Spy x Family | Terceira temporada tem estreia confirmada e revela novo pôster oficial

0

A terceira temporada de Spy x Family já tem data de estreia confirmada: 4 de outubro de 2025, no Japão. Além disso, a produção divulgou um pôster oficial que mostra a família Forger em uma nova fase, aumentando a expectativa para as próximas aventuras.

Desde seu lançamento, a história conquistou tanto leitores quanto espectadores ao combinar espionagem, comédia e a construção de laços familiares de forma envolvente. A narrativa consegue equilibrar momentos de tensão e ação com situações engraçadas e tocantes, mantendo o público sempre atento às próximas descobertas dos personagens.

O enredo acompanha Loid Forger, um agente secreto altamente qualificado, que recebe uma missão que pode alterar os rumos do mundo. Para cumpri-la, ele precisa formar uma família falsa. O plano, no entanto, se complica com a presença de Anya, uma menina telepática, e Yor, sua esposa de fachada, que é secretamente uma assassina profissional.

Essa configuração inusitada gera uma série de situações hilárias e emocionantes, à medida que cada membro da família tenta esconder seus segredos e, ao mesmo tempo, cria vínculos genuínos com os outros. O equilíbrio entre comédia, ação e drama familiar é o que dá à obra seu charme único, tornando a experiência agradável tanto para leitores quanto para espectadores de anime.

A dinâmica da família Forger, que mistura tensão e ternura, prova que histórias de espionagem podem ser mais do que apenas missões e perseguições. Elas podem falar sobre sentimentos, relacionamentos e a importância de se conectar com o outro, mesmo em circunstâncias pouco convencionais.

O processo criativo por trás da obra

A história é fruto do talento de Tatsuya Endo e da colaboração de longa data com o editor Shihei Lin. A parceria entre os dois começou há mais de dez anos, quando Lin acompanhou a primeira série de Endo, Tista. Ao longo dos anos, eles desenvolveram uma sintonia criativa que se reflete em cada detalhe da obra, desde a construção de personagens até a narrativa envolvente.

Leia também:
TOHO Animation revela trailer da terceira temporada de Jujutsu Kaisen, prevista para 2026

Kill Blue | Mangá de Tadatoshi Fujimaki ganha anime e divulga primeiro teaser

Antes de iniciar o projeto, Endo trabalhou como assistente na série Fire Punch, de Tatsuki Fujimoto, adquirindo experiência no desenho e no ritmo de produção de mangás. Essa vivência contribuiu para a criação de um estilo de arte limpo e expressivo, capaz de transmitir emoções com facilidade, sem sobrecarregar o leitor com detalhes desnecessários.

Lin também desempenhou um papel fundamental ao sugerir que a nova série tivesse um tom mais leve e positivo, diferente das obras anteriores de Endo, que tinham um tom mais sombrio. Essa decisão ajudou a equilibrar a tensão e a violência natural de uma história de espionagem com momentos de humor e leveza, característica que se tornou marca registrada da franquia.

Construção de personagens memoráveis

Cada membro da família Forger foi pensado com cuidado para gerar impacto emocional. Anya, com sua habilidade de ler mentes, é um dos principais elementos cômicos da série, mas também permite que o público entenda melhor os dilemas dos outros personagens. Sua inocência combinada com sua percepção extraordinária cria momentos únicos de tensão e ternura.

Yor, por outro lado, equilibra a dualidade entre sua vida secreta como assassina e seu papel de mãe e esposa. Sua complexidade adiciona profundidade à narrativa, mostrando que os personagens podem ter lados inesperados, tornando-os mais humanos e realistas.

Loid, o agente secreto, é o elo que une a família, tentando conciliar sua missão com o bem-estar de Anya e Yor. Sua jornada não é apenas de espionagem, mas também de crescimento pessoal, à medida que aprende a lidar com os sentimentos e responsabilidades que surgem ao formar laços afetivos verdadeiros.

Do mangá ao anime: Um fenômeno global

O mangá é publicado quinzenalmente desde março de 2019 e rapidamente conquistou leitores de todas as idades. Sua popularidade se consolidou ainda mais com a adaptação para anime, lançada em 2022, que expandiu o alcance da história para um público internacional.

A adaptação manteve o espírito da obra original, destacando momentos de ação e comédia, e explorando a profundidade emocional dos personagens. O estilo de animação, aliado à trilha sonora envolvente e ao ritmo da narrativa, contribuiu para transformar Spy x Family em um fenômeno cultural, reconhecido tanto no Japão quanto no exterior.

A terceira temporada promete expandir ainda mais o universo da série, trazendo novas missões, desafios e situações inesperadas que testarão a unidade da família Forger. O público pode esperar episódios recheados de humor, ação e emoção, mantendo a essência que tornou a história tão cativante.

Uma História que Conecta

O grande diferencial da obra é a forma como equilibra diferentes elementos narrativos. A ação e a espionagem coexistem com situações cotidianas, criando um contraste que gera identificação e afeto pelo cotidiano da família. A série prova que laços familiares podem surgir de circunstâncias improváveis e que o afeto verdadeiro pode florescer mesmo em contextos inesperados.

Além de entreter, a narrativa também aborda temas universais como coragem, honestidade, responsabilidade e empatia. Cada episódio traz reflexões sobre escolhas, ética e os limites entre dever e sentimento, permitindo que a série seja apreciada não apenas por jovens, mas também por um público mais amplo.

