Quando chega aos cinemas Invocação do Mal 4: O Último Ritual? Saiba tudo sobre o encerramento da saga dos Warren

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Os fãs do terror já podem se preparar: a tão esperada continuação da saga dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren está chegando às telonas brasileiras no dia 4 de setembro de 2025 — um dia antes da estreia nos Estados Unidos. Intitulado Invocação do Mal 4: O Último Ritual, este capítulo promete encerrar com força total a jornada do casal mais famoso do cinema assustador.

O que aguardar desse último capítulo?

Depois de três filmes que conquistaram o público ao redor do mundo com histórias baseadas nos relatos reais dos Warrens, essa nova produção chega com o compromisso de elevar ainda mais o suspense, a tensão e as aparições sobrenaturais. Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam para viver Ed e Lorraine Warren, trazendo toda a humanidade e emoção que já conquistaram os fãs. A química entre os atores e a mistura do terror clássico com dramas pessoais é o que mantém a franquia viva e relevante.

Além deles, o elenco traz nomes como Mia Tomlinson, que interpreta Judy Warren — a filha do casal, cuja presença adiciona uma camada nova e interessante à trama. Ben Hardy também aparece como Tony Spera, namorado de Judy, prometendo dinamizar as relações familiares e o drama da história. Com Steve Coulter no papel do Padre Gordon e outros atores de peso, o filme aposta numa equipe sólida para criar uma atmosfera ainda mais envolvente e aterrorizante.

Quem são os Warrens?

Para quem não conhece bem a história por trás da franquia, Ed e Lorraine Warren foram um casal real que se tornou referência em investigações paranormais. Eles trabalharam em casos famosos, como o do Amityville — que inspirou dezenas de filmes e documentários — e em muitos outros fenômenos ligados a possessões, exorcismos e aparições. Seus relatos foram a base para a criação do universo de “Invocação do Mal”, que mistura ficção e fatos reais para provocar medo e reflexão. Desde o lançamento do primeiro filme, em 2013, a série se transformou em um sucesso internacional, combinando sustos bem construídos, histórias emocionantes e uma mitologia que cresceu ao longo dos anos. Spin-offs como “Annabelle” e “A Freira” expandiram ainda mais esse universo, dando novas cores e detalhes à trama dos Warrens.

Por dentro da produção

O diretor Michael Chaves, que comandou o terceiro filme, volta para essa despedida da série. Em entrevistas, ele já adiantou que o roteiro traz um desfecho marcante, que une emoção e terror numa mistura que promete agradar aos fãs mais fiéis. Os produtores James Wan e Peter Safran, que desde o começo vêm garantindo a identidade da franquia, retornam para supervisionar a qualidade do projeto. James Wan, especialmente, é um nome que dispensa apresentações no gênero, sendo o criador do primeiro “Invocação do Mal” e dos spin-offs. O roteiro, escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick com revisões de Ian Goldberg e Richard Naing, traz uma narrativa consistente e carregada de tensão, buscando fechar todas as pontas soltas e aprofundar os personagens sem perder o ritmo do suspense.

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Cenário, filmagens e trilha sonora

As filmagens começaram no final de 2024, em Londres, cenário escolhido para dar uma nova textura visual ao filme. A ambientação europeia adiciona um clima mais sombrio e clássico, que casa perfeitamente com a atmosfera assustadora da história. Na trilha sonora, houve uma novidade: Benjamin Wallfisch assume a composição musical, substituindo Joseph Bishara, que marcou presença nas trilhas anteriores da franquia. Wallfisch é conhecido por criar atmosferas sonoras intensas e cheias de suspense, o que deve ajudar a elevar ainda mais o impacto emocional e aterrorizante do filme.

Os personagens que você vai ver

O elenco principal retorna com Vera Farmiga, conhecida por sua atuação intensa como Lorraine Warren e Patrick Wilson, que vive Ed Warren desde o começo da série (presente também em todos os filmes anteriores). Além deles, Mia Tomlinson assume o papel de Judy Warren, a filha do casal, trazendo uma nova dinâmica familiar para a trama — sua personagem começa a ganhar mais destaque nesta sequência. Ben Hardy interpreta Tony Spera, namorado de Judy, adicionando tensão e emoção ao enredo. Steve Coulter retorna como Padre Gordon (que apareceu em “Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo” de 2021), junto com outros nomes que prometem enriquecer a narrativa e intensificar o clima de mistério e suspense.

O que dizem os atores e a equipe

Vera Farmiga fala sobre seu papel com entusiasmo, destacando a oportunidade de explorar o lado mais sombrio e emocional do terror, enquanto Patrick Wilson reforça o desafio e a satisfação de dar vida a um homem que enfrenta forças que a ciência ainda não explica — e que faz tudo isso pelo amor à família. Michael Chaves ressalta que o filme não é só sobre assustar, mas também sobre fechar com chave de ouro a história desses personagens tão queridos, conectando tudo o que veio antes e dando um final à altura para os fãs.

Por que essa franquia faz tanto sucesso?

Invocação do Mal conquistou seu espaço ao misturar elementos tradicionais do terror com histórias inspiradas na vida real, o que aumenta o sentimento de veracidade e deixa o público mais envolvido — e, claro, mais assustado. Além disso, a franquia conseguiu construir um universo compartilhado, com spin-offs e histórias paralelas, algo raro no gênero de terror, que geralmente foca em narrativas isoladas. Isso amplia o interesse do público, cria conexões entre os filmes e mantém a saga viva e pulsante.

