Neste sábado, 19 de julho, às 15h, a Record TV exibe no Cine Aventura o eletrizante “O Comando” (The Commando), um thriller que vai além das balas e perseguições para tocar em questões profundas como culpa, trauma psicológico e os limites da justiça. Dirigido por Asif Akbar e estrelado por Michael Jai White, o filme entrega não apenas ação de tirar o fôlego, mas também um retrato contundente da fragilidade humana por trás do uniforme.
Uma missão, um erro, um abismo
James Baker (Michael Jai White) é um agente de elite da DEA acostumado a enfrentar o perigo, mas tudo muda quando uma operação contra um cartel mexicano termina em tragédia. No tiroteio, Baker acidentalmente mata três reféns inocentes: uma mãe e suas duas filhas. O que era para ser mais uma missão bem-sucedida se transforma em um pesadelo que o agente não consegue esquecer. Diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ele é afastado das operações e enviado para casa — mas os verdadeiros combates ainda estão por vir.
Uma família em perigo e um passado que retorna
Enquanto tenta reconstruir sua vida com a esposa Lisa (Aris Mejía) e as filhas adolescentes, Baker enfrenta alucinações, insônia e crises existenciais. A situação ganha um novo contorno quando suas filhas descobrem, escondido dentro da casa, US$ 3 milhões em dinheiro vivo. O dinheiro pertence ao criminoso Johnny (Mickey Rourke), antigo dono da residência e ex-parceiro de um xerife corrupto, que agora quer tudo de volta — e não se importa com quem esteja no caminho.
Quando o lar se torna campo de batalha
A tensão explode quando Baker percebe que o sistema, mais uma vez, não está ao seu lado. Um mandado de prisão sem assinatura e ameaças veladas escancaram que a justiça pode ser manipulada. Isolado, desacreditado e ainda lidando com os traumas da guerra, ele precisa tomar uma decisão difícil: recuar ou proteger sua família com tudo o que tem — mesmo que isso o leve a ultrapassar seus próprios limites.
Muito além do gênero
“O Comando” oferece o que os fãs de ação esperam — confrontos, adrenalina, emboscadas —, mas também reserva espaço para uma reflexão delicada sobre as marcas invisíveis que a violência deixa na alma. Michael Jai White interpreta Baker com intensidade emocional e vulnerabilidade raramente vistas em protagonistas do gênero, criando um personagem que é tão humano quanto heróico.
Era uma vez um império elegante por fora e apodrecido por dentro. Berlim, 1898. A capital da jovem Alemanha Imperial vibra com a promessa de um futuro glorioso: ciência de ponta, universidades prestigiadas, salões aristocráticos onde o saber é servido junto ao vinho e ao prestígio de sobrenomes antigos. Mas há algo que não se vê nos bailes nem nas capas dos jornais: uma semente sendo plantada — metódica, fria, disfarçada de progresso. E é nessa fresta de sombra que nasce O Testemunho, o novo romance de Santiago Delgado, historiador e escritor estreante na ficção, mas já um profundo conhecedor do período que retrata.
Em vez de entregar uma tese, Delgado nos oferece uma história que pulsa: um jovem nobre, uma descoberta perturbadora, um amor proibido e uma conspiração científica tão realista quanto assustadora. Mais do que um romance histórico, o livro é uma advertência — e, ao mesmo tempo, um convite à coragem.
Um império refinado, uma juventude perdida
Wilhelm von Richthofen é jovem, rico, promissor. Estuda em um respeitado internato da elite, onde se formam os futuros líderes do império. Mas, por trás da fachada impecável, Wilhelm vive sob a sombra de seu irmão desaparecido e carrega uma rivalidade com o brilhante e reservado Alois Schneider. Movido por ciúmes e orgulho, ele decide investigar o passado do colega — e o que descobre muda tudo.
Ao lado de Helga, irmã gêmea de Alois, Wilhelm entra num labirinto de segredos. Eles descobrem documentos confidenciais, registros médicos escondidos e pistas de um projeto eugênico financiado por figuras influentes da aristocracia e da ciência alemã. Um nome volta à tona: Joseph, irmão de Wilhelm, supostamente morto. Mas ele está vivo — e profundamente envolvido no programa.
Nas entrelinhas da alta sociedade, escondem-se campos de experimentos ilegais, onde crianças judias, ciganas, doentes mentais e indigentes são usados como cobaias. Tudo isso sob a justificativa da “melhoria racial”.
A frieza dos salões e o calor do perigo
Santiago Delgado poderia ter escrito um livro frio, acadêmico. Mas escolheu o caminho mais difícil: criar personagens de carne e osso, que erram, sentem medo, se apaixonam e resistem. Wilhelm e Helga não são heróis clássicos. São jovens assombrados, impulsivos, mas movidos por uma crescente consciência do horror que os cerca.
A atmosfera que Delgado constrói é sufocante. Os corredores das escolas são vigiados. Um padre é assassinado e pendurado de cabeça para baixo. Um crânio humano aparece com uma ameaça: “você é o próximo”. Os arquivos são queimados, testemunhas desaparecem, e o medo cresce em cada página. Não é mais uma investigação. É uma luta por sobrevivência.
