Heloísa Capelas lança Cure suas Raízes e liberte seus Filhos e propõe uma jornada de autoconhecimento e reconexão familiar

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A autora e especialista em inteligência emocional Heloísa Capelas lança, na próxima sexta-feira, 8 de novembro, seu mais novo livro, Cure suas Raízes e liberte seus Filhos. O evento de lançamento acontece na Livraria da Travessa do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo, a partir das 19h, e contará com a presença da jornalista Izabella Camargo, responsável pelo prefácio da obra, além da escritora Telma Abrahão e da atriz Luciana Vendramini.

Nesta nova publicação, Heloísa convida o leitor a um mergulho interior. A obra parte de uma premissa sensível e transformadora: antes de educar um filho, é preciso compreender as próprias dores e acolher as feridas emocionais que carregamos desde a infância. Segundo a autora, muitos dos comportamentos, culpas e medos que os pais reproduzem têm origem em experiências não resolvidas, que se manifestam nas relações familiares de forma inconsciente.

“As feridas emocionais que trazemos da infância acabam moldando a maneira como nos relacionamos e educamos nossos filhos. Curar essas raízes é essencial para romper ciclos de dor e construir vínculos mais amorosos e conscientes”, explica Heloísa.

Com uma linguagem acolhedora e acessível, Cure suas Raízes e liberte seus Filhos não se limita ao universo da parentalidade. O livro é, sobretudo, um convite à reconciliação com a própria história. A autora propõe que cada leitor olhe para o “filho interior” que habita dentro de si, entendendo que a verdadeira libertação emocional começa quando reconhecemos nossas origens e aprendemos a nos perdoar.

“Esta é uma obra sobre amor e reconexão. Quando olhamos para dentro e acolhemos nossas dores, libertamos não apenas nossos filhos, mas também a nós mesmos. É um processo de cura que transforma gerações”, afirma a escritora.

Reconhecida por sua atuação no campo do autoconhecimento, Heloísa Capelas é diretora do Centro Hoffman no Brasil e uma das principais vozes sobre inteligência emocional no país. Com uma trajetória que inclui palestras, cursos e programas de desenvolvimento humano, ela já impactou milhares de pessoas com sua abordagem acolhedora e transformadora.

Cinema na Madrugada deste sábado (19/07) exibe Poucas e Boas: Um retrato agridoce de genialidade, ego e amor perdido

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Na madrugada deste sábado, 19 de julho, para domingo, 20, o “Cinema na Madrugada“, da Band, brinda os notívagos e os apaixonados pela sétima arte com um daqueles filmes que soam como um solo de jazz: imprevisível, melancólico e profundamente envolvente. “Poucas e Boas” (Sweet and Lowdown), dirigido por Woody Allen e estrelado por Sean Penn, é mais do que uma homenagem à música — é uma delicada reflexão sobre o amor, o ego e as pequenas tragédias que tornam a vida extraordinariamente humana. Com uma narrativa que mistura ficção e elementos documentais, o longa narra a trajetória fictícia de Emmet Ray, um guitarrista brilhante da era do jazz nos anos 1930, cuja genialidade caminha lado a lado com a autodestruição.

Com sua mistura característica de ironia, humor seco e melancolia existencial, Allen constrói um personagem que, à primeira vista, parece caricato, mas que ganha densidade ao revelar suas contradições internas. Ray é ao mesmo tempo brilhante nos palcos e desastroso fora deles. Sua música é fluida, delicada e profunda. Mas sua vida pessoal é marcada por decisões impensadas, vaidade cega e uma incapacidade quase trágica de se conectar genuinamente com os outros.

Um jazzman autodestrutivo

No universo do jazz, Emmet Ray é tido como o segundo melhor guitarrista do mundo – perdendo apenas para o lendário Django Reinhardt, cuja mera menção ou aparição o faz desmaiar. Emmet é apresentado como um homem desleixado, egocêntrico e mulherengo, que se sustenta inicialmente como cafetão, gastando o que ganha em carros vistosos, roupas chamativas e em um hobby bizarro: atirar em ratos em depósitos de lixo.

Mas o que poderia ser apenas uma caricatura do anti-herói se transforma em uma figura tocante e patética quando ele conhece Hattie, interpretada de forma sublime por Samantha Morton. Muda e de origem humilde, Hattie representa o amor puro e silencioso. Em contraste com o mundo barulhento e caótico de Emmet, ela é calma, acolhedora e sincera. Sua presença é um contraponto à vida frenética do músico, e sua afeição por ele é o tipo de amor que não exige palavras, apenas escuta – algo que, ironicamente, o próprio Emmet nunca soube fazer.

A trilha sonora da decadência

Com um trabalho primoroso de trilha sonora e direção de arte, “Poucas e Boas” nos transporta para o coração da era do jazz com delicadeza e precisão. Os figurinos extravagantes, os salões esfumaçados, os clubes noturnos pulsando ao som de guitarras e contrabaixos – tudo colabora para construir a atmosfera quase nostálgica do filme. Mas é na performance de Sean Penn que o longa encontra seu eixo.

Indicado ao Oscar pelo papel, Penn compõe um Emmet Ray contraditório: vaidoso, mas inseguro; genial, mas infantil. Sua relação com Hattie é marcada por autossabotagem. Embora a ame à sua maneira, Emmet acredita que o casamento arruinaria sua carreira. Ele quer ser livre, mas não sabe lidar com a solidão. Recusa a felicidade estável ao lado de Hattie por um ideal de grandeza artística – uma escolha que se revela profundamente errada quando ele tenta encontrar essa estabilidade em outro lugar.

A queda e a melodia da saudade

Emmet acaba se casando com Blanche Williams, interpretada com charme e veneno por Uma Thurman. Blanche é uma socialite ambiciosa, fascinada por artistas marginalizados, e vê em Ray mais um personagem excêntrico a ser explorado para seus escritos. O relacionamento é frio, distante e, para Ray, um eco vazio da conexão verdadeira que teve com Hattie.