Filme live-action de Elden Ring confirmado pela Bandai Namco; Kit Connor pode ser o protagonista

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O universo fascinante e sombrio de Elden Ring, um dos jogos mais aclamados dos últimos anos, está prestes a ganhar vida nas telas de cinema. A Bandai Namco, detentora dos direitos do game, confirmou oficialmente que a produção de um filme live-action baseado no título está em andamento — e já surgem rumores interessantes sobre o elenco principal.

De acordo com o portal Deadline, o diretor britânico Alex Garland, conhecido por suas obras instigantes como Ex Machina (2014) e Aniquilação (2018), está à frente do projeto e tem um nome preferido para o papel principal: Kit Connor. O jovem ator, que conquistou o público na série Heartstopper da Netflix, chamou a atenção de Garland por sua versatilidade e presença marcante. Além disso, os dois trabalharam juntos recentemente no longa Tempo de Guerra, lançado em 2025, o que pode facilitar ainda mais a parceria neste novo projeto.

A produção ficará a cargo da prestigiada A24, uma das produtoras mais celebradas do cinema contemporâneo, responsável por títulos independentes e autorais que conquistaram público e crítica, como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo e Hereditário. A escolha da A24 reforça a expectativa de que o filme de Elden Ring não será uma adaptação tradicional, mas sim uma obra que explora com profundidade a atmosfera sombria, os dilemas existenciais e a mitologia complexa que o jogo constrói.

Até o momento, o longa não tem previsão de lançamento, nem detalhes oficiais sobre o roteiro, elenco completo ou cronograma de filmagens. O que se sabe é que a narrativa deverá captar a essência do mundo criado pela FromSoftware, em colaboração com o escritor George R. R. Martin, cuja participação ajudou a enriquecer a mitologia e os personagens do jogo.

O anúncio do filme movimenta a comunidade gamer e os fãs de adaptações cinematográficas, que esperam uma produção de qualidade capaz de traduzir a densidade e o desafio do game para as telonas, ao mesmo tempo em que oferece uma experiência visual e narrativa memorável para o público geral.

Com Alex Garland à frente da direção, Kit Connor possivelmente no elenco principal e o selo de qualidade da A24, o filme de Elden Ring tem tudo para ser um dos lançamentos mais aguardados dos próximos anos, não apenas para os fãs do jogo, mas também para os amantes do cinema de fantasia e suspense.

Apple TV+ cancela Mythic Quest, mas episódio inédito promete encerramento digno para os fãs

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Se você é fã de Mythic Quest e estava esperando ansiosamente por uma quinta temporada… temos más notícias. A Apple TV+ anunciou oficialmente o cancelamento da série após quatro temporadas. E como todo bom “game over”, a notícia pegou muita gente de surpresa. Mas calma, que nem tudo está perdido: um episódio final atualizado, com uma despedida de verdade (e não um final abrupto), está vindo aí!

O fim de uma era nos bastidores do mundo gamer

Criada por Rob McElhenney (It’s Always Sunny in Philadelphia), Charlie Day e Megan Ganz (Community), Mythic Quest surgiu em 2020 como uma comédia afiada e cheia de personalidade, que mergulhava no universo por trás do desenvolvimento de jogos. Mas, diferente do que se poderia imaginar, a série não era apenas sobre códigos e servidores — era sobre egos gigantes, amizades improváveis, crises de criatividade e, claro, muito caos corporativo.

Ao longo de quatro temporadas, o público acompanhou o dia a dia do estúdio fictício que criou o jogo “Mythic Quest”, liderado pelo excêntrico e narcisista Ian Grimm (Rob McElhenney) e a brilhante e intensa Poppy Li (Charlotte Nicdao). A dinâmica entre os dois foi o coração da série, equilibrando momentos hilários com debates profundos sobre inovação, insegurança, ambição e fracasso.

Cancelada, mas sem explicações

O motivo exato do cancelamento não foi divulgado. Nenhum comunicado oficial da Apple detalhou se a decisão teve a ver com audiência, orçamento, agenda dos criadores ou mudanças na estratégia do streaming. Mas, ao que tudo indica, não se trata de uma ruptura amarga — até porque a Apple TV+ liberou um último “extra” para os fãs.

Último episódio atualizado: um “patch” para dizer adeus

Segundo informações da Variety, a Apple lançará na próxima semana uma versão estendida do último episódio da 4ª temporada, com um desfecho revisado para amarrar as pontas soltas e dar um verdadeiro encerramento à série. Ou seja: ao invés de deixar os personagens no limbo (ou no menu de pausa eterno), os produtores decidiram presentear o público com uma despedida feita sob medida.

“Finais são difíceis. Mas depois de quatro temporadas incríveis, Mythic Quest está chegando ao fim. Estamos orgulhosos da série e todo o universo que construímos — e somos profundamente gratos ao elenco e equipe, que participaram do projeto com muito carinho. Para todos os nossos fãs, agradecemos por terem jogado com a gente. Aos nossos parceiros na Apple, agradecemos por acreditarem na nossa visão desde o início. Porque finais são difíceis e, com a autorização da Apple, fizemos uma atualização no último episódio para podermos dizer ‘adeus’ em vez de apenas um ‘game over’”, escreveram os produtores Megan Ganz, David Hornsby e Rob McElhenney em comunicado oficial.