O impacto cultural

Mais do que uma história de espionagem, a série se tornou um fenômeno cultural. Inspirou produtos licenciados, fanarts, fóruns de discussão e uma comunidade global de fãs que compartilham teorias e conteúdos relacionados à obra. A combinação de humor, ação e drama familiar conquistou tanto leitores ocasionais quanto entusiastas dedicados, consolidando a reputação de Endo como um dos mangakás mais criativos da atualidade.

O sucesso da série também demonstra como narrativas originais podem ultrapassar fronteiras culturais, conquistando diferentes públicos ao redor do mundo. A família Forger, com suas imperfeições e segredos, representa valores universais como afeto, coragem e solidariedade, mostrando que até as famílias mais improváveis podem se tornar exemplos de união e resiliência.

Expectativas para a nova temporada

Com a estreia marcada para outubro, a expectativa é alta. A terceira temporada deve aprofundar ainda mais os relacionamentos entre os personagens, explorar novos desafios e ampliar o universo da série. O pôster divulgado sugere uma fase mais madura da família, mas sem perder o humor e o carisma que conquistaram os fãs desde o início.

Os novos episódios também prometem trazer momentos de tensão e ação, equilibrados por cenas de ternura e comédia, mantendo a narrativa envolvente e dinâmica. A produção continua investindo em detalhes visuais, expressões e cenários que reforçam a emoção de cada cena, garantindo que a experiência de assistir seja tão marcante quanto acompanhar o mangá.

A Visão chega aos cinemas nesta quinta (17) com uma história inspiradora de superação e esperança

0
Foto: Reprodução/ Internet

Chega aos cinemas na próxima quinta-feira, 17 de julho, o filme A Visão — originalmente intitulado Sight. Baseado em uma história real, o longa é dirigido e roteirizado por Andrew Hyatt (Paulo, Apóstolo de Cristo) e promete emocionar o público ao retratar a inspiradora trajetória do Dr. Ming Wang, um imigrante chinês que superou a pobreza, a violência e o preconceito para se tornar um dos nomes mais respeitados da oftalmologia mundial.

Na trama, interpretada com sensibilidade por Terry Chen, conhecemos a juventude difícil de Ming Wang na China dos anos 1960, marcada pelas cicatrizes da Revolução Cultural. Determinado a transformar sua vida, ele migra para os Estados Unidos em busca de formação acadêmica — e, apesar dos inúmeros desafios, incluindo o racismo que enfrenta como estrangeiro, persevera até se tornar um cirurgião visionário.

O ponto de virada da história acontece quando uma jovem órfã cega chega à sua clínica em busca de uma chance que a ciência tradicional já descartou. Para ajudar a menina, Wang precisa enfrentar não apenas um desafio médico complexo, mas também os fantasmas de seu próprio passado — revisitados em paralelo com o caso clínico atual.

Mais do que um drama médico, A Visão é um retrato sensível sobre humanidade, empatia e reconstrução. A atuação de Greg Kinnear (em papel de apoio) e do jovem Jayden Zhang complementa o elenco com equilíbrio entre emoção e leveza. A narrativa comovente resgata valores como perseverança, solidariedade e a força do conhecimento como ferramenta de mudança real.

Por que vale a pena assistir?

Porque A Visão é daqueles filmes que lembram por que contar boas histórias ainda importa — especialmente quando elas são reais. É uma celebração da ciência com alma, da medicina com propósito e da compaixão como elo entre passado e presente.

Typhoon Family | Saiba a data de lançamento do 2º episódio da 1ª temporada na Netflix

0

O mundo dos k-dramas ganhou mais um destaque nesta semana com a chegada do segundo episódio de Typhoon Family à Netflix. A série sul-coreana, que estreou oficialmente na tvN no último sábado, dia 11 de outubro de 2025, já conquista espectadores ao redor do globo com uma narrativa envolvente sobre família, responsabilidade e resiliência em tempos de crise. No Brasil, a Netflix disponibiliza o segundo episódio nesta domingo, 12 de outubro, permitindo que o público acompanhe de perto a trajetória de Kang Tae-poong, um jovem CEO que precisa assumir uma empresa à beira da falência durante a crise financeira de 1997. O terceiro episódio já tem data marcada: chega ao catálogo da plataforma no próximo sábado, 18 de outubro.

Com 16 episódios previstos, “Typhoon Family” combina drama familiar, tensão corporativa e elementos históricos, transportando o público para a Coreia do Sul dos anos 90, uma época marcada por mudanças culturais e desafios econômicos. O enredo acompanha não apenas as dificuldades de Tae-poong em manter a empresa que herdou do pai, mas também o impacto dessas dificuldades sobre sua família, funcionários e amigos próximos.

Um olhar humano sobre a crise de 1997

A série acompanha Kang Tae-poong, interpretado por Lee Jun-ho, um jovem que, antes da crise, levava uma vida despreocupada como membro da chamada “Tribo Laranja” de Apgujeong, um fenômeno cultural juvenil da década de 1990. Com a crise financeira de 1997, Tae-poong se vê forçado a amadurecer rapidamente para assumir o controle da Typhoon Company, uma pequena empresa sem recursos financeiros, funcionários ou produtos prontos para venda.

