No clima do Natal, Supercine aposta em romance e representatividade com “Alguém Avisa?” neste sábado (20)

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Na noite deste sábado, 20 de dezembro, a TV Globo exibe no Supercine a comédia romântica “Alguém Avisa?” (Happiest Season), uma produção que une romance, humor, conflitos familiares e representatividade. O filme surge como uma alternativa às tradicionais histórias natalinas, trazendo uma narrativa contemporânea e sensível, capaz de dialogar com diferentes públicos sem perder o espírito acolhedor característico dessa época do ano.

Lançado em 2020, o longa marca a estreia de Clea DuVall na direção de um filme de estúdio e carrega forte influência autobiográfica. A cineasta se inspira em vivências pessoais para contar uma história que conversa diretamente com o público LGBTQIA+, mas que também toca qualquer espectador que já enfrentou o medo de não ser aceito pela própria família.

A trama acompanha Abby, interpretada por Kristen Stewart, uma mulher segura, determinada e profundamente apaixonada por sua namorada Harper, vivida por Mackenzie Davis. Decidida a dar um passo importante no relacionamento, Abby planeja pedir Harper em casamento durante a tradicional festa de Natal da família da companheira, acreditando que aquele seria o cenário perfeito para um momento inesquecível. No entanto, ao chegar à casa dos sogros, ela descobre que Harper nunca contou aos pais conservadores que é lésbica e que o relacionamento das duas permanece em segredo.

A revelação muda completamente o clima da viagem. O que deveria ser uma celebração se transforma em uma semana marcada por mentiras, silêncios constrangedores e situações desconfortáveis. O roteiro constrói esse conflito de forma gradual, equilibrando cenas de humor com momentos de forte carga emocional, mostrando como o medo da rejeição pode impactar escolhas e desgastar relações afetivas.

Kristen Stewart entrega uma atuação contida e sensível, dando profundidade a uma personagem que tenta manter a dignidade enquanto lida com frustrações e sentimentos de invisibilidade. Abby representa muitas pessoas que, em algum momento, precisaram esconder partes de si para se encaixar em ambientes familiares ou sociais. A atriz aposta em sutilezas, olhares e pausas que tornam sua personagem extremamente humana e fácil de se identificar.

Já Mackenzie Davis interpreta Harper como alguém dilacerada entre o amor que sente por Abby e o temor de decepcionar os pais. Criada em um lar conservador, ela construiu uma imagem perfeita para atender às expectativas familiares, mesmo que isso significasse negar sua própria identidade. Embora algumas atitudes da personagem possam gerar incômodo no público, o filme se preocupa em contextualizar suas escolhas, mostrando que o processo de se assumir nem sempre é simples ou imediato.

O elenco coadjuvante contribui de forma significativa para enriquecer a narrativa. Alison Brie se destaca como Sloane, a irmã de Harper, trazendo tensão e competitividade para a dinâmica familiar. Aubrey Plaza rouba a cena como Riley, uma antiga amiga que carrega suas próprias dores relacionadas à falta de aceitação. Dan Levy, no papel de John, melhor amigo de Abby, oferece leveza e carisma, funcionando como um apoio emocional fundamental e trazendo reflexões importantes sobre amor-próprio e limites nos relacionamentos.

Ambientado durante o Natal, o filme utiliza a data como um elemento simbólico, indo além da decoração e das tradições. A festividade aparece tanto como um momento de união quanto como um período de pressão emocional, no qual expectativas familiares ficam ainda mais evidentes. O roteiro propõe reflexões sobre até que ponto vale a pena esconder quem se é para manter aparências e destaca a importância do diálogo e da empatia nos processos de aceitação.

Para quem deseja assistir “Alguém Avisa?” fora da TV aberta, o filme também está disponível em diferentes plataformas digitais. No streaming por assinatura, a produção pode ser encontrada no Sony One, oferecendo acesso prático para quem já é assinante do serviço. Já no formato VOD, o longa pode ser alugado no Prime Video, com valores a partir de R$ 6,90.

Jacarés à solta! Predadores Assassinos é a atração do Cinemaço deste domingo, 25/05

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de filme com adrenalina pura, respiração presa e aquele suspense que faz até o sofá parecer perigoso… pode preparar a pipoca! O Cinemaço deste domingo, 25 de maio de 2025, vai te deixar grudado na TV com Predadores Assassinos — um daqueles filmes em que tudo que pode dar errado… dá errado mesmo!

A história é o seguinte: durante um furacão poderoso que devasta uma cidade da Flórida, uma jovem (vivida por Kaya Scodelario) ignora os alertas de evacuação e volta à sua antiga casa para tentar resgatar o pai (interpretado por Barry Pepper), que está ferido e preso no porão. Até aí já seria uma missão complicada, certo?

