ALMA Festival terá transmissão inédita ao vivo pelo Multishow e Globoplay direto do Rio de Janeiro

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Pela primeira vez desde sua criação, o ALMA Festival — um dos principais encontros da cultura urbana no Brasil — será transmitido ao vivo para todo o país. A cobertura inédita acontece no dia 19 de julho, a partir das 18h, com exibição simultânea no Multishow e no Globoplay, direto do Riocentro, no Rio de Janeiro. O público poderá acompanhar mais de oito horas ininterruptas de programação, em uma jornada que une música, games, performance e atitude.

Um palco para as vozes das ruas

Com três palcos ativos simultaneamente, o ALMA Festival 2025 chega à sua edição mais grandiosa e diversa, refletindo a pluralidade da cultura urbana brasileira. O line-up reúne nomes de peso do rap, trap e funk, gêneros que há décadas vêm transformando as narrativas das periferias em potência criativa.

Entre os artistas confirmados na transmissão estão BK, ConeCrew Diretoria, Duquesa, L7nnon, MC Cabelinho, MC Tuto e Veigh — nomes que, além de acumularem milhões de ouvintes nas plataformas digitais, traduzem em suas obras temas como resistência, identidade e representatividade.

“O ALMA sempre teve esse compromisso: não ser apenas um festival de música, mas um espaço onde as histórias das ruas ganham visibilidade. Neste ano, com a transmissão nacional, essa missão se amplia ainda mais”, afirma Lucas Albertim, fundador da 4Fly, produtora responsável pelo evento.

Uma transmissão que marca um novo capítulo

A parceria com os canais do Grupo Globo marca uma virada histórica. Pela primeira vez, o ALMA chega a uma audiência nacional, em uma exibição multiplataforma que amplia sua presença e influência.

“É uma vitória imensa para a cultura urbana”, celebra Albertim. “Estamos levando para as casas de milhões de brasileiros a energia que vem da favela, da juventude preta, dos coletivos que batalham diariamente por espaço. Isso representa um reconhecimento inédito e necessário.”

A iniciativa reforça o papel estratégico da música urbana nas programações do Multishow e do Globoplay, que vêm investindo cada vez mais em conteúdos que refletem a diversidade artística brasileira.

ALMA é mais que música: é atitude

Desde a sua criação, o ALMA Festival se propõe como uma experiência multidisciplinar, reunindo Arte, Esporte, Música e Atitude — uma sigla que define sua essência. Em 2025, essa proposta ganha nova força com o torneio “Controle de Ouro do ALMA”, realizado em parceria com a Player1, plataforma de eSports da Globo.

O desafio gamer será disputado nos bastidores do festival, mas fará parte da transmissão ao vivo. A competição será liderada pelos artistas L7nnon e Papatinho, que comandam equipes compostas por nomes da música e do cenário gamer nacional. A ação reflete o espírito transversal do festival, que conecta música, juventude e novas linguagens digitais.

“O ALMA representa essa nova geração que consome e produz cultura de formas múltiplas. Música e game são duas potências da periferia, e ver isso tudo junto em um festival como esse é revolucionário”, diz Gabriela Antunes, curadora cultural do evento.

Um festival que pulsa com o Brasil

Mais do que um espetáculo, o ALMA Festival 2025 promete ser um acontecimento cultural, com impacto dentro e fora dos palcos. Ao reunir artistas consagrados e novas vozes, ao abraçar as batalhas de rima e os torneios de eSports, ao ser transmitido para todo o país por dois dos maiores canais de mídia do Brasil, o festival reforça seu papel como plataforma de visibilidade, conexão e transformação.

Educação financeira na Amazônia: Malu Lira leva conhecimento e autonomia às margens dos rios

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No coração da Amazônia, onde o som dos rios guia o cotidiano e as árvores centenárias sussurram histórias ancestrais, um novo capítulo está sendo escrito — literalmente — por uma adolescente que decidiu mudar o futuro por meio da educação. Seu nome é Malu Lira. Aos 15 anos, ela já carrega um currículo que surpreende pela precocidade e profundidade: autora de 20 livros, palestrante em eventos nacionais e criadora do projeto Malu Finanças na Escola, presente em mais de 100 instituições de ensino em todo o Brasil. Agora, Malu retorna ao seu estado natal para uma missão que transcende os números: transformar a relação das crianças e jovens com o dinheiro em uma ferramenta de autonomia e realização.