Quando Blanche o trai e Emmet percebe que foi apenas um objeto literário em sua vida, decide procurar Hattie – mas o tempo já passou. Ela seguiu sua vida, casou-se e formou uma família. A música que um dia os uniu agora ecoa apenas na memória de Ray. Em uma das cenas mais comoventes do filme, o músico, tomado pela melancolia e pelo arrependimento, toca uma canção que Hattie adorava e, ao final, quebra seu violão, como quem reconhece que seu talento já não serve de consolo para sua alma despedaçada.

Uma fábula com fundo real

Embora Emmet Ray seja uma figura fictícia, Allen utiliza o formato de falso documentário – com depoimentos de músicos, historiadores e críticos fictícios – para dar verossimilhança à história. Esse recurso não apenas homenageia os músicos esquecidos da era do jazz como também lança luz sobre a linha tênue entre o gênio e o fracasso. Emmet Ray é um personagem inventado, mas poderia ser real: há milhares de artistas geniais que passaram pela história sem reconhecimento, enterrados por seus próprios demônios internos.

O longa também serve como uma meditação sobre o preço da arte. Allen parece perguntar: até que ponto o talento justifica os erros pessoais? É possível separar o artista de sua obra? E o mais pungente: quantas canções inesquecíveis foram escritas por corações partidos demais para viver o que compuseram?

Woody Allen, jazz e decadência

Com “Poucas e Boas”, Woody Allen reafirma sua obsessão com a música, o jazz e os personagens masculinos que não sabem lidar com os sentimentos. O diretor, que já havia flertado com o formato musical em obras anteriores, encontra aqui uma forma madura e sutil de explorar temas recorrentes em sua carreira: o narcisismo, o amor perdido, a autoimagem e o medo do fracasso.

O roteiro é econômico, mas afiado. A câmera não julga Emmet Ray – apenas o observa, com uma curiosidade quase clínica, mas não sem empatia. Sean Penn, por sua vez, entrega uma atuação contida, marcada por silêncios significativos e expressões de frustração impotente. Samantha Morton, mesmo sem dizer uma única palavra no filme, rouba a cena com sua presença serena e olhar eloquente.

Um filme sobre perdas inevitáveis

“Poucas e Boas” não é um filme grandioso, nem tenta ser. É uma história pequena, sobre pessoas falhas tentando encontrar alguma beleza no caos que criam ao redor. É, acima de tudo, um lembrete de que nem sempre o talento salva. Que o amor, mesmo quando genuíno, pode ser perdido por orgulho. Que arrependimentos são melodias que tocam para sempre dentro de nós, e que às vezes é tarde demais para consertar o que foi quebrado.

Ariana Grande terá música inédita em “Wicked: Parte 2”, sequência do musical de sucesso

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A magia da Terra de Oz está longe de acabar. A sequência do musical que conquistou o mundo, Wicked, promete trazer uma novidade especial para os fãs: uma canção inédita interpretada por Ariana Grande, que retorna ao papel de Glinda, a Bruxa Boa do Sul. A informação veio de quem conhece os bastidores da produção — o decorador Lee Sandales e o designer de produção Nathan Crowley, em entrevista ao portal Set Decor. As informações são da CNN.

Um momento só para Glinda

A nova música, intitulada “Girl in The Bubble”, será cantada por Ariana Grande em uma cena íntima, ambientada na luxuosa suíte de Glinda na famosa Cidade das Esmeraldas. A composição é assinada por Stephen Schwartz, compositor responsável pela trilha original do musical da Broadway. A canção promete revelar um lado mais profundo e talvez até vulnerável da personagem que, até agora, encantou plateias com sua energia vibrante e presença magnética.

O diretor Jon M. Chu já havia dado pistas sobre a inclusão de faixas inéditas na sequência, confirmando que, além da música para Glinda, haveria também uma para Elphaba, personagem interpretada por Cynthia Erivo. A expectativa agora é para conhecer como esses novos momentos musicais vão se encaixar na história que ainda está por vir.

Clássicos que emocionam e novas melodias que surpreendem

Quem assistiu à primeira parte de Wicked sabe que a trilha sonora é uma peça-chave para o sucesso do filme. E Wicked: Parte 2 manterá a tradição de trazer de volta as canções que já são hinos para os fãs, como:

  • “For Good”, a música que celebra a amizade e a transformação pessoal;
  • “No Good Deed”, que entrega toda a força e o drama da personagem Elphaba;
  • “Thank Goodness”, que mistura leveza e crítica social.

Junto com essas canções, as novidades prometem refrescar o espetáculo e dar novas camadas emocionais à trama.

O primeiro filme que conquistou corações

Lançado em novembro de 2024, Wicked: Parte Um já deixou uma marca profunda. A história de Elphaba e Glinda, interpretadas por Cynthia Erivo e Ariana Grande, conquistou público e crítica, combinando fantasia, emoção e um olhar atual sobre temas como identidade e aceitação.

Com uma bilheteria que ultrapassou os US$ 700 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos do ano, abrindo caminho para a tão aguardada continuação. O carisma da dupla protagonista, a riqueza dos cenários e a força das músicas foram alguns dos ingredientes que fizeram o público querer mais.

O que vem por aí em Wicked: Parte 2?

A continuação promete mergulhar mais fundo na trajetória de Elphaba, mostrando como ela se torna a temida Bruxa Má do Oeste, enquanto a amizade entre ela e Glinda enfrenta provações e escolhas difíceis. A nova música de Ariana, situada em sua suíte na Cidade das Esmeraldas, será um momento para o público enxergar além do brilho e da alegria que a personagem costuma mostrar.