Entre a paixão e o abismo
Mas há beleza também. O romance entre Wilhelm e Helga floresce em meio ao caos. Não como alívio, mas como resistência. Em tempos de crueldade institucionalizada, amar alguém é, em si, um ato político. Há ternura nas noites de fuga, nos sussurros trocados antes de uma nova investida, na partilha silenciosa de culpas.
Delgado não idealiza esse amor. Ele o apresenta com dúvidas e dilemas. Até onde vale ir? O que se arrisca por justiça? Pode-se lutar contra o próprio sangue? Essas são perguntas que o livro não responde com fórmulas, mas com escolhas difíceis — e lágrimas.
Ecos de um futuro que já conhecemos
O grande trunfo de “O Testemunho” é o desconforto que provoca. Afinal, o livro termina muito antes de Hitler chegar ao poder. E, no entanto, cada cena parece um prelúdio do que viria: os discursos sobre pureza racial em jantares sofisticados, os médicos que falam de “eficiência biológica” com frieza, as elites que preferem ignorar os abusos em nome da ciência e do avanço.
A mensagem é clara, ainda que sutil: o nazismo não começou com tanques e suásticas. Começou com ideias. Com omissões. Com salões refinados e conversas bem articuladas.
Uma leitura para quem quer sentir — e entender
Se você se emocionou com “O Leitor”, de Bernhard Schlink, ou ficou impactado com “A Menina que Roubava Livros”, de Markus Zusak, prepare-se: “O Testemunho” toca as mesmas feridas, mas com uma lupa voltada para o momento anterior à tragédia. É um livro para quem quer se apaixonar, se indignar, se perguntar — e, talvez, sair diferente depois da última página.
Não é um romance fácil. Mas é necessário.
Um historiador que escolheu contar o passado em voz alta
Santiago Delgado poderia ter mantido suas pesquisas nas estantes das universidades. Mas escolheu outro caminho. Formado em História pela PUC-SP, ele passou anos estudando os bastidores do Segundo Reich, o período entre a unificação alemã e o fim da Primeira Guerra. Ao transformar dados e documentos em literatura, Delgado torna o passado acessível — e, acima de tudo, vivo.
A escrita é minuciosa, mas fluida. Carregada de imagens vívidas, diálogos potentes e um senso de urgência. “O Testemunho” não é só um livro: é um aviso. Um lembrete de que o horror se constrói em silêncio — e de que resistir pode começar com algo tão simples quanto uma pergunta feita na hora certa.
Com a estreia de Jurassic World: Recomeço, a rede Cinesystem apresenta um combo exclusivo para os fãs da saga. A novidade inclui uma pipoca grande, refrigerante de 700ml e um copo personalizado de 960ml, estampado com imagens oficiais do novo longa. O item colecionável está disponível por tempo limitado nas bombonieres da rede, enquanto durarem os estoques.
O copo traz artes que remetem aos principais elementos do filme, incluindo as criaturas pré-históricas que são marca registrada da franquia. A ação promocional visa agregar valor à ida ao cinema, ampliando a experiência do público com um produto exclusivo.
Nova fase da franquia
Jurassic World: Recomeço marca uma nova etapa na narrativa da série. Passados cinco anos desde os eventos de Jurassic World: Domínio, os dinossauros sobreviventes agora vivem confinados em zonas equatoriais, onde o ambiente climático se assemelha ao de eras passadas.
Neste cenário, uma equipe embarca em uma missão arriscada: obter amostras de DNA de três das maiores criaturas que já habitaram a Terra, o mar e o céu. O objetivo é desenvolver um medicamento com potencial para salvar milhares de vidas humanas. A tarefa, no entanto, exige atravessar territórios hostis, onde os limites da ciência são constantemente testados diante da força bruta da natureza.
Com a ação promocional, a Cinesystem reforça seu compromisso em oferecer ao público um produto diferenciado, que complementa a programação dos lançamentos mais aguardados do ano. Algumas unidades contarão ainda com ambientações especiais para destacar o universo do filme, como decorações temáticas e ativações no espaço do cinema.
O mais novo grupo de anti-heróis da Marvel está lutando com unhas, dentes e granadas para manter a moral alta nas bilheteiras. Após quatro semanas em cartaz, Thunderboltsjá arrecadou US$ 353 milhões globalmente, sendo US$ 171 milhões somente nos Estados Unidos. Parece muito? Talvez sim, mas ainda está longe do ideal para um blockbuster que custou caro — e a conta ainda não fecha.
Com um orçamento de US$ 180 milhões na produção e mais US$ 100 milhões investidos em marketing, o longa estrelado por Florence Pugh, Sebastian Stan, Wyatt Russell e companhia ainda precisa de um bom empurrão dos fãs se quiser sair do vermelho. E, ao que tudo indica, esse empurrão está vindo em pílulas — nada muito explosivo, como se esperava para um time que promete causar mais estrago que os próprios Vingadores.
💸 Bilheteira: do hype ao fôlego curto
Durante a estreia no feriado de 1º de maio, Thunderbolts surpreendeu positivamente, arrecadando US$ 11 milhões só na noite de pré-lançamento. Naquele fim de semana de estreia, o filme somou US$ 76 milhões, superando os desempenhos de Shang-Chi (US$ 75 milhões) e Eternos (US$ 71 milhões) — ambos também do MCU.
