Cinemaço deste domingo (13): TV Globo exibe O Relatório — quando a verdade se torna um campo de batalha

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 13 de julho, o Cinemaço da TV Globo exibe um desses que não se esquece fácil: “O Relatório”, estrelado por Adam Driver e baseado em uma história real que ainda ecoa — talvez porque ela nunca tenha realmente terminado.

É sobre guerra, poder e política? Sim. Mas, mais do que isso, é sobre gente tentando fazer a coisa certa quando o mundo todo parece conspirar para que não façam.

Uma investigação que custou anos — e quase a própria alma

Daniel J. Jones (vivido com entrega por Adam Driver) não é um herói no molde clássico. Ele não tem capa, nem frases de efeito. É um homem comum — com senso de dever incomum.

Analista do Senado dos EUA, ele recebe a missão de investigar as ações da CIA após os atentados de 11 de setembro. Descobre, então, um sistema que legalizou a tortura, apagou rastros, destruiu fitas e contou com o silêncio de muita gente que preferiu “seguir ordens”.

Mas Daniel não recua. Mesmo quando a pressão aumenta. Mesmo quando ninguém mais acredita. Mesmo sem saber se alguém vai ouvir sua verdade.

E é aí que o filme se torna menos sobre política, e mais sobre coragem.

Uma história real contada sem efeitos — só com impacto

Dirigido e roteirizado por Scott Z. Burns, O Relatório é direto, denso, incômodo. Não tenta ser fácil — e não precisa. Ele aposta no poder do conteúdo, no peso dos documentos, na atuação contida e brilhante de um elenco que entende que menos é mais.

Annette Bening está impressionante como a senadora Dianne Feinstein, e Jon Hamm oferece a ambiguidade perfeita em um mundo onde quase ninguém é 100% inocente.

Silêncio, negação e uma pergunta que ainda paira

O que o filme mostra com precisão assustadora é o modo como a verdade incomoda quem se beneficia da mentira. Jones passa quase uma década montando o chamado “relatório da tortura” — e ainda assim não sabe se alguém vai lê-lo. Ou se vai fazer diferença.

A pergunta que O Relatório nos faz, sem gritar, é essa:
Quanto vale a verdade quando ninguém quer ouvi-la?

Uma noite para pensar, não só assistir

A TV aberta tem o poder de colocar histórias como essa nas casas de milhões. E nesse domingo, o Cinemaço oferece mais do que um filme: entrega uma reflexão necessária sobre ética, dever e o que resta de nós quando escolhemos o caminho certo — mesmo sozinhos.

Se você busca mais do que entretenimento, não perca.

Disney apresenta trailer da série de comédia Chad Powers

0

A Disney acaba de liberar o primeiro trailer de Chad Powers, a série que promete ser uma das grandes surpresas do ano. E quem está no centro dessa história maluca? Glen Powell, o ator que conquistou o público em Top Gun: Maverick, agora assume um papel completamente diferente e hilário. Bora conferir? Abaixo, você consegue visualizar o vídeo apresentado.

A trama segue Russ Holliday, um quarterback universitário que viu sua carreira desmoronar e, em um último esforço para reviver seus dias de glória, decide se disfarçar de Chad Powers, um personagem inventado. Com o novo disfarce, ele tenta entrar em um time de futebol americano no sul dos Estados Unidos, que está passando por uma crise. Claro que, para ele, isso é uma chance de dar a volta por cima e recomeçar a carreira no esporte.

No entanto, a farsa que Russ cria não vai ser nada fácil de manter. A série se desenrola em meio a situações de comédia, onde ele tenta enganar treinadores e colegas de time, mas a verdade é que ele mal sabe como lidar com o disfarce. O que se segue são momentos hilários e cheios de trapalhadas, enquanto ele tenta esconder quem realmente é. E, claro, tem aquele toque de drama e emoção: no fundo, Russ está apenas buscando uma segunda chance, tentando provar que ainda tem algo a oferecer no futebol americano, mesmo com todas as dificuldades e enganos.

A série mistura comédia e superação de uma forma leve e divertida, levando o espectador a rir das situações inusitadas que Russ se mete, mas também a se identificar com a sua luta para recomeçar. Glen Powell, que já se mostrou um ator talentoso em papéis mais sérios, agora brinca com o absurdo da situação e traz um toque de frescor e charme ao personagem, que tenta dar um jeito na vida, mas sem perder a essência de ser alguém “fora do lugar”.

A série ainda não tem uma data oficial de estreia no Disney+, mas certamente vai conquistar muitos corações. Se você é fã de comédias que misturam risos e emoção, Chad Powers vai ser a escolha certa. Com um enredo leve e divertido, ela também vai fazer você refletir sobre aqueles momentos da vida em que a gente precisa se reinventar — mesmo que, para isso, tenhamos que passar por algumas situações embaraçosas no caminho.

No fim das contas, a trama promete ser uma série que vai arrancar risadas, mas também tocar no coração, trazendo aquela sensação gostosa de ver alguém tentando (e muitas vezes falhando) até conseguir se reerguer. Tudo isso com o talento de Glen Powell, que se destaca em mais um papel que, com certeza, vai ser lembrado por muito tempo.

