde de sexta-feira, 9 de janeiro.
O Cinemaço deste domingo, 4 de janeiro de 2026, na TV Globo, aposta em um thriller intenso e surpreendentemente atual: “Inimigo do Estado”. Lançado em 1998, o filme dirigido por Tony Scott combina ação, espionagem e suspense em uma narrativa que discute poder, tecnologia e os limites da vigilância governamental — temas que, anos depois, se tornariam centrais no debate político e social mundial.
Produzido por Jerry Bruckheimer e escrito por David Marconi, o longa reúne um elenco de peso liderado por Will Smith e Gene Hackman, acompanhados por nomes como Jon Voight, Lisa Bonet, Gabriel Byrne, Barry Pepper e Regina King. A química entre Smith e Hackman é um dos pontos altos do filme, sustentando a tensão e dando humanidade a uma trama marcada por paranoia e perseguições constantes.
A história começa com o assassinato de um congressista norte-americano que se posiciona de forma radicalmente contrária a uma nova lei de segurança nacional. A proposta permitiria uma ampla invasão de privacidade dos cidadãos, sob o argumento de combate ao crime e ao terrorismo. O crime, no entanto, é flagrado acidentalmente por Daniel Zavitz, um ornitologista que registra o ocorrido sem saber a gravidade do que tem em mãos.
Ao perceber que se tornou alvo de agentes da National Security Agency (NSA), Zavitz entra em desespero. Em uma tentativa desesperada de proteger a prova do crime, ele esconde a gravação em uma sacola de compras pertencente a Robert Clayton Dean (Will Smith), um advogado bem-sucedido e antigo colega de faculdade. Pouco depois, Zavitz morre, e Dean passa a ser o novo alvo de uma perseguição implacável.
A partir desse ponto, a vida aparentemente perfeita do advogado se desintegra. Contas bancárias são congeladas, sua reputação é destruída e sua rotina passa a ser monitorada por escutas, satélites e dispositivos de vigilância. Sem entender o motivo de tudo aquilo, Dean precisa correr contra o tempo para provar sua inocência e sobreviver a um sistema que parece enxergar e controlar todos os seus passos.
Em meio ao caos, ele encontra um aliado improvável: Edward “Brill” Lyle (Gene Hackman), um ex-agente de inteligência que vive à margem do sistema e conhece profundamente os métodos de espionagem do governo. A parceria entre os dois personagens cria um contraste interessante entre o cidadão comum jogado em uma conspiração gigantesca e alguém que já conhece as engrenagens ocultas do poder.
Visualmente, “Inimigo do Estado” carrega a assinatura marcante de Tony Scott, com câmera dinâmica, cortes rápidos e uma sensação constante de urgência. A direção transforma a tecnologia em um personagem invisível, sempre presente, reforçando a ideia de que não há para onde fugir quando o sistema decide agir. Mesmo para padrões atuais, o filme impressiona pela forma como antecipa discussões sobre rastreamento digital, coleta de dados e perda de privacidade.
Com o passar dos anos, “Inimigo do Estado” ganhou um novo status. Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a criação do Patriot Act e, mais tarde, as revelações de Edward Snowden sobre programas de vigilância como o PRISM, o filme passou a ser visto como uma obra à frente de seu tempo. Muitas situações que pareciam exageradas na ficção passaram a soar assustadoramente plausíveis.
Curiosamente, a representação da NSA no longa também gerou desconforto dentro da própria agência. À época, o então diretor Michael Hayden chegou a afirmar publicamente que a instituição não poderia sobreviver à imagem popular criada pelo filme, dando início a esforços de relações públicas para minimizar seu impacto. Ainda assim, “Inimigo do Estado” permanece como uma referência cultural quando o assunto é vigilância governamental.
A programação do Cine Maior deste domingo, 4 de janeiro, na Record TV, traz uma opção leve e divertida para quem busca entretenimento descompromissado no início do ano. O filme escolhido é “Policial em Apuros” (Ride Along), comédia de ação lançada em 2014 que combina perseguições, humor rápido e a química carismática de seus protagonistas. A produção se tornou um sucesso comercial e ajudou a consolidar uma das duplas mais populares do gênero na última década.
Dirigido por Tim Story, o longa aposta em uma narrativa simples, mas eficiente, focada no contraste entre dois personagens completamente diferentes. O roteiro é assinado por Greg Coolidge, Jason Mantzoukas e pela dupla Phil Hay & Matt Manfredi, responsáveis por equilibrar cenas de ação com piadas constantes, tornando o filme acessível tanto para fãs de comédia quanto para quem gosta de histórias policiais mais leves.