O drama mostra a transformação do protagonista, de um jovem de espírito livre para um líder determinado, e, ao mesmo tempo, retrata a luta de todos ao seu redor para sobreviver a tempos incertos. Entre eles está Oh Mi-seon, contadora interpretada por Kim Min-ha, cuja dedicação e ética profissional são essenciais para a manutenção da empresa. Filha mais velha responsável, ela trabalha longas jornadas para sustentar sua família, mostrando como crises econômicas afetam não apenas empresas, mas também vidas humanas.

Um elenco talentoso e diversificado

O sucesso de “Typhoon Family” também se deve ao seu elenco cuidadosamente selecionado. Além de Lee Jun-ho e Kim Min-ha, a série conta com nomes de peso que enriquecem a narrativa. Kim Ji-young interpreta Jeong Jeong-mi, mãe de Tae-poong, cuja presença reforça a importância da família nas decisões do protagonista. Kim Min-seok dá vida a Wang Nam-mo, melhor amigo de Tae-poong, trazendo leveza e apoio emocional em meio aos conflitos.

Por outro lado, Mu Jin-sung assume o papel de Pyo Hyeon-jun, rival de Tae-poong e filho de Pyo Bak-ho, interpretado por Kim Sang-ho, CEO de uma empresa concorrente. Essa dinâmica cria tensões que vão além do ambiente familiar, explorando a competitividade do mundo corporativo. O elenco se completa com Park Sung-yeon, Yang Byung-yeol, Lee Chang-hoon, Lee Sang-jin, Kim Song-il e Kim Jae-hwa, cada um contribuindo para a profundidade da trama, seja como familiares, amigos ou funcionários da Typhoon Company.

Direção e roteiro: construindo uma narrativa envolvente

A série é dirigida por Lee Na-jeong e Kim Dong-hwi, com roteiro assinado por Jang Hyun-sook. A produção é uma coprodução entre Imaginus, Studio PIC e Tree Studio, garantindo um resultado técnico e narrativo de alto nível. Segundo a própria roteirista, a inspiração para a série veio de suas experiências enquanto vendedora, em uma época em que telefones celulares ainda não eram comuns. Ela buscou retratar a resiliência das pessoas em situações difíceis, e esse cuidado transparece em cada episódio.

O roteiro equilibra momentos de tensão com instantes de emoção e humor, criando uma narrativa envolvente que mantém o público ansioso por cada novo capítulo. A história não foca apenas nos negócios, mas também nas relações humanas, nos dilemas familiares e na importância da amizade e da ética, mesmo diante de dificuldades econômicas.

Bastidores e curiosidades do elenco

O processo de escalagem do elenco teve suas particularidades. Inicialmente, Lee Jun-ho estava em negociações desde setembro de 2024 e mostrou grande interesse no papel principal. A protagonista feminina originalmente seria Keum Sae-rok, que acabou desistindo devido a conflitos de agenda. Em janeiro de 2025, Kim Min-ha foi considerada para o papel e, em fevereiro, a dupla foi oficialmente confirmada.

Outros membros do elenco também foram cuidadosamente escolhidos para garantir química e autenticidade nas relações. Sung Dong-il e Kim Ji-young interpretam os pais de Tae-poong, enquanto Kim Min-seok e Mu Jin-sung assumem os papéis de melhor amigo e rival. Esse cuidado reflete a preocupação da produção em criar personagens críveis, capazes de cativar o público e transmitir emoção de forma convincente.

A estética e o retrato da década de 1990

Um dos grandes diferenciais de “Typhoon Family” é o cuidado com a ambientação. Figurinos, cenários e trilha sonora transportam o público diretamente para os anos 90, criando uma atmosfera nostálgica que dialoga com os elementos da trama. Desde o estilo da “Tribo Laranja” até o cotidiano das pequenas empresas da época, cada detalhe contribui para a imersão do espectador, reforçando a autenticidade histórica e emocional da série.

O impacto da crise financeira no enredo

Mais do que um pano de fundo histórico, a crise de 1997 é um elemento central da narrativa. Ela força Tae-poong e todos ao seu redor a tomar decisões difíceis, lidar com perdas e encontrar soluções criativas para problemas aparentemente insolúveis. A série mostra como eventos econômicos podem afetar vidas humanas, relações familiares e estruturas empresariais, mas também evidencia a força da solidariedade e da perseverança.

Os Caras Malvados 2 estreia em agosto com novas vilãs e um assalto que promete virar o jogo

0
Foto: Reprodução/ Internet

Depois de tentarem deixar a vida de crimes para trás, os anti-heróis mais adoráveis da animação vão descobrir que “ser bonzinho” não é tão simples quanto parece. Os Caras Malvados 2, nova produção da DreamWorks Animation em parceria com a Universal Pictures, chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de agosto com uma pergunta no ar: e se os ex-vilões fossem raptados por vilãs ainda piores?

Na nova aventura, os Caras Malvados estão focados em manter a reputação limpa — ou ao menos tentando parecer mais comportados. Só que a paz não dura muito. De repente, a gangue é sequestrada por um novo trio de criminosas que não está ali para brincar. As Garotas Malvadas, lideradas por uma leopardo-das-neves estratégica e implacável, precisam de ajuda para executar um roubo ambicioso. E é claro que a confusão está garantida quando se junta quem quer mudar com quem ainda nem pensou nisso.

O elenco original de vozes retorna em grande estilo: Sam Rockwell como o carismático Sr. Lobo, Marc Maron como o rabugento Sr. Cobra, Craig Robinson como o exagerado e adorável Sr. Tubarão, Anthony Ramos no papel do impulsivo Sr. Piranha, e Awkwafina como a genial e sarcástica Srta. Tarântula, ou Webs. Cada um traz seu talento para manter a química afiada do grupo.