Mas o ritmo desacelerou rápido. No segundo fim de semana, a produção caiu 55% em arrecadação, faturando US$ 33,1 milhões. Por mais que essa queda não seja um desastre (foi menor, por exemplo, do que os 68% de queda de Capitão América: Admirável Mundo Novo), ela ainda sinaliza que a empolgação inicial está se dissipando.
Neste último fim de semana (Memorial Day), o filme arrecadou apenas US$ 12 milhões nos EUA, o que o deixou fora do pódio. Ele foi superado pelo novo Premonição (o sexto da franquia), além das estreias poderosas de Lilo & Stitch (em sua aguardada versão live-action) e de mais uma rodada de adrenalina com Missão: Impossível.
😬 A dúvida que paira: o boca a boca será suficiente?
Apesar da queda, analistas apontam que o Thunderbolts não está completamente fora do jogo. O desempenho está dentro da média esperada para lançamentos do MCU com proposta mais “alternativa” — afinal, o filme reúne personagens menos populares, como Yelena Belova, Guardião Vermelho e Treinadora, em uma trama com clima mais sombrio, longe do glamour de heróis como Thor ou Doutor Estranho.
E há um fator que ainda pesa a favor: o boca a boca positivo. As críticas foram mistas, mas muitos fãs elogiaram o tom mais ousado, os conflitos morais e o destaque dado a Florence Pugh, que carrega o longa com carisma e intensidade. Ainda assim, o filme precisa manter o fôlego nas próximas semanas e ir bem no mercado internacional para se pagar — e, com sorte, justificar uma sequência.
🎟️ O que vem pela frente?
Com Deadpool & Wolverine e Quarteto Fantástico vindo aí, Thunderbolts parece um experimento do Marvel Studios para testar novas dinâmicas de equipe, fora da fórmula tradicional. Se vai virar franquia ou apenas uma nota de rodapé na cronologia do MCU, ainda não sabemos. Mas, por enquanto, o filme cumpre a função de manter viva a conversa sobre os rumos do universo Marvel nas telonas.
O coração dos fãs de k-drama no Brasil vai bater mais forte neste ano: Park Bo-gum, um dos atores mais talentosos e carismáticos da Coreia do Sul, anunciou sua chegada a São Paulo. O astro, que em 2025 conquistou o público com os sucessos Se a Vida Te Der Tangerinas… e Um Bom Garoto, fará um fanmeeting no dia 21 de setembro, no Vibra SP, como parte da turnê mundial [BE WITH YOU], que ainda passará pelo México e Chile durante sua passagem pela América Latina.
Para muitos, a oportunidade de ver o artista de perto vai além de um simples evento: é um momento de celebração da cultura sul-coreana e da paixão global pelos dramas coreanos, que conquistaram audiências de diferentes gerações. Os ingressos do fanmeeting variam de R$ 320, para a Platera Superior com visão parcial e meia-entrada, a R$ 1.240 para a Cadeira VIP inteira. A venda será aberta na próxima segunda-feira, 18 de agosto, às 13h, pelo site da Ticketmaster Brasil.
O ator nasceu em Seul, em 16 de junho de 1993, o caçula de três irmãos. Seu nome, que significa “espada preciosa”, já indicava a singularidade de sua trajetória. A vida, entretanto, trouxe desafios desde cedo: perdeu a mãe quando ainda cursava a quarta série, um episódio que marcou profundamente sua sensibilidade.
Desde a infância, Park mostrou interesse pela música e pelas artes. Aprendeu piano no jardim de infância, participou do coral da igreja que frequentava e integrou a equipe de natação de sua escola. Durante o segundo ano do ensino médio, enviou um vídeo cantando e tocando piano para algumas agências de talentos, recebendo múltiplas propostas. Inicialmente, sua intenção era se tornar cantor e compositor, mas, após sugestões de profissionais, decidiu explorar também a atuação.
Ele concluiu o ensino médio na Shinmok High School em 2012 e ingressou na Universidade Myongji em 2014, graduando-se em Teatro Musical. Durante o período acadêmico, participou de intercâmbios culturais na Europa, dirigiu peças baseadas em Anton Chekhov e atuou como diretor musical em produções teatrais, incluindo Hairspray. Essa formação diversificada contribuiu para consolidar sua capacidade de atuar, cantar e se conectar com diferentes públicos.
O ator niciou sua trajetória artística oficialmente em 2011, no filme Blind, sob a gestão da Sidus HQ. Em 2012, participou do filme de comédia Runway Cop e do drama histórico Bridal Mask, além de estrear em produções televisivas como Still Picture. Em 2013, conquistou seu primeiro papel relevante no drama Wonderful Mama, interpretando o filho playboy da protagonista. Essas experiências iniciais foram fundamentais para aprimorar seu talento e preparar o caminho para papéis mais complexos.
Ascensão rápida: reconhecimentonacional
Em 2014, Park deu passos decisivos para se tornar uma estrela. Interpretou a versão adolescente do protagonista em Wonderful Days e um violoncelista prodígio em Naeil’s Cantabile, adaptação do mangá Nodame Cantabile. Seus papéis chamaram atenção, garantindo indicações como Melhor Ator Revelação no KBS Drama Awards e no APAN Star Awards.