Megalópolis | Obra-prima de Francis Ford Coppola chega ao Telecine com Adam Driver no papel principal

0
Foto: Courtesy/ Lionsgate

O universo do streaming ganha nesta sexta-feira, 15 de agosto, uma obra que promete desafiar a imaginação do público: Megalópolis, o mais recente filme de Francis Ford Coppola, chega ao catálogo do Telecine. Após sua estreia nos cinemas em setembro de 2024, o longa desembarca agora na televisão brasileira, com exibição no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, oferecendo ao público a chance de mergulhar em uma experiência cinematográfica grandiosa, futurista e, acima de tudo, profundamente humana.

A produção marca o retorno do cineasta a um estilo épico que mistura ficção científica, política, arquitetura e dilemas éticos, uma combinação que reflete décadas de amadurecimento artístico e pessoal. No centro dessa narrativa está Cesar Catilina, interpretado por Adam Driver, um arquiteto visionário cuja obsessão por perfeição transforma sua jornada em algo maior do que ele próprio: a reconstrução de Nova York, agora renomeada como “Nova Roma”, em uma metrópole que une tecnologia, sustentabilidade e justiça social.

Cesar Catilina não é apenas um arquiteto genial; ele é um sonhador determinado, capaz de transformar ideias grandiosas em realidade concreta. A catástrofe que atinge Nova York serve como catalisador para a criação de sua visão: uma cidade que transcenda o caos urbano, promovendo equilíbrio entre inovação, arte e convivência humana. O material revolucionário que Catilina descobre para a construção das novas estruturas se torna um símbolo de esperança, mas também de obsessão — afinal, seu ideal de perfeição é tão inspirador quanto perigoso.

O caminho de Catilina, porém, não é solitário. Ele enfrenta Franklin Cicero, prefeito da cidade e interpretado por Giancarlo Esposito, cuja visão de poder está enraizada na corrupção e nos interesses políticos estabelecidos. A tensão entre esses dois mundos — idealismo versus pragmatismo, sonho versus poder — é amplificada pela presença de Julia Cicero (Nathalie Emmanuel), filha do prefeito, que se vê dividida entre a lealdade à família e o amor por Cesar. Esse triângulo cria não apenas drama, mas também reflexões sobre ética, lealdade e os limites da ambição humana.

Além do trio principal, o filme conta com nomes de peso como Forest Whitaker, Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne, Talia Shire e Dustin Hoffman, reunindo uma geração de atores que combina talento, diversidade e experiência para dar vida a personagens complexos, humanos e memoráveis.

A gênese de um sonho cinematográfico

O filme é um projeto que acompanha Coppola há mais de quatro décadas. A ideia surgiu nos anos 1980, quando o diretor começou a desenhar o conceito de uma cidade utópica que refletisse suas preocupações com sociedade, poder e arquitetura. Ao longo dos anos, Coppola trabalhou em outros filmes, incluindo Drácula (1992), Jack (1996) e The Rainmaker (1997), muitas vezes com o objetivo de financiar seu grande sonho: criar uma narrativa grandiosa e pessoal, livre de limitações comerciais.

O diretor trabalhou lado a lado com o artista de quadrinhos Jim Steranko, responsável por dar forma visual às ideias de Nova Roma antes mesmo das filmagens. Cada detalhe da cidade, desde arranha-céus flutuantes até avenidas projetadas para o transporte sustentável, passou por esboços detalhados, refletindo o cuidado de Coppola em criar um universo coerente e esteticamente impactante.

Essa atenção aos detalhes e a busca por excelência visual evocam lembranças de Apocalypse Now, não apenas pela escala e ambição da produção, mas também pelos desafios enfrentados durante a realização do projeto. Megalópolis é, em muitos sentidos, um testamento da perseverança artística de Coppola e da sua capacidade de sonhar grande, mesmo diante de adversidades.

Filmagens e desafios da produção

As filmagens começaram oficialmente em 1º de novembro de 2022, nos Trilith Studios, na Geórgia, com a intenção de explorar tecnologias inovadoras de efeitos visuais. Inicialmente, Coppola pretendia usar a tecnologia OSVP no Prysm Stage para criar efeitos de grande escala de maneira revolucionária. No entanto, desafios técnicos e aumento de custos levaram a produção a adotar uma abordagem mais tradicional com tela verde, sem comprometer a ambição estética do filme.

O orçamento do projeto ultrapassou os US$120 milhões iniciais, provocando comparações inevitáveis com os problemas enfrentados por Coppola em Apocalypse Now. Algumas mudanças na equipe, incluindo saídas da designer de produção Beth Mickle e do diretor de arte David Scott, não abalaram a determinação do cineasta. Adam Driver descreveu a experiência como “uma das mais intensas e enriquecedoras de sua carreira”, destacando a complexidade emocional exigida pelos personagens e a grandiosidade do cenário futurista.

O diretor Mike Figgis registrou os bastidores, documentando a magnitude do projeto e oferecendo ao público uma perspectiva única sobre o processo de criação de um filme de tamanha ambição. As filmagens foram concluídas em 30 de março de 2023, após cinco meses de dedicação intensa de toda a equipe.