A novidade que movimenta a sequência são as Garotas Malvadas, três novas personagens que chegam com personalidade de sobra e um plano mirabolante nas mãos. Danielle Brooks dá voz à líder Kitty Kat, uma leopardo-das-neves tão elegante quanto perigosa. Maria Bakalova interpreta Pigtail, uma javali engenheira vinda da Bulgária, e Natasha Lyonne entra como Doom, uma corvo com faro para golpes e comentários ácidos. O trio chega para bagunçar as dinâmicas já caóticas da antiga gangue.

Baseado nos livros de Aaron Blabey, que já venderam mais de 30 milhões de cópias no mundo, o filme mantém a essência do primeiro longa: humor esperto, ritmo acelerado e personagens que, mesmo improváveis, são cativantes. A sequência aposta na interação entre dois mundos — o dos ex-vilões em reabilitação e o das vilãs profissionais — para explorar com leveza temas como redenção, identidade e o que realmente significa “ser do bem”.

Visualmente vibrante, com direção dinâmica e dublagens afiadíssimas, Os Caras Malvados 2 promete ser uma das grandes animações do ano. Com cenas de ação insanas, diálogos hilários e reviravoltas a cada esquina, a sequência chega para conquistar tanto o público infantil quanto os adultos que se divertiram com o primeiro filme.

A estreia está marcada para 14 de agosto, exclusivamente nos cinemas, com distribuição da Universal Pictures. Prepare-se para torcer, rir e, quem sabe, até repensar quem são os verdadeiros mocinhos da história.

Superman pode dar as caras em Supergirl antes do esperado — e foi o próprio James Gunn quem deixou escapar

0

Nem sempre é preciso uma confirmação oficial para deixar os fãs em alerta máximo. Às vezes, uma frase meio solta, um comentário aparentemente despretensioso… e pronto: o hype está formado. Foi mais ou menos isso que aconteceu quando James Gunn, arquiteto do novo universo cinematográfico da DC, deixou escapar um detalhe curioso durante uma entrevista recente.

Em conversa com o jornalista Brandon Davis, Gunn comentou que o novo Superman pode aparecer novamente em “menos de dois anos”. Mas logo se corrigiu: “Na verdade, antes disso.”

Foi o suficiente para colocar um nome no centro das apostas: Supergirl. Afinal, o longa estrelado pela prima kryptoniana de Clark Kent será o próximo grande capítulo da nova fase da DC Films. E agora, tudo indica que o Azulão pode não só dar uma passada pelo espaço — como pode também ajudar a moldar essa nova heroína em seu próprio caminho.

Um reencontro de órbitas kryptonianas

Com estreia prevista para 2026, Supergirl é descrito como um épico de ficção científica e vingança. Esqueça a versão solar e ingênua da prima do Superman — o que vem aí é uma heroína com traumas profundos, marcada pela dor e forjada em um ambiente hostil, longe da Terra.

Baseado na aclamada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, o filme acompanha Kara Zor-El vagando pelo cosmos ao lado de Ruthye, uma garotinha que perdeu o pai assassinado por um vilão chamado Krem. A missão das duas: justiça — ou algo mais parecido com vingança.

E não será uma jornada solitária: segundo rumores, Krypto, o fiel supercão, também deve integrar a missão, trazendo alívio cômico, fofura e lealdade — três coisas que o universo da DC sempre pode usar mais.

“Duas infâncias. Dois mundos. Dois destinos.”

James Gunn, como sempre, foi direto ao ponto ao explicar por que essa história é tão importante para o futuro da DC: “Vamos ver a diferença entre o Superman, que cresceu amado por pais humanos na Terra, e a Supergirl, que passou os primeiros 14 anos de vida presa num fragmento de Krypton, vendo gente morrer de formas horríveis. Ela não teve a mesma sorte. Ela é mais dura, mais desconfiada, mais bruta.”

Esse contraste de origens e vivências promete ser o coração emocional do filme — e pode abrir caminho para que Clark Kent, agora interpretado por David Corenswet, sirva de espelho, contraponto ou até guia para a Supergirl. Um reencontro de órbitas kryptonianas, cada uma carregando seus próprios fantasmas e esperanças.

A construção cuidadosa de um novo universo

Desde que assumiu o comando criativo da DC Studios, James Gunn deixou claro que quer construir um universo interligado, mas com alma. Nada de apenas conectar filmes por obrigação. A ideia é criar pontes orgânicas, encontros que façam sentido emocional e narrativamente.

E a possível aparição do Superman em Supergirl pode ser exatamente isso: não uma ponta vazia, mas um gesto de acolhimento, uma linha de empatia, um momento que ajude Kara a encontrar sua identidade no meio do caos galáctico — e que, claro, fortaleça os laços entre os dois maiores sobreviventes de Krypton.


O novo DCU está ganhando forma — mais rápido do que esperávamos

Com Superman estreando em julho de 2025 e Supergirl já em fase avançada de desenvolvimento, tudo indica que o novo universo da DC não vai demorar a engrenar. E a estratégia parece clara: começar pelas figuras centrais, dar tempo para cada uma brilhar, mas também mostrar como elas se conectam — em espírito, valores e coração.

Se James Gunn conseguir equilibrar ação, emoção e coerência entre essas histórias, o novo DCU pode, enfim, se tornar o universo que os fãs esperam há tanto tempo.