A estreia está marcada para 20 de novembro de 2025 no Brasil — um dia antes do lançamento nos Estados Unidos — e os fãs já contam os dias para voltar a esse universo mágico.

Um elenco e produção de excelência

Além de Ariana Grande e Cynthia Erivo, o filme conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff Goldblum e Jonathan Bailey, entre outros, em papéis de apoio que enriquecem a narrativa. Os cenários assinados por Lee Sandales e Nathan Crowley prometem transportar o público para uma Oz ainda mais vibrante e encantadora, reforçando o cuidado com cada detalhe visual.

Por que Wicked ressoa tanto com o público?

Desde o início nos palcos da Broadway, Wicked chamou atenção por seu olhar humano sobre personagens que antes eram vistos apenas como “vilões”. A narrativa mostra as camadas de Elphaba e Glinda, suas vulnerabilidades, escolhas e a complexidade das relações humanas. Isso gera identificação e empatia, especialmente para quem já se sentiu diferente ou à margem.

A entrada de Ariana Grande, com sua voz poderosa e influência pop, ampliou o alcance da história para uma nova geração, que encontrou nela uma representante da coragem e da autenticidade.

A música que já nasceu especial

A expectativa para “Girl in The Bubble” é grande. A colaboração com Stephen Schwartz, que ajudou a criar os clássicos originais, garante que a nova faixa terá a mesma qualidade e sensibilidade que conquistaram milhões. Para Ariana, a música é uma oportunidade de mostrar novas facetas de Glinda, e para os fãs, um presente que une tradição e inovação.

Contagem regressiva

Com tudo isso, Wicked: Parte 2 promete não apenas continuar a história, mas aprofundar sentimentos e ampliar o universo mágico que tantos amam. Em novembro de 2025, será hora de voltar a Oz, se emocionar e cantar junto — agora com uma canção inédita que deve ficar para sempre na memória.

Vale Tudo | Resumo semanal da novela de 16/09 a 27/09

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Capítulo 126 da novela Vale Tudo – Terça-feira, 23 de setembro
Pam alerta Marlon sobre a demissão de Kami e o adverte sobre a importância de protegê-la nesse momento delicado. Enquanto isso, Isabela confessa a Filipa que está sem dinheiro e exige apoio da filha, revelando fragilidades que reacendem tensões familiares. Abalada, Kami desabafa com Leo sobre o crime que sofreu e, com o incentivo de Renata e Marlon, decide registrar um boletim de ocorrência. Isabela grava uma conversa comprometedora de Nina a respeito da medicação de Filipa, despertando novas suspeitas. Paralelamente, Leo e Samuel discutem sobre a guarda de Sofia, e Jaques deixa claro a Isabela suas ambições envolvendo Filipa, aumentando o clima de ameaça dentro da mansão.

Capítulo 127 – Quarta-feira, 24 de setembro
Marlon tenta confortar Kami, que segue marcada pelos traumas, enquanto Samuel e Jaques protagonizam mais um duro embate familiar. Kami pede sigilo absoluto sobre o crime que enfrentou, e Dedé começa a simpatizar com a aproximação de Ryan e Bárbara. Marlon pede dispensa do trabalho para cuidar de Kami, enquanto Vivian surpreende Rosa ao sugerir que transfira suas ações da Boaz para Sofia. Renata apresenta a Kami fotos de possíveis suspeitos do assédio, e a jovem desabafa com Jussara, encontrando acolhimento. Bárbara intensifica os treinos com Lucas, e Ayla, Gisele, Breno e Caco organizam o chá-revelação dos bebês. Em meio a isso, Jaques altera os remédios de Filipa, agravando a preocupação em torno da saúde dela.

Capítulo 128 da novela Vale Tudo – Quinta-feira, 25 de setembro
Isabela se assusta ao flagrar Jaques no quarto de Filipa, e passa a desconfiar ainda mais dos planos do patriarca. Rosa visita Sofia, fortalecendo o vínculo entre mãe e filha. Samuel e Ryan desconfiam das atitudes de Leo em relação a Kami, enquanto Ryan pressiona Bárbara a manter Lucas distante de encrencas. Cansada de carregar o peso sozinha, Kami revela a Ryan o crime que sofreu, deixando-o indignado. Ao mesmo tempo, Jaques ameaça Danilo para que se afaste definitivamente de Filipa. Peter provoca Nina ao mencionar seus ciúmes de Filipa, e Ronaldo volta a entrar em contato com Kami, forçando-a a pedir ajuda a Renata e Marlon. A polícia falha em capturar Ronaldo, e Ryan pede que Kami o avise caso o homem tente se aproximar outra vez. Filipa, cada vez mais fragilizada, reage mal à tensão.

Capítulo 129 – Sexta-feira, 26 de setembro
Isabela demonstra crescente preocupação com Filipa, enquanto Davi recorda que Jaques prometeu a Olívia guardar segredo sobre sua paternidade. Bárbara e Ryan não escondem o incômodo diante do noivado de Marlon e Kami, e Breno se irrita com o presente especial que Leo dá aos bebês. Pressionado, Ryan aceita esconder armas no salão de Fabiana a mando de Feital, entrando em uma perigosa armadilha. Durante a festa de noivado, Jaques tenta expulsar Leo, mas Ayla a defende. O clima explode quando, em meio a uma confusão causada por Filipa, Ayla descobre que Jaques é seu verdadeiro pai. Jaques surpreende Rosa e Samuel ao admitir que Olívia foi o grande amor de sua vida. Filipa entra em colapso, e Isabela se desespera diante do caos familiar.