Um futuro imaginado

Visualmente, o filme é uma obra de tirar o fôlego. Nova Roma surge como uma cidade que mistura futurismo, classicismo e utopia arquitetônica. Arranha-céus verticais e horizontais, avenidas com transporte sustentável, praças que unem arte e tecnologia: cada elemento foi concebido para impressionar e criar uma narrativa visual que dialogue com a complexidade humana dos personagens.

A cinematografia privilegia planos amplos que revelam a escala monumental da cidade, enquanto o drama humano permanece no centro da história. A equipe internacional de efeitos visuais trabalhou para transformar ideias impossíveis em realidade plausível, garantindo que cada cena transmitisse emoção, grandiosidade e verossimilhança. O resultado é uma experiência cinematográfica que prende o espectador e o convida a refletir sobre o futuro das cidades e da sociedade.

Ficção científica no Telecine

O lançamento do filme no Telecine chega em um momento em que o gênero de ficção científica está em alta. O catálogo da plataforma, integrado ao Globoplay, reúne clássicos como Metrópolis, de Fritz Lang, trilogias icônicas como De Volta para o Futuro, e produções contemporâneas como Lucy e a franquia Jurassic World. Ao entrar nesse contexto, Megalópolis dialoga com questões universais: sustentabilidade, responsabilidade social e os desafios éticos de um mundo cada vez mais tecnológico.

O elenco e a densidade emocional

O elenco do filme combina veterania e jovens talentos. Adam Driver entrega uma performance intensa e complexa, equilibrando idealismo, ambição e vulnerabilidade. Giancarlo Esposito dá profundidade ao antagonista Franklin Cicero, um político astuto e implacável. Nathalie Emmanuel representa Julia Cicero, o elo emocional entre os dois mundos, mostrando o peso da lealdade familiar versus a busca pelo amor e pelo sonho. A presença de atores como Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne e Dustin Hoffman fortalece a narrativa, garantindo momentos de introspecção e emoção mesmo diante de cenários grandiosos e futuristas.

Disponibilidade na TV e streaming

Para quem prefere assistir em casa, o longa-metragem estreia no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, e terá nova exibição no Pipoca no domingo, 17, às 20h. Além disso, estará disponível no catálogo de streaming do Telecine via Globoplay, garantindo acesso em diferentes dispositivos e horários, permitindo que cada espectador escolha a forma de se conectar com a cidade dos sonhos de Catilina.

Irmãos Duffer deixam o mundo invertido e embarcam em nova série criminal com toques de misticismo e vingança

0

Depois de nos fazer temer luzes piscando, demogorgons e um tal de Vecna, os irmãos Matt e Ross Duffer estão prontos para dar um novo passo (nada pequeno) na Netflix. A dupla criadora de Stranger Things firmou uma nova parceria com o streaming para produzir uma série inédita — e, dessa vez, a coisa promete ser ainda mais sombria.

O projeto é uma adaptação de The Savage, Noble Death of Babs Dionne, romance escrito por Ron Currie e lançado nos Estados Unidos em março deste ano. Ainda pouco conhecido do público brasileiro, o livro já nasceu com cara de série: tem uma protagonista magnética, uma cidadezinha cheia de segredos e um roteiro que mistura drama familiar, violência e uma pitada sobrenatural.

Quem é Babs Dionne?

Esqueça o estereótipo da vovó de casa de bonecas. Babs Dionne pode até parecer uma senhora simpática — e é, com seus netos — mas também comanda, com punho de ferro, um império de drogas no interior do Maine. Ela é a matriarca de uma rede de tráfico que movimenta Little Canada, seu território, ao lado de suas amigas de juventude (hoje suas tenentes leais) e de Lori, sua filha mais velha, uma veterana militar que trava uma guerra pessoal contra o vício.

Mas tudo muda quando a filha mais nova de Babs é encontrada morta. A partir daí, começa a verdadeira história: uma busca implacável por respostas — e, se preciso for, por vingança. Como diz o trecho mais forte da sinopse: “Seus ancestrais respiram através de você. Às vezes, eles clamam por vingança.” E, no caso de Babs, é melhor não ignorar esse chamado.

Os Duffer por trás das câmeras, Currie no roteiro

A adaptação de Babs Dionne marca um novo tipo de colaboração para os irmãos Duffer. Embora eles assinem como produtores executivos e estejam envolvidos criativamente, o roteiro ficará a cargo do próprio autor do livro, Ron Currie, que estreia como roteirista de TV, ao lado de seu parceiro criativo Joshua Mohr. A Netflix aposta alto nesse modelo de adaptação mais autoral — e, considerando o potencial da trama, faz todo sentido.

De Stranger Things para o submundo do crime

Quem espera algo na linha de Stranger Things pode se surpreender. Aqui, o tom é mais próximo de Ozark , Breaking Bad ou mesmo Mare of Easttown . Em comum, temos personagens femininas complexas, feridas abertas, cidadezinhas que escondem muito mais do que mostram — e um certo senso de destino inescapável.

Mas não se preocupe: os Duffer devem manter alguns dos elementos que tornaram sua marca tão única, como tensão crescente, traumas intergeracionais e toques sutis de algo que foge ao nosso controle racional. Em outras palavras: não vai faltar intensidade.