Mas a coisa piora. MUITO.

Além da água subindo rapidamente e da casa desmoronando aos poucos, eles descobrem que não estão sozinhos: jacarés gigantes e famintos invadiram o local, trazidos pela enchente, e estão sedentos… por mais do que água. A partir daí, começa uma batalha desesperadora por sobrevivência, com cenas que vão fazer você dar aquele gritinho interno (ou externo mesmo, tá tudo bem!).

O filme, no original chamado Crawl, foi dirigido por Alexandre Aja, que já tem um histórico respeitável no gênero terror e suspense. Ele sabe como prender a atenção do começo ao fim, e em “Predadores Assassinos” entrega um verdadeiro show de tensão, com direito a água até o pescoço — literalmente.

No elenco, além de Scodelario e Pepper, temos também Morfydd Clark, completando o trio de rostos conhecidos. Mas a grande estrela mesmo são os jacarés digitais que parecem saídos de um pesadelo molhado.

Então, se você curte um bom filme de desastre com pitadas de terror e muito aperto no coração, essa é a pedida certa pra fechar o domingo com emoção.

Saiba quando Springsteen: Salve-me do Desconhecido chega ao streaming Disney+ e descubra o filme que revela o lado mais íntimo de Bruce Springsteen

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Foto: Macall Polay. © 2025 20th Century Studios. All Rights Reserved

Os fãs de Bruce Springsteen já podem se preparar para rever um dos capítulos mais íntimos e decisivos da carreira do músico. A cinebiografia Springsteen: Salve-me do Desconhecido, estrelada por Jeremy Allen White, acaba de ganhar data para estrear no streaming. O filme chega ao Disney+ no dia 23 de janeiro, ampliando seu alcance após a passagem pelos cinemas.

Diferente das cinebiografias tradicionais que percorrem toda a trajetória de um artista, o longa escolhe um recorte específico e simbólico da vida de Springsteen. A narrativa se concentra no período de criação do álbum Nebraska, lançado em 1982, quando o cantor ainda era um jovem músico às vésperas do estrelato mundial. Naquele momento, cercado por expectativas, pressões da indústria e conflitos pessoais, Springsteen tomou uma decisão inesperada que mudaria sua carreira.

Em vez de seguir a lógica de grandes estúdios e produções grandiosas, ele optou pelo recolhimento. Gravado de forma caseira em um gravador de quatro faixas, no quarto do músico em Nova Jersey, Nebraska nasceu como um trabalho cru, silencioso e profundamente introspectivo. O disco se afastou do rock expansivo que o tornaria mundialmente famoso para dar voz a personagens marginalizados, trabalhadores comuns e figuras presas em ciclos de frustração, solidão e busca por redenção.

O filme acompanha esse processo de criação como um mergulho emocional. Jeremy Allen White constrói um Bruce Springsteen contido, observador e em constante embate interno. Sua atuação evita exageros e aposta em nuances, revelando um artista dividido entre o desejo de pertencer, o medo do sucesso e a necessidade de transformar dores pessoais em arte. O resultado é um retrato humano e sensível, que revela o homem por trás do ícone.

As filmagens começaram em 28 de outubro de 2024, com locações principalmente em Nova York e Nova Jersey, regiões profundamente conectadas à identidade de Springsteen. A produção também passou por Los Angeles, mas foi no litoral e nas cidades do entorno de Nova Jersey que o filme encontrou sua atmosfera mais autêntica. Durante o processo, o próprio Bruce Springsteen visitou diversas vezes os sets de gravação, acompanhando de perto a reconstrução de momentos importantes de sua história.

O músico esteve presente em gravações em Rockaway e Bayonne, além de passar por Asbury Park, Meadowlands e Freehold Borough, locais emblemáticos em sua trajetória pessoal e artística. As filmagens foram encerradas em 11 de janeiro de 2025, novamente em Asbury Park, reforçando o caráter simbólico do projeto.

Lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 24 de outubro de 2025 pela Walt Disney Studios Motion Pictures, o filme chegou ao Brasil em 30 de outubro do mesmo ano. Agora, com a estreia no Disney+, a obra ganha uma nova vida e a chance de alcançar públicos que talvez não tenham tido contato com esse momento menos conhecido da carreira de Springsteen.

Invasão | Terceira temporada da série da Apple TV+ ganha trailer eletrizante e data de estreia

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Foto: Reprodução/ Internet

A humanidade volta a encarar o desconhecido. A Apple TV+ revelou o aguardado trailer da terceira temporada de Invasão (Invasion), série de ficção científica criada por Simon Kinberg e David Weil, com estreia marcada para 22 de agosto de 2025. A nova leva de episódios promete intensificar o caos instaurado no planeta após a chegada dos alienígenas, aprofundando os dilemas humanos em meio à destruição e ao medo.