De 21 a 25 de julho de 2025, Malu lidera a Turnê em Rica Amazônia, uma expedição educativa que passa por Manaus, Iranduba, Tabatinga, Benjamin Constant e Santo Antônio do Içá — cidades escolhidas não apenas por sua importância geográfica e cultural, mas também por abrigarem comunidades que, historicamente, foram deixadas à margem dos grandes debates nacionais sobre educação e inclusão econômica.

“Não estou levando fórmulas prontas. Estou levando conversas, escuta, afeto e ferramentas para que essas crianças descubram que seus sonhos são possíveis e merecem um caminho real para acontecer”, explica Malu com a tranquilidade de quem encontrou cedo o propósito da própria jornada.

Educação financeira como instrumento de cidadania

A iniciativa da jovem escritora parte de uma premissa clara: falar sobre dinheiro é falar sobre poder de escolha, sobre independência, sobre a possibilidade de transformar realidades — inclusive as mais vulneráveis. No Brasil, onde a educação financeira formal ainda engatinha, principalmente nas escolas públicas, Malu encontrou um vazio pedagógico que a motivou a agir.

Seu projeto Malu Finanças na Escola nasceu da observação de que crianças e adolescentes crescem sem entender como lidar com o dinheiro, como planejar, como poupar ou como transformar pequenas escolhas cotidianas em estratégias para alcançar objetivos de longo prazo. Ela percebeu que o problema não era só econômico, mas emocional e estrutural. A ausência de educação financeira reproduz desigualdades, limita horizontes e impede que jovens enxerguem a si mesmos como protagonistas de suas histórias.

“Falar de educação financeira não é só ensinar a guardar dinheiro. É ensinar a ter consciência de onde você está, onde quer chegar e como pode traçar esse caminho com inteligência e coragem”, afirma.

Da sala de aula à beira do rio: um itinerário de escuta e troca

A Turnê em Rica Amazônia foi desenhada como uma travessia. Em cada cidade visitada, Malu realiza oficinas, rodas de conversa, palestras interativas e vivências com alunos, professores e líderes comunitários. A proposta é adaptar o conteúdo ao contexto local, valorizando os saberes ancestrais e as formas tradicionais de economia que já fazem parte da cultura amazônica — como o escambo, a agricultura familiar e a partilha comunitária.

Em Benjamin Constant, por exemplo, a escritora se encontra com estudantes da etnia Ticuna, a maior população indígena do Brasil. A oficina, desenvolvida em parceria com educadores indígenas, propõe uma reflexão sobre como os conhecimentos tradicionais podem dialogar com noções contemporâneas de planejamento financeiro, sem que uma lógica substitua a outra. Ao contrário: a proposta é que se complementem.

“Eu não estou aqui para ensinar, estou aqui para trocar. A Amazônia é uma professora. Eu venho com ferramentas, mas volto com sabedoria”, diz Malu, que leva cadernos, livros ilustrados e jogos educativos, todos desenvolvidos por ela com linguagem acessível e sensível às diferentes realidades regionais.

A potência da juventude na transformação social

A cada encontro, Malu semeia mais do que conceitos: planta esperança e reforça a crença no poder da juventude. Ao compartilhar sua própria história — de autodidata curiosa à escritora reconhecida —, ela inspira outras meninas e meninos a acreditarem que podem construir um futuro diferente, mesmo que enfrentem dificuldades no presente.

“Você não precisa nascer em um lugar fácil, precisa acreditar que pode fazer algo com o que tem. E buscar ferramentas. O conhecimento é uma ponte. Ele me trouxe até aqui, e pode levar qualquer um mais longe do que imagina”, afirma, olhando nos olhos de uma plateia que, muitas vezes, nunca havia ouvido alguém falar de dinheiro com empatia, leveza e propósito.

Além dos encontros com estudantes, a turnê promove formações com professores e gestores escolares, deixando um legado que vai além da sua passagem. Cada escola visitada recebe um kit pedagógico com materiais de apoio e acesso a uma plataforma digital, onde o conteúdo pode ser expandido e atualizado ao longo do tempo.


Sonhos como projeto de vida

Mais do que falar de finanças, Malu fala de sonhos. Em uma de suas oficinas, ela propõe uma atividade simples e reveladora: cada criança escreve em um papel o que gostaria de ser ou realizar no futuro. Depois, juntas, discutem quais passos, escolhas e recursos seriam necessários para chegar lá. A ideia é mostrar que sonhos não são abstrações distantes, mas projetos possíveis — desde que se compreenda como estruturá-los.