Expectativas (e rumores)

Ainda sem data oficial de estreia, a série está em fase de pré-produção, e os rumores sobre o elenco já começaram a circular nos bastidores. Nomes de peso estão sendo sondados para dar vida a Babs, personagem que deve roubar a cena e, quem sabe, garantir prêmios por aí. A promessa é de uma protagonista feminina poderosa, contraditória e inesquecível — daquelas que nos fazem torcer e temer ao mesmo tempo.

Se tudo correr como planejado, as filmagens devem começar entre o final de 2025 e o início de 2026. A julgar pela sinopse e pelos nomes envolvidos, a série tem tudo para se tornar o novo vício sombrio da Netflix.

Resumindo:

  • The Savage, Noble Death of Babs Dionne será a nova série produzida pelos irmãos Duffer para a Netflix.
  • A trama gira em torno de Babs, uma avó que comanda o tráfico local e parte em busca de vingança após a morte de sua filha mais nova.
  • O livro original é de Ron Currie, que também assina o roteiro da série.
  • Espere uma mistura de drama, crime, ancestralidade e muito suspense.

The Love School – Escola do Amor 19/04/2025 exibe o evento: A Família ao Pé da Cruz

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, dia 19 de abril de 2025, o The Love School – Escola do Amor chega com um episódio especial que promete emocionar o público. A partir do meio-dia, a atração vai exibir os principais momentos do evento “A Família ao Pé da Cruz”, realizado na Sexta-feira Santa (18) na Arena Pacaembu, em São Paulo.

O encontro, que reuniu milhares de pessoas, teve como foco principal a restauração dos lares, o fortalecimento da fé e a reconciliação entre familiares. Foi uma verdadeira experiência de cura emocional e espiritual, criada para ajudar casais, pais, filhos e irmãos a se reconectarem em um ambiente de perdão e recomeço.

Inspirado no versículo de Colossenses 1:21, que fala sobre a reconciliação por meio da cruz, o evento levou uma mensagem poderosa de paz, amor e unidade. O palco? Nada menos que um dos espaços mais icônicos da capital paulista, o Pacaembu, transformado num grande altar de esperança.

Hoje em dia, muitas famílias vivem debaixo do mesmo teto, mas estão separadas por mágoas, silêncios e ressentimentos. “A Família ao Pé da Cruz” surgiu justamente para quebrar essas barreiras, reforçando que aos pés da cruz, tudo pode ser renovado.

Se você não pôde estar presente ou quer reviver esse momento único, a edição deste sábado do The Love School é imperdível. Prepare-se para se emocionar com testemunhos reais, palavras de fé e mensagens que tocam fundo no coração.

O Morro dos Ventos Uivantes | Nova adaptação ganha trailer e promete reviver o clássico de Emily Brontë

0

O clássico da literatura inglesa O Morro dos Ventos Uivantes, escrito por Emily Brontë em 1847, ganha uma nova adaptação cinematográfica, trazendo uma abordagem gótica e psicológica para os cinemas. A obra é reconhecida por suas intensas emoções, conflitos familiares e paixões arrebatadoras que atravessam gerações. Com o primeiro trailer já lançado, a produção desperta grande expectativa entre fãs do livro e do cinema dramático.

A narrativa se concentra em duas famílias – os Earnshaw e os Linton – cujas vidas se entrelaçam de forma turbulenta. A história é apresentada pelo Sr. Lockwood, inquilino de Thrushcross Grange, que conhece os acontecimentos de Wuthering Heights através da governanta Nelly Dean. O cerne da trama é o amor intenso e conturbado entre Heathcliff, um órfão adotado pelo Sr. Earnshaw, e Catherine Earnshaw, filha da família. Entre amor, ódio e vingança, os protagonistas enfrentam dilemas que moldam não apenas suas vidas, mas também o destino das famílias ao seu redor, tudo ambientado na paisagem tempestuosa de Yorkshire, quase um personagem à parte na história.

A adaptação é escrita, dirigida e produzida por Emerald Fennell (Promising Young Woman, Saltburn), cineasta conhecida por seu olhar sensível e provocador, que combina drama psicológico e intensidade emocional. Fennell promete uma versão fiel ao espírito do romance, mas com uma linguagem cinematográfica contemporânea que conecta o público moderno à obra do século XIX.

Elenco principal

No papel de Catherine Earnshaw, Margot Robbie (O Lobo de Wall Street, Barbie) lidera o elenco, trazendo não apenas sua experiência como atriz, mas também seu papel como produtora pelo selo LuckyChap Entertainment. Robbie já demonstrou parceria com Emerald Fennell em Promising Young Woman e Saltburn, garantindo alinhamento criativo e uma interpretação profunda da protagonista, entre inocência, força e vulnerabilidade.

Jacob Elordi (Euphoria, Saltburn) interpreta Heathcliff, personagem central da trama. Conhecido por sua intensidade dramática, Elordi encara o papel do órfão que cresce sob traumas e desenvolve um amor obsessivo por Catherine. Sua escolha gerou debate, já que Heathcliff é descrito no livro como de pele escura, mas a diretora Emerald Fennell enfatizou a prioridade de explorar a química emocional entre os protagonistas.