Capítulo 130 – Sábado, 27 de setembro
Após a crise de Filipa, Jaques e Samuel a levam às pressas para o hospital. Ao mesmo tempo, Peter e Nina descobrem o arsenal escondido por Ryan no salão de Fabiana e se veem diante de um novo dilema. Peter auxilia Nina a enfrentar as consequências envolvendo Danilo, e Manuel questiona o amigo sobre seus verdadeiros sentimentos pela jovem. Gisele dá apoio a Ayla, que sofre com a revelação de que é filha de Jaques. Já Isabela teme pelos planos obscuros do patriarca em relação a Filipa. Ryan suspeita que a depredação no salão foi uma represália por alguém ter descoberto seu esconderijo, enquanto Danilo escuta comentários comprometedores sobre o caso. Rosa decide transferir metade de suas ações da Boaz para Sofia, mas Thaís sofre um acidente de trabalho, gerando ainda mais tensão. Ao anunciar sua decisão aos acionistas, Rosa enfrenta Jaques, que ameaça interditá-la, ampliando os conflitos entre mãe e filho e intensificando a guerra pelo poder.

Vale Tudo | Resumo semanal da novela de 22/09 a 27/09

Capítulo 125 – Segunda-feira, 22 de setembro
Leo abandona a fábrica após discutir com Jaques, que aproveita o momento para afastar Samuel da diretoria de operações e assumir controle absoluto da Boaz. Na linha de produção, Nunes sobrecarrega Marlon com horas extras, aumentando seu desgaste. Enquanto isso, Kami se inquieta ao notar a proximidade entre Ryan e Bárbara. Samuel e Leo comunicam a Yara e Sofia sobre as demissões, deixando a família em alerta. O perseguidor de Kami continua à espreita, intensificando o clima de medo. Em casa, Marlon revela a Dedé que Jussara marcou sua festa de noivado com Kami. Filipa enfrenta Jaques, que garante que ainda pode se redimir por amor a ela. Rosa recupera parte da memória e enfrenta o patriarca, que promete reformular a Boaz. Yara se preocupa com a ligação de Leo e Sofia, enquanto Isabela chega à mansão. Ao final, Kami é surpreendida com a demissão da fábrica, acompanhada por Ronaldo.

Capítulo 126 – Terça-feira, 23 de setembro
Pam alerta Marlon sobre a saída de Kami, insistindo que o instrutor precisa proteger a noiva. Isabela desabafa com Filipa sobre suas dificuldades financeiras e exige apoio da filha. Abalada, Kami revela a Leo o crime que sofreu e, incentivada por Renata, Marlon e o próprio Leo, decide registrar boletim de ocorrência. Paralelamente, Isabela grava Nina comentando a respeito da medicação de Filipa, semeando intrigas dentro da família. Leo e Samuel se desentendem sobre a guarda e os cuidados com Sofia. Jaques, por sua vez, deixa claro a Isabela seus interesses em relação a Filipa, aumentando a tensão nos bastidores da mansão.

Capítulo 127 – Quarta-feira, 24 de setembro
Marlon tenta dar apoio a Kami, que ainda carrega os traumas recentes, enquanto Samuel e Jaques se enfrentam em mais um embate. Kami pede que mantenham sigilo sobre o crime que sofreu. Dedé se aproxima de Ryan e Bárbara, criando novas tensões no grupo. Marlon solicita dispensa no trabalho para cuidar de Kami, ao mesmo tempo em que Vivian avisa a Rosa que ela poderá transferir suas ações para Sofia. Renata pede que Kami analise fotos dos possíveis agressores, e a jovem encontra acolhimento no ombro de Jussara. Bárbara se dedica intensamente aos treinos com Lucas, e Ayla, Gisele, Breno e Caco organizam o chá revelação dos bebês. Enquanto isso, Jaques troca os remédios de Filipa, aumentando os riscos à saúde dela e acentuando os conflitos familiares.

Capítulo 128 – Quinta-feira, 25 de setembro
Isabela surpreende Jaques no quarto de Filipa e fica alarmada com seus planos ocultos. Rosa visita Sofia, fortalecendo o vínculo maternal. Samuel e Ryan desconfiam das atitudes de Leo em relação a Kami. Ryan confronta Bárbara e exige que ela mantenha Lucas longe de problemas ilegais. Mais tarde, Kami decide revelar a Ryan o crime que sofreu, provocando revolta no jovem. Jaques ameaça Danilo, forçando-o a se afastar de Filipa. Peter alerta Nina sobre os ciúmes que ela sente da irmã. Ao mesmo tempo, Ronaldo tenta retomar contato com Kami, mas ela comunica Renata e Marlon. A polícia falha em capturar o assediador, e Ryan pede que Kami permaneça atenta a qualquer nova aproximação. Filipa, por sua vez, reage de forma intensa aos acontecimentos.

Capítulo 129 – Sexta-feira, 26 de setembro
Isabela teme pela segurança de Filipa, enquanto Davi recorda que Jaques jurou a Olívia guardar segredo sobre sua verdadeira paternidade. Bárbara e Ryan não escondem o incômodo diante do noivado de Marlon e Kami, e Breno se irrita com o presente que Leo oferece para os bebês. Feital pressiona Ryan a esconder armas no salão de Fabiana. Durante a festa de noivado, Jaques tenta afastar Leo, mas Ayla o defende. Em meio à celebração, Filipa deixa escapar uma informação e Ayla descobre que Jaques é seu pai biológico. Mais tarde, Jaques confessa a Rosa e Samuel que Olívia foi o grande amor de sua vida. A revelação causa crise em Filipa e desespero em Isabela, diante da instabilidade crescente dentro da família.