“Eu quero ser médica e cuidar do meu povo”, escreve uma adolescente Ticuna de 14 anos. “Quero abrir um restaurante de peixe na beira do rio”, diz um garoto de 12, de Iranduba. Malu escuta, sorri e começa a construir com eles o caminho do sonho. “Tudo isso é possível. Só não te ensinaram como começar. É isso que estou aqui pra fazer”, afirma.

O dinheiro como ferramenta de liberdade, não de opressão

Ao contrário do que muitos ainda pensam, educação financeira não é elitista — é libertadora. A proposta de Malu é justamente desconstruir essa ideia de que falar de dinheiro é algo distante da vida de quem vive com pouco. “Quem tem menos é quem mais precisa entender como usar bem o que tem. É sobre isso. Não é sobre enriquecer. É sobre sobreviver com dignidade e, a partir disso, crescer”, explica.

A abordagem da escritora é centrada em valores como autonomia, responsabilidade e solidariedade. Ela fala sobre consumo consciente, sobre não cair em armadilhas financeiras, sobre respeitar o próprio tempo e sonhar com os pés no chão. E, acima de tudo, fala com quem nunca foi ouvido.

Um projeto com raízes e asas

A Turnê em Rica Amazônia é fruto de um compromisso pessoal de Malu com sua terra, mas também um chamado coletivo para que a educação seja, de fato, inclusiva e transformadora. O projeto é realizado pelo Grupo Malu Finanças, com apoio de educadores locais e parcerias comunitárias. A intenção é que, nos próximos anos, ele percorra outras regiões do Brasil, sempre respeitando as especificidades culturais e sociais de cada território.

“O Brasil é grande demais para uma única resposta. Cada lugar tem seu ritmo, sua linguagem, suas dores e potências. Meu papel é escutar, adaptar e oferecer ferramentas que façam sentido. Quero que a floresta, as favelas, os sertões saibam que podem, sim, falar de dinheiro — e, mais que isso, usá-lo a seu favor”, conclui Malu.

O futuro que se constrói agora

Ao final de cada oficina, uma frase é repetida por todas as crianças em voz alta: “Eu posso sonhar, eu posso planejar, eu posso conquistar”. É mais do que um bordão. É um pacto simbólico com a ideia de que o futuro não precisa ser uma espera passiva, mas uma construção ativa, consciente e coletiva.

Jennifer Lopez e Josh Duhamel enfrentam tiros e crises amorosas em “Casamento Armado”, atração da Tela Quente desta segunda (15)

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A Tela Quente desta segunda-feira, 15 de dezembro, convida o público a desligar a cabeça e se divertir com “Casamento Armado”, uma comédia romântica que começa como um conto de fadas moderno e rapidamente vira uma confusão deliciosa, cheia de ação, humor e reviravoltas. Estrelado por Jennifer Lopez (As Golpistas, Encontro Explosivo) e Josh Duhamel (Transformers, Idas e Vindas do Amor), o filme transforma o famoso “dia mais feliz da vida” em uma prova de fogo para um casal à beira do colapso.

Na história, segundo a sinopse do AdoroCinema, Darcy e Tom decidiram fazer tudo do jeito certo. Reuniram família, amigos e sonhos em uma ilha paradisíaca para celebrar um casamento digno de cinema. O problema é que, antes mesmo de trocarem os votos, a cerimônia é interrompida por homens armados que fazem todos os convidados reféns. De repente, o amor deixa de ser apenas um sentimento e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Obrigados a agir juntos, Darcy e Tom precisam enfrentar não só os sequestradores, mas também as próprias inseguranças, mágoas e diferenças que vinham sendo empurradas para debaixo do tapete. Entre perseguições improvisadas, discussões sinceras e situações completamente absurdas, o filme mostra que amar alguém também significa saber lutar ao lado dessa pessoa quando tudo dá errado.

Dirigido por Jason Moore (A Escolha Perfeita, Operação Cupido), “Casamento Armado” sabe exatamente o que quer ser: um entretenimento leve, divertido e sem grandes pretensões. O roteiro, assinado por Mark Hammer e Liz Meriwether (New Girl), aposta no exagero e no humor físico para equilibrar ação e romance, criando cenas que brincam com os clichês do gênero sem perder o charme.