O cinema também trouxe reconhecimento: participou de A Hard Day, exibido no Festival de Cannes, e The Admiral: Roaring Currents, que se tornou o filme coreano de maior bilheteira de todos os tempos. Paralelamente, em 2015, co-apresentou o programa Music Bank ao lado de Irene, do Red Velvet, conquistando fãs com sua presença carismática e habilidades musicais.
Seu talento dramático se destacou em Hello Monster, que lhe rendeu prêmios de Popularidade e Melhor Ator Coadjuvante. Pouco depois, interpretou o gênio do jogo Go, Choi Taek, em Reply 1988, drama que conquistou alta audiência e marcou sua consolidação como ídolo nacional, recebendo o apelido carinhoso de “irmãozinho da nação”.
Reconhecimento internacional e música
Entre 2016 e 2021, Park Bo-gum expandiu sua carreira internacionalmente. Estrelou Love in the Moonlight, interpretando um príncipe herdeiro, drama que alcançou enorme sucesso na Coreia e no exterior. Lançou a trilha sonora My Person, que liderou as paradas de música online e demonstrou sua versatilidade.
Em 2016, iniciou sua primeira turnê asiática de encontros com fãs, visitando oito cidades e recebendo mais de 30 mil pessoas. Após um hiato, retornou em 2018 com o melodrama Encounter, e em 2019 protagonizou Seo Bok, um filme de ficção científica. Também lançou singles e seu primeiro álbum japonês, Blue Bird, reforçando sua presença internacional como cantor e ator.
Em 2020, participou do drama juvenil Record of Youth, interpretando um modelo aspirante a ator, e comemorou o nono aniversário de sua carreira com o single All My Love. Esses trabalhos consolidaram Park como um artista completo, capaz de unir atuação, canto e engajamento com o público.
Serviço militar e retorno
O cantor cumpriu o serviço militar obrigatório entre 2020 e 2022, atuando na banda militar da Marinha como soldado de promoção cultural. Durante o período, recebeu licença para trabalhar como cabeleireiro e organizou diversos concertos patrióticos. Em fevereiro de 2022, foi dispensado antecipadamente devido à pandemia de COVID-19.
Seu retorno às atividades foi marcado pelo reencontro com o elenco de Love in the Moonlight no programa Young Actors’ Retreat, mostrando que sua presença continua a cativar fãs e consolidando sua imagem de artista completo e comprometido com seu público.
A chegada ao Brasil
O anúncio de sua visita ao Brasil provocou uma onda de entusiasmo entre fãs de diferentes estados. O fanmeeting em São Paulo será uma oportunidade única de ver Park Bo-gum de perto, em uma experiência que vai além da mera apresentação. Os fãs poderão participar de sessões interativas, ouvir relatos do próprio ator, ver performances musicais e criar memórias que ficarão para sempre.
A turnê latino-americana [BE WITH YOU] reforça a importância do Brasil no circuito global de artistas sul-coreanos e aproxima a comunidade de fãs, que acompanha sua carreira com entusiasmo e carinho há anos. A expectativa é de um evento memorável, capaz de unir cultura, emoção e entretenimento de alta qualidade.
Premiações e reconhecimento
O cantor e ator é amplamente reconhecido tanto por fãs quanto pela crítica. Ele foi o ator mais jovem a receber o título de Ator do Ano pela Gallup Korea e o primeiro a liderar a lista de Celebridades Mais Poderosas da Coreia pela Forbes. Seus papéis, que vão de advogados a príncipes e músicos, mostram sua habilidade de interpretar personagens complexos, tornando-o um dos artistas mais completos da sua geração.
Cena da novela 'As Filhas da Senhora Garcia'. Foto: Reprodução/ Internet
Capítulo 047 – Terça-feira, 9 de setembro Luis reúne os filhos para revelar como sobreviveu ao acidente que todos julgavam fatal, e o reencontro, esperado com emoção e esperança, rapidamente se transforma em tensão quando ele percebe que Mar e Ofélia foram expulsas durante sua ausência, despertando decepção e indignação. Mar experimenta sentimentos conflitantes, alternando alívio por ver o pai vivo com medo de seu julgamento e preocupação pelo futuro do filho, enquanto cada olhar, cada palavra e cada gesto se tornam um campo minado de expectativas frustradas, mágoas acumuladas e emoções reprimidas; paralelamente, Valeria decide encerrar de vez sua relação com Arturo, declarando com coragem que não há retorno, mesmo sentindo a dor de um amor impossível, demonstrando força, resiliência e a necessidade de proteger seu coração de feridas ainda maiores, consolidando sua postura firme diante dos desafios familiares e afetivos.
Capítulo 048 – Quarta-feira, 10 de setembro A presença de Luis, embora traga um símbolo de esperança e reconciliação, não acalma a família, pois seus filhos resistem à autoridade patriarcal e antigas rivalidades ressurgem com força, desencadeando conflitos inevitáveis. Juan, devastado pelo afastamento de Mar, encontra conforto inesperado em Camila, aprofundando o distanciamento emocional entre ele e a mulher que ama, enquanto Mar, cansada das intrigas, confronta Paula diretamente, acusando-a de conspirar contra ela e desafiando sua influência na casa Portilla. A tensão aumenta quando Valeria descobre que Rocío é, na verdade, a mãe biológica de Arturo, um segredo guardado por anos que ameaça destruir a confiança familiar, lançando todos em um turbilhão de emoções, dúvidas e incertezas que abalam a estabilidade da casa e provocam medo, desconfiança e ressentimento entre todos.