A jovem Charlotte Mellington assume a versão infantil de Catherine, dando vida à inocência, curiosidade e primeiras descobertas da personagem. Ao lado dela, Owen Cooper interpreta o jovem Heathcliff, retratando as origens de seu caráter complexo e a semente do amor e do ressentimento que marcarão sua vida. Ambos são estreantes no cinema, trazendo frescor e naturalidade à narrativa.

Hong Chau (O Grito do Silêncio, The Whale) vive Nelly Dean, a governanta que conhece todos os segredos das famílias Earnshaw e Linton e funciona como narradora da história. Sua interpretação promete equilibrar empatia e firmeza, conduzindo o público pelos dramas que se desenrolam em Wuthering Heights. Vy Nguyen, que faz sua estreia cinematográfica, interpreta a jovem Nelly, revelando a origem da personagem e seu vínculo com as famílias que serve.

Entre os Linton, Shazad Latif (Star Trek: Discovery, Homeland) assume Edgar Linton, personagem refinado, sensível e educado, contrapondo-se ao temperamento intenso de Heathcliff. Sua atuação promete evidenciar o lado mais racional e emocionalmente contido da história. Alison Oliver (Saltburn) interpreta Isabella Linton, irmã de Edgar, cuja trajetória e escolhas impactam diretamente a relação entre as famílias e a evolução do conflito central.

Complementando o elenco, Martin Clunes e Ewan Mitchell trazem experiência e presença aos papéis de figuras secundárias, mas essenciais para o desenvolvimento do enredo. Seus personagens adicionam profundidade às relações familiares e servem como contrapontos às paixões intensas de Catherine e Heathcliff.

Produção e desenvolvimento

Emerald Fennell anunciou o projeto em julho de 2024, revelando seu interesse em trazer uma adaptação cinematográfica intensa e fiel ao romance. Em setembro do mesmo ano, Margot Robbie e Jacob Elordi foram confirmados como protagonistas, consolidando uma parceria de confiança que já havia se mostrado bem-sucedida em Saltburn (2023). Robbie, além de atuar, assume a produção do filme, garantindo alinhamento entre visão artística e execução.

A disputa pelos direitos de distribuição chamou atenção em outubro de 2024, quando a Netflix ofereceu US$ 150 milhões. No entanto, Fennell e Robbie optaram por um lançamento tradicional nos cinemas, buscando uma experiência completa para o público. A Warner Bros. Pictures venceu a disputa com US$ 80 milhões, atendendo à exigência da diretora e da produtora de garantir uma campanha de marketing significativa e ampla distribuição.

Filmagens e locações

A fotografia principal aconteceu no Reino Unido entre janeiro e abril de 2025, utilizando câmeras VistaVision de 35 mm, que captam detalhes e cores de forma impressionante. O diretor de fotografia, Linus Sandgren (La La Land, Nope), trabalhou na construção de imagens que refletem a intensidade emocional dos personagens e a dramaticidade do cenário natural.

O filme foi rodado em locações icônicas nos Yorkshire Dales, incluindo os vales de Arkengarthdale e Swaledale, a vila de Low Row e o Parque Nacional Yorkshire Dales. As paisagens reforçam a atmosfera gótica do romance, com ventos uivantes, colinas sombrias e casas isoladas que contribuem para a sensação de isolamento e tensão emocional. Além disso, os Sky Studios Elstree receberam cenas internas, permitindo um design detalhado que contrasta a austeridade de Wuthering Heights com a elegância de Thrushcross Grange.

Trilha sonora e identidade sonora

A trilha sonora do filme será composta por Anthony Willis, responsável por criar ambientes sonoros que reforçam o drama e a tensão das cenas. Para adicionar um toque contemporâneo, Charli XCX contribuirá com canções originais, estabelecendo uma conexão entre passado e presente. A música, elemento essencial em filmes góticos e dramáticos, promete intensificar a experiência emocional do público, tornando cada cena ainda mais impactante.

Desafios e relevância da adaptação

Adaptar O Morro dos Ventos Uivantes é um desafio devido à densidade do romance e à complexidade de seus personagens. A obra de Brontë é conhecida por suas múltiplas camadas narrativas, incluindo a intercalada história do Sr. Lockwood e de Nelly Dean, que exige atenção para não perder coerência na tela. Fennell precisou equilibrar fidelidade ao texto com linguagem cinematográfica moderna, criando uma experiência envolvente para o público contemporâneo.

A escolha de Jacob Elordi como Heathcliff, apesar de gerar debate sobre representatividade racial, demonstra a prioridade da diretora em explorar a intensidade emocional e a química entre os protagonistas, aspectos centrais para contar esta história de amor e ódio

Netflix libera a primeira foto de Lorena Comparato como Elize Matsunaga no novo thriller psicológico

0
Foto: Ana Pazian/Netflix

A Netflix acaba de soltar a primeira imagem oficial de Lorena Comparato no papel de Elize Matsunaga — e já deu o que falar! A foto, que está circulando bastante, mostra a atriz pronta para mergulhar numa história pesada, cheia de camadas, que marcou o Brasil inteiro.