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Ben Barber, interpretado por Kevin Hart, um segurança cheio de boa vontade, mas pouco preparo, que sonha em se tornar policial. Determinado a provar seu valor, ele precisa enfrentar o maior teste de sua vida: passar um dia inteiro em patrulha ao lado de James Payton (Ice Cube), um detetive experiente, rígido e extremamente desconfiado — além de ser o irmão de sua namorada, Angela (Tika Sumpter).
A patrulha de 24 horas pelas ruas de Atlanta rapidamente sai do controle. O que começa como uma tentativa de intimidação se transforma em uma sucessão de situações perigosas, perseguições intensas e encontros inesperados com criminosos. Enquanto James tenta manter o controle da situação, Ben se vê obrigado a enfrentar seus medos e provar, ainda que de forma atrapalhada, que pode ser mais do que aparenta.
Grande parte do sucesso de “Policial em Apuros” está na dinâmica entre Ice Cube e Kevin Hart. O humor nasce do choque entre o temperamento sério e intimidador de James e a personalidade falante, exagerada e impulsiva de Ben. Essa oposição cria momentos cômicos naturais, sustentando o ritmo do filme do início ao fim e garantindo identificação imediata com o público.
Além dos protagonistas, o elenco de apoio contribui para enriquecer a narrativa. John Leguizamo, Bruce McGill, Bryan Callen e outros nomes conhecidos ajudam a expandir o universo da história, trazendo diferentes camadas ao ambiente policial e reforçando o tom de comédia sem comprometer a ação.
Curiosamente, o projeto passou por mudanças importantes antes de chegar aos cinemas. Em versões iniciais, os papéis principais chegaram a ser cogitados para Dwayne Johnson, como o policial, e Ryan Reynolds, como o segurança. A escolha final por Ice Cube e Kevin Hart acabou se mostrando decisiva para o sucesso do longa, especialmente pela química entre os atores e pela forte resposta do público.
A confiança no potencial do filme era tão grande que, ainda antes da estreia, os produtores já anunciavam planos para uma continuação. O bom desempenho de bilheteria confirmou a aposta e abriu caminho para “Policial em Apuros 2” (Ride Along 2), oficialmente anunciado em abril de 2013. A sequência manteve os protagonistas e ampliou a escala da história.
As filmagens do segundo longa começaram em julho de 2014, passando por locações em Miami, na Flórida, e Atlanta, na Geórgia. Lançado nos cinemas em janeiro de 2016, o filme reforçou o sucesso da franquia e consolidou a parceria entre Ice Cube e Kevin Hart como uma das mais rentáveis da comédia de ação contemporânea.
Para quem perder a exibição na Record TV ou preferir assistir quando quiser, o filme também está disponível em plataformas digitais. Atualmente, o longa-metragem pode ser encontrado no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 9,90, permitindo que o público reassista às cenas mais divertidas no conforto de casa.
Entre especulações de mercado, análises cautelosas de executivos e expectativas do público, a possível aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD) pela Netflix já é tratada como um dos movimentos mais impactantes da indústria do entretenimento nas últimas décadas. Não se trata apenas de uma negociação bilionária ou de uma mudança de controle corporativo, mas de um possível redesenho profundo na forma como filmes, séries e franquias globais serão produzidos, distribuídos e consumidos nos próximos anos.
O tema ganhou ainda mais força após declarações recentes de James Gunn, atual co-CEO da DC Studios, durante participação no podcast Variety’s Awards Circuit. Gunn, que hoje é um dos nomes mais estratégicos dentro do grupo Warner Bros. Discovery, falou abertamente sobre suas percepções em relação à transação, adotando um tom ao mesmo tempo realista e curioso. Longe de vender certezas, o diretor deixou claro que o cenário ainda é repleto de incógnitas — mas não escondeu seu entusiasmo com as possibilidades.
“Eu tenho esperanças? Não, não tenho, porque tudo é desconhecido”, afirmou Gunn. “Acho que é tudo muito empolgante, na verdade. Então espero e rezo pelo melhor.” A fala resume bem o sentimento que paira sobre Hollywood: ninguém sabe exatamente como essa fusão pode se desdobrar, mas poucos negam que ela pode gerar transformações profundas, especialmente para marcas como DC, HBO e o próprio cinema de estúdio tradicional.