Uma série que valeu cada respawn

Mythic Quest talvez nunca tenha sido o carro-chefe da Apple TV+, mas certamente conquistou um lugar especial entre os fãs de boas comédias e do mundo gamer. A série foi elogiada pela crítica por sua originalidade, pelos episódios experimentais (como o tocante “A Dark Quiet Death” e o nostálgico “Backstory!”), e pela forma como tratou temas como machismo na indústria dos games, rivalidade criativa, saúde mental no trabalho e representatividade.

Além disso, o elenco afiado também ganhou destaque: além de McElhenney e Nicdao, estavam presentes nomes como Danny Pudi (o inesquecível Brad), Ashly Burch, David Hornsby, Imani Hakim e Jessie Ennis, que deram vida a personagens únicos, sarcásticos e, no fundo, profundamente humanos.

Fica o legado (e o desejo de um spin-off?)

Apesar do cancelamento, Mythic Quest deixa um legado importante dentro do streaming: foi uma das primeiras séries originais da Apple a mostrar que o serviço podia ir além do drama e apostar em comédias com DNA próprio. A série também abriu espaço para produções mais autorais e experimentais — algo que se refletiu em outras obras do catálogo da plataforma.

Com a promessa de um episódio final “refinado”, há quem aposte que talvez esse não seja o fim definitivo. Afinal, se o público reagir bem, nada impede que algum spin-off ou episódio especial reapareça no futuro. Vai que o jogo recomeça…

Entre a batina e o amor proibido: O romance A Voz do Tempo revela escândalo envolvendo ex-padre nos anos 40

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Por trás de muitas histórias de família repousam segredos silenciados por décadas. Às vezes, eles estão escondidos em cartas antigas, fotografias desbotadas ou em peças de roupa guardadas em baús. No caso da escritora Lenah Oswaldo Cruz, o segredo estava em uma batina branca com detalhes dourados e em três cadernos manuscritos encontrados entre os pertences do pai. A descoberta, ao mesmo tempo íntima e perturbadora, deu origem ao romance A Voz do Tempo (Leitura Coletiva), que narra o amor proibido entre um padre beneditino e uma jovem da elite carioca, nos anos 1930 e 40.

Misturando memória pessoal, pesquisa histórica e reconstrução ficcional, o livro parte da trajetória real de Dom Xavier, um respeitado professor de filosofia e sacerdote da ordem beneditina que, em determinado momento de sua vida, decide abandonar o sacerdócio ao se apaixonar por Dora, uma jovem de beleza marcante, pertencente a uma família tradicional do Rio de Janeiro. O relacionamento, vivido em segredo até a ruptura definitiva com a Igreja, logo se tornaria público — e escandaloso.

“Quando encontrei os diários, percebi que precisava contar essa história. Não só pela minha família, mas pelo que ela dizia sobre fé, desejo e o peso das escolhas em tempos mais duros”, conta a autora, em entrevista.

Amor, culpa e silêncio: as consequências de uma decisão radical

A união entre Xavier e Dora, selada sob o impulso de um sentimento arrebatador, não trouxe apenas o alívio da libertação. A renúncia de Xavier à vida religiosa foi duramente julgada pela comunidade católica e pela própria família, e o casamento, idealizado como fuga e recomeço, logo revelou rachaduras profundas.

“Eles pagaram um preço alto por terem escolhido o amor. Só que o amor, às vezes, não basta.” Essa é uma das frases recorrentes no romance, que acompanha a evolução da relação do casal ao longo das décadas — da paixão inicial aos conflitos conjugais, das expectativas frustradas à violência doméstica, do sonho romântico à dor cotidiana.

Ao contar a história de seus pais, Lenah não tenta redimi-los. O que ela oferece ao leitor é uma narrativa profundamente humana, em que a coragem de romper com as estruturas tradicionais também abre espaço para o desencanto. Dora, antes musa inspiradora de uma mudança de vida radical, torna-se uma mulher ressentida e melancólica. Xavier, por sua vez, vê-se prisioneiro de uma decisão que o distancia da fé e da vocação, mas não lhe oferece a paz que imaginava encontrar fora da batina.

A memória como reconstrução do que foi (e do que poderia ter sido)

Escrito em primeira pessoa, o romance oscila entre o relato memorialístico e a ficção histórica. Ao longo das páginas, Lenah costura trechos dos diários paternos com lembranças da infância, cenas reconstruídas a partir de relatos familiares e referências ao contexto político e cultural da época. A narrativa atravessa cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Washington e Lisboa, acompanhando os deslocamentos e transformações do casal e de seus descendentes.

Eventos históricos como a Revolução Constitucionalista de 1932, o surgimento de movimentos intelectuais católicos no Brasil e a vida universitária nos anos 50 servem de pano de fundo para a trama. Mas é na dimensão afetiva que o livro encontra sua força. Ao relatar os impactos do casamento conturbado dos pais em sua própria formação emocional, Lenah revela também o esforço de reconstrução — da memória, da identidade e, sobretudo, da escuta.

“Durante anos, essa história foi tratada como tabu na minha família. Escrevê-la foi uma forma de escavar não só o passado, mas o silêncio que ele impôs.”