Capítulo 049 – Quinta-feira, 11 de setembro Camila intensifica sua pressão sobre Juan, determinada a romper de vez o vínculo dele com Mar e assumir o controle sobre sua vida, transformando a disputa em uma batalha silenciosa repleta de estratégias, manipulações e jogos de poder emocionais, enquanto Luis tenta intervir para impedir que o conflito se transforme em escândalo. A tensão atinge um ponto crítico, com desentendimentos, olhares desconfiados e mal-entendidos transformando cada ambiente em um campo de guerra psicológico; Valeria, despedaçada pela revelação sobre Rocío, fecha seu coração para Arturo e se isola, protegendo-se da dor, enquanto Luis aconselha Mar a se afastar de Juan antes que a tragédia se torne irreversível. Exausta de carregar sozinha segredos devastadores, Mar encontra apoio inesperado em Valeria e finalmente revela uma verdade sombria, capaz de mudar para sempre o destino da família, deixando a casa Portilla em um ápice de tensão e desespero emocional.
Capítulo 050 – Sexta-feira, 12 de setembro Arturo, ferido pela rejeição de Valeria, busca consolo e encontra apenas frieza e distância, aprofundando sua solidão e sensação de abandono, enquanto Valeria enfrenta Ofélia com coragem, acusando-a de manipular Mar e manter a mentira sobre a paternidade do bebê, mostrando que, mesmo em meio à dor, a busca pela justiça e pela verdade ainda pode prevalecer. Paula revela seu lado mais sombrio ao tramar dopar Luis, com a intenção de assumir controle absoluto da família, mergulhando todos em perigo iminente, e Mar, no auge da tensão, rompe o pacto silencioso que mantinha a ordem na casa, expulsando Camila e assumindo finalmente sua própria posição. A tormenta familiar atinge seu ponto crítico quando Rocío, tomada pelo desespero e pela culpa, provoca um acidente que deixa Graciela à beira da morte, evidenciando que os conflitos, segredos e traições na família Portilla ainda não encontram fim, e que cada decisão ecoa em consequências inesperadas, dramáticas e de longo alcance emocional.
Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 15/09 a 19/09
Capítulo 051 – Segunda-feira, 15 de setembro Mar e Juan se encontram inesperadamente no saguão do hospital, cenário escolhido por Paula para executar uma armadilha cuidadosamente planejada, na qual alguém registra fotos comprometedoras do casal. Enquanto o clima de tensão aumenta, fica evidente que Paula possui um plano minucioso para conquistar a confiança de Mar e manipulá-la em benefício próprio, aproveitando-se das fragilidades emocionais da jovem. Paralelamente, Susana, tomada pelo desejo de vingança, implora a Gloria que intervenha junto ao Sr. Portilla, arquitetando estratégias para prejudicar Ofélia e reacender antigas rivalidades familiares, intensificando o clima de intrigas e desconfiança entre todos os envolvidos.
Capítulo 052 – Terça-feira, 16 de setembro Luis se vê obrigado a confrontar Juan, exigindo respeito por Mar e impondo limites claros diante das investidas e brincadeiras de Camila, reafirmando a autoridade paterna e tentando proteger sua filha de influências perigosas. Ofélia, em busca de respostas, vai até a galeria de arte para investigar quem adquiriu um quadro que misteriosamente chegou à casa dos Portilla, tentando reconstruir os fios de uma rede de segredos e manipulações. Ao alertar Mar sobre os perigos que Paula representa, Ofélia se vê frustrada diante da confiança ingênua da filha, que cai na armadilha cuidadosamente montada por Paula, demonstrando como a persuasão e a astúcia podem colocar todos em risco e aumentar ainda mais a tensão familiar.
Capítulo 053 – Quarta-feira, 17 de setembro O dia se torna crítico quando Camila desmaia inesperadamente, e Juan e Mar correm para levá-la ao hospital, enfrentando uma mistura de medo e urgência; lá, recebem a notícia de que ela está grávida, o que transforma imediatamente o panorama emocional de todos, trazendo responsabilidade, preocupação e expectativas conflituosas. Enquanto isso, Paula mantém sua postura manipuladora: ela revela à amiga repórter onde encontrar Ofélia e aproveita a oportunidade para registrar fotos da situação de pobreza e vulnerabilidade em que a mãe se encontra, usando essas imagens para expandir sua influência e controlar a narrativa em torno da família Portilla, aprofundando intrigas e ressentimentos.
Capítulo 054 – Quinta-feira, 18 de setembro Amparo percebe que Ofélia se encontra deitada sozinha em casa, visivelmente fragilizada, e imediatamente solicita a ajuda de Juan para levá-la ao hospital, buscando cuidados médicos e proteção diante do estado vulnerável da mãe. Enquanto isso, Amparo tenta localizar as filhas de Ofélia, mas nenhuma delas atende ou responde, reforçando a distância emocional e o afastamento das relações familiares. Diante do desdém e da falta de apoio das filhas, Ofélia toma uma decisão drástica, mostrando coragem e determinação ao confrontar o abandono, sinalizando que não permitirá mais ser vítima das intrigas e negligências daqueles que deveriam protegê-la.