O elenco de apoio é um dos grandes trunfos do longa. Jennifer Coolidge (The White Lotus, American Pie) rouba a cena sempre que aparece, garantindo algumas das sequências mais engraçadas do filme. Sônia Braga (Aquarius, O Beijo da Mulher-Aranha) traz elegância e presença, enquanto Lenny Kravitz (Jogos Vorazes, Precious) e Cheech Marin (Um Drink no Inferno, Cars) completam o time com personagens excêntricos e carismáticos.

Filmado em Boston e na República Dominicana, o longa aproveita cenários tropicais para criar um contraste visual curioso: um paraíso natural tomado pelo caos. Inicialmente planejado para chegar aos cinemas, “Casamento Armado” acabou estreando diretamente no streaming, onde encontrou seu público e se consolidou como uma opção perfeita para quem busca diversão despretensiosa.

Além da exibição na Tela Quente, quem quiser rever ou assistir a “Casamento Armado” a qualquer momento pode encontrar o filme disponível no Amazon Prime Video. A produção integra o catálogo do serviço de streaming por assinatura, oferecendo ao público a opção de acompanhar essa mistura de ação, romance e comédia no conforto de casa, sem depender do horário da TV.

Sucesso! As Filhas da Senhora Garcia bate recorde de audiência e consolida SBT na vice-liderança

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O SBT celebra um marco em sua programação noturna com a novela mexicana As Filhas da Senhora Garcia. Na última quarta-feira (20/08), a trama exibida às 20h45 registrou 5,1 pontos de média e atingiu pico de 5,8 na Grande São Paulo, segundo dados da Kantar Ibope Media. O desempenho garantiu ao canal a vice-liderança isolada, superando a Record e ficando atrás apenas da Globo, consolidando a produção como um sucesso dentro da faixa noturna. O momento foi comemorado na própria tela do canal com a aparição do famoso “boneco do Silvinho”, mascote que se tornou símbolo da celebração dos bons resultados de audiência.

Qual foi o recorde de audiência?

De acordo com a métrica vigente da Kantar (2025), cada ponto equivale a 77.488 domicílios ou 199.313 telespectadores na região metropolitana de São Paulo. Com isso, o episódio mais recente da novela foi acompanhado por mais de 1 milhão de pessoas, demonstrando o engajamento do público com os conflitos familiares, romances e intrigas que marcam a narrativa. Com 85 capítulos previstos, a produção deve ser concluída no dia 31 de outubro, e o SBT ainda não anunciou qual novela ocupará o horário após o término da trama.

Quando foi o lançamento original?

Produzida por José Alberto Castro para a TelevisaUnivision, a novela estreou originalmente no canal Las Estrellas entre novembro de 2024 e março de 2025, substituindo El precio de amarte e sendo sucedida por El gallo de oro. As Filhas da Senhora Garcia é um remake da telenovela turca Fazilet Hanım ve Kızları (2017), adaptando a história para o contexto mexicano e preservando os elementos centrais de drama familiar e conflito intergeracional.

O elenco principal conta com nomes de destaque da televisão latina. María Sorté interpreta Ofelia García, uma mulher ambiciosa que sonha em tirar suas filhas da pobreza e alcançar luxo e prestígio. Ela Velden vive Mar, a filha mais nova, cuja beleza e talento são explorados pela mãe em busca de fama. Oka Giner dá vida a Valeria, a filha mais velha, com beleza discreta e personalidade firme, dedicada a cuidar da família. No núcleo masculino, Brandon Peniche interpreta Arturo Portilla Borbón, herdeiro de uma das famílias têxteis mais influentes do país, e Emmanuel Palomares vive Nicolás Portilla Borbón, responsável e ético, que se envolve emocionalmente com Valeria.

A trama gira em torno da relação entre as famílias García e Portilla, explorando ambição, amor e conflitos de interesses. Ofelia García vê na busca pela nova imagem da linha de roupas esportivas de Arturo uma oportunidade de transformar a vida de suas filhas. Ela se torna governanta da mansão dos Portilla e leva Mar consigo, determinada a apresentá-la à família como candidata ideal. Enquanto isso, Valeria conhece Arturo na academia onde trabalha, e a química entre os dois começa a se desenvolver, criando um triângulo amoroso que também envolve Nicolás, que se apaixona pela jovem.

O enredo não se limita ao romance; ele aborda também temas como responsabilidade familiar, ética e a influência das ambições pessoais sobre as relações interpessoais. A morte da matriarca Cecília Borbón de Portilla gera impactos profundos na família, revelando fragilidades, motivações e ressentimentos entre os membros do núcleo Portilla. Leonardo Portilla, o filho mais velho, vive um casamento marcado por interesses e desconfiança em relação a Paula, enquanto Arturo se mostra mulherengo, e Nicolás se destaca como a figura mais equilibrada e consciente. Camila, a filha mais nova, adiciona um contraponto à narrativa ao demonstrar desinteresse pelas obrigações familiares, trazendo diversidade de perspectivas e desafios internos à família.