Estrelada por um elenco internacional — com Golshifteh Farahani, Shioli Kutsuna, Shamier Anderson, India Brown, Billy Barratt, entre outros —, a série retorna com novos confrontos, perdas e reconfigurações emocionais. O mundo, já profundamente alterado pela ameaça extraterrestre, mergulha em um estado de guerra total.

A ficção científica como espelho emocional

Lançada em 2021, Invasão fugiu da rota tradicional de séries do gênero ao investir menos na ação frenética e mais no impacto subjetivo do colapso global. Em vez de se fixar apenas na ameaça alienígena, a narrativa se expande a partir de múltiplos pontos de vista, em diferentes partes do mundo, retratando o desespero, a resiliência e os conflitos humanos com sensibilidade e complexidade.

Ao transitar entre os Estados Unidos, o Japão, o Oriente Médio e a Europa, a série constrói um mosaico geopolítico e cultural raro em produções sci-fi. A alienação causada pela presença invasora funciona como metáfora para o isolamento, a perda e o sentimento de impotência diante de forças que escapam ao controle humano.

O que traz a terceira temporada

O novo trailer antecipa um cenário mais sombrio e direto: a invasão, que antes se desenhava como ameaça silenciosa, agora assume formas devastadoras e concretas. Cidades entram em colapso, governos se fragmentam e a conexão entre as pessoas — já fragilizada — torna-se ainda mais tênue.

No centro da narrativa, Aneesha Malik (Farahani) continua em fuga com os filhos, enfrentando não apenas os horrores externos, mas também os internos: a perda, o luto e a necessidade de manter os laços familiares em meio à ruína. Trevante Cole (Anderson), ex-militar, se vê cada vez mais envolvido em iniciativas de resistência, enquanto a cientista Mitsuki Yamato (Kutsuna) se aprofunda em sua busca pela comunicação com os alienígenas — e talvez com o próprio sentido da vida diante do desconhecido.

A temporada também amplia o protagonismo juvenil, com India Brown e Billy Barratt ganhando destaque como jovens que tentam entender e reagir ao mundo à beira do abismo. Mais do que esperança, eles representam uma nova forma de consciência — menos baseada no controle e mais aberta à escuta e à adaptação.

Um dos pilares da série é seu elenco global, que dá corpo a uma narrativa igualmente plural. O drama se constrói a partir da experiência de personagens que vivem realidades profundamente distintas — mas interligadas pela mesma catástrofe. Em um mundo fraturado, as histórias cruzadas revelam como a sobrevivência, a empatia e a resistência ganham formas diferentes, mas igualmente essenciais.

O retorno de nomes como Enver Gjokaj, Nedra Marie Taylor e Naian González Norvind adiciona novas camadas às tramas já conhecidas, ampliando o leque de conflitos éticos, científicos e afetivos.

Com uma estética que privilegia o silêncio e a tensão crescente, a série conquistou um público fiel ao longo de suas duas primeiras temporadas. Apesar de críticas iniciais à sua abordagem contemplativa, a série encontrou espaço entre espectadores que valorizam construções lentas, mas densas — onde o verdadeiro horror se revela nos gestos contidos, nas despedidas silenciosas e nas decisões difíceis.

Indicada ao Visual Effects Society Awards, a série também impressiona pela excelência técnica: a fotografia minimalista, os efeitos visuais realistas e a trilha sonora inquietante criam uma atmosfera que evoca tanto a grandiosidade do espaço quanto a vulnerabilidade do ser humano.

Saiba qual filme vai passar no Domingo Maior de hoje, 11 de janeiro, na TV Globo

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O Domingo Maior de hoje, 11 de janeiro de 2026, traz para a tela da TV Globo o filme “Elysium”, uma ambiciosa produção de ficção científica que combina ação, crítica social e espetáculo visual. Lançado em 2013, o longa é escrito e dirigido por Neill Blomkamp (Distrito 9, Chappie), cineasta conhecido por usar o gênero sci-fi como ferramenta para discutir desigualdade, exclusão e poder.

Estrelado por Matt Damon (Bourne – Identidade Desconhecida, Perdido em Marte), Jodie Foster (O Silêncio dos Inocentes, Contato), Wagner Moura (Tropa de Elite, Narcos), Alice Braga (Eu Sou a Lenda, Esquadrão Suicida), Sharlto Copley (Distrito 9, Maleficent) e Diego Luna (Rogue One: Uma História Star Wars, Narcos: Mexico), Elysium apresenta um futuro distópico em que a divisão de classes atinge níveis extremos.