O filme, que é um thriller psicológico com um toque de melodrama, é inspirado num caso real que chocou o país em 2012. Para quem não lembra (ou quer relembrar), Elize Matsunaga assassinou o marido, Marcos Matsunaga, dentro do apartamento do casal em São Paulo, numa história que teve desdobramentos assustadores e que virou assunto nacional.

Por trás das câmeras: quem faz o quê?

O argumento do filme é do Raphael Montes, que muita gente conhece por “Bom Dia, Verônica”. Ele escreveu o roteiro junto com a Mariana Torres, que também trabalhou na terceira temporada da mesma série. A direção fica por conta do Vellas, que já tem um trabalho legal em “DNA do Crime”. E o elenco não para por aí: Henrique Kimura, Miwa Yanagizawa, Julia Shimura e Denise Weinberg também fazem parte do time.

Lorena Comparato falou com o coração sobre o papel: “Interpretar uma mulher com tantas camadas e uma história tão cheia de nuances como a da Elize é muito complexo. A gente está falando de um crime real, com consequências reais. Minha esperança é que o filme ajude a gente a pensar em temas importantes na sociedade.”

Mas afinal, quem foi Elize Matsunaga?

Para entender por que essa história mexe tanto com a gente, vale voltar um pouco e conhecer a trajetória de Elize. Ela nasceu em 1981, numa cidade pequena do Paraná chamada Chopinzinho. Tinha uma vida relativamente comum: formada em Administração, casada com Marcos Matsunaga — herdeiro do grupo Yoki, que é uma grande empresa do ramo alimentício no Brasil.

O casamento, pelo lado de fora, parecia estável. Mas, claro, nem tudo é o que parece. O relacionamento deles tinha muitas camadas escondidas, conflitos que só vieram à tona mesmo depois do crime.

O crime que parou o Brasil

Em maio de 2012, o corpo de Marcos foi encontrado no apartamento do casal, com várias facadas. A polícia logo descobriu que a responsável era Elize — que chegou ao ponto extremo de tentar esconder o corpo, esquartejando-o e espalhando partes em diferentes lugares.

A notícia chocou o país não só pelo crime em si, mas pela frieza e brutalidade dos fatos. Além disso, começou a surgir uma discussão maior sobre o que poderia ter levado a essa tragédia: uma relação conturbada, problemas de poder dentro da família, questões emocionais muito complexas.

Mais do que um crime: uma história de camadas

O que o filme quer mostrar é isso: não só o crime, mas o que estava por trás dele. A mente de Elize, as dores e dilemas que ela enfrentava, o peso de uma vida marcada por muitas pressões.

Lorena Comparato está encarando o papel com muita seriedade e respeito, e o roteiro, por sua vez, busca fugir do sensacionalismo. A ideia é humanizar os personagens, mostrar que por trás de cada história real tem uma complexidade que merece ser entendida.

Por que essa história ainda importa?

Esse caso virou tema de documentários, podcasts e reportagens desde então, mas ganhar uma versão em filme pela Netflix significa que essa história vai alcançar ainda mais gente — com um olhar diferente, mais profundo.

Além disso, a trama traz à tona temas que ainda precisam ser discutidos por aqui: violência doméstica, desigualdade social, o papel da mulher numa sociedade ainda muito patriarcal, entre outras coisas.

O que vem por aí?

Ainda sem data certa para a estreia, o filme já desperta muita expectativa, especialmente entre quem gosta de histórias reais, thrillers psicológicos e produções nacionais feitas com qualidade.

Para a equipe por trás do projeto, o desafio é grande. O produtor executivo Gustavo Mello diz que o filme quer ser uma forma de entender o que pode levar uma pessoa a agir de forma tão extrema — um convite para refletirmos sem julgamentos fáceis.

Já Raphael Montes, além de roteirista, também atua como produtor associado, e ressalta que a responsabilidade foi enorme para transformar esse caso real em um roteiro que fosse respeitoso e verdadeiro, sem cair em clichês ou exploração barata.

O impacto cultural e social

Além de ser um suspense, o filme pode ajudar a gente a pensar mais sobre essas questões delicadas. Quando a gente conversa sobre esses temas, está ajudando a quebrar tabus e trazer luz para situações que muitas vezes ficam escondidas — seja nas famílias, na sociedade, ou mesmo dentro da gente.

Lorena compara essa experiência a uma oportunidade de dar voz a quem muitas vezes não é ouvida — mesmo que nesse caso, a voz venha com um enorme peso emocional.

Confirmado! Jon Bernthal estará em Homem-Aranha: Um Novo Dia e rumores indicam aliança explosiva com o Justiceiro e o Multiverso

0
Foto: Reprodução/ Internet

A última sexta-feira, 20 de junho, trouxe uma notícia que abalou o universo Marvel: Jon Bernthal, intérprete do implacável Justiceiro (Frank Castle), foi oficialmente confirmado no elenco de Homem-Aranha: Um Novo Dia, próximo longa do herói vivido por Tom Holland. A revelação atiçou a curiosidade dos fãs, já que ainda não foram divulgados detalhes sobre o papel que ele desempenhará na trama — apenas que sua presença será significativa e cheia de implicações.