Além da narrativa envolvente, a produção impressiona pela qualidade técnica. Cenários ricos e detalhados, direção de arte caprichada e fotografia que ressalta a emoção e a tensão contribuem para uma experiência imersiva. A trilha sonora complementa cada cena, reforçando momentos de drama, romance ou suspense, criando uma atmosfera que prende o espectador e intensifica o impacto das reviravoltas narrativas.

Que horas a novela passa na TV?

A novela vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre após o SBT Brasil, ocupando um horário estratégico e consolidando o público que acompanha produções latino-americanas de qualidade. A repercussão nas redes sociais reforça o sucesso da produção, com cenas emblemáticas e personagens carismáticos gerando comentários, compartilhamentos e debates, ampliando o alcance e a conexão com o público.

Fan Service | Novo BL coreano sobre fama, vulnerabilidade e um romance inesperado estreia em 7 de janeiro

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O universo dos BLs coreanos ganha um novo título para ficar no radar: Fan Service, produção que estreia em 7 de janeiro e reúne Changyu e Changmin, rostos já conhecidos do público por #HisMan, ao lado de Yang Jaeu. A série promete ir além do romance tradicional, apostando em uma narrativa mais sensível sobre exposição, pressão emocional e sentimentos que surgem quando menos se espera.

A história acompanha três jovens cujas vidas se entrelaçam após um encontro que termina de forma desastrosa. O episódio, que poderia ser facilmente esquecido, acaba dando início a uma cadeia de boatos, desconfortos e emoções mal resolvidas, colocando os personagens no centro de situações que fogem totalmente do controle deles.

No coração da trama está Geon U, uma estrela do Hallyu que começa a sentir o peso real da fama. Entre agendas exaustivas, cobranças constantes e fãs que ultrapassam limites, ele vê sua estabilidade emocional ruir aos poucos. É nesse momento de fragilidade que surge Jae Yeon, um estudante universitário completamente fora do mundo dos holofotes, com quem Geon U acaba se envolvendo de maneira inesperada.

O relacionamento, que nasce quase por acaso, passa a desafiar não apenas os sentimentos dos dois, mas também as expectativas impostas pela indústria do entretenimento e pelo público. Fan Service se propõe a mostrar o lado humano por trás das imagens perfeitas, abordando o contraste entre a vida pública e os desejos privados, em uma história que promete tocar quem já se sentiu pressionado a esconder quem realmente é.

Natal Sangrento | Remake do clássico de terror dos anos 80 ganha trailer eletrizante e promete um banho de sangue nas telonas

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O Natal de 2025 promete ser tudo, menos tranquilo. A Diamond Films divulgou na tarde desta quinta, 6 de novembro, o trailer oficial de Natal Sangrento, remake do clássico de 1984 que traumatizou uma geração com um Papai Noel que troca presentes por punição. A nova versão estreia nos cinemas brasileiros em 11 de dezembro, transformando a época mais alegre do ano em um verdadeiro festival de medo e vingança. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Sob direção e roteiro de Mike P. Nelson (Os Domésticos, A Luta de um Campeão), o longa revisita o espírito controverso do original, mas com uma pegada moderna e visceral. E como se o título já não fosse suficiente para causar arrepios, o longa-metragem estadunidense vem do mesmo estúdio de Terrifier 2 e Terrifier 3 — ou seja, espere violência explícita, tensão e muito sangue falso (ou nem tanto).

A trama segue Billy (vivido por Rohan Campbell, de Hardy Boys: Irmãos Detetives e O Macaco), um homem atormentado por um trauma de infância que nunca cicatrizou. Quando criança, ele presenciou o assassinato brutal dos pais — e o responsável usava um traje de Papai Noel. Anos depois, consumido pela raiva e pela dor, Billy decide vestir o mesmo traje e transformar o símbolo da generosidade em um instrumento de punição. Sua jornada de vingança, porém, toma um rumo inesperado quando ele conhece uma jovem enigmática, interpretada por Ruby Modine (A Morte Te Dá Parabéns 2, Shameless e Delivery Macabro).