A história se passa em 2154 (ou 2159, em algumas versões de divulgação), quando a humanidade está literalmente separada em dois mundos. Os mais ricos vivem em Elysium, uma gigantesca estação espacial em formato de cilindro que oferece luxo absoluto, segurança e tecnologia avançada capaz de curar qualquer doença por meio das chamadas Med-Bays. Já o restante da população sobrevive na Terra, agora superpovoada, poluída, empobrecida e patrulhada por robôs policiais violentos.

O protagonista é Max Da Costa (Matt Damon), um ex-ladrão de carros que tenta levar uma vida honesta trabalhando em uma fábrica da poderosa Armadyne Corp, empresa responsável pela construção de Elysium. Durante um grave acidente de trabalho, Max é exposto a uma dose letal de radiação e descobre que tem apenas alguns dias de vida. Sem acesso a tratamento médico na Terra, ele passa a ver a estação espacial como sua única chance de sobrevivência.

Enquanto isso, em Elysium, a rígida e implacável Jessica Delacourt (Jodie Foster), secretária de Defesa da estação, faz de tudo para preservar o estilo de vida da elite, mesmo que isso signifique violar direitos humanos e ordenar ataques contra naves de imigrantes ilegais. Para executar suas ordens na Terra, ela conta com o mercenário Kruger (Sharlto Copley), um personagem brutal e imprevisível.

Determinando a mudar seu destino, Max procura Spider (Wagner Moura), um hacker e líder de um grupo clandestino responsável por enviar pessoas ilegalmente para Elysium. Spider aceita ajudá-lo, desde que Max participe de uma missão extremamente perigosa: roubar dados sigilosos de John Carlyle (William Fichtner – O Cavaleiro das Trevas, Fuga da Prisão), CEO da Armadyne. Para isso, Max passa por uma cirurgia improvisada que instala um exoesqueleto em seu corpo, aumentando drasticamente sua força e resistência.

A missão, no entanto, sai do controle e desencadeia uma verdadeira caçada humana. Ferido e perseguido, Max encontra abrigo na casa de Frey (Alice Braga), uma antiga amiga de infância e enfermeira que luta para salvar a filha Matilda, diagnosticada com leucemia. A situação torna o dilema moral ainda mais forte, colocando Max diante de uma escolha que pode mudar não apenas sua vida, mas o destino de toda a humanidade.

À medida que a trama avança, o filme revela que as informações armazenadas no cérebro de Max são capazes de reiniciar o sistema de Elysium, tornando todos os habitantes da Terra cidadãos legítimos da estação. A partir daí, Elysium assume de vez seu tom político e simbólico, discutindo imigração, acesso à saúde, desigualdade social e o preço do sacrifício individual em prol do bem coletivo.

Visualmente, o longa mantém a marca registrada de Neill Blomkamp: efeitos especiais realistas, cenários futuristas sujos e uma estética que mistura alta tecnologia com decadência social. Apesar de dividir opiniões na época do lançamento, Elysium se destacou pelo debate que propõe e pela força de suas imagens, tornando-se presença frequente nas exibições da TV aberta.

No Conversa com Bial desta segunda (04/08), Fernanda Keller e Fernanda Maciel contam suas histórias de superação e amor pelos desafios

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Na noite desta segunda, 4 de agosto de 2025, o programa Conversa com Bial abre espaço para um encontro raro e inspirador: duas mulheres que desafiam limites físicos e mentais, que vivem intensamente o esporte como forma de vida e transformação. De um lado, Fernanda Keller, a incansável triatleta que há décadas desafia as provas mais difíceis do planeta; do outro, Fernanda Maciel, ultramaratonista e alpinista que corre entre os picos mais altos do mundo como quem respira. Com simplicidade e profundidade, as duas dividiram não apenas números e títulos, mas emoções, histórias de superação e o que realmente as move para seguir em frente, mesmo diante das maiores dificuldades.

Fernanda Keller: a mulher que faz do triatlo uma missão de vida

Keller é sinônimo de resistência. Aos 60 anos, a carioca de Niterói carrega no corpo e na alma a experiência de quem já viveu dezenas de Ironmans — competições que combinam natação, ciclismo e corrida por horas a fio. Ela não é só uma atleta; é uma lenda viva do triatlo mundial, reconhecida por ter participado 23 vezes consecutivas do Ironman do Havaí, e por ter terminado 14 vezes entre as 10 melhores do mundo.

No programa, Fernanda vai falar com a serenidade de quem conhece a dor, mas não se deixa vencer por ela. Ela conta como o esporte transformou sua vida e como a disciplina e o foco são aliados essenciais em cada prova, seja a mais dura ou a mais simples. Mas seu legado vai além das medalhas: ela criou o Instituto Fernanda Keller, que há mais de 25 anos oferece gratuitamente aulas de triatlo para crianças e jovens de comunidades carentes em Niterói.