🌍 Superman chega aos cinemas em julho de 2025.
🚀 Supergirl: Woman of Tomorrow está prevista para 2026.
🐶 E se Krypto realmente aparecer, o universo DC pode até não estar salvo… mas com certeza ficará mais fofo.

Golpe de Mestre é atração do Cinemaço de hoje, 16/02/2025

0

Neste domingo, 16 de fevereiro de 2025, o Cinemaço da TV Globo traz para as telinhas um thriller imperdível: Golpe de Mestre (Ma-Seu-Teo), um filme sul-coreano repleto de ação, mistério e grandes reviravoltas. Com uma trama envolvente que gira em torno de uma fraude financeira e uma perseguição nacional, a produção promete prender o público do começo ao fim. O filme transporta você para uma trama de pura adrenalina, onde o limite entre a moralidade e o crime se mistura de maneira surpreendente.

A história de Golpe de Mestre começa quando um habilidoso vigarista consegue realizar um golpe financeiro de grandes proporções, roubando uma quantia impressionante de dinheiro. Após o crime, ele foge, assume uma nova identidade e desaparece, deixando as autoridades sul-coreanas em alerta. Em resposta, uma unidade especializada em crimes financeiros inicia uma caçada implacável para capturá-lo e recuperar o dinheiro roubado. O filme, portanto, se desenrola como um verdadeiro jogo de gato e rato, onde cada movimento pode ser a diferença entre a vitória ou a derrota.

A narrativa de Golpe de Mestre não se limita a uma simples perseguição. Ao contrário, o enredo explora a complexidade de seus personagens, revelando suas motivações, dilemas éticos e os desafios enfrentados na busca por justiça. A medida que a história avança, os espectadores são apresentados a reviravoltas inesperadas e momentos de pura tensão, que aumentam ainda mais o suspense da trama. A cada cena, o público é mantido à beira do assento, torcendo pelos heróis e desconfiando das intenções dos vilões.

O filme é estrelado por um elenco de peso, com Dong-Won Gang, Woo-Bin Kim, Byung-Hun Lee e Ji-Won Uhm dando vida a personagens complexos e cheios de nuances. As atuações são intensas e emocionantes, e os atores conseguem capturar a tensão de seus papéis, tornando a experiência cinematográfica ainda mais envolvente. Cada personagem traz uma camada adicional de mistério à trama, o que torna cada interação e cada decisão crucial para o desenrolar da história.

Sob a direção de Ui-Seok Jo, Golpe de Mestre se destaca pela forma como mistura ação e suspense psicológico. O diretor cria um clima de constante incerteza, onde a linha entre o bem e o mal se torna cada vez mais turva. Com cenas de ação eletrizantes e momentos de grande tensão, o filme mantém o público imerso na história, até o último segundo. A direção de Jo é precisa e mantém o ritmo acelerado, o que garante que o filme nunca perca o interesse, levando os espectadores em uma jornada que não dá trégua.

Se você está em busca de um filme de ação e mistério, Golpe de Mestre é a escolha ideal para o seu domingo. A trama instigante, o elenco talentoso e a direção competente fazem deste thriller uma produção imperdível. Não deixe de conferir a exibição de Golpe de Mestre neste domingo, 16 de fevereiro, no Cinemaço da TV Globo.

Universal Pictures apresenta primeiro trailer oficial de Downton Abbey: O Grande Final

0
Foto: Reprodução/ Internet

Depois de anos encantando o público com suas histórias de amor, conflitos familiares e transformações sociais, Downton Abbey está prestes a encerrar seu ciclo de maneira definitiva. Nesta segunda-feira, a Universal Pictures lançou o primeiro trailer de Downton Abbey: O Grande Final, o último capítulo dessa saga que conquistou o mundo e se tornou muito mais que uma simples série — virou um fenômeno cultural. Abaixo, veja o vídeo divulgado:

Quem acompanha a trajetória da família Crawley e seus dedicados empregados sabe que cada temporada, cada episódio, trouxe um mergulho profundo em um momento crucial da história britânica, aliado a personagens que ganharam vida e coração de milhões. Agora, com o filme que estreia em 11 de setembro, chega a hora de dizer adeus a essas figuras tão queridas, mas não sem antes viver uma trama carregada de emoção, reviravoltas e beleza.

Uma das razões pelas quais Downton Abbey conseguiu emocionar tantos espectadores é a presença forte e complexa de Lady Mary Talbot, interpretada magistralmente por Michelle Dockery. Vencedora de três prêmios SAG por seu trabalho, Dockery retorna para o grande final carregando toda a força da personagem que, durante anos, foi sinônimo de elegância, determinação e vulnerabilidade.

No filme, Mary assume o comando da propriedade em um momento delicado de sua vida — enfrentando um divórcio e navegando por novos relacionamentos. Essa narrativa não é apenas um drama pessoal, mas também um símbolo maior: o choque entre a tradição da aristocracia e as mudanças inevitáveis da modernidade. Ver Mary liderando Downton Abbey é, portanto, um convite para refletirmos sobre os desafios de qualquer liderança em tempos de transformação.

Um elenco que transforma a história em vida

Além de Michelle Dockery, o filme conta com a participação de vários atores que já são rostos familiares para quem ama Downton Abbey. Elizabeth McGovern, a Condessa Viúva de Grantham, volta para trazer sua sabedoria e graça, representando o elo com o passado da família.