O encontro entre os dois desperta questionamentos profundos sobre culpa, perdão e redenção. Billy passa a lutar contra o desejo de matar e a necessidade de finalmente encarar os próprios fantasmas. Com David Lawrence Brown (Nostradamus, Momentos Que Se Perdem e O Grito) completando o elenco, o filme mistura sangue, solidão e humanidade em meio a luzes piscando e canções natalinas distorcidas.

Um clássico polêmico, reimaginado

O Silent Night, Deadly Night original foi lançado em 1984 e causou escândalo. A ideia de um Papai Noel assassino levou a protestos e a sessões canceladas nos Estados Unidos. Mesmo assim, o longa acabou se tornando um cult entre os fãs de terror e gerou uma franquia de continuações cada vez mais absurdas. Agora, mais de trinta anos depois, Mike P. Nelson reinterpreta a história para o público atual, equilibrando homenagem e reinvenção. A fotografia aposta em tons escuros e contrastes intensos, recriando o clima dos anos 80 com a brutalidade estética dos slashers modernos.

Do mesmo estúdio de Terrifier

Se Terrifier já te fez virar o rosto, Natal Sangrento vem com o mesmo DNA de gore artesanal, efeitos práticos e mortes criativas. Nelson aposta em cenas de violência física intensas, mas também em momentos de silêncio e desconforto emocional, equilibrando brutalidade com narrativa. A Diamond Films confirmou que a exibição nos cinemas será sem cortes, o que promete agradar aos fãs de terror raiz. A ideia é manter o espírito ousado e polêmico do original, mas com uma carga dramática maior — algo que faça o público sentir o impacto de cada escolha de Billy.

Um Natal diferente — e perturbador

Enquanto boa parte dos filmes natalinos fala sobre amor e reconciliação, o longa-metragem oferece o oposto: um conto sobre dor, vingança e humanidade em frangalhos. Billy é o vilão e a vítima ao mesmo tempo — e é justamente essa dualidade que torna o filme tão envolvente. A trilha sonora brinca com esse contraste: sinos natalinos e gritos se misturam em uma melodia dissonante que transforma cada cena em um cartão de Natal amaldiçoado.

Saiba qual filme vai passar na Supercine 31/05/2025

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Neste sábado, 31 de maio de 2025, o Supercine da TV Globo apresenta uma história envolvente, inspiradora e repleta de sensibilidade: o filme francês “Miss França” (Miss, no título original). Sob direção de Ruben Alves, a produção mergulha nos bastidores de um tradicional concurso de beleza para explorar com delicadeza temas como identidade de gênero, aceitação pessoal, diversidade e superação, convidando o espectador a refletir sobre o que realmente significa ser belo — e feliz.

O sonho que nunca morreu

O protagonista da trama é Alex, interpretado com emoção e elegância por Alexandre Wetter, modelo e ator que rompe estereótipos dentro e fora da tela. Desde a infância, Alex sempre sonhou em ser coroado Miss França — um desejo que parecia impossível, já que nasceu menino em um mundo que impõe limites rígidos ao que se espera de cada gênero. Aos 24 anos, ele decide retomar o antigo sonho e se inscreve no concurso de Miss, ocultando sua identidade masculina para poder participar.

Apesar do desafio de concorrer em um universo marcado por padrões inflexíveis, Alex embarca nessa jornada com o apoio de sua família e amigos, figuras excêntricas, acolhedoras e fundamentais para sua coragem. A cada etapa do concurso, ele precisa lidar não só com as exigências físicas e comportamentais da competição, mas também com seus próprios dilemas internos, inseguranças e o constante desejo de ser aceito como é.

Muito mais que um concurso de beleza

Miss França vai além do cenário glamouroso das passarelas e dos vestidos cintilantes. O longa propõe uma discussão atual e necessária sobre o lugar das pessoas trans e não binárias na sociedade, a imposição de rótulos e a necessidade de reconhecer que a autenticidade é a forma mais poderosa de beleza.

A produção se equilibra entre o drama e a comédia com naturalidade, construindo cenas leves, emocionantes e por vezes provocativas. A transformação de Alex não é apenas estética ou física — é uma verdadeira jornada de autodescoberta, onde o maior prêmio não é a coroa, mas a liberdade de viver sem máscaras.

Elenco e direção afinados

Ao lado de Alexandre Wetter, o filme conta com um elenco de apoio afiado, incluindo Isabelle Nanty e Pascale Arbillot, que entregam atuações fortes e comoventes em papéis que ajudam a enriquecer a narrativa. A direção sensível de Ruben Alves — conhecido pelo sucesso A Gaiola Dourada — imprime lirismo e leveza ao roteiro, sem fugir de temas difíceis ou conflitos emocionais profundos.