A participação de Bernthal reacende especulações antigas que circulam nos bastidores do Marvel Studios. Um dos rumores mais persistentes sugeria uma parceria entre o Homem-Aranha e o Demolidor (Charlie Cox) para enfrentar o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), o poderoso vilão urbano já introduzido nas séries do estúdio. No entanto, tudo indica que a dinâmica pode ser diferente: ao invés do Homem Sem Medo, o novo aliado do Teioso seria o Justiceiro — um personagem muito mais violento e de moral ambígua. Caso essa substituição se confirme, Um Novo Dia poderá adotar um tom mais sombrio e maduro, aprofundando o lado mais urbano do universo Marvel nos cinemas.

E as novidades não param por aí.

Outra adição empolgante ao elenco é Sadie Sink, a estrela de Stranger Things, que também entrou oficialmente para o universo Marvel. Seu papel ainda está sendo mantido em segredo, mas rumores apontam que sua personagem será central na nova fase do Homem-Aranha. Entre as teorias que circulam entre insiders e fãs, Sadie já foi especulada como uma versão alternativa de Mary Jane Watson, como uma jovem Jean Grey ou até como a heroína Jackpot — personagem que ganha destaque nos quadrinhos ligados ao arco “Brand New Day”, que inspirou o título do filme.

Contudo, a hipótese mais recente — e também a mais surpreendente — sugere que Sink interpretaria Mayday Parker, a filha de Peter Parker. Mas não se trata da filha do Peter de Tom Holland: segundo os rumores mais ousados, ela seria filha do Peter de Tobey Maguire, cuja aparição estaria programada como parte do multiverso explorado no longa. Isso faria de Um Novo Dia uma continuação emocional do sucesso Sem Volta Para Casa, resgatando personagens icônicos e expandindo o legado do Aranha através de gerações.

Essa possível presença de Maguire e a introdução de sua filha como heroína abrem um leque de novas possibilidades para o universo Marvel, incluindo potenciais spin-offs com jovens heróis, novos arcos familiares e histórias que unam diferentes cronologias de forma ainda mais profunda.

Enquanto o estúdio mantém silêncio sobre a trama e as conexões com o multiverso, a presença de nomes como Bernthal, D’Onofrio e Sink aumenta as expectativas de que Homem-Aranha: Um Novo Dia será um divisor de águas — tanto para o herói quanto para o futuro do MCU.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima deste domingo, 1º de março, na Globo

0

A tarde deste domingo, 1º de março de 2026, será dominada por rugidos, explosões e batalhas monumentais na TV Globo. A tradicional sessão Temperatura Máxima apresenta o épico Godzilla vs. Kong, colocando frente a frente dois dos maiores ícones da história do cinema em um confronto que ultrapassa qualquer noção de escala.

A produção representa o encontro de lendas. De um lado, Godzilla, o rei dos monstros, símbolo de destruição e força da natureza. Do outro, Kong, o gigante que, apesar da imponência, carrega uma conexão mais emocional com os humanos. O longa parte justamente desse contraste para construir uma narrativa que mistura espetáculo visual e disputa de territórios.

A história começa acompanhando Kong em cativeiro monitorado pela organização Monarch. O gigante vive sob observação, em um ambiente criado para simular seu habitat natural, enquanto cientistas tentam entender melhor sua origem e comportamento. Entre eles está a personagem vivida por Rebecca Hall, que desenvolve uma relação especial com o animal, especialmente por meio de uma jovem garota surda que se comunica com ele por linguagem de sinais. (Via AdoroCinema)

Enquanto isso, Godzilla passa a atacar instalações humanas sem motivo aparente, colocando em dúvida a confiança que havia sido estabelecida após os eventos de Godzilla II: Rei dos Monstros. O que antes parecia um equilíbrio frágil entre titãs e humanidade se transforma em caos. Cidades são evacuadas, autoridades entram em estado de alerta e cresce a sensação de que algo muito maior está por trás desses ataques.

É nesse cenário de tensão que surge a proposta arriscada de levar Kong até a Terra Oca, um mundo subterrâneo que pode ser sua verdadeira casa. A expedição é liderada pelo personagem de Alexander Skarsgård, que acredita que ali esteja escondida uma fonte de energia capaz de explicar a origem dos titãs e, talvez, conter a fúria de Godzilla. A jornada rumo ao desconhecido adiciona um tom de aventura ao filme, ampliando ainda mais a escala da narrativa.

Mas o que o público realmente espera acontece quando os dois gigantes finalmente se encontram. O primeiro embate acontece em alto-mar e já deixa claro que não haverá trégua. Navios militares parecem brinquedos diante da força bruta das criaturas. Cada golpe reverbera como um terremoto, e a sensação de impotência humana é constante. A batalha seguinte, ambientada em uma metrópole iluminada por neon, eleva o espetáculo visual a outro nível, com prédios sendo destruídos como peças de dominó.

Dirigido por Adam Wingard, o filme aposta em uma abordagem mais dinâmica e direta, priorizando o ritmo acelerado e os confrontos grandiosos. Wingard já havia declarado que queria entregar um vencedor definitivo para o duelo, evitando a ambiguidade que marcou o clássico encontro entre os dois monstros nos anos 1960. Essa decisão dá ao longa uma tensão adicional, pois deixa claro que não se trata apenas de um confronto simbólico.