Capítulo 130 – Sábado, 27 de setembro
Após a crise de Filipa, Jaques e Samuel a levam ao hospital em busca de tratamento. Peter e Nina descobrem o esconderijo de armas deixado por Ryan no salão de Fabiana. Ao mesmo tempo, Peter auxilia Nina na questão envolvendo Danilo, enquanto Manuel o pressiona a revelar seus sentimentos pela jovem. Gisele oferece apoio a Ayla, que ainda sofre com a revelação sobre sua paternidade. Isabela teme que Jaques esteja manipulando Filipa. Ryan acredita que o salão foi depredado por alguém que descobriu seu segredo, e Danilo ouve os comentários de Peter sobre o caso. Rosa comunica a Samuel que transferiu metade de suas ações da Boaz para Sofia. Durante uma reunião, ela anuncia a decisão aos acionistas, enquanto Jaques ameaça interditá-la, ampliando os conflitos entre mãe e filho e deixando a empresa em clima de guerra.

Resumo da novela História de Amor de hoje (10) – Helena Assumiu a Filha de Maria Lúcia e Confronta Joyce

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No capítulo da novela História de Amor de hoje, quarta-feira, 10 de setembro, Marta revela a Joyce um segredo guardado por décadas: Assunção, no passado, manteve um relacionamento com Maria Lúcia, irmã de Helena. A relação resulta em uma gravidez inesperada, e Maria Lúcia, rejeitada pela família, morre logo após dar à luz. Profundamente comovida e tomada pelo senso de justiça, Helena decide assumir a criança, criando-a ao lado de Assunção e protegendo-a como se fosse sua própria filha — uma decisão que muda para sempre o destino de todos. Ao ouvir a revelação, Joyce explode de raiva e tenta esbofetear Marta, mas é contida a tempo, deixando evidente o choque e a tensão entre as duas.

Enquanto isso, Sheila confronta Paula e admite que foi ela quem estava no carro durante a perseguição, deixando suas intenções claras. A situação se agrava quando Sheila tenta sufocar Paula com um travesseiro, mas não consegue completar o ataque. Abalada, Paula busca respostas de Carlos e pergunta se ele teria voltado para ela caso não tivesse perdido o bebê. A negativa de Carlos a deixa ainda mais fragilizada, aumentando o clima de dor e desilusão.

Helena retorna para casa. Joyce, tomada pelo arrependimento, pede perdão à irmã, e as duas se abraçam com lágrimas nos olhos, permitindo que antigos rancores se dissolvam. Ao mesmo tempo, Urbaruma começa a arrumar as malas para retornar a Teresópolis, enquanto Joyce retoma a amamentação, retomando a rotina de cuidados e ternura materna. Em outro núcleo, Bianca se entrega à preparação do casamento, experimentando seu vestido e deixando-se levar pela expectativa e emoção de um novo começo.

Confira o que vai acontecer nos últimos capítulos de História de Amor

Xavier compra bilhetes de rifa sem imaginar que a sorte está a seu favor: logo descobre que ganhou um carro importado, e a alegria contagia todos ao seu redor. Enquanto isso, Daniel apresenta sua mãe à família de Bianca, fortalecendo laços e aproximando os dois núcleos familiares. Urbano retorna a Teresópolis, trazendo consigo novas perspectivas de recomeço. Entre notícias mais delicadas, o médico Marcos comunica a Assunção que sua paralisia é irreversível, um choque que exige aceitação e coragem.

No campo do amor, Bianca e Daniel oficializam seu casamento em uma cerimônia emocionante, enquanto Fábio aproveita o momento e pede Soninha em casamento. Num gesto simbólico, Soninha pega o buquê lançado por Bianca, anunciando assim a sequência de novos compromissos e alegrias. Paula, por sua vez, decide viajar para Nova York em busca de novos horizontes, mas uma surpresa acontece: no caminho para o aeroporto, o carro enguiça, e ela conhece um amigo de Rômulo. Entre conversas e risadas, os dois se entendem e decidem seguir viagem juntos, marcando o início de uma nova amizade — ou quem sabe algo mais.

Paralelamente, Olga comemora seus 90 anos cercada de carinho e atenção, e Helena compartilha com ela a notícia de que está grávida, enchendo a festa de esperança e emoção. Joyce e Caio assumem seu relacionamento, consolidando um novo casal feliz. Dalva chega a Teresópolis para ficar ao lado de Urbano, enquanto Sheila se dedica a trabalhar com crianças, encontrando alegria e propósito em sua nova missão. Aos poucos, todos encontram motivos para sorrir e seguir em frente, e a cidade de Teresópolis se enche de novos começos, amores e celebrações que reforçam os laços entre amigos e familiares.

Última temporada da série policial francesa Falco chega ao A&E

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Há histórias que não falam apenas de crimes e investigações, mas de vidas partidas pelo tempo. Falco, série policial francesa estrelada por Sagamore Stévenin, é uma dessas obras que vão além do gênero e mergulham na alma de um homem que perdeu tudo — menos a vontade de entender o que aconteceu consigo mesmo. Com estreia marcada para 5 de novembro, no canal A&E, a quarta e última temporada chega como um desfecho agridoce, em que passado e presente se chocam pela última vez.

Quando Alexandre Falco acorda de um coma que durou 22 anos, ele descobre que o mundo que conhecia desapareceu. A filha que deixou pequena, Pauline (Marie Béraud), agora é adulta; a esposa, Carole (Mathilde Lebrequier), seguiu em frente e vive com outro homem, o patologista Philippe Chéron (Franck Monsigny). Tudo mudou — menos ele. Falco ainda é o mesmo policial intenso, impulsivo e guiado por uma busca quase obsessiva pela verdade. Mas o tempo o transformou em um estrangeiro dentro da própria vida. A cada caso que investiga, ele tenta decifrar não apenas os crimes que o cercam, mas também os pedaços perdidos de si mesmo.

Na nova temporada, essa jornada pessoal atinge seu ponto máximo. Recuperando-se de um ataque brutal e profundamente pessoal, Falco se vê cercado por tragédias. O melhor amigo está preso, acusado de um assassinato que ele talvez não tenha cometido, e um novo serial killer coloca Paris em estado de alerta. Durante uma perseguição, uma explosão quase tira a vida do detetive, e sua família é novamente confrontada com uma decisão devastadora: desligar ou não os aparelhos que o mantêm vivo. A série repete aqui o mesmo dilema que abriu sua história — mas agora, com o peso de tudo o que foi vivido.