Samantha Bond, conhecida pelo público por seu trabalho em James Bond, retorna para dar voz a outro personagem importante na trama. Hugh Bonneville, que muitos conhecem por dar vida ao pai da família, traz seu carisma único, enquanto Jim Carter, sempre impecável, completa o grupo com sua interpretação sensível.

Essa reunião de talentos, que se entregam de corpo e alma aos seus papéis, é o que torna a despedida de Downton Abbey tão especial e genuína.

O contexto histórico que faz de Downton Abbey uma janela para o passado

Ambientado no verão de 1930, o filme leva o espectador a um período de grandes mudanças. A aristocracia, antes quase intocável, passa a enfrentar as pressões de um mundo que se moderniza rapidamente — seja pela política, pela economia ou pelos novos costumes sociais.

A história de Downton Abbey nunca foi só sobre uma mansão ou uma família, mas sobre a maneira como esses personagens viviam e sentiam esses tempos de transformação. O “Grande Final” continua esse legado, mostrando romances, escândalos, alianças e conflitos que refletem essa tensão entre passado e futuro.

Por que esse último capítulo importa?

O fim de uma história tão marcante não é apenas um encerramento para os fãs, mas um momento de reflexão sobre o que acompanhamos ao longo dos anos. Downton Abbey sempre mostrou que as relações humanas — de amor, poder, lealdade e dúvida — são o que dão sentido ao tempo e à história.

Assistir a esse último filme é como encontrar velhos amigos para uma última conversa, onde cada gesto, cada olhar e cada palavra tem um peso especial. É o momento de ver os personagens crescerem, enfrentarem seus medos e aceitarem o que o futuro lhes reserva.

A direção sensível de Simon Curtis

O comando do diretor Simon Curtis garante que o filme não perca a essência da franquia: atenção aos detalhes, diálogos carregados de emoção e uma atmosfera que transporta o público diretamente para Downton Abbey. Com a produção de Julian Fellowes, criador da série original, e a parceria de Gareth Neame e Liz Trubridge, “O Grande Final” é o resultado de uma equipe apaixonada que entende a importância de uma despedida digna.

Desde o anúncio do filme, as redes sociais vêm fervendo com expectativas, teorias e emoções à flor da pele. Muitos compartilham memórias afetivas ligadas à série e aos filmes anteriores, reforçando o impacto que essa história teve em suas vidas.

Downton Abbey transcendeu o entretenimento. Ela se tornou um espelho onde muita gente viu suas próprias histórias de família, desafios pessoais e mudanças de época. E esse legado vai muito além das telas.

Para quem já é fã, a dica é aproveitar as próximas semanas para revisitar as temporadas e os filmes anteriores — um passeio por todos os momentos que construíram esse universo tão rico. Para os novos espectadores, esta pode ser a chance perfeita de conhecer uma narrativa envolvente, bem construída e carregada de humanidade.

“Para Sempre Minha” | Terror psicológico que promete te deixar desconfiando até de quem você ama ganha data de estreia no Brasil

0
Foto: Reprodução/ Internet

Você realmente conhece quem dorme ao seu lado?

Essa pergunta, tão simples e tão perturbadora, é o ponto de partida do novo filme de terror psicológico “Para Sempre Minha” (Keeper, no original), dirigido por Osgood Perkins, o mesmo responsável por pérolas sombrias como O Macaco (2025) e o perturbador Longlegs (2024). Com estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 13 de novembro, a produção traz no elenco a sempre intensa Tatiana Maslany (de Orphan Black e She-Hulk) e Rossif Sutherland (Possessor, Reign), em uma história onde o terror vem de dentro, do silêncio, do isolamento… e do outro.

Esqueça sustos fáceis e fantasmas barulhentos. Aqui, o medo é construído no olhar que dura tempo demais, no quarto que parece pequeno demais, na pergunta que fica no ar: o que eu não sei sobre a pessoa que amo?

Fim de semana romântico, só que não

A trama é relativamente simples — e esse é justamente o truque. Para Sempre Minha acompanha o casal Liz (Maslany) e Malcolm (Sutherland), que decide fazer uma escapada romântica até uma cabana isolada no meio do nada. O clima é intimista, tranquilo, e tudo parece correr bem. Mas, de repente, Malcolm recebe um chamado misterioso e precisa voltar à cidade às pressas, deixando Liz sozinha no local.

Até aí, nada que a gente já não tenha visto em outros filmes. Só que o que começa como um “momento de silêncio e vinho quente” se transforma rapidamente em uma descida ao desconhecido. Liz começa a perceber que não está sozinha naquela casa. Mas o que está ali com ela não é exatamente alguém. É algo. Um mal indescritível, quase invisível, que aos poucos vai revelando segredos enterrados — e perturbadores — sobre aquele lugar, sobre Malcolm e até sobre Liz mesma.

E aí fica a dúvida: o perigo está na cabana ou estava com ela o tempo todo?

O terror da dúvida (e da intimidade)

Em entrevista recente, o diretor Osgood Perkins — que, vale lembrar, é filho de Anthony Perkins, o eterno Norman Bates de Psicose — explicou que a essência de Para Sempre Minha está na desconfiança silenciosa que pode crescer dentro de uma relação. “É um filme sobre quem é seu parceiro, o que você acha que sabe sobre ele, e o desejo de voltar no tempo para quando tudo parecia mais simples”, disse Perkins. “É sobre intimidade e ilusão. E o quanto isso pode ser aterrorizante.”