Capítulo 055 – Sexta-feira, 19 de setembro Valéria se esforça para convencer a mãe a voltar para perto dela, buscando reconciliação e demonstrando amor, paciência e persistência diante da resistência de Ofélia. Paralelamente, Paula e Leonardo consolidam sua estratégia para o evento de lançamento da marca, organizando cada detalhe com precisão para fortalecer sua posição e influência, enquanto Mar expressa gratidão a Juan pelo apoio prestado à mãe, reconhecendo sua dedicação e bondade. Em um gesto carregado de emoção e sinceridade, Mar deseja a Juan toda a felicidade com Camila e o filho que está a caminho, encerrando o dia com esperança, reconciliação e uma sensação de continuidade em meio aos conflitos e desafios familiares que ainda permeiam a vida dos Portilla.
O reality show Game dos 100 segue firme na sua missão de desafiar a resistência, habilidade e coragem dos competidores, mas a cada passo a tensão aumenta. No episódio exibido na tarde deste domingo, 10 de agosto, dez participantes foram eliminados após não conseguirem cumprir as provas no tempo ou com a precisão necessária para seguir na disputa pelo prêmio de R$ 300 mil.As informações são da Record.
Cada eliminação carrega consigo não apenas a perda da competição, mas também o encerramento temporário de uma trajetória marcada por desafios pessoais e muito esforço.
Entre os eliminados, está Carol Godoi, que, apesar de ter mostrado muita força no desafio inicial do boliche gigante, acabou enfrentando dificuldades nas provas seguintes, que exigiam equilíbrio e paciência. Já Matheus Prado não conseguiu manter a calma durante a tarefa de empilhar latas sobre a água, e o nervosismo falou mais alto, causando a queda da sua torre e, consequentemente, sua eliminação.
Fernanda Gomes encarou com muita persistência o complicado desafio de transportar bolinhas numa raquete furada, mas a pressão do tempo e o peso da disputa acabaram cobrando seu preço. Por sua vez, Caio Maron perdeu o ritmo necessário na prova de separar balas por cor, o que foi decisivo para sua saída do programa.
Diamante, um dos competidores mais habilidosos no desafio de construir e lançar aviãozinhos de papel, viu seu sonho interrompido ao errar o pouso, deixando a disputa de forma inesperada. Renata Stapf não conseguiu acompanhar a sequência das tarefas e acabou eliminada nas fases seguintes.
A liderança de Yanne Anttunes no mega vôlei gigante foi um dos destaques do episódio, mas a dinâmica do jogo e o desgaste físico cobraram seu preço, levando à sua eliminação. Edilson Chiquinho trouxe leveza e bom humor ao desafio de morder cerejas penduradas na cabeça, mas a dificuldade e o tempo apertado foram obstáculos difíceis demais de superar.
MC Mello, que mostrou muita concentração no desafio de acertar latas em uma cesta enquanto pedalava uma bicicleta, não conseguiu acertar o alvo com a precisão necessária para garantir sua vaga. Por fim, Thais Cristina, que demonstrou grande perseverança até o fim, foi barrada pelo clássico desafio de encontrar a tampa certa para o pote, prova que exige atenção extrema e rapidez.
Mais do que simples números ou nomes, os eliminados representam histórias de superação, coragem e aprendizado. Cada um trouxe para o programa sua personalidade única e o desejo sincero de ir até o fim. Para quem permanece na disputa, a jornada fica ainda mais desafiadora.
A cada episódio, as provas aumentam em dificuldade e a arena se torna um verdadeiro campo de testes para mente, corpo e espírito. E para o público, as eliminações geram uma mistura de emoções — tristeza pela despedida, esperança pelo sucesso dos favoritos e aquela vontade de acompanhar tudo até o fim.
Na vastidão do universo, a Pixar volta a provar que as maiores viagens são, na verdade, internas. Elio, nova animação do estúdio, estreia com ares de simplicidade, mas se revela uma obra emocionalmente poderosa, construída com a delicadeza típica de quem compreende a alma infantil — e o peso que ela pode carregar.
Um protagonista fora do eixo — e fora da Terra
A trama gira em torno de Elio, um garoto de 11 anos com imaginação borbulhante e um coração marcado pela perda. Vivendo com a tia, Olga, uma oficial militar dura e pragmática, ele encontra no espaço uma metáfora viva para o seu isolamento emocional. Enquanto ela lida com estratégias e protocolos, Elio busca abrigo nas estrelas — não apenas como fuga, mas como forma de sobreviver ao luto e à rejeição cotidiana.
Uma aventura intergaláctica com alma profundamente humana
É nessa chave sensível que o filme brilha: Elio não tem pressa em construir o vínculo com o espectador. Ele nos convida, quase em silêncio, a ocupar os sapatos do menino e ver o mundo com os olhos de quem não encontra lugar — nem na escola, nem na própria casa. Mas então, a mágica acontece: por um erro cósmico (ou talvez por destino), Elio é transportado a um conselho intergaláctico e confundido com o porta-voz da humanidade. É o início de uma jornada fantástica que parece saída de um conto, mas que guarda camadas profundas sobre identidade, empatia e escolha.