Um acordo histórico em números e impacto
O anúncio oficial do acordo aconteceu em 5 de dezembro de 2025, quando Netflix e Warner Bros. Discovery confirmaram que haviam chegado a um entendimento para a aquisição da divisão de streaming e estúdios da WBD pela gigante do streaming. O pacote inclui ativos de peso como Warner Bros. Pictures, HBO, DC Entertainment / DC Studios, TNT Sports e um dos maiores catálogos audiovisuais do mundo.
A transação, estruturada em dinheiro e ações, avaliou a Warner Bros. Discovery em US$ 27,75 por ação, resultando em um valor patrimonial aproximado de US$ 72 bilhões e um valor de mercado estimado em US$ 82,7 bilhões. Para os acionistas da WBD, os termos preveem o recebimento de US$ 23,25 em dinheiro e US$ 4,50 em ações ordinárias da Netflix para cada ação detida no fechamento do negócio.
Antes de chegar a esse acordo, a WBD passou por um processo competitivo de licitação que envolveu outros grandes players da indústria, como Paramount Skydance e Comcast. O fato de a Netflix ter saído vencedora dessa disputa não apenas reforça sua força financeira, mas também evidencia sua ambição de ir além do streaming e consolidar-se como um verdadeiro conglomerado global de entretenimento.
Caso receba aprovação regulatória, a conclusão da aquisição está prevista para ocorrer entre o final de 2026 e o início de 2027. Paralelamente, a divisão Global Linear Networks da WBD será desmembrada e transformada em uma nova empresa, a Discovery Global, em algum momento no início de 2026, focada especialmente em ativos de TV linear.
O olhar de James Gunn e o futuro da DC
Dentro desse contexto, a posição de James Gunn ganha relevância estratégica. Como responsável criativo pela DC Studios, ele lidera um ambicioso plano de reconstrução do universo DC nos cinemas e no streaming, após anos marcados por inconsistências criativas e recepção irregular do público.
Ao comentar a possível aquisição, Gunn adotou um discurso que foge tanto do alarmismo quanto do otimismo ingênuo. “Já passei por várias dessas mudanças, muitas vezes, e acho melhor ter cuidado com o que se deseja, porque você nunca sabe pelo que está pedindo até realmente saber”, disse. A experiência do diretor em diferentes estúdios e fases da indústria lhe dá autoridade para reconhecer que grandes fusões nem sempre entregam apenas benefícios imediatos.
Ainda assim, Gunn destacou que qualquer direção tomada pode trazer oportunidades interessantes para a DC. A Netflix, conhecida por sua liberdade criativa e por apostar em projetos ousados, poderia oferecer novos caminhos para personagens e histórias que, até então, enfrentaram limitações impostas pelo modelo tradicional de estúdios. Por outro lado, há receios sobre excesso de conteúdo, mudanças abruptas de estratégia e a possível diluição da identidade cinematográfica da marca.
O que muda para a Netflix — e para o cinema?
Para a Netflix, a aquisição representa um salto histórico. Desde sua origem como locadora de DVDs até se tornar líder global do streaming, a empresa sempre foi vista como uma “outsider” de Hollywood. Com a Warner Bros. sob seu guarda-chuva, a plataforma passaria a controlar estúdios centenários, franquias icônicas como Harry Potter, O Senhor dos Anéis (em coproduções), o vasto universo DC e o prestígio da marca HBO.
Esse movimento pode acelerar uma mudança que já está em curso: a aproximação definitiva entre streaming e cinema tradicional. A Netflix, que por anos foi criticada por priorizar lançamentos digitais em detrimento das salas de cinema, vem adotando uma postura mais híbrida, com estreias limitadas nos cinemas e maior diálogo com festivais e premiações. A incorporação da Warner pode reforçar essa estratégia e reposicionar a empresa como uma força dominante também nas bilheterias.
Ao mesmo tempo, surgem questionamentos legítimos sobre concentração de mercado. A união de dois gigantes pode reduzir a diversidade de vozes e aumentar o poder de barganha sobre talentos, exibidores e produtores independentes. Reguladores, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, devem analisar com lupa os impactos concorrenciais da operação.
Neste domingo, 4 de janeiro de 2026, a TV Globo apresenta no Domingo Maior o filme Alerta de Emergência, um thriller sul-coreano que combina suspense, drama e ação em uma narrativa intensa e bem construída, mantendo o espectador atento do início ao fim.