A proposta do diretor não é entregar um “terror de sustos”, mas sim um terror psicológico sutil, que vai se enroscando no espectador como uma dúvida que não se resolve. É sobre se sentir preso em uma situação em que tudo parece normal — até que você começa a perceber que nada é o que parece.

E isso, convenhamos, é muito mais assustador do que qualquer espírito com cara deformada.

Tatiana Maslany: mais uma vez, entregue e vulnerável

Tatiana Maslany é daquelas atrizes que não têm medo de ir fundo. Em Orphan Black, ela interpretou quase uma dezena de personagens diferentes com uma entrega impressionante. Em Para Sempre Minha, ela carrega praticamente o filme inteiro nas costas — e na expressão.

Sua Liz é, ao mesmo tempo, sensível, esperta e assustada. Não é uma daquelas protagonistas que corre gritando pela floresta. Liz observa, pensa, tenta entender. E justamente por isso, quando o terror começa a se manifestar, ele é absorvido pelo espectador com a mesma intensidade emocional que ela sente. Não há alívio. Só inquietação.

Rossif Sutherland, por sua vez, entrega um Malcolm enigmático, com uma calma quase irritante. Ele é carinhoso, gentil, mas há algo nele que incomoda. Aquelas pequenas pausas antes de responder. A forma como ele evita certos assuntos. Como ele desaparece.

E quando ele vai embora da cabana… bom, as perguntas começam a gritar.

Uma produção discreta, mas promissora

O roteiro é assinado por Nick Lepard, e a produção ficou por conta de Chris Ferguson e Jesse Savath, pela produtora Oddfellows. O filme foi gravado de forma bastante contida — uma locação principal, elenco enxuto — mas isso só reforça a proposta: o horror vem da intimidade, não da grandiosidade.

As filmagens foram concluídas em julho de 2024, e o longa foi rapidamente apresentado ao mercado de Cannes, onde a Neon (mesma distribuidora de Parasita nos EUA) garantiu os direitos para o território americano e também para vendas internacionais. No Canadá, a distribuição será da Elevation Pictures. No Brasil, quem traz o filme para as telonas é a Diamond Films, que já confirmou: estreia em 13 de novembro de 2025.

Originalmente, o lançamento estava previsto para outubro, mas o estúdio decidiu adiar para novembro — provavelmente para fugir do congestionamento de estreias de Halloween e dar ao filme o espaço mais intimista que ele merece.

O estilo Osgood Perkins: terror que conversa baixinho (mas arrepia fundo)

Quem já viu outros filmes de Osgood Perkins sabe o que esperar — ou melhor, o que não esperar. Ele não gosta de pressa. Seus filmes são silenciosos, elegantes, quase poéticos. Ele faz o horror parecer uma lembrança triste. Ou um segredo mal resolvido.

O Macaco, lançado no início de 2025, dividiu opiniões, mas foi elogiado pela crítica por seu estilo atmosférico e sua narrativa introspectiva. Longlegs, com Nicolas Cage, foi um sucesso entre os fãs de terror mais hardcore, mas também se destacou pelo visual onírico e pelo desconforto crescente.

Para Sempre Minha parece unir o melhor desses dois mundos: uma narrativa de horror emocional com elementos sobrenaturais sutis, mas intensos. Um filme que não precisa gritar para te deixar com medo — ele só precisa olhar pra você de volta.

Para quem é esse filme?

Se você gosta de histórias de casa assombrada, mas está cansado das fórmulas repetidas…

Se você curte filmes em que o medo cresce devagar, como uma rachadura no teto…

Se você já duvidou da pessoa que ama, mesmo sem motivo aparente…

Então Para Sempre Minha é pra você.

É aquele tipo de terror que não te deixa dormir porque faz você pensar demais, e não porque te deu um susto barato. É sobre como o amor pode esconder coisas feias, e como o medo às vezes mora bem ali, do lado da saudade.

Expectativas? Lá no alto.

Mesmo sem ser uma megaprodução de estúdio, Para Sempre Minha vem cercado de boas expectativas:

  • Um elenco forte e elogiado;
  • Um diretor que entende de terror como construção emocional;
  • Uma estreia em um mês estratégico, perto do Oscar (sim, filmes de terror andam entrando nessa briga também);
  • E uma temática que, de tão íntima, acerta onde dói.

Além disso, a distribuição pela Neon nos EUA é um ótimo sinal. A empresa tem apostado em narrativas autorais, arriscadas e com grande apelo entre público e crítica. Eles não compram qualquer coisa — e quando compram, geralmente entregam algo que vale a pena.

Scarlet, o novo épico de Mamoru Hosoda, ganha trailer ao som de Mana Ashida

0

O premiado diretor japonês Mamoru Hosoda, responsável por algumas das obras mais sensíveis e inventivas da animação contemporânea, está de volta com um novo projeto que promete emocionar o público. Seu próximo filme, Scarlet, ganhou um trailer inédito ao som de “Hateshi naki”, canção-tema interpretada pela atriz e cantora Mana Ashida, que também dá voz à protagonista. Abaixo, confira o vídeo:

Produzido pelo Studio Chizu, o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2025 no Japão e já vem sendo apontado como um dos títulos mais aguardados do ano. No Brasil, a previsão é que o filme chegue aos cinemas apenas em 2026, ainda sem data definida. As informações são do site O Vício.