Aqui, a Pixar não aposta em vilões caricatos ou reviravoltas grandiosas. O “conflito” do filme é mais interno do que externo. Mesmo envolto em cenários interplanetários de tirar o fôlego — com um design de produção riquíssimo, repleto de criaturas únicas e arquitetura futurista —, o que move a narrativa é o coração de Elio: um menino ferido que aprende, aos poucos, que coragem não é ausência de medo, mas a capacidade de se manter aberto mesmo quando tudo convida ao fechamento.
Domee Shi (Red: Crescer é uma Fera), Adrian Molina (Viva – A Vida é uma Festa) e Madeline Sharafian (roteirista de Luca) formam uma trindade criativa que conhece profundamente os dilemas da infância e os transforma em arte sensível, sem subestimar a inteligência emocional do público. A direção conjunta aposta em um ritmo contemplativo, mas recompensador — com pausas que fazem sentido, diálogos afiados e momentos de puro encantamento visual.
Uma lição doce sobre empatia e pertencimento
A frase que atravessa o filme — “Nos conflitos, não há vencedores” — não é apenas uma lição didática, mas um grito suave diante de um mundo que insiste em dividir para controlar. Elio fala sobre pertencimento, mas também sobre reconciliação. Sobre como, às vezes, os monstros que enfrentamos não estão lá fora, mas aqui dentro — e como só o afeto pode desarmá-los.
É, no fim das contas, um filme para adultos cansados e crianças esperançosas. Uma fábula moderna que nos convida a relembrar a força da imaginação, o valor da empatia e a beleza de se sentir aceito — mesmo (e principalmente) quando nos sentimos de outro planeta.
Para quem ainda carrega uma criança dentro do peito
Elio estreia nesta quarta-feira, 19 de junho, e é daqueles filmes que te pegam de surpresa: começa como um desenho espacial e termina como um abraço. E que bom que ainda existam filmes assim.
A escuridão nunca esteve tão próxima das telonas. A Warner Bros. divulgou um clipe inédito de Invocação do Mal 4: O Último Ritual, e os fãs do universo de terror criado por James Wan já têm motivos de sobra para perder o sono. O vídeo mostra Annabelle, a icônica boneca amaldiçoada, surgindo de forma arrepiante em uma cena tensa, onde aparece no escuro, balançando-se lentamente em sua cadeira de madeira. A imagem simples, mas carregada de silêncio e expectativa, reacende aquilo que sempre fez a força dessa franquia: o medo psicológico que antecede o susto.
Mais do que um simples aperitivo, o clipe marca oficialmente o tom daquilo que promete ser a conclusão épica da saga principal dos Warren nos cinemas. Baseado nos relatos paranormais da família Smurl, o longa explora mais uma investigação real documentada por Ed e Lorraine Warren, casal de demonologistas que se tornou sinônimo de terror contemporâneo. Com direção de Michael Chaves, que já havia comandado A Maldição da Chorona (2019) e A Ordem do Diabo (2021), o quarto filme chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 5 de setembro de 2025, carregando a responsabilidade de encerrar mais de uma década de histórias que redefiniram o gênero.
O impacto do clipe: menos é mais no terror
O vídeo divulgado pela Fandango é curto, mas já deixou fãs em polvorosa. Nele, Annabelle surge em um ambiente quase totalmente às escuras, iluminada apenas pela fraca luz que entra por uma fresta da janela. O ranger da cadeira de balanço acompanha o movimento lento da boneca, enquanto a câmera se aproxima em silêncio, aumentando a tensão. Não há diálogos, não há efeitos sonoros exagerados. Apenas o desconforto crescente.
Essa simplicidade é proposital. Diferente de outros filmes de terror que apelam para sustos fáceis, a saga Invocação do Mal sempre se destacou por criar tramas sufocantes, onde o espectador sabe que algo vai acontecer, mas não quando. O clipe de Annabelle, portanto, não entrega nada da trama, mas cumpre seu papel: deixa no ar a sensação de que o mal nunca se foi, apenas aguardava a hora certa de voltar.
A família Smurl: o caso real que inspira o filme
Dessa vez, a investigação de Ed e Lorraine Warren gira em torno da assombração dos Smurl, um dos casos mais controversos da carreira do casal. Na década de 1970, Jack e Janet Smurl afirmaram ter vivido experiências aterrorizantes em sua casa, localizada na Pensilvânia. Eles relatavam desde ruídos inexplicáveis e odores fétidos até agressões físicas e ataques de natureza demoníaca.
Segundo os Smurl, os fenômenos se intensificaram ao longo dos anos, chegando a afetar não apenas os adultos, mas também seus filhos. Ed e Lorraine Warren foram chamados para analisar a situação e registraram o caso como uma das manifestações mais violentas de poltergeist que já investigaram. Embora haja muito ceticismo em torno das alegações da família, a história ganhou notoriedade e chegou a render um livro e um telefilme nos anos 1990. Agora, com O Último Ritual, será levada para o cinema em grande escala, prometendo dar novo fôlego ao legado de medo dos Warrens.
Elenco: velhos conhecidos e novos rostos
Para os fãs, o maior atrativo é o retorno de Patrick Wilson e Vera Farmiga como Ed e Lorraine Warren. Desde 2013, a dupla se consolidou como o coração da franquia, equilibrando emoção, fé e coragem diante do mal. A química entre os dois atores é tão marcante que muitos espectadores afirmam assistir aos filmes não apenas pelos sustos, mas pela relação de cumplicidade entre o casal.