O tempo é, de certa forma, o verdadeiro vilão de Falco. Ele separa pessoas, destrói relações, apaga lembranças. O detetive tenta resistir, enfrentando o relógio como quem enfrenta um inimigo invisível. Mas há algo de profundamente humano em sua luta: o desejo de se reconectar, de voltar a sentir que pertence a algum lugar. É nesse ponto que Falco se destaca entre tantas séries policiais — ela não se apoia apenas em enigmas, mas em emoções reais, em personagens que erram, se arrependem e buscam um novo começo.

Nesta temporada final, o elenco ganha o reforço do Tenente Maxime Kucing, vivido por David Kammenos (The New Look, Supersexo). O novo integrante da equipe é um homem enigmático, que passou dez anos preso na Indonésia após uma operação fracassada. Sua chegada adiciona novas camadas à narrativa: dois policiais quebrados por dentro, tentando resolver crimes enquanto enfrentam os próprios fantasmas. A relação entre Falco e Maxime mistura rivalidade e respeito, e acaba funcionando como um espelho entre o passado e o presente — dois homens marcados por segredos que não conseguem deixar para trás.

A estética da série segue o padrão que consagrou o drama policial francês: fotografia fria, trilha sonora melancólica e um ritmo que privilegia o silêncio e a tensão. As cenas de crime são mais do que parte de uma investigação — são metáforas para as feridas que os personagens carregam. A direção evita o espetáculo da violência e aposta em sutilezas: um olhar que hesita, um gesto contido, um diálogo interrompido. Cada detalhe é pensado para revelar o que o tempo escondeu.

Tyane Aline transforma sua história de superação em inspiração no Retratos Femininos deste sábado (16/08)

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Na correria das ruas estreitas do Brás, em São Paulo, onde lojistas disputam olhares e consumidores se perdem entre vitrines coloridas e preços tentadores, há um rosto que se tornou sinônimo de confiança e credibilidade. Esse rosto é o de Tyane Aline, a mulher que fez do comércio popular um palco de oportunidades e que, neste sábado, 16 de agosto, às 13h, terá sua história contada no programa Retratos Femininos, da TV Aparecida, apresentado por Abiane Souza.

Mais do que divulgar lojas, Tyane construiu uma ponte entre pequenos empresários e clientes de todo o país. Com uma linguagem simples, próxima e envolvente, ela transformou a divulgação em arte e hoje é considerada a maior divulgadora do Brás. Mas o que nem todos sabem é que, por trás dos números expressivos — mais de dois milhões de seguidores em suas redes sociais —, existe uma mulher que enfrentou dores profundas, desafiou preconceitos e aprendeu a se reinventar.

Do anonimato ao destaque no Brás

A trajetória de Tyane poderia ser confundida com a de tantas outras mulheres batalhadoras que frequentam o Brás. No entanto, o que a diferenciou foi a maneira como olhou para aquele espaço. Em vez de apenas consumir, ela decidiu contar histórias: das costureiras que trabalham madrugada adentro, dos lojistas que apostam tudo em uma coleção, das famílias que dependem das vendas para sobreviver.

Com o tempo, seu talento para comunicar atraiu olhares de comerciantes que buscavam maior visibilidade. Tyane começou divulgando pequenas lojas, muitas vezes sem estrutura para publicidade. Aos poucos, seu carisma e sua forma genuína de apresentar os produtos se espalharam como boca a boca digital. O Brás, que já era conhecido como um dos maiores polos comerciais da América Latina, passou a ter em Tyane uma embaixadora.

Persistência como marca registrada

O caminho, no entanto, não foi livre de tropeços. Tyane enfrentou momentos de dúvida, resistência e até desconfiança. Muitos não acreditavam que a divulgação digital pudesse transformar negócios tradicionais. Outros, simplesmente, não levavam a sério o trabalho de uma mulher que, com celular em mãos, circulava pelas ruas do bairro entrevistando vendedores e mostrando peças de roupas.

Ela seguiu em frente. A cada dificuldade, encontrava um jeito de reinventar suas estratégias. Investiu tempo, energia e, principalmente, emoção. A confiança que construiu com os lojistas fez com que seu trabalho se consolidasse. Hoje, ela é referência em marketing digital para o comércio popular, inspirando outras mulheres a enxergarem oportunidades no universo das redes sociais.

Luta pessoal contra a compulsão alimentar

Mas o programa vai além do lado profissional. Ao caminhar pelas ruas do Brás ao lado da apresentadora Abiane Souza, Tyane também abre seu coração para falar sobre batalhas mais íntimas — aquelas que não aparecem nos bastidores de suas lives ou nos posts que alcançam milhares de curtidas.

Durante anos, Tyane enfrentou a obesidade e a compulsão alimentar. Uma luta silenciosa, muitas vezes invisível para quem acompanhava apenas seu sucesso. Foram momentos de insegurança, baixa autoestima e enfrentamento diário com padrões de beleza impostos pela sociedade.

Com coragem, ela buscou ajuda e iniciou um processo de transformação que foi muito além da perda de peso. Aprendeu a cuidar do corpo, mas também da mente. O resultado é visível não apenas em sua saúde, mas na forma como transmite hoje uma mensagem de amor próprio e superação.

Tyane Aline é, sobretudo, um retrato de persistência. Sua história mostra que é possível transformar vulnerabilidades em força e obstáculos em degraus. Mais do que números nas redes sociais, ela representa esperança para quem acredita que é possível recomeçar, seja na vida pessoal ou profissional.