O poder do romance como lugar de revelação

A Voz do Tempo chega aos leitores não apenas como uma história de amor impossível, mas como um retrato sensível das consequências emocionais de decisões radicais em uma sociedade ainda profundamente marcada pela moral religiosa. Ao dar voz a personagens reais — com todas as suas imperfeições, falhas e contradições —, Lenah Oswaldo Cruz propõe uma reflexão sobre os limites entre vocação e desejo, fé e liberdade, família e ferida.

Vecna no Brasil! Jamie Campbell Bower confirma presença na Parada Estranha e enlouquece fãs de Stranger Things em SP

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Você piscou e a Netflix decidiu soltar uma bomba no meio do domingo (16). Do nada, plim, surge Jamie Campbell Bower — o próprio Vecna em carne, osso e tentáculos imaginários — chamando os fãs brasileiros para a Parada Estranha, o evento gratuito inspirado no universo de Stranger Things. E se tem alguém que sabe como incendiar a internet, é ele.

No vídeo divulgado pela plataforma, Bower aparece daquele jeito intenso que só ele sabe fazer, olhando direto pra câmera e avisando que estará pessoalmente em São Paulo no dia 23 de novembro. O detalhe saboroso? Um dia depois do aniversário dele. Ou seja: vai comemorar por aqui mesmo. Se isso não é amor pelo público brasileiro, eu não sei o que é.

A Parada Estranha acontece na Av. Pedro Álvares Cabral, entre os portões 9 e 10 do Parque Ibirapuera, e começa às 15h30. É aberto ao público, totalmente gratuito e pensado para virar um daqueles momentos que a gente guarda na memória. Vai ter carro alegórico, alas temáticas, música, performances e uma energia coletiva que só fandom grande entrega. É tipo um Carnaval geek — só que com a presença oficial do maior vilão da série.

As datas da temporada final

Enquanto a cidade se prepara para ver Vecna de perto (sem precisar fugir), a Netflix já organizou o restante da festa: A estreia da última temporada de Stranger Things será dividida em três momentos que prometem movimentar o fim de ano dos fãs. O Volume 1 chega no dia 26 de novembro, às 22h, abrindo oficialmente a reta final da série.

Um mês depois, em 25 de dezembro, também às 22h, o Volume 2 desembarca como presente de Natal para quem já estiver surtando com os ganchos da primeira parte. E, para fechar 2025 com o coração na boca, o episódio final — com mais de duas horas de duração — será lançado na noite de 31 de dezembro, às 22h, praticamente um réveillon dentro do Mundo Invertido.

Ou seja, a gente vai terminar 2025 com o coração na mão, literalmente no último dia do ano. A produção continua nas mãos dos irmãos Duffer, ao lado de Shawn Levy e Dan Cohen, garantindo aquela assinatura visual e emocional que acompanhamos desde 2016.

O elenco, claro, retorna quase todo. Estão de volta Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Cara Buono, Brett Gelman e Jamie Campbell Bower.

Tem novidade também: Amybeth McNulty entra como regular, e Linda Hamilton, a eterna Sarah Connor, chega para reforçar ainda mais esse elenco de peso como a enigmática Dra. Kay.

Hawkins ferida, Eleven escondida e um silêncio que diz tudo

O último capítulo da saga nos leva ao outono de 1987, e Hawkins está irreconhecível. Depois da abertura das Fendas, a cidade vive sob quarentena militar — uma mistura de cenário pós-apocalíptico com um silêncio que só quem conhece o Mundo Invertido entende de verdade. É aquele clima que já coloca a gente tenso só de imaginar.

Enquanto isso, Eleven está escondida novamente, fugindo das autoridades que intensificaram a busca por ela. E o grupo — esse que virou uma espécie de família para os fãs — volta a se reunir com uma missão clara: encontrar e matar Vecna de uma vez por todas.

Só que existe um problema: Vecna desapareceu. Ninguém sabe onde ele está, o que está planejando ou quando vai atacar. E esse silêncio, essa ausência, talvez seja mais assustadora do que qualquer aparição dele até agora.

Com a proximidade do aniversário do desaparecimento de Will, aquela sensação familiar começa a crescer no peito dos personagens — e no nosso também. A Netflix descreve essa temporada como “a batalha final”, enfrentando uma escuridão “mais poderosa e mortal” do que qualquer coisa anterior.

É a última vez que veremos esse grupo unido contra o inimigo que marcou a história da série.

E enquanto isso… o Brasil entra no clima

Com a Parada Estranha chegando e Jamie Campbell Bower desembarcando por aqui, o Brasil praticamente virou ponto oficial de encontro do fandom de Stranger Things. A reta final da série promete ser intensa, simbólica, emocional e, acima de tudo, inesquecível — dentro e fora da tela.

E se tem uma coisa que a gente aprendeu com Hawkins, é que enfrentar o fim ao lado de quem ama a história faz tudo valer mais a pena.

Então pode separar a roupa temática, preparar o coração e ajustar o relógio: Vecna está vindo, a Parada Estranha está logo aí e a temporada final está batendo na porta. O Mundo Invertido nunca esteve tão perto — e a gente está prontíssimo para atravessar.

Aventura e emoção em família! “Shazam!” é o grande destaque da Temperatura Máxima deste domingo (14) na Globo

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A tarde deste domingo, 14 de dezembro de 2025, promete aventura e boas risadas na Globo. A emissora exibe na faixa da Temperatura Máxima o filme “Shazam!”, produção lançada em 2019 que conquistou o público ao apresentar um super-herói diferente do padrão tradicional: menos sisudo, mais humano e com o coração de uma criança. Misturando ação, fantasia e comédia, o longa se tornou um dos títulos mais carismáticos do universo cinematográfico da DC Comics, ideal para reunir a família em frente à televisão.