Fernanda Maciel: entre montanhas e ultramaratonas, a coragem que corre no sangue

Enquanto Keller é a rainha das distâncias no triatlo, Fernanda Maciel é a mulher que desafia os limites da corrida e da escalada pelas alturas do mundo. Mineira de Belo Horizonte, ela começou a correr quando criança, inicialmente para escapar do transporte escolar e treinar ginástica. Mais tarde, virou ultramaratonista, especialista em correr por trilhas íngremes e terrenos selvagens.

Com um currículo impressionante, a moça é detentora de recordes femininos de velocidade em montanhas como o Aconcágua, Kilimanjaro, Monte Vinson e o Monte Elbrus. Em seu projeto Seven Summits, busca estabelecer o recorde mais rápido para mulheres nos sete picos mais altos de cada continente — uma jornada que é também um manifesto de amor à natureza e consciência ambiental.

A atleta fala sobre os desafios que enfrentou, incluindo um grave acidente em 2021 que a deixou com sequelas temporárias e a obrigou a uma recuperação difícil.

O que move quem vive para vencer limites?

Ao longo da conversa, as duas Fernandas dividiram uma visão parecida: não se trata apenas de competir ou ganhar medalhas. O que realmente importa é a conexão consigo mesma, o prazer de descobrir do que se é capaz e a sensação de que, mesmo quando o corpo grita por descanso, a alma encontra força para continuar.

Keller confessa que a maior vitória é poder inspirar outras pessoas a nunca desistirem, independentemente das adversidades. Já Maciel destacou que o esporte é sua forma de dialogar com o mundo e de defender a preservação do meio ambiente — um chamado urgente e apaixonado.

“O Morro dos Ventos Uivantes” lidera bilheterias globais com US$ 82 milhões e marca maior estreia da carreira de Jacob Elordi

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A nova adaptação cinematográfica de O Morro dos Ventos Uivantes chegou aos cinemas cercada de expectativa e os números confirmam que o público estava curioso para revisitar esse romance clássico sob uma nova perspectiva. Segundo dados divulgados pelo portal Deadline, o longa já soma US$ 82 milhões em bilheteria global, sendo US$ 40 milhões arrecadados nos Estados Unidos e US$ 42 milhões no mercado internacional.

O desempenho representa um marco importante na trajetória de Jacob Elordi, que alcança sua maior abertura mundial até o momento como protagonista. O ator interpreta Heathcliff na nova versão do clássico de Emily Brontë, dividindo a tela com Margot Robbie no papel de Catherine Earnshaw.

Uma adaptação ousada de um clássico literário

Dirigido e roteirizado por Emerald Fennell, o filme adapta o romance homônimo publicado em 1847 por Emily Brontë. Conhecida por sua abordagem estética marcante e narrativas intensas, Fennell aposta em uma leitura provocativa, sensual e emocionalmente crua da história.

A produção teve sua première no icônico Grauman’s Chinese Theatre, em Los Angeles, no dia 28 de janeiro de 2026, e chegou aos cinemas em 13 de fevereiro, distribuída pela Warner Bros. Pictures.

Apesar das críticas mistas, o longa conseguiu despertar interesse significativo do público, impulsionado pelo elenco estrelado e pela curiosidade em torno da abordagem contemporânea da diretora.

Uma história de obsessão, desejo e destruição

Ambientado nos pântanos de Yorkshire, o filme acompanha a relação intensa e autodestrutiva entre Catherine Earnshaw e Heathcliff. A trama começa em 1771, quando um homem é executado publicamente, sequência que estabelece o tom visceral da narrativa. Entre os espectadores estão Cathy e sua acompanhante, Nelly Dean.

A chegada de Heathcliff à propriedade Wuthering Heights, trazido pelo pai de Cathy após ser resgatado das ruas de Liverpool, marca o início de uma conexão profunda entre os dois. Criados quase como irmãos, os personagens desenvolvem um vínculo que ultrapassa convenções sociais e morais.

Com o passar dos anos, a degradação da propriedade e o alcoolismo do Sr. Earnshaw transformam o ambiente em um espaço de decadência física e emocional. Cathy, ambiciosa e consciente das limitações sociais impostas à sua posição, decide cortejar o rico vizinho Edgar Linton, buscando ascensão social e estabilidade.

Heathcliff, consumido pelo ciúme e pelo sentimento de abandono, testemunha o momento em que Cathy declara que se casar com ele seria degradante. Sem ouvir a parte em que ela afirma que suas almas estão entrelaçadas, ele parte devastado.

Luxo, ressentimento e retorno

Anos depois, Cathy já está casada com Edgar e vivendo em luxo na propriedade Thrushcross Grange. No entanto, a opulência não preenche o vazio deixado pela ausência de Heathcliff.