A trama acompanha o voo KI501, que parte do Aeroporto Internacional de Incheon com destino ao Havaí. Antes da decolagem, o experiente detetive Koo In-ho recebe uma denúncia alarmante sobre um possível ataque terrorista a bordo da aeronave. A situação se torna ainda mais delicada quando ele descobre que sua esposa está entre os passageiros, obrigando-o a conduzir a investigação com extrema urgência a partir do solo.
Entre os viajantes está Jae-hyuk, um homem que enfrenta o medo de voar para acompanhar a filha em uma viagem essencial para a saúde da criança. No aeroporto, ele se envolve em um episódio inquietante com um passageiro de comportamento suspeito, que posteriormente embarca no mesmo voo. Pouco após a decolagem, um passageiro morre em circunstâncias misteriosas, elevando o nível de tensão e colocando tripulação e passageiros diante de uma ameaça real.
Com o agravamento da crise, o copiloto é forçado a emitir uma declaração de emergência, enquanto, em terra, autoridades e equipes especializadas tentam evitar uma catástrofe aérea. O longa constrói seu suspense ao alternar os acontecimentos dentro da aeronave com as decisões tomadas fora dela, explorando o impacto humano de uma situação extrema.
Dirigido por Han Jae-rim (The Face Reader), Alerta de Emergência se destaca pela abordagem realista e pela condução cuidadosa do suspense. O elenco reúne nomes de peso do cinema sul-coreano, como Song Kang-ho (Parasita), Lee Byung-hun (Round 6) e Kim Nam-gil (The Fiery Priest), que entregam atuações consistentes e carregadas de emoção.
Onde posso assistir?
Além da exibição no Domingo Maior, na TV Globo, Alerta de Emergência também pode ser assistido no streaming. O filme está disponível no Globoplay e no Telecine, ambas as plataformas por assinatura. Assim, quem perder a sessão na TV aberta ou quiser rever a produção pode escolher assistir online, com qualidade e comodidade, a qualquer momento.
Mais detalhes sobre a produção do filme
O desenvolvimento de Alerta de Emergência começou oficialmente em 29 de agosto de 2019, quando a distribuidora Showbox confirmou a participação de Song Kang-ho (Parasita) e Lee Byung-hun (Round 6) no novo projeto do diretor Han Jae-rim (O Leitor de Faces). Com a pandemia de COVID-19, a produção enfrentou desafios significativos: em março de 2020, as filmagens precisaram ser temporariamente suspensas. Ainda assim, em maio do mesmo ano, o elenco foi finalizado, reunindo nomes de peso do cinema sul-coreano, como Jeon Do-yeon (Secret Sunshine), Kim Nam-gil (The Fiery Priest), Yim Si-wan (Strangers from Hell), Kim So-jin (The King) e Park Hae-joon (The World of the Married), com as gravações sendo retomadas naquele mês.
Um dos grandes destaques técnicos do filme foi a construção do cenário principal. Para dar realismo às cenas dentro da aeronave, a equipe transportou dos Estados Unidos um avião Boeing 777 sucateado, que serviu de base para o set. O modelo foi montado sobre um gimbal de 7 metros de diâmetro e 12 metros de comprimento, capaz de girar 360 graus, permitindo simular turbulências e situações extremas com precisão impressionante. Mesmo assim, as gravações voltaram a ser interrompidas em agosto de 2020, devido a um novo surto da pandemia, sendo retomadas em setembro e concluídas em 24 de outubro de 2020. Na pós-produção, Han Jae-rim destacou que, mais do que o cenário, o que realmente desejava evidenciar era a força das atuações, especialmente nas cenas de maior tensão emocional dentro do avião.
O reconhecimento internacional veio rapidamente. Alerta de Emergência foi convidado para a seleção fora de competição do 74º Festival de Cannes, onde teve sua estreia mundial em 16 de julho de 2021. Inicialmente previsto para janeiro de 2022, o lançamento comercial foi adiado por conta da pandemia, chegando finalmente aos cinemas da Coreia do Sul em agosto de 2022, seguido pela estreia nos Estados Unidos e em diversos países asiáticos. O filme também integrou a seção competitiva Órbita do Festival de Sitges, reforçando seu apelo entre os fãs de suspense e cinema de gênero.
Nas bilheterias, o longa estreou em primeiro lugar na Coreia do Sul, superando a marca de 1 milhão de espectadores em apenas quatro dias e alcançando 2 milhões em menos de três semanas. Até setembro de 2022, figurava entre os dez filmes coreanos de maior bilheteria do ano, com arrecadação de aproximadamente US$ 14,7 milhões. Embora o custo de produção elevado exigisse números ainda maiores para o ponto de equilíbrio, a venda dos direitos de exibição exclusiva para o Coupang Play garantiu a recuperação do investimento, consolidando Alerta de Emergência como um projeto ambicioso, tecnicamente arrojado e bem-sucedido dentro e fora da Coreia do Sul.