Dirigido por David F. Sandberg, “Shazam!” aposta em uma narrativa leve e acessível, sem abrir mão de emoção e mensagens profundas. A trama acompanha Billy Batson, um garoto órfão que passou grande parte da vida pulando de lar em lar enquanto tenta, obstinadamente, reencontrar a mãe biológica. Desconfiado, irônico e acostumado a se virar sozinho, Billy representa milhares de jovens que cresceram sem raízes sólidas e aprenderam cedo a não esperar muito do mundo. Sua trajetória ganha uma reviravolta inesperada quando ele é escolhido por um antigo e misterioso mago para receber poderes extraordinários.

Ao pronunciar a palavra “Shazam”, Billy se transforma em um herói adulto com força sobre-humana, resistência, velocidade e habilidades mágicas. O detalhe que dá identidade ao filme é que, apesar do corpo poderoso, sua mente continua sendo a de um adolescente em fase de descobertas. Essa dualidade é explorada com inteligência e humor, principalmente através da atuação de Zachary Levi, que assume a versão heroica do personagem com entusiasmo, espontaneidade e um carisma que rapidamente conquista o público.

O aprendizado sobre como usar esses poderes acontece ao lado de Freddy Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer, um garoto inteligente, fã assumido de super-heróis e dono de comentários afiados. Freddy se torna o maior aliado de Billy, ajudando-o a testar limites, entender referências do universo DC e, principalmente, se divertir com a nova realidade. A amizade entre os dois é um dos pontos altos do filme, garantindo cenas engraçadas, leves e cheias de identificação com o público jovem.

Apesar do tom descontraído, “Shazam!” não deixa de apresentar conflitos mais densos. O vilão da história, Dr. Thaddeus Sivana, vivido por Mark Strong, é um personagem marcado pela frustração e pela rejeição. Ainda criança, Sivana também foi considerado digno dos poderes do mago, mas acabou descartado por não demonstrar pureza de coração. Anos depois, tomado pelo ressentimento, ele encontra forças sombrias e decide provar que o mundo errou ao ignorá-lo. O embate entre herói e vilão vai além das cenas de ação e coloca em contraste duas formas opostas de lidar com traumas e decepções.

Outro aspecto que diferencia “Shazam!” dentro do gênero é o destaque dado ao conceito de família. Billy é acolhido por um lar adotivo comandado por um casal carinhoso e formado por crianças e adolescentes com histórias muito distintas. Nesse ambiente, ele passa a conviver com personagens interpretados por nomes como Grace Fulton e Adam Brody, aprendendo, pouco a pouco, que laços verdadeiros nem sempre vêm do sangue, mas da convivência, do cuidado e da escolha diária de permanecer. Essa mensagem atravessa todo o filme e emociona justamente por sua simplicidade.

Nos bastidores, “Shazam!” também chama atenção pela grandiosidade da produção. As filmagens começaram em janeiro de 2018 e ocorreram majoritariamente no Pinewood Toronto Studios, no Canadá, além de diversas locações reais da cidade de Toronto, como a universidade local, centros comerciais e pontos históricos. A produção foi finalizada em maio do mesmo ano, com refilmagens realizadas no fim de 2018 para ajustes narrativos e técnicos.

Um dos detalhes mais curiosos envolve o figurino do herói. Cada uniforme utilizado por Zachary Levi custou cerca de um milhão de dólares, devido à tecnologia empregada e ao cuidado extremo com o visual musculoso do personagem. Ao todo, aproximadamente dez trajes foram confeccionados, representando um investimento significativo e evidenciando o compromisso da DC em dar ao personagem uma identidade visual marcante.

Lançado como o sétimo filme do DC Extended Universe, “Shazam!” chegou aos cinemas em um momento de transição para o estúdio, que buscava se afastar de narrativas excessivamente sombrias e apostar em histórias mais leves e otimistas. O resultado foi positivo: o longa recebeu boas críticas, teve ótima recepção do público e mostrou que ainda havia espaço para humor e emoção dentro do universo dos super-heróis. O sucesso levou ao desenvolvimento de uma sequência, confirmada oficialmente poucos meses após a estreia.

Landman | Trailer da 2ª temporada traz Demi Moore no centro da trama e promete novas tensões no universo do petróleo

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Quando o Paramount+ divulgou na última quinta, 04 de setembro, o trailer da segunda temporada de Landman, ficou claro que a série vai dar um salto em intensidade e emoção. A produção, que já havia conquistado público e crítica em 2024, agora retorna com um elemento ainda mais intrigante: Demi Moore.

A atriz assume o protagonismo da nova fase ao interpretar uma mulher que herda os negócios da família após a saída definitiva do personagem de Jon Hamm. Esse ponto de virada não só muda os rumos da história, mas também amplia a discussão sobre poder, lealdade e sobrevivência dentro de um universo marcado pela exploração do petróleo no Texas. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Criada por Taylor Sheridan, o mesmo responsável por fenômenos como Yellowstone e Mayor of Kingstown, e por Christian Wallace, Landman é inspirada no podcast jornalístico Boomtown, que retratava as contradições do boom petrolífero no oeste do Texas. A série bebe dessa fonte para construir um drama que vai muito além da indústria energética: mostra vidas em choque, famílias em disputa e comunidades inteiras transformadas por uma riqueza que, ao mesmo tempo em que ergue fortunas, também cobra seu preço em desigualdade, tragédias e destruição ambiental.