Quando ele retorna misteriosamente enriquecido, sua presença reacende antigas feridas. Amargurado, Heathcliff compra Wuthering Heights e inicia uma espiral de vingança emocional. Seu relacionamento com Isabella, irmã de Edgar, nasce como provocação e evolui para uma dinâmica marcada por dominação psicológica e degradação.

Enquanto isso, Cathy se vê dividida entre culpa, desejo e frustração. A tensão culmina em uma sucessão de tragédias que incluem aborto espontâneo, septicemia e, finalmente, a morte de Catherine, um desfecho devastador que sela o destino trágico dos protagonistas.

A cena final, em que Heathcliff segura o corpo sem vida de Cathy e implora para que ela o assombre, reforça o caráter quase sobrenatural da obsessão que os une.

Jacob Elordi consolida nova fase da carreira

O sucesso de bilheteria consolida uma fase importante na trajetória de Jacob Elordi. Conhecido inicialmente por produções voltadas ao público jovem, o ator vem gradualmente assumindo papéis mais densos e complexos.

Em Wuthering Heights, ele entrega um Heathcliff menos contido e mais visceral, explorando camadas de vulnerabilidade, ressentimento e crueldade. A performance dividiu críticos, mas ajudou a atrair grande parte do público internacional.

Margot Robbie assume uma Catherine intensa, volátil e profundamente contraditória. A química entre os protagonistas é um dos elementos mais comentados da produção, funcionando como motor emocional da narrativa.

“Um Cabra Bom de Bola” enfrenta desafio financeiro

Enquanto O Morro dos Ventos Uivantes celebra números robustos, outro lançamento recente enfrenta um cenário mais delicado. Um Cabra Bom de Bola encerrou sua estreia nos Estados Unidos com cerca de US$ 32 milhões, alcançando US$ 47,6 milhões globalmente.

Considerando que seu orçamento de produção ficou entre US$ 80 e US$ 90 milhões, o longa precisará praticamente dobrar sua arrecadação para atingir o ponto em que cobre custos de produção e marketing.

O contraste entre os dois filmes evidencia como adaptações literárias e dramas românticos de época, quando bem posicionados e estrelados por nomes fortes, ainda conseguem mobilizar público globalmente.

Crítica – O Macaco é um terror psicológico de Stephen King que equilibra mistério e humor

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Inspirado no conto The Monkey, de Stephen King, O Macaco acompanha a história de dois irmãos gêmeos que encontram um misterioso brinquedo. Logo, eles descobrem que o objeto é uma arma maligna, responsável por uma série de mortes brutais envolvendo sua família. Anos depois, uma nova onda de assassinatos os força a se unir para destruir o macaco assassino de uma vez por todas.

O filme aposta no terror psicológico para cativar o público, trazendo uma atmosfera sombria e repleta de suspense. A direção utiliza enquadramentos e ângulos clássicos do gênero, sem grandes inovações, mas eficazes para criar tensão. O design do brinquedo é um dos pontos altos da produção—sua aparência macabra e o olhar sinistro garantem momentos de arrepio.

Apesar da proposta sombria, o longa também incorpora toques de humor, que funcionam bem dentro da narrativa. No entanto, algumas sequências decepcionam, especialmente nas cenas sangrentas, que acabam soando artificiais e, em alguns momentos, até cômicas. Esse tom exagerado pode comprometer parte da imersão e tornar o terror previsível.

O elenco conta com Theo James, que entrega uma atuação convincente ao interpretar os irmãos gêmeos, agregando camadas aos personagens e elevando a qualidade da produção. O roteiro é ágil e direto ao ponto, sem excessos, apresentando a premissa rapidamente e desenvolvendo a história de forma objetiva. Ainda assim, as reviravoltas não surpreendem tanto quanto poderiam.

Com estreia marcada para 6 de março nos cinemas brasileiros, O Macaco entrega um terror leve, mas envolvente, equilibrando suspense e humor em uma trama repleta de mistério. Mesmo sem reinventar o gênero, a produção cumpre seu papel de entreter e causar arrepios no público.

Entre Duas Mulheres | Chloé Robichaud traz frescor e coragem em nova comédia sobre desejo e liberdade feminina

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A partir do dia 13 de novembro de 2025, o público brasileiro poderá conferir nos cinemas Entre Duas Mulheres, nova comédia da diretora canadense Chloé Robichaud, uma das vozes mais potentes do cinema contemporâneo. O longa, um remake do clássico quebequense de 1970, revisita a história de duas mulheres aparentemente acomodadas que decidem desafiar o que se espera delas — e, no processo, redescobrem o prazer de viver.