Me And Thee revela pôster oficial e anuncia estreia do novo BL com Pond Naravit e Phuwin Tangsakyuen

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O BL tailandês Me And Thee ganhou seu novo pôster oficial, e ele já está dando o que falar entre os fãs! Com estreia marcada para 15 de novembro na GMMTV, a imagem apresenta os protagonistas em um clima intimista e sugestivo, antecipando a química e a tensão romântica que vão marcar a série. O pôster não só reforça a identidade visual da produção, mas também dá pistas sobre o enredo envolvente que mistura romance, descobertas e emoções inesperadas.

A trama acompanha um fotógrafo reservado que se vê envolvido com um jovem rico, confiante e totalmente inexperiente no amor. Quando o rapaz pede sua ajuda para conquistar outra pessoa, o que parecia ser apenas um plano se transforma em um romance inesperado, com momentos de humor, tensão e conexão emocional. O enredo promete explorar de maneira delicada as nuances do amor, a insegurança nos relacionamentos e a intensidade do primeiro afeto.

O elenco principal reúne talentos já conhecidos pelos fãs de BL: Pond Naravit Lertratkosum (Never Let Me Go, Bad Buddy) vive Thee, o fotógrafo introspectivo; Phuwin Tangsakyuen (Not Me, F4 Thailand) interpreta Peach, o jovem confiante que muda a rotina do protagonista; Est Supha Sangaworawong (Love Mechanics) é Mok, trazendo leveza à trama; e Bonnie Pattraphus Borattasuwan (Why R U?) dá vida a Phlab, adicionando momentos de emoção e humor. As informações são do IMDb.

Outros nomes do elenco também se destacam, como Santa Pongsapak Oudompoch (My Gear and Your Gown) no papel de Aran, Perth Tanapon Sukumpantanasan (2gether: The Series, Bad Buddy) como Tawan, JJ Chayakorn Jutamas (Boy For Rent) como Tee, Teeradech Vitheepanich (Until We Meet Again) interpretando Mint, e Thishar Thurachon (I Told Sunset About You) como Godji. Com esse time, Me And Thee combina experiência, carisma e química, fortalecendo ainda mais o apelo da série.

A direção fica a cargo de Nattapong Mongkolsawat, que já tem experiência em projetos de destaque no gênero. Ele promete conduzir a narrativa de forma sensível, equilibrando momentos de romance, tensão e leveza, enquanto aprofunda a relação entre os personagens e explora a evolução do amor de maneira natural e envolvente.

No Brasil, Me And Thee estará disponível com legendas em português pela plataforma iQIYI, que transmite oficialmente a maioria das produções BL da GMMTV. A estreia acontece no dia 15 de novembro, simultaneamente à exibição na Tailândia.

Crítica – Zootopia 2 entrega maturidade narrativa e aprofunda debates sociais com sensibilidade e coragem

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Zootopia 2 chega aos cinemas carregando o peso de suceder uma das animações mais marcantes da última década. O filme original, lançado em 2016, conquistou o público ao combinar humor, aventura e uma crítica social ampla, situando seus personagens em uma metrópole vibrante onde conviviam diversidade e tensão. Agora, a continuação retoma esse universo de forma mais complexa, emocionalmente mais elaborada e disposta a expandir discussões que permanecem urgentes. A nova trama acompanha Judy Hopps e Robert Wilde em um ponto delicado de suas jornadas, revelando como feridas antigas influenciam não apenas o vínculo entre eles, mas a maneira como cada um encara suas convicções mais profundas.

A história ganha novo fôlego com a introdução da influente Família Lynxley, guardiã do Diário de Fundação, peça histórica que preserva a versão oficial das origens da cidade. Quando o artefato é roubado por Gary, uma cobra pertencente a uma espécie historicamente marginalizada após um episódio distorcido e mal interpretado, o filme deixa de lado qualquer expectativa de aventura convencional. O roubo funciona como catalisador para uma investigação maior: uma reflexão sobre memória, apagamento e a forma como versões oficiais moldam identidades coletivas. Nada é apresentado como mera coincidência; cada gesto aponta para feridas abertas e disputas por narrativas que definem quem pertence e quem permanece à margem.

Nibbles, especialista em répteis e relações interespécies, surge para equilibrar o enredo com frescor e profundidade. Sua presença cria conexões onde antes existiam muros, instigando Judy, Robert e o próprio público a enxergar além das tensões superficiais. Mais do que uma coadjuvante, ela funciona como mediadora em um debate sobre convivência e responsabilidade histórica. O grupo formado por Judy, Robert, Gary e Nibbles ressignifica o filme como uma travessia de escuta e reconciliação, destacando que conflitos sociais raramente são fruto de indivíduos isolados, mas sim de estruturas que perpetuam silêncios e desigualdades.

Apesar de lidar com temas densos, Zootopia 2 mantém o humor afiado que caracteriza a franquia. As cenas cômicas surgem no momento certo, oferecendo respiro emocional sem comprometer o impacto do drama. E é justamente no drama que o filme encontra seu núcleo mais pulsante, discutindo ancestralidade, identidades reprimidas, políticas de coexistência e a necessidade de revisar o passado com honestidade. A narrativa não idealiza a história da cidade; pelo contrário, questiona ativamente quem construiu essas memórias e por que algumas vozes foram excluídas.

Ao invés de tentar superar o primeiro filme em grandiosidade, a continuação opta por amadurecer. Reconhece que seu público cresceu e ajusta o tom para acompanhar essa evolução. A obra abraça silêncios, incertezas e recomeços, entendendo que histórias verdadeiras se fortalecem quando enfrentam suas próprias sombras. É um filme que se permite desacelerar para aprofundar, ao invés de acelerar para impressionar.