O vídeo revelou cenas intensas de Demi em um papel que exige equilíbrio entre firmeza e fragilidade. Sua personagem não apenas assume os negócios da família, mas também enfrenta um ambiente dominado por homens poderosos, interesses escusos e pressões políticas que podem colocá-la contra sua própria consciência. Moore surge como alguém que precisa aprender rapidamente a jogar um jogo cruel, sem perder sua humanidade no processo.

Um elenco que equilibra veteranos e novos rostos

Ao lado de Demi, a série mantém um elenco já conhecido do público, que ajudou a conquistar a base de fãs na primeira temporada. Billy Bob Thornton (conhecido por Goliath e Sling Blade) retorna como Tommy Norris, um homem marcado por dilemas éticos e pela tentativa constante de preservar sua integridade em meio a um sistema corrompido. Michelle Randolph (1923), Kayla Wallace (When Calls the Heart) e James Jordan (Yellowstone, Mayor of Kingstown) também continuam na trama, representando diferentes faces da vida no Texas — desde jovens ambiciosos em busca de ascensão rápida até trabalhadores que arriscam a vida diariamente nos campos de petróleo.

Entre as novidades, Jacob Lofland (Maze Runner, Mud) e Paulina Chávez (The Expanding Universe of Ashley Garcia) chegam para dar frescor e contestação à narrativa, trazendo o olhar de uma geração que já não aceita viver sob as mesmas regras do passado. E, mesmo afastado do centro dos negócios, Jon Hamm (Mad Men, Fargo) deve aparecer em participações especiais que ajudam a costurar a transição de poder, mantendo viva a tensão emocional que sustenta o enredo.

Do podcast à TV: um retrato humano do boom do petróleo

O DNA da série vem diretamente de Boomtown, podcast que investigou como o petróleo molda vidas e economias no Texas. Sheridan transformou esse material em ficção sem perder a essência: o contraste entre trabalhadores braçais, que enfrentam riscos diários em busca de sustento, e bilionários que lucram com o suor alheio.

Esse olhar híbrido — parte ficção, parte realidade — faz da série algo maior do que um simples drama. Ela mostra como o petróleo pode ser tanto a promessa de uma vida melhor quanto a raiz de desigualdades profundas. O público encontra no enredo histórias de ambição, de traição e de lealdade familiar, mas também reconhece, em cada conflito, dilemas que atravessam fronteiras e se conectam com o mundo atual, seja no debate sobre mudanças climáticas, seja na discussão sobre até onde alguém está disposto a ir para garantir poder e riqueza.

A autenticidade como marca registrada

Um dos diferenciais da trama americana é a maneira como Sheridan prioriza autenticidade. As filmagens da primeira temporada ocorreram em locais icônicos do Texas, como o Fort Worth Petroleum Club e a sede da American Association of Professional Landmen. Para a segunda temporada, a equipe foi ainda mais fundo, rodando em áreas próximas às zonas de extração e captando não apenas as paisagens grandiosas, mas também o cotidiano de quem vive e trabalha no coração da indústria petrolífera.

Uma série sobre muito mais do que petróleo

Embora o petróleo seja o fio condutor da história, Landman conquista porque fala de temas universais. O enredo trata de ambição, desigualdade, corrupção, sobrevivência e, acima de tudo, das escolhas que cada pessoa precisa fazer diante das pressões da vida. É um drama humano disfarçado de história sobre negócios, onde as grandes corporações e os campos de petróleo funcionam apenas como palco para conflitos emocionais e sociais.

Sem meias palavras! Guilherme Boulos enfrenta debate direto no No Alvo desta segunda (25/08)

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Nesta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, o programa No Alvo recebe um convidado que não costuma medir palavras: o deputado federal Guilherme Boulos. Conhecido por sua trajetória política marcada por combatividade e posicionamentos claros, Boulos se depara com um formato que privilegia perguntas diretas e um debate sem rodeios, testando sua capacidade de lidar com críticas, provocações e questões delicadas sobre a cena política brasileira.

O programa, exibido em horário nobre, tem como proposta justamente esse confronto franco: não há espaço para respostas evasivas ou discursos ensaiados. Desde os primeiros minutos, Boulos mostra que está pronto para entrar no jogo. Com postura firme e tom incisivo, o político deixa claro que veio para dizer o que pensa e não se intimidar diante de rivais ou do público que assiste ao debate.

Ao longo da conversa, Boulos demonstra conforto com a exposição. Ele fala abertamente sobre adversários políticos, analisa os movimentos da direita brasileira e não poupa críticas a colegas de cena política que considera oportunistas ou descompromissados com causas sociais. Entre declarações fortes, o deputado não hesita em comentar apelidos e provocações que recebeu ao longo da carreira, sempre com uma pitada de ironia ou crítica direta.

Em um dos momentos mais comentados da entrevista, ele afirma que “o caminho mais fácil na política é se aliar, se vender ao sistema”, refletindo sua visão sobre aquilo que considera compromissos vazios ou alianças oportunistas. A frase resume bem a postura de Boulos diante de um cenário político que, segundo ele, valoriza mais acordos pragmáticos do que ideais ou projetos de impacto social.