O elenco humano também conta com Millie Bobby Brown, que reprisa seu papel do filme anterior, além de Brian Tyree Henry, Kyle Chandler e Demián Bichir. Embora os personagens sirvam principalmente como ponte entre uma batalha e outra, eles ajudam a construir o contexto que sustenta o conflito principal.

Lançado em 2021, em meio aos desafios da pandemia, “Godzilla vs. Kong” foi um dos primeiros grandes blockbusters a testar um modelo híbrido de distribuição, chegando simultaneamente aos cinemas e ao streaming nos Estados Unidos. Mesmo com restrições de público em várias partes do mundo, o filme arrecadou cerca de 467 milhões de dólares globalmente, consolidando-se como um dos maiores sucessos daquele ano e reafirmando a força do chamado MonsterVerse.

Visualmente, a produção impressiona. Os efeitos especiais criam criaturas com peso, textura e presença realista, algo essencial para que o público aceite a fantasia proposta. As cenas de luta são coreografadas como verdadeiros duelos de titãs, com enquadramentos que destacam a diferença de tamanho em relação ao ambiente urbano e aos humanos que tentam sobreviver ao caos.

Ao mesmo tempo, o filme carrega uma dimensão simbólica interessante. Godzilla representa a força incontrolável da natureza, enquanto Kong carrega traços mais humanizados, como lealdade e instinto de proteção. O embate entre eles vai além da disputa física e sugere um choque entre instinto e estratégia, entre isolamento e convivência.

Para quem acompanha a trajetória desses personagens desde os filmes clássicos, o longa é também um momento histórico. Trata-se do 36º filme da franquia Godzilla e do 12º da franquia King Kong, além de ser o quarto capítulo do universo compartilhado da Legendary. A união dessas mitologias consolida uma nova fase para o cinema de monstros, que combina tradição e tecnologia de ponta.

Domingo Legal de hoje (13): Naldo Benny disputa com Moranguinho no Passa ou Repassa, De Quem é Essa Mansão? e Quem Arrisca Ganha Mais

0
Foto: Reprodução/ Internet

Se o seu domingo anda meio sem graça, Celso Portiolli tem a receita certa: misture umas boas risadas, adicione famosos prontos pra levar torta na cara, salpique uns desafios malucos valendo uma bolada e finalize com uma pitada de invasão a mansões luxuosas. Resultado? Um Domingo Legal daqueles que viram assunto até na segunda-feira.

E já anota aí: é neste domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT.

🍰 Passa ou Repassa – torta, grito e pagode

Celso solta o grito de guerra e o jogo começa pegando fogo. De um lado, o time azul com a influenciadora Moranguinho e os sertanejos Danilo & Davi, que prometem não só encarar o quiz, mas também levantar a plateia com seus hits.

Do outro, o time amarelo vem afiado com o cantor Naldo Benny, a atriz Carol Bresolin e o influenciador Marcelo Mesquita. Eles vêm com tudo — e com sede de… torta na cara alheia. Porque no Passa ou Repassa, o conhecimento importa, mas o reflexo salva.

🏰 De Quem é Essa Mansão? – luxo, mistério e zoeira com GPS

Esqueça o “Lar Doce Lar”. Aqui, o trio formado por Celso, Pedro Manso (Fala Silva) e Marlei Cevada (Mileide) entra nas casas mais chiques do Brasil como quem invade o camarim do Oscar: com câmera na mão, bom humor na bagagem e aquele jeitinho maroto de tirar o mistério do ar.

A missão é simples (mentira, não é): descobrir quem é o dono da mansão. A graça? Está em tudo: nos palpites errados, nos detalhes extravagantes e nas reações hilárias do trio mais intrometido (e amado) da televisão.

💰 Quem Arrisca Ganha Mais – vale tudo (menos desistir)

Tem gente que joga pra ganhar e tem gente que joga pra mudar de vida. No Quem Arrisca Ganha Mais, duas duplas encaram provas tensas e decisões que fazem suar as mãos — tudo por um prêmio que pode chegar a 100 mil reais.

Vale apostar alto? Vale. Mas também vale respirar fundo, pensar rápido e torcer pra sorte estar de bom humor.

💥 Até Onde Você Chega? – coragem vale ouro (ou melhor, milhão)

Esse é o quadro que separa os ousados dos muito ousados. Com provas que parecem ter saído de um reality show radical e prêmios que piscam os olhos de qualquer um, os participantes enfrentam o desafio da vida por um lugar ao sol — e até 1 milhão de reais no bolso.

Aqui, não tem roteiro: cada passo pode ser o último… ou o primeiro de uma nova vida.

🌟 Domingo com cara de festa, programa com alma de auditório

O Domingo Legal deste dia 13 não entrega só entretenimento — entrega uma tarde inteira de barulho bom: aquele que mistura família rindo no sofá, torcida gritando com a TV e a clássica pergunta: “será que essa casa é do Neymar?”

Com Celso Portiolli no comando, é certeza: você vai rir, torcer, se surpreender e, quem sabe, se inspirar. Afinal, num programa em que qualquer um pode virar milionário, tudo pode acontecer.

almanaque recomenda