A trama acompanha Violette (Karine Gonthier-Hyndman), que tenta se equilibrar entre a maternidade e a perda de si mesma, e Florence (Laurence Leboeuf), uma vizinha que enfrenta uma depressão silenciosa. Ambas têm vidas estáveis, parceiros presentes e carreiras consolidadas — mas também carregam o vazio de quem vive conforme o roteiro dos outros.

O ponto de virada surge de forma inesperada: um entregador bate à porta e muda tudo. O encontro, que poderia ser apenas um flerte passageiro, se transforma em uma espécie de despertar. A partir daí, as duas iniciam uma jornada que mistura desejo, cumplicidade e um questionamento profundo sobre o que realmente as faz felizes.

Robichaud conduz essa história com o mesmo olhar sensível que marcou seus trabalhos anteriores, transformando temas pesados — como o tédio conjugal, a solidão e o papel da mulher moderna — em uma narrativa leve, provocante e cheia de humor. O riso, aqui, não é fuga; é resistência.

A diretora, premiada no Festival de Sundance, aposta em uma comédia que fala de prazer sem culpa, de maternidade sem romantização e de amor sem regras. É uma obra que entende o humor como ferramenta de empatia, e não de julgamento.

Um elenco que vibra autenticidade

O elenco feminino é o coração pulsante do filme. Karine Gonthier-Hyndman e Laurence Leboeuf entregam performances intensas e cheias de nuances, dando às personagens uma humanidade rara — mulheres que oscilam entre o riso e o choro, o desejo e o medo, o impulso e a dúvida.

Ao lado delas, estão Félix Moati, Mani Soleymanlou, Juliette Gariépy e a premiada Sophie Nélisse (A Menina que Roubava Livros, Yellowjackets), que reforçam o elenco com interpretações vibrantes e cheias de verdade.

Um olhar feminino sobre o corpo e o desejo

Mais do que uma comédia romântica, Entre Duas Mulheres é um manifesto sobre a autonomia feminina. Baseado na peça de Catherine Léger, o roteiro questiona como o mundo contemporâneo lida com o desejo e a monogamia, e o quanto as mulheres ainda se sentem presas a papéis antigos — mesmo em tempos de aparente liberdade.

Chloé Robichaud filma tudo em 35mm, com uma estética quente e naturalista que valoriza o toque, a pele, o gesto cotidiano. A câmera da diretora Sara Mishara recusa o olhar voyeur e transforma o corpo feminino em território de expressão, e não de exposição. A ambientação em uma cooperativa habitacional ecológica reforça o contraste entre o ideal de coletividade e a necessidade de se afirmar como indivíduo.

Jotavê, a nova aposta do forró, chega à Sony Music com projeto inovador

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O forró, ritmo que pulsa no coração do Nordeste brasileiro, vive um momento de efervescência e transformação. Novos artistas surgem, trazendo frescor e identidade própria para um gênero que carrega décadas de história, festa e emoção. Em meio a esse cenário vibrante, um nome tem ganhado cada vez mais destaque e admiradores: Jotavê, jovem cantor e compositor natural de Parnaíba, no Piauí, que em poucos anos já conquistou milhões de fãs e se prepara para dar um salto nacional com o apoio da Sony Music.

De Parnaíba para o Mundo: A Ascensão Rápida de Jotavê

Com apenas 26 anos, Jotavê tem uma trajetória que impressiona pelo ritmo acelerado de conquistas. Ele iniciou sua carreira musical há menos de cinco anos, tempo curto para quem já acumula mais de 20 milhões de execuções em plataformas digitais de áudio e vídeo. Seu talento não passou despercebido, e logo o artista passou a colaborar com nomes importantes da música nordestina e brasileira, como Nattan, Os Barões da Pisadinha, Henry Freitas, Márcia Felipe, Jerry Smith e Vitor Fernandes.

Essa rápida ascensão revela não apenas o carisma natural de Jotavê, mas também sua capacidade de se conectar com as novas gerações, combinando elementos tradicionais do forró com influências urbanas, como o funk e as batidas eletrônicas. Essa mistura contemporânea tem feito com que seu som seja reconhecido e abraçado tanto pelo público jovem quanto por aqueles que cresceram ouvindo o forró clássico.

A Sony Music e o Projeto “Jotavê In Cena”

A entrada de Jotavê na Sony Music marca um importante capítulo em sua carreira. Como nova aposta da gravadora no forró, ele lança o projeto “Jotavê In Cena”, um trabalho pensado para mostrar diferentes facetas do artista. O álbum contém 12 faixas, que serão divulgadas em blocos ao longo dos próximos meses, e conta com participações especiais de Kadu Martins e da dupla Felipe & Matheus.