Outro ponto que chamou atenção foi a avaliação de nomes em ascensão na política ou na internet, como Pablo Marçal, que Boulos classificou sem hesitar como “um picareta”. A declaração gerou repercussão imediata nas redes sociais, evidenciando a disposição do deputado de expor sua opinião sem receio de críticas ou polêmicas.

Críticas Diretas à Imprensa

O deputado também aproveitou o espaço para fazer uma análise crítica da imprensa, ressaltando que, muitas vezes, os meios de comunicação reforçam narrativas convenientes para determinados grupos políticos e econômicos. “A mídia tradicional tem um papel relevante, mas não é neutra. É preciso que o cidadão esteja atento a isso”, comentou.

Segundo Boulos, o debate público e a imprensa deveriam fomentar a reflexão e a pluralidade de opiniões, mas acabam, em alguns casos, reforçando discursos polarizados ou superficialmente sensacionalistas. Ele defende que a política, quando reduzida a manchetes rápidas ou análises superficiais, perde espaço para discussões de fundo que realmente impactam a vida das pessoas.

Essa postura crítica não é novidade na trajetória do deputado. Desde suas primeiras campanhas, Boulos se posiciona como alguém que desafia o status quo, questiona estruturas consolidadas e busca dar voz a grupos historicamente marginalizados, como movimentos sociais e organizações populares.

Avaliação da Direita Brasileira

O tema da direita política também dominou boa parte do debate. Boulos não poupou análises e críticas sobre o que considera estratégias populistas ou manobras políticas que, segundo ele, visam apenas conquistar votos sem apresentar propostas consistentes. Para o deputado, parte da direita brasileira se apoia em discursos inflamados, polarização e campanhas midiáticas, deixando de lado discussões estruturantes sobre políticas públicas, educação e desigualdade social.

“É mais fácil gritar slogans do que construir um projeto político sério. E isso acaba sendo prejudicial para o país como um todo”, afirmou. A declaração reflete um dos eixos centrais da entrevista: a crítica à superficialidade política e à adoção de discursos convenientes em detrimento de ações concretas.

Personalidade e Combatividade

Mais do que comentar adversários ou estratégias políticas, Boulos também revelou um pouco de sua personalidade. O deputado demonstrou ser alguém que valoriza a coerência e o compromisso com princípios, mesmo em um ambiente de debate acirrado. Ele comentou sobre a pressão constante que acompanha quem decide se expor publicamente e sobre a necessidade de manter firmeza diante de ataques, provocações ou polêmicas.

Em vários momentos, sua fala mesclou seriedade e leveza, mostrando que é possível criticar e confrontar sem perder a humanidade. Essa combinação de combatividade e autenticidade é um dos elementos que cativa parte do público que acompanha sua trajetória, seja no Congresso Nacional, nas redes sociais ou em entrevistas e debates como o “No Alvo”.

Crítica – O Macaco é um terror psicológico de Stephen King que equilibra mistério e humor

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Foto: Reprodução/ Internet

Inspirado no conto The Monkey, de Stephen King, O Macaco acompanha a história de dois irmãos gêmeos que encontram um misterioso brinquedo. Logo, eles descobrem que o objeto é uma arma maligna, responsável por uma série de mortes brutais envolvendo sua família. Anos depois, uma nova onda de assassinatos os força a se unir para destruir o macaco assassino de uma vez por todas.

O filme aposta no terror psicológico para cativar o público, trazendo uma atmosfera sombria e repleta de suspense. A direção utiliza enquadramentos e ângulos clássicos do gênero, sem grandes inovações, mas eficazes para criar tensão. O design do brinquedo é um dos pontos altos da produção—sua aparência macabra e o olhar sinistro garantem momentos de arrepio.

Apesar da proposta sombria, o longa também incorpora toques de humor, que funcionam bem dentro da narrativa. No entanto, algumas sequências decepcionam, especialmente nas cenas sangrentas, que acabam soando artificiais e, em alguns momentos, até cômicas. Esse tom exagerado pode comprometer parte da imersão e tornar o terror previsível.

O elenco conta com Theo James, que entrega uma atuação convincente ao interpretar os irmãos gêmeos, agregando camadas aos personagens e elevando a qualidade da produção. O roteiro é ágil e direto ao ponto, sem excessos, apresentando a premissa rapidamente e desenvolvendo a história de forma objetiva. Ainda assim, as reviravoltas não surpreendem tanto quanto poderiam.

Com estreia marcada para 6 de março nos cinemas brasileiros, O Macaco entrega um terror leve, mas envolvente, equilibrando suspense e humor em uma trama repleta de mistério. Mesmo sem reinventar o gênero, a produção cumpre seu papel de entreter e causar arrepios no público.

São Paulo x Botafogo: Onde assistir ao vivo o Campeonato Brasileiro Séria A neste domingo (14/09)

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O Campeonato Brasileiro chega a um momento decisivo, e a 23ª rodada reserva um confronto que carrega peso muito além da tabela. Neste domingo, dia 14 de setembro de 2025, às 17h30 (horário de Brasília), São Paulo e Botafogo se enfrentam no Estádio do Morumbis, em São Paulo, em uma partida que promete ser marcada pela intensidade dentro de campo e pela pressão fora dele.