Confirmando o peso de sua própria lenda, Avatar: Fogo e Cinzas não apenas atendeu às expectativas como foi além delas. O novo capítulo da saga criada por James Cameron (Titanic, O Exterminador do Futuro) ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, impulsionado por um desempenho surpreendente na China e por uma estabilidade rara nas salas norte-americanas, onde o filme manteve arrecadações acima da média por semanas consecutivas.
Lançado em 2025, o longa é uma ficção científica épica dirigida por Cameron, que também assina o roteiro ao lado de Rick Jaffa (Planeta dos Macacos: A Origem) e Amanda Silver (Planeta dos Macacos: O Confronto), a partir de uma história desenvolvida em conjunto com Josh Friedman (Guerra dos Mundos) e Shane Salerno (Armageddon). Produzido pela Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Studios, o filme dá sequência direta aos acontecimentos de Avatar: O Caminho da Água (2022) e consolida-se como o terceiro capítulo da ambiciosa franquia Avatar.
No elenco, Cameron reúne novamente nomes que já se tornaram sinônimo de Pandora. Sam Worthington (Fúria de Titãs) retorna como Jake Sully, ao lado de Zoe Saldaña (Guardiões da Galáxia) na pele de Neytiri. Stephen Lang (O Homem nas Trevas), Sigourney Weaver (Alien, o Oitavo Passageiro), Kate Winslet (Titanic), Cliff Curtis (Megatubarão), Giovanni Ribisi (Ted), Edie Falco (Família Soprano) e CCH Pounder (The Shield) também reprisam seus papéis, enquanto a nova geração ganha força com Britain Dalton (Ready Player One), Trinity Bliss, Jack Champion (Vingadores: Ultimato), Bailey Bass (Entrevista com o Vampiro) e Filip Geljo (O Caminho da Água). A principal novidade fica por conta de Oona Chaplin (Game of Thrones), que adiciona novas camadas emocionais e políticas à narrativa.
A história de Fogo e Cinzas começou a ser desenhada ainda em 2006, quando Cameron declarou que só faria sequências de Avatar (2009) caso o filme encontrasse eco junto ao público. O sucesso estrondoso do primeiro longa abriu caminho para um plano ousado: não apenas uma continuação, mas uma saga cinematográfica completa. Em 2010, as primeiras sequências foram anunciadas oficialmente, e Avatar 3 chegou a ter estreia prevista para dezembro de 2015. No entanto, a decisão de expandir o universo para cinco filmes, aliada ao desenvolvimento de tecnologias inéditas de captura de movimento subaquática, provocou uma série de adiamentos.
As filmagens de Avatar: Fogo e Cinzas começaram simultaneamente às de O Caminho da Água, em 25 de setembro de 2017, com gravações na Nova Zelândia e em Manhattan Beach, na Califórnia. O processo foi longo e minucioso, atravessando mais de três anos de trabalho, até ser concluído em dezembro de 2020. O investimento acompanhou a ambição do projeto: com um orçamento estimado em US$ 400 milhões, o filme entrou para a lista das produções mais caras já realizadas, reforçando o compromisso de Cameron com inovação técnica e imersão visual.
A estreia mundial ocorreu em 1º de dezembro de 2025, no Dolby Theatre, em Hollywood, seguida pelos lançamentos em Portugal, no dia 17 de dezembro, e no Brasil, em 18 de dezembro. A recepção foi amplamente positiva. Instituições como o American Film Institute e o National Board of Review incluíram o longa entre os dez melhores filmes de 2025, e a produção ainda conquistou duas indicações ao Globo de Ouro, incluindo a categoria de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria.
Antes mesmo de alcançar o bilhão, o filme já acumulava cerca de US$ 760 milhões, figurando como a sétima maior bilheteria de 2025. A arrancada final consolidou o sucesso, apoiada também por uma campanha de divulgação global robusta, estimada em US$ 150 milhões. Mais do que números, o desempenho de Fogo e Cinzas reforça a confiança dos estúdios em grandes experiências cinematográficas como eventos coletivos, pensados para a tela grande.