Além deles, O Último Ritual traz novidades importantes no elenco. Mia Tomlinson interpreta Judy Warren, filha de Ed e Lorraine, agora adulta, enquanto Ben Hardy dá vida a Tony Spera, namorado de Judy, que também existe na vida real e hoje cuida do Museu dos Ocultos da família. Rebecca Calder e Elliot Cowan interpretam Janet e Jack Smurl, o casal assombrado, enquanto as jovens Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon e Molly Cartwright assumem os papéis das filhas Heather, Dawn e Shannon Smurl. O elenco também conta com Shannon Kook como Drew, amigo dos Warrens, e John Brotherton como Carin Smurl. Essa mistura entre personagens clássicos e novos promete trazer frescor à trama sem perder a identidade da franquia.
O peso de um fim
O anúncio de que O Último Ritual pode encerrar a linha principal dos filmes pegou muitos fãs de surpresa. Afinal, a franquia arrecadou mais de 2 bilhões de dólares mundialmente e se tornou a mais lucrativa da história do terror. Encerrar esse ciclo é arriscado, mas também corajoso. Michael Chaves já declarou que a ideia é entregar uma conclusão “emocionalmente satisfatória e aterrorizante”, que não apenas assuste, mas também honre a trajetória de Ed e Lorraine Warren. Se isso será suficiente para evitar futuras continuações, só o tempo dirá.
O legado da franquia de sucesso
Desde sua estreia em 2013, com direção de James, Invocação do Mal redefiniu o terror comercial. Enquanto muitos filmes apostavam em violência gráfica, a franquia optou por um terror mais psicológico e atmosférico, resgatando influências dos anos 1970, como O Exorcista e Poltergeist. Além da trilogia principal, o universo se expandiu com spin-offs de sucesso, como Annabelle, A Freira e A Maldição da Chorona. Criou-se, assim, um “universo compartilhado” do terror, algo até então raro nesse gênero.
Se você gosta de dramas BL com uma boa dose de comédia e romance adolescente, precisa conhecer O Presidente da Minha Escola, disponível na Viki. Essa série tailandesa de 2022 tem tudo: rivalidade, momentos fofos, decisões difíceis e até um clube de música em perigo — e vai te conquistar do início ao fim.
A história gira em torno de Gun (Fourth Nattawat Jirochtikul), que comanda o clube de música da escola com paixão e dedicação. Mas, claro, nada é tão simples: seu maior rival é Tinn (Gemini Norawit Titicharoenrak), filho do diretor, que quer acabar com vários clubes extracurriculares que considera “inúteis”, incluindo o clube de música. Para tentar salvar o seu espaço amado, Gun decide se candidatar a presidente do conselho estudantil.
O que começa como uma disputa de poder rapidamente se transforma em algo muito mais interessante. Entre provocações e desafios, Gun descobre que Tinn guarda um segredo: ele tem uma paixão secreta por Gun. E aí começa a mágica da série: rivalidade e romance andando de mãos dadas, com momentos engraçados, fofos e até de tensão, que vão fazer você torcer para que o amor floresça e o clube de música sobreviva.
O elenco ajuda muito a tornar essa história tão cativante. Gemini Norawit Titicharoenrak (Tinn) e Fourth Nattawat Jirochtikul (Gun) têm uma química incrível, conseguindo transmitir tanto a rivalidade quanto a ternura que vai surgindo entre os personagens. O time de apoio também é ótimo: Winny Thanawin Pholcharoenrat, Satang Kittiphop Sereevichayasawat, Ford Allan Asawasuebsakul e Prom Theepakon Kwanboon complementam a história, tornando o ambiente escolar ainda mais divertido e cheio de vida.
Por trás das câmeras, Au Kornprom Niyomsil dirige a série com cuidado, equilibrando cenas engraçadas com momentos mais dramáticos. E o resultado é uma narrativa leve, mas emocionante, que fala de amizade, amor, coragem e da luta para proteger aquilo que você ama. O clube de música não é apenas um detalhe da história: ele simboliza paixão, união e a importância de lutar pelo que importa.
Além da história e do elenco, a série também chama atenção pela produção caprichada. A escola, os uniformes, a fotografia e a trilha sonora ajudam a criar um clima envolvente que deixa o público imerso na narrativa. As apresentações do clube de música são um dos pontos altos, trazendo energia, emoção e momentos que ficam na memória.
“O Presidente da Minha Escola” é, acima de tudo, uma série sobre descobertas pessoais, crescimento e o poder do amor e da amizade. Mesmo sendo uma história de rivalidade escolar, ela consegue equilibrar leveza e profundidade, oferecendo risadas, suspiros e aquele quentinho no coração que só um bom romance BL consegue trazer.
Se você está buscando algo leve, divertido e que ainda traga emoção de sobra, essa série é uma ótima pedida. Gun e Tinn provam que às vezes, os maiores desafios podem trazer os momentos mais inesperados e bonitos da vida. Entre aulas, reuniões de conselho estudantil e música, a série mostra que rivalidade pode virar amizade… e talvez até amor.