De um lado, o São Paulo tenta consolidar sua caminhada rumo à parte de cima da tabela, apostando no apoio massivo de sua torcida e no trabalho de reconstrução comandado por Hernán Crespo. Do outro, o Botafogo encara a difícil missão de se recompor após a eliminação na Copa do Brasil diante do Vasco da Gama, resultado que mexeu com a confiança do elenco e trouxe críticas intensas da torcida alvinegra.

O duelo é visto como um verdadeiro teste de caráter para os dois clubes, que têm em comum a necessidade de provar força, equilíbrio emocional e capacidade de reação em um campeonato cada vez mais competitivo.

O peso do momento para o Botafogo

A eliminação para o Vasco na Copa do Brasil deixou feridas abertas no Botafogo. O time, que vinha em ascensão e ocupava posições entre os primeiros no Brasileirão, viu seu planejamento para a temporada sofrer um duro golpe. Perder para um rival em um torneio eliminatório gera impactos que vão muito além do placar: abala a confiança, amplia a cobrança da torcida e exige respostas rápidas dentro de campo.

Davide Ancelotti, técnico alvinegro, tem consciência desse cenário. Jovem, mas já testado em diferentes contextos, ele sabe que o futebol brasileiro não perdoa momentos de instabilidade. Contra o São Paulo, a missão será clara: reorganizar o time, retomar a confiança e mostrar que o grupo segue competitivo.

Para muitos jogadores, a partida no Morumbis é também uma chance de virar a página. Atletas como Savarino, Montoro e Cabral, fundamentais no setor ofensivo, precisam reencontrar o protagonismo. Ao mesmo tempo, o sistema defensivo, liderado por Barboza e Pantaleão, será exigido ao máximo diante da velocidade do ataque tricolor.

São Paulo e o desafio da regularidade

Enquanto o Botafogo busca reconstrução após a queda, o São Paulo encara o desafio da regularidade. A equipe de Hernán Crespo tem oscilado ao longo da competição: alterna boas atuações, especialmente em casa, com jogos em que o rendimento deixa a desejar.

A torcida, apaixonada e exigente, cobra uma postura mais firme do time, especialmente no Morumbis. O estádio se tornou um símbolo da retomada de confiança do clube, e o apoio em massa no jogo deste domingo será crucial para pressionar o adversário e empurrar os jogadores.

No campo, Crespo aposta em um elenco que mescla juventude e experiência. O zagueiro Rafael Tolói traz liderança à defesa, enquanto Pablo Maia e Rodriguinho simbolizam a nova geração do meio-campo tricolor. Na frente, Ferreira e Rigoni aparecem como peças capazes de desequilibrar com velocidade e criatividade.

Confronto de estilos: Crespo x Ancelotti

Um dos grandes atrativos da partida será o duelo de ideias entre os técnicos. Hernán Crespo e Davide Ancelotti representam escolas diferentes do futebol mundial, e cada um carrega sua própria filosofia de jogo.

O argentino Crespo valoriza a posse de bola, o controle territorial e a construção paciente das jogadas. Seu São Paulo gosta de ocupar os espaços, explorar os lados do campo e buscar triangulações rápidas para abrir defesas fechadas.

Já Ancelotti tem uma visão mais pragmática. Formado em um contexto europeu, aposta na disciplina tática e na transição rápida. Seu Botafogo não hesita em se fechar e explorar contra-ataques letais, aproveitando a velocidade de Montoro e Santi para acionar Cabral.

Esse choque de estilos promete deixar a partida ainda mais eletrizante: de um lado, o Tricolor tentando propor o jogo; de outro, o Alvinegro explorando os erros e espaços deixados.

Resistência: o jogo além da bola

O Brasileirão é conhecido como uma competição de resistência. Chegar à 23ª rodada significa lidar não apenas com adversários difíceis, mas também com o desgaste físico e mental acumulado ao longo da temporada.

O São Paulo, embalado pelo apoio da torcida, precisa mostrar que tem fôlego para sustentar a intensidade durante os 90 minutos. O desafio será manter a concentração mesmo em momentos de pressão adversária.

O Botafogo, por sua vez, encara a necessidade de superar a fadiga emocional. Depois de uma eliminação dolorosa, o risco é que o time entre em campo sem a mesma confiança. A partida será, portanto, um verdadeiro teste de maturidade para o elenco alvinegro.

Prováveis escalações

  • São Paulo (técnico Hernán Crespo): Rafael; Ferraresi, Rafael Tolói e Alan Franco; Cédric Soares, Pablo Maia, Marcos Antônio, Rodriguinho e Enzo Díaz; Ferreira e Rigoni (ou Tapia).
  • Botafogo (técnico Davide Ancelotti): Neto; Vitinho, Barboza, Pantaleão e Telles; Newton, Freitas e Savarino; Montoro, Santi e Cabral.

As formações indicam times equilibrados, com os dois técnicos apostando em consistência defensiva e velocidade nos momentos ofensivos.

Torcida como combustível

Se dentro de campo os jogadores decidem, fora dele a torcida é quem dá o tom. No Morumbis, o São Paulo contará com dezenas de milhares de vozes empurrando a equipe. A atmosfera promete ser de pressão constante sobre o Botafogo, especialmente se o Tricolor abrir o placar cedo.

Ainda assim, o Botafogo terá apoio. Pequenos grupos de torcedores viajaram até a capital paulista para incentivar o time e demonstrar que, mesmo nos momentos difíceis, o amor pelo clube segue inabalável. A presença deles pode ser simbólica: mostrar aos jogadores que há confiança e esperança em uma virada de cenário.

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