Winny e Satang estampam a capa da RIZZ Magazine e celebram o sucesso de That Summer

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Os atores Winny Thanawin (O Presidente da Minha Escola, Estrela na Minha Cabeça e Somos amigos) e Satang Kittiphop (Wednesday Club, Nosso céu e The Gifted: Graduation), uma das duplas mais queridas da nova geração de astros tailandeses, são as grandes estrelas da nova edição da RIZZ Magazine. A capa, lançada nesta semana, celebra o sucesso da série That Summer, já em exibição pela GMMTV, e consolida o momento de ascensão da dupla, cuja química dentro e fora das telas vem encantando fãs em toda a Ásia. Abaixo, confira a imagem:

Com um ensaio que mescla delicadeza, juventude e intensidade, Winny e Satang aparecem em um cenário que remete à trama serena e melancólica da série. As imagens, captadas com luz natural e tons suaves, traduzem a essência da série: um encontro entre o passado e o presente, entre o silêncio e o afeto. A RIZZ Magazine apostou em uma estética que foge da pose tradicional — Winny e Satang surgem espontâneos, risonhos em algumas fotos e introspectivos em outras, mostrando diferentes nuances do vínculo que os une tanto na ficção quanto na vida real.

A reportagem que acompanha o ensaio traz reflexões sobre o impacto de That Summer, produção que estreou recentemente e já se tornou um dos maiores destaques da temporada televisiva tailandesa. Na série, Winny interpreta Java, um jovem enviado pela mãe para viver com o tio em uma vila costeira, onde conhece Wave, personagem de Satang, um homem misterioso encontrado inconsciente à beira-mar. A partir desse encontro improvável, nasce uma relação marcada por aprendizado, empatia e descobertas emocionais — um retrato sobre como o amor e a memória podem transformar vidas.

Além da dupla protagonista, o elenco do dorama BL reúne alguns dos nomes mais promissores da televisão tailandesa. Mond Tanutchai Wijitvongtong dá vida a Peng, enquanto Ryu Phudtripart Bhudthonamochai interpreta o Dr. Wut, figura essencial na jornada de Wave. A trama ainda conta com participações marcantes de Neo Trai Nimtawat (Tum), Mint Thishar Thurachon (Kratae) e Fluke Gawin Caskey (Natee), além de aparições especiais de Tee Teeradech Vitheepanich, Namtan Tipnaree Weerawatnodom e Golf Ornanong Thaisriwong.

Com direção de Jojo Tidakorn Pookaothong e roteiro de Sai Nattamon Yimyam, o k-drama tem sido elogiada por sua fotografia lírica e pelo uso simbólico do mar como metáfora de renascimento. A série apresenta uma narrativa contemplativa, reforçada pela trilha sonora de Pure Kanin e pelo trabalho preciso do diretor de arte Sirisak Patkeat, que cria uma ambientação quase sensorial. O resultado é uma produção que emociona pela simplicidade e pelo olhar humano sobre o reencontro consigo mesmo.

Resumo da novela A Usurpadora de quarta-feira, 14/05 (SBT)

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Capítulo 043 – Quarta-feira, 14 de maio de 2025:

Estephanie, cada vez mais impaciente, pressiona Rodrigo para que ele denuncie Paulina às autoridades. No entanto, ele prefere manter a cautela e decide esperar pelo retorno de Carlos Daniel, na esperança de que o irmão resolva a situação com mais equilíbrio.

Enquanto isso, o pequeno Carlinhos continua sendo alvo de disputa. Ele se recusa a ir embora com Antônia, e por isso ela não consegue entregá-lo a Carlos Daniel — o que também a impede de receber a recompensa que tanto deseja. Mas o destino do menino dá uma guinada inesperada quando Isabel, atenta aos comportamentos suspeitos, descobre as verdadeiras e cruéis intenções de Antônia. Sem pensar duas vezes, Isabel toma uma decisão corajosa: leva Carlinhos diretamente à delegacia, tentando protegê-lo a todo custo.

Em outra frente da história, Douglas começa a observar com desconfiança o jeito como Paola se comporta em relação ao músico que conheceu na festa. A atitude dela o intriga e acende o alerta sobre suas reais intenções.