Com Avatar 4 e Avatar 5 já em desenvolvimento, previstos para 2029 e 2031, respectivamente, o êxito deste terceiro capítulo praticamente garante a continuidade da saga. Para James Cameron, Avatar: Fogo e Cinzas não é apenas mais um blockbuster, mas a prova de que, quando visão artística, tecnologia e narrativa caminham juntas, o cinema ainda é capaz de parar o mundo — e levá-lo de volta a Pandora.
A Tela Quente desta segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, leva o público direto para as paisagens exuberantes de Bali com a exibição de Ingresso para o Paraíso, uma comédia romântica que mistura humor afiado, conflitos familiares e a química irresistível de Julia Roberts (Comer, Rezar, Amar) e George Clooney (Onze Homens e um Segredo).
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história gira em torno de Lily (Kaitlyn Dever, Booksmart), uma jovem recém-formada que decide comemorar o fim da faculdade em uma viagem ao lado da melhor amiga, Wren (Billie Lourd, Star Wars: A Ascensão Skywalker). O que deveria ser apenas uma pausa divertida antes da vida adulta toma um rumo inesperado quando Lily se apaixona por um morador local e anuncia um casamento relâmpago, decidido no calor do momento.
A notícia faz seus pais, David e Georgia, deixarem de lado — ao menos temporariamente — décadas de ressentimento. Divorciados e especialistas em discutir, eles correm para Bali determinados a impedir que a filha repita o que consideram ter sido o maior erro de suas próprias vidas. Entre tentativas atrapalhadas de sabotagem, planos que dão errado e diálogos recheados de ironia, o ex-casal acaba se vendo obrigado a conviver novamente, reacendendo lembranças e sentimentos que nunca desapareceram por completo.
Sob a direção de Ol Parker (Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo), o filme encontra seu charme justamente no contraste entre o cenário paradisíaco e as tensões emocionais dos personagens. Mais do que uma história sobre impedir um casamento, Ingresso para o Paraíso fala sobre segundas chances, amadurecimento e a coragem de rever escolhas feitas no passado — tudo isso embalado por leveza, romance e bom humor.
O projeto foi oficialmente anunciado em 26 de fevereiro de 2021, já chamando atenção por reunir novamente George Clooney e Julia Roberts, um dos pares mais carismáticos de Hollywood. A dupla já havia dividido a tela em sucessos como Ocean’s Eleven (2001), Ocean’s Twelve (2004) e Money Monster (2016), e o reencontro foi tratado pelo mercado como um verdadeiro evento. À época, o site Deadline Hollywood destacou que a Universal fazia questão de manter o lançamento nos cinemas, enxergando o filme como um símbolo da força das grandes estrelas na retomada das salas após a pandemia — inclusive barrando investidas de plataformas de streaming interessadas em adquirir os direitos de distribuição.
Para viver David, Clooney chegou a adotar uma dieta cetogênica durante a preparação para o papel, buscando um visual mais alinhado ao personagem. O elenco foi sendo montado ao longo de 2021: Billie Lourd entrou em negociações em março, enquanto Kaitlyn Dever foi confirmada oficialmente em abril. Já Lucas Bravo (Emily em Paris) juntou-se ao time em outubro do mesmo ano, ampliando o apelo internacional do longa.
As filmagens principais começaram em novembro de 2021 e aconteceram majoritariamente na Austrália, que serviu como cenário para representar a paradisíaca Bali. Locações como Queensland, Ilhas Whitsunday, Gold Coast, Brisbane, além do Tangalooma Island Resort, na Ilha de Moreton, e o Palm Bay Resort, em Long Island, ajudaram a construir a atmosfera ensolarada e romântica do filme. O governo australiano apoiou fortemente a produção, concedendo uma bolsa de AU$ 6,4 milhões, com expectativa de gerar 270 empregos diretos e movimentar cerca de AU$ 47 milhões na economia local.
Nem tudo, porém, ocorreu sem obstáculos. Em janeiro de 2022, quando restavam apenas duas semanas para o encerramento das gravações, a produção precisou ser interrompida por três meses devido ao avanço dos casos de covid-19 em Queensland, adiando o cronograma e exigindo ajustes logísticos. Ainda assim, o projeto foi concluído com sucesso, mantendo seu espírito leve e escapista — algo que se reflete diretamente no tom final do filme.
Onde assistir
Além da exibição na Tela Quente, da TV Globo, o longa também está disponível no Prime Video, no formato VOD, com aluguel a partir de R$ 9,90. Uma ótima pedida para quem busca um filme confortável, romântico e com clima de férias, perfeito para relaxar e sorrir.