Uma fábula sobre vingança, tempo e redenção

Descrito como uma mistura de fantasia medieval e ficção temporal, a trama acompanha a jornada de uma princesa espadachim que viaja através do tempo e do espaço em busca de vingança pelo assassinato do pai. No entanto, o destino a conduz a um confronto mais profundo — não apenas com o inimigo, mas com os próprios sentimentos que a movem.

Após uma batalha que a deixa gravemente ferida, Scarlet desperta em um mundo moderno e surreal, onde conhece um jovem idealista que a ajuda a reencontrar seu propósito. É nesse encontro improvável entre eras e ideais que a protagonista começa a questionar o peso da vingança e o verdadeiro significado de liberdade.

Combinando ação, emoção e filosofia, Hosoda constrói um conto épico sobre a dor e a cura — temas recorrentes em sua filmografia, mas agora revisitados sob uma perspectiva mais sombria e madura.

O mestre da emoção

Para quem acompanha o cinema japonês, o nome Mamoru dispensa apresentações. O diretor já foi aclamado por produções como Guerras de Verão (2009), Crianças Lobo (2012) e o visualmente deslumbrante BELLE (2021), que foi indicado ao Oscar e consolidou Hosoda como um dos grandes contadores de histórias da atualidade.

Em Scarlet, ele assina tanto o roteiro quanto a direção, mergulhando novamente em suas obsessões criativas: o choque entre mundos, o amadurecimento emocional e as relações humanas diante do impossível. “Quis explorar o que resta de nós quando tiramos tudo — a glória, o poder e o tempo. Scarlet é sobre o que sobra: a alma”, declarou o diretor em entrevista recente à imprensa japonesa.

Recepção antecipada e trilha sonora poderosa

Apresentado fora de competição no 82º Festival de Veneza, o longa arrancou aplausos de pé e elogios por sua direção artística e pela performance vocal de Mana Ashida, que já havia trabalhado com Hosoda em O Menino e o Mundo dos Demônios. A canção “Hateshi naki”, composta especialmente para o filme, tem sido descrita como um hino de esperança após a dor, e promete marcar presença entre as trilhas mais memoráveis do cinema japonês recente.

Lançamento internacional e planos futuros

A distribuição japonesa ficará por conta da Toho, enquanto a Sony Pictures Classics será responsável pelo lançamento internacional, com uma exibição especial de qualificação a prêmios prevista para o fim de 2025. O lançamento comercial fora do Japão deve ocorrer em fevereiro de 2026, com forte aposta em festivais e indicações.

Como Nasce um Rio | Curta baiano vence festival LGBTQIA+ e conquista plateias ao redor do mundo

0

Uma animação brasileira está comovendo plateias ao redor do mundo ao tratar com lirismo e profundidade temas como identidade, desejo e pertencimento. Vencedor do prêmio de Melhor Curta L no 14º Festival Rio LGBTQIA+, Como Nasce um Rio, dirigido por Luma Flôres, é um exemplo do poder do cinema em criar pontes afetivas entre vivências individuais e coletivas.

Produzido pela Mulungu Realizações Culturais em parceria com a Anomura Filmes, o curta mergulha na jornada íntima de Ayla, uma personagem LGBTQIA+ em processo de descoberta e reconciliação consigo mesma. Longe de seguir uma narrativa convencional, a obra propõe uma experiência sensorial, onde som, imagem e movimento compõem uma linguagem simbólica que emociona, convida à escuta e evoca memórias.

Uma fábula visual sobre corpo, tempo e identidade

Com 8 minutos de duração, Como Nasce um Rio não busca explicações fáceis ou discursos didáticos. A proposta da diretora Luma Flôres é outra: abrir espaço para o silêncio, a contemplação e a fluidez — como um rio que encontra seus próprios caminhos. O curta traduz em poesia visual a vivência de alguém que aprende a aceitar os próprios desejos e a viver o corpo como território de existência.

A fotografia de Maíra Moura Miranda, a trilha sonora de Andrea Martins e a montagem delicada de Karol Azevedo completam uma estética que se distancia do óbvio. O filme não fala sobre resistência com gritos, mas com sutileza. E talvez seja justamente por isso que ele reverbera com tanta força.

Reconhecimento que atravessa fronteiras

Após o prêmio no Festival Rio LGBTQIA+, um dos mais importantes do país no debate de gênero e diversidade, Como Nasce um Rio segue colecionando reconhecimentos internacionais. A animação já foi selecionada para o Tribeca Film Festival, em Nova York, para o Melbourne International Animation Festival, na Austrália, e para o Anifilm, na República Tcheca. Em sua nova fase, o curta entra na programação do 78º Edinburgh International Film Festival, um dos mais tradicionais do mundo, além de festivais na Suíça, Hong Kong, Canadá, Croácia e Kosovo.

No Brasil, o filme também foi destaque no XX Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, vencendo tanto o júri oficial quanto o júri das associações BRADA, API e GAMA, que destacaram a força estética e a relevância política da obra.

Produção independente, identidade coletiva

Por trás do curta está a Mulungu Realizações Culturais, produtora baiana que tem se consolidado como referência na realização de conteúdos autorais com protagonismo de mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+. O histórico da empresa inclui longas como Menarca, Receba! e o documentário Cais, além da coprodução de Mulheres Negras em Rotas de Liberdade, projeto filmado no Brasil e na África com participação de nomes como Sueli Carneiro, Luedji Luna e Conceição Evaristo.

almanaque recomenda