Enquanto isso, Estephanie continua tentando arrancar de Paulina a verdade sobre o paradeiro de Carlinhos. A conversa entre as duas vai muito além do presente — e acaba fazendo Paulina mergulhar nas lembranças de seu passado. Quando Estephanie sugere que Paulina e Paola podem ser irmãs gêmeas, a “usurpadora” é tomada por uma dúvida profunda. Ela se lembra da mãe, que faleceu levando consigo um segredo que talvez mudasse tudo.

Do lado de Paola, a vilã não está em sua melhor fase. Por conta das sequelas do acidente que sofreu, ela tem uma nova recaída. O médico a orienta a procurar o cirurgião que a operou, pois a situação pode ser mais delicada do que aparenta.

Dona Piedade, percebendo a gravidade de tudo que está acontecendo, pede a Paulina que viaje e vá ao encontro de Carlos Daniel, para ajudá-lo a encontrar o filho desaparecido. Sensível ao apelo, Paulina aceita — mas o reencontro guarda uma grande reviravolta. Ao chegar no hotel onde Carlos Daniel está hospedado com Leda, Paulina toma uma atitude surpreendente: revela que é a usurpadora. O choque da confissão promete abalar o que resta de confiança — e mudar o rumo de todas as relações.

O Telefone Preto 2 | Trailer revela terror intenso e mistérios sobrenaturais com Mason Thames

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A Universal Pictures acaba de liberar o trailer oficial de O Telefone Preto 2, sequência do sucesso de terror que conquistou o mundo em 2022. O vídeo já mostra por que a franquia se tornou um fenômeno: cenas intensas, suspense crescente e uma atmosfera de puro horror que promete deixar o público à beira do assento.

O vídeo divulgado enfatiza o crescimento do terror psicológico. As primeiras cenas mostram Gwen, interpretada por Madeleine McGraw, recebendo ligações misteriosas em sonhos, enquanto Finn (Mason Thames) ainda lida com os traumas do sequestro sofrido quatro anos antes.

O primeiro longa arrecadou mais de 160 milhões de dólares globalmente, consolidando a história de Joe Hill como um dos grandes sucessos recentes do gênero. Agora, com estreia marcada para 16 de outubro nos cinemas brasileiros, o segundo filme traz de volta Ethan Hawke no papel do aterrorizante Sequestrador, conhecido também como O Agarrador, ampliando o universo sombrio criado na primeira produção.

Retorno do elenco e novos reforços

Além de Ethan Hawke (Antes do Amanhecer, A Bruxa de Blair 2, Uma Vida Melhor), Mason Thames (O Telefone Preto, Old), e Madeleine McGraw (O Telefone Preto, The Black Phone: Curta-metragem), Jeremy Davies (O Patriota, Lost, O Telefone Preto), e Miguel Cazarez Mora (O Telefone Preto, Resgate Implacável) reprisam seus papéis, enquanto novas adições como Demián Bichir (Uma Vida Melhor, A Freira), Arianna Rivas (Resgate Implacável), Maev Beaty (Beau Tem Medo), e Graham Abbey (Em Nome do Céu) prometem elevar a intensidade da narrativa.

A química entre os irmãos Finn e Gwen continua sendo um ponto central, enquanto Hawke mantém sua interpretação perturbadora e ameaçadora, consolidando O Agarrador como uma das figuras mais icônicas do terror contemporâneo.

Um olhar sobre a produção

O longa é dirigido por Scott Derrickson, que também assina o roteiro ao lado de C. Robert Cargill, ambos com experiência consolidada em histórias de suspense e horror. A produção executiva de Jason Blum e Joe Hill garante que a sequência mantenha o tom sombrio e a essência da obra original.

Antecedentes da sequência

A ideia para este segundo filme surgiu logo após o sucesso do primeiro. Joe Hill compartilhou com Derrickson conceitos que expandiam o universo do Agarrador, e o sucesso de bilheteria do original impulsionou a produção da sequência. As filmagens ocorreram em Toronto entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, sob o título provisório Mysterium.

Segundo Derrickson, o trailer reflete não apenas o crescimento do terror, mas também o aprofundamento dos personagens, mostrando que o medo pode deixar marcas duradouras e transformá-los de maneiras inesperadas.

Expectativas com o lançamento

Com estreia marcada para 16 de outubro no Brasil e em Portugal, O Telefone Preto 2 se prepara para se tornar um dos filmes de terror mais aguardados do ano. O trailer, com sua atmosfera tensa e visuais arrepiantes, já cria expectativas de sustos, reviravoltas e momentos de pura adrenalina.

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