No desfecho, a continuação se revela não apenas competente, mas necessária. Judy e Robert emergem mais complexos e vulneráveis, enquanto Gary e Nibbles ampliam o escopo emocional e político da trama com novas perspectivas. Zootopia, sempre vibrante, mostra que ainda possui muito a aprender sobre si mesma. A obra reafirma que memórias não devem ser apagadas, mas revisitadas e reconstruídas com responsabilidade. O resultado é um filme que não se limita a continuar uma história, mas a expandi-la com propósito e sensibilidade.

“Quilos Mortais” desta sexta (25/07) emociona com a jornada dos irmãos John e Lonnie Hambrick na Record TV

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À primeira vista, pode parecer que “Quilos Mortais” é mais um reality sobre perda de peso. Mas basta assistir a poucos minutos para entender que o programa vai muito além de números na balança. A cada episódio, o público é convidado a entrar na vida de pessoas que, além de lutarem contra a obesidade extrema, enfrentam cicatrizes invisíveis – aquelas que não aparecem nos exames, mas que moldam cada escolha, cada recaída, cada tentativa de mudança.

Nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025, às 22h45, a Record TV exibe um capítulo especialmente tocante da série. O foco está na história dos irmãos John e Lonnie Hambrick – dois homens que chegaram ao programa carregando mais do que excesso de peso. Eles vinham, na verdade, de uma longa trajetória de afastamento, mágoas e silêncios entre irmãos que já foram próximos, mas que a vida – e seus traumas – afastou.

Do isolamento ao reencontro: uma jornada que começa com 270 e 300 kg

John iniciou sua participação no programa com cerca de 300 kg. Lonnie, com 270 kg. Ambos já não conseguiam realizar tarefas básicas do dia a dia, como se levantar sozinhos, subir escadas ou até mesmo sair de casa sem ajuda. Mas talvez o peso mais insuportável fosse outro: a vergonha, o abandono, o sentimento de fracasso que os mantinha presos a um ciclo vicioso de culpa e compulsão.

A decisão de buscar ajuda veio de forma independente, mas foi dentro do programa – e com o auxílio do rígido e respeitado Dr. Nowzaradan – que os irmãos se reencontraram. E reencontrar, aqui, não é apenas no sentido físico. Eles se reconheceram como iguais. Como sobreviventes. Como filhos de uma mesma dor.

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Dr. Now e a importância de tratar o que não se vê

Quem já acompanha o programa sabe que o Dr. Nowzaradan é um profissional conhecido por sua franqueza. Ele não floreia. Diz o que precisa ser dito – e, às vezes, com certa dureza. Mas sua abordagem também é profundamente humana, especialmente quando reconhece que a cirurgia bariátrica é apenas uma ferramenta. O verdadeiro trabalho está na mente.

“A psicologia associada ao vício em comida é tão fundamental quanto o procedimento cirúrgico”, afirma o médico durante o episódio. E ele está certo. Em um país como os Estados Unidos, onde a obesidade é um problema de saúde pública, raramente se discute o quanto traumas emocionais alimentam compulsões. Comer, para muitos, é um mecanismo de sobrevivência emocional.

No caso dos irmãos Hambrick, ficou claro que não bastava mudar a alimentação ou perder peso. Era preciso olhar para dentro. Curar o que os havia separado. Encerrar ciclos de dor, ressentimento e abandono. E isso, como o episódio mostra, é o mais desafiador de tudo.

Uma irmandade reconstruída entre lágrimas e perseverança

À medida que o tratamento avança, John e Lonnie passam a conviver mais de perto. Dividem o mesmo espaço, as mesmas refeições restritas, os mesmos desafios. E, aos poucos, vão aprendendo a confiar novamente um no outro.

Há momentos de tensão – como não haveria? – mas também há cenas genuínas de afeto, cuidado e companheirismo. Um ajuda o outro a caminhar. Um segura a barra quando o outro quer desistir. Um escuta, mesmo quando é difícil. É nesse vai-e-vem de fragilidade e coragem que a relação entre eles ganha um novo contorno: não mais como dois homens tentando emagrecer, mas como irmãos redescobrindo o que significa ter alguém ao lado.

Em uma das cenas mais emocionantes, John desabafa: “A gente passou tanto tempo longe, com vergonha, com medo… E agora, só de ter meu irmão aqui, parece que tudo é mais possível.” É um daqueles momentos em que a TV deixa de ser espetáculo e vira espelho.

Muito além da balança: a obesidade como questão social e emocional

O episódio desta sexta também nos convida a pensar na obesidade para além da lógica da culpa individual. John e Lonnie representam uma multidão de pessoas que, por razões diversas, acabam se refugiando na comida como única forma de alívio. Não é preguiça. Não é desleixo. É dor crônica. É falta de acesso. É trauma. É abandono.

A narrativa dos irmãos joga luz, ainda, sobre o tabu da saúde mental entre homens. Quantos homens você conhece que se sentem à vontade para dizer que estão sofrendo? Que choram? Que pedem ajuda? John e Lonnie fazem isso em rede nacional. Se expõem. Sofrem. Mas também mostram que há saída. Que vulnerabilidade é, sim, força.

O que o episódio nos ensina

No fim das contas, este episódio de “Quilos Mortais” não é apenas sobre dois irmãos obesos tentando emagrecer. É sobre dois homens tentando se salvar. Tentando se perdoar. Tentando viver. Eles enfrentam recaídas. Têm medo da cirurgia. Discutem. Mas também dançam, riem, choram e comemoram cada pequeno avanço. A perda de peso é significativa – dezenas de quilos ao longo de um ano – mas o que realmente muda é o modo como se olham, como se veem, como se entendem.

Por que vale a pena assistir

Se você busca uma história real, sem roteiros pré-fabricados, este episódio é para você. Se você já enfrentou seus próprios fantasmas – ou conhece alguém que esteja nessa batalha –, a jornada dos irmãos Hambrick pode tocar fundo. Não porque oferece fórmulas mágicas, mas porque escancara o que é ser humano em sua forma mais crua.

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