O projeto se destaca pela sua versatilidade: há espaço para canções animadas, que fazem o corpo se mexer, e para músicas românticas, que convidam a um abraço colado na pista de dança. Essa diversidade evidencia a habilidade de Jotavê em transitar por emoções e estilos sem perder a essência do forró.

Na última quinta-feira (17), foi lançado o primeiro volume do trabalho, com as músicas “Disneylândia”, “Ela Tem o Molho” e “Passaporte”. O grande destaque é “Disneylândia”, uma faixa que mistura o forró com uma pegada urbana, flertando com o funk e trazendo batidas eletrônicas. A música já ganhou um videoclipe oficial, reforçando a proposta moderna e vibrante do artista.

Um Trabalho Feito com Alma e Simplicidade

Em entrevistas, Jotavê fala com entusiasmo sobre o significado de “Jotavê In Cena”. Para ele, o projeto é um reflexo autêntico de sua alma, um momento de total entrega em forma de música. Ele explica que a ideia foi criar um trabalho intimista, onde a proximidade com o público e a emoção estejam no centro da experiência.

“Sou eu, minha banda, que é minha segunda família, duas câmeras e uma sala. O foco é na emoção, na interpretação, para que a música flua de peito aberto, do meu coração direto para o do público”, conta. Essa simplicidade, aliada a uma produção cuidadosa, mostra que é possível fazer arte de qualidade sem grandes artifícios, valorizando a conexão verdadeira entre artista e ouvinte.

O cantor destaca ainda que as músicas do projeto contemplam diferentes gostos: “Tem aquela romântica para dançar agarradinho e se declarar, tem a animada que faz o corpo balançar sozinho e tem também aquela batida que sei que todo mundo vai ouvir no paredão”. Essa pluralidade reforça a ideia de que o forró é um ritmo capaz de abraçar múltiplas emoções e estilos.

O Apoio de uma Equipe de Peso

O talento de Jotavê vem acompanhado de uma equipe experiente, fundamental para guiar sua carreira de forma estratégica. Ele faz parte do cast do escritório R10, comandado por Rod Bala, produtor musical e empresário renomado que já trabalhou com grandes nomes do forró e da música nordestina, como Wesley Safadão e Márcia Felipe.

Essa parceria é um diferencial importante para o artista, que tem acesso a uma estrutura profissional e a um time dedicado a ampliar sua presença nos palcos e nas plataformas digitais. A combinação entre talento, carisma e gestão especializada cria as condições ideais para que Jotavê alcance um público ainda maior em todo o Brasil.

Hits que Marcaram o Caminho

Antes de integrar a Sony Music, Jotavê já conquistava espaço com sucessos que viralizaram nas redes e nas rádios do Nordeste. Canções como “Gemidinha” (em parceria com Marcynho Sensação), “No Silêncio da Noite” (com Henry Freitas, Alanzim Coreano e Felipão) e “Patrocinadora” (com Os Barões da Pisadinha) foram decisivas para construir sua base de fãs e estabelecer sua identidade musical.

Esses hits mostram o lado versátil do artista: enquanto “Gemidinha” é marcada por uma pegada mais animada e dançante, “No Silêncio da Noite” traz uma atmosfera mais melódica e romântica, evidenciando sua capacidade de se adaptar a diferentes estilos dentro do universo do forró e da música popular brasileira.

Uma Agenda de Shows Intensa e Uma Base Fiel

Atualmente residindo em Fortaleza, Jotavê mantém uma rotina de shows que impressiona pela frequência e qualidade. Com mais de 17 apresentações por mês, ele está sempre próximo do público, fortalecendo a conexão que considera essencial para sua carreira.

Seu carisma, aliada a uma performance energética e um repertório que mistura sucessos e novidades, garante que ele colecione fãs fiéis, que acompanham seu trabalho nas redes sociais e lotam seus shows.

O Forró que Cresce, o Artista que Encanta

Jotavê representa uma nova geração que entende o forró como uma linguagem viva, que pode dialogar com as tendências atuais sem perder sua raiz cultural. Sua música é a expressão desse equilíbrio: tradicional na essência, moderna na execução, apaixonada na interpretação.

Em um país tão diverso quanto o Brasil, onde a música popular regional ganha cada vez mais espaço e respeito, artistas como Jotavê são fundamentais para manter viva a chama de ritmos como o forró, que contam histórias, celebram sentimentos e unem pessoas.

O Futuro do Forró com Jotavê

Com o respaldo de uma grande gravadora, uma equipe sólida e um público crescente, Jotavê está preparado para ultrapassar fronteiras regionais e conquistar o Brasil inteiro. Seu projeto “Jotavê In Cena” é o início de uma caminhada promissora, que promete ampliar ainda mais o alcance do forró contemporâneo.

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